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RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO-SSS

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RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO

INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

Formador: Rogério Nicolau Formando: Flávio Loureiro Ano lectivo: 2010/2011

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ Rua dos Mercadores nº 76, 9500-092 Ponta Delgada Telefone 296 285 461  Fax 296 285 463 E-mail: geral@aprodaz.com

INTRODUÇÃO AO TRABALHO DE RSI

Este trabalho foi escolhido o RSI (Rendimento social de inserção), sabemos que mais de dois milhões de portugueses, beneficiários do abono de família, recebem o Rendimento Social de Inserção (RSI) e subsídio social de desemprego. Estas pessoas estão em nível de carência económica ou em profunda pobreza, e também quando as empresas são levadas à falência e estas pessoas não têm como sobreviver nem como arranjar trabalho. Um dos principais problemas da sociedade actual é a grande desigualdade na repartição da riqueza, de facto a riqueza que existe no mundo seria perfeitamente suficiente para providenciar padrões mínimos de subsistência para os 6000 milhões de pessoas que habitam o planeta. O meu trabalho é motivado por esta questão. Nele procurei caracterizar situações de pobreza e de exclusão social, partindo daí para a justificação da necessidade de existirem programas governamentais para inverter esta situação, como é o caso do Rendimento Social de Inserção. As disparidades
de rendimento são um problema que afecta uma fatia significativa da população mundial. Não só nos países denominados “pouco desenvolvidos” como também naqueles cujas economias exibem há já longos períodos de tempo padrões de crescimento sustentado, o problema das disparidades de rendimento surge como um alvo de políticas sociais. Como tal, e focando o caso português, o Rendimento Social de Inserção nasce como uma tentativa de inverter o problema. Tentando conciliar objectivos de equidade e de eficiência, o RSI tenta garantir padrões mínimos de qualidade de vida a pessoas carenciadas, ao mesmo tempo que procura que isso não as estimule à inactividade, mas sim à sua inserção na sociedade e na vida activa., caso tenham capacidades a desenvolver nesse sentido.

“Apelo aos representantes da comunidade internacional ao mais alto nível... para que adoptem um objectivo que vise diminuir para metade o número de pessoas que vivem na pobreza absoluta, até 2015.” Kofi Annan, Relatório do Milénio

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Índice

A – O que é? ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 4

B1 – Quem tem direito? ----------------------------------------------------------------------------------------------- 4

B2 – Qual a relação desta prestação com outras que já recebo ou posso vir a receber? ---------------------- 5

C – Como posso pedir? C1 – Que formulários e documentos tem de entregar? ------------------------------- 6

D – Como funciona esta prestação? D1 – Quanto e quando vou receber? ------------------------------------- 7

D2 – Como posso receber? -------------------------------------------------------------------------------------------10

D3 – Quais as minhas obrigações? ----------------------------------------------------------------------------------10

D4 – Por que razões termina? ----------------------------------------------------------------------------------------12

E – Outra Informação. E1 – Legislação Aplicável ----------------------------------------------------------------14

Perguntas Frequentes -------------------------------------------------------------------------------------------------- 16

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A – O que é?

É um apoio para os indivíduos e famílias mais pobres, constituído por :

Uma prestação em dinheiro para satisfação das suas necessidades básicas;

Um programa de inserção para os ajudar a integrar-se social e profissionalmente.

As pessoas que estão a receber o Rendimento Social de Inserção assinam um acordo com a Segurança Social onde se comprometem a cumprir o programa de inserção.

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B1 – Quem tem direito?

Quem tem direito ao Rendimento Social de Inserção (RSI)

Condição de acesso ao Rendimento Social de Inserção

Quais as condições de atribuição do RSI.

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Descrição do RSI
O Rendimento Social de Inserção foi instituído pela Lei nº13/2003, de 21 de Maio e vem substituir a Rendimento Mínimo Garantido, define-se como uma medida de política visando garantir às famílias mais pobres um rendimento que lhes permita aceder, por um lado, a um nível mínimo de subsistência e de dignidade, e por outro, a condições e oportunidades básicas para o início de um percurso de inserção social. O RSI é composto por duas vertentes: uma, consiste numa prestação pecuniária; a outra, está relacionada com um programa de inserção socioprofissional que os beneficiários são obrigados a subscrever (excepto em geral por motivos de idade ou saúde). Por outras palavras, pode-se descrever o RSI como “ uma prestação incluída no subsistema de solidariedade e num programa de inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das suas necessidades essenciais e que favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária. Os destinatários do RSI são todos aqueles indivíduos e famílias que se encontrem numa situação grave de carência económica. Para serem titulares do direito ao rendimento social de inserção, os indivíduos têm que ter idade igual ou superior a 18 anos, ou inferior se tiverem menores na sua dependência ou no caso de mulheres grávidas; não podem auferir rendimentos ou prestações sociais, próprios ou do conjunto dos membros que compõem o agregado familiar, superiores aos definidos na presente lei; devem fornecer os meios de prova necessários à verificação da situação da carência económica; possuir residência legal em Portugal e por último, devem assumir o compromisso de subscrever e prosseguir um programa de inserção social legalmente previsto, através da disponibilidade activa para o trabalho, para a formação ou para outras formas de inserção que se revelem adequadas. O valor da prestação encontra-se indexado ao valor legalmente fixado para a pensão social.

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O seu montante é igual à diferença entre o valor do RSI correspondente à composição do agregado familiar (por cada pessoa maior até à segunda 100%, por cada indivíduo maior a partir do terceiro -70%, por cada indivíduo menor -50%) e a soma dos rendimentos daquele agregado. Para efeitos de determinação do montante da prestação do RSI considera-se o total dos rendimentos ilíquidos do agregado familiar, independentemente da sua origem ou natureza, nos 12 meses anteriores à data de apresentação do requerimento, e não apenas no último mês como acontecia com o RMG. Apenas entram para o cálculo 80% dos rendimentos de trabalho, deduzidos os montantes referentes às contribuições obrigatórias para os regimes de segurança social. Durante o período de concessão do RSI apenas são considerados 50% dos rendimentos de trabalho. Centro distrital Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Portalegre Porto Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu VALOR MÉDIO Valor da prestação 203,62 263,65 212,5 179,53 174,74 186,8 204,48 212,95 174,6 183,87 228,67 255,67 200,65 193,46 216,96 177,44 178,29 185,43 201,8505556

Fonte: Disponível na Internet: <URL: http//: www.seg-social.pt
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Da análise da tabela 3 podemos constatar que o distrito de Beja foi o que registou a prestação média mais alta, em 2005 (Fevereiro), cerca de 263,65 euros. Em todos os restantes distritos o valor médio da prestação rondou entre os 180 – 200 euros, destacando-se o distrito da Guarda que apresenta a prestação média mais baixa. De maneira a realçar a componente social introduziram-se apoios especiais, assim sendo, o montante é acrescido, quando existirem no agregado familiar pessoas portadoras de deficiência física ou mental profunda, pessoas portadoras de doenças crónicas e pessoas idosas em situação de grande dependência. Esta componente também tem como objectivo conceder apoios à maternidade. Nos termos do art. 18º da Lei nº 13/2003, de 21 de Maio, o programa de inserção “tem subjacente o relatório social e dele devem constar os apoios a conceder, assim como as obrigações assumidas pelo titular do direito ao RSI e, se for caso disso, pelos restantes membros do seu agregado familiar.” Estas acções devem consubstanciar-se em: “aceitação de trabalho ou de formação profissional; frequência do sistema educativo ou
de aprendizagem; participação em programas de ocupação ou outros de carácter temporário que favoreçam a inserção no mercado de trabalho ou satisfaçam necessidades sociais, comunitárias (…). “Um dos grupos alvo a que se destina esta medida é os chamados “grupos portadores de especiais desvantagens”, tais como os deficientes, os ex-reclusos ou os toxicodependentes. O objectivo, neste caso, é o de criar “factores de integração” que permitam entre outros fins o acesso ao emprego de pessoas que são normalmente marginalizadas ou sobre as quais recai um estigma social que não lhes permite ter as mesmas taxas de actividade do resto da população.” O RSI é conferido pelo período de 12 meses, podendo ser renovado mediante a apresentação dos meios de prova legalmente exigidos para a renovação. Cessa quando não se verificarem os requisitos e condições de atribuição, na falta de celebração do programa de inserção, no caso de entregarem falsas declarações e por morte do titular. A Comissão Nacional de Rendimento Social de Inserção é o órgão que trata do acompanhamento da actividade desenvolvida e da avaliação da execução da legislação do rendimento social de inserção e da sua eficácia social. A implementação do programa no terreno cabe às Comissões Locais de Acompanhamento que analisam caso a caso. Isto é uma das grandes virtudes desta medida que é a sua actuação local e a tentativa de coordenação das políticas disponíveis nos diversos domínios de uma mesma base. Estes domínios são as chamadas,

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das áreas de inserção, estando previstas acções no âmbito do emprego, da formação profissional, da educação, da saúde, da acção social e da habitação. Uma vez que o RMG pretende ser um apoio temporário, o acordo de inserção celebrado entre o titular da prestação e pelos indivíduos que integram o seu agregado familiar e a Comissão Local de Acompanhamento envolvido no processo, deverá procurar soluções de inserção social que privilegiem uma futura autonomia do agregado familiar. O financiamento desta prestação pecuniária e respectivos custos é efectuado por transferência do Orçamento do Estado, nos termos previstos na Lei de Bases da Segurança Social.

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Quem tem direito ao Rendimento Social de Inserção (RSI)?
As pessoas ou famílias em situação de carência económica grave, que cumpram as condições de atribuição.

Se viver sozinho ou sozinha A totalidade dos seus rendimentos mensais é inferior a € 189,52.

Se viver com familiares

A totalidade do rendimento mensal de todos os elementos do agregado familiar é inferior ao valor máximo de RSI, calculado em função da composição do agregado familiar. Para este cálculo, é utilizada a seguinte uma escala de equivalência: Pelo Titular € 189,52 (100% do valor da pensão social)
Por cada indivíduo maior: € 132,66 (70% do valor da pensão social) Por cada indivíduo menor € 94,76 (50% do valor da pensão social)

Condição de acesso ao Rendimento Social de Inserção

Apenas têm acesso ao Rendimento Social de Inserção, os agregados familiares cujo valor total do património mobiliário (depósitos bancários, acções, certificados de aforro ou outros activos Financeiros) de todos os elementos do agregado, seja inferior a € 100.612,80 no ano de 2010 (240 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais)

Para uma informação mais detalhada sobre a condição de recursos, consultar o Guião 8000 – Condição de Recursos.

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Quais as condições de atribuição do RSI?
1. Ter residência legal em Portugal. 2. Residir em Portugal há pelo menos três anos, salvo se se tratar de cidadãos estrangeiros pertencentes a países que integram a União Europeia, Espaço Económico Europeu (Liechtenstein, Noruega e Islândia) e Suíça, que não se encontrem a exercer actividade em Portugal e a descontar para o sistema Português. 3. Estar em situação de carência económica grave (ver acima). 4. Ter 18 anos ou mais, excepto se: Estiver grávida For casado ou viver em união de facto há mais de 2 anos Tiver menores a cargo (que dependam exclusivamente do agregado familiar isto é, que não tenham rendimentos próprios iguais ou superiores a 70% da pensão social (€132,66). 5. Estar inscrito no Centro de Emprego da área onde mora, se estiver desempregado e apto para trabalhar. 6. Fornecer à Segurança Social os documentos necessários para verificar a sua situação Económica. 7. Comprometer-se (assinando um acordo) a cumprir o Programa de Inserção ou se estiver previamente inscrito no Centro de Emprego a assinar e cumprir o seu Plano Pessoal de Emprego. 8. Nas situações em que o titular ficou desempregado por iniciativa própria (sem justa causa), só poderá requerer a prestação de RSI um ano após a data em que ficou desempregado

Nota: O momento da elaboração ou redefinição do PPE (Plano Pessoal de Emprego) de um titular do RSI deverá assumir-se, desde logo, como o programa de inserção. .

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B2 – Qual a relação desta prestação com outras que já recebo ou posso vir a receber?

Pode acumular com :

1. Pensão social de velhice 2. Pensão social de invalidez 3. Pensão de viuvez 4. Pensão de orfandade 5. Complemento por dependência 6. Complemento solidário para idosos 7. Subsídio de renda de casa 8. Bonificação por deficiência 9. Subsídio por assistência de 3ª pessoa 10. Subsídio por frequência de estabelecimento de educação especial 11. Abono de família 12. Abono pré-natal 13. Subsídios no âmbito da parentalidade e adopção. 14. Subsídio de doença 15. Subsídio de desemprego

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C – Como posso pedir? C1 – Que formulários e documentos tem de entregar?
    Formulários Documentos necessários Onde se pede? Formulários

1. Mod. RSI 1/2010 - DGSS – Requerimento do Rendimento Social de Inserção 2. Mod. RSI 1/1- DGSS – Folha de continuação (se o agregado familiar tiver mais de 7 pessoas) 3. Mod. RSI 1/2 - DGSS – Informações/Instruções de preenchimento 4. Mod. RV 1013 - DGSS – Boletim de identificação de elementos do agregado familiar – para 5. Cidadãos portugueses (se não souber o NISS – número de identificação da Segurança Social dos membros do agregado familiar) 6. Mod. RV 1014 - DGSS – Boletim de identificação de elementos do agregado familiar – para Estrangeiros (se não souber o NISS – número de identificação da Segurança Social – dos Membros do agregado familiar).

Documentos necessários 

Documento de identificação válido da pessoa que faz o pedido e dos restantes membros do agregado familiar (cartão do cidadão ou bilhete de identidade, Certidão do registo civil,

Boletim de nascimento, passaporte).

Cartão de contribuinte da pessoa que faz o pedido e dos restantes membros do agregado Familiar. Recibos de remunerações (salários, recibos verdes) do mês anterior ou dos 3 meses anteriores, se os valores mensais forem irregulares.

Sempre que necessário:  Declaração médica, designadamente a comprovar a gravidez (quando necessária para efeitos de contratualização de Programa de Inserção);

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   

Documentos comprovativos dos bens móveis e de imóveis; Caderneta predial ou certidão de teor matricial. Quando solicitado pelos serviços da Segurança Social: Declaração de Autorização para acesso a informação bancária.

Se for cidadão estrangeiro equiparado a residente

Documento válido que comprove que reside legalmente em Portugal: Autorização de residência ou Autorizações de permanência ou Visto de trabalho ou Visto de estada temporária ou Vistos de prorrogação de permanência e Certificado da Câmara Municipal da área de residência do requerente/beneficiário que ateste a residência em território português, no caso de cidadãos estrangeiros pertencentes a países que integram a União Europeia, Espaço Económico Europeu (Liechtenstein, Noruega e Islândia) e Suíça. (Se estiver a trabalhar em Portugal e a descontar para a Segurança Social não precisa de apresentar este documento).

Onde se pede? Serviços de atendimento da Segurança Social.

D – Como funciona esta prestação? D1 – Quanto e quando vou receber?

Quanto se recebe? Quais os rendimentos que são considerados? Como se calcula o valor da prestação? Durante quanto tempo se recebe? A partir de quando se tem direito a receber? Quanto se recebe?

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Recebe-se uma prestação mensal que é a diferença entre o rendimento do agregado familiar (ou do indivíduo, se viver sozinho) e o valor do Rendimento Social de Inserção, calculado em função da composição do agregado familiar.

Atenção: o valor da prestação não é fixo, varia consoante a composição do agregado familiar e/ou os seus rendimentos se forem alterando.

A partir de 01 de Agosto de 2010, manter-se-á exclusivamente o pagamento dos apoios complementares atribuídos com carácter de regularidade, bem como dos apoios à maternidade, que estavam em curso em 1 de Agosto de 2010 (data de entrada em vigor do Decreto-lei n.º 70/2010, de 16 de Junho), até ao final do respectivo período de concessão (ou seja, até à data em que acabam), não podendo ultrapassar o dia 31 de Julho de 2011.

Quais os rendimentos que são considerados?

1 - São considerados no apuramento do rendimento mensal do agregado familiar, as seguintes categorias de rendimentos: Rendimentos de trabalho dependente; Rendimentos de trabalho independente (empresariais e profissionais); Rendimentos de capitais (ver ponto 3); Rendimentos prediais (ver ponto 4); Pensões (incluindo as pensões de alimentos); Prestações Sociais (todas excepto as prestações por encargos familiares, por deficiência e por dependência); Bolsas de estudo e de formação (excepto o subsídio de alimentação, transporte e Alojamento); Subsidio mensal recebido no exercício de actividades ocupacionais de interesse geral; Subsídios de renda de casa ou outros apoios públicos à habitação, com carácter regular; Outros rendimentos, fixos ou variáveis.

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2- No caso do agregado familiar residir em habitação social, é somado ao rendimento mensal do agregado familiar: No primeiro ano de atribuição da prestação de RSI, soma o valor de € 15,45 Na data da primeira renovação anual da prestação de RSI, soma o valor de € 30,91 Na data da segunda renovação anual da prestação de RSI, e seguintes, soma o valor de € 46,36.

3- Se os elementos do agregado familiar tiverem património mobiliário (depósitos bancários, acções, certificados de aforro ou outros activos financeiros), considera-se como rendimentos decapitais 1/12 do maior dos seguintes valores: i) O valor dos rendimentos de capitais auferidos (juros de depósitos bancários, dividendos de acções ou rendimentos de outros activos financeiros); ii) 5% do valor total do património mobiliário, em 31 de Dezembro do ano anterior (créditos depositados em contas bancárias, acções, certificados de aforro ou outros activos financeiros). 4 - Se os elementos do agregado familiar forem proprietários de imóveis, considera-se como rendimentos prediais, 1/12 resultante da soma dos seguintes valores: a) Habitação permanente (apenas se o valor patrimonial da habitação permanente for superior a 600 vezes o Indexante de Apoios Sociais, ou seja, € 251.532 no ano de 2010): i) 5% da diferença entre o valor patrimonial da habitação permanente e € 251.532 (se a diferença for positiva). b) Restantes imóveis, excluindo a habitação permanente. Deve considerar-se o maior dos seguintes valores: i) O valor das rendas efectivamente auferidas; ii) 5% do somatório do valor patrimonial de todos os imóveis (excluindo habitação permanente).

Como se calcula o valor da prestação?
1. Calcula-se o valor do RSI, somando: Pelo Titular: € 189,52 Pelo segundo adulto e seguintes: € 132,66 Por cada criança ou jovem com menos de 18 anos: € 94,76

Por exemplo, para uma família com três adultos e uma criança o valor do RSI será: € 189,52+ € 132,66+ €132,66+ € 94,76 = 549,60
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2. Calcula-se o total dos rendimentos de trabalho da família no mês anterior à apresentação do pedido ou, se os rendimentos forem variáveis, a média dos rendimentos dos três meses imediatamente anteriores ao do pedido, somando: 80% Dos rendimentos de trabalho, depois de retiradas as contribuições para a Segurança Social; 100% Dos rendimentos sem contribuições para a Segurança Social.

Nota: Se um dos membros do agregado familiar ou o titular desempregados começarem a trabalhar depois de ser atribuída a prestação do RSI, durante o primeiro ano, apenas são considerados 50% dos rendimentos de trabalho, depois de retiradas as contribuições para a Segurança Social. Para o cálculo dos 50% ou 80% dos rendimentos são considerados os duodécimos do Subsídio de Natal e de Férias, isto é, contabilizado mensalmente como rendimento de trabalho o valor correspondente a 1/12 que o elemento do agregado familiar receberá de Subsídios de Natal e Férias.

3. O total dos rendimentos da família do mês anterior à apresentação do requerimento é obtido através da seguinte cálculo: Aos rendimentos de trabalho de cada elemento do agregado familiar, somam-se os rendimentos provenientes de pensões, prestações sociais, rendimentos de capitais, rendimentos prediais, bolsas de estudo e formação e apoios públicos à habitação, entre outros.

4. Para encontrar o valor da prestação, subtrai-se o total dos rendimentos do agregado familiar ao valor do RSI. Se o valor máximo do RSI em função da composição do agregado familiar corresponder a € 549,60 e o rendimento mensal da família for igual a € 420,00, a prestação será igual a: € 549,60 - € 420 = € 129,60

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Durante quanto tempo se recebe?
É renovável anualmente, mas semestralmente os rendimentos são verificados oficiosamente pelos Serviços da Segurança Social contudo, precisa sempre de declarar aos serviços da Segurança Social qualquer alteração à composição do agregado familiar, bem como aos rendimentos mensais auferidos.

A partir de quando se tem direito a receber?
Se for aceite, a partir do dia 1 do mês em que é feito o pedido.

D2 – Como pode receber?

Vale postal emitido pelos CTT (vale de correio).

D3 – Quais as minhas obrigações?
       

Obrigações do titular (quem pede o RSI) Obrigações de todo o agregado familiar O que acontece se não cumprir Se faltar a uma convocatória Se não se assinar o programa de inserção Se não se cumprir o programa de inserção Se não entregar a declaração de autorização para acesso à informação bancária ou os documentos solicitados Obrigações do titular (quem pede o RSI)

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    

Avisar a Segurança Social no prazo de 10 dias se o agregado familiar mudar ou houver alteração dos rendimentos que possam levar à alteração da prestação de RSI. Fornecer à Segurança Social os documentos que comprovem a situação de dificuldade económica. Ir às reuniões convocadas pelo Núcleo Local de Inserção, nas quais é definido e assinado o Programa de Inserção. Assinar o Programa de Inserção. Cumprir as obrigações assumidas no Programa de Inserção.

 

Pedir outros apoios de segurança social a que tenha direito, cobrar dinheiro que lhe devam e pedir para lhe serem pagas as pensões de alimentos que lhe sejam devidas. Quando a prestação RSI é suspensa, para retomar o seu pagamento têm de apresentar por escrito justificação que prove que já não se encontra na situação que originou a suspensão.

    

O pagamento é retomado com efeito ao mês seguinte da comunicação à Segurança Social. Obrigações de todo o agregado familiar. Ir às reuniões convocadas pelo Núcleo Local de Inserção, nas quais é definido e assinado o Programa de Inserção. Assinar o Programa de Inserção. Cumprir as obrigações assumidas no Programa de Inserção.

Nas situações em que os serviços de segurança social entendam ser necessário verificar os valores do património mobiliário declarados, podem exigir, em relação ao requerente ou a qualquer membro do seu agregado familiar, uma declaração de autorização para acesso à informação bancária ou, em alternativa, a apresentação dos documentos bancários que sejam considerados relevantes.

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O que acontece se não cumprir

Se faltar a uma convocatória

No caso de falta injustificada, assume-se que recusou o acordo e perde o direito ao rendimento social de inserção por 1 ano.

Por exemplo: A prestação de RSI de um agregado monoparental é suspensa, no caso da falta de apresentação do valor de pensão de alimentos. O titular para retomar o pagamento da prestação tem de apresentar comprovativo junto dos serviços da segurança social da regularização da pensão de alimentos (por exemplo: decisão do tribunal, ou requerimento da pensão de alimentos junto do fundo de garantia da Segurança social ou comprovativo de pensão de sobrevivência).

Se não se assinar o programa de inserção
  Se o titular não quiser participar na definição do programa de inserção, deixa de ter direito à prestação do RSI. Se um membro do agregado familiar não quiser participar na definição do programa de inserção, deixa de ser considerado como parte daquele agregado familiar (que, ao ficar mais reduzido, tem direito a uma prestação mais baixa) mas os seus rendimentos continuam a ser contados durante seis meses (o que baixa ainda mais o valor da prestação).  Durante 24 meses, a pessoa que se recusou a participar na definição do programa de inserção não pode pedir o rendimento social de inserção.

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Se não se cumprir o programa de inserção
  

Se o titular não cumprir uma obrigação do programa de inserção (e não a justificar) é avisado por escrito. Se não cumprir pela 2ª vez (e não justificar) perde o direito à prestação do RSI durante 12 Meses. Se o incumprimento for causado por outra pessoa do agregado familiar, esta deixa de ser considerada como parte daquele agregado familiar mas os seus rendimentos continuam a ser contabilizados como rendimento do agregado (o que baixa o valor da prestação recebida).

Se não entregar a declaração de autorização para acesso à informação bancária ou os Documentos solicitados: 

Se não for entregue a declaração de autorização para acesso à informação bancária ou os documentos solicitados no prazo fixado, o pedido de atribuição da prestação fica suspenso e há perda do direito ao valor das prestações até à data da entrega da declaração de autorização ou dos documentos bancários solicitados.

Se já estiver em curso o pagamento das prestações sociais quando for solicitada a declaração de autorização ou os documentos bancários e estes não forem apresentados no prazo fixado, as prestações são suspensas e há perda do direito às mesmas até à data de entrega da declaração de autorização ou dos documentos bancários solicitados.

D4 – Por que razões termina?
O pagamento da prestação do RSI é suspenso se… A prestação do RSI termina se… O pagamento da prestação do RSI é suspenso se :

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 O titular não comunicar qualquer alteração (nos rendimentos, na composição do agregado Familiar, etc.). Que, possa alterar o valor da prestação – fica suspenso por 90 dias. Se o titular ou qualquer membro do agregado familiar estiver a frequentar um curso de formação remunerado e a remuneração for suficiente para a família deixar de ter direito ao RSI. Se o titular ou qualquer membro do agregado familiar estiver a trabalhar e o salário for suficiente para a família deixar de ter direito ao RSI – fica suspenso durante 180 dias. Se o titular ou qualquer membro do agregado familiar se recusar a pedir outros apoios de Segurança social a que tenha direito (subsídios, pensões, etc.), a cobrar dinheiro que lhe devam ou a pedir para lhe serem pagas as pensões de alimentos que lhe sejam devidas. Se algum dos elementos do agregado familiar estiver a receber subsídios de parentalidade e receber um valor que ultrapasse os limites definidos para ter direito ao RSI. Quando lhe for solicitada a declaração de autorização para acesso a informação patrimonial junto do Banco de Portugal e não proceder à sua entrega, a sua prestação é suspensa e perde o direito à prestação até entregar a referida declaração.

Nota: Para retomar o seu pagamento, tem de apresentar por escrito nos serviços de atendimento

Justificação que prove que já não se encontra na situação que originou a suspensão.

A prestação do RSI termina se… A situação da família ou do titular se alterar e já não cumprir as condições de atribuição do RSI. O pagamento do RSI estiver suspenso há mais de 90 dias por não terem sido comunicadas à Segurança Social alterações que pudessem levar à sua alteração. O titular injustificadamente, não cumprir as obrigações assumidas no programa de inserção. Qualquer membro do agregado familiar, injustificadamente, não cumprir as obrigações do programa de inserção – deixa de ser considerado no agregado, continuando os seus rendimentos, nos seis meses seguintes, a ser considerados para efeitos do cálculo do montante da prestação. O titular for condenado a pena de prisão, com trânsito em julgado de sentença. O titular morrer. 
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 Caso o titular ou qualquer elemento do agregado familiar recuse injustificadamente uma oferta de emprego conveniente, trabalho socialmente necessário ou formação profissional – a prestação cessa de imediato e fica sem direito a requerer o RSI durante 24 meses. Se prestar falsas declarações quanto aos elementos necessários para determinar a condição de recursos e lhe foi atribuída uma prestação social à qual não tinha direito.

Como penalização, não poderá receber durante 24 meses (dois anos), a contar da data a partir da qual for detectada esta situação pelos Serviços da Segurança Social, qualquer Prestação social sujeita a condição de recursos (não só aquela em que prestou falsas Declarações, mas sim as Prestações Familiares, o Subsídio Social de Desemprego, o RSI e os Subsídios Sociais de Parentalidade).

E – Outra Informação. E1 – Legislação Aplicável
Portaria nº 598/2010, de 2 de Agosto Aprova o modelo de requerimento da prestação de rendimento social de inserção.

Decreto-Lei n.º 70/2010, de 16 de Junho Estabelece as regras para a determinação da condição de recursos a ter em conta na atribuição e manutenção das prestações do subsistema de protecção familiar e do subsistema de solidariedade.

Portaria n.º1458/2009, de 31 de Dezembro Indexantes de Apoios Sociais.

Lei n.º 4/2007, de 16 de Janeiro Lei de bases da segurança social.

Decreto-Lei n.º 42/2006, de 23 de Fevereiro Regulamenta a Lei n.º 45/2005, de 29 de Agosto.

Lei n.º 45/2005, de 29 de Agosto Primeira alteração à Lei n.º 13/2003.

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Decreto-Lei n.º 283/2003, de 8 de Novembro Regulamenta a Lei n.º 13/2003, de 21 de Maio, que cria o rendimento social de inserção.

Lei n.º 13/2003, de 21 de Maio rectificada, pela Declaração Rectificativa n.º 7/2003, de 29 de Maio Revoga o rendimento mínimo garantido previsto na Lei n.º 19-A/96, de 29 de Junho, e cria o rendimento social de inserção.

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E2 – Glossário
Conceito de Agregado familiar

São considerados elementos do agregado familiar, as pessoas que vivam em economia comum e que tenham entre si os seguintes laços: Cônjuge ou pessoa com quem viva em união de facto há mais de dois anos Parentes e afins maiores em linha recta e em linha colateral, até ao 3º grau: Pais; Sogros; Padrasto, Madrasta, Filhos, Enteados, Genro, Nora, Avós, Netos, Irmãos, Cunhados, Tios, Sobrinhos, Bisavós, Bisnetos. Parentes e afins menores em linha recta e linha colateral (não têm limite de Grau de Parentesco). Adoptados restritamente e os menores confiados administrativamente ou judicialmente algum dos elementos do agregado familiar.

Nota: O conceito de agregado familiar para a verificação da condição de recursos é o aproximado ao conceito de agregado familiar doméstico (as pessoas que vivem na mesma casa) e com alguma relação de parentesco. No entanto, existem excepções. Não são consideradas como fazendo parte de um agregado familiar pessoas que :  Tenham um vínculo contratual (por exemplo, hospedagem ou aluguer de parte de casa); Estejam a trabalhar para alguém do agregado familiar; Estejam em casa por um curto período de tempo; Se encontrem no agregado familiar contra a sua vontade por motivo de situação de coacção física ou psicológica.

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Economia comum
Considera-se que vivem em economia comum com o titular os membros do agregado familiar que com ele habitem e ainda os ausentes, temporariamente, por motivos de : Aplicação de medida de coação privativa de liberdade, por período não superior a um ano; Deslocação por período não superior a 30 dias; Saúde, estudo, formação profissional ou de relação de trabalho por período superior a 30 dias, ainda que a ausência se tenha iniciado em data anterior ao requerimento.

Programa de Inserção do Rendimento Social de Inserção
Conjunto de acções que tem como objectivo incentivar a autonomia das famílias, através do trabalho e de outras formas de inserção social. É um acordo entre os Núcleos Locais de Inserção, os titulares da prestação e pelos restantes membros do agregado familiar. Contempla: - O tipo de acções a desenvolver; - As entidades responsáveis; - Os apoios a concederem aos destinatários; - As obrigações assumidas pelo titular e, se for caso disso, pelos restantes membros do agregado familiar.

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Plano Pessoal de Emprego
È um instrumento de co-responsabilização, contratualizado entre o centros de emprego e o beneficiário , em que, de acordo com o perfil e circunstancias especificas de cada beneficiário bem como do mercado de trabalho em que se insere, se definem e estruturam acções que visam a sua integração no mercado de trabalho.

Perguntas Frequentes
O valor que recebo da Segurança Social a título de Rendimento Social de Inserção deve ser declarado IRS? Não, não necessita de declarar, para efeito de IRS, os valores recebidos de Rendimento Social de Inserção.

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Conclusão
Em muitos casos, para não dizer na sua maioria, o RSI surge como uma ajuda de grande importância para a melhoria das condições de vida dos seus beneficiários. Aliando esta melhoria com a elevação pessoal e a integração social, entre outros benefícios que daí advêm, podemos concluir que o rendimento produz efeitos positivos de grande amplitude na vida dos que dele beneficiam. Porém, mesmo sendo uma ajuda importante, não é suficiente para os retirar de forma permanente da situação de pobreza em que se encontram, dado o carácter multidimensional e complexo destas situações. Além disso, a aplicação desta medida tem sempre que conviver com um risco de: - Ocorrência de ineficiências: · Desincentivos à oferta de trabalho; · Situações de selecção adversa e/ou risco moral resultantes da informação imperfeita que os gestores da medida podem ter relativamente aos seus beneficiários. Por estas razões é necessário um bom conhecimento das realidades locais e das várias dimensões de pobreza existente nas diversas áreas abrangidas pelo projecto, quer pelas entidades directamente envolvidas e instituições colaboradoras, quer pela própria população. De facto, é cada vez mais importante que todos tenham consciência da dimensão do problema e, mais do que isso, que este não afecta apenas aqueles cuja medida incide, como também aqueles que, à partida, nada julgam ter a ver com ela.

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Glossário

Guia Prático – Rendimento Social de Inserção ISS, I.P
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