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IntroduÇÃo a Higiene e SeguranÇa

IntroduÇÃo a Higiene e SeguranÇa

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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO Introdução à higiene e segurança do trabalho

Prof. SÉRGIO LOURENÇO

OBJETIVO DO CURSO
Habilitar Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos para o exercício profissional da Engenharia de Segurança do Trabalho. Lei 7410, de 27 de novembro de 1985 – dispõe sobre o curso; Decreto 92530, de 9 de abril de 1986 – dispõe sobre a especialização; Resolução 359, de 31 de julho de 1991 do Confea– dispõe sobre o exercício profissional e as atividades.

A ÁREA DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO
É composta por três grandes áreas de conhecimento: ENGENHARIA

MEDICINA

DIREITO

A ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Incorpora conhecimentos oriundos de várias disciplinas: - Economia, legal, psicológica, social, médica, fisiológica, ambiental, e das diversas modalidades da engenharia. Isto pemite que se valha de diferentes metodologias de abordagens para IDENTIFICAR, ANALISAR, AVALIAR e CONTROLAR os riscos de acidentes nos locais de trabalho.

A HIGIENE OCUPACIONAL
Constitui outro campo de conhecimento, atua de forma integrada com a Engenharia de Segurança do Trabalho. Também incorpora conhecimentos de diferentes disciplinas, objetivando promover a ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS PROFISSIONAIS.

RISCOS PRESENTES NOS LOCAIS DE TRABALHO
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GRUPO 1 Fatores Físicos; GRUPO 2 Fatores Qímicos; GRUPO 3 Fatores Bio-sanitários; GRUPO 4 Fatores Psicológicos;

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GRUPO 5 Fatores Ergonômicos; GRUPO 6 Fatores de Segurança; GRUPO 7 Fatores Sociais; GRUPO 8 Fatores Ambientais.

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O TRABALHO
Estima-se que a origem da palavra TRABALHO venha de TRIPALIARE, que significa torturar com TRIPALIUM, cujo significado remete a um instrumento de três estacas destinadas a manter presos os bois e cavalos no ato de ferrá-los (colocar as ferraduras). Já o sentido etimológico do vocábulo TRABALHO está relacionado à idéia de fadiga, dor, necessidade, sofrimento e labuta.

O SIGNIFICADO DO TRABALHO
Motivos culturais, sociais, econômicos, políticos, tecnológicos, religiosos, modificam o significado do trabalho. O trabalho já foi aclamado ou execrado por diversas classes sociais e nações. A resposta natural do homem às necessidades constitui o fenômeno do trabalho. Genericamente, o trabalho constitui-se no esforço humano para geração, fornecimento, transformação, distribuição e utilização de bens tangíveis e intangíveis.

REFLEXÃO
No portão de entrada do campo de concentração de Auschwitz, Alemanha, há a seguinte inscrição: “O TRABALHO LIBERTA”

Outra citação: “SEIS DIAS TRABALHARÁS E FARÁS TODA A TUA OBRA”

DIFERENTES SIGNIFICADOS PARA O TRABALHO
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Há 2500 anos, prevalecia a valorização do ócio na sociedade grega; As tarefas que garantiam a continuidade da vida eram executadas por escravos; Muitos consideram que o trabalho “abra as portas” do sucesso; Poderosos preconizam que o poder e riqueza que foi conseguido somente foi possível com muito trabalho.

DESEMPREGO:
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tempo livre para o ócio? tempo livre para o lazer? sentimento de culpa? sentimento de frascasso? exclusão social? impotência frente às necessidades de sobrevivência?

TRABALHO x DESEMPREGO
O sistema cria condições antagônicas:
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O trabalho é valorizado às custas de um sem número de desempregados; Há um “exército industrial de reservas”, termo utilizado por Karl Marx para designar a mão-deobra excedente disponível no mercado de trabalho e que poderia ser utilizada pelos capitalistas.

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A vadiagem e a ociosidade são consideradas como delito pelo Estado; Nas escolas, os currículos são adaptados para formar pessoas para o trabalho, formando uma mão-de-obra disciplinada; O modelo capitalista de produção considera que a realização do trabalho deve satisfazer não somente às necessidades imediatas dos produtores diretos mas também produzir mercadorias para a troca no mercado.

CONCEITO RELIGIOSO DO TRABALHO
O Criador condena Adão: “… a terra será maldita por causa da tua obra: tu tirarás dela o teu sustento à força de trabalho… tu comerás o teu pão no suor do teu rosto…”; - Também para Eva: “… Eu multiplicarei os trabalhos dos teus partos, tu parirás teus filhos em dor, e estarás debaixo do poder de teu marido, e ele te dominará.” Genêsis 3: 6 e 7
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Nas citações bíblicas o trabalho assume conotação fatalista e determinista, relacionado como castigo, dor, sofrimento, missão que deve o homem cumprir para alçar a salvação; A ação da igreja reforça atitudes de resignação e conformismo, pois deposita na fé e na espiritualidade cristãs a superação das dificuldades concretas da vida.

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Como determinante de moralidade, o trabalho humano surge na Bíblia como obediência da fé à luz da palavra de Deus; Na perspectiva cristã o trabalho não é somente sinal de punição, mas também possibilidade de salvação; O conceito de trabalho nos tempos em que aparecem na Bíblia não é comparado com o trabalho da era industrial, as circunstâncias eram outras.

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O clima de conflito originado na época do desenvolvimento industrial era manifestado entre o Mundo do Capital e o Mundo do Trabalho; Tal conflito tem origem no fato de que os operários colocavam as suas forças à disposição do grupo dos patrões, dessa forma, apesar do trabalho significar dignidade, sua vocação deriva da ganância em acumular riquezas; O rendimento máximo do capital se opõe ao valor do trabalho, pois os salários são os mais baixos.

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Na transição da Idade Média pra a Idade Moderna estabeleceu-se um novo paradigma com o Calvinismo; Este novo padrão preconizava que a fé devia ser reforçada pelo trabalho, os bem sucedidos financeiramente pelo trabalho não sofreriam a condenação de Deus; A partir de então, o trabalho passou a ser a própria finalidade da vida: time is money.

O SIGNIFICADO ECONÔMICO DO TRABALHO
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É a atividade humana cujo objetivo é a criação de utilidade, sob a forma de coisas úteis ou de prestação de serviços úteis, servindo ao consumo ou para a produção; No mundo moderno os bens oferecidos raramente são utilizados tal e qual a natureza fornece.

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Produzir no sentido econômico significa criar utilidades permutáveis e prestar serviços que possibilitem “pôr os bens nas mãos” do consumidor; A produção econômica se faz pelo trabalho do homem, por meio de elementos e das forças que se encontram na natureza e dos instrumentos que ele mesmo fabrica; O trabalho é considerado o verdadeiro agente produtivo.

O TRABALHO É:
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uma atividade humana que tem como objetivo criar utilidade econômica; uma atividade reflexiva: no trabalho, o homem entra não só com o seu corpo (as mãos) mas também com a inteligência, por mais simples que seja a tarefa o homem sempre pensa em como fazê-la; uma atividade pessoal: traz a marca da pessoa que o faz; uma atividade progressiva: sempre pode ser aperfeiçoada.

ATO INSEGURO
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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, ATO é:

1. Exercício da faculdade de agir; aquilo que se faz ou pode fazer; 2. Ocasião em que é feita alguma coisa;

3. No aristotelismo, efetivação ou pleno desenvolvimento daquilo que em um momento anterior apresentava uma tendência ativa para a transformação; 4. Tomada de posição consciente do ego em relação a um objeto de intenção.

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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, INSEGURO é:

1. Não seguro; perigoso, arriscado; 2. Que não tem estabilidade; sem garantia; instável, incerto.

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Isto posto, uma das formas de conceituar-se ATO INSEGURO pode ser:

É O ATO OU AÇÃO CONTRA A SEGURANÇA
É relacionado com o ator (pessoa)

CONDIÇÃO INSEGURA
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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, CONDIÇÃO é:

1. Estado de uma pessoa ou coisa; 2. Situação, circunstância ou estado de pessoa(s) ou coisa(s) em determinado momento;

3. Circunstância que determina o caráter ou a existência de um fenômeno, de um fato ; 4. Antecedente necessário, ou parte dele, sem o qual um evento não ocorre; 5. Possibilidade, chance.

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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, INSEGURA é:

1. Ausência de segurança; 2. Sensação ou sentimento de não estar protegido.

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Isto posto, uma das formas de conceituar-se CONDIÇÃO INSEGURA pode ser:

SÃO CIRCUNSTÂNCIAS OU ESTADOS QUE NÃO APRESENTAM SEGURANÇA
É relacionado com o ambiente

ACIDENTE
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Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, ACIDENTE é:

1. Acontecimento, casual, fortuito, inesperado, indeterminado; 2. No aristotelismo, aspecto casual ou fortuito de uma realidade, que, por esta razão, é irrelevante para a compreensão do que nela é essencial e imprescindível.

ACIDENTE DE TRABALHO
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A definição é fortemente influenciada pelos objetivos de quem formula; Tem concepções em diferentes planos: legal, social, econômico e científico; Muitos pesquisadores caracterizam como sendo um fenômeno de encontro entre uma situação do trabalho (risco) e um evento disparador;

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Outros defendem a idéia que leva a crer em um sinal de disfunção do sistema de trabalho; Ainda há os que entendem que o acidente de trabalho é caracterizado por uma determinada ruptura entre o ajuste necessário entre a atividade do trabalhador e suas condições imediatas de trabalho.

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Os acidentes de trabalho não têm causa única, são eventos resultantes de uma cadeia de eventos paralelos, concorrentes ou consecutivos, que irão conduzir a conseqüências nocivas para todo o sistema produtivo.

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Assim, pode-se formular a seguinte definição para Acidente de Trabalho:
É O RESULTADO DE TODO PROCESSO DE DESESTRUTURAÇÃO NA LÓGICA DO SISTEMA DE TRABALHO QUE, NESTE MOMENTO, REVELA A SUA INADEQUAÇÃO, INSUFICIÊNCIA, EQUÍVOCO E CONTRADIÇÃO NO QUE DIZ RESPEITO AO PROJETO DO SISTEMA PRODUTIVO E DA CONCEPÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

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O conceito legal, definido pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (Mpas), caracteriza Acidente de Trabalho como:
AQUELE QUE OCORRE PELO EXERCÍCIO DO TRABALHO A SERVIÇO DA EMPRESA, PROVOCANDO LESÃO CORPORAL OU PERTUBAÇÃO FUNCIONAL QUE CAUSE MORTE, PERDA OU REDUÇÃO, PERMANENTE OU TEMPORÁRIA, DA CAPACIDADE DE TRABALHO

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São considerados como Acidentes de Trabalho: as doenças profissionais (tecnopatias) – que são desencadeadas ou produzidas pelo exercício de trabalho peculiar a determinada atividade; as doenças relacionadas com o trabalho (mesopatias) – são doenças adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que o trabalho é realizado.

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A empresa deverá comunicar o acidente de trabalho havendo ou não afastamento do trabalho: até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência; em caso de óbito a comunicação deve ser imediata. art. 109 do decreto 2173/1997

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A comunicação deve ser feita ao Inss por intermédio do formulário de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), preenchido em seis vias:

1a via: ao Inss;

4a via: ao sindicato do trabalhador; 5a via: ao SUS;

2a via: à empresa;

3a via: ao segurado ou dependente;

6a via: à DRT.

TEORIAS DE CAUSALIDADE DE ACIDENTES
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TEORIA CENTRADA NA PESSOA: o cerne é a concepção probabilística comportamentalista e do estresse, que seriam os causadores dos acidentes; TEORIA CENTRADA NA SITUAÇÃO: envolvem o estudo do ambiente físico e das máquinas, análise de tarefas, estudo de quebra e da degradação das situações ou de processos ou interações entre diferentes processos;

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TEORIA DO DOMINÓ: a seqüência de eventos que leva ao acidente é composta por cinco estágios consecutivos: 1. Causas e características de ordem individual; 2. Falha individual; 3. Ato inseguro e condição insegura; 4. Acidente; 5. Lesão ou morte.

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TEORIA EPIDEMIOLÓGICA: tem enfoque mais descritivo que analítico, procura abranger as interações entre agente, hospedeiro e ambiente no processo causal de acidentes. EPIDEMIOLOGIA ramo da medicina que estuda os diferentes fatores que intervêm na difusão e propagação de doenças, sua freqüência, seu modo de distribuição, sua evolução e a colocação dos meios necessários a sua prevenção

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TEORIA DOS MODELOS SISTÊMICOS: parte do pressuposto que a ocorrência dos acidentes são de origem multicausais, que todos os parâmetros devem ser analisados e que efeitos de sinergismo, em razão da presença de diferentes níveis de risco nos locais de trabalho, devem ser levados em consideração.

NORMAS REGULAMENTADORAS

Constituição Federal

Consolidação das Leis do Trabalho CLT

Normas Regulamentadoras NR’s

NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS
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Determina o campo de aplicação das Normas Regulamentadoras relativas à Segurança e Saúde no Trabalho; Estabelece atribuições a órgãos do Estado e as responsabilidades de empregador e empregados.

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NR 2 INSPEÇÃO PRÉVIA
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Regulamenta a Certificação de Aprovação de Instalações – CAI, emitida pelo órgão regional competente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

NR 3 EMBARGO OU INTERDIÇÃO
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Preconiza que o órgão regional do MTE competente em matéria de Segurança e Saúde do Trabalho, poderá interditar ou embargar estabelecimentos e meios de produção, se as condições de trabalho demonstrarem risco grave e iminente para o trabalhador. Art. 132 do Código Penal: “É vedado expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”

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SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO - Sesmt
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NR 4

Dispõe que a necessidade legal do Sesmt depende da gradação do risco relativo à atividade principal da empresa (definida pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas – Cnae) e do número de empregados no estabelecimento, conforme indica o Quadro II da referida norma. Obs.: esta norma está em processo de revisão, o estágio atual pode ser acompanhado no sítio do MTE.

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COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA
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NR 5

A CIPA deverá abordar as relações entre o homem e o trabalho, objetivando a constante melhoria das condições de trabalho para prevenção de acidentes e doenças dele decorrentes. É obrigatória para as empresas que possuam empregados com vínculo empregatício;

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Esta NR refere-se de duas formas aos colaboradores: Empregado: quando há vínculo empregatício com a empresa determinada; Trabalhador: engloba todos os que trabalham no estabelecimento de determinada empresa, mesmo os contratados por outras.

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As empresas que possuirem dois ou mais estabelecimentos (com mesma atividade econômica) em um mesmo município deverão garantir a integração das CIPA’s; Empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão mecanismos de integração, objetivando a promoção e o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo;

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A CIPA será composta por representantes do empregador e dos empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I; Os representantes do empregadores, titulares e suplentes, serão por eles designados; Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto;

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O número de membros titulares e suplentes da CIPA, observará o previsto no Quadro I; O mandato dos membros eleitos da CIPA terá duração de um ano; É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito, desde o registro de sua candidatura até um ano após o final do mandato;

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O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o Vice-Presidente; A empresa deve protocolar em até dez dias, contados a partir do empossamento, cópias das atas de eleição na unidade descentralizada do MTE;

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Atribuições da CIPA:
Segurança e Saúde no Trabalho - SST

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Identificar riscos do processo de trabalho e elaborar mapas de riscos; Elaborar plano de trabalho que possibilite ação preventiva na solução de problemas de SST; Realizar verificações nos ambientes e condições de trabalho, visando identificar situações que tragam risco para a SST;

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Divulgar aos trabalhadores informações sobre SST; Participar com o Sesmt das discussões promovidas pelo empregador, na avaliação de impactos sobre a modificação ou alteração no ambiente ou processo de trabalho; Requerer ao Sesmt ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à SST; Colaborar no desenvolvimento e implantação do Pcmso e Ppra ou outros programas de SST;

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Divulgar e promover o cumprimento das NR’s e outras informações sobre SST; Participar em conjunto com o Sesmt ou empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho; Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores; Requisitar à empresa as cópias das CAT’s;

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Promover anualmente, em conjunto com o Sesmt, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – Sipat; e participar anualmente, em conjunto com a empresa, de campanhas de prevenção da AIDS; A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com calendário previamente estabelecido; As reuniões serão realizadas durante o expediente normal da empresa em local apropriado.

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As reuniões terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros; As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos Agentes da Inspeção do Trabalho – AIT; O membro titular perderá o mandato quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.

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A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse; O treinamento deverá contemplar os seguintes tópicos: estudo do ambiente e das condições de trabalho, riscos, metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho, noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa, noções sobre AIDS, noções sobre

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legislação trabalhista e previdenciária relativas à SST, princípios de higiene do trabalho, assuntos relativos ao exercício das atribuições da comissão; - O treinamento terá carga horária de vinte horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias; - O treinamento poderá ser ministrado pelo Sesmt da empresa, entidade patronal, entidade dos trabalhadores ou profissional habilitado.

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
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NR 6

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Estabelece a obrigatoriedade das empresas fornecerem a seus empregados os EPI’s adequados ao risco, destinados a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador; O EPI de fabricação nacional ou importado, só poderá ser utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação – CA; A empresa é obrigada a fornecer gratuitamente o EPI;

Cabe ao empregador:
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Adquirir EPI adequado ao risco de cada atividade; Exigir o uso; Fornecer ao trabalhador somente o equipamento aprovado pelo órgão nacional competente; Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado.

Cabe ao empregado:
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Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela guarda e conservação; Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para o uso; Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

Lista de EPI’s
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Capacete; Proteção dos olhos e face; Capuz; Proteção auditiva; Proteção respiratória; Proteção do tronco;

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Proteção dos membros superiores; Idem inferiores; Proteção do corpo inteiro; Proteção contra quedas com diferença de nível

PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO
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NR 7

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Estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do Pcmso que objetiva a promoção e a preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores; Cabe à empresa contratante de MO prestadora de serviços, informar à empresa contratada, os riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do Pcmso nos locais de trabalho onde os serviços estão sendo prestados;

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O Pcmso deve ter caráter de prevenção aos riscos, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza sub clínica, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores.

Itens importantes:
1.

A empresa deve indicar um médico (do trabalho) coordenador responsável pela execução do programa, à exceção de empresa com grau de risco 1 e 2 com até 25 empregados e aquelas de grau de risco 3 e 4 com até 10 empregados;

2.

O Pcmso deve incluir a realização obrigatória dos exames médicos:
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Admissional; Periódico – intervalo mínimo de 1 ano ou menor ou a cada 2 anos (casos específicos); Retorno ao trabalho; Mudança de função; Demissional.

EDIFICAÇÕES

NR 8

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Trata da definição de parâmetros para as edificações, considerando aspectos que repercutam na SST.

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA)

NR 9

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Estabelece sobre a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PPRA, com o objetivo de preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.

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Deve ser aplicada a todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados; Deve ser parte integrante do conjunto das iniciativas da empresa, no campo da preservação da saúde e integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais NR’s, com ênfase ao Pcmso (NR 7);

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Se em um mesmo local de trabalho houver vários empregadores realizando simultaneamente atividades, as ações devem ser integradas para a aplicação do disposto nesta NR; Esta NR define riscos ambientais como sendo os agentes químicos, físicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que em função da natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos a saúde do trabalhador.

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Agentes químicos: substâncias, produtos ou compostos que podem penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos e névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

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Agentes físicos: são as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações, infra-som e o ultra-som; Agentes biológicos: são as bactérias, fungos, bacilos parasitas, protozoários, vírus e similares.

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Pontos principais 1 O PPRA deve ser elaborado com a seguinte estrutura mínima:
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planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma; estratégia e metodologia de ação; forma de registro; divulgação de dados; periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento;

2 Nas etapas de desenvolvimento do PPRA é previsto que:
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a disseminação, implementação e acompanhamento do PPRA podem ser feitas pelo Sesmt, ou por equipe de pessoas que sejam capazes do desenvolvimento da mesma; o programa deve incluir a antecipação e o reconhecimento dos riscos, estabelecendo prioridades e metas de avaliação de riscos e controle, avaliação dos riscos e da exposição de trabalhadores, implantação e monitoramento de medidas de controle e avaliação e divulgação dos dados.

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3 Os registros de dados que informam o histórico técnico administrativo do desenvolvimento do PPRA devem ser mantidos pela empresa ou empregador por período mínimo de 20 anos. Deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados e para as autoridades competentes.

INSTALAÇÕES E SERVIÇOS DE ELETRICIDADE

NR 10

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Trata sobre o conjunto de condições mínimas necessárias para a garantia da segurança dos trabalhadores que atuem em atividades cujo contato com componentes e instalações elétricas seja constante.

TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS

NR 11

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Objetiva a operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

NR 12

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Dispões sobre os itens de segurança na instalação, operação e características construtivas de máquinas e equipamentos.

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR 13

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Aborda os aspectos de segurança relacionados na operação, manutenção e inspeção das caldeiras e vasos de pressão.

FORNOS

NR 14

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Define os parâmetros para a instalação de fornos. Existem legislações específicas sobre o assunto.

ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES
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NR 15

São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem em situações que exponham os trabalhadores acima dos limites de tolerância. Sob estas condições, é assegurado ao trabalhador a percepção adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, os percentuais de 40% (máximo), 20% (médio) e 10% (mínimo).

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ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS
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NR 16

São consideradas atividades ou operações perigosas as relacionadas com uso de explosivos, produtos inflamáveis e energia elétrica. Sob estas condições, é assegurado ao trabalhador a percepção adicional, incidente sobre o salário, o percentual de 30%.

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ERGONOMIA

NR 17

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Trata sobre a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo conforto, segurança e desempenho eficiente.

CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18

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Traz o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho (Pcmat) e estabelece as diretrizes de ordem administrativa, de planejamento, de organização que objetiva a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança no processos, condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.

EXPLOSIVOS

NR 19

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Dispõe sobre o estabelecimento de regras para transporte, armazenagem e manuseio de explosivos; Explosivos são substâncias capazes de rapidamente transformarem-se em gases, produzindo calor e pressões intensas e elevadas.

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NR 20
LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS

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Define parâmetros para o armazenamento de combustíveis e inflamáveis, e outros aspectos relacionados à segurança desse tipo de instalação.

TRABALHO A CÉU ABERTO

NR 21

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Dispõe sobre a obrigatoriedade de abrigo para os trabalhadores que exercem suas atividades a céu aberto, para proteção contra intempéries.

SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL NA MINERAÇÃO

NR 22

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Objetiva a disciplina sobre os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira, de forma a garantir a segurança e saúde dos trabalhadores.

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

NR 23

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Trata dos aparatos de prevenção e combate a incêndios que a empresa está obrigada a possuir; As empresas devem atentar para as normas do Corpo de Bombeiros sobre o assunto.

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CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24

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Trata sobre os parâmetros a serem observados no tocante às instalações sanitárias, nos refeitórios, nas cozinhas e alojamentos.

RESÍDUOS INDUSTRIAIS

NR 25

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Estabelece parâmetros para a eliminação dos resíduos sólidos, líquidos e gasosos de alta toxicidade, periculosidade, risco biológico e radioativos.

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

NR 26

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Estabelece cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para a prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações e tubulações, advertindo sobre os riscos.

REGISTRO PROFISSIONAL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO MTE

NR 27

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Aos Técnicos de Segurança do Trabalho é obrigado serem portadores de certificado de conclusão do curso Técnico de Segurança do Trabalho, com currículo oficial aprovado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), com registro no órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho.

FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES

NR 28

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Possui a gradação de multas, variáveis em função da importância, para a consecução dos objetivos estipulados para cada norma em questão.

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTUÁRIO

NR 29

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O objetivo é regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilitando os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de SST aos trabalhadores portuários.

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AQUAVIÁRIO

NR 30

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Objetiva a proteção e a regulação das condições de segurança e saúde dos trabalhadores aquaviários.

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