curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

:: -&&c\+\ . incluiremos também. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. 1. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.. . o estudo de alguns tópicos especiais. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.i.: h O r!. que se vèm deparando com o mesmo problema.. Nestes últimos. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. . idéia esta que cresceu com. ~ . Domicio Falcão Moreira e Silva.2Direitos excluiivor .f<. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro.0 de abril de 1974 .g. . Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. 1 . >-..- . A. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante .S. 1 I:.. José Carlos Susekind . . em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. . . - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. de edi*. ..I . sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo.objetivo final de nossos esforços. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. :: C~!L.- . --.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. \ ~ ~ $ C . ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes.. Na apresentação deste Curso.- 7 .&..-32E. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. j? da Edftom Globo S. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. Pois. a partir deles.r c .

2 1.Processo de Williot . 2 .Teoremas de Castigliano 80 4.4.F6rmula de Mohr 3 .4.Sumario CAPITULO I .4 1.Hiperestaticidade externa 104 1.Cálculo de deformaçües em treliças planas .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.1 I.1 1.2.Aplicações 105 - .? I.3.23 1.2.2 .Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .2.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .4.1 1.Teorema de Betti 78 4.& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .1 .Teoremas complementares 78 ..4 .Hiperestaticidade total 104 1. dos amios 55 2 .3 4. 1.O mbtodo das forças 106 .2.2 1.3 1.2 .2.Cálculc de deformações em vigas retas .4 .Processo de Mohr 57 .CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .Hiperestaticidade interna 104 1.Teorema de Mêxwell 79 .3 .1 4.3 1.

4 2.1 4.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .2 2.1.Roteiro de cálculo 206 4.1..C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .ara o niétodo das forças 112 .3 2.Caso de bordos engastados 299 .Problemas propostos 236 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.áo i s grelhas 172 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .O teorema 6 .Caso de carregamento externo 222 6.Artifício do arranio de careas 153 - .3 22.Roteiro p.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .1 222 2.1 1.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .1 6.Caso de bordos livres 294 .4.Observações 301 287 .Aplicações 113 .1 2..Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.4.2.4.Vigas de comprimento infinito 274 .5.1 ' .2 Obse~a$õcs109 .2 2.2 2.1.2 .3 7 8 - Verificação de .4.Definição dos apoios elásticos 264 .Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .5.5.4 2.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .1 1.5.Base teórica do método de resolução 203 4.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .3 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .Processo de Hetenyi 294 .As bases d o método 106 .2.2. .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.2 1.Exemplo de aplicação 3M) .5 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .3 1.2 .O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Caso de bordos articulados 298 .Caso de recalques de apoio 233 6.5.2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .4 Apoios 2.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Introdução 272 .Viga finita .Aplicai.5 3 4 .4 elásticos discretos 264 .3 2.4 7.3 2.Vigas semi-infinitas 2.Caso de variação de temperatura 228 .

são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. quais sejam: carregamento externo. sendo abordadas. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. foi subdividido em três capftulos. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). os processos particulares de Mohr e Williot. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. Finalmente. Ainda neste capítulo. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. Enfase especial mereceram. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. variação de temperatura. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência).Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. que é o método das forças. . comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. devido A sua grande incidência na prática. neste caso. sendo apresentados. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. e as estruturas sobre apoios elásticos. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). para os quais apresentamos. os casos de vigas e treliças. a seguir. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas.

8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. que. colaboraram na preparação deste trabalho. (isto é. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real.). Rio de Janeiro. . submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. = O). Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O.yn*o. pelo trabalho de revisão deste volume. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. isto é. . isto é.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. como uma entidade puramente matemática. Dizemos. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. I A pariir destas consideraçóes. . I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. 6 =O. estudando o seguinte caso: -O P . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). então. Tratemos. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. para haver deslocamento real do ponto. 1-1. conforme indica a Fig.Na oportunidade. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. entáo. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. pois preserva. 6 nulo . e aos demais amigos que. com suas sugestões e estimulo. este deslocamento .1 i . dado nestas condicões. pois. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m.

1. onde a configuraçáo da estrutura. a Fig.2 . neste trabalho.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. imediatamente. Ads= Nds . quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. G módulo de elasticidade transversal. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. Em se tratando de um corpo elástico.Mds . devida a M). portanto." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. e são dados por: d. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". E3. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. ela se deformará devido a estas cargas. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio.2 deste capitulo. a metodologia utilizada pelo prof. 1-2. por nos parecer a ideal. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. sob o ponto de vista matemático. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais.# sendo = . 1-2 Fig. apbs a . teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. devido a N). substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. para este mesmo ponto.'. distantes de ds. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. cujo valor varia com o tipo de seçao. Bastou. Q nelas atuantes. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. adotamos. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. então. para fms de raciocínio. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert.N. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. Fig. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. por ser nosso objetivo aPre. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. agora. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". didaticamente falando. coeficiente de redução. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. não o fizemos. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). devido a Q). substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A .Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . a partir deste principio. o que está feito nos itens a seguir. ao qual chamaremos o : Seja. submetida ao carregamento indicado. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. podemos. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. 1-2. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. também. 6 evidente que duas seções vizinhas. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. Como. que atingiu sua configuração de equilíbrio. b) Diversos livros. para os teoremas dos trabalhos virtuais.

e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. usualmente. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. é resolvido pela expressão (Ll). as outras serão analisadas. instituída por Mohr. Teremos. podemos acrescentar as Seguintes informações. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: .A parcela pode ser.modificações impostas na montagem Neste item.carregamento exterior . elas são denominadas. verificamos que. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. barras de treliça. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). 1-2 quando descarregada. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. ~ d h . 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. então. tirantes. o cálculo de.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig. desprezada em presença das demais. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). pilares esbeltos e peças protendidas em geral. nos próximos. escoras. que se deseja calcular. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. estado de carregamento e estado de deformação. só temos Jt para algumas seçóes especiais. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). Desta maneira. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . respectivamente. 1-2 as deformações. tabelado para OS Casos práticos usuais. noscasos de arcos. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. Apliquemos. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. para as seções mais usuais. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. trabalhos virtuais.f. tais como círculos. anéis circulares.variação de temperatura . estudamos a primeira das causas. Por esta rafio. sob forma mais geral. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). ou. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . etc. forma inteiramente análoga. =. na tabela XVI. o que está feito na tabela I. a) Chegand*se à expressão final. para fm de cáiculo dos . e sob os deslocamentos virtuais impostos. pois. para as seções mais gerais. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese.movimentos (recalques) de apoios . de. pois.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. então. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. . Ele é. (E evidente que não o podemos fazer. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado.) . obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. comodamente. funqão da deformação a calcular e pode ser. no caso: Wint = @dP + I I 1.Também com erro tolerável. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção.

g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. Em se tratando de quadro plano.1 da Fig. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . " 3.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. f ) Conforme veremos mais adiante. para o quadro 1.Calcular o deslocamento horizontal de D. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7.de 2 barras i e j 4.TABELA I . enfretanto.2. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. ocorre para as estruturas usuais). C = I2l D a) Da tabela I. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . - . e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.Apiiqóes imediatas Ex. tabela 11). este eixo se modificará. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. que trabalha fundamentalmente à flexão. teremos: 5. Quando atuar o carregamento. 14. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. portanto. obtemos o estado de carregamento da fig. É o que fmmos no caso e. I-I . evidentemente. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. de fato. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar.

(E evidente que devemos nos guiar. nas barras @ e @ . pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. Sendo seu sinal negativo. ) tracionarem Fip. podemos escolher livremente. 1. nesta escoiha. para a estmtura da Fig.88mm.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. para a direita de D. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. para cada barra. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . 1-7. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. temos: EJ6 = Temos: Como. a expressão se simplifica para I EJ6 = b .Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip.M = O.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. 7. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. para a barra Q . portanto.

875 x 10.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. 1-10. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. 1-13. vem: Seja o quadro da Fig.) (Caso de constante.) 6 = 7.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. cujas barras têm r ) . A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o .

podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. 1-14: Fig. somados para todas as barras das estruturas. numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. Temos. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. O caso geral será.por barras retas: Conforme a tabela I.em relação a0 eixo y.pela área d o diagrama s des?j& que. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). A título de apiicaçZo imediata. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. A partir dela. na posição de seu ientro de gravidade. imediatamente. lida no diagrama retilíneo. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. 1-16 . entáo. qualquer e pela ordenada. a partir do qual se obtdm. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc . nos darão o valar EJc 6. Ficamos. conforme indica a Fig. portanto. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. para estruturas compostas . temos: momento eststico da rea . o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J.Da Geometria das Massas.

Cuiso de análise estrutural I . evidentemente. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . como casos particulares deste. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. Chamando-se I'Je = I : . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . .

.5mt Fig. 1-17. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. para a estrutura da Fig. Dado: EJ. 1-17 Ç 3m.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.3 . empregando a tabela 11: .16 . > .Para barra @ 4m A Fig. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1.2.m I . 1-18 b) EEtado de deformação it.. - L .

1-23. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. 1-20. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. não o fizemos. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig. 1-6 . 1-5'. Ex. São dados: 1" -.4 x 104 rad (O sentido correto é. pois o anti-horário.. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.) Observação: No caso deste exemplo. igual ao dobro de cada uma delas L .Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. Fip.2.1. entretanto. que tem EJ = 104 tm2.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. 1-21 h .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . e este caso está tabelado. 8 = 1. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.5 x 104t. I' Devido à simetria existente. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.) Ex. EJ =-'t . : . .

66 = - . M = lmt M. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. : 2 . entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-24 & Fig.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.66 6 A = -3. Temos. 1-26. pois este não tem existéncia física real. que 6 livre à deformação).20 (devido i simetria). 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir.yN= Q=O.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.62.

vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . temos: ) Ex. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado.6 A ) para que. ES = 104t.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento.f l ) = 6' Igualando. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. a 3m Fig. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.= cm) Igualando.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (. vem: = . cujas barras têm. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. quando atuar o carregamento. todas. I-8 .2 4 2 fl t (-2 .Para a treliça da Fig. obtemos: 6 = ' 0.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. bana ES 6A = X ( N S Ib. 1-28.74 cm m= \rr . 1. o pontoA fique no mesmo nível de B.28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.

m~.74 em superior ao seu comprimento teórico. conforme 14. pois. portanto. 1. Fig.2.33 . 1. para fins de combinação dos diagramas.24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. 1. Ex 1-9 . 1-31 -. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. como se a barra tivesse comprimento I. inércia constante igual a J . Dai vem: Jm cos V sendo I.2.1 . b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. 1-32.= dr Jm cos P ' Jm '. e. f- Temos. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P . com um comprimento 0.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.31): J cos V 4m I Fig. e não ao longo do comprimento da barra curva). dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.jC d :1 COS ' 4 ".. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.sendo JM = 2 Jc . desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.I MMdx (1-4) Tudo se passará. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.4..

35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . do 2. 1.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85. instituído por estes autores.4. apenas. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). resumido na tabela 111.2. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável).inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . I-.37cm (a corda aumenta). Fi* 1. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .i .2 .

.

a. ~ 8 : s . 3 ..iO1.a * q $a$ ""' 0 ?. 0 g m g o.i- a.-91%..-n." r.% -' e" ? . 22- .--"^' g E E C.* " - .g 2 H! : --"22 0 ' :." 3 " 8 .a 0"- nc-n2z "W.*0"- n D O z$"gz -.-". " ... r- $ 23.-n.5: :SE i z g E$? E...o m n.? g s z $65 c R * -8D-">-" n. Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --.r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .D 0"' --"?--a O*" ." " -".3 * " " . E ~ . n . .n r<u .s+ "" ~ 3 s e 5 : .-L- m*z -3 e 9 3 "*.0's'uin~? o: . '.r * . o- --.A : C =E." - Ií. nn ^V* . 0 g.+?IK~C ^q"7".sgxnfir -8 i.3 3 E X S i i : C 1 "-..".: -".! o .? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% ....z 8ZY "". Y..-- --- $..R? mm- . o o n g .h?.n ..

.

e .T A B E U XII -h *- 4. r". h . A " =- e A ' . "an.. "" B lids J A ' ' ~ 9 n .

h .TABELA XIII -mni .

o. ..

.11 P= Fig. B Fig.in = e = 5 J. Todas as banas são mísulas retas com /. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111..aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 ..Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: . obtemos: . 1-36. E dado EJc = 2 x 104 tml.

197. definind-se Fig. IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = . 5 O.4cm (o ponto A sobe).= 1. 6 dado EJc = 104 tm2. al=o.Z . I tlm S 4 + + + + ) Tab.2. VI / a altura extrema por esta interseção. VI11 -3xlx9r3x0. 1-39 (mis.2 A . reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.0 x 1-11 . X 3mt A ai -0.l . ..038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. . Para a barra a Fig.241 .) Tab.5~0.2 = -281. 1-39.0.1. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.038 = -197.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.r - 12~3~4.126.W8 = +4.1 a) Estado de carregamento -.241 =+39. 1-39. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.ol53 Tab. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.& ' =- 1.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.0 . sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. 6 =4.s --= 3 m J~ Jm. al=o.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.2 + 39. n = -.098 - EX 3 x 3 ~ 4 .

0 18 Fig. I . . n = 0. . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.46 im (para a esquerda) 1. 1-41 por integraçáo aproximada.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. temos: . teremos que calcular Fig.. I r A i 4 1 Adotando EJc = 2. ~ .2. 1-42 0121 Vem.4 = 258 2 = 387.~ rad 3 2 3 387. reta assimétrica): . 4 . .4 x&= 6 . É dado: E = 2. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. i < . 1.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. submetida ao carregamento indicado. pois. e n t ~ o : E J ~ = 387. . obtemos: Para a bana . 6 = 197 + 49 = 246 = 2. I ' .0 276.2.3 . = 5 A aplicação seguinte esclarecer.68 x 1 0 . temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0..: 6 = 3..4 .1 x 106 x 0 . = 7 x 104 tm*. ' X = I.'. . 1o =0 . Ex l-12.2.4.. I'= 5 106 108 Y. .44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . A seção é retangular. 1-42. qdx sendo q = h@f --. Para a barra @ : (mís.l x 106 t1m2. . com base de 40cm e altura variável conforme a figura. . O problema será.5. @ : 1.x L ~ 12 .

h c r ~ t ds. dependendo d o grau de fissuraçá0. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. t- h Fig. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). 143. 1-44. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .3 . Vemos então. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. I dp = a 6. 1.ds. Ao longo da altura das barras da estrutura. a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1..44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. de modo que. no estado de deformação.TABELA XVI . sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução.te) ds h Fig. .Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig.

evidentemente. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento.0) O valor de 6 não 6. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. rg-+3O0C "--. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). .5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. Suponhamos. temos: "O. para fm de raciocínio.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig.-"II +. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. .. em relação ao dia da sua execução.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1.. 1.s m de altura. Supondo as barras com seção constante. 146. então. t . teremos. .45 - O 1-13 ." e:. os indicados na Fig. levando em conta a expressáo 1-5.. 148 Fíg. quando dermos a todos os pontos da Fig. - 3. e o esque ma da Fig. 1-48. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante.47 fletor no estado de carregamento e temos..

2.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . Temos: 1. Ex 1-14.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará. 149.Calcular as defomaçCks seguintes. para a grelha de Fig. cujas barras têm seção retangulir de 0. A + 4m -+' Fig. 1-49 1.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. ~ a partir do estado de. 1-52 Devido à simetria. a . carregamento de Fig.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios.para a direita. 1-53: N. 1-50.58 cm. obtemos: A Fig. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. pois. entxo.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. de 6.partir do estado de carregamento da Fig.

dependendo apenas de seus pontos extremos. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . para o quadro de Fig. que o trabalho independe da trajetória.. 1-55 Temos. 1-55.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. Ficamos. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. estamos diante dc um cam . 1-57.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . I . em estruturas isoststicas 53 I h - 1.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. tivesse os oontos A. no sentido horário. a partir de 1. ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. para o qual sabemos. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale.1 .~ po conservativo. da Mecinica Racional.3.m -+ . as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm . então. então a n R t . no caso).rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia. B.para a estrutura de Fig. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. 1-16.ado . - Ora. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . L ~ as integrais .

a partirde qual obtemos: Fig. para a estrutura de Fig. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. 1-57 Fig. nela indicados. então.5 mm de encurtamento 1. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. 1.61 Ir. 1. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.) @ (encurtamento) = =. deformações vir.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. teremos Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-58.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P .4 . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. 1-60. 1. Fia.~ / O C 1 ' r*.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC.. Trabalho virtual das forças internas: nulo. 1-59: Dado: ct = I O .Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. Fie. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. neste estado de carregamento. ~ (-30) (-1 x . visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- .

sem e (O sentido arbitrado foi correto. pela expressão (I-I). calculando inicialmente. que a rotação relativa flexão. devido ao carregmento atuante. pela expressão (1-7). 1-63. 1-20. expressão que resolve o problema. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. 1-19. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. a elástica. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. 1-65.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. a elástica de uma viga reta . de 2 cm. a seguir. 1-62. da Resistência dos Materiais. então. para a estrutura de Fig. 1-66. Ex.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. iquelas devidas aos recalques. na prática.) Ex. .Z R p (1-7). as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. 1 . Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. a partir das quais obtemos: Fig. Aproveitando a simetria.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. a partir das quais obtemos. as defornações devidas somente ao carregamento e. que nos permite obter.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. 1.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . idealizado por Mohr. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. desemiolveremosnes t tópico um processo. devida "P=& EJ' Sabemos. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. evidentemente.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. obtemos P6 = . somando finalmente os dois resultados obtidos. de uma sb vez.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig.

um apoio intermediário do l'? gênero. do Cálculo Intinitesimal. . então. então. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. teremos instituída a tabela XVII. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. por definição à relação d9 para a curva - . b) Seja. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. este vínculo será. na viga conjugada. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). . Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M .referida a um sistema xy como o de Fig. Assim. agora.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). 1-67. devemos ter em B. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada.58 Curso de análise estrutural Resumindo. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. vinculo. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. por exemplo. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O).uma rótula intermediária B existente na viga dada. 1-68. 166 Por outro lado. já que este apoio só impede deslocamento vertical. 1-69 a 1-71 esclarecem. resolvido. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. este vinculo será. então. outro apoio extremo do 1P gênero. Assim. $e A - Fig. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). a titulo de explicação. conforme indica a Fig. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. então. ünalmente.

n.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.../I 6----7 . para uma viga dada hiperestática. Tabela XVii .e.. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. 1-74 que tem EJ = 104 tm2. ".71 lI1lI. .até. as funçóes q = EJ serão mais complexas. .. o b t e m o s a EJ . ãig. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. 1-69 . I"I.<I. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada..h... 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = . esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio. Neste caso. pois.+n co.. como existe uma deformada real.IU.. Ex-1-21 . u..1 deste tópico). e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada....60 L . nipi 1-70 n 1.. P viga dada -N~~ ~ i g s . estável. . às vigas com inkrcia variável. submetidas a determinados recalques de apoio. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas..... carregada com E . sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da... apenas. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.~. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2. .~.e.. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip..I.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas.. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo). uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. v .. evidentemente..emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas.c.

0) Calcular a rotação da seção B. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. 4. 1-22 .O) Esboçar o aspecto da elástica. Encontra-se esbqado na própria Fig.62 Curso de anáiise estrutural 2.O grau.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.6mm I I I p . 1-74. representada na própria Fig. pedem-se: 1.O) Aspecto da elistica: Ex. 3.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. 1-75.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. trechos BC e CD são parábolas do 3. onde indica!.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada . Os valores extremos pedidos são: 1.Para a viga da Fig 1-75. simétricas uma da outra e que concordam em C. 3. Chamamos a ~ L I . que tem EJ =103 tm2.2mm Elástica = elástica pedida. enquanto que os. ~ u I I 3. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .

1-77 .O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. conhecer o valor de M para ficar determinado. restando-nos calcular apenas seus aódulos. no caso.78. que será a haste livre da Fig.1 " Fip. o carregamento deverá estar auto-equilibrado.78.1. bastando. pois. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. o que deve ~ ocorrer.~ ~ 3 + 1 X-=16. para a viga conjugada. 1-79 m q BA I I Fig.1. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. indicada na Fig. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.3 rad (o sentido está indicado na figura. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. 1-80.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 . 1-00 ~$ 4M h Fig.Smm 3 0 . que MA = MB = O e QA = Qg = O.2. 1-79. levando em con. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. x O 0 E YE ="viga . 1-76. o da Fig. que tem inércia constante. 1-78. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. que possui indrcia constante: Fig. (i Fio.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. 2.Aspecto do d i i p m n a daaido. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. . Ex 1-23. .O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. A E r 1-24 . 1-82. 1 0 .4 ~ .Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. para a viga dada).2 1 I I + 1-78. 1-77.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. A condiçgo XY = O. 2. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura).1.~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 .3* conj 2 3.

Para a viga da Fig. 1-84. já que y~ = O para a viga dada). 1-84 ( MB deve ter. 1. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig.84 donde obtemos M = 4IL -. evidentemente. Fig. 1.2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. 1-26. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso.E 1-25. Já o apoio B. a partir da Fie. nos fornecerá: t i - B Fig. podemos escrever. 1-81 . à viga conjugada. 1-83. * te à elástica em A. como sofre recalque. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . 1-82. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. que tem vão / e rigidez EJ.1 F i g . Imediatamente. de acordo com nossa tabela XVII de transformação . 11 c.8 A partir desse valor. agora.82. temos: .2.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. obter a rotação da tangen.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. NO ponto B (viga dada). 1-80. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo).Aspano do diignma de momantm flammi daaido. O apoio do 1. de vínculos.: Ex. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). Passemos. o sentido i0 recalque 8). de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.2 1-82. "8' -- ~Q.

1-86 (EJ = constante). portanto. constante j 7 M~ - *q Fig. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. temos. 1. 1-86. 1-85..im. 1-84 para' o qual. . a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre..Obter 6EJp ) I' / 1 '. i . Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados.EJp I' F i a 1-87. submetida ao recalque vertical p em 6 . o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). então. 1-86.. Ex. . o carregamento 2 3 nos dá um binário. que tem rigidez EJ.. indicado na Fig.. Determinemos. Será.P = 1 O problema está. . . 1-28 . temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn.. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . - . devendo o momento fletor em B ser igual a'p). EJ . portanto. 186 Viga conjugada c A 1 . MA = M6 (visto não existir cortante em 6. 0 engaste E . por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . / . conforme verá o leitor no Vol.. Fie. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . Dai obtemos: MA = M6 =--.87 de vão 1 e rigidez EJ.0 géneros também._ p . yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. então. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. 1-88. . pondese as equações de equilíbrio. que deve ser absorvido em B. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos.3+ 1 t E I C + O . para a viga da Fig.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. um apoio do 1. com o esquema da Fig. A. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . 111 deste Curso. Ficamos. resolvido.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. P A:. então.

as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. 1-90: Inicialmente. 1. para O carregamento indicado. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. .BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. ag* ta. 1-90. Para a viga conju. Fig. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. A. entxo. respectivamente. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas .Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. L90. Temos.(no caso. que sofrem recalques. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana.ado pelo carregamento indicado). é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. o esquema indicado na Fig. Cada uma destas barras sofrerá. 1-89. no tópico 2 deste capítulo. passando a ocupar a posição B'C. apresentaremos neste tópico. obtendo-se. então. 1-88. gada. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. posição deformada final do n$ C da treliça. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. conforme indica a Fig. definidos na ~ i g . Permitindo. AB'Cé. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . 1-88. 1-90 que. a partir dela. calcular a rotação da tangente à elástica em A. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento).Para a estrutura do exemplo anterior. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. que se deslocará paralelamente a si própria. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . em função do aforço normd Ninela atuante (proia.entãoodaFig.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. uma variação Ni li de comprimento Ai = . Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO.

ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro.9 3 . a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . . novamente. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. é o que está feito na Fig. paralelamente a Bs. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. &ira ai Nj(t) li lml I ~. o-aue está rep. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). o que esiá feito na tabela seguinte. respectivamente. Para ligamos.li/ES(mml I Os vetores ou. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . B e C da treliça de Fig. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. E r 1-30. calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. o que é impraticável. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. calcularemos previamente alguma (s) deformação. apli. williot da treliça dada. durante estas rotaçóes. paralelamente a AC. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. que se interceptam em c. chamada diagrama de Wiliiot ou. a rotação de qualquer barra será pequena. No williot estas rotações estão simbolizadas. Introduundo-se esta simplificação. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . Assim. 1-92. cujas barras possuem. o b e oc)representam. 1-92 Devemos. Fig. da mesma forma. até se interceptarem. (No caso da Fig. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação.. uma de cada vez. então. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. 1-91. todas e l a s .O gcnero A). pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. respectivamente.=N.'esentado. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. inicialmente. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. no caso. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. Devido a suas diminuições de comprimento. mais simplesmente.1 . durante a rotação de uma barra. as barras ACe BC pelo pino em C. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. marcamos 03 = n3. no wiüiot da Fig. liot para chegarmos a cada novo ponto. -. em minúsculo. 1-90. os deslocamentos abSol~itos nós A.. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. coincidirá com o ponto a.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. de modo que podemos considerar que. ~ ~ = 1 0 ~ t . indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). respectivamente. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva.

13. respectivamente. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. 4. 5 1-32 . pelo williot da Fig. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. .5li valendo.l mm. . valendo estes mbduios.5/0C. C .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. dados em diieção. . 1-95.6 mm. sentido e módulo pelos vetores ou.9 mm. passando a ocupar a posição B: . devidas A variação de temperatura. A5=A6=-6amm A partir desses valores. mádulo e sentido pelos vetores oc.. 1. 3 6. obtemos. Fig. B.5 mm. + -* + + dos em direção. H da treliça sáo da. então: A1=A4=-12 mm. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. oc. 0.. 1 2 ~mm e 12 mm. 1-94. e 3. .74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. 1-31 . ob.2 mm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 1-96. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. igual a 10. A2=A3=-12 J?lmm. 7. 1-94.. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. . .4 mm.. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. oh do williot.

feito na Fig. 2. todas elas E S = I O ~ t. C.97. têm módulos de 0. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i .~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig.2 mm 2 . 1-99 e vale: Ex. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). A P~~ Fig. B. 1-98. ou seja. ob. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. 1-97 . basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.Ii Neste caso. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. 1. devidas aos esforços normais N nelas atuantes. 1-98 A Fig. I-33. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. Fig. oc. 1-99 No caso.54 cm.41 cm e 2. D e E da treliça. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. C .x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. o b e oe. cujas barras tèm. 1.24 cm. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. Temos. vale 6 BH = 16 mm. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. d dados pelos vetores oa. 3 cm. 41 = 77. A componente horimntal 6 dada por A7. 1-96 PBH = 2cm ?Y.

Erala do. obtemos: (1-9). o que tem que ocorrer.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. obtemos o williot da Fin. temos: . Como ve"fícaçXo do wiUiot. . . do williot. F. levando em conta que o apoio do 1. no caso do Teorema de Betti. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7. ( tjik indica a deformação.devida ao carregame* to Pk ). em sua direção. teremos: od 4 . vemos que o vetor é horizontal. Igualando as duas expressóes. .. 1-100 .4 cm. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. indica a deformação. agora. para a qual um grupo de cargas P. que resolve o problema. evidentemente. 4.4 cm e 7. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. evidentemente. dados em . que é a expressáo do teorema de zP. provocado por um segundo esforço unitário. 1. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento.100.8 cm.G.9 cm. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio.k = ZPk 6ki Betti.. para a mesma estrutura. direção. 8. C..78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. na direção da carga Pi. temos. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.2 .williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B.conforme a indexação adotada. Tomando. uma força ou um momento. da treliça. 4. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). Fig. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot).9 cm. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. O exemplos das Figs. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. I (?jk.Teorema de MaxweU Fazendo. 8. devido à aplicação do primeiro esforço unitário".1 expressão do teorema de Maxwell. D E. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento.Teoremas complementares 4. com queP. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". indexando as deformaçóes com dois índices.

1 Esl. ela se deformará. Calculemos estes balhos. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). <ar. 4. por ser estática. lpi = 1 Eri.. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. I1 deste volume.3 . conforme se verá no cap. P valerá: . .. vale: Fig. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura.. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que.a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron . 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas.* '. carregada com as cargas estãti. . = tra- Pelo teorema de MaxweU. Como estamos no regime elástico... . bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. 5. carr.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig... .1 Fig. 1-104 1-102. 1-103. n . costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. o trabalho das cargas externas P1. 1-104. A k A A Fig.

por ser ele inteiramente geral. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. Não permite. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. em sua forma mais geral.a) Nos casos práticos. 1-34 .O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. convenientemente explorado.a) O 1. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. que são enunciados da maneira seguinte: 1. será o trabalho realizado pelos esforços simples. Q acarretam deformações relativas em suas direções.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo.O teorema de Castigliano. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). N. No caso (estrutura plana). Ex.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . entretanto.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. teriamos também o trabalho da torção. No caso de uma estrutura no espaço. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. e a expressão da energia real de deformação. quando da avaliação da energia real de deformação. entáo: Observaç5es: 1. Conforme sabemos. os esforços simples M.

1-107. criaremos uma carga fictícia. de deformação. . igualaremos a zero a carga M acrescentada. mediante o emprego d o 1 . desenvolveremos todos os cálculos e. igualaremos esta carga fictícia a zero. 1. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.O Teorema de Castigliano. efetuaremos todos os cálculos e. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB.107 Fig. 1-36 .84 Cum de an5ise estrutural Ex. . uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral.EJ ) 3EJ que desejamos calcular.0 teorema de Castigliano). no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). Temos. obtendo a solução d o problema. então: A energia real. 1-35 .Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. 1-106. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. vale: Fazendo. caso desejemos empregar o 1. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. agora M = 0. após termos feito a derivação parcial. isto é. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 .Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. Fig.

1-110 . procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. t Fip. Por esta razão. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). obtemos uma estrutura hiposA tática. no sentido oposto ao de E positivo. I1 deste volume. uma deformação (absoluta. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. a I a) Sendo a estrutura dada isostática.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. inicialmente.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. então. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. portanto. a proposiçáo. b) na secção onde atua E. no caso de reação de apoio ou relativa. mas que.:.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. Rompendo-se o vínculo que transmite V e.Regra de Mdler . então. demonstrando-a a seguir. nos casos mais gerais. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. tornando sua aplicação mais prática. portanto à deformação).q. a seguir. I - Demonstraremos para um caso particular. atribui-se à estrutura. As aplicaçúes seguintes esclarecem. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . conforme indica a Fig. 1-37 .86 4. 1-108. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. está equilibrada. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). no enunciado da regra. 1-109. tratada como pequena deformação. 1-110. que seri tratada como pequena deformação. ou seja. Igualandose vem: 6 = VA . mas que não acarreta erro algum nas conclusões. A I I Ex.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . b) A mençáo feita. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. no caso de esforço simples) unitária. a regra esta enunciada desta forma. nos casos mais gerais. n Tudo se passará. confonne poderá ver o leitor no cap. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. cuja linlia de influencia se deseja determinar. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. livre. embora a demonstra. a regra. deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 .e u __Fip.

que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. a regra de Muller-Breslau.Calcular. obtemos a linhade influência indicada na Fig.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-115. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. 1-113..115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos.1 . pela regra de Midler-Breslau. c) deslocamento vertical de B.Exercícios propostos 5. e. 1-116. .111 Fip.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. 1. Fig. S I 5 . então.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. A S A B Fig. 1-116 'I * t l!* * C Fip. para a estrutura da Fig. 1-1 1 1 . (não devendo haver rotação relativa). os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. - - A Ex. o que justitica traçado da Fig. 1-38 . 1-112. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. AC = x . 1-114. 1-39 . 1. o que justifica a construção da Fig. . b). que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. passo a passo. 1-112 I Sabemos. 0 1 -1 \C i: Fig.(+).88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. Ex. 1-115. 1.

121 . b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5.2) deslocamento vertical de H. em todos os 116s.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. a fónnula de Vereschaguin. b.117. I-12l. de 2 cm apoios B e C.pede-se: a) para o carregamento indicado.~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5.Para a estrutura a + a + da Fig. a..5. 1. = 2 x 104 tm2 . a.2) variação d o comprimento da corda EF. Dado: 5. de cima para baixo. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . ân. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . b) deslocamento vertical de E . calcular variaçáo da corda AD. EJ.Para +I 4 I A -B Fig.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC.3 . 1-119.6 . que tem rigidez W (constante).2 .4 . 1-120. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. 1. cujas barras fomam.2) recalques verticais. calcular: a estrutura da Fig. diretamente.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. p P 5.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. 1-118. obter: a l ) rotação do nó E. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b.Empregando.Para a estrutura da Fig. r j 4. pedem-se: I Fio. 1-118 5.

Dados: EJc = 104 tm2 .10 . para a direita. para a estrutura da Fig. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm.Calcular.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. 1-124..9 .7 As barras horizontais da estrutura da Fig. unicammte. quando atuar o carregamento indicado. quando = . 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. D. pede-se c$. 1-125 durante a montagem para que. 8. 1. 5. quando atuar o canegamento indicado. 1-122 5. permaneçam I m acima de A.I 5. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C.sendo Jm = 25. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. SXo dados: Jm . E. os pontos D. 1-123. (ESltirante= 103 t curva tem J = .8 .123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. I 5. E fiquem alinhados. = 104 tm2 Fig. do carregameiito indicado. (ES) tirante = .Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. computando para este fim apenas a influência do tirante. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. É dado EJ. os pontos A. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. C Fip.11 . 1-126.. Sabendo-se que. a= ~ u ~ / ~ c . COS '# (W.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. B.

13 . A I 5. R Fig. as barras@@são 2 cm. 1-132 B 5. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução.b. com 0. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . 1-127 A Fig.Para a estrutura da Fig. de inércia constante. 1-129 1. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.~ I O C .s m de altura. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig. das Figs. sofre um auriiento de temperatura de t OC. m Fig. a temperatura no interior da parte circular. Send o a seção retangular.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. 1-130.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas.132.17 . de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC.133 . pedem. b) deslocamento horizontal de C. das figuras I-132-a e I-132. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas. cujas barras têm altura h.14 .~ 1. São dados: E. J.16 . 1-128 F i g 1-73? 5.15 .132-b Fig. com seção transversal circular. 1-127 e 1-128. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. 5.Para o quadro da figura 1-133.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. mantendo-se constante a tempera tura externa.O interior do quadro da figura 1-131.se: . mantendese constante a temperatura externa.12 . módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. pede-se o deslocamento horizontal de B. I 5. É dado: a = ~ O . 1.

24 + 117. ra 1-135: a) equação da elástica.19 - Empregando o processo de Molir. para a viga da figu5. empregando Mo&. para a viga da Fig. 1-136 ( J = constante).Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5.0Sm4. J.23 Empregando o processo de Mohr. a.22 pedem-se: - Para a viga da Fig.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. 1. c) rotação da tangente à elástica em B. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz.139.21 .I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. i 1 5. obter. 1-139 -+a . cular com inércia ê flexão de 0. que tem rigidez igual a 104tm2. E. I I n -1. -r- - Idem. E. cujas barras tem seçãocir. Dados: M. 1-136 5.138.- t . submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. C..18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. I Fip. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. D. para a da Fig. b) flecha máxima. 5. 1. Fip. 1-137. b) deslocamento de B na direçáo z.

e 1 i . 1. < . constante.142.Empregando o proeesso de WiUiot.Empregando o teorem de Costigiinno. I u 3' 1 I: - 9 . b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. 1-145 Dados: P.29 .28 . que têm rigidez constante W. 1-143 o r l p PI -+-I---+ .quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. calcular os deslocamentos dos nós E e G. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO.9. 1-149.146 a) carregamento indicado. 1-142 .140 a 1. c) recaique vertical. Fig. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. -. do apoio B. 5. 5.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. í .98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.I + - Fig. . Fig. E.27 . calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. 1-140 Fig.Empregando o teorema de Castigliano. igual a 2 cm.& l t I + . de cima para baixo.Idem. IP o I ~ C l + l + 5. R. cujas barras têm rigidez EJ. para as das Figs.~/OC. 1-141 Fig.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5.146. ( I I I Fig.r .) Fig. J (constante). 1. 1-147 i I 5.<.25 . . I . Fig. da treliqa da Fig. devidos às mesmas causa.e . 1-144 5.30 .26 .Idem. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. para a treliça da F & 1-147.

14 mm 4EJ m (371 8) - .46~ 10-3 rad (n) a) 0.1) 4.98 cm (4) .71 mm (1) a.22 - a) 0.94 mm Encurtamento de 2. b) 1 mm (4) t ) 5.b) 0.?) 13.2 mm (aumento): b) 5.8 mm(+) : b.a.2) 2 cm (e) 1. 5 ~ rad (tl).1 8 - a) 0.l) 3.zero .17 mm (t) Alongamento de 1.17 - a) 2 6 c m (+) .33 x 1 .6 mm ( f ) : b.] ) (C) 4.2) I .rn + 5.b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.67 mm ( f ) .a.07 cm (4) 1.1) 7 .84 cmfaumento) .21 x 1O-' rad (12)0. 0. Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .93 mm (-*I .133 x rad b) 0.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I . b) 3.4 mm (encurtamento) a.67 mm (L ) .

em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . ~ ~ ~ = 6 .6mm(t). 7 m m ( + ) . 3 m m ( . pGH= 30 mm (-+) 5. pGH = 3. em cada caso: i .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.8mm(+). ~ ~ ~ = ~ 6 .f ) . pGH = 3 .pEH=15mm(+).28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. pGV=0. 4 m m ( .102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5.6mm(t). pEH=1. 6 m r n ( L ) . ~ ~ ~ = 1 7 . ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . O mm (+) C) pFV= 10mm(&).3 mm (+) 5.+ ) . ~ ~ ~ = 3 .

dispomos.2 . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. 1.1) .1 . Existe. conhecidas suas reações de apoio. isto é. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). romper-lhe uma seção. Temos. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E).2 Seja. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. ' &n \ 1. entretanto. g = Be + 8 i 1. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita.4 (11. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. portanto. preservando. desta forma.HIPERESTATICA . Seria necessário "abrir" a estrutura. a estrutura da Fig Ib2. terno da estrutura que é. pois. 11. 11-4 C. no caso. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig.Determinação d o grau hiperestático 1.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o .Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. Isto não significa. para tal. 11-9 Fia. após rompê-la.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. r. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3.Hiperestaticidade interna Fig. que possui 5 reações de apoio a determinar. sendo assim. na estrutura assim obtida. agora.i ? CAPITULO li 1 . então. Para tal. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. 11-1. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . Portanto.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

: valor obtido para o hiperestitico. Sistema principal e hiperestáticos 2. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . +Sm -.0) 4. para a obtenção de uin bom sistema principal. \ Nota: N a m s de variação de temperatura. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. recomendamos.+ 6. b) diminuição unifome de 30 OC . . que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. em número adequado. pois uma equação genérica (a iésima. eles não precisam ser unitirios.0) 5.X. . devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. chegamos ao . Pii. . por exemplo). c) recalques em A indicadas abaixo. agindo-se de outra maneira (v.1 - a) carregamento indicado.2. 11-19.O) Escoiha do sistema principal (v. so..f. Obtenção dos EJc 6 .1). - - '. licitante externo. Para os outros tipos de estruturas.6). 11-18. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica.l h e dois vínculos. O que se deve procurar.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. no caso dos quadros lanos. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. sendo todos teoricamente corretos. podem ser quaisquer. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. eni c da caso. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.1. ii-19. Para isto.0s11-5 a 11-7). . certainente. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - . m p e r . será: 1. i! Ex. provocado pelo agente. aplicações n.0) 6... Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) .2. 50) 3. Seguindo a orientação dada na observação 2. ca ou da equação matricial (11. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. nesses casos. entretanto. aos sistemas principais ideais. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. 2. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. Isto conduzira. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. tiiiXi +.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. = O (11. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. temos E = O. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois.

obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. 1 2.&a A partir da expresão 11-7. 11-21 e 11-23. I Obtemos: 6. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn.21 mm *larnos Os .m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. obtemos os diagramas da Fig. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D.sistema principal da Fig. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. 11-19. respectivamente. temos E = E. 11-20. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. perestática dada. consideraremos apenas seu trabalho H flexão.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. + 3. I F i i 11-20 3. tomados iguah a 1. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig.im desta forma.27 E l + 4.09E2. 11-20. embora estejamos u m d o os me& r' . Diagramas solicitantes e rea<. pan não complicar n nota~Ho.2. obtendo: F i i 11.

são: 12.iS: 2. No caso.. vem: Fip.7. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. 1 2. d'evidos à variaqão de tempe.4E2. estando os diagramas solicitantes indica .47. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.11-25 'carr. em função da observação 22. 11-28 + 7. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.521 Fie.55E.18E2. dos nas Figs 11-24 a 11-26.atura. Os novos hikrestáticos.15 t Fig. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. Obtemos. po. F'm..trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". 11-27 a 11-29. 11-22 JF~ + 0. então: = . já que estam.c deste capitulo.3EI -22.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.521 Fm 11-27 i .(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4.Etemp = 0. - - . 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. . A partir da expressão E.731 Ntamp.} .

11-33. Hiperestátims: \ XI = 8.2. o diagrama de momentos fletores . necessários para o cálculo dos EJ.4 4 3 3 . 11-31.s I 1 t 6. M = Mo + 8. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.f. MO 3.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. 11-30.x 6 x 1 2 . - . os diagramas da Fig. tura da Fig. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. ao invés de nós C e D. 2) Igual simplicidade encontraríamos. obtemos o sistema principal indicado na Fig. Rotulando. no caso deste exemplo. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. Diagramas no sistema principal Fig. Ex 11-2 . sabemos que.-i 1. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.x 6 x 4 = . por exemplo . se. 6.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos.ia Fig.os nós A e C esq. obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . U-32. deste capitulo.. 11-33 Temos. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas.5M1 + 5M2. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. então. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. 2.I wpmdtjtia a) . C I I 4. obtendese. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. Diagrama final A partir de (11-7).

11. 6 e no traçado do diagrama fmal.o métododas forps 4. os Temos. a linha de fechamento do diagrama final. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. obtendo-se en- 2. desta forma. entio.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. 11-35.7M1 tao o diagrama da Fig. 11-3 .4 .8M2. obtendo-se. + + 2 x 2 = 45 5.se apoios internediarios.Sl0 = 1 (6~18+3x40. a partir . simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.5) =-76. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. Ex. I' = 6m I'= 3m Fq. 16. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo .sx. b) diminui ão uniforme de 30 OC. Dado: EJ. 11-35 Será dado por M = Mo t 22.s 1 o.34. Cálculo dos . Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. o sistema principal da Fig.Resolver a estrutura da Fig.Vc S EJ. = 22. 11-38 para: a) canegamento indicado.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. conforme se verá a seguir. I I' = 3m Fig.\.7 6. Hiperestáticos: X. I I I -ou .SX2 = 76.s 3 . ii-37. para o caso. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários.M1 e M2 os mais simples passíveis. Diagrama final 1. 11.

1 0 4 . Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . obre. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. = .122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. E J . I 4. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l.6 4 . S z 0 = . nios o sistetiia principal da Fig. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .7E2 + 19. LIeSq e DA"). Cálculo dos Wc6: WcS. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11.3EI + 20.o método dsr fo<pis =- 123 3. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. 11-39.3 = 20-7 19.3 x3 6.

Fip. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. . 1. L g-ph $1 1116i t -X!IZ. conforme indica a Fig. 1145. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro.07E1 + 2. 1143 . 2.81mt equilibrado.Conforme sabemos. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' .o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .62M3.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . I Ex. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. então: X1 I x1 \ Fip.52E2 -0.301 Fip. inteiramente hiperestática í = 3).Resolver a estrutura da Fig. no sistema principal. obtendo. sendo. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. para o cálculo dos 6. bastanos calcular o vetor { h t ). devidas i variação uniforme de temperatura. na direção de cada um dos hiperestáticos. pois. . 11-5 .t. . a partir dos diagramas da Fig. 1145. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig.e colheremos o sistema principal indicado na Fig.1.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. 11-43. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão).

obtendo os diagramasse Note o leitor que. temos que:: . 1 --'- - . Hiperestáticos Xl = 0. 1148.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação.. devido ao sistema principal escolhido. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. 6 recomendável. devido aos recalque indicados. Temos: E = .e I x 1)sndependentes Tal já 6 . Diagramas finais o . arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . + 0. Xl = X? = o. pois. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~. evidentemente. em si.= -1 6. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . . entretanto. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . 6 30 = O. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. uma vantagem do sistema principal escolhido. apenas. Por esta razão.2. partiríamos de. portanto. 6 = 6 20 = O.Observap-o: Neste caso.o ). quando ocorrem tais condições.iox. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. portanto. .. 4. nesta fase.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Voltemos i aplicação em questão. 2 hiperestáticos (X1 e X2). 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. . se a fôssemos resolver novamente.- . que os hiperesti. elsstica nalmente a barra em questão. apenas. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. w m O que. temos que: = 6 2 3 = O. que tem EJ = 104 tm2.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .29 X2 = -2. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. p+ dem ser quais uer.. X3 = 0.57E. . com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente.E licitantes da F i s 11-47. com O que.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. pois sabemos que X3 = 0. Vejamos. S. pois o carregamento e simc5trico).57 X3 = O (evidente.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. 3. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex.29 E1 . 11-6 .4 sistemas (2 x 2.

provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. temos: Qs= O. Sistema principal e hiperestático 4. Equação de compatibilidade . temos: 1. Diagrama final - Fip 11.5. por força da rótula.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). 1149 2. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. como temos Ms O. Sistema principal e hiperestático h.51 Fig.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . 11-51. 3. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Por outro lado.

o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Cálculo dos EJ. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.25 6. temos o sistema principal da Fig.se urn n6 da estrutura.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. Rompend-se o tirante e rotulando. 6 4.% ta +i . Equação de compatibilidade 4 5 S. 1. 11-57.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Diagrama final Ex. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. 11-56 3. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . II-8 .

b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. pede-se: t4. obtemos: Ex. Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 . Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. l i 4 9 &t 2 15. 1 t d -Ft 47 Fia. Magramas no sistema principal a) M1 lmt .Para a estrutura da Fig. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. para que a reaçxo horizontal final seja nula.b El. 61enc.3E2 . que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. b) M2. > F i p . -O. . Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. 1160- 4. 11-9 . temos o diagrama da Fig. ) - 3. N2 Imt lmt X2. 11-60. IM9.06t . N1 6.

2 4 . Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. t 0. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. 3.2 ( . X: = 2 t : &a. Vimentão: a)Mo. pois. L N1 tis.86 6. 5 ) = . 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . 2. R o m p n d w .j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . . Hiperestático: X l = 0. Necessitamos.5 X. 11-63.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. Diagrama final = O A partir de E = E. No b) M l . Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. 11-61. obtemos o sistema principal indicado na Fig.. 5. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. Equação de compatibilidade: .2 4 t 28X. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. Cálculo dos U. I 4.86El . podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.

empregando as tabelas apresentadas no cap. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. 1164 Sendo as banas misulas retas.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip. os diagramas serão os da Fig.ou seja. Com isso. 2.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig.. então. no caso. temos 6' = 6 enc.o metodo das foqS 137 corno agentes externos. obtemos: A estrutura estará funcionando. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. sob sua forma ideal. q = 1 tlm Barras e @/ . I deste volume.m p d t i e s . serão o carregamento e encurtamento. Ex II-I0 . no sistema principal.6 cm. 11-65. pois o concreto estará uniformemente comprimido. Diagramas no sistema principal 3. = -1. devemos encurtar o tirante de 1. os teremos: (EJc610 + E J Cen.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. "comp \ . 11-64. = +?8x2=0 -1. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento.6cm Como a deformação.

31.32X1 = O 2. Cálculo dos EJc S b)EJ.098 = 24.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. Diagramas no sistema principal N.) 3.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.207 x x 0.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. 6.4 + 3. 11-69.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.098 . C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. Dado: EIc a = 5 x 10. Diagrama final 1-11 17.5 11 . Equaçáo de compatibilidade: .1 5 tabV' e = 0.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.611 Ex 11-11 .'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I. - !.144 . 1-1 q 17 I7. n = 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0. para o quadro simktrico da Fig. F .207 = 3. i -1.

Sistema principal e. então: ESalo= Trata-se de uma.treliça uma vez hiperestática internamente e.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. 11-76 3. todas. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. Diagrama final $ 11-75. a mesma área. temos: 1.rica . Cálculo dos ES 6 : Fip. = O Fie.o método das fo4.73 Temos. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6.1 I Fip. 11-72 Ex. 11. 11-73. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. 11-74 S. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 4 Fip. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Equação de compatibilidade 141 2. Hipenstático: . por isso. cujas barras têm.

To b) M. Sistema principal e hiperestatico Fig. X 1 = NO P . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. 0 3.-1. 6. seção esta que pode ser. X (cambinaçao de Ticom Ti) .Resolver a grelha da Fig. Sabe-se que -.WpIedMtia . 11-77 para o carregamento indicado. . obtendo. Diagramas no sistema principal a) Mo. 11-78. . basta rompê-la numa seção.o método das for~a.~-XI . um dos engastes. os esforços normais finais indicados na Fig. Temos. d i i i 11-79 C)Mz. endentemente. 2. T3 J 3m 4 1.s EJ GJt - X.77 h. optando pela seçáo central. Para obtemos sistema principal. a partir 2 d o quadro de valores anterior. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. T2 d>M3. Q . 11.lrn. 11-76. Esforçm finais Temos: N = NO + N .) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). TI Ex 11-13 . o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig.

enquanto que os demais apoios impedem . . Diagramas finais (em mt) Temos. com o que teríamos 620 = = O.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . temos que: 5. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. o que acarretaria 830 Suponhamos.5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83.8263. a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4.25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC. então.. agora.x 3 x 2 .x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. em relaçáo ao dia da execução da estmtura.~ ~ 9 x 3 + . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.1 . nesta aplicaç%o. i. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. 5 -49. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. 1 6 ~ ~ = . de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. 2 5 + .As fibras superiores da estrutura da Fig. - - Ex. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.f~ 145 vm e w e n ~ . 11-14.x 3 x 2 ~ 5 . com o que teríamos 610 = 0.

CálaJlo dos (. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. 3.2. culares ao plano.60 t-38 X1 = 3 O .3. A variação de temperatura do problema. 11-85. 0 problema está resolvido. com tg = 0. na seção de simetria teapenas momento fletor. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 1 Sistema principal e hipenstático . b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. Visto isto. e. 11-85. para a da Fig. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig. conforme indicado no sistema principal & Fig. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). pedem-se os diagramas de momentos fletores. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. 11-86.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. 2. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C.2) 4. 11-85. 11-85.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. e torçores atuantes. pode ser encarada da forma indicada na Fig. Equação de wmpatibilidade: .

= 4.73E1 . OS o diagrama da Fig. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. 11-93. 11-92. o esquema da Fig.3.2.85. Equaç%ode compatibilidade: . Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. apoios do 2.64 X . então. I A solução do problema é. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. Com isto.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. 1 .2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. 11. temos. Sistema principal e hiperesthtico 6. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. 11-85. novamente. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. que tem W = q 11 - .3) 4. 11-90. 11-92.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. teremos: 1. genero em A e F.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . que serão.8 + . cor- 62t) Fig II-91 0- 3. no caso.5 Resolver a viga balcão da Fig.am-movimentos no plano da estrutura. correspondendo ao caso da Fig. 11-85. Rebatendo. em verdadeira grandeza.

c o s e ) . rompendo a estrutura na sua reção de simetria. com carregamento simétrico.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. ! I I 3. o sistema principal da Fig. 11-98. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. sem nenhuma alteração do resultado. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. aos pontos A e S indicados na Fig. temos. 11-96. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . obtemos. Temos. 11-97.o método dss f o r p 151 I 1.( 1 . então: - . a) Mo.11-95.sucessivamente. de uma das duas metades do sistema principal. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. = lmt 2 Diagramas no sistema principal . obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F .150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . 11-94. que representa uma vista em planta. To Reduzindo a carga P/2. i 7 I ~ i 11. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. em verdadrira grandeza. I I d X.

que apresentaremos a seguir. Equação de compatibilidade: I . 11-6. durante muito tempo.2. 11-100.1 . 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. 11-7. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. A partir dai. 11. passar do esquema da Fig.5. Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. mtáo. 11-100. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.. Em se tratando de uma estrutura simétrica.l lr 11-100. F i e 11. 11-100.2 ll. será o deslocamento vertical.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. I? o que está indicado no esquema da Fig.100. -tudo dos areos e quadros biengastados. deixando livre o deslocamento vertical. Hiperestático: 6.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. permitindo a obtengão.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver).Artifício do arranjo de 2. anulandese então as duas parcelas ).1 153 .5. com carregamento simétrico. que repre. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).1. I101 5. devido à simetria da solicitação (pois. ' . .~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. 11-13. o assim chamado irtificio do centro elástico.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). 2. a única componente de deformação.E 1 . Diagramas finais A lCIW. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. existindo.mprrstBtica . . senta um esboço da elástica do quadro. teve grande divulgação o uüiiza$ão. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo.5 .1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. 4. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal. de a provocar uma destas duas últimas deformações.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). obtemos os diagramas solicitantes da Fig. explorando esta simetri. no caso. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:.3 PR partir da expressáo E = E + . uma ênfase especial para este ar<ifício.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. 11-99. num dado sentido. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. 0 . que terá sua seção S de simetria. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N.100. lUe abordado em nosso Cuno. no cntanto.

Para carregamento anti-simétrico. No caso. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. sendo a da Fig. I 1 I* na dtdco. por exemplo. se somarão (ao invés de se anular. se oporão. entretanto.1.3. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. agora. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. 11-104.I 4 1. 11. agora. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. romper a estrutura na seção S de simetria. a estrutura dada. três v e m hiperestática. hfonne ji vimos. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-101. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. este deslocamento está imp* . o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. evidentemente. 11-101. o quadro simitriw da Fig. submetido ao carregamento sim6trico indicado. Podemos.3. parth dese do esquema da Fig. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. . agcra. 11-102. . submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. 11-100. 11-104.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). 11-102. b) Seja.y e 9s indicados em 11-102.1. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico.2. se comportará como apenas uma vez hiperestática. u-100. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig.2. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. cuja configuração da elástica.3. no caso. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. que é. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig.pois as tendências desta deformação em S.1. entretanto. como no 'as0 da Fig. _. c) Analisemos. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . 6 %a. a estrutura da Fi& 11-103. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. o deslocamento vertical da seção será.mpmtátiea indicada em 11-100.= * i .o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados.1. então.3. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. . 11-100). para o caso da estrutura da Fig. nulo. fornecendo os valores x.

num dos lados da estrutura. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. a atuação de um carregamento genérico qualquer.1. Exporemos. entzo. que impede o deslocamento vertical. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. conforme indica a Fig. Nas Figs. 11-104. então. por esta razão. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. (Notar que. separadamente.1. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total.3. IE104. quando tivemos. sobre a barra SC. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. agora.3 a 11-108. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. No caso. o caso de carregamento anti-simétrico.1 recaiu.5. o diagrama final de momentos fletores será.2. ' Fio. 11-107 . resolvendo a estrutura. basta substituirmos a parcela do engaste. a essência do artifício do arranjo de cargas. a barra SC. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. pois. 11-104. a seguir.2 a 11-108. do esquema indicado e 11-105. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer.2. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. que poderá.3. por um apoio em mola. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. conforme indica o esquema estático da Fig. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. obtendo suas componentes simétrica (Fig.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. 2. 11-106. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. a partir do qual. 11-105. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. conforme veremos no referido ca~itulo.3. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). Analisemos.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043).2) e anti-sim6trica (Fig. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.3) - F~Q. 11-106. simétrica. interceptada pelo eixo de simetria. para a bana SC. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura.3. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. superpondo. indicada em 11-105. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. Podemos.devido à presença da barra central SC. a fun de obter o diagra ma solicitante final. a seguir. podemos romper a estrutura na seção S.

todas. submetido ao carregamento indiiado.110 nnJ .o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. dro simétrico da Fig. 11-110. estão traçados na Fig. ExlI-I6 .Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.2 11-108. 11-109.112 indicado em 11-112. 11-110.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício.2.im + 11-110. II-111 Fip. cujos diagramas no sistema principal. 11-11 I.1 11-108. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. levando em conta a simetria do carregamento.1 11-1103 VI-110.mpnditica . 6 a da Fig. 11.2) Sabemos que a estrutura a resolver. a me* ma inércia. 11. de Fip. 11-108. Fio. cujas barras têm. 11-113.3 . passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento..

indicado em 11-116. E.71 4. Fio. resultante da soma dos diagramas indicados em 11.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3.33 Obtemos. temos os diagramas da Fig.Resolver o quadro da Fig. para um reealque de apoio . 11-115 Fio. 11-119.114 e 11-118. a partir de cujo dstema principal. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. EJ = 1 d t m 2 .7 . 11-110. 11-117. e n t h : /Xi = 0. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. Fio. a j a s b 11 h .% 1 . 11-120. o da Fig. = 1à / /. 11-116 Fig. todas elas. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.3) Sabemos que a estrutura a resolver. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. levando em conta a antiaimetna do carregamento. 11-115. é a da Fig. mtzo.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118.

11-125 ' 4 . Fiq. 11-121.-1.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. representado em 11. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. toda ela. Levando em conta.122. então. obtemos o diagrama M1 da Fig. que nos fornece: + Fiq. b) Parte anti-simétrica (Fig. = 0. 11-126 e já será o diagrama final. 11. ~hpanttititiai . 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. previamente. de 1 cm. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. a partir de cujo sistema principal.123. 11-121. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. do apoio A. considerando a anti-simetna da solicitação. pode mos escrever que V. o indicado na Fig. - . 6 a da Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig.2) A estrutura estará afundando. 11. 11-125. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11-121.124. de cima para baixo. 11-121 a) Parte siméírica (Fig.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. 11-127.3) Sabemos que a estrutura a resolver.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm.

Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. l3 = 1. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. Fip. 11-129.129 \i A estrutura a resolver. 11-130 (isostática). 11-133.. no sistema p ~ c i p a l . cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . obtendo-se o diagrama . 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig.filemo. sn8 a da Fig. 11.2.3. 11-136. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. portanto. 11-128. Para este F i 11. obtendo os diagramas solicitantes da Fig. constitui um carregamento auto-equilibrado. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.81. apenas. - Fip. 11-134 Fip. na da Fig.-. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t .135.a mesma inércia).136 Dai vem. todas e1as. então. 7 17 . t m fo-dese a estrutura. 11-132 F i i 11. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. levando em conta a anti-simetriaexib tente. a estrutura a resolver 6 a da Fig. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado.128 A parcela sim6trica do carregamento.131. que será funçzo.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. 11-132 (cujas barras têm. 11. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. indicada em 11-128. não influindo. Dnpcrandose as &fonn.

11.1 q 2.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.5.138. 11-138.Wprrstltkd . tiraremos. ~ ~ ~ Fig. a estrutura a resolver 6 a da Fig.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. *h Fig.1. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. 11.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip. 11-138. Ex 11-20.3 . Os exemplos seguintes esclarecem.1. simdtrica em relação aos eixos fx e jj. 11-139 . duplamente.137. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.

11. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. a estrutura a resolver será a da Fig. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. I A parcela da Fig. 11-143. portanto. que será obtido. o que 6 usual . mas que podemos resolver. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). U-140. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig.o método dar f o r p Fio. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj.318~~ Fip. constantes. 11-142.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. 11-141. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . a partir do carregamento da Fig.PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. 11-142.3. não influindo. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. ' cuo. portanto.140 E r 11-21 . 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-.

cujos sistemas principais são os representados em 11-148. 11-146 5* .1 a 11-151. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F . na maior quantii dade possível de casos.146. teremos a resolver. os casos indicados nas Figs.144 Fip.2.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. i i i 11-148 I f Fie.2 a 11-151. 11.3 a 11-151. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. Temos. 11-148.AipevstBtica -ntais de It). 11-145: . 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.3.148. 1. então. submetida ao carregamento indicado. 11-145 Obtemos.II-147. a partir do sistema principal da Fig.1. : I . 11.59mt Ex. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.

romper a grelha na q ã o de simetria. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor.1.5.-= te. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção.149. como se fossem duas vezes hiperestáticas). 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.2.& vido à anti-simetria do carregamento. então. - Do ponto de vista de deformações da grelha. então. entáo. para estes dois tipos de deslocamentos.154). então. liberando as duas outras deformaç&s. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs.2 possuem hipostaticidade numa direção. e. então.) Sendo assim. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. como se fossem uma vez hiperestiticas). Fim. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 173 2. Para o caso de anti-simetria (Figs. 11-152. mas.Aplicação às grelhas Já vimos. 11-153 11-153.2 bw grelha. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. da . as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. devido à simetria do carregamento. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. 11-152 e 11-154 se comportam.4 . colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. 11-152. possível romper a seção S. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. então. os sistemas principais. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). a decomposiç20 éMlida).1. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o .2 a 11-155.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. para as greihas das Figs. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. 11.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. no exemplo 11-13 deste capitulo que. 6 possível. so S i . estes sistemas principais podem ser justificados. 11-153 e 11-155 se comportam. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs.2 a 11-151. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados.1 a 11-155.

Sobra. ainda. s E r 11-23 . Com isto.2 to. 11-156 2 2 11. U-156. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.simetria. pode ser rompido em S. Fia.1.1 e 11-160. atuante em S. a barra SB não terá esforço de torção. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. obtemos o sistema principal isostático da Fig. barra SB terá wmo único esforço.2 (notar que. ia . devido â simetria.157. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. F g 11-152 e 11-154.1 Fip.1). na direção perpendicular â do eixo de .Decompor. portam a 10 rücadas n d Figs. No caso de anti-simetria (Fig. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. ainda. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).2 e 11-160. um quadro hiperestático A D S E C que. O exemplos seguintes esclarecerão. devido g anti-simetria do carregamento atuante.2 (notar que. 11. PJ< /+) em 11-159. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. e o esforço wrtante (X3). em S'O. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S.1).158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. 11-156. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). devido A anti-simetria. com isto. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. utilizando o artifício do arranjo de cargas. pode ser rompido em S. por conseguinte. 11-157. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal.Aiprest6tica .o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. nas mesmas barras". obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig.156. 11.2. um quadro hiperestático ADSEC que. 11-159. devido à sua simetria.

a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q). =2 2 Diagramas no sistema principal G7.Conforme se vê.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. 11-24. 11-162.2 e 11-162.3.todas elas. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a . Ex. ~ i p . temos a resolver os ags casos das Figs. . 11-162.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3.2) Temos: 1.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. cujar barras tEm.

11-171 .43 E2 t 0.44 E3.19 E.37 E2 0. i Fip. . 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. 1. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. representados na P & U-174. Fip. II-1623) Temos: 1.168.0. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. representados na - - &. 2. 11.32 E1 . Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. 11-173 3.172 v iirn. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. 11-169 4.1 4. 11.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. t 0.

11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos.11-176. 11. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4.o método dm f o l p 2.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F . nijas b m têm i 2.174 @arte anti-simbtnca).t + a i . 11-17s E r 11-23. resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. GJt - ! X. + 9.= lmt Fie. 11-177 A pMir da express8o E = E. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. 11-175.I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig.59 E2. . temos: 1. + 0.23 E1 . obtemos . Sistema principal e hipcresthticos 3. Diagramas solicitantes Fig.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

11.5E2 .Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. 11-196. 11-192. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . temos o diagrama f d da Fig. temos: Fia. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados.4E3. cujas banas tem.5mt & - bXJd Fio.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. 4. Ex.SE1 + 0. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 .Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. ii-195. todas.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. indrcia constante. . Ii-26 . + 5. X3= l m t lmt tml lmt Fio.194 - x3.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.

1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio.104 x 2 ( . 11.~) = El 63. 11-200. de raio R. 11-200 temos: 10. = l m t Fim. i C X. s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197.2 e a estrutura se comportará. = . então.HipaestB<ics . como se fosse uma s vez hiperestática. temos F g 11-199. 11-198 Fip. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = .O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.6 E3. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 .202 .1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria.16.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. da estrutura e do carregamento.16.

. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 .208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . diagrama final da Fig. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. 11. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. vem: X1 - - ln 0. ~-~ Er 11-29 .192 Cum. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. IL203. obtmios .Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204.207.

x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . da A partir da express8o E = 1. ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 .17 E2. - fW Fi 11-212.2 tm210c . se suasfi.2 '. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. cuja * o reta é um retângulo de 0. E J S Z 2 = 18 Vem. obtemos os .o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.2 m de altura. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.25 E1 + 1. São dados: EJ E/ a = 10. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .

que 6 o de carregamento de cima para baixo. então. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. estando as estruturas das Figs. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.aprrststica . feita usando as ideias já conhecidas do método das forças.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. atuando nestes pontos de con. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. - I para a viga AR: S = 80 cm2. indiferentemente. e s t a indicados nas Figs. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. Fia. nas barras inclinadas externas do reticulado. A Para o caso usual. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal.uma das barras do reticulado para. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga.I 3 Fig. estudar: a) Tipo I . Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. vergência Dentro desta ordem de ideias. do mesmo.Resolver a viga langer da Fig. A resolução deste tipo de estruturas será. mntais que nela despertarão somente esforços normais. a estrutura funcionará como isostática. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. uma das barras do reticulado. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se.o método das foqar I 197 1. 1 I .1 = 104 m4 . pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. pois basta conhecer o esforço normal atuante . 11. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. I E r 11-31 .215. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. é fácil verificar que. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura.

obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . Hiperestático: 6.obtemos o sistema principal indicado na Fig.42. Para a estrutura & Fig.v1 I Fip.83 Temos: 1.o método das f o w X1 = 1.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . S. 11-218 3. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. Equação de compatibilidade: .42. Efeitos finais A partir da expressão E = E.&6tiea . representados na Fig. 11.. 2.67 + 23.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. Diagramas no sistema principal a) Mo .67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. As vigas Langer sáo. por isto. 11-216.219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip.. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.3Xl = O .. No b) M1 . um sistema estrutural muito empregado. a barra CD do reticulado.T(Y Fip. por exemplo. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . 11-219. pontes.83El . mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. principal. etc)..~/''~ Pedem-se: C A B --.104 reticulado .I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.. 11-220.198 Curso de an%iae estnihird ffipe. + 1. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. Sistema principal e hiperestático Rompendese.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

L filo + 0 12 L I. função dele. então. dentemente. naquela seção genérica. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. ao passo que os são. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. cia. entáo.228 Nesta expressão.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. no sistema principal. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. 11. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. independem do carregamento. pois. no sistema principal. devido à aplicação de uma carga X1 = I . função apenas do sistema principal adotado. no sistema principal. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. o teorema de Maxwell sabemos que. U - x2 = - a 12. generalizando. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). pois representam os valores do efeito estudado. generalizando. 11-228: Com isto. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. as l nheeidas. o pmblema está resolvido e.apenas E0 s X1 X2. X2 e. Com a variação da posição de P = 1 variaráo.evi. De forma inteiramente análoga. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . por exemplo. os 0 ij. segundo suas l i a s de influência. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S.( P1 1 L. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . Lembrando. I. que: 20s Nestas expressBes. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = .204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. . agora. . respectivamente. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. conhecer as linhas de influência dos Seja.

P ) corretos Ora. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig.2 . I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. pois. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax.o metodo das forças 207 . até aqui. devemos multiplicar os nossos (. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. ou seja. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. (Podemos. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc... (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos.Hipaestdtica 4.ou seja. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . Supondo que. também.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .M 8 . L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. conseqüentemente. temos: Fig. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.* k h Fip. em nosso sistema principal adotado. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc.!Vc e.) Recomendamos. Não podemos. A partir das conclusões do item anterior. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. Nras hiperestáticas. 11-229. pois. - [o 7i I . para a carga P = 1 . ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado.

Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. h(?.1 . ou seja. 11. com o carregamento indicado na (. dependendo do tipo de mísula. lrn.1% h h a ) da matriz Fig. Matriz 1 61 Fip. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . Fig. pela expressão: 2.E = LI.LXi (11. M I I . ou seja: qx.m.3 1 I I . M~ VF. conforme a tabela 111 do cap. são obtidos das tabelas XII a XV do cap.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. . 11-232 barra CF L I . 11-235 Qv Temos. de inércia constante. I. 11-236 . traçar as linhas de influência seguintes. 11-232. 11. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. M ? ~ .L I.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . Linhas de influência dos hiperestáticos 5. Diagramas no sistema principal X.EO + ZEiL.11) 4. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.Para o quadro da Fig. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . . X. Temos: 1.ApIicações E r 11-33 . . HB. I. entao: a) Trecho BC Xi Fie. 11-235. obtida pela combina. Fip.233 rhh I 7/90 Fig.

uma elástica para a barra vertical CF. bastando.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. X2. o que faremos a partir da defullçáo. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a.obtendo: Fip. também. . obtemos: Teremos: % = .1. pois a carga P=l nso percorre esta barra. 11-239. 11. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. portanto.laia) da matriz [ p ] . 11-238 E Y c t .210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática . então. Fg. multiplicando seus valores por 2 . Sendo assim. 11-240. vemos que. temos: 7 Obser~nção: Haverá. X1. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . calcular sua ordenada extrema. Com isto. para obter a L I. o que Podemos. 11. 11-241. Temos a combinar os diagramas da Fig.55 .237 b) Trecho CD Para este trecho. TIA= 1. temos a linha de infiuência representada na Fig. 11-238.124 2 7 = 0.232. n2o precisam refazer os cflculos.94 . em cujo conhe cimento não estamos interessados. Fip. 11-240 Comparando com 5. ou seja. com o carregamento indicado na Fig.

L 1.2.1 L I. LX1 I .X2= LI. a linha de influência representada na Fig.39 %E0 . 11.64 . barra C F =L.(Vo)F . X1 30 + L.96 +1. Vem.1 xL. na Fig.3 . (Mole barraCF -L.Mc -1. estando representada.X1 + 1 L.( LI.LINB Fip. VF = L. I. Outras linhas de influência barra C F 6.X2- LLMc barra C F - . Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.212 6. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.96 t3.64 -3. temos: .l.39 VI E 6.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.. 11-242.13 -1.1.I.V F Temos: Temos: L I.2 - - L.í.I.1X2 ). a partir do quadro de valores seguinte.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda. 11-243.13 +2.

L. 1 . X 2 = I2 1 1 -(L.4 . evidente.245 .5 . X. I..L.L . .L 12 1 6.L 1. XI ) = 12 L I. L L Q V E LI.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. Q v . 11-244.5 L.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica .(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. ( M o ) II + 0. M ? CF.1.30 L 1.I.12 1 L.estando traçada na Fig. lemos: I L I. Fip 11. v . estando traçada na Fig. . I. 2 6. MI1 = L 1.(Ho)i( . X .X1 + .L.I.0 que é aiiás. 11-245. I O .

2 . 11-248.0560 0. Seção do 2. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3.5 L I. a L 1.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. com o auxílio quadro de valores a seguir.38 I I1 111 .I. 11-247. . para o tre.0349 0.0349 '12 0. traçada na Fig. X1 .0459 "x1 0. obtivemos [ SI= [I 161.L. (MO)I . cho horizontal em que se desloca a carga unitária. 11-246. 11. 11-34. Adotando o sistema principal da Fig. MI = L I.1 ) no lugar 116 de X1 .-L.48 0. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. 11-70 do referidoexem.0459 0.indicada na Fig. obtenios.10).0560 0. com o carregamento dado na Fig. plo e que esta transcrito a seguir.245 1. contada do apoio esquerdo. OU seja.1.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ .q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.217 I E*. Xl . obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.1. Q1= L I. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo. 11-249. ( Qo ). Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-.38 0. Fig. indicada na Fig. '71 0.

2 e 11-251. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. agora. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. I.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. pois. Considerando. no sentido oposto ao de vA positivo. N. b) A regra de ~ ü l l e r . no entanto. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. por exemplo. que se comporte à flexão como viga biapoiada. 11-251.2.2 do ap. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . que aspecto terão estas linhas de influência.4 do rnp. idêntico ao da Fig. ordenada nula na seção A). atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo.L. o p r b ri. temos o A esquema estático da Fig.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. serão obtidas por pontos.3). para a mesma estrutura que a da F@. em A. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig.. . Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. para a qual desejamos obter.1. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. teremos. a linha de influência desejada. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. 1. 11-251. seu conhe cimento é. I. 11-251. q = VA. bastante útil. oquedemonsiraque. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. pois nos permite conhecer. obrrviflo do item 1. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse.2 a aplicação. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.3: Fio 11-250 . De maneira inteiramente anáIoga. 1 deste volume. Assim. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. para a viga mntinua da Fig. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. a linha de influência da reação vertical em A. 11-252. .ipJ). em A.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. -VA x l + l x q = F x O . sendo a elástica desta estrutura. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. em se tratando de elásticas do sistema principal. 11-251. 11-251.

Devido à simetria existente. -q . conforme já sabemos. devida ao carregamento atuante. podemos escrever que 6 3 = -r = 0.a2 T - ax3 . que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. Temos. submetida ao carregamento indicado. submetida ao mesmo carregamento Pi .O teozema de Mennbrea Apresentaremos.2. Sendo assim. Derivando esta última expressão em relacão a XI< .. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas.o método das fowra isostatica da Fig. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. i Ex 11-35 . a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. encará-la mmo sendo a estni11. obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. . por exemplo.253. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. acrescido dos hiperestáticos X1 . que representa o aumento da deformação a 2 . Por força ados teoremas de Castigliano. Xg .' . 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . 11-254.~t i a . que possui inkrcia constante. por exemplo. aumento este essencialmente positivo. 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. J x.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . 6 o deslocamento horizontal de E). 221 Podemos. que 6 3 = 0. agora. podemos dizer. submetida ao carregamento P indicado. obtemos . sendo r . 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 .Empregando o teorema de Menabrea. 263 a energia real de deformação da estrutura. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . 11-255. . pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. sendo o valor de M a determinar.

11-257. M = N=Zo + N I X I + N2X2. I deste volume. 12 Impondo o teorema de Menabrea. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . por exemplo.256.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . m=Mo + M ~ + M2x2.1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. 11. para a qual desejamos.2. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.. "C:"'] + + e de x 2 . 11-257. a partir de um sistema principal qualquer.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. a igualdade pode . submetida ao carregamento indicado. a partir do estado de carre gamento da Fig.Verifiraçk I CS x2 . X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.1. i.Como: M(x)= -'. Conforme vimos no cap. vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. calcular o deslocamento da seção m na direção A. p s o indicado na Fig. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. N = N O + N I X l +N2X2.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. 11-256 de diagramas 6. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 .

11. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. substituir por (11-20). pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. 11-258. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. portanto. substituir por (11-21). seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. num sistema principal isost6ticO 18. deslocamento li. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. 6. U-259.hiperestática no ~. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. near de um apoio do 2O gênero. etc. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. empregando a tabela 11: Fia. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. m u e. O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. ) .temos. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. E r 11-36 . Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio.280 que queremos cplcular. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . calculamos. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. valores estes que sabemos serem . nulos). no caso de carregamento externo. então.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. K x E são os esforços atuantes na estrutura . por exemplo. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. 17 N casa de emutura no erpaco.. rotaçao num engaste. e Mo. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer.. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. anterior. 16 No casa de estnitura no espaço. estado-de . 6 120 (sendo. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. obtido a partir da estrutura hiperestitica. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. ~.canegarneE. 11-258 Fia.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. No . da Fig. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . A partir das duas Últimas expressões. N.

Empregando o teorema de Pasternak. o sistema principal da Fig. . 11-265.245 mm. 11. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. Ex 11-37. ~ 1 = O. nos fornece: Temos. Temos. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. representado na Fig. 11-261 Ex 11-38 . que sabemos a priori ser nulo. combinado com o diagrama M da Fig. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. I Cslculemos. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. a Calculemos.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . submetida ao carregamento indicado nesta figura.$egamento poderíamos ter. ser nula. cujo valor. os diagramas Mo e M das Figs. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. 11-265 não poderia ter o engaste em A .Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. a priori. caso contrário. 11-262 e 11-263.. que reproduz o resultado anterior. a partir do si* tema principal isostático da Fig. o deslocamento horizontal doengm te A. 11-258.11-263 e . a rotação da tangente à elastica num dos engastes. Ib19. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. senão vejamos. no caso deste exemplo. escolhendo o engaste A .6 = I = 0. 11-262 Fig. o diagrama indicado nesta figura que. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. Ex 11-39 . náo será possível esta verificaçáo. temos: I I r%. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. que sabemos. U-261.82 + =)= 2 +2. por exemplo. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. por exempjo. que conhecemos a priori. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá.45. . da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. indiferentemente.Obsewuçüo: Para o estado de. 11-266. desejamos verificar. por exemplo.45. Fio. Assim.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. 11-264. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. x 4. para a estrutura da Fig. 11-260. 11-21.09 = + 2. tmba.

i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. N 0 . N = NIXl + N A . senão vejamos Partindo da expressáo (U. Q = QIXI + Q2X2 .1 . finalmente.2: 6. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. 1 . 11-266 Como.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. o deslocamento da se$%om. evidentemente. valerá. para a obtenção de M. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp.y c] Fie. I deste volume. 11-257. a partir do estado de carregamento da Fip. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. 11-267. também. 11-267. 11-267. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura.expresso Fie. 11-287. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura.1. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve.) de temperatura Se a estrutura da Fig.14) e levando em conta que: M = MIXl .1 deste item.1. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. por ela provocado.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. . Podemos.Estado de ddomirSo IEnorqm: M.Caso de varia* + M2X2 . na direção A. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática.

3. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo. No. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. 11-270. 20 No caso de estnitura no espaço. hecido.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. para o sistema principal da Fig. substituir por (11-22). por exemplo. finalmente. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro.o método dss fo/ 231 No caso.yáo dástiEP da csflunira). 11-40 . então. Calculemos. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim.a partk dos quais temos. Q . temos. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura.N.268. a rotação da tangente à elastica mo e No. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. Ex. 11-19). calcular defomações em estrutu.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. Ex.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior.16). Escolhendo o sistema principal da Fig. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform.Hipmiática . os diagramas . em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura.2 e 11. I em A. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. 11-24): A expressão (11-16) nos permite.Le do cap I. 268. *' I F i i 11-269 . os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. 11-268. seus valores serão nulos e ficamos. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. a partir da expressão (11. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. 11-41 .

com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) .@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. para a q u d queremos calcular. C . O ) Fip. N..2 e 11-272. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos.1. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. por exem$10. submetida aos recalques de apoio indicados. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: ..4 m de altura.3 A scção central sobe. de 0 9 8 m . provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig..lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.113 execução.. 6 um retângulo de O. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. pico. constante.000002 rad O ..1. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. 11-271.14) para a expressiio (11-15).. 11-42 . 11-273. Ex. para a obtençáo de M). então. temos.o e 6 1 6.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. no item 6.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. 11-272. o deslocamento da seção m na direçzo A .A - Fig. N O . então. então. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.3. indicados em 11-272. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. obtemos.2 deste t6. . 11-2732. 11-273. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de .Ciso de reealqws & apoio 6= 0.1 .

0175 m = 1. obtendo. para o quadro da Fig. 11.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. . Mo. o deslocaNa expressa0 (11-19). que . ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. dos apoios A e B. Calculando. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. 11-274. N. então. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). Caso tenhamos uma estmtura nb espaço.Calcular. Fig. Assi.75 cm (para baixo).2. tomad o na estrutura hiperestática. Podemos.271. se referem a um sistema principal isost6tico e M. em seu cálculo.e do cap. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. . Ex 11-43. para o caso de estruturas espaciais. indicados na Fig.' . por exemplo. provocado pelos recalques. substituir por 01-23).Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. 11-44 .1) podemos escrever. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. (11-13).W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . 11-272. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. a partir da expressão (11-19). sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. (11-16) e (IE19) se transformarão. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. imediatamente. já são conhecidas (V. Ex. também. em: Fip. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. as simplificações mencionadas no item 1. Ro. podem -ser feitas. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. No. respectivamente. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . aquele devido ao momento torçor. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. a partir de (11-18). 6 = 0. as expressões (11-12). devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação.

280 + de 7.C Fig.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.7 - 18.4 c*- d C b ---C t L+ Fig. Todas as barras têm mesma indrcia. .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 11.001 rad.279 . 11-281. 7 .a m + d m . w I Fig. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .Pmbiemas pmpoatos 7. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). aplicada emM.do&&foimi*k.3 .s = 9. 6 = 0. + . dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.pmmto. de inércia constante. 6 7.Enido & sri. 11.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. que possui inkrcia constante. 11-280.278. Fig. 11-278 H.9 . 11.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. da Fig.5 . E n E i -inFig.Para o quadro.Para-a estrutura da Fig.1 .00099 ' - 0. 11. 11-277.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.276 . 11-279. b) calcular o valor da carga concentrada que.En. + 11.2 . 11-275 . 7.

definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. 7. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. 11. 11-282 7. h. respectivamente. 11. segundo a altura h.s m (altura da seção reta).9 .Hiped6tics .6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia.10'. r.283.284 .7 .Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig.W = 104 tm2.Uma viga de seção constante. 11. a. Fip 11-282 7. J. = 2 . 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. 11-283 Fig. 11-282. Determinar as rea' @s de apoio.o método da9 fo- 239 7. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. 111 -- &2t . A . nos bordos superior e inferior. é submetida a uma variação térmica linear. Dados: E. Sendo dados = 10-5/oC. Fip. h = 0. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. rotulada em A e engastada em E.As fibras superiores da grelha da Fig.8 . S.284 provocado por: a) carregamento indicado.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. AB=BC=6m Fip.

tracionando as fibras externas ? . o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. de cima para baixo. 104 tm2 = @ : . Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. I . 11-291 durante a montagem para que. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. 7.1. 11.r .O apoio B da estrutura da Fig.12 .288. Dados: JA = JD = Jcomp. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp. sendo Jm = J. 11-286.289. quando atuar o carregamento indicado. para o quadro da Fig. 11-286 7. i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. JCOSP Fig.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. 7. Admitir que a barra @ tenha inércia constante.15 Fig.240 Cuno de wáiisc estrutural 7.11 . sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7.Idem. 11-289 J = J mmp. São dados: Jm Barra curva: -.13 .~ 911-290 . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1.14 . Ucomp.16 7. - . 11-287 sofre um recalque de 1 cm. 11. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. 1..

m+- b 7. de dilataçxo: a 0 Fio. 1 1 .17 .18 . * - ' - L . Fia. 7.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.21 Fia. 11-291 . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . para o quadro da Fig. cujas barras têm E =2.Idem. --f-'"-f- 7. que tem F J I GJt 723 .Resolver a grelha da Fig.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. submetida a um cai.+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. 11-294. 11-292 +. 11-296. 11-299. l - ]+6fiLJ 7. cujas barras têm inkrcia constante. .22 . obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig.Idem. 11-298 .2 q . Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. para a grelha da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas.24 . ga balczo semicircular da Fig.295 7. n-293. 11-298.204 720 . 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. CJ.19 . = 104 tm 2 7. 11. 11-295.'i %*. 11.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ.

para o quadro da Fig. 11-300. 11-301 73 . 7.Obter para a viga da Fig.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. 11.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .302. que tem rigidez EJ = 10 tm2.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB. para o quadro duplamente simémw da Fig.Idem. Fip. 11-300' + 7. para o quadro da Fig. 11-303 Fip.28 . São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .27 - Idem. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.Idem.25 . i Y= Fig.0 .Calcular a compressão atuante na barra EF.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . s = to-> m2 . iI-303. Q I Fip. 11-301 . 11-299 7.I ! 7.

32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . Os carregamentos. F . de cima para baixo. 11-307. i g 11-308 7.Empregando o artifício do grupo de incógnitas.34 . ü-309.Idem.yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. . 0 .que tem W = 2. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.1 x lo4 tm2. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. indicados esquematicamente. Ir-308. .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. da F ~ R1 . de inércia c o n i tante.31 . para as estruturas (grelhas) da Fig.1 3 6 7.

11313 +.As fibras superiores da greba da Fig. I Fip. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . 11-310.39 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem.ri 4 7. 11-311 .5 m de altura. 11-309 3m ?L I 7.35 -+ Fip. 11-312. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. para o quadro da Fig. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7.38 . G J I = 104tmZ . Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 4 1 .36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. $tlm Dados: Barra horizontal: - . obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 11-315.7. 11. cujas barras t h inércia constante.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.37 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. a = IO-~/OC ttttttt* 7. Fig. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. que tem inércia mnstante. 11-311.313.

cotando-as nas seções indicadas. 11. que variação de durante a montagem. 11-322. sejam nulos os momentos fletores em B e C. 11-321. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores.Calcular. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. 11-319 Fig.43 .Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig.322 -+h-+ 7. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. i .. para o quadro de inércia constante da Fig. até foram tabeladas par Georg Anger. 4 .l i i +.*.48 Fig.ticulado = 103 i.Resolver a viga armada isostática da Fig. e de momento fletor na seção 1. 11-318.3 19 e 11-320 que têm inercia constante.318 7. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC. 11-316 W = lo4 tni.o método das forfs9 251 Fig. para que. 11-324.46 . A F aII Fim. para o sistema pênsil da Fig. . ~ o m 4 vãos. 6m-i(L6m Fip. )viga I II B ----. 11323 - Para a estrutura da Fig. para a viga armada da Fig.f. ambos. comprimento deve ser dada A barra O?. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. . Dado: a = 10-5/uC. 11-321 4 +s. traçar o DMF Fig. as linhas de influência de esforço normal na barra U:. 11-323. 11.4 Fie.. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11.. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. valendo.45 . para as vigas das Figs.-. 4m t 3 m * 3 m + 7.47 . com a atuação do carregamento indicado. (S = muito pequeno. 11-317. 3 cm. L i 7.250 7. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES).42 . .44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . de cinia para baixo.i - L I u . . 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante.e as barras do reticulado tém /:S = .Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. Traçar. .41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7.

Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 4 1 112 11-326 .Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste.Calcular o deslocamento vertid.Empregando o teorema de Menabrea. que têm rigidez E% .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.50 . . 11.o método das fotrutura da Fig.2Jc 7. sob a carga P para as vi.313. de cima para baixo.51 . para . 7. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.2 13 4 7. 253 da es- .327.54 .Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .55 . atuando em A. 11-288. 7. 1 . 11. 11-326e 11.52 .49 o quadro da Fig. 1 I 8 Fip.293.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig. 7. 2 13 7 . 1. E + A + * + 112 2 Fie. 11. 11-325.283.53 . que teni EJ = 104 trn2. gas das Figs.Ic 10 Jc Jmax 7. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig.

ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.EJat (traciona fibras superiores) h .86t.5 7.T Hipaesiítiea .6 2 .7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = .ql 3 - Tração de 3.4 7. Barra BD: +6.75t.. Barra AD: +6. Barra BC:-8.5t.38t Esforços normais: Barra AB: -4.ESt.o método h i o q 7.

I I I 7.16 7.298 qR1 715 7.Encurtamento de 4.Momento torçor: 0.17 .19 .73mm Reações nulas .Momento fletor: qRZ.Tração de 4.151 . r-o .

Curso de anáíise estrutural mprrststia .o &todo das forças 7.2. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .63t 73 .0 .29 - Diagrama nulo 73 . apenas.2 .Indicaremos.

7.43 - Encurtamento de 6.4 em .260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.

v.' Curso de anais estrutural f6prestádca .o metodo das fo- .

sobre a viga CD. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. como apoiada em A e engastada em B. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. 111-4 1 portanto. a viga funcionará. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. I Fip. Para conhecermos esta constante de mola. 111-2. da. um apoio elástico. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. 111-3. para a viga AB. 111-4. o da Fig. uma reação-momento M. portanto. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. esta viga funcionará como biapoiada. Se tivermos. em B. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. dizer que o ponto B da viga CD é. aparecendo nele.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. a viga AB da Fig. 111-1. 111-5. pois K = . uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. 111-2 A móla fica defmida. ~7 Fip. então. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. 111. Estamos. então. se deformará. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. então. agora. pois estamos no regime elástico). numericamente. dita constarite de mola. Agindo uma carga P sobre AB.2) Fip. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . devido à rigidez infinita da parede @ . finalmente. A seção B da viga náo poderá @ar. pois.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. neste ponto. a O esquema estrutural da viga AB é. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. o da Fig. . Temos.-M (111. Podemos. pela constante k. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6.1 . sob a ação de F. sob a ação da carga recebi. associada a uma rotação 8.1 Seja.

por analogia com o caso anterior. Dandese h estrutura. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. 111-6. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. pois. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.2 111.1. uma deformaça0 6 = -). nas aplicações usuais. uma força F e.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . no estado de deformação.Para a estrutura da Fig.2. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. 111-6. no cálculo dos EJc 6 .6. Basta.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que.k .3 (que fun- Como. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. = 104 tm2 . respectivamente. ld tlm. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. Por exemplo. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. acrescentar aos termos atd aqui considerados. K b) deslocamento vertical de C.3 . c) rotação da tangente A elástica em A. A aplicação seguinte esclarecerá.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I .6. que tem El 1.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . 111-7.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. no estado de carregamento. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. no k a t a d o de carregamento. F uma força F (ou seja. 111-6. estas molas terão. 1 1 1 8 qM 111. para cálculo de deformações em estruturas.1 111-6. ou seja. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. Ex 111-i. Fia.

111. 6 = - 18. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. As aplicaçtks seguintes esclarecerão.26. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.9. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. A B n C A - Fig. k = 10 tlm - - p@ 4 " '.33 + 12. também. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . temos: i 2.8.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. Equação de compatibilidade: . resolvido. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J .5mt 111. 111-9.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.9 1. São dados: 4 = lo5 tm2 . temos: . E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. K = 104mt/rad . ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. 111-10. M = imt F = 1/47 Fia.83 X1 = O .1 Fig.

x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.1 u = lo-S/oc . 181-14 Observação: A partir das expresses (111. no caso. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. IU-3 . 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. 111-19-1.l rn 111. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0.2) sabemos. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 . São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.19.1) e (111. Hiperestático: X1 = 2. da viga-balcHo da Fig.Resolver a grelha da Fig.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Sistema principal e hiperutático Ex. Hiperestático X1 = 0.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2. 1 Wc611= 2 x 3. 111.05 2 Diagramas no sistema principal 6. Diagramas fmais Fio.62 6. Ex. 1 14 . 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A.Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio. S%odados: 5.18 Fip.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario).

então. ser considerados contínuos.a do exemplo 11. igual a ky. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig. membro a membro. para o funcionamento da estrutura como grelha.. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo)..= .introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .I( .-I . HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.as cujos apoios elásti.. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. --. num apoio elástico c o n t i n u o para elas).#. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio..-%. com rigidez H .2 r o s O ) d o + .--Irt-- =z Fig. temos: I.15 do cap. 11. temos. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que.20 3. 111-20. Ann Arbor..0.1 . para atuação de X1 = 1: . "'Z I. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. Deslocamento vertical de A: - .=ontfnuo tenha inbrcia constante'. em cada se. q (xl 2. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. ção..2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico .. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.. de. .20 + 2. 111. possam. v. em relação a x: 6. com precisão satisfatória. I Fig.14 Xl 6 . vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.-- . exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga.35 . rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M.~. Hiperestático X1 = 9. Temos. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 .X~ A = O 2 vezes derivada.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. . 111-19. Equação de compatibilidade 5. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec..

I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. a partir de cuja solução. entzo. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. obtemos. dados por: k -4EJ 4 Fip.I _ dx2 1 Derivando. obtemos: ~ ( x = dr = . No caso de inércia & = . empregaremos o princípio da superposição de efeitos.h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. dada por 4y =o.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - . ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante.1 . conforme veremos nos próximos itens deste tópico.~ e . . submetida h carga P aplicada em O. sendo assim.21. y(x). Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ .Vigas de mmpnmento infinito I 2. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que. Levando em conta que y ( . com o que ficamos com: I I I .) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).2. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. 111. cuja soiução 6: será. no caso: que 0. devemos ter m riável. temos. devido 2 simetria existente. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. devemos ter C1 = C2 = 0. 111.21. a partir de (111-5). levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo.

obtemos.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). da condição: ~ ( 0 = 0. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. ~ ( x ) .M(x) e Q(x) se encontram na Fig. válidas somente para x Po ritivo. a introdução das ~ s funções A(Xx). Permite a simplificação das equações (111.~ No ponto de aplicaçao . d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas. cotn o que obtemos. B(Xx).12) a partir da qual. sabemos tambhm que: Q (O+) = . 6 As expresròer (111. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro. 111. que C3 = C4 . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário).h x (cos xx + sen X X ) (111.da carga P(x= O). de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.17) (111-18) .P/2 5 . simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e . ~uperposifão de efeitos. (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 . para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo.' x - Devido à simetria existente. CfXx) e D(Xx). temos 5 Estamos. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos.22. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.2 EJ dx2 h2c3 e . então. finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = .e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas.sen X X ) A I Q(x) = . a partir da? equaçõcs dcduzidas..13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx .

la é k = 4 x l d tlm2. . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . as funçer' Afix). então.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . 111-23. imediato. com o auxílio da tabela XVIII. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. B(Ax).Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. 111-5 .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. Ex.

-A .Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . a partir do quadro de valores a seguir. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M . que: = .2 quando.1.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. 111-26 .. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . Assim. a ten8endo para zero. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y .2 . aplicada na origem 0. levando em wnta (II1-21).M A A /Axl dr3. temos. o produto Pa tender para Mo.respectivamente. (111-17) e (111-18). temos. 111-24. empregando o principio da superposição de efeitos.2xBfix) I = Mo x2 --. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada.-. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -. 5 22. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'.A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). empregando o principio da superposiçZo de %. Fip.

levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX).27 Partindo do esquema da Fig. 111-26.e-Ab cos u) Podemos. Em particular.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. Empregando o principio da superposição de efeitos. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. os gráficos indicados na Fi& 111-25. nI-27. obtidos levando em conta que. então.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. que: V Fia. obtemos: . teremos: 22. temos. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.e-Ab cos .l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. devido à anti-simetria da solicitação. 111.e-Ao COS h=) + (1 . escrever que: +m h ) ] = $ [(i . MC e QC . as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. entHo. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. para O cáiculo de Vc.(e-'' 2k cos xu .b) Podemos.3 . os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. entzo. respectivamente. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB.

Seja a viga semi-infbita da Fig. a partir das expressões (111-21) a (11124). Iii-29. poderemos escrever que: . submetida ao carregamento indicado. evidentemente. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. que desejamos resolver. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. da Fig. por exemplo. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos.. .1.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. -V 2. Para o caso. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. MC e QC. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será.3. QC . 111-28..

Caso tivéssemos MA = QA = O . que não estaria. 111-29.[ I + C 2(Ao). 111-29. submetida ao carregamento indicado. em AW. isti. empregando-se o principio da superposição de efeitos. Temos. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig.1 residiria na existência. 111-29. 111. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A.2. se conseguirmos fazer desaparecer . atuantes em Aeq. o momento fletor atuante sob a carga si dado.MA e QA para a viga infinita da Fig. Ex. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. a - ou *a: P M E = .3. 111-29. no caso. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig.2. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. OD . a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P.1.. então.Resolver a viga semi-infinita da Fig. IIM2 submetida ao carregamento indicado. em A. assim.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2.6 Para a viga semi-infinita da Fig. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. 111. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). por: P ser8 Asim. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA.2 deste tópim). trabaihando.31. em A.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. 111-30.2.

111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. a solução do problema. 111-34. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. iII-8 . para o ponto A. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. ) . Sendo assim. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). Ex. y =M = O .=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig.1. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. para a determinação de Po e Mo.) - i.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m .2. no caso. U1-34. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. 111. acrescido das cargas Po e Mo. aplicadas em Aesq. . ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. apenas. obtemos.2. na viga infinita. submetida ao carregamento indicado nesta figura. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita.Resolver a viga semi-infinita da Fig. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. válida para x O.//.3. sendo YA e M . submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. obtendo-se. d e fmidas em (IU-43) e (11141.2 . 2.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno.35 submetida ao Carregamento indicado. suporemos P aplicado em Adir. 111-33. 111-34. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. o deslo-ento . 111-34. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento.

-. 233 .>"m#s. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ).fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.ciM A A .35 I V Fio. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. = 1P = O. obtemos. a soluç%o do problema. então..2. levando em conta que.e. 111.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada.38 Suporemos o momento Po e Mo. - I U . enião.. No caso. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.38. obtemos: Assim sendo. para a viga infinita da.. 1II-36. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23.3. válida para x > O.. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.S./3& * Fig. A !"t=*s.a viga infuiita da Fig..1 será a da viga infinita da Fig. obtendo-se: E% nI-9. para .. . obtendo-se. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig.%n/ . I obtemos. Fig. a partir de (11145) e (111. Por analogia com os c h s antdores. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando.46): - .~w1 . 111.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso.Para a viga semi-infinita da Fig.. 111. em conta que. submetida ao carregamento indicado. I . 111-37.1 e 2. . 4 2 - OD ---r. 111-37. . os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita.3. =..

as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . p l s primeira vez. 1938. desde que acrescentemos. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. para esta ultima. IIM1. analogamente ao caso da viga semi-infinita. na resolução de urna viga infinita. que apresentaremos a seguir. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. levando em wnta que devemos ter. no entanto. IIMI. Fio llC40 Fk. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita.4.~ t i m apoios dásticoa . lIU1 i" -7~ - . obteremos os valores de PoA. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . então QA MA.28 (Aa) D &a) ] 2. Seja. as cargas PoAr . nas seç&s A e B.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. Pog. Resolvido o sistema anterior. submetida ao carregamento indicado. e MoB . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. 11140. a parür do e i quema da Fig. w m isto. 111-39. par exemplo. por M.de cbmprimento i . na viga infinita. tais que façam com que apareçam. Daí. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. "F . Este pmcerso foi apresentado.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig.A (Xa) CIAa) . dado. nas seções A e B da viga infinita.uoA . i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. Bulirn. Sendo.1 . P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. MoA. da Fig. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . ao carregamento atuante.-! t _ - I *v P o ~?A . Procedimento lançado por Hetenyi. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser.

h e t n è ò m Impondo.subme& da ao carregamento indi~ado.2 (carregamento anti-sim6trico). O I( r A soluçtío do sistema nos fornece.1 (carregamento sim&rico) e 11143. . II143.(M). e .e e 4. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P . as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. M = Q = O em A e E.2. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. respectivamente.2 (carregamento anti-sim& trico). temos. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. as duas cargas .nocm de valores negativas. as duas cargas concentradas. i 11143. seus sentidos sertío os h . a partir dafunçtío E. chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. a partir da funçso E. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. a) C ~ M t i . III42. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P.1. rmpeetivamente.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. ao caso da F i i 11143. ~ a aplicar no caso da Fig. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. temos. agora. -dicados na Fig. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. as mdiçóes de contorno. adotunor cvmo carregamento uma única .& : . sendo sim6tricas as cargas . 11143. 11143. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A.l.

defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele .M:. (111-51) e (111. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo. Concluindo.2 e 11145. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. submetidas.2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. cargas Os valores de $. 1114. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .2 e 1114. as duas cargas de sentidos opostos de PD). respectivamente. Assim. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. y = M =O. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs.2.3 submetidas respectivamente.4. agora. e das : e @ no segundo caco.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs.1. y = M = 0. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso.4. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. 11145. carregamento.2. e que são y = V = O).) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. acrescidas das cargas para o I? caso. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o . as duas cargas de mesmo sentido de P/2).3 . caso. MA. 1114. em A e B. eM : estão definidos nas express6es (11148).1.4. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores.52).(Valores positivos de P : 11143. e das cargas % e @ no 2? m . a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. (11149). em A e b'.3.

o principio de superposiçáo de efeitos. s t e remos a parcela simétrica a estudar. vêm: e = 0. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. 111. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. entáo. bordos lines da Fig.! NO . conforme 6 o caso da viga da Fig 11148.47 submetida ao cmeda gamento indicado.94P Nestas expressões. sua resoluç%o. mmo X l = I. a partir do que vimos no inicio do item 2. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam.Exemplo de aplicaçãa Ex. 4.1.4. 111-48 . respectivamente. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig. e n m .4 . III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita.4. na viga infinita. entretanto. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). levando em conta que . 111-46. v2 Empngsndo.1 deste t6piw. que. A resolução da viga íinita dada será. obtemos: 2. será a da viga infinita A = P . sidtricas. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. de . como o carregamento atuante já C simétrico.D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . QS a) V I .. I l ~ 6 No casv. submetida. dados por / 2 1 Fig. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada.X 1 .

e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.2 '2 < > Para o primeiro grupo. sendo tamdation Analyrb and Durgn". res (sugeridos por Hetényi). de bases elásticas 'com constante de mola variável. em que b. se. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. 0 .. que resolverá o problema. que sua deformada é uma linha reta. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. o problema está resolvido. então. ficar com os primeiros valo. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga.. para as vigas do terceiro grupo. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. para cada caso. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. que será determinado levando em conta que . tais como os casos de vigas de inércia variável.60 e 5. por exemplo. dentro da teoria apresentada neste item.2. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). do ponto de visfa estático. Determinado o valor de M. .1. podemos desprezar por completoafle xáo danga. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. podemos dizer que A ( A I / . o segundo grupo. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). é o que está feito na tabela XIX. 11148.': 11149. preferimos. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. \ . já citado neste tópiw. Hetinyi.1 Fig. entZo. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . consideraremos. pode ser obtida a partir dos valores de c. 11149 Sabemos. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. . p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. Por procedimento inteiramente anaogo. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. onde fornecemos. . t + 3. considerandea como infinitamente rígida. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. tPf U. 11149. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. Finahiente. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. ao se estudar um de seus bordos. McGraw HiU 111. a viga como semi-infdta). estudo de problemas mais wmplexos. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que.2. f . vigas deste grupo devem ser. A A 1.4.2 i . estudadas com todo o rigor." d) Em função do valor do produto ( A I).Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. senZo vejamos: Seja. entretanto. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. a partir do esquema da Fig. pois. relativos a vigas sobre base elástica. D (AI). Posta e torção. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . dada por k = c b. a constante de mola k do meio elástico. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C.. de ocorrência de flexão com.49. 11149. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. os valores 0.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

310 3.11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .

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