curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes.. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. Na apresentação deste Curso. >-.-32E. a partir deles. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. Pois.objetivo final de nossos esforços. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.0 de abril de 1974 . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. idéia esta que cresceu com..I .&.g.: h O r!. ~ .f<. 1 . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. o estudo de alguns tópicos especiais.i.:: -&&c\+\ . sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . A.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0.. .S. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. José Carlos Susekind .2Direitos excluiivor . de edi*. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes.. 1 I:. . . . que se vèm deparando com o mesmo problema.- . j? da Edftom Globo S.r c . --. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. . .- . 1. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro.. . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. Domicio Falcão Moreira e Silva. incluiremos também. \ ~ ~ $ C . ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda..- 7 . :: C~!L. Nestes últimos..

3 1.Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .4.Sumario CAPITULO I . 2 . dos amios 55 2 .Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.F6rmula de Mohr 3 .3 .Hiperestaticidade externa 104 1.2 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2.23 1.1 I..O mbtodo das forças 106 .Teorema de Betti 78 4.Hiperestaticidade interna 104 1.4 . 1.2 .2 1.Teoremas de Castigliano 80 4.Processo de Mohr 57 .4.Aplicações 105 - .3 1.& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .1 1.Teorema de Mêxwell 79 .3 4.3.4.2.2 .4 1.Processo de Williot .2.1 4.? I.2.1 1.2.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .Hiperestaticidade total 104 1.Teoremas complementares 78 .1 .Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.4 .Cálculo de deformaçües em treliças planas .4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .Cálculc de deformações em vigas retas .

3 7 8 - Verificação de .3 2.4 Apoios 2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .Caso de recalques de apoio 233 6.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .Vigas semi-infinitas 2.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.4 2.3 1.Caso de bordos engastados 299 .Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .Viga finita .Roteiro de cálculo 206 4.Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .1 1.5.Caso de bordos livres 294 .O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .1 2.2.4.5.1 ' .2 Obse~a$õcs109 .Caso de carregamento externo 222 6.1.1.áo i s grelhas 172 .2 .Caso de variação de temperatura 228 .1 1.Vigas de comprimento infinito 274 .Exemplo de aplicação 3M) .4. ..4.Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .2 2.2.As bases d o método 106 .O teorema 6 .5.Artifício do arranio de careas 153 - .1 4.5.5.5 3 4 .1 222 2.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .3 22.3 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .4 7.2.Definição dos apoios elásticos 264 .Roteiro p..2 2.3 2.Caso de bordos articulados 298 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .2 .2.2 1.4 2.2 2.Aplicai.4.Introdução 272 .Aplicações 113 .1.4 elásticos discretos 264 .3 2.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .Observações 301 287 .1 6.5 .ara o niétodo das forças 112 .Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Problemas propostos 236 .Processo de Hetenyi 294 .Base teórica do método de resolução 203 4.

neste caso. e as estruturas sobre apoios elásticos. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. os processos particulares de Mohr e Williot. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. sendo apresentados. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. variação de temperatura. para os quais apresentamos.Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. devido A sua grande incidência na prática. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). sendo abordadas. Ainda neste capítulo. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. que é o método das forças. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. quais sejam: carregamento externo. Enfase especial mereceram. a seguir. os casos de vigas e treliças. . foi subdividido em três capftulos. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. Finalmente. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática).

com suas sugestões e estimulo. isto é. . 1-1. queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. entáo. dado nestas condicões. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. Tratemos. como uma entidade puramente matemática. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . e aos demais amigos que. para haver deslocamento real do ponto. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. colaboraram na preparação deste trabalho. pois preserva. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. (isto é. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. estudando o seguinte caso: -O P . que.Na oportunidade. . Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. pelo trabalho de revisão deste volume. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. conforme indica a Fig. = O). então. Dizemos.). isto é. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real.1 i . I A pariir destas consideraçóes. Rio de Janeiro. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. este deslocamento . 6 nulo . pois.yn*o. 6 =O. submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula.

a metodologia utilizada pelo prof.'.2 . deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. a partir deste principio.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. Bastou. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. por nos parecer a ideal. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. então. portanto. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". não o fizemos. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. 1-2. neste trabalho. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. imediatamente.Mds . : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. a Fig. que atingiu sua configuração de equilíbrio. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. 6 evidente que duas seções vizinhas. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. Ads= Nds . G módulo de elasticidade transversal. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). devida a M). o que está feito nos itens a seguir. cujo valor varia com o tipo de seçao. para fms de raciocínio. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. 1. para os teoremas dos trabalhos virtuais. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. Como. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . agora. Q nelas atuantes. ao qual chamaremos o : Seja. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. e são dados por: d. podemos. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. apbs a . distantes de ds. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos.# sendo = . sob o ponto de vista matemático. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. didaticamente falando. 1-2 Fig. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . coeficiente de redução. Em se tratando de um corpo elástico. também. 1-2. Fig. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. onde a configuraçáo da estrutura. E3. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. por ser nosso objetivo aPre. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. b) Diversos livros. devido a Q). para este mesmo ponto. ela se deformará devido a estas cargas. adotamos.2 deste capitulo. devido a N). para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. submetida ao carregamento indicado.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais.N.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert.

para as seções mais usuais. Por esta rafio. desprezada em presença das demais. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. pois. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. 1-2 as deformações. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig. a) Chegand*se à expressão final. no caso: Wint = @dP + I I 1. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. só temos Jt para algumas seçóes especiais. respectivamente. Ele é. instituída por Mohr. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. forma inteiramente análoga. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos.variação de temperatura . pois. para as seções mais gerais. funqão da deformação a calcular e pode ser.f. barras de treliça.movimentos (recalques) de apoios . de.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . trabalhos virtuais. escoras. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. anéis circulares. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). nos próximos. e sob os deslocamentos virtuais impostos. . para fm de cáiculo dos . levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. Teremos. o que está feito na tabela I. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. as outras serão analisadas. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. podemos acrescentar as Seguintes informações. noscasos de arcos. o cálculo de. sob forma mais geral. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. ou. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e.) . na tabela XVI.modificações impostas na montagem Neste item. estudamos a primeira das causas. 1-2 quando descarregada. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. usualmente. etc. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. Desta maneira. comodamente.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. estado de carregamento e estado de deformação. tirantes.A parcela pode ser. que se deseja calcular. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). verificamos que. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. ~ d h . elas são denominadas. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. é resolvido pela expressão (Ll). à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. (E evidente que não o podemos fazer. tabelado para OS Casos práticos usuais. então. Apliquemos. pilares esbeltos e peças protendidas em geral.carregamento exterior .Também com erro tolerável. =. tais como círculos. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). então.

Em se tratando de quadro plano. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. I-I . C = I2l D a) Da tabela I. - . teremos: 5.1 da Fig. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. " 3.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. tabela 11). f ) Conforme veremos mais adiante. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.2. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura.Calcular o deslocamento horizontal de D. enfretanto. obtemos o estado de carregamento da fig. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. É o que fmmos no caso e. que trabalha fundamentalmente à flexão. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. para o quadro 1. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. ocorre para as estruturas usuais). com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. evidentemente. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. Quando atuar o carregamento. este eixo se modificará. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa.TABELA I .de 2 barras i e j 4.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. de fato. 14. portanto.Apiiqóes imediatas Ex. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es.

indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. a expressão se simplifica para I EJ6 = b .M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. ) tracionarem Fip. podemos escolher livremente. nesta escoiha. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. para cada barra. nas barras @ e @ .88mm. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. 1-7. para a estmtura da Fig. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. para a direita de D. 7. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . (E evidente que devemos nos guiar. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. 1. portanto. Sendo seu sinal negativo.M = O. temos: EJ6 = Temos: Como. para a barra Q .Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip.

) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . 1-10.) 6 = 7.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. 1-13.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. vem: Seja o quadro da Fig. cujas barras têm r ) .875 x 10. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.) (Caso de constante.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .

vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. a partir do qual se obtdm. qualquer e pela ordenada. para estruturas compostas .por barras retas: Conforme a tabela I. na posição de seu ientro de gravidade. lida no diagrama retilíneo. somados para todas as barras das estruturas. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc . chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras).em relação a0 eixo y. A título de apiicaçZo imediata. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. Ficamos. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. O caso geral será. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. entáo. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. portanto. 1-14: Fig. A partir dela. temos: momento eststico da rea . o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). imediatamente. 1-16 .pela área d o diagrama s des?j& que. nos darão o valar EJc 6. conforme indica a Fig. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer.Da Geometria das Massas. Temos.

b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i .Cuiso de análise estrutural I . evidentemente. como casos particulares deste. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . . Chamando-se I'Je = I : . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem.

1-17.5mt Fig..Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. - L . 1-18 b) EEtado de deformação it. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.Para barra @ 4m A Fig. 1-17 Ç 3m. empregando a tabela 11: .16 . Dado: EJ. > .m I . para a estrutura da Fig. .3 . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0.2. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1.

1.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. e este caso está tabelado. EJ =-'t . H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) .18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.. que tem EJ = 104 tm2. Fip.5 x 104t. 1-23.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. . 1-20. 8 = 1. entretanto.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.4 x 104 rad (O sentido correto é.) Ex. não o fizemos. 1-5'.2. igual ao dobro de cada uma delas L . constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. pois o anti-horário. I' Devido à simetria existente.) Observação: No caso deste exemplo. 1-21 h . 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. Ex. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). : . 1-6 . São dados: 1" -.

13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.66 6 A = -3.20 (devido i simetria).66 = - . M = lmt M.62.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. : 2 .lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.yN= Q=O. Temos. pois este não tem existéncia física real. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-26. que 6 livre à deformação). 1-24 & Fig.

a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. ES = 104t. temos: ) Ex. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. cujas barras têm.2 4 2 fl t (-2 . I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. vem: = . 1.f l ) = 6' Igualando. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior.= cm) Igualando. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. obtemos: 6 = ' 0. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . I-8 . bana ES 6A = X ( N S Ib. a 3m Fig.Para a treliça da Fig.28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. quando atuar o carregamento. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . todas. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (.74 cm m= \rr . o pontoA fique no mesmo nível de B.6 A ) para que. 1-28.

74 em superior ao seu comprimento teórico. Dai vem: Jm cos V sendo I.= dr Jm cos P ' Jm '. inércia constante igual a J . com um comprimento 0. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i .sendo JM = 2 Jc .. f- Temos.1 . 1. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. conforme 14.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. e não ao longo do comprimento da barra curva).jC d :1 COS ' 4 ". Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P . 1-32. pois. Fig.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal.33 . a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças..2. como se a barra tivesse comprimento I.31): J cos V 4m I Fig.24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. m~. Ex 1-9 . e. 1-31 -. 1. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.I MMdx (1-4) Tudo se passará. 1.2. para fins de combinação dos diagramas.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.4. portanto.

O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85.35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . resumido na tabela 111. 1. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . Fi* 1. instituído por estes autores.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. I-. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig.4. do 2. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.37cm (a corda aumenta). apenas.2 . pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1.2. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável).inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).i .

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o o n g ..0's'uin~? o: .--"^' g E E C...a * q $a$ ""' 0 ?. 22- .o m n.3 3 E X S i i : C 1 "-.-n. '.+?IK~C ^q"7". 3 .% -' e" ? . 0 g m g o. o- --.-L- m*z -3 e 9 3 "*.? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% .-91%.h?. E ~ .z 8ZY "".! o . ~ 8 : s .. r- $ 23..* " - .. " .-- --- $. Y.D 0"' --"?--a O*" ..R? mm- .sgxnfir -8 i.r * .i- a.r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .3 * " " .5: :SE i z g E$? E...: -"." r.a.. 0 g.-n.".A : C =E.-".n r<u ." " -"..." 3 " 8 .a 0"- nc-n2z "W." - Ií. nn ^V* . Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --.s+ "" ~ 3 s e 5 : .n . .*0"- n D O z$"gz -.g 2 H! : --"22 0 ' :. n .iO1..? g s z $65 c R * -8D-">-" n.

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TABELA XIII -mni .h .

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Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111.in = e = 5 J.11 P= Fig.. E dado EJc = 2 x 104 tml. B Fig. Todas as banas são mísulas retas com /. obtemos: ... 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: .aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . 1-36.

) Tab.= 1.038 = -197.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.ol53 Tab. I tlm S 4 + + + + ) Tab.W8 = +4.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig. VI11 -3xlx9r3x0.l . al=o. 1-39 (mis.0.2.2 + 39. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra..r - 12~3~4. n = -.1 a) Estado de carregamento -.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.2 A . Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. definind-se Fig.0 x 1-11 . 6 =4.1. 1-39. IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = .& ' =- 1.4cm (o ponto A sobe). X 3mt A ai -0. 1-39.Z . .197. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.2 = -281. Para a barra a Fig. . 6 dado EJc = 104 tm2. 5 O.5~0.241 =+39. VI / a altura extrema por esta interseção.0 .s --= 3 m J~ Jm.126. al=o. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.098 - EX 3 x 3 ~ 4 .241 . 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.

A seção é retangular.4 . submetida ao carregamento indicado.4..5.46 im (para a esquerda) 1. O problema será.: 6 = 3. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111.2. reta assimétrica): . I r A i 4 1 Adotando EJc = 2.. com base de 40cm e altura variável conforme a figura.4 = 258 2 = 387. É dado: E = 2..x L ~ 12 .~ rad 3 2 3 387.1 x 106 x 0 . . 4 . I . ~ .4 x&= 6 .l x 106 t1m2.0 276. . 1-42 0121 Vem.3 . . I ' . e n t ~ o : E J ~ = 387. obtemos: Para a bana .. . Para a barra @ : (mís. = 7 x 104 tm*. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. i < . @ : 1. . pois. I'= 5 106 108 Y. 1-41 por integraçáo aproximada. teremos que calcular Fig.2. . .2.'. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. 1. temos: .0 18 Fig.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . . ' X = I. 1-42. 1o =0 .68 x 1 0 .Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. n = 0. Ex l-12.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. qdx sendo q = h@f --.

ds. dependendo d o grau de fissuraçá0..TABELA XVI . 143. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. 1. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. de modo que.3 . 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig.te) ds h Fig. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de . a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg .44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. I dp = a 6. Vemos então. Ao longo da altura das barras da estrutura. . t- h Fig. 1-44.h c r ~ t ds. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. no estado de deformação.

1. Suponhamos. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1.47 fletor no estado de carregamento e temos. - 3. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. Supondo as barras com seção constante. 146. quando dermos a todos os pontos da Fig. 1-48.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. . t .sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material." e:. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. . . e o esque ma da Fig. em relação ao dia da sua execução.. então. os indicados na Fig. para fm de raciocínio. teremos.s m de altura.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig.45 - O 1-13 .. levando em conta a expressáo 1-5. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento.. 148 Fíg. evidentemente.-"II +..O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te).0) O valor de 6 não 6. rg-+3O0C "--. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. temos: "O.

Calcular as defomaçCks seguintes. A + 4m -+' Fig. Temos: 1.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). Ex 1-14.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. 1-50. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará. de 6. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. a . 2.0) Deslocamento do ponto C na direção BC.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC.partir do estado de carregamento da Fig. carregamento de Fig.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. entxo. 1-53: N.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. 1-52 Devido à simetria. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios.58 cm. pois.para a direita. obtemos: A Fig. 149. 1-49 1.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . cujas barras têm seção retangulir de 0. ~ a partir do estado de. para a grelha de Fig.

dependendo apenas de seus pontos extremos. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. então.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A.m -+ . para o quadro de Fig.~ po conservativo. no sentido horário. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. L ~ as integrais . = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. estamos diante dc um cam .1 ..para a estrutura de Fig.3. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale. 1-57. Ficamos. ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . B. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. que o trabalho independe da trajetória.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. I . com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. tivesse os oontos A. então a n R t . da Mecinica Racional. a partir de 1. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . no caso). as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm . - Ora. 1-55.ado . para o qual sabemos. 1-16. 1-55 Temos.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.

o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P .4 . visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . Fie.) @ (encurtamento) = =. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig.~ / O C 1 ' r*. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. 1. 1-58.. 1-57 Fig. Fia. deformações vir. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC. Trabalho virtual das forças internas: nulo. ~ (-30) (-1 x . nela indicados. 1.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-60. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. para a estrutura de Fig.5 mm de encurtamento 1. então.61 Ir. 1. neste estado de carregamento. a partirde qual obtemos: Fig. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. teremos Fig. 1-59: Dado: ct = I O .

1-66.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. as defornações devidas somente ao carregamento e. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. devida "P=& EJ' Sabemos. a elástica. a seguir. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = .Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. da Resistência dos Materiais. evidentemente. de 2 cm. 1. calculando inicialmente. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. a partir das quais obtemos.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. . ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. que a rotação relativa flexão. 1-63. idealizado por Mohr. 1-20.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. Ex. 1 . as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. para a estrutura de Fig. iquelas devidas aos recalques.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. a partir das quais obtemos: Fig. 1-65.) Ex.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. pela expressão (I-I). na prática.Z R p (1-7). somando finalmente os dois resultados obtidos. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. expressão que resolve o problema. pela expressão (1-7). desemiolveremosnes t tópico um processo. então. de uma sb vez. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. sem e (O sentido arbitrado foi correto. devido ao carregmento atuante. 1-62. Aproveitando a simetria. obtemos P6 = .Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . que nos permite obter. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. a elástica de uma viga reta . 1-19.

em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. já que este apoio só impede deslocamento vertical. outro apoio extremo do 1P gênero. a titulo de explicação.uma rótula intermediária B existente na viga dada. 1-68. agora. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. 166 Por outro lado. Assim. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. $e A - Fig. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. este vínculo será. por exemplo. . teremos instituída a tabela XVII. b) Seja. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. então. então. um apoio intermediário do l'? gênero. resolvido.58 Curso de análise estrutural Resumindo. . então. este vinculo será. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. conforme indica a Fig. por definição à relação d9 para a curva - . sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. 1-69 a 1-71 esclarecem. Assim. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. 1-67. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). na viga conjugada. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . do Cálculo Intinitesimal. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. devemos ter em B.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. ünalmente.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). então. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig.referida a um sistema xy como o de Fig. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. vinculo.

u.I.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. o b t e m o s a EJ ... e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada. I"I.<I... carregada com E . ". ..60 L . brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.e... 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = .+n co. às vigas com inkrcia variável. .71 lI1lI. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2... uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada... nipi 1-70 n 1... mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. estável.h. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip. 1-69 . ãig. as funçóes q = EJ serão mais complexas. para uma viga dada hiperestática. v .c. P viga dada -N~~ ~ i g s .até.. apenas. 1-74 que tem EJ = 104 tm2...e. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio... Neste caso.~. Ex-1-21 . a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.IU.n. Tabela XVii . pois.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas.~. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.. como existe uma deformada real. submetidas a determinados recalques de apoio. .1 deste tópico).Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. . sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da.../I 6----7 .. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).. evidentemente.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas..

trechos BC e CD são parábolas do 3.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. ~ u I I 3.62 Curso de anáiise estrutural 2.O) Aspecto da elistica: Ex.0) Calcular a rotação da seção B. simétricas uma da outra e que concordam em C.O) Esboçar o aspecto da elástica. representada na própria Fig. 4. 1-22 .2mm Elástica = elástica pedida. 3.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E. Chamamos a ~ L I . 1-75. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10.O grau. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. onde indica!. Encontra-se esbqado na própria Fig. 1-74.6mm I I I p . Os valores extremos pedidos são: 1. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3. 3.Para a viga da Fig 1-75.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada . que tem EJ =103 tm2. enquanto que os. pedem-se: 1.

I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. 1-78. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. A condiçgo XY = O.Aspecto do d i i p m n a daaido. 1-76.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então.4 ~ . nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). para a viga conjugada. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. restando-nos calcular apenas seus aódulos.~ ~ 3 + 1 X-=16. no caso. que possui indrcia constante: Fig.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 . o da Fig. para a viga dada). bastando.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. (i Fio. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.1. 1-77. Ex 1-23. .78. 1-00 ~$ 4M h Fig.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1.78. 1-80.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. 1-77 . A E r 1-24 . . o que deve ~ ocorrer. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. que tem inércia constante. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. levando em con. 2.2 1 I I + 1-78. que MA = MB = O e QA = Qg = O. pois.1.1.3* conj 2 3. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.2. indicada na Fig. 1-79. que será a haste livre da Fig.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. 1 0 .~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 . 2.Smm 3 0 . 1-82. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. conhecer o valor de M para ficar determinado. 1-79 m q BA I I Fig. x O 0 E YE ="viga .1 " Fip. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica.3 rad (o sentido está indicado na figura.

: Ex.2. 1-83.8 A partir desse valor. "8' -- ~Q.E 1-25. podemos escrever.82. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). a partir da Fie. evidentemente. Já o apoio B. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. Passemos.1 F i g . já que y~ = O para a viga dada). o sentido i0 recalque 8). 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . Fig. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso.Para a viga da Fig. 1-26. 1.84 donde obtemos M = 4IL -. 1. 1-82. nos fornecerá: t i - B Fig. que tem vão / e rigidez EJ. 1-84. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. temos: .' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. O apoio do 1.2 1-82. 11 c. agora. 1-80.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. como sofre recalque. de vínculos. Imediatamente.2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. à viga conjugada. obter a rotação da tangen. * te à elástica em A. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. NO ponto B (viga dada). devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). de acordo com nossa tabela XVII de transformação . 1-81 . 1-84 ( MB deve ter.

P = 1 O problema está. então. Será.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. . submetida ao recalque vertical p em 6 .Obter 6EJp ) I' / 1 '. conforme verá o leitor no Vol.87 de vão 1 e rigidez EJ. com o esquema da Fig. portanto. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . 186 Viga conjugada c A 1 . por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . Dai obtemos: MA = M6 =--. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. indicado na Fig._ p . - . que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. Determinemos.im. 1-86 (EJ = constante).. então.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados.3+ 1 t E I C + O . MA = M6 (visto não existir cortante em 6. 1-28 . 1. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. A. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada.0 géneros também. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. / .. Ex.EJp I' F i a 1-87. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). P A:. para a viga da Fig. 0 engaste E . 1-86. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. EJ . . Ficamos. que tem rigidez EJ. i . Fie. resolvido. pondese as equações de equilíbrio. um apoio do 1. o carregamento 2 3 nos dá um binário. temos. 1-84 para' o qual. portanto. .. . yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn. 1-86. então. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . que deve ser absorvido em B. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t ... x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. 111 deste Curso.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. . 1-88. 1-85... constante j 7 M~ - *q Fig.

89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. 1. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. AB'Cé. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. Fig. Cada uma destas barras sofrerá. obtendo-se. 1-88. respectivamente. apresentaremos neste tópico. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. a partir dela. o esquema indicado na Fig. gada. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. L90. 1-90 que. A. no tópico 2 deste capítulo. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). em função do aforço normd Ninela atuante (proia. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. calcular a rotação da tangente à elástica em A.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. que se deslocará paralelamente a si própria. posição deformada final do n$ C da treliça. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). Temos. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. que sofrem recalques.(no caso. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . 1-88. 1-90: Inicialmente. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig.entãoodaFig. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. . Para a viga conju. 1-90. entxo. ag* ta.ado pelo carregamento indicado). às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. para O carregamento indicado. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . definidos na ~ i g . conforme indica a Fig. uma variação Ni li de comprimento Ai = . então. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. passando a ocupar a posição B'C.Para a estrutura do exemplo anterior.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. Permitindo. 1-89.

williot da treliça dada. é o que está feito na Fig. o-aue está rep. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). 1-90. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. durante estas rotaçóes.. em minúsculo. liot para chegarmos a cada novo ponto. apli. mais simplesmente. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % .do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. novamente. paralelamente a Bs. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. a rotação de qualquer barra será pequena. Assim. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. ~ ~ = 1 0 ~ t . calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. o b e oc)representam. no wiüiot da Fig. uma de cada vez. &ira ai Nj(t) li lml I ~. até se interceptarem.'esentado. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. Fig. 1-92 Devemos. calcularemos previamente alguma (s) deformação. . chamada diagrama de Wiliiot ou. B e C da treliça de Fig. todas e l a s .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. então. de modo que podemos considerar que. respectivamente. paralelamente a AC. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. coincidirá com o ponto a. Para ligamos. respectivamente. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. no caso.9 3 . o que é impraticável. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. os deslocamentos abSol~itos nós A. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). inicialmente. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. E r 1-30. 1-92. respectivamente. Introduundo-se esta simplificação.1 . durante a rotação de uma barra. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . Devido a suas diminuições de comprimento. da mesma forma.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. -. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. (No caso da Fig. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. o que esiá feito na tabela seguinte. marcamos 03 = n3. cujas barras possuem. que se interceptam em c. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . 1-91. as barras ACe BC pelo pino em C. No williot estas rotações estão simbolizadas.. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho.li/ES(mml I Os vetores ou. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob).O gcnero A).=N.

1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras.6 mm. 13. 1 2 ~mm e 12 mm. A2=A3=-12 J?lmm.74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. 1-96.. 3 6. então: A1=A4=-12 mm. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. . Fig. dados em diieção. C . devidas A variação de temperatura..9 mm. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. .. . sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. ob. respectivamente. passando a ocupar a posição B: . 1. 0. B.5 mm. oh do williot. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. oc.4 mm..5li valendo. . 1-31 . 4. sentido e módulo pelos vetores ou. 1-94.2 mm. igual a 10. + -* + + dos em direção. 5 1-32 .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig.l mm. A5=A6=-6amm A partir desses valores. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. . pelo williot da Fig. obtemos. . 1-95. 7. 1-94. valendo estes mbduios.5/0C. H da treliça sáo da. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. e 3. mádulo e sentido pelos vetores oc.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.

24 cm.2 mm 2 . cujas barras tèm. 1-98 A Fig. oc.97.Ii Neste caso. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). A P~~ Fig. 41 = 77. I-33.41 cm e 2. 1-97 .Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. Temos. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. todas elas E S = I O ~ t. Fig. 1. B. vale 6 BH = 16 mm. d dados pelos vetores oa. devidas aos esforços normais N nelas atuantes. ou seja.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. D e E da treliça. C . 1.~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. feito na Fig. 1-96 PBH = 2cm ?Y. o b e oe.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . ob.54 cm. 3 cm. 1-99 e vale: Ex. 2. C. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. 1-98. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. A componente horimntal 6 dada por A7. 1-99 No caso. têm módulos de 0.

. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). teremos: od 4 .8 cm. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. uma força ou um momento. . 8. obtemos o williot da Fin.Erala do. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. no caso do Teorema de Betti. 8. indica a deformação.devida ao carregame* to Pk ). em sua direção. que é a expressáo do teorema de zP. que resolve o problema. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento.100. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. O exemplos das Figs. evidentemente. indexando as deformaçóes com dois índices. . Fig. temos.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. o que tem que ocorrer. ( tjik indica a deformação. I (?jk. F. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. levando em conta que o apoio do 1. evidentemente.Teorema de MaxweU Fazendo.9 cm.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. 1-100 . temos: . sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7. Tomando..conforme a indexação adotada. dados em . do williot. da treliça. agora. na direção da carga Pi.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B.4 cm.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. vemos que o vetor é horizontal. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. com queP.1 expressão do teorema de Maxwell. Como ve"fícaçXo do wiUiot. Igualando as duas expressóes. para a mesma estrutura. C.4 cm e 7. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". devido à aplicação do primeiro esforço unitário". 4.k = ZPk 6ki Betti. provocado por um segundo esforço unitário. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.9 cm. obtemos: (1-9). 1. direção. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot).. para a qual um grupo de cargas P.Teoremas complementares 4.2 . é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço..G. D E. 4.

3 . n . vale: Fig.a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 .. I1 deste volume. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. carr. carregada com as cargas estãti..1 Fig. . o trabalho das cargas externas P1. por ser estática. .. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1 Esl. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. 1-104 1-102.. 1-103. = tra- Pelo teorema de MaxweU. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. Como estamos no regime elástico. Calculemos estes balhos. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. . 1-104. <ar. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. . A k A A Fig... 4. lpi = 1 Eri. conforme se verá no cap..* '. 5. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. ela se deformará. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). P valerá: .

será o trabalho realizado pelos esforços simples.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. No caso de uma estrutura no espaço. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. e a expressão da energia real de deformação. Ex. os esforços simples M. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). entáo: Observaç5es: 1. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. Conforme sabemos. que são enunciados da maneira seguinte: 1. N. Não permite.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. teriamos também o trabalho da torção.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . por ser ele inteiramente geral.a) O 1.a) Nos casos práticos. 1-34 .82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. No caso (estrutura plana). permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. entretanto. convenientemente explorado. quando da avaliação da energia real de deformação. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. em sua forma mais geral. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2.O teorema de Castigliano. Q acarretam deformações relativas em suas direções.

efetuaremos todos os cálculos e. criaremos uma carga fictícia. então: A energia real. . 1-106. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. 1-35 . desenvolveremos todos os cálculos e. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 .84 Cum de an5ise estrutural Ex.107 Fig. igualaremos a zero a carga M acrescentada. igualaremos esta carga fictícia a zero. após termos feito a derivação parcial. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. obtendo a solução d o problema.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. isto é. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. vale: Fazendo. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. Fig.0 teorema de Castigliano). Temos. caso desejemos empregar o 1. 1-36 . 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. 1-107. de deformação.O Teorema de Castigliano.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. agora M = 0. . correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). 1. mediante o emprego d o 1 .

nos casos mais gerais. n Tudo se passará. 1-110 . I - Demonstraremos para um caso particular. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. Rompendo-se o vínculo que transmite V e. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. embora a demonstra. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. inicialmente.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. tratada como pequena deformação. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . 1-109. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. atribui-se à estrutura. a regra esta enunciada desta forma. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. está equilibrada. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). nos casos mais gerais. t Fip. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). cuja linlia de influencia se deseja determinar. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. tornando sua aplicação mais prática. confonne poderá ver o leitor no cap.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . livre. no enunciado da regra. ou seja. Igualandose vem: 6 = VA .' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. b) na secção onde atua E. portanto. A I I Ex. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. a seguir. que seri tratada como pequena deformação. então.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. no sentido oposto ao de E positivo. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. no caso de reação de apoio ou relativa. I1 deste volume. As aplicaçúes seguintes esclarecem. portanto à deformação). 1-109 i em A e C para a viga da Fig. Por esta razão. demonstrando-a a seguir.:.Regra de Mdler .o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. 1-108. b) A mençáo feita. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. 1-37 . a I a) Sendo a estrutura dada isostática. a proposiçáo. 1-110. mas que. obtemos uma estrutura hiposA tática. atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo.86 4. conforme indica a Fig. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. uma deformação (absoluta.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - .q. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n .e u __Fip.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. no caso de esforço simples) unitária. então. a regra.

Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos. 1-116 'I * t l!* * C Fip. e.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. Ex. . 1-38 .114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-112. o que justifica a construção da Fig. 1. c) deslocamento vertical de B. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. o que justitica traçado da Fig. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. . que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. passo a passo.1 . 1-1 1 1 . 0 1 -1 \C i: Fig. então. - - A Ex. Fig. S I 5 . obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. a regra de Muller-Breslau. 1-39 . para a estrutura da Fig. A S A B Fig. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip.(+). 1-115.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. 1-112 I Sabemos. 1-115. 1-113. AC = x ..111 Fip. 1. 1. obtemos a linhade influência indicada na Fig.Calcular. pela regra de Midler-Breslau.Exercícios propostos 5. 1-114. b). 1-116. (não devendo haver rotação relativa).

Para +I 4 I A -B Fig. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC. calcular variaçáo da corda AD.2 . 1. EJ. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. 1-119. a. calcular: a estrutura da Fig.Para a estrutura a + a + da Fig. de 2 cm apoios B e C. = 2 x 104 tm2 . b. a. 1-118.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. diretamente.2) recalques verticais.Empregando. r j 4.Para a estrutura da Fig.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig.4 .ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. obter: a l ) rotação do nó E. ân. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ .~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5. pedem-se: I Fio. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.121 . p P 5. que tem rigidez W (constante). b) deslocamento vertical de E .117. 1.3 . 1-120.. Dado: 5. I-12l.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. 1-118 5.6 . em todos os 116s.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. de cima para baixo.5. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . cujas barras fomam.pede-se: a) para o carregamento indicado. a fónnula de Vereschaguin.2) variação d o comprimento da corda EF.2) deslocamento vertical de H.

pede-se c$. 1-123.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. 1-122 5.sendo Jm = 25. 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. I 5. quando atuar o carregamento indicado. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. 1. para a estrutura da Fig. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. COS '# (W.. É dado EJ.9 .10 . quando = .I 5.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. SXo dados: Jm . os pontos A. 1-126. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. E fiquem alinhados. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. 1-125 durante a montagem para que. para a direita. quando atuar o canegamento indicado.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. E. = 104 tm2 Fig. 8. 5. computando para este fim apenas a influência do tirante. os pontos D. unicammte. permaneçam I m acima de A. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo.11 . Sabendo-se que. 1-124. a= ~ u ~ / ~ c .. (ESltirante= 103 t curva tem J = . D.8 . Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . do carregameiito indicado. C Fip. (ES) tirante = .123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro.Calcular. B. Dados: EJc = 104 tm2 .

se: .Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. as barras@@são 2 cm. cujas barras têm altura h.12 . 1-132 B 5. de inércia constante. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. mantendo-se constante a tempera tura externa. 1-129 1. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.~ 1.As fibras superiores da estrutura da Fig 1.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. pedem. São dados: E.13 .s m de altura.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. mantendese constante a temperatura externa.O interior do quadro da figura 1-131. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A .132. Send o a seção retangular. J. 1-130. 1. 1-127 e 1-128. sofre um auriiento de temperatura de t OC.17 . b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.Para a estrutura da Fig. I 5.16 .b.14 . módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.~ I O C . h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig. a temperatura no interior da parte circular. b) deslocamento horizontal de C. 5.132-b Fig. com seção transversal circular. das figuras I-132-a e I-132. das Figs. 1-128 F i g 1-73? 5. A I 5.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. R Fig.133 . com 0. É dado: a = ~ O . pede-se o deslocamento horizontal de B.15 . 1-127 A Fig. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. m Fig. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.Para o quadro da figura 1-133.

i 1 5. obter. ra 1-135: a) equação da elástica. cular com inércia ê flexão de 0. para a da Fig. empregando Mo&.21 ..20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. b) flecha máxima. para a viga da Fig.139. 1. -r- - Idem. que tem rigidez igual a 104tm2. Fip. a. 1-137. 1-136 5.- t .I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. 1.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. c) rotação da tangente à elástica em B.19 - Empregando o processo de Molir.22 pedem-se: - Para a viga da Fig.0Sm4. I I n -1. E.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. C. I Fip. 1-136 ( J = constante). Dados: M. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. E. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. b) deslocamento de B na direçáo z. 1-139 -+a . pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. cujas barras tem seçãocir.23 Empregando o processo de Mohr. para a viga da figu5. 5.138. D.24 + 117. J.

I + - Fig. c) recaique vertical. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig.27 . da treliqa da Fig. igual a 2 cm.28 . E.30 . Fig. 1. 1-142 .& l t I + .98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5. í . 1-147 i I 5. J (constante).26 . Fig. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC.) Fig. 5.9.<. cujas barras têm rigidez EJ.146.Empregando o proeesso de WiUiot. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal.Empregando o teorem de Costigiinno. . 5.e 1 i .Idem. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. I . constante. devidos às mesmas causa. 1-141 Fig.e . . 1-145 Dados: P.146 a) carregamento indicado. < . Fig. 1-144 5.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. IP o I ~ C l + l + 5. para a treliça da F & 1-147. calcular os deslocamentos dos nós E e G. ( I I I Fig.r .140 a 1.Empregando o teorema de Castigliano. de cima para baixo. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. que têm rigidez constante W.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. R.29 .Idem. 1. para as das Figs. 1-149.142.~/OC. 1-140 Fig. I u 3' 1 I: - 9 . -.25 . 1-143 o r l p PI -+-I---+ . do apoio B.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1.

l) 3.b) 0.2 mm (aumento): b) 5. b) 3.zero .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .67 mm (L ) .6 mm ( f ) : b.?) 13. 0. 5 ~ rad (tl).14 mm 4EJ m (371 8) - .71 mm (1) a.33 x 1 .1) 7 .93 mm (-*I .133 x rad b) 0.1 8 - a) 0.84 cmfaumento) .4 mm (encurtamento) a.1) 4.17 - a) 2 6 c m (+) .17 mm (t) Alongamento de 1.98 cm (4) .rn + 5.22 - a) 0.a.94 mm Encurtamento de 2.67 mm ( f ) . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.] ) (C) 4.2) I . b) 1 mm (4) t ) 5.46~ 10-3 rad (n) a) 0.2) 2 cm (e) 1.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .21 x 1O-' rad (12)0.8 mm(+) : b.b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.07 cm (4) 1.a.

6mm(t). pGV=0. 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. O mm (+) C) pFV= 10mm(&).f ) .8mm(+). ~ ~ ~ = 3 . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. pGH = 3. pEH=1. 4 m m ( .6mm(t).+ ) . ~ ~ ~ = ~ 6 . em cada caso: i . 6 m r n ( L ) . ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . pGH= 30 mm (-+) 5.102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . ~ ~ ~ = 1 7 . ~ ~ ~ = 6 .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. 3 m m ( .pEH=15mm(+). pGH = 3 .3 mm (+) 5. 7 m m ( + ) .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.

a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. após rompê-la. na estrutura assim obtida. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. g = Be + 8 i 1. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \. Para tal.Hiperestaticidade interna Fig. conhecidas suas reações de apoio. preservando. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). r. sendo assim. agora. 1.1 . no caso.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. Temos.2 .Determinação d o grau hiperestático 1. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. Isto não significa.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. 11. Existe. entretanto. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.2 Seja. então. isto é.1) . 11-1. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. 11-9 Fia. para tal. 11-4 C. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. desta forma. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. a estrutura da Fig Ib2. ' &n \ 1. romper-lhe uma seção. Portanto.i ? CAPITULO li 1 . Seria necessário "abrir" a estrutura. terno da estrutura que é. pois. dispomos.4 (11.HIPERESTATICA . que possui 5 reações de apoio a determinar. portanto.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

O que se deve procurar.O) Escoiha do sistema principal (v.2. .f.+ 6. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. provocado pelo agente. nesses casos. tiiiXi +. entretanto. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. 11-19. certainente.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - . aos sistemas principais ideais. Para os outros tipos de estruturas. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. : valor obtido para o hiperestitico. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd.6).1 - a) carregamento indicado.1. aplicações n. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. temos E = O.0) 4. Seguindo a orientação dada na observação 2. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. recomendamos. por exemplo). agindo-se de outra maneira (v. = O (11. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. - - '. Obtenção dos EJc 6 . 2. Isto conduzira. podem ser quaisquer. eles não precisam ser unitirios.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. m p e r . Sistema principal e hiperestáticos 2. Para isto. so. eni c da caso. 50) 3. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. i! Ex.0) 6. Pii. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. .. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que.0s11-5 a 11-7). pois uma equação genérica (a iésima.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. c) recalques em A indicadas abaixo. chegamos ao . . para a obtenção de uin bom sistema principal. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . sendo todos teoricamente corretos. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. \ Nota: N a m s de variação de temperatura. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. +Sm -. 11-18.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. será: 1. no caso dos quadros lanos. ii-19.1). licitante externo. ca ou da equação matricial (11.. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) . os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs.l h e dois vínculos. em número adequado. . 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado.0) 5.2. b) diminuição unifome de 30 OC .X.

nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. pan não complicar n nota~Ho.21 mm *larnos Os . obtendo: F i i 11. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs.09E2. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. + 3. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. 11-19.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. obtemos os diagramas da Fig.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .&a A partir da expresão 11-7. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. 11-20. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. I Obtemos: 6. 11-20. embora estejamos u m d o os me& r' .27 E l + 4.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal.sistema principal da Fig. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. I F i i 11-20 3.2. 11-21 e 11-23.im desta forma. tomados iguah a 1. perestática dada. respectivamente. 1 2. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. temos E = E. Diagramas solicitantes e rea<.

' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6. d'evidos à variaqão de tempe. po..521 Fie.15 t Fig.55E. já que estam. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.. . A partir da expressão E.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs.7. 1 2.atura. F'm. 11-28 + 7.731 Ntamp.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.47.são: 12. vem: Fip. dos nas Figs 11-24 a 11-26.c deste capitulo.Etemp = 0. - - . 11-27 a 11-29. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.18E2.11-25 'carr. No caso. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. Obtemos. em função da observação 22. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. estando os diagramas solicitantes indica .4E2.} .3EI -22.iS: 2. então: = .521 Fm 11-27 i . Os novos hikrestáticos.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". 11-22 JF~ + 0.

deste capitulo. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. 6.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos.ia Fig..5M1 + 5M2. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. por exemplo . os diagramas da Fig. Hiperestátims: \ XI = 8. U-32. tura da Fig.x 6 x 1 2 . Rotulando. 11-31. sabemos que. no caso deste exemplo. C I I 4.x 6 x 4 = . obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I .os nós A e C esq.f. obtendese. 2. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. obtemos o sistema principal indicado na Fig. Diagramas no sistema principal Fig.2. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. 11-30. Ex 11-2 . 2) Igual simplicidade encontraríamos. o diagrama de momentos fletores .s I 1 t 6. M = Mo + 8.-i 1. 11-33. ao invés de nós C e D. - . aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. MO 3.I wpmdtjtia a) . Diagrama final A partir de (11-7). então. se.4 4 3 3 . Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. 11-33 Temos. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. necessários para o cálculo dos EJ.

Resolver a estrutura da Fig. 11-38 para: a) canegamento indicado. 16.\.s 1 o. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. desta forma.s 3 . Ex.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex.Sl0 = 1 (6~18+3x40.8M2. 11.M1 e M2 os mais simples passíveis. Diagrama final 1.se apoios internediarios. a linha de fechamento do diagrama final. entio.4 . para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. o sistema principal da Fig. para o caso.o métododas forps 4. = 22. + + 2 x 2 = 45 5. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . obtendo-se en- 2. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. Hiperestáticos: X.Vc S EJ. Dado: EJ. a partir . ii-37. Cálculo dos . I I I -ou . I I' = 3m Fig. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. os Temos. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. 11-35. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. I' = 6m I'= 3m Fq.7 6.34. 11. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.SX2 = 76.5) =-76. obtendo-se.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.7M1 tao o diagrama da Fig. conforme se verá a seguir. 6 e no traçado do diagrama fmal. b) diminui ão uniforme de 30 OC.sx. 11-3 .

3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. S z 0 = .6 4 . 11-39. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . Cálculo dos Wc6: WcS. I 4.o método dsr fo<pis =- 123 3. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .3EI + 20.1 0 4 . E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. nios o sistetiia principal da Fig. obre.3 x3 6..7E2 + 19.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. LIeSq e DA").3 = 20-7 19. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. E J . Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. = .

11-5 . 1.62M3.301 Fip. L g-ph $1 1116i t -X!IZ. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . Fip. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). . 1145. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada).cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. . a partir dos diagramas da Fig. devidas i variação uniforme de temperatura. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. .e colheremos o sistema principal indicado na Fig. 11-43.Resolver a estrutura da Fig. Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. 1143 .81mt equilibrado. obtendo. na direção de cada um dos hiperestáticos. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. conforme indica a Fig. no sistema principal.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC . inteiramente hiperestática í = 3). então: X1 I x1 \ Fip. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. I Ex. sendo. pois.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica .t. bastanos calcular o vetor { h t ).07E1 + 2. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo.52E2 -0. para o cálculo dos 6.Conforme sabemos. 1145.1. 2.

Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. . Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. uma vantagem do sistema principal escolhido. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. 3. S. p+ dem ser quais uer. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6.E licitantes da F i s 11-47. 1 --'- - . Hiperestáticos Xl = 0.4 sistemas (2 x 2. nesta fase. 2 hiperestáticos (X1 e X2). com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . devido ao sistema principal escolhido.Observap-o: Neste caso.. apenas. Por esta razão. . ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~. se a fôssemos resolver novamente..e I x 1)sndependentes Tal já 6 . arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . que os hiperesti. 4. . Diagramas finais o .Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 6 30 = O.iox..29 X2 = -2. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. com O que. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça.- . evidentemente. quando ocorrem tais condições.2.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. pois o carregamento e simc5trico).= -1 6. pois sabemos que X3 = 0. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .o ). 6 recomendável. apenas. temos que: = 6 2 3 = O. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos.57E. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. . devido aos recalque indicados. Xl = X? = o. temos que:: . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 .29 E1 . que tem EJ = 104 tm2. partiríamos de. + 0.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. portanto.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. Vejamos. 1148. 6 = 6 20 = O. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. 11-6 . . entretanto. w m O que. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. portanto. X3 = 0.57 X3 = O (evidente.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. elsstica nalmente a barra em questão. Temos: E = . em si. obtendo os diagramasse Note o leitor que. Voltemos i aplicação em questão. pois. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura.

1149 2. 11-51. Equação de compatibilidade . Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. por força da rótula. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. como temos Ms O.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas).Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 3. Por outro lado.5.51 Fig. Sistema principal e hiperestático h. Diagrama final - Fip 11. temos: Qs= O. Sistema principal e hiperestático 4. temos: 1.

o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Equação de compatibilidade 4 5 S. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. se este sofrer um encurtamento de 1 cm.se urn n6 da estrutura. temos o sistema principal da Fig. 1.25 6. Rompend-se o tirante e rotulando. Cálculo dos EJ. 6 4. Diagrama final Ex.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. 11-56 3. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. 11-57.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 .% ta +i . II-8 .

1 t d -Ft 47 Fia. pede-se: t4. temos o diagrama da Fig. l i 4 9 &t 2 15. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . N2 Imt lmt X2.Para a estrutura da Fig. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. 11-9 . obtemos: Ex. para que a reaçxo horizontal final seja nula.06t . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. . ) - 3.3E2 .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. -O. N1 6.b El. > F i p . Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 . 11-60. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. IM9. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. 1160- 4. 61enc. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. b) M2.

2 4 . 11-61. Diagrama final = O A partir de E = E. Equação de compatibilidade: . Necessitamos. 5 ) = .86El . L N1 tis. obtemos o sistema principal indicado na Fig.86 6. 3.2 4 t 28X. R o m p n d w . Hiperestático: X l = 0. No b) M l . obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig.j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. X: = 2 t : &a. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. Cálculo dos U. 2. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . pois.. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = .2 ( . podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. . 11-63.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. t 0. 5. I 4. Vimentão: a)Mo. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.5 X.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.

q = 1 tlm Barras e @/ . = -1. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. Ex II-I0 . empregando as tabelas apresentadas no cap. Diagramas no sistema principal 3.6cm Como a deformação. 1164 Sendo as banas misulas retas. obtemos: A estrutura estará funcionando. "comp \ . os diagramas serão os da Fig. no caso. temos 6' = 6 enc. devemos encurtar o tirante de 1. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip..ou seja.6 cm. no sistema principal. 11-65. = +?8x2=0 -1.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. I deste volume. 11-64. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento.o metodo das foqS 137 corno agentes externos. serão o carregamento e encurtamento. sob sua forma ideal. Com isso. 2.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. os teremos: (EJc610 + E J Cen. então.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig.m p d t i e s . pois o concreto estará uniformemente comprimido.

098 .) 3. Diagramas no sistema principal N.32X1 = O 2. 6.4 + 3.144 .' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i. - !.611 Ex 11-11 . n = 0. Equaçáo de compatibilidade: .222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. i -1. 1-1 q 17 I7.098 = 24. F . Cálculo dos EJc S b)EJ.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I. 11-69. Dado: EIc a = 5 x 10.31. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0.5 11 .32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. Diagrama final 1-11 17.1 5 tabV' e = 0. para o quadro simktrico da Fig.207 = 3.207 x x 0.

11. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. 11-74 S. = O Fie. Hipenstático: . 11-73.1 I Fip. temos: 1. então: ESalo= Trata-se de uma. por isso. 11-76 3. a mesma área.rica . hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. Diagrama final $ 11-75. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 11-72 Ex. Cálculo dos ES 6 : Fip.73 Temos. Equação de compatibilidade 141 2. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. cujas barras têm.o método das fo4.treliça uma vez hiperestática internamente e. Sistema principal e. 4 Fip.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. todas. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x.

) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. Para obtemos sistema principal. 6. a partir 2 d o quadro de valores anterior. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). . Q . T3 J 3m 4 1. X 1 = NO P .o método das for~a.WpIedMtia .Resolver a grelha da Fig. optando pela seçáo central. Diagramas no sistema principal a) Mo. Esforçm finais Temos: N = NO + N . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M.s EJ GJt - X. . Temos. Sabe-se que -. d i i i 11-79 C)Mz.~-XI . 11-76.-1.77 h.lrn. T2 d>M3. 2. 0 3. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. um dos engastes. seção esta que pode ser. obtendo. TI Ex 11-13 . basta rompê-la numa seção. o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. 11-77 para o carregamento indicado. os esforços normais finais indicados na Fig. X (cambinaçao de Ticom Ti) . Sistema principal e hiperestatico Fig. To b) M. endentemente. 11-78. 11.

2 5 + . então.8263. com o que teríamos 620 = = O. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.~ ~ 9 x 3 + .25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico. 1 6 ~ ~ = .5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC. - - Ex.As fibras superiores da estrutura da Fig.1 . 11-14. o que acarretaria 830 Suponhamos.x 3 x 2 ~ 5 . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65.. temos que: 5. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4.f~ 145 vm e w e n ~ . i. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. . a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. 5 -49.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. com o que teríamos 610 = 0. agora. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. Diagramas finais (em mt) Temos. nesta aplicaç%o. enquanto que os demais apoios impedem . escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão.x 3 x 2 .

temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). 11-85. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano.2. CálaJlo dos (. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. A variação de temperatura do problema. 11-86. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. para a da Fig. conforme indicado no sistema principal & Fig. com tg = 0. 11-85.3. pedem-se os diagramas de momentos fletores. 2. 3. Equação de wmpatibilidade: .2) 4. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. 1 Sistema principal e hipenstático . pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. 11-85.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. culares ao plano. pode ser encarada da forma indicada na Fig. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. Visto isto. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica.60 t-38 X1 = 3 O . 0 problema está resolvido. e torçores atuantes. 11-85.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. na seção de simetria teapenas momento fletor. e.

3. 11-85. I A solução do problema é.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. Sistema principal e hiperesthtico 6. 11-85. no caso. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. Rebatendo. temos. = 4. que serão. 11-92.2. que tem W = q 11 - . dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. 1 .3) 4. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. Equaç%ode compatibilidade: . Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. em verdadeira grandeza. o esquema da Fig. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11.5 Resolver a viga balcão da Fig. 11-93. 11.85.8 + .64 X . OS o diagrama da Fig. teremos: 1.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q .73E1 . apoios do 2. genero em A e F. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. 11-92. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. correspondendo ao caso da Fig. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. novamente. 11-90.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. então. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. Com isto.am-movimentos no plano da estrutura.

( 1 .~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -.o método dss f o r p 151 I 1. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. 11-97. 11-94. rompendo a estrutura na sua reção de simetria.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2.c o s e ) . temos. I I d X. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. obtemos.11-95. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . com carregamento simétrico. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. a) Mo. 11-98. To Reduzindo a carga P/2. em verdadrira grandeza.sucessivamente. ! I I 3. i 7 I ~ i 11. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . de uma das duas metades do sistema principal. Temos. que representa uma vista em planta. o sistema principal da Fig. aos pontos A e S indicados na Fig. 11-96. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. então: - . obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. = lmt 2 Diagramas no sistema principal . sem nenhuma alteração do resultado. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas.

anulandese então as duas parcelas ). 11-100. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).1 153 .Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. ' .99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. .Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5.1 .5.E 1 . 4. mtáo.1.mprrstBtica . submetida ao carregamento sim6tric2 indicado.100. durante muito tempo. devido à simetria da solicitação (pois. teve grande divulgação o uüiiza$ão. será o deslocamento vertical.2. Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. existindo. 11-100.l lr 11-100. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. no caso. 11-13.. A partir dai. Diagramas finais A lCIW. obtemos os diagramas solicitantes da Fig.Artifício do arranjo de 2. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). .1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. Hiperestático: 6. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. I101 5. lUe abordado em nosso Cuno.5 . no cntanto. com carregamento simétrico. se o carregamento existente num dos lados da seção ter. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. num dado sentido. I? o que está indicado no esquema da Fig. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. explorando esta simetri. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver).100.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. 11-99. que apresentaremos a seguir. 11. 2. permitindo a obtengão. que repre. -tudo dos areos e quadros biengastados. de a provocar uma destas duas últimas deformações. Em se tratando de uma estrutura simétrica. 11-6. senta um esboço da elástica do quadro.3 PR partir da expressáo E = E + . 11-100.5. a única componente de deformação.2 ll. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. 11-7. deixando livre o deslocamento vertical. passar do esquema da Fig. 0 . F i e 11. o assim chamado irtificio do centro elástico. uma ênfase especial para este ar<ifício. que terá sua seção S de simetria. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). Equação de compatibilidade: I . mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.

o quadro simitriw da Fig. agora.1. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. . no caso. 11-101. que é. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. 11-100.1. se comportará como apenas uma vez hiperestática. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. então. por exemplo. sendo a da Fig. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o .mpmtátiea indicada em 11-100. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. agcra. nulo. 11-102.3. 11-104. b) Seja. c) Analisemos. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. 11-102. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. 11-104. entretanto. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. 11-101. 6 %a. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. submetido ao carregamento sim6trico indicado. Para carregamento anti-simétrico.2. 11. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. No caso. três v e m hiperestática. este deslocamento está imp* . _.y e 9s indicados em 11-102.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. se oporão. parth dese do esquema da Fig. agora. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. romper a estrutura na seção S de simetria. fornecendo os valores x. para o caso da estrutura da Fig.3. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. I 1 I* na dtdco. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig.1. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). entretanto. se somarão (ao invés de se anular. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. Podemos. .I 4 1. .pois as tendências desta deformação em S. a estrutura dada.3. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-100). evidentemente. cuja configuração da elástica. como no 'as0 da Fig.3.= * i . hfonne ji vimos.1. o deslocamento vertical da seção será. u-100. a estrutura da Fi& 11-103.2.

2) e anti-sim6trica (Fig. a fun de obter o diagra ma solicitante final.1. o caso de carregamento anti-simétrico. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. conforme indica o esquema estático da Fig. do esquema indicado e 11-105. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. Podemos. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. No caso. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. resolvendo a estrutura.3) - F~Q. conforme indica a Fig. sobre a barra SC. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. separadamente. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. 11-107 . para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J.devido à presença da barra central SC. Nas Figs. 11-106. por um apoio em mola. superpondo. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume.5. 2.1. que poderá. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. então. agora.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. Exporemos. quando tivemos.3 a 11-108. ' Fio. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. que impede o deslocamento vertical. 11-104. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. entzo. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. a atuação de um carregamento genérico qualquer.2 a 11-108. por esta razão. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. simétrica. a essência do artifício do arranjo de cargas. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. a barra SC. a partir do qual. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). o diagrama final de momentos fletores será. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. 11-105.3.2.3. 11-104. pois. podemos romper a estrutura na seção S.1 recaiu. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. obtendo suas componentes simétrica (Fig. basta substituirmos a parcela do engaste. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). interceptada pelo eixo de simetria.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana.3. conforme veremos no referido ca~itulo. IE104. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. Analisemos. num dos lados da estrutura. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. conforme esclarecerão os exemplos a seguir).2. para a bana SC. 11-106.3. a seguir. a seguir. (Notar que. indicada em 11-105. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício).

submetido ao carregamento indiiado. Fio.mpnditica . 11-108. cujas barras têm. 11-109.3 .2) Sabemos que a estrutura a resolver. a me* ma inércia. estão traçados na Fig. 6 a da Fig. 11-113. todas. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. 11-110..2. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento. levando em conta a simetria do carregamento. cujos diagramas no sistema principal.1 11-108. 11. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig.112 indicado em 11-112. dro simétrico da Fig. 11-11 I.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício.2 11-108.im + 11-110.110 nnJ . de Fip. II-111 Fip. 11-110.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig.1 11-1103 VI-110. ExlI-I6 . 11.

33 Obtemos.3) Sabemos que a estrutura a resolver. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. 11-115. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. 11-115 Fio. Fio. mtzo. para um reealque de apoio . temos os diagramas da Fig. 11-119. indicado em 11-116. 11-117.7 . todas elas.% 1 . estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. e n t h : /Xi = 0. a partir de cujo dstema principal.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. é a da Fig. 11-110. levando em conta a antiaimetna do carregamento. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.Resolver o quadro da Fig.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. a j a s b 11 h . o da Fig. 11-120. 11-116 Fig. E. EJ = 1 d t m 2 . = 1à / /. resultante da soma dos diagramas indicados em 11.71 4.114 e 11-118. Fio.

~hpanttititiai . simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. 11. considerando a anti-simetna da solicitação. = 0. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. 11-127. toda ela. 11-125. 11. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. previamente. devido B wntribuição nula da parte simétrica. do apoio A. Levando em conta. o indicado na Fig. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. 11-125 ' 4 . b) Parte anti-simétrica (Fig.123. então. 11-121. - .36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será.-1. a partir de cujo sistema principal. obtemos o diagrama M1 da Fig. pode mos escrever que V. representado em 11.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. 11-126 e já será o diagrama final. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. 11-121.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-121.124. que nos fornece: + Fiq. de 1 cm. de cima para baixo.2) A estrutura estará afundando.122. Fiq. 6 a da Fig. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada.

11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. - Fip. Para este F i 11. 11-130 (isostática). a estrutura a resolver 6 a da Fig. na da Fig. apenas. que será funçzo. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig.a mesma inércia). 11.131. Fip.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. não influindo. 7 17 . t m fo-dese a estrutura. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. 11-129. 11-132 (cujas barras têm. 11.81..filemo. 11-134 Fip. obtendo-se o diagrama . para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. então.135. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-128.3. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. Dnpcrandose as &fonn.128 A parcela sim6trica do carregamento. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . 11-132 F i i 11. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. no sistema p ~ c i p a l . todas e1as. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . portanto.-. 11-133. obtendo os diagramas solicitantes da Fig.2. l3 = 1. sn8 a da Fig.136 Dai vem. levando em conta a anti-simetriaexib tente. indicada em 11-128.129 \i A estrutura a resolver. 11-136. constitui um carregamento auto-equilibrado.

3 . ~ ~ ~ Fig. tiraremos.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip. 11-139 . a estrutura a resolver 6 a da Fig.1.1.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.Wprrstltkd . 11-138. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. Os exemplos seguintes esclarecem.5. duplamente. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.1 q 2.138. 11. *h Fig.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. 11. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig. 11-138. Ex 11-20.137.

11-143. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-. a estrutura a resolver será a da Fig. constantes.318~~ Fip. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig.140 E r 11-21 . I A parcela da Fig. mas que podemos resolver. ' cuo.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. não influindo.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . a partir do carregamento da Fig. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. 11. o que 6 usual . 11-142.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. portanto. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.o método dar f o r p Fio. 11-142. 11-141.3. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. portanto. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. que será obtido. U-140. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig.

teremos a resolver. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip. 11.144 Fip. 11-148. submetida ao carregamento indicado. : I . 1. os casos indicados nas Figs.1 a 11-151. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig.II-147. i i i 11-148 I f Fie.148.3 a 11-151.2 a 11-151. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F .3. 11. 11-145 Obtemos.1. a partir do sistema principal da Fig. na maior quantii dade possível de casos. 11-146 5* . explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. então.146. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig. 11-145: . Temos.59mt Ex.AipevstBtica -ntais de It).2.

0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor.5. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. como se fossem duas vezes hiperestáticas). a decomposiç20 éMlida). 11-153 e 11-155 se comportam. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. e. então.Aplicação às grelhas Já vimos. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura).) Sendo assim. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. então.2 bw grelha. possível romper a seção S. como se fossem uma vez hiperestiticas).n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. romper a grelha na q ã o de simetria. 6 possível. então. no exemplo 11-13 deste capitulo que. então. estes sistemas principais podem ser justificados. da . quando o carregamento 6 anti-sundtrico. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais.2 a 11-151. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. devido à simetria do carregamento. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. para estes dois tipos de deslocamentos. - Do ponto de vista de deformações da grelha. liberando as duas outras deformaç&s.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). Fim.& vido à anti-simetria do carregamento. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. então. entáo. 11-152 e 11-154 se comportam.2. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . 11-153 11-153. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. mas.2 possuem hipostaticidade numa direção. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. os sistemas principais. 173 2.1 a 11-155. Para o caso de anti-simetria (Figs. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. 11-152. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157.1.1. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 11.4 . (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.149.2 a 11-155. so S i .154). para as greihas das Figs. 11-152.-= te.

devido A anti-simetria. 11-156 2 2 11. PJ< /+) em 11-159. Com isto.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. devido à sua simetria. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). portam a 10 rücadas n d Figs. barra SB terá wmo único esforço. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. No caso de anti-simetria (Fig.157. em S'O. U-156. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. devido â simetria.1. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. nas mesmas barras". utilizando o artifício do arranjo de cargas. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). 11-157. por conseguinte. ia . pode ser rompido em S.1). s E r 11-23 . sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção.Aiprest6tica . Fia. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal.2 (notar que. atuante em S. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. Sobra. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.2 (notar que. na direção perpendicular â do eixo de . obtemos o sistema principal isostático da Fig. O exemplos seguintes esclarecerão.2. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. devido g anti-simetria do carregamento atuante.2 e 11-160.Decompor. pode ser rompido em S. F g 11-152 e 11-154. 11. um quadro hiperestático ADSEC que. e o esforço wrtante (X3). nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. 11-159. com isto. um quadro hiperestático A D S E C que.1). ainda. ainda.1 e 11-160. a barra SB não terá esforço de torção.1 Fip.2 to.156. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. 11-156.simetria. 11.

~ i p .Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a .3.todas elas.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. temos a resolver os ags casos das Figs. 11-162.Conforme se vê. cujar barras tEm. . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. =2 2 Diagramas no sistema principal G7. Ex. 11-24.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q). 11-162.2) Temos: 1.2 e 11-162.

obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. representados na - - &. .32 E1 . representados na P & U-174. II-1623) Temos: 1.43 E2 t 0. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.0. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. t 0. 11-171 . 1.1 4. 11-173 3. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. Fip.37 E2 0. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. 11.168. 11-169 4.44 E3.172 v iirn.19 E. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. i Fip. 11. 2.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores.

Diagramas solicitantes Fig. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4.o método dm f o l p 2. nijas b m têm i 2. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos.t + a i . 11. Sistema principal e hipcresthticos 3.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F .23 E1 .I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig.= lmt Fie. 11-175. + 9. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. + 0. temos: 1. 11-17s E r 11-23. resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig.59 E2.174 @arte anti-simbtnca). obtemos . GJt - ! X.11-176. . 11-177 A pMir da express8o E = E.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. todas. temos: Fia. Ii-26 . 11. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. X3= l m t lmt tml lmt Fio.194 - x3. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 .SE1 + 0.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O. 11-196. Ex. temos o diagrama f d da Fig.5mt & - bXJd Fio. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. + 5. indrcia constante. 4.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig.4E3. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. . 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . cujas banas tem.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. 11-192.5E2 . ii-195.

então. = l m t Fim.1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria.16. da estrutura e do carregamento.202 . submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig. 11-198 Fip. como se fosse uma s vez hiperestática. i C X. 11-200.HipaestB<ics .16. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 11.6 E3.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. = .104 x 2 ( .2 e a estrutura se comportará. de raio R.~) = El 63. temos F g 11-199. 11-200 temos: 10.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.

~-~ Er 11-29 . vem: X1 - - ln 0.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204.192 Cum. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. diagrama final da Fig. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 . obtmios .137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. 11. IL203. . de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento.207.

2 m de altura. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . obtemos os . .o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . E J S Z 2 = 18 Vem. - fW Fi 11-212. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.2 '.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 .17 E2. São dados: EJ E/ a = 10. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . da A partir da express8o E = 1. cuja * o reta é um retângulo de 0.Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. se suasfi. ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 .25 E1 + 1.2 tm210c .

as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente.I 3 Fig.Resolver a viga langer da Fig.215. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.uma das barras do reticulado para. atuando nestes pontos de con. 1 I . sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. Fia. é fácil verificar que. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. então. que 6 o de carregamento de cima para baixo. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. indiferentemente. vergência Dentro desta ordem de ideias. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. estudar: a) Tipo I . uma das barras do reticulado. mntais que nela despertarão somente esforços normais.o método das foqar I 197 1. I E r 11-31 . por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar.1 = 104 m4 . pois basta conhecer o esforço normal atuante .Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. a estrutura funcionará como isostática.aprrststica . Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. nas barras inclinadas externas do reticulado. A Para o caso usual. e s t a indicados nas Figs. 11. - I para a viga AR: S = 80 cm2. do mesmo. estando as estruturas das Figs. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. A resolução deste tipo de estruturas será. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal.

do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO.&6tiea . obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .. pontes.3Xl = O .. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. Diagramas no sistema principal a) Mo ..~/''~ Pedem-se: C A B --. Sistema principal e hiperestático Rompendese.obtemos o sistema principal indicado na Fig. a barra CD do reticulado. 11.o método das f o w X1 = 1. por exemplo. Equação de compatibilidade: . 11-218 3..67 + 23.83El . um sistema estrutural muito empregado. 11-220.104 reticulado . representados na Fig.83 Temos: 1.198 Curso de an%iae estnihird ffipe. No b) M1 .219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip. por isto.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . Efeitos finais A partir da expressão E = E.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. Hiperestático: 6.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. 11-219. 2. + 1. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.. etc). 11-216.T(Y Fip. S.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.v1 I Fip.42. As vigas Langer sáo. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . principal.42. Para a estrutura & Fig.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

pois representam os valores do efeito estudado. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. entáo.228 Nesta expressão. X2 e. os 0 ij. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. De forma inteiramente análoga. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . no sistema principal. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. cia. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . 11-228: Com isto. independem do carregamento. ao passo que os são. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. generalizando. o pmblema está resolvido e. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. dentemente. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . Lembrando. naquela seção genérica. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). L filo + 0 12 L I. agora. no sistema principal. segundo suas l i a s de influência. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = .evi. no sistema principal. então. generalizando. por exemplo. 11. devido à aplicação de uma carga X1 = I . Para obtenção de uma ordenada generica de SI0.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir.( P1 1 L. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. função apenas do sistema principal adotado. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s .apenas E0 s X1 X2. conhecer as linhas de influência dos Seja. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. respectivamente. I. . que: 20s Nestas expressBes. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. as l nheeidas. . temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. U - x2 = - a 12. pois. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. função dele. o teorema de Maxwell sabemos que. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos.

ou seja. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados.o metodo das forças 207 .0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para.Hipaestdtica 4. 11-229. I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo).P ) corretos Ora. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .!Vc e. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. - [o 7i I . L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. também. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. temos: Fig. pois. para a carga P = 1 .) Recomendamos. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. devemos multiplicar os nossos (.ou seja. Supondo que. Não podemos.. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto.* k h Fip. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. pois. conseqüentemente. até aqui. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . (Podemos. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. A partir das conclusões do item anterior.2 .Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.M 8 . Nras hiperestáticas. em nosso sistema principal adotado. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm.

traçar as linhas de influência seguintes. dependendo do tipo de mísula. X. 11-232 barra CF L I .L I. Temos: 1.EO + ZEiL.ApIicações E r 11-33 . entao: a) Trecho BC Xi Fie. com o carregamento indicado na (. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11.3 1 I I .1% h h a ) da matriz Fig. M ? ~ . 11-232. .m. 11.233 rhh I 7/90 Fig. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . 11-236 . são obtidos das tabelas XII a XV do cap. pela expressão: 2. HB. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S.E = LI. de inércia constante.LXi (11.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . 11. conforme a tabela 111 do cap. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . Matriz 1 61 Fip. .1 . 11-235.11) 4. obtida pela combina. Fip.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. Diagramas no sistema principal X. M I I . . M~ VF. I. ou seja: qx. lrn. h(?. ou seja. 11-235 Qv Temos. Fig. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada.Para o quadro da Fig. Linhas de influência dos hiperestáticos 5. I.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica.

11. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD.124 2 7 = 0.55 .210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática . n2o precisam refazer os cflculos. então.laia) da matriz [ p ] . Fg. .237 b) Trecho CD Para este trecho. 11-238. em cujo conhe cimento não estamos interessados. vemos que. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. Fip. obtemos: Teremos: % = . Com isto.94 . o que Podemos. também. Sendo assim. X2. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. Temos a combinar os diagramas da Fig.232. portanto.obtendo: Fip. o que faremos a partir da defullçáo. bastando. multiplicando seus valores por 2 . temos: 7 Obser~nção: Haverá. 11-240 Comparando com 5. para obter a L I. 11-239. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. 11-240. 11. temos a linha de infiuência representada na Fig. X1.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. 11-241.1. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . pois a carga P=l nso percorre esta barra. com o carregamento indicado na Fig. uma elástica para a barra vertical CF. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. 11-238 E Y c t . TIA= 1. calcular sua ordenada extrema. ou seja.

212 6. X1 30 + L. barra C F =L. LX1 I . 11-242.39 VI E 6. I.V F Temos: Temos: L I.( LI.96 +1.1X2 ). a linha de influência representada na Fig. 11.64 -3. na Fig. (Mole barraCF -L. Vem. Outras linhas de influência barra C F 6.3 .242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.2.Mc -1. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.L 1.1. a partir do quadro de valores seguinte. 11-243.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.1 L I..96 t3. estando representada.X2= LI.(Vo)F .I.l.I.X1 + 1 L.64 .13 +2. entáo: a partir do quadro de valores seguinte. VF = L.X2- LLMc barra C F - .2 - - L.13 -1.LINB Fip. temos: .39 %E0 .1 xL.í.

I. XI ) = 12 L I.4 .L . 1 . . .12 1 L.L.5 . X 2 = I2 1 1 -(L.L.1.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . Fip 11.L 1.estando traçada na Fig.I. I.245 . evidente. X . I O . 11-244. ( M o ) II + 0.L 12 1 6. Q v . 11-245.L. lemos: I L I.30 L 1.. v . 2 6. M ? CF.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.I.(Ho)i( .0 que é aiiás. X.5 L.X1 + .o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. MI1 = L 1. estando traçada na Fig. L L Q V E LI.

Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. plo e que esta transcrito a seguir.1.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I.0459 "x1 0. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. OU seja. '71 0. obtenios.0349 '12 0.10). obtivemos [ SI= [I 161.1 ) no lugar 116 de X1 . a L 1.0349 0. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. 11-247. Seção do 2. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. 11. .Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . 11-246. Q1= L I. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.2 . Xl .indicada na Fig.1. 11-249. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo. com o carregamento dado na Fig. (MO)I . com o auxílio quadro de valores a seguir.48 0. MI = L I.I.L.38 0. traçada na Fig. para o tre.245 1.0560 0. X1 . 11-34. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. Fig. 11-248.0459 0. Adotando o sistema principal da Fig.0560 0.38 I I1 111 .-L.217 I E*.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11.5 L I. ( Qo ). 11-70 do referidoexem. indicada na Fig. contada do apoio esquerdo.

L. seu conhe cimento é. a linha de influência da reação vertical em A. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. para a mesma estrutura que a da F@. para a viga mntinua da Fig. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando.2. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. sendo a elástica desta estrutura. bastante útil. pois nos permite conhecer. 1 deste volume. idêntico ao da Fig. temos o A esquema estático da Fig. que se comporte à flexão como viga biapoiada. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . N.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. teremos. 11-251. em A. q = VA. 11-251. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que.2 e 11-251.4 do rnp. pois. 11-251. serão obtidas por pontos.. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. . I. I. 11-251 14 Ver enunciado no item 4.ipJ). 11-251. por exemplo. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. oquedemonsiraque. 11-251.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig.3). o p r b ri. para a qual desejamos obter. -VA x l + l x q = F x O . . Considerando. agora. ordenada nula na seção A). De maneira inteiramente anáIoga.2 do ap. obrrviflo do item 1. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. no sentido oposto ao de vA positivo. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse. 1. em A. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal.1.2 a aplicação. que aspecto terão estas linhas de influência.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. em se tratando de elásticas do sistema principal. Assim. no entanto. 11-252. a linha de influência desejada. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. b) A regra de ~ ü l l e r . rompemos o vinculo capaz de transmitf-la.3: Fio 11-250 .

. por exemplo. que possui inkrcia constante. por exemplo. -q . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. obtemos . . submetida ao carregamento indicado. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . 221 Podemos. que representa o aumento da deformação a 2 . a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . 6 o deslocamento horizontal de E). que 6 3 = 0. 263 a energia real de deformação da estrutura. J x. agora. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. na direção do hiperestfitico X3 (no caso.o método das fowra isostatica da Fig. submetida ao carregamento P indicado. 11-254. podemos escrever que 6 3 = -r = 0.O teozema de Mennbrea Apresentaremos.. encará-la mmo sendo a estni11. devida ao carregamento atuante. podemos dizer. i Ex 11-35 . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. conforme já sabemos.~t i a . 11-255. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . Devido à simetria existente. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. Temos. sendo o valor de M a determinar. aumento este essencialmente positivo. sendo r .Empregando o teorema de Menabrea. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja.a2 T - ax3 .' .253. submetida ao mesmo carregamento Pi . acrescido dos hiperestáticos X1 . Por força ados teoremas de Castigliano. Sendo assim. Xg .2.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 .

i. 11-257. para a qual desejamos. 11-256 de diagramas 6. submetida ao carregamento indicado.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . Conforme vimos no cap. a partir do estado de carre gamento da Fig.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. a partir de um sistema principal qualquer. por exemplo. m=Mo + M ~ + M2x2. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. calcular o deslocamento da seção m na direção A.256. X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 .Verifiraçk I CS x2 . I deste volume.Como: M(x)= -'. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. 12 Impondo o teorema de Menabrea.. a igualdade pode . p s o indicado na Fig. "C:"'] + + e de x 2 . vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig.1. N = N O + N I X l +N2X2.2. M = N=Zo + N I X I + N2X2. 11. 11-257. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 . Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática .

o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . near de um apoio do 2O gênero. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. ) . no caso de carregamento externo. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t.hiperestática no ~. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . deslocamento li. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia.. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. estado-de . substituir por (11-20). valores estes que sabemos serem . 11-258 Fia. E r 11-36 . a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. 17 N casa de emutura no erpaco. nulos). pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. N.temos. m u e. 6 120 (sendo. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. anterior. substituir por (11-21). 11-258. A partir das duas Últimas expressões. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo.. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. rotaçao num engaste.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. 11.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . calculamos. e Mo. empregando a tabela 11: Fia. K x E são os esforços atuantes na estrutura . No . um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. num sistema principal isost6ticO 18. U-259. portanto. obtido a partir da estrutura hiperestitica. 6.canegarneE.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig.280 que queremos cplcular. da Fig. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. então. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. por exemplo. ~. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. 16 No casa de estnitura no espaço. etc.

o sistema principal da Fig. caso contrário. 11-258. 11-21. U-261. 11-264. 11-265 não poderia ter o engaste em A . náo será possível esta verificaçáo. que sabemos a priori ser nulo.45. indiferentemente. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. temos: I I r%. por exemplo.82 + =)= 2 +2. desejamos verificar. . tmba. ~ 1 = O.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. no caso deste exemplo. escolhendo o engaste A .11-263 e . Ex 11-39 . a priori. 11-266. x 4. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. 11-265. que sabemos. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. Ib19. 11-261 Ex 11-38 .263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. por exemplo. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. 11-262 Fig. os diagramas Mo e M das Figs. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. combinado com o diagrama M da Fig. a partir do si* tema principal isostático da Fig. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. a Calculemos. o diagrama indicado nesta figura que. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. o deslocamento horizontal doengm te A.$egamento poderíamos ter. 11-262 e 11-263. ser nula. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. que reproduz o resultado anterior. submetida ao carregamento indicado nesta figura. para a estrutura da Fig. 11-260.6 = I = 0. que conhecemos a priori. . cujo valor.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . o que lmt Imt M EJc6= I Fio. Fio.09 = + 2. I Cslculemos. Assim. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. 11. nos fornece: Temos. senão vejamos. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá.Empregando o teorema de Pasternak. por exempjo.45.Obsewuçüo: Para o estado de.245 mm. a rotação da tangente à elastica num dos engastes.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. representado na Fig.. Ex 11-37. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. Temos. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.

11-267. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. 11-266 Como. Podemos. N 0 .1. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie.Caso de varia* + M2X2 . evidentemente.expresso Fie.) de temperatura Se a estrutura da Fig. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. finalmente.y c] Fie. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. 11-267. 11-287.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. para a obtenção de M. também. Q = QIXI + Q2X2 . trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. o deslocamento da se$%om.2: 6.14) e levando em conta que: M = MIXl .1 deste item.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie.1 . 1 . N = NIXl + N A .Estado de ddomirSo IEnorqm: M.1. na direção A. valerá. senão vejamos Partindo da expressáo (U. . I deste volume. 11-257. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp. a partir do estado de carregamento da Fip. 11-267. por ela provocado.

Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.16). No. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. 11-40 . os diagramas . 20 No caso de estnitura no espaço. *' I F i i 11-269 . como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. temos. a partir da expressão (11. finalmente. por exemplo. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. Ex.Hipmiática .3. 11-41 . empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. 11-268. 268. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. substituir por (11-22).2 e 11.Le do cap I. seus valores serão nulos e ficamos. hecido. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. Q .yáo dástiEP da csflunira).Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. a rotação da tangente à elastica mo e No. para o sistema principal da Fig.N. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. Calculemos.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. Ex. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. I em A. 11-270. então. Escolhendo o sistema principal da Fig.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. calcular defomações em estrutu.a partk dos quais temos.268. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. 11-19).o método dss fo/ 231 No caso. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim.

para a q u d queremos calcular.2 e 11-272. O ) Fip. 11-2732.2 deste t6. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. temos. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie..A - Fig. por exem$10. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática.1. Ex. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.. de 0 9 8 m . N O .000002 rad O . o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos.113 execução.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. então. pico.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. 11-271. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. submetida aos recalques de apoio indicados. 11-272. para a obtençáo de M). obtemos. 11-273.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. ..1. então. no item 6. 11-42 . 6 um retângulo de O. 11-273. C .3. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . indicados em 11-272. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. constante. então. o deslocamento da seção m na direçzo A .@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo.o e 6 1 6.14) para a expressiio (11-15).1 .4 m de altura.3 A scção central sobe. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) ..Ciso de reealqws & apoio 6= 0.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .. N. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos.

podem -ser feitas. então. Ex 11-43. .75 cm (para baixo). em: Fip. em seu cálculo. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. já são conhecidas (V. 11-272. também. a partir de (11-18). L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas.271. tomad o na estrutura hiperestática.' . 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. . N. 11. substituir por 01-23).1) podemos escrever. obtendo. se referem a um sistema principal isost6tico e M. Mo. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. as expressões (11-12). devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. Fig. (11-13). devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. imediatamente. respectivamente. Podemos. 11-44 . ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . por exemplo. Ex. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. Ro.2. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). aquele devido ao momento torçor. a partir da expressão (11-19). Calculando. 6 = 0. provocado pelos recalques. para o caso de estruturas espaciais. No. que . trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. dos apoios A e B. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. Assi. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. para o quadro da Fig. (11-16) e (IE19) se transformarão. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. 11-274. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio.0175 m = 1. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. o deslocaNa expressa0 (11-19). indicados na Fig.e do cap.Calcular. as simplificações mencionadas no item 1.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca .

da Fig. Todas as barras têm mesma indrcia. 11. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.00099 ' - 0. 6 = 0.Pmbiemas pmpoatos 7. 11. 7. 7 .C Fig.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. 11-278 H.9 .4 c*- d C b ---C t L+ Fig.Para-a estrutura da Fig. 11.s = 9. w I Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. aplicada emM. E n E i -inFig. + 11.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.do&&foimi*k.pmmto. 11. de inércia constante.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.280 + de 7. que possui inkrcia constante. b) calcular o valor da carga concentrada que.278. + . 11-275 . 11-280.En. Fig.001 rad.1 .276 .Para o quadro. 11-277.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.7 - 18.279 .a m + d m . 6 7.Enido & sri.5 .3 . . 11-279. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .2 . 11-281.

r. a.283. Fip 11-282 7. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.W = 104 tm2. Determinar as rea' @s de apoio. nos bordos superior e inferior. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. Sendo dados = 10-5/oC. 11. h. rotulada em A e engastada em E. respectivamente. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. A .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. 11.As fibras superiores da grelha da Fig. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. segundo a altura h.Hiped6tics . 11. = 2 .6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. S. AB=BC=6m Fip. é submetida a uma variação térmica linear. 11-282 7.10'.8 .Uma viga de seção constante.o método da9 fo- 239 7. Fip.7 . 11-282.284 provocado por: a) carregamento indicado. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.9 .Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. Dados: E. 111 -- &2t .284 . 7.s m (altura da seção reta). h = 0. J. 11-283 Fig.

240 Cuno de wáiisc estrutural 7.O apoio B da estrutura da Fig. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.~ 911-290 . tracionando as fibras externas ? .Idem. 11. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. 7. de cima para baixo. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.1. - .Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.16 7. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. 104 tm2 = @ : . Admitir que a barra @ tenha inércia constante. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. sendo Jm = J.11 .289. Ucomp. 11-289 J = J mmp. para o quadro da Fig.13 . São dados: Jm Barra curva: -. 11-286 7. quando atuar o carregamento indicado. 11-291 durante a montagem para que. 11. 1. 11-286. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. 7. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. JCOSP Fig.r .288..12 . i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. Dados: JA = JD = Jcomp.14 .15 Fig. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. I .

18 . 1 1 . que tem F J I GJt 723 . 11-298. submetida a um cai.295 7. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. 11-299. para a grelha da Fig. 11-291 . 11-298 .m+- b 7.2 q . cujas barras têm inkrcia constante. para o quadro da Fig. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. .Idem. de dilataçxo: a 0 Fio.Empregando o artifício do arranjo de cargas.+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. l - ]+6fiLJ 7.24 . 7. * - ' - L .242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. 11-294. 11-296. n-293.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. 11.22 .19 . Fia.21 Fia. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . = 104 tm 2 7.Idem. cujas barras têm E =2. 11-295.Resolver a grelha da Fig.204 720 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. CJ. 11-292 +.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.'i %*. ga balczo semicircular da Fig. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. --f-'"-f- 7.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. 11.17 .

11-299 7.Idem.28 . 11-301 73 . 11-300.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . 7.Idem.Obter para a viga da Fig. 11-300' + 7.302. Q I Fip.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. 11-301 . para o quadro da Fig. 11.Calcular a compressão atuante na barra EF. para o quadro duplamente simémw da Fig.27 - Idem. iI-303. que tem rigidez EJ = 10 tm2. Fip. 11-303 Fip. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.0 .25 . para o quadro da Fig. s = to-> m2 .I ! 7.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB. i Y= Fig. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .

32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. indicados esquematicamente. . são simétricos o u anti-simétricos: 733 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.Idem.Empregando o artifício do grupo de incógnitas.31 . 0 . para as estruturas (grelhas) da Fig. ü-309.34 . i g 11-308 7. da F ~ R1 .1 x lo4 tm2. Os carregamentos.1 3 6 7. de cima para baixo. . Ir-308. F .que tem W = 2.yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. de inércia c o n i tante. 11-307.

3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. 11-312. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 11.5 m de altura. 11313 +. Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 11-315. que tem inércia mnstante. 4 1 . obter o valor do momento torçor atuante na bana AB.37 .35 -+ Fip. 11-311 . $tlm Dados: Barra horizontal: - .As fibras superiores da greba da Fig. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-310.313. para o quadro da Fig. G J I = 104tmZ . Fig. 11-311.7. São dados: EJ = 2 x 104tmZ .39 .ri 4 7. I Fip.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem.38 .40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. 11-309 3m ?L I 7. cujas barras t h inércia constante.

*. cotando-as nas seções indicadas.Resolver a viga armada isostática da Fig. )viga I II B ----. A F aII Fim. para o sistema pênsil da Fig. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES).Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. ambos. 11-316 W = lo4 tni. 11323 - Para a estrutura da Fig.Calcular.i - L I u . . L i 7. 3 cm.322 -+h-+ 7. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. de cinia para baixo. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. (S = muito pequeno. para o quadro de inércia constante da Fig. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. comprimento deve ser dada A barra O?. para as vigas das Figs.4 Fie. . 11-318. 11-321 4 +s. valendo. 11.42 . 11.318 7. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. e de momento fletor na seção 1. que variação de durante a montagem. para a viga armada da Fig. até foram tabeladas par Georg Anger.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. 11-322. 4 . 11-321. . i .43 .47 . traçar o DMF Fig. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B.-.46 . 6m-i(L6m Fip.45 . . 4m t 3 m * 3 m + 7. Dado: a = 10-5/uC. com a atuação do carregamento indicado.o método das forfs9 251 Fig.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7..ticulado = 103 i. ~ o m 4 vãos.48 Fig.. 11-323. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. para que.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . as linhas de influência de esforço normal na barra U:.f.e as barras do reticulado tém /:S = .l i i +. 11-317. 11-324.3 19 e 11-320 que têm inercia constante. sejam nulos os momentos fletores em B e C. Traçar.. 11-319 Fig. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.250 7. .

50 .2 13 4 7. que teni EJ = 104 trn2. 7.283. 4 1 112 11-326 .Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 11.51 . obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.293. que têm rigidez E% . 1 .Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. para . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 253 da es- .55 . de cima para baixo.2Jc 7.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig. 11.Empregando o teorema de Menabrea. atuando em A.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.313.Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.Ic 10 Jc Jmax 7. 1 I 8 Fip. 1. E + A + * + 112 2 Fie. 2 13 7 . sob a carga P para as vi. gas das Figs. .49 o quadro da Fig. 7.o método das fotrutura da Fig.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .327. 11-325.53 .54 . 11.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig.52 . 7. 11-288. 11-326e 11.Calcular o deslocamento vertid.

7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = .T Hipaesiítiea .5 7. Barra AD: +6.38t Esforços normais: Barra AB: -4.86t.5t. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7..4 7.ql 3 - Tração de 3. Barra BC:-8.75t.6 2 .o método h i o q 7.ESt. Barra BD: +6.EJat (traciona fibras superiores) h .

19 .73mm Reações nulas .298 qR1 715 7.Momento fletor: qRZ.17 .Tração de 4.I I I 7. r-o .151 .16 7.Momento torçor: 0.Encurtamento de 4.

o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .63t 73 .2 .Indicaremos.29 - Diagrama nulo 73 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .o &todo das forças 7. apenas.0 .2.

4 em .43 - Encurtamento de 6.o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática . 7.

v.o metodo das fo- .' Curso de anais estrutural f6prestádca .

pois. associada a uma rotação 8. 111-3. uma reação-momento M. 111-2 A móla fica defmida. então. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. Estamos. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . finalmente. A seção B da viga náo poderá @ar. 111-5.1 . devido à rigidez infinita da parede @ . pela constante k. ~7 Fip. dizer que o ponto B da viga CD é. sob a ação da carga recebi. 111-4 1 portanto. portanto. neste ponto. pois K = .2) Fip. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. a viga funcionará. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. o da Fig. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. sobre a viga CD.-M (111. pois estamos no regime elástico). 111-2. então. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. numericamente. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. então. dita constarite de mola. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. Para conhecermos esta constante de mola. esta viga funcionará como biapoiada. Podemos. como apoiada em A e engastada em B. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. .Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. agora. Agindo uma carga P sobre AB. o da Fig. para a viga AB. 111-1. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. a O esquema estrutural da viga AB é. Se tivermos. 111.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . 111-4. I Fip. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. aparecendo nele. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. em B. a viga AB da Fig. se deformará. sob a ação de F. Temos. um apoio elástico. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação.1 Seja. da.

k .2 111. A aplicação seguinte esclarecerá.3 (que fun- Como. nas aplicações usuais. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura.6. 111-6.2.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. no cálculo dos EJc 6 . c) rotação da tangente A elástica em A. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. F uma força F (ou seja.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . acrescentar aos termos atd aqui considerados. uma força F e. 1 1 1 8 qM 111.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. = 104 tm2 . Por exemplo. Dandese h estrutura. K b) deslocamento vertical de C.Para a estrutura da Fig. respectivamente. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. 111-6. Basta. ld tlm. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. Fia. no estado de carregamento. Ex 111-i. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . ou seja. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. para cálculo de deformações em estruturas.3 .3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. uma deformaça0 6 = -). no estado de deformação.1. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. 111-6. por analogia com o caso anterior.1 111-6. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. estas molas terão. no k a t a d o de carregamento. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. 111-7. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. pois.6. que tem El 1.

4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.9.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. também. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. k = 10 tlm - - p@ 4 " '.1 Fig. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M .83 X1 = O . temos: .'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.33 + 12. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. A B n C A - Fig. 111. 111-9. temos: i 2. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.26. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. 111-10.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. 6 = - 18.9 1. Equação de compatibilidade: . São dados: 4 = lo5 tm2 . K = 104mt/rad .5mt 111.8. M = imt F = 1/47 Fia. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. resolvido.

1) e (111.1 u = lo-S/oc .05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario). 111. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. Hiperestático: X1 = 2. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. da viga-balcHo da Fig. Hiperestático X1 = 0. Ex. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. IU-3 . São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 .2) sabemos. Diagramas fmais Fio. 111-19-1. S%odados: 5. no caso.l rn 111.18 Fip.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Sistema principal e hiperutático Ex.Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio.62 6. 1 14 . 181-14 Observação: A partir das expresses (111.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2.05 2 Diagramas no sistema principal 6.19. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. 1 Wc611= 2 x 3.Resolver a grelha da Fig.

Temos. temos. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. para atuação de X1 = 1: . sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio..2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . então. para o funcionamento da estrutura como grelha. Equação de compatibilidade 5.-%. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . Hiperestático X1 = 9.2 r o s O ) d o + . num apoio elástico c o n t i n u o para elas).a do exemplo 11. 11.-I ... a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. membro a membro. I Fig. de.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga.~. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui.= . Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 ... "'Z I. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. ser considerados contínuos.as cujos apoios elásti. em relação a x: 6.X~ A = O 2 vezes derivada. Deslocamento vertical de A: - . rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M..-- .introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. 111-19. 111-20.15 do cap. . cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).. 111.--Irt-- =z Fig. ção. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. q (xl 2. possam.#. --.. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec..20 + 2. temos: I. .20 3.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.0. Ann Arbor.35 . exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. com precisão satisfatória.14 Xl 6 .I( .=ontfnuo tenha inbrcia constante'. com rigidez H . em cada se.1 . igual a ky. v.

AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica.~ e .I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. a partir de cuja solução. dada por 4y =o. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ . a partir de (111-5). devemos ter C1 = C2 = 0. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10).) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).21. sendo assim. No caso de inércia & = . submetida h carga P aplicada em O. devemos ter m riável. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. cuja soiução 6: será. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc.Vigas de mmpnmento infinito I 2. com o que ficamos com: I I I . dados por: k -4EJ 4 Fip. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. devido 2 simetria existente. no caso: que 0.h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante.I _ dx2 1 Derivando. temos. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. Levando em conta que y ( . . y(x). entzo.21.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - . 111. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. obtemos: ~ ( x = dr = .C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que.2. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. 111. obtemos. obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo.1 . empregaremos o princípio da superposição de efeitos.

12) a partir da qual.' x - Devido à simetria existente. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro.h x (cos xx + sen X X ) (111. CfXx) e D(Xx). 6 As expresròer (111.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). válidas somente para x Po ritivo. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.da carga P(x= O). finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = . a partir da? equaçõcs dcduzidas.M(x) e Q(x) se encontram na Fig. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas.~ No ponto de aplicaçao .2 EJ dx2 h2c3 e . obtemos. cotn o que obtemos. ~ ( x ) .-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx . sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 . d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i. Permite a simplificação das equações (111. simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e .22. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . então. de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc. sabemos tambhm que: Q (O+) = . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário).E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).. B(Xx). da condição: ~ ( 0 = 0. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII.P/2 5 .sen X X ) A I Q(x) = .Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) .17) (111-18) . temos 5 Estamos. a introdução das ~ s funções A(Xx). que C3 = C4 . ~uperposifão de efeitos. 111.

repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. imediato. B(Ax).q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . Ex. as funçer' Afix). então. 111-5 .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. com o auxílio da tabela XVIII. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. . 111-23. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . la é k = 4 x l d tlm2. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2.

A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). a partir do quadro de valores a seguir. Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . empregando o principio da superposição de efeitos. 5 22.1.. temos. levando em wnta (II1-21).respectivamente. 111-24.2 . Fip. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . (111-17) e (111-18).2xBfix) I = Mo x2 --.2 quando.-.-A .Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. o produto Pa tender para Mo. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. temos. Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício. 111-26 . Assim. empregando o principio da superposiçZo de %. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M . a ten8endo para zero.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -.M A A /Axl dr3. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y .MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. aplicada na origem 0. que: = .

temos. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. Empregando o principio da superposição de efeitos. para O cáiculo de Vc. devido à anti-simetria da solicitação. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. obtemos: . obtidos levando em conta que. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. 111-26. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas.e-Ab cos .l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. 111. então. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX).Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig.(e-'' 2k cos xu .e-Ao COS h=) + (1 . os gráficos indicados na Fi& 111-25. teremos: 22. Em particular. que: V Fia.b) Podemos.3 . nI-27.e-Ab cos u) Podemos.27 Partindo do esquema da Fig. respectivamente. entHo. MC e QC . entzo. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.

1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . que desejamos resolver.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. a partir das expressões (111-21) a (11124). evidentemente. . Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. QC .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. Seja a viga semi-infbita da Fig. 111-28.. Para o caso. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será.1. -V 2. por exemplo. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.. Iii-29.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. poderemos escrever que: . Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . da Fig. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. MC e QC.3. submetida ao carregamento indicado.

2. assim. 111. submetida ao carregamento indicado.. isti.1 residiria na existência.[ I + C 2(Ao).6 Para a viga semi-infinita da Fig. OD . sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. no caso.31. por: P ser8 Asim.3. Temos.1.2. em A. a - ou *a: P M E = . que não estaria. 111-29. 111-30. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. então. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. Caso tivéssemos MA = QA = O . 111-29. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. atuantes em Aeq. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2.2 deste tópim). de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. em A. empregando-se o principio da superposição de efeitos.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento.MA e QA para a viga infinita da Fig. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. o momento fletor atuante sob a carga si dado. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. IIM2 submetida ao carregamento indicado. 111-29. 111-29.2. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). trabaihando. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A. 111. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. se conseguirmos fazer desaparecer .Resolver a viga semi-infinita da Fig.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). Ex. em AW.

2.) - i.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). apenas. submetida ao carregamento indicado nesta figura. 111. Sendo assim. sendo YA e M . 2. 111-34. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. y =M = O . para o ponto A. d e fmidas em (IU-43) e (11141. válida para x O. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig.2.3. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. para a determinação de Po e Mo. a solução do problema.2 . 111-34.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. acrescido das cargas Po e Mo. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. obtendo-se.//. obtemos. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. 111-34. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. 111-33. U1-34. suporemos P aplicado em Adir. . ) . que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. na viga infinita. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m . Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r .35 submetida ao Carregamento indicado. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. o deslo-ento . iII-8 . no caso. aplicadas em Aesq. Ex.Resolver a viga semi-infinita da Fig.1.

.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. obtemos: Assim sendo. 111.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. =. 111-37. enião. -.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. . obtendo-se. Fig..S.1 será a da viga infinita da Fig. então. submetida ao carregamento indicado. 111-37.. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. = 1P = O. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. em conta que.2.>"m#s. para . A !"t=*s.3. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. obtemos.%n/ .3.. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. - I U . a soluç%o do problema. I obtemos. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ).a viga infuiita da Fig.e.Para a viga semi-infinita da Fig.1 e 2. 111../3& * Fig.46): - .35 I V Fio. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. levando em conta que. 1II-36. válida para x > O. Por analogia com os c h s antdores. . obtendo-se: E% nI-9.38 Suporemos o momento Po e Mo. 233 .ciM A A ..38.~w1 . para a viga infinita da. . No caso. I . a partir de (11145) e (111. 4 2 - OD ---r. 111...

os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada.A (Xa) CIAa) . que apresentaremos a seguir. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . resolver a viga fuiita com bordos1ivres. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. 1938. 111-39. par exemplo. Daí. MoA. 11140. na viga infinita. lIU1 i" -7~ - .-! t _ - I *v P o ~?A . levando em wnta que devemos ter. nas seç&s A e B. tais que façam com que apareçam.de cbmprimento i . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA.~ t i m apoios dásticoa . empregando o ptincípio da superposição de efeitos. analogamente ao caso da viga semi-infinita. w m isto. IIM1. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. Seja. Pog. Resolvido o sistema anterior. obteremos os valores de PoA. Sendo. Bulirn.uoA . devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. Procedimento lançado por Hetenyi. por M. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. nas seções A e B da viga infinita. para esta ultima. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . e MoB . e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. da Fig. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . as cargas PoAr . "F . na resolução de urna viga infinita. desde que acrescentemos.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig.1 .28 (Aa) D &a) ] 2. IIMI. a parür do e i quema da Fig. dado. ao carregamento atuante.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. submetida ao carregamento indicado. Fio llC40 Fk. p l s primeira vez. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). Este pmcerso foi apresentado.4. i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. então QA MA. no entanto. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig.

M = Q = O em A e E. ao caso da F i i 11143. a partir da funçso E. III42. temos. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo .nocm de valores negativas. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.2. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. respectivamente. . O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. as duas cargas . as duas cargas concentradas.2 (carregamento anti-sim6trico). seus sentidos sertío os h . as mdiçóes de contorno.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. adotunor cvmo carregamento uma única . i 11143. -dicados na Fig. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. agora. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. 11143.h e t n è ò m Impondo.1 (carregamento sim&rico) e 11143. a) C ~ M t i .e e 4.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. ~ a aplicar no caso da Fig. II143. sendo sim6tricas as cargas .subme& da ao carregamento indi~ado.2 (carregamento anti-sim& trico).1. temos. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E.& : . por c o d i d a d e de ipresentaçüo.l. a partir dafunçtío E.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. 11143. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. rmpeetivamente. e . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P .(M). chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs.

em A e b'. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. 1114.M:. y = M = 0.3 submetidas respectivamente. y = M =O. submetidas.2 e 1114. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. si30 dados por: 6 P" - regament~'~.1.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. as duas cargas de sentidos opostos de PD). será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica.4.52).3 .(Valores positivos de P : 11143.2 e 11145. e das cargas % e @ no 2? m . MA.1. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. caso.3. 11145.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. acrescidas das cargas para o I? caso. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. 1114. carregamento.4. respectivamente. e das : e @ no segundo caco. Concluindo. (11149). em A e B. Assim. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.2. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. e que são y = V = O). eM : estão definidos nas express6es (11148). e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .2. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. agora.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o . (111-51) e (111. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. cargas Os valores de $. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. a primeira delas submetida a parcela simétrica do.2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são.4.

entáo. na viga infinita. 111-46. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig. será a da viga infinita A = P .X 1 . III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita.1. 111.94P Nestas expressões. dados por / 2 1 Fig.! NO . a partir do que vimos no inicio do item 2. I l ~ 6 No casv. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. QS a) V I .4. 4..D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . de . bordos lines da Fig. s t e remos a parcela simétrica a estudar. obtemos: 2. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. o principio de superposiçáo de efeitos. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. 111-48 . mmo X l = I. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. vêm: e = 0. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. A resolução da viga íinita dada será. como o carregamento atuante já C simétrico.4. levando em conta que . temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio.Exemplo de aplicaçãa Ex. que. e n m .47 submetida ao cmeda gamento indicado. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). submetida. sidtricas. sua resoluç%o. v2 Empngsndo. entretanto.1 deste t6piw. respectivamente.4 .

11149. vigas deste grupo devem ser. 11148. res (sugeridos por Hetényi). Finahiente. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. dentro da teoria apresentada neste item. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. ficar com os primeiros valo. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.2 i . Posta e torção.60 e 5.. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M ..2. que sua deformada é uma linha reta. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). t + 3. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. 11149. a partir do esquema da Fig. Determinado o valor de M. que será determinado levando em conta que . MA = O i 1 I Ye = o vg =o. sendo tamdation Analyrb and Durgn". do ponto de visfa estático. já citado neste tópiw. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. 11149 Sabemos. que resolverá o problema. para cada caso. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. consideraremos. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. em que b. \ . Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. de ocorrência de flexão com. preferimos.1 Fig. a constante de mola k do meio elástico. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. Hetinyi. é o que está feito na tabela XIX. 0 .. McGraw HiU 111. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. estudo de problemas mais wmplexos. se. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. os valores 0. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo." d) Em função do valor do produto ( A I).': 11149. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. entretanto. pode ser obtida a partir dos valores de c. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. podemos dizer que A ( A I / .Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. . a viga como semi-infdta). ao se estudar um de seus bordos. f . . para as vigas do terceiro grupo. então. o segundo grupo. por exemplo. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). pois. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. A A 1. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. onde fornecemos. D (AI). de bases elásticas 'com constante de mola variável. estudadas com todo o rigor. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo.49. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. tais como os casos de vigas de inércia variável. relativos a vigas sobre base elástica.4.2.1. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. o problema está resolvido. senZo vejamos: Seja. considerandea como infinitamente rígida.2 '2 < > Para o primeiro grupo. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . . podemos desprezar por completoafle xáo danga. dada por k = c b. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. tPf U. entZo. Por procedimento inteiramente anaogo.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .310 3.

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