curso de anhlise estrutural

2
-

"

., . .. ..

,r

-

.

.-.-

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

-

-

I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

-

- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

. Na apresentação deste Curso. . . Nestes últimos. A. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.2Direitos excluiivor . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. \ ~ ~ $ C .objetivo final de nossos esforços. . . j? da Edftom Globo S. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. 1 I:. ~ .-32E.- . --.- .r c .- 7 .0 de abril de 1974 . ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.. . incluiremos também. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.:: -&&c\+\ . 1 . cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil.. que se vèm deparando com o mesmo problema.: h O r!.. idéia esta que cresceu com. de edi*. Pois. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. :: C~!L. a partir deles. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'.i. >-. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro.&.. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante ...S..g. 1. o estudo de alguns tópicos especiais. Domicio Falcão Moreira e Silva. .f<. José Carlos Susekind . no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis.I . O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0.

Hiperestaticidade externa 104 1.1 .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .3 4.1 1.23 1.Hiperestaticidade total 104 1.Sumario CAPITULO I .Processo de Mohr 57 . 2 .2 .2.Cálculo de deformaçües em treliças planas .Processo de Williot .4 .4.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I ..2.F6rmula de Mohr 3 .3 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.4 .3 1.1 1.2 .Teoremas complementares 78 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.Teorema de Betti 78 4.2 1.3 .Hiperestaticidade interna 104 1.Aplicações 105 - .Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.4. 1.2.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .3. dos amios 55 2 .4 1.? I.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .1 4.Cálculc de deformações em vigas retas .Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2 1.Teorema de Mêxwell 79 .O mbtodo das forças 106 .2.Teoremas de Castigliano 80 4.4.& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .1 I.2.

2 .Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .1.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Caso de bordos articulados 298 .1 4.4.2.5 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.4.C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.2 .Viga finita .5.Vigas de comprimento infinito 274 .2.3 .3 2.2 2.4 2.Exemplo de aplicação 3M) .5.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .2 2.Vigas semi-infinitas 2.1 1.Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .5.Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.1 ' .Aplicações 113 .Problemas propostos 236 .Artifício do arranio de careas 153 - .Introdução 272 .4.2 Obse~a$õcs109 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .2 2.áo i s grelhas 172 .Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .2.5.3 2.1.As bases d o método 106 .O teorema 6 .Atuaçáo de uma carga-momento 282 .2 1.Caso de bordos livres 294 .Aplicai.1 2.Caso de carregamento externo 222 6.4 7.Caso de bordos engastados 299 .4 Apoios 2.Processo de Hetenyi 294 .Definição dos apoios elásticos 264 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .Caso de recalques de apoio 233 6.Base teórica do método de resolução 203 4.Caso de variação de temperatura 228 .1 222 2.4 2.Roteiro de cálculo 206 4.1.3 2.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 . ..1 1.4 elásticos discretos 264 .5 3 4 .O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .4.1 6.3 22.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .ara o niétodo das forças 112 .3 7 8 - Verificação de ..Roteiro p.5.2.Observações 301 287 .3 1.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .

variação de temperatura.Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. que é o método das forças. . Ainda neste capítulo. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. os casos de vigas e treliças. Enfase especial mereceram. devido A sua grande incidência na prática. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). quais sejam: carregamento externo. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. foi subdividido em três capftulos. os processos particulares de Mohr e Williot. neste caso. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. Finalmente. sendo apresentados. para os quais apresentamos. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. a seguir. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). e as estruturas sobre apoios elásticos. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. sendo abordadas. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas.

CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. Tratemos.). estudando o seguinte caso: -O P . â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. dado nestas condicões. pois. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. (isto é. . = O). Dizemos. que. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. com suas sugestões e estimulo. como uma entidade puramente matemática. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos .yn*o. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. entáo. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. colaboraram na preparação deste trabalho. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. 1-1. e aos demais amigos que. 6 =O. Rio de Janeiro. este deslocamento .50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. isto é. conforme indica a Fig. pelo trabalho de revisão deste volume. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. pois preserva. . I A pariir destas consideraçóes. isto é. . então. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. 6 nulo . para haver deslocamento real do ponto.1 i .Na oportunidade.

quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. 1-2 Fig. coeficiente de redução. imediatamente.'. devido a Q). didaticamente falando. 6 evidente que duas seções vizinhas. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. agora. portanto. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. E3.N. Como. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. Fig. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". 1-2. o que está feito nos itens a seguir. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. por ser nosso objetivo aPre. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. devido a N).2 deste capitulo. adotamos. para este mesmo ponto. Q nelas atuantes.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. a Fig. Bastou. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. neste trabalho. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. não o fizemos. Em se tratando de um corpo elástico. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). sob o ponto de vista matemático. Ads= Nds . podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. a metodologia utilizada pelo prof. : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. devida a M). o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. então.# sendo = . Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. b) Diversos livros. onde a configuraçáo da estrutura. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. G módulo de elasticidade transversal. submetida ao carregamento indicado. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. que atingiu sua configuração de equilíbrio. podemos. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio.Mds .Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo .Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. para os teoremas dos trabalhos virtuais. a partir deste principio. ao qual chamaremos o : Seja. cujo valor varia com o tipo de seçao. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. também. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. apbs a . para fms de raciocínio. distantes de ds. ela se deformará devido a estas cargas.2 . por nos parecer a ideal. e são dados por: d. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. 1-2. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. 1.

escoras. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. então. podemos acrescentar as Seguintes informações. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). só temos Jt para algumas seçóes especiais. tabelado para OS Casos práticos usuais. 1-2 quando descarregada. ou. Apliquemos. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. para as seções mais gerais. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. verificamos que. as outras serão analisadas. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura.A parcela pode ser. barras de treliça. no caso: Wint = @dP + I I 1. o que está feito na tabela I. trabalhos virtuais. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. usualmente.variação de temperatura . que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. tirantes. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . C) O estado de deformação pode ser provocado por: . pois. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . sob forma mais geral. tais como círculos.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. funqão da deformação a calcular e pode ser. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. na tabela XVI.f. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. a) Chegand*se à expressão final. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura.carregamento exterior . estado de carregamento e estado de deformação. Ele é. noscasos de arcos. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig.Também com erro tolerável. etc. Por esta rafio. nos próximos. forma inteiramente análoga. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. anéis circulares. para as seções mais usuais. para fm de cáiculo dos . de. é resolvido pela expressão (Ll).movimentos (recalques) de apoios . estudamos a primeira das causas. elas são denominadas. e sob os deslocamentos virtuais impostos. (E evidente que não o podemos fazer. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). Teremos.) . respectivamente.modificações impostas na montagem Neste item. ~ d h . que se deseja calcular. . Desta maneira. então. o cálculo de. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). =.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). instituída por Mohr. pois. desprezada em presença das demais. 1-2 as deformações. comodamente. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 .

a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. portanto. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ.TABELA I . teremos: 5. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. enfretanto. ocorre para as estruturas usuais). Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. É o que fmmos no caso e. 14. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. " 3. f ) Conforme veremos mais adiante. que trabalha fundamentalmente à flexão. tabela 11). para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante.de 2 barras i e j 4. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. evidentemente. I-I . Em se tratando de quadro plano. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula.Calcular o deslocamento horizontal de D. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. de fato. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. Quando atuar o carregamento.1 da Fig. obtemos o estado de carregamento da fig. para o quadro 1.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida.Apiiqóes imediatas Ex. - . C = I2l D a) Da tabela I. este eixo se modificará.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar.2.

nas barras @ e @ . um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.88mm. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. ) tracionarem Fip.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. para a barra Q . desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. Sendo seu sinal negativo. portanto. temos: EJ6 = Temos: Como. 1-7. para a direita de D.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. a expressão se simplifica para I EJ6 = b .M = O. 1. nesta escoiha. para cada barra. podemos escolher livremente. 7. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. para a estmtura da Fig. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. (E evidente que devemos nos guiar.

) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I. 1-13.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.) 6 = 7.) (Caso de constante. vem: Seja o quadro da Fig. 1-10. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . cujas barras têm r ) .875 x 10.

Temos. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. entáo. lida no diagrama retilíneo. para estruturas compostas .Da Geometria das Massas. A título de apiicaçZo imediata. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. temos: momento eststico da rea . sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. imediatamente.por barras retas: Conforme a tabela I. A partir dela. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. 1-16 . somados para todas as barras das estruturas. na posição de seu ientro de gravidade. Ficamos.em relação a0 eixo y. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. a partir do qual se obtdm. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. 1-14: Fig. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc . chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. O caso geral será. conforme indica a Fig. nos darão o valar EJc 6. qualquer e pela ordenada. numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. portanto.pela área d o diagrama s des?j& que.

Chamando-se I'Je = I : . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . como casos particulares deste. . b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J.Cuiso de análise estrutural I . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. evidentemente.

1-17 Ç 3m. - L . = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.16 . 1-17. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0..m I . para a estrutura da Fig.Para barra @ 4m A Fig.5mt Fig.3 . @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1.2.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. > . 1-18 b) EEtado de deformação it. empregando a tabela 11: . . Dado: EJ.

pois o anti-horário.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.2. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.) Observação: No caso deste exemplo.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente.. 1-21 h . H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . : .) Ex. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo).1. igual ao dobro de cada uma delas L . constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. não o fizemos. que tem EJ = 104 tm2. 8 = 1.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig.4 x 104 rad (O sentido correto é. entretanto. . Ex. 1-23. 1-20. 1-5'. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. 1-6 . EJ =-'t . Fip. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . e este caso está tabelado.5 x 104t. I' Devido à simetria existente. São dados: 1" -.

1-26.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. que 6 livre à deformação).Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig.yN= Q=O. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.62. 1-24 & Fig. M = lmt M. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir.66 6 A = -3. : 2 .lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M. pois este não tem existéncia física real.20 (devido i simetria).66 = - . Temos.

I-8 . ES = 104t.28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. cujas barras têm. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.Para a treliça da Fig. temos: ) Ex. todas. vem: = . o pontoA fique no mesmo nível de B. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .6 A ) para que.2 4 2 fl t (-2 .74 cm m= \rr . Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r.f l ) = 6' Igualando. obtemos: 6 = ' 0. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado.= cm) Igualando.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. a 3m Fig. quando atuar o carregamento.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . bana ES 6A = X ( N S Ib. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (. 1. 1-28.

2. com um comprimento 0. Ex 1-9 . a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . 1-31 -. e. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P . que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. para fins de combinação dos diagramas.2. 1.jC d :1 COS ' 4 ". podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. conforme 14. 1-32.33 .Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. portanto. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. 1. Fig. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal..I MMdx (1-4) Tudo se passará. 1.= dr Jm cos P ' Jm '.4.31): J cos V 4m I Fig. f- Temos.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig..4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.sendo JM = 2 Jc . pois. inércia constante igual a J .24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. m~. como se a barra tivesse comprimento I.1 .74 em superior ao seu comprimento teórico. e não ao longo do comprimento da barra curva). Dai vem: Jm cos V sendo I.

1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de .26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas.37cm (a corda aumenta). divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . Fi* 1.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85.4.2 . resumido na tabela 111. I-.2.i .inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. apenas. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. instituído por estes autores. do 2. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par. 1.

.

0 g m g o. Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --.-- --- $..." r.i- a. Y.-". n .+?IK~C ^q"7".? g s z $65 c R * -8D-">-" n.r * .r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .z 8ZY ""...o m n.-L- m*z -3 e 9 3 "*.." - Ií.a 0"- nc-n2z "W.s+ "" ~ 3 s e 5 : ." " -". E ~ .! o .iO1.-91%.3 * " " . o o n g .a.5: :SE i z g E$? E. 0 g.* " - .3 3 E X S i i : C 1 "-. o- --.h?. nn ^V* . 22- ..n r<u .sgxnfir -8 i. 3 . r- $ 23.? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% ." 3 " 8 ..0's'uin~? o: ..-n..: -".g 2 H! : --"22 0 ' :.*0"- n D O z$"gz -.D 0"' --"?--a O*" ... ~ 8 : s . .--"^' g E E C.-n.A : C =E. '..R? mm- .a * q $a$ ""' 0 ?.% -' e" ? ..".n . " .

.

"an. "" B lids J A ' ' ~ 9 n . r". e . A " =- e A ' . h ..T A B E U XII -h *- 4.

TABELA XIII -mni .h .

..o.

.11 P= Fig. 1-36.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . Todas as banas são mísulas retas com /.in = e = 5 J. obtemos: .. E dado EJc = 2 x 104 tml.. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. B Fig. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: .Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig.

2.Z . 1-39.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.) Tab.2 + 39.5~0.126.241 =+39.& ' =- 1. al=o. 6 =4. . IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = .197.1 a) Estado de carregamento -. . X 3mt A ai -0. n = -.1. Para a barra a Fig.0. VI11 -3xlx9r3x0. al=o.098 - EX 3 x 3 ~ 4 . 5 O.r - 12~3~4. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.4cm (o ponto A sobe).2 = -281. 1-39 (mis.= 1. 6 dado EJc = 104 tm2.2 A .038 = -197.0 .0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0.s --= 3 m J~ Jm.ol53 Tab.0 x 1-11 . Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima. definind-se Fig.W8 = +4.241 .. 1-39. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ. VI / a altura extrema por esta interseção.l . devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. I tlm S 4 + + + + ) Tab.

x L ~ 12 .Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.0 18 Fig. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. O problema será.3 . pois. 1. É dado: E = 2. n = 0. e n t ~ o : E J ~ = 387.5. .: 6 = 3... . I .2. teremos que calcular Fig.. reta assimétrica): . .'.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . submetida ao carregamento indicado. temos: .Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. 1-42 0121 Vem. 1-42.68 x 1 0 . .0 276.2. qdx sendo q = h@f --. ' X = I. = 7 x 104 tm*. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. I ' . A seção é retangular. @ : 1.4 . 4 . Para a barra @ : (mís. com base de 40cm e altura variável conforme a figura.4 x&= 6 .1 x 106 x 0 . . ~ . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.2. 1-41 por integraçáo aproximada.~ rad 3 2 3 387. obtemos: Para a bana . I'= 5 106 108 Y.l x 106 t1m2.4. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. I r A i 4 1 Adotando EJc = 2.46 im (para a esquerda) 1.4 = 258 2 = 387. i < . .. Ex l-12. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. 1o =0 . . .

t- h Fig. Vemos então.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.h c r ~ t ds.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. I dp = a 6.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. .te) ds h Fig. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). 143. no estado de deformação. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. dependendo d o grau de fissuraçá0. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.TABELA XVI .3 . b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. 1. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. de modo que.. Ao longo da altura das barras da estrutura. 1-44. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .ds.

afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento.-"II +. t .=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. . rg-+3O0C "--.. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2." e:.45 - O 1-13 .Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). então.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. Suponhamos. - 3.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. . 148 Fíg. 146. 1. levando em conta a expressáo 1-5. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.0) O valor de 6 não 6. para fm de raciocínio.s m de altura. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. temos: "O. quando dermos a todos os pontos da Fig. os indicados na Fig.47 fletor no estado de carregamento e temos. Supondo as barras com seção constante. . evidentemente. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1.. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. em relação ao dia da sua execução. teremos. 1-48.. e o esque ma da Fig..O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M.

0) Deslocamento do ponto C na direção BC. 1-50. A + 4m -+' Fig. entxo. 1-53: N. pois.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). 1-49 1.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. obtemos: A Fig.Calcular as defomaçCks seguintes.para a direita.partir do estado de carregamento da Fig. de 6. 149. Ex 1-14. ~ a partir do estado de. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .58 cm.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. Temos: 1. para a grelha de Fig. 1-52 Devido à simetria.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. a . 2. carregamento de Fig. cujas barras têm seção retangulir de 0. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará.

= Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . que o trabalho independe da trajetória.m -+ .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. Ficamos. 1-55. no caso). L ~ as integrais . para o qual sabemos..~ po conservativo. 1-55 Temos.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. tivesse os oontos A. dependendo apenas de seus pontos extremos.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale. B. A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia. então. 1-16. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . em estruturas isoststicas 53 I h - 1. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. I .1 . podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .3.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ .6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. 1-57. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A . da Mecinica Racional.ado . para o quadro de Fig.para a estrutura de Fig. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm . para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. a partir de 1. - Ora. ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. então a n R t . no sentido horário.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. estamos diante dc um cam .

1.4 . 1-60. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . neste estado de carregamento.) @ (encurtamento) = =.5 mm de encurtamento 1.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. 1-57 Fig.~ / O C 1 ' r*. deformações vir.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . teremos Fig. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.. ~ (-30) (-1 x . Fia. a partirde qual obtemos: Fig. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. 1-59: Dado: ct = I O .61 Ir. 1.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. nela indicados. 1-58. Trabalho virtual das forças internas: nulo.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1. Fie. para a estrutura de Fig. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . então.

1-63. que nos permite obter. desemiolveremosnes t tópico um processo.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. 1-66.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera.Z R p (1-7). 1-62. iquelas devidas aos recalques.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas .62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. a elástica. Ex. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. Aproveitando a simetria. de uma sb vez. que a rotação relativa flexão. obtemos P6 = . de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. 1 . 1-20. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas.) Ex. da Resistência dos Materiais. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. pela expressão (I-I).Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. a partir das quais obtemos: Fig. pela expressão (1-7). calculando inicialmente.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. expressão que resolve o problema. somando finalmente os dois resultados obtidos. evidentemente. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. devido ao carregmento atuante. as defornações devidas somente ao carregamento e. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. de 2 cm.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. para a estrutura de Fig. a elástica de uma viga reta . pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . a seguir. então. 1. a partir das quais obtemos. idealizado por Mohr. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. . devida "P=& EJ' Sabemos. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. sem e (O sentido arbitrado foi correto. 1-19. na prática. 1-65.

1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. resolvido. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. Assim. conforme indica a Fig. então. devemos ter em B. 1-67. na viga conjugada. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). então. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. outro apoio extremo do 1P gênero. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. então. b) Seja. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). a titulo de explicação. $e A - Fig. Assim. vinculo. 1-69 a 1-71 esclarecem. . então. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s.uma rótula intermediária B existente na viga dada. por exemplo. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . do Cálculo Intinitesimal. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. 1-68. um apoio intermediário do l'? gênero. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema).58 Curso de análise estrutural Resumindo. ünalmente.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. este vinculo será. agora.referida a um sistema xy como o de Fig. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. . teremos instituída a tabela XVII. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. este vínculo será. já que este apoio só impede deslocamento vertical. 166 Por outro lado. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. por definição à relação d9 para a curva - .

.. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos.. apenas.e. ..1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. u. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. v .até..60 L .I. Ex-1-21 . pois.c.. como existe uma deformada real. nipi 1-70 n 1. estável. . carregada com E . esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.~..Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. evidentemente. I"I.... 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip. Tabela XVii ..h. 1-74 que tem EJ = 104 tm2. o b t e m o s a EJ . 1-69 ...~. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo). . conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2...n. sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da. às vigas com inkrcia variável.. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. ãig... 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = .+n co. e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada. ... Neste caso.e.IU. P viga dada -N~~ ~ i g s .1 deste tópico).. para uma viga dada hiperestática. "../I 6----7 ..71 lI1lI. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas.. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada. as funçóes q = EJ serão mais complexas. submetidas a determinados recalques de apoio..<I.

Os valores extremos pedidos são: 1.Para a viga da Fig 1-75. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. Encontra-se esbqado na própria Fig. pedem-se: 1.O) Aspecto da elistica: Ex.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada . ~ u I I 3. 1-75. representada na própria Fig. simétricas uma da outra e que concordam em C.O grau.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .0) Calcular a rotação da seção B. enquanto que os. que tem EJ =103 tm2.6mm I I I p . Chamamos a ~ L I . 3.2mm Elástica = elástica pedida. onde indica!. 1-22 .~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.O) Esboçar o aspecto da elástica. 1-74.62 Curso de anáiise estrutural 2. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. trechos BC e CD são parábolas do 3.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E. 3. 4.

o carregamento deverá estar auto-equilibrado.2.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. indicada na Fig. 2.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig.2 1 I I + 1-78.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. levando em con. 1-82. que será a haste livre da Fig. para a viga dada). 1-00 ~$ 4M h Fig.1. A E r 1-24 . I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. conhecer o valor de M para ficar determinado. 1-78. 2. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig.3* conj 2 3. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. A condiçgo XY = O.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 . para a viga conjugada. (i Fio. Ex 1-23.Aspecto do d i i p m n a daaido. 1-80. que tem inércia constante. pois. o da Fig.~ ~ 3 + 1 X-=16. bastando.78. 1-79 m q BA I I Fig. no caso. x O 0 E YE ="viga .O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. 1-79. . 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.Smm 3 0 .78. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. 1 0 . pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. 1-77.1 " Fip.1.4 ~ . que MA = MB = O e QA = Qg = O. o que deve ~ ocorrer. que possui indrcia constante: Fig. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.3 rad (o sentido está indicado na figura. .~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 . 1-77 .64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig.1. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). restando-nos calcular apenas seus aódulos. 1-76.

já que y~ = O para a viga dada). de acordo com nossa tabela XVII de transformação .2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . 1-81 .E 1-25.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. 1-26. 1-82. * te à elástica em A. 1-83. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. Fig. de vínculos. obter a rotação da tangen. Passemos. nos fornecerá: t i - B Fig.Para a viga da Fig. o sentido i0 recalque 8). para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). Já o apoio B. agora. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.8 A partir desse valor. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada.: Ex. que tem vão / e rigidez EJ. à viga conjugada.2.84 donde obtemos M = 4IL -. 1-80.82. 1-84 ( MB deve ter. O apoio do 1. Imediatamente. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.1 F i g . 11 c. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). temos: . 1.2 1-82. NO ponto B (viga dada). podemos escrever. 1.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. 1-84. evidentemente. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. a partir da Fie. como sofre recalque. "8' -- ~Q.

que tem rigidez EJ.P = 1 O problema está. / . Ex. pondese as equações de equilíbrio. com o esquema da Fig. 1-85. Será. 1.EJp I' F i a 1-87. temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn. portanto. i .87 de vão 1 e rigidez EJ. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). 1-86 (EJ = constante). . Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . então. 186 Viga conjugada c A 1 . . - . um apoio do 1. indicado na Fig. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . MA = M6 (visto não existir cortante em 6.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. Determinemos. 111 deste Curso. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula).. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . Dai obtemos: MA = M6 =--.Obter 6EJp ) I' / 1 '.. então. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento._ p . 1-84 para' o qual. resolvido. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. 1-86. conforme verá o leitor no Vol. então. o carregamento 2 3 nos dá um binário.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. portanto.. . .. Fie. Ficamos. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos.. constante j 7 M~ - *q Fig. submetida ao recalque vertical p em 6 . x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. 1-88. P A:. 1-86.. 0 engaste E .0 géneros também..im. A. . que deve ser absorvido em B. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig.3+ 1 t E I C + O . EJ . Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . 1-28 . para a viga da Fig. temos.

(no caso. Temos. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . calcular a rotação da tangente à elástica em A. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C.ado pelo carregamento indicado). 1-89. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig.Para a estrutura do exemplo anterior.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. que sofrem recalques. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. 1. entxo. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. . conforme indica a Fig. 1-88. 1-90: Inicialmente. gada. uma variação Ni li de comprimento Ai = . a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . a partir dela. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. AB'Cé. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. definidos na ~ i g . apresentaremos neste tópico.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. ag* ta. então. Fig. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. A. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2.entãoodaFig. 1-90 que. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. que se deslocará paralelamente a si própria. o esquema indicado na Fig. obtendo-se. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. L90. Cada uma destas barras sofrerá. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . para O carregamento indicado. 1-90. Para a viga conju. respectivamente. Permitindo. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . 1-88. no tópico 2 deste capítulo. passando a ocupar a posição B'C. posição deformada final do n$ C da treliça.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos.

chamada diagrama de Wiliiot ou. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2.1 . a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. (No caso da Fig. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.O gcnero A). diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). então. Fig.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. é o que está feito na Fig. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). em minúsculo. durante a rotação de uma barra. novamente. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . de modo que podemos considerar que. o-aue está rep. inicialmente. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. liot para chegarmos a cada novo ponto. uma de cada vez.. até se interceptarem. no caso. respectivamente.=N. o que esiá feito na tabela seguinte. -. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. marcamos 03 = n3. 1-90.. Introduundo-se esta simplificação. respectivamente. &ira ai Nj(t) li lml I ~. as barras ACe BC pelo pino em C. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. calcularemos previamente alguma (s) deformação. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . mais simplesmente. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. que se interceptam em c. Devido a suas diminuições de comprimento. paralelamente a AC. o b e oc)representam. williot da treliça dada. respectivamente. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. durante estas rotaçóes.li/ES(mml I Os vetores ou. todas e l a s . coincidirá com o ponto a. paralelamente a Bs.'esentado. 1-92 Devemos. ~ ~ = 1 0 ~ t . rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. 1-92. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. o que é impraticável. da mesma forma. apli. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. B e C da treliça de Fig. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. os deslocamentos abSol~itos nós A. a rotação de qualquer barra será pequena. No williot estas rotações estão simbolizadas. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. no wiüiot da Fig. cujas barras possuem. Assim. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. 1-91. E r 1-30.9 3 . . Para ligamos. calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. 1-91 pelos segmentos a1 e b2.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça.

A2=A3=-12 J?lmm.l mm. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. sentido e módulo pelos vetores ou. oc. 1 2 ~mm e 12 mm. passando a ocupar a posição B: . 1-94. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. . + -* + + dos em direção. 1-94.2 mm.5 mm.74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. oh do williot. 1-96. então: A1=A4=-12 mm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig.. pelo williot da Fig. C . . Fig. 1.. H da treliça sáo da. e 3. 4. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. 3 6. 1-95. . A5=A6=-6amm A partir desses valores.9 mm. 7. dados em diieção. . 5 1-32 .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. igual a 10.5li valendo.. respectivamente.. mádulo e sentido pelos vetores oc. . 0. B.6 mm. .4 mm.5/0C. devidas A variação de temperatura. 1-31 . caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. 13. ob. valendo estes mbduios. obtemos. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC.

3 cm. 1-99 No caso. devidas aos esforços normais N nelas atuantes.Ii Neste caso. 1.~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. A componente horimntal 6 dada por A7. 1-97 . 1-99 e vale: Ex.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. C.2 mm 2 . os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. vale 6 BH = 16 mm. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. Temos.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.41 cm e 2. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. ob. B. 1-96 PBH = 2cm ?Y.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B.54 cm. d dados pelos vetores oa. I-33. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. 41 = 77. têm módulos de 0. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. oc. 2. ou seja. 1-98 A Fig. Fig. feito na Fig. 1.97. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . todas elas E S = I O ~ t. A P~~ Fig. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. D e E da treliça. cujas barras tèm. C . o b e oe.24 cm. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. 1-98.

devido à aplicação do primeiro esforço unitário". Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. dados em . . ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). vemos que o vetor é horizontal. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento. uma força ou um momento. no caso do Teorema de Betti. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7. evidentemente. .Teoremas complementares 4. do williot. D E.conforme a indexação adotada. temos. 1-100 . que resolve o problema.Erala do.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. 4. 1. agora. Igualando as duas expressóes. evidentemente. Como ve"fícaçXo do wiUiot.9 cm.Teorema de MaxweU Fazendo. F. obtemos o williot da Fin.100.. da treliça. Tomando. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. teremos: od 4 . o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer.9 cm.2 . O exemplos das Figs. . e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. 8. na direção da carga Pi.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. C.1 expressão do teorema de Maxwell. obtemos: (1-9). em sua direção. que é a expressáo do teorema de zP.G. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.4 cm.8 cm. com queP. levando em conta que o apoio do 1. o que tem que ocorrer. indica a deformação. direção. para a mesma estrutura. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi)..4 cm e 7. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". indexando as deformaçóes com dois índices. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida.devida ao carregame* to Pk ). temos: . 4. Fig.. 8. ( tjik indica a deformação. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. para a qual um grupo de cargas P.k = ZPk 6ki Betti. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. provocado por um segundo esforço unitário. I (?jk.

1 Fig. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. . vale: Fig. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-104. I1 deste volume. carregada com as cargas estãti. Como estamos no regime elástico. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. 1-104 1-102.. conforme se verá no cap. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. . a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou.* '. 4. carr.3 .. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. n . lpi = 1 Eri.. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. <ar..a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . por ser estática. 5. 1 Esl.. . P valerá: .Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. A k A A Fig. Calculemos estes balhos. 1-103. ela se deformará. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron . . o trabalho das cargas externas P1... = tra- Pelo teorema de MaxweU.

será o trabalho realizado pelos esforços simples. No caso (estrutura plana). 1-34 . podemos instituir os dois teoremas de Castigliano.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . No caso de uma estrutura no espaço. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. por ser ele inteiramente geral. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. teriamos também o trabalho da torção.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. e a expressão da energia real de deformação. Conforme sabemos. Não permite. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. Ex.a) O 1. entretanto. que são enunciados da maneira seguinte: 1.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). os esforços simples M. N. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. convenientemente explorado. entáo: Observaç5es: 1.O teorema de Castigliano.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. Q acarretam deformações relativas em suas direções. em sua forma mais geral.a) Nos casos práticos. quando da avaliação da energia real de deformação. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. conforme ilustrarão as aplicações a seguir.

aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. obtendo a solução d o problema. de deformação. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. após termos feito a derivação parcial. Temos. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M).107 Fig. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. Fig. então: A energia real. . obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. 1-107. desenvolveremos todos os cálculos e. .EJ ) 3EJ que desejamos calcular. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante. 1-36 . caso desejemos empregar o 1. igualaremos esta carga fictícia a zero. 1. igualaremos a zero a carga M acrescentada. 1-106. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação.O Teorema de Castigliano.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. mediante o emprego d o 1 . efetuaremos todos os cálculos e. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. 1-35 . isto é. vale: Fazendo. agora M = 0.84 Cum de an5ise estrutural Ex. criaremos uma carga fictícia.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.0 teorema de Castigliano).

no caso de esforço simples) unitária. que seri tratada como pequena deformação.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . 1-37 . atribui-se à estrutura. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. no sentido oposto ao de E positivo.e u __Fip. tornando sua aplicação mais prática. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . b) na secção onde atua E. no enunciado da regra. cuja linlia de influencia se deseja determinar. ou seja. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações).sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento.:. embora a demonstra. no caso de reação de apoio ou relativa. I - Demonstraremos para um caso particular. n Tudo se passará. livre. nos casos mais gerais. a regra. confonne poderá ver o leitor no cap. 1-110.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. a proposiçáo. uma deformação (absoluta.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . então.q. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. obtemos uma estrutura hiposA tática. I1 deste volume. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. nos casos mais gerais. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . então. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). A I I Ex. As aplicaçúes seguintes esclarecem. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. demonstrando-a a seguir. a seguir.86 4. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. Por esta razão.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. 1-109 i em A e C para a viga da Fig.Regra de Mdler . 1-110 . para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. portanto à deformação). b) A mençáo feita. está equilibrada. Rompendo-se o vínculo que transmite V e. conforme indica a Fig. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. a regra esta enunciada desta forma. mas que. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. Igualandose vem: 6 = VA . inicialmente. 1-108. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . tratada como pequena deformação. portanto. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. 1-109. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. t Fip.

AC = x .Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. 1-112 I Sabemos. 1-113. 1. - - A Ex. pela regra de Midler-Breslau.Calcular. Ex. 1-114. passo a passo. Fig.1 . . para a estrutura da Fig. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. o que justitica traçado da Fig. obtemos a linhade influência indicada na Fig.Exercícios propostos 5. 1-116.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos. 1-39 . 1-115.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. 1. S I 5 . c) deslocamento vertical de B. (não devendo haver rotação relativa).(+). e.111 Fip. então. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. 0 1 -1 \C i: Fig. A S A B Fig. 1-112.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. 1-116 'I * t l!* * C Fip.. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. 1-38 . . b). 1-115. o que justifica a construção da Fig. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. 1-1 1 1 .Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. a regra de Muller-Breslau. 1.

EJ. em todos os 116s. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC.4 .6 .. 1-118.Empregando. r j 4. 1-119.Para a estrutura da Fig. calcular variaçáo da corda AD.3 . a. b. Dado: 5.Para a estrutura a + a + da Fig.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. de cima para baixo. b) deslocamento vertical de E . Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . 1. 1-118 5. p P 5. pedem-se: I Fio. a.2) recalques verticais.2 . de 2 cm apoios B e C. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.2) deslocamento vertical de H.pede-se: a) para o carregamento indicado.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. I-12l.121 . cujas barras fomam. obter: a l ) rotação do nó E.5.2) variação d o comprimento da corda EF.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. calcular: a estrutura da Fig. 1-120.~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5. ân. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. a fónnula de Vereschaguin. diretamente.Para +I 4 I A -B Fig. que tem rigidez W (constante).ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. = 2 x 104 tm2 . 1.117.

10 .sendo Jm = 25. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C.11 . os pontos A. quando atuar o canegamento indicado. = 104 tm2 Fig. para a estrutura da Fig..) quadro = 104 tm2 5 x 103 t.8 .Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. computando para este fim apenas a influência do tirante. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. (ESltirante= 103 t curva tem J = . unicammte. 1-126. E fiquem alinhados.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. 1-122 5. para a direita..7 As barras horizontais da estrutura da Fig. 1-125 durante a montagem para que. 1-124. permaneçam I m acima de A. quando = . o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. quando atuar o carregamento indicado. I 5. COS '# (W. a= ~ u ~ / ~ c . cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. SXo dados: Jm . 1. 8. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. É dado EJ. Sabendo-se que. E. os pontos D. D. 5.Calcular. B.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. C Fip. pede-se c$. 1-123. 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.I 5. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo.9 . (ES) tirante = . do carregameiito indicado. Dados: EJc = 104 tm2 .

módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5.132-b Fig. 1-127 e 1-128.14 . cujas barras têm altura h.15 . mantendese constante a temperatura externa.133 . a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.Para o quadro da figura 1-133. m Fig. com seção transversal circular. de inércia constante. 1. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. com 0.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. São dados: E.16 .17 . 1-130.~ 1. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. 1-129 1. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. as barras@@são 2 cm.O interior do quadro da figura 1-131. 1-128 F i g 1-73? 5. 1-132 B 5. pedem.b.13 . a temperatura no interior da parte circular. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. J. É dado: a = ~ O . mantendo-se constante a tempera tura externa. b) deslocamento horizontal de C. R Fig. sofre um auriiento de temperatura de t OC. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.Para a estrutura da Fig.~ I O C .se: . das Figs. A I 5.s m de altura. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. das figuras I-132-a e I-132. 1-127 A Fig. I 5. pede-se o deslocamento horizontal de B.12 .129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução.132.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. 5. Send o a seção retangular.

-r- - Idem. ra 1-135: a) equação da elástica. c) rotação da tangente à elástica em B. 1-137.23 Empregando o processo de Mohr.139. 1.- t . C.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. b) flecha máxima. i 1 5. D. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A.21 . submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5.22 pedem-se: - Para a viga da Fig. Dados: M.19 - Empregando o processo de Molir. 1-136 ( J = constante). que tem rigidez igual a 104tm2.24 + 117. obter. b) deslocamento de B na direçáo z. E. 1-136 5. I I n -1.138. cujas barras tem seçãocir.. para a da Fig.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. J. E. cular com inércia ê flexão de 0. 5. empregando Mo&.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. para a viga da Fig.0Sm4. a. Fip. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. I Fip.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. para a viga da figu5. 1. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. 1-139 -+a .

28 . para as das Figs.~/OC. 5. R.26 . 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. < . í . de cima para baixo. ( I I I Fig.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5. E. 1. 5. 1-142 .Empregando o teorema de Castigliano.140 a 1. calcular os deslocamentos dos nós E e G. devidos às mesmas causa.27 . calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig.146.r . I u 3' 1 I: - 9 .) Fig.e 1 i .Idem. da treliqa da Fig. J (constante). 1-149. igual a 2 cm. 1-145 Dados: P. 1-141 Fig. . 1-143 o r l p PI -+-I---+ . b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. Fig. do apoio B.Empregando o teorem de Costigiinno. 1. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal.30 . para a treliça da F & 1-147.& l t I + . constante. . IP o I ~ C l + l + 5. c) recaique vertical.<.142.Idem.I + - Fig.e .Empregando o proeesso de WiUiot. Fig. 1-140 Fig.146 a) carregamento indicado. 1-147 i I 5.25 . cujas barras têm rigidez EJ. Fig.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5.9. -. I . 1-144 5. que têm rigidez constante W. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO.29 .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1.

1) 4.94 mm Encurtamento de 2. 5 ~ rad (tl).2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .07 cm (4) 1.22 - a) 0.21 x 1O-' rad (12)0.rn + 5.b) 0.zero .2) 2 cm (e) 1. b) 3.46~ 10-3 rad (n) a) 0.98 cm (4) .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.93 mm (-*I .67 mm (L ) .1) 7 .1 8 - a) 0.4 mm (encurtamento) a.67 mm ( f ) .a.8 mm(+) : b. 0.a.2 mm (aumento): b) 5.l) 3.17 mm (t) Alongamento de 1.] ) (C) 4.2) I .6 mm ( f ) : b.84 cmfaumento) .71 mm (1) a.133 x rad b) 0. b) 1 mm (4) t ) 5.17 - a) 2 6 c m (+) .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .33 x 1 .?) 13. Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.14 mm 4EJ m (371 8) - .

~ ~ ~ = 3 .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5.pEH=15mm(+).8mm(+).f ) .6mm(t). ~ ~ ~ = ~ 6 . ~ ~ ~ = 1 7 . pGH = 3 . 6 m r n ( L ) .6mm(t). pGV=0. ~ ~ ~ = 6 .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. pEH=1. O mm (+) C) pFV= 10mm(&). 4 m m ( . pGH = 3. 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0.3 mm (+) 5. ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . pGH= 30 mm (-+) 5. 3 m m ( . 7 m m ( + ) .102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.+ ) . em cada caso: i .

deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. dispomos.2 . 11-9 Fia. na estrutura assim obtida. Temos. 1.4 (11. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los.1 . portanto. entretanto.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. a estrutura da Fig Ib2. preservando. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. g = Be + 8 i 1. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \.Determinação d o grau hiperestático 1.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o .i ? CAPITULO li 1 .2 Seja. Existe.1) . igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). então. agora. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita.Hiperestaticidade interna Fig. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. conhecidas suas reações de apoio. pois. 11-1. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.HIPERESTATICA . cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. Isto não significa. Seria necessário "abrir" a estrutura. isto é. sendo assim. no caso. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). que possui 5 reações de apoio a determinar. terno da estrutura que é. 11-4 C. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. r. Para tal. 11. Portanto.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. ' &n \ 1. após rompê-la. romper-lhe uma seção. para tal. desta forma.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

certainente. temos E = O.6).8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. podem ser quaisquer. m p e r . 11-18. recomendamos. por exemplo).O) Escoiha do sistema principal (v. . b) diminuição unifome de 30 OC . 2. . Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. em número adequado. c) recalques em A indicadas abaixo.0) 4.2. +Sm -. ii-19. sendo todos teoricamente corretos. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. Obtenção dos EJc 6 . para a obtenção de uin bom sistema principal. será: 1.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. Isto conduzira. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois.f. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) . ca ou da equação matricial (11. entretanto.0) 6.2. Sistema principal e hiperestáticos 2. pois uma equação genérica (a iésima. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. 50) 3. 11-19. . \ Nota: N a m s de variação de temperatura. licitante externo. provocado pelo agente. Para os outros tipos de estruturas.l h e dois vínculos. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples.1).0) Traçado dos diagrainas no sistema principal.. so. no caso dos quadros lanos. - - '. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - . tiiiXi +. Para isto.0) 5. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. : valor obtido para o hiperestitico. O que se deve procurar.X. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. eni c da caso.. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente..1. i! Ex. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. chegamos ao . aplicações n. nesses casos. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. Pii. eles não precisam ser unitirios. agindo-se de outra maneira (v. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. Seguindo a orientação dada na observação 2. . aos sistemas principais ideais. = O (11. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 .+ 6.0s11-5 a 11-7).1 - a) carregamento indicado.

11-20. Diagramas solicitantes e rea<. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. obtendo: F i i 11. temos E = E. 11-20. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. tomados iguah a 1. obtemos os diagramas da Fig.sistema principal da Fig.2. I Obtemos: 6. + 3.&a A partir da expresão 11-7. perestática dada. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. embora estejamos u m d o os me& r' . preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D.21 mm *larnos Os . rotulando os nQ C e D da estrutura hi. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. 11-19. pan não complicar n nota~Ho. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. 11-21 e 11-23. I F i i 11-20 3. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. 1 2.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.im desta forma. respectivamente.09E2.27 E l + 4.

731 Ntamp.iS: 2. d'evidos à variaqão de tempe. vem: Fip.7.Etemp = 0. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. já que estam. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. F'm.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2. 11-22 JF~ + 0. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6".atura. dos nas Figs 11-24 a 11-26...3EI -22.c deste capitulo.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. Obtemos. Os novos hikrestáticos. . obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. 1 2. 11-27 a 11-29.18E2. então: = .47. No caso. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W. 11-28 + 7.} .521 Fie. em função da observação 22.521 Fm 11-27 i . estando os diagramas solicitantes indica .11-25 'carr.4E2.55E. po.são: 12. - - .15 t Fig. A partir da expressão E.

obtemos o sistema principal indicado na Fig. 11-33.. os diagramas da Fig. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. 11-31. Ex 11-2 . necessários para o cálculo dos EJ.2. C I I 4. M = Mo + 8. Hiperestátims: \ XI = 8. se. por exemplo . MO 3. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. U-32. 11-33 Temos. ao invés de nós C e D. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I .f. Diagramas no sistema principal Fig. Diagrama final A partir de (11-7).-i 1.x 6 x 4 = . 6. 2. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. o diagrama de momentos fletores . houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. 2) Igual simplicidade encontraríamos.s I 1 t 6. sabemos que. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo.I wpmdtjtia a) .4 4 3 3 . 11-30.ia Fig. no caso deste exemplo. tura da Fig. deste capitulo.5M1 + 5M2.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. então. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S.x 6 x 1 2 .os nós A e C esq.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. Rotulando. - . obtendese.

= 22. 11. + + 2 x 2 = 45 5. 11-3 .s 3 . na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. Cálculo dos . Diagrama final 1. conforme se verá a seguir. 16.\. a linha de fechamento do diagrama final. 11.s 1 o. Dado: EJ.34. obtendo-se en- 2.sx.Resolver a estrutura da Fig. os Temos. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. o sistema principal da Fig.se apoios internediarios. 11-38 para: a) canegamento indicado.M1 e M2 os mais simples passíveis.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.Sl0 = 1 (6~18+3x40. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. ii-37. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . 11-35 Será dado por M = Mo t 22.5) =-76.Vc S EJ.7 6. b) diminui ão uniforme de 30 OC. I I I -ou . obtendo-se.4 .7M1 tao o diagrama da Fig. desta forma. entio.o métododas forps 4. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. Hiperestáticos: X. I I' = 3m Fig.SX2 = 76. a partir . 6 e no traçado do diagrama fmal. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. 11-35.8M2. I' = 6m I'= 3m Fq. para o caso. Ex.

obre. rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.. = . Cálculo dos Wc6: WcS.6 4 . Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .3 x3 6.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.3 = 20-7 19. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. nios o sistetiia principal da Fig. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. E J . Equações de compatibilidade: 104 64 36 2.o método dsr fo<pis =- 123 3.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1.1 0 4 . 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t .7E2 + 19. I 4. LIeSq e DA"). S z 0 = . 11-39.3EI + 20. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11.

então: X1 I x1 \ Fip. . I Ex. . Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos.Conforme sabemos. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro.t. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. 1143 . 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. 11-43. inteiramente hiperestática í = 3).cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. bastanos calcular o vetor { h t ). 11-5 .81mt equilibrado. a partir dos diagramas da Fig. 1145. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. na direção de cada um dos hiperestáticos. Fip.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . L g-ph $1 1116i t -X!IZ. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . 1. . pois.301 Fip. no sistema principal.1. 1145. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70.Resolver a estrutura da Fig. devidas i variação uniforme de temperatura. sendo.52E2 -0.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC . 2.07E1 + 2. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. obtendo.62M3. conforme indica a Fig. para o cálculo dos 6. Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada).

rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. 1148. apenas.. 11-6 . Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. Por esta razão. uma vantagem do sistema principal escolhido. que tem EJ = 104 tm2.. 1 --'- - . pois. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .o ). > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento.- . . obtendo os diagramasse Note o leitor que. w m O que. devido aos recalque indicados. S. + 0.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. Temos: E = . Vejamos. elsstica nalmente a barra em questão. 6 recomendável.57 X3 = O (evidente. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. . temos que:: . pois o carregamento e simc5trico).E licitantes da F i s 11-47. nesta fase. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente.57E.4 sistemas (2 x 2.Observap-o: Neste caso. . se a fôssemos resolver novamente. partiríamos de. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. evidentemente. portanto. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que.iox. que os hiperesti.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . Xl = X? = o.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. entretanto. 6 30 = O. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . Na seção S de simetria de uma estrutura plana. em si. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. Hiperestáticos Xl = 0.29 X2 = -2. pois sabemos que X3 = 0. X3 = 0. 2 hiperestáticos (X1 e X2). quando ocorrem tais condições. com O que. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . . 3. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. 4. Diagramas finais o . . independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente.29 E1 . p+ dem ser quais uer. temos que: = 6 2 3 = O. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~.. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente.2. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. portanto. devido ao sistema principal escolhido. apenas. Voltemos i aplicação em questão.= -1 6. 6 = 6 20 = O.

~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. temos: 1. 11-51. temos: Qs= O. Diagrama final - Fip 11. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). Sistema principal e hiperestático h. por força da rótula.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . Sistema principal e hiperestático 4.51 Fig. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. como temos Ms O. 3. 1149 2. Por outro lado.5. Equação de compatibilidade . o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1.

1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. 1. 11-56 3. II-8 .Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. 6 4. Diagrama final Ex. temos o sistema principal da Fig. 11-57. Equação de compatibilidade 4 5 S. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.% ta +i . Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. se este sofrer um encurtamento de 1 cm.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Rompend-se o tirante e rotulando. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 .se urn n6 da estrutura.25 6. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. Cálculo dos EJ.

Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 . 1160- 4. N2 Imt lmt X2.b El. 61enc. b) M2. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21.Para a estrutura da Fig. pede-se: t4. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . ) - 3. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. 11-60. IM9. obtemos: Ex. N1 6. -O. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. temos o diagrama da Fig.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. . > F i p . l i 4 9 &t 2 15. 11-9 . 1 t d -Ft 47 Fia.3E2 . para que a reaçxo horizontal final seja nula.06t . Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante.

j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . t 0. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. Vimentão: a)Mo.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Diagrama final = O A partir de E = E. 5.. Hiperestático: X l = 0.5 X. . 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. 2. Necessitamos.2 ( . dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. pois.2 4 . R o m p n d w . I 4.86 6. 3.2 4 t 28X. X: = 2 t : &a. Cálculo dos U. Equação de compatibilidade: . L N1 tis. 11-63. obtemos o sistema principal indicado na Fig. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. 5 ) = . 11-61.86El . obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. No b) M l . 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O .

os diagramas serão os da Fig. 2. obtemos: A estrutura estará funcionando. no sistema principal.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. então. pois o concreto estará uniformemente comprimido. no caso.ou seja. Com isso.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. = +?8x2=0 -1. I deste volume.o metodo das foqS 137 corno agentes externos. = -1. serão o carregamento e encurtamento. sob sua forma ideal. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. 11-65.6cm Como a deformação. q = 1 tlm Barras e @/ .. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip. os teremos: (EJc610 + E J Cen. "comp \ . Ex II-I0 . na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. empregando as tabelas apresentadas no cap. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc.m p d t i e s . temos 6' = 6 enc.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. 1164 Sendo as banas misulas retas. Diagramas no sistema principal 3. devemos encurtar o tirante de 1.6 cm. 11-64.

n = 0.144 . Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0. para o quadro simktrico da Fig. 11-69.098 . Dado: EIc a = 5 x 10.611 Ex 11-11 . i -1. Diagrama final 1-11 17.5 11 .'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I.207 = 3. C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.32X1 = O 2.) 3.4 + 3.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. F . 1-1 q 17 I7.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.31.207 x x 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.098 = 24. Equaçáo de compatibilidade: . 6. - !.1 5 tabV' e = 0. Diagramas no sistema principal N.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. Cálculo dos EJc S b)EJ.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.

11-72 Ex.rica .treliça uma vez hiperestática internamente e. temos: 1. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. Equação de compatibilidade 141 2. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Hipenstático: . 11-74 S.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. Diagrama final $ 11-75. todas. = O Fie. então: ESalo= Trata-se de uma. por isso. 11-73. Equaqáo de compatibilidade: 2~. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. cujas barras têm. 11.o método das fo4. 4 Fip. Cálculo dos ES 6 : Fip. a mesma área. 11-76 3.1 I Fip. Sistema principal e.73 Temos.

Para obtemos sistema principal. Q .s EJ GJt - X. X 1 = NO P .77 h. basta rompê-la numa seção. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. um dos engastes. a partir 2 d o quadro de valores anterior. T2 d>M3. endentemente. 11-77 para o carregamento indicado. .o método das for~a. obtendo.Resolver a grelha da Fig. TI Ex 11-13 . adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). To b) M. 11. Esforçm finais Temos: N = NO + N . 6. Sistema principal e hiperestatico Fig. optando pela seçáo central.WpIedMtia . 11-76. T3 J 3m 4 1. X (cambinaçao de Ticom Ti) . . seção esta que pode ser. os esforços normais finais indicados na Fig. Temos. Sabe-se que -. 11-78. d i i i 11-79 C)Mz. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ.lrn.-1. 2. Diagramas no sistema principal a) Mo. 0 3.) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática.~-XI .

11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. nesta aplicaç%o.) EJ$2= 2 x 3 + 1 .~ ~ 9 x 3 + . o que acarretaria 830 Suponhamos. em relaçáo ao dia da execução da estmtura.As fibras superiores da estrutura da Fig. 2 5 + . com o que teríamos 620 = = O. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.. com o que teríamos 610 = 0. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4.1 . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.f~ 145 vm e w e n ~ . isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. 1 6 ~ ~ = .8263.5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83. agora.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. i. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. 11-14. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. então.x 3 x 2 ~ 5 . escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão.x 3 x 2 . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. enquanto que os demais apoios impedem . Diagramas finais (em mt) Temos. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. temos que: 5. 5 -49. . - - Ex.

11-85. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13.2. para a da Fig. culares ao plano. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). Visto isto. e torçores atuantes. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. 11-85. conforme indicado no sistema principal & Fig. A variação de temperatura do problema. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica.60 t-38 X1 = 3 O . 11-85. pedem-se os diagramas de momentos fletores. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. 0 problema está resolvido.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. 11-86. 1 Sistema principal e hipenstático . pode ser encarada da forma indicada na Fig. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura.3. 11-85. com tg = 0. e. 3. Equação de wmpatibilidade: . CálaJlo dos (. 2.2) 4. na seção de simetria teapenas momento fletor.

que serão. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. cor- 62t) Fig II-91 0- 3.85. 11-92. o esquema da Fig.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. apoios do 2.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. que tem W = q 11 - . no caso.73E1 . Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. 11-92. = 4. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. genero em A e F.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . novamente. 11. correspondendo ao caso da Fig. Equaç%ode compatibilidade: .3. temos. I A solução do problema é. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 1 . em verdadeira grandeza. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. 11-90. 11-85. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11.am-movimentos no plano da estrutura. Sistema principal e hiperesthtico 6. Rebatendo.64 X . OS o diagrama da Fig. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. 11-93. Com isto. 11-85.8 + .5 Resolver a viga balcão da Fig.2.3) 4. então. teremos: 1. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig.

sem nenhuma alteração do resultado. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção.( 1 . obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. em verdadrira grandeza.c o s e ) . obtemos. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . 11-98. 11-96. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. To Reduzindo a carga P/2. então: - . 11-97. aos pontos A e S indicados na Fig. I I d X. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. i 7 I ~ i 11. a) Mo. temos. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. com carregamento simétrico. Temos. ! I I 3.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . o sistema principal da Fig.o método dss f o r p 151 I 1. 11-94. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica.sucessivamente. que representa uma vista em planta. = lmt 2 Diagramas no sistema principal .11-95. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . de uma das duas metades do sistema principal. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S.

11-7.2.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. 2.mprrstBtica .100. -tudo dos areos e quadros biengastados. devido à simetria da solicitação (pois. obtemos os diagramas solicitantes da Fig.1 153 . durante muito tempo. no caso. 11. senta um esboço da elástica do quadro. Equação de compatibilidade: I . que apresentaremos a seguir. I101 5. lUe abordado em nosso Cuno. Hiperestático: 6. será o deslocamento vertical. que repre.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). existindo.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. 11-100. o assim chamado irtificio do centro elástico. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.E 1 . 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. uma ênfase especial para este ar<ifício. Em se tratando de uma estrutura simétrica.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. a única componente de deformação.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). F i e 11.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. . no cntanto. 0 . mtáo. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal.l lr 11-100. Diagramas finais A lCIW.5.Artifício do arranjo de 2. Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig.1 . ' . que terá sua seção S de simetria.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). anulandese então as duas parcelas ). A partir dai. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. permitindo a obtengão. 11-100. deixando livre o deslocamento vertical. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.. passar do esquema da Fig. I? o que está indicado no esquema da Fig. com carregamento simétrico.1. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. 4. . submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).3 PR partir da expressáo E = E + . 11-100.100. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. 11-99. explorando esta simetri. 11-6.5. de a provocar uma destas duas últimas deformações. teve grande divulgação o uüiiza$ão.2 ll. num dado sentido. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. 11-13.5 .

três v e m hiperestática.pois as tendências desta deformação em S. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. 11-104. como no 'as0 da Fig. se oporão.1. por exemplo. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. b) Seja. _.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). 11-102. . no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig.= * i . hfonne ji vimos.I 4 1. romper a estrutura na seção S de simetria.3. 11-101. submetido ao carregamento sim6trico indicado. para o caso da estrutura da Fig. a estrutura da Fi& 11-103.3. agora. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. Podemos. agcra. parth dese do esquema da Fig. cuja configuração da elástica. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. agora. Para carregamento anti-simétrico. nulo. se somarão (ao invés de se anular. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. 11. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. sendo a da Fig. No caso. entretanto.1. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig.2. no caso. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. I 1 I* na dtdco. evidentemente. 11-100). 6 %a. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. 11-100. o quadro simitriw da Fig. 11-101. a estrutura dada.3. fornecendo os valores x. u-100. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. este deslocamento está imp* . as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. 11-104. então. c) Analisemos. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig.1.y e 9s indicados em 11-102. entretanto. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. o deslocamento vertical da seção será.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. . se comportará como apenas uma vez hiperestática.1. 11-102.3.mpmtátiea indicada em 11-100. que é.2. .

obtendo suas componentes simétrica (Fig. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. a essência do artifício do arranjo de cargas.1.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. pois. superpondo. que poderá. a atuação de um carregamento genérico qualquer.3. o caso de carregamento anti-simétrico.1. Podemos.2. IE104. o diagrama final de momentos fletores será. a fun de obter o diagra ma solicitante final.devido à presença da barra central SC. 11-106.2. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.3 a 11-108. entzo. a partir do qual. por esta razão. conforme veremos no referido ca~itulo. 11-104.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC.2) e anti-sim6trica (Fig. num dos lados da estrutura. (Notar que. por um apoio em mola.3) - F~Q. Analisemos. No caso. 11-105. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J.2 a 11-108.3. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. a seguir. simétrica. indicada em 11-105. para a bana SC. sobre a barra SC.5. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. quando tivemos. a barra SC. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. Nas Figs. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante.3.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. 11-104. interceptada pelo eixo de simetria. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. ' Fio. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). então.1 recaiu. Exporemos. a seguir. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. 2. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. resolvendo a estrutura. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. conforme indica o esquema estático da Fig. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. separadamente. podemos romper a estrutura na seção S. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. basta substituirmos a parcela do engaste. conforme indica a Fig. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. agora. 11-107 . para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). do esquema indicado e 11-105.3. que impede o deslocamento vertical. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. 11-106.

cujos diagramas no sistema principal. 11-113. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.2 11-108. 11-11 I. II-111 Fip. de Fip.3 .1 11-1103 VI-110. 11-110. estão traçados na Fig.112 indicado em 11-112. 11-108.im + 11-110. 11-110.1 11-108.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. ExlI-I6 . 11-109.2) Sabemos que a estrutura a resolver. levando em conta a simetria do carregamento. 6 a da Fig. dro simétrico da Fig. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. todas. a me* ma inércia.mpnditica . Fio. 11.2. 11.. cujas barras têm.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. submetido ao carregamento indiiado.110 nnJ .

67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas.7 .33 Obtemos. o da Fig. mtzo. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. = 1à / /.% 1 . uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. e n t h : /Xi = 0. 11-115 Fio.71 4. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. é a da Fig. indicado em 11-116. a j a s b 11 h . 11-116 Fig. a partir de cujo dstema principal. para um reealque de apoio .114 e 11-118. 11-119. EJ = 1 d t m 2 .estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. levando em conta a antiaimetna do carregamento. Fio.Resolver o quadro da Fig. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. 11-110.3) Sabemos que a estrutura a resolver. temos os diagramas da Fig. 11-120. todas elas. 11-115. E. Fio. 11-117.

= 0. ~hpanttititiai . de 1 cm. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica. a partir de cujo sistema principal.-1. Fiq. 11-127.122. 11. do apoio A.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. 11-121. que nos fornece: + Fiq.123. obtemos o diagrama M1 da Fig. representado em 11. toda ela. considerando a anti-simetna da solicitação. de cima para baixo. o indicado na Fig.2) A estrutura estará afundando. então. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. 11-121. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. Levando em conta. 11-125 ' 4 . pois ele ná0 teri qualquer impedimento. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. 6 a da Fig. 11-125. - . 11. 11-121.124. previamente. 11-126 e já será o diagrama final. pode mos escrever que V.3) Sabemos que a estrutura a resolver.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. b) Parte anti-simétrica (Fig. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig.

EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig..-. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. sn8 a da Fig. 11-133. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . obtendo-se o diagrama . submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. 11-128. 11-132 F i i 11. Dnpcrandose as &fonn. no sistema p ~ c i p a l . - Fip. levando em conta a anti-simetriaexib tente. todas e1as.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. obtendo os diagramas solicitantes da Fig. l3 = 1. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t .135. então. Para este F i 11.a mesma inércia). na da Fig. indicada em 11-128. 7 17 .3.136 Dai vem.128 A parcela sim6trica do carregamento. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. 11-134 Fip. não influindo. t m fo-dese a estrutura. Fip. 11-130 (isostática). constitui um carregamento auto-equilibrado. 11.81. 11-132 (cujas barras têm.129 \i A estrutura a resolver.filemo. 11-129. que será funçzo.131. portanto. a estrutura a resolver 6 a da Fig. apenas. 11-136.2.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. 11.

11-138. tiraremos. 11-139 .1.137.3 .1. Ex 11-20.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.138.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig. a estrutura a resolver 6 a da Fig. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria.Wprrstltkd . 11-138. Os exemplos seguintes esclarecem. 11.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura. ~ ~ ~ Fig. *h Fig.1 q 2. duplamente. 11.5. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.

a estrutura a resolver será a da Fig. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. mas que podemos resolver. U-140.PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. portanto. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).140 E r 11-21 . 11-142.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-. o que 6 usual . I A parcela da Fig. a partir do carregamento da Fig. que será obtido. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. constantes.3. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. portanto. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. 11-142. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. ' cuo. não influindo.o método dar f o r p Fio.318~~ Fip. 11.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. 11-141. 11-143.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura.

1 a 11-151. 11. : I . visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F .146. teremos a resolver.148. 11-145: . a partir do sistema principal da Fig.3.3 a 11-151. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.2. submetida ao carregamento indicado.2 a 11-151. 11-146 5* . 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. na maior quantii dade possível de casos. Temos. os casos indicados nas Figs. 11. 1.144 Fip. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig.59mt Ex. 11-148. 11-145 Obtemos.II-147.AipevstBtica -ntais de It).1. então. i i i 11-148 I f Fie. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy.

11-153 11-153. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. estes sistemas principais podem ser justificados. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). para as greihas das Figs. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. então. Fim.154).a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. então. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 173 2. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas.149. então. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s. então. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. 11-152 e 11-154 se comportam. os sistemas principais. como se fossem duas vezes hiperestáticas). e. 11-153 e 11-155 se comportam. liberando as duas outras deformaç&s. a decomposiç20 éMlida). no exemplo 11-13 deste capitulo que. 6 possível.2 bw grelha. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " .2 a 11-155. so S i . 11-152.4 . mas.-= te. como se fossem uma vez hiperestiticas). então.& vido à anti-simetria do carregamento. devido à simetria do carregamento. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. Para o caso de anti-simetria (Figs. romper a grelha na q ã o de simetria. para estes dois tipos de deslocamentos.2 possuem hipostaticidade numa direção.Aplicação às grelhas Já vimos. 11-152. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. da . de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . 11. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. - Do ponto de vista de deformações da grelha.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. entáo. possível romper a seção S.5. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar.2 a 11-151.1. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica.1 a 11-155.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção.) Sendo assim. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs.2. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.1.

ia . obtemos o sistema principal isostático da Fig. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. No caso de anti-simetria (Fig.1. utilizando o artifício do arranjo de cargas. 11. Sobra. F g 11-152 e 11-154. devido A anti-simetria. 11-159. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. por conseguinte.1). barra SB terá wmo único esforço. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática).2. pode ser rompido em S. com isto. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. nas mesmas barras".2 (notar que. Fia. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática).2 to. na direção perpendicular â do eixo de . um quadro hiperestático A D S E C que. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. Com isto. ainda. 11-156 2 2 11. devido à sua simetria.157.simetria. e o esforço wrtante (X3).Decompor. devido g anti-simetria do carregamento atuante.156.1 Fip. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. um quadro hiperestático ADSEC que. devido â simetria. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx.1).o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. O exemplos seguintes esclarecerão. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. 11-156. atuante em S. s E r 11-23 . pode ser rompido em S. 11-157.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica.1 e 11-160. PJ< /+) em 11-159. em S'O.2 (notar que. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. ainda.2 e 11-160. 11. portam a 10 rücadas n d Figs. U-156. a barra SB não terá esforço de torção. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig.Aiprest6tica . sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de.

lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a . =2 2 Diagramas no sistema principal G7.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b .ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. . Ex. 11-162.3.Conforme se vê.2 e 11-162. 11-24. 11-162. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q). Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3. temos a resolver os ags casos das Figs.todas elas.2) Temos: 1.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. ~ i p . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. cujar barras tEm.

1 4. 11-171 .37 E2 0. 2. representados na - - &. . 11-173 3. representados na P & U-174.43 E2 t 0. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.44 E3.172 v iirn. 1. t 0. II-1623) Temos: 1. Fip.0. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. i Fip. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip.19 E.32 E1 . Sistema principal e hipenstfiticos Fip. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. 11.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. 11-169 4. 11. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores.168.

o método dm f o l p 2. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. Sistema principal e hipcresthticos 3. + 0. obtemos . . resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. nijas b m têm i 2.174 @arte anti-simbtnca). 11-175. 11-17s E r 11-23. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4.59 E2. GJt - ! X.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F . 11-177 A pMir da express8o E = E.t + a i .= lmt Fie. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. 11. Diagramas solicitantes Fig. temos: 1. + 9.23 E1 .I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig.11-176.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

4. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .194 - x3.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício.5E2 .1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. Ex. ii-195. temos: Fia.4E3.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig.5mt & - bXJd Fio. 11-192. todas. Ii-26 . + 5.SE1 + 0. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. temos o diagrama f d da Fig. X3= l m t lmt tml lmt Fio. 11. .Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. cujas banas tem. indrcia constante.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O. 11-196.

~) = El 63. como se fosse uma s vez hiperestática. então.HipaestB<ics .Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.16. 11.1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria. de raio R. = l m t Fim.202 . a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. da estrutura e do carregamento.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo.2 e a estrutura se comportará. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 11-200. = . 11-198 Fip.6 E3. temos F g 11-199. 11-200 temos: 10.104 x 2 ( . i C X.16.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197.

obtmios .207.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig.192 Cum. IL203. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. diagrama final da Fig. . 11.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . vem: X1 - - ln 0. ~-~ Er 11-29 . tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 .

se suasfi. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .2 '.2 tm210c . ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 . E J S Z 2 = 18 Vem. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano.2 m de altura.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 .= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. da A partir da express8o E = 1.25 E1 + 1. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . obtemos os .17 E2. cuja * o reta é um retângulo de 0. São dados: EJ E/ a = 10. - fW Fi 11-212.

pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical.I 3 Fig.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical.215. e s t a indicados nas Figs. A resolução deste tipo de estruturas será. A Para o caso usual. - I para a viga AR: S = 80 cm2. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. uma das barras do reticulado. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. indiferentemente. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. mntais que nela despertarão somente esforços normais. 1 I . estando as estruturas das Figs. a estrutura funcionará como isostática. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. que 6 o de carregamento de cima para baixo. Fia. do mesmo. 11. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante.uma das barras do reticulado para.Resolver a viga langer da Fig. estudar: a) Tipo I . pois basta conhecer o esforço normal atuante . vergência Dentro desta ordem de ideias. nas barras inclinadas externas do reticulado. I E r 11-31 . pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. é fácil verificar que. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. então. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se.1 = 104 m4 . atuando nestes pontos de con. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs.aprrststica .o método das foqar I 197 1.

67 + 23. Hiperestático: 6. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. um sistema estrutural muito empregado.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. S.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.. por exemplo. 11-216. Equação de compatibilidade: . tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . No b) M1 .42.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. As vigas Langer sáo. 11. representados na Fig.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.~/''~ Pedem-se: C A B --... 2. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. 11-218 3. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais.v1 I Fip. 11-220. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. principal. pontes.104 reticulado .o método das f o w X1 = 1. Sistema principal e hiperestático Rompendese.219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip.83 Temos: 1.&6tiea . obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .42.. + 1..83El . Efeitos finais A partir da expressão E = E.T(Y Fip. a barra CD do reticulado.3Xl = O . Diagramas no sistema principal a) Mo . Para a estrutura & Fig.obtemos o sistema principal indicado na Fig. etc). 11-219. por isto.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. independem do carregamento. I. . aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. X2 e. no sistema principal.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. no sistema principal. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. generalizando.228 Nesta expressão. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária.apenas E0 s X1 X2. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. ao passo que os são. De forma inteiramente análoga. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. os 0 ij. pois.evi. que: 20s Nestas expressBes. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . 11-228: Com isto. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação.( P1 1 L. 11. conhecer as linhas de influência dos Seja. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. então. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. no sistema principal. L filo + 0 12 L I. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . Lembrando. por exemplo. função apenas do sistema principal adotado. o teorema de Maxwell sabemos que. naquela seção genérica. cia. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . . função dele. respectivamente. agora. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . as l nheeidas. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). generalizando. U - x2 = - a 12.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . entáo. devido à aplicação de uma carga X1 = I . dentemente. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. segundo suas l i a s de influência. o pmblema está resolvido e. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. pois representam os valores do efeito estudado.

quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos.2 . Nras hiperestáticas.. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. Não podemos. também. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados.. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig.P ) corretos Ora. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. - [o 7i I . 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. pois. pois. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. A partir das conclusões do item anterior. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc.* k h Fip. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.M 8 . conseqüentemente. (Podemos. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo).o metodo das forças 207 . em nosso sistema principal adotado. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . até aqui. ou seja.Hipaestdtica 4.!Vc e. temos: Fig.ou seja. devemos multiplicar os nossos (. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários.Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. 11-229. I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. para a carga P = 1 .) Recomendamos. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . Supondo que.

EO + ZEiL. pela expressão: 2. lrn.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. Fip. I.1 . HB. Fig. h(?.233 rhh I 7/90 Fig.L I. 11-236 . Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . . = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. M~ VF. conforme a tabela 111 do cap.Para o quadro da Fig. dependendo do tipo de mísula. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. 11-235 Qv Temos. . M ? ~ . .ApIicações E r 11-33 . çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. Matriz 1 61 Fip.m.11) 4. obtida pela combina. ou seja. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. 11-232.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. M I I . Linhas de influência dos hiperestáticos 5. I. 11-232 barra CF L I .234 Os coeficientes q 1 e V 2 .1% h h a ) da matriz Fig. X. ou seja: qx.LXi (11. 11. 11-235. entao: a) Trecho BC Xi Fie. com o carregamento indicado na (. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. de inércia constante. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . Diagramas no sistema principal X.3 1 I I . traçar as linhas de influência seguintes. Temos: 1.E = LI. 11.

55 . 11-240 Comparando com 5.210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática .94 . A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . TIA= 1. . c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. com o carregamento indicado na Fig. X1. Fip. o que Podemos. também.124 2 7 = 0. X2. para obter a L I.237 b) Trecho CD Para este trecho. multiplicando seus valores por 2 .232. portanto. 11. temos a linha de infiuência representada na Fig. Temos a combinar os diagramas da Fig. 11-238 E Y c t . pois a carga P=l nso percorre esta barra. Fg.obtendo: Fip. o que faremos a partir da defullçáo.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. calcular sua ordenada extrema. ou seja. em cujo conhe cimento não estamos interessados. 11-240. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I.1. então. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. 11-239. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. n2o precisam refazer os cflculos. Com isto. obtemos: Teremos: % = . 11-241. uma elástica para a barra vertical CF. temos: 7 Obser~nção: Haverá. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig.laia) da matriz [ p ] . pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. 11. 11-238. bastando. vemos que. Sendo assim.

X2- LLMc barra C F - .X2= LI. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.3 .I.(Vo)F .Mc -1. estando representada.2 - - L. a partir do quadro de valores seguinte.L 1. I.X1 + 1 L.13 -1. a linha de influência representada na Fig. VF = L. 11.1X2 ).64 .y x2 1 A I I1 111 IV V +1.1. X1 30 + L.V F Temos: Temos: L I. na Fig.96 t3. Outras linhas de influência barra C F 6. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6. barra C F =L.39 VI E 6.39 %E0 .í.1 xL.1 L I.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda. Vem.l.LINB Fip. 11-243.( LI.212 6. 11-242. (Mole barraCF -L.64 -3. temos: .I.. LX1 I .96 +1.2.13 +2.

L. L L Q V E LI.. 11-245.30 L 1. 1 . 11-244.L 1. 2 6. I. X 2 = I2 1 1 -(L.5 L. I. MI1 = L 1.(Ho)i( . . . XI ) = 12 L I.I.4 .(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.L. ( M o ) II + 0.I.245 .5 . X.L 12 1 6.0 que é aiiás. Q v .214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . I O . estando traçada na Fig. evidente.estando traçada na Fig. lemos: I L I. X .1.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.12 1 L. v .X1 + . M ? CF.L. Fip 11.L .

obtenios. 11-246.0349 0. X1 . com o carregamento dado na Fig. OU seja. 11-34. com o auxílio quadro de valores a seguir.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. (MO)I .5 L I.1. ( Qo ). Seção do 2. Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. indicada na Fig. Adotando o sistema principal da Fig.0349 '12 0.0459 "x1 0. a L 1. 11-249. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. 11-248. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.L. 11-247. Xl .10). obtivemos [ SI= [I 161.217 I E*.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. MI = L I.0459 0. traçada na Fig.-L. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. para o tre.38 I I1 111 . obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV.1. .2 .245 1.indicada na Fig.48 0.0560 0. 11. Fig.I. Q1= L I.0560 0. plo e que esta transcrito a seguir.38 0.1 ) no lugar 116 de X1 . 11-70 do referidoexem. contada do apoio esquerdo. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. '71 0. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ .

Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal.. para a mesma estrutura que a da F@. por exemplo. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. agora. De maneira inteiramente anáIoga.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. em A. que se comporte à flexão como viga biapoiada. teremos.3: Fio 11-250 .para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. em se tratando de elásticas do sistema principal. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v.1. 1 deste volume. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA.ipJ).4 do rnp. 11-251. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. I.3). 11-251. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência.2 e 11-251.L. temos o A esquema estático da Fig. no entanto. pois nos permite conhecer. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. 11-251.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. Considerando. em A. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse. obrrviflo do item 1. sendo a elástica desta estrutura. idêntico ao da Fig. que aspecto terão estas linhas de influência. bastante útil. -VA x l + l x q = F x O . a linha de influência da reação vertical em A. pois. 1. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. a linha de influência desejada. I. Assim. q = VA. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. . N.2 a aplicação.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. seu conhe cimento é. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. b) A regra de ~ ü l l e r . para a qual desejamos obter. ordenada nula na seção A).2. 11-251.2 do ap. . no sentido oposto ao de vA positivo. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . oquedemonsiraque. 11-251. o p r b ri. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. 11-252. serão obtidas por pontos. para a viga mntinua da Fig.

que 6 3 = 0. Derivando esta última expressão em relacão a XI< . 11-254. submetida ao carregamento P indicado. por exemplo. sendo r . submetida ao carregamento indicado. Sendo assim. podemos escrever que 6 3 = -r = 0. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. podemos dizer. 221 Podemos. Devido à simetria existente.O teozema de Mennbrea Apresentaremos. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 .2. encará-la mmo sendo a estni11. Temos. devida ao carregamento atuante. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 .~t i a . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. acrescido dos hiperestáticos X1 . 263 a energia real de deformação da estrutura. i Ex 11-35 .. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. Xg . 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. 11-255. submetida ao mesmo carregamento Pi .Empregando o teorema de Menabrea. obtemos . que representa o aumento da deformação a 2 . agora. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. -q . .' . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . aumento este essencialmente positivo. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja.253. por exemplo. conforme já sabemos. .a2 T - ax3 . sendo o valor de M a determinar. que possui inkrcia constante.o método das fowra isostatica da Fig. J x.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . Por força ados teoremas de Castigliano. 6 o deslocamento horizontal de E).

Como: M(x)= -'. 11-257. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . 11-257.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. I deste volume. para a qual desejamos. X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 .1. 11-256 de diagramas 6.Verifiraçk I CS x2 . a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. submetida ao carregamento indicado. i. a igualdade pode . 12 Impondo o teorema de Menabrea. 11. vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. p s o indicado na Fig.1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig.. m=Mo + M ~ + M2x2.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. "C:"'] + + e de x 2 . M = N=Zo + N I X I + N2X2. a partir do estado de carre gamento da Fig. por exemplo.256. Conforme vimos no cap.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.2. calcular o deslocamento da seção m na direção A. a partir de um sistema principal qualquer. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 . N = N O + N I X l +N2X2. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2.

U-259. no caso de carregamento externo. substituir por (11-21). a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. N.hiperestática no ~. 17 N casa de emutura no erpaco. então. ) . calculamos. near de um apoio do 2O gênero. da Fig. e Mo. 11-258. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e .280 que queremos cplcular. obtido a partir da estrutura hiperestitica. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. substituir por (11-20).o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. E r 11-36 . estado-de . ~. No . 16 No casa de estnitura no espaço. 6. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica.canegarneE. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka .temos. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. valores estes que sabemos serem . pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos.. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. etc. m u e. portanto. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. rotaçao num engaste. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. anterior. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. 11. por exemplo. empregando a tabela 11: Fia. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. K x E são os esforços atuantes na estrutura . o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M.. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. A partir das duas Últimas expressões. nulos). deslocamento li. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. num sistema principal isost6ticO 18. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. 6 120 (sendo. 11-258 Fia.

Ex 11-39 . náo será possível esta verificaçáo. que reproduz o resultado anterior. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . a partir do si* tema principal isostático da Fig. a priori. . ~ 1 = O.11-263 e . que conhecemos a priori. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A.Obsewuçüo: Para o estado de. por exemplo. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig.82 + =)= 2 +2. o deslocamento horizontal doengm te A.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. no caso deste exemplo. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. 11. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. Temos. Ex 11-37. desejamos verificar. combinado com o diagrama M da Fig. Ib19. 11-258. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. que sabemos. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. escolhendo o engaste A . 11-260. 11-265 não poderia ter o engaste em A . ser nula. nos fornece: Temos. representado na Fig. o sistema principal da Fig.245 mm. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. senão vejamos. x 4. 11-262 Fig. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. 11-21.09 = + 2. . Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. o diagrama indicado nesta figura que. por exemplo. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. por exempjo. 11-266.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. para a estrutura da Fig. tmba. Fio. 11-261 Ex 11-38 . cujo valor.Empregando o teorema de Pasternak. a Calculemos. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. 11-265. 11-262 e 11-263.$egamento poderíamos ter.6 = I = 0. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. indiferentemente. temos: I I r%. Assim.45.45. U-261.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0.. que sabemos a priori ser nulo. submetida ao carregamento indicado nesta figura. caso contrário. I Cslculemos. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. os diagramas Mo e M das Figs. 11-264.

na direção A. evidentemente. . valerá.1 deste item. 11-287. N = NIXl + N A . estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. Podemos. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. também. Q = QIXI + Q2X2 . a partir do estado de carregamento da Fip. 11-267. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. para a obtenção de M. 1 . para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática.1.14) e levando em conta que: M = MIXl . finalmente.Estado de ddomirSo IEnorqm: M.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz.Caso de varia* + M2X2 .1.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. o deslocamento da se$%om. por ela provocado.) de temperatura Se a estrutura da Fig. 11-267. senão vejamos Partindo da expressáo (U.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp. N 0 . i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O.expresso Fie. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve.1 . 11-266 Como. I deste volume. 11-267.2: 6.y c] Fie. 11-257. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama.

yáo dástiEP da csflunira). em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. Q .gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. por exemplo. 11-19). No. calcular defomações em estrutu. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. a partir da expressão (11. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e.N.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. temos.Hipmiática . 268. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. os diagramas .Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. finalmente. Calculemos. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. para o sistema principal da Fig. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. *' I F i i 11-269 .2 e 11. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. hecido. a rotação da tangente à elastica mo e No.268. I em A.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-40 .a partk dos quais temos. 11-270. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. seus valores serão nulos e ficamos.Le do cap I. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. Ex.16). então. substituir por (11-22). ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. 11-268. 11-24): A expressão (11-16) nos permite.o método dss fo/ 231 No caso. 11-41 . Ex. Escolhendo o sistema principal da Fig.3. 20 No caso de estnitura no espaço.

2 Eado deurrasmmm I E n o m : M.. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos..113 execução.A - Fig. pico. 11-272. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. O ) Fip. para a obtençáo de M). para a q u d queremos calcular.14) para a expressiio (11-15).2 deste t6. 11-273.1. 11-42 . temos. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. 11-273. 11-2732. 6 um retângulo de O. então. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática.1 .o e 6 1 6. então..3 A scção central sobe. indicados em 11-272.. submetida aos recalques de apoio indicados. por exem$10..@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. constante. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig.3. C . de 0 9 8 m . podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . no item 6.000002 rad O .Ciso de reealqws & apoio 6= 0.. N O .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.4 m de altura. obtemos. N. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. 11-271.2 e 11-272. .lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. o deslocamento da seção m na direçzo A .1. então. Ex.

W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. 11-274. Assi. podem -ser feitas. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . 11-275 No caso de ertmhira no espaço. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. Fig.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. 11-272. então. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. obtendo. tomad o na estrutura hiperestática. a partir da expressão (11-19). trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. aquele devido ao momento torçor. No. dos apoios A e B.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. Calculando. para o quadro da Fig.2. (11-13). provocado pelos recalques. 11-44 .e do cap. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. Mo. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. por exemplo. as simplificações mencionadas no item 1. imediatamente. já são conhecidas (V. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. as expressões (11-12).1) podemos escrever. o deslocaNa expressa0 (11-19). calcular deformações em estruturas hiperestáticas. em seu cálculo. respectivamente.75 cm (para baixo). N. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). indicados na Fig.' . se referem a um sistema principal isost6tico e M. a partir de (11-18). . (11-16) e (IE19) se transformarão.271. 6 = 0. . L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas.Calcular. substituir por 01-23). 11. Ex. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. Ex 11-43. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. para o caso de estruturas espaciais.0175 m = 1. em: Fip. que . Ro. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. Podemos. também. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço.

11.a m + d m .1 .278.2 .280 + de 7.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.C Fig. 11. w I Fig. 6 7. 7 . 11-280. 7.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. b) calcular o valor da carga concentrada que.s = 9.do&&foimi*k.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.279 . 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). 11-279. 11-278 H. 11. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.En. 11-275 . 11-281.Pmbiemas pmpoatos 7. . Fig.001 rad. de inércia constante.Enido & sri. 6 = 0.5 .00099 ' - 0. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. Todas as barras têm mesma indrcia. que possui inkrcia constante.276 .Para o quadro.Para-a estrutura da Fig.9 . aplicada emM. 11-277.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.3 .7 - 18. 11. + 11. da Fig. E n E i -inFig. + .pmmto.

peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.8 .6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. segundo a altura h. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior.9 . AB=BC=6m Fip.7 . é submetida a uma variação térmica linear. r. Sendo dados = 10-5/oC.Uma viga de seção constante. 11-282 7.10'. 11-283 Fig. 111 -- &2t . 11. respectivamente. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. = 2 . 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. J. Dados: E.s m (altura da seção reta). h = 0.As fibras superiores da grelha da Fig.W = 104 tm2. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7. 7.Hiped6tics . 11.284 provocado por: a) carregamento indicado.o método da9 fo- 239 7. A . S. a. rotulada em A e engastada em E.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. Determinar as rea' @s de apoio. Fip. 11-282.283. Fip 11-282 7.284 . nos bordos superior e inferior. 11. h.

12 .14 .r ..15 Fig. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.11 .13 . sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. 11-286 7. i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. 11-286.~ 911-290 . sendo J cos P 3 = 5 Jcomp.289.Idem. I . 11-289 J = J mmp. JCOSP Fig.16 7. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. sendo Jm = J.288. 104 tm2 = @ : . 7. Dados: JA = JD = Jcomp.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.1.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. de cima para baixo.O apoio B da estrutura da Fig. 11. 7. - . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. 11. 1. São dados: Jm Barra curva: -.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. para o quadro da Fig. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. quando atuar o carregamento indicado. 11-291 durante a montagem para que. Ucomp. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. tracionando as fibras externas ? .

Idem. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.204 720 .+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. para a grelha da Fig.18 . cujas barras têm E =2. 11-298. CJ.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. 11-292 +. 11. para o quadro da Fig. 11. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . 11-294.m+- b 7. 7. Fia. . que tem F J I GJt 723 .Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. * - ' - L . --f-'"-f- 7. submetida a um cai.'i %*.Resolver a grelha da Fig. de dilataçxo: a 0 Fio.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig. n-293. 11-291 .17 . Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi.Idem.21 Fia. 11-295. 11-298 . 1 1 . l - ]+6fiLJ 7.24 . 11-296.22 . = 104 tm 2 7. cujas barras têm inkrcia constante. 11-299.19 . obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas. ga balczo semicircular da Fig.2 q .295 7.

para o quadro duplamente simémw da Fig. iI-303.Idem. para o quadro da Fig. s = to-> m2 . 11-300' + 7. 11-301 .Calcular a compressão atuante na barra EF.25 . para o quadro da Fig. 11-300. Fip.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .Obter para a viga da Fig. i Y= Fig.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig.Idem. Q I Fip. 7.I ! 7. 11-303 Fip.0 . 11-301 73 . iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. que tem rigidez EJ = 10 tm2. 11-299 7.302.27 - Idem. 11.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .28 .

de cima para baixo. Ir-308.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. de inércia c o n i tante.que tem W = 2.31 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. .1 x lo4 tm2. i g 11-308 7. Os carregamentos.34 . da F ~ R1 .yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. 11-307.Empregando o artifício do grupo de incógnitas.Idem. para as estruturas (grelhas) da Fig.1 3 6 7. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . 0 . F . indicados esquematicamente. . ü-309.

11-311.35 -+ Fip.38 . 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio.As fibras superiores da greba da Fig.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. G J I = 104tmZ .37 . 11313 +.39 . Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 11-315. cujas barras t h inércia constante. a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-312. 11-310. 11-309 3m ?L I 7.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. $tlm Dados: Barra horizontal: - .40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. que tem EJ = 2CJt +3m 7.313.7. 11-311 . para o quadro da Fig. que tem inércia mnstante. 4 1 . 11.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . Fig. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.ri 4 7.5 m de altura. I Fip.

Traçar. )viga I II B ----. 3 cm. 4m t 3 m * 3 m + 7. e de momento fletor na seção 1. 11-319 Fig. sejam nulos os momentos fletores em B e C. L i 7.-. . com a atuação do carregamento indicado. 11. i . São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7.250 7. para que.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. cotando-as nas seções indicadas. . (S = muito pequeno. ambos. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. que variação de durante a montagem. 11-316 W = lo4 tni.o método das forfs9 251 Fig. Dado: a = 10-5/uC. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.ticulado = 103 i. 11-321 4 +s. 11-323.322 -+h-+ 7.. até foram tabeladas par Georg Anger.Resolver a viga armada isostática da Fig.f.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. . valendo. para o quadro de inércia constante da Fig. 11-322. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. para a viga armada da Fig. 11-317. para o sistema pênsil da Fig. 11-324.42 .48 Fig.46 .41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. de cinia para baixo. traçar o DMF Fig. 4 . .l i i +.43 .318 7. 6m-i(L6m Fip. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11.45 . A F aII Fim.. comprimento deve ser dada A barra O?. 11-318..3 19 e 11-320 que têm inercia constante. 11. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 11323 - Para a estrutura da Fig.47 .*.Calcular. ~ o m 4 vãos. as linhas de influência de esforço normal na barra U:. .i - L I u . sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural.4 Fie. para as vigas das Figs.e as barras do reticulado tém /:S = . 11-321.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .

Calcular o deslocamento vertid. sob a carga P para as vi.54 . 11.52 . 253 da es- .Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig.327.Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.Empregando o teorema de Menabrea. 1 . E + A + * + 112 2 Fie. 11-325.51 . 11. 1 I 8 Fip. gas das Figs. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 7.313. 11-326e 11. 2 13 7 .o método das fotrutura da Fig. 7. 11-288. para . obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.2Jc 7. 11.49 o quadro da Fig. 4 1 112 11-326 .283. 7. que teni EJ = 104 trn2.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.293.55 .Ic 10 Jc Jmax 7. de cima para baixo.2 13 4 7.50 . 1.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. .53 .Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . atuando em A. que têm rigidez E% .

.ESt.86t.6 2 . Barra BD: +6.5 7. Barra BC:-8. Barra AD: +6.EJat (traciona fibras superiores) h .7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = .ql 3 - Tração de 3.38t Esforços normais: Barra AB: -4.75t.4 7.5t.T Hipaesiítiea .o método h i o q 7. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.

16 7.298 qR1 715 7.I I I 7.Momento torçor: 0.151 .Encurtamento de 4.73mm Reações nulas . r-o .17 .Tração de 4.Momento fletor: qRZ.19 .

Curso de anáíise estrutural mprrststia .2.29 - Diagrama nulo 73 .2 . o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .0 .o &todo das forças 7.Indicaremos. apenas.63t 73 .

o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.4 em .43 - Encurtamento de 6.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática . 7.

o metodo das fo- .' Curso de anais estrutural f6prestádca .v.

pela constante k. associada a uma rotação 8. Agindo uma carga P sobre AB. se deformará. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . Para conhecermos esta constante de mola. a viga AB da Fig. Temos.-M (111.1 Seja. Estamos.2) Fip. I Fip. sob a ação de F. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. 111-5. 111-4. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. a viga funcionará. o da Fig. dizer que o ponto B da viga CD é. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. a O esquema estrutural da viga AB é. então. como apoiada em A e engastada em B. Se tivermos. A seção B da viga náo poderá @ar. então. 111-3. dita constarite de mola. para a viga AB. pois estamos no regime elástico). devido à rigidez infinita da parede @ . sobre a viga CD. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . uma reação-momento M. então. agora. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. sob a ação da carga recebi. o da Fig. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. portanto. 111-2 A móla fica defmida. pois. 111. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. 111-1. ~7 Fip. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. . pois K = . visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. 111-4 1 portanto. Podemos. um apoio elástico. em B. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. aparecendo nele. neste ponto. 111-2. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. finalmente. da.1 .Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. esta viga funcionará como biapoiada. numericamente.

Basta. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. Fia. 111-6.3 (que fun- Como. Ex 111-i. nas aplicações usuais.2. no cálculo dos EJc 6 .1.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 .2 111. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. acrescentar aos termos atd aqui considerados. para cálculo de deformações em estruturas. Dandese h estrutura. que tem El 1. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic.Para a estrutura da Fig. respectivamente. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig.1 111-6. A aplicação seguinte esclarecerá. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas.3 . 111-6. estas molas terão. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. ld tlm. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. por analogia com o caso anterior.6. pois.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . F uma força F (ou seja. = 104 tm2 . tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. 111-7. no k a t a d o de carregamento. c) rotação da tangente A elástica em A. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = .2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. Por exemplo. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento. uma deformaça0 6 = -). no estado de carregamento.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. ou seja. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. 1 1 1 8 qM 111. 111-6.6. K b) deslocamento vertical de C. uma força F e. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. no estado de deformação.k .

imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. resolvido.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.5mt 111.9 1. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. A B n C A - Fig.8.33 + 12. K = 104mt/rad . temos: . 111-10. 111. M = imt F = 1/47 Fia.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos.26.9. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11.1 Fig. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J .4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . 111-9. temos: i 2. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '.83 X1 = O . São dados: 4 = lo5 tm2 . Equação de compatibilidade: . 6 = - 18. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. também.

19.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario). 1 14 .62 6. 111.1) e (111. 1 Wc611= 2 x 3. da viga-balcHo da Fig. S%odados: 5. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 . no caso. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. Hiperestático: X1 = 2.05 2 Diagramas no sistema principal 6.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.2) sabemos.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. Ex. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. Diagramas fmais Fio. Hiperestático X1 = 0. 111-19-1. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio. 181-14 Observação: A partir das expresses (111.l rn 111.1 u = lo-S/oc . IU-3 .Resolver a grelha da Fig.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2.18 Fip. Sistema principal e hiperutático Ex.

rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M.= .--Irt-- =z Fig.#. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. Ann Arbor.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga. "'Z I. membro a membro.X~ A = O 2 vezes derivada. 111-19. em relação a x: 6.. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.-- . então. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2..~. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). . a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que.. temos: I. em cada se. Hiperestático X1 = 9.20 + 2.a do exemplo 11. v.0. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). 111-20.15 do cap.-%..=ontfnuo tenha inbrcia constante'.14 Xl 6 . ção. ... para atuação de X1 = 1: .I( .Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. --. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que.. 11. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. Deslocamento vertical de A: - . HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.-I . a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. com precisão satisfatória. Temos. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec.. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.35 . igual a ky. q (xl 2.. para o funcionamento da estrutura como grelha.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . possam. 111. I Fig.20 3. Equação de compatibilidade 5. de. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2.as cujos apoios elásti.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. ser considerados contínuos. com rigidez H .1 .2 r o s O ) d o + . Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . temos. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio.

com o que ficamos com: I I I . obtemos: ~ ( x = dr = . a partir de (111-5).~ e . 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). devido 2 simetria existente. submetida h carga P aplicada em O. Levando em conta que y ( .1 . 111. obtemos. empregaremos o princípio da superposição de efeitos.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. sendo assim. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante.21.2.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). cuja soiução 6: será. obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. no caso: que 0. dados por: k -4EJ 4 Fip.h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. devemos ter m riável. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. 111. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. No caso de inércia & = . entzo. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica.I _ dx2 1 Derivando. temos.21. dada por 4y =o.Vigas de mmpnmento infinito I 2.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. y(x).' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - . Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ . devemos ter C1 = C2 = 0. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. . a partir de cuja solução. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc.

cotn o que obtemos. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . 6 As expresròer (111. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i. B(Xx). sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. 111. que C3 = C4 .17) (111-18) . (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 .da carga P(x= O). obtemos.sen X X ) A I Q(x) = . Permite a simplificação das equações (111. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .12) a partir da qual. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. então. a introdução das ~ s funções A(Xx). válidas somente para x Po ritivo.22.P/2 5 .-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx .. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro. CfXx) e D(Xx). temos 5 Estamos. ~ ( x ) .~ No ponto de aplicaçao . simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e . de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.M(x) e Q(x) se encontram na Fig.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24).Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.h x (cos xx + sen X X ) (111.2 EJ dx2 h2c3 e . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). ~uperposifão de efeitos. da condição: ~ ( 0 = 0. sabemos tambhm que: Q (O+) = . temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo. a partir da? equaçõcs dcduzidas.' x - Devido à simetria existente. d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas.

para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. 111-5 . 111-23. Ex. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx .Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. as funçer' Afix). então. imediato.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . la é k = 4 x l d tlm2. B(Ax). m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. com o auxílio da tabela XVIII.

temos.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig.2 quando. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas.A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. (111-17) e (111-18). d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y . 111-24. temos..-. aplicada na origem 0.2xBfix) I = Mo x2 --. empregando o principio da superposiçZo de %.respectivamente.2 . o produto Pa tender para Mo. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M .MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ .-A . 5 22. que: = . a partir do quadro de valores a seguir. Assim.1. empregando o principio da superposição de efeitos. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício. Fip. a ten8endo para zero.M A A /Axl dr3. 111-26 .Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . levando em wnta (II1-21). Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24.

MC e QC .e-Ao COS h=) + (1 . definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. os gráficos indicados na Fi& 111-25.e-Ab cos u) Podemos. respectivamente. para O cáiculo de Vc.3 . então. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX).l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. temos.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. escrever que: +m h ) ] = $ [(i .27 Partindo do esquema da Fig. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. obtidos levando em conta que. obtemos: .(e-'' 2k cos xu .b) Podemos. que: V Fia. nI-27. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. entzo. Empregando o principio da superposição de efeitos. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB.e-Ab cos . devido à anti-simetria da solicitação. 111. 111-26. Em particular.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. teremos: 22. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. entHo.

Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. por exemplo.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i .3. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . -V 2.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. poderemos escrever que: . . a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. MC e QC. 111-28. QC ...1. a partir das expressões (111-21) a (11124). Iii-29. Para o caso. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. que desejamos resolver. Seja a viga semi-infbita da Fig.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. da Fig. submetida ao carregamento indicado. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. evidentemente.

IIM2 submetida ao carregamento indicado. que não estaria. 111-29.1. se conseguirmos fazer desaparecer . uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. OD . empregando-se o principio da superposição de efeitos. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. então. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. em A. o momento fletor atuante sob a carga si dado. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. a - ou *a: P M E = . Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig.2.. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A.1 residiria na existência. assim. isti. no caso.2 deste tópim). em A. trabaihando. em AW. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo. 111. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. Temos. 111-29. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42).6 Para a viga semi-infinita da Fig. submetida ao carregamento indicado. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A.[ I + C 2(Ao).Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111-29. Caso tivéssemos MA = QA = O . acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). 111-29.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7.31.2. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. atuantes em Aeq. 111. Ex.2.MA e QA para a viga infinita da Fig. 111-30.3. por: P ser8 Asim.

o deslo-ento . a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. 111-34. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. acrescido das cargas Po e Mo. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. 111-34. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. sendo YA e M . ) .\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. iII-8 . para o ponto A. Ex.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m . a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28).2 .//. U1-34. obtemos. 111-34. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. .3. na viga infinita. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. 111. submetida ao carregamento indicado nesta figura.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. para a determinação de Po e Mo. Sendo assim.2.) - i. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. 111-33.Resolver a viga semi-infinita da Fig. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são.35 submetida ao Carregamento indicado. suporemos P aplicado em Adir. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. d e fmidas em (IU-43) e (11141. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. 2. válida para x O. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. no caso. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A.2. y =M = O .1. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . obtendo-se. aplicadas em Aesq. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. apenas. a solução do problema.

111. A !"t=*s. =..Para a viga semi-infinita da Fig. 111-37. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ). válida para x > O.a viga infuiita da Fig. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. a soluç%o do problema. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.>"m#s.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . obtemos. = 1P = O. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. em conta que. obtendo-se. Por analogia com os c h s antdores.%n/ . 233 . aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. . 111-37.ciM A A ..46): - . . I . para . No caso.~w1 . obtemos: Assim sendo. obtendo-se: E% nI-9.1 e 2. submetida ao carregamento indicado. 1II-36. -. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. Fig. - I U .S. então. 111.35 I V Fio.e.... pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. a partir de (11145) e (111. levando em conta que.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso.. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.38.38 Suporemos o momento Po e Mo.1 será a da viga infinita da Fig. 4 2 - OD ---r./3& * Fig. .2. enião. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P..3..3. para a viga infinita da. I obtemos. 111.

da Fig. por M.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. que apresentaremos a seguir. 11140. Seja. para esta ultima.4. Daí. nas seç&s A e B.de cbmprimento i . 111-39.-! t _ - I *v P o ~?A .que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. levando em wnta que devemos ter. w m isto. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. desde que acrescentemos. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . tais que façam com que apareçam. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. no entanto. ao carregamento atuante. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada.uoA . na viga infinita M = Q = O em A e 6): . O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. nas seções A e B da viga infinita. obteremos os valores de PoA. IIMI.A (Xa) CIAa) . analogamente ao caso da viga semi-infinita. a parür do e i quema da Fig. IIM1. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 .~ t i m apoios dásticoa . empregando o ptincípio da superposição de efeitos. dado. e MoB . as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. então QA MA. lIU1 i" -7~ - . submetida ao carregamento indicado. 1938. par exemplo. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu.1 . e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. "F . Este pmcerso foi apresentado. Resolvido o sistema anterior. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. Procedimento lançado por Hetenyi. MoA. na resolução de urna viga infinita. p l s primeira vez. Sendo. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. Fio llC40 Fk.28 (Aa) D &a) ] 2. na viga infinita. as cargas PoAr . Pog. Bulirn.

por c o d i d a d e de ipresentaçüo. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. ~ a aplicar no caso da Fig. temos. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. i 11143. M = Q = O em A e E.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. as duas cargas . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P .1. sendo sim6tricas as cargas . as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E.l. chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. ao caso da F i i 11143.h e t n è ò m Impondo. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.2 (carregamento anti-sim6trico). devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. 11143.subme& da ao carregamento indi~ado.nocm de valores negativas. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. e . 11143. a) C ~ M t i .1 (carregamento sim&rico) e 11143. -dicados na Fig. . lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo .(M). a partir dafunçtío E. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. III42. a partir da funçso E.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. temos.2 (carregamento anti-sim& trico). respectivamente.e e 4.& : . adotunor cvmo carregamento uma única . As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. as duas cargas concentradas. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. seus sentidos sertío os h . as mdiçóes de contorno. rmpeetivamente. agora. II143.2.

3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. as duas cargas de mesmo sentido de P/2). MA.1. e das : e @ no segundo caco. y = M = 0. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.(Valores positivos de P : 11143. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica.3 .52).4.2.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. em A e B. em A e b'. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. y = M =O. carregamento. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. agora. cargas Os valores de $. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. (111-51) e (111. submetidas. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.4.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. (11149).2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. e das cargas % e @ no 2? m .1.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. respectivamente.3. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. acrescidas das cargas para o I? caso. 1114.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o . agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. 11145.2 e 11145. as duas cargas de sentidos opostos de PD).2. Assim. caso.3 submetidas respectivamente. 1114. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . Concluindo. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento.4. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145.2 e 1114. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. eM : estão definidos nas express6es (11148). e que são y = V = O).M:. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.

X 1 . o principio de superposiçáo de efeitos.4. a partir do que vimos no inicio do item 2. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. como o carregamento atuante já C simétrico. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.4. 4. que. obtemos: 2.4 . será a da viga infinita A = P . 111-46. mmo X l = I. bordos lines da Fig. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig. s t e remos a parcela simétrica a estudar. e n m . sua resoluç%o. na viga infinita.1 deste t6piw. QS a) V I .1. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita.94P Nestas expressões. entretanto. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. A resolução da viga íinita dada será. sidtricas. dados por / 2 1 Fig. I l ~ 6 No casv. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. v2 Empngsndo.47 submetida ao cmeda gamento indicado.D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . entáo. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. 111-48 . respectivamente.Exemplo de aplicaçãa Ex. 111.! NO . Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. levando em conta que . submetida. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. de .. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). vêm: e = 0.

t + 3. Determinado o valor de M. para cada caso.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. em que b. \ . dentro da teoria apresentada neste item. A A 1. dada por k = c b. sendo tamdation Analyrb and Durgn". considerandea como infinitamente rígida. pode ser obtida a partir dos valores de c. senZo vejamos: Seja. consideraremos.2 i . são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. 11148. 11149.2. res (sugeridos por Hetényi). MA = O i 1 I Ye = o vg =o. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). entretanto. 11149.. preferimos. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. Posta e torção. . é o que está feito na tabela XIX. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. D (AI). podemos dizer que A ( A I / .1. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua.60 e 5. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. tais como os casos de vigas de inércia variável. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . . podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . vigas deste grupo devem ser. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. relativos a vigas sobre base elástica. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. que sua deformada é uma linha reta. do ponto de visfa estático.2. a partir do esquema da Fig. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. Finahiente. f . e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. a constante de mola k do meio elástico. se. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica.. 0 . a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. McGraw HiU 111. 11149 Sabemos. Por procedimento inteiramente anaogo.2 '2 < > Para o primeiro grupo. pois. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. que resolverá o problema. estudadas com todo o rigor. então. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. podemos desprezar por completoafle xáo danga.1 Fig. .': 11149. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. estudo de problemas mais wmplexos. a viga como semi-infdta). por exemplo.4. o problema está resolvido. de ocorrência de flexão com. Hetinyi.. que será determinado levando em conta que . a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. entZo. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. ao se estudar um de seus bordos. onde fornecemos. já citado neste tópiw." d) Em função do valor do produto ( A I). de bases elásticas 'com constante de mola variável.49. para as vigas do terceiro grupo. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. tPf U. ficar com os primeiros valo. o segundo grupo. os valores 0. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX).

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .310 3.