curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

2Direitos excluiivor . sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. .g.-32E. o estudo de alguns tópicos especiais. 1 I:. Pois. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr.. .. :: C~!L. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil.r c . . de edi*. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.objetivo final de nossos esforços.- . ~ .:: -&&c\+\ . na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes.. \ ~ ~ $ C .0 de abril de 1974 . e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. Nestes últimos.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. Na apresentação deste Curso. que se vèm deparando com o mesmo problema. idéia esta que cresceu com. .- . A.: h O r!. incluiremos também. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. 1.. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.I . .. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. >-..f<. --. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. Domicio Falcão Moreira e Silva. .. José Carlos Susekind .S.i.- 7 .&. a partir deles. j? da Edftom Globo S. 1 . Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro.

3 4.Hiperestaticidade externa 104 1.2 .3 1.4.Processo de Mohr 57 .2 1.4 .1 .4 1.Hiperestaticidade total 104 1.Teorema de Betti 78 4.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .4 .Aplicações 105 - .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .Processo de Williot .1 1.2.? I.3 1.O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.Cálculc de deformações em vigas retas .3 .Hiperestaticidade interna 104 1.Teoremas de Castigliano 80 4.1 I.2.2.Sumario CAPITULO I .1 1. dos amios 55 2 .2 .3.2. 2 .1 4.Teoremas complementares 78 .Teorema de Mêxwell 79 .2.Cálculo de deformaçües em treliças planas .O mbtodo das forças 106 .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 ..Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.4. 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .4.23 1.2 1.F6rmula de Mohr 3 .

Caso de carregamento externo 222 6.4.ara o niétodo das forças 112 .4.4 Apoios 2.Roteiro de cálculo 206 4.5.Roteiro p.Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.2 2.Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .1 1.5 .5.1.4 7.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .5.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 . .2.2 .Caso de recalques de apoio 233 6.4 2.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .2.Caso de bordos livres 294 .Base teórica do método de resolução 203 4.4 elásticos discretos 264 .1 222 2.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .3 2.3 2.1 4.As bases d o método 106 .Viga finita .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.4..2 1.Vigas de comprimento infinito 274 .2 .1.5 3 4 .1 2.Aplicações 113 .O teorema 6 .Caso de bordos engastados 299 .2 2.Caso de bordos articulados 298 .Introdução 272 .2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .Processo de Hetenyi 294 .3 .3 1.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .Observações 301 287 .4 2.3 7 8 - Verificação de .1 6.Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .2.2 2.3 2.Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .Definição dos apoios elásticos 264 .Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Problemas propostos 236 ..áo i s grelhas 172 .5.1 1.4.Vigas semi-infinitas 2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Caso de variação de temperatura 228 .Aplicai.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Artifício do arranio de careas 153 - .O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .3 22.5.2 Obse~a$õcs109 .1.1 ' .Exemplo de aplicação 3M) .

sendo abordadas. os casos de vigas e treliças. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. que é o método das forças. sendo apresentados. devido A sua grande incidência na prática.Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. a seguir. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). Ainda neste capítulo. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. quais sejam: carregamento externo. foi subdividido em três capftulos. neste caso. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. Finalmente. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. e as estruturas sobre apoios elásticos. os processos particulares de Mohr e Williot. Enfase especial mereceram. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. para os quais apresentamos. variação de temperatura. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. . são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas.

I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. pelo trabalho de revisão deste volume. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. isto é. com suas sugestões e estimulo. . como uma entidade puramente matemática. I A pariir destas consideraçóes. para haver deslocamento real do ponto.Na oportunidade. e aos demais amigos que. queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. Tratemos. pois. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . (isto é. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. . entáo. Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. que.). dado nestas condicões. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. 1-1. colaboraram na preparação deste trabalho. estudando o seguinte caso: -O P . . 6 nulo . mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. = O). o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. isto é.1 i . Dizemos. Rio de Janeiro. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . então.yn*o. pois preserva. conforme indica a Fig. 6 =O. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. este deslocamento .50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1.

então. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. onde a configuraçáo da estrutura. devida a M). resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. que atingiu sua configuração de equilíbrio.2 deste capitulo. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. sob o ponto de vista matemático. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. submetida ao carregamento indicado.N. Fig. apbs a . a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). 6 evidente que duas seções vizinhas. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. portanto. distantes de ds. G módulo de elasticidade transversal. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. devido a Q).Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. Ads= Nds .Mds . Q nelas atuantes. a metodologia utilizada pelo prof. Em se tratando de um corpo elástico. por ser nosso objetivo aPre.2 . por nos parecer a ideal. E3. a Fig. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. e são dados por: d. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. didaticamente falando. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. também.'. : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. devido a N). que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . adotamos. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. 1. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. para os teoremas dos trabalhos virtuais. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. Como. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. 1-2 Fig. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos.# sendo = . cujo valor varia com o tipo de seçao. 1-2. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. coeficiente de redução. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. b) Diversos livros. para fms de raciocínio.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". não o fizemos. podemos. para este mesmo ponto. 1-2. ao qual chamaremos o : Seja. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. o que está feito nos itens a seguir. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. Bastou. ela se deformará devido a estas cargas. agora. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. neste trabalho. imediatamente. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. a partir deste principio. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto.

nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. etc. sob forma mais geral. 1-2 quando descarregada. Teremos.Também com erro tolerável. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. tabelado para OS Casos práticos usuais. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema.carregamento exterior . no caso: Wint = @dP + I I 1. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. que se deseja calcular. instituída por Mohr.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). pois.A parcela pode ser. de. o que está feito na tabela I. estudamos a primeira das causas. tirantes. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. elas são denominadas. é resolvido pela expressão (Ll). estado de carregamento e estado de deformação. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). =. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. Desta maneira. funqão da deformação a calcular e pode ser. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. desprezada em presença das demais. escoras. só temos Jt para algumas seçóes especiais. anéis circulares. forma inteiramente análoga. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig. 1-2 as deformações. Ele é. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. usualmente. para as seções mais usuais. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. então. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). para as seções mais gerais. Apliquemos.variação de temperatura . com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. na tabela XVI. ~ d h . o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. noscasos de arcos. e sob os deslocamentos virtuais impostos. a) Chegand*se à expressão final. ou. então. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. verificamos que. podemos acrescentar as Seguintes informações. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. barras de treliça. pois. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . tais como círculos.modificações impostas na montagem Neste item. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). (E evidente que não o podemos fazer. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. as outras serão analisadas. respectivamente. nos próximos. Por esta rafio. comodamente. . o cálculo de. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos.) .movimentos (recalques) de apoios . trabalhos virtuais.f. para fm de cáiculo dos .

para o quadro 1.2. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Quando atuar o carregamento. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. que trabalha fundamentalmente à flexão. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. I-I . C = I2l D a) Da tabela I. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. Em se tratando de quadro plano. teremos: 5. evidentemente. 14. obtemos o estado de carregamento da fig. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. " 3.Calcular o deslocamento horizontal de D. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1.TABELA I . - .Apiiqóes imediatas Ex. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. enfretanto.1 da Fig. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I .de 2 barras i e j 4. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. portanto. ocorre para as estruturas usuais). Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. f ) Conforme veremos mais adiante.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. tabela 11). este eixo se modificará. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. É o que fmmos no caso e. de fato. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7.

1.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. ) tracionarem Fip. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e.88mm. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. nesta escoiha. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. temos: EJ6 = Temos: Como. para a estmtura da Fig. (E evidente que devemos nos guiar. 7. portanto. para a barra Q . Sendo seu sinal negativo. 1-7. podemos escolher livremente. a expressão se simplifica para I EJ6 = b .Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip.M = O. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. para a direita de D. nas barras @ e @ .) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. para cada barra. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.

A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . vem: Seja o quadro da Fig. cujas barras têm r ) .) (Caso de constante.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.) 6 = 7.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.875 x 10.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 . 1-10. 1-13.

podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. O caso geral será. para estruturas compostas . conforme indica a Fig. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar.pela área d o diagrama s des?j& que.em relação a0 eixo y. qualquer e pela ordenada. A partir dela. 1-14: Fig. Ficamos. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras).Da Geometria das Massas. nos darão o valar EJc 6. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. a partir do qual se obtdm. na posição de seu ientro de gravidade. entáo. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. imediatamente. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. Temos. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. lida no diagrama retilíneo. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. temos: momento eststico da rea . com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. portanto. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc . 1-16 . vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. somados para todas as barras das estruturas. A título de apiicaçZo imediata.por barras retas: Conforme a tabela I.

Cuiso de análise estrutural I . que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . evidentemente. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. . Chamando-se I'Je = I : . como casos particulares deste. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem.

> .2. 1-17. empregando a tabela 11: . @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. 1-18 b) EEtado de deformação it. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. Dado: EJ.Para barra @ 4m A Fig. 1-17 Ç 3m. = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos. - L .16 .3 . . para a estrutura da Fig.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E.5mt Fig.m I ..

. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.2.. Ex.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. São dados: 1" -. Fip. igual ao dobro de cada uma delas L .005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo.5 x 104t. 1-5'. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. que tem EJ = 104 tm2.) Ex. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. 1-23.) Observação: No caso deste exemplo. não o fizemos.1.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . EJ =-'t . e este caso está tabelado. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . 1-20. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo).4 x 104 rad (O sentido correto é. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig. entretanto. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. pois o anti-horário. 1-6 . I' Devido à simetria existente. 1-21 h . 8 = 1. : .

66 6 A = -3. M = lmt M. pois este não tem existéncia física real. 1-26. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. 1-24 & Fig. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig. que 6 livre à deformação).62. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M.yN= Q=O.66 = - .20 (devido i simetria). : 2 . Temos.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7.

I-8 .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. temos: ) Ex. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. 1. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . a) Estado de deformação b) Estado de carregamento .) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1.Para a treliça da Fig. 1-28. vem: = . todas. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. quando atuar o carregamento. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.f l ) = 6' Igualando.2 4 2 fl t (-2 .= cm) Igualando. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. a 3m Fig.74 cm m= \rr . o pontoA fique no mesmo nível de B. ES = 104t. cujas barras têm. obtemos: 6 = ' 0. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. bana ES 6A = X ( N S Ib. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .6 A ) para que.

1-32. e não ao longo do comprimento da barra curva).jC d :1 COS ' 4 ". Ex 1-9 . m~. inércia constante igual a J .= dr Jm cos P ' Jm '. e.31): J cos V 4m I Fig.74 em superior ao seu comprimento teórico. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . conforme 14. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. 1. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig.. 1.2. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P .4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. como se a barra tivesse comprimento I. 1-31 -. pois.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig..4.sendo JM = 2 Jc . Fig.2. para fins de combinação dos diagramas. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. f- Temos. portanto.Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. 1. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. com um comprimento 0. Dai vem: Jm cos V sendo I.1 . desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada.I MMdx (1-4) Tudo se passará.33 .

apenas.2. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .i . do 2. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas).2 .O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85. resumido na tabela 111.inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).4. 1. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. I-.35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . Fi* 1.26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas.37cm (a corda aumenta). instituído por estes autores. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável).

.

: -". r- $ 23..r * .a.R? mm- . o- --..-n. 0 g. 3 . 0 g m g o.g 2 H! : --"22 0 ' :.--"^' g E E C.n .? g s z $65 c R * -8D-">-" n. ~ 8 : s .." - Ií.iO1....* " - ..n r<u .." r.a 0"- nc-n2z "W.0's'uin~? o: .h?.-n.? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% . nn ^V* ..% -' e" ? .! o ." 3 " 8 .r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .. Y.-- --- $.*0"- n D O z$"gz -. " .D 0"' --"?--a O*" .-L- m*z -3 e 9 3 "*.s+ "" ~ 3 s e 5 : . .o m n.i- a..A : C =E.-".a * q $a$ ""' 0 ?.".+?IK~C ^q"7".5: :SE i z g E$? E. o o n g . '.." " -"..sgxnfir -8 i.-91%. E ~ . n .3 3 E X S i i : C 1 "-.z 8ZY "".3 * " " . Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --. 22- .

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h .TABELA XIII -mni .

.o. .

Todas as banas são mísulas retas com /. obtemos: . 1-36.in = e = 5 J.11 P= Fig. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. E dado EJc = 2 x 104 tml..aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: ... B Fig.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig.

6 dado EJc = 104 tm2.1. . 1-39.241 =+39. conforme está feito na Temos: 3mt a=0. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.0 . IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = . 1-39.l .038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0.) Tab.038 = -197.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.2 + 39.& ' =- 1.2 A . devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.1 a) Estado de carregamento -. 1-39 (mis. al=o.Z .126..098 - EX 3 x 3 ~ 4 . al=o. X 3mt A ai -0. n = -. Para a barra a Fig.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S.ol53 Tab.4cm (o ponto A sobe).197. . VI11 -3xlx9r3x0. 6 =4.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.2 = -281.5~0. I tlm S 4 + + + + ) Tab. 5 O. definind-se Fig.0 x 1-11 .r - 12~3~4.= 1.0. VI / a altura extrema por esta interseção. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.241 .W8 = +4. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.2.s --= 3 m J~ Jm.

x L ~ 12 .1 x 106 x 0 . É dado: E = 2. submetida ao carregamento indicado. i < . 1-41 por integraçáo aproximada.2.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . = 7 x 104 tm*. .. reta assimétrica): . qdx sendo q = h@f --. . ' X = I. 1-42. . teremos que calcular Fig. pois.46 im (para a esquerda) 1..'. . 1o =0 . 6 = 197 + 49 = 246 = 2. 4 .4 x&= 6 .5.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente.0 276. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. Para a barra @ : (mís.2. I'= 5 106 108 Y. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. I ' . 1. . . obtemos: Para a bana . 1-42 0121 Vem. I .68 x 1 0 .: 6 = 3. e n t ~ o : E J ~ = 387. @ : 1. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. ..l x 106 t1m2. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. O problema será.4 = 258 2 = 387.0 18 Fig. temos: .4. Ex l-12. ~ .2.~ rad 3 2 3 387. n = 0.4 .. I r A i 4 1 Adotando EJc = 2. A seção é retangular. .3 .Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig.

a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. 1. t- h Fig.te) ds h Fig.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . Ao longo da altura das barras da estrutura. 1-44. dependendo d o grau de fissuraçá0. no estado de deformação. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução.TABELA XVI ..3 . I dp = a 6. 143.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig.h c r ~ t ds. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. Vemos então.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1.ds. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. de modo que. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). .44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .

teremos. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. 146.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M. 148 Fíg. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1.. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. em relação ao dia da sua execução. os indicados na Fig. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante.s m de altura.. e o esque ma da Fig.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. . temos: "O. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2.. . Suponhamos. evidentemente.-"II +.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material.47 fletor no estado de carregamento e temos. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. . 1. - 3." e:. levando em conta a expressáo 1-5.0) O valor de 6 não 6. então. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. Supondo as barras com seção constante.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. para fm de raciocínio. 1-48.45 - O 1-13 . t .. quando dermos a todos os pontos da Fig. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. rg-+3O0C "--.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te).

pois. obtemos: A Fig. 149.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. para a grelha de Fig.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. ~ a partir do estado de. a . Temos: 1.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. de 6. entxo.Calcular as defomaçCks seguintes. carregamento de Fig. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura).partir do estado de carregamento da Fig. 1-49 1.para a direita. 1-52 Devido à simetria. A + 4m -+' Fig. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.0) Deslocamento do ponto C na direção BC.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. 2. cujas barras têm seção retangulir de 0. Ex 1-14. 1-53: N. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios.58 cm. 1-50.

C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ .Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. então a n R t . no caso).Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. L ~ as integrais .~ po conservativo. I . - Ora. 1-16. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B . 1-57.3. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. a partir de 1. para o quadro de Fig. B. tivesse os oontos A. estamos diante dc um cam . para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico.. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. Ficamos. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . 1-55. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm .jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A .para a estrutura de Fig. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m.m -+ . podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. que o trabalho independe da trajetória. no sentido horário. para o qual sabemos.ado . dependendo apenas de seus pontos extremos. 1-55 Temos. então. da Mecinica Racional.1 . A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia.

a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .5 mm de encurtamento 1. teremos Fig. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. Trabalho virtual das forças internas: nulo.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-59: Dado: ct = I O . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. a partirde qual obtemos: Fig. neste estado de carregamento. 1-57 Fig. ~ (-30) (-1 x . 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. 1-58. para a estrutura de Fig. Fia. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1..) @ (encurtamento) = =. então. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. 1-60.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC. nela indicados. Fie.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.~ / O C 1 ' r*. 1. deformações vir.4 . 1.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P .61 Ir.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.

1-63. que a rotação relativa flexão. de uma sb vez. a elástica. pela expressão (1-7). pela expressão (I-I).62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. calculando inicialmente. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . somando finalmente os dois resultados obtidos. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. Ex. para a estrutura de Fig. a partir das quais obtemos: Fig. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. 1-62. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. devida "P=& EJ' Sabemos. Aproveitando a simetria. 1-65. idealizado por Mohr.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. a elástica de uma viga reta . desemiolveremosnes t tópico um processo. expressão que resolve o problema. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. as defornações devidas somente ao carregamento e. 1. que nos permite obter. sem e (O sentido arbitrado foi correto. a seguir. 1 . ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. 1-66. da Resistência dos Materiais. de 2 cm.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. evidentemente. iquelas devidas aos recalques. 1-20.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. na prática. .A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem.Z R p (1-7). as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. então. obtemos P6 = . a partir das quais obtemos.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. 1-19. devido ao carregmento atuante.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas .) Ex.

o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. então. 1-69 a 1-71 esclarecem. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. do Cálculo Intinitesimal. por definição à relação d9 para a curva - . ünalmente. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. $e A - Fig. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. a titulo de explicação. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. então. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig.58 Curso de análise estrutural Resumindo. 166 Por outro lado. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. vinculo. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. por exemplo. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. agora. Assim.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). devemos ter em B. conforme indica a Fig. 1-67. teremos instituída a tabela XVII. . um apoio intermediário do l'? gênero. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . b) Seja. Assim. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. já que este apoio só impede deslocamento vertical. resolvido. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri.referida a um sistema xy como o de Fig. . este vinculo será. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. outro apoio extremo do 1P gênero. então. 1-68. na viga conjugada. este vínculo será. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. então. as condições de contorno que guiaram esta transformação de .) Ficando determinada a viga conjugada o problema está.uma rótula intermediária B existente na viga dada.

mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. u.. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2...emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. . nipi 1-70 n 1.e. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas.. para uma viga dada hiperestática..Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas.60 L ..~..h.71 lI1lI. ... 1-74 que tem EJ = 104 tm2.1 deste tópico).<I. P viga dada -N~~ ~ i g s . e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada.e.. como existe uma deformada real. às vigas com inkrcia variável.1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.n. submetidas a determinados recalques de apoio. as funçóes q = EJ serão mais complexas.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig...+n co.IU. apenas.. carregada com E . I"I. estável. Neste caso. Tabela XVii . conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo)./I 6----7 .. v .. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip... uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = .. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.. . sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da..I. 1-69 . a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.c.. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. ãig.até. . Ex-1-21 ... brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. o b t e m o s a EJ . esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio. pois... evidentemente.~. ".

6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada .6mm I I I p . 3. Chamamos a ~ L I . 1-74. simétricas uma da outra e que concordam em C.62 Curso de anáiise estrutural 2.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.O) Aspecto da elistica: Ex. onde indica!. que tem EJ =103 tm2.0) Calcular a rotação da seção B. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. representada na própria Fig. 1-75. 3.O) Esboçar o aspecto da elástica. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. Os valores extremos pedidos são: 1. 4. ~ u I I 3. 1-22 . mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! . Encontra-se esbqado na própria Fig. pedem-se: 1. enquanto que os.O grau.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. trechos BC e CD são parábolas do 3.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.Para a viga da Fig 1-75.2mm Elástica = elástica pedida.

1. o da Fig. 1-80.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 .78.Smm 3 0 . nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. 2. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.~ ~ 3 + 1 X-=16. indicada na Fig.2 1 I I + 1-78. que tem inércia constante.4 ~ .Aspecto do d i i p m n a daaido.1 " Fip. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig.3 rad (o sentido está indicado na figura. bastando. para a viga dada). 1-00 ~$ 4M h Fig. 1-77. 1-79. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. .2. 2. para a viga conjugada. pois. 1-79 m q BA I I Fig. Ex 1-23.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. 1-82. (i Fio. 1-78.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. conhecer o valor de M para ficar determinado. o que deve ~ ocorrer. no caso. 1-77 . pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação.3* conj 2 3. que possui indrcia constante: Fig. que MA = MB = O e QA = Qg = O.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então.~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 . levando em con. . A E r 1-24 .1.78. que será a haste livre da Fig. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. 1-76.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. 1 0 .1.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores. A condiçgo XY = O. restando-nos calcular apenas seus aódulos. x O 0 E YE ="viga .

podemos escrever.84 donde obtemos M = 4IL -.: Ex. 1.2.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . 1-26. como sofre recalque.1 F i g . 1-84 ( MB deve ter.82. 11 c. 1-84. temos: .2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. de vínculos. à viga conjugada. obter a rotação da tangen. já que y~ = O para a viga dada). 1-81 . 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82.Para a viga da Fig. 1-83. * te à elástica em A. Imediatamente. o sentido i0 recalque 8). para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). NO ponto B (viga dada). a partir da Fie. Passemos. agora.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. nos fornecerá: t i - B Fig.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. evidentemente. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). de acordo com nossa tabela XVII de transformação . O apoio do 1. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. 1-80. Fig. Já o apoio B. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. 1-82.E 1-25.8 A partir desse valor. que tem vão / e rigidez EJ.2 1-82. 1. "8' -- ~Q.

EJ .- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. 1-86. 1-88. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). pondese as equações de equilíbrio. A. conforme verá o leitor no Vol. constante j 7 M~ - *q Fig. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. submetida ao recalque vertical p em 6 ..im. . a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. / . 1-86. com o esquema da Fig.0 géneros também. então.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim.. . então. portanto.. Ficamos. Determinemos. temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn. 1-85. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. 1. 1-84 para' o qual.P = 1 O problema está. o carregamento 2 3 nos dá um binário. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. Dai obtemos: MA = M6 =--. Fie. i . Ex. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig.Obter 6EJp ) I' / 1 '. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . - . 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. 111 deste Curso. .. para a viga da Fig. indicado na Fig. portanto. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos._ p .Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. resolvido.EJp I' F i a 1-87. temos.87 de vão 1 e rigidez EJ. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. que deve ser absorvido em B. um apoio do 1.. 0 engaste E .3+ 1 t E I C + O .. 1-86 (EJ = constante). P A:.. Será. então. que tem rigidez EJ. . por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . . 186 Viga conjugada c A 1 . 1-28 .

as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. apresentaremos neste tópico. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. entxo. A. 1-89. conforme indica a Fig. então. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. respectivamente.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. que se deslocará paralelamente a si própria. Permitindo. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . o esquema indicado na Fig. Temos.ado pelo carregamento indicado). para O carregamento indicado. que sofrem recalques.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. posição deformada final do n$ C da treliça. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . ag* ta. 1-90: Inicialmente. 1-90 que.Para a estrutura do exemplo anterior. L90. 1-88. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). calcular a rotação da tangente à elástica em A. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. Para a viga conju. 1-88. Fig. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO.entãoodaFig. definidos na ~ i g . uma variação Ni li de comprimento Ai = . obtendo-se. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. 1. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). AB'Cé.(no caso. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. 1-90. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. . a partir dela. passando a ocupar a posição B'C. gada. Cada uma destas barras sofrerá. no tópico 2 deste capítulo. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada.

paralelamente a Bs. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. . a fim de se ter alguma precigo lios resultados. 1-91. chamada diagrama de Wiliiot ou.O gcnero A). As aplicaç5es seguintes esclarecerão. Devido a suas diminuições de comprimento. os deslocamentos abSol~itos nós A. todas e l a s . sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. é o que está feito na Fig. respectivamente. ~ ~ = 1 0 ~ t . Introduundo-se esta simplificação. coincidirá com o ponto a.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. uma de cada vez. liot para chegarmos a cada novo ponto. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). as barras ACe BC pelo pino em C. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. B e C da treliça de Fig. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. da mesma forma. 1-92. No williot estas rotações estão simbolizadas. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado.'esentado. williot da treliça dada.=N. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. em minúsculo. respectivamente. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). que se interceptam em c. durante a rotação de uma barra. 1-90. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica.li/ES(mml I Os vetores ou. paralelamente a AC.. no wiüiot da Fig. -. E r 1-30. de modo que podemos considerar que.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. inicialmente. mais simplesmente. o b e oc)representam. calcularemos previamente alguma (s) deformação. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. 1-92 Devemos. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. Assim. o-aue está rep. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. novamente. o que esiá feito na tabela seguinte. Fig. o que é impraticável. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que.. calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes.9 3 . &ira ai Nj(t) li lml I ~. Para ligamos. cujas barras possuem. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . respectivamente.1 . o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. (No caso da Fig. até se interceptarem. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. então. durante estas rotaçóes. no caso. a rotação de qualquer barra será pequena. marcamos 03 = n3.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). apli.

5li valendo.l mm.9 mm. 1-94. dados em diieção. valendo estes mbduios. 13. então: A1=A4=-12 mm.74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. 1 2 ~mm e 12 mm.. 0. .. pelo williot da Fig. obtemos. respectivamente. 1. H da treliça sáo da. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. 1-94. sentido e módulo pelos vetores ou. B. C . sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10.6 mm.. . Fig. 4. devidas A variação de temperatura. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. + -* + + dos em direção. . A5=A6=-6amm A partir desses valores. oh do williot.. . ob. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. 1-31 . oc. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. e 3. passando a ocupar a posição B: .4 mm. igual a 10. 5 1-32 . É dado o coeficiente de dilatação linear do material. .5/0C. 3 6. 1-95.5 mm. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. . mádulo e sentido pelos vetores oc.2 mm. 7. A2=A3=-12 J?lmm. 1-96.

oc. vale 6 BH = 16 mm. 1. ob. 3 cm.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. 1-96 PBH = 2cm ?Y. ou seja. 2. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical. feito na Fig. C . B. 1-98. têm módulos de 0.97. C. D e E da treliça.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.54 cm. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). Temos. cujas barras tèm. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. 1-97 . 41 = 77. I-33. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i .2 mm 2 . 1.~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig.Ii Neste caso. d dados pelos vetores oa. 1-99 e vale: Ex. 1-98 A Fig. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. todas elas E S = I O ~ t. A componente horimntal 6 dada por A7.24 cm. 1-99 No caso. devidas aos esforços normais N nelas atuantes. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. A P~~ Fig.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y.41 cm e 2. Fig. o b e oe.

1-100 . 8. 4.conforme a indexação adotada.Teorema de MaxweU Fazendo. obtemos o williot da Fin. dados em . que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais.devida ao carregame* to Pk ). ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). para a mesma estrutura. temos. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. no caso do Teorema de Betti..8 cm.. evidentemente. .0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. provocado por um segundo esforço unitário. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. Igualando as duas expressóes. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". que é a expressáo do teorema de zP.1 expressão do teorema de Maxwell. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento.9 cm.Erala do. indica a deformação. 1. O exemplos das Figs. levando em conta que o apoio do 1. temos: . do williot. Tomando. teremos: od 4 . o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. F.9 cm. .k = ZPk 6ki Betti. 4.4 cm. para a qual um grupo de cargas P. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi).100. indexando as deformaçóes com dois índices. Como ve"fícaçXo do wiUiot.2 . direção.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. . vemos que o vetor é horizontal.4 cm e 7. ( tjik indica a deformação.G. o que tem que ocorrer. 8. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. agora. evidentemente. uma força ou um momento. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. C. Fig. devido à aplicação do primeiro esforço unitário".Teoremas complementares 4. D E. na direção da carga Pi. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7. da treliça. obtemos: (1-9). I (?jk.. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. que resolve o problema. com queP. em sua direção.

apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. A k A A Fig. carr. 4. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. .a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . .. ela se deformará.. por ser estática. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-104 1-102. Como estamos no regime elástico. P valerá: . <ar. . I1 deste volume. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. carregada com as cargas estãti. vale: Fig.. conforme se verá no cap.1 Fig. lpi = 1 Eri. 1 Esl. .. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron.. Calculemos estes balhos.* '. = tra- Pelo teorema de MaxweU. 1-104. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). 5..3 . o trabalho das cargas externas P1. 1-103.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig.. n . temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .

Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. os esforços simples M. No caso (estrutura plana). e a expressão da energia real de deformação. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. convenientemente explorado.a) O 1.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': .O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. No caso de uma estrutura no espaço. entretanto. que são enunciados da maneira seguinte: 1. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. Q acarretam deformações relativas em suas direções. Ex.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). em sua forma mais geral. será o trabalho realizado pelos esforços simples. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). N. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2.O teorema de Castigliano. Não permite. Conforme sabemos. quando da avaliação da energia real de deformação. teriamos também o trabalho da torção.a) Nos casos práticos. 1-34 . por ser ele inteiramente geral. entáo: Observaç5es: 1.

agora M = 0. caso desejemos empregar o 1. igualaremos esta carga fictícia a zero. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. . correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. obtendo a solução d o problema. após termos feito a derivação parcial. mediante o emprego d o 1 . igualaremos a zero a carga M acrescentada. então: A energia real.0 teorema de Castigliano). 1-36 .107 Fig. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). Fig.O Teorema de Castigliano. 1-35 . 1. . desenvolveremos todos os cálculos e. criaremos uma carga fictícia. de deformação. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. 1-107. isto é. Temos.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . 1-106. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. efetuaremos todos os cálculos e.EJ ) 3EJ que desejamos calcular.84 Cum de an5ise estrutural Ex. vale: Fazendo.

q. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. inicialmente. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . demonstrando-a a seguir. a proposiçáo.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. 1-109.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. uma deformação (absoluta. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). Por esta razão. Igualandose vem: 6 = VA . 1-108. cuja linlia de influencia se deseja determinar. está equilibrada. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 .86 4.Regra de Mdler . tornando sua aplicação mais prática. a seguir. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. 1-110. a regra esta enunciada desta forma.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra.e u __Fip. 1-37 . então. então. tratada como pequena deformação. que seri tratada como pequena deformação.:. obtemos uma estrutura hiposA tática. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). embora a demonstra. Rompendo-se o vínculo que transmite V e. a I a) Sendo a estrutura dada isostática.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . I - Demonstraremos para um caso particular. livre. n Tudo se passará. confonne poderá ver o leitor no cap. ou seja. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. a regra.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. A I I Ex. nos casos mais gerais. nos casos mais gerais. no caso de reação de apoio ou relativa. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. 1-110 . Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. mas que. As aplicaçúes seguintes esclarecem. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. I1 deste volume.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. no enunciado da regra. atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. b) na secção onde atua E. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. atribui-se à estrutura. portanto à deformação). t Fip. b) A mençáo feita. conforme indica a Fig. portanto. no sentido oposto ao de E positivo. no caso de esforço simples) unitária.

Calcular.111 Fip. c) deslocamento vertical de B. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. 1-113. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. o que justitica traçado da Fig. b). 1-116 'I * t l!* * C Fip. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. AC = x . A S A B Fig. 0 1 -1 \C i: Fig. 1.1 . para a estrutura da Fig. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. 1-115.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig.(+). que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. . 1-39 .Exercícios propostos 5. 1-38 . 1. passo a passo. 1-114.114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-112. a regra de Muller-Breslau. então. .. Fig. 1-112 I Sabemos. 1-1 1 1 . 1-115. - - A Ex. Ex. S I 5 . 1. o que justifica a construção da Fig.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. (não devendo haver rotação relativa). 1-116.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. e. pela regra de Midler-Breslau. obtemos a linhade influência indicada na Fig.

Para +I 4 I A -B Fig. que tem rigidez W (constante). Dado: 5.6 .~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. calcular variaçáo da corda AD. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . em todos os 116s.Empregando. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC. de cima para baixo. obter: a l ) rotação do nó E.121 .5. I-12l. 1-118.2) deslocamento vertical de H.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC.2 . ân. 1-120. a. cujas barras fomam. 1. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.4 . b. pedem-se: I Fio. calcular: a estrutura da Fig. 1-119.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. b) deslocamento vertical de E . 1. 1-118 5.2) variação d o comprimento da corda EF.pede-se: a) para o carregamento indicado.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig.. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. a fónnula de Vereschaguin.Para a estrutura a + a + da Fig.117.2) recalques verticais. r j 4.3 . p P 5. = 2 x 104 tm2 .Para a estrutura da Fig. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . diretamente. de 2 cm apoios B e C. EJ. a.

I 5. permaneçam I m acima de A. Sabendo-se que. D.. para a estrutura da Fig. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. COS '# (W.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. unicammte. os pontos A. do carregameiito indicado. 1-126. 5.8 . pede-se c$. (ES) tirante = . 8.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t.7 As barras horizontais da estrutura da Fig. 1-125 durante a montagem para que.. a= ~ u ~ / ~ c . o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm.9 . SXo dados: Jm . 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. 1-122 5. E. 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. I 5. 1-123. para a direita. 1. quando atuar o canegamento indicado. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo.10 . = 104 tm2 Fig. computando para este fim apenas a influência do tirante.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. B. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.11 . E fiquem alinhados.sendo Jm = 25.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. É dado EJ. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 .Calcular. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. C Fip. Dados: EJc = 104 tm2 . (ESltirante= 103 t curva tem J = . 1-124. quando atuar o carregamento indicado. os pontos D.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. quando = .

Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . É dado: a = ~ O . 1-129 1. I 5. São dados: E. das Figs. sofre um auriiento de temperatura de t OC. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.b. 1-127 e 1-128.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. Send o a seção retangular. R Fig.14 . 5.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. 1.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução.se: .16 .132-b Fig.133 . b) deslocamento horizontal de C.12 . h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.Para a estrutura da Fig. as barras@@são 2 cm. 1-130. pedem. mantendo-se constante a tempera tura externa. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. a temperatura no interior da parte circular. de inércia constante. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. cujas barras têm altura h. A I 5. com seção transversal circular. 1-127 A Fig.13 .15 .~ 1.17 . pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.Para o quadro da figura 1-133. pede-se o deslocamento horizontal de B.132.s m de altura. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.~ I O C . 1-128 F i g 1-73? 5. das figuras I-132-a e I-132. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A. mantendese constante a temperatura externa. m Fig.O interior do quadro da figura 1-131.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. 1-132 B 5. com 0.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. J.

24 + 117.19 - Empregando o processo de Molir. 1-136 5. 5.21 . C. -r- - Idem.138.22 pedem-se: - Para a viga da Fig.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. 1-136 ( J = constante). E. cujas barras tem seçãocir.139. Dados: M. a. b) flecha máxima.23 Empregando o processo de Mohr.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. obter. Fip.0Sm4. b) deslocamento de B na direçáo z. D. c) rotação da tangente à elástica em B. I Fip. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz.- t . a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. empregando Mo&. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. que tem rigidez igual a 104tm2. 1. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. ra 1-135: a) equação da elástica. 1-137.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. 1-139 -+a . E. para a viga da Fig. I I n -1. cular com inércia ê flexão de 0. J.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. i 1 5. para a viga da figu5. 1. para a da Fig..

<. 1. c) recaique vertical.30 .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. I u 3' 1 I: - 9 . 1-142 . IP o I ~ C l + l + 5.~/OC. ( I I I Fig.) Fig. para as das Figs.29 .Idem.r . í . de cima para baixo. devidos às mesmas causa.26 . 5. calcular os deslocamentos dos nós E e G.& l t I + . J (constante).98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.Idem. I .quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. Fig. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. 1-149. .27 .Empregando o teorema de Castigliano.e 1 i .146 a) carregamento indicado. igual a 2 cm. 1-147 i I 5.Empregando o proeesso de WiUiot. < .140 a 1. 5.28 . 1-143 o r l p PI -+-I---+ .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. 1-141 Fig. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. para a treliça da F & 1-147.25 . constante.142. E.146. Fig.e . cujas barras têm rigidez EJ. da treliqa da Fig. Fig. do apoio B. 1-140 Fig. . 1. 1-144 5.I + - Fig. -. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. R. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal.9. que têm rigidez constante W.Empregando o teorem de Costigiinno. 1-145 Dados: P.

a.17 - a) 2 6 c m (+) .?) 13.] ) (C) 4.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .98 cm (4) .6 mm ( f ) : b.71 mm (1) a.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.94 mm Encurtamento de 2.b) 0. 5 ~ rad (tl).93 mm (-*I .2) I .07 cm (4) 1.8 mm(+) : b.zero .4 mm (encurtamento) a.133 x rad b) 0. Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.22 - a) 0.84 cmfaumento) .21 x 1O-' rad (12)0.2) 2 cm (e) 1.33 x 1 .46~ 10-3 rad (n) a) 0. b) 3.17 mm (t) Alongamento de 1.67 mm (L ) . 0.a.1 8 - a) 0.2 mm (aumento): b) 5.rn + 5. b) 1 mm (4) t ) 5.l) 3.1) 4.67 mm ( f ) .1) 7 .14 mm 4EJ m (371 8) - .

6 m r n ( L ) . ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . ~ ~ ~ = 1 7 . ~ ~ ~ = ~ 6 .102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) .3 mm (+) 5. ~ ~ ~ = 6 . em cada caso: i . pGH = 3 . pGH = 3. 3 m m ( . ~ ~ ~ = 3 .8mm(+).28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.f ) . 4 m m ( .27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.6mm(t).+ ) . pEH=1. O mm (+) C) pFV= 10mm(&).29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. pGH= 30 mm (-+) 5. pGV=0.pEH=15mm(+).6mm(t). 7 m m ( + ) .

igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. dispomos. r. então. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. entretanto. Seria necessário "abrir" a estrutura. 11-9 Fia. 11-4 C. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. terno da estrutura que é. Para tal. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. Existe. Temos. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). na estrutura assim obtida.Determinação d o grau hiperestático 1. portanto. ' &n \ 1. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig.HIPERESTATICA . agora. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.2 . no caso.1) . necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las.Hiperestaticidade interna Fig. preservando. romper-lhe uma seção. 11-1. isto é. g = Be + 8 i 1. conhecidas suas reações de apoio.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. sendo assim. desta forma. Portanto. pois. Isto não significa. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). que possui 5 reações de apoio a determinar.1 . 1. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 .2 Seja.4 (11.i ? CAPITULO li 1 . 11.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . após rompê-la.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. para tal. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. a estrutura da Fig Ib2.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

O) Escoiha do sistema principal (v.f. ca ou da equação matricial (11.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. eles não precisam ser unitirios. O que se deve procurar.6).0s11-5 a 11-7). que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. provocado pelo agente. em número adequado.1.. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. aplicações n.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. Para isto. por exemplo). pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. Seguindo a orientação dada na observação 2. eni c da caso. b) diminuição unifome de 30 OC . g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. a fim de obter seu sistema principal ismtátim.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. certainente. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. +Sm -. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. aos sistemas principais ideais.X.0) 6. m p e r .+ 6. = O (11. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. no caso dos quadros lanos. nesses casos. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado..2. Pii. .0) 5. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. será: 1.1). chegamos ao . : valor obtido para o hiperestitico. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. \ Nota: N a m s de variação de temperatura. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. sendo todos teoricamente corretos. 2. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . 50) 3. pois uma equação genérica (a iésima.1 - a) carregamento indicado. . h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. licitante externo. agindo-se de outra maneira (v. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. recomendamos. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - .2. c) recalques em A indicadas abaixo. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica..l h e dois vínculos. ii-19. so. . podem ser quaisquer. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. temos E = O.0) 4. Isto conduzira. Sistema principal e hiperestáticos 2. 11-18. para a obtenção de uin bom sistema principal. i! Ex. Para os outros tipos de estruturas. Obtenção dos EJc 6 . Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) . a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. tiiiXi +. 11-19. . entretanto. - - '.

&a A partir da expresão 11-7. Diagramas solicitantes e rea<. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. tomados iguah a 1. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. obtemos os diagramas da Fig. embora estejamos u m d o os me& r' .ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1.2. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. 11-21 e 11-23. consideraremos apenas seu trabalho H flexão. 1 2. obtendo: F i i 11.sistema principal da Fig. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws.21 mm *larnos Os . 11-19.27 E l + 4. temos E = E. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig.im desta forma.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .09E2. 11-20. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal. pan não complicar n nota~Ho. 11-20. perestática dada. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. I Obtemos: 6. I F i i 11-20 3. respectivamente. + 3.

. A partir da expressão E. F'm.. Obtemos. No caso. já que estam. d'evidos à variaqão de tempe. . 11-22 JF~ + 0.atura. estando os diagramas solicitantes indica .521 Fm 11-27 i .3EI -22. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6. 1 2. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1.iS: 2. Os novos hikrestáticos.731 Ntamp.} . em função da observação 22. po. 11-28 + 7.4E2.15 t Fig.c deste capitulo. então: = .18E2. 11-27 a 11-29.11-25 'carr.521 Fie. - - .são: 12.47. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W. vem: Fip. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs.Etemp = 0.7.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2. dos nas Figs 11-24 a 11-26.55E.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6".

MO 3. 2. obtendese. deste capitulo. sabemos que. necessários para o cálculo dos EJ.f. ao invés de nós C e D. 6. obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. por exemplo . 11-33.x 6 x 1 2 . tura da Fig. U-32.4 4 3 3 . Diagramas no sistema principal Fig. - .-i 1. no caso deste exemplo.s I 1 t 6. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. Rotulando. obtemos o sistema principal indicado na Fig.. 2) Igual simplicidade encontraríamos. 11-33 Temos. Ex 11-2 .os nós A e C esq. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão. se.x 6 x 4 = . os diagramas da Fig. M = Mo + 8. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. Diagrama final A partir de (11-7). houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D.5M1 + 5M2.I wpmdtjtia a) . Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2.ia Fig. Hiperestátims: \ XI = 8.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. 11-30. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática. então.2. o diagrama de momentos fletores . C I I 4. 11-31.

se apoios internediarios. b) diminui ão uniforme de 30 OC. 11-3 . 11-35. obtendo-se en- 2.s 1 o.5) =-76. Hiperestáticos: X. 16.s 3 .Vc S EJ. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . para o caso. os Temos. I I' = 3m Fig. o sistema principal da Fig. 6 e no traçado do diagrama fmal. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~.4 . Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:.7M1 tao o diagrama da Fig. desta forma.Resolver a estrutura da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ. Cálculo dos .SX2 = 76. conforme se verá a seguir. Dado: EJ.o métododas forps 4. CY = 1 tm2/0C 0 F 3.Sl0 = 1 (6~18+3x40. ii-37. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. I I I -ou .8M2. = 22. a partir . 11-38 para: a) canegamento indicado. Diagrama final 1. a linha de fechamento do diagrama final.7 6.M1 e M2 os mais simples passíveis. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários.sx. 11. I' = 6m I'= 3m Fq.34. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. + + 2 x 2 = 45 5. 11. obtendo-se. Ex. entio.\.

Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11.o método dsr fo<pis =- 123 3.3 x3 6.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1.3 = 20-7 19. = . Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. LIeSq e DA"). Cálculo dos Wc6: WcS. 11-39. E J .3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.6 4 ..1 0 4 . rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .7E2 + 19. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. nios o sistetiia principal da Fig. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. I 4. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . S z 0 = . obre.3EI + 20.

52E2 -0. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. . Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . L g-ph $1 1116i t -X!IZ. 1. 11-5 . Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . sendo.301 Fip.1. 11-43.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. no sistema principal. inteiramente hiperestática í = 3). Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. I Ex. obtendo. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o.Resolver a estrutura da Fig. 2. conforme indica a Fig. 1145.62M3. Fip. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. bastanos calcular o vetor { h t ). a partir dos diagramas da Fig. .07E1 + 2. 1145.Conforme sabemos. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. na direção de cada um dos hiperestáticos. 1143 . obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. para o cálculo dos 6. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos.t.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC . 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. . pois.81mt equilibrado. devidas i variação uniforme de temperatura.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. então: X1 I x1 \ Fip.

se a fôssemos resolver novamente.= -1 6.29 X2 = -2.2. que tem EJ = 104 tm2. 1 --'- - . apenas.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. p+ dem ser quais uer. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. + 0. pois.. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. Vejamos. devido aos recalque indicados. portanto.57E. devido ao sistema principal escolhido. .rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. Voltemos i aplicação em questão. 6 30 = O. com O que. w m O que. evidentemente. . 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. X3 = 0. . 6 recomendável. pois sabemos que X3 = 0. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. portanto. Xl = X? = o. uma vantagem do sistema principal escolhido. Por esta razão. . Temos: E = . 3. que os hiperesti. 4. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. obtendo os diagramasse Note o leitor que. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. apenas.iox.. temos que:: . > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . Na seção S de simetria de uma estrutura plana.29 E1 . 1148.- . bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~. temos que: = 6 2 3 = O. nesta fase.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . entretanto. 2 hiperestáticos (X1 e X2). partiríamos de. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. elsstica nalmente a barra em questão.4 sistemas (2 x 2. pois o carregamento e simc5trico).E licitantes da F i s 11-47.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica.o ).Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. . 11-6 . arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 .Observap-o: Neste caso. 6 = 6 20 = O. em si. S. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . Hiperestáticos Xl = 0. Diagramas finais o . quando ocorrem tais condições.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e..57 X3 = O (evidente. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .

1149 2.~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. temos: 1. 3. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Sistema principal e hiperestático 4.51 Fig. Sistema principal e hiperestático h. Diagrama final - Fip 11. temos: Qs= O. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). Equação de compatibilidade . provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5.5. 11-51. como temos Ms O.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. por força da rótula. Por outro lado.

II-8 . se este sofrer um encurtamento de 1 cm. temos o sistema principal da Fig. Rompend-se o tirante e rotulando.se urn n6 da estrutura. 11-57. Diagrama final Ex.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1.25 6. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 .% ta +i .Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. 11-56 3. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. Cálculo dos EJ. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. 1. 6 4. Equação de compatibilidade 4 5 S.

61enc. ) - 3. b) M2. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. N2 Imt lmt X2. .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. 1 t d -Ft 47 Fia. l i 4 9 &t 2 15. IM9. > F i p . Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 .b El. 11-60.3E2 .06t . N1 6. para que a reaçxo horizontal final seja nula. temos o diagrama da Fig. obtemos: Ex. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . 11-9 . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. 1160- 4. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado.Para a estrutura da Fig. pede-se: t4. -O.

11-63. I 4. 5. No b) M l .2 ( .2 4 t 28X. Hiperestático: X l = 0. 11-61. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . L N1 tis.j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . Cálculo dos U. Necessitamos. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. Equação de compatibilidade: .86El . R o m p n d w . 2. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.2 4 . . pois. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. X: = 2 t : &a. t 0. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno.. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. obtemos o sistema principal indicado na Fig. 5 ) = . Vimentão: a)Mo.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.5 X.86 6. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. Diagrama final = O A partir de E = E. 3.

I deste volume.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. os diagramas serão os da Fig. = +?8x2=0 -1. sob sua forma ideal. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.o metodo das foqS 137 corno agentes externos.ou seja. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. 2.6cm Como a deformação. "comp \ . serão o carregamento e encurtamento. obtemos: A estrutura estará funcionando. devemos encurtar o tirante de 1. q = 1 tlm Barras e @/ .6 cm. 11-65. = -1..m p d t i e s . no caso. 11-64. temos 6' = 6 enc. os teremos: (EJc610 + E J Cen. no sistema principal. Diagramas no sistema principal 3. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. então. empregando as tabelas apresentadas no cap. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. pois o concreto estará uniformemente comprimido. Ex II-I0 . Com isso. 1164 Sendo as banas misulas retas.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula.

' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.611 Ex 11-11 .098 .31.4 + 3. 1-1 q 17 I7. para o quadro simktrico da Fig.098 = 24. 6. Diagramas no sistema principal N. Cálculo dos EJc S b)EJ. F .207 x x 0. i -1. n = 0.) 3. C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas.5 11 . - !.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0.207 = 3. Equaçáo de compatibilidade: . Diagrama final 1-11 17. 11-69.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. Dado: EIc a = 5 x 10.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.32X1 = O 2.144 .Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.1 5 tabV' e = 0.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.

4 Fip. Cálculo dos ES 6 : Fip. então: ESalo= Trata-se de uma. Sistema principal e. 11-72 Ex. todas. temos: 1. Equação de compatibilidade 141 2.73 Temos. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Diagrama final $ 11-75.rica .(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. cujas barras têm. 11-73. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. a mesma área. 11-76 3. Hipenstático: . = O Fie. 11.1 I Fip.o método das fo4.treliça uma vez hiperestática internamente e. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 11-74 S. por isso.

X 1 = NO P . 0 3. To b) M. d i i i 11-79 C)Mz. Sabe-se que -. Q . T3 J 3m 4 1.-1. Esforçm finais Temos: N = NO + N . o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. 2.WpIedMtia . Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M.) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. X (cambinaçao de Ticom Ti) . os esforços normais finais indicados na Fig. basta rompê-la numa seção. seção esta que pode ser. 6. Diagramas no sistema principal a) Mo.77 h. . um dos engastes. 11-76. endentemente. 11. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). TI Ex 11-13 . 11-78. a partir 2 d o quadro de valores anterior. .lrn. 11-77 para o carregamento indicado.s EJ GJt - X.o método das for~a. Sistema principal e hiperestatico Fig. Temos. T2 d>M3.Resolver a grelha da Fig. obtendo. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ.~-XI . optando pela seçáo central. Para obtemos sistema principal.

25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims.8263. agora. 1 6 ~ ~ = . então. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.. . isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico.~ ~ 9 x 3 + . O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.As fibras superiores da estrutura da Fig. enquanto que os demais apoios impedem . em relaçáo ao dia da execução da estmtura. 5 -49. - - Ex. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. nesta aplicaç%o.x 3 x 2 ~ 5 .1 . Diagramas finais (em mt) Temos. o que acarretaria 830 Suponhamos. temos que: 5. i. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. com o que teríamos 610 = 0. 11-14. com o que teríamos 620 = = O.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.f~ 145 vm e w e n ~ .x 3 x 2 . 2 5 + .144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.

e torçores atuantes. 11-85. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). na seção de simetria teapenas momento fletor. 1 Sistema principal e hipenstático . culares ao plano. conforme indicado no sistema principal & Fig. para a da Fig. Equação de wmpatibilidade: . 3. 0 problema está resolvido. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. e. 11-85. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. 11-85.60 t-38 X1 = 3 O .s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. pode ser encarada da forma indicada na Fig. 11-86. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. A variação de temperatura do problema. 2.2) 4. 11-85.2. pedem-se os diagramas de momentos fletores. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. com tg = 0. Visto isto.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano.3. CálaJlo dos (.

85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . em verdadeira grandeza.3. 1 . o esquema da Fig.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. que serão.2. I A solução do problema é. Sistema principal e hiperesthtico 6. que tem W = q 11 - . 11-85. correspondendo ao caso da Fig.73E1 . Com isto. cor- 62t) Fig II-91 0- 3. novamente. apoios do 2. Equaç%ode compatibilidade: .3) 4. então. temos. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç.8 + . Rebatendo. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6.5 Resolver a viga balcão da Fig. 11-85. no caso. OS o diagrama da Fig. = 4.64 X . 11-92. 11. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. 11-92. genero em A e F.am-movimentos no plano da estrutura. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig.85. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. 11-93.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. 11-90. teremos: 1.

c o s e ) . com carregamento simétrico. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. Temos. 11-94. obtemos.sucessivamente. então: - . em verdadrira grandeza.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. a) Mo. temos. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. de uma das duas metades do sistema principal.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . 11-98.( 1 . obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. aos pontos A e S indicados na Fig.o método dss f o r p 151 I 1. To Reduzindo a carga P/2. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . 11-96. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. I I d X. ! I I 3. i 7 I ~ i 11.11-95. que representa uma vista em planta. 11-97. = lmt 2 Diagramas no sistema principal . o sistema principal da Fig. sem nenhuma alteração do resultado.

~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos).Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. ' . 4. Equação de compatibilidade: I . submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. I? o que está indicado no esquema da Fig.2 ll. se o carregamento existente num dos lados da seção ter. o assim chamado irtificio do centro elástico.5 . Diagramas finais A lCIW. 11-100. 11.. passar do esquema da Fig. Em se tratando de uma estrutura simétrica.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6).3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. será o deslocamento vertical. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. 11-100. de a provocar uma destas duas últimas deformações. lUe abordado em nosso Cuno.1 153 .100.100.1.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. no cntanto. permitindo a obtengão. I101 5. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. deixando livre o deslocamento vertical. 11-99. que apresentaremos a seguir. explorando esta simetri. 2. 0 . que repre. durante muito tempo.2.5.l lr 11-100. Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. senta um esboço da elástica do quadro. no caso.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. mtáo. -tudo dos areos e quadros biengastados. teve grande divulgação o uüiiza$ão. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. devido à simetria da solicitação (pois. 11-7. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).1 . num dado sentido. existindo. obtemos os diagramas solicitantes da Fig. anulandese então as duas parcelas ).3 PR partir da expressáo E = E + .E 1 .99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. Hiperestático: 6. 11-6. . que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal.mprrstBtica . uma ênfase especial para este ar<ifício. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. 11-13. a única componente de deformação.Artifício do arranjo de 2. . 11-100. A partir dai.5. com carregamento simétrico. que terá sua seção S de simetria. F i e 11.

a estrutura da Fi& 11-103. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . 11-101. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. submetido ao carregamento sim6trico indicado. 11-102. . fornecendo os valores x. como no 'as0 da Fig.= * i .mpmtátiea indicada em 11-100.1. I 1 I* na dtdco. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. que é.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. Podemos. . Para carregamento anti-simétrico. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. se comportará como apenas uma vez hiperestática. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação.pois as tendências desta deformação em S. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102.1. se oporão.3. entretanto. 11-101.I 4 1.2. evidentemente. cuja configuração da elástica. No caso. então.3.3. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). 11-104. _. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. . a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico.2.y e 9s indicados em 11-102. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. sendo a da Fig.3. por exemplo. u-100. se somarão (ao invés de se anular. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023.1. agora. parth dese do esquema da Fig. b) Seja.1. o quadro simitriw da Fig. este deslocamento está imp* . a estrutura dada. 11-100). 11-102. 11-100. hfonne ji vimos. romper a estrutura na seção S de simetria. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. para o caso da estrutura da Fig. agcra. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. 11. c) Analisemos. o deslocamento vertical da seção será. 6 %a. entretanto. três v e m hiperestática. agora. 11-104. no caso. nulo.

IE104. interceptada pelo eixo de simetria.1. 11-104. conforme veremos no referido ca~itulo. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. pois. simétrica. agora.3) - F~Q. conforme indica o esquema estático da Fig. Analisemos. a essência do artifício do arranjo de cargas. separadamente. 11-107 . introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. ' Fio. que impede o deslocamento vertical. 11-105. basta substituirmos a parcela do engaste. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. por esta razão. a atuação de um carregamento genérico qualquer. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. sobre a barra SC. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal.3. por um apoio em mola.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC.5. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. a seguir. o diagrama final de momentos fletores será. indicada em 11-105. quando tivemos.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram.2 a 11-108.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. No caso.1 recaiu. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola.3 a 11-108. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. que poderá. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. do esquema indicado e 11-105.devido à presença da barra central SC. resolvendo a estrutura. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. conforme esclarecerão os exemplos a seguir).2. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). 2. o caso de carregamento anti-simétrico. 11-106. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). para a bana SC. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.3. a barra SC.2) e anti-sim6trica (Fig.1. 11-106. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. podemos romper a estrutura na seção S. num dos lados da estrutura. obtendo suas componentes simétrica (Fig. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. conforme indica a Fig. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. então.3. Exporemos. 11-104. entzo. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos.3. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. Podemos. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. a fun de obter o diagra ma solicitante final.2. a partir do qual. (Notar que. superpondo. Nas Figs. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). a seguir.

112 indicado em 11-112. 6 a da Fig. levando em conta a simetria do carregamento. a me* ma inércia. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. 11.3 . ExlI-I6 . estão traçados na Fig. 11-108.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. II-111 Fip. de Fip.2. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento.110 nnJ .o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig.2) Sabemos que a estrutura a resolver.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. 11-11 I.1 11-108.. submetido ao carregamento indiiado.2 11-108. Fio.1 11-1103 VI-110. 11-113. todas.im + 11-110. 11.mpnditica . dro simétrico da Fig. 11-110. cujas barras têm. 11-109. 11-110. cujos diagramas no sistema principal.

EJ = 1 d t m 2 . E. 11-117.3) Sabemos que a estrutura a resolver.% 1 . Fio. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. para um reealque de apoio . 11-115 Fio. 11-120. levando em conta a antiaimetna do carregamento. 11-115. e n t h : /Xi = 0. é a da Fig.33 Obtemos. a partir de cujo dstema principal. todas elas.114 e 11-118. mtzo. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118.7 . 11-110. 11-119.71 4. o da Fig. a j a s b 11 h . indicado em 11-116.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. Fio. = 1à / /. temos os diagramas da Fig.Resolver o quadro da Fig. 11-116 Fig. resultante da soma dos diagramas indicados em 11.

~hpanttititiai . devido B wntribuição nula da parte simétrica. pode mos escrever que V. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. Fiq.-1.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. que nos fornece: + Fiq. = 0. 11-121. 11-121. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. do apoio A.122. considerando a anti-simetna da solicitação. 11. obtemos o diagrama M1 da Fig. representado em 11. 11-125 ' 4 . 6 a da Fig.2) A estrutura estará afundando. 11-126 e já será o diagrama final. 11-125. 11-127. - . então. de 1 cm. a partir de cujo sistema principal. de cima para baixo. o indicado na Fig.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. previamente. b) Parte anti-simétrica (Fig. 11-121 a) Parte siméírica (Fig.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. 11-121.123. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. toda ela. pois ele ná0 teri qualquer impedimento.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11. Levando em conta.124.

11.135.136 Dai vem. não influindo. então. obtendo os diagramas solicitantes da Fig. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . constitui um carregamento auto-equilibrado. no sistema p ~ c i p a l . 11-132 (cujas barras têm. todas e1as.-.a mesma inércia). obtendo-se o diagrama .81. 11-130 (isostática). na da Fig. apenas. 11-132 F i i 11. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. que será funçzo. 11-129. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. l3 = 1. sn8 a da Fig. Para este F i 11.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. - Fip.. 11-133.128 A parcela sim6trica do carregamento. t m fo-dese a estrutura. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. Dnpcrandose as &fonn. indicada em 11-128.131. 11-136. levando em conta a anti-simetriaexib tente. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . 11-128.filemo. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. 7 17 .2. a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis.129 \i A estrutura a resolver. 11. portanto. 11-134 Fip.3. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. Fip.

simdtrica em relação aos eixos fx e jj. 11-139 . tiraremos.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.5. 11.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura. duplamente. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.1. ~ ~ ~ Fig. 11-138. Os exemplos seguintes esclarecem.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj.138. 11. a estrutura a resolver 6 a da Fig.137.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig. *h Fig.Wprrstltkd . Ex 11-20. 11-138. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria.1.1 q 2.3 .

sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. constantes. U-140. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-. não influindo. a estrutura a resolver será a da Fig. que será obtido. 11-141.PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. 11-143. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0.140 E r 11-21 . por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. o que 6 usual . Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). 11.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. 11-142. I A parcela da Fig.o método dar f o r p Fio. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. portanto. mas que podemos resolver. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.3. ' cuo. 11-142.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig.318~~ Fip. a partir do carregamento da Fig. portanto.

então.1. 11.1 a 11-151.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11.II-147. 11-146 5* . 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.2. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. i i i 11-148 I f Fie.AipevstBtica -ntais de It). a partir do sistema principal da Fig. na maior quantii dade possível de casos. : I . teremos a resolver.3. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.146. 1.144 Fip.2 a 11-151. 11-145: .59mt Ex. os casos indicados nas Figs. Temos. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F . submetida ao carregamento indicado. 11.148. 11-148. 11-145 Obtemos. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.3 a 11-151.

quando o carregamento 6 anti-sundtrico. então. a decomposiç20 éMlida).2 possuem hipostaticidade numa direção.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. como se fossem duas vezes hiperestáticas). $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . como se fossem uma vez hiperestiticas). 11-153 e 11-155 se comportam. Fim. so S i .-= te. e. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são.2.) Sendo assim. no exemplo 11-13 deste capitulo que. 11-152. Para o caso de anti-simetria (Figs. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.2 a 11-155. estes sistemas principais podem ser justificados. então. 11-152 e 11-154 se comportam.Aplicação às grelhas Já vimos. da . liberando as duas outras deformaç&s. 173 2.154).1 a 11-155. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. então. então. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. devido à simetria do carregamento. 11. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs.& vido à anti-simetria do carregamento. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. então. 11-153 11-153. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs.1. para as greihas das Figs.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. romper a grelha na q ã o de simetria. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. possível romper a seção S. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. os sistemas principais. mas. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado).2 a 11-151.4 . o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig.1. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. 6 possível.2 bw grelha. entáo.149.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria.5. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . 11-152. para estes dois tipos de deslocamentos. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. - Do ponto de vista de deformações da grelha.

por conseguinte. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. em S'O. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. na direção perpendicular â do eixo de .156.simetria. 11. nas mesmas barras".1 e 11-160. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. Sobra. atuante em S. a barra SB não terá esforço de torção. utilizando o artifício do arranjo de cargas.1 Fip. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. U-156. e o esforço wrtante (X3). pode ser rompido em S. pode ser rompido em S. devido g anti-simetria do carregamento atuante. 11-157.Aiprest6tica . obtemos o sistema principal isostático da Fig.1). s E r 11-23 . Com isto.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156.1).2 (notar que.2. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. 11-156. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. um quadro hiperestático ADSEC que. No caso de anti-simetria (Fig. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. Fia. barra SB terá wmo único esforço. nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. um quadro hiperestático A D S E C que. devido â simetria. O exemplos seguintes esclarecerão.2 (notar que.1. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de.2 e 11-160. com isto. ia . ainda. devido à sua simetria. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. 11. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. F g 11-152 e 11-154.157.2 to.Decompor. portam a 10 rücadas n d Figs. devido A anti-simetria. 11-159. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. ainda. PJ< /+) em 11-159. 11-156 2 2 11.

Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b .ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig.3. 11-24. Ex. ~ i p .Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. cujar barras tEm. temos a resolver os ags casos das Figs.Conforme se vê.2 e 11-162. 11-162.2) Temos: 1. =2 2 Diagramas no sistema principal G7. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q).todas elas. 11-162. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a . .

11.37 E2 0. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig.32 E1 . Sistema principal e hipenstfiticos Fip. representados na P & U-174. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip.1 4. 2. 11-171 . Diagramas da parte simétrica A partir de E = E.0. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. 11. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0.168.172 v iirn. 1. Fip. . t 0. 11-169 4. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. II-1623) Temos: 1.44 E3. i Fip.43 E2 t 0.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. representados na - - &.19 E. 11-173 3.

11-175.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F .23 E1 . resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. Diagmma no sistema principal 181 I Fig.174 @arte anti-simbtnca). nijas b m têm i 2.11-176. + 0. Sistema principal e hipcresthticos 3. . + 9.59 E2. Diagramas solicitantes Fig.o método dm f o l p 2. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4.= lmt Fie. obtemos . 11-177 A pMir da express8o E = E.I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig. 11. temos: 1. GJt - ! X. 11-17s E r 11-23.t + a i .

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

+ 5. indrcia constante.5E2 .SE1 + 0. Ii-26 . 4. cujas banas tem. 11. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. X3= l m t lmt tml lmt Fio. . temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. 11-196. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . temos o diagrama f d da Fig. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O. ii-195. todas. 11-192.194 - x3. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. temos: Fia.4E3.5mt & - bXJd Fio.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. Ex.

~) = El 63.104 x 2 ( . de raio R.16. 11-200 temos: 10.202 . 11-200.16.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . = l m t Fim. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig. 11. i C X. temos F g 11-199.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. = . 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. da estrutura e do carregamento.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular.HipaestB<ics .1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria.2 e a estrutura se comportará. então. s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197.6 E3. 11-198 Fip. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . como se fosse uma s vez hiperestática.

. diagrama final da Fig. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 . IL203.207. obtmios .Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204.192 Cum. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. ~-~ Er 11-29 . 11. vem: X1 - - ln 0.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. b) Diagramas no sistema principal Fie 11. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: .

o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. E J S Z 2 = 18 Vem.2 m de altura.2 tm210c . São dados: EJ E/ a = 10. . ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 . - fW Fi 11-212.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 .2 '.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. obtemos os . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. se suasfi. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0.25 E1 + 1. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . da A partir da express8o E = 1. cuja * o reta é um retângulo de 0.17 E2.

o método das foqar I 197 1. - I para a viga AR: S = 80 cm2. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. I E r 11-31 . vergência Dentro desta ordem de ideias. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. é fácil verificar que. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori.1 = 104 m4 . estando as estruturas das Figs. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. uma das barras do reticulado. A Para o caso usual. do mesmo. mntais que nela despertarão somente esforços normais. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. então. 1 I . e s t a indicados nas Figs.Resolver a viga langer da Fig. que 6 o de carregamento de cima para baixo. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. 11. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se.aprrststica . nas barras inclinadas externas do reticulado.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. indiferentemente. estudar: a) Tipo I . atuando nestes pontos de con.I 3 Fig. a estrutura funcionará como isostática. A resolução deste tipo de estruturas será. pois basta conhecer o esforço normal atuante . Fia.uma das barras do reticulado para.215. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente.

a barra CD do reticulado. 11-218 3. Hiperestático: 6. por isto.o método das f o w X1 = 1. As vigas Langer sáo. por exemplo.83 Temos: 1. principal.42.. Efeitos finais A partir da expressão E = E. 11-219.. representados na Fig.(2x-x2x4x2+2x4x4) = .219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip.. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais.83El .I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4.~/''~ Pedem-se: C A B --. Equação de compatibilidade: . etc)..T(Y Fip. + 1.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.67 + 23. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal. 11-220. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 .67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. 11-216. 2. Diagramas no sistema principal a) Mo .&6tiea . S. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.v1 I Fip.3Xl = O .104 reticulado ..a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. No b) M1 . um sistema estrutural muito empregado. Sistema principal e hiperestático Rompendese.obtemos o sistema principal indicado na Fig. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. pontes. 11.42. Para a estrutura & Fig.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. por exemplo. . no sistema principal. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. 11-228: Com isto. função apenas do sistema principal adotado. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . .apenas E0 s X1 X2. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig.( P1 1 L. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. ao passo que os são. U - x2 = - a 12. os 0 ij. o pmblema está resolvido e. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. pois representam os valores do efeito estudado. respectivamente. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. as l nheeidas. cia. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). X2 e. pois. De forma inteiramente análoga.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . Em se tratando do estudo de linhas de innuên. conhecer as linhas de influência dos Seja. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . como os diagramas a combinar seriam os mesmos. naquela seção genérica. devido à aplicação de uma carga X1 = I . Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . função dele. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. no sistema principal. agora. independem do carregamento. Lembrando. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. generalizando. o teorema de Maxwell sabemos que. que: 20s Nestas expressBes. L filo + 0 12 L I.228 Nesta expressão. no sistema principal. dentemente. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . segundo suas l i a s de influência. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. então. entáo. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. generalizando. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. 11. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. I. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S.evi.

devemos multiplicar os nossos (. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo).Hipaestdtica 4.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. temos: Fig.2 . quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. - [o 7i I . conseqüentemente.M 8 . ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.* k h Fip. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados.!Vc e. Não podemos. pois. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. também. em nosso sistema principal adotado. para a carga P = 1 . (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. Nras hiperestáticas. Supondo que.. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm.ou seja. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. pois.o metodo das forças 207 .Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos.) Recomendamos. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. A partir das conclusões do item anterior.. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc. até aqui. ou seja.P ) corretos Ora. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. 11-229. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. (Podemos.

11-235 Qv Temos. .EO + ZEiL.1 . entao: a) Trecho BC Xi Fie. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. ou seja. M I I . HB. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. Matriz 1 61 Fip. M ? ~ . X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . conforme a tabela 111 do cap. lrn. Fig.233 rhh I 7/90 Fig. I. 11-236 .Para o quadro da Fig. I. 11-232 barra CF L I . com o carregamento indicado na (. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. 11-232. Diagramas no sistema principal X.ApIicações E r 11-33 .234 Os coeficientes q 1 e V 2 . ou seja: qx.11) 4. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. h(?. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.m.Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. dependendo do tipo de mísula. Linhas de influência dos hiperestáticos 5. . 11-235.LXi (11. 11. Temos: 1. . X.E = LI. M~ VF. de inércia constante. pela expressão: 2.3 1 I I . Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . traçar as linhas de influência seguintes.1% h h a ) da matriz Fig. Fip.L I. obtida pela combina.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. 11.

11. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. então. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . temos a linha de infiuência representada na Fig. X2.obtendo: Fip. para obter a L I. TIA= 1. também. em cujo conhe cimento não estamos interessados. 11. . Temos a combinar os diagramas da Fig. vemos que. bastando. X1.237 b) Trecho CD Para este trecho. 11-241. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a.94 .232. obtemos: Teremos: % = . multiplicando seus valores por 2 .O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. Com isto. Sendo assim.laia) da matriz [ p ] . o que faremos a partir da defullçáo. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. 11-240 Comparando com 5.210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática . 11-239.124 2 7 = 0. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. temos: 7 Obser~nção: Haverá. uma elástica para a barra vertical CF. o que Podemos.1. ou seja. com o carregamento indicado na Fig. 11-238 E Y c t . 11-238. calcular sua ordenada extrema. n2o precisam refazer os cflculos. Fip. Fg. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. pois a carga P=l nso percorre esta barra. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. 11-240. portanto.55 .

11-242.L 1.1.96 t3.LINB Fip. temos: .39 %E0 .64 .1 L I. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6..1X2 ). LX1 I .2.X2= LI.I.13 -1.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda. Outras linhas de influência barra C F 6.X2- LLMc barra C F - . barra C F =L.3 .( LI.96 +1.l. entáo: a partir do quadro de valores seguinte. VF = L. Vem.Mc -1.(Vo)F .X1 + 1 L.I.64 -3. 11. I.1 xL. a partir do quadro de valores seguinte.í. estando representada. a linha de influência representada na Fig. na Fig.y x2 1 A I I1 111 IV V +1. X1 30 + L.V F Temos: Temos: L I.212 6.39 VI E 6. (Mole barraCF -L. 11-243.2 - - L.13 +2.

Q v . evidente. MI1 = L 1.L .. 2 6.L 12 1 6.L.X1 + . estando traçada na Fig. I. Fip 11.12 1 L. X 2 = I2 1 1 -(L. 11-245.L 1. . I O .(Ho)i( . X.0 que é aiiás.30 L 1. L L Q V E LI.5 .5 L. 1 .1.L.L. M ? CF.4 .245 .I. I.I.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado. ( M o ) II + 0. .o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. v . XI ) = 12 L I. lemos: I L I.estando traçada na Fig.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . X . 11-244.

2 . Adotando o sistema principal da Fig.48 0.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. 11-249. 11-34. 11-70 do referidoexem. 11-246. (MO)I . '71 0.0560 0. 11-247.I.38 I I1 111 .L. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.38 0. obtivemos [ SI= [I 161.0560 0. plo e que esta transcrito a seguir.-L.5 L I.0459 "x1 0.1.1. . indicada na Fig. a L 1. obtenios. OU seja.245 1. ( Qo ). com o carregamento dado na Fig. X1 . Xl . Seção do 2. 11-248.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. traçada na Fig. Fig.0349 '12 0.0349 0.217 I E*.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. MI = L I.0459 0. Q1= L I. para o tre.10).indicada na Fig. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. com o auxílio quadro de valores a seguir. 11.1 ) no lugar 116 de X1 . Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. contada do apoio esquerdo.

para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse. oquedemonsiraque. agora.2 e 11-251.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. N. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. . em A. b) A regra de ~ ü l l e r . 11-251.2 do ap. que aspecto terão estas linhas de influência. o p r b ri. q = VA. De maneira inteiramente anáIoga. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. em se tratando de elásticas do sistema principal.2 a aplicação. obrrviflo do item 1. I. 11-252. em A. sendo a elástica desta estrutura. por exemplo. no sentido oposto ao de vA positivo. . empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. para a viga mntinua da Fig. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. I. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig..2. 11-251.L. -VA x l + l x q = F x O .~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. 11-251. ordenada nula na seção A). pois. a linha de influência desejada. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. 1. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. a linha de influência da reação vertical em A. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. serão obtidas por pontos. idêntico ao da Fig. para a qual desejamos obter. 1 deste volume.4 do rnp. teremos. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal.3: Fio 11-250 . temos o A esquema estático da Fig. Considerando. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. pois nos permite conhecer. Assim. que se comporte à flexão como viga biapoiada. seu conhe cimento é. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que.1.3). decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. 11-251. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.ipJ).~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. para a mesma estrutura que a da F@. 11-251. no entanto. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. bastante útil.

sendo r . 263 a energia real de deformação da estrutura. 221 Podemos. Devido à simetria existente.O teozema de Mennbrea Apresentaremos.253.220 Curso de anáiise estrutural I I I w . que possui inkrcia constante.~t i a . . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. acrescido dos hiperestáticos X1 . devida ao carregamento atuante. que representa o aumento da deformação a 2 . submetida ao carregamento indicado. podemos escrever que 6 3 = -r = 0. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea..o método das fowra isostatica da Fig. Sendo assim. submetida ao carregamento P indicado. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. Xg . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . por exemplo. encará-la mmo sendo a estni11. 11-255. sendo o valor de M a determinar. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. que 6 3 = 0.' . . -q . Temos. conforme já sabemos. obtemos . 6 o deslocamento horizontal de E). agora. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. i Ex 11-35 . a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . submetida ao mesmo carregamento Pi . por exemplo.a2 T - ax3 . 11-254. aumento este essencialmente positivo. Por força ados teoremas de Castigliano.Empregando o teorema de Menabrea. J x.2. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . podemos dizer. 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 .

1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. I deste volume.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas .1. M = N=Zo + N I X I + N2X2. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. Conforme vimos no cap. a partir do estado de carre gamento da Fig. submetida ao carregamento indicado. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 . 11-257.Como: M(x)= -'. 11-256 de diagramas 6. vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. a igualdade pode . Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática .256. p s o indicado na Fig.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. a partir de um sistema principal qualquer.2. i. por exemplo.Verifiraçk I CS x2 . "C:"'] + + e de x 2 . N = N O + N I X l +N2X2.. 11-257. 12 Impondo o teorema de Menabrea. 11. calcular o deslocamento da seção m na direção A. para a qual desejamos. m=Mo + M ~ + M2x2. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 .

temos. anterior. e Mo.hiperestática no ~. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. m u e. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. 11-258 Fia. estado-de . então. substituir por (11-20). por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. near de um apoio do 2O gênero. No .224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . valores estes que sabemos serem . ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. no caso de carregamento externo. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. empregando a tabela 11: Fia. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. obtido a partir da estrutura hiperestitica. K x E são os esforços atuantes na estrutura .. 6. 17 N casa de emutura no erpaco. ) . rotaçao num engaste. 6 120 (sendo. substituir por (11-21). O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. portanto. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . nulos). num sistema principal isost6ticO 18. ~. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero.280 que queremos cplcular. U-259. deslocamento li. N. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. 16 No casa de estnitura no espaço. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução.. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. 11. calculamos. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica.canegarneE. da Fig. por exemplo.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. E r 11-36 . etc. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . A partir das duas Últimas expressões. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. 11-258. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal.

11-258. por exemplo. .45. x 4.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. nos fornece: Temos. ser nula. .11-263 e . 11-262 e 11-263. temos: I I r%. 11-265. que sabemos a priori ser nulo.245 mm. o sistema principal da Fig. Temos. cujo valor. tmba. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. desejamos verificar.45. o deslocamento horizontal doengm te A. escolhendo o engaste A . que reproduz o resultado anterior. Ihado com um dos sistemas principais da Fig. caso contrário. náo será possível esta verificaçáo. que conhecemos a priori. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. a partir do si* tema principal isostático da Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura. 11-21. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. por exempjo. ~ 1 = O. que sabemos.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. 11-265 não poderia ter o engaste em A . cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. Ex 11-37. a Calculemos. 11-266. 11-261 Ex 11-38 . 11. Ib19. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. a priori.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M .. Ex 11-39 . adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig.$egamento poderíamos ter. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. o diagrama indicado nesta figura que. indiferentemente. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. 11-260. 11-262 Fig. no caso deste exemplo. os diagramas Mo e M das Figs. representado na Fig. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal.09 = + 2.Obsewuçüo: Para o estado de. Assim. para a estrutura da Fig. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. Fio. por exemplo. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. I Cslculemos.82 + =)= 2 +2.6 = I = 0. U-261.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. combinado com o diagrama M da Fig. senão vejamos. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig.Empregando o teorema de Pasternak. 11-264.

2: 6.1 deste item.y c] Fie. a partir do estado de carregamento da Fip. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. 11-267. senão vejamos Partindo da expressáo (U. I deste volume. 11-257. também. N = NIXl + N A . 11-266 Como. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. . 11-287. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O.) de temperatura Se a estrutura da Fig.1. 11-267. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie.1.Caso de varia* + M2X2 . N 0 . para a obtenção de M. 1 . ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. valerá. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. evidentemente.14) e levando em conta que: M = MIXl . trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. Podemos.expresso Fie. finalmente. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura.1 . o deslocamento da se$%om.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. Q = QIXI + Q2X2 . 11-267.Estado de ddomirSo IEnorqm: M.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. na direção A. por ela provocado.

calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. I em A. *' I F i i 11-269 .Hipmiática . então. 268. 11-19). substituir por (11-22).Le do cap I. 20 No caso de estnitura no espaço. Q .16). A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. Escolhendo o sistema principal da Fig. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e.a partk dos quais temos.2 e 11. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig.268. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. 11-41 . por exemplo.o método dss fo/ 231 No caso. temos. hecido. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. Ex.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. a rotação da tangente à elastica mo e No. seus valores serão nulos e ficamos. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura.3. 11-268. 11-40 . com 6ltimos termos por se tratar de um quadro.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. Ex. No.yáo dástiEP da csflunira). trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo. calcular defomações em estrutu.N. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. 11-270. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. 11-24): A expressão (11-16) nos permite. os diagramas . finalmente. para o sistema principal da Fig.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. Calculemos. a partir da expressão (11.

.4 m de altura.. Ex. então. 11-273. 11-273. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11..2 e 11-272.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M. então. submetida aos recalques de apoio indicados.000002 rad O . no item 6. de 0 9 8 m . O ) Fip. pico.14) para a expressiio (11-15). para a q u d queremos calcular. obtemos.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig..1 .3.o e 6 1 6.A - Fig. 11-272. por exem$10.. temos. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. para a obtençáo de M). o deslocamento da seção m na direçzo A .. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. constante.. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.1.3 A scção central sobe. então.Ciso de reealqws & apoio 6= 0. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . indicados em 11-272. N. 11-271.2 deste t6.113 execução. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) .Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. 6 um retângulo de O. 11-2732. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos.1. 11-42 . ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. N O . C . empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .

também. respectivamente. então. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. as simplificações mencionadas no item 1. Mo. podem -ser feitas. obtendo. substituir por 01-23). 11-44 . sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. Assi. já são conhecidas (V. 11-274. as expressões (11-12). a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. em: Fip. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: .Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . aquele devido ao momento torçor. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). em seu cálculo. para o quadro da Fig. 11. provocado pelos recalques. Calculando. Podemos.' . (11-13). dos apoios A e B. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. a partir de (11-18). . trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica.Calcular. Ex 11-43.75 cm (para baixo). a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. tomad o na estrutura hiperestática. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento.271. 6 = 0. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. Ro. a partir da expressão (11-19). . N. No. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. indicados na Fig. imediatamente. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. o deslocaNa expressa0 (11-19). Fig. Ex. para o caso de estruturas espaciais. 11-272.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p.2. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. que . (11-16) e (IE19) se transformarão.0175 m = 1.e do cap.1) podemos escrever. se referem a um sistema principal isost6tico e M. por exemplo.

9 . 6 7.Pmbiemas pmpoatos 7. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). Fig. que possui inkrcia constante. 11. Todas as barras têm mesma indrcia. 7.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. b) calcular o valor da carga concentrada que. aplicada emM. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.2 .a m + d m . 11-281. . 11-278 H.Para o quadro. da Fig.278.Enido & sri. 11-275 . 11-277. + 11.5 .00099 ' - 0.3 .280 + de 7.Para-a estrutura da Fig. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .C Fig.1 .En.276 . 6 = 0.Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.279 . 11.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.7 - 18.do&&foimi*k. 11-279.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.pmmto. + . de inércia constante.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. 11. 7 . E n E i -inFig.001 rad. w I Fig. 11-280. 11.s = 9.

s m (altura da seção reta). AB=BC=6m Fip. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia.o método da9 fo- 239 7.284 provocado por: a) carregamento indicado. 11.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. Sendo dados = 10-5/oC. S. a. 11. segundo a altura h. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. 11-283 Fig. 111 -- &2t . é submetida a uma variação térmica linear. nos bordos superior e inferior. h. 11-282. Dados: E. h = 0. 11-282 7. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.W = 104 tm2.7 . = 2 . A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. A . Fip.283.9 . respectivamente. 7.8 . J.As fibras superiores da grelha da Fig. Fip 11-282 7. 11.Uma viga de seção constante. Determinar as rea' @s de apoio. r.Hiped6tics .10'.284 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. rotulada em A e engastada em E.

São dados: Jm Barra curva: -.13 . 11-286.1.12 . sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. de cima para baixo.14 .289. Ucomp.~ 911-290 . 11-291 durante a montagem para que.O apoio B da estrutura da Fig. para o quadro da Fig. I . o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt.15 Fig. Dados: JA = JD = Jcomp. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto.240 Cuno de wáiisc estrutural 7.288. 11-286 7. 104 tm2 = @ : . Admitir que a barra @ tenha inércia constante. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. tracionando as fibras externas ? .11 . sendo Jm = J. - . 11..Idem.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 7.16 7. 1. JCOSP Fig. i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. 11. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp.r . quando atuar o carregamento indicado. 11-289 J = J mmp. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J. 11-287 sofre um recalque de 1 cm. 7.

11-296.+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. 7. que tem F J I GJt 723 .Resolver a grelha da Fig. 11-298. 11-298 . 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.Idem. 11-294.18 .17 . .Empregando o artifício do arranjo de cargas.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. 11. 11-292 +.295 7. cujas barras têm inkrcia constante.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.204 720 .'i %*.19 .21 Fia. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. para o quadro da Fig. de dilataçxo: a 0 Fio. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . = 104 tm 2 7. para a grelha da Fig. l - ]+6fiLJ 7.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ.m+- b 7. Fia. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. submetida a um cai. 11-291 . * - ' - L . CJ.22 . 11-295. ga balczo semicircular da Fig. n-293.2 q . 11. cujas barras têm E =2. 11-299. --f-'"-f- 7.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.24 . 1 1 .Idem.

s = to-> m2 .Calcular a compressão atuante na barra EF. que tem rigidez EJ = 10 tm2.0 .~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .I ! 7. 11-303 Fip. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. para o quadro da Fig.Obter para a viga da Fig. iI-303.302.28 . i Y= Fig. para o quadro da Fig. 11.Idem. 11-300.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB.27 - Idem. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . 11-300' + 7.Idem. para o quadro duplamente simémw da Fig. Q I Fip. 7. 11-301 73 .25 . 11-301 .26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . 11-299 7.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. Fip.

Os carregamentos. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. F . i g 11-308 7. 11-307. ü-309. 0 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro.1 x lo4 tm2.Empregando o artifício do grupo de incógnitas.Idem.34 . .31 .1 3 6 7. Ir-308. .que tem W = 2. indicados esquematicamente.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. de inércia c o n i tante. de cima para baixo. da F ~ R1 .yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . para as estruturas (grelhas) da Fig.

11-311.As fibras superiores da greba da Fig.5 m de altura.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. 4 1 . que tem EJ = 2CJt +3m 7. $tlm Dados: Barra horizontal: - . G J I = 104tmZ . cujas barras t h inércia constante. 11313 +.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.38 . 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. I Fip. 11.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.ri 4 7. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7.35 -+ Fip.313. para o quadro da Fig.37 . Fig. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. 11-310. 11-315.7. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . Sendo a seção transversal um retângulo de 0. a = IO-~/OC ttttttt* 7.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. que tem inércia mnstante.39 . 11-312. 11-311 . 11-309 3m ?L I 7. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio.

de cinia para baixo.o método das forfs9 251 Fig. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 3 cm. com a atuação do carregamento indicado. para o quadro de inércia constante da Fig. .41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7. 11-318.46 . 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. ambos. A F aII Fim.3 19 e 11-320 que têm inercia constante.43 .47 . 11323 - Para a estrutura da Fig.Calcular. 11-321 4 +s. para o sistema pênsil da Fig. . 11-322. 11-319 Fig. até foram tabeladas par Georg Anger. )viga I II B ----. Traçar.318 7. comprimento deve ser dada A barra O?.45 . traçar o DMF Fig. que variação de durante a montagem. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. L i 7. ~ o m 4 vãos. 11-316 W = lo4 tni. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores.4 Fie.e as barras do reticulado tém /:S = . sejam nulos os momentos fletores em B e C. .44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .-.. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7..250 7. 11-317. cotando-as nas seções indicadas. .*. para que.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. e de momento fletor na seção 1.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. 4 . 6m-i(L6m Fip. valendo.322 -+h-+ 7.i - L I u . São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 11-321. 11-324. 11. para as vigas das Figs. i . b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.48 Fig. Dado: a = 10-5/uC. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. . as linhas de influência de esforço normal na barra U:. para a viga armada da Fig. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. 4m t 3 m * 3 m + 7.f.Resolver a viga armada isostática da Fig. 11-323. 11.42 .l i i +.. (S = muito pequeno.ticulado = 103 i.

327. 1 .55 . 11.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig. que teni EJ = 104 trn2.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 7. 253 da es- . para .Ic 10 Jc Jmax 7.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .49 o quadro da Fig.2 13 4 7. 11-288. 11-325.54 . que têm rigidez E% . 11. .Empregando o teorema de Menabrea. E + A + * + 112 2 Fie.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. de cima para baixo.283. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. 2 13 7 . 7. atuando em A. sob a carga P para as vi. 11.50 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.Calcular o deslocamento vertid.51 .52 . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. 7.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste.313.53 .o método das fotrutura da Fig. 1 I 8 Fip. 11-326e 11.293.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 4 1 112 11-326 .2Jc 7. 1. gas das Figs.

4 7. Barra BC:-8.ql 3 - Tração de 3. Barra AD: +6.38t Esforços normais: Barra AB: -4.6 2 .75t.86t..5 7.T Hipaesiítiea .EJat (traciona fibras superiores) h .7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = . Barra BD: +6. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.ESt.o método h i o q 7.5t.

19 . r-o .Encurtamento de 4.Tração de 4.73mm Reações nulas .Momento fletor: qRZ.151 .16 7.Momento torçor: 0.17 .I I I 7.298 qR1 715 7.

apenas.2 .0 . o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .Curso de anáíise estrutural mprrststia .63t 73 .2.Indicaremos.o &todo das forças 7.29 - Diagrama nulo 73 .

o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .43 - Encurtamento de 6.4 em . 7.

o metodo das fo- .' Curso de anais estrutural f6prestádca .v.

um apoio elástico. A seção B da viga náo poderá @ar. 111-1.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . dita constarite de mola. Agindo uma carga P sobre AB. 111-2 A móla fica defmida. o da Fig. numericamente. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. I Fip. pois estamos no regime elástico). então. esta viga funcionará como biapoiada. sobre a viga CD.1 . devido à rigidez infinita da parede @ . 111-3. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . ~7 Fip. portanto.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. Para conhecermos esta constante de mola. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. então. uma reação-momento M. Estamos. neste ponto. . como apoiada em A e engastada em B. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. pela constante k. pois. dizer que o ponto B da viga CD é. Podemos. associada a uma rotação 8. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. 111-4 1 portanto.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. pois K = . 111. 111-5. Temos. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. Se tivermos. sob a ação de F. em B. finalmente.1 Seja.2) Fip. da. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. aparecendo nele. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. para a viga AB. a viga AB da Fig. então. 111-4. se deformará. sob a ação da carga recebi. 111-2.-M (111. a viga funcionará. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. a O esquema estrutural da viga AB é. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. agora. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. o da Fig.

teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. Basta.3 (que fun- Como. K b) deslocamento vertical de C. no cálculo dos EJc 6 . deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. Por exemplo.6. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. no estado de deformação. acrescentar aos termos atd aqui considerados. Fia. ou seja. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que.2 111. c) rotação da tangente A elástica em A. F uma força F (ou seja. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. no estado de carregamento.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . 111-7.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.k .2. respectivamente. ld tlm. uma força F e. por analogia com o caso anterior. que tem El 1. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. 111-6.1 111-6. no k a t a d o de carregamento. 111-6.6.3 .1. A aplicação seguinte esclarecerá. Ex 111-i. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . nas aplicações usuais. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. estas molas terão. para cálculo de deformações em estruturas.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. = 104 tm2 . 111-6. pois.Para a estrutura da Fig. uma deformaça0 6 = -). Dandese h estrutura.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. 1 1 1 8 qM 111.

26. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. 111.9. 6 = - 18.33 + 12. A B n C A - Fig. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. resolvido.1 Fig. temos: i 2. M = imt F = 1/47 Fia. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4. K = 104mt/rad . temos: .'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. São dados: 4 = lo5 tm2 .8. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '.9 1. Equação de compatibilidade: .5mt 111. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. 111-9. 111-10.83 X1 = O . 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . também.

l rn 111.Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio. S%odados: 5. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. Diagramas fmais Fio.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. IU-3 . 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.19.18 Fip. Hiperestático X1 = 0. 181-14 Observação: A partir das expresses (111. 111-19-1. Sistema principal e hiperutático Ex.1) e (111. da viga-balcHo da Fig.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2.05 2 Diagramas no sistema principal 6.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario). 1 14 . 1 Wc611= 2 x 3. Ex.Resolver a grelha da Fig.1 u = lo-S/oc .2) sabemos. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 .62 6. no caso. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores. 111. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. Hiperestático: X1 = 2.

membro a membro.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . para o funcionamento da estrutura como grelha.. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção.14 Xl 6 . para atuação de X1 = 1: .as cujos apoios elásti. "'Z I.20 3. em relação a x: 6. possam.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. 11. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. Temos. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . 111-19.2 r o s O ) d o + .15 do cap. com precisão satisfatória.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. em cada se. de.. --. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).= . a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.~. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec.a do exemplo 11. 111-20... sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio.--Irt-- =z Fig. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que.. v.20 + 2.#. Equação de compatibilidade 5. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. temos: I.0. Ann Arbor.=ontfnuo tenha inbrcia constante'.X~ A = O 2 vezes derivada..introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso.I( . .35 . exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02.-%. então.-- . igual a ky. I Fig. q (xl 2. Hiperestático X1 = 9. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . Deslocamento vertical de A: - . 111.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). ção. ser considerados contínuos. .-I .. com rigidez H . temos.1 . vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que.

dada por 4y =o.1 . temos. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ .) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação).2. no caso: que 0. a partir de cuja solução. devemos ter m riável. empregaremos o princípio da superposição de efeitos.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que.~ e . conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. cuja soiução 6: será. devemos ter C1 = C2 = 0.21.Vigas de mmpnmento infinito I 2.21. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. No caso de inércia & = . devido 2 simetria existente. y(x). levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - .h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. obtemos: ~ ( x = dr = .I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). obtemos. com o que ficamos com: I I I . 111. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração.I _ dx2 1 Derivando. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. Levando em conta que y ( . . sendo assim. entzo. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. submetida h carga P aplicada em O. dados por: k -4EJ 4 Fip. 111. obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. a partir de (111-5).

com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. da condição: ~ ( 0 = 0. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .M(x) e Q(x) se encontram na Fig. a partir da? equaçõcs dcduzidas. a introdução das ~ s funções A(Xx). que C3 = C4 . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = .13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . 111.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). Permite a simplificação das equações (111. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro.da carga P(x= O).~ No ponto de aplicaçao . AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). ~ ( x ) . B(Xx).h x (cos xx + sen X X ) (111. simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e .sen X X ) A I Q(x) = .e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i. então.-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx . 6 As expresròer (111.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). obtemos. válidas somente para x Po ritivo. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas. ~uperposifão de efeitos. cotn o que obtemos.2 EJ dx2 h2c3 e .12) a partir da qual. M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas.22. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.17) (111-18) .P/2 5 . temos 5 Estamos. CfXx) e D(Xx). sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas.' x - Devido à simetria existente.. (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 . sabemos tambhm que: Q (O+) = .

q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . imediato. la é k = 4 x l d tlm2. . 111-5 . 111-23. as funçer' Afix). B(Ax). então. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. com o auxílio da tabela XVIII. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. Ex. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig.

BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -. temos. 111-26 .2 quando.M A A /Axl dr3. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada.-A . (111-17) e (111-18).A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M . empregando o principio da superposiçZo de %.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . a partir do quadro de valores a seguir. Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício. Assim.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. a ten8endo para zero. que: = . os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. 5 22.-. Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . aplicada na origem 0.respectivamente. levando em wnta (II1-21).2 . empregando o principio da superposição de efeitos. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. 111-24.. temos. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y .1. Fip. o produto Pa tender para Mo.2xBfix) I = Mo x2 --.

temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . respectivamente. obtidos levando em conta que. entHo. teremos: 22. obtemos: . 111. Em particular.e-Ao COS h=) + (1 . MC e QC . Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C.b) Podemos.27 Partindo do esquema da Fig. entzo.e-Ab cos u) Podemos.(e-'' 2k cos xu . 111-26.e-Ab cos . as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. para O cáiculo de Vc.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. nI-27. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. então. devido à anti-simetria da solicitação. que: V Fia. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig.3 .l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX). eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. os gráficos indicados na Fi& 111-25. Empregando o principio da superposição de efeitos. temos.

por exemplo.3.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . MC e QC. .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. poderemos escrever que: . Para o caso. 111-28.1. evidentemente. Iii-29. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será.. que desejamos resolver.. Seja a viga semi-infbita da Fig. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. submetida ao carregamento indicado. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. QC . -V 2.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. da Fig. a partir das expressões (111-21) a (11124).

de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42).. 111-29.2 deste tópim). uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. atuantes em Aeq. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. se conseguirmos fazer desaparecer .Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. 111-29.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. OD .1 residiria na existência. 111-29. que não estaria.3. empregando-se o principio da superposição de efeitos. em AW. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. o momento fletor atuante sob a carga si dado. submetida ao carregamento indicado.MA e QA para a viga infinita da Fig. Temos.[ I + C 2(Ao). obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada.2. Caso tivéssemos MA = QA = O . então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. por: P ser8 Asim.2.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. IIM2 submetida ao carregamento indicado. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. Ex. isti. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. em A.1.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7.31.2. 111-30. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo. em A. trabaihando. a - ou *a: P M E = . de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A. então. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42).6 Para a viga semi-infinita da Fig. 111. 111-29. assim. no caso.

pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. Sendo assim. para o ponto A. . 2.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig.35 submetida ao Carregamento indicado. acrescido das cargas Po e Mo. apenas. submetida ao carregamento indicado nesta figura. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. 111-34. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. d e fmidas em (IU-43) e (11141. iII-8 . 111. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo.1. obtendo-se. U1-34. 111-33. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. no caso.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m .3.Resolver a viga semi-infinita da Fig.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. y =M = O .2. aplicadas em Aesq. obtemos.2 . acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. Ex.2. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada.//. para a determinação de Po e Mo. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A.) - i. suporemos P aplicado em Adir. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. sendo YA e M . Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . na viga infinita. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. 111-34. ) . a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. a solução do problema. o deslo-ento . 111-34. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. válida para x O. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28).

Por analogia com os c h s antdores.a viga infuiita da Fig.~w1 .Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. para . a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. - I U . = 1P = O.1 será a da viga infinita da Fig. 111.>"m#s. I obtemos.. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ). . I . 111-37. 111.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . em conta que..%n/ . obtemos.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. No caso. A !"t=*s.e. Fig. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. válida para x > O.38. levando em conta que.. 111-37.3. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.35 I V Fio. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig.2. obtemos: Assim sendo. obtendo-se. 111. enião. a partir de (11145) e (111.1 e 2. -.. =. para a viga infinita da. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. obtendo-se: E% nI-9. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.46): - ... 4 2 - OD ---r. submetida ao carregamento indicado.Para a viga semi-infinita da Fig... aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. . pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. .ciM A A . então./3& * Fig. 1II-36. 233 . a soluç%o do problema.38 Suporemos o momento Po e Mo.3.S.

tais que façam com que apareçam. e MoB .~ t i m apoios dásticoa . lIU1 i" -7~ - . 11140. 111-39.1 . Sendo. então QA MA. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. da Fig. Resolvido o sistema anterior. nas seções A e B da viga infinita. IIM1. w m isto.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . par exemplo. Daí.uoA . P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. obteremos os valores de PoA. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. dado. analogamente ao caso da viga semi-infinita.4. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 .28 (Aa) D &a) ] 2. submetida ao carregamento indicado. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. na resolução de urna viga infinita. na viga infinita. 1938. as cargas PoAr . nas seç&s A e B. Pog. p l s primeira vez. no entanto.A (Xa) CIAa) . que apresentaremos a seguir. "F . c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. levando em wnta que devemos ter. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser.-! t _ - I *v P o ~?A . a parür do e i quema da Fig. Seja. Bulirn. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . ao carregamento atuante. MoA. para esta ultima. i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. desde que acrescentemos. Fio llC40 Fk. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. Procedimento lançado por Hetenyi. IIMI.de cbmprimento i . Este pmcerso foi apresentado. por M. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. empregando o ptincípio da superposição de efeitos.

e e 4. -dicados na Fig. a) C ~ M t i .2.2 (carregamento anti-sim& trico).1. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. respectivamente. as duas cargas . II143.subme& da ao carregamento indi~ado. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece.nocm de valores negativas. ao caso da F i i 11143.1 (carregamento sim&rico) e 11143. ~ a aplicar no caso da Fig. as duas cargas concentradas. a partir dafunçtío E. chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. temos. III42. e . concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . 11143. i 11143.2 (carregamento anti-sim6trico).1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. a partir da funçso E.(M).& : . as mdiçóes de contorno. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P .h e t n è ò m Impondo. seus sentidos sertío os h . sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. rmpeetivamente. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. sendo sim6tricas as cargas . devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. 11143.l. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. temos. agora. M = Q = O em A e E. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. adotunor cvmo carregamento uma única .~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. .

1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs.4.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. caso. eM : estão definidos nas express6es (11148).2. respectivamente. si30 dados por: 6 P" - regament~'~.(Valores positivos de P : 11143. 11145. 1114. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. e das : e @ no segundo caco. y = M = 0. MA.2 e 1114.2.52). Assim. e que são y = V = O). (11149). y = M =O. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. acrescidas das cargas para o I? caso. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. Concluindo.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. (111-51) e (111. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. submetidas.2 e 11145. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. as duas cargas de mesmo sentido de P/2). e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. agora. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele .3 . às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2.M:.1. 1114. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114.3 submetidas respectivamente. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.3. as duas cargas de sentidos opostos de PD). acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. em A e b'.1. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo. em A e B. carregamento. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. cargas Os valores de $.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig.4. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.4. e das cargas % e @ no 2? m . submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o .

dados por / 2 1 Fig. 111. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). na viga infinita.94P Nestas expressões. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148.! NO . como o carregamento atuante já C simétrico.4. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. 4. mmo X l = I. respectivamente. v2 Empngsndo. sidtricas. a partir do que vimos no inicio do item 2. que. 111-46.1 deste t6piw. sua resoluç%o. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. obtemos: 2. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig. QS a) V I .4. de . bordos lines da Fig.. o principio de superposiçáo de efeitos. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. 111-48 .4 . s t e remos a parcela simétrica a estudar. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1.1. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. submetida. e n m . A resolução da viga íinita dada será. entretanto. I l ~ 6 No casv.D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . vêm: e = 0. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A.X 1 .47 submetida ao cmeda gamento indicado.Exemplo de aplicaçãa Ex. levando em conta que . as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. entáo. será a da viga infinita A = P .

relativos a vigas sobre base elástica. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo.. sendo tamdation Analyrb and Durgn". D (AI). podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. . Determinado o valor de M. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. entretanto. podemos desprezar por completoafle xáo danga. a viga como semi-infdta). tais como os casos de vigas de inércia variável. ficar com os primeiros valo. preferimos. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . . ." d) Em função do valor do produto ( A I).49. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. \ . A A 1. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica.. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. ao se estudar um de seus bordos..Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. 11149. o problema está resolvido. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C.2 '2 < > Para o primeiro grupo. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. se. os valores 0. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. por exemplo. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. res (sugeridos por Hetényi). que resolverá o problema. de ocorrência de flexão com. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. do ponto de visfa estático. 11149 Sabemos. para as vigas do terceiro grupo.2. e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. entZo. o segundo grupo. dada por k = c b. 11148. f . de bases elásticas 'com constante de mola variável. é o que está feito na tabela XIX.': 11149.1 Fig. 0 . são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico.4. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC.1. pode ser obtida a partir dos valores de c. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). 11149. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. em que b. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). a constante de mola k do meio elástico. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). MA = O i 1 I Ye = o vg =o. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere.2 i . então. t + 3. estudadas com todo o rigor. considerandea como infinitamente rígida. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias.2. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. Por procedimento inteiramente anaogo. vigas deste grupo devem ser. a partir do esquema da Fig. já citado neste tópiw. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. senZo vejamos: Seja. Finahiente. para cada caso. que sua deformada é uma linha reta. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. podemos dizer que A ( A I / .60 e 5. que será determinado levando em conta que . recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . pois. onde fornecemos. consideraremos. McGraw HiU 111. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. Posta e torção. estudo de problemas mais wmplexos. dentro da teoria apresentada neste item. Hetinyi. tPf U.

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TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

310 3.11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .