curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

1 . Pois.. A.. . a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.. . j? da Edftom Globo S. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. . idéia esta que cresceu com. José Carlos Susekind . que se vèm deparando com o mesmo problema.- . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho.-32E. >-. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.&. a partir deles..2Direitos excluiivor .i.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. --. \ ~ ~ $ C .g.- .:: -&&c\+\ . .. :: C~!L. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.r c . . 1. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro.S. incluiremos também.: h O r!.- 7 . Na apresentação deste Curso.f<. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. 1 I:. Domicio Falcão Moreira e Silva. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . de edi*.0 de abril de 1974 .. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. ~ . .I . ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis.objetivo final de nossos esforços. . o estudo de alguns tópicos especiais.. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. Nestes últimos. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro.

2 .2.Teorema de Mêxwell 79 .4.Hiperestaticidade total 104 1.1 .Teorema de Betti 78 4.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .O mbtodo das forças 106 .2 .Hiperestaticidade interna 104 1.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .4.Hiperestaticidade externa 104 1.4.23 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.Sumario CAPITULO I .& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .? I. 1.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.2 1.2.Cálculc de deformações em vigas retas .4 .1 1.3.4 1.Processo de Williot .Processo de Mohr 57 .Teoremas complementares 78 .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .Cálculo de deformaçües em treliças planas ..3 4.F6rmula de Mohr 3 .1 I.2.3 1.Aplicações 105 - .1 4.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .3 .3 1.4 .2 1.2.AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .2 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.2.1 1. dos amios 55 2 .Teoremas de Castigliano 80 4.

Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .2 1.Roteiro p.3 2.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .2 .Processo de Hetenyi 294 .1 6.5 3 4 .Exemplo de aplicação 3M) .Introdução 272 .Problemas propostos 236 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Definição dos apoios elásticos 264 .2 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .2 2.1.Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .ara o niétodo das forças 112 .4 elásticos discretos 264 .2..5.4 2.4.Observações 301 287 .Artifício do arranio de careas 153 - .áo i s grelhas 172 .Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Roteiro de cálculo 206 4.2 2.Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .Caso de recalques de apoio 233 6.Base teórica do método de resolução 203 4.3 2.Aplicações 113 .Caso de variação de temperatura 228 .4.4 2.Vigas de comprimento infinito 274 .4..3 2.3 1.2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .3 .Aplicai.1 4.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .1.4. .Caso de bordos livres 294 .Vigas semi-infinitas 2.Caso de bordos engastados 299 .3 7 8 - Verificação de .As bases d o método 106 .1 1.1 1.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .3 22.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .Viga finita .5.C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .5.O teorema 6 .5.2.1 222 2.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .1.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .2 2.2 Obse~a$õcs109 .5.4 Apoios 2.Caso de carregamento externo 222 6.Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.5 .Caso de bordos articulados 298 .1 ' .1 2.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .2.4 7.

sendo apresentados. os processos particulares de Mohr e Williot. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. a seguir. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. Enfase especial mereceram. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática).Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. . Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. quais sejam: carregamento externo. sendo abordadas. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. neste caso. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). e as estruturas sobre apoios elásticos. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. Ainda neste capítulo. Finalmente. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. foi subdividido em três capftulos. que é o método das forças. para os quais apresentamos. devido A sua grande incidência na prática. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. variação de temperatura. os casos de vigas e treliças.

). pois preserva. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . 6 =O. as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo).Na oportunidade. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula. com suas sugestões e estimulo.1 i . = O). 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . como uma entidade puramente matemática. 1-1. que. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. então.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. pois. isto é.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. (isto é. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. e aos demais amigos que. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). 6 nulo . I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. .yn*o. I A pariir destas consideraçóes. entáo. Dizemos. queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. pelo trabalho de revisão deste volume. colaboraram na preparação deste trabalho. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. estudando o seguinte caso: -O P . Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema. . Rio de Janeiro. isto é. " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. Tratemos. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. . para haver deslocamento real do ponto. este deslocamento . conforme indica a Fig. dado nestas condicões.

'. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. b) Diversos livros. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. Bastou. ela se deformará devido a estas cargas. didaticamente falando. também. coeficiente de redução. 1-2. : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. por ser nosso objetivo aPre. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. imediatamente. sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". então. 6 evidente que duas seções vizinhas. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. a metodologia utilizada pelo prof." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. distantes de ds. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. agora. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. 1-2 Fig. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. o que está feito nos itens a seguir. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. para este mesmo ponto. e são dados por: d. 1. podemos. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. a Fig. Q nelas atuantes. devido a N). portanto. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. sob o ponto de vista matemático. Ads= Nds . substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. apbs a . que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A .# sendo = . >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos.N. para fms de raciocínio.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . devido a Q). 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. não o fizemos. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. submetida ao carregamento indicado. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. neste trabalho. a partir deste principio.2 . E3. Fig. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. onde a configuraçáo da estrutura. G módulo de elasticidade transversal.Mds . cujo valor varia com o tipo de seçao.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. para os teoremas dos trabalhos virtuais. ao qual chamaremos o : Seja. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. devida a M). Como. que atingiu sua configuração de equilíbrio. Em se tratando de um corpo elástico. adotamos. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1.2 deste capitulo. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. 1-2.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. por nos parecer a ideal.

Também com erro tolerável. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig.) . Desta maneira. =. respectivamente. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar).carregamento exterior . que se deseja calcular. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. etc. estado de carregamento e estado de deformação. para as seções mais gerais. usualmente. forma inteiramente análoga. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. no caso: Wint = @dP + I I 1. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. então. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. as outras serão analisadas. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. 1-2 quando descarregada. elas são denominadas. Apliquemos. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . barras de treliça. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. verificamos que. o cálculo de. anéis circulares.variação de temperatura . o que está feito na tabela I.f. estudamos a primeira das causas. para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. só temos Jt para algumas seçóes especiais. sob forma mais geral. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . podemos acrescentar as Seguintes informações. desprezada em presença das demais. para as seções mais usuais. escoras.A parcela pode ser. noscasos de arcos. ou. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). (E evidente que não o podemos fazer. Por esta rafio. é resolvido pela expressão (Ll). b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). de. tirantes. ~ d h . levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. instituída por Mohr. então.movimentos (recalques) de apoios . 1-2 as deformações. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. para fm de cáiculo dos . e sob os deslocamentos virtuais impostos. . tabelado para OS Casos práticos usuais. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. pois. Ele é. a) Chegand*se à expressão final. nos próximos. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos.modificações impostas na montagem Neste item. Teremos.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . tais como círculos. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . comodamente. na tabela XVI. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I. trabalhos virtuais. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. pois. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. funqão da deformação a calcular e pode ser.

C = I2l D a) Da tabela I. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . portanto. que trabalha fundamentalmente à flexão. I-I .Calcular o deslocamento horizontal de D. ocorre para as estruturas usuais). evidentemente. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. É o que fmmos no caso e. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. de fato. Em se tratando de quadro plano. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. enfretanto. teremos: 5.Apiiqóes imediatas Ex. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. " 3.2. - . obtemos o estado de carregamento da fig. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. este eixo se modificará. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. tabela 11). 14. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. Quando atuar o carregamento. f ) Conforme veremos mais adiante.1 da Fig. devem ser computadas numericamente todas as parcelas.de 2 barras i e j 4.TABELA I . Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. para o quadro 1.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito.

88mm. a expressão se simplifica para I EJ6 = b .M = O. para a estmtura da Fig. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. 7.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. para cada barra.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . Sendo seu sinal negativo. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. para a direita de D. 1. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. 1-7. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. temos: EJ6 = Temos: Como. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. nas barras @ e @ . podemos escolher livremente. para a barra Q . nesta escoiha. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. (E evidente que devemos nos guiar. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . portanto. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. ) tracionarem Fip.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I.

vem: Seja o quadro da Fig.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. 1-10.) 6 = 7. cujas barras têm r ) .875 x 10. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. 1-13.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 . cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.) (Caso de constante.

Da Geometria das Massas. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. temos: momento eststico da rea . podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc .pela área d o diagrama s des?j& que. nos darão o valar EJc 6. entáo. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. qualquer e pela ordenada. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin.em relação a0 eixo y. na posição de seu ientro de gravidade. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas.por barras retas: Conforme a tabela I. conforme indica a Fig. Ficamos. A título de apiicaçZo imediata. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. lida no diagrama retilíneo. imediatamente. para estruturas compostas . portanto. somados para todas as barras das estruturas. a partir do qual se obtdm. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. 1-16 . A partir dela. numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. 1-14: Fig. O caso geral será. Temos.

. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. Chamando-se I'Je = I : . evidentemente.Cuiso de análise estrutural I . b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. como casos particulares deste.

= 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos. 1-18 b) EEtado de deformação it. para a estrutura da Fig. empregando a tabela 11: .Para barra @ 4m A Fig.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. 1-17 Ç 3m. - L .m I . 1-17. Dado: EJ. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0.2..5mt Fig.16 . . > .3 .

não o fizemos. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. igual ao dobro de cada uma delas L . 1-21 h . 8 = 1. I' Devido à simetria existente.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. 1-23.) Observação: No caso deste exemplo. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. Ex. 1-5'.4 x 104 rad (O sentido correto é. e este caso está tabelado. : . a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. 1-6 . São dados: 1" -.1. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) .2. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig..) Ex. .5 x 104t. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. pois o anti-horário. 1-20. que tem EJ = 104 tm2. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). Fip. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. entretanto. EJ =-'t .

13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7. : 2 . pois este não tem existéncia física real.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.66 = - . M = lmt M. que 6 livre à deformação). entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. 1-24 & Fig.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M.66 6 A = -3. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. 1-26.yN= Q=O.62. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. Temos.20 (devido i simetria).

f l ) = 6' Igualando.74 cm m= \rr .) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que.= cm) Igualando. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. 1-28.Para a treliça da Fig.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .6 A ) para que. a 3m Fig. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . vem: = . bana ES 6A = X ( N S Ib. cujas barras têm. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. I-8 .28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. 1. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. quando atuar o carregamento. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. temos: ) Ex. todas. ES = 104t. o pontoA fique no mesmo nível de B.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) .2 4 2 fl t (-2 . obtemos: 6 = ' 0.

Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. 1.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. e não ao longo do comprimento da barra curva). Dai vem: Jm cos V sendo I. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. com um comprimento 0. pois.2. para fins de combinação dos diagramas.I MMdx (1-4) Tudo se passará. 1. 1-31 -. f- Temos. como se a barra tivesse comprimento I.1 .. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1.sendo JM = 2 Jc .24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada.Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. portanto. inércia constante igual a J .74 em superior ao seu comprimento teórico.jC d :1 COS ' 4 ". conforme 14.31): J cos V 4m I Fig.4.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig. Fig. e. m~.= dr Jm cos P ' Jm '. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i . desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. 1. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. 1-32.33 .. Ex 1-9 . desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P .2. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças.

1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). instituído por estes autores.2.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. 1.2 . I-. Fi* 1. apenas. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig.i . As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1.4.35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . resumido na tabela 111. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de .inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par. do 2.37cm (a corda aumenta).O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85.

.

iO1." - Ií. 22- . nn ^V* .? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% . 3 .g 2 H! : --"22 0 ' :. o- --.sgxnfir -8 i. ~ 8 : s ..--"^' g E E C.n .D 0"' --"?--a O*" .-- --- $.* " - . Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --.h?.R? mm- .-n. '.3 3 E X S i i : C 1 "-..r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .3 * " " .A : C =E.-". Y. " . n .i- a.0's'uin~? o: ..*0"- n D O z$"gz -." 3 " 8 .. r- $ 23.a 0"- nc-n2z "W.." r..-91%. 0 g m g o..? g s z $65 c R * -8D-">-" n.-L- m*z -3 e 9 3 "*. E ~ ...a.r * ...." " -".% -' e" ? .z 8ZY "". o o n g ..5: :SE i z g E$? E. 0 g.a * q $a$ ""' 0 ?.-n. .: -".n r<u .o m n.! o .s+ "" ~ 3 s e 5 : .+?IK~C ^q"7".".

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"an. h .. A " =- e A ' . r". e . "" B lids J A ' ' ~ 9 n .T A B E U XII -h *- 4.

TABELA XIII -mni .h .

.o. .

1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . Todas as banas são mísulas retas com /. 1-36. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: .11 P= Fig. obtemos: ..in = e = 5 J.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig.. B Fig.. E dado EJc = 2 x 104 tml.

VI11 -3xlx9r3x0.2 A .1.038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. 1-39 (mis. 6 dado EJc = 104 tm2.ol53 Tab.197. .l . Para a barra a Fig. 6 =4.& ' =- 1. IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = .s --= 3 m J~ Jm.126. 1-39.0.5~0. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig. 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ. 5 O.r - 12~3~4. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.. X 3mt A ai -0. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.) Tab. n = -.= 1. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. al=o. definind-se Fig.0 . reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra.098 - EX 3 x 3 ~ 4 .0 x 1-11 .2 = -281.2.241 =+39.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. al=o.2 + 39.Z . 1-39. I tlm S 4 + + + + ) Tab. VI / a altura extrema por esta interseção. .038 = -197.241 .42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.1 a) Estado de carregamento -.4cm (o ponto A sobe).W8 = +4.

n = 0.'.4. pois. .4 x&= 6 . com base de 40cm e altura variável conforme a figura.x L ~ 12 ...0 276. qdx sendo q = h@f --.. ' X = I. 1-42. . .1 x 106 x 0 .2. O problema será. 1o =0 .44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 .5. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111. e n t ~ o : E J ~ = 387. . 1-41 por integraçáo aproximada..2.: 6 = 3. I ' . ~ . @ : 1. 1-42 0121 Vem. . Para a barra @ : (mís.l x 106 t1m2.0 18 Fig. temos: . .4 = 258 2 = 387. = 7 x 104 tm*.68 x 1 0 .Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. A seção é retangular.4 . 4 .~ rad 3 2 3 387. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. 1. I'= 5 106 108 Y. teremos que calcular Fig. reta assimétrica): . . Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax. i < . I r A i 4 1 Adotando EJc = 2.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. 6 = 197 + 49 = 246 = 2.3 .2. I . obtemos: Para a bana .46 im (para a esquerda) 1. É dado: E = 2. . submetida ao carregamento indicado. Ex l-12.

te) ds h Fig. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de . no estado de deformação. . Ao longo da altura das barras da estrutura. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1.TABELA XVI . nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam).ds. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura.h c r ~ t ds. de modo que. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. Vemos então. t- h Fig.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . 143. dependendo d o grau de fissuraçá0.3 . 1-44. 1. I dp = a 6.. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado.

sofrer a variação de temperatura indicada na figura.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M. . 1.0) O valor de 6 não 6. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.s m de altura. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1.47 fletor no estado de carregamento e temos. então. teremos. evidentemente. 148 Fíg. quando dermos a todos os pontos da Fig. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. os indicados na Fig. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. em relação ao dia da sua execução.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. e o esque ma da Fig.-"II +. .45 - O 1-13 . teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento... rg-+3O0C "--. .Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. temos: "O. - 3. levando em conta a expressáo 1-5.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material." e:. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te).. afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. 1-48. t . Supondo as barras com seção constante. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. 146.. para fm de raciocínio. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá. Suponhamos.

s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. cujas barras têm seção retangulir de 0.Calcular as defomaçCks seguintes. Temos: 1. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará. 1-49 1. 1-53: N.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. A + 4m -+' Fig.partir do estado de carregamento da Fig. obtemos: A Fig.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC.58 cm. 1-52 Devido à simetria. a . se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução. 149. ~ a partir do estado de.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. de 6. carregamento de Fig. para a grelha de Fig.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). Ex 1-14.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. entxo. 1-50.para a direita. pois. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 2.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .

então a n R t . 1-55. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante.6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. 1-16. estamos diante dc um cam . 1-57. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m.1 . ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. em estruturas isoststicas 53 I h - 1.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . que o trabalho independe da trajetória.~ po conservativo. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm ..para a estrutura de Fig. então. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. Ficamos.3. no caso).ado . B. da Mecinica Racional.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale. dependendo apenas de seus pontos extremos. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. I . - Ora. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . tivesse os oontos A. A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia. a partir de 1. no sentido horário.m -+ . para o qual sabemos. L ~ as integrais . com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . 1-55 Temos. para o quadro de Fig. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen.

a partirde qual obtemos: Fig.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig.. Fie. Trabalho virtual das forças internas: nulo. 1. 1-59: Dado: ct = I O . Fia. 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. teremos Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. nela indicados. então. 1-57 Fig.5 mm de encurtamento 1.~ / O C 1 ' r*.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC.) @ (encurtamento) = =. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando.4 . deformações vir. 1. 1-60. para a estrutura de Fig. 1. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. neste estado de carregamento. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.61 Ir.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. 1-58. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . ~ (-30) (-1 x .

na prática. de 2 cm. pela expressão (1-7).Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. de uma sb vez.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. desemiolveremosnes t tópico um processo. que a rotação relativa flexão.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . Aproveitando a simetria. 1-65. a seguir. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig.) Ex.Z R p (1-7). que nos permite obter. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. . evidentemente. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. 1-62. 1-19.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . a elástica.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. sem e (O sentido arbitrado foi correto. 1-20. a elástica de uma viga reta . 1-66. devida "P=& EJ' Sabemos. 1 . pela expressão (I-I). as defornações devidas somente ao carregamento e. idealizado por Mohr.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. iquelas devidas aos recalques. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. obtemos P6 = . as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. a partir das quais obtemos: Fig. calculando inicialmente. Ex. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. expressão que resolve o problema. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. somando finalmente os dois resultados obtidos. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. então. a partir das quais obtemos. 1. para a estrutura de Fig. 1-63. devido ao carregmento atuante. da Resistência dos Materiais.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem.

um apoio intermediário do l'? gênero. conforme indica a Fig. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. teremos instituída a tabela XVII. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs.uma rótula intermediária B existente na viga dada. . sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. . então. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. Assim. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. este vinculo será. a titulo de explicação. então. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. 1-68. então. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. ünalmente. então. Assim. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O).) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. do Cálculo Intinitesimal. já que este apoio só impede deslocamento vertical.58 Curso de análise estrutural Resumindo. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. vinculo. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). resolvido. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. b) Seja. agora. 166 Por outro lado. $e A - Fig. por exemplo. 1-69 a 1-71 esclarecem. devemos ter em B. outro apoio extremo do 1P gênero. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. na viga conjugada. 1-67. por definição à relação d9 para a curva - . este vínculo será.referida a um sistema xy como o de Fig.

. 1-74 que tem EJ = 104 tm2... v . para uma viga dada hiperestática. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas... .. o b t e m o s a EJ . P viga dada -N~~ ~ i g s . mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili.. Tabela XVii .h.I. I"I.c.~... estável. ". Neste caso. evidentemente.IU.n. carregada com E ..1 deste tópico). conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá. 1-69 .60 L . brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas. esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.+n co. submetidas a determinados recalques de apoio. ãig..71 lI1lI... 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas.. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo)...<I. u.. as funçóes q = EJ serão mais complexas..Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig.e.até. . . Ex-1-21 .~./I 6----7 .1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip.... cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.... nipi 1-70 n 1. pois. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = . às vigas com inkrcia variável.. como existe uma deformada real.e. apenas. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada.

O grau. que tem EJ =103 tm2. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. Encontra-se esbqado na própria Fig. enquanto que os. onde indica!.2mm Elástica = elástica pedida. trechos BC e CD são parábolas do 3.0) Calcular a rotação da seção B.62 Curso de anáiise estrutural 2. Chamamos a ~ L I . I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. 4. 1-74.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada . pedem-se: 1. ~ u I I 3.O) Esboçar o aspecto da elástica. 1-22 .Para a viga da Fig 1-75.O) Aspecto da elistica: Ex.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3. 3. representada na própria Fig. 1-75. simétricas uma da outra e que concordam em C. Os valores extremos pedidos são: 1.6mm I I I p . 3.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.

1-79. que MA = MB = O e QA = Qg = O. 1-77.3 rad (o sentido está indicado na figura. conhecer o valor de M para ficar determinado. indicada na Fig.2 1 I I + 1-78. 1-76.1. . restando-nos calcular apenas seus aódulos.1 " Fip.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. 1-80.3* conj 2 3. A E r 1-24 . .Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. Ex 1-23. 1-78. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. para a viga conjugada. 1-79 m q BA I I Fig.Smm 3 0 .Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. A condiçgo XY = O. o que deve ~ ocorrer.2. 2. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig.Aspecto do d i i p m n a daaido. que será a haste livre da Fig. 1 0 . pois. levando em con. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever. bastando. para a viga dada).Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 . a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.~ ~ 3 + 1 X-=16.1. 1-77 . 1-00 ~$ 4M h Fig.1. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). (i Fio.78. no caso. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.78. x O 0 E YE ="viga .O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. que tem inércia constante. 1-82.~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 . 2. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. o da Fig.4 ~ . que possui indrcia constante: Fig. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.

Fig.E 1-25.2 1-82. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig. * te à elástica em A. Imediatamente. 1. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). que tem vão / e rigidez EJ.: Ex. como sofre recalque. nos fornecerá: t i - B Fig.2. já que y~ = O para a viga dada). temos: . de acordo com nossa tabela XVII de transformação . NO ponto B (viga dada). 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. de vínculos. 1-83.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. podemos escrever. 1-84. 1-26. Passemos. o sentido i0 recalque 8). obter a rotação da tangen. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 11 c. evidentemente. 1-82. O apoio do 1.82. a partir da Fie. agora. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante).1 F i g . a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada.8 A partir desse valor. Já o apoio B.84 donde obtemos M = 4IL -.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig.Para a viga da Fig. 1-81 . 1-84 ( MB deve ter.2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário .Aspano do diignma de momantm flammi daaido. "8' -- ~Q. 1-80. 1. à viga conjugada.

1-28 .. resolvido. submetida ao recalque vertical p em 6 . e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . constante j 7 M~ - *q Fig. portanto.. 1-86 (EJ = constante). devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. então. / . 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t .0 géneros também.P = 1 O problema está. portanto.. que deve ser absorvido em B. temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. 1-88. .. 1-85. - . x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). então. . 1.87 de vão 1 e rigidez EJ. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. 186 Viga conjugada c A 1 . . e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. um apoio do 1.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. P A:. com o esquema da Fig. 1-86. Fie. Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada..im.Obter 6EJp ) I' / 1 '. para a viga da Fig.. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . Determinemos. indicado na Fig. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre..3+ 1 t E I C + O . MA = M6 (visto não existir cortante em 6. 1-84 para' o qual. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula)._ p . 0 engaste E . i . temos. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. Será. 111 deste Curso. EJ .C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. Ficamos. que tem rigidez EJ. conforme verá o leitor no Vol. 1-86.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. . . o carregamento 2 3 nos dá um binário.EJp I' F i a 1-87. A. então. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . Dai obtemos: MA = M6 =--. pondese as equações de equilíbrio. Ex.

no tópico 2 deste capítulo. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. que se deslocará paralelamente a si própria. apresentaremos neste tópico. então. conforme indica a Fig.(no caso. L90. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . 1-88. calcular a rotação da tangente à elástica em A. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. ag* ta. respectivamente.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas .entãoodaFig. AB'Cé.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. posição deformada final do n$ C da treliça. entxo. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. 1-90. que sofrem recalques. 1-89. A. Permitindo. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6.Para a estrutura do exemplo anterior. uma variação Ni li de comprimento Ai = . 1-88. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. Fig. . passando a ocupar a posição B'C. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. para O carregamento indicado. gada. Cada uma destas barras sofrerá.ado pelo carregamento indicado). 1-90: Inicialmente. Para a viga conju. 1. o esquema indicado na Fig. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. definidos na ~ i g . 1-90 que.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. obtendo-se. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). Temos. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . a partir dela.

1-92. uma de cada vez.'esentado. coincidirá com o ponto a. No williot estas rotações estão simbolizadas. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. no caso. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho.=N. novamente. cujas barras possuem. o b e oc)representam. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. ~ ~ = 1 0 ~ t .9 3 . o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. apli. paralelamente a Bs. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. respectivamente. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . o que é impraticável. 1-90. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. respectivamente. até se interceptarem. 1-92 Devemos. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ .. williot da treliça dada.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. calcularemos previamente alguma (s) deformação. (No caso da Fig. marcamos 03 = n3. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. B e C da treliça de Fig. as barras ACe BC pelo pino em C. da mesma forma. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). respectivamente. 1-91. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça.O gcnero A). mais simplesmente. -. no wiüiot da Fig.1 . é o que está feito na Fig. que se interceptam em c. paralelamente a AC. inicialmente. Fig. em minúsculo. durante a rotação de uma barra. de modo que podemos considerar que. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. Devido a suas diminuições de comprimento. &ira ai Nj(t) li lml I ~.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. durante estas rotaçóes. chamada diagrama de Wiliiot ou. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob).. liot para chegarmos a cada novo ponto. os deslocamentos abSol~itos nós A. . E r 1-30. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. Para ligamos. Introduundo-se esta simplificação. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. Assim. o que esiá feito na tabela seguinte. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. todas e l a s . imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. o-aue está rep.li/ES(mml I Os vetores ou. a rotação de qualquer barra será pequena. então.

ob. respectivamente. 5 1-32 . sentido e módulo pelos vetores ou.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. 1-94. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. . + -* + + dos em direção. . caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. Fig. A5=A6=-6amm A partir desses valores. pelo williot da Fig.5 mm. passando a ocupar a posição B: . devidas A variação de temperatura. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. oc. H da treliça sáo da. .5li valendo. . .6 mm. C . B. oh do williot.4 mm.5/0C. 0. 1-31 ..l mm. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10.. 1 2 ~mm e 12 mm. e 3. 7. 3 6.74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. A2=A3=-12 J?lmm.9 mm. . dados em diieção. 4. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. mádulo e sentido pelos vetores oc. 1-96. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm.. 1. valendo estes mbduios. obtemos. igual a 10.2 mm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. então: A1=A4=-12 mm. 13. 1-94.. 1-95.

Temos. d dados pelos vetores oa. A P~~ Fig. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . 1-96 PBH = 2cm ?Y. vale 6 BH = 16 mm. 1-97 . C.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. 1-98 A Fig. I-33. ob. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig.~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. oc. têm módulos de 0. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). 41 = 77. feito na Fig. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. D e E da treliça. Fig. A componente horimntal 6 dada por A7.2 mm 2 .Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. C . 1-98. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.54 cm.41 cm e 2. B. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. 1-99 e vale: Ex. 1. 3 cm.24 cm. ou seja. cujas barras tèm. devidas aos esforços normais N nelas atuantes. 1.97. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. o b e oe. todas elas E S = I O ~ t.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 1-99 No caso. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. 2.Ii Neste caso.

8. obtemos: (1-9). devido à aplicação do primeiro esforço unitário". é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". levando em conta que o apoio do 1.4 cm. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). temos. C. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. Tomando. no caso do Teorema de Betti.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B.9 cm. . O exemplos das Figs. na direção da carga Pi. temos: . constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento.devida ao carregame* to Pk ).. dados em . 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. evidentemente.Teorema de MaxweU Fazendo. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. para a qual um grupo de cargas P. F.conforme a indexação adotada. . evidentemente.G. indica a deformação.Erala do. indexando as deformaçóes com dois índices. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. teremos: od 4 . que resolve o problema. uma força ou um momento. em sua direção. 1. o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.Teoremas complementares 4. do williot.8 cm.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. com queP.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. 4. 4. provocado por um segundo esforço unitário. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. 1-100 . sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7.2 .k = ZPk 6ki Betti.100. da treliça. 8. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). obtemos o williot da Fin. direção.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer.4 cm e 7.. Igualando as duas expressóes. agora. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento.9 cm. Fig. ( tjik indica a deformação. o que tem que ocorrer. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. I (?jk. .1 expressão do teorema de Maxwell. para a mesma estrutura. D E.. Como ve"fícaçXo do wiUiot. que é a expressáo do teorema de zP. vemos que o vetor é horizontal.

costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. o trabalho das cargas externas P1. . por ser estática.1 Fig.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples).. I1 deste volume.3 .. Calculemos estes balhos. A k A A Fig. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. 5. 1-104. 1-104 1-102. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron .* '. 4. P valerá: . lpi = 1 Eri. . . . carregada com as cargas estãti. ela se deformará. Como estamos no regime elástico. = tra- Pelo teorema de MaxweU. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos.. 1-103.. carr. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. <ar..a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas.. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. conforme se verá no cap. 1 Esl. n . vale: Fig..

O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. convenientemente explorado. No caso de uma estrutura no espaço. entáo: Observaç5es: 1.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . Não permite. 1-34 . de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13).Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. por ser ele inteiramente geral. teriamos também o trabalho da torção. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. N. em sua forma mais geral. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. Ex.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). que são enunciados da maneira seguinte: 1. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. será o trabalho realizado pelos esforços simples. e a expressão da energia real de deformação. entretanto. Q acarretam deformações relativas em suas direções. No caso (estrutura plana).a) Nos casos práticos.a) O 1. os esforços simples M. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. quando da avaliação da energia real de deformação.O teorema de Castigliano. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. Conforme sabemos.

que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. desenvolveremos todos os cálculos e. igualaremos esta carga fictícia a zero. agora M = 0. mediante o emprego d o 1 . efetuaremos todos os cálculos e. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. então: A energia real. após termos feito a derivação parcial. Fig. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). . sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . obtendo a solução d o problema. . igualaremos a zero a carga M acrescentada. isto é. de deformação. 1-106.O Teorema de Castigliano. Temos.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. 1-107. criaremos uma carga fictícia. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. caso desejemos empregar o 1.107 Fig.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. 1-36 . vale: Fazendo. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.0 teorema de Castigliano). 1.84 Cum de an5ise estrutural Ex. 1-35 .

igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). a seguir. no caso de esforço simples) unitária. demonstrando-a a seguir. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. portanto à deformação). a regra esta enunciada desta forma. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. As aplicaçúes seguintes esclarecem. 1-108. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. Por esta razão. I - Demonstraremos para um caso particular. no enunciado da regra.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n .'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. b) A mençáo feita. mas que não acarreta erro algum nas conclusões.q. atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. 1-110 .sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). 1-37 . t Fip. livre. tratada como pequena deformação. mas que. está equilibrada.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - .4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . a regra.:. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . nos casos mais gerais. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a .86 4. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada. embora a demonstra. deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. então. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E.Regra de Mdler . procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. 1-109 i em A e C para a viga da Fig. confonne poderá ver o leitor no cap. b) na secção onde atua E. portanto. cuja linlia de influencia se deseja determinar. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. no sentido oposto ao de E positivo. obtemos uma estrutura hiposA tática. 1-110. que seri tratada como pequena deformação. ou seja. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). a I a) Sendo a estrutura dada isostática. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. Rompendo-se o vínculo que transmite V e. Igualandose vem: 6 = VA . como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. então. atribui-se à estrutura. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática.e u __Fip. nos casos mais gerais. inicialmente. n Tudo se passará. conforme indica a Fig. 1-109. no caso de reação de apoio ou relativa.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. uma deformação (absoluta. A I I Ex. a proposiçáo. tornando sua aplicação mais prática. I1 deste volume.

1. o que justifica a construção da Fig. 1-115. 1-114. c) deslocamento vertical de B.. . pela regra de Midler-Breslau. 1-113. então. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. passo a passo. A S A B Fig. (não devendo haver rotação relativa). e. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. 1-116. 1. 1-112. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. 1. Fig.Exercícios propostos 5.111 Fip. .Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. 1-1 1 1 . obtemos a linhade influência indicada na Fig. o que justitica traçado da Fig. a regra de Muller-Breslau. S I 5 . 1-38 . 1-39 .(+).1 .114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. 1-112 I Sabemos. AC = x . 1-115. b). para a estrutura da Fig. 1-116 'I * t l!* * C Fip. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. 0 1 -1 \C i: Fig. - - A Ex. Ex.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos.Calcular.

p P 5.~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5. 1-120. a. = 2 x 104 tm2 . 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante. 1. a. 1.Para a estrutura a + a + da Fig.117. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O .2) variação d o comprimento da corda EF.Empregando.2) recalques verticais.Para +I 4 I A -B Fig. a fónnula de Vereschaguin.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia.Para a estrutura da Fig. I-12l. pedem-se: I Fio.121 . b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig.6 . Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . Dado: 5. 1-118 5. b. que tem rigidez W (constante).pede-se: a) para o carregamento indicado. 1-118. calcular variaçáo da corda AD.4 .5..3 .2 . 1-119. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. calcular: a estrutura da Fig. diretamente. de cima para baixo.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. de 2 cm apoios B e C. cujas barras fomam. obter: a l ) rotação do nó E. EJ. b) deslocamento vertical de E . r j 4. em todos os 116s.2) deslocamento vertical de H. ân.

quando = . quando atuar o carregamento indicado. (ES) tirante = . pede-se c$. E.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig.11 .123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5. computando para este fim apenas a influência do tirante.9 ..Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. do carregameiito indicado. E fiquem alinhados. 1-125 durante a montagem para que.10 .. (ESltirante= 103 t curva tem J = . 8. C Fip.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. para a direita. = 104 tm2 Fig. 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. os pontos D. COS '# (W. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. 1-123. 1-122 5. para a estrutura da Fig.I 5.8 . É dado EJ. 5. D. permaneçam I m acima de A. 1-126. quando atuar o canegamento indicado. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. Sabendo-se que. B. a= ~ u ~ / ~ c .7 As barras horizontais da estrutura da Fig.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. 1-124. Dados: EJc = 104 tm2 . SXo dados: Jm . I 5. unicammte. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. 1. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 .Calcular. os pontos A. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ.sendo Jm = 25.

1-132 B 5. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.O interior do quadro da figura 1-131.17 . Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A . É dado: a = ~ O . J.Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. das figuras I-132-a e I-132.132-b Fig. A I 5.b. 5.Para a estrutura da Fig.s m de altura.se: . Send o a seção retangular. b) deslocamento horizontal de C. 1-129 1.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. R Fig. 1-127 A Fig. as barras@@são 2 cm.~ 1. de inércia constante.132. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. São dados: E. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.14 . m Fig.15 . 1.12 . 1-128 F i g 1-73? 5. mantendese constante a temperatura externa.133 .~ I O C . a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. 1-127 e 1-128. cujas barras têm altura h. a temperatura no interior da parte circular. 1-130. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. mantendo-se constante a tempera tura externa. pedem.Para o quadro da figura 1-133.16 . com seção transversal circular. com 0. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig. sofre um auriiento de temperatura de t OC. I 5. das Figs.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. pede-se o deslocamento horizontal de B. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.13 .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5.

pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. i 1 5. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. Fip.0Sm4. I I n -1. ra 1-135: a) equação da elástica. cular com inércia ê flexão de 0.139.24 + 117. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig. obter. c) rotação da tangente à elástica em B. 1-137. 1.- t .138. para a viga da Fig. para a viga da figu5.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C.22 pedem-se: - Para a viga da Fig. Dados: M.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134.I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. E. D. b) deslocamento de B na direçáo z. 1-139 -+a . a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. 1-136 5. C. para a da Fig. 5.19 - Empregando o processo de Molir. 1-136 ( J = constante).Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. J. a. -r- - Idem.. E. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. empregando Mo&.23 Empregando o processo de Mohr. que tem rigidez igual a 104tm2. I Fip.21 . 1. b) flecha máxima. cujas barras tem seçãocir.

calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig.Empregando o teorema de Castigliano. constante. -.29 . < . 5.Idem.142. Fig.I + - Fig. í . 1-143 o r l p PI -+-I---+ . J (constante).30 . 1-145 Dados: P.~/OC. 1. Fig.146. I . 1-149. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC. c) recaique vertical. R. . 1-147 i I 5. devidos às mesmas causa. E. 1.e . IP o I ~ C l + l + 5. de cima para baixo.146 a) carregamento indicado.25 .9. que têm rigidez constante W. calcular os deslocamentos dos nós E e G. do apoio B.r . I u 3' 1 I: - 9 .& l t I + . calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. igual a 2 cm. para as das Figs. ( I I I Fig.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.26 .Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. Fig.Empregando o teorem de Costigiinno.e 1 i . cujas barras têm rigidez EJ. da treliqa da Fig.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados.28 . 1-141 Fig.Idem.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. 5. 1-142 . para a treliça da F & 1-147.<.Empregando o proeesso de WiUiot.27 . . 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. 1-144 5. 1-140 Fig.) Fig.140 a 1.

1) 4.94 mm Encurtamento de 2.133 x rad b) 0.67 mm (L ) .4 mm (encurtamento) a.2 mm (aumento): b) 5.21 x 1O-' rad (12)0. 5 ~ rad (tl).17 mm (t) Alongamento de 1.?) 13.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .1 8 - a) 0. b) 3.1) 7 .zero .] ) (C) 4.22 - a) 0.07 cm (4) 1.67 mm ( f ) .6 mm ( f ) : b.rn + 5. b) 1 mm (4) t ) 5.84 cmfaumento) .14 mm 4EJ m (371 8) - .b) 0. Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.93 mm (-*I .2) I .l) 3.71 mm (1) a.8 mm(+) : b.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .2) 2 cm (e) 1.a.b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.a.33 x 1 .17 - a) 2 6 c m (+) .98 cm (4) . 0.46~ 10-3 rad (n) a) 0.

~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . em cada caso: i . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. 7 m m ( + ) . 4 m m ( .f ) . pGH = 3.28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.8mm(+). O mm (+) C) pFV= 10mm(&). em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . pGH= 30 mm (-+) 5. pGV=0.102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . pEH=1. ~ ~ ~ = 3 . ~ ~ ~ = 6 .6mm(t).+ ) . ~ ~ ~ = 1 7 .3 mm (+) 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. 3 m m ( .6mm(t).29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. ~ ~ ~ = ~ 6 .pEH=15mm(+). 6 m r n ( L ) . pGH = 3 .

3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente.2 Seja. desta forma. dispomos. g = Be + 8 i 1.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . ' &n \ 1. Portanto. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. Seria necessário "abrir" a estrutura. pois. 11-4 C. agora.HIPERESTATICA .2 . cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. então. romper-lhe uma seção. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. isto é.1) . grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. no caso. que possui 5 reações de apoio a determinar. Existe.Hiperestaticidade interna Fig. a estrutura da Fig Ib2. 11. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. Para tal. portanto.i ? CAPITULO li 1 . igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. r. preservando.1 . conhecidas suas reações de apoio. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). para tal.4 (11. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. terno da estrutura que é. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \. Isto não significa. 11-1. após rompê-la. sendo assim. 11-9 Fia. 1. Temos. entretanto. na estrutura assim obtida.Determinação d o grau hiperestático 1. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. - - '. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura.0) 6. Pii. 11-18. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. licitante externo.. eni c da caso. a fim de obter seu sistema principal ismtátim.0) 5. c) recalques em A indicadas abaixo.2.2. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. recomendamos. Para os outros tipos de estruturas. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. tiiiXi +. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. entretanto. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) . sendo todos teoricamente corretos. m p e r .112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. Isto conduzira. ca ou da equação matricial (11. eles não precisam ser unitirios. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. Obtenção dos EJc 6 . no caso dos quadros lanos.0) 4. . do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - .+ 6. +Sm -. certainente. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. \ Nota: N a m s de variação de temperatura. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. ii-19. O que se deve procurar. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. para a obtenção de uin bom sistema principal. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. 50) 3.1). podem ser quaisquer.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. 11-19. Sistema principal e hiperestáticos 2. aplicações n. chegamos ao . nesses casos. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs.. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. . temos E = O. por exemplo).1 - a) carregamento indicado. em número adequado. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. Para isto. aos sistemas principais ideais. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que.. Seguindo a orientação dada na observação 2. so. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito.0s11-5 a 11-7). será: 1. agindo-se de outra maneira (v. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 . b) diminuição unifome de 30 OC . .8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. 2. . i! Ex.l h e dois vínculos. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. provocado pelo agente. : valor obtido para o hiperestitico. pois uma equação genérica (a iésima.O) Escoiha do sistema principal (v. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois.f.6).1.X. = O (11.

tomados iguah a 1. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro. 1 2. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. + 3. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. 11-21 e 11-23.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.27 E l + 4. consideraremos apenas seu trabalho H flexão.2. obtemos os diagramas da Fig. embora estejamos u m d o os me& r' .m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } . 11-20. respectivamente. I F i i 11-20 3.09E2.&a A partir da expresão 11-7.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1.sistema principal da Fig.im desta forma. 11-19. temos E = E. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws.21 mm *larnos Os . 11-20. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. Diagramas solicitantes e rea<. obtendo: F i i 11. perestática dada. pan não complicar n nota~Ho. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. I Obtemos: 6. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal.

então: = . No caso.} . 11-28 + 7.4E2.15 t Fig. 1 2.521 Fie..7. em função da observação 22. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.atura. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. 11-27 a 11-29.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". - - . d'evidos à variaqão de tempe. dos nas Figs 11-24 a 11-26. po.18E2.Etemp = 0.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2. F'm.55E.c deste capitulo.521 Fm 11-27 i .iS: 2.11-25 'carr. Obtemos.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. 11-22 JF~ + 0. vem: Fip.3EI -22.731 Ntamp. . A partir da expressão E. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs.são: 12. estando os diagramas solicitantes indica .47. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6. Os novos hikrestáticos.. já que estam.

Diagrama final A partir de (11-7). Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. M = Mo + 8. então.f.2. Diagramas no sistema principal Fig. Rotulando.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. obtemos o sistema principal indicado na Fig. C I I 4. por exemplo . 6.5M1 + 5M2. no caso deste exemplo. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. obtendese. 2) Igual simplicidade encontraríamos. 11-33 Temos. 2.os nós A e C esq. MO 3. Ex 11-2 . devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. 11-31. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. ao invés de nós C e D. se. necessários para o cálculo dos EJ.I wpmdtjtia a) . deste capitulo.4 4 3 3 . Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.s I 1 t 6. o diagrama de momentos fletores . obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . os diagramas da Fig.. sabemos que. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. - . 11-33. U-32.x 6 x 4 = . Hiperestátims: \ XI = 8. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.-i 1. 11-30. tura da Fig.x 6 x 1 2 .ia Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm.

7M1 tao o diagrama da Fig. conforme se verá a seguir.sx. desta forma. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. a partir . I' = 6m I'= 3m Fq.7 6.o métododas forps 4. Hiperestáticos: X. b) diminui ão uniforme de 30 OC. Ex. os Temos.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. 11. 11-35 Será dado por M = Mo t 22.se apoios internediarios. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. Cálculo dos . simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.Sl0 = 1 (6~18+3x40.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo .Vc S EJ.M1 e M2 os mais simples passíveis. + + 2 x 2 = 45 5. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:.SX2 = 76. 6 e no traçado do diagrama fmal. 16. o sistema principal da Fig. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. Diagrama final 1.s 3 . obtendo-se en- 2. obtendo-se. para o caso. = 22.4 . I I' = 3m Fig. 11-38 para: a) canegamento indicado.5) =-76. ii-37. I I I -ou .\.Resolver a estrutura da Fig. a linha de fechamento do diagrama final.34. 11. Dado: EJ. entio.s 1 o.8M2. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. 11-3 . 11-35.

122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. 11-39.3 x3 6. E J . I 4.7E2 + 19.3EI + 20. LIeSq e DA").3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.o método dsr fo<pis =- 123 3. = . Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática.3 = 20-7 19. Cálculo dos Wc6: WcS. obre. nios o sistetiia principal da Fig.1 0 4 .6 4 . 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l.. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI. S z 0 = .

Resolver a estrutura da Fig. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. 1143 . bastanos calcular o vetor { h t ). Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica .301 Fip. conforme indica a Fig. para o cálculo dos 6. 1. 1145. sendo. no sistema principal.81mt equilibrado. obtendo.Conforme sabemos. pois.t. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .1. Fip. . . 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. 11-5 . então: X1 I x1 \ Fip.cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. . L g-ph $1 1116i t -X!IZ. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' .07E1 + 2. devidas i variação uniforme de temperatura. na direção de cada um dos hiperestáticos.52E2 -0. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão).62M3. a partir dos diagramas da Fig. 2. inteiramente hiperestática í = 3). podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. I Ex. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. 11-43. 1145.

Temos: E = . Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O.57 X3 = O (evidente. elsstica nalmente a barra em questão. p+ dem ser quais uer. nesta fase. que os hiperesti.= -1 6. . bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. temos que:: . evidentemente. w m O que.. X3 = 0. . que tem EJ = 104 tm2. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. obtendo os diagramasse Note o leitor que. Xl = X? = o.. 1 --'- - . com O que. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. devido aos recalque indicados. apenas. 1148. 6 = 6 20 = O. . ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~.E licitantes da F i s 11-47. devido ao sistema principal escolhido. Por esta razão. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. apenas. 6 recomendável. Vejamos. 3. S. portanto. . quando ocorrem tais condições.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. Hiperestáticos Xl = 0.2.29 E1 . em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . 2 hiperestáticos (X1 e X2). Diagramas finais o .29 X2 = -2. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação. Voltemos i aplicação em questão. partiríamos de.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e.Observap-o: Neste caso. + 0.o ). pois o carregamento e simc5trico).4 sistemas (2 x 2.e I x 1)sndependentes Tal já 6 .57E. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex.iox. entretanto.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. 4. portanto.. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. 6 30 = O. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente.- . temos que: = 6 2 3 = O. . uma vantagem do sistema principal escolhido. em si. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . 11-6 .rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . se a fôssemos resolver novamente. pois sabemos que X3 = 0. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . pois. Na seção S de simetria de uma estrutura plana. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que.

11-51. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas).~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. por força da rótula. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . temos: 1.51 Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.5. Sistema principal e hiperestático 4. temos: Qs= O. Diagrama final - Fip 11. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. 3. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. como temos Ms O. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Por outro lado. Equação de compatibilidade . 1149 2. Sistema principal e hiperestático h.

Equação de compatibilidade 4 5 S.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. 11-57. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. temos o sistema principal da Fig. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64.% ta +i .se urn n6 da estrutura.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. Diagrama final Ex. Cálculo dos EJ.25 6. se este sofrer um encurtamento de 1 cm. Rompend-se o tirante e rotulando. II-8 . 6 4. 1. 11-56 3. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática.

. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico.3E2 . 1 t d -Ft 47 Fia. 11-9 . 11-60. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . 1160- 4. > F i p . N2 Imt lmt X2. ) - 3.06t .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. temos o diagrama da Fig.Para a estrutura da Fig. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. -O. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21. obtemos: Ex. para que a reaçxo horizontal final seja nula. 61enc.b El. b) M2. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. N1 6. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. IM9. Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 . pede-se: t4. l i 4 9 &t 2 15.

0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . Cálculo dos U. t 0. I 4. 5. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ.. pois. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão.2 4 . .j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . X: = 2 t : &a. 5 ) = .2 ( .Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno. L N1 tis. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. No b) M l . Diagrama final = O A partir de E = E. Hiperestático: X l = 0.5 X.86El . Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente.86 6.2 4 t 28X. Equação de compatibilidade: . Vimentão: a)Mo. R o m p n d w . obtemos o sistema principal indicado na Fig. 2. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. Necessitamos. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0. 3. 11-63. 11-61.

11-64. q = 1 tlm Barras e @/ .6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. no caso. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip. obtemos: A estrutura estará funcionando. Diagramas no sistema principal 3. no sistema principal. devemos encurtar o tirante de 1. 1164 Sendo as banas misulas retas. os teremos: (EJc610 + E J Cen.m p d t i e s .ou seja. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. = -1. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. temos 6' = 6 enc. então. Ex II-I0 .6cm Como a deformação.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. "comp \ . os diagramas serão os da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. Com isso. 2. serão o carregamento e encurtamento. I deste volume.. empregando as tabelas apresentadas no cap.o metodo das foqS 137 corno agentes externos.6 cm. = +?8x2=0 -1. sob sua forma ideal. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. 11-65. pois o concreto estará uniformemente comprimido.

Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. 1-1 q 17 I7. Diagramas no sistema principal N.098 = 24. Equaçáo de compatibilidade: . Diagrama final 1-11 17. n = 0.207 x x 0.5 11 . 6.098 . para o quadro simktrico da Fig.32X1 = O 2. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0. 11-69.4 + 3.) 3.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i.31. Dado: EIc a = 5 x 10.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. Cálculo dos EJc S b)EJ.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. F .611 Ex 11-11 .1 5 tabV' e = 0.207 = 3.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.144 . C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. - !. i -1.

temos: 1. cujas barras têm.o método das fo4. Diagrama final $ 11-75. todas. Equação de compatibilidade 141 2. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig.treliça uma vez hiperestática internamente e. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. = O Fie. a mesma área. 11-73. por isso. 11. 11-74 S.73 Temos. 4 Fip.rica . Equaqáo de compatibilidade: 2~.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. Sistema principal e. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x.1 I Fip. Hipenstático: . 11-72 Ex. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. então: ESalo= Trata-se de uma. Cálculo dos ES 6 : Fip. 11-76 3.

os esforços normais finais indicados na Fig. 11. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ.lrn. 11-78.s EJ GJt - X.WpIedMtia .o método das for~a. T2 d>M3. 2. basta rompê-la numa seção. X 1 = NO P .~-XI . Temos. obtendo.77 h. endentemente. . X (cambinaçao de Ticom Ti) . Para obtemos sistema principal. Esforçm finais Temos: N = NO + N . 11-76. 6. optando pela seçáo central. seção esta que pode ser.) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. Sistema principal e hiperestatico Fig. . T3 J 3m 4 1. Q . To b) M. o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. a partir 2 d o quadro de valores anterior. 11-77 para o carregamento indicado. d i i i 11-79 C)Mz. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. TI Ex 11-13 .Resolver a grelha da Fig. Sabe-se que -.-1. 0 3. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante). Diagramas no sistema principal a) Mo. um dos engastes.

com o que teríamos 620 = = O.f~ 145 vm e w e n ~ . Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. 5 -49. Diagramas finais (em mt) Temos. 2 5 + .5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83.~ ~ 9 x 3 + . o que acarretaria 830 Suponhamos. 11-14.1 ..25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco. 1 6 ~ ~ = . nesta aplicaç%o.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . agora. a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares.As fibras superiores da estrutura da Fig. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos.x 3 x 2 . i. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ.x 3 x 2 ~ 5 . temos que: 5.8263. - - Ex. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. enquanto que os demais apoios impedem .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. com o que teríamos 610 = 0. . então. isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico.

A variação de temperatura do problema. com tg = 0. 11-85.2. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig. 11-85. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. 1 Sistema principal e hipenstático . e. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). CálaJlo dos (. Equação de wmpatibilidade: . b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura.60 t-38 X1 = 3 O . na seção de simetria teapenas momento fletor.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. 0 problema está resolvido. culares ao plano. Visto isto. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. 11-85. 2.3. pode ser encarada da forma indicada na Fig.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13. 11-86.2) 4. 11-85. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. e torçores atuantes. 3. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. pedem-se os diagramas de momentos fletores. para a da Fig. conforme indicado no sistema principal & Fig.

Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. 11-93. Com isto. apoios do 2.85. OS o diagrama da Fig. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11-85.64 X . Equaç%ode compatibilidade: . 11-85.2. 11-90. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. = 4. teremos: 1.73E1 . I A solução do problema é.3.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q .2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. que tem W = q 11 - . correspondendo ao caso da Fig.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. 11-92. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva.3) 4.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. 11-92. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. que serão. então. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig.8 + .am-movimentos no plano da estrutura. cor- 62t) Fig II-91 0- 3.5 Resolver a viga balcão da Fig. 11. o esquema da Fig. temos. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. 1 . Sistema principal e hiperesthtico 6. genero em A e F. novamente. Rebatendo. no caso. em verdadeira grandeza.

que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O .c o s e ) . o sistema principal da Fig.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica.11-95. de uma das duas metades do sistema principal. então: - . cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. Temos. com carregamento simétrico.( 1 .~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. obtemos. 11-98. a) Mo. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. em verdadrira grandeza. 11-96. 11-97.o método dss f o r p 151 I 1. To Reduzindo a carga P/2. ! I I 3.sucessivamente. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. = lmt 2 Diagramas no sistema principal . I I d X. sem nenhuma alteração do resultado. i 7 I ~ i 11. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. aos pontos A e S indicados na Fig. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. temos. 11-94. que representa uma vista em planta.

existindo. senta um esboço da elástica do quadro. 11-99. I101 5. Hiperestático: 6.5.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. 11-6.E 1 . obtemos os diagramas solicitantes da Fig. 11-13. bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos).2 ll.l lr 11-100. lUe abordado em nosso Cuno. Equação de compatibilidade: I . 0 . mtáo. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria.1. 11-7. ' . já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. que apresentaremos a seguir. num dado sentido. deixando livre o deslocamento vertical. explorando esta simetri. Diagramas finais A lCIW. a única componente de deformação.100. no caso.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). passar do esquema da Fig. -tudo dos areos e quadros biengastados.5. com carregamento simétrico. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. de a provocar uma destas duas últimas deformações.Artifício do arranjo de 2..mprrstBtica . 11-100.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O). Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. 11. anulandese então as duas parcelas ). teve grande divulgação o uüiiza$ão.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver).2. permitindo a obtengão.3 PR partir da expressáo E = E + . 11-100.100. 2. . . que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. se o carregamento existente num dos lados da seção ter. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. uma ênfase especial para este ar<ifício.5 . o assim chamado irtificio do centro elástico. A partir dai. 4. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. devido à simetria da solicitação (pois.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5. que repre. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2. Em se tratando de uma estrutura simétrica. no cntanto. durante muito tempo. F i e 11.1 153 .Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. será o deslocamento vertical. 11-100. I? o que está indicado no esquema da Fig.1 . que terá sua seção S de simetria.

as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. parth dese do esquema da Fig. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que.2. 11-102. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. 11-104. 11. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . fornecendo os valores x. 6 %a.1. nulo. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. 11-101.pois as tendências desta deformação em S. agora. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. Para carregamento anti-simétrico.1. _. se oporão. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. que é.3.3.I 4 1. então. 11-100. o quadro simitriw da Fig.y e 9s indicados em 11-102. cuja configuração da elástica.1. 11-104. se somarão (ao invés de se anular. agcra.2. a estrutura dada. hfonne ji vimos. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. evidentemente. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. . romper a estrutura na seção S de simetria. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. No caso. u-100. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. 11-100). se comportará como apenas uma vez hiperestática. entretanto. c) Analisemos. no caso. submetido ao carregamento sim6trico indicado. para o caso da estrutura da Fig. entretanto. . poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. 11-101. b) Seja.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. agora. como no 'as0 da Fig. . os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico.3. este deslocamento está imp* . três v e m hiperestática.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. por exemplo. o deslocamento vertical da seção será.mpmtátiea indicada em 11-100.1.= * i . a estrutura da Fi& 11-103. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. I 1 I* na dtdco. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. Podemos.3. 11-102. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. sendo a da Fig. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig.

na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. No caso. por um apoio em mola. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução.3 a 11-108.2 a 11-108. (Notar que.3. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. para a bana SC. Analisemos. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. Podemos. indicada em 11-105. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido.2. sobre a barra SC. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. 2. 11-106. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.3) - F~Q. Nas Figs.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. obtendo suas componentes simétrica (Fig. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. podemos romper a estrutura na seção S. 11-104. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. IE104. pois. conforme indica o esquema estático da Fig. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma.3. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). separadamente. num dos lados da estrutura.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC.2) e anti-sim6trica (Fig. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. do esquema indicado e 11-105. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. resolvendo a estrutura. o diagrama final de momentos fletores será.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. entzo. 11-105. 11-106.1.1 recaiu. basta substituirmos a parcela do engaste.5. por esta razão. interceptada pelo eixo de simetria. agora. quando tivemos. 11-104. ' Fio. a atuação de um carregamento genérico qualquer.devido à presença da barra central SC. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. conforme esclarecerão os exemplos a seguir).2. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. conforme indica a Fig. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício).3. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. superpondo. Exporemos. 11-107 . que poderá. conforme veremos no referido ca~itulo. a barra SC. a fun de obter o diagra ma solicitante final. simétrica. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. a essência do artifício do arranjo de cargas.3. a seguir. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume.1. que impede o deslocamento vertical. então. a seguir. o caso de carregamento anti-simétrico. a partir do qual.

2 11-108.1 11-1103 VI-110. 11-108.1 11-108. a me* ma inércia. II-111 Fip. 11-113. 11-109.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício.mpnditica . 11-110. 6 a da Fig.112 indicado em 11-112.3 . 11. de Fip. submetido ao carregamento indiiado.im + 11-110.110 nnJ .2) Sabemos que a estrutura a resolver. dro simétrico da Fig. ExlI-I6 . levando em conta a simetria do carregamento. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip.2. estão traçados na Fig. 11-11 I.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento. todas. cujos diagramas no sistema principal.. 11. cujas barras têm.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig. Fio. 11-110.

estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. Fio. 11-117. levando em conta a antiaimetna do carregamento.% 1 . a partir de cujo dstema principal.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. e n t h : /Xi = 0. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. 11-115 Fio. 11-119. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig.114 e 11-118.7 .71 4.33 Obtemos. mtzo. 11-120.Resolver o quadro da Fig. a j a s b 11 h . resultante da soma dos diagramas indicados em 11. 11-110. todas elas.3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-116 Fig. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. temos os diagramas da Fig. 11-115. Fio. = 1à / /. para um reealque de apoio . o da Fig. indicado em 11-116. EJ = 1 d t m 2 . é a da Fig. E. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas.

11-121.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. b) Parte anti-simétrica (Fig. pode mos escrever que V. 11-126 e já será o diagrama final.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. toda ela.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. = 0. de 1 cm.122. - . pois ele ná0 teri qualquer impedimento. 11-125 ' 4 . 11-125. 11-121. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. do apoio A. ~hpanttititiai . 11-121.123. a partir de cujo sistema principal. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme.124.2) A estrutura estará afundando. 11. que nos fornece: + Fiq. representado em 11. previamente. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. de cima para baixo. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig. o indicado na Fig. devido B wntribuição nula da parte simétrica.-1. 11-127. 11. Fiq.3) Sabemos que a estrutura a resolver. então. 6 a da Fig. obtemos o diagrama M1 da Fig. Levando em conta. considerando a anti-simetna da solicitação.

11-128.129 \i A estrutura a resolver. obtendo-se o diagrama . obtendo os diagramas solicitantes da Fig. t m fo-dese a estrutura. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. 11. 11-136. 11. 11-130 (isostática). que será funçzo. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. apenas. todas e1as.135.81. a estrutura a resolver 6 a da Fig. indicada em 11-128. na da Fig. sn8 a da Fig. Dnpcrandose as &fonn. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. 7 17 .. não influindo. - Fip. 11-132 F i i 11.a mesma inércia). para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. levando em conta a anti-simetriaexib tente. no sistema p ~ c i p a l . cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . portanto. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t .3. Para este F i 11.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. Fip.128 A parcela sim6trica do carregamento. então. 11-134 Fip. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado.filemo.136 Dai vem. 11-132 (cujas barras têm. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig. 11-133. l3 = 1.-.2. 11-129. constitui um carregamento auto-equilibrado.131.

simdtrica em relação aos eixos fx e jj. Ex 11-20.1 q 2.137. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura. 11-138. tiraremos.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. 11-138.1. a estrutura a resolver 6 a da Fig.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.1. 11.138.3 . 11-139 . ~ ~ ~ Fig. *h Fig. duplamente. Os exemplos seguintes esclarecem.5.Wprrstltkd . 11.

318~~ Fip. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. a estrutura a resolver será a da Fig. I A parcela da Fig. constantes.140 E r 11-21 . que será obtido.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig.PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. 11-141. portanto. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. portanto. 11-143. U-140. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . mas que podemos resolver. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. 11. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. ' cuo.3. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-. 11-142. a partir do carregamento da Fig. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. o que 6 usual . não influindo. 11-142. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig.o método dar f o r p Fio.

1. : I .3 a 11-151.2. na maior quantii dade possível de casos.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11.II-147. 11. então. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.144 Fip.1 a 11-151.148. os casos indicados nas Figs.AipevstBtica -ntais de It).146. Temos. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig.3. 11. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F .59mt Ex. 11-148. a partir do sistema principal da Fig. submetida ao carregamento indicado.1. teremos a resolver.2 a 11-151. i i i 11-148 I f Fie. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. 11-146 5* . 11-145 Obtemos. 11-145: . explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy.

Para o caso de anti-simetria (Figs. da .4 . os sistemas principais. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. 11-152 e 11-154 se comportam. 6 possível. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157.2 a 11-151. 11-153 11-153. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira .) Sendo assim.1. a decomposiç20 éMlida). s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. 11.149.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. então. romper a grelha na q ã o de simetria. Fim. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig.1. 11-153 e 11-155 se comportam. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. liberando as duas outras deformaç&s. 11-152.2 bw grelha. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs.& vido à anti-simetria do carregamento. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.5. possível romper a seção S. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs.-= te. mas. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. entáo. como se fossem uma vez hiperestiticas). para estes dois tipos de deslocamentos. então. devido à simetria do carregamento. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. para as greihas das Figs.154). de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. so S i . então. comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. então.2 a 11-155. como se fossem duas vezes hiperestáticas). a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. no exemplo 11-13 deste capitulo que.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. estes sistemas principais podem ser justificados. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . 11-152.1 a 11-155. e.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado).Aplicação às grelhas Já vimos.2. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria. então. 173 2.2 possuem hipostaticidade numa direção. - Do ponto de vista de deformações da grelha.

156. Sobra. pode ser rompido em S.2. um quadro hiperestático A D S E C que. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). 11-156 2 2 11. devido A anti-simetria. a barra SB não terá esforço de torção. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. na direção perpendicular â do eixo de . utilizando o artifício do arranjo de cargas.2 (notar que.Decompor.1.Aiprest6tica . 11-156. U-156. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.simetria. pode ser rompido em S.1 Fip. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). devido g anti-simetria do carregamento atuante.1). devido à sua simetria. F g 11-152 e 11-154.2 to. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. Com isto. ainda. atuante em S. Fia. 11-159. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. por conseguinte. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. No caso de anti-simetria (Fig. com isto. um quadro hiperestático ADSEC que.157. O exemplos seguintes esclarecerão. 11. s E r 11-23 .1). nas mesmas barras". nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. ia .2 (notar que. em S'O. barra SB terá wmo único esforço. e o esforço wrtante (X3). 11. ainda. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. obtemos o sistema principal isostático da Fig. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. 11-157. PJ< /+) em 11-159. 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. devido â simetria. portam a 10 rücadas n d Figs. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE.2 e 11-160.1 e 11-160.

lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a . 11-162. ~ i p . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. =2 2 Diagramas no sistema principal G7.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. Ex. 11-162. Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b .2) Temos: 1.todas elas. cujar barras tEm. . 11-24.3. temos a resolver os ags casos das Figs.2 e 11-162.Conforme se vê.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q).

t 0. representados na P & U-174. 11-171 .57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores.1 4. 11. 11-169 4.43 E2 t 0. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. II-1623) Temos: 1. . Fip.32 E1 . 11-173 3.172 v iirn. 11. 2.168.37 E2 0. 1.0.19 E.44 E3. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. i Fip. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. representados na - - &. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig.

o método dm f o l p 2. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4.59 E2. temos: 1. + 0.11-176. Diagramas solicitantes Fig. obtemos . 11-17s E r 11-23. 11-177 A pMir da express8o E = E. . 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig.t + a i . Sistema principal e hipcresthticos 3.= lmt Fie. 11. GJt - ! X.I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. nijas b m têm i 2. 11-175. + 9.174 @arte anti-simbtnca).Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F .23 E1 .

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

Ii-26 . .5E2 . cujas banas tem. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . Ex.5mt & - bXJd Fio. indrcia constante.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. X3= l m t lmt tml lmt Fio.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício.SE1 + 0.4E3.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. 11-196. 11. 11-192. temos o diagrama f d da Fig. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. temos: Fia. 4. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 . todas. ii-195.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig.194 - x3. + 5. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&.

11-200 temos: 10.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio.202 .2 e a estrutura se comportará. = l m t Fim.16.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . como se fosse uma s vez hiperestática.16. de raio R. 11-200. da estrutura e do carregamento. então.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = .6 E3. submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria.HipaestB<ics . temos F g 11-199. = . s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197. i C X. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . 11-198 Fip.104 x 2 ( . 11.~) = El 63.

tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. 11. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 . de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. vem: X1 - - ln 0. . b) Diagramas no sistema principal Fie 11.137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. diagrama final da Fig.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: .207.192 Cum. ~-~ Er 11-29 . obtmios . IL203.Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204.

17 E2.25 E1 + 1. cuja * o reta é um retângulo de 0.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 .194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . - fW Fi 11-212. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . se suasfi. São dados: EJ E/ a = 10. obtemos os .2 '. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.2 tm210c . E J S Z 2 = 18 Vem. da A partir da express8o E = 1.Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.2 m de altura. ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 . temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. .

11. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. a estrutura funcionará como isostática.1 = 104 m4 . então. atuando nestes pontos de con. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. e s t a indicados nas Figs. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical.Resolver a viga langer da Fig.215. I E r 11-31 . vergência Dentro desta ordem de ideias. pois basta conhecer o esforço normal atuante . é fácil verificar que. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. estudar: a) Tipo I .uma das barras do reticulado para. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. A Para o caso usual. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. indiferentemente. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. - I para a viga AR: S = 80 cm2. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. A resolução deste tipo de estruturas será. uma das barras do reticulado.o método das foqar I 197 1. Fia. 1 I . ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical. que 6 o de carregamento de cima para baixo. do mesmo.I 3 Fig. mntais que nela despertarão somente esforços normais.aprrststica . que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. nas barras inclinadas externas do reticulado. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. estando as estruturas das Figs. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes.

pontes.. principal. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. Diagramas no sistema principal a) Mo .obtemos o sistema principal indicado na Fig.~/''~ Pedem-se: C A B --. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais.a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. por exemplo. 11-218 3. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO..219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip. um sistema estrutural muito empregado. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . 2. a barra CD do reticulado.42.o método das f o w X1 = 1.83 Temos: 1.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . 11. No b) M1 .&6tiea . As vigas Langer sáo. Efeitos finais A partir da expressão E = E. Para a estrutura & Fig.104 reticulado . 11-220. Equação de compatibilidade: .67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.3Xl = O .I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4. por isto.. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.T(Y Fip. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.83El . 11-216.v1 I Fip. S. 11-219. Hiperestático: 6. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 .67 + 23.. etc)..198 Curso de an%iae estnihird ffipe. Sistema principal e hiperestático Rompendese. + 1.42. representados na Fig.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 .evi. respectivamente. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . segundo suas l i a s de influência. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. entáo. L filo + 0 12 L I.228 Nesta expressão. dentemente. . generalizando. função dele. conhecer as linhas de influência dos Seja. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. cia. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. generalizando.apenas E0 s X1 X2. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. De forma inteiramente análoga. . por exemplo. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. no sistema principal. devido à aplicação de uma carga X1 = I . teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. função apenas do sistema principal adotado. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. 11. pois representam os valores do efeito estudado.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . 11-228: Com isto. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. no sistema principal. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos.( P1 1 L. no sistema principal. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). X2 e. as l nheeidas. I. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. naquela seção genérica. pois. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. Lembrando. o teorema de Maxwell sabemos que. U - x2 = - a 12. os 0 ij. agora.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . independem do carregamento. que: 20s Nestas expressBes. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. o pmblema está resolvido e. ao passo que os são. então. como os diagramas a combinar seriam os mesmos.

a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .!Vc e. em nosso sistema principal adotado.) Recomendamos.. ou seja. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. - [o 7i I . para a carga P = 1 . Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para.M 8 .* k h Fip.o metodo das forças 207 . conseqüentemente. pois.P ) corretos Ora. A partir das conclusões do item anterior. Não podemos. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. Supondo que. Nras hiperestáticas.2 . WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- .Hipaestdtica 4. (Podemos. 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. 11-229. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. também..Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. até aqui. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. pois. temos: Fig. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.ou seja. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. devemos multiplicar os nossos (. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc.

obtida pela combina.L I. M I I . lrn. . com o carregamento indicado na (. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . . 11-236 . 11. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. ou seja. de inércia constante. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. traçar as linhas de influência seguintes. ou seja: qx.EO + ZEiL.m. pela expressão: 2. M~ VF. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. 11-232.Para o quadro da Fig.1 . Fig.3 1 I I . 11-232 barra CF L I . Sistema principal e hiperestitieo~ X1 .Uma ordenada gengrica R Xi da elástica.LXi (11.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3.234 Os coeficientes q 1 e V 2 .233 rhh I 7/90 Fig. I. entao: a) Trecho BC Xi Fie. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. Temos: 1.1% h h a ) da matriz Fig. Linhas de influência dos hiperestáticos 5. 11-235 Qv Temos. dependendo do tipo de mísula. 11-235. I. X.ApIicações E r 11-33 . HB. M ? ~ . = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. Diagramas no sistema principal X.E = LI. . conforme a tabela 111 do cap. Matriz 1 61 Fip.11) 4. h(?. 11. Fip.

laia) da matriz [ p ] . se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. 11-238. Sendo assim. vemos que. pois a carga P=l nso percorre esta barra. Fg. o que faremos a partir da defullçáo. X2. Com isto. em cujo conhe cimento não estamos interessados. temos: 7 Obser~nção: Haverá.55 . 11-241. n2o precisam refazer os cflculos. 11-239.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. 11. então. 11-238 E Y c t . Fip. o que Podemos. para obter a L I. uma elástica para a barra vertical CF. multiplicando seus valores por 2 . A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços. calcular sua ordenada extrema. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. ou seja.94 . com o carregamento indicado na Fig. .237 b) Trecho CD Para este trecho. temos a linha de infiuência representada na Fig.232. bastando. obtemos: Teremos: % = . portanto. TIA= 1.obtendo: Fip. 11-240. 11-240 Comparando com 5. Temos a combinar os diagramas da Fig. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig.1. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. também. 11. X1.124 2 7 = 0.210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática .

a partir do quadro de valores seguinte.Mc -1. VF = L.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.1 xL. barra C F =L.LINB Fip.2 - - L.1X2 )..( LI. a linha de influência representada na Fig. (Mole barraCF -L. Outras linhas de influência barra C F 6. 11-243.13 -1. 11-242.3 .1 L I.X2= LI. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.64 -3. I.39 %E0 . Vem.64 .I.L 1.í.I.(Vo)F . temos: .1.V F Temos: Temos: L I. X1 30 + L.212 6.13 +2.l. 11.96 +1. LX1 I .X2- LLMc barra C F - . na Fig.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.X1 + 1 L.96 t3. estando representada. entáo: a partir do quadro de valores seguinte.39 VI E 6.2.

30 L 1. 11-244. estando traçada na Fig.(Ho)i( . I. Q v . I. L L Q V E LI. .4 .L 12 1 6. X . MI1 = L 1. . lemos: I L I.5 L. XI ) = 12 L I.L.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . Fip 11.5 .estando traçada na Fig.X1 + .L. v .I. I O . M ? CF..L 1. 11-245.I. ( M o ) II + 0.12 1 L. 2 6. 1 .0 que é aiiás.245 .L .o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. X 2 = I2 1 1 -(L.1. evidente.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.L. X.

Adotando o sistema principal da Fig. 11-34. cho horizontal em que se desloca a carga unitária.0459 "x1 0. a L 1. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo. X1 . '71 0. .1. com o carregamento dado na Fig. Seção do 2.-L.0349 '12 0.245 1. MI = L I.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. Fig. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. com o auxílio quadro de valores a seguir. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. contada do apoio esquerdo. (MO)I .indicada na Fig. Xl . Q1= L I.10). Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-.217 I E*.1 ) no lugar 116 de X1 . traçada na Fig.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ .I. obtivemos [ SI= [I 161. ( Qo ). 11.L.0560 0.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. 11-70 do referidoexem.5 L I. plo e que esta transcrito a seguir. para o tre.2 .38 I I1 111 .38 0.0349 0. 11-246. obtenios. indicada na Fig. 11-248. 11-247.1. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3.0459 0.48 0. OU seja. 11-249.0560 0.

a linha de influência da reação vertical em A. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA.2. . para a qual desejamos obter. que aspecto terão estas linhas de influência. obrrviflo do item 1. ordenada nula na seção A). em A. pois nos permite conhecer. I. I.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. 11-251.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. no sentido oposto ao de vA positivo. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. Assim. em A. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse.3). atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. idêntico ao da Fig. 11-252. serão obtidas por pontos. teremos.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática..L. 1 deste volume. 11-251.2 e 11-251. por exemplo. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. para a mesma estrutura que a da F@. 11-251. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. a linha de influência desejada. N. oquedemonsiraque. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência.ipJ). -VA x l + l x q = F x O . aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. b) A regra de ~ ü l l e r . q = VA. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. De maneira inteiramente anáIoga.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. . agora. seu conhe cimento é. o p r b ri.2 a aplicação. bastante útil.3: Fio 11-250 . pois. que se comporte à flexão como viga biapoiada. 11-251 14 Ver enunciado no item 4.2 do ap. em se tratando de elásticas do sistema principal. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . 11-251. temos o A esquema estático da Fig. no entanto. 1. sendo a elástica desta estrutura. 11-251. Considerando.4 do rnp.1. para a viga mntinua da Fig.

-q . submetida ao carregamento indicado. Temos. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . na direção do hiperestfitico X3 (no caso. Derivando esta última expressão em relacão a XI< . encará-la mmo sendo a estni11. 263 a energia real de deformação da estrutura. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig.253. i Ex 11-35 . que 6 3 = 0. devida ao carregamento atuante. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. J x. obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. 221 Podemos. submetida ao carregamento P indicado. Sendo assim. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . .2. conforme já sabemos. obtemos .. por exemplo. que possui inkrcia constante. 11-255. .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. 11-254. submetida ao mesmo carregamento Pi . que representa o aumento da deformação a 2 . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. sendo o valor de M a determinar. podemos escrever que 6 3 = -r = 0.o método das fowra isostatica da Fig. então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. sendo r . agora. Por força ados teoremas de Castigliano. 6 o deslocamento horizontal de E).a2 T - ax3 .~t i a . acrescido dos hiperestáticos X1 . 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . Devido à simetria existente. Xg .220 Curso de anáiise estrutural I I I w . que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. por exemplo.Empregando o teorema de Menabrea. podemos dizer. aumento este essencialmente positivo.' .

por exemplo. p s o indicado na Fig. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 .. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . i. vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. a partir de um sistema principal qualquer.Verifiraçk I CS x2 . X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . Conforme vimos no cap. M = N=Zo + N I X I + N2X2.1. 11. 12 Impondo o teorema de Menabrea. m=Mo + M ~ + M2x2. a partir do estado de carre gamento da Fig.+&L 2 qx 2 Levando em conta que. submetida ao carregamento indicado.Como: M(x)= -'.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . 11-256 de diagramas 6. 11-257. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.256. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2. "C:"'] + + e de x 2 . I deste volume. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido. para a qual desejamos.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. calcular o deslocamento da seção m na direção A. 11-257.2. N = N O + N I X l +N2X2. a igualdade pode .1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig.

o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. ) . da Fig. 17 N casa de emutura no erpaco.temos. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática.. substituir por (11-21).224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. rotaçao num engaste. 6. m u e. a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. 11-258. 11-258 Fia. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri.hiperestática no ~. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. por exemplo. K x E são os esforços atuantes na estrutura . near de um apoio do 2O gênero. então. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . calculamos. nulos). obtido a partir da estrutura hiperestitica. N. No .. A partir das duas Últimas expressões. deslocamento li.280 que queremos cplcular. empregando a tabela 11: Fia. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). substituir por (11-20). no caso de carregamento externo. estado-de . empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. ~. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. valores estes que sabemos serem . da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. etc. 6 120 (sendo. num sistema principal isost6ticO 18. E r 11-36 . 16 No casa de estnitura no espaço.canegarneE. portanto. 11. U-259.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. anterior. e Mo. O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e .

Ex 11-39 . que conhecemos a priori. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. representado na Fig. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. que reproduz o resultado anterior.Empregando o teorema de Pasternak. senão vejamos. 11-265 não poderia ter o engaste em A . obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. 11-262 Fig. 11-265. o sistema principal da Fig. escolhendo o engaste A . da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. ser nula.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig.. o deslocamento horizontal doengm te A. 11-258. cujo valor.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . I Cslculemos. no caso deste exemplo. a rotação da tangente à elastica num dos engastes. 11. indiferentemente. náo será possível esta verificaçáo. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. U-261. combinado com o diagrama M da Fig. Temos. nos fornece: Temos.09 = + 2. por exemplo.245 mm. temos: I I r%. 11-262 e 11-263. 11-21.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. para a estrutura da Fig. a Calculemos. 11-260. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. submetida ao carregamento indicado nesta figura. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X.45. Ihado com um dos sistemas principais da Fig.6 = I = 0. 11-266. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. os diagramas Mo e M das Figs.82 + =)= 2 +2.Obsewuçüo: Para o estado de. a partir do si* tema principal isostático da Fig. tmba. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. x 4. 11-261 Ex 11-38 . Assim. por exempjo. Fio.45. que sabemos. . por exemplo. o diagrama indicado nesta figura que.$egamento poderíamos ter. ~ 1 = O. Ib19. que sabemos a priori ser nulo. Ex 11-37. caso contrário. . A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. 11-264. desejamos verificar. a priori.11-263 e .

sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. 11-287. o deslocamento da se$%om. 11-266 Como.expresso Fie.y c] Fie. na direção A. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura.1. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. também. 11-257. . para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. a partir do estado de carregamento da Fip. 11-267. I deste volume.1.1 deste item. 11-267. Q = QIXI + Q2X2 .14) e levando em conta que: M = MIXl . evidentemente.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada.) de temperatura Se a estrutura da Fig. por ela provocado.Caso de varia* + M2X2 . (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. para a obtenção de M. valerá.1 . 11-267. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. finalmente.Estado de ddomirSo IEnorqm: M. Podemos. 1 .2: 6. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp. N 0 . senão vejamos Partindo da expressáo (U. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. N = NIXl + N A .

Q . como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. a partir da expressão (11. *' I F i i 11-269 .2 e 11. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1.o método dss fo/ 231 No caso. 11-40 .a partk dos quais temos. 20 No caso de estnitura no espaço. para o sistema principal da Fig. finalmente.N. calcular defomações em estrutu. hecido. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. por exemplo. temos. 11-41 .yáo dástiEP da csflunira).Le do cap I. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo.Hipmiática . 11-19).Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-268. No. a rotação da tangente à elastica mo e No.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. I em A. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. Ex.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. Calculemos. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente.3. substituir por (11-22). os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. 268. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform.268. Ex. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. então. Escolhendo o sistema principal da Fig. seus valores serão nulos e ficamos.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. 11-270. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. os diagramas .16). toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. 11-24): A expressão (11-16) nos permite.

11-273. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.. então.2 e 11-272.. indicados em 11-272. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento.14) para a expressiio (11-15).Ciso de reealqws & apoio 6= 0.. para a q u d queremos calcular. obtemos. no item 6. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. . pico.2 deste t6. 11-2732. 6 um retângulo de O. 11-42 . de 0 9 8 m .o e 6 1 6.1 . então. N O .1... já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.A - Fig. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. N. por exem$10. 11-271.Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. C .4 m de altura.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.. para a obtençáo de M). podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos.000002 rad O . se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.1. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . 11-272. então. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. 11-273. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. O ) Fip.@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. temos.3.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M.3 A scção central sobe. constante. Ex.113 execução. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig. o deslocamento da seção m na direçzo A . submetida aos recalques de apoio indicados.

o deslocaNa expressa0 (11-19). 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. as expressões (11-12). (11-16) e (IE19) se transformarão. Ex.' . 11-274. Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. Podemos. indicados na Fig. respectivamente. 11-272. então. para o caso de estruturas espaciais. Mo. dos apoios A e B. Fig.1) podemos escrever. calcular deformações em estruturas hiperestáticas. se referem a um sistema principal isost6tico e M. Assi. para o quadro da Fig. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. Calculando. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos.271. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. Ro. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica).Calcular. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. 11. em: Fip. provocado pelos recalques.2. também. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. tomad o na estrutura hiperestática. obtendo.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. a partir da expressão (11-19). sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. No. por exemplo. aquele devido ao momento torçor. 11-275 No caso de ertmhira no espaço.0175 m = 1.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . podem -ser feitas. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. . em seu cálculo. 11-44 . substituir por 01-23). as simplificações mencionadas no item 1. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. 6 = 0. que . . imediatamente. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. (11-13).o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação.e do cap. já são conhecidas (V. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . Ex 11-43.75 cm (para baixo). N. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. a partir de (11-18).

+ .1 . Todas as barras têm mesma indrcia.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática.pmmto.Para-a estrutura da Fig.00099 ' - 0.278.En.Enido & sri.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.s = 9.Para o quadro. 11.a m + d m .Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. 11-278 H. w I Fig. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque).279 .do&&foimi*k. que possui inkrcia constante. 11. 6 7. 6 = 0. da Fig.3 . 7. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 7 . b) calcular o valor da carga concentrada que. 11. 11-277.280 + de 7.Pmbiemas pmpoatos 7. 11-280.5 .7 - 18.9 . + 11.4 c*- d C b ---C t L+ Fig. de inércia constante. E n E i -inFig. Fig. 11-281. aplicada emM. 11-275 .236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7.001 rad.2 .C Fig. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado. 11-279. .276 . 11.

11.As fibras superiores da grelha da Fig. é submetida a uma variação térmica linear.284 provocado por: a) carregamento indicado.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. Determinar as rea' @s de apoio. rotulada em A e engastada em E.Hiped6tics . Fip.9 . respectivamente. A . 7.8 . definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. Dados: E. 11-282.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. r. 11. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.10'. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC.W = 104 tm2. 11-283 Fig. Sendo dados = 10-5/oC. S. J. 11. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.7 . A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior.284 . AB=BC=6m Fip.283.s m (altura da seção reta). h. nos bordos superior e inferior.Uma viga de seção constante. Fip 11-282 7. = 2 . 11-282 7. h = 0. 111 -- &2t . a. segundo a altura h.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia.o método da9 fo- 239 7.

Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig.12 . i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp.Idem. 104 tm2 = @ : .14 .16 7. - . para o quadro da Fig. sendo Jm = J.r .288.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. 11. de cima para baixo..11 . 7.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. 11-286.13 . J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. tracionando as fibras externas ? . quando atuar o carregamento indicado. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. I . 7. 1.289. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp. 11-289 J = J mmp.O apoio B da estrutura da Fig. São dados: Jm Barra curva: -.~ 911-290 . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. Dados: JA = JD = Jcomp.1. 11-287 sofre um recalque de 1 cm. 11-286 7. 11-291 durante a montagem para que. Ucomp. JCOSP Fig. 11. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio.15 Fig.

295 7.2 q .Resolver a grelha da Fig. cujas barras têm E =2.21 Fia. para o quadro da Fig. --f-'"-f- 7. = 104 tm 2 7. CJ.18 . n-293.m+- b 7.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ.24 . para a grelha da Fig.Empregando o artifício do arranjo de cargas. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.'i %*.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.Idem. cujas barras têm inkrcia constante. .22 . 11-295. 11-298 . regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . * - ' - L .Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. 11-298.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig. ga balczo semicircular da Fig. 11.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi.+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. Fia. 11-296.204 720 .19 . 7. 11. 1 1 . Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. 11-291 . 11-299. de dilataçxo: a 0 Fio. l - ]+6fiLJ 7. submetida a um cai.17 . obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig.Idem. que tem F J I GJt 723 . 11-294. 11-292 +.

São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . para o quadro da Fig.Obter para a viga da Fig. para o quadro duplamente simémw da Fig. 11-299 7. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído.25 .I ! 7.Idem. para o quadro da Fig.Idem.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .302. 11-300' + 7.28 . Fip. Q I Fip. 7. 11-300. 11. 11-301 73 . i Y= Fig.27 - Idem.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . 11-301 .Calcular a compressão atuante na barra EF.0 .a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB. que tem rigidez EJ = 10 tm2. 11-303 Fip. s = to-> m2 .Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. iI-303.

de inércia c o n i tante.31 .34 .Empregando o artifício do grupo de incógnitas. de cima para baixo. obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. Os carregamentos.Idem. 11-307. 0 . para as estruturas (grelhas) da Fig.1 x lo4 tm2. . Ir-308. .que tem W = 2.1 3 6 7. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . da F ~ R1 .32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. i g 11-308 7. ü-309. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. indicados esquematicamente.yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. F .

a = IO-~/OC ttttttt* 7.313. obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. 11-315. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 11-310.35 -+ Fip.39 . Sendo a seção transversal um retângulo de 0.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig.38 . São dados: EJ = 2 x 104tmZ . $tlm Dados: Barra horizontal: - . 4 1 .5 m de altura. 11-311. que tem inércia mnstante.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. 11. 11-311 .7. 11-309 3m ?L I 7. para o quadro da Fig.37 .40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.ri 4 7. 11-312.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. Fig. 11313 +. I Fip.As fibras superiores da greba da Fig. G J I = 104tmZ . 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. cujas barras t h inércia constante.

para o quadro de inércia constante da Fig. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural.f.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig.318 7.o método das forfs9 251 Fig. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. 11-321.l i i +. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. para a viga armada da Fig. 11-316 W = lo4 tni. valendo. 11. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). ambos. comprimento deve ser dada A barra O?. 11-323. . cotando-as nas seções indicadas.*. e de momento fletor na seção 1.Resolver a viga armada isostática da Fig.45 .3 19 e 11-320 que têm inercia constante. Traçar.4 Fie.46 . 11-324.322 -+h-+ 7. de cinia para baixo. . as linhas de influência de esforço normal na barra U:.42 .-. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.47 . Dado: a = 10-5/uC..250 7. 11-321 4 +s. com a atuação do carregamento indicado. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. para que.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A . 6m-i(L6m Fip. i . 11-317. sejam nulos os momentos fletores em B e C. 3 cm. A F aII Fim. 11-318.. traçar o DMF Fig. . para as vigas das Figs.48 Fig. . L i 7. 4 .. 11. para o sistema pênsil da Fig. 4m t 3 m * 3 m + 7. que variação de durante a montagem. 11323 - Para a estrutura da Fig. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. ~ o m 4 vãos.ticulado = 103 i. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. 11-322. )viga I II B ----.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7.Calcular.e as barras do reticulado tém /:S = . 11-319 Fig.i - L I u . (S = muito pequeno.43 . até foram tabeladas par Georg Anger. .

11.51 .Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.283.49 o quadro da Fig.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. 11.50 . .52 . 7. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. E + A + * + 112 2 Fie.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 1 I 8 Fip.Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t.293.2 13 4 7. 11-326e 11. 7. 11-288.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste.313.53 .Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. 11-325. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. que têm rigidez E% . 1.55 . 253 da es- . para .Ic 10 Jc Jmax 7. 2 13 7 . 7. que teni EJ = 104 trn2.2Jc 7. gas das Figs. atuando em A. 4 1 112 11-326 . de cima para baixo.Calcular o deslocamento vertid.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 . 1 .54 .327. sob a carga P para as vi.o método das fotrutura da Fig. 11.Empregando o teorema de Menabrea.

Barra BC:-8. Barra AD: +6. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7..86t.EJat (traciona fibras superiores) h . Barra BD: +6.T Hipaesiítiea .5 7.75t.ESt.38t Esforços normais: Barra AB: -4.o método h i o q 7.4 7.6 2 .7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = .5t.ql 3 - Tração de 3.

73mm Reações nulas .151 .298 qR1 715 7. r-o .I I I 7.16 7.17 .19 .Tração de 4.Momento fletor: qRZ.Momento torçor: 0.Encurtamento de 4.

apenas.29 - Diagrama nulo 73 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .o &todo das forças 7.2 .0 .2.63t 73 . o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .Indicaremos.

43 - Encurtamento de 6. 7.4 em .260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.

' Curso de anais estrutural f6prestádca .v.o metodo das fo- .

o da Fig. então. a O esquema estrutural da viga AB é. 111-4 1 portanto. pela constante k. Podemos. associada a uma rotação 8. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. dizer que o ponto B da viga CD é. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. 111-1. sob a ação de F. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. pois estamos no regime elástico). pois. 111-2 A móla fica defmida. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. dita constarite de mola. sob a ação da carga recebi. I Fip. Para conhecermos esta constante de mola. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. 111-4. como apoiada em A e engastada em B. a viga AB da Fig. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. .1 . o da Fig. se deformará. esta viga funcionará como biapoiada. agora. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. 111-5. uma reação-momento M. um apoio elástico. da. numericamente. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6.2) Fip. 111. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. Temos. sobre a viga CD. ~7 Fip. em B. 111-3. então. 111-2.1 Seja.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. neste ponto. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. portanto.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. aparecendo nele.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. A seção B da viga náo poderá @ar. finalmente. Se tivermos. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso.-M (111. Estamos. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . a viga funcionará. devido à rigidez infinita da parede @ . Agindo uma carga P sobre AB. então. pois K = . para a viga AB.

teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E.3 . uma deformaça0 6 = -). resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. ou seja. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. por analogia com o caso anterior. K b) deslocamento vertical de C. 111-7. Fia.2 111. acrescentar aos termos atd aqui considerados. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I . o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. c) rotação da tangente A elástica em A.1 111-6.1. Por exemplo. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. 111-6.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. no estado de carregamento. Basta.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . pois. F uma força F (ou seja.6. no k a t a d o de carregamento. que tem El 1. para cálculo de deformações em estruturas.3 (que fun- Como. Ex 111-i. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas.6. A aplicação seguinte esclarecerá. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. respectivamente. 1 1 1 8 qM 111.k . nas aplicações usuais. estas molas terão. = 104 tm2 . ld tlm.Para a estrutura da Fig. uma força F e. 111-6. no cálculo dos EJc 6 . para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. Dandese h estrutura. 111-6. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . no estado de deformação. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.2.

Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. temos: i 2. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . 6 = - 18. 111. M = imt F = 1/47 Fia.26. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.33 + 12. 111-10. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. também.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.5mt 111.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. A B n C A - Fig.83 X1 = O . 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2.9. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está. K = 104mt/rad . São dados: 4 = lo5 tm2 . Equação de compatibilidade: . 111-9.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.8. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. temos: .'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. resolvido. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '.1 Fig.9 1. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J .

181-14 Observação: A partir das expresses (111.Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0.19. da viga-balcHo da Fig. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0.1) e (111.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. IU-3 . cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC.2) sabemos. 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1. Sistema principal e hiperutático Ex. 111-19-1. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 .05 2 Diagramas no sistema principal 6.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. no caso.Resolver a grelha da Fig. Hiperestático X1 = 0. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.l rn 111.1 u = lo-S/oc . Hiperestático: X1 = 2. Diagramas fmais Fio.62 6. 1 14 . 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. 1 Wc611= 2 x 3. S%odados: 5.18 Fip. Ex.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario). 111.

--Irt-- =z Fig.. possam.X~ A = O 2 vezes derivada. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . "'Z I..introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. Deslocamento vertical de A: - . 111.I( . vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.~. temos. .Curso de anáiis estrutural Levando em conta que. 111-19. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).15 do cap. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. para atuação de X1 = 1: . para o funcionamento da estrutura como grelha. ser considerados contínuos.20 3..a do exemplo 11. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. membro a membro.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico . com rigidez H .0. q (xl 2. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. com precisão satisfatória.1 .35 .-%. então. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de .935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2.14 Xl 6 . de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec.. Ann Arbor. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). em cada se. .-I .x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga.2 r o s O ) d o + . 11. igual a ky. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que.#. Temos.as cujos apoios elásti. I Fig. Equação de compatibilidade 5. Hiperestático X1 = 9.= . temos: I.. --. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. ção..20 + 2. 111-20..=ontfnuo tenha inbrcia constante'.. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.-- . em relação a x: 6. v. de.

22 i Passemos â determinação das constantes de integração. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga.h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. devemos ter m riável. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. com o que ficamos com: I I I . levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. Levando em conta que y ( . dados por: k -4EJ 4 Fip.2. no caso: que 0. cuja soiução 6: será.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. . No caso de inércia & = . a partir de (111-5). 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10). dada por 4y =o. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ . a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. sendo assim. 111.I _ dx2 1 Derivando. obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. 111. devido 2 simetria existente.~ e . obtemos. devemos ter C1 = C2 = 0. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. empregaremos o princípio da superposição de efeitos.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - .) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). y(x). a partir de cuja solução. submetida h carga P aplicada em O.21. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. obtemos: ~ ( x = dr = .I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig.1 . entzo. temos.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante.21.Vigas de mmpnmento infinito I 2.

13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .P/2 5 . válidas somente para x Po ritivo.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . a partir da? equaçõcs dcduzidas.~ No ponto de aplicaçao . (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 .. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . sabemos tambhm que: Q (O+) = . de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.M(x) e Q(x) se encontram na Fig. então. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. ~ ( x ) .12) a partir da qual. vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).2 EJ dx2 h2c3 e . CfXx) e D(Xx). calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. B(Xx). que C3 = C4 .-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). 6 As expresròer (111. da condição: ~ ( 0 = 0. a introdução das ~ s funções A(Xx). temos 5 Estamos. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro.sen X X ) A I Q(x) = . 111. obtemos. finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = .22.da carga P(x= O). Permite a simplificação das equações (111. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas. simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e . cotn o que obtemos. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.h x (cos xx + sen X X ) (111. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas. ~uperposifão de efeitos.' x - Devido à simetria existente.17) (111-18) .e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i.

la é k = 4 x l d tlm2. B(Ax). as funçer' Afix). mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. com o auxílio da tabela XVIII. imediato.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx . repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. . 111-5 . então. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. Ex. 111-23.

Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.M A A /Axl dr3. temos. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y . (111-17) e (111-18). Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício. a ten8endo para zero. temos.2 . que: = . empregando o principio da superposiçZo de %. aplicada na origem 0.respectivamente.A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24.2xBfix) I = Mo x2 --.. 111-24. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. Fip.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -. levando em wnta (II1-21).-A . empregando o principio da superposição de efeitos. o produto Pa tender para Mo. Assim. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M . igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada.1. 5 22. a partir do quadro de valores a seguir.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + .-. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . 111-26 .2 quando.

para O cáiculo de Vc.e-Ao COS h=) + (1 . eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. MC e QC .27 Partindo do esquema da Fig. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B.e-Ab cos .b) Podemos. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . 111-26. que: V Fia. os gráficos indicados na Fi& 111-25.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. obtidos levando em conta que. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX).(e-'' 2k cos xu . Em particular. teremos: 22. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. obtemos: . os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. devido à anti-simetria da solicitação. 111. entzo. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. respectivamente. nI-27.e-Ab cos u) Podemos. então.3 . temos. Empregando o principio da superposição de efeitos.l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. entHo.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC.

MC e QC. evidentemente.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. Para o caso.. que desejamos resolver. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga .1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . a partir das expressões (111-21) a (11124). -V 2.. poderemos escrever que: . da Fig. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído.1. Iii-29.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. por exemplo.3. QC . o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. submetida ao carregamento indicado. Seja a viga semi-infbita da Fig. . 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. 111-28.

111-29. submetida ao carregamento indicado.2 deste tópim). trabaihando. Temos. 111-29. por: P ser8 Asim. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo.1. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. se conseguirmos fazer desaparecer .MA e QA para a viga infinita da Fig.2. em AW. IIM2 submetida ao carregamento indicado. OD . sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. Caso tivéssemos MA = QA = O . em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). em A. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. atuantes em Aeq. que não estaria.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7. a - ou *a: P M E = .2. então. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. empregando-se o principio da superposição de efeitos. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P.[ I + C 2(Ao). Ex. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. 111. em A.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. 111. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. 111-30.31.3.Resolver a viga semi-infinita da Fig. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A.1 residiria na existência.2. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. o momento fletor atuante sob a carga si dado. no caso. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item.6 Para a viga semi-infinita da Fig. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. assim. isti. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42)..286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2. 111-29. 111-29. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig.

sendo YA e M . obtemos. 111.//. Ex. 111-34. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. . a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. acrescido das cargas Po e Mo.2. 111-34. obtendo-se. aplicadas em Aesq.) - i. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. Sendo assim. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. 111-34. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada.2.35 submetida ao Carregamento indicado. 111-33.1.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. submetida ao carregamento indicado nesta figura. ) . 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. y =M = O . para o ponto A.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig.2 . no caso. válida para x O. 2. d e fmidas em (IU-43) e (11141. para a determinação de Po e Mo.3. na viga infinita. suporemos P aplicado em Adir. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. apenas. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. U1-34.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m . a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são. iII-8 .Resolver a viga semi-infinita da Fig. a solução do problema. o deslo-ento .

1 e 2. . 111-37. A !"t=*s. 111. obtendo-se: E% nI-9.S.a viga infuiita da Fig. Por analogia com os c h s antdores. 1II-36.. Fig.38. submetida ao carregamento indicado.. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.. -.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada.ciM A A .35 I V Fio. 111-37..fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . em conta que. válida para x > O.Para a viga semi-infinita da Fig. I obtemos. No caso.e. 4 2 - OD ---r.38 Suporemos o momento Po e Mo.46): - .. 111. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo )..3. - I U . . aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando.%n/ . obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.. a partir de (11145) e (111.2. = 1P = O. levando em conta que. para ..>"m#s./3& * Fig.3.~w1 . então. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23. 233 . . enião. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. 111. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. I . acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. obtemos. obtemos: Assim sendo. obtendo-se. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig.1 será a da viga infinita da Fig. para a viga infinita da. =. a soluç%o do problema.

e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. levando em wnta que devemos ter. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . lIU1 i" -7~ - . os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. 1938. MoA. Bulirn. nas seções A e B da viga infinita. w m isto. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . no entanto.~ t i m apoios dásticoa . QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes.28 (Aa) D &a) ] 2. tais que façam com que apareçam. dado. e MoB . Resolvido o sistema anterior. a parür do e i quema da Fig. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s).uoA . devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. Este pmcerso foi apresentado. as cargas PoAr . desde que acrescentemos. que apresentaremos a seguir. Seja. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. par exemplo. nas seç&s A e B. obteremos os valores de PoA. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . "F . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. na resolução de urna viga infinita.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. submetida ao carregamento indicado. 11140. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. 111-39. Daí. Procedimento lançado por Hetenyi. i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. Fio llC40 Fk. p l s primeira vez. então QA MA. da Fig. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. ao carregamento atuante. para esta ultima.4. Sendo. na viga infinita. Pog.1 . analogamente ao caso da viga semi-infinita.A (Xa) CIAa) .de cbmprimento i . por M.-! t _ - I *v P o ~?A .CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. IIMI. IIM1. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar.

II143. i 11143. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P .e e 4. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip.& : . por c o d i d a d e de ipresentaçüo. agora. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. adotunor cvmo carregamento uma única . as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E. M = Q = O em A e E. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. a) C ~ M t i . -dicados na Fig. as mdiçóes de contorno. .1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143.2 (carregamento anti-sim6trico). concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.nocm de valores negativas.2 (carregamento anti-sim& trico).1. rmpeetivamente.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. as duas cargas concentradas. sendo sim6tricas as cargas . e . sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. as duas cargas . defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. seus sentidos sertío os h . chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. ~ a aplicar no caso da Fig. temos. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. III42.2. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo .1 (carregamento sim&rico) e 11143.l. ao caso da F i i 11143. 11143.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig.h e t n è ò m Impondo.(M). a partir da funçso E. a partir dafunçtío E. 11143. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso.subme& da ao carregamento indi~ado. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. respectivamente. temos.

defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. agora. y = M = 0. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2.2. as duas cargas de sentidos opostos de PD).2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são. Concluindo. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. eM : estão definidos nas express6es (11148). MA. carregamento.1.3 . si30 dados por: 6 P" - regament~'~. y = M =O.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. 1114. 1114. Assim.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. (111-51) e (111.3. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. a primeira delas submetida a parcela simétrica do.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. respectivamente. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig.52). 11145.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o .(Valores positivos de P : 11143.2 e 11145. em A e B. e que são y = V = O). em A e b'.2 e 1114.4. submetidas. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).1. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : .2.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. cargas Os valores de $. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. acrescidas das cargas para o I? caso.4. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica.3 submetidas respectivamente.M:. (11149). e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. e das cargas % e @ no 2? m .Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. caso. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.4. e das : e @ no segundo caco. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.

submetida. a partir do que vimos no inicio do item 2.4 . na viga infinita. como o carregamento atuante já C simétrico.Exemplo de aplicaçãa Ex.4. 111-46. entretanto.D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . levando em conta que . obtemos: 2. mmo X l = I. será a da viga infinita A = P . vêm: e = 0. s t e remos a parcela simétrica a estudar.X 1 . entáo. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig.47 submetida ao cmeda gamento indicado. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1.1. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. QS a) V I .4. 4.94P Nestas expressões. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. que. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. respectivamente. de . no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas. A resolução da viga íinita dada será..! NO . 111. 111-48 . as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. sua resoluç%o. o principio de superposiçáo de efeitos. e n m . v2 Empngsndo. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). I l ~ 6 No casv. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. sidtricas. bordos lines da Fig.1 deste t6piw. dados por / 2 1 Fig. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam.

1 Fig. bem wmo das rotações das tangentes à elástica. que sua deformada é uma linha reta. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . se. por exemplo. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual.2. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. sendo tamdation Analyrb and Durgn". podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. entretanto.': 11149. Determinado o valor de M. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. para as vigas do terceiro grupo. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). 11149. f . ficar com os primeiros valo. podemos dizer que A ( A I / . ao se estudar um de seus bordos. podemos desprezar por completoafle xáo danga. \ . em que b. tPf U. Por procedimento inteiramente anaogo.1. a partir do esquema da Fig. Posta e torção. McGraw HiU 111. estudadas com todo o rigor. pode ser obtida a partir dos valores de c. de ocorrência de flexão com. estudo de problemas mais wmplexos. pois. consideraremos. para cada caso.2 '2 < > Para o primeiro grupo. os valores 0. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. A A 1. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que.4. a viga como semi-infdta). dentro da teoria apresentada neste item.. vigas deste grupo devem ser. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua.. .Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. 11149 Sabemos. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. D (AI). poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. tais como os casos de vigas de inércia variável. o segundo grupo. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo.. dada por k = c b. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. que será determinado levando em conta que . a constante de mola k do meio elástico. de bases elásticas 'com constante de mola variável. . 11148. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. então. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.60 e 5. preferimos. senZo vejamos: Seja.2." d) Em função do valor do produto ( A I). 11149. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo.49. Finahiente. Hetinyi. o problema está resolvido. onde fornecemos. entZo. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . considerandea como infinitamente rígida. t + 3.2 i . . a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. do ponto de visfa estático. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. relativos a vigas sobre base elástica. que resolverá o problema. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. 0 . são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. res (sugeridos por Hetényi). viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). é o que está feito na tabela XIX. já citado neste tópiw.

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TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

- .310 3.11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .

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