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Sussekind - Vol 2 - Deformações em Estruturas e Método das Forças

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curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

-

-

I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

-

- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro.0 de abril de 1974 . >-. . Nestes últimos. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo. . e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01.. de edi*. Domicio Falcão Moreira e Silva. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante . na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. .i.-32E.&. j? da Edftom Globo S. .. \ ~ ~ $ C ..0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0. idéia esta que cresceu com. 1. José Carlos Susekind .. ~ .:: -&&c\+\ . l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis. a partir deles. Pois. o estudo de alguns tópicos especiais.objetivo final de nossos esforços.. --. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. incluiremos também. :: C~!L.f<..: h O r!. . .. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. Na apresentação deste Curso.g. ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda.2Direitos excluiivor . . A.I .r c .- . sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. 1 I:. estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. que se vèm deparando com o mesmo problema. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas.- . ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. 1 .- 7 .S. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários.

Hiperestaticidade total 104 1.4 1.? I. 2 .3.Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2 1.Teorema de Betti 78 4.3 1.2.1 4.2.2 .3 1.F6rmula de Mohr 3 .Cálculc de deformações em vigas retas .3 4.Cálculo de deformaçües em treliças planas .1 1.4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .Hiperestaticidade externa 104 1.Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .3 .4 .Sumario CAPITULO I .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .Teorema de Mêxwell 79 .Processo de Williot .23 1.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .2 .Teoremas de Castigliano 80 4..Hiperestaticidade interna 104 1.2.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.2 1.Processo de Mohr 57 .1 .& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) .2.1 1.Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.4.O mbtodo das forças 106 .4.4 .Teoremas complementares 78 . 1.O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /.2.4.Aplicações 105 - . dos amios 55 2 .1 I.

áo i s grelhas 172 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.1.1 2.2 1.2.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .1 222 2.2 Obse~a$õcs109 .ara o niétodo das forças 112 .Aplicações 113 .1 1.2 .Introdução 272 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .1 ' .5.Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Observações 301 287 .3 7 8 - Verificação de .4 elásticos discretos 264 .Caso de recalques de apoio 233 6.Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .4 2.4 Apoios 2.1.3 .Roteiro p..Vigas semi-infinitas 2.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .1 1.Caso de bordos articulados 298 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .3 22.Caso de variação de temperatura 228 .1 6.Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .Exemplo de aplicação 3M) .As bases d o método 106 .Roteiro de cálculo 206 4.2.Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .5.Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 ..2 2.Definição dos apoios elásticos 264 .Viga finita .4 7.3 2.4.4 2.Caso de bordos engastados 299 .2 .1 4.4.Caso de bordos livres 294 .3 1.4.5 3 4 .Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .Caso de carregamento externo 222 6.5.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 . .Vigas de comprimento infinito 274 .C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Artifício do arranio de careas 153 - .1.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Aplicai.2.5.2.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .5 .5.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .O teorema 6 .3 2.3 2.2 2.Base teórica do método de resolução 203 4.2 2.Processo de Hetenyi 294 .4.Problemas propostos 236 .

são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. a seguir.Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. Enfase especial mereceram. sendo apresentados. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. que é o método das forças. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. os casos de vigas e treliças. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. devido A sua grande incidência na prática. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). os processos particulares de Mohr e Williot. neste caso. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). sendo abordadas. Finalmente. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. . e as estruturas sobre apoios elásticos. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. para os quais apresentamos. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). Ainda neste capítulo. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. variação de temperatura. movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. quais sejam: carregamento externo. foi subdividido em três capftulos.

. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. conforme indica a Fig.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1.). queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. dado nestas condicões. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. este deslocamento . I A pariir destas consideraçóes. 6 =O. pelo trabalho de revisão deste volume. como uma entidade puramente matemática. com suas sugestões e estimulo. colaboraram na preparação deste trabalho. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). isto é. Tratemos. = O). . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real. Rio de Janeiro.1 i . (isto é. O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. para haver deslocamento real do ponto. Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. então. submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula.yn*o. que. e aos demais amigos que. . que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. pois preserva.Na oportunidade. Dizemos. poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . isto é. 6 nulo . entáo. pois. 1-1. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. estudando o seguinte caso: -O P . 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I .

devido a N). ela se deformará devido a estas cargas. por ser nosso objetivo aPre. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. Q nelas atuantes. também. I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. para os teoremas dos trabalhos virtuais. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio.2 . para este mesmo ponto.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). a partir deste principio. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível. então. e são dados por: d. em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. devido a Q).N. coeficiente de redução. cujo valor varia com o tipo de seçao. sob o ponto de vista matemático. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. 6 evidente que duas seções vizinhas. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. não o fizemos. adotamos. Bastou. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. Ads= Nds . >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. para fms de raciocínio. distantes de ds. neste trabalho. a Fig. Em se tratando de um corpo elástico. podemos. 1. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. imediatamente. o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". que atingiu sua configuração de equilíbrio. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953. didaticamente falando. por nos parecer a ideal. 1-2. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. submetida ao carregamento indicado. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. portanto. ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material.Mds . devida a M). para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. o que está feito nos itens a seguir. 1-2 Fig." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. G módulo de elasticidade transversal. Como. apbs a . c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. agora.'. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. ao qual chamaremos o : Seja. a metodologia utilizada pelo prof. 1-2. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds.2 deste capitulo. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. onde a configuraçáo da estrutura. Fig. E3. b) Diversos livros.# sendo = . adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo".

o cálculo de.A parcela pode ser. anéis circulares. ou. estado de carregamento e estado de deformação.carregamento exterior . Por esta rafio. Desta maneira.f. b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). forma inteiramente análoga. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos. barras de treliça. será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. tabelado para OS Casos práticos usuais. o que está feito na tabela I. 1-2 as deformações. respectivamente. tais como círculos.modificações impostas na montagem Neste item. então. Ele é. noscasos de arcos. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. na tabela XVI. de. então. elas são denominadas. ~ d h . d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura.) . 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. nos próximos. usualmente. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. comodamente. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. Teremos. desprezada em presença das demais. (E evidente que não o podemos fazer. as outras serão analisadas. de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . a) Chegand*se à expressão final. com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. 1-2 quando descarregada.Também com erro tolerável. Apliquemos. no caso: Wint = @dP + I I 1. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. etc. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática. pois. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). para as seções mais gerais. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . pois. só temos Jt para algumas seçóes especiais. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante.movimentos (recalques) de apoios . trabalhos virtuais. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig. estudamos a primeira das causas. =. para fm de cáiculo dos . verificamos que. podemos acrescentar as Seguintes informações. obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I . à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. e sob os deslocamentos virtuais impostos. funqão da deformação a calcular e pode ser. Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . sob forma mais geral. que se deseja calcular. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável).variação de temperatura . levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. é resolvido pela expressão (Ll). o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. para as seções mais usuais.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. . escoras. tirantes. instituída por Mohr.

este eixo se modificará.Apiiqóes imediatas Ex. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. portanto. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. 14. a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. - . Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. Quando atuar o carregamento. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.Calcular o deslocamento horizontal de D. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. enfretanto. Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. ocorre para as estruturas usuais). " 3. teremos: 5. I-I . evidentemente. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. Em se tratando de quadro plano.de 2 barras i e j 4. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es.1 da Fig.2. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I . para o quadro 1. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura. de fato. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que.TABELA I . C = I2l D a) Da tabela I. É o que fmmos no caso e. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ. obtemos o estado de carregamento da fig. f ) Conforme veremos mais adiante. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. que trabalha fundamentalmente à flexão. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. tabela 11).

para a direita de D. para a estmtura da Fig. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale.M = O. ) tracionarem Fip. nesta escoiha. a expressão se simplifica para I EJ6 = b . E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. 1.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. nas barras @ e @ . lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante. Sendo seu sinal negativo.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais. podemos escolher livremente. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. 7.88mm. 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. 1-7. (E evidente que devemos nos guiar. portanto. para cada barra.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . para a barra Q . temos: EJ6 = Temos: Como. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração.

cujas barras têm r ) . 1-10.) 6 = 7.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 . cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig.) (Caso de constante. A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o .3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação. 1-13. vem: Seja o quadro da Fig.875 x 10.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.

A partir dela. entáo. para estruturas compostas . o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas.Da Geometria das Massas. A título de apiicaçZo imediata. conforme indica a Fig. imediatamente. estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. 1-16 . na posição de seu ientro de gravidade. podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. a partir do qual se obtdm. tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). qualquer e pela ordenada. portanto.por barras retas: Conforme a tabela I.pela área d o diagrama s des?j& que. lida no diagrama retilíneo. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc .em relação a0 eixo y. 1-14: Fig. temos: momento eststico da rea . numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). Temos. Ficamos. O caso geral será. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li. nos darão o valar EJc 6. somados para todas as barras das estruturas. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária.

evidentemente. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . Chamando-se I'Je = I : . . como casos particulares deste. b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i . J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem.Cuiso de análise estrutural I .

m I . 1-18 b) EEtado de deformação it. - L .5mt Fig. . = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos. > . @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. 1-17 Ç 3m. empregando a tabela 11: . para a estrutura da Fig..2.Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. 1-17.16 . Dado: EJ.Para barra @ 4m A Fig.3 . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0.

EJ =-'t .Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig.1. Fip. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig. 8 = 1. pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0. 1-5'. 1-20. e este caso está tabelado. a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. não o fizemos.2. . 1-23.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo.) Ex.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . 1-21 h .Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig.5 x 104t. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. pois o anti-horário. que tem EJ = 104 tm2.) Observação: No caso deste exemplo. I' Devido à simetria existente. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) .. entretanto.4 x 104 rad (O sentido correto é. : . São dados: 1" -. Ex. 1-6 . igual ao dobro de cada uma delas L .

pois este não tem existéncia física real.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig. entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M.66 = - . : 2 . M = lmt M. que 6 livre à deformação). Temos.66 6 A = -3. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. 1-24 & Fig. 1-26. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento.62.20 (devido i simetria).yN= Q=O.

a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . obtemos: 6 = ' 0.f l ) = 6' Igualando. 1.cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. bana ES 6A = X ( N S Ib. a 3m Fig.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1. Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( .74 cm m= \rr . o pontoA fique no mesmo nível de B.= cm) Igualando. cujas barras têm. pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. ES = 104t. quando atuar o carregamento. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . vem: = . \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. temos: ) Ex.28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.6 A ) para que. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior.2 4 2 fl t (-2 . todas.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (. 1-28. I-8 . quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.Para a treliça da Fig.

Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig. 1.Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig. 1-31 -. e.= dr Jm cos P ' Jm '. conforme 14. como se a barra tivesse comprimento I. portanto. 1. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P . b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça.33 .. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i .4. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal.2.I MMdx (1-4) Tudo se passará.31): J cos V 4m I Fig.jC d :1 COS ' 4 ". m~. e não ao longo do comprimento da barra curva). 1-32..2. Fig. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. Ex 1-9 .Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável.74 em superior ao seu comprimento teórico. a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças. f- Temos. Dai vem: Jm cos V sendo I.24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada. 1.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. pois.sendo JM = 2 Jc . com um comprimento 0. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x. para fins de combinação dos diagramas.1 . que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. inércia constante igual a J .

1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). instituído por estes autores.2.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par. pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 . Fi* 1.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85. I-. resumido na tabela 111. apenas.37cm (a corda aumenta).2 .4. do 2.i .inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. 1.35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de .

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*0"- n D O z$"gz -. nn ^V* .* " - .a 0"- nc-n2z "W..g 2 H! : --"22 0 ' :.iO1.o m n.-91%." - Ií.% -' e" ? . o- --.: -".+?IK~C ^q"7". Y """ ""- I : -: gs ZR"Z1 --. n .3 3 E X S i i : C 1 "-...! o .sgxnfir -8 i.-- --- $." 3 " 8 . 22- . " .5: :SE i z g E$? E. '. r- $ 23.D 0"' --"?--a O*" . ~ 8 : s .? Z ? C R $ " rn>D 00' ^ R u i "2 P"% .-n..n r<u ..r ""S zzn ~ $ gsz 5 "' 8 .--"^' g E E C...h?.A : C =E. E ~ .r * ..n .? g s z $65 c R * -8D-">-" n.0's'uin~? o: .z 8ZY "".s+ "" ~ 3 s e 5 : .3 * " " .R? mm- . Y.". . 3 .-L- m*z -3 e 9 3 "*. 0 g.a.. o o n g .-n. 0 g m g o.." " -".-"...a * q $a$ ""' 0 ?." r..i- a.

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r". e . "an.T A B E U XII -h *- 4. h . A " =- e A ' . "" B lids J A ' ' ~ 9 n ..

h .TABELA XIII -mni .

.o. .

11 P= Fig.. E dado EJc = 2 x 104 tml.in = e = 5 J.aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 . 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111. Todas as banas são mísulas retas com /.Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig.. 1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: . B Fig. obtemos: . 1-36..

5~0.197. al=o. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. Para a barra a Fig.4cm (o ponto A sobe).038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. al=o.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.W8 = +4..2 A .098 - EX 3 x 3 ~ 4 .ol53 Tab.= 1.0. conforme está feito na Temos: 3mt a=0. n = -.1 a) Estado de carregamento -.s --= 3 m J~ Jm.l . 1-39.241 =+39. 1-39 (mis. devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra.038 = -197. definind-se Fig. 6 dado EJc = 104 tm2. X 3mt A ai -0.r - 12~3~4. sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.& ' =- 1. IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = .42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab.Z . 6 =4.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. 5 O.2. 1-39. VI / a altura extrema por esta interseção.241 .2 + 39.126. . 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ.2 = -281.0 .0 x 1-11 . .) Tab. I tlm S 4 + + + + ) Tab.1. VI11 -3xlx9r3x0.

submetida ao carregamento indicado.4. n = 0. I ' .5. O problema será.x L ~ 12 . I .44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 .4 = 258 2 = 387. . i < .4 x&= 6 . e n t ~ o : E J ~ = 387.68 x 1 0 . pois.1 x 106 x 0 . teremos que calcular Fig. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111.46 im (para a esquerda) 1.Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. 1-42 0121 Vem. .'.0 18 Fig. . Para a barra @ : (mís. A seção é retangular. 1-41 por integraçáo aproximada. . 1-42. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.2.l x 106 t1m2.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. I r A i 4 1 Adotando EJc = 2.. . ' X = I. temos: .4 .~ rad 3 2 3 387. temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. obtemos: Para a bana . Ex l-12. I'= 5 106 108 Y. . @ : 1...2.. reta assimétrica): . É dado: E = 2. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. = 5 A aplicação seguinte esclarecer. = 7 x 104 tm*. . 4 . .: 6 = 3.0 276.3 .2. ~ . 1. 1o =0 . com base de 40cm e altura variável conforme a figura. qdx sendo q = h@f --.

1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de . 1.. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura. dependendo d o grau de fissuraçá0. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. Vemos então.ds. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. 1-44.te) ds h Fig. de modo que. no estado de deformação. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig.3 . nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado.CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1. t- h Fig. . Ao longo da altura das barras da estrutura.TABELA XVI .duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg . I dp = a 6.h c r ~ t ds. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-. 143.

=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig. sofrer a variação de temperatura indicada na figura. quando dermos a todos os pontos da Fig. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2.s m de altura. para fm de raciocínio. tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). e o esque ma da Fig. 148 Fíg. Supondo as barras com seção constante. temos: "O. Suponhamos.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M.. 146.-"II +. . afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá.. .45 - O 1-13 ." e:. rg-+3O0C "--..sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. em relação ao dia da sua execução. teremos. .47 fletor no estado de carregamento e temos. evidentemente. levando em conta a expressáo 1-5. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1. - 3. 1. t . 1-48. então..0) O valor de 6 não 6. os indicados na Fig.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10.

O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. Ex 1-14. 149. Temos: 1. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.para a direita. entxo.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). A + 4m -+' Fig.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. a .0) Deslocamento do ponto C na direção BC.58 cm. ~ a partir do estado de.partir do estado de carregamento da Fig.Calcular as defomaçCks seguintes.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. 1-53: N. 1-52 Devido à simetria. 1-49 1.') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a . para a grelha de Fig. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará. cujas barras têm seção retangulir de 0. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios. 1-50. pois. de 6. obtemos: A Fig. 2.O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2. carregamento de Fig.

~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. dependendo apenas de seus pontos extremos. da Mecinica Racional. estamos diante dc um cam . B. então a n R t . = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A .6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . 1-57.1 .Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC.. L ~ as integrais . tivesse os oontos A.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura.~ po conservativo. para o qual sabemos.para a estrutura de Fig. 1-55. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico. com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm . Ficamos. 1-55 Temos. 1-16. para o quadro de Fig. a partir de 1. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m.m -+ . que o trabalho independe da trajetória. em estruturas isoststicas 53 I h - 1.ado . = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. então. = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B . - Ora. I .3. A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia. no caso). no sentido horário.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A.

I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-60. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação.5 mm de encurtamento 1.. Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.) @ (encurtamento) = =. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação. deformações vir. teremos Fig. 1-59: Dado: ct = I O . então. 1-58. 1.~ / O C 1 ' r*.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC.4 . 1-57 Fig. para a estrutura de Fig. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 . Fia. ~ (-30) (-1 x . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. nela indicados. 1. neste estado de carregamento. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- . Trabalho virtual das forças internas: nulo.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig.61 Ir. 1. Fie. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. a partirde qual obtemos: Fig.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.

de uma sb vez. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. iquelas devidas aos recalques. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . de 2 cm. desemiolveremosnes t tópico um processo. somando finalmente os dois resultados obtidos.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. 1-66. a partir das quais obtemos: Fig. Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. da Resistência dos Materiais. 1-65. a elástica de uma viga reta . devido ao carregmento atuante. obtemos P6 = . 1. 1-19.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular. 1-63.) Ex. a partir das quais obtemos.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas .62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig.A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. pela expressão (I-I). de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. a elástica. 1-62. sem e (O sentido arbitrado foi correto. as defornações devidas somente ao carregamento e. expressão que resolve o problema. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. 1 . na prática. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. . para a estrutura de Fig. que a rotação relativa flexão. pela expressão (1-7).Z R p (1-7). devida "P=& EJ' Sabemos. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. que nos permite obter. idealizado por Mohr. a seguir. Ex. 1-20. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. calculando inicialmente. evidentemente. então.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. Aproveitando a simetria.

1-68. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). este vinculo será. 1-67. 1-69 a 1-71 esclarecem. já que este apoio só impede deslocamento vertical. agora. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. $e A - Fig. um apoio intermediário do l'? gênero. ünalmente. b) Seja. resolvido. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). este vínculo será. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. a titulo de explicação. então. então. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . outro apoio extremo do 1P gênero. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. então. . por definição à relação d9 para a curva - .uma rótula intermediária B existente na viga dada. por exemplo.referida a um sistema xy como o de Fig. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. vinculo. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. teremos instituída a tabela XVII.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. conforme indica a Fig.58 Curso de análise estrutural Resumindo.$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). devemos ter em B. em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. . 166 Por outro lado. então. do Cálculo Intinitesimal. Assim. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. na viga conjugada. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. Assim. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $.

. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili.. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. às vigas com inkrcia variável.h./I 6----7 . esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.. apenas. evidentemente. ...+n co. submetidas a determinados recalques de apoio. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada. 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = .emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas...~. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos..I. nipi 1-70 n 1. 1-74 que tem EJ = 104 tm2.1 deste tópico). para uma viga dada hiperestática. v . estável.71 lI1lI. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip.. Neste caso. ...e.~..... Ex-1-21 . ãig. Tabela XVii .IU.e.c..1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. I"I. pois.<I. u.. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. o b t e m o s a EJ . conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2. as funçóes q = EJ serão mais complexas.. . "... e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig. carregada com E ...até. sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da.. como existe uma deformada real. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo).n.. . 1-69 .60 L .. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente. P viga dada -N~~ ~ i g s .

enquanto que os. onde indica!.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.O) Aspecto da elistica: Ex. que tem EJ =103 tm2.62 Curso de anáiise estrutural 2. trechos BC e CD são parábolas do 3. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. representada na própria Fig.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C. 1-74. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .Para a viga da Fig 1-75.O) Esboçar o aspecto da elástica.~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada . ~ u I I 3. Encontra-se esbqado na própria Fig. Os valores extremos pedidos são: 1. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos. 1-22 . 3.O grau. simétricas uma da outra e que concordam em C. 3. 1-75.2mm Elástica = elástica pedida. Chamamos a ~ L I . 4.0) Calcular a rotação da seção B.6mm I I I p . pedem-se: 1.

que MA = MB = O e QA = Qg = O. A condiçgo XY = O. que possui indrcia constante: Fig. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever.Aspecto do d i i p m n a daaido. 1-79 m q BA I I Fig. . 1-80.2 1 I I + 1-78.4 ~ . . (i Fio. 1-00 ~$ 4M h Fig. pois.64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 .O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1. que tem inércia constante. 2. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. 1-82.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura).~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 .O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig.78.1.3* conj 2 3. 1-78. para a viga conjugada. Ex 1-23. para a viga dada). conhecer o valor de M para ficar determinado. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. o que deve ~ ocorrer. 1-77.Smm 3 0 . x O 0 E YE ="viga .Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1. 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.1.~ ~ 3 + 1 X-=16. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81. bastando. que será a haste livre da Fig.1. 1 0 .1 " Fip. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. 1-76. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica.2. ta a simetria da viga deverá ser o da Fig. 1-79. A E r 1-24 . o da Fig. levando em con. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. 2. restando-nos calcular apenas seus aódulos. 1-77 . indicada na Fig.3 rad (o sentido está indicado na figura.78. no caso. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ.

O apoio do 1. devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). * te à elástica em A. nos fornecerá: t i - B Fig.84 donde obtemos M = 4IL -. 11 c. Já o apoio B.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. o sentido i0 recalque 8). 1-84 ( MB deve ter. de acordo com nossa tabela XVII de transformação .: Ex. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.2 1-82. 1-80. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada. 1.2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L.E 1-25. à viga conjugada. 1-81 .1 F i g .Aspano do diignma de momantm flammi daaido. Passemos. obter a rotação da tangen. evidentemente. 1.82. como sofre recalque. que tem vão / e rigidez EJ. podemos escrever. NO ponto B (viga dada). de vínculos. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 1-26. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. já que y~ = O para a viga dada).2. Fig. 1-82.Para a viga da Fig. a partir da Fie. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). "8' -- ~Q. Imediatamente. 1-84. 1-83.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. temos: . agora.8 A partir desse valor.

submetida ao recalque vertical p em 6 . que deve ser absorvido em B.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim.im. pondese as equações de equilíbrio... 1. e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. então. Fie. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g . / . temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn.Obter 6EJp ) I' / 1 '. 1-86 (EJ = constante). . . conforme verá o leitor no Vol. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O . resolvido. P A:. Ficamos. então.3+ 1 t E I C + O . Será. um apoio do 1. o carregamento 2 3 nos dá um binário. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig.. 0 engaste E . . Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. .. indicado na Fig.. A. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. para a viga da Fig. o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). . EJ . devendo o momento fletor em B ser igual a'p). 1-86. portanto. 1-28 .87 de vão 1 e rigidez EJ.0 géneros também.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. i .P = 1 O problema está. 1-85. que tem rigidez EJ. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t . temos. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. então. 1-84 para' o qual. Ex.. que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. 111 deste Curso. 1-86. Determinemos._ p . Dai obtemos: MA = M6 =--.. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. - . constante j 7 M~ - *q Fig.EJp I' F i a 1-87. com o esquema da Fig. portanto. 186 Viga conjugada c A 1 . 1-88.

Temos. Cada uma destas barras sofrerá. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . 1-88. Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 . a partir dela.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C.ado pelo carregamento indicado). obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. conforme indica a Fig. gada. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. ag* ta. uma variação Ni li de comprimento Ai = . o esquema indicado na Fig. calcular a rotação da tangente à elástica em A.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. definidos na ~ i g . no tópico 2 deste capítulo. que se deslocará paralelamente a si própria. para O carregamento indicado. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. 1. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. posição deformada final do n$ C da treliça. Para a viga conju. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . 1-90: Inicialmente. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . passando a ocupar a posição B'C. Fig. 1-88.(no caso.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. obtendo-se.entãoodaFig. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). L90. . respectivamente. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). AB'Cé.Para a estrutura do exemplo anterior. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. 1-89. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana.BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. Permitindo. apresentaremos neste tópico. 1-90 que. A. 1-90. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. que sofrem recalques. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. entxo. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. então. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e.

1-91. .O gcnero A). B e C da treliça de Fig. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. então. respectivamente. sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. respectivamente. As aplicaç5es seguintes esclarecerão.. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. de modo que podemos considerar que. Assim. -. a rotação de qualquer barra será pequena. indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. respectivamente. 1-90. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural). apli. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. Devido a suas diminuições de comprimento. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . da mesma forma. (No caso da Fig.1 . No williot estas rotações estão simbolizadas. durante a rotação de uma barra. o que é impraticável. o b e oc)representam. &ira ai Nj(t) li lml I ~. Introduundo-se esta simplificação. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. paralelamente a AC. paralelamente a Bs. o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. 1-92. liot para chegarmos a cada novo ponto. calcularemos previamente alguma (s) deformação. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ . ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva.9 3 .=N. mais simplesmente. que se interceptam em c. no caso. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. williot da treliça dada. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. as barras ACe BC pelo pino em C. A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . todas e l a s . Para ligamos. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. inicialmente. cujas barras possuem.'esentado. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. E r 1-30. coincidirá com o ponto a. os deslocamentos abSol~itos nós A. 1-92 Devemos. é o que está feito na Fig. até se interceptarem. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. ~ ~ = 1 0 ~ t . diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. durante estas rotaçóes. o que esiá feito na tabela seguinte. chamada diagrama de Wiliiot ou. em minúsculo. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. Fig. marcamos 03 = n3. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente.. novamente. representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. uma de cada vez.li/ES(mml I Os vetores ou. o-aue está rep. no wiüiot da Fig.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot.

74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. Fig. 1-96. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras.. . + -* + + dos em direção. A2=A3=-12 J?lmm. passando a ocupar a posição B: . É dado o coeficiente de dilatação linear do material. 1-94. 0. pelo williot da Fig..6 mm. 1-95. . 1-31 .Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. ob. 13. 7. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. . então: A1=A4=-12 mm.. oh do williot. C . dados em diieção. . respectivamente.4 mm.5li valendo. e 3. 1. B. igual a 10.. 5 1-32 . sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 1-94. oc. 1 2 ~mm e 12 mm. sentido e módulo pelos vetores ou. obtemos. . A5=A6=-6amm A partir desses valores.l mm.9 mm. . se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. H da treliça sáo da.5/0C.2 mm. devidas A variação de temperatura. 3 6. 4. mádulo e sentido pelos vetores oc.5 mm. valendo estes mbduios.

1-99 e vale: Ex. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). cujas barras tèm. 1-96 PBH = 2cm ?Y.2 mm 2 . B. A P~~ Fig. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot. 41 = 77. C.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. A componente horimntal 6 dada por A7. 1-97 . 2. têm módulos de 0. 3 cm. ou seja. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . ob. Temos. I-33.54 cm. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot. vale 6 BH = 16 mm. 1-99 No caso. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig.24 cm. devidas aos esforços normais N nelas atuantes.Ii Neste caso. Fig. C . 1-98 A Fig. 1. o b e oe.~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. todas elas E S = I O ~ t. d dados pelos vetores oa. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.41 cm e 2. oc. feito na Fig. 1-98. D e E da treliça. 1.97.

da treliça. levando em conta que o apoio do 1.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. indexando as deformaçóes com dois índices. Fig. evidentemente.100. .1 expressão do teorema de Maxwell. temos. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). F. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento.4 cm. no caso do Teorema de Betti. uma força ou um momento. sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7. temos: . teremos: od 4 .Erala do. que é a expressáo do teorema de zP. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida.Teorema de MaxweU Fazendo.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. 8. O exemplos das Figs. indica a deformação. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema".k = ZPk 6ki Betti. para a qual um grupo de cargas P. que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. devido à aplicação do primeiro esforço unitário". com queP.conforme a indexação adotada. em sua direção. Igualando as duas expressóes.2 .0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). 4. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. direção. Como ve"fícaçXo do wiUiot. na direção da carga Pi. dados em . 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell.. para a mesma estrutura. obtemos: (1-9).Teoremas complementares 4. vemos que o vetor é horizontal. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço.G. agora. D E. obtemos o williot da Fin. ( tjik indica a deformação.9 cm.. o que tem que ocorrer. 1.9 cm. 8. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio.devida ao carregame* to Pk ).4 cm e 7. 1-100 . o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser. C. 4. evidentemente. do williot.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer.8 cm. provocado por um segundo esforço unitário. . I (?jk. que resolve o problema.. Tomando. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. .

3 . 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). Como estamos no regime elástico. .a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . <ar. lpi = 1 Eri. 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas.. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig.. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. vale: Fig. 1-104. conforme se verá no cap. 1-103. I1 deste volume. Calculemos estes balhos... 4.* '. o trabalho das cargas externas P1. 5. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron . n . costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron. = tra- Pelo teorema de MaxweU. ela se deformará. temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. A k A A Fig. 1 Esl.1 Fig. 1-104 1-102. . Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. carregada com as cargas estãti. por ser estática. Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica... P valerá: . . .. carr.

a) Nos casos práticos. No caso (estrutura plana). e a expressão da energia real de deformação. entáo: Observaç5es: 1. por ser ele inteiramente geral.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. quando da avaliação da energia real de deformação.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. Q acarretam deformações relativas em suas direções. convenientemente explorado. recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. que são enunciados da maneira seguinte: 1. Conforme sabemos. será o trabalho realizado pelos esforços simples. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. N.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . teriamos também o trabalho da torção. Não permite.a) O 1. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. 1-34 . então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. em sua forma mais geral. os esforços simples M.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13). Ex. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. entretanto.O teorema de Castigliano. No caso de uma estrutura no espaço. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2.

84 Cum de an5ise estrutural Ex. mediante o emprego d o 1 . obtendo a solução d o problema. . isto é. então: A energia real. após termos feito a derivação parcial.O Teorema de Castigliano. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. 1-107. 1. aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. desenvolveremos todos os cálculos e.Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig. criaremos uma carga fictícia. efetuaremos todos os cálculos e.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. . de deformação. vale: Fazendo. caso desejemos empregar o 1. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável.107 Fig. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. 1-106. Temos.0 teorema de Castigliano). 1-35 . no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M). igualaremos a zero a carga M acrescentada. 1-36 . desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura. Fig. agora M = 0. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. igualaremos esta carga fictícia a zero.

Regra de Mdler . A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . a seguir. portanto. 1-110. Por esta razão. no caso de esforço simples) unitária. no caso de reação de apoio ou relativa. demonstrando-a a seguir. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . a regra. nos casos mais gerais.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. nos casos mais gerais. ou seja. 1-108. a proposiçáo. embora a demonstra. então. confonne poderá ver o leitor no cap. A I I Ex. que seri tratada como pequena deformação.q. conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). Rompendo-se o vínculo que transmite V e. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. I - Demonstraremos para um caso particular. t Fip. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. Igualandose vem: 6 = VA . b) A mençáo feita. conforme indica a Fig. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada.:. atribui-se à estrutura. para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. As aplicaçúes seguintes esclarecem. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. uma deformação (absoluta. no sentido oposto ao de E positivo.e u __Fip.4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . então.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). 1-109 i em A e C para a viga da Fig. está equilibrada. obtemos uma estrutura hiposA tática. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). inicialmente.Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . no enunciado da regra. portanto à deformação). atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. 1-109. 1-110 . a regra esta enunciada desta forma. mas que.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais. cuja linlia de influencia se deseja determinar. 1-37 . mas que não acarreta erro algum nas conclusões. tratada como pequena deformação. b) na secção onde atua E. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. tornando sua aplicação mais prática. livre.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento.86 4. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. a I a) Sendo a estrutura dada isostática. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. n Tudo se passará. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. I1 deste volume.

0 1 -1 \C i: Fig.Calcular. 1-114. A S A B Fig. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. 1-115.88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo.. então. 1-116.Exercícios propostos 5. 1-1 1 1 . b). para a estrutura da Fig. 1-39 . . obtemos a linhade influência indicada na Fig. S I 5 . 1-112. 1.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. 1. o que justitica traçado da Fig.(+).114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau.1 . 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. . o que justifica a construção da Fig. Fig. 1-115. Ex. passo a passo. a regra de Muller-Breslau. 1-38 . e. c) deslocamento vertical de B. AC = x . 1. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos. (não devendo haver rotação relativa). 1-116 'I * t l!* * C Fip.111 Fip. que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. 1-112 I Sabemos. - - A Ex.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig. pela regra de Midler-Breslau. 1-113.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos.

6 .3 .Empregando. 1-118. a.Para +I 4 I A -B Fig. diretamente. Dado: 5. a fónnula de Vereschaguin. de 2 cm apoios B e C. p P 5. calcular variaçáo da corda AD. que tem rigidez W (constante). r j 4. b. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante.121 .4 .2 .2) deslocamento vertical de H. = 2 x 104 tm2 .2) recalques verticais.Para a estrutura da Fig.117. 1-119.5. b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. de cima para baixo. 1-120. obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia. cujas barras fomam.2) variação d o comprimento da corda EF.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A.Para a estrutura a + a + da Fig.. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . em todos os 116s. EJ. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O . I-12l. b) deslocamento vertical de E .C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5.pede-se: a) para o carregamento indicado.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. 1-118 5. 1. 1. b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. obter: a l ) rotação do nó E. ân. pedem-se: I Fio. a. calcular: a estrutura da Fig.

E. quando atuar o canegamento indicado. COS '# (W. os pontos D. I 5.9 . que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. computando para este fim apenas a influência do tirante.7 As barras horizontais da estrutura da Fig.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. 1-125 durante a montagem para que.. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. do carregameiito indicado. B. SXo dados: Jm .123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. os pontos A. 1-126. a= ~ u ~ / ~ c . D. Sabendo-se que.I 5.sendo Jm = 25. 5. permaneçam I m acima de A.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. 1-124. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . para a estrutura da Fig. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. 8. E fiquem alinhados. C Fip. = 104 tm2 Fig. quando = .8 . 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.11 . = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. para a direita. (ES) tirante = . 1. (ESltirante= 103 t curva tem J = . Dados: EJc = 104 tm2 . 1-123..10 . quando atuar o carregamento indicado. unicammte. 1-122 5. pede-se c$.Calcular. o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. É dado EJ.

as barras@@são 2 cm. É dado: a = ~ O .Para a estrutura da Fig. Send o a seção retangular. I 5. com seção transversal circular. 1-129 1. mantendese constante a temperatura externa. sofre um auriiento de temperatura de t OC.~ I O C . 5.b.se: . 1-127 e 1-128. 1-132 B 5. 1-130.As fibras superiores da estrutura da Fig 1. São dados: E. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.s m de altura. A I 5. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. 1. das figuras I-132-a e I-132. pede-se o deslocamento horizontal de B.~ 1. mantendo-se constante a tempera tura externa.94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5. 1-128 F i g 1-73? 5. das Figs.16 . com 0. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.133 . a temperatura no interior da parte circular.132-b Fig. de inércia constante. J.12 . Pedem-se: a) variaçfío da corda CD. R Fig. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A .Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. pedem. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material.17 . de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC.O interior do quadro da figura 1-131. m Fig. cujas barras têm altura h. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m.129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução.Para o quadro da figura 1-133.13 .15 . 1-127 A Fig. b) deslocamento horizontal de C.14 .132.

E. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig.- t . b) deslocamento de B na direçáo z.0Sm4.22 pedem-se: - Para a viga da Fig.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. que tem rigidez igual a 104tm2. 1. b) flecha máxima. J. Fip. i 1 5. para a da Fig. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. I I n -1.18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. 1. cular com inércia ê flexão de 0.21 .I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5.138. empregando Mo&.. Dados: M. -r- - Idem. c) rotação da tangente à elástica em B. D. 5. 1-137. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A. C. obter.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. ra 1-135: a) equação da elástica. a.23 Empregando o processo de Mohr. para a viga da Fig. para a viga da figu5. cujas barras tem seçãocir.139. I Fip. 1-136 5. E. 1-136 ( J = constante). 1-139 -+a .19 - Empregando o processo de Molir.24 + 117.

e . ( I I I Fig. para as das Figs. 1-145 Dados: P.140 a 1. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC.Empregando o teorema de Castigliano. devidos às mesmas causa.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1. que têm rigidez constante W.30 . calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. E. 1-140 Fig. I .28 . í .& l t I + . da treliqa da Fig.Empregando o teorem de Costigiinno. 1-142 .146 a) carregamento indicado.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. R. igual a 2 cm. 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. constante. -.142. do apoio B. cujas barras têm rigidez EJ. Fig.Idem.146.Idem.) Fig.26 . para a treliça da F & 1-147. Fig.<.Empregando o proeesso de WiUiot. < .27 .29 . IP o I ~ C l + l + 5.e 1 i . J (constante). c) recaique vertical. 1-147 i I 5. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig.I + - Fig.~/OC. de cima para baixo. 5. 1. 1. .25 .9. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO. . Fig. 5. 1-141 Fig. 1-143 o r l p PI -+-I---+ .devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. I u 3' 1 I: - 9 . 1-149.r . 1-144 5. calcular os deslocamentos dos nós E e G.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5.

b) 1 mm (4) t ) 5.2 mm (aumento): b) 5.133 x rad b) 0.b) 0.33 x 1 .94 mm Encurtamento de 2.22 - a) 0.2) I .1) 7 . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.1) 4.67 mm (L ) .71 mm (1) a.46~ 10-3 rad (n) a) 0.14 mm 4EJ m (371 8) - .rn + 5.98 cm (4) .I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I . 0.a.2) 2 cm (e) 1.07 cm (4) 1. b) 3.6 mm ( f ) : b.4 mm (encurtamento) a.67 mm ( f ) .84 cmfaumento) .?) 13. 5 ~ rad (tl).a.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.17 mm (t) Alongamento de 1.] ) (C) 4.l) 3.8 mm(+) : b.17 - a) 2 6 c m (+) .93 mm (-*I .21 x 1O-' rad (12)0.zero .1 8 - a) 0.

6mm(t). pGH = 3. ~ ~ ~ = 1 7 .6mm(t). O mm (+) C) pFV= 10mm(&). ~ ~ ~ = 6 . ~ ~ ~ = ~ 6 . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0. 7 m m ( + ) . pEH=1. ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) . pGH = 3 .pEH=15mm(+). ~ ~ ~ = 3 .102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . 3 m m ( .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem.f ) .8mm(+). pGV=0. 6 m r n ( L ) . pGH= 30 mm (-+) 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. 4 m m ( .29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5. em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 .3 mm (+) 5.+ ) . em cada caso: i .

1. isto é.1) . sendo assim. entretanto.2 Seja. das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). então. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 .Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig. Portanto.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio. terno da estrutura que é.2 . cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática.Determinação d o grau hiperestático 1. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. após rompê-la. conhecidas suas reações de apoio. Temos. desta forma. preservando. dispomos. g = Be + 8 i 1.i ? CAPITULO li 1 . r. Seria necessário "abrir" a estrutura. agora. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. Existe. a estrutura da Fig Ib2. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e.4 (11. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. romper-lhe uma seção. Isto não significa.Hiperestaticidade interna Fig. no caso. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip. 11-9 Fia.1 . Para tal. para tal. ' &n \ 1. 11. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. pois. 11-4 C.HIPERESTATICA . portanto. na estrutura assim obtida. Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. 11-1. que possui 5 reações de apoio a determinar.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

2.. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. temos E = O. Para os outros tipos de estruturas. m p e r . aos sistemas principais ideais. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) ..O) Escoiha do sistema principal (v.0s11-5 a 11-7). h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. Pii. b) diminuição unifome de 30 OC . a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig. pois uma equação genérica (a iésima. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. . que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura.f. eles não precisam ser unitirios. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. ii-19. Seguindo a orientação dada na observação 2. c) recalques em A indicadas abaixo. Para isto. : valor obtido para o hiperestitico.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. por exemplo).+ 6.l h e dois vínculos. 50) 3. tiiiXi +. aplicações n.0) 5. so. ca ou da equação matricial (11. 11-19. O que se deve procurar. entretanto. Sistema principal e hiperestáticos 2.1). i! Ex.X. nesses casos.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. Isto conduzira. do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - ..1 - a) carregamento indicado. - - '. eni c da caso. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. será: 1. agindo-se de outra maneira (v. chegamos ao . certainente.6). Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. sendo todos teoricamente corretos. no caso dos quadros lanos. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 .0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. podem ser quaisquer. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. provocado pelo agente. \ Nota: N a m s de variação de temperatura. . Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica.1. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos. Obtenção dos EJc 6 . em número adequado.0) 4. . licitante externo. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. = O (11. recomendamos.2. os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. a fim de obter seu sistema principal ismtátim. 11-18. +Sm -.2. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. para a obtenção de uin bom sistema principal.0) 6. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. .

com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn. 11-21 e 11-23. embora estejamos u m d o os me& r' . Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro.sistema principal da Fig. I F i i 11-20 3. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. respectivamente. tomados iguah a 1.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .&a A partir da expresão 11-7.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1.im desta forma. pan não complicar n nota~Ho.27 E l + 4. obtendo: F i i 11. + 3.09E2. Diagramas solicitantes e rea<. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. rotulando os nQ C e D da estrutura hi. I Obtemos: 6. 11-19. 11-20. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal.21 mm *larnos Os . consideraremos apenas seu trabalho H flexão. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. perestática dada. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. temos E = E. 1 2. obtemos os diagramas da Fig.2. 11-20.

Os novos hikrestáticos. então: = .(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4. d'evidos à variaqão de tempe.11-25 'carr.Etemp = 0.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2. estando os diagramas solicitantes indica .são: 12.trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". vem: Fip. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.18E2. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1. obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. F'm. dos nas Figs 11-24 a 11-26. 11-27 a 11-29. 11-28 + 7. A partir da expressão E. em função da observação 22.iS: 2.atura.15 t Fig. ..7.3EI -22.55E. Obtemos. No caso. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.47. - - . 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.521 Fm 11-27 i .731 Ntamp. po.} .. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são.c deste capitulo. 1 2.4E2. já que estam. 11-22 JF~ + 0.521 Fie.

I wpmdtjtia a) .-i 1. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S. 6.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm.x 6 x 4 = . MO 3. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. no caso deste exemplo. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.os nós A e C esq.ia Fig. U-32. Rotulando.f. 11-33 Temos. obtemos o sistema principal indicado na Fig.s I 1 t 6. 11-33. o diagrama de momentos fletores . Hiperestátims: \ XI = 8. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. 11-31. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2. então. tura da Fig. obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I .5M1 + 5M2. se. por exemplo . 11-30. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas.x 6 x 1 2 . os diagramas da Fig. 2) Igual simplicidade encontraríamos. Diagramas no sistema principal Fig. deste capitulo.2.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. - . sabemos que.. Diagrama final A partir de (11-7). ao invés de nós C e D. 2. obtendese. C I I 4. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.4 4 3 3 . necessários para o cálculo dos EJ. Ex 11-2 . M = Mo + 8.

b) diminui ão uniforme de 30 OC. o sistema principal da Fig. 11-3 . obtendo-se en- 2. 11. 11-35. I I' = 3m Fig.Sl0 = 1 (6~18+3x40.7 6. 6 e no traçado do diagrama fmal.34. ii-37. Ex.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. + + 2 x 2 = 45 5. Diagrama final 1.\. para o caso.8M2.o métododas forps 4. os Temos.M1 e M2 os mais simples passíveis. I' = 6m I'= 3m Fq.sx.s 1 o. Cálculo dos . 11-38 para: a) canegamento indicado.Resolver a estrutura da Fig. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. entio. 11. a partir . na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. desta forma. Hiperestáticos: X. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.Vc S EJ. = 22. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo . conforme se verá a seguir. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. I I I -ou .4 . 16. Dado: EJ.SX2 = 76. a linha de fechamento do diagrama final. obtendo-se.5) =-76.s 3 .7M1 tao o diagrama da Fig.se apoios internediarios. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~.

obre.3 = 20-7 19. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . = .. S z 0 = . E J .7E2 + 19. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea . rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI.1 0 4 . Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11. 11-39. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l. nios o sistetiia principal da Fig.6 4 .o método dsr fo<pis =- 123 3.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1.3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. I 4. LIeSq e DA").3 x3 6.3EI + 20. Cálculo dos Wc6: WcS. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2.

81mt equilibrado. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado.62M3. então: X1 I x1 \ Fip.Conforme sabemos.1. no sistema principal. pois. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o.301 Fip. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. . conforme indica a Fig. devidas i variação uniforme de temperatura.t.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC .cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. a partir dos diagramas da Fig. na direção de cada um dos hiperestáticos. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão).52E2 -0. . inteiramente hiperestática í = 3). Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. . bastanos calcular o vetor { h t ). obtendo. 1145. 11-5 . L g-ph $1 1116i t -X!IZ. para o cálculo dos 6. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. 1. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' .e colheremos o sistema principal indicado na Fig. 11-43. 1145.07E1 + 2.Resolver a estrutura da Fig. temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. 1143 . obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica . I Ex. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). sendo. Fip. 2.

Xl = X? = o. elsstica nalmente a barra em questão. w m O que.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . Voltemos i aplicação em questão. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente.rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. Vejamos.57 X3 = O (evidente. 6 recomendável. 1 --'- - .Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.= -1 6. apenas.- . devido aos recalque indicados.57E. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura. Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. temos que: = 6 2 3 = O.2. 1148. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente. . Na seção S de simetria de uma estrutura plana. Temos: E = . portanto. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. entretanto. temos que:: . 6 = 6 20 = O. .. pois o carregamento e simc5trico). Por esta razão. . uma vantagem do sistema principal escolhido. pois. Hiperestáticos Xl = 0. 3. nesta fase.iox. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 . X3 = 0. Diagramas finais o .29 E1 . evidentemente. em si. que os hiperesti. portanto. devido ao sistema principal escolhido. quando ocorrem tais condições.4 sistemas (2 x 2. S. 2 hiperestáticos (X1 e X2). outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: . . que tem EJ = 104 tm2. pois sabemos que X3 = 0. 6 30 = O..29 X2 = -2. apenas.Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. 4. 11-6 . poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que.. obtendo os diagramasse Note o leitor que. se a fôssemos resolver novamente.Observap-o: Neste caso.E licitantes da F i s 11-47.rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. . + 0. partiríamos de. com O que. da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 . > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . p+ dem ser quais uer.o ). Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação.

como temos Ms O. por força da rótula. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . Sistema principal e hiperestático 4.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. temos: Qs= O. Equação de compatibilidade . 3. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1. Sistema principal e hiperestático h. Diagrama final - Fip 11.5. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas).~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. 1149 2. Por outro lado.51 Fig. temos: 1. 11-51.

Rompend-se o tirante e rotulando. Diagrama final Ex. 11-57. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . 1.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. II-8 .o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2. temos o sistema principal da Fig.se urn n6 da estrutura.% ta +i . se este sofrer um encurtamento de 1 cm. Equação de compatibilidade 4 5 S. 11-56 3.25 6. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64. Cálculo dos EJ.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1. 6 4.

06t . -O. 1160- 4. b) M2. IM9. obtemos: Ex.b El. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. para que a reaçxo horizontal final seja nula. > F i p . 61enc. l i 4 9 &t 2 15. ) - 3.132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2. Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. pede-se: t4. N1 6. Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 . 11-9 . b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. temos o diagrama da Fig. N2 Imt lmt X2. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21.Para a estrutura da Fig. Magramas no sistema principal a) M1 lmt .3E2 . . 1 t d -Ft 47 Fia. 11-60.

Vimentão: a)Mo. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . R o m p n d w . 3. Equação de compatibilidade: . Hiperestático: X l = 0.2 4 ..2 ( . X: = 2 t : &a. Diagrama final = O A partir de E = E. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ.86El . obtemos o sistema principal indicado na Fig. dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante. No b) M l . 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . 2. 11-63. 5 ) = . podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente.5 X. t 0. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. 5. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. pois.2 4 t 28X. I 4.j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 .86 6. L N1 tis. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. Necessitamos.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0. . 11-61. Cálculo dos U.

sob sua forma ideal. empregando as tabelas apresentadas no cap.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1.ou seja. 2. = -1. Com isso. todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico.6 cm para termos a reaçso horizontal final nula. 11-65. = +?8x2=0 -1. "comp \ . serão o carregamento e encurtamento.6 cm. 11-64. Ex II-I0 . Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. devemos encurtar o tirante de 1. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento.m p d t i e s . no caso. I deste volume. obtemos: A estrutura estará funcionando. Diagramas no sistema principal 3. no sistema principal.6cm Como a deformação. então.. q = 1 tlm Barras e @/ . os teremos: (EJc610 + E J Cen. pois o concreto estará uniformemente comprimido. Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip.o metodo das foqS 137 corno agentes externos. os diagramas serão os da Fig. 1164 Sendo as banas misulas retas. temos 6' = 6 enc.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig.

098 .207 x x 0. Cálculo dos EJc S b)EJ. - !.2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. 6. 1-1 q 17 I7. Equaçáo de compatibilidade: . Dado: EIc a = 5 x 10.1 5 tabV' e = 0.) 3. para o quadro simktrico da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. n = 0.31.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I. Diagramas no sistema principal N.611 Ex 11-11 . Diagrama final 1-11 17.32X1 = O 2. F .5 11 .207 = 3.098 = 24.4 + 3.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i. i -1.144 .222 +21'M1Ml(~+ 0 =0. 11-69. Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0.

1 I Fip. Cálculo dos ES 6 : Fip. Equação de compatibilidade 141 2. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. = O Fie. 11-73. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x. então: ESalo= Trata-se de uma. Sistema principal e. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Hipenstático: . Diagrama final $ 11-75.treliça uma vez hiperestática internamente e.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. 11. 11-72 Ex. 11-74 S. por isso. a mesma área. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. todas.o método das fo4. temos: 1. cujas barras têm. 11-76 3.rica . 4 Fip. Equaqáo de compatibilidade: 2~.73 Temos.

lrn. endentemente.s EJ GJt - X. d i i i 11-79 C)Mz. X 1 = NO P . 0 3. . um dos engastes. 11. T2 d>M3. os esforços normais finais indicados na Fig. obtendo. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante).77 h. Para obtemos sistema principal.Resolver a grelha da Fig. a partir 2 d o quadro de valores anterior. . X (cambinaçao de Ticom Ti) . 11-76.) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. 11-78. To b) M.WpIedMtia . meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. Esforçm finais Temos: N = NO + N . 11-77 para o carregamento indicado. T3 J 3m 4 1.~-XI . o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. Sistema principal e hiperestatico Fig. Sabe-se que -.o método das for~a. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. Diagramas no sistema principal a) Mo. 6.-1. seção esta que pode ser. basta rompê-la numa seção. TI Ex 11-13 . Q . optando pela seçáo central. 2. Temos.

.~ ~ 9 x 3 + . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 .tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.x 3 x 2 ~ 5 .x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. agora.1 .) EJ$2= 2 x 3 + 1 . O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. i. 11-14. que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco.5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83.x 3 x 2 . então. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6. Diagramas finais (em mt) Temos. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão.8263.144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods. com o que teríamos 610 = 0. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C.As fibras superiores da estrutura da Fig. enquanto que os demais apoios impedem . Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. - - Ex. com o que teríamos 620 = = O. .f~ 145 vm e w e n ~ . temos que: 5. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares. nesta aplicaç%o. 2 5 + . isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico. 1 6 ~ ~ = .25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. o que acarretaria 830 Suponhamos. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC. 5 -49.

11-85. 11-86. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13.60 t-38 X1 = 3 O . 11-85. Equação de wmpatibilidade: . pedem-se os diagramas de momentos fletores. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig. e. 1 Sistema principal e hipenstático . CálaJlo dos (. Visto isto. 11-85. para a da Fig. culares ao plano. na seção de simetria teapenas momento fletor. Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura.2) 4.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. 3. 2. e torçores atuantes. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). conforme indicado no sistema principal & Fig. 11-85. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano. com tg = 0.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. pode ser encarada da forma indicada na Fig. b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0.2.3. a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. 0 problema está resolvido. A variação de temperatura do problema.

85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q .am-movimentos no plano da estrutura. Rebatendo. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig.5 Resolver a viga balcão da Fig.3. 11-85.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig.3) 4. teremos: 1.2. OS o diagrama da Fig. correspondendo ao caso da Fig. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. 11-90. o esquema da Fig. I A solução do problema é. temos. 11-85. 11-92. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig. cor- 62t) Fig II-91 0- 3.64 X .73E1 . que tem W = q 11 - . que serão. em verdadeira grandeza. novamente. Sistema principal e hiperesthtico 6. 11-92. então. apoios do 2. no caso. Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. 11. Com isto.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç. 1 . = 4. genero em A e F.85.8 + . 11-93. Equaç%ode compatibilidade: .148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2.

To Reduzindo a carga P/2.( 1 . sem nenhuma alteração do resultado. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. = lmt 2 Diagramas no sistema principal . rompendo a estrutura na sua reção de simetria. Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. 11-94.o método dss f o r p 151 I 1.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . i 7 I ~ i 11. ! I I 3. a) Mo. que representa uma vista em planta. com carregamento simétrico. 11-97. 11-98. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. o sistema principal da Fig.sucessivamente. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig.~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O . 11-96. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. em verdadrira grandeza. aos pontos A e S indicados na Fig. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas.c o s e ) . I I d X. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . obtemos.11-95. então: - . Temos. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção. temos. de uma das duas metades do sistema principal.

11-100. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. que terá sua seção S de simetria.2 ll. F i e 11. I? o que está indicado no esquema da Fig. será o deslocamento vertical. devido à simetria da solicitação (pois. existindo. uma reação-momento M e uma reaçãeforça N. obtemos os diagramas solicitantes da Fig. passar do esquema da Fig. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. no cntanto. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria.2. já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo.5 . 2. o assim chamado irtificio do centro elástico. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado. . Diagramas finais A lCIW.1 . a única componente de deformação. 11-6. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. I101 5. num dado sentido.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. Hiperestático: 6.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo.l lr 11-100.Artifício do arranjo de 2. 0 . bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos).3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). anulandese então as duas parcelas ). uma ênfase especial para este ar<ifício. de a provocar uma destas duas últimas deformações. 11-100.~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. -tudo dos areos e quadros biengastados. lUe abordado em nosso Cuno. teve grande divulgação o uüiiza$ão. Equação de compatibilidade: I . com carregamento simétrico.5. Em se tratando de uma estrutura simétrica. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal. 11-100. ' . no caso. 4. que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:.100.1 153 .Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível.E 1 . permitindo a obtengão.3 PR partir da expressáo E = E + . . o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto. mtáo.100. durante muito tempo. deixando livre o deslocamento vertical. 11-13.5. senta um esboço da elástica do quadro.1. 11.. 11-99. colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).mprrstBtica . que repre. explorando esta simetri. A partir dai. que apresentaremos a seguir. 11-7.

parth dese do esquema da Fig. 11-100. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. Podemos. 11. a estrutura dada. como no 'as0 da Fig. 11-102. então. se oporão. três v e m hiperestática. entretanto. _. os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido.1. agora. .1. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. b) Seja. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig.2. cuja configuração da elástica. No caso. 11-104. 6 %a. 11-101.3.3. por exemplo. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. u-100. romper a estrutura na seção S de simetria. fornecendo os valores x. o quadro simitriw da Fig. entretanto. .3. no caso.pois as tendências desta deformação em S. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103.I 4 1.2. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o . que é. 11-102. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. este deslocamento está imp* .3. hfonne ji vimos. nulo.1. 11-101. as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. se comportará como apenas uma vez hiperestática. o deslocamento vertical da seção será. Para carregamento anti-simétrico. sendo a da Fig.y e 9s indicados em 11-102. agora. se somarão (ao invés de se anular.mpmtátiea indicada em 11-100. 11-104. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. agcra. submetido ao carregamento sim6trico indicado. evidentemente. I 1 I* na dtdco. nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig. c) Analisemos.= * i .1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). 11-100). os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. a estrutura da Fi& 11-103. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita.1. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. para o caso da estrutura da Fig. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação. .

igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. o diagrama final de momentos fletores será. entzo. Podemos. No caso. 11-106. que impede o deslocamento vertical. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. por esta razão. é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. separadamente.3) - F~Q.2 a 11-108. o caso de carregamento anti-simétrico. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. ' Fio.2) e anti-sim6trica (Fig. a seguir. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. interceptada pelo eixo de simetria. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. obtendo suas componentes simétrica (Fig. conforme indica a Fig. pois. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. basta substituirmos a parcela do engaste. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. 11-104. 2. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução.3. num dos lados da estrutura.devido à presença da barra central SC. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume.3. para a bana SC. então. resolvendo a estrutura.3 a 11-108. 11-106.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. sobre a barra SC. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). 11-104. indicada em 11-105. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). Analisemos. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer.3.5.2. a partir do qual. a essência do artifício do arranjo de cargas. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma.1 recaiu. Nas Figs. a seguir. dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. superpondo. a barra SC.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. do esquema indicado e 11-105. conforme veremos no referido ca~itulo. podemos romper a estrutura na seção S. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.2.1. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. que poderá. a fun de obter o diagra ma solicitante final. 11-105. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. agora.1.3. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). simétrica. IE104. 11-107 . conforme indica o esquema estático da Fig. por um apoio em mola. a atuação de um carregamento genérico qualquer. Exporemos. quando tivemos. (Notar que.

Fio.mpnditica .2.2 11-108.112 indicado em 11-112.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. cujas barras têm. submetido ao carregamento indiiado.3 . Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip. levando em conta a simetria do carregamento. 11-109. ExlI-I6 .. II-111 Fip.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig.1 11-1103 VI-110. 11-110. todas. dro simétrico da Fig. estão traçados na Fig. a me* ma inércia. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento. 6 a da Fig.2) Sabemos que a estrutura a resolver.1 11-108.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua. cujos diagramas no sistema principal.im + 11-110. de Fip. 11.110 nnJ . 11-110. 11-11 I. 11. 11-108. 11-113.

11-119.% 1 . 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. a partir de cujo dstema principal. 11-115 Fio. Fio. 11-117. 11-120. = 1à / /.114 e 11-118.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. E. Fio. todas elas. para um reealque de apoio . indicado em 11-116. é a da Fig. resultante da soma dos diagramas indicados em 11.7 .3) Sabemos que a estrutura a resolver. e n t h : /Xi = 0. 11-116 Fig. 11-115.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. temos os diagramas da Fig. 11-110. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. EJ = 1 d t m 2 .71 4. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. levando em conta a antiaimetna do carregamento. mtzo. a j a s b 11 h .Resolver o quadro da Fig.33 Obtemos. o da Fig.

11-125 ' 4 . 6 a da Fig. 11. do apoio A. obtemos o diagrama M1 da Fig. que nos fornece: + Fiq. ~hpanttititiai . Fiq. o indicado na Fig. considerando a anti-simetna da solicitação. 11-125. representado em 11. toda ela. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. a partir de cujo sistema principal. de 1 cm. 11-121. pois ele ná0 teri qualquer impedimento. previamente. - .162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. então. pode mos escrever que V.123. 11-121. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. = 0.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig.3) Sabemos que a estrutura a resolver. devido B wntribuição nula da parte simétrica.-1.122. 11-127. 11.2) A estrutura estará afundando. 11-121. b) Parte anti-simétrica (Fig. Levando em conta. simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. de cima para baixo. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. 11-126 e já será o diagrama final.124. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada.

Fip.3. 11-134 Fip. a estrutura a resolver 6 a da Fig. - Fip. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig. 11-128. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. 11-130 (isostática). 11-132 F i i 11. sn8 a da Fig. no sistema p ~ c i p a l . obtendo-se o diagrama . todas e1as. que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C .128 A parcela sim6trica do carregamento. 11. indicada em 11-128.129 \i A estrutura a resolver. Para este F i 11.filemo. 11-133.2.136 Dai vem. na da Fig. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. não influindo. t m fo-dese a estrutura. 11-136.a mesma inércia). para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11. 11. que será funçzo. portanto. 7 17 . l3 = 1. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. levando em conta a anti-simetriaexib tente.. obtendo os diagramas solicitantes da Fig.81. 11-129. apenas. Dnpcrandose as &fonn. 11-132 (cujas barras têm.131. constitui um carregamento auto-equilibrado.135.-. para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. então.

diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.5. Os exemplos seguintes esclarecem. duplamente.Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura. a estrutura a resolver 6 a da Fig. Ex 11-20. tiraremos. 11.1 q 2. 11.137.1. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria. 11-139 .2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip. *h Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.3 . 11-138.1. ~ ~ ~ Fig.Wprrstltkd .o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. 11-138. simdtrica em relação aos eixos fx e jj.138.

não influindo. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. constantes. o que 6 usual . Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior. 11-142. o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig.318~~ Fip. 11-141. a partir do carregamento da Fig. I A parcela da Fig. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal. ' cuo. U-140. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. 11-142. portanto. que será obtido. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que.3.o método dar f o r p Fio.140 E r 11-21 . a estrutura a resolver será a da Fig. portanto. mas que podemos resolver.PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. 11-143.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada). 11.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a .

na maior quantii dade possível de casos. cujos sistemas principais são os representados em 11-148. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. submetida ao carregamento indicado. 1.II-147. Temos. 11.144 Fip. então.59mt Ex.3 a 11-151. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy.2. 11-145: . os casos indicados nas Figs. : I . 11-146 5* . 11-145 Obtemos. teremos a resolver. a partir do sistema principal da Fig.3. 11-148.2 a 11-151.148.AipevstBtica -ntais de It). visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.1 a 11-151. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.1.146. i i i 11-148 I f Fie. 11.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11. 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F .

na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. 11-152. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o .1.154). e. então. 11-153 11-153. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar.5. a decomposiç20 éMlida).2 a 11-151. como se fossem uma vez hiperestiticas). comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção. no exemplo 11-13 deste capitulo que.2 bw grelha.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu. para estes dois tipos de deslocamentos. pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado). 11.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.149. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. para as greihas das Figs. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11.) Sendo assim. como se fossem duas vezes hiperestáticas). Fim.Aplicação às grelhas Já vimos. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . devido à simetria do carregamento. 11-152.2. romper a grelha na q ã o de simetria.2 possuem hipostaticidade numa direção.-= te. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. entáo. 6 possível. possível romper a seção S. os sistemas principais. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. da .4 . então. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). liberando as duas outras deformaç&s. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo.& vido à anti-simetria do carregamento. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs.n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria. so S i . $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . mas. então. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. 11-153 e 11-155 se comportam. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria. 173 2. Para o caso de anti-simetria (Figs. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig.2 a 11-155. estes sistemas principais podem ser justificados. então. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs.1. 11-152 e 11-154 se comportam. - Do ponto de vista de deformações da grelha.1 a 11-155. então.

sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de.156. Sobra. 11.Aiprest6tica . ainda. 11-159. O exemplos seguintes esclarecerão. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. ainda. devido â simetria. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). obtemos o sistema principal isostático da Fig. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra.1 Fip. 11. utilizando o artifício do arranjo de cargas.2 (notar que. um quadro hiperestático A D S E C que.1). ia .simetria. portam a 10 rücadas n d Figs.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. 11-156 2 2 11. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx. um quadro hiperestático ADSEC que. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante. nas mesmas barras".157. barra SB terá wmo único esforço. sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. Fia.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. em S'O. atuante em S.1. pode ser rompido em S.Decompor. F g 11-152 e 11-154. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. na direção perpendicular â do eixo de .2 to. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. No caso de anti-simetria (Fig. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática). aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig.2. devido à sua simetria. pode ser rompido em S. por conseguinte. devido A anti-simetria.1 e 11-160. 11-156.1). 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. Com isto. PJ< /+) em 11-159. com isto. a barra SB não terá esforço de torção. devido g anti-simetria do carregamento atuante.2 e 11-160. U-156. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal.2 (notar que. s E r 11-23 . nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. e o esforço wrtante (X3). 11-157.

=2 2 Diagramas no sistema principal G7. 11-162.2) Temos: 1.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a .todas elas. cujar barras tEm. 11-24. temos a resolver os ags casos das Figs. ~ i p . a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica.Conforme se vê.Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. .Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b . Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3.2 e 11-162.3. 11-162. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q). Ex.

0.172 v iirn. 11-169 4.44 E3.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores.37 E2 0. i Fip. Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. 11. Fip.168. 1. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. 11. Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip.1 4. 2. t 0. . Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. II-1623) Temos: 1. Sistema principal e hipenstfiticos Fip.32 E1 .19 E. representados na P & U-174. 11-171 . 11-173 3.43 E2 t 0. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. representados na - - &.

o método dm f o l p 2.23 E1 . obtemos .11-176. . 11-177 A pMir da express8o E = E. GJt - ! X. Diagramas solicitantes Fig.59 E2. temos: 1.= lmt Fie. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4. Sistema principal e hipcresthticos 3. resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig.t + a i .I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig. 11-175. Diagmma no sistema principal 181 I Fig. nijas b m têm i 2. 11-17s E r 11-23. + 0. + 9.174 @arte anti-simbtnca). 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. 11.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F .

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

ii-195. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 .SE1 + 0. 11. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados.5mt & - bXJd Fio. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. Ii-26 .v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício.5E2 . temos o diagrama f d da Fig.4E3. indrcia constante. . 4. + 5. cujas banas tem.194 - x3. temos: Fia. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. 11-196. X3= l m t lmt tml lmt Fio. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 . Ex. todas.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. 11-192.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas.

~) = El 63.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. 11. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . da estrutura e do carregamento. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . temos F g 11-199.104 x 2 ( . 11-198 Fip. = l m t Fim.6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = .1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria. s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197.16. então.2 e a estrutura se comportará.HipaestB<ics .16. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. 11-200 temos: 10.202 .6 E3. i C X.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. de raio R. como se fosse uma s vez hiperestática. = . submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig. 11-200.

192 Cum. obtmios .137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai.207. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. IL203. vem: X1 - - ln 0. b) Diagramas no sistema principal Fie 11.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: . í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 . diagrama final da Fig. ~-~ Er 11-29 . .Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204. 11.

se suasfi. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. .194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos . cuja * o reta é um retângulo de 0. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. - fW Fi 11-212.25 E1 + 1.2 tm210c .2 m de altura.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0. São dados: EJ E/ a = 10. ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 .2 '. da A partir da express8o E = 1.x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 .17 E2. obtemos os .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 . E J S Z 2 = 18 Vem.

Fia. a estrutura funcionará como isostática. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. indiferentemente. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas.Resolver a viga langer da Fig.1 = 104 m4 . nas barras inclinadas externas do reticulado. pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga.I 3 Fig. A Para o caso usual. sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. A resolução deste tipo de estruturas será. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. estando as estruturas das Figs. atuando nestes pontos de con. 1 I . Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. uma das barras do reticulado.aprrststica .uma das barras do reticulado para. do mesmo. - I para a viga AR: S = 80 cm2. e s t a indicados nas Figs. mntais que nela despertarão somente esforços normais. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. pois basta conhecer o esforço normal atuante . por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. é fácil verificar que. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. então. que 6 o de carregamento de cima para baixo. vergência Dentro desta ordem de ideias. I E r 11-31 .215. São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.o método das foqar I 197 1. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças. estudar: a) Tipo I . 11. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante.

um sistema estrutural muito empregado.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . Sistema principal e hiperestático Rompendese.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4..v1 I Fip.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.83 Temos: 1. por isto.. Efeitos finais A partir da expressão E = E.. principal.42.3Xl = O .&6tiea .. 11-220.219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip. S.42. etc).a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada. 11-219. 11-218 3. obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer.67 + 23. representados na Fig. Para a estrutura & Fig. Diagramas no sistema principal a) Mo . As vigas Langer sáo. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais. Equação de compatibilidade: .T(Y Fip. Hiperestático: 6.o método das f o w X1 = 1. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal. No b) M1 . pontes.obtemos o sistema principal indicado na Fig.83El . 11.. obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = .~/''~ Pedem-se: C A B --. + 1. 11-216. por exemplo.198 Curso de an%iae estnihird ffipe.104 reticulado . 2. a barra CD do reticulado.

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. . provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . devido à aplicação de uma carga X1 = I . Lembrando. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. pois representam os valores do efeito estudado. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. 11-228: Com isto. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia. função apenas do sistema principal adotado. conhecer as linhas de influência dos Seja. I. função dele. U - x2 = - a 12. generalizando. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. X2 e. independem do carregamento. os 0 ij. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. segundo suas l i a s de influência. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura).apenas E0 s X1 X2. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. que: 20s Nestas expressBes. agora. 11. o teorema de Maxwell sabemos que. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . De forma inteiramente análoga. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. entáo.evi. podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . Em se tratando do estudo de linhas de innuên. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação.228 Nesta expressão. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. o pmblema está resolvido e. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. no sistema principal. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I.( P1 1 L. no sistema principal. cia. ao passo que os são. L filo + 0 12 L I. naquela seção genérica. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . no sistema principal. . dentemente. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . generalizando. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . respectivamente. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S. pois. por exemplo.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. então. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. as l nheeidas.

em nosso sistema principal adotado. pois. I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. também. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. devemos multiplicar os nossos (. Supondo que.!Vc e.o metodo das forças 207 .P ) corretos Ora.. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59. A partir das conclusões do item anterior.M 8 .Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- . 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. temos: Fig. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc.) Recomendamos. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por .. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). 11-229. conseqüentemente. ou seja. cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. até aqui.Hipaestdtica 4. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos.* k h Fip. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. Não podemos. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. pois.ou seja.2 . 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. para a carga P = 1 . - [o 7i I .0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. (Podemos. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado. Nras hiperestáticas.

pela expressão: 2. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1.E = LI.3 1 I I .LXi (11. lrn. 11-236 .Uma ordenada gengrica R Xi da elástica. 11-232. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. Linhas de influência dos hiperestáticos 5.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . 11-232 barra CF L I . conforme a tabela 111 do cap.L I. 11. M I I . Matriz 1 61 Fip. Temos: 1. 11.EO + ZEiL. com o carregamento indicado na (.233 rhh I 7/90 Fig. de inércia constante. entao: a) Trecho BC Xi Fie. . 11-235. HB.1 . ou seja: qx. Fig. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. dependendo do tipo de mísula. ou seja. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . M~ VF. Fip. Diagramas no sistema principal X. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. I.1% h h a ) da matriz Fig.ApIicações E r 11-33 . . Sistema principal e hiperestitieo~ X1 . traçar as linhas de influência seguintes. M ? ~ . X.11) 4. I.Para o quadro da Fig.m. . 11-235 Qv Temos. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. h(?. obtida pela combina.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3.

Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. Temos a combinar os diagramas da Fig. temos a linha de infiuência representada na Fig.1.55 . bastando. portanto. vemos que. Fip. em cujo conhe cimento não estamos interessados. 11-240. também. o que Podemos. 11-241.124 2 7 = 0. 11. TIA= 1. multiplicando seus valores por 2 . Com isto. para obter a L I. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. calcular sua ordenada extrema. traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. 11-238 E Y c t . Sendo assim.laia) da matriz [ p ] . temos: 7 Obser~nção: Haverá. bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I. pois a carga P=l nso percorre esta barra. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°.237 b) Trecho CD Para este trecho. 11-240 Comparando com 5. 11.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig.obtendo: Fip. uma elástica para a barra vertical CF. Fg. 11-238. obtemos: Teremos: % = . 11-239. ou seja. então. X1. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços.94 . A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . X2.232. . o que faremos a partir da defullçáo.210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática . n2o precisam refazer os cflculos. com o carregamento indicado na Fig.

11-243. a partir do quadro de valores seguinte.13 -1.L 1.X1 + 1 L. (Mole barraCF -L. LX1 I .39 %E0 .I.96 +1.Mc -1.1 xL.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.1.V F Temos: Temos: L I. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6. I.í.64 -3.(Vo)F . Vem.2 - - L. Outras linhas de influência barra C F 6. estando representada. VF = L.3 .39 VI E 6.2.LINB Fip. entáo: a partir do quadro de valores seguinte. temos: .64 .1X2 ).X2= LI.13 +2. na Fig.212 6. 11-242.( LI. 11. X1 30 + L.X2- LLMc barra C F - . barra C F =L.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.I. a linha de influência representada na Fig.96 t3..1 L I.l.

(Ho)i( . 1 . M ? CF.4 . I.L. MI1 = L 1. X.30 L 1.5 ..L . 11-245.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI. ( M o ) II + 0.12 1 L.estando traçada na Fig.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . Q v . 2 6. X . X 2 = I2 1 1 -(L.1. v .(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.L. lemos: I L I.X1 + .L. I O . . Fip 11.5 L.0 que é aiiás.I. .I. L L Q V E LI.L 1.L 12 1 6. I. 11-244. evidente. XI ) = 12 L I.245 . estando traçada na Fig.

0349 0. 11-249. 11-70 do referidoexem. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. cho horizontal em que se desloca a carga unitária.q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. 11-247. Fig.indicada na Fig.1.5 L I. 11-248. Xl . traçada na Fig. Seção do 2.2 . MI = L I.0349 '12 0. OU seja.0459 0. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3. Adotando o sistema principal da Fig. 11-246. Q1= L I. com o auxílio quadro de valores a seguir.L. '71 0.-L.10).1 ) no lugar 116 de X1 .Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ .38 0.48 0. para o tre. a L 1.1. obtivemos [ SI= [I 161. 11. ( Qo ). obtenios. (MO)I .38 I I1 111 .0560 0.0459 "x1 0. indicada na Fig. contada do apoio esquerdo.217 I E*. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.I.245 1. Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2. plo e que esta transcrito a seguir. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. .0560 0. com o carregamento dado na Fig. 11-34.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I. X1 .

a linha de influência da reação vertical em A. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. pois.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática.2. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. . sendo a elástica desta estrutura.2 a aplicação. . seu conhe cimento é.L.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251. 11-251.3). as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. Considerando. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. para a viga mntinua da Fig. De maneira inteiramente anáIoga. ordenada nula na seção A). Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas. -VA x l + l x q = F x O . 11-251. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal.4 do rnp. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap. que aspecto terão estas linhas de influência. que se comporte à flexão como viga biapoiada. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse. 11-251. b) A regra de ~ ü l l e r . para a qual desejamos obter. no sentido oposto ao de vA positivo. bastante útil.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas. o p r b ri.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . em A. agora. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. para a mesma estrutura que a da F@. no entanto. em A. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. Assim. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo. lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. q = VA.. idêntico ao da Fig. I. pois nos permite conhecer. 1. obrrviflo do item 1. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. 11-251. temos o A esquema estático da Fig. 1 deste volume. I. 11-251.ipJ).2 do ap.3: Fio 11-250 . 11-252. a linha de influência desejada. N. serão obtidas por pontos. por exemplo.1. em se tratando de elásticas do sistema principal.2 e 11-251. teremos. oquedemonsiraque.

sendo o valor de M a determinar. 11-254. submetida ao mesmo carregamento Pi . 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . por exemplo. devida ao carregamento atuante. Derivando esta última expressão em relacão a XI< .~t i a . .220 Curso de anáiise estrutural I I I w .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. que representa o aumento da deformação a 2 .2.a2 T - ax3 .Empregando o teorema de Menabrea. 11-255. -q . 221 Podemos. i Ex 11-35 . sendo r . então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . aumento este essencialmente positivo. Devido à simetria existente. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura.o método das fowra isostatica da Fig. na direção do hiperestfitico X3 (no caso. 6 o deslocamento horizontal de E). . acrescido dos hiperestáticos X1 . obtemos . J x. uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. conforme já sabemos.253.' .. submetida ao carregamento indicado. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 . encará-la mmo sendo a estni11. que 6 3 = 0. Temos. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. podemos dizer. Sendo assim. submetida ao carregamento P indicado. agora. Xg . que possui inkrcia constante. Por força ados teoremas de Castigliano. podemos escrever que 6 3 = -r = 0. 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. 263 a energia real de deformação da estrutura. por exemplo. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie.

. calcular o deslocamento da seção m na direção A. "C:"'] + + e de x 2 . a partir de um sistema principal qualquer. 11. a partir do estado de carre gamento da Fig. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 . i.1. para a qual desejamos. por exemplo.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . 12 Impondo o teorema de Menabrea. 11-256 de diagramas 6.Verifiraçk I CS x2 . vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. M = N=Zo + N I X I + N2X2. submetida ao carregamento indicado. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. p s o indicado na Fig.2. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. a igualdade pode . m=Mo + M ~ + M2x2. 11-257.+&L 2 qx 2 Levando em conta que.Como: M(x)= -'.1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. I deste volume. N = N O + N I X l +N2X2.256. Conforme vimos no cap. 11-257. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática . X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 . podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2.

Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. obtido a partir da estrutura hiperestitica.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. 6 120 (sendo. O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V.hiperestática no ~. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. por exemplo. substituir por (11-20). rotaçao num engaste. K x E são os esforços atuantes na estrutura . um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . valores estes que sabemos serem . o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. ~. nulos). da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. 11-258 Fia.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. calculamos. empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. E r 11-36 . 6. anterior. o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. no caso de carregamento externo. U-259. near de um apoio do 2O gênero.224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . da Fig. estado-de . a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento. 17 N casa de emutura no erpaco. 16 No casa de estnitura no espaço. empregando a tabela 11: Fia. m u e. e Mo. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. N.280 que queremos cplcular. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. num sistema principal isost6ticO 18. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação.. 11-258. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35). então.. No . etc. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. A partir das duas Últimas expressões. substituir por (11-21).canegarneE. 11. deslocamento li. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. ) .temos. portanto. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos.

11-263 e . . 11-262 Fig. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá.245 mm.6 = I = 0. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. 11-262 e 11-263. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. Ex 11-39 . Assim. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal.Obsewuçüo: Para o estado de. 11-261 Ex 11-38 . Ihado com um dos sistemas principais da Fig. ~ 1 = O.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores. 11. a priori. 11-258. 11-265.09 = + 2. 11-265 não poderia ter o engaste em A . A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig. Ib19. I Cslculemos.Empregando o teorema de Pasternak. . o diagrama indicado nesta figura que. combinado com o diagrama M da Fig. U-261. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. tmba. a rotação da tangente à elastica num dos engastes.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . desejamos verificar. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. o sistema principal da Fig. para a estrutura da Fig. 11-266. 11-264. temos: I I r%. indiferentemente. ser nula. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. representado na Fig. que sabemos a priori ser nulo.45. que reproduz o resultado anterior. que sabemos. escolhendo o engaste A .263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. Temos. cujo valor. que conhecemos a priori. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática. submetida ao carregamento indicado nesta figura. náo será possível esta verificaçáo. caso contrário.45. x 4. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. 11-260. a Calculemos. o deslocamento horizontal doengm te A. a partir do si* tema principal isostático da Fig. 11-21. os diagramas Mo e M das Figs.$egamento poderíamos ter. por exemplo. Ex 11-37.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. Fio. por exemplo.82 + =)= 2 +2. no caso deste exemplo. nos fornece: Temos. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A.. senão vejamos. por exempjo.

y c] Fie. 11-266 Como. 11-267. evidentemente.Caso de varia* + M2X2 . 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. também. Q = QIXI + Q2X2 . N 0 .14) e levando em conta que: M = MIXl . i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura.) de temperatura Se a estrutura da Fig. 11-257. por ela provocado. Podemos. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. .1.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada.1 . trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática.Estado de ddomirSo IEnorqm: M. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. finalmente. N = NIXl + N A . 11-287. 1 .1 deste item. na direção A.expresso Fie. para a obtenção de M. a partir do estado de carregamento da Fip.1. o deslocamento da se$%om.2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie. 11-267.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. valerá.2: 6. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. 11-267. senão vejamos Partindo da expressáo (U. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig. I deste volume. ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos.

11-41 . os diagramas . Ex. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. 11-268. Ex. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura.Hipmiática . 11-24): A expressão (11-16) nos permite.Le do cap I.16). 11-40 . por exemplo. Calculemos.N.1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-19). calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1.a partk dos quais temos. a partir da expressão (11. então.yáo dástiEP da csflunira).3. 11-270. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. No. seus valores serão nulos e ficamos.268. *' I F i i 11-269 .M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem.2 e 11. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. I em A. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform. toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. Escolhendo o sistema principal da Fig. 20 No caso de estnitura no espaço. em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. para o sistema principal da Fig. 268.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. calcular defomações em estrutu. hecido. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig. a rotação da tangente à elastica mo e No. Q . sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo.o método dss fo/ 231 No caso.gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo. substituir por (11-22). finalmente. temos.

temos. o deslocamento da seção m na direçzo A . N O . se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . 11-273.. indicados em 11-272. submetida aos recalques de apoio indicados. por exem$10.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig.113 execução.@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo.000002 rad O .Ciso de reealqws & apoio 6= 0. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.1.1.4 m de altura. então. então.o e 6 1 6. 11-42 . então. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11..14) para a expressiio (11-15). obtemos. para a obtençáo de M). 11-271. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) . para a q u d queremos calcular.A - Fig. .1 . 11-273.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. de 0 9 8 m .E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.3. no item 6...3 A scção central sobe. 11-2732..2 e 11-272. Ex.. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: . podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273. já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie. 11-272. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento. pico. O ) Fip. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal. 6 um retângulo de O. constante. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. N.2 deste t6. C .Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig.

11-272. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo.1) podemos escrever. para o caso de estruturas espaciais. respectivamente.' . por exemplo. devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. que . calcular deformações em estruturas hiperestáticas. 11-274. Ex 11-43.Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. Fig. No. N. podem -ser feitas.e do cap. . então. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. dos apoios A e B. Ex. o deslocaNa expressa0 (11-19). se referem a um sistema principal isost6tico e M. 11. . a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. imediatamente. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura.Calcular. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . Podemos.o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. indicados na Fig. obtendo. provocado pelos recalques.75 cm (para baixo). Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. também. substituir por 01-23). Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. 11-275 No caso de ertmhira no espaço.2. já são conhecidas (V. 11-44 . devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. Assi. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. 6 = 0. em seu cálculo. Mo. L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. aquele devido ao momento torçor.0175 m = 1.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). (11-13). para o quadro da Fig. a partir de (11-18). as expressões (11-12). em: Fip. tomad o na estrutura hiperestática. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. a partir da expressão (11-19). (11-16) e (IE19) se transformarão. Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. Calculando. as simplificações mencionadas no item 1. Ro.271.

11.3 .5 .279 .276 .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque).Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.4 c*- d C b ---C t L+ Fig.a m + d m . + . 11-279.C Fig. + 11. 7.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. 11.7 - 18. E n E i -inFig.1 .pmmto. 11-277. 11-281. 6 7. Todas as barras têm mesma indrcia. 11-275 . aplicada emM. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado. 7 . b) calcular o valor da carga concentrada que. Fig. .00099 ' - 0.278.Enido & sri. 11-278 H.2 . w I Fig.280 + de 7.Pmbiemas pmpoatos 7. de inércia constante.001 rad. qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t .Para-a estrutura da Fig. que possui inkrcia constante.s = 9. 6 = 0. da Fig. 11. 11-280.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7.Para o quadro.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig.En. 11.do&&foimi*k.9 .

Uma viga de seção constante.o método da9 fo- 239 7.7 . = 2 . rotulada em A e engastada em E.s m (altura da seção reta). definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. Sendo dados = 10-5/oC. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. 11-282.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. J. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes.8 . 11. 11-283 Fig.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. nos bordos superior e inferior. 11-282 7. 11. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.284 . Fip 11-282 7. Determinar as rea' @s de apoio. 7.Hiped6tics .283. a. Fip. r. 11.284 provocado por: a) carregamento indicado. h. Dados: E. segundo a altura h.As fibras superiores da grelha da Fig. h = 0. respectivamente. S.10'. AB=BC=6m Fip. 111 -- &2t .W = 104 tm2. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. A . é submetida a uma variação térmica linear.9 .

Idem. i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp.13 .14 . 11.16 7. 104 tm2 = @ : .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. sendo Jm = J. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt. Dados: JA = JD = Jcomp. quando atuar o carregamento indicado. JCOSP Fig.r .1. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. 11-291 durante a montagem para que. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. - ..289. para o quadro da Fig. Admitir que a barra @ tenha inércia constante. 11-289 J = J mmp.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. 11-286 7. de cima para baixo. 11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto.288. 11.~ 911-290 . para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1.15 Fig. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp. 11-287 sofre um recalque de 1 cm.11 . 11-286.12 . tracionando as fibras externas ? . 7. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. 7.O apoio B da estrutura da Fig. 1. São dados: Jm Barra curva: -. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. Ucomp. I .

11-291 .m+- b 7.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.24 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. para o quadro da Fig. 11-298.Empregando o artifício do arranjo de cargas. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig. Fia.21 Fia. 11-299. = 104 tm 2 7. que tem F J I GJt 723 . cujas barras têm inkrcia constante. 11. 11-295. --f-'"-f- 7.22 .17 .295 7.204 720 . 11-298 .Idem. 11.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. submetida a um cai. de dilataçxo: a 0 Fio. CJ.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . l - ]+6fiLJ 7. 7. 11-296.Idem. 1 1 . 11-294.18 . . ga balczo semicircular da Fig. cujas barras têm E =2. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores.2 q .+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig. 11-292 +.'i %*. para a grelha da Fig. n-293.Resolver a grelha da Fig. * - ' - L . Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef.19 .

iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. que tem rigidez EJ = 10 tm2.302. 11-300. Q I Fip. Fip. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 . 11-300' + 7. 11-299 7.Idem. para o quadro da Fig. 7.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 .Obter para a viga da Fig. s = to-> m2 . iI-303.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P .0 . para o quadro da Fig.28 . para o quadro duplamente simémw da Fig.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB. 11-301 73 .Idem.I ! 7.Calcular a compressão atuante na barra EF. i Y= Fig.27 - Idem.25 . 11-303 Fip. 11. 11-301 .

da F ~ R1 .31 .1 x lo4 tm2.yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7.que tem W = 2. devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E. F . 11-307.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig.34 .1 3 6 7. . i g 11-308 7. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . de inércia c o n i tante. de cima para baixo. . Ir-308.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. Os carregamentos. ü-309. 0 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig. para as estruturas (grelhas) da Fig. indicados esquematicamente.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro.Idem.

3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. I Fip. para o quadro da Fig.37 . 11-315.5 m de altura. que tem inércia mnstante.39 . obter o valor do momento torçor atuante na bana AB. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig.35 -+ Fip. que tem EJ = 2CJt +3m 7. 11-312. G J I = 104tmZ . Fig.ri 4 7. São dados: EJ = 2 x 104tmZ . 11. 4 1 . a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-311 . 11-309 3m ?L I 7. 11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig.As fibras superiores da greba da Fig.7. 11-310. $tlm Dados: Barra horizontal: - . 11313 +. 11-311. Sendo a seção transversal um retângulo de 0. cujas barras t h inércia constante.313.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem.38 .36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig.

Calcular. 11-321. 6m-i(L6m Fip.48 Fig.l i i +. 11-319 Fig.3 19 e 11-320 que têm inercia constante.4 Fie. para o sistema pênsil da Fig. ambos. A F aII Fim. Traçar.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7.f. e de momento fletor na seção 1.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .322 -+h-+ 7. para as vigas das Figs.Resolver a viga armada isostática da Fig. 11-316 W = lo4 tni.Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. que variação de durante a montagem.o método das forfs9 251 Fig. 11-318.43 . as linhas de influência de esforço normal na barra U:. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores. com a atuação do carregamento indicado. para o quadro de inércia constante da Fig. 4m t 3 m * 3 m + 7. para que.47 . ~ o m 4 vãos. Dado: a = 10-5/uC. sejam nulos os momentos fletores em B e C. traçar o DMF Fig. 11. para a viga armada da Fig. . São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). comprimento deve ser dada A barra O?. . L i 7.e as barras do reticulado tém /:S = . 11-324. (S = muito pequeno.318 7. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7.-. 11.Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante.42 . i . de cinia para baixo. 11-323.250 7. 11-317. até foram tabeladas par Georg Anger.45 . tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. 11323 - Para a estrutura da Fig. )viga I II B ----. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11. 4 . 11-322..ticulado = 103 i. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. 3 cm. . . cotando-as nas seções indicadas.i - L I u .. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. .*. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC.. valendo. 11-321 4 +s.46 .

293.2 13 4 7. atuando em A. que teni EJ = 104 trn2. 7. E + A + * + 112 2 Fie. 7. gas das Figs.Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .2Jc 7.o método das fotrutura da Fig. sob a carga P para as vi.55 .Ic 10 Jc Jmax 7. de cima para baixo. 11-288. 11-326e 11.54 . que têm rigidez E% . 11.Empregando o teorema de Menabrea. 1 I 8 Fip.283.313.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.50 . 11. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de. 1 .327.52 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t. 2 13 7 . 11. 4 1 112 11-326 .53 .Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig. para .51 . 253 da es- .Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. 7. 1.49 o quadro da Fig. . 11-325.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig.Calcular o deslocamento vertid.

38t Esforços normais: Barra AB: -4. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.86t.75t..6 2 . Barra BC:-8.4 7.ql 3 - Tração de 3. Barra BD: +6.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = .o método h i o q 7.EJat (traciona fibras superiores) h .5t. Barra AD: +6.ESt.5 7.T Hipaesiítiea .

19 .151 .298 qR1 715 7.Momento fletor: qRZ.Momento torçor: 0. r-o .Tração de 4.17 .16 7.I I I 7.73mm Reações nulas .Encurtamento de 4.

2 .63t 73 .Indicaremos.2. apenas.o &todo das forças 7.29 - Diagrama nulo 73 . o número mínimo de hiperestfiticos distintos: .Curso de anáíise estrutural mprrststia .0 .

260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos. 7.43 - Encurtamento de 6.4 em .

v.' Curso de anais estrutural f6prestádca .o metodo das fo- .

diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. pois estamos no regime elástico).-M (111. a O esquema estrutural da viga AB é. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. então. . razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . pela constante k. dizer que o ponto B da viga CD é. associada a uma rotação 8.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. sob a ação de F. sob a ação da carga recebi. agora. Estamos. pois K = . Agindo uma carga P sobre AB. se deformará. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. da.1 Seja. como apoiada em A e engastada em B. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será.1 . e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. 111-5. 111-4 1 portanto. ~7 Fip. numericamente. pois. esta viga funcionará como biapoiada. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. um apoio elástico. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. então.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 . pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. devido à rigidez infinita da parede @ . aparecendo nele. dita constarite de mola.2) Fip. 111-1. 111-2 A móla fica defmida. finalmente. então. A seção B da viga náo poderá @ar. portanto. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. Para conhecermos esta constante de mola. 111-2. 111. neste ponto. o da Fig. Temos. I Fip. a viga funcionará. 111-4. em B. o da Fig. sobre a viga CD. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. para a viga AB. 111-3. Se tivermos. uma reação-momento M. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação. a viga AB da Fig. Podemos.

no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos. uma deformaça0 6 = -). no estado de carregamento. pois.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. F uma força F (ou seja. ld tlm. no estado de deformação. K b) deslocamento vertical de C. Por exemplo. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig.6. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. 111-6. uma força F e. Ex 111-i. nas aplicações usuais. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. 111-6.2. c) rotação da tangente A elástica em A. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = . Basta.3 .Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I .1 111-6.k . Dandese h estrutura.3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 . temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento.Para a estrutura da Fig. 111-6. no cálculo dos EJc 6 . para cálculo de deformações em estruturas. estas molas terão.3 (que fun- Como. 111-7. = 104 tm2 . que tem El 1.CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. no k a t a d o de carregamento. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. 1 1 1 8 qM 111. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. A aplicação seguinte esclarecerá. respectivamente.1. ou seja.2 111.6. acrescentar aos termos atd aqui considerados. Fia. por analogia com o caso anterior. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic.

temos: i 2. As aplicaçtks seguintes esclarecerão. M = imt F = 1/47 Fia. resolvido. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M . E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111. A B n C A - Fig. 111-10. K = 104mt/rad .9 1. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '.9.8. temos: .4 x 10-3 rad (sentido horário) 4. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. 6 = - 18.1 Fig. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. 111-9. 111. também.5mt 111.83 X1 = O .26.9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. São dados: 4 = lo5 tm2 .33 + 12. Equação de compatibilidade: . imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está.

cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. Hiperestático: X1 = 2.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 .2) sabemos.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario).Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2. Sistema principal e hiperutático Ex. S%odados: 5. da viga-balcHo da Fig. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.l rn 111. 181-14 Observação: A partir das expresses (111.x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. Diagramas fmais Fio. IU-3 .1) e (111. Hiperestático X1 = 0.Resolver a grelha da Fig.62 6.18 Fip.19. 111.05 2 Diagramas no sistema principal 6.1 u = lo-S/oc . 1 Wc611= 2 x 3. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. no caso. Ex. 111-19-1. 1 14 . 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.

para o funcionamento da estrutura como grelha. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons.a do exemplo 11.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que.-I .20 3.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . Equação de compatibilidade 5. então. carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. "'Z I. .-- .. 111-19. de. .~. para atuação de X1 = 1: . Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. com precisão satisfatória. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. 111-20... num apoio elástico c o n t i n u o para elas). em relação a x: 6.I( .. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo).35 . temos.20 + 2. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M.=ontfnuo tenha inbrcia constante'. possam..X~ A = O 2 vezes derivada. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga. Temos. I Fig.. 111. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 . sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio. v. Hiperestático X1 = 9.14 Xl 6 . em cada se. 11. membro a membro. Ann Arbor. Deslocamento vertical de A: - . igual a ky.0.-%. q (xl 2.935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2. ser considerados contínuos..#.as cujos apoios elásti. de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. temos: I.. ção.. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4.2 r o s O ) d o + .= .--Irt-- =z Fig.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico .15 do cap. com rigidez H . Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui.1 . --.

' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - . cuja soiução 6: será.) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10).h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. obtemos. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga. dados por: k -4EJ 4 Fip. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. Levando em conta que y ( . a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. entzo. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ . empregaremos o princípio da superposição de efeitos. y(x). obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo.21.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig. No caso de inércia & = . devido 2 simetria existente. submetida h carga P aplicada em O. com o que ficamos com: I I I . 111. temos. . no caso: que 0. sendo assim. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. a partir de cuja solução.~ e . devemos ter C1 = C2 = 0. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração.21.Vigas de mmpnmento infinito I 2.I _ dx2 1 Derivando. levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. devemos ter m riável. estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. obtemos: ~ ( x = dr = . a partir de (111-5).2. 111. dada por 4y =o.1 .I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que.

finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = .h x (cos xx + sen X X ) (111. simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e . I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .da carga P(x= O). para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. ~uperposifão de efeitos.M(x) e Q(x) se encontram na Fig. 111. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro. B(Xx). calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. obtemos.e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i.17) (111-18) .~ No ponto de aplicaçao .. sabemos tambhm que: Q (O+) = . AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111. 6 As expresròer (111. cotn o que obtemos. válidas somente para x Po ritivo. da condição: ~ ( 0 = 0. ~ ( x ) . M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas.13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x). temos 5 Estamos.12) a partir da qual. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo. (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 . então.Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem.13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). que C3 = C4 . 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). a introdução das ~ s funções A(Xx). a partir da? equaçõcs dcduzidas. Permite a simplificação das equações (111.' x - Devido à simetria existente. CfXx) e D(Xx).-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx . podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió).P/2 5 .2 EJ dx2 h2c3 e . d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas.22.sen X X ) A I Q(x) = . sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas.

repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. imediato. 111-5 . para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. então. . la é k = 4 x l d tlm2. B(Ax). as funçer' Afix). Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) . com o auxílio da tabela XVIII.sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. Ex. 111-23. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio.q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx .

que: = . obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . 111-26 .-A . 5 22.. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'.1. a partir do quadro de valores a seguir. d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y . Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. levando em wnta (II1-21).Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -.M A A /Axl dr3.A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita).respectivamente.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . aplicada na origem 0. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M .-. queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24. a ten8endo para zero.2 .2xBfix) I = Mo x2 --. Assim. empregando o principio da superposiçZo de %. (111-17) e (111-18).MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida. temos. empregando o principio da superposição de efeitos. 111-24. o produto Pa tender para Mo. Fip.2 quando. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada. temos.

Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C.(e-'' 2k cos xu .e-Ao COS h=) + (1 . para O cáiculo de Vc. respectivamente. então. eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo.b) Podemos. obtidos levando em conta que. temos. Em particular. 111. nI-27. 111-26. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . entHo. os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. Empregando o principio da superposição de efeitos. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. teremos: 22. devido à anti-simetria da solicitação. entzo.3 .27 Partindo do esquema da Fig.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig. os gráficos indicados na Fi& 111-25. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. MC e QC . obtemos: . levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX). temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3.l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos.e-Ab cos . que: V Fia.e-Ab cos u) Podemos.

Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. -V 2. . 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h. que desejamos resolver. MC e QC. Para o caso. QC . o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. Seja a viga semi-infbita da Fig.1.i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. submetida ao carregamento indicado. poderemos escrever que: . Iii-29. 111-28.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga ..3..Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. a partir das expressões (111-21) a (11124). evidentemente. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. por exemplo.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i . da Fig.

trabaihando. 111-29. isti. Temos. assim.2. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A. se conseguirmos fazer desaparecer . Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita.31.. 111. em AW. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig. IIM2 submetida ao carregamento indicado. no caso.2. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2.3.2 deste tópim). atuantes em Aeq. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. então. em A. em A. a - ou *a: P M E = . OD .MA e QA para a viga infinita da Fig.Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111. 111-30. Levando em conta as expressões deduzidas no item 2.2. o momento fletor atuante sob a carga si dado.1. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. 111-29. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig. 111-29.6 Para a viga semi-infinita da Fig. Caso tivéssemos MA = QA = O .1 residiria na existência. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42).2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7.[ I + C 2(Ao). 111-29. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42). empregando-se o principio da superposição de efeitos. Ex. por: P ser8 Asim. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. que não estaria. submetida ao carregamento indicado. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig.

que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são.) - i. Sendo assim. válida para x O. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita.\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re. 2. obtemos. U1-34. a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28). Ex. 111-34.35 submetida ao Carregamento indicado. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. acrescido das cargas Po e Mo. no caso.2. sendo YA e M . acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. 111. na viga infinita. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig.//. a solução do problema. para a determinação de Po e Mo. Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. 111-34.Resolver a viga semi-infinita da Fig. ) . de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. 111-34.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. apenas. aplicadas em Aesq.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m .2. submetida ao carregamento indicado nesta figura. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. para o ponto A. 111-33. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. iII-8 .3.=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. y =M = O .1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig.1.2 . submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. obtendo-se. o deslo-ento . d e fmidas em (IU-43) e (11141. . 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. suporemos P aplicado em Adir. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r .

. 111.a viga infuiita da Fig.3. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso.2.1 será a da viga infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. a soluç%o do problema. 111. . em conta que. obtendo-se. I . Por analogia com os c h s antdores. obtemos. enião.. 111. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig. para a viga infinita da. .. . então.38 Suporemos o momento Po e Mo.e.. Fig. A !"t=*s. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. =.46): - . 233 . obtemos: Assim sendo. válida para x > O.Para a viga semi-infinita da Fig.3. = 1P = O.. 1II-36. -. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P. 111-37. I obtemos. as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ). - I U ./3& * Fig. 4 2 - OD ---r. obtendo-se: E% nI-9. submetida ao carregamento indicado..S. No caso. 111-37.. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 .1 e 2. levando em conta que. para .. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai.38.35 I V Fio.%n/ .>"m#s. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando.ciM A A .~w1 .2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. a partir de (11145) e (111.

IIMI. na resolução de urna viga infinita. Daí. desde que acrescentemos. as cargas PoAr .A (Xa) CIAa) .1 . dado. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. Bulirn. 111-39.-! t _ - I *v P o ~?A .28 (Aa) D &a) ] 2. Este pmcerso foi apresentado. 1938. Seja. ao carregamento atuante. nas seções A e B da viga infinita. par exemplo.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. no entanto. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. Resolvido o sistema anterior. obteremos os valores de PoA. para esta ultima. então QA MA. analogamente ao caso da viga semi-infinita. da Fig. levando em wnta que devemos ter.uoA . w m isto. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. 11140. Pog. i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. Sendo. e MoB . submetida ao carregamento indicado. tais que façam com que apareçam. o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P. IIM1. as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). p l s primeira vez. MoA.~ t i m apoios dásticoa . O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . que apresentaremos a seguir. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. Procedimento lançado por Hetenyi. por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . "F . QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes. por M. a parür do e i quema da Fig.de cbmprimento i . Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu.4. lIU1 i" -7~ - . nas seç&s A e B. na viga infinita. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita. Fio llC40 Fk.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada.

as duas cargas . adotunor cvmo carregamento uma única . O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. e . agora. seus sentidos sertío os h . chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P . defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P. -dicados na Fig.l. a partir dafunçtío E. ~ a aplicar no caso da Fig.1. temos.2 (carregamento anti-sim6trico). temos. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. II143. rmpeetivamente. os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. as mdiçóes de contorno.e e 4. respectivamente. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E.1 (carregamento sim&rico) e 11143. chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. as duas cargas concentradas.h e t n è ò m Impondo. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. a) C ~ M t i . . III42.2.~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas.(M). concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.& : . i 11143.2 (carregamento anti-sim& trico).nocm de valores negativas. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . sendo sim6tricas as cargas . As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. M = Q = O em A e E. ao caso da F i i 11143. 11143. a partir da funçso E.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig.subme& da ao carregamento indi~ado. 11143.

3 submetidas respectivamente. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44. acrescidas das cargas para o I? caso. e que são y = V = O).M:.2. a primeira delas submetida a parcela simétrica do.1.(Valores positivos de P : 11143. Assim.3 . 11145.2 e 11145. y = M = 0. e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114. respectivamente. submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica. y = M =O. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. caso.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. carregamento. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. eM : estão definidos nas express6es (11148).4. em A e b'. será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo.2 e 1114.2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o .58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. MA. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).2. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno.1. 1114. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso.3. submetidas. 1114.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. em A e B.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento. as duas cargas de sentidos opostos de PD). (11149). para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . e das : e @ no segundo caco. a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145.4. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . (111-51) e (111.4.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso. e das cargas % e @ no 2? m . Concluindo. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. agora.52). cargas Os valores de $.

! NO . III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam.Exemplo de aplicaçãa Ex. entretanto. sidtricas.94P Nestas expressões. respectivamente. de . a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig.4. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. obtemos: 2. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. submetida. s t e remos a parcela simétrica a estudar. na viga infinita. o principio de superposiçáo de efeitos.47 submetida ao cmeda gamento indicado.4. bordos lines da Fig.. I l ~ 6 No casv. a partir do que vimos no inicio do item 2. mmo X l = I.D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . QS a) V I . sua resoluç%o. 4. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49). será a da viga infinita A = P . dados por / 2 1 Fig. como o carregamento atuante já C simétrico. v2 Empngsndo. 111-48 . vêm: e = 0. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.X 1 . 111. levando em conta que . e n m . às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. entáo. que.1 deste t6piw. A resolução da viga íinita dada será. 111-46. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148.4 .1.

tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que. de ocorrência de flexão com. tPf U. 11148.1 Fig.2 i . . pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. . os valores 0. a constante de mola k do meio elástico. de bases elásticas 'com constante de mola variável. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. podemos desprezar por completoafle xáo danga. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. relativos a vigas sobre base elástica.4. onde fornecemos. acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. então. pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). \ .1. para as vigas do terceiro grupo. que sua deformada é uma linha reta. podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. se. a partir do esquema da Fig. considerandea como infinitamente rígida. por exemplo. pode ser obtida a partir dos valores de c. f . McGraw HiU 111.49. o problema está resolvido." d) Em função do valor do produto ( A I). bem wmo das rotações das tangentes à elástica. do ponto de visfa estático. entretanto. que será determinado levando em conta que . estudo de problemas mais wmplexos. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. . tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. ficar com os primeiros valo..2 '2 < > Para o primeiro grupo.2.Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. Hetinyi. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . Finahiente. podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. vigas deste grupo devem ser. 11149.. que resolverá o problema. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. preferimos. pois. Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun. é o que está feito na tabela XIX. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga).. 0 . Posta e torção. para cada caso. Por procedimento inteiramente anaogo. 11149. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. a viga como semi-infdta). p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática. 11149 Sabemos. tais como os casos de vigas de inércia variável. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. dada por k = c b. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). A A 1. o segundo grupo.60 e 5. ao se estudar um de seus bordos.': 11149.2. t + 3. dentro da teoria apresentada neste item. por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. sendo tamdation Analyrb and Durgn". em que b. recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . podemos dizer que A ( A I / . a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias. res (sugeridos por Hetényi). já citado neste tópiw. D (AI). Determinado o valor de M. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos. entZo. senZo vejamos: Seja. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica. consideraremos. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. estudadas com todo o rigor.

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TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .- .310 3.

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