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curso de anhlise estrutural

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CURSO DE

ANÁLISE

ESTRUTURAL

Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

I - Estruturas Isost8ticas

II - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

111 - Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

-

Enciclopédia Técnica Universal Globo

FICHA CATALOGRAFICA

[Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. SPI

Süsrekind. Jose Carlos. 1947- S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.- v. 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980.

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol

Bibliografia. Cante8jdo. - v.

1. Estruturas isost6ticar.

formações em estruturas.

MBtado dar forças.

-

v.

2. De-

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas - Andlire (Engenharia) 3. Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu- I0 : Deformaç6es em estruturas. IiI. Estruturas isostiticar.

CURSO DE ISE ESTRUTURAL

Volume I1

Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

inlices paa málogo sinam6tica

1. Análise estrutural : Engenharia

2. Deformagaes : ~~~~~h~~i~estrutural 624.176

3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171

4.Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176

624.171

EDITORA GLOBO

Porto Alegre

1980

copyright

@ 1973 by José Carlos Surwkind

Capa'. ~ubmHerrmnn

- .-

Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn Gdfiu~Ltda.

l?Ediqão - abril de 1976

2 Edi*

-setembro de 1977

3? Ediw-o - mmo de 1979

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Direitos excluiivor de edi*,

em ttngua

da Edftom Globo S. A.

Porto Alegre - Rio Grande do Sul

Bmil

Apresentacão

A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis, idéia esta que cresceu com.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0, que se vèm deparando com o mesmo problema. e cuja concretização se tor- nou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo.

O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas. ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. Nestes últimos, incluiremos também, o estudo de alguns tópicos especiais, cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil.

Na apresentação deste Curso. é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. Domicio Falcão Moreira e Silva, a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas, e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe- "01, na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro.

gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários, sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo, Pois, a partir deles, estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho, no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante - objetivo final de nossos esforços.

Ri0 de Janeiro, 1.0 de abril de 1974

.

José Carlos Susekind

Sumario

CAPITULO I - CALCULO DE DEFORMAÇ~ESEM ESTRUTURAS ISOSTATICAS

I

2

3

- Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I

1.1

I.?

I

1.2.2

1.23

1.2.4

1.2.4.1

1.2.4.2

1.2.4.3

1.3

1.3.1

1.4

O priiicípio de d'Aleniberl e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I - Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo - F6rmula de Mohr 3

-

-

Aplicaçtíes imeiiiatas 7

-

Uso de tabelas para calculo de /",J& 11

-

Aplicações As estruturas usuais da pr8tica I6

- Casos de barras com inercia variável 24

- Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24

Inircia variando em mísula 26

Caso de variação aleatória da in6rcia 45

Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L

Caso particular: variação uniforme de temperatura (~~50)52

Cálcu!o

'P

-

-

-

-

-

de deformaçGes devidas a movimentos (recalques)

-

dos amios 55

.

- Cálculc de deformações em vigas retas - Processo de Mohr 57

21 -

AplicqXo do processo de Mohr is vigas hipereststieas 64

- Cálculo de deformaçües em treliças planas - Processo de Williot 70

4

- Teoremas complementares 78

4.1

4.2

4.3

i 4.4

Teorema de Betti 78 Teorema de Mêxwell 79 Teoremas de Castigliano 80 - Regra de MüUer-Breslau 86

-

-

-

5

6

- Problemas propostos 89

- Respostas dos problemas propostos 100

1

- Introdução - Determinação do grau hiperestitico 104

1.1 - Hiperestaticidade externa

1.2 - Hiperestaticidade interna 104

104

1.3 - Hiperestaticidade total

1.4 - Aplicações 105

2

-

O mbtodo das forças 106

104

.

2.1

'

 

-

As bases do método 106

-

-

Obse~a$õcs109

2.3 - Roteiro p.ara o niétodo das forças 112

2.4

-

Aplicações 113

2.5

-

Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometri- camente simétrica 152

2.5.1

-

Artifício do arranio de careas 153

1.5.1.2

- O artifício 157

 

2.5.1.3

- Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica)

 

na estrutura

166

2.5.1.4

-

Aplicai;áo is grelhas 172 .

7.5.2

-

Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes

simE!ricas) 182

3

-

Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196

-

Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas

203

 

4.1 -- Base teórica do método de resolução 203

4.2 -

Roteiro de cálculo 206

4.3 - Aplicaqões 208

5

-

O teorema de Menabrea 220

66

-

Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas - Verificação de diagramas 222

 

6.1 Caso de carregamento externo 222

-

6.2 Caso de variação de temperatura 228

-

6.3 Caso de recalques de apoio 233

-

7

-

Problemas propostos 236

8

-

Respostas dos problemas propostos 253

 

CAPITULO I11 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS

1

-

Apoios elásticos discretos 264

 

1.1 Definição dos apoios elásticos 264

-

1.2 Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266

-

1.3 - C~lculode deformações em estruturas isost6ticas 267

1.4 - Resolução de estruturas hiperestáticas 269

2

- Apoios elásticos contínuos 272

 

2.1

-

Introdução 272

2.2

-

Vigas de comprimento infinito

274

2.2.1

-

Atuaçáo de uma carga concentrada

274

222

-

Atuaçáo de uma carga-momento 282

2.2.3

-

Atuaçáo de carga uniformemente distribuída

284

-

Vigas semi-infinitas

287

- Vigas semi-infinitas com bordo livre 287

- Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290

- Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292

- Viga finita - Processo de Hetenyi

- Caso de bordos livres

294

294

2.4.2 - Caso de bordos articulados 298

2.4.3 - Caso de bordos engastados 299

2.4.4 - Exemplo de aplicação 3M)

2.4.5 - Observações 301

3 - Problemas propostos

4 - Respostas dos problemas pmpostos 3 11

307

Introducáo- ao segundo volume

O segundo volume de nosso Curso, onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas, as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas, e as estruturas sobre apoios elásticos, foi subdividido em três capftulos, comentados a seguir:

O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas

isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas, quais sejam: carregamento externo, variação de temperatura, movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais.

Enfase especial mereceram, devido A sua grande incidência na prática, os casos de vigas e treliças, para os quais apresentamos, além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais), os processos particulares de Mohr e Williot. Finalmente, são estudados diversos teoremas clásicos na Mecâ- nica das Estruturas, que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso.

O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas

elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática, que é o método das forças. São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais, sendo apresen- tados, a seguir, os artifícios visando i simplificação do trabalho de resolução

das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). Ainda neste capítulo, são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas.

O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas

(isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos, sendo abordadas, neste caso, as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre

apoio elástico continuo que mais @corre na prática). Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I, queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de reso- lução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo, como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposi- ção do capitulo.

Na oportunidade, queremos deixar registrados nossos agradcci- mentos ao amigo José de Moura Villas Boas, pelo trabalho de revisão deste volume, e aos demais amigos que, com suas sugestões e estimulo, colabo- raram na preparação deste trabalho.

Rio de Janeiro, 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind

\

CAPTTULO I - CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM

ESTRUTURAS ISOSTATICAS

1 - ApIieaq.50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim

i;

1.1 - O

de d'brlembert e os conceitos de deslocamento

e trabalho Wtual

]ean

d'Alembert

introduziu na Mecânica Racional os conceitos

de deslocamento e trabalho virtual, estudando o seguinte caso:

P.

Ip2

Seja um ponto material m em equilibrio, isto é, submetido a um conjunto

nula, conforme indica a Fig. 1-1.

Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução

de nenhuma nova força no sistema, isto é, mantendo

mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real, pois, para haver

seria necessária a introdução de uma nova

deslocamento real do ponto,

força ao sistema, que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m.

Tratemos,

= O. Este desloca-

de

forgas Pi tais'qiiè sua resuitante $6

entáo,

este deslocamento ,),

dado nestas condicões. (isto é.

.

=

O),

como uma entidade puramente matemática, â qual chamaremos

deslocamento virtyl:

O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças Pi (ree)

que amam s$re

vale W= 2. 6 =O. Dizemos, então. que, "pm um ponto material

brio (2=

equilíbrio que atua sobre o,yn*o, wndo este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer, 6 nulo , o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual), pois preserva, para O ponto que sofreu um deslocamento virtual, as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo).

A pariir destas consideraçóes, poderemos extrapojar os teoremas I gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos

0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6

em equilí-

01. O nobalho wml r~liradopelo sistemn de forcas reais em

Cálculo de

deformações em estruturas isostáticas

3

virtuais, senão vejamos:

Para um ponto material em equilíbrio, sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo"; para este mesmo ponto, o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um desloca- mento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". Bastou, portanto, substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio, por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio, quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais, podemos, imediatamente, enun- ciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis, substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e, então, teremos:

a) Corpos rígidos:

um corpo rígido em equilíbrio, a soma algébrica dos

trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele atum é nula, para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos."

"Para

b) Corpos elásticos:

"Para um corpo elástico, que atingiu sua configuração de equilíbrio, o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele atum é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes, para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos"

Obsmagões:

a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tia-

balhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos, por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. Como, a partir deste principio, podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais, em tudo que se seguir

manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais.

b) Diversos livros, também,

e elegantes, sob o ponto de vista matemático, para os teoremas dos traba- lhos virtuais; não o fizemos, neste trabalho, por ser nosso objetivo aPre.Sen-

ti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~ráticapossível, que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual, a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos), o que está feito nos itens a seguir.

c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto; adotamos,

apresentam deduções muito mais sofisticadas

I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenosdedocamentos, pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1.2 deste capitulo.

neste caso, a metodologia utilizada pelo prof. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Dire- tório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953, por nos parecer a ideal, didaticamente falando.

Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo - Fórmula de Mohr

Seja a estrutura da Fig. 1-2, submetida ao carregamento indicado. Em se tratando de um corpo elástico, ela se deformará devido a estas cargas, adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. 1-2.

1.2 -

Fig. 1-2

Fig. 1-3

6 evidente que duas seções vizinhas, distantes de ds, terão deformações relativas devidas aos esforços simples M,N,Q nelas atuantes, deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds, devida a M),A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. devido a N), dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. devido a Q). Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais, e são dados por:

d,#

=-

Mds

-

,

Ads=

Nds

-

ES

'

.

<~h=- x Qds

CS

'

sendo

E:

módulo de elasticidade longitudinal do material;

G: módulo de elasticidade transversal;

J:

S:

X:

momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro;

área de seção transversal:

coeficiente de redução, resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes, cujo valor varia com o tipo de seçao.

>I

~uponhamos,para fms de raciocínio, que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A, ao qual chamaremos o Seja, agora, a Fig. E3, onde a configuraçáo da estrutura, apbs a

:

4

-

Curso de análise estrutural

I

1

aplicação do carga P = I, 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. 1-2 quando descarregada. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2, esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). Apliquemos, então, à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3, e sob os deslocamentos virtuais impostos, o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas, para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. Temos:

Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações):

Wext = P6

(as reações não dão trabalho)

Trabalho virtual das forças internas (Wint):

Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e, como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos, será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. Teremos, então, no caso:

Wint =

@dP + 1,FMS +

Il ~dh,

ou, levandoem conta as

expressões

da

Resistência

dos

Materiais:

Igualandese,

obtemos

expressão esta que resolve o problema.

a) Chegand*se

à expressão final, verificamos que, para fm de cáiculo dos

trabalhos virtuais, tudo se passou como se a ~ig.1-3 nos fornecesse cargas

e esforços e a Fig. 1-2 as deformações. Por esta rafio,

nadas, respectivamente, estado de carregamento e estado de deformação.

elas são denomi-

I

I

I

I

I

I

\

a:

b) A escolha do estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 , que se deseja calcular, nos forneça um trabalho Wtual

Cálculo de defomqües em estruturas isostáticas

de forças externas igual a PE . Ele é,

e pode ser, comodamente, tabelado para OS Casos práticos usuais. o que está feito na tabela I.

pois, funqão da deformação a calcular

C)

O estado de deformação pode ser provocado por:

- carregamento exterior

- variação de temperatura

- movimentos (recalques) de apoios

modificações impostas na montagem Neste item, estudamos a primeira das causas; as outras serão analisadas, de. forma inteiramente análoga, nos próximos.

-

d)

NO caso mais geral (estruturas no espaço), teríamos a acrescentar ao tra- balho virtual das forças internas aquele do momento de torção, que vale:

Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado,

para as seções mais usuais, na tabela XVI. Notar bem que Jt + J (mo-

para

algumas seçóes especiais, tais como círculos, anéis circulares. etc.

Desta maneira, sob forma mais geral, o cálculo de. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante, é resolvido pela expressão (Ll), instituída por Mohr,

mento de inércia polar), para as seções mais gerais; só temos Jt =.f,

do o estado de carregamento definido pela tabela I.

e) Para as estruturas com que lidamos usualmente

acrescentar

do trabalho numérico do engenheiro:

- A parcela

prática, podemos

as Seguintes informações, de grande valia na simplificação

na

pode ser, usualmente, desprezada em presença das demais, com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas, a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). - Também com erro tolerável, podemos desprezar a parcela

para peças de estruturas

esforço normal.

sos de arcos, escoras, tirantes, barras de treliça, pilares esbeltos e peças protendidas em geral.)

(E evidente que não o podemos fazer, pois, nosca-

que não trabalhem fundamentalmente ao

TABELA I - Esmlha do Estado de Carregamento

Deformacão 6 a calcular

Estado de Carregamento

1. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A

G=

1

2 Rotação da tangente B elástica numa seção S

3. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula,de 2 barras i e j

4. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra

5. Rotagão absoluta de uma corda AB

p=-

6. Rotação relativa de 2 cordas

AB e CD

(nii =

7. Variação do comprimento da corda

i*I

que une 2 pontos A

e B

-

P= 1

O$ ertador de earnigarnento tabelada

Go tais qu, nos

(ÃB=II

I ; CD=

Como

I2l

tra-

balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6.

-

Cáido de deformqíks em estruturas isostátieas

7

0 uso destas sVnpIiifi&es

deve ser feito, enfretanto. com muito cri-

tério e

somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir mos

grossebos

todas

relativa.

Em caso de dúvida, devem ser computadas numericamente

as parcelas, a fim de ser possível a avaliação de sua importância

11 "

f) Conforme veremos mais adiante, para estruturas compostas por barras

retas de in6rcia constante, a resolução da

se obterrl por um simples uso de tabela (V. tabela 11), em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ,o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calcula- dos para o eixo indefomdo da estrutura. Quando atuar o carregamento, este eixo se modificará, evidentemente, e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada, caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que, de fato, ocorre para as estruturas usuais). É o que fmmos no caso e, portanto, em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es.

1.2.1 - Apiiqóes imediatas

Ex. I-I - Calcular o deslocamento horizontal de D, para o quadro da Fig. 14, que tem E3 = 2x 104 tm2 para todas as bar- ras.

Em se tratando de quadro plano, que trabalha fun- damentalmente à flexão, teremos:

a) Da tabela I, obtemos o estado de carregamento da fig. 1-5:

b) Wtado de deformação

Curso de dise estnitd

c) Cálculo de 6:

Sendo EJ constante, temos:

bbbb

=

MMMMds+

MM-ds

+

EJ6 = .M-ds

M-ds

Como, para a barra

QI

, M = O, a expressão se simplifica para

EJ6 =

+ bMMdS

Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e, lembrando ainda que trabalho

independe do sistema de coordenadas adotado, podemos escolher livremente,

fms de cálculo das inte-

para cada barra, um sistema de coordenadas para

grais. (E evidente que devemos nos guiar, nesta escoiha, pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração.) Escolhidas as abscissas indicadas

nos diagramas, obtemos finalmente:

(Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e tracionarem fibras opostas, nas barras @ e @ .)

Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado simboliza o trabalho virtual pij = 1 x fj.Sendoseu sinal negativo, indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale, portanto. 7,88mm, para a direita de D. Er I-2 - Calcular a rotação relativa das tangente a ebtica na rótula C, desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal, para a estmtura da Fig. 1-7.

Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@&

I

CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm

(ES) tirante = 10%

A

tirante

Fip.

1-7

Temos:

a) Estado de carregamento: conforme a tabela I, temos:

M=~sen6(OgB<n)

 

Fig.

1-8

b) Estado de deformação

12t

 

Fip. 1.8

lt

(O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido

r )

.)

Ex 1-3 - Calcular

a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. 1-10.

cujas barras têm

Temos:

a) Estado de carregamento: conforme o tabela I, vem:

Fig 1-11

b) Estado de deformação

c) Cálculo de 6 :

Fia 1-12

6

= 7,875 x 10.3

rad

(O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carrega- mento corresponde ao da deformação.)

1'

constante.)

(Caso de

compostas par barras retas com inercia

Seja o quadro da Fig. 1-13, cujas barras tEm as inercias constantes

indicadas na figura. A defornacão

6 devida ao trabalho i b~ãoV & :

Sendo Jc uma indrcia arbitrária, chamada inbrcia de compa- raça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras), temos:

Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra, tabelaremos os

valores de:

Jc

Ibarra

MM~S

barra

que, somados para todas as barras das estruturas, nos darão o valar EJc 6, a partir do qual se obtdm, imediatamente, o valor da deformação

sdes?j&

Vejamos o caso geral a considerar, para estruturas compostas .por barras retas:

Conforme a tabela I, vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). O caso geral será, portanto, o cálculo do valor

sendo M retiiíneo e M qualquer. Temos, para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li, conforme indica a Fig. 1-14:

Da Geometria das Massas, sabemos que

a + li

a

Mxdx

6

o

momento eststico da reaM .em relação a0 eixo y, numericamente igual ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de

M

gravidade ao eixo y. Ficamos, entáo, com:

Jc

que desejamos tabelar C igual ao produto de - pela área do diagrama

J;

qualquer e pela ordenada, na posição de seu ientro de gravidade, lida no diagrama retilíneo.

A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin.

A partir dela, podemos instituir os valores para os diversos casos

particulares apresentados na tabela 11.

A título de apiicaçZo imediata, estudemos os casos seguintes:

a) Combinação de M e

retilíneos:

Fig. 1-16

Chamando-se

I'Je=I:,

J:

Cuiso de análise estrutural

de compiimento elástico da barra

i

I.

e que é o compkmento fictício

de uma barra de inércia

J,

que nos dá a

mesma

defonnaçáo da barra de comprimento

li

e in6rcia

J,, temos:

Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. eviden- temente, como casos particulares deste.

i

b) Combinação de retilineo com M parábola do 2P grau:

16

.

Curso de anáiise estmtural

1.2.3 - Aplicações às estnihuas usuais da prática

@I-?- Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E, para a estrutura da Fig. 1-17.

>

,

,.,

-

L

Dado: EJ, = 2 x 104 tml

A -

Ç 3m. ?(L

3m + 3m + 3m +

Temos:

a) Estado de carregamento

0.5mt

b) EEtado de deformação

it,m

Fig.

4m

1-18

Fig.

1-17

Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas

1

I

C) Cálculo de 6

:

Temos, empregando a tabela 11:

- Para barra

@

17

18

6

=

- 1,4 x 104

ano de análise eshtural

rad (O sentido correto é, pois o anti-horário.)

Observação:

No caso deste exemplo, a combinação dos diagramas poderia ter sido feita diretamente, pois as parabolas terminam com tangente horizontal que o esforço cortante é nulo), e este caso está tabelado; não o fizemos, entre- tanto, para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer.

Temos :

Ex. 1-5'-

Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig. 1-20. São dados:

--EJ

=-'t

- 2;

;

H = 2 x 105 tm2 (todas as barras)

,

a) Estado de carregamento

lP='t6

Fig. 1-21

Fip. 1-20

I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas

I

b) Estado de defornação

1"

:.

8 = 1,005 x lu3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo.)

Ex. 1-6 - Calcular a rotação da tangente

a estrutura

da Fig.

i elástica em A para

104 tm2,

1-23, que tem EJ

=

constante

para

todas

as banas

do

quadro

e

cujo

tirante

tem ES

=

0.5

x 104t.

.-

g = e

h,

I'

L

Devido à simetria existente,

escolheremos o estado de carre-

gamento indicado na Fig. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da

rotação em A

com a rotação em B. igual ao dobro de cada uma delas

20

CUROde análise estmtural

(devido i simetria). Temos, entáo:

a) Estado de carregamento:

M = lmt

M- lmt

Fig. 1-24

Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento, pois este não tem existéncia física real.

b) Estado de defomlação:

c)

Cálculo de 6 A:

Temos:

2W6A =

MMds +

Nnds

/quadro

Itirante

= -20 - 42,66 = -62,66

6 A = -3.13 x 103 rad (sentido correto I? n)

1-7- Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo- ~dopor um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante

& Fig. 1-26.

a) Estado de carregamento

lt

E

F

b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm no tirante (M.yN= Q=O, pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica, que 6 livre à deformação).

c) Cálculo de 6

:

Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6

Trabalho virtual das forças internas: Ntir.

2

ncUtamento =

= fl t (-2

cm)

Igualando, vem:

-

= -242

cm (sentido correto:

)

Ex.

I-8 - Para a treliça da Fig. 1-28, cujas barras têm, todas,

ES =

104t, pedem-se:

I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra a durante a montagem para que, quando atuar o carregamento, o pontoA fique no mesmo nível de B.

\

3m

Fig. 1.28

I?) Cálculo de deslocamento vertical de A.

a)

c)

Estado de deformação

Fig C29

Cálculo de 6 A :

NF~S

bana

b) Estado de carregamento

r.

ES 6A = X (NS Ib,)

Organizando um quadro de valores, temos:

1

,

I Se cada barra tivesse área diferente teríamos, evidentemente

NOta:

1

2P) Cálculo da variação de comprimento da barra

a

: Nosso

objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A

tenha uma deformação de (-6A) para que, quando for somada i defor-

I mação 6 A devida ao carregamento, a deformação final seja nula e te nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos

virtuais:

o mesmo estado de carregamento do item ante-

rior, vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que

o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de (dA). Teremos:

Empregand-

Trabaho virtual das forças externas:

Trabalho virtual das forças internas: B56'= (- fl)6'

Igualando, obtemos: 6' = m=0,74 cm

= -(1t)(1,05 cm)

\rr

24

Curso de análise estrutural

A barra 5 deve ser montada, pois, com um comprimento 0,74 em superior ao seu comprimento teórico.

a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças, que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento.

o comprimento

de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça, desde que seu esforço normal N seja diferente de zero.

b) O problema pode ser resolvido variandc-se

1.2.4 - Casos de barras com inércia variável

Para calcular

?lf

para barras de inércia variável, dividiremos nosso estudo em 3 casos:

1.2.4.1 - Barras curvas com inércia variando segundo a lei

Jm

J cos V

=

I (conforme a Fig. 1.31):

Fig.

1-31

Temos J =-

zontal. Dai vem:

Jm

cos V

sendo I,,, a inércia na seção de tangente hori-

EJc 6 = Jc

md~ - jC :1 " -

dr

COS '4

-Jm

i.

cos P'

=

Jm

'.I

MMdx (1-4)

Tudo se passará, portanto, como se a barra tivesse comprimento I, inércia constante igual a J, e, para fins de combinação dos diagramas,

eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal, podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x, conforme 14, e não ao longo do comprimento da barra curva). Ex 1-9 - Calcular a variação da corda CD para a estrutura da

I

Fig. 1-32,

Sáo dados:

Barras 1 e 2:

Barra curva:

J=Jc

J =-

tos P

J~

grau

.sendo JM = 2 Jc

4m

Fig 1-32

1

4m

I

Temos, desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição:

-.

f-

I

a) Estado de carregamento:

Fig. 1.33

26

curva

(l"8

rn)

b) Estado de deformação:

Cum de análise estrutural

Fia 1-54

c) Cálculo de 6 :

As combinaçóes de diagramas nos fornecem:

Paraasbarras a e 0: 2 ~'~4x2~16 = 85,3

3

6 = 1.37cm (a corda aumenta).

1.2.4.2 - inércia variando em mfsula

Emprego das tabelas III a XVpm cilculo de Jc

Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão). divenos autores tabe- laram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V

a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uni- formemente distribuídas).

Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro

I

Cglculo de deformap"

em estruturas isost8ticas

27

a adotar quando do emprego dessas tabelas, pois o problema (tebrico)

o cátculo nu-

que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo

instituído por estes autores, resumido na tabela 111, para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). As leis de variação de altura tabeladas2 sxo:

está bem

definido

mds

*

e

o

caso em questão

6, apenas.

mbrieo de .i, I-;-

J

2

Jmáx

Jmáx

O estudo original

a) Misula reta assimétrica

I

p%reta

-4

+a

1.

1Jmin

I

t

I

b) Misula parabólica assim6trica

par. do 2.O grau

c) Misula reta simétrica

Jmáx

d) Misula parabólica simétrica

Fi* 1.35

.

g.5:

0

o

0

:SE izg E$? E;!

-a* --"?--a

gEE C;? gsz $65 cR* 23- *"- m*z e93

ar.-

$

-3

---

"

-8-

i,o

I

-8-

D--

8:s

n,-n.i-

mm- --

-L-

n.0's'uin~o;?:

sgxnfir .R?

m

">-"

Y """ ""-

o-

::-gs-

0"-

^Rui

"2

ZR"Z1

;C31

"*.a

"W.

:,a

q,oong

0

$a$ *.3-"rr<unr

O*"

^V*

Ií.- -n.

'

-n--n-.n.-n--,~

nc-n2z

?.D ""'0"'

--.,A=E;: :C

3EXSii:

"-.;*-

, gmgo.g -

0' ,"

2 H:!

-"- -"- -"--"- -"- -"- "".""-

-22

h?;

91%;

iO1.z 8ZY

?Z? CR$

O

n

D

z$"gz

-.-- ---

-

rn>D

00'

$;r

zzn ~$5gsz ;+?IK~C 22- e?- e35 8-3 :;E

""S

"^'

"8'

^q"7".

Y.

P"%

-"%

"

"

-' *"" 0"- ""

;s+

~~3s

TABEU XII

-*h- 4,. h.

"an. r". e, "" B lids

JA'~'

9.n

A

e

" =-

A'

TABELA XIII

-mni

.h

o,,

I

Temos:

-

P= 11

aplicaçóes seguintes esclarecerão:

1-10 - Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de

são mísulas retas com

Fig.

1-36. Todas as banas

/,,,in =

e

= 5 J,.

E dado EJc = 2 x 104 tml.

B

Fig. 1-36

C

a) Estado de carregamento:

Fig. 1-37

b) Estado de deformação

c) Cálculo de 6 :

Conforme O roteiro indicado na tabela 111, obtemos:

42

CURO de análise estrutural

Para a barra

(mls reta assimdtrica):

a

A = - = 1. n = --

3

'

5 Jc

3

Jc

-

Tab. IV

al=o,098

-

Tab. VI11

al=o,ol53

-0,2; 1' = I -- =

J~

Jm,

3 x 3 ~4.5x O,W8 = +4,0

-3xlx9r3x0,0153

3m

Obsemçóo:

Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M

para

S.

o cáiculo de Para a barra

a

(mis.

reta simdtrica): X =

/

3mt

-,

I tlm

S4++++)

A A

3mt

Tab. VI

--r

a=0,241

-

Tab. X

ai -0,038

12~3~4.5~0.241=+39.1

-3 x 1 x 12'

x 12 x 0,038 = -197.2

EJ,

'

.

.

6 =4,0 - 1,2 + 39,l

& = - 1,4cm (o ponto A sobe).

- 197,Z - 126,2 = -281,s

EX 1-11 -

Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para

o quadro da Fig. 1-39. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima, sendo que

as barras verticais têm Jmín =

Jc e a horizontal 104 tm2.

6 dado EJc

Jmín =

2

J,.

=

Fig. 1-39

(ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma

barra, devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra,

definind-se

a altura extrema por esta interseção, conforme está feito na

Fig. 1-39.)

Temos:

a) Estado de carregamento

44

Cuiso de anáiise est~turai

b) Estado de deformação

Fig. 1-41

C)

Cflculo de 6

:

Conforme o roteiro indicado na tabela 111, obtemos:

Para a bana

, @ :

(mís reta simétrica):

81

= 2 = 0,2;

1o

= 0,~;

1. = 5

Para a barra @

(mís. reta assimétrica):

X = I;

:

n = 0,2;

I'=

5

nc6 =

197 +49 = 246

.'. 6

= 2,46 im (para a esquerda)

1.2.4.3 - Caso de variação aleatória da inércia

NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente, teremos que calcular

por integraçáo aproximada. O problema será, pois, calcular

1, qdx

sendo q = h@f - -. Jc J

Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson:

Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos

Ax. temos:

A aplicaçãoseguinte esclarecer.5.

Ex l-12- Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig. 1-42. submetida ao carregamento indicado. A seção é retangular, com base de 40cm e altura variável conforme a figura. É dado:

4

i

I

r

A

i

 

-

 

<.I. ,.,.

,

,

I'.'

 

,

E = 2,l x 106 t1m2.

Adotando

temos:

EJc = 2.1 x 10 6

x-L 04x1~- -

12

4

=7x 10

.

-

tm*.

106

 

108

Y.0

276.0

18

Fig. 1-42

0121

Vem, ent~o: EJ~6 = 387,4 x&=

.:

3

6 = 3,68 x 10-~rad

2

3

387.4 = 258

2 = 387.4

TABELA XVI - CÁLCULO DA IN~RCIAJ~ATORÇÃO

Obse~flo: Para peças de concreto armado, dependendo do grau de fissuraçá0, a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela.

1.3 - Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura

Seja a estrutura isostática da Fig. 143, cujas fibras externas so- frem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura do dia de execução da estrutura. Ao lon- go da altura das barras da estrutura, a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo-

A

'.

t-

h

Fig. 1-43

Estado de ddoimaqão: Erforto. nulos Defornafim

relativsr J

dp =a6.- te) ds

I dh=O ratório assim o autorizam), de modo que, no estado de deformação, duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig.

h

1-44.

Vemos então, que duas seções distantes de ds sofrem um mo- vimento relativo composto de .duas partes:

a) deslocamento axial relativo de Ads = arg ,ds, sendo tg a

em relaçáo

variação de temperatura no centro de gravidade ao dia de execução.

b) uma rotação relativa

dip =

i

-

h

Fig. 1.44

te

ds =--

cr~t

h

ds,

sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material.

Suponhamos, para fm de raciocínio, que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri

o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá, então, quan-

do dermos a todos os pontos da Fig. 1-45 deslocamentos virtuais mente iguais aos provocados pela variação de temperatura:

exata-

seguintes convençõesde sinal:

fi $erii positivo quando de tração

- j@ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estru- tura

- As variações de temperatura ti, t, tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti-te).

3.0)

O valor de

cia de esforços cortantes ou momentos torçores no esta-

do de carregamento.

6

não 6, evidentemente, afetado pela existêc-

As aplicaçües seguintes esclarecerão:

O 1-13 -

Calcular o deslocamento horizontal do ponto B

se

 

a

estmtura da Fig. 146, cujo material tem

 

Fis 1.45

-

Estado de mrmmsnm:

 

a =

10.5 /OC

 

e

cujas barras têm seção retangular

de

0,s

m

de

Supondo as barras com seção constante, temos:

se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento fletor no estado de carregamento e temos. então:

-

n

PS=atg A-+%N h AR (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5)

Observações:

I?)

2.O)

A

I

Se as barras não tiverem seção constante, teremos eviden- temente:

F6=oi

\/NtgdstaAt

k

(1-6)

Para emprego das expresses (1-5) ou (M),adotaremm

Fig. 148

altura, sofrer a variação de temperatura

indicada na

figura, em relação ao dia da sua execução.

e:.-"II

"O."

+

"--

.

rg-+3O0C

,,=+1o0c

Fíg.

1.47

Sendo diagramas e N no estado de carregamento, os in- dicados na Fig. 1-48, teremos, levando em conta a expressáo 1-5, e o esque ma da Fig. 1-47:

O ponto B se deslocará, pois, de 6,58 cm,para a direita.

Ex 1-14-

Calcular as defomaçCks seguintes, para a grelha de Fig. 149, cujas barras têm seção retangulir de 0,s m de altura e cujo material possui

a =

lo-S/~c,

se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.

A +

4m

-+'

Fig.

1-49

1.O)

Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC.

2.0)

Deslocamento do ponto C na direção BC.

Temos:

1.O)

Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. 1-50, obtemos:

2.')

Cálculo do deslocamento de C na direção BC:

Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a

("O plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). ~~m~~,a partir do estado de carregamento de Fig. 1-51: /

A

Fig. 1-52

Devido à simetria, sabemos que as mtaçb em A e em B So iguais e tmios, entxo, a .partir do estado de carregamento da Fig. 1-53:

lmt

M= lmt

M= lmt

lmt

N-

O

-

A

rotação da tangente à elistica em A

no sentido horário.

vale, então

anRt,

h-

1.3.1 - Caso particular: variaflo uniforme & temperatura

(

A,

=

0)

Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção

A, devi-

do a uma variação uniforme de temperatura tg atuante, para a estmtum de Fig 1-54:

Temos, a partir de 1.6:

sendo r $ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo

numa seção genérica do trecho A - rn e y o ãngulo entre Rge a tangen. te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B - m.

da

estrutura

Ora, as integrais acima podem ser reescritas sob a forma

-,

= Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A - m

-+

= Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B - m

53

adode ,jefotmaç&s em estruturas isoststicas

se tratando do regime elástico, estamos diante dc um cam po conservativo, para o qual sabemos, da Mecinica Racional, que o traba- lho independe da trajetória, dependendo apenas de seus pontos extremos. L~~~,as integrais ser calculadas para qualquer trajetória que cm. tivesse os oontos A, B, rn Tal nos permite concluir:

pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. podemos substituir a eshutura

.~

o ,,

wnnyóo

e por oum

desde que contenha os mesmos vínculos e pon-

tos de aplicgcãode cargo do estado de crnregomento.

n-Bi

1-16- Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a

um aumento uniforme de 20 OC, para o quadro de

Fig. 1-55.

I

mo: oi = 1o-s/oc

A

7

10m

Fia.

1-55

I

0s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- ç%oSo os vindos (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E, no caso). Ficamos, então, com:

6=atgA~=10-5X~OX10 =2 mm

(para a direita)

E* 1-17 - Caldar a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a ma diminuiçáo de 300~.para a es- trutura de Fig. 1-57.

I

54

Curso de análise estmtural

Fig. 1-57

A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. 1-58. a partir de qual obtemos:

- ''

6= 10.~(-30) (-1 x -@) (encurtamento)

A JP=

lt

= =,o2 mm

Fia.

1.68

'18 -

cd~dara ruia~lode comprimenm

devida a uma diminuição uniforme de30 OC, para a

estrutura de Fig. 1-59:

Dado: ct = IO-~/OC

da

mrda BD

1Fig. 1.59

+

2m

X

2m +-

ado& defOnneqõcsem estruturas isostáticas

55

A de substituição mais conveniente será a de Fig. 1-60.

a partirde qual obtemos:

Fig.

1-60

mm de encurtamento I

deformações devidas a movimentos (recalques)

6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1.5

1.4 - Cáicuio de

dos apoios seja a estrutura de Fig, 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques nela indicados. Se quisemos calcular deformações provocadas

co&ecidos3,

por esses recalques, sabemos como instituir o estado de carregamento e

sabemos que daremos, neste estado de carregamento,

deformações vir.

tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noes- tado de deformação.

Fie.

1.61 -

AjTIB

----I

-)PAV

o--+4"

Ir-I

'

r*,,

Estado dedeiwmsqio lhfoyra a ddormwõ~nditivas nula)

Aplicando, então, o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento:

virtuais,

teremos

Trabalho virtual das forças externas: P6 as mações de apoio no estado de carregamento e P

"SPondentes

no estado de deformação.

t

Z RP,

sendo

R

os recalques a elas cor-

Trabalho virtual das forças internas: nulo, visto

que

as

defor-

3 Calculados pla Mecânica dos Solos

56

Cum de mase estrutural

mações relativas no estado de deformação são nulas. Igualando o trabalho virtual das forças externas internas, obtemos

ao

das forças

P6 = - Z R p

(1-7). expressão que resolve o problema.

Ex. 1-19-

Calcular a rotação relativa das tangentes 'a

elástica

em E devida aos recalques indicados, para tura de Fig. 1-62.

a estru-

Fig.

1.62

Temos as reações R no estado de carregamento

indicadas

na

Fig. 1-63, a partir das quais obtemos, pelo emprego da expressão 1-7:

Ex. 1-20-

(O sentido arbitrado foi correto.)

da

grelha da Fig. 1-64 devido a recalques verticais de

Calcular o deslocamento vertical do

ponto

A

cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D.

Aproveitando a simetria, as reações de apoio no estado de car- ~sgamentosão as indicadas na Fig. 1-65, a partir das quais obtemos:

2aA =

-ERp =

-2x

1(-2x10-2) =

4x10-2m

O ponto A descera, então, de 2 cm.

ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem, evidentemente, devido ao carre- gmento atuante; para calcular as deformações que o conjunto karregamen-

o + recalques)-provoca na estrutura, preferimos usar o principio da super-

msição de efeitos, calculando inicialmente, pela expressão (I-I), as defor- nações devidas somente ao carregamento e, a seguir, pela expressão (1-7), iquelas devidas aos recalques. somando finalmente os dois resultados obtidos.

1 - Cálcdo de defomsçks em vigs retas - Rocem de Mohr

Embora se tratando de um caso particular, desemiolveremosnes te tópico um processo, idealizado por Mohr, que nos permite obter, sem aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais, a elástica de uma viga reta .A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pe-

la grande incidência com que ocorrem, na prática, as vigas retas e pela pos-

Qbilidade que este processo oferece de

obtermos, de uma sb vez, a elástica.

devida

"P=&

Sabemos,da Resistência dos Materiais, que a rotação relativa flexão, de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. 1-66,

EJ'

58

Curso de análise estrutural

VI

Fig. 166

Por outro lado, do Cálculo Intinitesimal, sabemos que a

curvatura de uma curva plana y =y(x) igual, por definição à relação -

d9

ds

para a curva - referida a um sistema xy como o de Fig. 166 6 dada por

dP

-=-

Y"

ds

(1+~'=)~/2

A elâstica

y =y(x)

Y"

de uma viga fletida seri, então, obtida da

Como estamos tratando da

equação diferencial

Análise

Estmtural

-

no

= -.M

EJ

(1 +y'2)312

âmbito

das pequenas

deformaç&s,

o valor

pode ser desprezado em presença de unidade e teremos, ünalmente, a equa-

ção diferencial da elástica para vigas retas dada por

yg

-

Observando a analogia matemática entre a equação

diferencial

da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $.$ = - 0,

dxL

Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada, e cuja determinação depende da análise das condições de contorno do problema), carregada com uma car-

t M , sendo M o momento fletor

ga distribuída cuja taxa de distribuição atuante na viga dada.

EJ

Empregando-se

seguintes

analogias:

o

processo

de

Mohr,

estaremos

fazendo

as

Resumindo, temos:

Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada

Deslocamento vertical da viga dada=Momento conjugada

Fletor

na

viga

A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno do problema dado, em função da formulação adota- da para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir:

a) Seja, por exemplo, um apoio extremo do l? gênero A exis- tente na viga dada conforme indica a Fig. 1-67. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio do l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O),

Assim,

já que este apoio só impede deslocamento vertical.

devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que te nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs

$A-e

Fig. 1-67

mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção); este vínculo será, então, outro apoio extremo do 1P gênero.

b) Seja, agora, .uma rótula intermediária B existente na viga da- da, conforme indica a Fig. 1-68, A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à

B

Fig. 1-68

esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). Assim, devemos ter em B, na viga conjugada, um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cor- tantes diferentes à sua esquerda e direita; este vinculo será, então, um apoio intermediário do l'? gênero.

Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta, teremos ins- tituída a tabela XVII, através da qual passaremos da viga dada à viga wn- jugada. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita, a titulo de explicação, as condições de contorno que guiaram esta transformação de vinculo.)

-.

Ficando determinada a viga conjugada o problema está, então,

resolvido.

Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isos- tática Os exemplos das Figs. 1-69 a 1-71 esclarecem.

60

-

L ,.,., ,~,.~

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