curso de anhlise estrutural

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume

II

DeformaçZes em estruturas. Método das forças.

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I II 111

- Estruturas Isost8ticas - Deforrnatóes em estruturas. Metoda das forcas

Enciclopédia Técnica Universal Globo

- Wtodo das DeformaçÍks. Roasso de Croo

CURSO DE ISE ESTRUTURAL
FICHA CATALOGRAFICA [Preparada pelo Centro de Catalogaq50-nsFonte, Cimara Brasileira do Livra. S I P

Volume I 1
Deformações em estruturas. Mbtodo das forças.

Süsrekind. Jose Carlos. 1947S963c Curso de analise ertrutuial / Jose Carlos Siiwkind.v 1-2 4. ed. - Pona Alegre : Giabo. 1980. .

v. ilust. IEnciciopWia thcnica universal Globol
Bibliografia. Cante8jdo. v. 1. Estruturas isost6ticar. formações em estruturas. MBtado dar forças.

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- v. -

2 De.

1: Deformwões IMecinicaI 2. Estruturas Andlire (Engenharia) 3 Forcas e Tensões. I. Titulo. II. Titu. I 0 : Deformaç6es em estruturas. IiI.Estruturas isostiticar.

inlices p a a m á l o g o sinam6tica 1. Análise estrutural : Engenharia 624.171 2 Deformagaes : ~ . ~ estrutural ~ 624.176 ~ 3. Ertruturar : Análise :.~ngenheria 624.171 4. Forwr : Analise ettrutural : ~ngenharis624.176
~ h ~ ~ i ~

EDITORA GLOBO Porto Alegre

1980

. j? da Edftom Globo S. . . 1. em ttngua Rio Grande do Sul gradec cem os antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários. O Curso de Análise Estrutural será dividido em très volumes.0 estfmulo recebido da parte de diversos colegas de magisl6ri0..objetivo final de nossos esforços. - copyright @ 1973 by José Carlos Surwkind Apresentacão Capa'. >-. Porto Alegre - Bmil Ri0 de Janeiro. incluiremos também. . é dever de gratidão mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. a quem devemos nossos conhecimentos de Mecânica Racional e de Mecãnica das Estruturas. no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas.. sugestóes ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo. o estudo de alguns tópicos especiais. A. no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante .g. ~ . --.f<.: h O r!. de edi*. Pois. e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em edita-lo..2Direitos excluiivor . estaremos em condiçks de tentar sempre melhorar este trabalho. . que se vèm deparando com o mesmo problema.- 7 .- .- . Na apresentação deste Curso. na Pontificia Univenidade Católica do Rio de Janeiro. Nestes últimos. a partir deles. Domicio Falcão Moreira e Silva. . l? Ediqão abril de 1976 2 Edi* -setembro de 1977 3? Ediw-o mmo de 1979 - - A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis.:: -&&c\+\ .-32E..0 de abril de 1974 . .&. \ ~ ~ $ C . 1 . ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. idéia esta que cresceu com.S. e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério supe"01..i.r c . :: C~!L... ~ u b m Herrmnn Planeiamento gr8fim:Tacnimtor Produçdn G d f i u ~ Ltda. cujo conhecimento julgamos indispensavel ao engenheiro civil. José Carlos Susekind .I . 1 I:.

Teoremas complementares 78 .4 1.Aplicações 105 - .& "J 11 - - Aplicações A estruturas usuais da pr8tica I6 s Casos de barras com inercia variável 24 Barras cuwas com inircia variando segundo a lei Jml~cos= 1 24 'P Inircia variando em mísula 26 Caso de variação aleatória da in6rcia 4 5 Cáiculo de deformações devidas à variação de temperatura 47 L Caso particular: variação uniforme de temperatura ( ~ ~ 5 52 ) 0 Cálcu!o de deformaçGes devidas a -movimentos (recalques) ..Teorema de Betti 78 4.Hiperestaticidade interna 104 1.Processo de Mohr 57 .4 e os conceitos de deslocanieiito e traballio virtual I .Aplicaçtíes imeiiiatas 7 .AplicqXo d o processo de Mohr is vigas hipereststieas 64 21 3 4 .Cálculc de deformações em vigas retas .2.CALCULO DE DEFORMAÇ~ES ESTRUTURAS EM ISOSTATICAS I .Teorema de Mêxwell 79 .O priiicípio de d'Aleniberl - Uso de tabelas para calculo de /. dos amios 55 2 .Cálculo de deformaçües em treliças planas .Regra de MüUer-Breslau 86 Problemas propostos 89 Respostas dos problemas propostos 100 70 i 5 6 1 Introdução Determinação d o grau hiperestitico 104 1.2 1. 2 .Cálculo de defornidfóes devidas 5 atuação de carregamento externo .2 1.1 1.3 .1 1.1 4.1 .Processo de Williot .1 I.4.Hiperestaticidade total 104 1.? I.2.3.O mbtodo das forças 106 .4.F6rmula de Mohr 3 .2.Hiperestaticidade externa 104 1.4 . 1.23 1.3 1.Aplicaqão do teorenia dos trahallios virtuais aos corpos el6sticos I 1.3 4.4.2.2 .Sumario CAPITULO I .4 .Teoremas de Castigliano 80 4.3 1.2 .2.

Viga finita .Introdução 272 .Base teórica do método de resolução 203 4.1 ' .1 1..5.Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas 196 - Estudo das linhas de influência em estruturas hipereststicas 203 -.4.Roteiro de cálculo 206 4.Vigas semi-infinitas com bordo articulado 290 .Caso de bordos articulados 298 .3 2.Atuaçao de carregamento distribuido qualquer 286 .4 2.Aplicações 113 .Cálculo de deformação em estruturas hiperestáticas diagramas 222 .1 222 2. ..2 .2.C~lculo deformações em estruturas isost6ticas 267 de .áo i s grelhas 172 .ara o niétodo das forças 112 .5.4.Roteiro p.2 2.4.3 7 8 - Verificação de .5.As bases d o método 106 .1 2.5.4.2.Caso de variação de temperatura 228 .Resolução de estruturas hiperestáticas 269 elásticos contínuos 272 .Respostas dos problemas pmpostos 3 11 - Problemas propostos 307 3 .Vigas semi-infinitas 2.1 1.Atuaçáo de uma carga-momento 282 .Vigas de comprimento infinito 274 .1.1.O artifício 157 - Caso de existência de dupla simetria (elástica e geomktrica) na estrutura 166 .3 2.2 Obse~a$õcs109 .Respostas dos problemas propostos CAPITULO I11 253 - ESTRüTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS 1 - 2 - Apoios 1.2.Exemplo de aplicação 3M) .Caso de bordos livres 294 .2.4 7.Problemas propostos 236 .Artifício do arranio de careas 153 - .Trabalho virtual de deformação dos apoios elkticoS 266 .Caso de recalques de apoio 233 6.Aplicaqões 208 de Menabrea 220 5 6 .4 Apoios 2.3 .Artifício dos grupos de incógnitas (ou artifício das matrizes simE!ricas) 182 2.Caso de bordos engastados 299 .5 3 4 .Processo de Hetenyi 294 .1 6.Aplicai.2 .Vigas semi-infinitas com bordo livre 287 .Artifícios hiperestáticos para estmtura elástica e geometricamente simétrica 152 .Atuaçáo de uma carga concentrada 274 .3 22.2 2.Observações 301 287 .Atuaçáo de carga uniformemente distribuída 284 .5.1.Definição dos apoios elásticos 264 .5 .3 2.Vigas semi4nfinitas com bordo engastado 292 .3 1.Caso de carregamento externo 222 6.2 1.2 2.4 elásticos discretos 264 .O teorema 6 .4 2.1 4.

para os quais apresentamos. os casos de vigas e treliças. Repetindo o que fizemos na introdução ao Volume I. devido A sua grande incidência na prática. os artifícios visando i simplificação d o trabalho de resolução das estruturas elástica e geometricamente simétricas (que são as que ocorrem com maior frequência). São feitas aplicações para Os tipos estruturais usuais. Todo esse estudo é feito utilizandese o teorema dos trabalhos virtuais. . movimentos (recalques) de seus apoios e modificações de comprimento impostas durante a sua montagem. sendo abordadas. as vigas de inércia constante sobre base elástica com coeficiente de recalque constante (que é o caso de esttutura sobre apoio elástico continuo que mais @corre na prática). onde são estudados os esforços eni estruturas hiperestáticas. Finalmente. foi subdividido em três capftulos. são estudados diversos teoremas clásicos na Mecânica das Estruturas. os processos particulares de Mohr e Williot. que é o método das forças. comentados a seguir: O capítulo I estuda as deformações sofridas pelas estruturas isostáticas devidas a cada um dos agentes deformantes a que podem estar submetidas. e as estruturas sobre apoios elásticos. Enfase especial mereceram. as deformações em estruturas isostáticas e hiperestiiticas. como única forma de realmente sedimentar os conceitos apresentados durante a exposição do capitulo.Introducáo ao segundo volume - O segundo volume de nosso Curso. sendo apresentados. neste caso. Ainda neste capítulo. que encontram aplicação neste capítulo ou nos capítulos subsequentes de nosso Curso. O capítulo 111 estuda os esforços e deformações de estruturas (isostáticas ou hiperestáticas) sobre apoios elásticos discretos e introduz o estudo dos mesmos problemas para o caso de apoios elásticos contínuos. variação de temperatura. queremos chamar a atenção do leitor para a necessidade do trabalho individual de resolução das Listas de problemas propostos ao fim de cada capítulo. a seguir. O capítulo I1 estuda a resolução das estruturas hiperestáticas elo primeiro dos dois grandes métodos da Hiperestática. são estudadas as linhas de influência e é apresentado o cálculo de deformações para as estruturas hiperestáticas. além do processo geral de c&lculo (baseado no teorema dos trabalhos virtuais). quais sejam: carregamento externo.

6 =O. 1-1.Na oportunidade. 6 nulo . as suas duas condições de equilíbrio: a estática (traduzida pela resultante nula) e a energhtica (traduzida pelo trabaiho virtual realizado nulo). poderemos extrapojar os teoremas gerais da Mecânica sobre trabalhos reais para teoremas sobre trabalhos . . I A pariir destas consideraçóes. colaboraram na preparação deste trabalho. Este deslocade nenhuma nova força no sistema. com suas sugestões e estimulo. conforme indica a Fig. w n d o este sofre um deslouimento wtuol arbih$rio quaiquer. . pelo trabalho de revisão deste volume. = O). " p m um ponto material em equilípelo sistemn de forcas reais em brio (2= 01.). que. de d'brlembert e os conceitos de deslocamento e trabalho Wtual ]ean d'Alembert introduziu na Mecânica Racional os conceitos de deslocamento e trabalho virtual.1 i .50 do teorema dos trabalhos Wtuais aos corpos elãstim 1. Imaginemos seja dado a este ponto um deslocamento 8 sem a introdução = O. pois. para haver deslocamento real do ponto. isto é. que possibilitasse este deslocamento (real) do ponto m. pois preserva. dado nestas condicões. como uma entidade puramente matemática. e aos demais amigos que. estudando o seguinte caso: -O P . . submetido a um conjunto i de forgas P tais'qiiè sua resuitante $ 6 nula.CALCULO DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURAS ISOSTATICAS - ApIieaq. 8 de agosto de 1974 José Carlos Sussekind \ 1 CAPTTULO I . O nobalho wml r ~ l i r a d o equilíbrio que atua sobre o. seria necessária a introdução de uma nova força ao sistema.yn*o. para O ponto que sofreu um deslocamento virtual. então. Tratemos. isto é. Dizemos. este deslocamento . queremos deixar registrados nossos agradccimentos ao amigo José de Moura Villas Boas. entáo. o que constitui o princfpio de d'Alembeh Isso garante a aeitaçzo do novo conceito (trabalho virtual). Rio de Janeiro. â qual chamaremos deslocamento virtyl: O trabalho virtual W realizado pelo conjunto de forças P ( r e e ) i que amam s$re 0 ponto m quando ele sofre o deslocamento virtual 6 vale W = 2. (isto é. I p2 Seja um ponto material m em equilibrio. mantendo mento não pode ser atribuído a nenhuma causa física real.

que atingiu sua configuração de equilíbrio.N. a partir qual resolveremos o problema do cálculo de deformações nas estruturas (corpos elásticos). portanto. didaticamente falando.Senti-10s sob a feição mais eminentemente física e ~rática possível.2 deste capitulo. o que está feito nos itens a seguir.Mds . Fig. por estarem eles baseados no princípio de d'Aiembert. cujo valor varia com o tipo de seçao. para todos os deslocamentos virtuais' arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos" 3 neste caso. senão vejamos: Para um ponto material em equilíbrio. 1-2. não o fizemos. Como os corpos rígidos e elásticos nada mais são que um somatbrio ao infinito de pontos materiais. Leopoldo de Castro Moreira em seu trabalho "Curso de Estática das Construçóes" publicado pelo Diretório Acadèmico da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro no ano de 1953.Cálculo de deformaçóes devidas à atuaeo de carregamento externo . sabemos que o "trabalho real realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele é nulo". I Os dedacamentor virtuais arbitrários quaisquer devem ser Pequenos dedocamentos. teremos: a) Corpos rígidos: "Para um corpo rígido em equilíbrio. G módulo de elasticidade transversal." b) Corpos elásticos: "Para um corpo elástico. 1-2. devido a N). em tudo que se seguir manteremos a denominação de teorema dos trabalhos virtuais. quando ele sofre um deslocamento virtual arbitrário qualquer. Ads= Nds . ES < ~ h = x Qds CS ' E: módulo de elasticidade longitudinal do material. substituindo a palavra "real" dos enunciados dos teoremas de trabalhos reais relativos a estes dois tipos de corpos pela palavra "virtual" e.Cálculo de deformações em estruturas isostáticas virtuais. que facilite ao leitor a compreensão do conceito de trabalho virtual. que queiramos cdcuiar o deslocamento do ponto rn na direção A . então. >I S: área de seção transversal: X: ~uponhamos. 1. c) Não somos pioneiros nesta forma de apresentação do assunto. submetida ao carregamento indicado.'. por "virtual" para obtermos a proposição sobre trabalho virtual realizado por um ponto material em equilíbrio. para os teoremas dos trabalhos virtuais. Como. para fms de raciocínio. 6 evidente que duas seções vizinhas. imediatamente. apbs a . dh (deslizamento relativo de duas seçoes distantes de ds. E3. neste trabalho.Fórmula de Mohr Seja a estrutura da Fig. Em se tratando de um corpo elástico. resultante da distribuição não uniforme das tensões cisalhantes. apresentam deduções muito mais sofisticadas e elegantes. terão deformações relativas devidas aos esforços simples M. Os valores destas defonnaçóes relativas sáo objeto de estudo na Resisténcia de Materiais. adquirindo a configuraçáo esquematizada em pontilhado na Fig. por ser nosso objetivo aPre.A ds (deslocamento axial relativo de duas seçóes distantes de ds. devida a M). ao qual chamaremos o : Seja. substituir a palavra "real" do enunciado da proposição da Mecinica sobre trabalho (real) realizado por um ponto em equilíbrio. b) Diversos livros. podemos. também. e são dados por: d. a partir deste principio. distantes de ds. o trabalho virtual total das forças externas que sobre ele a t u m é igual ao trabalho virtual das forças internas (esforços simples) nele atuantes. a metodologia utilizada pelo prof. por nos parecer a ideal. agora.# sendo = . a Fig. devido a Q). : J : momento de inercia de seção transversal em relação a seu eixo neutro. para este mesmo ponto. ela se deformará devido a estas cargas. para todos os deslocamentos virtuais arbitrários (compatíveis com os vínculos do corpo) que lhe imponhamos. onde a configuraçáo da estrutura. deformaçks estas que denominamnos d9 (rotação relativa de duas seções distantes de ds. adotamos. 1-2 Fig. 1-3 Obsmagões: a) Diversos autores costumam intitular de princípios aos teoremas de tiabalhos virtuais relativos a corpos rígidos e elásticos. pela razão expasta na abrerva@ogdo item 1. a soma algébrica dos trabalhos virtuais de todas as forças (reais) que sobre ele a t u m é nula. Bastou. Q nelas atuantes.2 . o princípio de d'Aiembert nos diz que "o trabalho virtual realizado pelo sistema de forças que atua sobre ele 6 nulo para um deslocamento virtual arbitrário qualquer que ihe imponhamos". coeficiente de redução. podem ser demonstrados estes teoremas de trabalhos virtuais. enunciar os teoremas sobre trabalhos virtuais a eles aplicáveis. sob o ponto de vista matemático.

será a soma dos trabalhos virtuais de deformação devidos a cada um dos esforços simples atuantes na estrutura. na tabela XVI. para as seções mais usuais. 6 a indicada em traço cheio e quc coincidc com o eixo da estrutura da Fig. teríamos a acrescentar ao trabalho virtual das forças internas aquele do momento de torção. que se deseja calcular. comodamente. para as seções mais gerais. trabalhos virtuais. esta assumirá a configuração deformada (virtual) indicada em pontilhado (idêntica à configuração deformada real indicada em 7-2). levandoem conta as expressões da Resistência dos Materiais: Igualandese. o que está feito na tabela I. Dandc-se a todos os pontos da estrutura com o carregamento indicado em 1. só temos Jt para algumas seçóes especiais. 1-2 quando descarregada. elas são denominadas.A parcela pode ser. usualmente.carregamento exterior . verificamos que. desprezada em presença das demais. Apliquemos. d) NO caso mais geral (estruturas no espaço). o cálculo de. como estamos no regime linear e vale o princípio da superposição de efeitos.3 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pelo carregamento indicado em 1-2. ou. tirantes.movimentos (recalques) de apoios . Temos: Trabalho virtual das forças externas (cargas e reações): Wext = - 1 I Cálculo de d e f o m q ü e s em estruturas isostáticas de forças externas igual a PE . obtemos a: I\ I d o o estado de carregamento definido pela tabela I.modificações impostas na montagem Neste item. Desta maneira. podemos desprezar a parcela expressão esta que resolve o problema. FMS + Il Jt o momento de inércia à torç%oda seção da peça e que está tabelado. pois. ~ d h . funqão da deformação a calcular e pode ser. etc.Também com erro tolerável.) . de grande valia na simplificação do trabalho numérico d o engenheiro: . com erro minimo (somente em caso de vãos muito curtos e cargas muito elevadas. à estrutura com as cargas e esforqos indicados em 1-3. a influência do esforço Cortante apresenta valor considerável). respectivamente. nos forneça um trabalho Wtual para peças de estruturas que não trabalhem fundamentalmente ao esforço normal. Teremos. o teorema de trabalhos virtuais aplicado aos corpos el5sticos. então. tais como círculos. sob forma mais geral. barras de treliça. Por esta rafio. pois. C) O estado de deformação pode ser provocado por: . b) A escolha d o estado de carregamento deve ser tal que a carga P associada à deformação 6 . forma inteiramente análoga.4 Curso de análise estrutural aplicação do carga P = I .f. escoras. estado de carregamento e estado de deformação. anéis circulares. que vale: P6 (as reações não dão trabalho) I I Trabalho virtual das forças internas (Wint): Será igual à soma dos trabalhos virtuais de deformação de todos os elementos de comprimento ds ao longo da estrutura e. deformaçóes em estruturas devidas a carregamento exterior atuante. pilares esbeltos e peças protendidas em geral. nos próximos. no caso: Wint = @dP + I I 1. (E evidente que não o podemos fazer. que diz ser o trabalho virtual das forças externas igual ao trabalho virtual das forças internas. é resolvido pela expressão (Ll). tabelado para OS Casos práticos usuais. Notar bem que Jt + J (momento de inércia polar). de. e) Para as estruturas com que lidamos usualmente na prática.variação de temperatura . e sob os deslocamentos virtuais impostos. a) Chegand*se à expressão final. noscasos de arcos. podemos acrescentar as Seguintes informações. . para quaisquer deslocamentos virtuais compatíveis com os vínculos da estrutura. =. as outras serão analisadas. então. 1-2 as deformações. instituída por Mohr. Ele é. para fm de cáiculo dos . estudamos a primeira das causas. tudo se passou como se a ~ i g 1-3 nos fornecesse cargas e esforços e a Fig.

teremos: 5. Rotação relativa das tangentes à elástica numa rótula. obtemos o estado de carregamento da fig. que trabalha fundamentalmente à flexão. C = I2l D a) Da tabela I.TABELA I . para o quadro 1.Calcular o deslocamento horizontal de D. Rotagão absoluta de uma corda AB p = - (ÃB=II 6. Deslocamento linear de um ponto rn numa direção A G= 2 Rotação da tangente B elástica numa seção S 1 grossebos Em caso de dúvida. e os esforços sofrerão uma variação que poderá ser desprezada.Esmlha do Estado de Carregamento Estado de Carregamento C á i d o de deformqíks em estruturas isostátieas 7 Deformacão 6 a calcular 0uso destas sVnpIiifi&es deve ser feito. este eixo se modificará. f ) Conforme veremos mais adiante. com muito critério e somente m casos induvidososSa fim de se evitar possiveir m o s 1. I-I . ocorre para as estruturas usuais). a fim de ser possível a avaliação de sua importância relativa. " 3. Rotação relativa das tarqentes à elástica em 2 secíies S e S' de uma barra . Rotação relativa de 2 cordas AB e CD (nii = 7. Em se tratando de quadro plano. tabela 11). Quando atuar o carregamento.1 da Fig. g) Queremos chamar a atenção para o fato de que os esforços foram calculados para o eixo indefomdo da estrutura.Apiiqóes imediatas Ex.o que simplificará enormemente o trabalho num6nco dos problenqs a solucionar. a resolução da 11 se obterrl por um simples uso de tabela (V. portanto. que tem E3 = 2 x 104 tm2 para todas as barras. É o que fmmos no caso e. para estruturas compostas por barras retas de in6rcia constante. evidentemente. devem ser computadas numericamente todas as parcelas. nos i* O$ ertador de earnigarnento tabelada I balho virtual das forgag externas o valor 1 x 6. enfretanto. em tudo que se segue (bem como em tudo que se viu até aqui) estaremos estudando a Análise EStniturd das pequenas defomaç6es. caso a deformação sofrida pela estrutura seja pequena (o que. 1-5: - P= 1 Como tra- G o tais qu. - . de fato. Variação do comprimento da corda que une 2 pontos A e B I .de 2 barras i e j 4. 14. em função dos aspectos dos diagramas M e IÜ.2.

para a direita de D. 1-7 A tirante c) Cálculo de 6: Sendo EJ constante.M = O.Curso de d i s e e s t n i t d b) Wtado de deformação I CXInilo de deformações em esmthuas isost5ticm (ES) tirante = 10% Fip.) Escolhidas as abscissas indicadas nos diagramas. podemos escolher livremente.8 Interpretemos o resultado: sabemos que o valor 6 encontrado j simboliza o trabalho virtual pij = 1 x f . Sendo seu sinal negativo. 7.M-ds = b MMMMds + b M -s M d + b M-ds a) Estado de carregamento: conforme a tabela I. nesta escoiha. - lt Sáo dados: (EJ) barra curva = 2 x I@& . 1-8 (Os sinais negativos se devem ao fato dos diagramas M e fibras opostas. nas barras @ e @ . para a barra Q . (E evidente que devemos nos guiar. pelo critdrio de obtenção de funções de fácil integração. obtemos finalmente: b) Estado de deformação 12t Fig. temos: M = ~ s e n 6( O g B < n ) + bMMdS Lembrando que cada uma destas integrais representa trabalho de deformação na barra correspondente e. para a estmtura da Fig. temos: EJ6 = Temos: Como. para cada barra. indica que os sentidos de P e de 6 se opõem e o deslocamento vale. E r I-2 Calcular a rotação relativa das tangente a e b t i c a na rótula C. a expressão se simplifica para I EJ6 = b . 1. desprezando o trabalho da barra curva ao esforço normal. 1-7. lembrando ainda que trabalho independe do sistema de coordenadas adotado. ) tracionarem Fip. portanto.88mm. um sistema de coordenadas para fms de cálculo das integrais.

A defornacão 6 devida ao trabalho i b ~ ã V&: o . 1-10.) compostas par barras retas com inercia 1' Temos: a) Estado de carregamento: conforme o tabela I.Calcular a rotaçgo da corda BC da grelha & Fig. 1-13.3 rad (O sinal positivo indica que o sentido arbitrado para o estado de carregamento corresponde ao da deformação.) (Caso de constante.) 6 = 7.Fig 1-11 b) Estado de deformação Fia 1-12 c) Cálculo de 6 : (O sinal positivo indica que a rotação relativa 6 no sentido Ex 1-3 .875 x 10. cujas barras têm r ) . vem: Seja o quadro da Fig. cujas barras tEm as inercias constantes indicadas na figura.

numericamente igual M ao produto da hrea A do diagrama M pela distância i de seu centro de M gravidade ao eixo y. na posição de seu ientro de gravidade.por barras retas: Conforme a tabela I. conforme indica a Fig. com: Em hinçáo dos diagramas M e M em cada barra. qualquer e pela ordenada. 1-16 .pela área d o diagrama s des?j& que. portanto. A partir dela. imediatamente. Os diagramas M no estado de deformação podem ser quaisquer (função do carregamento atuante). estudemos os casos seguintes: a) Combinação de M e retilíneos: sendo M retiiíneo e M qualquer. entáo. nos darão o valar EJc 6. A título de apiicaçZo imediata.em relação a0 eixo y. somados para todas as barras das estruturas. Ficamos.Da Geometria das Massas. a partir do qual se obtdm. temos: momento eststico da rea . podemos instituir os valores para os diversos casos particulares apresentados na tabela 11. 1-14: Fig. chamada inbrcia de comparaça0 (que usualmente 6 arbitrada igual à menor das in6rcias das barras). tabelaremos os valores de: Jc Ibarra barra MM~S J. que desejamos tabelar C igual ao produto de Jc . Temos. O caso geral será. sabemos que a + li a Mxdx 6 o Sendo Jc uma indrcia arbitrária. para estruturas compostas . vemos que os diagramas no 'estado de carregamento serão sempre compostos de trechos retilíneos para estmturas compostas por barras retas. o valor da deformação Vejamos o caso geral a considerar. lida no diagrama retilíneo. o cálculo do valor A expressão 1-3 C atribuida ao nisso Vereschaguin. para uma barra de inbrcia Ji e comprimento li.

evidentemente. J: de compiimento elástico da barra i e que é o compkmento fictício de uma barra de inércia J. temos: Os casos de diagramas triangulares e retangulares saem. Chamando-se I'Je = I : . como casos particulares deste. que nos dá a mesma defonnaçáo da barra de comprimento li e in6rcia J . .Cuiso de análise estrutural I . b) Combinação de retilineo com M parábola d o 2P grau: i .

1-18 b) EEtado de deformação it. 1-17.3 . - L .2. para a estrutura da Fig.16 .Para barra @ 4m A Fig. Dado: EJ. > .5mt Fig.. . = 2 x 104 tml 1 Cálculo de 6 : Temos.m I . ?(L 3m + 3m +3m + Temos: a) Estado de carregamento 0. empregando a tabela 11: .Aplicações às estnihuas usuais da prática Calcular a rotaçzo da tangente à elistica em E. @I-?- Curso de anáiise estmtural Cáicuio de defotmaç&s em estruturas isostáticas C) 17 1. 1-17 Ç 3m.

pois o anti-horário. EJ =-'t .5 x 104t.Calcular a rotação da tangente i elástica em A para a estrutura da Fig. e este caso está tabelado. São dados: 1" -. 1-20 Temos : a) Estado de carregamento l P =6t ' ge = Fig.Calcular a rotação da corda CD para a grelha da Fig.4 x 104 rad (O sentido correto é. H = 2 x 105 tm2 (todas as barras) . 1-5'. que tem EJ = 104 tm2. Fip.) Observação: No caso deste exemplo.) Ex.2..1. Ex. 8 = 1. não o fizemos. . 1-20. 1-23. constante para todas as banas do quadro e cujo tirante tem ES = 0.18 a n o de análise eshtural I I Cálculo de defonna@es em estmtum isost6ticas b) Estado de defornação 6 = . a combinação dos diagramas poderia ter sido feita que diretamente. para ilustrar o procedimento a adotar no caso de tal não ocorrer. igual ao dobro de cada uma delas L . 1-21 h . I' Devido à simetria existente.005 x l u 3 rad (O sentido arbitrado no estado do carregamento está cometo. : . pois as parabolas terminam com tangente horizontal o esforço cortante é nulo). escolheremos o estado de carregamento indicado na Fig. entretanto. 1-24 e que nos fornecer8 como resposta a soma da rotação em A com a rotação em B. 1-6 .

pois este não tem existéncia física real. M = lmt M. que 6 livre à deformação). entáo: a) Estado de carregamento: CUROde análise estmtural = -20 42. pois trata-se de uma estrutura i~o~thtica. 2W6A = MMds + /quadro Nnds I t i r ante c) Cálculo de 6 Trabalho virtual das forcas extemas:PS = (11 6 ncUtamento = Trabalho virtual das forças internas: Ntir. Temos.66 6 A = -3.Calcular o deslocamento horizontal do ponto C provo~ d por um encurtamento de 2 cm imposto ao tirante o Fig.62. : 2 .20 (devido i simetria). 1-26.13 x 1 0 3 rad (sentido correto I? n ) 1-7.66 = - . b) Estado de defomlação: a) Estado de carregamento lt E F c) Cálculo de 6 A: Temos: b) Estado de deformação: Dado pelo encurtamento de 2 cm n o tirante (M.yN= Q=O.lmt Não importa o aparecimento de um esforço de compressão no tirante no estado de carregamento. 1-24 & Fig.

I-8 . cujas barras têm.f l ) = 6' Igualando.= cm) Igualando. vamos dar uma variaçzo virtual 6' de comprimento 3i barra @ tal que o ponto A tenha um deslocamento (tambCm virtual) de ( d A ) . bana ES 6A = X ( N S Ib. o pontoA fique no mesmo nível de B.05 cm) Trabalho virtual das forças internas: B56' (.6 A ) para que.2 4 2 fl t (-2 . Teremos: a c) Cálculo de 6 A : NF~S r. evidentemente 1 I F i g C29 2P) Cálculo da variação de comprimento da barra : Nosso objetivo com esta variação de comprimento é fazer com que o ponto A tenha uma deformação de ( . pedem-se: I?) Calcular o deslocamento vertical de A para o canegamento indicado. I 1 NOta: Se cada barra tivesse área diferente teríamos. temos: ) Ex. 1-28.Para a treliça da Fig.) Trabaho virtual das forças externas: = -(1t)(1.28 I?) Cálculo de deslocamento vertical de A. quando atuar o carregamento. quando for somada i deformação 6 A devida ao carregamento. \ 20) Calcular que modificação de comprimento deve ser dada i barra durante a montagem para que. 1. a 3m Fig. todas.74 cm m= \rr . vem: = .cm (sentido correto: Organizando um quadro de valores. ES = 104t. a) Estado de deformação b) Estado de carregamento . obtemos: 6 = ' 0. Formulemos o problema em termos de teorema de trabalhos virtuais: Empregando mesmo estado de carregamento do item anterior. a deformação final seja nula e t e nhamos 0 ponto A no mesmo nível de E.

e não ao longo do comprimento da barra curva).24 Curso de a á i e estrutural nls A barra 5 deve ser montada.. 1-31 -. para fins de combinação dos diagramas. a inércia na seção de tangente hori- I EJc 6 = Jc i .= dr Jm cos P ' Jm '. m~. 1. desde que seu esforço normal N seja diferente de zero. Sáo dados: Barras 1 e 2: J = J c ~J Barra curva: J =- tos P .Barras curvas com inércia variando segundo a lei I grau 1 4m Fig 1-32 J m = I (conforme a Fig. e. Dai vem: Jm cos V sendo I.33 . 1-32.jC d :1 COS ' 4 ".Casos de barras com inércia variável Para calcular ? l f para barras de inércia variável.1 .Calcular a variação da corda CD para a estrutura da Fig.I MMdx (1-4) Tudo se passará. b) O problema pode ser resolvido variandc-se o comprimento de qualquer (quaisquer) bana@) da treliça. f- Temos..2. dividiremos nosso estudo em 3 casos: 1. inércia constante igual a J . conforme 14.2. Fig.4.sendo JM = 2 Jc . 1.4 eles deverão ser traçados a partir de uma reta horizontal. portanto. 1. pois. como se a barra tivesse comprimento I.74 em superior ao seu comprimento teórico. desenhando os diagramas na barra curva a partir da reta horizontal de substituição: a) Estado de carregamento: Temos J = zontal. com um comprimento 0. Ex 1-9 . a) Este exemplo visou mostrar a forma pela qual podemos dar contra-flechas em treliças. que consiste em montar alguma(s) de suas barras com uma variação adequada de comprimento. podendo ser aplicada a tabela I1 (pois a integração dos mesmos se fará ao longo do eixo dos x.31): J cos V 4m I Fig.

4.3 x 2 ~ Paraasbarras a 3 curva (l"8 rn) c) Misula reta simétrica Jmáx Jmáx 6 = 1. 1 J * I Jmáx +a Fia 1-54 p % -4 reta par.inércia variando em mfsula d) Misula parabólica simétrica Emprego das tabelas III a X V p m cilculo de Jc Para barras cuja altura varia segundo as leis esquematizadas na Fig E35 (mantendo-se constante a outra dimensão).35 Não nos deteremos aqui apresentando justificativas para o roteiro 2 O estudo original . resumido na tabela 111. instituído por estes autores.2. divenos autores tabelaram os coeficientes necessários i obtenção de deformações (tabelas 1V a XV) provocadas pelos carregamentos usuais (cargas concentradas e uniformemente distribuídas). apenas. do 2. As leis de variação de altura tabeladas2 sxo: a) Misula reta assimétrica I 1. I-. 1-35 (que são as leis de variação de altura mais usuais para pontes com inCrcia variável). 1.2 .37cm (a corda aumenta). pois o problema (tebrico) já está bem definido e o caso em questão 6 .i .26 b) Estado de deformação: C u m de análise estrutural Cglculo de deformap" em estruturas isost8ticas 27 a adotar quando d o emprego dessas tabelas. o cátculo numds que ser8 feito dentro do roteiro de eálculo mbrieo de . Fi* 1.O grau Jmin I t I b) Misula parabólica assim6trica c) Cálculo de 6 : As combinaçóes de diagramas nos fornecem: e 0 : 2 ~ ' ~ 4 16 = 85. para as leis de variação de altura da barra indicadas na Fig.

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1-36 C Temos: a) Estado de carregamento: . obtemos: .aplicaçóes seguintes esclarecerão: 1-10 .Calcular o deslocamento vertical de A para a viga de Fig. Todas as banas são mísulas retas com /. B Fig. 1-36.. 1-37 b) Estado de deformação I c) Cálculo de 6 : Conforme O roteiro indicado na tabela 111..11 P= Fig.in = e = 5 J. E dado EJc = 2 x 104 tml..

0 x 1-11 . definind-se Fig. .038 - -3 x 1 x 12' x 1 2 x 0. n = -.0.& ' =- 1. 1-39 (mis.0153 Obsemçóo: Note o leitor que basta conhecer a linha de fechamento do diagrama M para o cáiculo de S. reta simdtrica): X = (ObserwçZo preliminur: Para se definir o valor extremo da inércia de uma barra. . sendo que as barras verticais têm Jmín = Jc e a horizontal Jmín = 2 J. 6 =4. al=o.2.098 - EX 3 x 3 ~ 4 .0 . devemos prolongar sua lei de variação até o eixo da próxima barra. X 3mt A ai -0.s --= 3 m J~ Jm. 6 dado EJc = 104 tm2.Calcular o deslocamento horizontal do ponto A para o quadro da Fig.2 A .126.) Tab.2 + 39.2 = -281. Todas as banas têm a inércia máxima igual ao quíntuplo da mínima.1.4cm (o ponto A sobe).= 1.241 . IV 3 Jc (mls reta assimdtrica): A = . Para a barra a Fig.241 =+39.ol53 Tab. 5 O.Z . VI / a altura extrema por esta interseção.42 Para a barra CURO de análise estrutural a Tab. conforme está feito na Temos: 3mt a=0.5~0.1 a) Estado de carregamento -.038 = -197.W8 = +4.l . 1' = I 3 ' 5 Jc - EJ. I tlm S 4 + + + + ) Tab. 1-39.197. 1-39. al=o.r - 12~3~4.. VI11 -3xlx9r3x0.

Caldar a rotação da tangente à elástica em A para a viga da Fig.4 x&= 6 . I'= 5 106 108 Y. . I r A i 4 1 Adotando EJc = 2. . temos: . A seção é retangular. . 1-41 por integraçáo aproximada. O problema será. calcular Cflculo de 6 : Conforme o roteiro indicado na tabela 111..4.44 b) Estado de deformação Cuiso de anáiise e s t ~ t u r a i nc6 . .0 276. 1o =0 . e n t ~ o : E J ~ = 387. 6 = 197 + 49 = 246 = 2. I ' . 1-42. = 5 A aplicação seguinte esclarecer.Caso de variação aleatória da inércia NO caso da inércia náo variar segundo nenhuma das leis estudadas anteriormente. obtemos: Para a bana . teremos que calcular Fig. ' X = I. Para a barra @ : (mís.2..x L ~ 12 . = 7 x 104 tm*..68 x 1 0 . reta assimétrica): . i < . 1. 1-42 0121 Vem.5. . temos: (mís reta simétrica): 81 = 2= 0. .1 x 106 x 0 . qdx sendo q = h@f --. @ : 1. .0 18 Fig. pois..4 = 258 2 = 387. com base de 40cm e altura variável conforme a figura. É dado: E = 2.l x 106 t1m2. 4 .2.46 im (para a esquerda) 1.'. I . n = 0.2. Jc J C) Uma das maneiras de resolvê-lo será através do emprego da regra de Sipson: Dividindo-se o v%o1 da barra num número n (par) de intervalos Ax.: 6 = 3.~ rad 3 2 3 387. Ex l-12. submetida ao carregamento indicado.4 . ~ .3 . .

. I dp = a 6. de modo que. 1-44. dependendo d o grau de fissuraçá0. Vemos então. 143.ds. que duas seções distantes de ds sofrem um movimento relativo composto de .CÁLCULO D A I N ~ R C I AJ ~ TORÇÃO A 1.TABELA XVI .3 . a variação de temperatura entre as fibras externas e internas pode ser considerada linear (os ensaios em labo- A '. no estado de deformação.te) ds h Fig.Cálculo de deformações devidas à variaç-Sode temperatura Seja a estrutura isostática da Fig. t- h Fig. nulos Defornafim relativsr J dh=O ratório assim o autorizam). Ao longo da altura das barras da estrutura.. cujas fibras externas sofrem uma variação de temperatura te e cujas fibras internas uma variação ti em relação à temperatura d o dia de execução da estrutura.44 O b s e ~ f l o : Para peças de concreto armado. 1. 1-43 Estado de ddoimaqão: Erforto. a inércia Jt torção pode cair para at6 15% dos valores indicados nesta tabela. sendo tg a variação de temperatura no centro de gravidade em relaçáo ao dia de execução. duas seções distantes de ds tendem a assumir a configuração deformada de Fig. b) uma rotação relativa dip = i h t e ds =-.h c r ~ t ds.duas partes: a) deslocamento axial relativo de Ads = arg .

47 fletor no estado de carregamento e temos. rg-+3O0C "--. para fm de raciocínio. então. 146. quando dermos a todos os pontos da Fig.0) O valor de 6 não 6." e:. evidentemente.=+1o0c se identificam com as áreas dos diagramas de esforço normal e de momento Fig.-"II +..45 - O 1-13 . - 3. . 148 Fíg. 1-48.sendo or o coeficiente de dilataçzo linear do material. teremos.O) Para emprego das expresses (1-5) ou ( ) a d o t a r e m m M. 1-45 deslocamentos virtuais exatamente iguais aos provocados pela variação de temperatura: seguintes convenções de sinal: fi $erii positivo quando de tração -j @ serh positivo quando tracionar as fibras internas da estrutura As variações de temperatura ti. teremos eviden- I Sendo diagramas IÜe N no estado de carregamento. que desejemos calcular O deslocamento do ponto m da direção A : O estado de carregamento seri o da Fi& 1-45 e o teorema dos trabalhos virtuais se escreverá.Calcular o deslocamento horizontal d o ponto B se a estmtura da Fig. os indicados na Fig.s m de altura.5 /OC e cujas barras têm seção retangular de 0. . tg serão positivas quando se tratar de aumento de temperatura (notar que Ar = (ti te). Suponhamos.. temos: "O. cujo material tem Estado de mrmmsnm: a = 10. ... afetado pela existêccia de esforços cortantes ou momentos torçores no estado de carregamento. levando em conta a expressáo 1-5. 1. e o esque ma da Fig. 1-47: temente: F6=oi \ / N t g d s t a A t k (1-6) 2. em relação ao dia da sua execução. então: P S = a tg AN+ % Observações: I?) - h n AR A (Sendo as barras de seçzo constante) (1-5) Se as barras não tiverem seção constante. As aplicaçües seguintes esclarecerão: Fs i 1. t . sofrer a variação de temperatura indicada na figura. Supondo as barras com seção constante.

') Cálculo do deslocamento de C na direção BC: Trata-se do cálculo de uma deformação numa estrubira plana devida a .O lmt M= l m t M= l m t lmt - 2.O) Rotação da corda BC perpendicular ao plano ABC. 1-49 1. obtemos: A Fig.O) Cálculo da rotação de BC perpendicular ao plano ABC Sendo o estado de carregamento o de Fig. cujas barras têm seção retangulir de 0. pois. 1-50. sabemos que as m t a ç b em A e em B S o iguais e tmios.para a direita. ~ a partir do estado de. entxo.s m de altura e cujo material possui a = lo-S/~c. para a grelha de Fig.0) Deslocamento do ponto C na direção BC. Temos: 1. carregamento de Fig. se suas fibras superiores forem aquecidas de 20 OC e as inferiores tiverem mantida a sua temperatura em relação à do dia de sua execução.partir do estado de carregamento da Fig.58 cm.Calcular as defomaçCks seguintes.("O ~ plano da estrutura náo h&variação relativa de temperatura). A + 4m -+' Fig. 149. a . 1-52 Devido à simetria. 1-53: N. 2. 1-51: m ~ ~ / O ponto B se deslocará. de 6. Ex 1-14.

1-57. B. para o quadro de Fig.para a estrutura de Fig.~ po conservativo.C a l d a r a variaçXo de comprimento da wrda AC devida a m a diminuiçáo de 3 0 0 ~ . no caso). a partir de 1. Ficamos. L ~ as integrais . - Ora. para a estmtum de Fig 1-54: se tratando do regime elástico.Caso particular: variaflo uniforme & temperatura ( A. I . A n-B i m :oi = 1o-s/oc o 7 10m Fia.Cdcular o deslocamento horizontal de B devido a um aumento uniforme de 20 OC. = Trabalho realizado por RA ao percorrer a trajetóna A (para a direita) -m E* 1-17 . podemos substituir a eshutura o wnnyóo desde que contenha os mesmos vínculos e ponepor oum tos de aplicgcão de cargo do estado de crnregomento. 1-16. estamos diante dc um cam . com: sendo r$ o hgulo formado por RA com a tangente ao eixo d a estrutura numa seção genérica do trecho A . = Trabalho realizado por RB ao percorrer a trajetória B .m -+ .ado . te ao eixo da wtruiura numa seção genérica no trecho B m. rn Tal nos permite concluir: pma o cólmlo de deformação numa estrutura isostórica devida de temperatura. que o trabalho independe da trajetória.1 . para o qual sabemos. em estruturas isoststicas 53 I h - 1. devido a uma variação uniforme de temperatura tg atuante. tivesse os oontos A. as integrais acima podem ser reescritas sob a forma 6=atgA~=10-5 X ~ O 10 = 2 X mm ..6: ç%oS o 0 s pontos indiinsáveis de passagem da estrutura de substitui- os v i n d o s (A e 8) e pontos de aplicação de carga no estado de carregamento (E. dependendo apenas de seus pontos extremos.jefotmaç&s de A rotação da tangente à elistica em A vale.3. então. da Mecinica Racional. 1-55 Temos. então a n R t .rn e y o ãngulo entre R g e a tangen. ~ ~ ser calculadas para qualquer trajetória que cm. 1-55. no sentido horário. = 0) Seja calcular o deslocamento do ponto m na direção A .

deformações vir. 1-59: Dado: ct = I O . 1-60 A estrutura de substituição mais conveniente no caso seri a de Fig. 1.68 - c d ~ d a a r u i a ~ l o comprimenm da mrda BD r de devida a uma diminuição uniforme de30 OC. neste estado de carregamento. 1-61 cujos apoios sofrem os re~dques co&ecidos3. já sabemos como instituir o estado de carregamento e já sabemos que daremos. tuais a todos os pontos da estrutura exatamente iguais às existentes noestado de deformação. visto que as defor3 Calculados p l a Mecânica dos Solos + 2m X 2m +- .~ / O C 1 ' r*. sendo R as mações de apoio no estado de carregamento e P os recalques a elas cor"SPondentes no estado de deformação.) @ (encurtamento) = =. 1-58. Fia. 1. Fie.Cáicuio de deformações devidas a movimentos (recalques) dos apoios seja a estrutura de Fig.I 54 Curso de análise estmtural ado defOnneqõcsem estruturas isostáticas & A 55 de substituição mais conveniente será a de Fig.61 Ir.59 Trabalho virtual das forças externas: P6 t Z R P . 1.A I jTIB ----I -)PAV o--+ 4" - Estado dedeiwmsqio l h f o y r a a d d o r m w õ ~ nditivas nula) Aplicando. 1-60. então. para a estrutura de Fig.o2 mm - ' A '18 J P = lt I 6 = 10-5 (-301 (-1 x 51 = 1. ~ (-30) (-1 x . nela indicados. o teorema dos trabalhos qualquer que seja o estado de carregamento: virtuais.4 . Se quisemos calcular deformações provocadas por esses recalques. a partir de qual obtemos: 6= 1 0 .5 mm de encurtamento 1. Trabalho virtual das forças internas: nulo. teremos Fig. a partirde qual obtemos: Fig.. 1-57 Fig.

desemiolveremosnes t tópico um processo. iquelas devidas aos recalques. que nos permite obter. 1-64 devido a recalques verticais de cima para baixo de 2 cm em i3 e F e de 4 cm em D. pela expressão (1-7). expressão que resolve o problema. na prática.Calcular a rotação relativa das tangentes 'a elástica em E devida aos recalques indicados. somando finalmente os dois resultados obtidos.62 Temos as reações R no estado de carregamento indicadas na Fig. 1-66.Z R p (1-7). 1-63. de duas seções de uma viga distantes de ds é dada por conforme indica a Fig. a elástica de uma viga reta . 1-62.2 x 1(-2x10-2) = 4x10-2m O ponto A descera. Aproveitando a simetria. devido ao carregmento atuante. pelo emprego da expressão 1-7: 2aA = -ERp = . para a estrutura de Fig. a partir das quais obtemos. 1-65. idealizado por Mohr. para calcular as deformações que o conjunto karregameno + recalques)-provoca na estrutura. as vigas retas e pela posQbilidade que este processo oferece de obtermos. de uma sb vez.Calcular o deslocamento vertical do ponto A da grelha da Fig. preferimos usar o principio da supermsição de efeitos. de 2 cm. da Resistência dos Materiais. evidentemente. a seguir. então. que a rotação relativa flexão. a partir das quais obtemos: Fig. sem e (O sentido arbitrado foi correto.56 C u m de mase estrutural mações relativas no estado de deformação são nulas. 1 . Ex. pela expressão (I-I).A ênfase especial que atamos dando a este caso particular se justifica pela grande incidência com que ocorrem. 1-20. 1. a elástica. calculando inicialmente. aplica~ãodo teorema dos trabalhos virtuais. ibserwçâò: Os recaiques de apoio ocorrem. obtemos P6 = . Igualando o trabalho virtual das forças externas ao das forças internas. devida "P=& EJ' Sabemos. as reações de apoio no estado de car~sgamentosão as indicadas na Fig. .) Ex. as defornações devidas somente ao carregamento e.Cálcdo de d e f o m s ç k s em vigs retas . 1-19.Rocem de Mohr Embora se tratando de um caso particular.

em função da formulação adotada para sua resolução (encarar a elástica como um diagrama de momentos fletores na viga conjugada) e resultará de uma simples transformação dos vinculos da estrutura dada conforme indicam os exemplos a seguir: a) Seja. .$ - mento vertical de A) e esforço cortante diferente de zero (pois este representará a rotação que sofrerá a seção). b) Seja. através da qual passaremos da viga dada à viga w n jugada. Sabemos que a seção da viga situada sobre o apoio d o l?gênero terá deslocamento vertical nulo (y = O) e rotação livre (9# O). estaremos fazendo as seguintes analogias: esquerda e à direita da rótula (pois que a mesma libera as rotações de um lado da viga em relação ao outro). a equação diferencial da elástica para vigas retas dada por equação diferencial - -. Obsemções: a) A viga wnjugada de uma viga isostática será sempre isostática Os exemplos das Figs. então. um apoio extremo do l? gênero A exist e n t e na viga dada conforme indica a Fig. carregada com uma carga distribuída cuja taxa de distribuição t M . teremos instituída a tabela XVII. e cuja determinação d e p e n d e da análise das condições de contorno do problema). o valor y g pode ser desprezado em presença de unidade e teremos.58 Curso de análise estrutural Resumindo.referida a um sistema xy como o de Fig. as condições de contorno que guiaram esta transformação de . devemos ter em B. Assim. este vínculo será. A seção B poderá sofrer um deslocamento vertical (já que não existe apoio do I? gênero sob ela) e terá rotações das tangentes à elástica diferentes à B Fig. um vínculo tal que apresente momento fletor diferente de zero e esforços cortantes diferentes à sua esquerda e direita. sabemos que a curvatura de uma curva plana y = y(x) igual. 1-69 a 1-71 esclarecem. um apoio intermediário do l'? gênero. agora. outro apoio extremo do 1P gênero. por definição à relação d9 para a curva - . dxL Mohr teve a genial idtia de encarar y como sendo o momento fletor numa viga (a que chamaremos viga conjugada. . ünalmente. este vinculo será.) Ficando determinada a viga conjugada o problema está. 1-68 Empregando-se o processo de Mohr.uma rótula intermediária B existente na viga dada. já que este apoio só impede deslocamento vertical. obtida da Y" = M Como estamos tratando da (1 + y'2)312 EJ Análise Estmtural no âmbito das pequenas deformaç&s. da elástica (1-8) e a equação diferencial fundamental da Estática $. 1 6 6 6 dada ds por -dP =ds Y" (1+~'=)~/2 A elâstica y = y(x) de uma viga fletida seri. 166 Por outro lado. resolvido. sendo M o momento fletor EJ atuante na viga dada. Assim. então. 1-68. (Nesta tabela indicamos na coluna extrema da direita. 1-67 - Observando a analogia matemática entre a equação diferencial = 0. conforme indica a Fig. 1-67. devemos ter na viga conjugada em A um vínculo tal que t e nha momento fletor nulo (pois este representará o deslocs V I Fig. por exemplo. $e A - Fig. do Cálculo Intinitesimal. então. a titulo de explicação. temos: Rotação na viga dada = Esforço cortante na viga conjugada Deslocamento vertical da viga dada=Momento Fletor na viga conjugada A determinação da viga wnjugada será guiada pelo respeito às wndiç&s de contorno d o problema dado. Raciocinando de maneira inteiramente análoga para todos os outros tipos de vínculos que podem aparecer numa viga reta. na viga conjugada. então. vinculo.

. Neste caso. o b t e m o s a EJ . sendo M o momento fletor atuante na viga daM EJ da.60 L .. .. 1-74 que tem EJ = 104 tm2.. d) O metodo de Mohr se aplica integralmente.emcondiçóes de obter diagramas solicitantes em vigas hiperestáticas.. a um momento fletor M positivo na viga dada (tracionando as fibras inferiores da viga) conesponderá.<I. 8 Cuiso de análise estmtural U(lculo & deformaç&s em e s t m t u m isostáticas 61 Fip. mas seu canegamento MJEJ será sempre tal que a viga conjugada fique em equili. Ex-1-21 . submetidas a determinados recalques de apoio... estável.. ".c. ãig.. as funçóes q = EJ serão mais complexas.I..+n co... esta última terá que estar submetida sempre a um carregamento em equilíbrio.. Tabela XVii . carregada com E .e.1 deste tópico).h. brio (impondose esta condição às vigas conjugadas das vigas hiperestáticas ficaremos. b) A viga conjugada de uma viga hiperestática será hipostática (a não ser em alguns casos de vigas hiperestáticas. . às vigas com inkrcia variável.até. nipi 1-70 n 1. apenas.Fazer um esboço da elástica para a viga da Fig.e.. conforme ilustrarão as aplicações feitas no item 2.... como existe uma deformada real. cotando seus valores extremos: A partir da viga conjugada.Transformação de vínculos para obtenFo da viga conjugada gas wnjugadas. evidentemente. pois. uma carga distribuída 9 Positiva (de cima para baixo) na viga conjugada. para uma viga dada hiperestática..IU...../I 6----7 . . u.~...~.. I"I.n. P viga dada -N~~ ~ i g s . e w m o esta deformada é obtida a partir de sua viga conjugada. conforme os exemplos 1-26 e 1-28 deste capitulo). .1-72 e 1-73 apresentamos exemplos deste tipo de viviga dada viga conjugada Fip. v . 1-72 viga conjugada Fig 1-73 c) Quando formos carregar a viga conjugada com o carregamento cuja taxa de distribuiçáo é = .71 lI1lI. 1-69 .

1-74.2mm Elástica = elástica pedida. onde indica!. enquanto que os.62 Curso de anáiise estrutural 2. 1-22 . ~ u I I 3.6mm I I I I I I viga conjugada I carregada com M 1 9= I EJ I I ! ~ ~ i gdada s =Mviga conjugada .O grau. representada na própria Fig. 1-75.0) Calcular a rotação relativa das tangentes ê elastica em C.Para a viga da Fig 1-75. simétricas uma da outra e que concordam em C.O) Esboçar o aspecto da elástica. 3. Os valores extremos pedidos são: 1. mos tamMrn a viga conjugada carrezada com q = !! .~m-' 1 I I 1 I I I I I 'i I I I I I I IC I I I I 3. 3.6mm I I I p .0) Calcular a rotação da seção B. 4. I I I I I I I 1 I I 'Mviga dada I I I I I I I 16x10. trechos BC e CD são parábolas do 3. Chamamos a ~ L I . que tem EJ =103 tm2. Encontra-se esbqado na própria Fig. Notar que os trechos AB e DE da elástica são retilineos.0) Calcular os deslocamentos verticais de A e E.O) Aspecto da elistica: Ex. pedem-se: 1.

pois. para que a mesma esteja em equilíbrio (O que nos possibilitará escrever.78. pois sabemos que y ~ = y ~ = O e VA = ' 4 = O. 1-77 . 1-76.Smm 3 0 .64 Curso de anáüse estrutural Passando à viga conjugada. . o da Fig.Aplicação do processode Mohr h vigas hiperestáticas (Obtenção de diagramas solicitantes e deformaçües) O diagrama de momentos fletores pedido ser& então. (i Fio. para a viga conjugada. é o anti-horário) M BEJ M - C - 4. 1-78.1. 1-82.1 " Fip. para a viga dada). 1 0 . no caso.Aspecto do d i i p m n a daaido.78.1. . indicada na Fig. a determinação de M se fará impondo condições de equilíbrio 3 viga conjugada carregada ccm M/EJ. 1-79. bastando. que tem inércia constante. 1-77. atenção para a simplicidade e conveniencia da obtenção prévia do aspecto da elástica. 2. 1-79 m q BA I I Fig. I O aspecto do diagrama de momentos fletores sendo o da Ffk1-81.~ = 1 ~ m m 3 y ~ = + j = ~l 1 . A E r 1-24 .3* conj 2 3. 1-00 ~$ 4M h Fig. o carregamento deverá estar auto-equilibrado. restando-nos calcular apenas seus aódulos. que MA = MB = O e QA = Qg = O.O) Rotação em B: VB = conj = 4 x 10. Ex 1-23.Obter os diagramas solicitantes para a viga hiperestática da Fig. 2.4 ~ . 1-76 O aspecto do diagrama de momentos fletores.0) Deslocamentos verticais de A e E : A M ~ ~ ~ ~ ~ ~3 ~ 1 ~ ~ 34 x3 x 2 = 1 5 ~ 1 0 .3 rad (o sentido está indicado na figura. conhecer o valor de M para ficar determinado. A condiçgo XY = O. 1-80.O) Rotação relativa em C : Cdir Vesq CeSq C @$r = Qviga conj Qviga conj + EJ 1.~ ~ 3 + 1 X-=16. que possui indrcia constante: Fig.2. levando em con. pois que ele nos fornece todos os sentidos corretos de deformação. que será a haste livre da Fig. nos fornece: = 8 x i r 3 rad - ( o sentido está indicado na figura). ta a simetria da viga deverá ser o da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga biengastada da Fig.1. o que deve ~ ocorrer. 1-78 a partir da decomposição indicada em 1.2 1 I I + 1-78. x O 0 E YE ="viga .

1-84 ( MB deve ter. 1-84. para a qual iremos igualar o ?sfor~o Cortante em B ao valor de 8 (rotação da seçáo). NO ponto B (viga dada).2 1-82. de A A A Viga conjugada O aspecto do diagrama de momentos fletores desejado na viga :stá indicado na própria Fig.Aspano do diignma de momantm flammi daaido. os diagramas solicitantes e reações apoio para a viga dada são os indicados na Fig. 1-26. o sentido i0 recalque 8). Imediatamente.E 1-25. 1-81 . a condiçáo de momento fletor nulo na rótula B (pois em B devemos ter M = O na viga conjugada.2: 13 conjugada = 2 -g3 & =L. à viga conjugada. * te à elástica em A. 'PA = QA 3 8EJ 48/3 no sentido horário . evidentemente. 1-80. 1. de vínculos. 11 c.84 donde obtemos M = 4IL -. agora. temos: . que tem vão / e rigidez EJ.2. 1-82 A partir da decomposição do carregamento atuante na viga conjugada feita em 1-82. a partir da Fie. obter a rotação da tangen. de acordo com nossa tabela XVII de transformação . devido ao recalque angular 8 nela indicado (EJ = constante). nos fornecerá: t i - B Fig.82. Fig. podemos escrever.' 3ênero existente em A (como não sofre recaiques) será transformado em ' P i o do 1' gênero. já que y~ = O para a viga dada). "8' -- ~Q. não pode ser transformai0 P r emprego da tabela XVII e deve ser analisado para o caso. 1-82.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de Fig. 1-83.1 F i g . Já o apoio B.: Ex. O apoio do 1. 1. como sofre recalque.8 A partir desse valor. Passemos.Para a viga da Fig.

1-86 (EJ = constante). temos.- b O aspecto d o diagrama de momentos fletores na viga dada e s 6 indicado na Fig. então. os diagramas solicitantes na viga biengastada 12EJp l3 "I F i g ... 1. conforme verá o leitor no Vol. MA = M6 (visto não existir cortante em 6. Determinemos.3+ 1 t E I C + O . com o esquema da Fig.87 de vão 1 e rigidez EJ. 111 deste Curso. indicado na Fig.. resolvido. um apoio do 1. yg = P e V6 = O) deve se transformar num vínculo que nos dê momento (o qual valer5 P ) sem nos dar cortante e deverá ser o indicado na Fig. Dai obtemos: MA = M6 =--.Obter o diagrama de momentos fletores provocado pelos recaiques verticais indicados. devendo o momento fletor em B ser igual a'p). 1-86. Será. e os diagramas solicitantes serão os da 6EJp l2 4 E x 1-27 . . então. . o próprio carregamento tem que fornecer resultante nula). portanto. 1-88. que deve ser absorvido em B. . P A:.. i . para a viga da Fig.Obter 6EJp ) I' / 1 '. então. constante j 7 M~ - *q Fig. portanto. 0 engaste E ._ p . Ex.P = 1 O problema está. temos: 2M~ -l EJ f IlillIllrn..im.0 géneros também.. / . o carregamento 2 3 nos dá um binário. que tem rigidez EJ. 1-84 para' o qual. - . x 3x 2 E J x 2 1 (ou seja. . e o diagrama de momentos fletores na viga devido ao recaique angular e é o indicado na Fig. . Fie. Obse7vação: Os resultados destes dois Últimos exemplos serão de grande importância no estudo do m6todo das deformações. EJ . Impondo as equações de equilíbrio A viga wnjugada. a viga conjugada: O engaste A (que não sofre recalque) se transformará numa extremidade livre. 1-28 . 1-86. 1-85.C d l d o de defonnaçócs em estruturas isostátiess Sendo assim. pondese as equações de equilíbrio.EJp I' F i a 1-87. por Z: MA =O: 69 2Y = O EM = O .. submetida ao recalque vertical p em 6 . A. 186 Viga conjugada c A 1 . que sofre um recalque vertical (e para o qual temos. Ficamos. devemos ter na viga conjugada um vínculo q u e nos dê cortante e não dê momento. 1-88 MB EJ Viga conjugada EJ 2MBl t .

respectivamente. 1-90. Permitindo. os apoios A e D se mantêm e os apoios B e C. 1-89. conforme indica a Fig. um processo ideaiizadb pelo engenheiro franc6s WiUiot. uma variação Ni li de comprimento Ai = . e serão encurtamentos E Si 4 6 EJp 11 l2 6 EJp 11 lZ e A3 será um alongamento). A. passando a ocupar a posição B'C. obtendo-se. obtemos: O diagrama de momentos fletores pedido6. o aspecto do diagrama de momentos fletores na viga dada será o indicado na Fig. a deformada da treliÇ da Figa 1-90 submetida ao carregamento indicado e. e para os quais temos devem ser substituídos por um vinculo tal que nos d6 momento (igual a p ) e que nos dê Qesq = Qdir . Este processo máfico seria perfeito não fosse o problema das deformaçües serem muito Ex 1-29 .BB' e o nó C um deslocamento 6C= CC'. entxo.70 CUROde anáiise estrutural de defornações em estruturas isostiticas 71 Devido à simetria existente. calcular a rotação da tangente à elástica em A. evidentemente: i I 3 - Cálculo de defomqóes em trrliças planas . removeremos o pino (rbtula) d o nó C e permitiremos a variação A 3 de comprimento da barra AB. às barras AC e B'E suas variaçaes de comprimento A1 e A2. Temos.Para a estrutura do exemplo anterior. Impondo-se a condição de momento íietor igual a p em B e C na viga conjugada. Para a viga conju. AB'Cé. no tópico 2 deste capítulo.89 Os fundamentos do processo de Wüiiot podem ser compreendidos wnsiderandese a treliça ABC representada na Fig. posição deformada final do n$ C da treliça. 1-88. definidos na ~ i g . L90.entãoodaFig. que sofrem recalques. em função do aforço normd Ninela atuante (proia. Fig. ter5 suas barras AC e BC comprimidas e a barra AB tracionada. podea mos dizer que o nó ü sofreu um deslocamento hodzontal Sg. o que é obtido girando AC1 em tomo de A e B'C2 em tomo de B' até que os arcos se interceptem em C'. a configuração deformada da treliça pode ser determinada da seguinte maneira. o esquema indicado na Fig.Rooesso de Wiiiiot Assim como apresentamos. gada. . 1-90: Inicialmente. 1-90 que. é necessário fazer com que as extremidades C1 e C2 dasbarras 1 e 2 coincidam novamente. 1-88. a partir dela. Cada uma destas barras sofrerá. para O carregamento indicado. Conhecidas estas variaçóes de wmprimento A i . 1. então.(no caso. um processo particular visando à determinação da elistica de vigas retas (processo de Mohr). apresentaremos neste tópico.ado pelo carregamento indicado). que se deslocará paralelamente a si própria. Para podermos rewlocar o pino (rótula) ligando as barras 1 e 2. isto provocari um movimento da barra BC (agora desligada da barra AO. que permite a determinação dos deslocamentos de todos os nós de uma treliça plana. as extremidades C e C passarão a ocupar as pmiçDes C1 e C2 indicadas na Fig. ag* ta.

o que é impraticável. as barras ACe BC pelo pino em C.li/ES(mml I Os vetores ou. o que nos obrigaria ao emprego de escalas enormes para desenho. imaginamos que o pino (rótula) em C é tempordamente removido e permitinios que se realizem as mudanças de coniprimento das barras. B e C da treliça de Fig. 1-90 devidos ao carregamento nedos la indicado. o-aue está rep. ~ ~ = 1 0 ~ t . sendo o a origem escolhida para marcação dos deslocamentos (e que. no wiüiot da Fig. durante a rotação de uma barra. o que esiá feito na tabela seguinte. liot para chegarmos a cada novo ponto. 1-92.O gcnero A).. Nos casos em que isto não ocorrer (ver exemplo 1-33). durante estas rotaçóes. rep-sentando o deslocamento nulo do apoio do 2. coincidirá com o ponto a. a rotação de qualquer barra será pequena. a partir da qual 6 imediata a obtenção do-williot desenhado na ~ i ~ .=N. uma de cada vez. &ira ai Nj(t) li lml I ~.. . o segmento Õ3 já simbolizará o deslocamento final do nó 3 da treliça (apenas para respeitar a notaçào que adotaremos no williot e que consiste em representar a posicão final do nó pela letra que o simboliza. marcamos 03 = n3.Curso de análise estrutural a n d o de deformações em estruturas isostáticas pequenas em presenca das dimensões da treliça. diremos que o ponto 3 coincide com o ponto b no williot e que o deslocamento do nó B é dado por ob). em minúsculo.9 3 . A wnstruçxo dos wüiiots para treliças mais complicadas é feita % . mais simplesmente. williot da treliça dada. Justimeote porque as defomaçóes sofridas pela treliça são pequenas em presença de suas dimensões. até se interceptarem. inicialmente. calcular as varia~&% comprimento de de cada uma das barras da treliça devidas aos esforços normais Ni nelas atuantes. ponto que simboliza a posição deformada final do nó C em relação à sua posição primitiva. admitimos que elas se movam nas direçóes normais a cada uma delas. novamente. que se interceptam em c. As aplicaç5es seguintes esclarecerão. no caso. e a extremidade C da barra BC se move para baixo. chamada diagrama de Wiliiot ou. pois não mais será necessário desenhar os arcos de circulo em torno de seus centros de rotação. pelas retas perpendiculares a AC e BC tiradas por 1 e 2. Para ligamos. toma-se possivel obtcr os deslocamentos dos nós da treliçasem termosque desenhar seus comprimentos totais. em homenagem ao lançador do processo: Como anteriormente. Assim. E r 1-30.1 . indicamos as deformacões em escala niuito exagerada eni presença das dimensões d a trelica. paralelamente a Bs. (No caso da Fig. sendo apenas necessário conhecermos dois pontos no w S . representando a variação de comprimento da barra 3 (barra AB). 1-91. cujas barras possuem. apli. respectivamente.do o teorema dos trabalhos virtuais de modo a poder iniciar e (ou) no traçado do williot. de modo que podemos considerar que. 1-92 Devemos. Devido a suas diminuições de comprimento. os deslocamentos abSol~itos nós A. calcularemos previamente alguma (s) deformação. todas e l a s . sua extremidade se desloque ao longo da normal B direção primitiva da barra. 1-90. Introduundo-se esta simplificação.'esentado. ao inv6s de considerarnios o deslocamento ao longo do arco de circulo verdadeiro. Fig. respectivamente. a fim de se ter alguma precigo lios resultados. é o que está feito na Fig. paralelamente a AC. a primeira deve girar em torno de A e a segunda em tomo de B. o b e oc)representam. Como a barra AB se conservará horizontal após sua deformação. -. da mesma forma. a extremidade C da barra AI e AC se move para baixo. então. No williot estas rotações estão simbolizadas. 1-91 pelos segmentos a1 e b2. válida no âmbito das pequenas deformaçóes (lupótese fundamental na nossa Análise Estrutural).Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. respectivamente.

1-96. mádulo e sentido pelos vetores oc. A2=A3=-12 J?lmm.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça & Fig. respectivamente. ode oe d 3 williot têm seus mádulos iguais a 1 2 6 mm. É dado o coeficiente de dilatação linear do material. 1-95. 1 2 ~mm e 12 mm. . 0. oh do williot. obtemos.5li valendo. 7. + -* + + dos em direção. pelo williot da Fig.5/0C. . sentido e módulo pelos vetores ou. 13.2 mm.9 mm.74 CUBO anáiise estrutural de -do de deformações em estruturas isostáticas EX 75 Os deslocamentos dos nós A. A5=A6=-6amm A partir desses valores... .5 mm. que os deslocamentos dos nós+c D e _E da treliça. valendo estes mbduios.l mm.. 1-94 As variações de comprimento A i de cada uma das barras. então: A1=A4=-12 mm. B. C . H da treliça sáo da. e 3. ob.. . passando a ocupar a posição B: .4 mm. caso seu apoio B sofra os recalques indicados na Fig. Fig. devidas A variação de temperatura. dados em diieção.6 mm. . igual a 10. se ela for submetida a uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. sáo dadas por Ai = Lu Al li =-30~10. 3 6. 1-94.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig. 4. 1-94. oc. 1. 5 1-32 . . 1-31 .

C.x 4 \ 2~ f i l ?t ~ (de cima para baixo) 6 ) + 3 x 4 Y. D e E da treliça. 1-98 A Fig. B.2 mm 2 . o b e oe. cujas barras tèm. 1-99 No caso. 1-96 PBH = 2cm ?Y. têm módulos de 0. basta conhecermos suas componentes horizontal e vertical.97. A P~~ Fig. 1-97 . 2. então: 6sv=\9='[4x4(~t2x 1O" 3 t- j ) t 4 y r i . todas elas E S = I O ~ t.41 cm e 2. alem de calcularmos as deformações Ai de todas as barras. Temos.54 cm. ou seja. 41 = 77. feito na Fig. os Ai de todas as barras são nulos e podemos pas. 1-99 e vale: Ex. devidas aos esforços normais N nelas atuantes. 1-98. 3 cm. ob. da esquerda para direita A componente vertical 6 obtida a partir d o estado de carrega mento da Fig. C .~ g l d de e d~f~nnsções estruturas isost~ticas em a) Cglculo dos Ai PBV = lcm B' Fig. d dados pelos vetores oa. 1.Escala do williol: 1 :1 b) Cálculo do deslocamento do ponto B: Para conhecermos o deslocamento resultante do nó B. a partir do qual obtemos que os ~esl~cam+entos y nós A. precisamos calcular i previamente o deslocamento do nó B (ou do n6 E) para termos conhecidos os deslocamentos de dois nós A e B (ou A e E). oc. Fig. A componente horimntal 6 dada por A7. I-33. sar imediatamente ao traçado do wiiiiot.Ii Neste caso. 1. vale 6 BH = 16 mm.24 cm. condição necessária para podermos iniciar o traçado do williot.Obter os deslocamentos de todos os nós da treliça da Fig.

que nos diz: "O deslocamento de um ponto na direção de um esforço unitário. que é a expressáo do teorema de zP.78 c) Traçado do williot CWO & x3lUíb estmhiral Cglculo de defornações em estruturas isostdticas mação e o segundo a causa que a provocou: 79 Conhecidos os deslocamentos dos nós A e B. Pk como estado de deformação e P como estado de carregamento. constitui o estado de deformação e outro grupo de cargas Pk constitui O estado de carregamento. Como ve"fícaçXo do wiUiot. em sua direção. quando se desloca devido às deformaçõespoduzidas por um outro sistema de forças em equilíbrio. 4. 4.2 . para a mesma estrutura. O exemplos das Figs. do williot. da treliça. na direção da carga Pi.Teoremas complementares 4. agora. I (?jk. ao fato de termos feito o cálculo prévio do deslocamento de um nó da treliça (para podermos iniciar o traçado d o williot). uma força ou um momento. e Pk sejam uma única força (ou momento) unitária. que resolve o problema. .. Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais.. dados em . sentido e mbdulo pelos vetores o$ ocf oee têm estes módulos iguais a 7.. F. na direção da carga Pk devida ao carregamento Pi). no caso do Teorema de Betti.8 cm. .9 cm. obtemos o williot da Fin. para a qual um grupo de cargas P. é igual ao deslocamento do ponto de aplicação do segundo esforço. evidentemente.4 cm e 7. ( tjik indica a deformação.Teorema de Betti Seja uma estrutura qualquer. temos. Igualando as duas expressóes. temos: . provocado por um segundo esforço unitário. direção. 1-101 e 1-102 ilustram a aplicação do s teorema de Maxwell. indica a deformação. que nos diz: "O trabalho virtual produzido por um sistema de forças em equilíbrio. com queP. . evidentemente.0 genero existente em D impede qualquer deslocamento vertical deste ponto.williot: 1:l Os deslocamentos dos nós B. é igual ao trabalho virtual produzido por este segundo sistema de forças s quando se desloca devido A deformaçóes produzidas pelo primeiro sistema". o primeiro indicando o local da defor- O esf01~0a que se refere o teorema pode ser.1 expressão do teorema de Maxwell.Erala do. A possibilidade de efetuarmos esta verificação é devida. teremos: od 4 .Teorema de MaxweU Fazendo. vemos que o vetor é horizontal. 8. Fig. levando em conta que o apoio do 1. o que tem que ocorrer. Tomando. 1-100 . devido à aplicação do primeiro esforço unitário". indexando as deformaçóes com dois índices. D E. C.G. 1.9 cm.100. 8. obtemos: (1-9).k = ZPk 6ki Betti.devida ao carregame* to Pk ).conforme a indexação adotada.4 cm.

5. bem como para provar a simetria da matriz de flexibilidade das estruturas hiperestáticas. apresenta um diagrama (carga x deformação) w m o o da Fig.. carr. .. n . 1-102 1-1022 Pelo teorema de Maxwell: hik = 6 ki Observação: A aplicação d o teorema de Maxwell será de importância fundamental no estudo das linhas de influencia em estruturas hiperestáticas. 4.. carregada com as cargas estãti. conforme se verá no cap. Como estamos no regime linear e vale o principio da superposide efeitos. ...a d o de deformações em estruturas isostáticas 81 . <ar. I1 deste volume.. adquirindo a wnfiguraçáo indicada em tracejado na figura. lpi = 1 Eri.3 . 1-101 reaç6es) e das forças internas (esforços simples). ela se deformará. P valerá: . temos 6ik a) Trabalho das forças externas: O trabalho realizado por uma carga Pi que. A k A A Fig. a wndição de equilíbrio energitico do sistema implicará na igualdade dos trabaihos das forças externas (cargas e I I I OU seja: O tmbalho realizado por um esforp que cresce miformemenfe desde zero até seu valor final (o mesmo acontecendo com a deform@o Por ele prOwcada) vale a metade do produto dos valores f[nnis do esforço Pelo deformação que ele provocou. = tra- Pelo teorema de MaxweU. . por ser estática.1 Fig. . 1 Esl. o trabalho das cargas externas P1. vale: Fig. 1-104. 1-103.* '. Esta conclusão 6 atribuida a Clapeyron . Cas Pi (cargas cujos valores crescem uniformemente desde zero até os valores maximos P i ) Em se tratando de uma estrutura elistica. 1-104 1-102. Calculemos estes balhos. costumando a igualdade 1-11 ser conhecida como teorema de Clapeyron.Teoremas de Castigliano (Trabalho real de deformação) Seja a estmtura da Fig.. Como estamos no regime elástico.

e a expressão da energia real de deformação.O Teorema: 'X derivada parcial da energia real de deformação em relação a uma das cargas aplicadas é igual a d e f o r m o eiústica segundo a direção desta auga': A demonstração C imediata: Temos: A energia real de deformação: desprezandese a influência trabalho devido ao esforço cortante vale: do w Temos. entretanto. permite o cáiculo de deformações em estruturas devidas a carregamento externo. que são enunciados da maneira seguinte: 1.Calcular o deslocamento vertical do ponto R da viga ' da Figl 1-105 que teni rigidez t/ constante. No caso de uma estrutura no espaço. entáo: Observaç5es: 1. os esforços simples M.a) Nos casos práticos. 1-34 . Conforme sabemos. em sua forma mais geral. No caso (estrutura plana). Não permite. podemos instituir os dois teoremas de Castigliano. de duas seções distantes de ds iguais a I A demonstração é tamb6m imediata: Como as cargas são estáticas. por ser ele inteiramente geral. conforme ilustrarão as aplicações a seguir. Ex.82 Curso de anãlise estmtural b) Trabalho das forças internas (energia real de deformação da estrutura). teriamos também o trabalho da torção. então: = 2 I' 0 7 fPx)* dw - $2 6EJ EJ 2. o cálculo de deformações devidas a variações térnucas. quando da avaliação da energia real de deformação. N.a) O 1. se escreverá: De posse das expresshs (1-12) e (I-13).O teorema de Castigliano. também os esforços que elas provocam o são e podemos escrever que a energia (ou trabalho) real de deformaçãõ de um elemento de comprimento ds de estrutura vale: dW = 2 MdV I + I 2 - N Ads + L Q 2 dh (pelo teorema de Clapey ron) A energia real da deformação da estrutura será. convenientemente explorado. podem ser feitas as mesmas simplificações mencionadas na observação 1-2 deste capitulo a respeito da aplicação d o teorema dos trabalhos virtuais: 2. Q acarretam deformações relativas em suas direções.O Teorema: "A deriva& parcial da enegio real de deformapio em relação a deformação elástica segundo a direp-o de uma das cagas aplicadas é igual ao d o r desta caga': . recalques de apoio ou niodificações impostas a barras da estrutura durante a montagem Por esta razáo é que apresentamos este capítulo dando êrifase maior ao teorema dos trabalhos virtuais. será o trabalho realizado pelos esforços simples.

aplicaremos uma carga moniento fictícia M emB. caso desejemos empregar o 1. então: A energia real.0 teorema de Castigliano). . desenvolveremos todos os cálculos e. isto é. criaremos uma carga fictícia. 1-36 . agora M = 0.107 Fig. Fig. igualaremos esta carga fictícia a zero. mediante o emprego d o 1 .Calcular a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig. que tem rigidez à flexáo A7 e rigidez à torção GJ t' CBlcnio de defornações em estruturas i o t t c s ssáia 85 Ex. 1-106 Não havendo carga aplicada na direção da deformação que desejamos calcular (o que é indispensável. uma deformação que não seja na direção de uma dai cargas aplicadas à estmtura.EJ ) 3EJ que desejamos calcular. obtendo a solução d o problema. Temos. correspondendo ao ponto e à direção em que desejamos calcular a deformação. 1-107. 1-35 . vale: Fazendo. após termos feito a derivação parcial. igualaremos a zero a carga M acrescentada. no fim do'probleina (após termosderivado a energia real de deformação em relação a M).Calcular o deslocamento vertical do ponto C da grelha da Fig.O Teorema de Castigliano. obtemos finalmente: O tipo de procedimento adotado neste exemplo é geral. 1. . efetuaremos todos os cálculos e. 1-106.84 Cum de an5ise estrutural Ex. sempre Temos: aw P I ~( 2 + 3 . de deformação. desprezando-se a influência d o trabalho devido ao esforço cortante.

cuja linlia de influencia se deseja determinar. b) na secção onde atua E. como se tivéssemos dado uma defomçãounitária. atribui-se à estrutura. "Para se traçar a linha de influencia de uin efeito estático E (esforço ou reação). para a qual desejamos conhecer linha de influencia de reação de apoio em A. A I I Ex. no enunciado da regra. As aplicaçúes seguintes esclarecem. após a rutura do vínculo transformase numa cadeia cinemática. temos: A trabalho virtual das forças externas = I x 6 1 x V trabalho virtual das forças internas = zero (a estrutura tornouse uma cadeia cinemática. Isto demonsna quc as linhas de influência de esforços simples e reaçóes de apoio em estruturas isostáticassãosempre constituídas por segmentos de reta. a regra esta enunciada desta forma. portanto à deformação).4 Cuno de análise estmtural Cglcuio & &formações em estruturas isostátiess 87 . conforme indica a Fig.o que quer dizer que uma ordenada ger16rica da figura deformada obtida representa o valor da reação de apoio em A produzida por uma carga unitária sobre aquela seção genéricq o que corresponde exatamente à definição de linha de influênciae demons tra. que seri tratada como pequena deformação. 1-108. está equilibrada. no sentido oposto ao de E positivo. ção seja absolutanlente idêntica para qualquer outro caso: Seja a viga da Fig. obtemos uma estrutura hiposA tática. A aplicação (plena) do teorema dos trabalhos virtuais nos forneceria V = n 6 . Rompendo-se o vínculo que transmite V e. inicialmente. então.'' Aplicando o teorema dos trabalhos virtuais.q. a regra. multiplicar as ordenadas da figura deformada por n . nos casos mais gerais. c ) a elástica obtida é a linha de influência de E. igual ao valor da reação vertical em A produzida por P = 1). n Tudo se passará. a I a) Sendo a estrutura dada isostática.Regra de Mdler . atribuindose à A viga assim obtida uma deformação virtual unitária oposta ao sentido de V positivo. então. 1-110 . tornando sua aplicação mais prática. no caso de esforço simples) unitária. I - Demonstraremos para um caso particular. uma deformação (absoluta.Bwslau (Metodo cineniático para o traçado dc linlias de influência) Enunciaremos. I1 deste volume. tratada como pequena deformação.e u __Fip. cuja deformada é uma linha poligonal q u e brada.:. procede-se da seguinte forma: a) rompe-se o vinculo capaz de transmitir o efeito I. submetida a uma força VA tal que equilibre P = 1 e Vg (e. b) A mençáo feita.' C) O espírito da regra de Muller-Breslau também se aplica às estruturas hiperestáticas. 1-109. a proposiçáo. 1-110. Igualandose vem: 6 = VA .Traçar as iinhas de influência das reações de apoio B I I_ '-- lII- -- - . confonne poderá ver o leitor no cap. a seguir. deveríamos dar uma deformação A igual a 1 e. embora a demonstra. t Fip. Por esta razão. ou seja. livre. nos casos mais gerais.86 4.sendo n um número tal que o torne um n pequeno deslocamento. a uma deformação unitária constitui uma pequena falha teórica no enunciado (pois o teorema dos trabalhos virtuais só é válido no regime das pequenas deformações). conforme veremos a seguir: Suponhamos seja atribuido ao ponto A da viga de que t r a t a m u m deslocamento virtual igual a . no caso de reação de apoio ou relativa. mas que não acarreta erro algum nas conclusões. 1-37 . 1-109 i em A e C para a viga da Fig. demonstrando-a a seguir. mas que. portanto.

S I 5 . b). 1-39 .114 Seguindo a regra de MuUer-Breslau. 1-1 1 1 . 0 1 -1 \C i: Fig. . então. que tem rigidez constante e igual a 104 tm2: A A A B Fip. passo a passo.Traçar a linha de influéncia de momento fletor na seção S para a viga da Fig.Calcular.Traçar a linha de influência de esforço cortante na seção S da viga da Fig. 1-114. 1. pela regra de Midler-Breslau. 1-112. os dois trechos da linha de influência devem ser paralelos..88 Curso de d i s e estrutural Cálculo de defomiaçõcs em estruturas hstáticas 89 Seguindo. 1. Fig. 1. o que justifica a construção da Fig. 1-115. 1-115.115 Obsevapo: Como a deformação unitária deve ser tratada como pequena deformação (ver o b ~ a ç á o podemos confundir a corda AC com o arco e temos. AC = x . 1-116.111 Fip. c) deslocamento vertical de B. obtenios as linhas de influincia desenhadas na Fig. e. 1-38 . 1-116 'I * t l!* * C Fip.1 .Exercícios propostos 5. 1-113 a) rotação relativa das tangentes à elástica em C b) deslocamento horiwntal de D. Ex. 1-113.(+). que devemos dar um Como deslocamento unitário (relativo) no sentido oposto ao de o deslocamento 6 somente na direção de e. para a estrutura da Fig. a regra de Muller-Breslau. o que justitica traçado da Fig. obtemos a linhade influência indicada na Fig. 1-112 I Sabemos. - - A Ex. (não devendo haver rotação relativa). A S A B Fig. .

p P 5. r j 4. cujas barras fomam. 1.5. de 2 cm apoios B e C. 1-118 5.C ~ i s o análise estmtura] de GUcuio de deformações em estmtum isost6ticar 91 5. 1-1 17 a) devido ao carregamento atuante.Para a estrutura a + a + da Fig. Dados: W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) a = 1Crs/oc dos r r r r r r r r ~ 3tim ~ r ~ . 1..Irn _k- 4m -k- 4m + -+ + 4m 4m 4m -A Fia.3 . b) calcular o deslocamento horizontal de A para: b. que tem rigidez W (constante). b) devido a uma diminuição uniforme de 30 OC.2 . a fónnula de Vereschaguin.121 .2) variação d o comprimento da corda EF. em todos os 116s. calcular a deformação mencionada em a2 Dados: or= I O .6 . calcular: a estrutura da Fig. diretamente. Dado: 5. obter: a l ) rotação do nó E.2) recalques verticais. pedem-se: I Fio. 1-119.2) deslocamento vertical de H.~ / ~W = 2 x 104 tm2 (todas as barras) C 5. calcular variaçáo da corda AD. 1-120.1) aumento uniforme de temperatura de 30OC. a.117. de cima para baixo.Calcular o afundamento do ponto D da grelha da Fig. b. = 2 x 104 tm2 . obter a rotação da tangente à elástica em B para a viga da Fig.ylos de 900 e t6m a) deslocamento horizontal de A. b) deslocamento vertical de E .Para +I 4 I A -B Fig. ân. EJ. a. I-12l.4 . 1-118.Para a estrutura da Fig.Empregando.pede-se: a) para o carregamento indicado.

computando para este fim apenas a influência do tirante. D. É dado EJ. E fiquem alinhados.123 Obs: Desprezar efeitos do esforço normal no quadro. 1-125 durante a montagem para que.I 5. 1-123.) quadro = 104 tm2 5 x 103 t. Sabendo-se que. C Fip.Calcular a rotaçso da tangente à elástica em A para o quadro atirantado da Fig. E. cujas misulas são parabóli= = cas com Jmin Jc e Jmax lWc. quando atuar o canegamento indicado.11 .7 As barras horizontais da estrutura da Fig. I 5.. SXo dados: Jm . o deslocamento horizontal do ponto B é de 3 mm. unicammte. 5. 1-122 são misulas parabólicas com Jdn J e Jmix SJ. para a estrutura da Fig. do carregameiito indicado. os pontos D. = a estrutura é submetida a um aumento uniforme de 300C. pede-se c$. a= ~ u ~ / ~ c . permaneçam I m acima de A. 1tlm CAculo de deformações em estruturas isost4ticas 93 - Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. 1-124.9 . 1.10 . Dados: EJc = 104 tm2 . os pontos A.Calcular os deslocamentos verticais no meio do váo e na ponta dos balanços para a viga da Fig. cular o deslocamento vertical do ponto M devido à atuaçáo. que encurtamentos prévios devem ser dados aos tirantes para que. 8. COS '# (W. quando = . 1-122 5.Calcular que variação de comprimento 6 ' deve ser dada às barras 1 e 2 da treliça da Fig. quando atuar o carregamento indicado.Calcular. cujas barras verticais têm J = Jc e cuja barra + 2m+ 2m +2m +2m+ ES = lo4t (constante) 5.8 . para a direita. B.sendo Jm = 25. 1-126. Dados: (EJ)quadro = 2 x 103 tm2 . (ESltirante= 103 t curva tem J = .. = 104 tm2 Fig. (ES) tirante = .

b) deslocamento horizontal de C.s m de altura. mantendese constante a temperatura externa. b) rotação relativa das tangentes à elástica em A.13 .15 . 1-127 A Fig. sofre um auriiento de temperatura de t OC. 1-128 F i g 1-73? 5. m Fig. I 5.Calcular os deslocamentos verticais dos pontos A das vigasbalcão circulares. h) rotaçáo relativa em Bdas tangentes à elástica das barras@@ Fig.se: . com seção transversal circular.O interior do quadro da figura 1-131.14 .Sendo "m" uma carga momento fletor uniformemente distribuída ao longo das vigas. 5. Pedem-se: a) variaçfío da corda CD.133 . de inércia constante.b. 1-127 e 1-128. 1. São dados: E. pedem-se os deslocamentos verticais das seções S indicadas.12 .129 sofrem um aumento de temperatura de 30 OC em relação a o dia de sua execução. com 0. das Figs. a temperatura no interior da parte circular. É dado: a = ~ O . 1-132 B 5. módulo de elasticidade E e coeficiente de Poisson igual a l/m. das figuras I-132-a e I-132. J.16 .~ 1. Sendo a o coeficiente de dilatação linear do material. de seção transversal retangular de altura h e coeficiente de dilatação linear u sofre um aumento de toC. 1-129 1. mantendo-se constante a tempera tura externa. cujas barras têm altura h. Send o a seção retangular. Pedem-se: encurtadas de I a) deslocamento horizontal de A .As fibras superiores da estrutura da Fig 1.132. pede-se o deslocamento horizontal de B. 1-130. as barras@@são 2 cm.17 .94 CUROde anáiise estrutural Cálculo de & f o m a ~ ó e s em estnituns irost6ticas 95 5.Para o quadro da figura 1-133. a) rotaçáo relativa das tangentes ê elástica em B. R Fig. pedem.Para a estrutura da Fig.~ I O C . A I 5.132-b Fig.

1-139 -+a .18 -Para o quadroespacial da figura 1-134. pedem-se: a) rotação da corda BC nos planosxy e xz. E.Obter a equação da elástica de uma viga biapoiada de rigidez EJ e váo I. -r- - Idem. a) rotações da tangente à elástica em B e b) deslocamentos verticais em A.139. C. cujas barras tem seçãocir. para a da Fig.19 - Empregando o processo de Molir.138. para a viga da figu5. 1.22 pedem-se: - Para a viga da Fig.20 - o processo de Calcular a rotação da tangente a elástica em C. 1-136 ( J = constante).I Cdledo de deformações em estruturas iswtiticas 97 5. 5. c) rotação da tangente à elástica em B. que tem rigidez igual a 104tm2. obter.. empregando Mo&.23 Empregando o processo de Mohr. ra 1-135: a) equação da elástica. 1-137.21 . D.- t . Dado: EJ= constante - I -+ I12 5. 1-136 5. cular com inércia ê flexão de 0. a. I Fip. Dados: M. Fip. E. 1. obter os diagramas solicitantes para a viga de in6rcia constante da Fig.0Sm4. submetida a um carregamento uniformemente distribuído "q" (EJ= constante) 5. I I n -1. b) deslocamento de B na direçáo z.24 + 117. J. i 1 5. para a viga da Fig. b) flecha máxima.

e .146. I .26 . Fig. 1-149.& l t I + . IP o I ~ C l + l + 5.devidos a cada uma das causas seguintes: I I 5. da treliqa da Fig. 1-145 Dados: P.~/OC.Empregando o teorem de Costigiinno. que têm rigidez constante W.140 a 1. 1-142 .29 .e 1 i .27 . ( I I I Fig. para a treliça da F & 1-147.Idem.9. R. Fig.) Fig.146 a) carregamento indicado. b) aumento uniforme dc temperatura de 3 0 OC.Empregando o teorema de Castigliano.Obter os diagramas de momentos flctores para as vigas das figuras 1.25 . igual a 2 cm. calcular o deslwamento horizontal d o ponto B do quadm da Fig. I u 3' 1 I: - 9 .r . í .142. constante. 1-141 Fig. 1-143 o r l p PI -+-I---+ . 1-144 5.Empregando o proeesso de WiUiot.quando forem submetidas aos recalques angulares 8 indicados. do apoio B.I + - Fig. cujas barras têm rigidez EJ. c) recaique vertical. 5. 1.30 .<. . E. J (constante).Idem. de cima para baixo. 1-140 Fig. Fig.28 . devidos às mesmas causa. calcular os deslocamentos dos nós E e G. < . . 1-143 a 1-145 quando sofrerem os recalques verticais p indicados. -. 1-147 i I 5.98 curso de wsuw e ~ t ~ t u i a l i Cglailo & &fornações em estmtums isostútitieap 99 5. 5. calcular o desloca mento horizontal relativo das extremidades A e B d o anel circular aberto da Fik 1-148 (Desprezar efeitos da força normal. 1. para as das Figs. que tem ES = 5 x 103 t para todas as barras e oi = IO.

8 mm(+) : b.b) 0.67 mm (L ) . Cdleulo de defonna$ões em estruturas isostátiras 101 I 6 - a) 2.46~ 10-3 rad (n) a) 0.93 mm (-*I . b) 3.1 8 - a) 0. 0.zero .67 mm ( f ) .4 mm (encurtamento) a.1) 4.71 mm (1) a.a.l) 3.1) 7 .6 mm ( f ) : b.14 mm 4EJ m (371 8) - .a.98 cm (4) .33 x 1 .] ) (C) 4. 5 ~ rad (tl).b) f l x IO-:' rad (o ) rad (( 5.rn + 5.22 - a) 0.2) 2 cm (e) 1.84 cmfaumento) . b) 1 mm (4) t ) 5.133 x rad b) 0.I 100 Cuno de anYise estrutural Respostas dos problemas propostos I .94 mm Encurtamento de 2.17 - a) 2 6 c m (+) .?) 13.07 cm (4) 1.21 x 1O-' rad (12)0.17 mm (t) Alongamento de 1.2) I .2 mm (aumento): b) 5.2 (+I a) aumento de <r t R ( I b) zero .

3 m m ( . 3 m m ( pGH = 0 b)pEv=0.+ ) . 4 m m ( .102 Curso de análise estrutural aio &formafõsem estmtunis isosiatia nl & C) 103 P~~ = 2 o m m ( ~ ) . O mm (+) C) pFV= 10mm(&). pGV=0.f ) . ~ ~ ~ = 1 0 m m í L ) .pEH=15mm(+).8mm(+). ~ ~ ~ = 6 . 7 m m ( + ) .6mm(t). pGH = 3 .3 mm (+) 5. 6 m r n ( L ) .6mm(t). em cada caso: i . pEH=1. pGH = 3.29 - Abertura de 3nPK EJ " - 5.27 - As componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. ~ ~ ~ = 3 .28 - componentes verticais e horizontais dos deslocamentos valem. em cada caso: a) ~ ~ ~ = 3 4 . ~ ~ ~ = 1 7 . pGH= 30 mm (-+) 5. ~ ~ ~ = ~ 6 .

1. no caso. 0 grau hiperestático total do uma (x) 6 a soma de seus graus hiperestáticos externo (&) e interno lgi). Para tal. desta forma. ' &n \ 1.1 . das três equaçúes universais da Estática no plano e de mais uma (momento fletor nulo em E). na estrutura assim obtida. 11. pois.Determinação d o grau hiperestático 1. 11-1.O METODO DAS FORCAS I I Hipc&6tica -O d t o d 0 das forps g' ' 105 - htrodii@o . 11-9 Fia. cujas reações de apoio são de imediata obtenção a partir das equações universais da Estática. 11-4 C. como resdver uma estrutura é conhecer suas a = ggxt + gint '1 + 1 = 2 Fip.Hiperestaticidade externa Seja a estrutura da Fig.3 6 I I O tirante O - Hiperesiatiadade total Evidentemente. igual ao número de equações suplementares necessárias ao cilculo das reações de apoio da estrutura I reações de apoio e seus esforços simples. após rompê-la. Temos. entretanto.i ? CAPITULO li 1 . terno da estrutura que é.2 . a igualdade estática da nova estrutura "aberta" com a primitiva Para a determinação desses esforços não possuímos equaçw suplementares da Estática e. Fip 11-1 4 1 9=geXt=2 \. a estrutura em questão tem um grau hiperestático interno igual a 3. Isto não significa. a estrutura da Fig Ib2. então. sendo assim. Seria necessário "abrir" a estrutura. não nos habilita a traçar seus diagramas solicitantes pelo fato de ser uma estrutura fechada e não sabermos quais são as forças da esquerda e quais as da direita. cinco incógnitas e quatro equações para determiná-las. Existe. portanto. r.1) . conhecidas suas reações de apoio.HIPERESTATICA . g = Be + 8 i 1.Aplicaçk Obter o grau hiperestático g das estruturas a seguir: a) Quadros planos Fig. 11-10 g = 5 x 3 x 3 = 45 . Esta deficiência é chamada grau hiperestático ex. grau hiperesiátim interno de uma estrutura é o número de esforços simples cujo conhecimento nos possibilita traçar os d i a gramas solicitantes para a estrutura. Portanto. que possui 5 reações de apoio a determinar. agora.2 Seja. que a estrutura esteja resolvida pois que o simples conhecimento das reações de apoio.Hiperestaticidade interna Fig. isto é. para tal. romper-lhe uma seção. necessitaríamos conhecer os esforços simples atuantes nesta seção para podermos aplicá-los. preservando. dispomos.4 (11. deficiência de uma equaçso para resolver o problema do cálculo das reações de apoio.

106

Curso de anáiise estrutuml

Hiperrststica

- .cmétodo

das f o r p s

107

Obsermção: Notar que, para o quadro da Fig. 11-10. a forma mais fácil de determi. nar seu grau hiperestático total g é rompê-lo pelas seçóes Sl, S2. e S3, que interceptam um total de 5 x 3 = I5 seçóes suas, transformando-o em três quadros isostáticos engastados e livres. Sendo assim, seu grau t. , j perestátito é g = 3 X 15 = 45.

I

Nenhuma alteração d o ponto de vista estático ocorrera se encararmos a estrutura sob a forma indicada n a Fig. 11-17: Na passagem da Fig. 11-16 para a Fig. 11-17, rompemos uma quantidade de vínculos tal (no caso, 3) que transformasse a estrutura

b) Treliças planas:

Fip. 11-16

- Estrutura

hipaenátka a rsrolver

Fig; 11-11

Fip. 11-12

dada numa estnitura isostática à qual chamamos sistema principal' e, para preservar a compatibilidade estática, introduzimos os esforços (no caso, X,, X?, X3) existentes nos vinculos rompidos, que continuam sendo

C)

Grelhas:
Fip. 11-14 Fip. 11.15

Fig. 11-13

Fig. 11-1 7

- Sirtma principal e hiperest4tico

as incógnitas d o problema, e cuja determinação implicará na resolução da estrutura Por esta razão, chamamos a esses esforços de hiperestáticos Observaçüo: Para a esttutura da Fig. 11-15 representamos apenas, os apoios perpendiçulares a seu plano, que sáo os que funcionam. no seu trabalho w m o grelha.
2

Pensem s, agora, na compatibilidade de deformaçóeí: Evidentemente, para cada vinculo rompido, na passagem d a e s trutura dada (Fig. 11-16) para o sistema principal (Fig. 11-17). liberamos uma dcformaçáo que não existe, de modo que devemos impor, à estrutura d o sistema principal, a condição de serem nulos os deslocamentos nas direçks dos hiperestátiços. (NO caso, devemos ter na Fig. 11.17: rotação em A; rotação e deslocamento horizontal de B iguais a zero.) Com isso, para cada incógnita Xi da Fig. 11-17, temos uma

?

- O
2.1

mbtodo das f o v s '

I

-

As bases d o método

L

Seja a estrutura da Fig. 11-16. três vezes hiperestatica, que desqamos resolver:
1 Também chamado método dor esforços e método da flexibilidade. Estas duas outras denominaçóes $%o, até, mais próprias dentro do esplrito do método. mas optamos pela denominasão "método das forças" por tradi$ão histórica

*

C o n @ m veremos no Vol. I11 deste Cuno o sistema não ~ I e c i s a%r necesfanamentc isostático. podendo, cm detarkinado, e a ~ o r . u útil trabalhar com r um SIitema principal hipcrestátira.

108

Curso de análise estrutural

Hipem&tica

-o

método das f o r ç a

109

equação dizendo que o deslocamento na direção de Xi é nulo. O problema está, então, resolvido e podemos afirniar que a resolução de uma estrutura n vezes hipcrestática recairá na resoluçáo de um sistema n x em que cada equação exprimirá a condição de ser nulo o deslocamento na direção de cada um dos hipcrestáticos.

,,,

Assim, devemos ter, indexando as deformaç6es indicadas na Fig. 11-18 eom dois índices. o primeiro d o qual se refere ao local e o segundo à causa da deformação3, temos: RotaçãoemA=O . . . . . . . 6~0+611XI+61ZX2+613X3=0

...

Poderíamos, é claro, impor estas condiçaes diretamente sobre a Fig. 11-17, mas será mais simples. para a manipulação algébrica d o problema, empregar o princípio da superposição de efeitos da forma indicada na Fig. 11-18, em que separamos o efeito do carregamento externo e 0 de cada um dos hiperestáticos; no desconhecimento dos valores corretos destes. arbitramos um valor qualquer para cada um deles (no caso, por simplicidade. arbitramos valores unitários, embora pudessem ser valores quaisquer) e esses valores devem ser multiplicados pelos fatores-escala X 1, X 2. X 3 tais que façam que os deslocamentos finais nas direçaes dos , hiperestat~cos sejam nulos.

RotaçãoemB= O .

.. . . . .. . .

~ ~ s l o c a m e nhorizontal e m B = O to

.[

620 + 6 2 1 X I + S22X2 630 + 631XI + 632X2

+ 623X3=0
+

833x3 = O

A solução d o sistema anterior, que 6 o sistema de equações de compatibilidade elástica do sistema principal com a estrutura hiperestática, nos fornece os valores dos hiperestáticos, a partir dos quais podemos obter os esforços atuantes na estrutura.

2.2

-

Observações

a) Vejamos qual a forma de o b t e n d o dos coeficientes 6 do sistema de equaçoes que conduz 20 cálculo dos Iuperestiticm: Sistema principal com carregamento externo e hiperestáticos X,. . . Xn

I

.

Seja, por exemplo. obter 623 que, sabemos, é a deformação na direçáo do hiperestático X2 (ou seja, rotação da tangente à elástica. no sistema principal, em B) devida à aplicação de X3 = 1. Como se trata d o cá!culo de uma deformação numa estrutura isostática, temos: Estado de carregamento: dado pela aplicaçáo de X, = I no sistema principal. Estado de deformação: dado pela aplicação de X3 = I no sistema principal.

-

Por conseguinte, resultará da combiriaçáo dos diagramas trapdos, no sistema principal, para X2 = 1 e para X3 = 1. Analogamente, um 6i0 resultará da combinação dos diagramas, no sistema principal, devidos à aplicação do carregamento externo e do hiperestático Xi = I.\ Podemos, então, escrever: 6ii = Combinação dos diagramas resultantes da aplicação dos hiperestáticos Xi e Xi no sistema principal, com os valores arbitrados. SiO= Combinação dos diagramas resultantes da aplicação docarregament o externo e d o hiperestático (com o valor arbitrado) no sistema principal.

a23

xi

+

=[

Sistema principal com carregamento externo

]

2 Chi,c0

"

Sistema principal
i] .

Nota: 0 s diagramas a combinar São, evidentemente, aqueles que influenciam no d c u l o da deformaçáo 6 de~ejada,confome estudado no cap I deste volume.
3
O canegamento externo será simbolizado por O.

Fm 11-18 i

Hipernt6tica b) No caso de querermos resolver uma estrutura hiperest5tica para uma variaçáo de temperatura, para recalques de apoio ou para modificações de comprimento impostas durante a montagem, teremos t ã e somente que substituir os 6i0 (deformações, no sistema principal, na di. reçáo dos hiperestaticos Xi devidas à atuação d o agente extemo deformam te, no caso da Fig. 11.18, o carregamento externo) pelos Sit 6* ou C, (deformações, no sistema principal, na direção dos hiperestaticos Xi, devidas a atuação do agente extemo deformante, no caso, variaçáo de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimentoimpostas durante a montagem).

- o método das forças

111

1

.

Sob forma mais compacta, vem:

Os valores de 6it, 6y ou 6,. em se tratando de deformações em estrutura isosthtica, são de imediata obtenção a partir d o que se estudou no cap. I, sendo dados por:

Ao vetor { 6 O 1 , onde a influencia d o carregamento externo se faz sentir, chamamos vetor dos termos de carga.
à matriz [ 6 1, quadrada, simétrica ( &i. = 6.., a partir li do teorema de Maxwell). chamamos niatriz de flexibifidade da estrutura Esta denominação foi dada levando-se em conta que a matriz 1 6 ] é aquela que transforma os hiperestáticos (esforços) { X } nas deformações que eles provocam 1 6 1 { X }.

6i,,, = 2 ( Ni x modificações de comprimento correspondentes.)
(114)

Note-se bem, que a matriz [ E ] independecomplet?mente da solicitação externa, sendo função apenas d o sistema principal adotado. Ao vetor {X} chamamos vetor dos hiperestáticos. A solução da equação matricial é, evidentemente, dada pela equação 11-6, em que [ P ] é a matriz inversa da matriz de flexibilidade. e é chamada matriz de rigidez da estrutura, sendo também quadrada e simétrica.

(Os esforços e reaçóes com índice i são, evidentemente aqueles obtidos quando aplicamos o hiperestático Xi , no sistema principal, com o valor arbitrado inicialmente.')
C) Como, quando combinamos diagramas de momentos fletores, obtemos os EJc6 ao invés dos 6 , temos:

v

1x1

=

-

[si-'{ao}

=

- [PI

(11-6)

- no caso de resoluçáo de estruturas hiperestiticas para atuação de carregamento externo, podemos substituir os 6i0 e 6~ pelos Wc6i0 e EJ, 6ii (pois que um sistema de equações não se altera se multiplicamos ambos os membros por H,, o segundo membro é nulo) ; e - no caso de resolução de estruturas hiperestáticas para amação de variação de temperatura, recalques de apoio ou modificações de comprimento durante a montagem, podemos substituir os S . . pelos

Notas: 1) Se, em vez de termos carregamento externo, tivermos variação de temperatura, recalques ou modificações de montagem, basta substituir o vetor \

{60)

por

{6t}

.

{Sr}

ou

{6,}em(11.6).

11

EJ, Bii,

desde que multipliquemos os 6il,

OU

6im por E&.

d) Escrevendo o sistema de equações que resolve v problema, sob forma matricial, temos:

2) Se estivermos resolvendo uma estrutura hiperestática para um único carregamento, será indiferente obter os valores dos hiperestáticos por resolução direta d o sistema de equações ou a partir da inversão da matriz de flexibilidade. Se, entretanto, tivermos vários CarIegamentOSa considerar, o procedimento matricial ( { X = [P I { 6 0 } ) será muito mais vantajoso.

-

-

Valor este que náo precisa ser uni&to.

e) (h esforços finais na estrutura hiperestática são obtidos empregando-se o principio da superposição de efeitos (V. Fig. 1-18), da ex+ ptessáo: E = E + . EiXi (11-7)

entretanto.0s11-5 a 11-7). sendo todos teoricamente corretos. por exemplo).X. ca ou da equação matricial (11. aplicações n. +Sm -. temos E = O. a uma análise detalhada como a que fazemos na Fig.O) Escoiha do sistema principal (v. podem ser quaisquer. h) Verifique o leitor a facilidade com que podemos escrever a as equações de compatibilidade elástica sem precisamos recorrer. : valor obtido para o hiperestitico.. a partir da resoluqào direta d o sistema de equaqões de compatibilidade elásti. 50) 3. Para os outros tipos de estruturas. em número adequado. c) recalques em A indicadas abaixo. . para a obtenção de uin bom sistema principal. i! Ex. 11-18. 2.2. Obtenção dos hiperestáticos ( t X } [ b 1 { 60 } ) Obtençáo dos efeitos finais (E = E + ZEiXi) . Para isto.0) Traçado dos diagrainas no sistema principal. g) Queremos voltar a chamar a atenqãopard o fato de que. Isto conduzira. Em se tratando de uma estmtura duas vezes hiperestitica. tiiiXi +. agindo-se de outra maneira (v. 11-19. \ Nota: N a m s de variação de temperatura.3 - Roteiro para o método das forps CS- A partir dos itens anteriores. a expressão desta observação E = 2 E i Xi pois. o número de sistemas principais para uma estrutura hiperestática é infinito. quando arbitraiiios valores para os hiperestiticos.1. b) diminuição unifome de 30 OC . os sistemas principais ideais estáo indicados lias aplicaçóes correspondentcs. 1 Ei : esforço no sistema principal provocado pela aplicação do xi hiperestático Xi com o valor inicialmente arbitrado. no caso dos quadros lanos. acarretando uma obtcnqão não trabalhosa dos 6 .0) 5. recalques de apoio e modificaqões o durante a montagem. devidos a cada um dos agentes discriminados a seguir: f) Evidcntcmente. O que se deve procurar.2.l h e dois vínculos.. Pii. so.8) 1 Dados: EJc = 104 tm2 a = lO"/OC a) Carregamento indicado 1. Sistema principal e hiperestáticos 2. licitante externo. Formulação do sistema de equações de compatibilidade elástica. chegamos ao . recomendamos. eles não precisam ser unitirios. provocado pelo agente. pois uma equação genérica (a iésima.112 em que: Curso de anáiise estrutural E : esforço no sistema principal. que sejam ccilwa &ulos nus nSs da estrutura. m p e r . do sistema de equafces de compatibilidade (supondo a estrutura n vezes hiperestática) se escreveri: 6i0 + 6 11 X1 + - . pois os valores que eiicontrxeinos para os hiperestiticos seráo os fatores-escala t a s que corrijam os ii~icialnientc arbitrados para eles. - - '. ii-19. a fim de obter seu sistema principal ismtátim.1 - a) carregamento indicado.0) 4.f.1). = O (11. .+ 6. Seguindo a orientação dada na observação 2. . . é obter um sistema principal para o qual os diagramas a combinar sejam simples. aos sistemas principais ideais.0) 6. nesses casos. Ir-1 - se simplifica para Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a estrutura da Fig. de modo a satisfazer a compatibilidade de deformaçóes da estrutura dada com seu sistema principd. certainente. eni c da caso. Apenas nos casos de existencia de simetria e anti-sinietna pode-se chegar a iiielliores sistemas princiliais. o roteiro para resoluçáo de truturas hiperestáticas. será: 1.6). Obtenção dos EJc 6 ..

obtemos os diagramas da Fig. + 3. temos E = E. com reus d o r e s multiplicados por &Jc Como tcn.ewreveremor sirnpksmcnte: @o 1. Diagramas solicitantes e rea<. nossos hiperestáticos X1 e X2 serão os indicados na Fig. I Obtemos: 6.27 E l + 4. obtendo os diagramas solicitantes e as reações de apoio indicados nas Figs. Cálculo dos Hc 6 Em se tratando de um quadro.2. preservando a wmpatibilidade estitica da estrutura dada w m seu sistema principal. 11-19. obtendo: F i i 11. pan não complicar n nota~Ho. embora estejamos u m d o os me& r' . I F i i 11-20 3. o eanegamento externo e cada um dos hiperestátiws. 11-21 e 11-23. Diagramas no sistema principal Aplicando no sistema principal.sistema principal da Fig. consideraremos apenas seu trabalho H flexão.im desta forma. Como rompemos OS vhculos capazes de transmitir os momentos fletores atuantes em C e D. 11-20. tomados iguah a 1.21 mm *larnos Os .09E2.&a A partir da expresão 11-7. respectivamente. rotulando os nQ C e D da estrutura hi.já que não e n m o í imbaihuido V--r&eiro% ma% sim. 1 2. 11-20. perestática dada.m e r { X }= -[EJc6 {I?Jc6o } .

521 Fie.11-25 'carr.atura.os valores dos 6 ir dados pela expressão 11-2.(biso de anáiise estrutural Fio 11-24 4.18E2.7. então: = . 1 2. já que estam. po..iS: 2. 11-26 Os hiperestáticos devidos ao recalque são. d'evidos à variaqão de tempe.4E2.3EI -22. dos nas Figs 11-24 a 11-26. 11-27 a 11-29.731 Ntamp. Os novos hikrestáticos. em função da observação 22.} .47. F'm. 11-22 JF~ + 0.15 t Fig. No caso. ' Fio 11-23 C) Recaloues de a w i o Basta substituirmos o vetor { b0 ) por { 6.c deste capitulo. 11-28 + 7. então: b) Variação de iemperatura Basta substituirmos o vetor { 60 1 pelo vetor { 6 t 1.. Obtemos. A partir da expressão E. vem: Fip. .são: 12. estando os diagramas solicitantes indica . - - .trabalhando com os EJc 8" ao invés dos 6". obtemos os dia gramas solicitantes indicados nas Figs. 1 Os e~forçosdevidos à varlação de temperatura serZo.Etemp = 0. Devemos c tomar o cuidado de multiplicar por W.55E.521 Fm 11-27 i .

f. Rotulando. 11-33 Temos. Ex 11-2 . 6.. - . MO 3. 11-30. então. necessários para o cálculo dos EJ.-i 1. os diagramas da Fig. tura da Fig. 2. se.4 4 3 3 . 11-33. devems romper-lhe dois vinculos para obter um sistema principal isostátieo. 2) Igual simplicidade encontraríamos.x 6 x 1 2 . Diagramas no sistema principal Fig. por exemplo . 11-31.os nós A e C esq. onde estzo também indicados os comprimentos elásticos das diversas banas. houvéssemos rotulado os n6s A e C ou A e D. no caso deste exemplo. Isto mostra a vantagem do sistema principal escolhido obedecendese & observação 2.5M1 + 5M2. Diagrama final A partir de (11-7). ao invés de nós C e D. Cálculo do$ EJc 6 Considerando apenas o trabalho da estrutura 4 flexão.2.s I 1 t 6. M = Mo + 8.x 6 x 4 = . sabemos que.I wpmdtjtia a) . C I I 4. deste capitulo. o diagrama de momentos fletores . U-32.ia Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a estm. obtemos o sistema principal indicado na Fig. aplicando o carregamento externo e cada um dos hiperestátims unitários no sistema principal. Hiperestátims: \ XI = 8. Equações de compatibilidadf: I 4XI + 2X2 = 44 S.o métodod a foqz%3 b) M l Obsenuçõeí: I ) Note o leitor a simplicidade com que traçamos os diagramas no sistema principal e calculamos OS valores dos Uc6 necessários à obtenção dos hiperestáticos. obtemos: 1 EJeSlO= ~ 3 x 1 2 -I . obtendese. Sistema principal e hiperesiáticos Em se tratando de estrutura duas vezes hiperestática.

Sistema principal e hiperestático O sistema principal ideal para resolução de vigas contínuas 6 obtido rotuland<~. entio. Ex. 11-35 Será dado por M = Mo t 22. obtendo-se en- 2. I I I -ou .Vc S EJ. = 22. 11. desta forma.7 6. Equações de compatibilidade 121 \ 3X1 + 0. 6 e no traçado do diagrama fmal.SX2 = 76. + + 2 x 2 = 45 5.4 . obtendo-se.Sl0 = 1 (6~18+3x40. na qual indicamos também os comprimentos elásticos das barras.s 1 o.8M2. CY = 1 tm2/0C 0 F 3. para o qual os valores dos hiperestiticos j6 &o os momentos fletores atuantes nos apoios intermediários. o sistema principal da Fig. 11-35.M1 e M2 os mais simples passíveis. 11-3 . 11-38 c) M2 Observe o leitor a vantagem do sistema principal adotado que conduziu a diagramas Mo .se apoios internediarios. simplicidade esta que prosseguiu no cálculo dos EJ.7M1 tao o diagrama da Fig. Hiperestáticos: X.da qual penduramos o diagrama Mo de cada barra Ex. 11.\. a partir . I I' = 3m Fig. ii-37.Resolver a estrutura da Fig.o métododas forps 4.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga continua da Fig.sx. Dado: EJ. b) diminui ão uniforme de 30 OC.s 3 .34. para o caso. conforme se verá a seguir. a linha de fechamento do diagrama final. Cálculo dos . 16. os Temos. Diagrama final 1.5) =-76. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 r:. 11-38 para: a) canegamento indicado. I' = 6m I'= 3m Fq.

rotulando (15s nOs (no caio escolhemos os nós LI..1 0 4 . E J .3 x3 6. Equações de compatibilidade: 104 64 36 2. Sistema principal e hiperestáticos Hiptestátiea .3EI + 20. LIeSq e DA").7E2 + 19. Cálculo dos Wc6: WcS.3 = 20-7 19. = .3E3 obtemos o diagrama de momentos fletores e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. I 4. E J c 6 I 36 Em se tratando de uma estrutura três vezes h'perestática. 11-39. S z 0 = .6 4 . obre.o método dsr fo<pis =- 123 3. Diagrama final e reaçóes A partir da expressão E = E 0 + 1 l.122 Curso & anáiise estmtural a) Carregamento indicado 1. nios o sistetiia principal da Fig. 11-41 / lmt x * l lml 1/12 I t . Diagramas no sistema principal Temos: 1t: 1 1 1 11.

301 Fip.52E2 -0. Diagramas no sistema principal a) Mo b) M1 C> M2 d) M3 70. conforme indica a Fig. Todas as banas tèmmpsmainercia -1t181 111161 O "' . . 11-43.o método das f o q '125 b) Diminuição uniforme de 3 0 OC . então: X1 I x1 \ Fip. a partir dos diagramas da Fig. deformações numa estrutura isosfatica devidas a uma wriaçüo uniforme de temperatura Para seu cálculo. o c&ulo dos 6~ (que dependem de trabalho à flexão). temos que respeitar o sistema pnncipal verdadeiro. Rompendo-a na seção de g simetria S os hiperestáticos serão os esforços simples atuantes nesta =@O. na direção de cada um dos hiperestáticos. I Ex. obtendo. 11-42 Pelas razões que ficarão claras no decorrer desia aplicaç%o. 1145.124 CUM de anáiir estrutural WprrsUtica .cujos termos sit = a r & ~ ~ representam as deformaçóes. Sistema principal e hiperestático Trata-se de uma estrutura submetida a um carregamento autoTemos. obtendo-se o diagrama de momentos fletores e as reages de apoio indicadas na Fig.1. 1143 .81mt equilibrado. I 1 4 4 para o c s n e g ~ mento indicado. para o cálculo dos 6.Conforme sabemos. podemos então trabalhar com unia estrutura de substituiçáo (que contenha os vinculos e pontos de aplicação de carga da estrutura dada). bastanos calcular o vetor { h t ). 11-5 . inteiramente hiperestática í = 3).07E1 + 2. sendo.62M3. .Resolver a estrutura da Fig. L g-ph $1 1116i t -X!IZ.t. 1146 Os efeitos finais devidos à variação de temperatura serão dados por E = -3. 1. 1145. 11-42: 41/61 ObservaçtTo: empregar uma estnitura de substituiçEo do sistema prùidp& Só no caso de variaçxo uniforme de temperatura. Fip.e colheremos o sistema principal indicado na Fig. pois. no sistema principal. 2. . devidas i variação uniforme de temperatura.

portanto. Isso acarreta a subdivisão espontúnea (decorrente. > -mesma ordem de grandeza que os provocados pelo valor arbitrado (normalmente unitário) para o hiperestático-momento. Temos: E = . uma vantagem do sistema principal escolhido.29 E1 . . quando ocorrem tais condições. com O que. 6 = 6 20 = O. Estas conclusóes podem ser extrapoladas para outros Caso3 e podemos afirmar que: 0 Fk 1147 Ex. + 0. 1148. Diagramas finais o . Hiperestáticos Xl = 0. ticos-força sejam arbitrados eom um valor tal que ~r0duZa esforcos de ~. partiríamos de. portanto. 1 --'- - .rn caso d e solicitaçüo anti-simim?a: Ms = Ns = O. . Na seção S de simetria de uma estrutura plana. bem como do fato das barras terem seções simétricas em relação ao eixo de simetria da estrutura. apenas. 11-6 .2. 6 recomendável. Equações d e compatibilidade: Obsmçüo: Levando em conta as conclusóes do item 4 desta aplicação.. evidentemente.. elsstica nalmente a barra em questão.57 X3 = O (evidente. devido aos recalque indicados.e I x 1)sndependentes Tal já 6 . outras vantagens suplementares para casos especiais de carregamento: .rn a s o de solicitaçüo simétrico: QS= 0 e geometricamente simétrica. obtendo os diagramasse Note o leitor que. poderemos escrever que determinados hiperestáticos são nulos o que. se a fôssemos resolver novamente. p+ dem ser quais uer. em que o eixo de simetria intercepta ortogo- 1 .= -1 6. 6 30 = O. independentemente do carregamento atuante (que só se reflete sobre os 6. 0 nos simplificará em muito o trabalho de resolução da estrutura..Observap-o: Neste caso. tivemos mistura de hiperestitico-momento com hiperestáticoforça. o que resulta do fato dos diagramas MI e Mjserem simétricos e do M3 ser anti-sim6tric0. nesta fase. em si. temos que: = 6 2 3 = O. pois sabemos que X3 = 0. pois o carregamento e simc5trico). Como os valores arbitrados para os hiperestáticos. arbitramos o valor 113 para os hiperestáticos X2 e X3 . . da boa escolha do sistema princi al) do nosso sistema de equações 3 x 3 em 2 .- . pois. apenas.iox. .4 sistemas (2 x 2. com a fuialidade de se evitar o aparecimento de de ordem de grandeza muito diferente.o ). Por esta razão. 2 hiperestáticos (X1 e X2).Suponhamos ser o orregamento simétrico: Teremos Mo simétrico e. 3.57E.Suponhamos ser o carregamento anti-simétrico: Teremos Mo anti-simétrico e. Xl = X? = o. X3 = 0. w m O que. Cálculo dos EJc 6 : Temos: Tais conclusões nos facilitarão enormemente o trabalho daqui para a frente. Voltemos i aplicação em questão. S. 4. que os hiperesti.29 X2 = -2. temos que:: . devido ao sistema principal escolhido. . Vejamos. entretanto. que tem EJ = 104 tm2.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.E licitantes da F i s 11-47.

~perrs<$tica o método das forças Trata-se de uma estrutura simetrica com solicitação anti-simét n c a Tirando partido das conclusões do exemplo 11. 3. provocado por uma diminuição uniforme de temperatura de 30 OC. Diagrama no sistema principal Ex 11-7 . temos: Qs= O. 1149 2. como temos Ms O. por força da rótula. temos: 1. Dado: EJa = 5 x 10-I t m 2 l 0 ~ (para todas as banas). Equação de compatibilidade .51 Fig.5. Por outro lado. 11-51. Diagrama final - Fip 11. Sistema principal e hiperestático 4. Sistema principal e hiperestático h. Cálculo dos E36 Trata-se de uma estrutura simétrica com solicitação simétrico Tirando partido das conclusóes do exemplo 11-5. o Único esforço simples remanescente na seção S será o esforço normal e temos então: - 1.Obter o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.

temos o sistema principal da Fig. 1.% ta +i .se urn n6 da estrutura. Diagrama final Ex. 11-57. 6 4. 11-56 3. Sistema principal e hiperestitico Xl = - 1.1 i" Ti' Fip 11-64 Fip. se este sofrer um encurtamento de 1 cm.Obter os diagramas de momento fletor no quadro e de esforço normal no tirante. II-8 . São dados: (EJ) quadro = 3 x 104 tm 2 . Cálculo dos EJ. Hiperestático: + 36X1 = O Trata-se de uma estrutura duas vezes hiperestática. Rompend-se o tirante e rotulando. Equação de compatibilidade 4 5 S.o mctodo das forps IEJI quadro = f l m 2 (ES) tirante 2.25 6. Diagramas no sistema principal tll 1 11-64.

-O. ) - 3. obtemos: Ex. b) M2. que 6 um quadro de concreto w m um tirante metálico. N1 6. .3E2 . 1 t d -Ft 47 Fia. 11-9 . Ele - 3 = -3FX 104 x 10-2 = -300 1 .132 Luis0 de ant4iae eshuturai ~ h p ~ t i c o idtcdo das foa - 133 2.b El. 11-60. 1160- 4. l i 4 9 &t 2 15. Magramas no sistema principal a) M1 lmt . IM9. > F i p . temos o diagrama da Fig. N2 Imt lmt X2.Para a estrutura da Fig. Cálculo dos Ele 6 Computandbse o trabalho à flexáo d o quadro e o trabalho ao esforço normal do tirante. para que a reaçxo horizontal final seja nula. 61enc. b) calcular que encurtamento prCvio 6' deve ser dado ao tirante durante a montagem. pede-se: t4.06t . Equações de wmpatibidade - '5 a) resolv&la para o carregamento indicado. Diagramas finais A partir de E = -9E1 + 21.

X: = 2 t : &a. pois. t 0. R o m p n d w . Hiperestático: X l = 0.5 X. 0 hipekstátifosai da equa& de Eompatibhidade elástica - 0 hipe- 4'1 agentesexternos 'E/e 61 1 Xi = O . Vimentão: a)Mo. podemos desprezar seu trabalho ao esforço normal em presença do trabalho à flexão. Sistema principal e hiperestático A presenca do tirante toma a estrutura uma vez hiprestática internamente. 2. ~ - a) Resolução para o carregamento indicado 1. 11-83 a) Cáiculo do encurtamento prévio 8' a ser dado ao tirante Para t e m reaçáo horizontal nula. I 4. Diagrama final = O A partir de E = E. 5.Ciuso de anáüs estrutural Dados: (EJj quadro = 2 x 103 tm2 (ESj tirante = 103 t (Euquadro (ESIquadro = número muito pequeno.. 6: EYc610= 1 IíMgs quadro 1 1 = . Cálculo dos U. obtemos o diagrama de mcmentos fletores da Fig. No b) M l . dos diagramas de inomentos fletores n9 quadro e de esforço normal no tirante.j ~ 3 ~1 3 5 t 3 ~ S ~ 3 ~ 1 . . Necessitamos. Diagramas no sistema principal Como o ralor de (ES) para o quadro 4 muito grande eni presença de seu (EJ. Equação de compatibilidade: . 5 ) = .2 4 . 3. L N1 tis.2 ( . 11-61.86 6.86El . obtemos o sistema principal indicado na Fig.& necessário que restatico seja tal aue: O = 1 0.2 4 t 28X. 11-63.

Cálculo dos (EJcomp ) 6 Fip. pois o concreto estará uniformemente comprimido. sob sua forma ideal. serão o carregamento e encurtamento. "comp \ . os teremos: (EJc610 + E J Cen. no caso. temos 6' = 6 enc. 2. q = 1 tlm Barras e @/ . todas as tensões de tração tendo ido para o tirante metálico. obtemos: A estrutura estará funcionando.6cm Como a deformação. 11-65. Ex II-I0 . então. na direção do hiperestático X1 devida ao encurtamento S' dado ao tirante C o próprio valor deste encurtamento. = -1.m p d t i e s .6 cm para termos a reaçso horizontal final nula.)+EJc611 X i = O ~ ~ ou: -24 Dados: JA= JC = JD = Jcomp 1. devemos encurtar o tirante de 1. Diagramas no sistema principal 3. os diagramas serão os da Fig. empregando as tabelas apresentadas no cap. 11-64. Sistema principal e hiperestático jcornp + EJc 6 61 enc. 1164 Sendo as banas misulas retas.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga contínua da Fig. = +?8x2=0 -1.6 cm..o metodo das foqS 137 corno agentes externos.ou seja. I deste volume. Com isso. no sistema principal.

207 x x 0.222 +21'M1Ml(~+ 0 =0.098 = 24.4 + 3.31.5 11 .611 Ex 11-11 . Diagrama final 1-11 17.32 t ~ 8 x ~ x ~ x 4.) 3.'I I 138 (hnu de an5is estmtural ~ p d t i c -a método dar foqas o I.' tm2i0c r 5Jc Barras 1 e 2 CMfsula reta assim6trica) h = i. i -1. Dado: EIc a = 5 x 10.Obter o diagrama de momentos fletores provocado por um aumento uniforme de temperatura de 30 OC.1 5 tabV' e = 0. para o quadro simktrico da Fig. C12 (Para efeito de cálculo do 81t podemos substituir o sistema principal por uma estrutura de substituição contendo seus mesmos vínculos e pontos de aplicação de cargas. Cálculo dos EJc S b)EJ.144 .2 Barra 3 IMiUUa r e h sidtnca) i( d5 tab QI = 0. 11-69. F . Equaçáo de compatibilidade: . Sistema principal e hiperestático 139 1 I I Barras @ e @ 2 e = 0. n = 0.098 . Diagramas no sistema principal N.32X1 = O 2.207 = 3. - !. 1-1 q 17 I7.2x5x5x z X d 5 x 5 x 0. 6.

1 I Fip. 4 Fip. 11. a mesma área. 11-74 S.(1 poderfamos ter rompido qualquer outra barra no sistema principal. = O Fie. então: ESalo= Trata-se de uma. temos: 1.o método das fo4. Observaçdo: +a t 4a ( 1 +A)x.73 Temos. hiperestático X1 (NINO1)= P o ( 1 2 +A) 4. Equação de compatibilidade 141 2. 11-73. II-12 -Resolver a treliça hiperestática da Fig. Equaqáo de compatibilidade: 2~. 11-72 Ex. Diagramas no sistema principal -3GQ+ 116X1 = O 6. Diagrama final $ 11-75. cujas barras têm. por isso. 11-76 3.treliça uma vez hiperestática internamente e. Cálculo dos ES 6 : Fip. Hipenstático: .rica . Sistema principal e. todas.

6. Sabe-se que -.Resolver a grelha da Fig. adotando como hiwrestáticos os esforços atuantes nesta seção (momentos fletor e torior e esforço cartante).lrn.-1. Q . optando pela seçáo central. 11-77 para o carregamento indicado. Sistema principal e hiperestatico Fig. os esforços normais finais indicados na Fig.~-XI . basta rompê-la numa seção. T3 J 3m 4 1.77 h. Para obtemos sistema principal.WpIedMtia . . 11-76. TI Ex 11-13 . .) & x + ! 1 Tratase de uma grelha três vezes hiperestática. X 1 = NO P . 2. um dos engastes. o sistema principal e o hiperestátiws s indicados na Fig. meu10 dos EJ?~ Temos que: tiii GJ. Fig 11-81 O = (fombiiaç%ode Micom M. Esforçm finais Temos: N = NO + N . a partir 2 d o quadro de valores anterior. obtendo. seção esta que pode ser. T2 d>M3.s EJ GJt - X. 0 3. Diagramas no sistema principal a) Mo. endentemente. 11. To b) M. Temos.o método das for~a. 11-78. X (cambinaçao de Ticom Ti) . d i i i 11-79 C)Mz.

25 3 3 3 W612 = EJ613 = O (Combinação de diagramas sim6tricos com diagramas anti-sim6trims. Sabendo que: a) os apoios A e F impedem todos os deslocamentos lineares..5 ~ 3 = 3 x 9 a diagramas finais de momentos fietom e torçores indicados na Fg 11-83.tiv6ssemos o caso de carregamento sim6trico.1 . que tiv6ssemos o caso de carregamento anti&tnco.~ ~ 9 x 3 + . isto nos daria diagrama Mo anti-simétrica e diagrwa To simétrico.x 3 x 2 ~ 5 .144 Cuno de anslisc estmturai 2 @-t4tiu-ométodods.8263. Diagramas finais (em mt) Temos. 1 6 ~ ~ = . a partir da expressão E = E + 3 3 E 1 0 8 4 E 2 4. .As fibras superiores da estrutura da Fig. Isto nos daria diagrama M simétrico e diagrama To mti-simétricõ. 11-14.x 3 x 1 8 + 1 ~ x 9 x 3 = 65. Equações de compatibilidade: x2 = x3 = o Suponhamos que. nesta aplicaç%o. com o que teríamos 610 = 0. com o que teríamos 620 = = O. Hiperestáticos: - "O mso de solicitapio simém'crr: Qs = Ts = O no a s 0 de solicitapio anti-simétrica: Aís = O 6.x 3 x 2 . ~ 6 1 x 3~x 18 =~27 = 2 1 1 ~ x 3 x 9 . agora.) EJ$2= 2 x 3 + 1 . o que acarretaria 830 Suponhamos. i. 5 x 2 x 3 = 15 Obsewa@: 4. 11-84 sofrem uma diminuição de temperatura de 10 O e as infeC riores um aumento de 30 OC. de t a sorte que a temperatura no centro de gravidade sofre um aumento de10 'C. 5 -49. enquanto que os demais apoios impedem . 2 5 + .f~ 145 vm e w e n ~ . temos que: 5. em relaçáo ao dia da execução da estmtura. então. O que acarretaria X l = O Estas conclusões podem ser extrapoladas e podemos. escrever que: Na seçãõ S de simetria (de uma grelha elástica e geometricamente sime'rica) em que o eixo de simetria intercepta ortogonalmente a barra em questão. - - Ex.

a m o atamos diante de uma solicitação simétrica. 1 Sistema principal e hipenstático . na seção de simetria teapenas momento fletor. 11-85. senão vejamos: C a) Grelha com h = 40 O (Parcela da Fig.VIgretha 8 : Para a parcela da Fig. temos uma estrutura plana solicitada perpendicularmente a seu plano (grelha). conforme indicado no sistema principal & Fig. 11-85. 2.mpm&ica -0 d t o d o ds f o r p i apenas os deslocamentos verticais. 11-85.2. com tg = 0. 11-85. 3. pedem-se os diagramas de momentos fletores. Equação de wmpatibilidade: . b) (EJ) grelha = 104 tm 2 (H)plano = 4 x 104 tm2 GJt = 0. A variação de temperatura do problema. Levandesc em mnta as conclusões tiradas no exemplo 11-13.2) 4. e torçores atuantes. empregando o prin- ObsmaçZo: funcionaráo apenas os apoios perpendlPara At =40 OC. e. temos uma estrutura plana solicitada em seu próprio plano.60 t-38 X1 = 3 O . Diagramas no sistema principal cipio de superposiçáo de efeitos. pois não e h t e tendência de deformação no próprio plano da estmtura. para a da Fig. Visto isto. 11-86. 0 problema está resolvido.s x l d l tm2 cu = 1D5/0C. CálaJlo dos (. culares ao plano. pode ser encarada da forma indicada na Fig.3.

5 Resolver a viga balcão da Fig. = 4. em verdadeira grandeza. 11-88 a partir de f? respondendo ao caso da Fig. 1 . I A solução do problema é. que serão. cor- 62t) Fig II-91 0- 3.3. 11-85. Diagrama final (estrutura plana): Em perspectiva. temos. 11-93. correspondendo ao caso da Fig. novamente. então.73E1 . Diagramas finais (grelha) São os indicados na Fig. Sistema principal e hiperesthtico 6.2 ) = -8 b) Estrutura plana com tg =+100C (parcela da Fig. apoios do 2.85. 11-92. Rebatendo.64 X . 11-92. Equaç%ode compatibilidade: . genero em A e F.am-movimentos no plano da estrutura.0 3 2 - Em se tratando de estrutura plana trabalhando em seu próprio plano.148 Cuno de m8is estmturai w p d U u o mctodo das forps 2. 11-88 e pelo diagrama apresentado na Fig.8 + . no caso. 11-85. OS o diagrama da Fig. teremos: 1. que tem W = q 11 - . Diagramas no sistema principal Zmt 2 mt I para o dleulo de - 149 6. Com isto. 11-90. 11.85 = (Eljplano a t g AN 2 = 4x 104 x10-5 x l q . o esquema da Fig. Cálculo dos (EJ) plano 6 plano Fig 11. dada pelos dois diagnuips a m t a d o s na Fig. funcionarão apenas os apoios que irnp"ç.3) 4.2.

então: - . Reduzindo a carga-momento X 1 = 1 mt à seçáo genérica S. o sistema principal da Fig.150 Cuno de an9ise estniturd 1 n+da . de uma das duas metades do sistema principal. i 7 I ~ i 11.o método dss f o r p 151 I 1. Sistema principal e hiperestático Em se tratando de uma grelha (curva) simétrica. To Reduzindo a carga P/2.sucessivamente.( 1 . temos. que IM11 = ~ 0 0s e I T 1 1 = sen O .~7 i ~ i 11-96 i IMO[ = PR - sene e IT 0 PR I = -. sem nenhuma alteração do resultado. 11-98. em verdadrira grandeza. 11-94. I I d X. rompendo a estrutura na sua reção de simetria. o que a dividir membro a membro a equação de compatibilidade elástica Por 2. a partir do esquema em verdadeira grandeza da Fig. a) Mo.11-95. aos pontos A e S indicados na Fig. estando os diagramas M1 e T1 correspondentes Wresentados na Fig. cujos módulos valem 2 e r partu de cujos sentidos obtemos os diagramas Mo e To da F . = lmt 2 Diagramas no sistema principal . 11-96. ! I I 3. 11-97. em que o hiprestático X1 representa o ntomento fletor atuante nesta seção.c o s e ) . Temos. obtenios os esforços sim~lesatuantes numa seção gen6rica S do sistema principal devidos ao carregamento externo. obtemos. com carregamento simétrico. Caculo dos EJ 6 Calcularemos os ~6 para metade da estrutura apenas. que representa uma vista em planta.

1 153 . que apresentaremos a seguir.3 (no qual temos uma estmtura somente duas vezes hiperestática a resolver). F i e 11. de a provocar uma destas duas últimas deformações. a única componente de deformação. teve grande divulgação o uüiiza$ão. 0 . colocando nesta seção um vínculo tal que impeça a sua rotação e seu deslocamento horizontal (já que s = Xs =O).2.. com carregamento simétrico. Em se tratando de uma estrutura simétrica. se o carregamento existente num dos lados da seção ter.1 . ' .100. Diagramas finais A lCIW. 11-14 e 11-15 deste capi:u10 nm mostraram as grandes simplificações a que uma simetria da eStNtiira hiperestática nos conduz. no cntanto. a partir do qual podemos romper a estrutura dada na sua seção de simetria. 11-100. Equação de compatibilidade: I .2 ll. 2. I? o que está indicado no esquema da Fig. passar do esquema da Fig. Este vínculo está ' 4 representado esquematicamente na Fig. deixando livre o deslocamento vertical. que reduz a matriz I 6 I desta* FSmtUm ~ e ~ l t h t i c x sua diagonal principal.Artifiaos hiperestáticos mente sidtriea paia estmtura elsstia e geometria- Os exemplos 11-5.99 Devido à simetria da estrutura e do carregamento foi possível. .~ suP giram os dois grandes gnipos de artifícios da Hiperestilica. . que terá sua seção S de simetria.Artifício do arranjo de 2. mais fácil de ser resolvido que o primitiva I - 2.100.5. Hiperestático: 6. 11-13. 11-100.5 .o método dm for* cio das matrizes sim6tricas6). já que não existirá tendência de deslocamento horizontal nem de rotação desta seçáo. 11-6.3: a cada um dos deslocamentos impedidos corresponde uma reação do vínculo. o assim chamado irtificio do centro elástico. no caso. explorando esta simetri. permitindo a obtengão. senta um esboço da elástica do quadro. I101 5. obtemos os diagramas solicitantes da Fig. num dado sentido. devido à simetria da solicitação (pois. mtáo. o carregamento existente do outro lado tenderá a provocá-las no sentido oposto.1 (estmtura três vezes hiperestá t i a ) Para o da Fig.mprrstBtica . durante muito tempo. anulandese então as duas parcelas ). que são o do arranjo de cargas e o dos grupos de incógnitas (também chamado artifi- 6 Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutur:. -tudo dos areos e quadros biengastados. dos h ) ~ '' à res"icos partir de q u a ~ õ e s independentes uma da outra O b a x o grau hipeieStallc\ @ = 3-e-eshturas nãolustifica. 11-99.5. submetida ao carregamento sim6tric2 indicado.l lr 11-100. que repre. uma ênfase especial para este ar<ifício.3 PR partir da expressáo E = E + . bem como das galcriar unieeldares feehada8 ( m s m o assimétricos). 11-100. 11.E 1 . uma reação-momento M e uma reaçãeforça N.Intmduçáo cargas a) Seja a estNtura elástica e g o m e t r i c a m e n g i r i c a da Fig. lUe abordado em nosso Cuno.1. será o deslocamento vertical. 4. 11-7. existindo. A partir dai.

1. se somarão (ao invés de se anular.y e 9s indicados em 11-102. a estrutura da Fi& 11-103. u-100. entretanto.I 4 1. submetido ao carregamento sim6trico indicado.3. _. provocadas pela forças atuantes à sua esquerda e à sua direita. cuja configuração da elástica. WH0 de simetria de uma estrutura simétrica com carregamento sitendência de deslocamento na direçáo do eixo de sime da fig. o deslocamento vertical da seção será. no caso. a mesma estrutura elastica e geometricamente sid t r i c a que a indicada na Fig. No caso. para o caso da estrutura da Fig.3. para estruturas sim6tricas com carregamento anti-simétrico. 11-100). nos permite ~esolvê-Iaa paitir da configuração estática indicada na Fig.3. este deslocamento está imp* . 11-102. romper a estrutura na seção S de simetria. . os diagramas da outra metade serão determinados lembrando que.3. colocando nesta seção um vínculo ta] que impeça o deslocamento vertical e permita o deslocamentohotimntd e a rotação.2. que é. o apoio d o i ? gênero indicado em 11-1023.pois as tendências desta deformação em S. agcra. Para carregamento anti-simétrico. agora.1.2. 11. I 1 I* na dtdco. sendo a da Fig. os diagramas da outra metade serão obtidos lembrando que. 11-102. 6 %a.= * i . 11-104.mpmtátiea indicada em 11-100. poderá ser resolvida a partir do esquema dado em 11-103. parth dese do esquema da Fig. se estivermos estudando uma estrutura como a da Fig. c) Analisemos. . entretanto. b) Seja. 11-101.1012 (na qual a única componente de deformação de sua seção de simetria 6 o deslocamento vertical). Podemos. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. o quadro simitriw da Fig. ObsewpTo: Com raciocínio inteiramente análogo.o d t o d o das fo- 155 Obsm@o: O mesmo tipo de idéias permanece válido. 11-101. a estrutura dada. submetida ao carregamento antisimetria> da Fig. nulo.1. Obtidos os diagramas solicitantes para a metade da estrutura indicada em 11-102. três v e m hiperestática. o caso em que o eixo de simetria atra v m a completamente uma barra da estrutura: Seja. se oporão. como no 'as0 da Fig. se comportará como apenas uma vez hiperestática. então. fornecendo os valores x. por exemplo. 11-104. hfonne ji vimos. evidentemente. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo anti-simétricos e o de esforços cortantes é simétrico. agora. no caso de estrutura plana simétrica com carregamento sid t r i c o .1. os diagramas de momentos fletores e esforços normais sáo simétricos e o de esforços cortantes é anti-simétrico. provocadas pelas forças atuantes de cada um de seus lados. . as tendência de deslocamento horizond e de rotação da seçáo S de simetria da estrutura. 11-100.

dizer que metade da barra SC é solicitada pelo carregamento atuante na parte da esquerda da estrutura eque a outra metade é solicitada pelo carregamento atuante na parte da direita da estrutura. para cada uma destas componentes do carregamento (para as quais podemos explorar as simplificações apresentadas na introdução deste artifício). quando tivemos. entzo. na resolução do quadro três vezes hiperestático de 11-1043). basta substituirmos a parcela do engaste. IE104. ' Fio. 11-104. que poderá. Nas Figs.) m 0 s exemplos das Fim 11-100 a 11-105 ilustraram. ficando a elástica da e s &do' trutura com o aspecto indicado em 11-104.3. num dos lados da estrutura. superpondo. que impede o deslocamento vertical. para a qual a barra interceptada pelo eixo de simetria da estrutura tem inércia igual a J.1 recaiu.devido à presença da barra central SC.3. simétrica.2 a 11-108. sobre a barra SC. 11-106 a 11-108 exemplificamos o arranjo de cargas para diversos tipos de carregamentos. igual ao dobro da reação vertical em S calculada a partir d o esquemada Fig. para todas as situações possíveis de carregamento sim6trico e anti-simdtrico que p dem ocorrer para uma estrutura plana.2) e anti-sim6trica (Fig. nos tennosrm que será ele definido n o c a p 111 deste volume.3 a 11-108. igual ao dobro do obtido a Este déslocamento a6 impedido. a partir do qual. Exporemos. então. 11-106. a fun de obter o diagra ma solicitante final.5.2 0 artificio A idéia do artifício do arranjo de cargas 6 a mais simples possivel. introduzido na Hiperestática justamente Para explorar as simplificações -que encontramos nesta introdução para 0s Casos em que ocorrem estas simetrias ou antisimetrias de carregamentos. resolvendo a estrutura. Casa queiramos levar em constderaçáo esia deformafáo. separadamente. em nenhum instante tendem a se opor àqueles do carregamento atuante sobre o outro lado da mesma. 11-104. as simplificações que estes tipos de carregamentos introduzem em sua resolução. conforme veremos no referido ca~itulo.li-105 Examinando a deformaçáo da barra central SC. Podemos. obtendo suas componentes simétrica (Fig. a seguir. interceptada pelo eixo de simetria. a barra SC. agora. 11-107 . o caso de carregamento anti-simétrico. No caso. os diagramas solicitantes encontrados para cada caso.1. Nenhuma dificuldade suplementar de análise do problema surgirá com a introduçáo desta mola. contribuiçóes estas de influência aditiva uma à outra e tais que os efeitos do carregamento atuante. conforme esclarecerão os exemplos a seguir). do esquema indicado e 11-105. ficará submetida apenas a um esforço normal constante. despremdc-se a deformação da bana SC devida ao esforço normal. indicada em 11-105. conforme indica o esquema estático da Fig. 2.3.2. colocando nela um engaste (já que nenhuma componente de deslocamento poderá ter esta seção S). é fácil ver que as cargas situadas de um e de outro lado dela contribuem igualmnte para sua deformação total. a essência do artifício do arranjo de cargas. (Notar que. a seguir. 11-106.3) - F~Q. a partir do qual a estrutura pode ser resolvida (o problema da resoluç20 do quadro seis vezes hiperestático da Fig. a atuação de um carregamento genérico qualquer. conforme indica a Fig. por esta razão. para a bana SC. pois.2. para a parte da esquerda Os diagramas finais serão obtidos lembrando que os diagramas de momentos fletores e de esforços normais serão anti-simétricos e que o diagrama de esforços cortantes será simétrico. o diagrama final de momentos fletores será. Analisemos.1. ser resolvida a partir do esquema estático indicado em 11-105. podemos romper a estrutura na seção S. d e c o m p o r e mos este carregamento em suas componentes sim6trica e anti-simétrica (o que 6 sempre possível fazer. por um apoio em mola.3. numa estrutura elástica e geometricamente simetrica. 11-105.

dro simétrico da Fig. II-111 Fip.2) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-109. 6 a da Fig.. todas. 11. 11-109 Sendo o arranjo de cargas o indicado na Fig. 11-11 I. levando em conta a simetria do carregamento. 11-110.o método das foqm 159 a) Parte simétrica (Fig.2. passe mos A resolução das parcelas simétrica e anti-~imdt~ca carregamento. 11-110. ExlI-I6 . 11-113. estão traçados na Fig.3 .2 11-108.1 11-1103 VI-110.Obter o diagrama de momentos fletores para o qua.im + 11-110.112 indicado em 11-112. a me* ma inércia. cujos diagramas no sistema principal.110 nnJ . cujas barras têm. 11-108. 11.mpnditica . Fio. submetido ao carregamento indiiado. de Fip.1 11-108.3 As aplicações seguintes esclarecerão mbre o emprego do artifício. Q coeficientes do sistema de equações de compatibilidade elas- oca Jão: Fip.

% 1 . 11-116 Fig.67 de momentos fletores referente pane anti-&t&a indicado em 11-118. mtzo. o da Fig. 11-117. E.Resolver o quadro da Fig. EJ = 1 d t m 2 . 11-119. 11-120. = 1à / /.33 Obtemos. a j a s b 11 h . temos os diagramas da Fig. 11-118 O diigrama de momentos fletores final para a estrutura será. estando o diagrama do carregamento b) Parte anti-simbtnca (Fig.7 .3) Sabemos que a estrutura a resolver. 11-110. levando em conta a antiaimetna do carregamento.71 4. é a da Fig. uma delas duas vezes hiperestática e a outra uma vez hiperestatica. 11-115. e n t h : /Xi = 0. resultante da soma dos diagramas indicados em 11. Fio. 11-115 Fio. Fio. 11-119 Observe o leitor que o emprego do artificio do arranjo de pemiitiu fazer recair o problema da resoluçxo de uma estru tura tres vezes h&restática na resolução de duas estruturas. todas elas. para um reealque de apoio . a partir de cujo dstema principal.estando o diagrama de momentos fletores referente à parte simdtrica do carregamento indicado em 11-114 ü a coeficientes do sistema de equaçóes de compatibilidade elástica são: El cSlO = -3. indicado em 11-116.114 e 11-118.

simplificand*se a estrutura a resolver para a indicada na Fig.36 lc-737 O diagrama de momentos fletores referente B parte anti-simétrica será. o indicado na Fig. então. - . pois ele ná0 teri qualquer impedimento.123.122. a partir das quais obtemos: X1 = l m t -t = ' I 1E"! T lcm Fiq. de cima para baixo. 11-125 ' 4 .3) Sabemos que a estrutura a resolver. Levando em conta. 11-121. não aparecendo nenhum esforço devido a este afundamento uniforme.2) A estrutura estará afundando. Fiq. 11. 11-121. pode mos escrever que V. b) Parte anti-simétrica (Fig. = 0. previamente. que nos fornece: + Fiq. a existência da rótula em B e o fato da barra BC estar descarregada. 11. 11-127. 6 a da Fig. 11-125. de 1 cm. 11-12s 11-18 Obter o diagrama de momentos fletons p a n o quadro da Fig. obtemos o diagrama M1 da Fig.162 Cum de a n a i s estrutural de 2 cm. do apoio A. considerando a anti-simetna da solicitação. toda ela. 11-121. 11-121 a) Parte siméírica (Fig. representado em 11.o mCtodo das f o r p 163 I O recalque de apoio de que fala o problema pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetrica indicadas na Fig. 11-126 e já será o diagrama final.124. ~hpanttititiai .-1. a partir de cujo sistema principal. devido B wntribuição nula da parte simétrica.

2. Para este F i 11. a estrutura a resolver 6 a da Fig.136 Dai vem. Fip.a mesma inércia). l3 = 1. obtendo-se o diagrama . no sistema p ~ c i p a l . - Fip. para a obtenção do diagrama final de IXmentos fletores a que ficará submetida a estrutura. 11-129.-. EX 11-19 Obter o diagrama de momentos fletores para a esmtura da Fig.filemo. 11-132 F i i 11. 11-132 (cujas barras têm. 11-127 O carregamento atuante pode ser dewmporto nas parcelas sit d t n c a e anti-simétrica indicadas na Fig. constitui um carregamento auto-equilibrado.131. sn8 a da Fig. Dnpcrandose as &fonn. não influindo. 11-134 Fip. que nos n>nduz ao diagrama de momentos fletores final representado em 11.129 \i A estrutura a resolver. cujas reações v e r t i a em F e G são nulas por força da presença das r6tulas em B e C . 11-130 (isostática). para a qual escolhemos o sistema prihcipal indicado na Fik 11-134. que será funçzo. submetida ao carregamento anti-simétrico indicado. apenas. 11-136. na da Fig. t m fo-dese a estrutura.Fõa devidas iestes d o q o s m>muih x1 = '-ui de mmentos fletora representado na Fig.que nos conduzem a: EJc 610 =-I3 F i i IC130 Fip li-131 In F h 14-133 t3l Fis. portanto. 11. obtendo os diagramas solicitantes da Fig.3. levando em conta a anti-simetriaexib tente. então.128 A parcela sim6trica do carregamento. 11-128. 11.135.. 11-133.81. do carregamento anti-sirn6trico representado em 11-128. indicada em 11-128. 7 17 . que solicitará as barras horizontais da estrutura apenas a esforços normais de compressão e iguais a I t . todas e1as.

Obter o diagrama de momentos fletores para a estmNra auto-equilibrada da Fig.1.2 b) Diagramas no sistema principal i I Fip. 11. Os exemplos seguintes esclarecem. partindo das sirnplificaçóes existentes no caso de simples simetria.o método das forçar 167 1 l Tirando partido da simetria de carregamento existente em rea aos eixos xx e jj. 11. simdtrica em relação aos eixos fx e jj. ~ ~ ~ Fig.3 .5. duplamente. 11-138. tiraremos.138. *h Fig.1. a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-139 .Caso de existência de dupla simetria (elistica e geom6trica) na estrutura Ternos: a) Sistema principal e hiperestitico Nos casos de existência de dupla simetria na estrutura. diminuindo mais ainda o trabalho de resoluç%o da estrutura.1 q 2. 11-138.Wprrstltkd .137. Ex 11-20.

I A parcela da Fig. a partir do carregamento da Fig. nas barras verticais e nas barras horizontais superior e inferior.o método dar f o r p Fio. o que 6 usual . o canegamento atuante ser decomposto nas parcelas simttrica e anti-simétrica da Fig. que será obtido. portanto.2 promoverá apenas 9 o aparecimento de esforços normais.3. ' cuo. não influindo.140 E r 11-21 .PR b 2 Rdb nR =y d) Cálculo do hiperestático e) Diagrama fmal O diagrama de momentos fletores fmal seri o da Fig. 11-141. 11-143. a estrutura a resolver será a da Fig. 11-142. portanto. Explorando a anti-simetria deste Último canegamento em relaçgo aos eixos xx e jj. por estar submetida a um carregamento autwquilibrado (a soma das reações verticais dará uma força de 3t que. sobre o diagrama de momentos fletores da estrutura. 11-142 malo=-joF ( 61111 ~ a b ) n d =-.Obter o diagrama de momentos fletores para a e s w tura da Fig. Trata-se de uma estrutura hipstática @ais os dois apoios verticais do I? gênero estão na mesma linha de chamada).318~~ Fip. 11-142 169 C) CáIcuIo dos EJ 6 Temos: Explorando a dupla simetria da estrutura. associada à carga existente de 31 nos fornecerá um binário que equilibra aquele formado pelas duas forças ho- '0. U-140. constantes. 11. 11-142.168 <hno&inPiaccstmhurl 1 w t i c a . mas que podemos resolver. no --nd*ae a defonna@o da estnitura devida no esforgo nomal.

: I .1 a 11-151. a partir do sistema principal da Fig.o método dm f o q 171 Decompondo o carregamento nas quatro parcelas indicadas nas Figs 11.2 a 11-151.1. o diigrama final de momentos fletores indicado m Fig. cujos sistemas principais são os representados em 11-148.146. visando simplificar sua resolução com o aproveitamento de sua dupla simetria - 47-J Fip.148. na maior quantii dade possível de casos. teremos a resolver.144 Fip. explorando a simetria da tmtura em relação aos eixos xx e yy. 11-145 Obtemos.2.II-147. 11-148. Temos. submetida ao carregamento indicado. os casos indicados nas Figs. i i i 11-148 I f Fie. 11.59mt Ex. 11-145: . 11. 11-146 5* .3. 11-114 e dos diagramas no sistema principal da Fig.AipevstBtica -ntais de It). 11-22 Decompor a resolução daestnitun nove v e m hipre tgtica da F . então.3 a 11-151. 1.

4 .-= te. permanecendo existente o deslocamento vertical e a rotação da seção de simetria em torno do eixo que a contém e que é perpendicular ao de simetria (pais. 11-152.2 possuem hipostaticidade numa direção. para o caso de carregamento simdtrico (Figs 11-152 e 11. s u b metidas aos carregamentos simétricos e anti-simétricos indicados. $ ocorre pento em t ~ ~ d o ~ e ~ o ~ d e ~ s ~ t ~ i a ~ q u a n d " . comoseus carregamentos são auteequilibrados nesta direção.149. da . então. colocando vinculos que impeçam estas duas ultimas defomaç5es e libe rem a primeira . para estes dois tipos de deslocamentos. colocando um vinculo que impeça a rotaçgo em tomo do eixo de simetria.eção S em torno do eixo perpendicular ao de simetria sendo. a decomposiç20 éMlida). pelo fato de que a seção de simetria da estrutura não possuirá rotação em torno do eixo de simetria (pois o carregamento situado de um dos lados do eixo de simetria anula a tendência de rotação em torno dele provocada pelo carregamento situado do outro lado).2 a 11-151. para as greihas das Figs. - Do ponto de vista de deformações da grelha. são aditivos os efeitos ris forças atuantes nas duas partes da estrutura). Fim. 173 2. que as g r e h três vezes hiperestáticas das Figs. 11-152 e 11-154 se comportam. explorando estas simetrias e anti-simetrias serão os indicados nas Figs. 11-157) introduzem na resolução do problema (através da escolha do sistema principal) estão indicadas nas Figs 11-156 e 11-157. então. 11.) Sendo assim. liberando as duas outras deformaç&s. que as grelhas três vezes hiperestáticas das Figs. (No caso da barra ser perpendicular ao eixo de simetria.1. possível romper a seção S.& vido à anti-simetria do carregamento. então. Para o caso em que o eixo de simetria coincide com uma das 11-156) e ana-simétrico (Fig. mas. na seção de simetria de uma grelha elástica e geometricamente simdtrica. Para o caso de anti-simetria (Figs.5. e. então. devido à simetria do carregamento. quando o carregamento 6 anti-sundtrico. a resolução da estrutura nove vezes Iuperestática na resolução de duas estmturas três vezes hiperestáticas. os sistemas principais.2. 11-152.a reação de apoio X1 deste vinculo é o hiperestático a considerar no caso da simetria (notar.2 a 11-155. o momento em torno deste eixo já será o momento fletor atuante na seção e aquele perpendicular a este eixo de simetria será o momento torçor. so S i . no exemplo 11-13 deste capitulo que. 0 s hiperestáticos a considerar no caso de anti-simetria (notar. como se fossem duas vezes hiperestáticas). então. 11-153 e 11-155h os carregamentos sltuados de um e do outro lado da seção de simetria se somarão para provocar rotação desta seção de simetria em torno do eixo de simetria e anularão o deslocamento vertical e a rotaçáo da s.2 bw grelha. as simplificações que o carregamento simdtrico (Fig. romper a grelha na q ã o de simetria. estes sistemas principais podem ser justificados. 11-153 11-153. entáo. 6 possível.1. as reações de apoio X1 e X2 destes vínculos são. 11-153 e 11-155 se comportam.154).n k e m torno a um esforço cortando eixo perpendicular ao eixo de simetria.-o método dar forçp A exploração conveniente da dupla simetria subdividiu.Aplicação às grelhas Já vimos.1 a 11-155. de uma estrutura duas vezes hiperestática e de uma estrutura uma vez hiperestática (as estruturas indicadas nas Figs. o O c a ~ r e g a m e ~ o O d d s i m ~ t r i c o . como se fossem uma vez hiperestiticas).

Aiprest6tica . sendo possível rompê-la em S aplicando wmo hiperestáticos o momento fletor (X1) e o esforço cortante (X2) atuantes nesta seção. nas mesmas barras". ainda. e o esforço wrtante (X3). s E r 11-23 .157. devido à sua simetria. aplicandese como hiperestático adicionais o momento (X2) atuante em $ nas barras AS e SE. PJ< /+) em 11-159. um quadro hiperestático ADSEC que.2 e 11-160. 11-157. Fia. F g 11-152 e 11-154. U-156. bem como anula os deslocamentos perpendiculares ao plano da g r e b para todas as seções da barra SB a j a Única deformação restante seri a r* t q ã o em tomo do eixo u. Com isto. na direção perpendicular â do eixo de . 11-159. com isto.simetria.2. a resolução da grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na resolução de uma grelha três vezes hiperestática).2 (notar que. por conseguinte. Sobra. indicando para cada uma delas o respectivo sistema principal. 11. sendo os respectivos sistemas princi- P"1 os indicados I Ver CLV>S de. 11-156. portam a 10 rücadas n d Figs. atuante em S. utilizando o artifício do arranjo de cargas.1 e 11-160. a barra SB não terá esforço de torção. o de torçgo e podemos rompê-la entzo em S. devido â simetria. em S'O. a mesma anula a rotaçáo de qualquer seção da barra SB em torno de eixos perpendiculares a xx. devido A anti-simetria. a simetria do carregamento impede qualquer rotação em torno do eixo xx.158 em suas parcelas de carregamento simétrica e anti-simétrica. 11-156 2 2 11.1). 11-158 As parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento estáo inNo primeiro caso (Fig. pode ser rompido em S. a resolução da grelha seis vezes hiperestática dada recaiu na redução de uma grelha trêsvezes hiperestática). nas barras DS e SE na direção do eixo de simetria. um quadro hiperestático A D S E C que. ia . O exemplos seguintes esclarecerão.156.o d t o d o dm forçar 175 / s / X 11-156. obtemos o sistmia prkipalisostático da Fig. No caso de anti-simetria (Fig. devido g anti-simetria do carregamento atuante.1 Fip. aplicandc-o como + restátiw (X1) Sobra. aplicandc-se como hiperestático adicional o momento (X3) atuante.2 (notar que. pode ser rompido em S.1). barra SB terá wmo único esforço.Decompor.1.2 to. 11. ainda. obtemos o sistema principal isostático da Fig.

a nsoluçXo da greiha dada (cinco v e m hipMitica) recaiu na resolução de uma grelha duas vezes hiperestitica e de outra três vezes hiperntitica. Ex.todas elas.2 e 11-162.ti-raa a) Parte simetria (caso da Fig. 11-162. a partir da expressão EJGii= 4comb'inação de Micom i (wmbinação de T w m obtemos: q). Sistema principal e hiperestátic08 F i e 11-187 3.3. lmt Utilizando o artifício do arranjo de c r a . =2 2 Diagramas no sistema principal G7. temos a resolver os ags casos das Figs.Conforme se vê. 11-24.2) Temos: 1. ~ i p .Obter os diagramas de momentos fletons e torçores para a grelha da Fi 11-161. . cujar barras tEm. 11-162.Cálculo dos hiperestáticos I Calculados os valores dos E J b .

II-1623) Temos: 1.168. 11-169 4.37 E2 0. . Diagramas na prte anti-sim6trica A partir da expressSo E = EO t 0. i Fip. Sistema principal e hipenstfiticos Fip. representados na - - &.0.32 E1 . 11. representados na P & U-174. 1. 11-171 . Cálculo dos hiperestátiws Temos: X3 Fip.19 E.1 4.57 E 0s diagramas de momentos fletores e tor(ores. t 0. 11.172 v iirn. Diagramas no sistema principal obtemai os diagramas de momentos fletores e torçores. 11-173 3. 2. Fip. 11-168 11 b) parte anti-simktrica (caso da Fig. Diagramas da parte simétrica A partir de E = E. obtemos I lrnt 4- O x2=lmt lmt d mt Fip.44 E3.43 E2 t 0.

GJt - ! X.= lmt Fie.59 E2.Obter os diagramas M e T para a greha simbtrica da F .174 @arte anti-simbtnca). Diagmma no sistema principal 181 I Fig. 11.o método dm f o l p 2. + 0. resultans tes da superposição dos diagramas da Fi& 11-168 @arte simétrica) com os & Fig. 11-17s E r 11-23. nijas b m têm i 2.t + a i . temos: 1. 11-179 Sendo a estrutura e o carregamento sIm6tricos. . 11-175. Sistema principal e hipcresthticos 3. obtemos .23 E1 .11-176.I' I 0 diagramas finais serao os indicados na Fig. 11-177 A pMir da express8o E = E. Cálculo dos hiperestiticos Tis mo: 4. + 9. Diagramas solicitantes Fig.

1
m diagramas solidtantes indicados na Fig. II-181.

-i ta

- o rnCtodo das força3

183

I

Fig. 11-183

E fhcil ver que os hiperestiticos XA, , XE indicados na Fi II.183 podem &r obtidos por superposição dos hiperestáticos indica.
dos nas Figs. 11-184 e 11-185, hiperesthticos estes resultantes da subdivisão dos hiprestáticos XA, ,XE em grupos de hiperestiticos simPtricos e anti-sidtricos (Nocaso: X A = X l + X 4 , X B z X 2 + X 5 , X C = X 3 , X D Z X 2 - X 5 ,

...

...

dos grupos de irtc6gnitas (ou artifício das matrizes simétricas) A idbia básica do artifício dos grupos de incbpitas 6 a mesma do artifício do arranjo de cargas, ou seja, diminuir a dimensão da matriz de flexibilidade a ser invertida. No caso do artifício do arranjo de cargas tal resultado foi obtido verificandese que esforços eram nulos para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento atuante, tirand-se partido deste fato na escolha do sistema principal, conforme vimos no item 2.5.1.

25.2

- Artiffcdo

No caso do artifício dos grupos de incógnitas, agiremos da maneira divena, que pode ser ilustrada para a estrutura cinco vezes hiperestitica, elástica e geometricamente simttrica, da.Fig 11-182.

1 7 9e

I

; J

C

.

>

Fig. 11-182

Para obter seu sistema principal isostitiw, mmper-lheemos, simetricamente, em relaçzo ao eixo de simetria (no intuito de tirar partido da simetria da estrutura, conforme veremos a seguir), 5 vinculas, obtendo o sistema principal e os hiperestiticos iridicados na Fig. 11-183.

Fig. 11-184

I

~i~~rrstátiea método das forças -o
e a outra ao gnipo anti-simbtrico de hiperestáticos).

185

Para as estruturas simktricas das Fig. 11-186 a 11-189 indicamos,

a titulo de ilustração, os sistemas principais, os gniposde hiperestáticos si.

d t r i c o s e anti-simétricos e a forma simplificada que assumirá a matriz [61.

Podemos, então, ao inv6s de trabaihar com os hiperest6ticos XA. com os hiperestáticos X1, , X5 que t m a vantaê gem de anular diversos 6 da matriz de flexibilidade da estrutura, j& que a combinação dos diagramas (sim6tricos) resultantes da aplicação do grupo (simétrico) de hiperestáticos X 1 , X 2 , X 3, com aqueles ( anti-simdtricos) resultantes da aplicação do grupo (anti-simétrico) de hipemtáticos Xq, X5 ser&sempre nula. Isto acarretara, espontanmmente, a subdivisáo da matriz de flexibilidade [a] da estrutura, qualquer que s& o mnegamenro atuunte, em duas submatrizes, uma referente aos hiperestáticos simétricos e a outra aos anti-simktricos, sendo, no caso, a matriz [ 6 j dada por:

. . ., XE. trabalhar

...

I

Fig. 11-186

O sistema de equações de compatibilidade elástica a resolver (que deveria ser um sistema 5 x 5) se decompôs, então, em dois sistemas mais simples (um 3 x 3 e outro 2 x 2), sendo este o objetivo do artifício cuja essêncm, então, cunsiíte m adoçüo de um sistem priwipol simétrico, no qual aplicoremos dois aupos de hiperestúticos: um simétrim e OutrO anti-simétrico, operando, o pariu &í. denho & sequência u m 1 adorada no método das forças (e sabendo que a matriz [6 ] da estrutura se decomporá, por isto, em duas submatrizes, uma referente ao gnipo sim6trico

11-190.4

Fia. 11-190

Em todos os exemplos apresentados atb aqui, os sistemas principais escolhidos foram rigorosamente sim6tricos; não existe, entretanto, pa" se obterem as simplificaçóes a que visa o artifício do gmpo de incógnitas, a obrigaçZo do sistema principal, em si, ser rigorosamente sim6trlc0, mas, sim, a dos diagramas resultantes de aplicaçZo do grupo de lúperestáticos simbtrico e anti-simbtrico serem sim6tricos e anti-simbtricos, a fim de ocorrer a subdivis50 desejada da matriz de flexibilidade (61. Isto está ilustrado para ar estruturas simbtricas das Figs 11-190.1 e 11-191.1, para as quais, a partú dos sistemas principais das Figs 11-190.2 e 11-191.2, 6 possível a obtençáo da simplificação desejada da matriz 161, sendo os mesmos. pois, válidos em temos do emprego do artifício dos grupos de incbgnitas.
Fia. 11-191 11-1913

5mt & - bXJd Fio.194 - x3. 4. 11-193 - X3 b) Diagramas no sistema principal 4th X l = lmt E r 11-27 .4E3. Ex. temos: a) Sistema principal e hiperestáticos X2 I&. indrcia constante.o método das f o w d) Diagrama f d A partir da expralrHo E = E + O.v uirso de máiise estmtural Os exemplos seguintes esclarecerão acerca do emprego do artifício. + 5.5E2 . ii-195.Obter o diagrama de momentosIiletores para o quadro da Fig. que tem rigidez constante EJ = =lo4 tm? se os apoios A e C s o f r e m os recalques horizontais indicados. . temos o diagrama f d da Fig.1mi X c) Cáiculo dos hiperestáticos Temos: -54 ] ~ ']TI r Empregando o artifício do gmpo de incbgnitas. 11-196. 11-196 " + 3m + 3m + a) Sistema principal e hiperestátiws X2 .SE1 + 0.Obter o diagrama de momentos fletom para o quadro da Fig. 11-192. ob- Empregando o artifício do grupo de inoógnitas. X3= l m t lmt tml lmt Fio. todas. Ii-26 . cujas banas tem. 11. temos: Fia.

16. ó b) Diagrama no sistema principal lmt I 191 E r IA28 . = l m t Fim.~) = El 63.16. a) Sistema principal e hiperest8ticos + 200 Vem então: X 3 = d) Diagrama final = . 11-200 temos: 10.6 E3.202 . temos F g 11-199.Obter o diagrama de momentos fletores para anel circular. 11-200. de raio R.104 x 2 ( .6 o diagrama da b) Diagramas no sistema principal A partir da expressão E = . submetido ao carregamento auto-equilibrado da Fig.HipaestB<ics . = .2 e a estrutura se comportará. 1mt X3= lmt c) Cálculo do hiperestático Temos: EJ S33 = 12 C 113t Fio. i C X. 11-198 Fip. então. s aparecerão os hiperes6 tsticos da Fig 11-197.O método das forças Lkvido à anti-simetria da solicitaçZo. como se fosse uma s vez hiperestática. 11. da estrutura e do carregamento.1 x 3 x 3 12 Explorando a dupla simetria.

b) Diagramas no sistema principal Fie 11.192 Cum. 11.208 c) Cálculo dos hiperestáticos Temos: .207. IL203. de análise estmtnral c) Cálculo do hiperestático ~ ~ m i á t i e a metodo das foo - 193 1 Explorando a dupla simetria da estnitura e do carregamento. í d) Diagrama fmal A partir da expressão E = E t E1 t 4 E 2 .Obter o diagrama de momentos fletons para a tnitura duplamente simétrica da F & 11-204. vem: X1 - - ln 0. tem: a) Sistema principal e hiperestáticos Temos: n 2 U610=4 ~(~enlltcos0-l)Rdll=-PR (4-d :I m611 -4 f Rdll =2nR Dai. .137 PR d) Diagram final Fig 11-205 I O diagrama de momentos fletores será o da Fig. obtmios . ~-~ Er 11-29 . diagrama final da Fig.

x 3 2 = -6 I E1611= 1 6 . cuja * o reta é um retângulo de 0.2 '. E J S Z 2 = 18 Vem. . da A partir da express8o E = 1.17 E2.= 2 GJr c) Cálculo dos hiperestáticos Ternos: EISlt= - 1w2 x 2 0 0.194 Cinso de d s c eatmturd Wpemtática . - fW Fi 11-212. ~ ~ 6 ~ ~= = 1 2 .25 E1 + 1. bras siiperiores forem aquecidas de 10 O e as infeC riores resfriadas de 10 OC.o método das forçss 195 b) Diagramas no sistema principal lrnt lrnt E r 11-30 .2 m de altura. temos: /t X2 P l2 Como tg= 0. r30 haverá trnbaih da estrutura em x u prbprio plano. se suasfi.2 tm210c . São dados: EJ E/ a = 10. então: Explorando a simetria da greiha e da solicitaçXo a) Sistema principal e hiperestáticos .Obter os diagramas de momentos fletores e torçe res despertados na greiha da Fig 11-208. obtemos os .

e s t a indicados nas Figs.Resolver a viga langer da Fig. estando as estruturas das Figs. uma das barras do reticulado. vergência Dentro desta ordem de ideias. por análise sucessiva de equilíbrio dos seus n6% chegarmos aos esforços normais atuantes em todas as outras bar. que 6 o de carregamento de cima para baixo.I 3 Fig. 1 I . São dados: para as barras do reticulado S = 10 em2 b) Tipo 11 Viga de rigidez trabalhando à flexão simples (sem esforço normal) para carregamento vertical.1 = 104 m4 . sendo os sistemas principais obtidos rompendo-se. que são as cargas externas sobre ela aplicadas e as forças correspondentes aos esforços normais reinantes nas barras do retichlado que convergem na viga. Os exemplos seguintes ilustrarão esta resolu$ão. estudar: a) Tipo I . pois todas as barras do reticulado nelas concorrem ortogonalmente. então. as vigas do tipo I estarão submetidas a um esforço normal constante. feita usando as ideias já conhecidas do método das forças.uma das barras do reticulado para. nas barras inclinadas externas do reticulado. a estrutura funcionará como isostática. I E r 11-31 . 11. 11-213 e 11-214 os sinais dos esforços normais que serão despertados nas barras da estrutura. sendo os diagramas solicitantes da viga AB obtidos a partir dos carregamentos sobre ela atuantes. A Para o caso usual. é fácil verificar que. A resolução deste tipo de estruturas será.Viga de rigidez trabalhando à flexão composta (flexão com esforço normal) para carregamento vertical. mntais que nela despertarão somente esforços normais. atuando nestes pontos de con.o método das foqar I 197 1.aprrststica . pois trabaihará apenas a viga AB para estas cargas hori. - I para a viga AR: S = 80 cm2. ao passo que as vigas das estruturas do tipo 11 não possuirão esforço normal. 11-213 e 11-214 60u m vez hiperestáticas. devido à componente horizontal dos esforços normais atuantes. 11-212 - Estudo dos sistemas reticulados enrijecidos por vigas (Vigas Langer e sistemas pênseis) Temos dois tipos de sistemas reticulados enrijecidos por viga a Todas as estmtum esquematizadas nas Figs. indiferentemente. Fia. Observação: Para atuaçáo de cargas horizontais na viga AB. 11-213 e 11-214 submetidas a cariegamento vertical. pois basta conhecer o esforço normal atuante . do mesmo.215.

a barra CD do reticulado.obtemos o sistema principal indicado na Fig.3Xl = O . pontes. tudo isto possibilitado pelo trabalho do reticulado ao esforço normal.I "1 I I (E J v i m wm I I U3 I 4m 4. por exemplo. Para a estrutura & Fig. 11-220. 11. 11-218 3.67 3 (combinação de MI com M1) + reticulado N.104 reticulado . obtendo: EJc EJ fil 1 O = (combinação de MI com Mo) = . 11-219..198 Curso de an%iae estnihird ffipe.. + 1.83El . Sistema principal e hiperestático Rompendese.42. representados na Fig. mente para o caso de cargas pesadas (cwo das construçóes industriais.&6tiea . Efeitos finais A partir da expressão E = E...42. Hiperestático: 6. tem-se: (EJ/ngaE 104 tm 2 . obtemos os esforços finais atuantes na viga Langer. As vigas Langer sáo. 2. etc).T(Y Fip. 11-216. Diagramas no sistema principal a) Mo .83 Temos: 1.. principal. do reticulado entre si) + f l (combinação (combinação do N1 da viga dos = IO. por isto.219 Observação: s Note o leitor a economia introduzida por este tipo estrutural: 0 niomentos fletores que a t u m na vip.67 + 23.o método das f o w X1 = 1. Cilculo dos EJ6 Devemos levar em conta o trabalho da estrutura à flexáo e a@ esforço normal.v1 I Fip. Equação de compatibilidade: .a são inferiores à décima parte daqueles que ocorreriam se ela fosse simplesmente biapoiada.(2x-x2x4x2+2x4x4) = . um sistema estrutural muito empregado.~/''~ Pedem-se: C A B --. S. No b) M1 .

200

Cuno de anluae a r t m M a) DMF na viga de rigidez, esforços normais nas barras dor* ticula~oe reações de apoio para um aumento uniforme de temperatura de 30 OC. b) Esforço normal em U se houver um recalque vertical, de cima para baixo, de cm do apoio E. c) Qual o encurtamento que deve ser dado à barra U2, de modo que, ap6s a variação de temperatura a que se refere o item 1, o momento fletor em C seja de 0,4 mt, tracionando as fibras superiores

I

,prrst4tica

-o método das forçsp

201

l
finais indicados na Fig. 11-222.

?

a) I. Sistema principal, hiperestático e diagramas: Temos, rompendo a bana U do reticulado, o sistema principai e os diagramas indicados na Fig. 11321.

F i i 11.222

b) Temos:

Dai, obtemos: 546 X1 = 400 2. Cálculo dos EJ 6 e do hiperestático Temos, computando o trabalho da estrutura B flexáo e esforço normal: ao

- . - . X1 = 3 -

0,244 t (tiação), coincidindo

com o esforço normal atuante, neste caso, na bana LI2. c) Para que MC = 0,4 mt, devemos ter: X'l = vir&: (Ws. 100) + 546 x', = O +

- 0,l

t.

Dai

.C

------

MC =
F J ~ EJotgAN1 = 1 0 4 x 1 0 . ~ ~ 3 0 ( 2 ~ 5 ~ 7 ,x 5z x 4 + ~ ~ = + 2 3 3 + 1 x 3 ) = 7 5 + 1 6 + 9 = 100
Vem, então: 546 X1 = 3. Esforços fmais
A partir da expressão: E =

Devemos, pois, dar um encurtamento de 4 3 4 mm à bana U2 para 0,4 mt

-

que

Obsmaçdes: a) Podemos ter, evidentemente, sistemas reticuladcs emijecidos por viga continua, conforme esquemstizado na Fi& 11-223.1; sua resoIuçã0 serh feita normalmente, a partir do sistema principal indicado em 11-223.2.

- 100.'.

X1 =

- 0,183 t
os efeitos

- 0,183 E1 , obtemos

Composição e artes: TECNICOLOR PRODUÇdES GRAFICAS LTOA. Rua Morgado de Mateus,333 São Paulo SP

-

,

Este limo foi impresso pJ1 EDIPE Artes Grdíi~s, Rua Daningos Paiva, 60 Srio Paulo, pari r Editora Globo S.A. Fiiiiis: Ssnu Mrrin, Pelotas, c Rio Grande.

-

EDICXO 2574A Para pedidos tclcgrálicos &cte tino. basta indicar o nbrnero 2 S 7 4 1 mtepondo a esse nbmcro a quantidade desejada Por exemplo. para pedu 5 exernplaxe~ 6 slficientc telwafar iaM: Didodrio Pcdo Alegre - 5257A. Desejandc-se encomendu 10 ou maii exemplaxes, náo é ncces&o transmitir a letra A.

-

-

~ p e ~ t A t i c aO metodo das forças -

203

b)

E fácii verificar, a partir dos exemplos 11-31 e 11-32, que o reticulado das vigas Langer e sistemas pènseis estará submetido a esforços normais simétricos, desde que seja geometricamente (apenas) simétricqin. dependentemente da existência ou não da simetria elástica ou de carregamento.

(amomentos

fletores e esforços cortantes fmais atuantes na viga AB foram nulos, no caso, apenas devido ao carregamento particular, atuante; teriam vaiores significativos para outros tipos de carregamentos.) d) O leitor pode perceber, após os exemplos apresentados, que a idéia básica que deu origem às vigas Langer e aos sistemas pênseis foi a da criação de um sistema reticulado, solidário com a viga biapoiada, que, trabalhando ao esforço normal, alivia as solicitações de flexão da viga (pois absorve parte da carga) auxiliando-a, então, a vencer um vão que ela, isoladamente, nãa poderia vencer (ao menos de uma forma economicamente viável).
4. Estudo das linhas de influencia em estruturas hippstáticas

c) Podemos ter (embora ocorram com muita raridade na prática) vigas Langer e sistemas pênseis isostáticos, bastando, para isto, existir uma rótula numa das seções da viga de rigidez. Empregaremos, nestes ca. sos, o mesmo tipo de procedimento adotado no caso da estrutura ser hiperestática, rompendo uma barra do reticulado, obtendo os momen. tos fletores Mo e M1 atuantes na viga de substituição na posição correspondente & rótula e,impondo que o esforço normal X, na bana rompida do reticulado deve ser tal que o momento fletor final M = =Mo + MIXl atuante na rótula seja nulo, teremos resolvidaaestmtura Por exemplo, se a viga AB da viga Langer do exemplo 11-31 possuisse uma rótula C na posição indicada na Fig. 11-224, teríamos, aproveitando as dilgramas das Figs. 11-217 e 11-218: G C C hf$ = + 4mt; M1 = - 2n1t Impondo a condição Mo + M1 Xl = 0,

4.1

- Base teórica

d o método de resolução Seja a estmtura duas vezes hiperestitica da Fig. 11.226:

A
A
B
F i i 11926

lp=A ' n
C

D

-

Enruniri hiperastbtica.

Adotando-se para sistema principal o indicado na Fig. II-227 temos, conforme o que abordamos no item 2.2.d deste capitulo:

Ou seja:

obtemos: X1 = 2t, sendo os esforços atuantes dados, então, a partir da expressão E = E + 2E1, pela Fig. 11.225. .

F i g . 11-225

. cia. conhecer as linhas de influência dos Seja. caso quiséssemos obter o deslocamento vertical de uma seção genérica S.o método âas forças da carga concentrada unitária Isto nos permite concluir. Para obtermos as linhas de influência dos hiperestáticosbastará. devida ao carregamento externo P = 1 que percorre a estrutura). segundo suas l i a s de influência. que: 20s Nestas expressBes. X2 e. pois. ao passo que os são. no sistema principal ( &i0)provocada pela aplicação da carga P = 1 na posição genérica S indicada. I e ) = Elástica do sistema principal carregado com X1 = O. como os diagramas a combinar seriam os mesmos. I ainda: L L X1 = Elástica do sistema principal carregado com os(-0 ) da Ia.( P1 1 L. teríamos a rotação relativa das tangentes à elástica em 3. no sistema principal. U - x2 = - a 12. linha da matriz [ O ] A uma conclus%oanáloga chegariamos para a L. provocados pela aplicação de X1 = 1 e X2 = 1 . generalizando. L filo + 0 12 L I.evi. . dentemente. a cada posição da carga unitária corresponderão diferentes 6i0 e demos então escrever que: L L S10 LL = Elástica do sistema principal carregado com X1 = I. aslinhas de influência de outros efeitos são obtidas imediatamente da expressão: u Estado de carregamento L Fio. senão vejamos: i de influência dos hiperestiticos estão c e L L Xl = . as l nheeidas.apenas E0 s X1 X2. Com a variação da posição de P = 1 variaráo. os 0 ij. concluiriamos que: SZ0 = Elástica do sistema principal carregado com X2 = 1 . o teorema de Maxwell sabemos que. respectivamente. - Conheadas as linhas de influência dos hiperestáticos. De forma inteiramente análoga. no sistema principal.204 Curso de &se estrutural mpeiatdtki . o pmblema está resolvido e. I. então. E1 e E2 não variam com a variação da P*' SiHo da caga unitária. 11. função apenas do sistema principal adotado. naquela seção genérica. função dele. teríamos que este deslocamento vertical de uma seção genérica devido à aplicação de X1 = 1 seria numericamente igual ao deslocamento na direção de X1 provocado pela aplicação. temos: Combinando os diagramas obtidos para estes estados de carregamento e de deformação. devido à aplicação de uma carga X1 = I . no sistema principal. por exemplo. independem do carregamento. temos os estados de carregamento e de deformação indicados na Fig. generalizando. em se tratando de uma deformação numa estrutura isostática. Como L L E 0 é uma linha de influencia no sistema principal (i"statico) e como as linhas de influência dos hiperestáticos já são c c a e a d a s . entáo.228 Nesta expressão. Lembrando. agora. obter a linha de inliuência de filo (deformação na dinção do hiperestático X1 . podemos concluir que: L L Xi = Elktica do sistema principal carregado com os (4) da +c' Estado de deformaqão i G a a linha da matriz [o]. pois representam os valores do efeito estudado. Para obtenção de uma ordenada generica de SI0. Em se tratando do estudo de linhas de innuên. 11-228: Com isto.

cer o seguinte roteiro para o traçado de linhas de influência cm ntm. quando do cálculo das linhas de influència dos hiperestáticos. temos: Fig. recairmos nas expressões que deduziremos no item 59.2 .* k h Fip. A partir das conclusões do item anterior. Nras hiperestáticas. nos esquecer disto na hora da obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. ou seja.0 ) da matriz [ P ] errada com que trabalhamos por EJc para obtençzo das elásticas. até aqui.M 8 . pois. que os hiperestatiws sejam aplicados no sentido do esforço positivo para que as linhas de influência obtidas já tenham o sinal' correto do esforço estudado.o metodo das forças 207 . 11-230 Como a elástica é o diagrama de momentos fletores na viga conjugada. para a carga P = 1 . I ) em Observaçóo inicial: Sabemos que as linhas de influéncia dos hiperestáticos são as elásticasdo sistema principal carregado com os (. L Pd :Viga Tnjugada carregada mm J :-. (Podemos.. 11-229 l3 0 s v a h i du Riqaes % e d o v01 I &ste Curso. para obtenção das linhas de inflGncia dos hiperestáticos teremos que achar elásticas de vi~asbiapoiadas para carreeamentos da forma da Fig. Supondo que. pois. temos sempre trabalhado com os hii da matriz [ 6 1 multiplicados porElc. em nosso sistema principal adotado.. como biapoiadm) e dos hiperestáticm (aplicados no sentido do esforço positivo). também.ou seja.) Recomendamos. usar os P da matriz errada com que trabalhamos usualmente sem maiores preocupaçóes) b) Caso de J variando em mísula (supondo Jmax. 11-229.!Vc e. Observação: Recomendamos que o sistema principal seja constituído de trechos comportando-se como biapoiados para. podemos I?) Escoiha do sistema principal (de prcferência composto de trechos que se comportem. Não podemos. ou seja: 3?) Obten~ãoda matriz [ 8 1 49) Obtenção & matriz [ P ] = 16 1 S?) Obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos. a matriz trabalhamos devidamente multiplicada por EJc.Hipaestdtica 4. pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais. a matriz correta [ 6 1 seria aquela com que trabalhamos dividida ] correta será aquela comque por . conseqüentemente. - [o 7i I .Roteim de cálculo a) Caso de J constante: =tabele. a estrutura fique dividida em elementos cornportandwe para a cargaP= 1 como biapoiados. devemos multiplicar os nossos (. 2?) Traçado dos diagramas no sistema principal para os hiperestáticos unitários. WD estão dados na takla I pertencente r0 c*P- .P ) corretos Ora. (É claro que nada impede de se adotar um sistema principal qualquer e de se obterem as ordenadas das linhas de influéncia dos hiperestáticos ponto a ponto.

LXi (11. obtida pela combina. I. çzo dos diagramas da Fik 11-231 é dada. 11-236 .Uma ordenada gengrica R Xi da elástica.233 rhh I 7/90 Fig.10) sendo: I' = 1 Jc Jm in 3. 11. cotandcm nas seçóes indicadas (as wtas estão em metros): i 1 S. Sistema principal e hiperestitieo~ X1 .ApIicações E r 11-33 .m. Matriz 1 61 Fip.E = LI.L I.11) 4.EO + ZEiL. 11-235.234 Os coeficientes q 1 e V 2 . 11-232.1% h h a ) da matriz Fig. traçar as linhas de influência seguintes. = 11' I ( P1 rll + P2 V2) (11. de inércia constante. 11. . . dependendo do tipo de mísula. 11-235 Qv Temos. Linhas de influência dos hiperestáticos 5.Para o quadro da Fig. 6?) Outras linhas de iníiuéncia São obtidas da expressáo L1. Fip. X. Fig. são obtidos das tabelas XII a XV do cap. lrn. X 1 Será a elistica do sistema principal carregado mm 10 I . Temos: 1. entao: a) Trecho BC Xi Fie.3 1 I I . I.1 . com o carregamento indicado na (. h(?. ou seja: qx. HB. conforme a tabela 111 do cap. 11-232 barra CF L I . ou seja. M ? ~ . . Diagramas no sistema principal X. M I I . pela expressão: 2. M~ VF.

124 2 7 = 0. 11-239. TIA= 1. Fip. Fg. Será a elistica do sistema principal carregado com (-2a. X1. em cujo conhe cimento não estamos interessados. multiplicando seus valores por 2 . temos a linha de infiuência representada na Fig. Sendo assim. pois vemos que o trecho BC se transforma em CD. n2o precisam refazer os cflculos. 11-238. . traçar a linha de influência de X1 feito na Fig. calcular sua ordenada extrema. X2. ou seja. pois a carga P=l nso percorre esta barra.1.94 . o que Podemos.55 . para obter a L I. temos: 7 Obser~nção: Haverá. também. c) Balanço Ai3 Sabemos que a elástica serA uma linha reta nos balanços.237 b) Trecho CD Para este trecho. Temos a combinar os diagramas da Fig. se lhe imprimimos uma rotaçáo de 180°.232. 11. uma elástica para a barra vertical CF. 11-238 E Y c t . bastando. 11-240.obtendo: Fip. portanto.210 Corso de mls nitnihiral sie 1 Hipmtática . 11. A = E l c x -1 ~ 3 0 x 57 ~ -6 d) Balanço DE 90 . bas ta se imprimir uma rotação de I800 à L I.laia) da matriz [ p ] . Com isto. com o carregamento indicado na Fig. o que faremos a partir da defullçáo. então.O método h f o v 211 Para as seçóes -inaladas na Fig. obtemos: Teremos: % = . vemos que. 11-241. 11-240 Comparando com 5.

barra C F =L.Mc -1.1 xL..X1 + 1 L.39 %E0 . temos: . 11-243. Vem.1. 11-242. Mc Cuiso de a n h eatmtunl 6.3 .212 6.V F Temos: Temos: L I. I. X1 30 + L. entáo: a partir do quadro de valores seguinte. VF = L.(Vo)F .X2= LI.L 1.96 +1.13 -1. a partir do quadro de valores seguinte.I.64 -3.1 L I.y x2 1 A I I1 111 IV V +1.2. estando representada.1X2 ). na Fig. 11.X2- LLMc barra C F - . Outras linhas de influência barra C F 6. LX1 I . a linha de influência representada na Fig.í.96 t3.242 Considerando positiva a reação horizontal da diieita para a esquerda.I.l.LINB Fip.13 +2.2 - - L. (Mole barraCF -L.64 .( LI.39 VI E 6.

11-244.(Ho)i( .L.o método dar forçns Temos: 215 LLHB LI.5 . . X 2 = I2 1 1 -(L.L 1. v .4 ..0 que é aiiás.I.L . M ? CF. Fip 11.L 12 1 6. 1 . X .12 1 L. XI ) = 12 L I.214 CURO de an%iseestrutud = Hipdtica . 11-245.245 .1. ( M o ) II + 0. I. evidente.5 L. 2 6.I.30 L 1. I. estando traçada na Fig. I O . X. Q v .L.(Qo)v Podemos dispensar seu traçado.X1 + .estando traçada na Fig. . L L Q V E LI. MI1 = L 1. lemos: I L I.L.

contada do apoio esquerdo. traçar as linhas de influência dos esforços simples na segão a 114 do váo.48 0. ou seja: I I t m [(3]= [!/I 161 Daí vem: 2. Xl .0459 "x1 0.245 1.1. 11-247. plo e que esta transcrito a seguir. obtemos 021)= 20x5 5 (Vl + q 2 ) = 116 Empregando-se a tabela XIV. 11-249.5 L I.1 ) no lugar 116 de X1 .-L. Seção do 2. ( Qo ). para o tre. Adotando o sistema principal da Fig. traçada na Fig. Fig.10). 11-246.0349 '12 0.0560 0. Q1= L I.indicada na Fig. 11.I. cho horizontal em que se desloca a carga unitária. 11-70 do referidoexem. com o auxílio quadro de valores a seguir. a L 1.Hipemt6tka - 0 d t o d o das f 0 ~ . Linhas de influência dos esforços simples atuantes em 1 2.1. '71 0.Para a estrutura d o exemplo 11-1 I.2 . Linha de influência d o hiperestático Será a elástica da estrutura carregada com (-. 51116 7: I 11 l U I 51116 A : = /l'((3.L.0560 0. obtivemos [ SI= [I 161. 11-248. X1 . obtenios. OU seja. (MO)I . com o carregamento dado na Fig.0349 0. indicada na Fig. 11-34.38 I I1 111 .q1 + ( Fig 11-246 A partir de (11. MI = L I. .217 I E*.0459 0.38 0.

ordenada nula na seção A). lS Que ni6 c n a n d a como pequena defoma@o (v. 11-251. 1 deste volume. De maneira inteiramente anáIoga. -VA x l + l x q = F x O . em A. 11-251. Rom- termos a linha de influência da reaçgo vertical VA. o p r b ri. . para a viga mntinua da Fig. aplicando o teorema de Betti aos grupos de forças indicados em 11-251.ipJ). uma força V igual à que existiria se O vincblo existisse. I. para a mesma estrutura que a da F@. oquedemonsiraque. no entanto. sendo a elástica desta estrutura.para o b Obsevaqies: a) Os exemplos 11-33 e 11-34 ilustram o procedimento a adotar para se obterem as linhas de influência numa estrutura hiperestática. de uma força F tal que produza uma deformação unitánalS da seção A (e cujo aspecto da elástica pmvocada no resto da estrutura estáindicado na Fig. agora.2 a aplicação. podemos afirmar que as linhas de influência dos esforços indicados terão os aspectos apresentados nesta figura Fi 11 I V -2 Y Fig. b) A regra de ~ ü l l e r . 1. obrrviflo do item 1. temos o A esquema estático da Fig.1. para a qual desejamos obter. teremos. as expressões (U-9) e (LI-10) não mais serão válidas para a obtenção das linhas de influência dos hiperestáticos que. a linha de influência da reação vertical em A.~ i p r r ~ t l l ü c a o método das f o w - ' 219 pendo o vinculo que transmite esta reaÇã0 vertical vA e aplicando.4 do rnp. Não é usual utilizarmos a regra de MüUer-Breslau para a obtenção numérica das linhas de influência em estruturas hiperestáticas.~ r e d a u 'd também aplicável para a obtenção de ~ linhas de influência em estruturas hiperestáticas.1 e cujo aspecto da elástica está indicado na própria figura (tendo esta elástica. que se comporte à flexão como viga biapoiada. em A. 11-251. Assim. q = VA.2 e 11-251. empregando-se diretamente os conceitos de estado de carregamento e estado de deformação estudados no cap. demonstrariamos a validade da regra de MuUer-Breslau para a obtenção de outros tipos de linhas de influência. Considerando. idêntico ao da Fig.3). pois nos permite conhecer. 11-251. rompemos o vinculo capaz de transmitf-la. N. seu conhe cimento é. para obtenção de cada um desses Font o s Isto ocorrerá tamb6m para as estruturas cuja lei de variação de inércia n b as enquadre em caso de combinação de diagramas tabelado no cap.2. a linha de influência desejada. conforme ilustra ocaso seguinte: Seja a viga continua da Fig. bastante útil. decorrente da imposição deste deslocamento u n i m o . 11-251. pois. por exemplo. Caso a estrutura hiperestática em questáo for tal que não seja possível obter um sistema principal. que aspecto terão estas linhas de influência. atribuindo à estrutura assim obtida um dedocamento unitário no sentido oposto ao de VA positivo..3: Fio 11-250 .L. serão obtidas por pontos. . 11-252.2 do ap. 11-251 14 Ver enunciado no item 4. em se tratando de elásticas do sistema principal. no sentido oposto ao de vA positivo. I.

220 Curso de anáiise estrutural I I I w .2. a estrutura hiperestática da Fi& 11-253-1 . agora. encará-la mmo sendo a estni11. . submetida ao mesmo carregamento Pi . obter o diagrama de momentos fletores para a vigq da Fig. podemos afumar que o aspecto do diagrama de momentos fletores desejado é o da Fig. J x.Empregando o teorema de Menabrea. 0 que indica que X3 toma um mi2 3x7 axq nimoi isto constitui o dorema de Menabrea. que possui inkrcia constante. -q . então que o valor de XJ satisfaz às mndições: 2 -a O e h > 0 . uma interpretaçáo puramente energética para os valores dos hiperestáticos de uma estrutura hiperestática Seja. 221 Podemos.~t i a .. aumento este essencialmente positivo. sendo r . submetida ao carregamento P indicado. Devido à simetria existente.253. i Ex 11-35 . por exemplo. que podemos enunciar da se-- - guinte forma: Fie. Por força ados teoremas de Castigliano. submetida ao carregamento indicado. devida ao carregamento atuante. obtemos . conforme já sabemos. podemos dizer. 6 o deslocamento horizontal de E). 83 na direção de X3 para um acrésci'mo de X3 . na direção do hiperestfitico X3 (no caso. sendo o valor de M a determinar. Sendo assim. que representa o aumento da deformação a 2 . 11-254. 11-252 (mnL) "A pndeza hiperestdtim tem um wlor tal que t o m o trabaiho r@! de deformaç& & esiruium wn mínimo': 5 .O teozema de Mennbrea Apresentaremos. pois 6 3 6 a deformaçáo da estrutura. . Xg . cujos valores são tais que as deformações da estrutura em sua direção sáo nulas. que 6 3 = 0.a2 T - ax3 . podemos escrever que 6 3 = -r = 0.o método das fowra isostatica da Fig. Temos. por exemplo. 263 a energia real de deformação da estrutura. acrescido dos hiperestáticos X1 . Derivando esta última expressão em relacão a XI< . 11-255.' .

a igualdade pode . calcular o deslocamento da seção m na direção A. 12 Impondo o teorema de Menabrea. Q =Qo + QIX1 + Q2X2 e I 2 I &) Hiptestática .+&L 2 qx 2 Levando em conta que. a aplicação do teorema dos trabalhos virtuais.Como: M(x)= -'.Verifiraçk I CS x2 . 11-256 de diagramas 6. submetida ao carregamento indicado.256. m=Mo + M ~ + M2x2. temos: 6 = - aM l2 sendo o diagrama pdido.C á i d o de defamaçio em estmturas hiperestiticas . 11.1 I - Caro de cungamento externo + !3eja a estrutura da Fig. "C:"'] + + e de x 2 . vem: I + 1 xQ (Q9 + Qlrl + Q2x2)di = xaod" + EJ ES Fig. N = N O + N I X l +N2X2. para a qual desejamos. I deste volume. podemos escrever: M = M O + M I X l +M2X2..1. por exemplo. Conforme vimos no cap. nos fornece: 4 x2 [ j EJ +XI + x1 I""" TI +j AnaIisando os coeficientes de *r reescrita sob a forma: + 6 . 11-257. a partir do estado de carre gamento da Fig. 11-257.2. i. M = N=Zo + N I X I + N2X2. X ~ Q = Go + QIXI + Q Z x 2 .o &todo das forpa o trabalho real de defonnaçHo será dado por: 3 Temos: 8 -= ar aM 2EJ - 3 I --0:. p s o indicado na Fig. a partir de um sistema principal qualquer.

K x E são os esforços atuantes na estrutura . m u e. então.hiperestática no ~. da Fig. pois basta tomar o estado de deformação na estrutura hiperestatica (sendo conhecidos. o estado de deformaçXo 6 tomado para a estrutura hiperestatica. Por manipulações algébricas inteiramente anâlogas poderlanos também obter indi- em q u e . O l 8 O sistema principal isastático deve ser tal que possibiite a existência da deforma* 18 (V. etc. ~. empregando a tabela 11: Fia. e Mo. seus diagramas s0li~ Tomando o estado de deformação na estrutura hiperestiticae o estado de carregamento no sistema principal. estado-de . por exemplo. valores estes que sabemos serem . um dos estados ( o de mwegamento ou o de deformaçüo) deve ser tomado m esirutura hiperestática. nulos). near de um apoio do 2O gênero.280 que queremos cplcular. qualquer podendo o outro ser tornado num sistema principal isostáti~o'~ que dela se obtenha': Obsmaçóes: a) Normalmente. rotaçao num engaste. 16 No casa de estnitura no espaço. 11-258. A partir das duas Últimas expressões. E r 11-36 . o que permite então verificar a coneção ou não dos diagramas solicitantes obtidos para a estrutura hiperestitica em que M. b) O câlculo de defomaç6es em estruturas hiperestitiw tem grande aplicaça0 na verificaçáo de diagramas solicitantes obtidos para uma estrutura hiperestatica. portanto.. anterior. da forma seguinte: "Para se calruiar deformações numa estruma hiperestáticn. por serem dados por cada uma das equações do sistema de equações de compatibilidade elástica para determinação dos hiperestaticos X I e x2 do estado de defomação. Peter Pastemak enunciou o assim chamado teorema da redução. necessário ? obtenção de um deslocamento cujo valor i nhecemos a priori @r exemplo. este deslocamento cujo valor comparamos com aquele que conhecemos a prwri. No . 11.temos.. ) . 11-258 Fia. que o diagrama M j i é conhecido a partir do resultado doexemplo U-35).224 Cuno de anáiise estnitud lii+tka . empregando-se o teorema dos trabalhos virtuais. N. Qo os esforços atuantes no sistema principal isostático se nele aplicamos o carregamento externo atuante. substituir por (11-20). a expressão anterior se reduzira para rl &antes) e escolher o estado de carregamento.canegarneE. no caso de carregamento externo. 17 N casa de emutura no erpaco. DOE esforços atuantes no sistema principal isostdtico se nele aplicamos a carga P = 1 t. a parti dos diagramas Mo e M das Figs 11-259 e 1 . calculamos. pois precisamos conheXrseus diagramas solicitantes para este carregãmento externo atuante a fun de poder dimensioni-Ia. deslocamento li. substituir por (11-21). 6 120 (sendo. num sistema principal isost6ticO 18. ficando o estado de carregamento para ser tomado num sistema principal qualquer. 6.C a l d a r o deslocamento vertical na seção central 'da viga biengastada de rigidez constante EJ cada na Fig. obtido a partir da estrutura hiperestitica.o método dac forças ' 225 Levando em conta que os coeficientes de e & serão iguais a zero. Q são os esforços atuantes na estnitura hiperestiticanoestado de defonnaçao e Fio. U-259.

11-266. representado na Fig. caso contrário. ~ 1 = O. 11-21. chegaríamosevidentemente ao mesmo resgltado. que reproduz o resultado anterior. Ib19.Obsewuçüo: Para o estado de. a partir dos quais obtemos: mo U 6 =MoMds= I 2 1 2 X I 1 X. . temos: I I r%. 11-265 não poderia ter o engaste em A .45. Fio.82 + =)= 2 +2.Calcular o deslocamento horizontal da barra para a eitrutura da Fig. combinado com o diagrama M da Fig. que sabemos a priori ser nulo. 11-262 e mantendo o estado de deformação na estrutura hiperestática.$egamento poderíamos ter. submetida ao carregamento indicado nesta figura.x e x I x 8 12 3 verifica a correçzo do diagrama M . a rotação da tangente à elastica num dos engastes.. Ihado com um dos sistemas principais da Fig.263 t ' M@ds= 'x3 3 x 3(-0. A partir do diagrama Mo traçado para o sistema principal da Fig.Verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores.09 = + 2. ser nula. senão vejamos. náo será possível esta verificaçáo. 11-262 e 11-263. I Cslculemos. o deslocamento horizontal doengm te A. cujo valor. adotando o estado de carregamento no sis!emaprincipal da Fig. 11-261 Ex 11-38 . 11. Smdo o diagrama M na estrutura hipemtitica o indicado na o diagrama Mo no sistema ~rincipaleswihido o indicado na Fig. por exempjo. por exemplo. no caso deste exemplo. Temos. cujo valor nulo desejamos usar na venficaçáo da sorreção do diagrama M da viga hiperestatica. o diagrama indicado nesta figura que. . para a estrutura da Fig. desejamos verificar. 11-260. o que lmt Imt M EJc6= I Fio. que conhecemos a priori. nos fornece: Temos. indiferentemente.Empregando o teorema de Pasternak. tmba. a Calculemos.11-263 e .45. 11-264. 11-258. verificar a wrreção do diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. 11-265. Assim. da esquerda para a direita ObsenaçaO: Se trabalhássemos com qualquer outro sistema principal. por exemplo. 11-19 (exemplo 11-1) s u b metida ao carregamento indicado nesta figurá. que impediria a rotacão da tangente à elástica em A. a priori.6 = I = 0. os diagramas Mo e M das Figs. Ex 11-37. escolhendo o engaste A . que sabemos. x 4. 11-262 Fig. obtemos: I 1 I Obsmu@: O sistema principal escolhido para tratado do diagrama MO deve ser tal que possibilite a existència da deformaçáo. U-261.245 mm. Ex 11-39 . o sistema principal da Fig. a partir do si* tema principal isostático da Fig.

2 Emdo deuirqimsnto IEsfortm: obtemos: Fie.Estado de ddomirSo IEnorqm: M.2 I Tagramas solicitantes que esta variação de temperatura introduz na estrutura hiperestática dada. N 0 .2: 6. 11-266 Como.a obtida pela aplicação do teorema dos trabalhos virtuais se reduz. estiver agora submitida'avanação de temperatura indicada na Fig.y c] Fie.1.) de temperatura Se a estrutura da Fig.expresso Fie. a partir do estado de carregamento da Fip. para uma variação de temperatura temos MO = Ng = Qo = O. . valerá.1 .Caso de varia* + M2X2 . para a obtenção de M. i F x ~ = I ti 1 1 1 Fie. senão vejamos Partindo da expressáo (U. também. 11-267.14) e levando em conta que: M = MIXl .1. 11-267. trabalhar com o estado de carregamento na estrutura isostática. (A ligeira diferença encontrada do valor zero se deve. na direção A. sabemos que I I l9 A notafio e a mnwnções de sinais a a1 mesmas apresentadas no tópim cone* s 3 0 Pondmte no mp. para a partir da qual podemos calcular deformações em estruturas hiperestlti- eas devidas à variação de temperafura. 11-267 I " 'h-"' GS M d s + l f f t g B & $ !+ A / ds ! - + /&%& + ES 1 A partir do desenvolvimento apresentado no tópico 6. evidentemente. 11-287. Podemos. 1 . o que é útil quando j6 conhecemos os diagramas solicitmtes na estrutura hiperestática devidos à variaçáo de temperatura. Q = QIXI + Q2X2 . o deslocamento da se$%om. sem ser necessário conhecer os o que verifica o diagrama. 11-267.1 deste item. por ela provocado. finalmente. I deste volume. N = NIXl + N A . ao arredondamento feito quando do cálculo dos hiperestiticos. 11-257.

toma-se mais pratico trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátim. temos.268. a rotação da tangente à elastica mo e No.o método dss fo/ 231 No caso. a partir da expressão (11. No.Le do cap I. Ex. 20 No caso de estnitura no espaço. A expressão (11-16) permite tambbm a verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para variação de temperatura.a partk dos quais temos. 11-268. para o sistema principal da Fig. Os termos pertencentes ao primeiro parintesis somam a d e formação no sistcma principal isostático devida à variação de temperatura existente. os diagramas . os iermos do segundo parintesis representam ii deformação elastica devida aos esforços que a hiperestaticidade da estrutura nela introduz devido à variaçáo de temperatura. sendo o tipo de procedimento inteiramente análogo ao adotado no caso de carregamento externo. I em A. que trabalha basicamente à flexão e cujo primeiro t e m o é nulo (pois ri = te = tg ) e. Q .3.16). por exemplo. 268. podem ser feitas as simplifica@er mencionada no item 1. hecido. calcular defomações em estrutu. calcular a rotação da tangente à elástica em B devida à vaziação de temperatura de que faia o item b do exemplo 11-1. Ex. seus valores serão nulos e ficamos. como o diagrama na estrutura hiperestática já 6 n>.M (em mtl Os exemplos seguintes esclarecem. Escolhendo o sistema principal da Fig. trabalhando com o estado de qanegamento num sistema principal isostático (fornecendo esforços Mo. então.2 e 11. com 6ltimos termos por se tratar de um quadro. 11-40 .Hipmiática .1 cujos diagramas e NO estão traçados eni 11. 11-41 .gO) e c o m o estado de deformação na estrutura hiperestática ) (esforços M. substituir por (11-22). em que desprezamos os dois ao Identificados os coefieientes de e 2 como as duas equa pões de compatibilidade elástica ( S I ? + 6 1 1 ~ + ( 2 ~ 2 ) e ( 62t + 1 + 62iX1 + 622X2) para resolução da estrutura hiperestática submetida à vaziaçáo de temperatura. ras hiperestáticas devidas a v a r i a ç k de temperatura. empregando a expressllo 01-16) (valendo as observaçóes feitas no exemplo anterior): Temos. 11-19).yáo dástiEP da csflunira). 11-270. Calculemos.Para a estrutura do exemplo U-1 (representada na Fig. finalmente. No cálculo dos termos do xgundo pnrênteds (que s i m b o h m deform.N.Verificar a c o n q ã o do diagrama de momentos fie tores para a estrutura do exemplo anterior. *' I F i i 11-269 . 11-24): A expressão (11-16) nos permite. levando em conta o diagrama M na estrutura hiperestática devido à variação da temperatura representado em 11-269 (transcrito da Fig.

@C P ' 5" I i" f No caso deste exemplo. 11-273 g*n Por procedimento inteiramente análogo ao adotado na pas<sda expressão (11. o deslocamento da seção m na direçzo A . Ex. que tem ff = 1 0 5 / 0 ~ e cuja seçáo transversal.. então. de 0 9 8 m .3.. submetida aos recalques de apoio indicados.Ciso de reealqws & apoio 6= 0.lmt lmt m6nlm 1 a partir de cuja resolução obtemos os diagramas M e N da Fig. podemos mostrar que o segundo membro da igualdade (II-17)enu10 e ficamos. provocado por estes recalques A partir do estado de carregamento da Fig.3 A scção central sobe. então.. 11-273.1 . então. pico. para a q u d queremos calcular.4 m de altura. 6 um retângulo de O. O ) Fip. N. temos.. ser4 mais cômodo trabalhar com o estado de carregamento na estrutura hiperestática.2 Eado deurrasmmm I E n o m : M. N O .Calcular o deslocamento vertical da seçáo central da estrutura da Fig. no item 6. o que verifica o diagrama (a diferença de zero se devendo aos arredondamentos feitos quando do cálculo dos hiperestáticos. se suas fibras externas forem resfriadas de 10 OC e as internas aquecidas de 30°C em relação a temperatura do dia de . para a obtençáo de M). já que não conhecemos os diagramas solicitantes devidos à variação de temperaturaem questão na estrutura hipereststica Fie.E n d o da d&rmuj& (Worsa: M.. por exem$10.14) para a expressiio (11-15). 11-272. obtemos. indicados em 11-272. C .000002 rad O .113 execução..A - Fig. empregando o teorema dos trabalhos virtuais: . 11-2732. 11-271. - Seja a estrutura hiperestátiea da Fig 11-273.o e 6 1 6.1. 11-42 . . constante. 11-273. pela aplicação da expresão (11-15): Sendo o estado de carregamento.2 deste t6. com: - PS + zRp = O (11-1 8 ) .1.2 e 11-272.

em: Fip. 11-272. imediatamente. a partir da expressão (11-19). as expressões (11-12).1) podemos escrever. as simplificações mencionadas no item 1. Esta Última expressão é valiosa para fins de verificação de diagramas obtidos em estruturas hiperestáticas para recalques de apoio. já são conhecidas (V. 11-274 Como as reações de apoio no estado de carregamento. a) Sendo o segundo membro da igualdade (11-19) dado por trabalho de deformação elástica de estrutura. indicados na Fig. se referem a um sistema principal isost6tico e M.e do cap. (11-16) e (IE19) se transformarão. Calculando. Caso tenhamos uma estmtura nb espaço. sendo o tipo de procedimento análogo ao adotado nos casos de carregamen to externo e variação de temperatura. N. Ex.0175 m = 1. provocado pelos recalques. por exemplo. que . 11-274. 6 = 0.271. No. Ex 11-43. 11-19) submetida aos recalques verticais de que fala o item c do enunciado do referido exemplo. (11-13). devemos acrescentar ao trabalho virtual de deformação. sendo necessário apenas calcular as reaçóes de apoio R no estado de carregamento. trabalhando com o estado de carregamento na estrutura hiperestitica. substituir por 01-23). dos apoios A e B.75 cm (para baixo). trabalhar com o estado de carregamento num sistema principal isostátiw (ficando m m o estado de deformação na estrutura hiperestitica). para o caso de estruturas espaciais. obtendo. Fig.' .2. ]e"ando em wnta o estado de deformação (na estrutura hiperestática) e 0 estado de carregamento (num sistema principal isostático) das Figs. em seu cálculo. também. para o quadro da Fig. então.Calcular. respectivamente. podem -ser feitas. 11-275 No caso de ertmhira no espaço. .o método das f o p 235 Esta Última expressão permite. tomad o na estrutura hiperestática. 11-44 .Verificar a curreção do diagrama de momentos fletores (idicado na Fig. de forma inteiramente aniloga à adotada no caso de variação de temperatura: . L b) Todas as expressões que deduzimos neste tópico 6 o foram para s truturas planas. Assi. o deslocaNa expressa0 (11-19). 11.W Cuiso de anáiii estrutural -Oca . Ro. . Observaçóes: Do mento vertical da s q ã o central. a partir de (11-18). Q sao esforços na estrutura hiperestática dada provocados pelos recalques p. devido ao momento fletor e aos esforços normal e cortante. aquele devido ao momento torçor. a rotação da tangente à elástica em A (que sabemos ser 1 0 3 rad) temos. Podemos. 11-27) para a estrutura do exemplo 11-1 (Fig. Mo. calcular deformações em estruturas hiperestáticas.

00099 ' - 0. Fig. 6 7.En. de inércia constante. 11-275 .2 . 7. E n E i -inFig.236 CII~SO inPg «rhritiua~ de e II-276 e desprezando os trabalhos elásticos de defomçllo devidos aos esforços normais e cortantes: i 7. 11-278 H. 11-281.s = 9. Todas as barras têm mesma indrcia.280 + de 7.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaç&s de apoio para o quadro da Fig. + .pmmto.do&&foimi*k. 11-277.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.278. 11. w I Fig.Pmbiemas pmpoatos 7.276 . .Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura da Fig.C Fig. b) calcular o valor da carga concentrada que.Enido & sri.pede-se: a) mostrar que as reaçóes verticais em A e B só dependem de equaçóes da Estática. 11-279.1 .Para o quadro. 6 = valor do recalque angular sofrido pelo engaste A (a pequena diferença encontrada se deve aos arredondamentos feitos quando do ciicuio dos hiperestáticos devidos ao recalque). que possui inkrcia constante. 7 . 6 = 0.4 c*- d C b ---C t L+ Fig. 11-280. 11.5 . qual o esforço normal que aparecerá no tirante se lhe for dado um encurtamento Zcm? Dados: (Eqquadro = lo4 tm2 (ESltirante = 103 t . + 11.3 .Para-a estrutura da Fig.001 rad. 11.a m + d m . aplicada emM. dana a mesma reação horizontal em A que aquela provocada pelo carregamento uniforme indicado.9 .279 . da Fig. 11.7 - 18.

h = 0.o método da9 fo- 239 7. 11-282 7.284 . 7. 11. 11-283 Fig.10'.s m (altura da seção reta).284 provocado por: a) carregamento indicado. Sendo dados = 10-5/oC. J. Determinar as rea' @s de apoio. definida por rs = + t 'X e ti = + 3 t OC. Fip 11-282 7.7 . 111 -- &2t . nos bordos superior e inferior.283.Obter os diagramag solicitantes para o quadro de inércia constante da Fig. A . é submetida a uma variação térmica linear. 11-282.9 . Dados: E.W = 104 tm2. AB=BC=6m Fip. A seção é tal que o centro de gravidade dista h/3 do bordo inferior. Fip. respectivamente.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inbrcia wnstante da Fig. 11-283 sofrem um aumento de temperatura de 20 oC. h. a. r.Hiped6tics .Uma viga de seção constante. 11. peGJt dem-se seus diagramas solicitantes. segundo a altura h.8 . 11. S. rotulada em A e engastada em E. b) diminuição uniforme de 30 O C E dado: WCt = 1 tm21oC 7.As fibras superiores da grelha da Fig.6 - Obter o diagrama de esforços normais para a estrutura da Fia. = 2 .

11-290 devido a um encurtamento de 2 cm a ele imposto. 11-287 sofre um recalque de 1 cm. o momento fletor atuante em A e em B sqa de Zmt.. Sáo dados: para as banas verticais: J = Jc Qual a variagio de comprimento que deve ser dada ao tirante AB da estrutura da Fig. 11-291 durante a montagem para que. 104 tm2 = @ : .r . JCOSP Fig. tracionando as fibras externas ? . 11. para o qual temos: barras verticais: J = 21ç barras curvas: = 1.11 . 7.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de inércia variável da Fig. i J Jc = Barra +h & h + I0Jcomp. 11-289 J = J mmp.13 .15 Fig.288. para o quadro da Fig. Dados: Barra ( : JA = 2Jcomp. Ucomp.16 7.1. 1.Obter O valor do esforço normal no tirante da Fig. 11-286 7. - . sendo Jm = J.289. sendo Jcosq Jm= Jc Barras verticais: J = 2Jc ( H c ) quadro = 10" tm' Ci + (ES) tirante = 5x103 t 7. quando atuar o carregamento indicado.12 .~ 911-290 . Dados: JA = JD = Jcomp. J~ J 4 para a bana curva: a= Jm= J. de cima para baixo. I . Admitir que a barra @ tenha inércia constante.14 . 11. 7. Pede-se o DMF e as reaçties de apoio. sendo J cos P 3 = 5 Jcomp. 11-286.Idem.240 Cuno de wáiisc estrutural 7. São dados: Jm Barra curva: -.O apoio B da estrutura da Fig.Traçar o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.

11-296. para o quadro da Fig. 11-294. 11-295. que tem F J I GJt 723 .Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. regamento uniformemente distribuída "q" e que possui CJt = F i . 11. de dilataçxo: a 0 Fio.Idem. 11-291 . cujas barras têm inkrcia constante. --f-'"-f- 7. ga balczo semicircular da Fig. 11-292 submetida a uma diminuiçáo de t oC das fibras superiores e a um aumento de t oC das fibras inferiores. 1 1 . .17 . CJ.Resolver a grelha da Fig. n-293.Idem. cujas barras têm E =2.295 7.242 São dados: CUROde análise estrutural EJ. l - ]+6fiLJ 7. 11-299.22 .19 . Fia. 11-298 .24 . * - ' - L .'i %*.+ rn / ~ i Fip 11-296 Fig.Obter as reaç&s de apoio para a viga balcgo circular da Fig. 11-292 +.204 720 .Empregando o artifício do arranjo de cargas.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig.18 . 11. Dados: Altura: h Seção retangular EJ = CJt Coef. submetida a um cai.2 q . = 104 tm 2 7.Calcular os momentos de engastamento perfeito para a vi. obter o diagrama de momentos fletores para o quadro d e inércia constante da Fig.m+- b 7. 7.21 Fia. 11-298. para a grelha da Fig.

i Y= Fig. 11-301 .Calcular a compressão atuante na barra EF. para o quadro da Fig.Idem.302. São dados: m4 Para o quadro ABW: J = 10m2 o ParaabmEF: J = 1 0 .27 - Idem.I ! 7. s = to-> m2 . 11. 11-301 73 .25 . 11-299 7.Obter para a viga da Fig. iI-304o DMF provocado pelo carregamento momento fletor uniformemente distribuído. que tem rigidez EJ = 10 tm2.~ m4 UIEa- F ~ 11-306 . Q I Fip.26 JLm 4 em$ +Im 729 -P . iI-303.Obter o diagrama de m h e n t o s fletores da Fig. Fip.Idem. 11-300.a provocado pela imposição de um encurtamento de 2 cm ? barra AB.0 . para o quadro da Fig. 11-303 Fip.28 . para o quadro duplamente simémw da Fig. 7. 11-300' + 7.

da F ~ R1 .34 . obter os diagramas de momentos fletores para O quadro da Fig.Idem. 11-307. 0 . devidosa: a) carregamento indicado b) recalque vertical de 1 cm do apoio E.Empregando o artifício do grupo de incógnitas. de cima para baixo. de inércia c o n i tante.que tem W = 2.31 .1 3 6 7. . ü-309.32 - 3 3 - i - + r + Obter sistemas principais com o menor número possível de hiperestáticos para as estruturas elástica e geometricamente simétricas da Fig. para as estruturas (grelhas) da Fig. Ir-308.yCUROde anáiip estrutud ~ ~ r r s t s t i c a metodo das f o r p o - i \i 7. são simétricos o u anti-simétricos: 733 . Os carregamentos. .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro. indicados esquematicamente. i g 11-308 7. F .1 x lo4 tm2.

11-314 s%oaquecidas e as inferiores resfriadas de 10 'C. Sendo a seção transversal um retângulo de 0. 11-312. para o quadro da Fig.35 -+ Fip.36 - Calcular os esforços normais atuantes nos tirantes da estmtura da Fig. que tem inércia mnstante.ri 4 7. 11-315.As fibras superiores da greba da Fig. 11.Obter os diagramas solicitantes para a grelha da Fig. 11-309 3m ?L I 7.37 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da - Idem. $tlm Dados: Barra horizontal: - . São dados: EJ = 2 x 104tmZ . a = IO-~/OC ttttttt* 7. 11-311.39 . 11313 +. 3m Outras barras: 2 + 4m -+ 4m --+ Fio. 4 1 . I Fip.7. 11-310. Dados: (EJlquadro = 2 x lo4 tm2 = 104 7.313. cujas barras t h inércia constante.5 m de altura. Fig. 11-311 . obter o valor do momento torçor atuante na bana AB.40 - Determinar os esforços solicitantes em todas as banas da viga armada da Fig. G J I = 104tmZ . que tem EJ = 2CJt +3m 7.38 .

ticulado = 103 i. tein ]o4 - 9 Obter: a) esforço nori:i:d em C caso ocorrain recalques em A e B. .Traçar as linhas de influência seguintes para a viga continua de inércia constante da Fig. . comprimento deve ser dada A barra O?.. para a viga armada da Fig. A F aII Fim. )viga I II B ----.*.41 - Curso de análise estrutura] A viga de rigidez do sistema pénsil da 7 IFiperestática 7.47 . para o quadro de inércia constante da Fig. 11-318. sendo estas tabelas de inestimável ajuda para O enge nheúo estrutural. para o sistema pênsil da Fig.322 -+h-+ 7. sejam nulos os momentos fletores em B e C. 11-319 Fig.4 Fie.i - L I u . Dado: a = 10-5/uC. 11-317. 11-320 23 As linhas de influência para vigas contínuas de inércia constante. . 11-322.44 - t + -+ Obter as equaçóes da linha de influência do momento fletor em A .l i i +.45 . 11323 - Para a estrutura da Fig.-. com a atuação do carregamento indicado. valendo. 11. 4 .48 Fig.f. de cinia para baixo. C 4 3tim + 6rn -&h -&h ?iam 6m+ 1 2 m 4 11.Calcular.318 7. b) esíoqo normd em I/ para uma diminuição uniíorine de temperatura de 30oC. São dados: (E&iga = 104 tm? J (ES). 11-321 4 +s.46 . até foram tabeladas par Georg Anger. as linhas de influência de esforço normal na barra U:. ~ o m 4 vãos.Resolver a viga armada isostática da Fig.3 19 e 11-320 que têm inercia constante. . para as vigas das Figs. 11-316 W = lo4 tni.e as barras do reticulado tém /:S = . 4m t 3 m * 3 m + 7. para que. e de momento fletor na seção 1.43 . traçar o DMF Fig. 11-321. (S = muito pequeno. L i 7. Traçar..Traçar as linhas de influencia de reação vertical de momento fletor no engaste A. 6m-i(L6m Fip. cotandcbas nos quintos d o vão: VA M B MII QI 1 3 7. pedem-se: a) linhas de influência de MD e MC esq b) usando as linhas de influência anteriores.o método das forfs9 251 Fig. ambos. São d a d o ~ : ( E J ) * = ~ tm2 ~ 104 (ES)reticulado= 5 X 1O3t 7. 3 cm. que variação de durante a montagem.42 .. 11-323.250 7. i . . 11-324. cotando-as nas seções indicadas. 11.

11.Ic 10 Jc Jmax 7. 7.313. de cima para baixo. 11.Obter a linha de influencia de reação vertical no engaste. 1.2 13 4 7.293.55 . 11-325. 253 da es- .51 . que têm rigidez E% . 7. obter os diagramas de momentos fletores para as vigas de.327. atuando em A. 11-326e 11.52 . inérciaconstantedas Figs 11-326 11-327 +112 4 Fig.Verificar a correçáo do diagrama de momentos fletores obtidos para o quadro da Fig. .Respostas dos pmblemrnr p m p t m Dados: barras verticais: J barras BC e CD: = const = Jc = 2 .54 .o método das fotrutura da Fig. 1 I 8 Fip.Calcular o deslocamento vertid.Verificar a correção dos diagramas obtidos para a grelha da Fig.Verificar a coneção do diagrama obtido para o quadro da Fig. 2 13 7 .Hipteat&ica provocado por uma carga vertical de 6t. para .Empregando o teorema de Menabrea.53 . 11.Calcular o deslocamento horiwntal da bana CDEF 7. 11-288. 1 . que teni EJ = 104 trn2. 7.283.49 o quadro da Fig.2Jc 7. E + A + * + 112 2 Fie. sob a carga P para as vi.50 . gas das Figs. 4 1 112 11-326 .

75t. Barra BC:-8.T Hipaesiítiea .4 7..6 2 .5 7.7 - V = 3 EJa t (cortante negativo) hl 3 M = . Barra BD: +6.ESt.EJat (traciona fibras superiores) h .ql 3 - Tração de 3.38t Esforços normais: Barra AB: -4. Barra AD: +6. ReaçM horizontais: H = 7 ESat (compressão) 3 Reaçües verticais: Reação momento: - 7.5t.86t.o método h i o q 7.

298 qR1 715 7. r-o .Encurtamento de 4.Tração de 4.151 .Momento fletor: qRZ.17 .19 .16 7.73mm Reações nulas .I I I 7.Momento torçor: 0.

2 .o &todo das forças 7.2.63t 73 .0 .Curso de anáíise estrutural mprrststia .Indicaremos. o número mínimo de hiperestfiticos distintos: . apenas.29 - Diagrama nulo 73 .

43 - Encurtamento de 6.4 em . 7.260 CURO de a n a i s estrutural Hiprestática .o método das forças qa2 12 - i M (duplamente rirn6tricol 736 - Esforcos normais nulos.

' Curso de anais estrutural f6prestádca .o metodo das fo- .v.

Se tivermos. pois absorve uma reação de apoio às custas de uma deformaçzo na direçáo da força absorvida. então. uma viga AB em que a rigidez do apoio @ se situe entre os dois limites extremos dos exemplos anteriores. associada a uma rotação 8. Temos. 111. pois. I Fip. ela se transmitirá ao apoio A e à viga CD que. dizer que o ponto B da viga CD é. C D ) uma força F no ponto em que apóia a estrutura dada (no caso B ) e calcular sua deformação 6. numericamente. e que representa a razão entre a força aplicada na mola e a defonnaçáo nela pmduzida por esta força (razão esta constante. então. Para conhecermos esta constante de mola. 111-3.2) Fip. 111-2. devido à rigidez infinita da parede @ . uma reação-momento M. este apoio oferecerá algum impedimento à Livre rotação. um apoio elástico. a viga funcionará. basta aplicarmos na estrutura que funciona como apoio ( n o caso. agora.ESTRUTURAS SOBRE APOIOS ELASTICOS te da mola valerá: 1 - Apoios elhticos discretos 1. a O esquema estrutural da viga AB é. pois estamos no regime elástico). o da Fig. apoiada em A num apoio do 20 gênero e. sob a ação da carga recebi. visto que náo existe rigidez suficiente para impedir totalmente a rotação.Estmtum sobre apoios elásticos CAPITULO I11 .1 . neste ponto. a viga AB da Fig. A consta- 1 I e O esquema desta última viga AB será. então.-M (111. dita constarite de mola.Defuiieo dos apoios elásticos a) Apoio eni mola (equivalente estaticamente ao apoio do 19 gênero) Seja a viga AB da Fig. Como as colunas têm condições (baixa rigidez) para impedir as rotaç6es de A e B. 111-4. b) Engaste elástico (equivalente estaticamente ao engaste perfeito) e @ não Seja a viga AB da Fig. . o da Fig. da. sob a ação de F. 111-1. 111-5. portanto. sobre a viga CD. se deformará. diante do caso de um vinculo que oferece reaçSmomento M associada a uma rotação 8 Chamaremos a tal vínculo engaste ekS. Estamos. em B. finalmente. aparecendo nele. A seção B da viga náo poderá @ar. pela constante k. esta viga funcionará como biapoiada. pois K = . como apoiada em A e engastada em B. e ele será definido pela constante K de engastamento elástico. Podemos.1 Seja. para a viga AB. ~7 Fip. 111-4 1 portanto. razão entre O momento M absorvi60 pelo engaste elástico e sua rotação 8 . Agindo uma carga P sobre AB. 111-2 A móla fica defmida.

Ex 111-i.1. acrescentar aos termos atd aqui considerados. tantas vezes as parcelas quantos forem as molas e engastes elástiws da estrutura. o trabalho virtual de deformaçáo de cada mola será dado por: 'virtual FF mola = F 8 =. uma deformaça0 6 = -). no k a t a d o de carregamento.2 a) Mola Caso a estrutura possua apoios em mola. A aplicação seguinte esclarecerá.3 . no cálculo dos EJc 6 .k . Basta. = 104 tm2 . K b) deslocamento vertical de C. por analogia com o caso anterior. respectivamente.1 111-6.6. uma força F e. deslocamentos virtuais exatamente iguais aos do estado de deformação. 111-6. 111-7. estas molas terão. os trabalhos virtuais de deforma$50 vêm multiplicados por &Ic.Para a estrutura da Fig. 1 1 1 8 qM 111. nas aplicações usuais. no caso: Trabalho virtual das forças ex?emas = Trabalho virtual de deformação da estrutura propriamente dita + Trabalho virtual de deformaçEo dos apoios elásticos.6. para o cálculo da Iiaste AB do quadro da Fig. kaicular: a) rotação relativa das tangentes elásticas em E: = lo4 mtlrad e k = .CXcflo de deformações em estruturas isostiticas Sabemos que. escreveremos: Trabalho virtual das forças externas = Trabalho virtual das forças internas. 111-6. temos: b) Engaste elástico Sendo M e os momentos atuantes no engaste elástico nos estados de deformação e de carregamento. Por exemplo. Dandese h estrutura. para cálculo de deformações em estruturas. F uma força F (ou seja. no estado de carregamento.curso & análise estmtunl Estruturas sobre apoios elástiws 267 .3 Observação: O apoio elástico estaticamente equivalente ao apoio do 2 O género ser& evidentemente. ld tlm. c) rotação da tangente A elástica em A. sendo a constante K de engastamento elástico ohtida pela razão entre o momento M aplicado na estrutura da Fig. Fia. ou seja.3 (que fun- Como. podemos analisá-la isoladamente a partir do esquema esiático da Fig. no estado de deformação.2 111. pois. teremos: ciona como engaste elástico) e a rotação que ele provoca no nó E. 111-6.2. resultante da associação de duas molas conforme indica a figura a seguir: 1. que tem El 1.Trabalho W i d de defonnsç~odcs apoios eiástims I .

9 x 1 0 3 rad (sentido: )) 4t b) Deslocamento vertical de C Temos. resolvido.4 x 10-3 rad (sentido horário) 4.'r268 Cursa de análise estmtural - ~~- Estruturas sobre apoios elhstims 1. 111-10 O sistema estático equivalente sendo o da Fg 111-11. imediatamente: BA = 3= K 104 = 2. 111-9. obtemos: F J = J'MÜI~ ~ ~ + 3 FF k + 3 K M M .9. As aplicaçtks seguintes esclarecerão.26. M = imt F = 1/47 Fia.4 269 O sistema estático equivalente sendo o indicado em 111.1 Fig. imediatamente: / 6 =C Fc = 4= 4 mm (para baixo) k 103 c) Rotação de A Temos.33 + 12. Sistema principal e hiperestatico A partir da Fig. 111. o ~ ~ problema das estruturas hiperestiticas está. A B n C A - Fig.8. K = 104mt/rad . E r 111-2 Obter o diagrama de momentos fletores para a viga da Fig. temos: i 2. ouseja 2 Diagramas no sistema principal 1tJm X1= lmt '. k = 10 tlm - - p@ 4 " '. também. 111-8 a) Rotação relativa em B Resolu@o de eshuturas hipemtstiw Conhecidos os E J . 6 = - 18.83 X1 = O . Equação de compatibilidade: .9 1.5mt 111. São dados: 4 = lo5 tm2 . temos: . 111-10.

181-14 Observação: A partir das expresses (111. Sistema principal e hiperutático Ex. no caso. 111. Hiperestático: X1 = 2. cujas fibras superiores 6 sofrem uma diminuição de 20 OC. S%odados: 5. 1 14 .x 3 x 3 x 3 + 2 ~ 3 ~ 3 ~ lo4 + 1 x -x 3 103 - " Fio. IU-3 . 111-15 A 8 = BC = 3m Temos: 1.374 mm (para b u o ) rotação da tangente em i: Bg = 2.270 Curso de m6lk e ~ t n i t d Esbuhuar sobre apoios ciústicoa 5.l rn 111.Resolver a grelha da Fig.05 x 1 0 4 rad (sentido anti? horario). Diagramas fmais Fio.62 6.2) sabemos.1 u = lo-S/oc . Ex. 111-15 para um recalque de cima para baixo de 1 cm do apoio A. São dados: E J = G J ~= 104tm2 k = 104tim Altura da viga: h = 0. 111-19-1. que: deslocamento vertical de A: y~ = 0. Diagrama final 3 Cglculo dos m c 6 .Calcular o deslocamento vertical do ponto A 1- A $ ) y B/txl Fio. Hiperestático X1 = 0. da viga-balcHo da Fig.05 2 Diagramas no sistema principal 6.1) e (111. 1 Wc611= 2 x 3.18 Fip.19. mantendo-se caistante a temperatura das fibras inferiores.

temos. podem ser considerados como um apoio elástico contínuo). com rigidez H . ção.15 do cap.. em cada se. 111-19.X~ A = O 2 vezes derivada.= .. Deslocamento vertical de A: - .0. v.-I . carregada com uma carga distribuída q ( x ) e repousando sobre um meio elástico que. "'Z I.-%. Sistema principal e hiperestático Estmhnas sobre apoios dsstiios 273 10 terreno (que se constitui. Diagramas no sistema principal De acordo com o item 2. I Fig. vido à pequena distância que guardam entre si em relação ao comprimento total do trilho.. com precisão satisfatória.I( . Temos..35 . então.2 Estudaremos o caso em que a peça sobre o apoio elástico .935 mm (para cima) 2 - Apoios elktiws contínuos 2.=ontfnuo tenha inbrcia constante'.Curso de anáiis estrutural Levando em conta que.20 + 2. de. Hiperestático X1 = 9.1 . q (xl 2.#. a partir da equação diferencial das vigas íietidas 4. possam.20 3. para atuação de X1 = 1: . 11.. igual a ky.14 Xl 6 . Equação de compatibilidade 5. a ' Este tbpico visa apresentar ao leitor as bases para o estudo estático e elástiw da flexáo simples de vigas suportadas diretamente pe- Suporemos o meio elástiw capaz de fornecer reaçócs para qualquer sentida deslocamento y (positivo ou negativo): de . para o funcionamento da estrutura como grelha. não importa qual a variação de temperatura sofrida pelo centro de gravidade da seção. sendo k a constante de mola d o meio elástico que serve de apoio.--Irt-- =z Fig. ser considerados contínuos.. rccomen&or a leltu!a do capitulo wrrespandente do livm de M. de trilhos de estradas de feno (wportados por dormentes que. num apoio elástico c o n t i n u o para elas). Ann Arbor.introdução O caso de inércia variável tornar5 mais complexas as equa 6er diferenciais a integrar para resoluçáo do problema Para este raso.-- . de estacas verticais submetidas a cargas horizontais em seu topo (o terreno em contato com os fustes das estacas ser6 o apoio elástico e de quaisquer outros tipos de pec. HetPnyi: Beomr on Elosric Foundaftons. em relação a x: 6. 111-20.x o4 104 I Seja o trecho Atl da viga. 111.a do exemplo 11. .2 r o s O ) d o + .~. exerce sobre a viga uma reação de apoio proporcional ao deslocamento vertical y sofrido por esta seç%02. --..as cujos apoios elásti. . temos: I. Cálculo dos EJ 6 : Temos: EJ 6 = r ( s e n 2 0 + I + c u s 2 0 .. cuja equação diferencial pode ser prontamente obtida a partir do esquema da Fig.. membro a membro.

a partir de cuja solução.C4 cos Xx) V* Levando agora e conta que. empregaremos o princípio da superposição de efeitos. submetida h carga P aplicada em O.1 . com o que ficamos com: I I I . devemos ter C1 = C2 = 0. obtemos: ~ ( x = dr = . obteríamos: 6 + 2& E + l d y 2 r dx4 d2W " d*2 J dx3 dx dx2 1 I Em nosso niudo. Y(X) = e X x( c 1 C- x x + C* sen h)+ . estudaremos inicialmente os efeitos de uma carga concentrada isolada. devemos ter m riável. devido 2 simetria existente.AtunHo de uma carga mnantrada Seja a viga de comprimento infinito da Fig.' ~(C3 cos Xx + C4 sen Xx + C3 sen Xx ) - . a equação diferencial fundamental para o estudo das vigas sobre base elástica. .21. dados por: k -4EJ 4 Fip. conheceremosos esforços simples atuantes numa seção genérica da viga.~ e .) = O (já que a carga P não exercerá influência sobre uma seção infinitamente distante de seu ponto de aplicação). 111. no caso: que 0. entzo. a partir de (111-5). 111.h e /c3 X x + C4 sen X x ) 1 Na resolução das vigas sobre base elhstica. cuja soiução 6: será.I 274 Curso de anáüs eshuturd II btnitursp sobre apoios eiáaticos 275 da Fig. conforme veremos nos próximos itens deste tópico. a partir dos quais podemos obter os efeitos provocados por quaisquer outros tipos de carregamento. ntamos supondo também que a constante de moia do meio clistico seja constante. 22 i Passemos â determinação das constantes de integração. Adotando o sistema de eixos x O 3 ' Já que estamos analisando o caso de inércia mnsuntc.Vigas de mmpnmento infinito I 2. dada por 4y =o. temos. sendo assim.I _ dx2 1 Derivando. Levando em conta que y ( . levando em conta que q(x)= 0: I Levando em conta que a segunda derivada do momento fletor em relação i abscissa que descreve a viga é igual à taxa de carga distribuída com sinal trocado. y(x). obtemos.21. No caso de inércia & = .2. vem: %Y + 4 dx4 A rotação da tangente i elástica numa seção gentrica evidentemente. 111-21 (111-9) Fazendo h4 = (III-10).

17) (111-18) .e-Ix(COS Xx + se? Xx) 2k > 0: F g 111-22 i. I I Mlrle Q(xJ são tunfóes lineares de P Isto prova a validadc do emprcgo do principio da .h x (cos xx + sen X X ) (111. temos as seguintes wnvenções 2e sinais: P e y são positivos quando de cima para baixo.da carga P(x= O).P/2 5 . CfXx) e D(Xx). d e f ~ d a pelas igualdades (111-17) a (111-20) e tabeladas. ~ ( x ) . ~uperposifão de efeitos. 6 As expresròer (111.M(x) e Q(x) se encontram na Fig. podemos escrever: 1 (sen xx cos Ax) d2 M ( x ) = -EJ 2 = . então. 9 é positivo quando no sentido dos ponteiros do rel6gio(sentido horário). a introdução das ~ s funções A(Xx).. b) Para facilitar o t r a b numdriw do engenheiro. a partir da? equaçõcs dcduzidas. com o que pudemos trafnr os gráficos Nmplctos. (111-1 3) (111-14) (111-15) (111-16) V(x) = 'h2 . Permite a simplificação das equações (111. sabemos tambhm que: Q (O+) = .E edXx cos X x 2 Os gráficos das funções y(x).Estmtiuas sobre i p i m dbrticos 277 rotaç6es nulas da tangente à elástica na origem. válidas somente para x Po ritivo. B(Xx).13) a (IIi-16) para a forma indicada em (111-21) a (111-24). simplificando-se a igualdade (III) 11) para y(x) = c3 e . vxf: Obsenqões: a) Para emprego das equações (111-13) a (111-Ió). cotn o que obtemos. obtemos. calculando a e q u a f ã o válida para x positivo. para os diversos valores de (Xx) na tabela XVIII. sabemos que a funções y l x ) c M ( x ) 150 rimitriçai e ar funcóes V@) eQ(x1 anti-simétricas.-e-'X k sen xx P M(x) = 4X e x(cos xx .~ No ponto de aplicaçao .13) a (111-16) mostram pue as funçáes y l x ) . da condição: ~ ( 0 = 0. que C3 = C4 . 111.22. de que falamos na introdução deste tópico i Devido i simeiria cstática exirtcntc.2 EJ dx2 h2c3 e . finalmente: O problema está então resolvido e temos para x P X y(x) = . M e Q têm seus sinais obedecendo convenç6es clássicas de sinais adotados no estudo das vigas. AfAx)= e-Xx (cos Xx + sen Xx) BIXx) = e-Xx sen xx (111.sen X X ) A I Q(x) = .' x - Devido à simetria existente. temos 5 Estamos.12) a partir da qual.

111-5 . imediato. C(Xx) e D(Ax) nos serso de enorme auxilio. mediante o emprego das expressões (111-21) a (111-24) .sen Xx) (111-19) (111-20) O cálculo dos efeitos estáticos e elástim para o caso seri. então. 111-23.Obter os deslocamentos verticais e os momentos fletores atuantes sob os pontos de aplicação das cargas de 5 t indicadas na Fig. para a viga infinita cuja rigidez vale EJ = 103 tm2. com o auxílio da tabela XVIII. B(Ax). repousando sobre um meio elástico cuja constante de mo-. Ex. m m o quando estivermos com outros tipos de carregamentos. Conforme ver6 o leitor ao longo deste t6pic0. . la é k = 4 x l d tlm2. as funçer' Afix).q h x ) = e-Ix (ccis Xx D ( X X ) = e-Xx cos hx .

aplicada na origem 0.1. obtemos para x M A2 o Y/X) = Bw ( (111-25) [ . d2Y = M/x) =-El-WAX) dr2 2 Q(x)=-FJ---d3y .2xBfix) I = Mo x2 --. empregando o principio da superposição de efeitos. a partir do quadro de valores a seguir. Fip. a ten8endo para zero.BIAX) k I k > O: q x ) = dy L - dx Mo = -.. submetida à atuaçáo <te uma carga-momento M . 111-24. 5 22. que: = . Podemos fazer o pr* o blema recair no anterior se encararmos a carga-momento M como um limite do carregamento indicado em 111-24.-A .2 quando. Como 0 b S e ~ a ~ á o interessante a respeito deste exercício.MOA 2k Ievando em conta a expressão recemdeduzida.respectivamente.Eairuturss s o b apoios elpsticos No caso: 281 1 efeitos para x > 0: C= + . 111-26 .A3 k c/xx) (111-26) (111-27) (111-28) Devido à simetria existente (pois a viga é infinita). queremos chamar a atenção do leitor para o fato de que o momento fletor máximo atuante na viga devido à açáo de 4 cargas concentradas é no caso. os valores encontrados para as seções O e A são também válidos para as seções 0' e A'. (111-17) e (111-18). temos. levando em wnta (II1-21). temos. igual a 65% daquele que ocorreria se tivéssemos a atuação de uma única carga concentrada.Atuaçáo de uma cargamomento Seja a viga infinita da Fig. Escolhendo para origem do sistema de coordenadas a primei- ra das cargas concentradas. Assim.M A A /Axl dr3.2 . o produto Pa tender para Mo. empregando o principio da superposiçZo de %.-.

eacrever que: I Por procedimento inteiramente anáiogo. os gráficos indicados na Fi& 111-25. definida por suas distâncias a e h aos pontos A e B. obtemos: .e-Ab cos u) Podemos. devido à anti-simetria da solicitação. temos: i (COS XX + sen h x ) & = 3. submetida A carga unifonnemente distribuída q atuante no trecho AB. obtidos levando em conta que.27 Partindo do esquema da Fig.Atus@o de carga unifonnemente distribuída a) Seções sab o c 4 disnibuida ~ Seja a viga da Fig.e-Ao COS h=) + (1 .l 3 t m ~ ssob= apoios elásticos r 283 Temos. que: V Fia. escrever que: +m h ) ] = $ [(i . 111-26.e-Ab cos . então. Calculemos os efeitos desta carga distribuída na seção C. temos. Em particular. levando em conta que a influencia de carga concentrada infinitesimal qdx sobre o deslocamento vertical da seçáo C é: b) Seçóes fora do trecho compreendido sob o mwegamento disiribuido ~ Y = <Idrh C e-Xx (cos ~ x sen + XX).3 .b) Podemos. entHo. entzo. MC e QC . os valores no ponto de aplicação de M o sáo: I Procedendo. teremos: 22. nI-27. respectivamente.de modo inteiw n t e análogo ao empregado para a obtenção deYC. as funções y(x) e M(x) são anti-simétricas e as funções V(x) e Q(x) são simétricas. 111. Empregando o principio da superposição de efeitos. para O cáiculo de Vc.(e-'' 2k cos xu .

poderemos escrever que: .3. submetida ao carregamento indicado. Iii-29.um procedimento aproximado bastante simples para se obter a solução do problema consistirá em subs tituir o carregamento distribuido por um númem finito de cargas mncentradas Pi que o reproduzam e. . evidentemente. tanto maior quanto maior for o númem das cargas conoentradas Pi em que for dividido o carregamento distribuído. o deslocamento vertical da seção C será dado por A precisão de tal procedimento será. MC e QC. 111-28.1 i semi-lúinitas - Vias s e m i .i i i t a s com bordo l i agindo-se de maneira andloga para a obtenção de IPc. QC . da Fig. a solução do problema seri ainda obtida empregando-se o principio da superposição de efeitos. Quando a funçáo q ( x ) for tal que impossibüite as integrações necessárias ao cálculo de yc.. Vejamos a maneira pela qual podemos fazer com que sua resolução recaia na resolução de uma Viga . que desejamos resolver. por exemplo. Seja a viga semi-infbita da Fig. 23 yc = &[ q(x) (cos AX + sen AX) h.Para a atuaçzo de um carregamento disttibuido qualquer. Para o caso. a partir das expressões (111-21) a (11124).. -V 2.1.

111.2. Ex. 111-29. em A. sua diferença estática da viga semi-infinita da Fig. em AW. o momento fletor atuante sob a carga si dado. Temos. OD . Levando em conta as expressões deduzidas no item 2. a - ou *a: P M E = . em A. levando em conta que M*=& C(Aa) e Q A =P D ( X ~ ) : ~ obtendo.286 Cuiso de anríli estrutural I Estminns sobn apoios elbsücos 287 infiita @roblema já resolvido no item 2.2 D 2f i a ) ] 4A E& 111-7.31. 111-29. de um momento fletor MA e de um esforce cortante QA. a resolução da viga semi-infinita da F i e IU-29. 111-30. que mant&m a continuidade entre os trechos semi-infinitos de viga à esquerda e à direita de A. Caso tivéssemos MA = QA = O .2. 111. sua resolução será idêntica à da viga semi-infinita da Fig.1 residiria na existência. acrescido das cargas Po e Mo d e fiidas em (11141) e (III42). isti. de um momento que fletor (-MA) e de um esforço cortante (aA) tornem inativa a parte da viga infinita à esquerda de A. no caso. então.2 deste tópim). submetida ao carregamento indicado. sabemos que o momento fletor ~ e d i d o pode ser obtido a partir da viga infinita da Fig. Isto pode ser facilmente conseguido se aplicarmos à viga infinita. por: P ser8 Asim. submetida ao mesmo carregamento que o da semi-infinita dada. Se tivéssemos a resolver a viga infinita da Fig.1.. empregando-se o principio da superposição de efeitos. obter o momento fletor sob O ponto de aplicaçáo da carga P.[ I + C 2(Ao).6 Para a viga semi-infinita da Fig. IIM2 submetida ao carregamento indicado. quereriadizer que n80 existe ação estática da parte (carregada) da viga 6 direita de A sobre a parte (descarregada) da viga esquerda de A.1 será a resoluçáo da viga infinita da Fig 111-29.Resolver a viga semi-infinita da Fig. 111-29. uma carga vertical Po e um momento Mo tais que promovam o aparecimento. devemos ter: h b d o das conclusões tiradas neste item. atuantes em Aeq.3. então: I \ Po=4(XM~ + QA! Asm sendo. assim. em que Po e Mo Sáo obtidos a partir das expressões (11141) e (111-42).MA e QA para a viga infinita da Fig. se conseguirmos fazer desaparecer . 111-29. que não estaria.2. trabaihando.

no caso. submetida ao mesmo carregamento que a da viga semi-infinita. obtemos. 111-33 A resoluçso deste sistema nos fornece Assi. a resolução pode ser feita para a viga infinita da Fig. 111. y =M = O . Po e Mo devem ser tais que provoquem o aparecimento. que ser50 obtidas respeitando-se as condições de contorno do problema que são.2 . acrescido das cargas Po e Mo. 111-34.35 submetida ao Carregamento indicado. na viga infinita. pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em AeSq. ) .\r* smiciníininitsr com bordo artieulado Para o caso de vigas semi-infinitas c6m bordo articulado re.1.Resolver a viga semi-infinita da Fig. ao mesmo carregamento que o da viga semi-infinita. U1-34. Ex. o deslo-ento . 111-33.hrtant~d e vemos ter: C O3!/ s/// * A I//% - m .2. sendo YA e M . .) - i. iII-8 . a solução do problema. para o ponto A.3. Levando então em conta que (jh que a carga está em ~ d i r . a partir das expressões (11121) a (111-24) e (111-25) a (111-28).=///~//&-@~//&-//~/// I 1 I tv Fig. válida para x O. aplicadas em Aesq.1 ser6 a resoluçáo da viga infinita da Fig. eo mento fletor que existiam em A se a viga infinita estivesse submetida. submetida ao mesmo carregamehto que o da semi-infinita dada. a partir de (11141) e (11142): Assim sendo. para a determinação de Po e Mo. apenas. obtendo-se. suporemos P aplicado em Adir. submetida ao carregamento indicado nesta figura.2. de um deslocamento vertical (-yA) e de um momento fletor (-MA) em A. d e fmidas em (IU-43) e (11141. pelo emprego do principio de superposição de efeitos: P + P o = 4P 0 > premitado na Fig. analogamente ao que se expôs para o caso das vigas semi-infinitas com bordo livre. 2. a resoluç%o da viga semioinfinita da Fig. Sendo assim. 111-34.288 Cuiso de anúiise estrutural A fim de evitar problemas com condiçaes de contorno. 111-34.//.

38 Suporemos o momento Po e Mo. Fig.46): - .Para a viga semi-infinita da Fig. acrescido das cargas Po e Mo aplicadas em Aexl. 111-37./3& * Fig.2. a partir de (11145) e (111....>"m#s. a resoluçEo da viga semi-infinita w m bordo engastado da Fig.1 e 2.e. . 1II-36. obtendo-se. I . para a viga infinita da.3. . obtemos: Assim sendo.ciM A A . . -.a viga infuiita da Fig.38.~w1 . I obtemos.. 4 2 - OD ---r. No caso.S.. 111. =. 111-37. enião. a partir de (11143) e (n1-44): I ! Dai. Por analogia com os c h s antdores.fi-2fi OD Eshitiuas sobra apoios elásticos 291 . as condições de contorno a satisfazer para o borda engastado A sáo ).35 I V Fio. 111. para . submetida ao carregamento indicado.. - I U . 233 . pode ser obtida a partir da viga infinita da Fig. levando em conta que. válida para x > O.. pelas mesmas razões já discutidas nos itens 23.2 submetida ao mesmo carregamento que a semi-infinita dada. obtendo-se: E% nI-9. em conta que. = 1P = O. obter o momento fletor atuante sob o ponto de aplicação da carga P.. a soluç%o do problema.%n/ .3.1 será a da viga infinita da Fig. A !"t=*s. aplicado em Ad" para fins de detenninaçEo de Levando. obtemos.Vias semi-iifinitss com bordo enpptado I No caso. então. os valores de Po e Mo a partir das expesóesseguintes em que Y e +'A são o deslocamento vertical e a mtaçáo em A na viga inA finita devidos ao carregamento aplicado na viga semi-infmita. 111.

"F . IIMI. obteremos os valores de PoA. e MoB devem satisfazer às seguintes condiçks (obtida por superposição de efeitos. devidos ao mesmo carregamento que o aplicado na viga finita.~ t i m apoios dásticoa . 1938. QB e MB os esforços cortantes e momentos fietores atuantes.uoA . a parür do e i quema da Fig. as cargas PoAr . por: C (O) + P 4h C(A1) + M 2 D(0) + A 2 M Dfi[)=-MA ou seja: f l f ~ = L 4A [ 1 . o que permitirá a decomposição do sistema de 4 equações a 4 incógnitas para determinação dos valores de PoA. 11140. as cargas P o e mo^ (aplicadas em A"q ) e PB e mo^ (aplicadas em &ir) ~ . ao carregamento atuante. Bulirn. Sendo. w m isto. Heiényi no Rclat6rio Final do Congrew da Associação Internacional de Pontes e Grandes Fstmturu. na viga infinita M = Q = O em A e 6): . da Fig.de cbmprimento i . as partes da viga infinita à esquerda de A e à direita de B estarão inertes 66 que não há transmissão de esforços nestas SF ç&s). tais que façam com que apareçam. Procedimento lançado por Hetenyi. por M. nas seções A e B da viga infinita. P o e MOB al foi o em 2 sistemas independentes de 2 equações a 2 indgnitas. empregando o ptincípio da superposição de efeitos. Este pmcerso foi apresentado. na resolução de urna viga infinita. par exemplo.28 (Aa) D &a) ] 2. grandemente simplificado se empregarmos o artifício do ananjo de cagar. resolver a viga fuiita com bordos1ivres. no entanto. na viga infinita.-! t _ - I *v P o ~?A . MoA. dado. c b gamos ao momento fletor atuante sob a carga P.4. lIU1 i" -7~ - . desde que acrescentemos. Pog.que nos permitirão resolver a viga finita dada como a nga uifinita da Fig. que apresentaremos a seguir. p l s primeira vez. Sua resolução será idêntica à da viga iniiita da Fig.A (Xa) CIAa) . Seja. submetida ao carregamento indicado. Fio llC40 Fk. Resolvido o sistema anterior. nas seç&s A e B.CLIO de bordos lims A solução de uma viga finita sobre base elástica pode ser feita recair. levando em wnta que devemos ter. Daí. i i sobe 293 mmentos fletons e esforços cortantes de mesmo módulo e sinais opo* tos aos provocados pelo carregamento da viga finita aplicado na viga infinita Desta fomia. e MoB . os resultados obtidos para o trecho AB da viga infdta reproduzirão fielmente o comportamento da viga finita AB dada. analogamente ao caso da viga semi-infinita. IIM1.1 . então QA MA. 111-39. para esta ultima. O trabaiho algbbtiw de resolução do problema pode ser.

adotunor cvmo carregamento uma única .h e t n è ò m Impondo. defi~da'por (IIESO) e tabelada na tabela XWI: A 4 carga conccnhsda P.(M). e . 11143. a partir da funçso E. I \ Qfi a) Caso simétrico Impondo ao caso da Fig. III42. chamando de $ e A o momento iietor e o esforço cortante atuantes em A. seus sentidos sertío os h .~ Empregandc-se o artifício do a r 4 0 de cargas. As expressões ue dcdurircmoi IPo dkia para qudqun encgamento atumtc: apenas. 11143. II143. por c o d i d a d e de ipresentaçüo. agora.nocm de valores negativas.2 (carregamento anti-sim6trico).2.l. as mdiçóes de contorno. ( A I ) definida por 11147 e tabelada na tabela XVIII: Y 2(sen hhl + sen A I) I' Fip. as duas cargas concentradas. devidos ao carregamento simétrico atuante no trecho AB (no caso. as duas cargas . chamando de e Q o momento fletor e o esforço cortante atuantes em A d h : dosao carregamento anti-simetrim atuante no trecho AB (no caso. respectivamente. M = Q = O em A e E. sua resolução será a soma das resoluções dos casos das Figs. ao caso da F i i 11143.& : . i 11143.S j a resolver a viga com bordos livres da Fig. concentradas iguais a PI2): A solução do sistema nos fornece.subme& da ao carregamento indi~ado. lll-42 Obscrw@: Se obtivemos valores positivos para $ eMSo . os sentidos c o n e tos seráo contrários aos indicadas na figura. ~ a aplicar no caso da Fig.1 (carregamento simétrico) e anti-smetncas as cargas pO e M a O aplicar no caw da Fik 11143. a partir dafunçtío E. sendo sim6tricas as cargas . rmpeetivamente. O I( r A soluçtío do sistema nos fornece. temos.1. a) C ~ M t i . de sentidos opostos e módulo P/2): 4 Determinemos: entgo os valores de P . .e e 4.1 (carregamento sim&rico) e 11143. as condiq3es de contorno M = Q = O em A e E.2 (carregamento anti-sim& trico). temos. -dicados na Fig.

a resolução da viga fimta biengaatada sobre base elástica da Fik 11145. MA. em A e B.1. acrescidas das cargas $ e M para o primeiro caso. podemos dizer que a resolução da viga finita da Fig 111-44.4.(Valores positivos de P : 11143. 1114. agora. as duas cargas de sentidos opostos de PD). F8 (A I ) e Fa (LI) são duas funções auxiliares para o cálculo. Concluindo. si30 dados por: 6 P" - regament~'~. submetidas. 1114.2. (11149). y = M =O.2 e 1114.52). caso. e em que: MJ e yfi são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da do viga infinita da Fig. carregamento.) e 4 confumaráo os sentidos indicados na Fig. pode ser decomposta na resolução de duas vigas infinitas sobre base elástica. cargas Os valores de $. y = M = 0.1. acrescidas das cargas para o I? caso. às parcelas simétrica e anti-sibtrica do carregamento.3. respectivamente. e das : e @ no segundo caco. defuiidas pelas expressóes (111-57) e (111. e das cargas % e @ no 2? m . em A e b'.58) e tabeladas na tabela XVIII: 2. as duas cargas de mesmo sentido de P/2).4. às parcelas simétrica e anti-simétrica do car- - 4 YI I 2. acrescida das cargas e @ aplicadas em AeSq e Bil< 0 s v a lores de P : . será a soma da resoluÇHo das vigas infinitas das Figs.3 submetidas respectivamente.4. a primeira delas submetida a parcela simétrica do. agindo de modo inteiramente análogo ao adoiado no item 2. e (obtidos respeitandc-se as wndiçóes de contorno. acrescida das cargas $ e M aplicadas em : Aesq e fJdlr e a segunda submetida à parcela anti-simbtriea p carrega mento.3 . Assim.2 e 11145. a resolução de uma viga finita AB com bordoS livres sobre base elástica.2.M:.3 submetida apenas à parcela anti-simétrica do carregamento (nocaso.1 será a soma da resolução das vigas infinitas das Figs. para o carregamento simétrico e anti-simétrico) são dados por: 'e 10 W q u e r que reja ele . e são o momento fletor e o deslocamento vertical da seção A da viga infuiita da Fi 1114.2 C s de bordos articulados ao A Única diferença do caso de bordos articulados para o m o de bordos livres 6 que as condições de contorno são.cujos valores (obtidos respeitando-se as condiçoes de bordo para o . (111-51) e (111. 11145.Cmo de bordos engastados Analogamente aos casos anteriores. eM : estão definidos nas express6es (11148). submetida apenas à parcela simétrica carngamento (no caso. e que são y = V = O).

que tem A1 = 1 Leiando em conta que AI B M = 1. a resoluçáo da viga i n f ~ t a Fig. conforme 6 o caso da viga da Fig 11148. temos finalmente: + 2 t 112 + C ///s///=///= ///S// /ns Fio. entáo. foi possível d e a n p o r a resolução do problema na resolução das parcelas simétrica e anti-simbtrica do carregamento atuante. I l ~ 6 No casv. será a da viga infinita A = P . que. no caso de viga finitas com condiçóes de bordo simétriCas.X 1 . na viga infinita. mmo X l = I. Caso as mndiçües de bordo do problema não sejam. às parcelas simétrica e anti-sim& trica do carregamento amante na viga finita dada. III-10 -Calcular o deslocamento verti& e o momento fletor atuante sob a carga P para a viga finita. como o carregamento atuante já C simétrico. e n m .D ( -)A I 2 2 e Mi P = 4~ C . de . QS a) V I . a partir do que vimos no inicio do item 2. submetida. respectivamente.47 submetida ao cmeda gamento indicado. 4. sua resoluç%o. as funções E S N ) e E (Ai) são as mesmas do caso de bordos livres e os valores y. bordos lines da Fig. v2 Empngsndo. dados por / 2 1 Fig.4. A resolução da viga íinita dada será.4.1.Exemplo de aplicaçãa Ex. vêm: e = 0. levando em conta que .4 . 111. s t e remos a parcela simétrica a estudar. o principio de superposiçáo de efeitos. entretanto. sidtricas. y! e representam o deslocamento vertical e a mtaçso da tangente H elhtica em A. 111-48 . 111-46.! NO ..1 deste t6piw.94P Nestas expressões. obtemos: 2. sendo os valores de M e p obtidos das expressões : : (111-48) e (111-49).

Para I l 1 Or vaiores iqiresentados d o o s recomendados par Bowles em seu livm "Foun.60 e 5. pode ser obtida a partir dos valores de c. pois. deve dar uma resultante coincidindo em módulo e direção com a resultante do carregamento aplicado na viga). Hetinyi. 11149 Sabemos. podemos obter as equações dos esforços cortantes e momentos fletores atuantes na viga. Por procedimento inteiramente anaogo. que será uma pressão linearmente distribuída ao longo da viga. p demos tabelar a solução dos diversos tipos de vigas finitas sobre base elástica para os carregamentos que mais ocorrem na prática.2. e) Os casos de carregamento tabelados na tabela XIX nos permitem também a resolução de vigas contínuas sobre base elástica.2 '2 < > Para o primeiro grupo. que sua deformada é uma linha reta. Posta e torção. viga AB = BC v~ (atas duas rotações podem ser determinadas a partir dos d o r e s de y tabelados na tabela XIX). acrescido do momento M de continuidade em B para as vigas AB e BC. . pelo emprego das expressões (111-6) a (111-8). de bases elásticas 'com constante de mola variável. dada por k = c b. entZo. sendo tamdation Analyrb and Durgn". submetidas ao mesmo carregamento que a viga continua. MA = O i 1 I Ye = o vg =o. tendem rapidamente para zero se AI > r ) de modo que.. preferimos. ficar com os primeiros valo.4. poderemos resolver vigas contínuas sobre base elástica com maior número de vãos." d) Em função do valor do produto ( A I). podemos supor que o outro esteja infinitamente afastado (considerando. res (sugeridos por Hetényi). do ponto de visfa estático. é o que está feito na tabela XIX. D (AI). recomendamos a leitura dos capítulos wrrespondentes " livro de M . 0 . a equação dos deslocamentos verticais y da viga a partir da qual. a partir do esquema da Fig. de ocorrência de flexão com. podemos dizer que A ( A I / . que será determinado levando em conta que . por ser sua deformaçso elástica muito pequena em wmparaçáo com a deformago do apoio elástico continuo. são importantes as deformaçóes elásticas da viga em presença das deformações do apoio elástico. considerandea como infinitamente rígida. . podemos classificar as vigas finitas em três grupos: TI4 I? grupo: vigas curtas: 1 1 2P grupo: vigas médias: r 14 < XI < r n 39 grupo: vigas longas: XI I Queremos chamar a atenção para o fato de que Timoshenko sugere. já citado neste tópiw.. tais como os casos de vigas de inércia variável. em que b. estudo de problemas mais wmplexos. f .': 11149. para cada caso. McGraw HiU 111.2 i . e M ! obtidos das i I YA =o bém importante a uifluência de cargas atuantes num bordo sobre o outro bordo. tPf U. a viga como semi-infdta).Estmtunt so&e apoios eiásticos 301 da Fig. estudadas com todo o rigor.1 Fig. . t + 3. ao se estudar um de seus bordos. C a largura da viga em contacto com o solo e c o coeficiente de recalques do solo. b) Partindo dos princípios e express&s apresentados neste item 2. obtida por simples considerações de estatica (a reaçáo do apoio elástico contínuo. então. podemos desprezar por completoafle xáo danga. a influência das cargas atuantes num dos bordos sobre o outro bordo 6 muito pequena (isto C. o problema está resolvido. que resolverá o problema. onde fornecemos.49. para as vigas do terceiro grupo. 11149. tabelados na tabela XX para os diferentes tipos de solo. que caracteriza a rigidez relativa da viga em relação à sua base elástica. os valores 0. sendo os valores de f$ wndiçaes de bordo: . bem wmo das rotações das tangentes à elástica.1. que podemos encarar a resolução da viga continua dada como sendo a resoluçáo das duas vigas isost&ticasindependentes AB e BC. resolver a viga contínua sobre base elástica da Fig. \ . 11149. consideraremos. vigas deste grupo devem ser. se. que nos wnduziráo a um sistema de 4 equações a 4 incógnitas. senZo vejamos: Seja. relativos a vigas sobre base elástica. ao invés dos d o r e s e para limitar o caso de vigas médias.2. pois já fornecem uma precisa0 bastante satisfatória para os cálculos usuais em engenharia. dentro da teoria apresentada neste item. o segundo grupo. Determinado o valor de M. entretanto. c) Para o caso de vigas cuja base elástica é uma camada de solo. Finahiente. 11148. por exemplo. A A 1.. a constante de mola k do meio elástico.

.

TABELA XX

- COEFICIENTES DE RECALQUE DE SOLOS
c ítJrn3)
TIPO DE SOLO

Eatruturm sobre apoios d8sticos
3

305

- Roblemss

pmpost~ 3.1 - h a a estrutura isostática da Fig. 111-50. cujas barras verticais tém inércia J e cuja barra curva tem inércia variando segun, do a lei Jm = 1, sendo Jm = -$-I,, pedem-se: JcosV
a) rotação relativa das tangentes à elástica em E:

6) deslocamento horizontal de C ; c) deslocamento vekical de D.
São dados: (m&quadro = 5 x lo3 tm2 (ESjtirante = 2,s x lo3t k = 103 tlm

A

par. 2?gau

argiia muito rija préadensada 5,0 x ld

3.2 - Calcular as n q õ e s verticais nas molas, para a viga da Fig 111-51, que tem inércia infinita.

I'
dura
10 1o3

I'
Im

+Im

-) i L -

+

lm

Fip. 11161

3.3

- Resolver o problema anterior, supondo todas as molas com mesma
constante k

3.4

- Para a grelha da

Fig. 111-52, pedem-se os deslocamen?os verticais I dos pontos A e E. Dados:

Fip. 111-64

3.7- Calcular o ddoeamento vertical de A para a viga-baleao da Fig. 111-55. Dados: Ell = 2,4 x lo4 tm2 GJt = 1,6 x 104 tm2
i = 104 t/m c

3.5 -Calcular as reaçlles de apoio para a grelha da Fig. para a qual temos . 2 = 2;Hr 2 0 0 3 E GJt k

111.53,

3.8

- Mostrar, para a viga infmita a b r e base elástica, da Fi& 111-56,
que o momento fletor atuante na seção C indicada 6 dado Pr: .,fC = [ A (h@) A (hb) -2hf ~ ( h b ) ]

-

-

3.6- Obter o deslocamento vertical de C para a grelha da Fig. 111-54. São dados :
I
Fip. 111-56

l2 Para os problemas 3.8 a 3.14. são dados E l e k.

3.9

- Resolver a viga semi-infita da Fi 111-57 para o carregamento indicado.

3.13 3.14 3.15

- Calcular a rotaçso da tangente
Fig. 111.59.

à elástica em A para a viga da
F i 111-60.

- Calcular a flecha máxima para a viga da - Calcular a rotação das tangentes

i

à elástica em A. B e Cpara a viga da Fig, UI-61, empregando a tabela XM. São dados: A1 = 1, EJ.

Fig. 111-ó7

3.10 - Mostrar que as rea* de apoio no engaste da viga semi-infinita da Fig. 111-58 são dadas por

M = 2~~ H L !

k

e

V = 9 A
Fig. 11141

4

- Resposts dos p m e pmpostos.

3.1
Fig. t i t a s

-

a) 0,89 x 10-'rad

(f?) ; b) 5,19mm(-r)

;

c) 2.75 mm (4)

3.1 1 - Calcular, sem o emprego da tabela XE, o mommto fletor atuante em C para a viga fuiita da F i 111-59.

3.2 3.3 3.4 3.5

9P. 1 63 P -, 1op ' I p e 1 ,de baixo paracima 26 13 26 Todas as reações iguais a P ,de baixo para cima 2

-

- 1,8 mm e 4.6 mm, de cima para baixo - Nos engastes: V = 1.81 t ; M = 7,08 mt ; T = 10,86 mt
Na mola: V = 6,38 t

Fie. 111-69

3.12

- Calcular, sem o emprego da tabela XM, os momentos gastamento perfeito para a viga tinita da Fi. 111-60.
q

de en-

3.6 3.7 3.9

- 2,16 mrn, para baixo

-

0,105 mm, para baixo

2MA2 - y = - -C ( A x ) ; v=- 4MX3 D ( X X ) ; M = M A ( x x ) ; k k
Q=-2MAB(Ax)

1

I
Fip. lll.60

11 - M C ' 9 x sen h AI sen A I 2 2 c m h X 1 + coshl .310 3.- .

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