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Relatorio Aula de Campo - Joao Bastos e Antonio

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Relatório da aula de campo à Paradinha, Alvarenga, Arouca.
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04/21/2013

Trabalho elaborado por

:
António Tavares nº5 e João Bastos nº15 10ºA

Biologia-Geologia, 9 de Dezembro de 2011

Relatório da Visita de Estudo ao Paleozoico da Paradinha, Biologia-Geologia

Índice:
Introdução........................................................................................................................... 3       Enquadramento Geográfico .............................................................................. 3 Enquadramento Geológico ................................................................................. 3 Enquadramento Tectónico ................................................................................. 5 Localização do lugar ............................................................................................ 6 Objetivos da visita e material necessário ................................................... 7 Trajeto Percorrido .............................................................................................. 8

Descrição de cada uma das paragens        Parte Introdutória .............................................................................................. 9 Paragem 1 ............................................................................................................... 10 Paragem 2 ............................................................................................................... 11 Paragem 3 ............................................................................................................... 12 Paragem 4 ............................................................................................................... 13 Paragem 5 ............................................................................................................... 14 Conclusão ................................................................................................................ 15

Bibliografia .......................................................................................................................... 16

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Relatório da Visita de Estudo ao Paleozoico da Paradinha, Biologia-Geologia

Introdução
No passado dia 18 de Novembro rumámos a Alvarenga para realizar uma aula de campo junto à aldeia da Paradinha. O traçado percorrido a pé teve início em Cabranca e como destino a aldeia da Paradinha. Ao entrarmos nesta aldeia mágica, podemos constatar que a realidade de algumas décadas atrás, com a existência de magníficas casas de xisto, sofreu poucas intervenções desde então, permanecendo a paisagem quase inalterada.

Enquadramento Geográfico
Cabranca o local onde iniciamos onde iniciamos o trabalho de campo e a aldeia da Paradinha onde terminou o percurso estão localizados na freguesia de Alvarenga, concelho de Arouca. O concelho situa-se na no distrito de Aveiro,região norte de Portugal, na Península Ibérica, no sudoeste europeu.

Fig 2 | Arouca (A) na realidade europeia

Enquadramento Geológico
A região carateriza-se por ser maioritariamente composta por metassedimentos, ou seja, rochas metamórficas que derivam de outras rochas que eram inicialmente sedimentares, que remontam à era paleozoica e que foram dobrados e metamorfizados durante a orogenia varisca (processos tectónicos que
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afetaram a crusta terrestre e foram responsáveis pela agregação ou união das massas continentais num só continente, a Pangeia, que se principiaram há 400 milhões de anos e cessaram há 245 milhões de anos, desde o final do Devónico até metade do Carbónico) que permitiu essas alterações nas rochas que existiam antes da orogenia. Relativamente à forma como estas formações geológicas se foram depositando, podemos verificar que a sucessão estratigráfica carbonífera se depositou em condições pré-orogénicas (até aos 245 M.a.) e pós-orogénicas (a partir dos 245 M.a.) e foi dobrada pela mais antiga das fases de deformação varisca, a sequência é interpretada como uma série orogénica a pós-orogénica e, por isso, sofreu apenas os efeitos da última fase de deformação. Para além de rochas metamórficas deparamo-nos ainda que com uma presença reduzida, a existência de rochas sedimentares. É de referir que tal como acontece com quase todas as rochas, o ambiente de formação era em profundidade e após estas alterações que foram ocorrendo afloraram, ou seja, imergiram à superfície. Por último e em relação ao relevo é de referir que a localidade se situa numa região de altitude na ordem dos 150 a 170m isto na margem do rio podendo atingir somente mais algumas dezenas de metros acima do respetivo leito prolongando até 470m na região de Cabanas Longas. Na proximidade do rio verifica-se a presença de amontoadas de rochas duras nomeadamente granitos e quartzos.

Arouca

Fig 3 | Regiões afetadas pela orogenia varisca, onde está inserida a região de Arouca. Página 4 de 16

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Enquadramento Tectónico
Atualmente, Portugal continental e mais precisamente a região de Arouca encontram-se em plena placa euroasiática e relativamente afastados dos limites entre as placas tectónicas e se encontram numa zona temperada. O território continental português situa-se a este da dorsal médio-oceânica atlântica e da placa norte americana e a norte da placa africana. Os vários estudos feitos comprovam que nem sempre foi assim, nem sempre Arouca esteve numa região de clima temperado, pois é possível encontrar vestígios polares no território, o que demonstra que a nossa região já esteve localizada próximo dos polos. Os movimentos tectónicos conduziram a um aumento da pressão e da temperatura levaram a alterações nomeadamente dobras, falhas ou xistosidades, nas rochas que existiam inicialmente originando as rochas que encontramos atualmente na região. Estas alterações/deformações dividiram-se em três fases de três fases (D1, D2 e D3 da mais antiga para a mais recente), todas elas compreendidas entre os 360 Ma (inicio da 1ª fase) e os 308 Ma (fim da 3ª fase). A primeira fase de deformação afetou todas as rochas ante-Carboníferas, a segunda fase de deformação afetou principalmente as litologias do grau metamórfico médio a alto (Complexo Xisto-Grauváquico) e a terceira fase de deformação redobrou as estruturas anteriores.

Arouca

Fig 4 | Enquadramento tectónico de Portugal

Fig 5 | Mapa Geológico Simplificado do Concelho de Arouca baseado na Carta Geológica de Portugal Página 5 de 16

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Localização do Lugar

Fig. 6 e 7 | Itinerário desde o ponto de partida, Arouca (bandeira verde) até ao ponto de chegada, Paradinha (bandeira vermelha), sendo que o traçado laranja corresponde ao percurso realizado de autocarro desde Arouca até Cabranca e o traçado azul corresponde ao percurso realizado a pé desde Cabranca até à aldeia da Paradinha.

Cabranca

Paradinha

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Objetivos da Visita
A aula consistiu numa visita às jazidas fossilíferas de invertebrados do Ordovícico Médio e do Carbónico, com passagens pelas formações do Silúrico. A excursão foi realizada com dois objetivos principais.  O primeiro prende-se com a necessidade de dar a conhecer o património geológico arouquense aos alunos do 10ºano que estão a estudar geologia.  Em segundo lugar pretendia-se que os alunos observassem, analisassem e discutissem hipóteses explicativas dos aspetos observados nas rochas bem como aplicarem conhecimentos das mais diversas temáticas abordadas na disciplina.  Para além disso pretendia-se ainda sensibilizar os alunos para a preservação dos afloramentos e do património geológico.  Para conseguiram concretizar estes objetivos foram realizadas algumas atividades como atividades de orientação e de recolha e identificação de rochas e de fósseis.

Material Necessário
- Mapa topográfico - Bussola de geólogo

- Martelo de geólogo

- Lupa

- Caderno de campo

- Lápis e borracha

- Régua

- Sacos para recolher as amostras

- Etiquetas / marcador

- Roupa e calçado confortáveis

- Mochila

- Água e comida
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Trajeto Percorrido
O terreno carateriza-se por ser muito acidentado e de difícil acesso daí no meio envolvente à aldeia da Paradinha quase não se observar a mão humana e, por isso, a paisagem é um autêntico retrato da Natureza no seu esplendor.

Fig. 8 | Vista de satélite do local de estudo com o percurso traçado

Fig. 9 | Paragens representadas num extrato da folha 13B da Carta Geológica de Portugal (Castelo de Paiva) Página 8 de 16

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Descrição das Várias Etapas da Visita de Estudo
Parte Introdutória
Na aula de campo, desde Cabanas Longas até à Paradinha, fizeram-se 5 paragens com formações geológicas datada de diferentes períodos respetivamente (Ordovícico, Silúrico, Ordovícico e Carbónico), com diferente grau de foliação (umas rochas não apresentam foliação, umas apresentam pouca e outras maior grau de foliação), com arestas diferentes (umas rochas tem um aspeto arredondado e outras um aspeto mais aguçado), com cores distintas (desde castanho e amarelo até a tonalidades mais claras) e com texturas diversas. A região carateriza-se pela deposição sinclinal das formações geológicas onde as rochas do carbónico assumem uma posição central face às restantes.

Fig. 10, 11 e 12 (de cima para baixo) | Zona de aluviões na margem do Rio, imagem do leito do rio onde estão presentes rochas de arestas arredondadas, paisagem com a Aldeia da Paradinha no horizonte

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Descrição das Várias Etapas da Visita de Estudo - Paragem 1
Quanto chegamos a esta paragem, começamos por realizar uma atividade de orientação com o auxílio da bússola de geólogo que colocamos sobre o mapa topográfico da região de modo a sabermos para que lado do horizonte a bússola indicava o norte. Geologicamente falando as rochas desta paragem, maioritariamente xistos argilosos, remontam ao período Ordovícico. Estes xistos argilosos ou landeilianos caraterizam-se pela sua textura argilosa, sem minerais visíveis, com marcas de alguma foliação, pela tonalidade amarelada ou acastanhada, por serem

relativamente finos e por estarem sobrepostas de forma sinclinal onde as rochas mais à superfície não são necessariamente as rochas mais recentes, não respeitando portanto o Princípio da Sobreposição dos Estratos. Os xistos formaram-se num ambiente marinho a alguma profundidade. Paleontologicamente falando as rochas desta paragem, os xistos landeilianos, caraterizam-se pela presença de fósseis nomeadamente trilobites e braquiópodes, sendo que só conseguimos recolher estes últimos. As amostras recolhidas evidenciam ainda que foram sujeitas a intensos fenómenos de erosão e meteorização ao longo dos tempos, uma vez que sofreram uma alteração da cor, inicialmente assumiam uma cor preta hoje assumem uma cor acastanhada. Outros xistos/ardósias landeilianos de cor mais escura relativamente a estes têm vindo a ser explorados em vários pontos de afloramento, como por exemplo na freguesia de Canelas que é reconhecida internacionalmente como uma das zonas de maior importância quanto à presença de fósseis de trilobites quer pela sua grande incidência quer pelo tamanho dos próprios fósseis.

Fig. 13 | Xisto landeiliano ou argiloso característico desta 1ªparagem

Descrição das Várias Etapas da
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Visita de Estudo - Paragem 2
Relativamente à paragem 2, as rochas são igualmente xistos porém com algumas diferenças e estes datam do período Silúrico. Esta formação geológica situa-se compreendida entre rochas ordovícicas, xistos argilosos ou landeilianos, rochas carbónicas e ainda rochas do Caradociano. Comparativamente às rochas da paragem 1 infere-se que estas são mais recentes, datam do Silúrico, tendo sido formadas num ambiente igualmente submerso mas a uma maior profundidade quando segundo o Princípio de Sobreposição dos Estratos, por se encontrarem numa zona mais profunda estas formações geológicas deveriam ser mais antigas que as da paragem 1. Outra diferença, detetada de imediato, é a cor, os xistos do Valenciano são mais claros. Esta diferença de tonalidade pode ser explicada pelo facto de estes xistos possuírem uma menor quantidade de matéria orgânica, a terem sido sujeitos a mais fenómenos decorrentes da intensa geodinâmica externa da Terra nomeadamente vento, erosão e meteorização e ainda à presença de quartzitos e ftanitos intercaladas (que tem uma cor clara). Quando à foliação, as rochas deste local apresentam uma foliação mais fina do que as rochas da paragem anterior. Outra dissemelhança verificada foi a presença nestes xistos denominados ampelitosos de pequenos insetos, Monograptus. Para além destes estão ainda presentes xistos ftaníticos e xistos argilosos finos e claros que resultaram, certamente, de modificações dos ampelitosos. Paleontologicamente falando, estes xistos à semelhança dos xistos de paragem inicial mostram-se fossilíferos, sendo que os fósseis mais comuns são os graptólitos.

Fig. 14 | Xisto ampelitoso contendo um fóssil de um graptólito

Descrição das Várias Etapas da Visita de
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Estudo - Paragem 3

Relativamente à terceira paragem da nossa jornada, não há muito a acrescentar em relação ao que foi descrito anteriormente na paragem inicial uma vez que as rochas desta zona são também xistos argilosos, finos e ardosíferos que remontam ao Ordovícico. Este local é onde se dá a confluência do rio Paivó com o rio Paiva, o Paivó desagua na margem esquerda que é a margem onde se verifica uma deposição mais significativa de sedimentos enquanto que na margem direita se destaca por ser mais sujeita a erosão. As rochas desta paragem assumem um aspeto mais arredondado

consequente da erosão, meteorização e elevado transporte a que foram sujeitas. Para comprovar a elevada exposição das formações geológicas aos fenómenos erosivas verificamos a presença de covas denominadas marmitas de gigante na formação geológica da margem onde nos encontrávamos e que se terão formado como consequência da erosão originada pela subida e posterior descida do leito do rio, onde Inverno as rochas que no Inverno estavam completamente submersas existiam agora apenas poças de água e que são as responsáveis pelo desgaste.

Fig. 15 | Marmita de gigante

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Descrição das Várias Etapas da Visita de Estudo - Paragem 4

Litologicamente falando, nesta paragem, a nº4, as rochas presentes são conglomerados de sedimentos que se terão agregado durante o Carbónico. Contrariamente ao que verificamos em formações anteriores esta rocha não é do tipo metamórfico mas sim do tipo sedimentar já que origem deste conglomerado está relacionada com a erosão e desagregação das vertentes da bacia carbonífera, há cerca de 300 M.a. . Quanto à dureza do material verifica-se aqui uma formação mais dura do que havíamos testemunhado até então. Em relação à cor os conglomerados apresentavam uma cor acastanhada (não tão escuro como na paragem 1) já que os sedimentos presentes na sua constituição assumiam esta coloração. Os conglomerados intercetados são do tipo brechóide e foram formados pela agregação de elementos de formações anteriores como os xistos do complexo xisto-grauváquico como é o caso, já que esta formação carbónica (mais recente) está entre afloramentos do Silúrico e do Ordovício (mais antigos). Os conglomerados avistados são constituídos predominantemente por sedimentos de quartzito, acompanhados por outros de quartzo e Edito. No geral, os calhaus são bem rolados e apresentam dimensões que variam entre 1 e 5 cm. O cimento que os liga é sílico-argiloso, de cor cinzenta e, em certos pontos, de cor avermelhada devido a impregnações de óxidos de ferro. Este tipo de conglomerados estende-se por todo o afloramento sendo portanto considerado uma formação de vertente e não de uma brecha de falha. Ao nível paleontológico este a dureza desta formação dificultou-nos as buscas de conteúdo fossilífero.

Fig. 16 | carbonífero

Conglomerado

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Descrição das Várias Etapas da Visita de Estudo - Paragem
5

Nesta última paragem desta nossa aventura, as formações geológicas presentes eram xistos carbonosos datados do período Carbónico. Este tipo de material geológico carateriza-se por ser bastante fossilífero contendo maioritariamente fósseis vegetais e alguns fósseis animais. Na zona onde nos encontramos, frente da confluência do Paivô com o rio Paiva, existem variadas espécies vegetais como Asterophyllites equisetiformis. Os xistos desta paragem (xistos carbonosos) são mais recentes comparativamente aos xistos das paragens anteriores. Deram-se porém num ambiente de formação aquático mais profundo. Apresentam uma tonalidade mais escura face aos xistos landeilianos e aos xistos com monograptus, por estarem localizados mais próximo da base da série de estratos não estando tão sujeitos à erosão e meteorização. As rochas deste local apresentam ainda foliação o que nos indica que foram sujeitas a elevada pressão e temperatura, agente de metamorfismo.

Fig. 17 | Xisto carbonado

Fig. 18 | Fóssil de Asterophyllites equisetiformis (o fóssil apresentado não é de Arouca)

Descrição das Várias Etapas
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da Visita de Estudo - Conclusão
As rochas observadas, durante a aula de campo, eram na sua maioria metamórficas. Havia algumas sedimentares e outras metamórficas, sendo que a sua idade remonta à era Paleozoica e que foram dobradas e metamorfizadas durante a orogenia varisca. Essas rochas formaram-se durante o período do Ordovícico (paragens 1 e 3), Silúrico (paragem 2), e Carbónico (paragens 3,4 e 5). As rochas encontradas formaram-se em ambientes imersos, umas em maiores profundidades do que outras. A sua cor, textura e outras características dependem do seu ambiente de formação, ou seja as que se formaram em menor profundidade tem cor mais amarelada e não são tão duras como as que se formaram em maiores profundidades e que apresentam uma cor mais clara. Em algumas dessas rochas existiam fosseis de trilobites, braquiópodes e graptólitos, que eram as espécies características do Paleozoico. Esses fósseis permitem-nos estudar o passado da Terra, pois contêm informações sobre as características da espécie em questão bem como o seu ambiente de formação, isto se não forem submetidos a mutações posteriores. Em consequência dos movimentos tectónicos, as rochas sofreram algumas alterações, na sobreposição dos estratos nos quais existem algumas falhas ou dobras. Atualmente as rochas não estão imersas como estavam inicialmente e apresentam algumas deformações consequentes da erosão e meteorização à superfície e à vegetação pouco densa e ainda dos movimentos tectónicos na crusta. Sucintamente, com esta visita aprendemos bastante sobre os vários tipos de rochas presentes na Terra e mais concretamente na região nomeadamente quanto à textura, cor e local/ambiente de deposição das formações geológicas. Os objetivos foram francamente alcançados uma vez que na nossa turma foram encontrados fósseis de alguns tipos como por exemplo Braquiópodes, que embora na região sejam vulgares, para nós a sua recolha foi uma grande conquista. Achámos esta aula de campo muito enriquecedora e defendemos que este projeto pode e deve ser concretizado em anos seguintes. Parabéns aos organizadores!

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Bibliografia / Webgrafia
http://www.dct.uminho.pt/pnpg/gloss/orogenia.html http://www.dct.uminho.pt/pnpg/gloss/rocha_meta.html http://es.wikipedia.org/wiki/Orogenia_herc%C3%ADnica http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=12&Itemid=70 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=40 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=41 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=18&Itemid=45 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=25&Itemid=52 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=21&Itemid=48 http://geologia.aroucanet.com/index.php?option=com_content&task=view&id=16&Itemid=43 http://fossil.uc.pt/pags/grups.dwt http://www.infopedia.pt/$foliacao http://pt.wikipedia.org/wiki/Mica http://pt.wikipedia.org/wiki/Aluvi%C3%A3o http://www.archive.org/stream/comunicaes01portgoog/comunicaes01portgoog_djvu.txt Guia da Aula de Campo Nota Explicativa da Carta Geológica de Portugal - Castelo de Paiva (pág. 15 a pág. 23)
*Estas fontes foram consultadas no período compreendido entre os dias 23 de Novembro e 10 de Dezembro de 2011. Página 16 de 16

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