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ALENTEJO – uma SEARA VOCABULAR – 11 “DICIONÁRIO de FALARES do ALENTEJO” de Vítor Fernando Barros e Lourivaldo Martins Guerreiro Campo da Letras

, 2005 11 VFBarros_Dic

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http://pt.scribd.com/doc/66189174/Dicionario-de-Falares-do-Alentejo
José Rabaça Gaspar – 2013 02

contributo para uma imensa SEARA VOCABULAR – JRG 2013

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Sinopse «O desenvolvimento económico e, correlativamente, o desenvolvimento técnicocientífico, em particular o acesso generalizado das pessoas aos meios de comunicação audiovisuais, têm ampliado o poder de uniformização da línguanorma, levando a todos os recantos a língua falada pelas classes cultas de Lisboa e de Coimbra. Vão-se, assim, perdendo certas particularidades locais e, com elas, uma importante fonte linguística e etnográfica.
Não podendo colmatar por inteiro as dificuldades acima referidas, o presente trabalho procura atenuar a erosão dos falares locais e contribuir para a sua autodefesa.» Vítor Fernando Barros - Transmontano por filiação e cultura, nasceu no Porto, em 1958. Professor de Língua Portuguesa na Escola D. João I - Baixa da Banheira (Moita), com estudos em Direito, leccionou nas escolas secundárias de Alcácer do Sal, Mértola, Ourique e Castro Verde. Publicou trabalhos de investigação científica nas áreas de Lexicologia, Literatura, Filosofia e Etnografia. Fez parte do conselho editorial do quinzenário do distrito de Setúbal "O Rio". Actualmente desenvolve um trabalho de campo, intitulado "Subsídios para o estudo fonético-fonológico do concelho de Freixo de Espada à Cinta. Lourivaldo Martins Guerreiro Nasceu em Gomes Aires, concelho de Almodôvar. Ainda adolescente, foi viver para a Baixa da Banheira, onde sempre manteve fortes ligações com a grande comunidade alentejana ali residente e com o movimento associativo local. Participou nos movimentos democráticos de oposição ao regime salazarista-marcelista. Desde muito jovem que colabora com a imprensa local. Tem trabalhos de prosa e de poesia publicados na secção juvenil do jornal "Diário de Lisboa" e nos jornais "República" e "Diário do Alentejo". Actualmente, é o chefe de redacção do quinzenário "O Rio".

Alentejo – seara vocabular 11 – “DICIONÁRIO de FALARES do ALENTEJO” de Vítor Fernando Barros e Lourivaldo Martins Guerreiro

Glossário TERMO origem provável – gr. v. int. s. f. v. tr. v. tr. CITAÇÃO / INFORMAÇÃO / Significado OBRA PÁG.

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ABAIXAR ABALADIÇA ABALAR ABEBERAR

ABEXIXE DA GAITA ACARRO

loc. s. s. m.

Defecar Última rodada, últimos copos. Termo mais usado no Baixo-Alentejo Partir. Observação: no Alentejo, em geral, nunca se diz partir, mas sim abalar. Demolhar, embeber, ensopar (BaixoAlentejo). Já ouvi usar este termo em locais de todo o Alentejo. Pénis, zona púbica (Portalegre DB). Descanso, folga dos animais. Geralmente empregue para os rebanhos de ovinos, durante o verão, nas horas de maior calor, em que os animais se deitam à sombra. Açorda que não leva acompanhamento (JPM). Sempre ouvi que as açordas eram

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AÇORDACEGA

s. f.

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ADREGO AFEGAR (É) AGASTURAS AJOUJAR-SE ALCAGOITA ALGARISMO AMAGAR-SE v. int. v. int. s. f. pl. v. r. s. f. s. m. v. r.

ANDANTE

s. m.

APORREAR ARREMATAR AVEJÃO BABANA

v. tr. v. int. s. m. adj.

cegas porque o caldo tinha poucos ou nenhuns olhinhos de gordura a boiar, isto porque tinha penúria de azeite. Acerto. Casualidade, coincidência (Portel). É um adrego, é um caso raro. Respirar com dificuldade. Ânsias, enjoos, aborrecimentos (Alandroal). Amancebar-se. O m. q. alcagaita. Amendoim Bulha, altercação (Beja GAS). Ficar-se (a perdiz), apesar de perseguida, mercê do calor (AMS). Vai amagar-se, vai deitar-se na cama. Guardanapo ou rodinha que, nas casas pobres, servia a todos (GAS). Rodilha: pano velho. Provocar com palavras ofensivas ou sarcásticas Dizer palavras injuriosas ou obscenas Lobisomem Parvalhão, simplório

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Alentejo – seara vocabular 11 – “DICIONÁRIO de FALARES do ALENTEJO” de Vítor Fernando Barros e Lourivaldo Martins Guerreiro

BAETA, BAETOS (Ê)

s. m. pl.

BALHANA BARRIGA-DEALMECE

s. f. adj.

BATUCALHO BENZA-AMOR BICAL

s. m. s. f. s. f.

BÓIA

s. f.

Brinde que os padrinhos de baptismo dão às mães ou às crianças (Évora GAS e MAS). Também se chama baeta ao barbeiro. Em Messejana existiu, durante a década de oitenta, a Rádio Baeta que tinha a particularidade de ter um locutor analfabeto. Amontoado de objectos com pouco préstimo Barrigudo, gordo (DB). Almece: soro resultante do fabrico do queijo. Utiliza-se na alimentação de animais e, se for de leite de ovelha, também as gentes o consomem com sopas de pão. Há uma receita de um bolo de almece na região de Montemor-oNovo. Ataque epiléptico (MJS). Insecto Louva-a-Deus (Ferreira do Alentejo). Variedade de Azeitona. Também se diz de uma pessoa que não gosta de uma grande variedade de alimentos. Pequena refeição (GAS). Pedaço de

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BUFORA BURRO

s. f. s. m.

CABANEIRO

s. m.

CAGUINCHAS

s. 2 gén.

CALCANTES CAMISA-DOBAPTISMO

s. m. pl. s. f.

toucinho (DB). Pistola (Mora). Assento de três pés, executado a partir de um tronco de árvore, constituindo uma única peça. Cesto de vime ou empreita. Homem que vive em cabana. Também de se denominavam de cabaneiros os candeeiros a petróleo, de lata com chaminé de vidro e pega em cima, que não se apagavam com o vento. Quando os dias estavam chuvosos mas com a temperatura amena, diziam-se que estavam cabaneiros. CAGA-AZEITE, s. m. Libélula, libelinha (Portel – GAS). Pessoas queixinhas (Portalegre -- DB). Também se uso noutros locais para denominar uma pessoa pequena e medrosa. Pés, sapatos. A pele do corpo (GAS)

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CANDEIO

s. m.

CAQUEIRO

s. m.

CARDAL CATALÃO

s. m. s. m.

CHIMBALAU

s. m.

A floração das oliveiras e dos sobreiros (Baixo-Alentejo). No Alentejo Central também se usa o mesmo termo. Cântaro que se quebrou e cujas partes, bojuda e inferior se aproveitam para depósito das cinzas ou para recipiente de restos de comida para animais. Cemitério (GAS). Espécie de enchido, feito de carne picada de diferentes partes do porco, grãos inteiros de pimenta preta, pimenta branca moída, vinho branco, sal e noz-moscada (Barrancos). Observação: a origem deste enchido deve-se, provavelmente, à presença, no século XIX, de trabalhadores catalães do sector corticeiro. Na Azaruja, onde também houve influência dos operários corticeiros catalães há um enchido denominado botifarra. É nada mais que o courato com algum toucinho cozido embutido na tripa de porco. Grande prejuízo (Portalegre – DB). Este

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COZER CRIAÇÃO EMBARAÇAD A EM CAÇÃO EMPAPOILAR EMPINADELA ENCABECION AR ENCEGUEIRA DO ENCHARCADA

v. int. s. f. s. f. loc. adv. v. tr. s. f. v. int. adj.

termo vulgarizou-se por todo o Alentejo Dormir, para passar a bebedeira. Estás a cozer a bebedeira? Educação Mulher grávida Nu, despido (Gomes Aires/Almodôvar). Enfeitar garridamente; vestir com apuro Discussão acalorada. Fazer peito a uma postura mais agressiva. Apaixonar-se, manter uma ideia fixa (MJS). Cismar Cego, obcecado, apaixonado (Portalegre). Este termo é usado em variadíssimos locais do Alentejo Doce feito de amêndoa, açúcar, ovos e farinha. Doce possivelmente com origem conventual mas com uma tradição antiga e continuada na zona de Mourão. Bêbado (Beja). O uso deste termo estendese a muitos outros locais do Alentejo. Enregelado, tolhido pelo frio (Tolosa/Nisa).

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s. f.

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ENFUEIRADO ENGADANHA

adj. adj.

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DO

ENGEROCAR ENREGAR

v. tr. v. int.

ENTRETENGA

s. f.

ENXOFRADO ENXUGO ESBANDALHA R

adj. s. m. v. tr. e int.

ESCAMADO ESCAMPAR

adj. v. tr.

Este termo é usado em variadíssimos locais do Alentejo e, geralmente, emprega-se quando se perde a agilidade nos dedos por enregelados Improvisar atabalhoadamente Iniciar qualquer trabalho (GÁS); começar, dar em. Este termo, geralmente, era usado nos trabalhos agrícolas. Distracção, entretenimento (Mourão; Aljustrel). Termo comum a inúmeras zonas do Alentejo. Adoentado, mal disposto (Portalegre – DB). Termo comum a várias zonas do Alentejo Tareia, sova Estar ou pôr fora do lugar próprio (Gomes Aires/Almodôvar). Espalhar (Tolosa/Niza). Termo comum a vários sítios do Alentejo. Em Cuba, glosava-se a táctica da equipa de futebol dizendo: pontapé para o meio campo e depois esbandalhar. Zangado, irado (Alto Alentejo). Deixar de chover (Mourão – AJF). Termo

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ESCLAMOUCA R ESCORCIONEI RA

v. tr. s. f.

comum a vários sítios do Alentejo Avariar, danificar (GÁS). Doce feito a partir das raízes desta planta (Évora – (LV). Planta espontânea, principalmente da zona Monte de Trigo/Portel, cuja raiz era cristalizada em calda de açúcar. Na minha infância, ainda rivalizava com as pastinhas elásticas Pirata (produzidas em Évora) no mascar da brincadeira. Remexer, revolver, voltear Insónia, falta de sono (Mourão). Digo eu, termo que entrou no léxico, não só de todo o Alentejo, mas também do resto do país. Desfego. Acto, em princípio, afectuoso e bastante carnal de saudar ou fazer festas a outrem. Copo de whisky (Beja). Canseira (Portalegre). Coisa aborrecida (Portalegre – DB). Termo

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ESGRAVULHA R ESPERTINA

v. tr. e int. s. f.

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ESTRAFEGO

s. m. O m. q.

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ESTRAMELO ESTREFENEFE ESTUCHA

s. m. s. f. s. f.

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FACEIRA FALSETA FAROTA

s. f. s. f. s. f.

FARTUM FAVA FEZES FLAITE

s. m. s. f. s. f. pl. s. m.

FONA

s. 2 gén.

FOXE FUTRICA GADANHOS GALHANA

s. m. s. m. s. m. pl. adj.

difundido por todo o Alentejo. Correnteza de casas numa rua (AJF). Cigarro (GAS). Mulher enredeira, brigona (Campo-Maior – GAS); mulher ou rapariga azougada que gosta de andar fora de casa (GÁS). Cheiro desagradável de ranço; bafio Piolho (JPM). Dente grande (Portel – GAS). Ralações, torturas, preocupações Usado na expressão “num flaite”, num ápice, num instante (JPM). Dor repentina; pontada. Indivíduo avarento (Évora). Observação: este vocábulo também o ouvimos em Trásos-Montes lanterna a pilhas Estabelecimento comercial de pouca importância (GAS). Os dedos; as mãos Ir “à pata galhana”, fazer o caminho a pé (JPM).

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GANDEO (É) GANGUEAR

s. m. v. int.

GARGANEIRO GAZIL GIMBRINHAS GRAVANADA GRAVE

adj. e s. m. adj. adj. s. m. s. m.

GRISA GRULHA GUERLÂNDIA HARPA IMPAZINAR INDRÓMINA INTÉ JAGODES

s. f. adj. s. f. s. f. v.int. e tr. s. f. prep. adj.

“Andar ao gandeo”, andar na vadiagem (Alto Alentejo). Ir de escantilhão (JPM). Termo também empregue quando se vê outra pessoa a chorar. Que ou que come muito Alegre, vaidoso, (GAS); esperto. Também se emprega numa pessoa muito extrovertida Pequenote, franzino (Portalegre – DB). Chuvada forte (GAS). Pessoa vestida de cerimónia, bem trajada (JPM). O fulano(a) vai com um ar muito grave. Fome (JPM). Trapalhão, trapaceiro, aldrabão (AJF) Galanteria (JPM). Fome, apetite (GAS). Abarrotar-se de comida Mentira Até (Aviz). Ordinário, estafermo, troca-tintas. Em

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JANEIRO JUDEU

s. m. s. m.

LAMBANA

s. f.

LANEDO LARÉU LAZEIRA

s. m. s. m. s. f.

LIMPANTE LIORNA

s. m. s. f.

Messejana, ouvi pela primeira vez este termo e percebi que é empregue com frequência O cio dos gatos Susto, sobressalto (Mora e Serpa – GAS). Também se emprega o termo relativamente a uma pessoa que gosta de fazer partidas a outrem Soco, murro, bofetada (JPM). Comida mal confeccionada e de sabor desagradável (MJS). Burburinho, algazarra, desordem (Odemira – JPM) Vadiagem, vida despreocupada Preguiça, indolência. Porcaria, sujidade (Santiago do Cacém). Este termo é empregue, com os dois significados, em muitos locais do Alentejo. Rodilha para limpar louça, talheres, etc. (Vila Viçosa – JPM); guardanapo Confusão, enredo (Cabeça Gorda/Beja). Trabalho imperfeito (Almodôvar).

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LUZECU MACAVENCO

s. m. adj.

MAGANA

s. f.

MALATO MALINA

s. m. s. f.

MALTÊS

adj.

Pirilampo Parvo, ingénuo (Escoural). Já ouvi este termo, noutros locais do Alentejo, para designar uma pessoa feia. Mulher dissoluta (Serpa – JPM; Mourão – AJF); mulher divertida, descontraída, jovial. Observação: não encontramos um único alentejano que nos confirmasse o significado proposto por José Pedro Machado ou Agostinho José Fortes. Sem querer entrar em controvérsias, afirmo que é frequente ouvir: vamos às maganas. Borrego de um ano (Alandroal). Qualquer doença grave. Mulher de mau feitio. No último caso, o mesmo se diz do masculino. Vagabundo, vadio. Sem entrar na questão etimológica da palavra, em tempos idos, o termo designava pessoas que tinham uma vida nómada, geralmente, porque não eram aceites no mercado de trabalho ou se recusavam a ser por rebeldia. Sublinhando

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MANFIO MAZARULHO

s. m. adj.

MILHADURA MIÚFA NÊNCIO NOITIBÓ

s. f. s. f. adj. adj.

OCUPADA

adj.

o atrás referido, a condição do maltês era muito heterogénea, indo do deficiente até ao foragido político, da pouca até à muita instrução. Diz-se que, ainda que informal, os malteses tinham um código de conduta cavalheiro. Indivíduo que não inspira confiança Cair de mazarulho. Cair desamparado (Santiago do Cacém). Nalguns locais também se emprega o termo para designar uma pessoa corpulenta. Gorjeta, gratificação (GAS). Ração de milho (JPM). Medo (DB). Néscio, parvo (JPM). É comum o uso deste adjectivo em Alcáçovas Noctívago (Portalegre – DB). Ouvi usar o termo noutros locais do Alentejo com o mesmo significado Grávida (Cuba).OPA, s. f. Borrar a opa, borrar a pintura, fazer asneira, fracassar (MJS). Para mim, o termo sempre significou,

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ORGADURA PAIVANTE PAPELEIRO PARRANÇA PATATUM PELE PENICHA PRANTAR

s. f. s. m. adj. s. e adj. s. m. s. f. s. f. v. tr.

traje ou vestuário Esqueleto (JPM). Cigarro Que é amigo de fazer escândalos, actos de leviandade Parrana, gebo, gordo e sem actividade Perda dos sentidos, vertigem, chilique (Santo Amador – Moura). Bebedeira (GAS). Pessoa sovina, avarenta (Portel – GAS). Pôr, colocar

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trabalho realizado por @ JORAGA Vale de Milhaços, Corroios, Seixal 2013

JORAGA JORAGA

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Corroios - www.joraga.net - 2013

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