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SOBRE O SILOGISMO

CATEGÓRICO
Uma análise detalhada

Resumo
Este documento analisa o silogismo categórico, fornece tabelas que detalham as 256 formas
possíveis, demonstra que somente 24 formas estão em conformidade com as regras de
formação e explora as 9 formas que resultam na falácia existencial

Joao Azevedo Jr. Azevedo


joaoazevedojunior@hotmail.com
Sumário
Introdução ................................................................................................................................. 3
Proposições categóricas ............................................................................................................ 3
Estrutura e formas dos silogismos categóricos ......................................................................... 4
Princípio lógico do silogismo ..................................................................................................... 5
Regras e falácias do silogismo ................................................................................................... 6
Formas válidas do silogismo categórico .................................................................................... 9
Uso de diagramas de Venn na análise de proposições lógicas ............................................... 11
Análise das 15 formas conclusivas para o silogismo categórico ............................................. 22
Análise das 4 formas discutíveis para o silogismo categórico................................................. 37
Análise das 5 formas viciosas para o silogismo categórico ..................................................... 41
Apêndice A .............................................................................................................................. 48
Apêndice B .............................................................................................................................. 62

i
Lista de Figuras
Figura 1 - Representação esquemática de um silogismo .............................................................. 6
Figura 2 - Falácia do termo médio não distribuído ....................................................................... 7
Figura 3 - Falácia do Termo Maior Ilícito ....................................................................................... 8
Figura 4 - Diagrama de Venn - Exemplo 1 ................................................................................... 12
Figura 5 - Diagrama de Venn - Exemplo 2 ................................................................................... 13
Figura 6 - Diagrama de Venn - Exemplo 3 ................................................................................... 14
Figura 7 - Diagrama de Venn para proposições tipo A (afirmativa universal) ............................ 15
Figura 8 - Diagrama de Venn para proposições tipo E (negativa universal) ............................... 16
Figura 9 - Diagrama de Venn para proposições tipo I (afirmativa particular)............................. 17
Figura 10 - Diagrama de Venn para proposições tipo O (negativa particular)............................ 18
Figura 11 - Diagrama de Venn para silogismos categóricos........................................................ 19
Figura 12 - Diagrama de Venn resultante das premissas de IEE-3 .............................................. 21
Figura 13 - Diagrama de Venn resultante da conclusão de IEE-3 ............................................... 22
Figura 14 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAA-1 .................................................... 23
Figura 15 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAE-1..................................................... 24
Figura 16 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AII-1 ...................................................... 25
Figura 17 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-1 ..................................................... 26
Figura 18 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEE-2..................................................... 27
Figura 19 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAE-2..................................................... 28
Figura 20 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AOO-2 ................................................... 29
Figura 21 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-2 ..................................................... 30
Figura 22 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AII-3 ...................................................... 31
Figura 23 - Diagrama de Venn para o silogismo forma IAI-3 ...................................................... 32
Figura 24 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-3 ..................................................... 33
Figura 25 - Diagrama de Venn para o silogismo forma OAO-3 ................................................... 34
Figura 26 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEE-4..................................................... 35
Figura 27 - Diagrama de Venn para o silogismo forma IAI-4 ...................................................... 36
Figura 28 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-4 ..................................................... 37
Figura 29 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-3 ..................................................... 38
Figura 30 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-3 .................................................... 39
Figura 31 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-4 ..................................................... 40
Figura 32 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-4 .................................................... 41
Figura 33 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-1 ..................................................... 42
Figura 34 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-1 .................................................... 43
Figura 35 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEO-2 .................................................... 44
Figura 36 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-2 .................................................... 45
Figura 37 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEO-4 .................................................... 46

ii
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
Introdução

Todo processo de raciocínio dedutivo parte de um conjunto de assertivas que se crê sejam
verdadeiras; tais assertivas são chamadas de premissas. A partir das premissas, a aplicação
correta da lógica resulta na formulação de uma nova assertiva, que se denomina conclusão.

O processo através do qual se obtêm uma conclusão a partir de premissas é denominado


inferência. A inferência imediata se baseia em uma única premissa; a inferência mediata se
baseia em duas ou mais premissas.

O conjunto de assertivas constituído pelas premissas e respectiva conclusão chama-se


argumento. Um argumento é logicamente válido se, e somente se, o fato de suas premissas
serem verdadeiras implica necessariamente em uma conclusão verdadeira. Um argumento é
sólido se, e somente se, é válido e todas as premissas são verdadeiras.

Observa-se que a validade de um argumento prende-se à sua formulação lógica e a solidez está
relacionada tanto à formulação como à realidade das premissas. Por exemplo, o argumento

a. Premissa 1: Todas as rosas são azuis.


b. Premissa 2: Esta flor é uma rosa.
c. Conclusão: Esta flor é azul

é perfeitamente válido, pois se a Premissa 1 (P1) e a Premissa 2 (P2) forem verdadeiras, então
a Conclusão (C) é necessariamente verdadeira. Porém o argumento não é sólido, dado que P1 é
manifestadamente falsa. Já o argumento

a. Premissa 1: Algumas rosas são azuis.


b. Premissa 2: Esta flor é uma rosa.
c. Conclusão: Esta flor é azul

é claramente inválido, pois mesmo que P1 e P2 fossem verdadeiras a conclusão é logicamente


falsa.

Argumentos válidos, nos quais duas, e somente duas, premissas servem como base para uma
conclusão denominam-se silogismos. As duas premissas em conjunto se denominam
antecedentes e a conclusão denomina-se consequente. Em um silogismo categórico tanto as
premissas como a conclusão consistem de proposições categóricas, analisadas a seguir.

Proposições categóricas

Proposições categóricas exprimem o relacionamento entre duas classes. Entende-se classe


como um conjunto de elementos que possuem determinada característica em comum. Uma
proposição categórica pode expressar uma relação de inclusão completa, de exclusão
completa, de inclusão parcial ou de exclusão parcial; estas relações são também denominadas
afirmativa universal, negativa universal, afirmativa particular e negativa particular.

Esquematicamente, uma proposição categórica pode ser decomposta em:


[𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑓𝑖𝑐𝑎𝑑𝑜𝑟][𝑠𝑢𝑗𝑒𝑖𝑡𝑜 𝑙ó𝑔𝑖𝑐𝑜][𝑙𝑖𝑔𝑎çã𝑜][𝑝𝑟𝑒𝑑𝑖𝑐𝑎𝑑𝑜 𝑙ó𝑔𝑖𝑐𝑜]

e as quatro relações, designadas tradicionalmente pelas letras A, E, I, O, podem ser


generalizadas como:

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Quantificador Sujeito Ligação Predicado Relação Código
lógico lógico entre classes
Todo S é P Inclusão A
completa
Todo S não é P Exclusão E
completa
Algum S é P Inclusão I
parcial
Algum S não é P Exclusão O
parcial
Tabela 1- Tipos de proposições categóricas

S e P são os termos da proposição; S representa o sujeito lógico e P representa o predicado


lógico. Ambos se referem às classes cuja relação é estabelecida através da proposição
categórica; e diferem, do sujeito e do predicado gramaticais. Observa-se que “Todo S não é P”
equivale a “Nenhum S é P”, que é a forma mais usual.

Uma proposição categórica tem as seguintes propriedades:

a. Quantidade: indica se a proposição se refere a todos os elementos da classe ou somente


a alguns deles; quanto à quantidade, a proposição pode ser universal ou particular.

b. Qualidade: indica se a proposição afirma ou nega a atribuição do predicado ao sujeito;


quanto à qualidade, a proposição pode ser afirmativa ou negativa.

Os termos de uma proposição categórica podem ser distribuídos ou não distribuídos. Quando
o termo se refere a todos os elementos da classe, diz-se que o termo é distribuído; caso
contrário, considera-se que o termo é não distribuído.

Isto está esquematizado na tabela abaixo, que mostra as propriedades de uma proposição
categórica conforme o tipo:

TIPO QUANTIDADE QUALIDADE SUJEITO PREDICADO


A Universal Afirmativa Distribuído Não distribuído
E Universal Negativa Distribuído Distribuído
I Particular Afirmativa Não distribuído Não distribuído
O Particular Negativa Não distribuído Distribuído
Tabela 2- Características de uma proposição categórica

Estrutura e formas dos silogismos categóricos

A conclusão é sempre uma proposição que estabelece uma relação entre um predicado e um
sujeito. O sujeito (S) e o predicado (P) da conclusão constituem os termos extremos do
silogismo; especificamente, S é o extremo menor e P o extremo maior.

As duas premissas possuem necessariamente um termo comum, que se denomina termo médio
(M). A premissa maior expressa a relação entre o termo médio (M) e o extremo maior (P); a
premissa menor expressa a relação entre o termo médio (M) e o extremo menor (S). Neste
trabalho, a premissa maior será sempre apresentada como P1 e a premissa menor como P2.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
As proposições categóricas apresentadas nas premissas e na conclusão podem ser afirmativas
ou negativas, afirmando ou negando uma relação entre o sujeito e o predicado da proposição.
Estas proposições podem ser de caráter universal, afirmando ou negando uma relação entre o
predicado e todos os elementos do conjunto a que pertence o sujeito; podem também ser de
caráter particular, afirmando ou negando uma relação entre o predicado e uma parte dos
elementos do conjunto a que pertence o sujeito.

Cada uma das três proposições categóricas que constituem o silogismo pode ter qualquer um
dos quatro formatos mostrados na Tabela 1.

Finalmente, o termo médio pode aparecer como sujeito ou predicado tanto na premissa maior
como na premissa menor, definindo as chamadas figuras de silogismo, conforme mostra a
Tabela 3 abaixo. Em termos descritivos, as figuras de silogismo se caracterizam por:

a) Figura 1: o termo médio é sujeito na premissa maior e predicado na premissa menor;

b) Figura 2: o termo médio é predicado nas duas premissas;

c) Figura 3: o termo médio é sujeito nas duas premissas;

d) Figura 4: o termo médio é predicado na premissa maior e sujeito na premissa menor;

Proposição Sujeito Predicado Figura


Premissa maior M P 1
Premissa menor S M
Conclusão S P
Premissa maior P M 2
Premissa menor S M
Conclusão S P
Premissa maior M P 3
Premissa menor M S
Conclusão S P
Premissa maior P M 4
Premissa menor M S
Conclusão S P
Tabela 3 - Figuras de silogismo

Levando em conta que cada uma das três proposições tem 4 tipos possíveis (A, E, I, O) e que os
termos S, M e P podem ser combinados de 4 maneiras distintas nas premissas (Figuras 1, 2, 3 e
4) há, portanto,4 x 4 x 4 x 4 = 256 formas de silogismo.

Princípio lógico do silogismo

Considere-se o silogismo abaixo

a. Premissa 1: Todo homem é mortal.


b. Premissa 2: Sócrates é um homem.
c. Conclusão: Sócrates é mortal.

Este silogismo procura demonstrar que um atributo aplicável a uma categoria abstrata -
representada pelo termo médio ("homem") - é também aplicável a um elemento determinado
("Sócrates') da categoria.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
A premissa maior afirma que o predicado da conclusão ("mortal") está necessariamente
associado à categoria abstrata representada pelo termo médio ("homem"); logicamente este
predicado está associado a qualquer elemento determinado, ou subconjunto de elementos da
categoria. A premissa menor estabelece que o sujeito da conclusão ("Sócrates") pertence à
categoria abstrata representada pelo termo médio ("homem").

Fica assim estabelecida uma conexão entre o extremo maior (predicado da conclusão) e o
extremo menor (sujeito da conclusão) através do termo médio, baseada em dois princípios
lógicos:

a) Se duas coisas são iguais a uma terceira, são iguais entre si ("mortal" = "homem";
"Sócrates" = "homem", logo, "mortal" = "Sócrates")

b) Aquilo que se afirma sobre o sujeito em abstrato é afirmado para todas as suas
instâncias concretas ("homem"[abstrato]= "mortal"; "Sócrates"[instância]= "mortal")

Neste caso a conclusão é afirmativa, mas um raciocínio análogo se aplica às conclusões


negativas. De maneira esquemática, um silogismo categórico pode ser representado pela figura
abaixo.

M
P

S M

S P

Figura 1 - Representação esquemática de um silogismo

Regras e falácias do silogismo

Para que haja consistência lógica entre as premissas e a conclusão é necessário que certas regras
sejam obedecidas na construção do silogismo

1. Um silogismo deve ter três e apenas três termos ("Terminus esto triplex: medius,
majorque, minorque.")1, pois todo o raciocínio envolve a comparação de dois termos
(extremos) com um terceiro termo (médio) de modo a determinar a relação lógica entre

1
As citações em latim são encontradas em Mercier (1912)

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
os termos extremos.

2. Os termos extremos devem ser os mesmos tanto na conclusão como nas premissas
("Latius hoc (terminos extremos) quam praemissae conclusio non vult.").

3. O termo médio deve ter caráter universal ao menos em uma das premissas ("Aut semel
aut iterum medius generaliter esto."), vale dizer, é necessário que no mínimo uma das
premissas estenda o efeito do termo médio a todos os elementos de uma das classes.
O diagrama mostrado na figura abaixo ilustra porque isto é necessário: se o termo médio
for particular nas duas premissas, os termos maior e menor podem estar relacionados
a diferentes partes de M, impossibilitando a conexão lógica de S e P.

P M'

S
M''

S P

Figura 2 - Falácia do termo médio não distribuído

4. O termo médio não pode fazer parte da conclusão ("Nequaquam medium capiat
conclusio fas est.").

5. Duas premissas afirmativas não podem resultar numa conclusão negativa ("Ambae
affirmantes nequeunt generare negatem.").

6. Duas premissas negativas não resultam em qualquer conclusão ("Utraque si praemissa


neget, nil inde sequetur.").

7. A conclusão deve seguir a premissa de menor grau ("Pejorem sequitur semper conclusio
partem."), o que se traduz em duas consequências

a. Se uma das premissas é negativa, a conclusão tem que ser negativa.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
b. Se uma das premissas é particular, a conclusão não pode ser universal.

8. Duas premissas particulares não resultam em qualquer conclusão ("Nil sequitur geminis
ex particularibus unquam.").

9. Se o termo maior for não distribuído na premissa maior e distribuído na conclusão,


comete-se a falácia do termo maior ilícito. Dado que o termo médio está relacionado a
apenas parte de uma classe na premissa maior e a conclusão relaciona o termo menor
ao total desta classe, o raciocínio é falho.

Para exemplificar, suponha um silogismo da forma AEE-1.

a. P1: Todas as cobrasD são repteisU


b. P2: Nenhum lagartoD é uma cobraD.
c. C: Nenhum lagartoD é reptilD.

Os índices D e U aplicados aos termos da proposição indicam, respectivamente, se


aquele termo está distribuído ou não distribuído pela classe. Neste caso, o predicado
lógico da premissa maior está não distribuído, pois não se aplica a todos os membros da
classe "repteis". Quando este predicado é relacionado ao sujeito na conclusão, a
proposição categórica universal negativa usa o termo como distribuído, o que resulta
no erro evidente. Essencialmente, o raciocínio foi incorreto ao tomar a parte pelo todo.

P' M

S M

S P

Figura 3 - Falácia do Termo Maior Ilícito

10. De maneira análoga, se o termo menor for não distribuído na premissa menor e
distribuído na conclusão, comete-se a falácia do termo menor ilícito, uma vez que o
termo central está relacionado a apenas parte de uma classe na premissa menor e o
termo menor ao total desta classe na conclusão.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
Formas válidas do silogismo categórico

A grande maioria das 256 formas possíveis para os silogismos categóricos viola uma ou mais das
regras apresentadas; apenas 24 formas passam pelo crivo dos dez critérios. Adicionalmente,
nove destas 24 formas são controversas. Destas nove, cinco são desnecessárias. O resultado
final é que apenas 15 formas de silogismo são incontestavelmente aceitas como válidas por
todos os estudiosos

As tabelas apresentadas no Apêndice A listam todas as 256 formas possíveis para um silogismo
categórico. Para cada um dos casos inválidos, indica-se qual ou quais das regras listadas acima
foram violadas.

A Tabela 4 indica, para cada figura, as formas de silogismo categórico que estão corretas no que
diz respeito às regras de construção listadas. Em verde estão as 15 cuja validade é
incontroversa, em amarelo as 4 controversas e em ocre as 5 consideradas desnecessárias. A
tabela mostra:

a. o número sequencial, de 1 a 64, da forma de silogismo, dentro da figura à qual


pertence;
b. o tipo de cada uma das proposições, na ordem premissa maior - premissa menor -
conclusão;
c. o nome da proposição, na ordem P1 - P2 - C;
d. o quantificador da proposição;
e. o sujeito lógico da proposição, que varia conforme a figura de silogismo;
f. o termo de ligação, que varia conforme o tipo da proposição;
g. o predicado lógico da proposição, que varia conforme a figura de silogismo;
h. um exemplo de um silogismo com a forma listada; nas proposições do exemplo
indica-se para o sujeito e o predicado lógicos se são distribuídos [D] ou não
distribuídos [U];
i. um comentário, indicando a validade da forma e o mnemônico.

Formas de silogismo conformes às regras – Figura 1


Nº F T Qtd S Lig P Exemplo Obs
1 A P1 Todo M É P Todo animal [D] é um ser mortal [U]. VÁLIDO
A P2 Todo S É M Todo leão[D] é um animal [U]. bArbArA
A C Todo S É P Todo leão [D] é um ser mortal [U].
21 E P1 Nenhum M É P Nenhum animal [D]é um ser mortal [D]. VÁLIDO
A P2 Todo S É M Todo leão[D] é um animal [U]. cElArEnt
E C Nenhum S É P Nenhum leão [D] é um ser mortal [D].
33 A P1 Todo M É P Todo animal [D] é um ser mortal [U]. VÁLIDO?
A P2 Todo S É M Todo leão[D] é um animal [D]. bArbArI
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
35 A P1 Todo M É P Todo animal [D] é um ser mortal [U]. VÁLIDO
I P2 Algum S É M Algum leão [U] é um animal [U]. dArII
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
53 E P1 Nenhum M É P Nenhum animal [D] é um ser mortal [D]. VÁLIDO?
A P2 Todo S É M Todo leão [D] é um animal [U]. cElArOnt
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
55 E P1 Todo M Não é P Nenhum animal [D] é um ser mortal [D]. VÁLIDO
I P2 Algum S É M Algum leão [U] é um animal [U]. fErIO
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
Formas de silogismo conformes às regras – Figura 2
Nº F T Qtd S Lig P Exemplo Obs

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
18 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO
E P2 Nenhum S É M Nenhum leão [D] é animal [D]. cAmEstrEs
E C Nenhum S É P Nenhum leão [D] é um ser mortal [U].
21 E P1 Nenhum P É M Nenhum ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO
A P2 Todo S É M Todo leão [D] é um animal [U]. cEsArE
E C Nenhum S É P Nenhum leão [D] é um ser mortal [U].
50 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é animal [U]. VÁLIDO?
E P2 Nenhum S É M Nenhum leão [D] é animal [D]. cAmEstrOs
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
52 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é animal [U]. VÁLIDO
O P2 Algum S Não é M Algum leão [U] não é um animal [D]. bArOcO
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
53 E P1 Nenhum P É M Nenhum ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO?
A P2 Todo S É M Todo leão [D] é um animal [U]. cEsArO
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
55 E P1 Nenhum P É M Nenhum ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO
I P2 Algum S É M Algum leão [U] é um animal [U]. fEstInO
O C Algum S Não é P Algum leão [D] não é um ser mortal [D].
Formas de silogismo conformes às regras – Figura 3
Nº F T Qtd S Lig P Exemplo Obs
33 A P1 Todo M É P Todo animal [D] é um ser mortal [U]. VÁLIDO?
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. DArAptI
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
35 A P1 Todo M É P Todo animal [D] é um ser mortal [U]. VÁLIDO
I P2 Algum M É S Algum animal [U] é um leão [U]. DAtIsI
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
41 I P1 Algum M É P Algum animal [U] é um ser mortal [U]. VÁLIDO
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. DIsAmIs
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
53 E P1 Nenhum M É P Nenhum animal [D] é um ser mortal [D] VÁLIDO?
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. fElAptOn
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
55 E P1 Nenhum M É P Nenhum animal [D] é um ser mortal [D] VÁLIDO
I P2 Algum M É S Algum animal [U] é um leão [U]. FErIsOn
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
61 O P1 Algum M Não é P Algum animal[U] não é um ser mortal[D]. VÁLIDO
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. bOcArdO
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
Formas de silogismo conformes às regras – Figura 4
Nº F T Qtd S Lig P Exemplo Obs
18 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é um animal [U]. VÁLIDO
E P2 Nenhum M É S Nenhum animal [D] é um leão [D]. cAmEnEs
E C Nenhum S É P Nenhum leão [D] é um ser mortal [D].
33 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é um animal [U]. VÁLIDO?
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. BrAmAntIp
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
41 I P1 Algum P É M Algum ser mortal [U] é um animal [U]. VÁLIDO
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. dImArIs
I C Algum S É P Algum leão [U] é um ser mortal [U].
50 A P1 Todo P É M Todo ser mortal [D] é um animal [U]. VÁLIDO?
E P2 Nenhum M É S Nenhum animal [D] é um leão [D]. cAmEnOs
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
53 E P1 Nenhum P É M Nenhum ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO?
A P2 Todo M É S Todo animal [D] é um leão [U]. fEsApO
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
55 E P1 Nenhum P É M Nenhum ser mortal [D] é animal [D]. VÁLIDO
I P2 Algum M É S Algum animal [U] é um leão [Ú]. frEsIsOn
O C Algum S Não é P Algum leão [U] não é um ser mortal [D].
Tabela 4- Formas de silogismo em conformidade com as regras

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
A análise dos silogismos da Tabela 4 será feita com o auxílio de diagramas de Venn2, conforme
explicado a seguir.

Uso de diagramas de Venn na análise de proposições lógicas

O leitor está provavelmente familiarizado com os diagramas de Venn usados na Teoria de


Conjuntos. Estes diagramas foram originalmente usados na análise de proposições lógicas, o que
será feito a seguir. Neste texto usam-se as seguintes convenções:

a. Um círculo em branco representa a classe referenciada por um dos termos da


proposição analisada; todos os elementos desta classe (se existir algum) estarão
contidos no interior deste círculo. Em geral, coloca-se ao lado da figura geométrica o
nome da classe e/ou do termo que a ela se refere.

b. Uma área sombreada representa a não existência de elementos da classe que


satisfaçam a condição exigida para estarem naquele local. Isto ficará claro através dos
exemplos que seguem.

c. A existência de uma área em branco não assegura que existam, de fato, elementos da
classe localizados naquela área. Para indicar a existência destes elementos, marca-se a
letra "x" na área.

O diagrama de Venn mostrado na Figura 4 pode ser interpretado como segue.

2
John Venn, (n. 4/8/1834, Kingston upon Hull, Inglaterra—m. 4/4/1923, Cambridge), Filósofo e
matemático inglês, mais conhecido como o criador de diagramas para representar proposições
categóricas e testar a validade de silogismos categóricos. Fez também contribuições importantes
nas áreas de lógica simbólica (também conhecida como lógica matemática), teoria da
probabilidade e filoosofia da ciência.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 4 - Diagrama de Venn - Exemplo 1

Neste diagrama, o círculo vazio representa os elementos do conjunto A que satisfazem a


condição de estarem contidos no conjunto B. Como A está completamente dentro de B, todos
os elementos de A também são elementos de B, ou seja, A está contido em B. Já a área
sombreada em azul mostra os elementos de B que não pertencem a A. Visto que o sombreado
indica que não há elementos que satisfaçam a condição indicada, conclui-se que todos os
elementos de B são também elementos de A, ou seja, B está contido em A. Mas a condição (1)
[A está contido em B] e a condição (2) [B está contido em A], indicadas pelo diagrama, serão
atendidas simultaneamente se, e somente se, A = B.

Segue-se a interpretação do diagrama de Venn mostrado na Figura 5.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 5 - Diagrama de Venn - Exemplo 2

Neste caso o círculo sombreado representa os elementos de A que também pertencem a B


(AB) e indica que não há elementos nesta condição, vale dizer

𝐴∩𝐵 =∅
Ou seja, os conjuntos A e B são disjuntos e podem ser representados como círculos separados.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 6 - Diagrama de Venn - Exemplo 3

Já na Figura 6 estão mostrados os conjuntos S e P, que possuem elementos comuns (𝑆 ∩ 𝑃); a


área em branco representa os elementos de R que pertencem a S ou a P, ou a ambos (𝑆 ∪ 𝑃). A
área sombreada representa os elementos de R que não pertencem a 𝑆 ∪ 𝑃 e indica que não há
tais elementos, ou seja, 𝑅 = 𝑆 ∪ 𝑃.

Os quatro tipos de proposições categóricas podem ser representados através de diagramas de


Venn, conforme mostram a Figura 7 (afirmativa universal), a Figura 8 (negativa universal), a
Figura 9 (afirmativa particular) e a Figura 10 (negativa particular).

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 7 - Diagrama de Venn para proposições tipo A (afirmativa universal)

A área sombreada na Figura 7 indica o fato de que não há elementos de S que não pertençam
também a P, ou seja, para todo x pertencente a S, então x pertence a P.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 8 - Diagrama de Venn para proposições tipo E (negativa universal)

A área sombreada na Figura 8 indica que não há elementos comuns entre S e P, vale dizer,
nenhum elemento de S pertence também a P.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 9 - Diagrama de Venn para proposições tipo I (afirmativa particular)

A Figura 9 mostra que existe ao menos um elemento comum entre S e P, de modo que se pode
afirmar que algum S é P (afirmativa particular).

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 10 - Diagrama de Venn para proposições tipo O (negativa particular)

Da mesma forma, a Figura 10 mostra que há ao menos um elemento que pertence somente a S
e não a P, ou seja, pode-se afirmar que algum S não é P (negativa particular).

A análise feita para as proposições categóricas pode ser estendida aos silogismos, pois tanto as
premissas quanto a conclusão consistem de proposições categóricas. O diagrama de Venn para
um silogismo em geral tem o formato mostrado na Figura 11, na qual os círculos S, M e P
representam as classes associados ao termo menor, ao termo médio e ao termo maior,
respectivamente.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 11 - Diagrama de Venn para silogismos categóricos

As diferentes áreas delimitadas pelos círculos podem ser entendidas como subconjuntos das
classes representadas por SMP; estes subconjuntos podem ser definidos como:

Área 1: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 2: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 3: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 4: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 5: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 6: {x | (x  S)  (x  M)  (x  P)}

Área 7: {x |(x  S)  (x  M)  (x  P)}

Quando são consideradas as diferentes proposições categóricas e a combinação dos termos


como sujeito ou predicado da proposição, e levadas em conta as convenções descritas para a
construção de diagramas de Venn, é possível construir a Tabela 5 abaixo, que mostra o
preenchimento das áreas de acordo com a figura do silogismo (1, 2, 3 e 4) e com o tipo (A, E, I,
O) das premissas e da conclusão. Nesta Tabela um S indica que a área correspondente deve ser

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
sombreada, um "x" indica que a área deve ser marcada com esta letra, mostrando que ali deve
existir no mínimo um elemento3, e as células em branco indicam que nada deve ser marcado

Fig Proposição Tipo Relação A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7


1 Termo: P1 A Todo M é P S S
Sujeito: M E Nenhum M é P S S
Predicado: P I Algum M é P X X
O Algum M não é P X X
Termo: P2 A Todo S é M S S
Sujeito: S E Nenhum S é M S S
Predicado: M I Algum S é M X X
O Algum S não é M X X
2 Termo: P1 A Todo P é M S S
Sujeito: P E Nenhum P é M S S
Predicado: M I Algum P é M X X
O Algum P não é M X X
Termo: P2 A Todo S é M S S
Sujeito: S E Nenhum S é M S S
Predicado: M I Algum S é M X X
O Algum S não é M X X
3 Termo: P1 A Todo M é P S S
Sujeito: M E Nenhum M é P S S
Predicado: P I Algum M é P X X
O Algum M não é P X X
Termo: P2 A Todo M é S S S
Sujeito: M E Nenhum M é S S S
Predicado: S I Algum M é S X X
O Algum M não é S X X
4 Termo: P1 A Todo P é M S S
Sujeito: P E Nenhum P é M S S
Predicado: M I Algum P é M X X
O Algum P não é M X X
Termo: P2 A Todo M é S S S
Sujeito: M E Nenhum M é S S S
Predicado: S I Algum M é S X X
O Algum M não é S X X
ALL Termo: C A Todo S é P S S
Sujeito: S E Nenhum S é P S S
Predicado: p I Algum S é P X X
O Algum S não é P X X
Tabela 5 - Marcação das áreas no diagrama de Venn de um silogismo

A partir da Tabela 5 foi desenvolvido o Apêndice B que mostra como seriam preenchidas as áreas
do diagrama de Venn para cada uma das 256 formas que um silogismo categórico pode ter. E o

3
Observe-se que (a) quando duas áreas adjacentes são marcadas com um "x", devido ao mesmo termo
da proposição, deve existir ao menos um elemento na união das duas áreas, e; (b) o sombreado
prevalece sobre o "x", ou seja, se uma premissa requer que a área esteja vazia, e outra que ela contenha
um elemento, ela será sombreada.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
diagrama permite compreender visualmente a validade ou não validade do silogismo. Se o
mesmo for válido, após grafar no diagrama as premissas P1 e P2, deve aparecer um resultado
que concorde com a figura que seria grafada para a conclusão C. Concordância não significa
igualdade, e sim a inexistência de contradição lógica. Quando há contradição, é claro que o
silogismo será inválido.

Como exemplo, considere-se o silogismo IEE-3. Sabe-se que nos silogismos de Figura 3, o termo
médio aparece como sujeito nas duas premissas, logo P1 e P2 terão o formato:

a. P1: Algum M é P

b. P2: Nenhum M é S

c. C: Nenhum S é P

A representação gráfica de P1 na Figura 11 é um "X' marcado na união das regiões 4 e 6; a


representação gráfica de P2 é um sombreado nas regiões 4 e 5, indicando que não há nenhum
elemento comum entre as classes M e S; isto está mostrado na Figura 12.

Figura 12 - Diagrama de Venn resultante das premissas de IEE-3

A conclusão do silogismo, por sua vez, seria representada através do sombreamento das áreas
4 e 7, indicando que não há nenhum elemento comum entre S e P, conforme ilustra a Figura 13.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 13 - Diagrama de Venn resultante da conclusão de IEE-3

Em outras palavras, o diagrama gerado pelas premissas não concorda com aquele gerado pela
conclusão; não há nenhuma amarração entre a Figura 12 e a Figura 13, pois na Figura 12 a área
7 pode ou não conter algum elemento, ao passo que a conclusão exige que esta área seja vazia.
Assim, é possível que P1 e P2 sejam verdadeiras sem que a conclusão o seja.

De fato, verificando IEE-3 no Apêndice A observa-se que o mesmo viola as regras 7b ("Se uma
das premissas é particular, a conclusão não pode ser universal.") e 9 ("Se o termo maior for não
distribuído na premissa maior e distribuído na conclusão, comete-se a falácia do termo maior
ilícito."). Basta verificar a estrutura do silogismo para comprovar que o termo maior aparece não
distribuído na premissa e distribuído na conclusão, conforme indicado abaixo.

P1: Algum MU é PU

P2: Nenhum MD é SD

C: Nenhum SD é PD

Análise das 15 formas conclusivas para o silogismo categórico

A seguir serão usados diagramas de Venn para analisar as 15 formas válidas de silogismo
categórico, conforme exemplificados na Tabela 4.

1. Forma AAA-1
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa universal
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
Número sequencial na Figura: 1; mnemônico: Barbara
Exemplo:
a. P1: Todo animal é um ser mortal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C:Todo leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 14 que "Todo leão" (restrito à região 4 pelas premissas) está de fato
contido na classe dos "Seres mortais".

Figura 14 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAA-1

2. Forma EAE-1
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa universal
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 21; mnemônico: Celarent
Exemplo:
a. P1: Nenhum animal é um ser mortal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C: Nenhum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 15 que "Nenhum leão" (leões estão restritos à região 5 pelas premissas)
está na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 15 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAE-1

3. Forma AII-1
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa particular; C - afirmativa particular
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 35; mnemônico: Darii
Exemplo:
a. P1: Todo animal é um ser mortal.
b. P2: Algum leão é um animal.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 16 que "Algum leão" (restrito à região 4 pelas premissas) está de fato
contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 16 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AII-1

4. Forma EIO-1
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa particular; C - negativa particular
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 55; mnemônico: Ferio
Exemplo:
a. P1: Nenhum animal é um ser mortal.
b. P2: Algum leão é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 17 que "Algum leão" (restrito à região 5 pelas premissas) não está de fato
contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 17 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-1

5. Forma AEE-2
P1 - afirmativa universal; P2 - negativa universal; C - negativa universal
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 18; mnemônico: Camestres
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Nenhum leão é um animal.
c. C:Nenhum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 18 que "Nenhum leão" (os leões estão restritos à região 1 pelas premissas)
está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 18 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEE-2

6. Forma EAE-2
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa universal
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 21; mnemônico: Cesare
Exemplo:
a. P1: Nenhum ser mortal é um animal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C:Nenhum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 19 que "Nenhum leão" (os leões estão restritos à região 5 pelas premissas)
está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 19 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAE-2

7. Forma AOO-2
P1 - afirmativa universal; P2 - negativa particular; C - negativa particular
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 52; mnemônico: Baroco
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Algum leão não é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 20 que "Algum leão" (os leões estão restritos à região 1 pelas premissas)
não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 20 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AOO-2

8. Forma EIO-2
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa particular; C - negativa particular
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 55; mnemônico: Festino
Exemplo:
a. P1: Nenhum ser mortal é um animal.
b. P2: Algum leão é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 21 que "Algum leão" (os leões estão restritos à região 5 pelas premissas)
não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 21 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-2

9. Forma AII-3
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa particular; C - afirmativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 35; mnemônico: Datisi
Exemplo:
a. P1: Todo animal é um ser mortal.
b. P2: Algum animal é um leão.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 22 que "Algum leão" (os leões estão restritos à região 5 pelas premissas)
não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 22 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AII-3

10. Forma IAI-3


P1 - afirmativa particular; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 41; mnemônico: Disamis
Exemplo:
a. P1: Algum animal é um ser mortal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 23 que "Algum leão" (os leões estão inclusos nas regiões 4 e 7 pelas
premissas) está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 23 - Diagrama de Venn para o silogismo forma IAI-3

11. Forma EIO-3


P1 - negativa universal; P2 - afirmativa particular; C - negativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 55; mnemônico: Ferison
Exemplo:
a. P1: Nenhum animal é um ser mortal.
b. P2: Algum animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 24 que "Algum leão" (entre aqueles leões restritos à região 5 pelas
premissas) não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 24 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-3

12. Forma OAO-3


P1 - negativa particular; P2 - afirmativa universal; C - negativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 61; mnemônico: Bocardo
Exemplo:
a. P1: Algum animal não é um ser mortal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 25 que "Algum leão" (entre aqueles leões restritos à região 5 pelas
premissas) não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 25 - Diagrama de Venn para o silogismo forma OAO-3

13. Forma AEE-4


P1 - afirmativa universal; P2 - negativa universal; C - negativa universal
Figura 4: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 18; mnemônico: Camenes
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Nenhum animal é um leão.
c. C: Nenhum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 26 que "Nenhum leão" (os leões estão restritos à região 1 pelas premissas)
está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 26 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEE-4

14. Forma IAI-4


P1 - afirmativa particular; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa particular
Figura 4: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 41; mnemônico: Dimaris
Exemplo:
a. P1: Algum ser mortal é um animal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 27 -que "Algum leão" (os leões estão inclusos nas regiões 4 e 7 pelas
premissas) está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 27 - Diagrama de Venn para o silogismo forma IAI-4

15. Forma EIO-4


P1 - negativa universal; P2 - afirmativa particular; C - negativa particular
Figura 4: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 55; mnemônico: Fresison
Exemplo:
a. P1: Nenhum ser mortal é um animal.
b. P2: Algum animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão mostra a validade do silogismo. É possível


observar na Figura 28-que "Algum leão" (os leões estão inclusos na região 5 pelas premissas)
não está contido na classe dos "Seres mortais".

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 28 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EIO-4

Análise das 4 formas discutíveis para o silogismo categórico

As quatro formas de silogismo cuja validade é discutida são apresentadas a seguir.

1. Forma AAI-3
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 33; mnemônico: Darapti
Exemplo:
a. P1: Todo animal é um ser mortal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

O diagrama de Venn das premissas e da conclusão, que pode ser visto na Figura 29, mostra um
resultado interessante. É possível observar que a conclusão exige a existência de ao menos um
elemento na região 4; porém as premissas não trazem nenhuma informação sobre esta área,
que é deixada em branco. Então a conclusão é verdadeira se, e somente se, for assumida a
existência de ao menos um elemento da classe Leão, uma informação não contida nas
premissas.

Nesta situação diz-se que o silogismo incorre na chamada falácia existencial. Um modo de
resolver este problema é admitir que a palavra "Algum" implica necessariamente na existência
de ao menos um elemento. A outra solução é considerar como inválidos todos os silogismos

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO
afetados pela falácia existencial, que sempre ocorre quando duas premissas universais resultam
em uma conclusão particular.

Figura 29 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-3

2. Forma EAO-3
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa particular
Figura 3: M é sujeito na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 53; mnemônico: Felapton
Exemplo:
a. P1: Nenhum animal é um ser mortal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 30, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 5; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre esta área, que é deixada em branco.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 30 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-3

3. Forma AAI-4
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa particular
Figura 4: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 33; mnemônico: Bramantip
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 31, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 4; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre esta área, que é deixada em branco.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 31 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-4

4. Forma EAO-4
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa particular
Figura 3: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 53; mnemônico: Fesapo
Exemplo:
a. P1: Nenhum ser mortal é um animal.
b. P2: Todo animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 32, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 5 ou a região 1; porém as premissas não
trazem nenhuma informação sobre estas áreas, que são deixadas em branco.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 32 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-4

Análise das 5 formas discutíveis e desnecessárias para o silogismo categórico

Apresentam-se a seguir as cinco formas de silogismo que atendem todas as regras de


construção mas cuja validade é discutível e que, além disto, são desnecessárias.

1. Forma AAI-1
P1 - afirmativa universal; P2 - afirmativa universal; C - afirmativa particular
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 33; mnemônico: Barbari
Exemplo:
a. P1: Todo animal é um ser mortal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C: Algum leão é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 33, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 4; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre esta área, que é deixada em branco. Além disto, basta
comparar a Figura 14 com a Figura 33 para concluir que a forma AAA-1 substitui AAI-1 e
é mais geral.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 33 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AAI-1

2. Forma EAO-1
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa particular
Figura 1: M é sujeito na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 53; mnemônico: Celaront
Exemplo:
a. P1: Nenhum animal é um ser mortal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 34, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 5; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre estas áreas, que são deixadas em branco. Além disto, basta
comparar a Figura 15 com a Figura 34 para concluir que a forma EAE-1 substitui EAO-1
e é mais geral.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 34 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-1

3. Forma AEO-2
P1 - afirmativa universal; P2 - negativa universal; C - negativa particular
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 50; mnemônico: Camestros
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Nenhum leão é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 30, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 1; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre esta área, que é deixada em branco. Além disto, basta
comparar a Figura 18 com a Figura 35 para concluir que a forma AEE-2 substitui AEO-2
e é mais geral.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 35 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEO-2

4. Forma EAO-2
P1 - negativa universal; P2 - afirmativa universal; C - negativa particular
Figura 1: M é predicado na premissa maior; M é predicado na premissa menor
Número sequencial na Figura: 53; mnemônico: Cesaro
Exemplo:
a. P1: Nenhum ser mortal é um animal.
b. P2: Todo leão é um animal.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 36, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 5; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre estas áreas, que são deixadas em branco. Além disto, basta
comparar a Figura 19 com a Figura 36 para concluir que a forma EAE-2 substitui EAO-2
e é mais geral.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 36 - Diagrama de Venn para o silogismo forma EAO-2

5. Forma AEO-4
P1 - afirmativa universal; P2 - negativa universal; C - negativa particular
Figura 2: M é predicado na premissa maior; M é sujeito na premissa menor
Número sequencial na Figura: 50; mnemônico: Camenos
Exemplo:
a. P1: Todo ser mortal é um animal.
b. P2: Nenhum animal é um leão.
c. C: Algum leão não é um ser mortal.

Também neste caso incorre-se na falácia existencial. O diagrama de Venn das premissas
e da conclusão, que pode ser visto na Figura 37, mostra que a conclusão exige a
existência de ao menos um elemento na região 1; porém as premissas não trazem
nenhuma informação sobre esta área, que é deixada em branco. Além disto, basta
comparar a Figura 26 com a Figura 37 para concluir que a forma AEE-4 substitui AEO-4
e é mais geral.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Figura 37 - Diagrama de Venn para o silogismo forma AEO-4

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

APÊNDICES

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Apêndice A

As quatro primeiras tabelas contidas neste Apêndice mostram cada uma as 64 formas de silogismo categórico possíveis para uma das figuras de silogismo.

O significado das colunas está abaixo:

 Nº - número sequencial da forma para a figura a que se refere a tabela; vai de 1 a 64.
 TERMOS [P1, P2; C] - cada coluna indica o tipo de proposição categórica associada ao termo correspondente; os valores possíveis são A, E, I, O
 Proposição [QTD, QLD, D[x], D[y]] - para cada uma das proposições (P1, P2, C) são definidas quatro propriedades
o QTD - quantidade (1=universal; 0=particular)
o QLD - qualidade (1=afirmativa; 0=negativa)
o D[x]- distribuição o sujeito lógico (1=distribuído; 0=não distribuído)
o D[y]-distribuição do predicado lógico (1=distribuído; 0 =não distribuído
 Rn - resultado do teste da regra n (1=falha; 0=passa); por definição, as regras 1, 2 e 4 são atendidas; veja texto para explicação das outras regras.
 ERROS - número de regras não atendidas
 OK - conformidade da forma com as regras (0=não conforme; 1=conforme)

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SOBRE OS SILOGISMOS CATEGÓRICOS

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 1 [M é sujeito em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
1 A A A 1 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
2 A E A 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
3 A I A 1 1 1 0 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
4 A O A 1 1 1 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
5 E A A 1 0 1 1 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
6 E E A 1 0 1 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
7 E I A 1 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
8 E O A 1 0 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 3 0
9 I A A 0 1 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 2 0
10 I E A 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
11 I I A 0 1 0 0 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
12 I O A 0 1 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 3 0
13 O A A 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 0 0 0 3 0
14 O E A 0 0 0 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
15 O I A 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 1 0 1 0 1 4 0
16 O O A 0 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 3 0
17 A A E 1 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
18 A E E 1 1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
19 A I E 1 1 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 4 0
20 A O E 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 1 3 0
21 E A E 1 0 1 1 1 1 0 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
22 E E E 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
23 E I E 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
24 E O E 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 1 3 0
25 I A E 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 1 0 4 0
26 I E E 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 1 [M é sujeito em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
27 I I E 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 0 1 1 1 5 0
28 I O E 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 3 0
29 O A E 0 0 0 1 1 1 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 2 0
30 O E E 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
31 O I E 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
32 O O E 0 0 0 1 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 0 1 3 0
33 A A I 1 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
34 A E I 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
35 A I I 1 1 1 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
36 A O I 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
37 E A I 1 0 1 1 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
38 E E I 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
39 E I I 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
40 E O I 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
41 I A I 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
42 I E I 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
43 I I I 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
44 I O I 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 2 0
45 O A I 0 0 0 1 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 2 0
46 O E I 0 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
47 O I I 0 0 0 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
48 O O I 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 2 0
49 A A O 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
50 A E O 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
51 A I O 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
52 A O O 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 1 [M é sujeito em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
53 E A O 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
54 E E O 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
55 E I O 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
56 E O O 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
57 I A O 0 1 0 0 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 3 0
58 I E O 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
59 I I O 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 0 4 0
60 I O O 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 2 0
61 O A O 0 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
62 O E O 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
63 O I O 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
64 O O O 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 2 0
Tabela] - Figura 1 de silogismo: 64 formas possíveis e conformidade com as regras de criação

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 2 [M é predicado em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
1 A A A 1 1 0 1 1 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
2 A E A 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
3 A I A 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 3 0
4 A O A 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
5 E A A 1 0 1 1 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
6 E E A 1 0 1 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
7 E I A 1 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
8 E O A 1 0 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 3 0
9 I A A 0 1 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 2 0
10 I E A 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
11 I I A 0 1 0 0 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
12 I O A 0 1 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 3 0
13 O A A 0 0 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
14 O E A 0 0 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
15 O I A 0 0 1 0 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 3 0
16 O O A 0 0 1 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 3 0
17 A A E 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 2 0
18 A E E 1 1 0 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
19 A I E 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 0 1 4 0
20 A O E 1 1 0 1 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
21 E A E 1 0 1 1 1 1 0 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
22 E E E 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
23 E I E 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
24 E O E 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 1 3 0
25 I A E 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 1 0 4 0
26 I E E 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 2 [M é predicado em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
27 I I E 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 0 1 1 1 5 0
28 I O E 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 3 0
29 O A E 0 0 1 0 1 1 0 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0
30 O E E 0 0 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 0 3 0
31 O I E 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 3 0
32 O O E 0 0 1 0 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 1 1 4 0
33 A A I 1 1 0 1 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
34 A E I 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
35 A I I 1 1 0 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
36 A O I 1 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
37 E A I 1 0 1 1 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
38 E E I 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
39 E I I 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
40 E O I 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
41 I A I 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
42 I E I 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
43 I I I 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
44 I O I 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 2 0
45 O A I 0 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
46 O E I 0 0 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
47 O I I 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 2 0
48 O O I 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 2 0
49 A A O 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 2 0
50 A E O 1 1 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
51 A I O 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 2 0
52 A O O 1 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 2 [M é predicado em P1; M é predicado em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
53 E A O 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
54 E E O 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
55 E I O 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
56 E O O 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
57 I A O 0 1 0 0 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 3 0
58 I E O 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
59 I I O 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 0 4 0
60 I O O 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 2 0
61 O A O 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
62 O E O 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 2 0
63 O I O 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 2 0
64 O O O 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 1 0 3 0
Tabela 6 - Figura 2 de silogismo: 64 formas possíveis e conformidade com as regras de criação

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 3 [M é sujeito em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
1 A A A 1 1 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0
2 A E A 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
3 A I A 1 1 1 0 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
4 A O A 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
5 E A A 1 0 1 1 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 2 0
6 E E A 1 0 1 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
7 E I A 1 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
8 E O A 1 0 1 1 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
9 I A A 0 1 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
10 I E A 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
11 I I A 0 1 0 0 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
12 I O A 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
13 O A A 0 0 0 1 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
14 O E A 0 0 0 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
15 O I A 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 1 0 1 0 1 4 0
16 O O A 0 0 0 1 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 3 0
17 A A E 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 1 3 0
18 A E E 1 1 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
19 A I E 1 1 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 4 0
20 A O E 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0
21 E A E 1 0 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0
22 E E E 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
23 E I E 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
24 E O E 1 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
25 I A E 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 4 0
26 I E E 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 3 [M é sujeito em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
27 I I E 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 0 1 1 1 5 0
28 I O E 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 3 0
29 O A E 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
30 O E E 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
31 O I E 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
32 O O E 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 0 0 3 0
33 A A I 1 1 1 0 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
34 A E I 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
35 A I I 1 1 1 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
36 A O I 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
37 E A I 1 0 1 1 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
38 E E I 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
39 E I I 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
40 E O I 1 0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
41 I A I 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
42 I E I 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
43 I I I 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
44 I O I 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
45 O A I 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
46 O E I 0 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
47 O I I 0 0 0 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
48 O O I 0 0 0 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 3 0
49 A A O 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
50 A E O 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
51 A I O 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
52 A O O 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 3 [M é sujeito em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
53 E A O 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
54 E E O 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
55 E I O 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
56 E O O 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
57 I A O 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
58 I E O 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
59 I I O 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 0 4 0
60 I O O 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 3 0
61 O A O 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
62 O E O 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
63 O I O 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
64 O O O 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 0 1 0 0 3 0
Tabela 7 - Figura 3 de silogismo: 64 formas possíveis e conformidade com as regras de criação

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 4 [M é predicado em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
1 A A A 1 1 0 1 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0
2 A E A 1 1 0 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
3 A I A 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 3 0
4 A O A 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 0 0 0 3 0
5 E A A 1 0 1 1 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 2 0
6 E E A 1 0 1 1 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
7 E I A 1 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
8 E O A 1 0 1 1 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
9 I A A 0 1 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
10 I E A 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 2 0
11 I I A 0 1 0 0 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 3 0
12 I O A 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
13 O A A 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 3 0
14 O E A 0 0 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
15 O I A 0 0 1 0 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 3 0
16 O O A 0 0 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 2 0
17 A A E 1 1 0 1 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 2 0
18 A E E 1 1 0 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
19 A I E 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 0 1 4 0
20 A O E 1 1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 2 0
21 E A E 1 0 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0
22 E E E 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
23 E I E 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 0 1 2 0
24 E O E 1 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 0 2 0
25 I A E 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 1 0 1 1 4 0
26 I E E 0 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 2 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 4 [M é predicado em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
27 I I E 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 1 1 1 0 0 0 1 1 1 5 0
28 I O E 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 0 3 0
29 O A E 0 0 1 0 1 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 1 3 0
30 O E E 0 0 1 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 0 3 0
31 O I E 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 3 0
32 O O E 0 0 1 0 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 1 0 3 0
33 A A I 1 1 0 1 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
34 A E I 1 1 0 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
35 A I I 1 1 0 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0
36 A O I 1 1 0 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 2 0
37 E A I 1 0 1 1 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
38 E E I 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
39 E I I 1 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
40 E O I 1 0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
41 I A I 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
42 I E I 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
43 I I I 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 2 0
44 I O I 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0
45 O A I 0 0 1 0 1 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0
46 O E I 0 0 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
47 O I I 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 2 0
48 O O I 0 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 2 0
49 A A O 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0
50 A E O 1 1 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
51 A I O 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 0 2 0
52 A O O 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

TABELA DE VALIDADE - SILOGISMOS CATEGÓRICOS - FIGURA 4 [M é predicado em P1; M é sujeito em P2]


TERMOS P1 P2 C FALHA NAS REGRAS
Nº ERROS OK
P1 P2 C QTD QLD D[M] D[P] QTD QLD D[M] D[S] QTD QLD D[S] D[P] R3 R5 R6 R7a R7b R8 R9 R10
53 E A O 1 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
54 E E O 1 0 1 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
55 E I O 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1
56 E O O 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0
57 I A O 0 1 0 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 2 0
58 I E O 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
59 I I O 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 0 4 0
60 I O O 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 3 0
61 O A O 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 1 0
62 O E O 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 0 2 0
63 O I O 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 1 0 2 0
64 O O O 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 1 0 3 0
Tabela 8 - Figura 4 de silogismo: 64 formas possíveis e conformidade com as regras de criação

Pág. 60 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

FIG P1 P2 C MNEMÔNICOS
1 A A A Barbara Notas:
1 E A E Celarent 1. Os mnemônicos são usados desde a Idade Média
1 A I I Darii para lembrar as formas que estão em
conformidade com as regras.
1 E I O Ferio
2. As 15 formas cujos nomes estão em estilo
1 A A I Barbari
normal são conclusivas.
1 E A O Celaront 3. As 9 formas cujos nomes estão em itálico são
2 A O O Baroco afetadas pela falácia existencial (ver texto).
2 A E E Camestres 4. As 5 formas cujos nomes estão grifados são
2 E A E Cesare desnecessárias, pois podem ser substituídas
2 E I O Festino pelas equivalentes com conclusão universal.
2 A E O Camestros
2 E A O Cesaro
3 O A O Bocardo
3 A A I Darapti
3 A I I Datisi
3 I A I Disamis
3 E A O Felapton
3 E I O Ferison
4 A A I Bramantip
4 A E E Camenes
4 I A I Dimaris
4 E A O Fesapo
4 E I O Fresison
4 A E O Camenos
Tabela 9 - Formas de silogismo em conformidade com as regras (ver notas)

Pág. 61 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

Apêndice B

A Tabela 10 mostra o preenchimento dos diagramas de Venn para cada uma das 256 formas de silogismo categórico. As colunas são:

1. Col. 1 = Figura- figura de silogismo, de 1 a 4


2. Col. 2 = Nº - número sequencial do silogismo na figura (1 a 64)
3. Col. 3 = P1 - tipo da proposição (A, E, I, O) para P1
4. Col. 4 = P2 - tipo da proposição (A, E, I, O) para P2
5. Col. 5 = C - tipo da proposição (A, E, I, O) para C
6. Cols. 6 a 12 = A1 até A7- conteúdo das áreas da Figura 11 para P1 de cada silogismo; branco representa nenhuma informação, "x" representa ao
menos um elemento4 e S representa o sombreado (vazio).
7. Cols. 13 a 19 = A1 até A7- conteúdo das áreas da Figura 11 para P2 de cada silogismo; branco representa nenhuma informação, "x" representa ao
menos um elemento e S representa o sombreado (vazio).
8. Cols. 20 a 26 = A1 até A7- conteúdo das áreas da Figura 11 para C de cada silogismo; branco representa nenhuma informação, "x" representa ao
menos um elemento e S representa o sombreado (vazio).
9. Col. 27 = COM - comentário sobre a validade da forma de silogismo.

4
Quando o "x" é marcado em duas áreas adjacentes, pelo mesmo termo da proposição, deve haver ao menos um elemento na união das duas áreas, e não em cada uma
delas individualmente.

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
1 1 A A A S S S S S S VÁLIDO
1 2 A E A S S S S S S INVÁLIDO
1 3 A I A S S X X S S INVÁLIDO
1 4 A O A S S X X S S INVÁLIDO
1 5 E A A S S S S S S INVÁLIDO
1 6 E E A S S S S S S INVÁLIDO
1 7 E I A S S X X S S INVÁLIDO
1 8 E O A S S X X S S INVÁLIDO
1 9 I A A X X S S S S INVÁLIDO
1 10 I E A X X S S S S INVÁLIDO
1 11 I I A X X X X S S INVÁLIDO
1 12 I O A X X X X S S INVÁLIDO
1 13 O A A X X S S S S INVÁLIDO
1 14 O E A X X S S S S INVÁLIDO
1 15 O I A X X X X S S INVÁLIDO
1 16 O O A X X X X S S INVÁLIDO
1 17 A A E S S S S S S INVÁLIDO
1 18 A E E S S S S S S INVÁLIDO
1 19 A I E S S X X S S INVÁLIDO
1 20 A O E S S X X S S INVÁLIDO
1 21 E A E S S S S S S VÁLIDO
1 22 E E E S S S S S S INVÁLIDO
1 23 E I E S S X X S S INVÁLIDO
1 24 E O E S S X X S S INVÁLIDO
1 25 I A E X X S S S S INVÁLIDO
1 26 I E E X X S S S S INVÁLIDO

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
1 27 I I E X X X X S S INVÁLIDO
1 28 I O E X X X X S S INVÁLIDO
1 29 O A E X X S S S S INVÁLIDO
1 30 O E E X X S S S S INVÁLIDO
1 31 O I E X X X X S S INVÁLIDO
1 32 O O E X X X X S S INVÁLIDO
1 33 A A I S S S S X X VÁLIDO?
1 34 A E I S S S S X X INVÁLIDO
1 35 A I I S S X X X X VÁLIDO
1 36 A O I S S X X X X INVÁLIDO
1 37 E A I S S S S X X INVÁLIDO
1 38 E E I S S S S X X INVÁLIDO
1 39 E I I S S X X X X INVÁLIDO
1 40 E O I S S X X X X INVÁLIDO
1 41 I A I X X S S X X INVÁLIDO
1 42 I E I X X S S X X INVÁLIDO
1 43 I I I X X X X X X INVÁLIDO
1 44 I O I X X X X X X INVÁLIDO
1 45 O A I X X S S X X INVÁLIDO
1 46 O E I X X S S X X INVÁLIDO
1 47 O I I X X X X X X INVÁLIDO
1 48 O O I X X X X X X INVÁLIDO
1 49 A A O S S S S X X INVÁLIDO
1 50 A E O S S S S X X INVÁLIDO
1 51 A I O S S X X X X INVÁLIDO
1 52 A O O S S X X X X INVÁLIDO

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
1 53 E A O S S S S X X VÁLIDO?
1 54 E E O S S S S X X INVÁLIDO
1 55 E I O S S X X X X VÁLIDO
1 56 E O O S S X X X X INVÁLIDO
1 57 I A O X X S S X X INVÁLIDO
1 58 I E O X X S S X X INVÁLIDO
1 59 I I O X X X X X X INVÁLIDO
1 60 I O O X X X X X X INVÁLIDO
1 61 O A O X X S S X X INVÁLIDO
1 62 O E O X X S S X X INVÁLIDO
1 63 O I O X X X X X X INVÁLIDO
1 64 O O O X X X X X X INVÁLIDO
2 1 A A A S S S S S S INVÁLIDO
2 2 A E A S S S S S S INVÁLIDO
2 3 A I A S S X X S S INVÁLIDO
2 4 A O A S S X X S S INVÁLIDO
2 5 E A A S S S S S S INVÁLIDO
2 6 E E A S S S S S S INVÁLIDO
2 7 E I A S S X X S S INVÁLIDO
2 8 E O A S S X X S S INVÁLIDO
2 9 I A A X X S S S S INVÁLIDO
2 10 I E A X X S S S S INVÁLIDO
2 11 I I A X X X X S S INVÁLIDO
2 12 I O A X X X X S S INVÁLIDO
2 13 O A A X X S S S S INVÁLIDO
2 14 O E A X X S S S S INVÁLIDO

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
2 15 O I A X X X X S S INVÁLIDO
2 16 O O A X X X X S S INVÁLIDO
2 17 A A E S S S S S S INVÁLIDO
2 18 A E E S S S S S S VÁLIDO
2 19 A I E S S X X S S INVÁLIDO
2 20 A O E S S X X S S INVÁLIDO
2 21 E A E S S S S S S VÁLIDO
2 22 E E E S S S S S S INVÁLIDO
2 23 E I E S S X X S S INVÁLIDO
2 24 E O E S S X X S S INVÁLIDO
2 25 I A E X X S S S S INVÁLIDO
2 26 I E E X X S S S S INVÁLIDO
2 27 I I E X X X X S S INVÁLIDO
2 28 I O E X X X X S S INVÁLIDO
2 29 O A E X X S S S S INVÁLIDO
2 30 O E E X X S S S S INVÁLIDO
2 31 O I E X X X X S S INVÁLIDO
2 32 O O E X X X X S S INVÁLIDO
2 33 A A I S S S S X X INVÁLIDO
2 34 A E I S S S S X X INVÁLIDO
2 35 A I I S S X X X X INVÁLIDO
2 36 A O I S S X X X X INVÁLIDO
2 37 E A I S S S S X X INVÁLIDO
2 38 E E I S S S S X X INVÁLIDO
2 39 E I I S S X X X X INVÁLIDO
2 40 E O I S S X X X X INVÁLIDO

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SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
2 41 I A I X X S S X X INVÁLIDO
2 42 I E I X X S S X X INVÁLIDO
2 43 I I I X X X X X X INVÁLIDO
2 44 I O I X X X X X X INVÁLIDO
2 45 O A I X X S S X X INVÁLIDO
2 46 O E I X X S S X X INVÁLIDO
2 47 O I I X X X X X X INVÁLIDO
2 48 O O I X X X X X X INVÁLIDO
2 49 A A O S S S S X X INVÁLIDO
2 50 A E O S S S S X X VÁLIDO?
2 51 A I O S S X X X X INVÁLIDO
2 52 A O O S S X X X X VÁLIDO
2 53 E A O S S S S X X VÁLIDO?
2 54 E E O S S S S X X INVÁLIDO
2 55 E I O S S X X X X VÁLIDO
2 56 E O O S S X X X X INVÁLIDO
2 57 I A O X X S S X X INVÁLIDO
2 58 I E O X X S S X X INVÁLIDO
2 59 I I O X X X X X X INVÁLIDO
2 60 I O O X X X X X X INVÁLIDO
2 61 O A O X X S S X X INVÁLIDO
2 62 O E O X X S S X X INVÁLIDO
2 63 O I O X X X X X X INVÁLIDO
2 64 O O O X X X X X X INVÁLIDO
3 1 A A A S S S S S S INVÁLIDO
3 2 A E A S S S S S S INVÁLIDO

Pág. 67 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
3 3 A I A S S X X S S INVÁLIDO
3 4 A O A S S X X S S INVÁLIDO
3 5 E A A S S S S S S INVÁLIDO
3 6 E E A S S S S S S INVÁLIDO
3 7 E I A S S X X S S INVÁLIDO
3 8 E O A S S X X S S INVÁLIDO
3 9 I A A X X S S S S INVÁLIDO
3 10 I E A X X S S S S INVÁLIDO
3 11 I I A X X X X S S INVÁLIDO
3 12 I O A X X X X S S INVÁLIDO
3 13 O A A X X S S S S INVÁLIDO
3 14 O E A X X S S S S INVÁLIDO
3 15 O I A X X X X S S INVÁLIDO
3 16 O O A X X X X S S INVÁLIDO
3 17 A A E S S S S S S INVÁLIDO
3 18 A E E S S S S S S INVÁLIDO
3 19 A I E S S X X S S INVÁLIDO
3 20 A O E S S X X S S INVÁLIDO
3 21 E A E S S S S S S INVÁLIDO
3 22 E E E S S S S S S INVÁLIDO
3 23 E I E S S X X S S INVÁLIDO
3 24 E O E S S X X S S INVÁLIDO
3 25 I A E X X S S S S INVÁLIDO
3 26 I E E X X S S S S INVÁLIDO
3 27 I I E X X X X S S INVÁLIDO
3 28 I O E X X X X S S INVÁLIDO

Pág. 68 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
3 29 O A E X X S S S S INVÁLIDO
3 30 O E E X X S S S S INVÁLIDO
3 31 O I E X X X X S S INVÁLIDO
3 32 O O E X X X X S S INVÁLIDO
3 33 A A I S S S S X X VÁLIDO?
3 34 A E I S S S S X X INVÁLIDO
3 35 A I I S S X X X X VÁLIDO
3 36 A O I S S X X X X INVÁLIDO
3 37 E A I S S S S X X INVÁLIDO
3 38 E E I S S S S X X INVÁLIDO
3 39 E I I S S X X X X INVÁLIDO
3 40 E O I S S X X X X INVÁLIDO
3 41 I A I X X S S X X VÁLIDO
3 42 I E I X X S S X X INVÁLIDO
3 43 I I I X X X X X X INVÁLIDO
3 44 I O I X X X X X X INVÁLIDO
3 45 O A I X X S S X X INVÁLIDO
3 46 O E I X X S S X X INVÁLIDO
3 47 O I I X X X X X X INVÁLIDO
3 48 O O I X X X X X X INVÁLIDO
3 49 A A O S S S S X X INVÁLIDO
3 50 A E O S S S S X X INVÁLIDO
3 51 A I O S S X X X X INVÁLIDO
3 52 A O O S S X X X X INVÁLIDO
3 53 E A O S S S S X X VÁLIDO?
3 54 E E O S S S S X X INVÁLIDO

Pág. 69 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
3 55 E I O S S X X X X VÁLIDO
3 56 E O O S S X X X X INVÁLIDO
3 57 I A O X X S S X X INVÁLIDO
3 58 I E O X X S S X X INVÁLIDO
3 59 I I O X X X X X X INVÁLIDO
3 60 I O O X X X X X X INVÁLIDO
3 61 O A O X X S S X X VÁLIDO
3 62 O E O X X S S X X INVÁLIDO
3 63 O I O X X X X X X INVÁLIDO
3 64 O O O X X X X X X INVÁLIDO
4 1 A A A S S S S S S INVÁLIDO
4 2 A E A S S S S S S INVÁLIDO
4 3 A I A S S X X S S INVÁLIDO
4 4 A O A S S X X S S INVÁLIDO
4 5 E A A S S S S S S INVÁLIDO
4 6 E E A S S S S S S INVÁLIDO
4 7 E I A S S X X S S INVÁLIDO
4 8 E O A S S X X S S INVÁLIDO
4 9 I A A X X S S S S INVÁLIDO
4 10 I E A X X S S S S INVÁLIDO
4 11 I I A X X X X S S INVÁLIDO
4 12 I O A X X X X S S INVÁLIDO
4 13 O A A X X S S S S INVÁLIDO
4 14 O E A X X S S S S INVÁLIDO
4 15 O I A X X X X S S INVÁLIDO
4 16 O O A X X X X S S INVÁLIDO

Pág. 70 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
4 17 A A E S S S S S S INVÁLIDO
4 18 A E E S S S S S S VÁLIDO
4 19 A I E S S X X S S INVÁLIDO
4 20 A O E S S X X S S INVÁLIDO
4 21 E A E S S S S S S INVÁLIDO
4 22 E E E S S S S S S INVÁLIDO
4 23 E I E S S X X S S INVÁLIDO
4 24 E O E S S X X S S INVÁLIDO
4 25 I A E X X S S S S INVÁLIDO
4 26 I E E X X S S S S INVÁLIDO
4 27 I I E X X X X S S INVÁLIDO
4 28 I O E X X X X S S INVÁLIDO
4 29 O A E X X S S S S INVÁLIDO
4 30 O E E X X S S S S INVÁLIDO
4 31 O I E X X X X S S INVÁLIDO
4 32 O O E X X X X S S INVÁLIDO
4 33 A A I S S S S X X VÁLIDO?
4 34 A E I S S S S X X INVÁLIDO
4 35 A I I S S X X X X INVÁLIDO
4 36 A O I S S X X X X INVÁLIDO
4 37 E A I S S S S X X INVÁLIDO
4 38 E E I S S S S X X INVÁLIDO
4 39 E I I S S X X X X INVÁLIDO
4 40 E O I S S X X X X INVÁLIDO
4 41 I A I X X S S X X VÁLIDO
4 42 I E I X X S S X X INVÁLIDO

Pág. 71 de 73
SOBRE O SILOGISMO CATEGÓRICO

MARCAÇÃO VENN - P1 MARCAÇÃO VENN - P2 MARCAÇÃO VENN - C


FIG N P1 P2 C COM
A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7
4 43 I I I X X X X X X INVÁLIDO
4 44 I O I X X X X X X INVÁLIDO
4 45 O A I X X S S X X INVÁLIDO
4 46 O E I X X S S X X INVÁLIDO
4 47 O I I X X X X X X INVÁLIDO
4 48 O O I X X X X X X INVÁLIDO
4 49 A A O S S S S X X INVÁLIDO
4 50 A E O S S S S X X VÁLIDO?
4 51 A I O S S X X X X INVÁLIDO
4 52 A O O S S X X X X INVÁLIDO
4 53 E A O S S S S X X VÁLIDO?
4 54 E E O S S S S X X INVÁLIDO
4 55 E I O S S X X X X VÁLIDO
4 56 E O O S S X X X X INVÁLIDO
4 57 I A O X X S S X X INVÁLIDO
4 58 I E O X X S S X X INVÁLIDO
4 59 I I O X X X X X X INVÁLIDO
4 60 I O O X X X X X X INVÁLIDO
4 61 O A O X X S S X X INVÁLIDO
4 62 O E O X X S S X X INVÁLIDO
4 63 O I O X X X X X X INVÁLIDO
4 64 O O O X X X X X X INVÁLIDO
Tabela 10 - Diagramas de Venn para todas as formas de silogismos categóricos

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SOBRE OS SILOGISMOS CATEGÓRICOS

Referências

1. "John Venn".Encyclopædia Britannica. Encyclopædia Britannica Online. Encyclopædia


Britannica Inc., 2014. Disponível em:
<http://global.britannica.com/EBchecked/topic/625445/John-Venn >. Acesso em: 10
Nov. 2014.
2. MERCIER, Désiré-Joseph (Cardinal Mercier). Elements of Logic. 3rd ed. New York: The
Manhattanville Press, 1912. Disponível em:
<http://maritain.nd.edu/jmc/etext/logic.htm>. Acesso em: 10 Nov. 2014.
3. Philosophy 103: Introduction to Logic. Sítio mantido por Phylosophy Department,
Lander University: Greenwood, SC. Disponível em
<http://philosophy.lander.edu/logic/index.html>. Acesso em: 10 Nov. 2014.
4. Syllogisms. Lista de formas de silogismo categórico. Disponível em
<http://www.vaughns-1-pagers.com/philosophy/ph-4.syllogisms.3.pdf>. Acesso em:
10 N0v. 2014.
5. Types of syllogism - Aristotle. Artigo publicado no sítio Scribd.com pelo usuário
emiliofilo. Disponível em:<https://pt.scribd.com/doc/207247964/Types-of-Syllogism-
Aristotle>. Acesso em: 10 Nov. 2014.

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