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FOTOMETRIA Processo de medição da intensidade da luz existente numa determinada situação a ser fotografada

FOTOMETRIA

Processo de medição da intensidade da luz existente numa determinada situação a ser fotografada em função da sensibilidade do filme.

FOTÔMETRO A partir da sensibilidade do filme ou sensor digital, o fotômetro, dispositivo responsável por

FOTÔMETRO

A partir da sensibilidade do filme ou sensor digital, o fotômetro, dispositivo responsável por essa leitura, sugere combinações de velocidade/diafragma a serem utilizados.

ISO / ASA Unidade de medida da sensibilidade do filme ou do sensor digital à

ISO / ASA

Unidade de medida da sensibilidade do filme ou do sensor digital à luz. Quanto maior o ISO, mais sensível é o dispositivo.

BAIXA SENSIBILIDADE Filme: pequenos sais de prata que proporcionam imagens com grande riqueza de detalhes.

BAIXA SENSIBILIDADE

Filme: pequenos sais de prata que proporcionam imagens com grande riqueza de detalhes. Digital: carga ideal sobre o sensor, proporcionando uma imagem limpa e sem ruídos.

ALTA SENSIBILIDADE Filme: grandes sais de prata que proporcionam imagens de textura granulada. Digital: sobrecarga

ALTA SENSIBILIDADE

Filme: grandes sais de prata que proporcionam imagens de textura granulada. Digital: sobrecarga de tensão sobre o sensor, proporcionando uma imagem com muitos ruídos (pixels coloridos sobre tons contínuos).

CINZA NEUTRO A leitura de luz feita pelo fotômetro é baseado no cinza neutro, ponto

CINZA NEUTRO

A leitura de luz feita pelo fotômetro é baseado no cinza neutro, ponto central de uma escala que vai do branco absoluto ao preto absoluto.

pelo fotômetro é baseado no cinza neutro, ponto central de uma escala que vai do branco
EXPOSIÇÃO POR MÉDIA A exposição sugerida pelo fotômetro e dada a partir da média dos

EXPOSIÇÃO POR MÉDIA

A exposição sugerida pelo fotômetro e dada a partir da média dos tons existentes no enquadramento da foto.

POR MÉDIA A exposição sugerida pelo fotômetro e dada a partir da média dos tons existentes
TONS ESCUROS Fotos com tons predominantemente escuros, tendem a ficar mais claras do que seu

TONS ESCUROS

Fotos com tons predominantemente escuros, tendem a ficar mais claras do que seu tom natural, ou seja, superexpostas.

Fotos com tons predominantemente escuros, tendem a ficar mais claras do que seu tom natural, ou
TONS CLAROS Fotos com tons predominantemente claros, tendem a ficar mais escuras do que seu

TONS CLAROS

Fotos com tons predominantemente claros, tendem a ficar mais escuras do que seu tom natural, ou seja, subexpostas.

CLAROS Fotos com tons predominantemente claros, tendem a ficar mais escuras do que seu tom natural,
COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO Para compensar possíveis super ou subexposições usa-se a escala de fotometria das

COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO

Para compensar possíveis super ou subexposições usa-se a escala de fotometria das câmeras que vai de -2 até +2 pontos.

compensar possíveis super ou subexposições usa-se a escala de fotometria das câmeras que vai de -2
COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO (como regular a câmera) Neutro: imagem equilibrada entre tons claros e escuros

COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO (como regular a câmera)

COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO (como regular a câmera) Neutro: imagem equilibrada entre tons claros e escuros +1:

Neutro: imagem equilibrada entre tons claros e escuros +1: imagens com tons predominantemente claros +2: imagens muito claras (ex: fotos na neve) -1: imagens com tons predominantemente escuros -2: imagens muito escuras (ex: fotos à luz de velas)

O FLASH Instrumento utilizado em fotografia que dispara luz em simultâneo com a abertura do

O FLASH

Instrumento utilizado em fotografia que dispara luz em simultâneo com a abertura do obturador. Usado em situações de pouca luz ou mesmo com bastante luz, ao sol por exemplo, para preenchimento de sombras muito fortes evitando o contraste exagerado, o chamado "fill flash".

NÚMERO GUIA O número guia (NG) é a unidade de medida da potência do reflexo

NÚMERO GUIA

O número guia (NG) é a unidade de medida da potência do reflexo que emite o flash, estabelecida a sua vez pelo fabricante para 100 ISO. Ao dobrar a sensibilidade, o número guia aumenta em 50%.

NÚMERO GUIA (cálculo do diafragma x distância) Para calcular o diafragma a ser utilizado, divide-se

NÚMERO GUIA

(cálculo do diafragma x distância)

Para calcular o diafragma a ser utilizado, divide-se o número guia pela distância até o motivo principal da foto. Ex: Para fotografar uma pessoa a 5 metros com um flash com NG igual a 40, usa-se um diafragma f8.

FLASH EM MODO MANUAL Descarrega toda sua potência e há que ajustar o diafragma dependendo

FLASH EM MODO MANUAL

Descarrega toda sua potência e há que ajustar o diafragma dependendo da distância à que está situado o motivo (cálculo a partir do número guia)

FLASH AUTOMÁTICO Está baseado num sensor situado no mesmo flash que regula a potência do

FLASH AUTOMÁTICO

Está baseado num sensor situado no mesmo flash que regula a potência do reflexo segundo a luz refletida pelo objeto.

FLASH TTL (dedicado) É a máquina quem realiza a medição da luz que recebe o

FLASH TTL (dedicado)

É a máquina quem realiza a medição da luz que recebe o sensor através da objetiva e um pequeno processador determina a potência necessária para a exposição adequada.