Você está na página 1de 28
IDENTIDADE INSTITUCIONAL Missão Garantir o controle externo da gestão dos recursos públicos, mediante orientação,

IDENTIDADE INSTITUCIONAL

Missão Garantir o controle externo da gestão dos recursos públicos, mediante orientação, fiscalização e avaliação de resultados, visando à qualidade dos serviços, em benefício da sociedade.

Visão Ser a referência em controle externo no Brasil.

Valores Agilidade: Agir com dinamismo nas ações do controle externo; Compromisso: Cumprir e respeitar os pilares da identidade organizacional; Ética: Agir conforme os princípios da moralidade, legalidade e impessoalidade; Inovação: Promover ações inéditas nos processos institucionais; Qualidade: Garantir a eficiência e eficácia do controle externo; Transparência: Dar publicidade e clareza aos atos do controle externo.

CONSELHEIROS

Presidente Conselheiro Valter Albano da Silva

Vice-presidente Conselheiro Antônio Joaquim

Corregedor Geral Conselheiro José Carlos Novelli

Ouvidor Geral Conselheiro Alencar Soares Filho

Conselheiros Humberto Bosaipo Waldir Júlio Teis Domingos Neto

Auditores Substitutos de Conselheiros Luiz Henrique Lima Isaias Lopes da Cunha Luiz Carlos Azevedo Costa Pereira

MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS

Procurador Geral Alisson Carvalho de Alencar

Procurador Geral Substituto Getúlio Velasco Moreira Filho

Procuradores de Contas Gustavo Coelho Deschamps William de Almeida Brito Júnior

Sumário

Apresentação

5

O momento atual da Contabilidade Pública

7

O objetivo da Contabilidade Pública

7

As grandes mudanças e o impacto da Nova Contabilidade Pública

9

O orçamento e o patrimônio

10

Evidenciação contábil do valor real

10

Registro dos bens de uso comum

13

Responsabilidades de gestores, administradores e contadores

14

Regularização patrimonial

14

Inventário anual de bens móveis e imóveis

15

Atualização de valores

16

Momento de atuação da equipe de Contabilidade

17

Relação da Contabilidade com outros setores

18

Responsabilidade pela evidenciação do patrimônio

19

Obrigações para 2011, 2012 e 2013

20

Regularização e evidenciação dos bens móveis e imóveis

22

Regularização dos inventários

22

Baixa contábil de bens patrimoniais

23

Ajuste do valor contábil ao valor justo

23

Data de corte

25

Atualização constante

25

Novas aquisições

26

© Tribunal de Contas de Mato Grosso, 2011.

Tiragem: Arquivo digital disponível para download no Portal do TCE (www.tce.mt.gov.br).

É permitida a reprodução total ou parcial dos textos dessa obra, desde que citada a fonte.

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

SECRETARIA GERAL DE CONTROLE EXTERNO

Supervisão

Risodalva Beata de Castro Secretária Geral de Controle Externo

CONSULTORIA TÉCNICA

Elaboração

Ronaldo Ribeiro de Oliveira (Coordenação) Secretário Chefe da Consultoria Técnica

Bruno Anselmo Bandeira Consultor de Orientação ao Jurisdicionado

Edicarlos Lima Silva Consultor de Estudos e Normas

Jeane Ferreira Rassi Carvalho Assistente da Consultoria Técnica

Bruna Henriques de Jesus Zimmer Técnico de Controle Público Externo

Renato Marçal de Mendonça Técnico de Controle Público Externo

Maria Edileuza dos Santos Metello Técnico de Controle Público Externo

Helder Augusto Pompeu de Barros Daltro Técnico de Controle Público Externo

PRODUÇÃO EDITORIAL

ASSESSORIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO

Supervisão

Dora Lemes Assessora Especial de Comunicação

Projeto Gráfico e Capa

Doriane Miloch Gerente de Publicidade

Foto da Capa

Jocil Serra (Agência Phocus)

Imagens

© Stock.xchang

Revisão

Cristina Campos

Imagens © Stock.xchang Revisão Cristina Campos Rua Conselheiro Benjamin Duarte Monteiro, s/n – Edifício

Rua Conselheiro Benjamin Duarte Monteiro, s/n – Edifício Marechal Rondon Centro Político e Administrativo – CEP: 78049-915 – Cuiabá-MT (65) 3613-7500 – tce@tce.mt.gov.br – www.tce.mt.gov.br Horário de atendimento: 8h às 18h, de segunda a sexta-feira

Apresentação

O mundo passa por uma necessidade premente de obter informações que subsidiem as tomadas de decisão. Nesse contexto, a contabilidade pública tem um papel fundamental ao interpretar, registrar e demonstrar aspec- tos orçamentários, financeiros, patrimoniais e situações potenciais.

Mas, para que a informa- ção tenha utilidade, precisa ser comparável, representa- tiva, confiável e tempestiva. E é por isso que a contabi- lidade pública está mudando, de forma a refletir, no momento correto e na extensão adequada, os bens patrimoniais, os

5
5

direitos, as obrigações, as receitas e as despesas patrimo- niais, por meio de registros e demonstrações contábeis.

A ideia, hoje, é que a contabilidade pública, com seus registros e demonstrações, seja utilizada não só pelos con- tadores e órgãos de controle, mas principalmente por ges- tores, administradores e pela sociedade.

Contribuir para a compreensão da relevância desse instrumento de gestão e de controle é o propósito da pre- sente publicação.

Conselheiro Valter Albano Presidente do TCE-MT

6
6

O momento atual da Contabilidade Pública

Com a globalização, tornou-se necessária

a comparabilidade, no tempo e espa- ço, das informações contábeis, para que organismos interna- cionais e entidades diversas conheçam a situação fiscal

e patrimonial das entidades

e órgãos da Administração Pública.

Neste contexto, o Brasil bus- ca a convergência com os padrões internacionais da contabilidade públi-

ca, visando adequar conceitos, registros

e demonstrações.

7
7

E é mais do que isso. Não é somente pela exigência formal de adequação a um padrão internacional que os diversos setores da administração pública federal, esta- dual e municipal se empenham para mudar décadas de cultura, mas principalmente porque é necessário e útil ao Brasil ter uma contabilidade pública que reflita todo um contexto, evidenciando a exata dimensão do patrimônio público, de forma tempestiva.

O objetivo da Contabilidade Pública

O objetivo da contabilidade pública é fornecer infor- mações sobre o que foi planejado, executado e os resul- tados alcançados, incluindo os aspectos orçamentários, financeiros, econômicos e patrimoniais das entidades do setor público, em apoio à tomada de decisão, à adequada prestação de contas e ao controle social.

8
8

As grandes mudanças e o impacto da Nova Contabilidade Pública

As mudanças são significativas e trazem grande reper- cussão para diversos setores e segmentos da Administração Pública.

Com o reconhecimento inequívoco da aplicação dos Princípios da Contabilidade às entidades da Administração Pública, com destaque para os Princípios da Competência

e da Oportunidade, ganha corpo a evidenciação das va- riações patrimoniais com base

e no momento

do fato gera- dor, indepen- dentemente da execução do or- çamento.

9
9

Oorçamento e o patrimônio

O orçamento continua a ser registrado e evidenciado pela contabilidade pública, mas agora de forma paralela à visão patrimonial. Nessa linha, a execução de uma despesa sem previsão orçamentária, ainda que ilegal, deve ser eviden- ciada pela contabilidade patrimonial, afetando o resultado do exercício, de forma a espelhar a realidade dos fatos.

A separação dos mundos orçamentário e patrimonial fica clara em exemplos de ocorrência de variações patrimoniais que afetam o patrimônio e o resultado das entidades públicas e que independem da execução do orçamento, a exemplo de depreciação, reavaliação e provisão para obrigações.

Evidenciação contábil do valor real

Em outro exemplo, o reconhecimento patrimonial de um direito a receber, proveniente de uma receita de IPTU,

10
10

deve coincidir com o momento do fato gerador, ou seja, no início do ano, os municípios devem reconhecer e eviden- ciar, por meio da contabilidade patrimonial, esse direito a receber, com base em informações e suporte documental provenientes de setores responsáveis pelo cadastro/arre- cadação, mesmo que a receita orçamentária ingresse nos cofres públicos nos meses subsequentes.

Com o intuito de evidenciar adequadamente o patrimônio público, os bens móveis e imóveis devem ser apresentados pelo seu valor real e justo, ou seja, se um veículo ambulância foi adquirido há quatro anos por R$ 30.000,00, hoje, com certeza, valerá bem menos que esse valor, e a contabilidade deve demonstrar o seu real valor, de mercado, o justo, e não o valor pago anteriormente.

Nessa mesma linha, os bens patrimoniais devem ser reavaliados quando apresentarem valores de mercado aci- ma dos registrados inicialmente pela contabilidade. O que

11
11

importa e deve ser demonstrado são os seus valores atuais, e não os de quando foram comprados, em anos anteriores.

Ou seja, a contabilidade pública passa a utilizar os ins- titutos de depreciação, amortização, exaustão, reavaliação, redução ao valor recuperável e provisões, entre outros. O objetivo é demonstrar por meio de registros e demons- trações contábeis o valor real, e no momento correto, dos bens, direitos e obrigações.

Essa ideia também vale para o reconhecimento das obrigações potenciais. Imagine ações judiciais reivindicando direitos trabalhistas de servidores públicos ou o reconhe- cimento de direitos patrimoniais e civis da população, em desfavor de órgãos e entidades públicas. Nessas situações, desde que tecnicamente estimáveis e seja provável a perda da demanda judicial, deve a contabilidade pública reconhecer, entre seus passivos, uma provisão para fazer frente a esses compromissos, antes mesmo do trânsito em julgado da ação

12
12

judicial, com base em informações e suporte documental fornecidos ao setor contábil pelo jurídico da entidade pública.

O importante é que os registros e demonstrações contá- beis apresentem, para todos os usuários, a verdadeira com- posição do patrimônio, incluindo bens móveis e imóveis, direitos, obrigações e as respectivas variações patrimoniais ativas e passivas.

Registro dos bens de uso comum

Os bens de uso comum de vida útil determinável, que sejam mensuráveis, absorvam recursos públicos e gerem benefícios, a exemplo de pavimentação asfáltica em ruas, devem ser registrados no ativo imobilizado das entidades públicas e, além disso, ser depreciados, a fim de se reco- nhecer constantemente o seu desgaste, deterioração física e perda de valor.

13
13

Responsabilidades de gestores, administradores e contadores

Como visto anteriormente, as mudanças são signifi- cativas e demandam uma reaprendizagem e mudança de cultura, com consequente incorporação de novas técnicas e procedimentos, impactando não só os profissionais da área contábil, mas também os diversos setores e agentes públicos.

Regularização patrimonial

Percebe-se, com muita clareza, que a regularização patrimonial é aspecto fundamental nesse novo conceito, e que essa atribuição é inerente aos mais diversos setores da Administração Pública.

A descrição dos bens móveis e imóveis, a definição de valores e localização física, assim como a designação

14
14

de equipes são atribuições e responsabilidades inerentes a gestores, administradores, secretários, chefes de patri- mônio e de inventários. Ou seja, não é o setor contábil que controla os bens móveis e imóveis. A contabilidade apenas registra, em momentos diversos, a incorporação e as respectivas alterações.

Inventário anual de bens móveis e imóveis

Tome-se, por exemplo, o inventário anual de bens móveis e imóveis. A responsabilidade desse levantamento físico e financeiro é de uma comissão designada pelo gestor público. Aos contabilistas cabe, tão- -somente, o registro contábil do valor dos bens no balanço patri- monial, com base no inventário.

15
15

Por outro lado, mesmo não sendo o contabilista quem faz o inventário, este deve certificar- -se, por meio de suporte documen- tal e indagações, da coerência e confiabilidade do valor total desses bens móveis e imóveis, que teve por base o inventário. Deve lançar em notas explicativas, junto às demonstrações contábeis, informações que esclareçam eventuais inconsistências de valores ou até mesmo que apontem a ausência do inventário anual.

Atualização de valores

Além de toda essa regularização, existe ainda a atua- lização de valores desses bens móveis e imóveis, por meio dos institutos da depreciação, amortização, exaustão, reava- liação e redução a valor recuperável, que deve ser realizada

16
16

constantemente pelos servidores das entidades públicas.

São os servidores públicos da administração, portanto, sem a necessidade da atuação de agentes externos, que devem, por exemplo, depreciar mensalmente ou reava- liar anualmente os bens móveis e imóveis, elaborar suas tabelas de depreciação de acordo com a realidade local e a necessidade específica de uso de cada um de seus bens.

Momento de atuação da equipe de Contabilidade

Num momento posterior a todas essas fases é que ha- verá a atuação dos profissionais da área contábil, mediante registro contábil das depreciações e reavaliações, dentre outros. Ou seja, a responsabilidade inicial de todos os atos de regularização e de atualização do patrimônio cabe aos diversos setores, e somente numa fase posterior é que haverá atuação dos contabilistas.

17
17

Relação da Contabilidade com outros setores

Em outros exemplos que demonstram a necessidade de haver inter-relacionamento entre os demais setores da Administração Pública e a contabilidade, tem-se o registro mensal das obrigações a pagar 13º e férias, das provisões de obrigações diversas ou ainda do direito a receber de im- postos. São situações em que setores de recursos humanos, jurídico, tributação e outros devem fornecer informações aos contabilistas para registros, em tempo hábil, de acordo com o fato gerador de cada situação.

18
18

Responsabilidade pela evidenciação do patrimônio

É muito importante separar as áreas e o momento de atuação. A responsabilidade pela evidenciação do patri- mônio é do contabilista, mas os atos que darão base a essa evidenciação, como elaboração de inventário, depreciações, reavaliações, levantamento de passivos, obrigações, valores mensais de férias, entre outros, são atribuições de setores específicos e de comissões designadas especificamente para esses fins, sob a responsabilidade dos administradores e gestores públicos.

É igualmente importante que os gestores públicos, ad- ministradores, ordenadores de despesas, secretários e demais agentes públicos tenham a noção exata do atual momento, e que as decisões sejam tomadas numa visão macro, dos órgãos de gestão para os de execução.

19
19

Obrigações para 2011, 2012 e 2013

Nesse cenário de adaptação às mudanças estruturais

e procedimentais, é fundamental estabelecer uma sequên-

cia de atividades e atribuições, assim como definir o que

é obrigatório de imediato e o que deve ser cumprido em anos posteriores.

As alterações dos fundamentos e procedimentos tive- ram início com os normativos da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), no exercício de 2008, na forma dos Manuais da Receita e da Despesa e, posteriormente, com atualizações em 2009. Mais recente- mente, com a Portaria Conjunta STN/SOF nº 4/10, e Portarias STN de números 664/10

e 665/10, tem-se conso-

20
20

lidada parte da convergência aos padrões internacionais em uma base sólida de conceitos e procedimentos.

Com base nesses normativos, a Administração Pública federal, estadual e municipal deve aplicar de imediato, já em 2011, os Princípios da Contabilidade, com destaque para os da Competência e Oportunidade, separando os mundos orçamentário e patrimonial e reconhecendo ati- vos, passivos, receitas e despesas patrimoniais pelo fato gerador, com consequente reconhecimento, evidenciação e atualização do patrimônio, mediante depreciação, exaus- tão, amortização, reavaliação e provisões, dentre outros.

Ou seja, deve a Administração Pública adotar, já no exercício de 2011, os procedimentos contábeis específicos, patrimoniais e orçamentários, ficando obrigatório em 2012 para a União e os estados e, em 2013, para os municípios apenas o novo plano de contas e os novos modelos de de- monstrações contábeis.

21
21

Regularização e evidenciação dos bens móveis e imóveis

Regularização dos inventários

Tendo em vista a tempestividade e a integridade do registro patrimonial, e considerando que historicamente há um descontrole da situação e do registro dos bens patri- moniais na Administração Pública, mediante ausência de inventários anuais, divergências entre registros contábeis e inventários, e até não-localização de bens, torna-se imprescindí- vel, num primeiro momento, regularizar a situação dos bens móveis e imóveis.

22
22

Essa regularização deve ocorrer com a realização de inventários anuais, de

forma a localizar os bens fisi- camente e definir os respectivos valores e os responsáveis.

Baixa contábil de bens patrimoniais

Num momento posterior, os bens não localizados, inutilizados ou inservíveis devem sofrer a consequente baixa contábil do patrimônio, mediante o devido suporte documental proveniente de processos administra- tivos oriundos dos setores responsáveis.

Ajuste do valor contábil ao valor justo

A partir de então, é possível regularizar o valor dos bens móveis e imóveis. Nessa fase, os diversos setores responsáveis devem apurar o valor justo de cada bem,

23
23
considerando o valor que é praticado no mercado ou o custo de produção, para que

considerando o valor que é praticado no mercado ou o custo de produção, para que a contabilidade ajuste, por- tanto, o valor contábil a esse valor justo, para mais ou para menos.

A identificação do valor justo é uma fase de extrema importância, em que os servidores públicos pertencentes aos quadros da administração apuram o valor de mer- cado, por exemplo, de seus veículos, mediante o uso de tabela FIPE, ou o valor de imóveis, com base no valor do metro quadrado praticado na região, ou mesmo em outros critérios.

24
24

Data de corte

Nessa fase de regularização dos valores contábeis, deve- -se estipular uma data de corte, em que a contrapartida dos ajustes do valor contábil ao valor justo, para mais ou para menos, deve ocorrer diretamente no patrimônio líqui- do da entidade contábil, em conta de ajuste de exercícios anteriores, por tratar-se de mudança de critério contábil.

Atualização constante

A partir de então, as entidades públicas têm condições de dar continuidade à atualiza- ção do valor contábil de seus respectivos bens móveis e imóveis, e de forma constante, me-

25
25

diante depreciação, amortização, exaustão, reavaliação e redução ao valor recuperável, concomitantemente ao fato gerador, que poderá ser mensal ou anual.

Novas aquisições

Tratando-se de bens móveis e imóveis adquiridos a partir da data de corte e considerando-se as novas aquisi- ções, o tratamento a ser dado é o da atualização constante desse valor contábil, a partir da data em que o bem começa a ser utilizado, gerando benefícios à entidade pública.

O importante é que os registros e as demonstrações contá- beis refli-

26
26
tam constantemente o valor real dos bens, a verdadeira situação dos direitos e obrigações, considerando

tam constantemente o valor real dos bens, a verdadeira situação dos direitos e obrigações, considerando os atos potenciais que podem afetar a Administração Pública e as suas variações patrimoniais.

27
27

Referências

BRASIL. Lei Complementar nº 101. Lei de Responsabilidade Fiscal. 2000.

Portaria STN nº 664. Parte II. Procedimentos Contábeis Patri- moniais. 3ª edição. 2010.

Resolução CFC nº 1.128. Aprova NBC T 16.1 – Conceituação, Objeto e Campo de Aplicação. 2008.

Resolução CFC nº 1.129. Aprova NBC T 16.2 – Patrimônio e Sistemas Contábeis. 2008.

Resolução CFC nº 1.135. Aprova NBC T 16.8 – Controle In- terno. 2008.

Resolução CFC nº 1.132. Aprova NBC T 16.5 – Registro Con- tábil. 2008.

28
28