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Y – 11. o ANO

Matemática A

CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR

CARLOS ANDRADE • CRISTINA VIEGAS • PAULA PINTO PEREIRA • PEDRO PIMENTA

Teste de diagnóstico

Sugestão de resolução de exercícios do manual

Sugestão de resolução de tarefas do manual

diagnóstico ∫ Sugestão de resolução de exercícios do manual ∫ Sugestão de resolução de tarefas do

ÍNDICE

ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 APRESENTAÇÃO DO PROJETO 3 Manual 3 Testes 5 + 5 5 Formulários 6
ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 APRESENTAÇÃO DO PROJETO 3 Manual 3 Testes 5 + 5 5 Formulários 6

INTRODUÇÃO

2

APRESENTAÇÃO DO PROJETO

3

Manual

3

Testes 5 + 5

5

Formulários

6

Caderno de exercícios e problemas

7

Caderno de apoio ao professor

8

Site de apoio ao projeto

8

Aula digital

8

PLANIFICAÇÃO GLOBAL

9

TESTE DE DIAGNÓSTICO

10

Soluções

13

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS E TAREFAS DO MANUAL

16

Volume 1 – Geometria no plano e no espaço II

• Exercícios

16

• Tarefas

43

Volume 2 – Introdução ao cálculo diferencial I. Funções racionais e funções com radicais. Taxa de variação e derivada

• Exercícios

27

• Tarefas

54

Volume 3 – Sucessões

• Exercícios

38

• Tarefas

61

Sucessões • Exercícios 38 • Tarefas 61 Nota: Este caderno encontra-se redigido conforme o novo
Sucessões • Exercícios 38 • Tarefas 61 Nota: Este caderno encontra-se redigido conforme o novo

Nota: Este caderno encontra-se redigido conforme o novo Acordo Ortográfico.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO Colegas, O projeto Y11 resulta da nossa interpretação do Programa de Matemática A do 11.
INTRODUÇÃO Colegas, O projeto Y11 resulta da nossa interpretação do Programa de Matemática A do 11.

Colegas,

O projeto Y11 resulta da nossa interpretação do Programa de Matemática A do 11. o ano e da sua articulação com as atuais necessidades educativas dos alunos, contemplando, sempre que possível e desejável, o recurso às novas tecnologias.

Conscientes da responsabilidade que temos como agentes educativos, procurámos construir um projeto não apenas consistente e rigoroso mas também apelativo, desejando que constitua um incentivo à procura de mais conhecimento. Preocupámo-nos em fornecer uma grande quantidade de recursos a alunos e professores, possibi- litando assim a adequação do projeto a qualquer turma, em qualquer contexto letivo.

Bom trabalho,

Os autores

APRESENTAÇÃO DO PROJETO

APRESENTAÇÃO DO PROJETO O projeto Y11 apresenta os seguintes materiais para o aluno: • Manual •
APRESENTAÇÃO DO PROJETO O projeto Y11 apresenta os seguintes materiais para o aluno: • Manual •

O projeto Y11 apresenta os seguintes materiais para o aluno:

Manual

Testes 5 + 5 (oferta ao aluno)

3 formulários (oferta ao aluno)

Caderno de exercícios e problemas

Manual multimédia (CD-ROM e on-line em www.y11.te.pt)

www.y11.te.pt (site de apoio ao projeto)

Para o professor apresenta ainda:

Caderno de apoio ao professor

Aula digital (CD-ROM e on-line em www.y11.te.pt)

Manual

Está dividido em três volumes, que têm como suporte três grandes temas:

Tema 1: Geometria no plano e no espaço II

Tema 2: Introdução ao cálculo diferencial I. Funcões racionais e funções com radicais. Taxa de variação e derivada

Tema 3: Sucessões

Cada volume inclui, além da exposição dos conteúdos acompanhada de exercícios laterais, tarefas de introdu- ção no início de cada subtema, exercícios resolvidos, notas históricas, tarefas de exploração e desenvolvimento, uma tarefa de investigação, Testes AAA («Aplicar, Avaliar, Aprender»), + Exercícios e Problemas globais.

Realça-se no volume 2 a exploração de conexões entre funções e a geometria e, no volume 3, a exploração de conexões entre diversos conteúdos, contribuindo-se assim para uma visão globalizante da Matemática.

Visando facilitar a articulação entre os diversos componentes do projeto, no manual encontram-se remissões para os recursos disponíveis no manual multimédia.

4

1. Trigonometria Nas PÁGINAS DE CONTEÚDOS encontrará o desenvolvimento dos assuntos. TEMA 2 Introdução ao
1. Trigonometria
Nas PÁGINAS DE CONTEÚDOS
encontrará o desenvolvimento
dos assuntos.
TEMA 2 Introdução ao cálculo diferencial I. Funções racionais e funções com radicais. Taxa de variação e derivada
de um
ângulo
Razões trigonométricas
TAREFA DE INTRODUÇÃO
TAREFA 23
Função derivada
agudo
1.
Uma
empresa
o que
organiza
eventos
desportos
radicais
o pretende base
instalar
um
1.
Seja f a função definida por f(x) = x 2 − 3x .
cabo
para
prática
slide
a entre
o topo
de
edifício
a
um
poste
de
a.
Recorrendo à calculadora, obtém
f ’(−2) ,
f ’(0) ,
f ’(1)
e
f ’(2)
e completa
iluminação
a base pública.
O de cabo
mais
comprido
de um
que é
dispõe
e mede
105 de metros.
Sabe-
a
tabela seguinte.
-se
ainda
que
poste
está
100
metros
do
edifício
e que
ângulo
de
elevação,
o
medido
da
do
poste
para
o topo
do
de edifício,
de
20
.
EXERCÍCIO 88
x
–2
0
1
2
Seja
f a função, de domínio IR ,
f’(x)
2
x
definida por f(x) = .
4
b.
Marca, num referencial, os pontos de coordenadas (x, f ’(x)) , para os valores de
NOTA
a.
Mostra que a função derivada
x
que constam da tabela e escreve a equação reduzida da reta que passa nes-
Na mancha larga poderá encontrar:
x
As
seguintes
ses pontos.
todas as instruções,
de
f
é definida por f ’(x) = .
20°
como
outras que bem
2
oportunamente surgirão,
b.
Escreve a equação reduzida da
100 m
c.
Recorrendo à definição de derivada de uma função num ponto, obtém a expres-
reta tangente ao gráfico de f no
referem-se à utilização da
são de f ’(x) e verifica que o gráfico da função que a cada x faz corresponder
calculadora
ponto de abcissa –2.
TEXAS TI-83
a.
a instala-
definições
exemplos
exercícios resolvidos
tarefas
história da Matemática
ou
TI-84/TI-84 Plus Silver
f
’(x) é a reta que definiste na alínea b.
Mostra ção que que se pretende o cabo disponível fazer. não tem comprimento suficiente para
c.
Para um determinado valor de b ,
Edition.
Nas páginas 226 a 228
a
reta de equação y = 3x + b é
é
No início,
propõe-se uma
À
função f ’ , que a cada x IR faz corresponder f ’(x ) , chama-se função deri-
também apresentado um
b.
tangente ao gráfico de f .
para
Qual é altura do edifício? Arredonda o valor obtido às décimas de metro.
vada da função f , ou apenas, derivada da função f .
conjunto de procedimentos
Determina as coordenadas
a
utilização das calculadoras
do
ponto de tangência e o valor
CASIO FX-9860GII
de
b .
2.
Seja g a função definida por g(x) = x 3 . Determina g’(x) e completa a afirmação:
e
FX-9860GII SD.
2.
regular inscrito
TAREFA DE
A função derivada da função g definida por g(x) = x 3 é a função g’ definida por
g’(x) =
Determina a área de um pentágono
numa circunferência
de raio
10
cm. Apresenta
2
o
resultado
em cm
, arredondado às décimas. Em
cálculos intermédios conserva,
pelo menos, três
casas decimais.
INTRODUÇÃO
onde são
2.3 Função derivada
CALCULADORA
Para
3.
menor
espaciais de
trabalhar com a calculadora
Determina a amplitude do
ângulo formado por duas diagonais
Seja f : x f(x) uma função derivável em A .
aplicados conhecimentos
gráfica
um
cubo. Apresenta o
em graus deverás acionar
resultado em graus, arredondado às centésimas de grau.
o
comando
Chama-se função derivada ou apenas derivada da função f , e representa-se por f ’ ou por
MODE
e selecionar
d
f
a
opção Degree.
, à função de domínio A que a cada x A faz corresponder a derivada de f no ponto x .
d
x
intuitivos que permitirão
Exercícios resolvidos
explorar
41. Seja f a função definida por f(x) =
2 1 x 2 + 2x .
a. Mostra que a função f ’ (função derivada de f ) é definida por f ’(x) = x + 2 .
Na mancha estreita poderá
encontrar:
Em
alternativa,
consulta
a
página 226.
RECURSOS MULTIMÉDIA
b. Escreve a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de f que é paralela
os novos conteúdos.
8
à reta que contém as bissetrizes dos quadrantes pares.
Animação
Resolução
2 1 (x + h) 2 + 2(x + h) – 2 1 x 2 + 2x
f(x + h ) – f(x)
a.
f ’(x) = lim
= lim
=
h → 0
h
h → 0
h
Função derivada
notas
exercícios
remissões para as rubricas
+ Exercícios e Problemas globais
remissões para
os recursos multimédia
remissões para o site
de apoio ao projeto
2 1 x 2 + xh + 2 1 h 2 + 2x + 2h – 2 1 x 2 – 2x
xh + 2 1 h 2 + 2h
=
lim
= lim
Geogebra
=
h
→ 0
h
h → 0
h
Função derivada
h x + 2 1 h + 2
=
lim
= lim 0
x +
1 h + 2 = x + 0 + 2 = x + 2
h
→ 0
h
h →
2
+ Exercícios
(continua na página seguinte)
pág. 145
(IC) 7
118
SÍNTESE
Círculo trigonométrico
TESTE AAA 1
o.n. xOy do plano,
Num referencial
a
circunferência com centro na origem e raio igual
Grupo I
1
designa-se
por
círculo
trigonométrico.
y
Este grupo é constituído por itens de seleção. Para cada item, seleciona a opção correta.
a Sendo
o ponto
P de
e interseção
α do
extremida-
1
de
de
um
ângulo
de
. amplitude
com
círculo
P são tri- e
P
1.
Na
lado o ângulo
figura ao lado está representada uma
gonométrico,
o
seno
o cosseno
desse
B
circunferência de centro em A
e
raio 5 cm.
dados,
P respetivamente,
pela
ordenada
de
sen α
A
reta
t
α
é tangente
à circunferência no
pela
abcissa
de
-1
Sempre que oportuno,
O
cos α
1
x
ponto
T . O ponto
B
pertence à circunfe-
• Simbolicamente:
45°
rência e define com
o ponto T
um arco de
A
T
o
centro em A com 45
de amplitude.
P(cos α, sen α)
A
distância de
B
à
reta
t , em
cm, arre-
é apresentada uma SÍNTESE
-1
dondada às centésimas,
é:
a amplitude de
ângulo.
α ≤ Q 1 Então:
(A)
2,56 cm
(B)
1,56 cm
–1 um
cos
–1 ≤ sen
α ≤ 1
(C)
1,46 cm
(D)
2,55 cm
t
para sistematizar os conceitos
• • No
Seja círculo
α IR trigonométrico,
≤ sendo
o e ponto
de interseção
da
reta
que contém
o lado extremidade de um ângulo
x = 1 (eixo
de
amplitude α com a reta de equação
Sempre que oportuno, irá
encontrar um TESTE AAA, com
itens de seleção e itens de
construção. Este teste inclui a
das tangentes), tem-se:
mais importantes.
2.
Relativamente ao triângulo retângulo da figura, o valor de cos β é:
tg α = ordenada de Q
1
3
13
(A)
(B)
3
13
y
8
y
Q
2
13
13
(C)
1
(D)
1
13
13
t
12
α
x
-1
α
1
-1
O
1
O
x
3.
Uma
escada
2 metros
comprimento
encostada
a uma parede
a essa vertical.
Q
A
base
dessa
o escada
está de
assente
num pátio
está horizontal
adjacente
parede.
t
-1
-1
o
Sabendo
que de
ângulo formado pela escada e pela parede mede 30
, a altura, em
metros, atingida pela
escada na
parede, arredondada às
centésimas, é:
rubrica SOS no final para ajudar
α + k ,
a amplitude
de um ângulo. Então, tg α
pode tomar qual-
Seja
k ZZ
(A)
1,73 m
(B)
1 m
(C)
1,16 m
(D)
2,31 m
2
quer valor do intervalo ]–∞, +∞[ .
PROBLEMAS GLOBAIS
a
responder
Sinal das razões trigonométricas no círculo trigonométrico
1.
4.
valente Sendo α a: a amplitude de um ângulo agudo, a expressão (1 – cos α)(1 + cos α) é equi-
Dois amigos avistaram uma torre de lados opostos, alinhados com a torre, conforme se representa na figura seguinte.
o
o
o
o
1.
Q
2.
Q
3.
Q
4.
às questões colocadas.
2
2
(A)
cos α
(B)
cos
α
(C)
sen α
(D)
sen
α
Seno
++–– Q
Cosseno
+––+
Tangente
+–+–
o
o
o
5.
O
valor da expressão sen (60 ) – 2tg (45 ) + cos (30
)
é:
64
3
(A)
–2
(B)
2
2
(C)
–1
(D)
3
– 2
22
45°
60°
60°
Sabendo que
a torre
de tem
um metros
distância
se encontravam um do outro.
de altura, o determina
que os dois amigos
Despreza
a altura
cada 368
resultado, a em
deles. Apresenta
metros, a arredondado
às unidades.
2.
Após uma tempestade, um poste de telecomunicações quebrou-se em dois segmentos, formando com o solo um triângulo
retângulo, como sugere a figura. Um dos segmentos tem um quarto
do comprimento do poste. A ponta do poste tombou
a
3 metros da base do mesmo.
A rubrica PROBLEMAS
GLOBAIS
permite
+ EXERCÍCIOS
trabalhar os conteúdos
A figura abaixo o triângulo equilátero
Itens de seleção (IS)
5.
Representa-se
= 2 . Qual das seguintes igualdades
De entre as quatro opções apresentadas
, em que na
[ABC]
B
a.
cada item,
em
é
verdadeira?
Determina o valor de α arredondado às décimas de grau.
No final de cada
bloco de conteúdos
encontrará a rubrica
+EXERCÍCIOS.
b.
seleciona a opção correta.
C
Determina o valor exato do comprimento do poste.
Na figura seguinte estão representados
os vetores
1.
u e
v .
estudados de forma
articulada.
3.
y
a.
Qual é a amplitude do ângulo formado por uma aresta lateral e uma diagonal da
base que sejam concorrentes?
A
B
Considera uma pirâmide quadrangular regular cujas faces laterais são triângulos equiláteros.
3
b.
v
Mostra que as arestas laterais são perpendiculares duas a duas.
c.
Determina o volume dessa
2
(A)
BA
· BC = 2
pirâmide, sendo a o comprimento da aresta da base.
(B)
BA
· BC = 4
1
· BC = 2
BA
3
u
(C)
0
x
(D)
BA
·
BC = 4
3
-1
1
2
28
-1
6.
O cubo
e C representado
na
do figura
Qual aresta
pontos
A ,
Esta inclui itens de seleção
é o valor
1. Os do
B
vértices AB
cubo. tem
produto
afirmações seguintes é verdadeira?
são vetores
escalar
dos
e
BC
?
Qual das
(A)
–2
C
um ângulo agudo.
e
itens
(A)
u
v
é
(B)
–1
A
um ângulo reto.
(B)
u
v
é
(C)
0
um ângulo obtuso.
(C)
u
v
é
(D)
2
de construção para
consolidar os
conhecimentos adquiridos.
é um
(D)
u
v
ângulo raso.
B
um tetraedro regular (sólido
7.
Na
figura está
representado
que são todas triângulos
Num triângulo [ABC] sabe-se que AB
< 0 . Então:
2.
·
BC
geométrico com quatro faces,
um triângulo acutângulo.
equiláteros).
(A)
[ABC] é
TAREFA DE INVESTIGAÇÃO
um triângulo retângulo.
B
(B)
[ABC] é
um triângulo obtusângulo.
D
(C)
[ABC] é
Uma população de insetos
A
pode concluir.
(D)
Nada se
Comecemos
por
considerar a reprodução de
C
uma popula-
ção de insetos,
como, por exemplo, os
vértices do tetraedro;
afídios dos álamos, para
A
,
B ,
C e
D são
os
Num triângulo [ABC]
3.
sabe-se que AB · BC > 0 . Então:
melhor perceber como evolui
o
número
de indivíduos dessa
população. As fêmeas adultas
A
B
= 6
produzem vesículas
contendo
um triângulo
(A)
[ABC]
é
acutângulo.
toda a sua descendência,
valor do produto
que depositam em folhas de árvores.
O
escalar BC
triângulo retângulo.
·
BD é:
(B)
[ABC]
é
um
Da descendência de cada fêmea, apenas uma fração sobreviverá
[ABC] é um triângulo obtusângulo.
(A)
idade adulta.
18
(B)
18
2
até à
Geralmente, a fecundidade das fêmeas e a
(C)
36
(D)
36
2
(C)
capacidade de sobrevivência das
suas crias dependem
de fato-
Nada se pode concluir.
Exame Nacional
o
a
in
de Matemática,
12.
ano, 2.
fase, 1999.
(D)
res ambientais,
da
qualidade
e
quantidade
de
alimento e da
dimensão da população. Porém, com
o objetivo de obter um
modelo simples,
efeito destes fatores
o
no crescimento desta
uma esfera
de centro C e raio 5.
De dois vetores u
8.
Seja
[AB]
o diâmetro de
4.
e
v
sabe-se que ||u
|| = 4 ,
||v
|| = 2
e
população de insetos pode ser ignorado. Desta forma, conside-
. Qual é a amplitude de
Qual é o valor
que
u
= –4
3
u
v
, em
seguintes parâmetros
do produto escalar CA
· v
remos os
(constantes) e variáveis en-
· CB ?
radianos?
volvidos no modelo:
Ao longo do manual encontram-se
(A)
–25
(B)
–5
2
(C)
5
2
(D)
25
5
5
fêmeas adultas na n-ésima geração;
Adaptado de Teste Intermédio
a
=
número de
ano, maio de 2010.
(A)
(B)
(C)
(D)
n
de Matemática,
o
11.
6
6
6
6
c
=
número de crias na
n-ésima geração;
151
n
as instruções da CALCULADORA
m
= taxa de mortalidade dos insetos jovens;
= número de descendentes
f
por fêmea adulta;
= fração de fêmeas na população adulta.
r
TEXAS, e no final as instruções
Considerando o número
de
fêmeas
na
n-ésima
geração,
), o número total de crias da população
a
(n
IN
na geração
n
0
, é dada pela seguinte
n + 1 ,
c
equação:
da CALCULADORA CASIO, assim
n + 1
(1)
c
=
f × a
n
+ 1
n
As TAREFAS DE INVESTIGAÇÃO
Deste número,
apenas uma
fração sobreviverá até à idade
como as SOLUÇÕES dos exercícios
adulta,
(1 – m)c
, que multiplicada por
r
dá o número de
n + 1
fêmeas adultas na geração n +
1 , isto é:
(2)
a
=
r (1 – m)c
incentivam a
interdisciplinaridade,
n
+ 1
n + 1
e tarefas.
equações (1) e (2), obtém-se:
Combinando as
a
=
f × r (1 – m)a
n
+ 1
n
o gosto
pela história da
Matemática
que traduz a relação existente entre
o número de fêmeas adul-
tas em gerações
consecutivas.
número de fêmeas destes insetos
O
na n-ésima geração é
e a criatividade.
dado pela expressão:
a
=
[f × r(1 – m)]
n
a
(n
IN
)
n
0
0
Este modelo pode ser traduzido por uma
sucessão de termo
n
geral
a
=
k
×
a
, que de corresponde
ao termo geral de uma
n
0
progressão geométrica
razão k .
A
monotonia desta família de sucessões depende do valor
de k e do sinal de
a
.
0
97

Testes 5 + 5

O livro de testes 5 + 5, que acompanha o manual, inclui cinco testes 5 + 5 e dois testes modelo dos testes intermédios. Este é um instrumento de trabalho particularmente útil em momentos de preparação para testes de avalia- ção e para os testes intermédios.

YTestes5+5_p a y Page 22 TESTE 3 Grupo I TESTE INTERMÉDIO 2 Este grupo é
YTestes5+5_p
a
y
Page 22
TESTE 3
Grupo I
TESTE INTERMÉDIO 2
Este grupo é constituído por itens de seleção. Para cada item, seleciona a
opção correta.
Grupo I
1. Na figura seguinte está
nadas (1, 0) .
representado o círculo trigonométrico. O ponto A tem coorde-
Os cinco itens deste grupo são
de seleção.
Em cada
um deles,
são indicadas quatro
opções,
correta.
só uma está
y
Escreve das
apenas
quais o número
de cada
item e a letra correspondente à
opção que selecionares
para responder a esse item.
P
Não apresentes cálculos, nem justificações.
• Se apresentares mais do que uma
classificada com
opção, a resposta será
zero pontos,
o mesmo acontecendo se a
letra transcrita for ilegível.
O
A
x
r definida por:
o.n. Oxyz , a reta
1. Considera, num referencial
0, 1) + λ(1,
2, 3) ,
(x, y, z) = (0,
λ IR
Q
à reta r ?
Qual das condições seguintes
define um plano paralelo
(A)
z = 1
(B)
x + y = 0
O
ponto
P
pertence à circunferência
e está no 2.
o quadrante.
O ponto Q pertence à cir-
cunferência e está no 3. o quadrante. A reta PQ é paralela ao eixo Oy .
(C)
(D)
x + 2y
+ 3z = 0
x + y – z = 0
O perímetro do triângulo [POQ]
é 3,6.
[OABC]
de
2. No referencial o.n.
da figura ao lado está
representado um quadrado
y
Qual é o valor, em
assinalado na figura?
radianos, arredondado às décimas, da amplitude do ângulo
AOP
A
e
lado 1. Os vértices
A P
B
C pertencem aos eixos coordenados.
Considera que o ponto
P se desloca sobre o lado [AB] .
(A) 0,6
(B)
0,9
(C) 2,2
(D) 2,5
Seja
f
a função
x
do ponto
P
que à abcissa
faz corresponder
o produto escalar
.
C OP
• OC
2. Considera
a pirâmide quadrangular regular repre-
x
F
O 1
seguintes
está representada
a função
f ?
sentada na figura ao lado.
Em qual dos referenciais
y
y
Em relação a um referencial
Oxyz , sejam
e
(A)
E 1
E 2
(B)
1
1
equações cartesianas dos planos ADF
e BCF e seja
E 3 uma
[AB] .
equação cartesiana do plano mediador de
D
C
Considera o sistema constituído pelas três equações
A
x
x
E 1 , E 2
e
E 3 .
B
O 1
O 1
Qual das afirmações
é verdadeira?
y
y
O sistema tem exatamente
(A)
uma solução.
(C)
(D)
2
2
O sistema tem exatamente
(B)
três soluções.
O sistema é
possível e indeterminado.
(C)
O sistema é impossível.
(D)
14
x
x
O 1
O 1
22

VOLUME 1

Geometria no plano e no espaço II

razões trigonométricas de um ângulo

retângulo, definem-se as seguintes

Num triângulo

agudo de amplitude α :

comp. do cateto oposto

comp. do cateto oposto

comp. do cateto adjacente

tg α =

=

sen α

comp. da hipotenusa

do cateto adjacente

comp.

Inclinação e declive de uma reta

cos α =

da hipotenusa

comp.

trigonométricas de um ângulo de amplitude α

Num referencial

do plano,

o.n. ângulo

entre razões

1

que a a inclinação

Relações

de uma reta (não vertical) é a amplitude não

negativa

do menor

2 α + 1 =

tg

2 α

2 α = 1

reta

2 α + cos

faz com o semieixo positivo das abcissas, tomando

cos

este semieixo para lado origem.

sen α

sen

tg

α =

cos α

O

declive, m , de uma reta não vertical

da

é a

reta: m = tg α .

tangente trigonométrica da inclinação, α ,

o quadrante

Redução ao 1.

tg (πα) = tg α

sen (πα) = sen α

cos (πα) = cos α

Condição de perpendicularidade

α tg (π + α) = tg α

(π + α) = sen

sen

de vetores

(π + α) = cos α

Dois vetores não nulos são perpendiculares se

cos

tg (−α) = –tg α

sen (–α) = sen α

e só se o seu

cos (α) = cos α

1

produto escalar

π − α

é zero:

u v u

v = 0

=

tg

π − α

Dado um vetor

tg α

α

= cos

2

u (u

sen

π − α

, u )

= sen α

num referencial

2

1

2

(–ku , ku ) , com k IR\{0} ,

cos

o.n. do plano,

2

2

qualquer vetor de coordenadas

1

1

é

perpendicular a u .

π + α

=

tg

π + α

tg α

= cos α

2

sen

Relação entre o declive de

π + α

= sen α

2

cos

retas perpendiculares

2

Num referencial o.n. do plano, dada

Razões trigonométricas de ângulos notáveis

uma reta de declive

reta perpendicular é –

1

m , não nulo,

o declive de uma

π

.

π

60°

m

π 45°

4 3

30°

Conjuntos de pontos definidos por

6

condições no plano

3

A

2

mediatriz de um segmento de reta

1

2

[AB] , de

P

do plano que satisfazem

2

ponto médio

2

M , é o

Seno

conjunto dos pontos

⎯→

a condição

⎯→

AB MP = 0 .

1

A

2

circunferência de diâmetro [AB]

3

2

é o conjunto dos

2 2

⎯→

condição AP BP = 0 .

a

⎯→

Cosseno

pontos P do

plano que satisfazem

1

3

A

reta tangente a uma circunferência

3

Tangente

de centro

pontos P do plano

3

C ,

no ponto

T , é

que satisfazem

o conjunto dos

⎯→
CT

a condição

⎯→

TP = 0 .

Conjuntos de

periódica

f , diz-se periódica de período T se e só se

Função

pontos definidos

, de domínio D

por condições no espaço

f

Uma função

O plano mediador de

f(x + T) = f(x) .

um segmento de reta [AB] , de ponto

x D

pontos P do espaço

f ,

médio

M , é o conjunto dos

que satisfazem a condição AB MP

⎯→

⎯→

A

Equações trigonométricas

= 0 .

superfície esférica de diâmetro

[–1, 1] .

b

são possíveis se e só se

[AB]

é o conjunto dos pontos P

satisfazem a condição

sen x = b

As equações do tipo

⎯→

⎯→

AP BP

sen x = sen α ⇔ x = α + k2π x = (π α) + k2π , k ZZ

do espaço que

= 0 .

O plano tangente a

b [1, 1] .

são possíveis se e só se

uma esfera de centro C

cos x = b

As equações do tipo

do

espaço que satisfazem a

no ponto condição CT TP = 0 .

T , é o

cos x = cos α ⇔ x = α + k2π x = – α + k2π , k ZZ

,

conjunto dos pontos P

⎯→

⎯→

x = b são possíveis para qualquer b IR .

tg

Retas e planos

As equações do tipo

α x = α + kπ , k ZZ

Uma equação

tg x = tg

cartesiana

do plano que passa no

cular ao vetor n

(a, b, c) é:

ponto A(x

)

, y

, z

A

Produto escalar

e que é perpendi-

A

v )

A

u|| × || v || × cos ( u

u v = ||

a(x x

) + b(y y ) + c(z z

e v :

Produto escalar de dois vetores

u

A

O vetor

) = 0

A

n (a, b, c) diz-se um vetor normal ao plano.

dos vetores

Expressão do produto escalar nas coordenadas

A

v (v , v ) , tem-se:

quaisquer, u(u , u )

e

2

1

2

1

plano, dados dois vetores

A

equação geral do plano de

Num referencial o.n. do

vetor normal

2 v

+ u

n (a, b, c) e que passa

1 v

2

u v = u dados dois

1

, v , v ) ,

v (v

2 , u )

3

e

2

u(u , u

1

ax + by + cz + d

no ponto A(x

vetores quaisquer,

3

ano, não podendo ser vendido separadamente.

1

= 0 , com d = –ax

) é:

, y

, z A

A

A

Num referencial o.n. do espaço, tem-se:

by

A

x x

cz

A

A

y y

A

z z

A

3 v 3

=

+ u

= u

2 v 2

+ u

A

1 v

=

u v

1

3 são equações cartesianas da

u 1

u

2 u

reta

do espaço que passa

no ponto de

coordenadas

dois vetores e ângulo de duas retas

(x A

)

das

, y

(u , u , u )

, z

A

e que

Ângulo de

tem a direção

A

(para u

1

2

do vetor de coordena-

3

quaisquer, no plano ou no espaço:

u

e u

1

3 não nulos).

2

,

e

v

Dois planos,

Dados dois vetores u

β , de vetores normais a

α

u v

e

b

são colineares:

–1

e

, são paralelos se

v = cos

u

|| u|| || v||

os vetores normais

α // β ⇔ a // b

vetores

e dois quaisquer

a =

k b , k IR\{0}

ou no espaço,

, no plano

o

Dois planos,

s |

|r

Este formulário é uma oferta que acompanha o manual Y, 11.

duas quaisquer retas r e s

β , de

α

e

Dadas

vetores normais

vetores normais

s )| =

||r || ||s ||

s) = |cos (r

e b

a

, são perpendiculares se

, respetivamente: cos (r

são perpendiculares:

e

e só se os

s

diretores das mesmas, r

α⊥β⇔ a

b

b

a

Uma reta

= 0

r , não contida num plano

de

α , é paralela ao plano se e só

for perpendicular a um vetor normal a

r , u ,

se um vetor diretor

α ,

n .

r // α ⇔ u n u n

Uma reta r

= 0

é perpendicular a um plano

com um

α se um vetor diretor de r , u

vetor normal

a

α ,

n

, for colinear

.

r ⊥α⇔ u // n u = k n , k IR\{0}

Formulários

Para que o aluno tenha sempre presente o essencial dos conteúdos estudados, cada volume do manual é acompanhado por um formulário. Os formulários constituem auxiliares de memória úteis para o apoio ao estudo do aluno e um incentivo ao tra- balho autónomo.

Caderno de exercícios e problemas

O Caderno de exercícios e problemas inclui sínteses, itens resolvidos, itens de seleção e itens de construção. Contém diversos itens de exame e testes intermédios.

Muitos exercícios têm um carácter globalizante, tornando este caderno particularmente útil em momentos de
Muitos exercícios têm um carácter globalizante, tornando este caderno particularmente útil em momentos
de preparação para testes de avaliação e para os testes intermédios.
Itens de construção
1.
y
Na figura estão representadas, em referencial o.n. xOy , uma reta AB
e
uma circunferência com centro
na origem e raio igual a 5.
B
e B pertencem
à circunferência.
O
Os ponto
pertence ao
eixo
pontos A A também
das abcissas.
1
A
Admitindo que o declive da reta AB é igual a
2 , resolve as três alíneas
O
x
5
seguintes.
reta
AB
é x – 2y +
5 = 0 .
a) Mostra que uma equação da
b) Mostra que o ponto B
tem coordenadas (3,
4) .
de coordenadas (– 3, 16) .
c) Seja C o ponto
[ABC]
é retângulo em
B .
Verifica que o triângulo
in Teste
o ano, janeiro de 2008.
TRIGONOMETRIA
Intermédio de Matemática, 11.
Síntese
2. Na
y
Razões trigonométricas de um
P
ângulo agudo
(x –
figura está representada, num referencial o.n. xOy , a circunferência de equação
4) 2 + (y – 1) 2 = 25 .
seguintes razões trigonométricas de um ângulo agudo de amplitude α
Num triângulo
da circunferência.
Q
t
retângulo, definem-se as
O ponto C é o centro
:
C
comprimento do cateto oposto
a)
O ponto A
de coordenadas
(0, –2)
sen α =
pertence à circunferência.
O
x
comprimento da hipotenusa
= b c
à circunferência no ponto A .
A reta t é tangente
A
cateto adjacente
Determina a
t .
comprimento do
equação reduzida
da reta
cos α =
=
comprimento da hipotenusa
a c
c
b
da circunferência.
b) P e Q são dois pontos
comprimento do cateto oposto
2 5π
tg α =
=
colorida é
cateto adjacente
comprimento do
b a
A área da região
a
6 .
Determina o valor do
produto escalar
CP · CQ .
o ano, janeiro de 2010.
in Teste Intermédio de Matemática, 11.
razões trigonométricas de um ângulo
Relações entre
sen
• tg α =
cos α α
3. Na figura está representado um retângulo [ABCD] .
(Fórmula fundamental da trigonometria)
• sen
2 α + cos
2 α = 1
A
B
1
• tg
2 α + 1 =
2
cos
α
D
C
AB ·
AC é igual a
AB — 2 .
Razões trigonométricas de ângulos complementares
Mostra que o produto escalar
o ano, maio de 2006.
in Teste Intermédio de Matemática, 11.
o
sen (90
α) = cos α
o
– α) = sen α
cos (90
46
Geometria no plano e no espaço II – Geometria analítica
tg (90
o
– α) = tg 1 α
Razões trigonométricas de ângulos notáveis
o
o
o
30
45
60
1 2
2
3
Seno
2
2
3
2
1
Cosseno
2
2
2
3
Tangente
3
1
3
Geometria no plano e no espaço II – Trigonometria
4

Caderno de apoio ao professor

Nesta publicação incluímos uma proposta de planificação global, um teste de diagnóstico com as respetivas soluções e resoluções das tarefas e de alguns exercícios do manual. Estas resoluções estão também disponíveis

em

do manual. Estas resoluções estão também disponíveis em , para poderem ser projetadas na sala de

, para poderem ser projetadas na sala de aula.

Site de apoio ao projeto (www.y11.te.pt)

Permite o acesso aos links de apoio ao aluno e ao manual multimédia on-line.

Aula digital

Todos os recursos do projeto são disponibilizados em

Todos os recursos do projeto são disponibilizados em . A aula digital possibilita a fácil exploração

.

A aula digital possibilita a fácil exploração do projeto Y11 através da utilização das novas tecnologias em sala de aula, permitindo-lhe tirar o melhor partido do seu projeto escolar e simplificando o seu trabalho diário. Através da aula digital poderá não só projetar e explorar as páginas do manual na sala de aula, como também aceder a um vasto conjunto de conteúdos multimédia integrados no manual, tornando assim a aula mais dinâmica:

Apresentações em PowerPoint com as resoluções de todas as tarefas e de alguns exercícios do manual.

Flipcharts com exemplos e sínteses da matéria dada.

Animações que, integrando imagem e áudio, são lições sobre um determinado assunto. Englobam uma componente interativa que permite avaliar o aluno quanto a esse assunto.

Aplicações realizadas em Geogebra com exemplos dinâmicos relativos aos três temas estudados.

Testes interativos – extenso banco de testes interativos, personalizáveis e organizados pelos diversos temas do manual.

Para poder comunicar mais facilmente com os seus alunos, a aula digital permite a troca de mensagens e a partilha de recursos.

PLANIFICAÇÃO GLOBAL

PLANIFICAÇÃO GLOBAL Sendo o Programa de Matemática A do 11. o ano extenso, uma boa planificação
PLANIFICAÇÃO GLOBAL Sendo o Programa de Matemática A do 11. o ano extenso, uma boa planificação

Sendo o Programa de Matemática A do 11. o ano extenso, uma boa planificação das aulas é essencial. Apresentamos aqui uma proposta de distribuição dos tempos letivos para cada tema, que poderá constituir uma base para uma planificação mais detalhada.

Temas

Tempos letivos (90 minutos)

Tema 1 – Geometria no plano e no espaço II

30

Trigonometria

15

Geometria analítica

12

Programação linear

3

Tema 2 – Introdução ao cálculo diferencial I. Funcões racionais e funções com radicais. Taxa de variação e derivada

30

Funções racionais e funções com radicais

20

Taxa de variação e derivada

10

Tema 3 – Sucessões

24

Sucessões

12

Limites de sucessões

12

Temas transversais

Comunicação matemática

Aplicações e modelação matemática

História da Matemática

Lógica e raciocínio matemático

Resolução de problemas

Atividades de investigação

Tecnologia e matemática

TESTE DE DIAGNÓSTICO

TESTE DE DIAGNÓSTICO NOME: Grupo I TURMA: N. O : Este grupo é constituído por itens
TESTE DE DIAGNÓSTICO NOME: Grupo I TURMA: N. O : Este grupo é constituído por itens

NOME:

Grupo I

TURMA:

N.

O :

Este grupo é constituído por itens de seleção. Para cada item, seleciona a opção correta.

1. Num referencial o.n. equação y = –3 , é:

xOy , uma equação da reta que passa pelo ponto

(–1, 5)

e é perpendicular à reta de

(A)

x = –1

(B) x = 5

(C)

y = –1

(D) y = 5

2. Considera o paralelepípedo [ABCDEFGH ] num referencial o.n. Oxyz . Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

(A)

O plano ABC pode ser definido por z = 0 .

(B)

O plano EFB pode ser definido por y = 6 .

(C)

O plano BCG pode ser definido por x = 6 .

(D)

O plano ADH pode ser definido por y = –3 .

z D 9 C A B –3 6 H 0 G y E 6 F
z
D
9
C
A
B
–3
6
H
0
G
y
E
6
F
x

3. Considera a função f : [–3, 3] IR cujo gráfico se apresenta. Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

(A)

f

é injetiva e ímpar.

(B)

f

não é injetiva nem ímpar.

(C)

f

é ímpar, mas não é injetiva.

(D)

f

é injetiva, mas não é ímpar.

y 2 –3 –2 0 2 3 x –2
y
2
–3
–2
0
2
3
x
–2

4. Considera duas funções reais de variável real,

f

e

g ,

tais que

g(x ) = f (x – 3) + 1 . Sabendo que o ponto de

coordenadas (1, 5) pertence ao gráfico de f , podemos afirmar que:

(A)

g(4) = 5

(B) g(4) = 8

(C)

g(4) = 2

(D) g(4) = 6

Grupo II

Este grupo é constituído por itens de construção. Nas respostas aos itens deste grupo, apresenta o teu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que efetuares e todas as justificações necessárias.

1. No referencial Oxyz

da figura está representado um prisma quadrangular regular

[ABCOEFGH] . O ponto A tem coordenadas (0, 0, 8) e a área da base
[ABCOEFGH] . O ponto A tem coordenadas (0, 0, 8) e a área da base do prisma é 16 cm 2 .
z
F
E
a. Caracteriza por uma condição o plano paralelo a xOy que,
ao intersetar o prisma, o decompõe em dois cubos.
B
A
b. Escreve uma equação do plano que contém a face [ABFE ] .
c. Define por uma condição a reta EF .
d. Calcula CE
.
G
H
e. Escreve uma condição que defina a esfera de diâmetro [AB] .
C
O
y
x
2. No referencial ortonormado da figura estão representados dois prismas retos que constituem um sólido.
2. No referencial ortonormado da figura estão representados
dois prismas retos que constituem um sólido. A face [GEH ]
z
F
do prisma triangular é um triângulo isósceles, H( 3, 4, 0)
e
C (a, b, c ) .
G
c
a. Determina as coordenadas de C , sabendo que a – b =
2 .
A
O
y
b. Calcula o volume do sólido representado na figura.
I
B
c. Calcula as coordenadas do vetor v → = 2EA
→ – AB
→ .
E
H
d. Escreve uma equação vetorial da reta GH .
D
x
C
ax –
3
3. Para cada a ∈ IR , a expressão g(x) = define uma função afim, g .
2

a. Se

a = 4 , determina analiticamente as coordenadas dos pontos de interseção do gráfico da função com

os eixos coordenados.

b. Determina a de modo que o gráfico da função passe no ponto de coordenadas (1, 3) .

c. Indica o valor de a de modo que g não tenha zeros.

d. Determina a de modo a que a função g seja decrescente.

4.

Na figura está representada graficamente a função f . Sabe-se que esta função tem domínio [–4, + [ e que é crescente no intervalo [2, + [ .

y

[–4, + [ e que é crescente no intervalo [2, + [ . y –2 –4
–2 –4
–2
–4
5 f 2 0
5
f
2
0

–1

x

no intervalo [2, + [ . y –2 –4 5 f 2 0 –1 x a.

a. Diz, justificando, se o número –2 é elemento do contradomínio da função f .

b. Constrói a tabela de monotonia e extremos da função f .

c. Sabendo que os números –3, 0 e 3 são os três zeros de f , constrói a tabela de zeros e de sinal da função f .

d. Diz se a função f é, ou não, injetiva. Justifica a resposta.

e. A função f é par? Justifica a resposta.

5. De uma função quadrática f , sabe-se que:

a reta de equação x = – 3 é eixo de simetria do gráfico de f ;

D

f

= ]– , 5] ;

2 é zero de

f .

Identifica, das expressões seguintes, a única que pode definir a função f .

(A)

(B)

(C)

(D)

5 1 (x + 3) 2 + 5

1 (x + 3) 2 – 5

5

1 (x – 3) 2 + 5

5

2 (x + 3) 2 + 5

5

Numa pequena composição, indica, para cada uma das outras três expressões, uma razão pela qual a rejeitas.

Resolução do teste de diagnóstico

1. (A)

2. (D)

Grupo I

y 5 x = –1 4 3 2 1 –4 –3 –2 –1 0 1
y
5
x = –1
4
3
2
1
–4
–3
–2
–1
0
1
2
3
4
x
–1
–2
y = –3
–3
–4
z D 9 C A B –3 6 H O G y E 6 F
z
D
9 C
A
B
–3
6
H
O
G
y
E
6
F
x

3. (C) f não é injetiva, pois há objetos diferentes com imagens iguais. Por exemplo, f (2) = f (3) .

y 2 –3 –2 0 2 3 x –2
y
2
–3
–2
0
2
3
x
–2

A observação do gráfico permite concluir que a função é ímpar, pois o gráfico é simétrico em relação à ori- gem do referencial.

4. (D) Como o ponto de coordenadas (1, 5) pertence ao gráfico de f , tem-se que f (1) = 5 e, portanto, g(4) = f (4 – 3) + 1 = f (1) + 1 = 5 + 1 = 6 .

Grupo II

1. A base = 16 cm 2 e, portanto, aresta base = 4 cm .

a.

b.

A aresta da base é 4 e a altura do prisma é 8. Se dividirmos o prisma ao meio por um plano paralelo a xOy , obtemos dois cubos de aresta 4. Uma condição que caracteriza o plano paralelo a xOy que passa no ponto

médio de [OA]

é

B

C

z = 4 . z F E A H G O y x
z
=
4 .
z
F
E
A
H
G
O
y
x

z

= 8

c. A reta

EF

resulta da interseção dos planos

ABE

d.

Uma condição que define a reta é x = –4 z = 8 .

C(0, –4, 0); E(–4, 0, 8)

=

CE

(0 + 4)

+

2

(–4 – 0)

2

+ (0 – 8)

2

= 4

6

e

FEG , com equações

z = 8

e

x = –4 , respetivamente.

e.

A esfera tem centro no ponto médio de [AB] , que tem coordenadas (0, –2, 8) e tem raio 2, que é metade de AB . Uma condição que define a esfera é:

x 2 + (y + 2) 2 + (z – 8) 2 4

2. Sendo H (3, 4, 0) , temos que C (3, 4, c) . Como a b = 3 – 4 = – 1 , tem-se c = – 2 . O ponto C tem coordenadas (3, 4, –2) .

a.

b.

Volume do prisma [OAHEIBCD ] :

V = 3 × 4 × 2 = 24

Volume do prisma [EHAOGF ] :

c.

d.

= 4 e

EH

= 4

EG

V = 4 × 4 × 3 = 24

2

O volume do sólido é 48.

EA = (0, 4, 0) – (3, 0, 0) = (–3, 4, 0)

AB = (0, 4, –2) – (0, 4, 0) = (0, 0, –2)

= 2EA

v

AB

= (–6, 8, 0) – (0, 0, –2) = (–6, 8, 2)

= (3, 4, 0) – (3, 0, 4) = (0, 4, –4)

GH

Uma equação vetorial da reta GH poderá ser (x, y, z ) = ( 3, 0, 4) + k (0, 4, –4) , k IR

3. g(x) = 4x – 3

a.

2

As coordenadas do ponto de interseção do gráfico de g com o eixo das abcissas são 4

3 , 0 , pois:

4x – 3

3

= 0 x =

2

4

As coordenadas do ponto de interseção do gráfico de g com o eixo das ordenadas são 0, –

2 3 , pois:

y = 4 × 0 – 3

2

3

y = –

2

a ×

1 – 3

b. 3 = g(1) 3 =

2

a = 9

c.

Se

a = 0 ,

2 3 , e o gráfico de g é uma reta paralela ao eixo das abcissas.

g(x) = –

d. Para que a função

g

seja decrescente o declive da reta que é o seu gráfico tem de ser negativo, ou seja,

g é decrescente se a IR .

4. Não, porque o contradomínio de f é [–1, + [ e –2 não pertence a este intervalo.

a.

b.

c.

 

x

–4

 

–2

 

0

 

2

+

f

(x)

5

f ( x ) 5 –1 0 –1

–1

f ( x ) 5 –1 0 –1

0

f ( x ) 5 –1 0 –1

–1

f ( x ) 5 –1 0 –1
 

Máximo

 

Mínimo

 

Máximo

 

Mínimo

 

relativo

absoluto

relativo

absoluto

 

x

–4

 

–3

 

0

 

3

+

f

(x)

5

+

0

0

0

+

d.

A função f não é injetiva, pois, por exemplo, –2 2 , mas f (–2) = f (2) .

e. A função

f

não é par,

pois o seu domínio não contém os simétricos de alguns dos seus elementos. Por

exemplo, 5 pertence a D f