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eliminar-a-resistencia-e-fraturar-a-sociedade/

PLANO MAÇONICO DE MISCIGENAÇÃO PARA


ELIMINAR A RESISTÊNCIA E FRATURAR
A SOCIEDADE.

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Plano Kalergi
“O homem do futuro será um mestiço”

O Plano Kalergi é um plano genocida elaborado em 1923 pelo político mestiço


Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi junto com seus sócios maçons,
precursores da União Européia, para destruir a Europa e exterminar à raça
branca, mediante a promoção do multiculturalismo e a imigração em massa de
negros, asiáticos, mestiços latino-americanos, ameríndios e muçulmanos com
a finalidade de mesclar-los racialmente, produzindo assim, segundo suas
próprias expectativas, uma raça mestiça passiva, amansada, previsível e
manipulável, de carácter e inteligência inferior sobre a qual pode-se governar
eternamente a elite aristocrática judia, pois tal população resultaria incapaz e
impedida de organizar-se para rebelar-se, e inclusive dar-se conta de que
estão dominados.

Este plano, exposto em 28 teses, está inspirado no domínio humano sobre os


animais de granja, os quais, devido a sua inferior inteligencia não podem
rebelar-se.

O plano em ação

A invasão imigrante, de acordo aos novos padrões econômicos e a


globalização, já se tem produzido e não existe intenção por parte dos governos
de abandoná-la por muita crise que aconteça. E ao mesmo tempo se promove
a mestiçagem para alcançar o exterminio da raça branca, em todos os países
brancos do mundo. Não nos asiáticos, nem africanos, em aonde não há
invasão imigrante, senão somente em países brancos.

A invasão se disfarça de progresso, caridade, humanismo, fraternidade, justiça


social, igualdade, etc. Mas trata-se de um plano criminoso e impiedoso para
destruir os europeus.

A essência do Plano

Em seus primeiros manifestos escritos entre 1923 e 1925, o Plano Kalergi


exigia que os judeus tomassem o poder, primeiro na Europa e depois em todo
o mundo. O plano se baseia em um racismo judeu utópico e se refere a uma
«raça superior» (Herrenrasse) judia. A expressão Herrenrasse, utilizada por
Adolf Hitler para descrever a raça ariana, foi usada também por Coudenhove-
Kalergi para dar suporte à reivindicação da soberania judia na Europa e no
mundo. Também o termo «raça nobre judia» é utilizado constantemente. Com
a motivação de criar um império judeu, o plano Kalergi proclama a abolição do
direito de autodeterminação dos povos e, posteriormente, a eliminação das
nações por meio de migrações alógenas em massa, ou seja, seu
despedaçamento interno através de movimentos separatistas “étnicos” como o
separatismo catalão ou basco. Para que Europa seja dominável pelos judeus,
pretende transformar os povos racialmente homogêneos em conjuntos
mesclados de brancos, negros e asiáticos. A estes mestiços lhes atribui
crueldade, infidelidade e outras características que, segundo ele devem ser
criadas conscientemente porque são indispensáveis para conseguir a
superioridadee dos judeus.

O genocídio de brancos foi planejado em 1922 – o Plano Coudenhove-


Kalergi.
Muito antes de Hitler, Kalergi compartilhava a opinião do alto rendimento da
raça branca, especialmente da sub-raça nórdica, mas, ao contrário de Hitler,
não aspirava o favorecimento, conservação e fortalecimento da mesma, senão
a sua destruição. Por este motivo, pretendeu influenciar na “Criação”, porque
pensava acertadamente que ao cruzar as raças, se eliminariam talentos e
características admiráveis de cada uma delas. Apesar de sua valorização
positiva desta raça, cria ou planejava seu extermínio únicamente porque dizia
necessitar de mestiços fácilmente manipuláveis para quando pudessem
governar sobre eles. Na atualidade, encontramos outra palavra nos meios de
comunicação americanos quando se referem à colonização do Afeganistão e
Iraque, outro dos muitos sinais que provam que a semente de Kalergi segue
germinando. Trata-se de nationbuilding e significa algo assim como a criação
artificial de nações pelas mãos do homem. Enquanto à idéia de Kalergi sobre o
homem cruzado consanguineamente, encontramos grandes conhecimentos
sobre a evolução e a criação de raças que em alguns pontos concordam
assombrosamente com as investigações de Darwin e as, não elaboradas,
teorías do Terceiro Reich. Também a ciencia moderna, impulssinada sobre
tudo por Israel, que com a análise do ADN pode distinguir aos judeus de seus
primos, os árabes, confirma os conhecimentos de Kalergi sem que se possa
averiguar a proveniência de tais conhecimentos.1

O plano de Coudenhove-Kalergi – o genocídio do Povo da Europa, a


Agenda 21 e o Prêmio Carlomagno da UE.

Estas são as palavras da UE e ONU.

Quando Tony Blair fez o Reino Unido ‘abrir as fronteiras’ ele o fez por duas
razões. Primeiro porque foi uma exigência da União Européia e ele teve de
fazê-lo. Em segundo lugar porque ele calculou que a maioria vasta dos
imigrantes elegeria o Trabalho e derrotaria por maioria de votos o britânico
nativo.

Esta é essencialmente uma pedra que dá passos em direção ao Projeto


Wildlands 2014 – 014 da ONU. O Projeto Wildlands para controlar todos os
seres humanos e a Agenda 21. Isso é o ultimato em Politrickery.

Duas das coisas mais importantes que um Ser Humano necessita são a terra
suficiente (que contém todos os recursos a você e a sua família para
sobreviver) e saber a sua linhagem. Este é um plano da UE que deve destruir a
sua linhagem, a lealdade de família, a nacionalidade e a etnicidade inglesa. Isto
é parte do plano de tirar o poder de discurso da educação aberta do jovem e só
ensinar o material ‘revisado’ e politicamente aprovado.

Como Mandelson disse que ‘o experimento democrático na Europa falhou.


Devemos nos mover agora sobre a pós sociedade democrática’

Este artigo é uma tradução de um artigo italiano, originalmente publicado em


Identità. Também em http://blog.balder.org/?p=404

O objetivo deste plano é destruir as Tribos Brancas da Europa pelo que eles
chamam ‘diluição étnica’. Esta é uma teoria de conspiração? Se acha que sim
então você deve explicar por que a Merkel e Van Rompuy foi, a ambos
concedido pela União Européia, o prêmio de Carlomagno por seus esforços por
mover adiante o Plano de Coudenhove-Kalergi.

Richard Coudenhove Kalergi foi o primeiro recebedor do premio em 1950 pelo


seu Plano Pan Europeu de eliminação das Tribos Brancas da Europa.

Há uma lista do restante dos outros recebedores abaixo, no fim desse artigo.

“A mesma essência do Marxismo Cultural é o suporte da imigração de


massa/fronteiras abertas.”

“A meta final de Marxistas Culturais é o genocídio branco.”

“A justeza política é o Marxismo Cultural.” ver 2015 – 028


“Os Marxistas Culturais assumiram as instituições dos meios de comunicação,
educação, cristandade dominante (conservador e liberal), lei, e financiam
muitas vezes via o Objetivo Comum 2015 – 013 o Efeito de Objetivo Comum de
Rotherham. A sua meta é a aniquilação da Civilização Ocidental em geral e as
pessoas brancas especialmente.”

Esse é um plano para restabelecer uma sociedade mundial de Senhores e


servos.

Teria sido educado, seguramente, perguntar às Tribos Brancas da Europa se


elas queriam ou não ser eliminadas.

Se este plano é bom ou mau não é o ponto. Em uma sociedade livre você deve
ser livre para se casar seja quem for que você deseje (com o seu acordo
naturalmente). Este plano, contudo, está sendo projetado, orquestrado e
implementado por uma sem rosto, irresponsável, arrogante, e autocentralizada
elite política, sem consultar o público, estão até dizendo-lhes. Isso dá ao Plano
um horizonte muito sinistro de fato, a abertura de Tony Blair da fronteira do
Reino Unido a todo o mundo sem ter discutido abertamente no parlamento.
Ainda assim está sendo usado pela UE ao que eles chamam a diluição étnica
do povo britânico e da cultura desta e de outras nações européias.O seu
objetivo último é fazer a UE ser governada por uma elite obscenamente rica,
dirigida por uma burocracia mimada. O resto de nós vai ser moldado em um
rebanho de gado parecido a um servo amalgamado, a quem pode ser dito o
que fazer, quando fazer, como fazer e onde fazer.

Este Plano está sendo implementado no Reino Unido dando a migrantes


tratamento preferencial concessão de casas e empregos acima dos nativos
britanicos.

Você provavelmente não conseguiria ser mais racista do que isto.

Há também a possibilidade de pesadelo no caso de a grande maioria das


pessoas desejaresm casar-se com a sua própria espécie então o jogo de
mente da Nova elite de Ordem Mundial pode decidir que eles precisam ter o
controle completo de com quem você pode casar-se??? Para conseguir seu
objetivo… Sim, bastante possível.

Como Cassius Clay disse: ‘os pombos não voam com os pardais.

Isto deve, naturalmente, ser anunciado nos meios de comunicação britânicos e


BBC. A questão sobre isso é não dizer que os meios de comunicação estão
inconscientes a respeito, sobre aquilo que seriamente reflete na sua
competência, ou na escolha deliberada para não publicar.

O Plano de CK é a razão por trás da oferta de casas e empregos no setor


público a migrantes à frente de britanicos nativos.
Contudo para o Reino Unido o influxo súbito de 4 milhões de imigrantes não
convidados (pelo público) esmagou a sociedade britânica com exigências de
alojamento, escolas, o Serviço de Saúde, distribuição de água, transporte
urbano, etc. As facilidades que foram cuidadosamente fundadas junto a muitos
anos por 55 milhões e atualmente esgota com 4 milhões extra. A sociedade
britânica está sendo reduzida a um matadouro – muito ao divertimento de
muitos na Comissão européia.

Mick Greenhough,‘Há muitas caras brancas cristãs na Grã-Bretanha’ disse


David Cameron: http://youtu.be/mHqRtLeI_pE (por alguma razão você terá de
copiar na linha pois controlam o clique) via @youtube Too many white Christian
faces! Pode ser a sua opinião mas em uma sociedade democrática deve ser
posto abertamente aos cidadãos e não ser implementado ocultamente.

Cameron também disse que ele quer ver muito mais muçulmanos em posições
da autoridade e conseqüentemente um Primeiro Ministro muçulmano.

O Plano de Coudenhove-Kalergi – o Genocídio do Povo da Europa.

Isso soa como a conspiração de um filme de James Bond. Ainda assim, a cada
segundo ano a UE concede ‘o Prêmio UE Coudenhove Kalergi’. Este prêmio é
dado pelo serviço de destruir as tribos diferentes e as nacionalidades da
Europa (e conseqüentemente o mundo) e integrar povos independentes
(somente a Plebe) em um comum, indiferente aos povos homogêneos. Seu
objetivo é fazer das pessoas comuns os servos dominados por uma
obscenamente rica elite que se elegeu a si mesma. O plano de CK não deve
‘diluir’ somente as Raças Brancas mas as Negras e Marrons também. (não
difere em nada do Império Romano)

O que afirma que essa não é nenhuma história feita, é confirmado por Vaira
Vike-Freberg em 2006, Merkel sendo premiada com o Prêmio UE Coudenhove
Kalergi em 2010 e Van Rumpoy em 2012 por seus esforços para assegurar a
migração em massa do povo europeu – em particular no Reino Unido. Abaixo
há uma lista completa (há dentro da hierarquia da UE um elemento que deseja
o Reino Unido e em particular o inglês sendo prejudicado)

A imigração de massa é um fenômeno, cujas causas ainda são


inteligentemente escondidas pelo sistema, e a propaganda multicultural está
tentando retratá-lo falsamente como inevitável. Com este artigo pretendemos
comprovar definitivamente, que isto não é um fenômeno espontâneo. O que
eles querem apresentar como um resultado inevitável da vida moderna, é de
fato um plano concebido em volta de uma mesa e preparado durante décadas,
visando destruir completamente a face do continente.

Você pode pensar que a abertura de Blair das fronteiras britânicas à imigração
de massa sem abertamente discutir antes no parlamento foi um ato da Traição
contra os cidadãos britânicos. Mas não foi assim – ele cuidou de retirar a lei de
Traição revogando-a ocultamente na lei de Desordem e Crime de 1998. Foi
mencionada no parlamento mas não claramente e abertamente explicado o seu
verdadeiro propósito.

A pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos iniciadores principais do processo da


integração européia, foi também o homem que projetou o plano de genocídio
dos Povos da Europa. É uma pessoa obscura, cuja existência é desconhecida
das massas, mas a elite o considera como o fundador da União Européia. O
seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata austríaco
denominado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com conexões à família
Bizantina do Kallergis) e sua mãe a japonesa Mitsu Aoyama. Kalergi, graças
aos seus contatos fechados com todos os aristocratas europeus e políticos,
devido às relações do seu pai de diplomata-nobre, e movendo-se nos
bastidores, longe do brilho da publicidade, ele conseguiu atrair os chefes de
estados mais importantes ao seu plano, fazendo-os sustentadores e
colaboradores do seu ‘projeto de integração européia’.

Em 1922 ele fundou o movimento ‘pan-europeu’ em Viena, que aspirou a criar


uma Nova Ordem Mundial, baseada em uma federação de nações conduzidas
pelos Estados Unidos. A integração européia seria o primeiro passo na criação
de um governo mundial. Entre os primeiros sustentadores estão, inclusive os
políticos tchecos Tomás Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg,
que investiu 60,000 nas primeiras marcas. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel
e o seguinte presidente da Austria, Karl Renner, tomaram a responsabilidade
de conduzir o movimento ‘pan-europeu’. Depois, os políticos franceses, como
Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc. oferecerão a sua ajuda.

Com a subida do Fascismo na Europa, o projeto foi abandonado e conseguiu-


se que o movimento ‘pan-europeu’ se dissolvesse, mas depois que a Segunda
Guerra Mundial, Kalergi, graças à atividade frenética e incansável e o suporte
de Winston Churchill, o Alojamento Maçônico Judaico B’nai B’rith e os
principais jornais como o Times de Nova York, o plano consegue é aceito pelo
Governo dos Estados Unidos. A CIA depois empreende a realização do projeto.

A essência do plano de Kalergi

No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos


futuros ‘Estados Unidos da Europa’ não serão o Povo do Velho Continente,
mas uma espécie de sub-seres-humanos, os produtos da miscigenação. Ele
claramente afirma que os povos da Europa devem interreproduzir-se com
Asiáticos e raças coloridas, assim criando uma tropa multinacional sem
qualidade e facilmente controlada pela elite governante.
Kalergi proclama a abolição do direito à autodeterminação e logo a eliminação
de nações, utilizando os movimentos separatistas étnicos e a migração de
massa. Para que a Europa possa ser controlada por uma elite, ele quer
converter o povo em uma raça variada homogênea de Negros, Brancos e
Asiáticos. Mas quem é esta elite? Kalergi está particularmente iluminando
sobre isto:

O homem do futuro será a raça miscigenada. As raças e as classes de hoje


desaparecerão gradualmente devido à eliminação de espaço, tempo, e
preconceito. A raça Euroasiática-negróide do futuro, semelhante na aparência
aos Egípcios Antigos, substituirá a diversidade de povos e a diversidade de
indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo europeu contra a sua vontade, esta
gente será refinada e educada, dirigindo-os à sua futura posição como uma
nação principal por este processo evolutivo artificial. Não é surpreendente que
o povo que escapou da Prisão de guetos, virou a nobreza espiritual da Europa.
Assim, o cuidado compassivo dado pela Europa criou uma nova raça de
aristocratas. Isto aconteceu quando a aristocracia feudal européia caiu por
causa da emancipação dos Judeus [devido às ações tomadas pela Revolução
Francesa]

Ver aqui sobre caracteres de geneticidade na Europa

Ver também: The Changing Face of the Caucasian


Esse mapa mostra a densidade populacional aproximada referente à tonalidade mais
clara ou mais escura da cor de cabelos e de olhos na população européia.

Embora nenhum manual mencione Kalergi, as suas idéias são os princípios de


direção da União Européia. A crença de que os povos da Europa devem ser
mistos com Africanos e Asiáticos, destruir a nossa identidade e criar uma raça
de mestiços única, é a base de toda a política de comunidade que aspira a
proteger as minorias. Não por razões humanitárias, mas por causa das
diretivas emitidas pelo Regime cruel, para o genocídio intencionado mais sério
na história. O Prêmio europeu Coudenhove-Kalergi é concedido a cada dois
anos a europeus que sobressaíram na promoção deste plano criminal. Entre os
galardoados com tal prêmio estão Angela Merkel e Herman Van Rompuy.
O incitamento ao genocídio, é também a base das apelações constantes das
Nações Unidas, que exigem que aceitemos milhões de imigrantes para ajudar
com as tarifas de nascimento baixas da UE. Segundo um relatório publicado
em Janeiro de 2000 «em divisão Demográfica» Revista das Nações Unidas em
Nova York, embaixo do título ‘substituição de Imigração: uma solução para
recusa e envelhecimento da população,’ a Europa precisará antes de 2025 de
159.000.000 de migrantes.

Embora o Tibet seja


repleto de chineses, isso é genocídio. Embora os países brancos estejam cheios de não
brancos, isso é diversidade! (Uma palavra-código para genocídio)

Alguém pode se admirar como pode haver tal exatidão nas estimativas da
imigração, embora não fosse um plano premeditado. É certo que a taxa de
nascimento baixa pode ser facilmente invertida com medidas apropriadas para
apoiar as famílias. É tão claro que a contribuição de genes estrangeiros não
protegem a nossa herança genética, mas permitem o seu desaparecimento. O
único objetivo dessas medidas é alterar completamente a nosso povo,
convertê-los em um grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e
cultural. Em resumo, a política do plano de Kalergi foi e ainda é, a base da
política do governo oficial apontada para o genocídio dos Povos da Europa,
pela imigração de massa. G. Brock Chisholm, o antigo diretor da Organização
Mundial de Saúde (OMS), comprova que ele aprendeu a lição de Kalergi bem
quando ele diz: ‘O que as pessoas em todos os lugares tem de fazer é limitar
os nascimentos e promover matrimônios mistos (entre raças diferentes), isto
promove a criação de uma raça única em um mundo que será dirigido por uma
autoridade central.’

Conclusões

Se olharmos à nossa volta, o plano de Kalergi parece estar totalmente


realizado. Enfrentamos a fusão da Europa com o Terceiro Mundo. A praga do
matrimônio interracial produz cada ano milhares de pessoas jovens da raça
mestiça: ‘as crianças de Kalergi’. Sob as pressões duplas, desinformação e
adormecimento humanitário, promovidas pelos meios de comunicação
principais, os europeus estão sendo ensinados a renunciar a sua origem,
renunciar a sua identidade nacional.
Os empregados da globalização estão tentando convencer-nos que para negar
a nossa identidade, é um ato progressivo e humanitário, que ‘o racismo’ está
errado, porque eles querem que todos nós sejamos consumidores cegos. É
necessário, agora mais do que em qualquer época, contariar as mentiras do
Sistema, despertar o espírito revolucionário dos europeus. Todo o mundo deve
ver esta verdade, aquela Integração européia evolui para o genocídio. Não
temos nenhuma outra opção, a alternativa é o suicídio nacional.

Nota de Mick Greenhough: Embora as razões pelas quais Kalergi fez as


escolhas que fez não nos tenham nenhum determinado interesse, tentaremos
responder a uma pergunta que seguramente os nossos leitores já
perguntavam: Por que um aristocrata europeu com raízes de Flamengo,
Polonês, Greco-Bizantinas e até com algum sangue de samurai nas suas veias
(de sua mãe) foi o arquiteto do planejamento e da organização nas mãos de
forças escuras? As razões, na nossa opinião, são múltiplas, idiossincrásicas,
psicológicas e ….mulheres.

Por isso, observamos uma personalidade com atitudes esnobes fortes,


arrogância, e, se me permitem o termo, ‘elitismo degenerado.’ Também, o fato
de sua mãe ser asiática, possivelmente criou conflitos internos e frustrações,
algo que pode acontecer à pessoas com tal temperamento. Mas o fator mais
decisivo deve ter sido a ‘conformidade adolescente’, que a propósito
naturalmente, esteve junto dele, e foi a sua primeira mulher (com 13 anos de
idade): a Judia Ida Roland, que ficaria depois uma atriz famosa.

A premiação de Coudenhove-Kalergi vai para o Presidente Van Rompuy.

Rompuy ganhou o prêmio Coudenhove-Kalergi (também conhecido como


prêmio Carlomagno) pela importante contribuição do genocídio europeu Branco
e a escravização…
Herman Van Rompuy.

No dia 16 de Novembro de 2012, foi concedido ao Presidente do Conselho


europeu, Herman Van Rompuy, o Prêmio de Coudenhove-Kalergi, durante uma
conferência especial em Viena, na celebração dos 90 anos do movimento pan-
europeu. O prêmio é concedido a cada dois anos a personalidades importantes
por sua contribuição evidente ao processo da integração européia.

Um fator decisivo que o ajudou a ganhar o prêmio foi a maneira equilibrada


com que o Presidente Van Rompuy executou os seus deveres na nova posição
como Presidente do Conselho Europeu, que foi estabelecido pelo Tratado de
Lisboa. Ele manejou este particularmente sensível tema e desempenhou seu
papel coordenando com um espírito de determinação e reconciliação, ao
mesmo tempo também foi enfatizada a sua arbitragem hábil sobre os assuntos
europeus e o compromisso infalível com os valores morais europeus.

Durante o seu discurso o Sr. Van Rompuy descreveu a unificação da Europa


como um projeto de paz. Esta idéia, que foi também o objetivo do trabalho de
Coudenhove-Kalergi, depois de 90 anos é ainda importante. O prêmio carrega
o nome do conde Richard Nicolaus von Coudenhove-Kalergi (1894-1972),
filósofo, diplomata, publicador e fundador do Movimento pan-europeu (1923).
Coudenhove-Kalergi foi o pioneiro da integração européia e popularizou a idéia
de uma Europa federalizada com o seu trabalho.
Entre os vencedores do prêmio, a Chanceler Federal da Alemanha Angela
Merkel (2010) e o Presidente da Letônia Vaira Vike-Freiberga (2006), estão
incluídos.

Agenda 21 Revelada – Você Precisa Saber Isto

Acrescentado por Lucille Femine no dia 21 de Setembro de 2013. Salvo abaixo


de Lucille Femine, Op-editor, Direito Político, Política.

Este não é o website de, nem afiliado de modo algum com, Guardian News e
os Meios de Comunicação Empresariais.

AGENDA 21

A agenda 21 é o instrumento principal da Nova ordem Mundial, concebida em


1992 no Rio DeJaniero “na Cúpula da Terra”. O seu nome original, “
Desenvolvimento Sustentável”, começou em 1987 com o Gro Harlem
Brundtland, VP do Partido Socialista Mundial. Pesadamente promovido ao
público como a salvação deste planeta e de cada ser humano, é tudo menos
isso. Tem que ser revelado sem incerteza alguma mas você sabe que está de
acordo com os fatos.

Deixando estes dados de lado, eu poderia ser etiquetado como um membro


proeminente da ala lunática mas acredito que temos uma obrigação ética de
apresentar a verdade, como a vemos. Se eu estiver errado – bem, vou ser
envergonhado mas por fim estarei aliviado porque talvez esta insanidade não
acontecerá.

Ainda assim, o fato é que cresce a evidência de que este ovo apodrecido
chamado Agenda 21 esteve incubando durante algum tempo, sob os nossos
prórpios narizes. E ele fede.

Naquela reunião imperiosa, 178 nações assinaram o documento; o Presidente


Bush assinou para o seu sucessor Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton,
uma ordem executiva basicamente exigindo a complacência de cada estado e
comunidade com as metas e os planos da Agenda 21 que está sucedendo
rápido como política oficial em cada província, cidade e estado.

Termos com uma sonoridade compassiva como “Estabilização Demográfica” e


“Desenvolvimento Sustentável” são simplesmente máscaras do objetivo
verdadeiro deste plano das Nações Unidas – uma dominação mundial da sua
vida e liberdade, basicamente uma conspiração traiçoeira para controlar
qualquer e todas as partes da existência.

Segundo os seus autores, a sustentabilidade concentra-se em três coisas: “uso


global de terra, educação global e controle demográfico global e redução
populacional”. Não soa demasiado mau, não é? contudo, na prática real, essa
panela de conceitos de longe foge da sua retórica elevada. ver 2014 – 021 da
ONU, o ‘Projeto terras selvagens Solta a sua Guerra contra a Humanidade’.
Os objetivos verdadeiros da Agenda 21, revelados, incluem um fim à soberania
nacional; a reestruturação da unidade familiar, que significa basicamente que o
estado cuidará das suas crianças, com um olhar severo em direção à
doutrinação deles para o controle estatal acima da lealdade de família; a
abolição da propriedade privada dos cidadãos, sendo estes obrigandos a se
“empilhar e empacotar” em prédios de vários andares, próximos das ferrovias,
enquanto os carros não serão permitidos.

É sua intenção também o colapso da vida familiar por incentivos fiscais, tomar
as crianças das famílias e proibir os pais de ver as suas crianças.

“Para realizar Um Governo Mundial é necessário retirar das mentes de homens


o seu individualismo, a sua lealdade a tradições de família e a identificação
nacional.” segundo Brock Chisholm, quando foi diretor da Organização Mundial
da Saúde da ONU.

Para mais informação sobre a Agenda 21 ver:


Agenda 21 Revealed – You Need to Know This (Agenda 21 Revelado – Você
Tem que Saber Isto)

guardianlv.com/2013/09/agenda-21-revealed-you-need-to-know-this /

21 2013 Sep – a Agenda 21 é um instrumento principal da Nova ordem


Mundial, concebida em 1992 no Rio De Janeiro “na Cúpula da Terra.” O seu
nome original, “Sustentabilidade…

http://www.amren.com/ar/2011/01/index.html*article1 … ((copiar para o Word,


em seguida, clique em control) um artigo excelente, acorda as pessoas!

2 Respostas até 2013 – 043 o Plano de Coudenhove-Kalergi – o Genocídio da


Gente da Europa e Agenda 21

Jonathan em 5 de Janeiro de 2014 responde sobre (2014 – 014 o Projeto das


terras selvagens para controlar todos os seres humanos e a Agenda 21)

”A abertura de Blair das fronteiras do Reino Unido a todo o mundo sem que
isso fosse discutido no parlamento”

Isso não é verdade – os vários instrumentos jurídicos pertinentes não só foram


discutidas no Parlamento, mas do Trabalho deu-nos um referendo sobre eles
em 1975. A maior parte da legislação em questão é o European Communities
Act 1972. Isso não teve nada a ver com o trabalho, mas foi aprovada conforme
os Partidos Conservadores.

Deve notar-se que o parlamento é essencialmente controlado pelo Escritório de


Gabinete não eleito (2013 – 013 Como o Tratado de Lisboa foi aceito por
votação) e os membros do parlamento muitas vezes não têm nenhuma idéia do
que eles estão votando.
o s2 (de 1) dele diz “Todos os tais direitos, poderes, responsabilidades,
obrigações e restrições de tempos em tempos criados ou resultantes por ou
nos termos dos Tratados, e todos os tais recursos e procedimentos de tempos
em tempos previstos por ou nos termos dos Tratados, como estão em
conformidade com os Tratados sem nova ratificação a ser dada para o efeito
legal ou usado no Reino Unido devem ser reconhecidos e disponíveis na lei,
ser executados, permitidos e seguidos em conformidade”.

http://www.legislation.gov.uk/ukpga/1972/68/section/2

“Os tratados” em questão são os TEEC da época, que provêem o movimento


livre de funcionários. As modificações de tratado posteriores foram aprovadas
no governo de Margaret Thatcher e John Major e muito discutidas no
Parlamento. Thatcher mentiu a alguns dos seus mais antigos membros do
gabinete sobre as implicações e as conseqüências da UE.

Como fomos descaradamente enganados pela Heath em 1972 e Crispen


Tickell instruiu os membros do parlamento a não discutirem a Comunidade
Economica Européia em público ele foi efetivamente um acordo secreto. Dizer
agora que deveríamos de conhecido é bastante pérfido. As implicações e as
conseqüências não foram explicadas na imprensa.

A Winston Churchill foi concedido este prêmio, mas certamente ele pensou que
fosse para estimular a cooperação dos estados da Europa. É bastante
improvável que ele estivesse consciente dos objetivos do prêmio Kalergi
Coudenhove.

Os premiados com o Prêmio Carlomagno.

1950 Austria Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi


1951 Países Baixos Hendrik Brugmans
1952 Itália Alcide de Gasperi
A 1953 França Jean Monnet
1954 Alemanha Konrad Adenauer
1956 Reino Unido Sir Winston S. Churchill
1957 Bélgica Paul Henri Spaak
1958 França Robert Schuman
1959 Estados Unidos. George C. Marshall
1960 Luxemburgo Joseph Bech
1961 Alemanha Walter Hallstein
1963 Reino Unido Edward Heath
1964 Itália Antonio Segni
1966 Dinamarca Jens Otto Krag
1967 Países Baixos Joseph Luns
1969 União Européia Comissão Europeia
1970 França François Seydoux de Clausonne
1972 Reino Unido Roy Jenkins
1973 Espanha o Salvador de Madariaga
1976 Bélgica Leo Tindemans
1977 Alemanha Walter Scheel
1978 Grécia Konstantinos Karamanlis
1979 Itália Emilio Colombo
1981 França Simone Veil
1982 Espanha Juan Carlos da Espanha
1984 Alemanha Karl Carstens
1986 Luxemburgo o Povo de Luxemburgo
1987 Estados Unidos Henry Kissinger
1988 Alemanha Helmut Kohl e França François Mitterrand
1989 Suíça Frère Roger
1990 Hungria Chifre de Gyula
1991 Tchecoslováquia Václav Havel
1992 França Jacques Delors
1993 Espanha Felipe González
1994 Noruega Gro Harlem Brundtland
1995 Austria Franz Vranitzky
1996 Países Baixos Beatrix dos Países Baixos
1997 Alemanha Roman Herzog
1998 Polônia Bronisław Geremek
1999 Reino Unido Tony Blair
2000 Bill Clinton de Estados Unidos
2001 Hungria György Konrád
2002 União Européia o Euro
2003 França Valéry Giscard d’Estaing
2004 República da Irlândia Pat Cox
2004 Cidade de Vaticano / Polônia João Paulo II (prêmio extrardinário)
2005 Itália Carlo Azeglio Ciampi
2006 Luxemburgo Jean-Claude Juncker
2007 Espanha Javier Solana
2008 Alemanha Angela Merkel
2009 Itália Andrea Riccardi
2010 Polônia Donald Tusk
2011 França Jean-Claude Trichet
2012 Alemanha Wolfgang Schäuble
2013 Lituânia Dalia Grybauskait ė
2014 Bélgica Herman Van Rompuy
2015 Alemanha Martin Schulz [1]
2016 Argentina/Vaticano Papa Francisco
2017 Reino Unido Timothy Garton Ash

Autor: Mick Greenhough

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: [1]Metapedia [2] http://www.theeuroprobe.org/2013-044-couden/


e em: http://golden-dawn-international-newsroom.blogspot.com/2013/01/the-coudenhove-
kalergi-plan-genocide-of.html
Franco-maçonaria – A escola é para eles? Najat Vallaud-Belkacem parece
aprovar…

Aqui estão dois convites do Grand Orient de France para atividades no Templo
Maçônico da rua Cadet sob o patrocínio de… Najat Vallaud-Belkacem, Ministro
da educação nacional.

Convites são emitidas para o Grand Orient de France e abaixo está o primeiro
concernente a um documentário com o título explícito: “A escola é nossa” !.
As origens ocultistas da Maçonaria um livro que nos faz penetrar e compreender as
sociedades secretas que movem o mundo.
Aqui está uma foto da estela em questão inaugurando o corredor do templo maçônico,
sob o patrocínio do Ministério da Educação. E depois disso ainda vamos falar sobre
neutralidade religiosa nas escolas…
O convite para a Conferência Mere Agnes-Mariam de la Croix Remodelagem do Oriente
Médio – presente e futuro dos cristãos do Oriente.
[NT] Cristãos? Maçons são seguidores de Jesus Cristo? Vejo claramente aqui
a armadilha verbal que esta frase significa, tal como nos anos 1000 D.C. foram
as Cruzadas… se for conhecedor da História já entendeu: é guerra por
recursos, nada a ver com fé. A história sempre se repete.

No plano maior, se for conhecedor da engenharia social não terá dificuldade de


entender o contexto histórico seguinte, senão, então por que as aulas de
religião nas escolas são tão importantes para a maçonaria, respondo: para
influir na sociedade do fututo (hoje são crianças) filosofias pré-elaboradas cuja
meta é a amestração dos indivíduos-comuns, remodelados para fácil
dominação.

Autor: Pierre-Alain Depauw

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: medias-presse

O Plano Maçonico de Kalergi em marcha também no Brasil.

Brasil tenta absorver mão de obra de ganeses.

Empresas de Caxias do Sul e de outras cidades do Rio Grande do Sul já estão


se movimentando para tentar absorver a mão de obra dos centenas de
imigrantes ganeses que chegaram ao município nos últimos dias. De acordo
com uma das principais agências de recursos humanos da cidade, os
imigrantes são valorizados pelas empresas da região, mas vão encontrar
dificuldades na busca por emprego devido à barreira da língua e ao mercado
de trabalho já saturado para os estrangeiros.

Desde o início de julho, mais de 350 ganeses passaram pela cidade.


Aproveitando a Copa do Mundo, os estrangeiros entraram no país com vistos
de turista, válidos por 90 dias, e decidiram ficar em busca de emprego e
melhores condições de vida. Em Caxias, eles protocolam o pedido de refúgio,
que garante a permanência legal no país até que a solicitação seja analisada
pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da
Justiça.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, 1.132 ganeses dos 2.529
que vieram ao Brasil com visto de turista para a Copa permanecem no país.
Até o momento, cerca de 180 pedidos de refúgio já foram protocolados pelos
estrangeiros. Pelo menos 120 ganeses ainda estão alojados em um seminário
de Caxias do Sul. Muitos pretendem ficar em busca de emprego nas indústrias
e empresas da cidade.

Segundo as autoridades, promessas de trabalho, facilidades para conseguir o


protocolo de refugiado e uma rede de assistência aos imigrantes são os
principais atrativos de Caxias do Sul para os ganeses que desembarcam em
busca de uma nova vida no Brasil, já que Gana vive uma crise econômica. A
rapidez na emissão do protocolo de refúgio na cidade da Serra atrai imigrantes
de vários estados do país, como Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.
Muitos chegam apenas para buscar o documento, sem interesse em
permanecer na cidade. Entretanto, com o aumento da demanda registrada, a
PF passou a limitar o atendimento de imigrantes a 20 pedidos por dia desde a
sexta-feira (11).

A proprietária de uma agência de seleção de trabalhadores, Teresa Moraes, no


entanto, prevê dificuldades para os ganeses. Segundo ela, o mercado de
trabalho está complicado em Caxias. “Nesses últimos meses, o mercado deu
uma retraída, especialmente durante a Copa. Os empresários estão parando
um pouco de investir. O momento daqui para frente vai ser de recessão por
questões econômicas e políticas”, analisa.

De acordo com Teresa, uma empresa de Gramado, também na serra gaúcha,


solicitou recrutamento de 10 ganeses para vagas de produção e auxiliares de
produção. A cidade de Erechim, na Região Norte, já havia colocado à
disposição dos estrangeiros 40 vagas em um frigorífico de cortes suínos.
Guaporé e Canela, na Serra, também ofereceram postos de trabalho, além de
outras cidades.

A analista de recursos humanos diz que a maior dificuldade dos estrangeiros é


a língua. Para os que não falam português, a maior oferta de empregos é para
área de produção. Mesmo que tenham ensino de nível superior em Gana, os
conhecimentos não são tão aproveitados no Brasil pela dificuldade de
comunicação. “Alguns são formados em marketing e vão concorrer a vaga de
produção por causa da língua. Não tem como concorrer com alguém que tem
graduação no Brasil”, explica Teresa.

‘Estrangeiros são mais empenhados’.

Os empresários que contrataram senegaleses e haitianos há dois anos,


quando a cidade começou a receber um contingente de cerca de 2 mil
imigrantes desses países, avaliam o resultado como positivo. As empresas
destacam a responsabilidade e a eficiência dos imigrantes e o fato de
ocuparem vagas de trabalho que normalmente não são preenchidas pela
população local.

O Clube Recreio da Juventude, um dos mais tradicionais de Caxias do Sul, é


um que emprega os imigrantes. Há dois anos, contratou 21 haitianos.
Atualmente, oito estrangeiros trabalham no local. Três homens são auxiliares
de manutenção, serviços gerais e jardinagem. As cinco mulheres haitianas
cuidam da limpeza do clube.

Os haitianos chegaram de Manaus, no Amazonas, em busca de uma vida nova


após o terremoto que devastou o país da América Central, em 2010. Eles
tiveram aulas de português patrocinadas pelo clube. “Os que não continuaram
no clube foi porque não se adaptaram. Vieram em um período que era muito
frio, inverno. A maioria voltou para Manaus”, disse a gerente de recursos
humanos, Mariana Zanotti.

De acordo com Mariana, a mão de obra para vagas em áreas como construção
civil, jardinagem e manutenção, onde boa parte dos imigrantes trabalha, não é
facilmente encontrada em Caxias. “É uma mão de obra que está muito difícil de
conseguir. Foi vantajoso. Questão de jardinagem e manutenção, é
complicado”, afirma.

O comprometimento dos imigrantes é um fator que motiva as empresas a


contratá-los. Uma loja de design de móveis da cidade conta com 15
funcionários senegaleses e um haitiano. Os primeiros chegaram há 10 meses.
“Os estrangeiros são mais empenhados. Eles não faltam, não usam atestados,
seguem todas as normas. Falta gente que quer trabalhar. Contratamos
(brasileiros) e dois, três dias depois, eles saem. Os senegaleses são bem
comprometidos”, garante a gerente de recursos humanos Ana Paula de Zorzi.

Os estrangeiros trabalham como costureiros, marceneiros e pintores na loja.


Aprenderam a língua aos poucos, o suficiente para conseguir se comunicar
com os gestores da empresa. Mas Ana Paula salienta que, apesar de os
imigrantes serem bem-vistos nas empresas, a chegada dos ganeses é
preocupante: “É muita gente competindo no mesmo mercado”.

Fonte: Globo.com

Seguidores do Islã mantêm a tradição do Ramadã em Caxias do Sul, RS.

Ganeses realizam orações e apostam na fé para conquistar objetivos.

A distância da África ao Brasil e as dificuldades não abalam a fé dos ganeses


que chegaram a Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, nos últimos
dias. Dos cerca de 110 estrangeiros que permanecem na cidade nesta quarta-
feira (16), 70% são muçulmanos.

Desde o dia 28 de junho, os seguidores do Islã mantêm a tradição do Ramadã,


período em que os adeptos da religião devem permanecer 29 dias em jejum
entre o amanhecer e o entardecer. A cerca de 6,6 mil quilômetros do país natal,
os ganeses acreditam que, com a religiosidade, os objetivos de conseguir
emprego e uma boa vida no Brasil serão alcançados.

Segundo as autoridades, promessas de trabalho, facilidades para conseguir o


protocolo de refugiado e uma rede de assistência aos imigrantes são os
principais atrativos de Caxias do Sul para os ganeses que desembarcam em
busca de uma nova vida no Brasil. A rapidez na emissão do protocolo de
refúgio na cidade da Serra atrai imigrantes de vários estados do país, como
Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Muitos chegam apenas para buscar
o documento, sem interesse em permanecer na cidade. Entretanto, com o
aumento da demanda registrada, a PF passou a limitar o atendimento de
imigrantes a 20 pedidos por dia desde a sexta-feira (11).
Aproveitando o apelo da Copa do Mundo, os estrangeiros entraram no país
com vistos de turista, válidos por 90 dias e concedidos pela embaixada
brasileira em Acra, capital de Gana. Com o protocolo de asilo, eles podem
permanecer legalmente no país até que o pedido seja analisado pelo Comitê
Nacional para Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da Justiça.

Dos ganeses que permanecem em Caxias do Sul, cerca de 100 estão alojados
no Seminário Nossa Senhora Aparecida. Mantidos por doações de moradores,
eles comem e dormem no local. Aminu Mohammed é sapateiro e está há três
semanas no Brasil. O ganês faz jejum durante o dia e, quando o sol se põe, faz
a primeira refeição.

“Comemos arroz e tomamos café”, relatou. Segundo ele, ficar de barriga vazia
vale a pena. “Nós rezamos muito durante o período do Ramadã. Pelo menos
cinco vezes por dia. Nossas preces vão ser atendidas”.

O primeiro destino de Mohammed foi Criciúma, em Santa Catarina. Em


seguida, o imigrante foi a Caxias do Sul pela maior facilidade com o protocolo
feito pela Polícia Federal para permanência dos estrangeiros no país. “Depois
de conseguir os papéis, vou para qualquer lugar onde tenha emprego”,
garante.

O objetivo de Mohammed é ajudar a mãe com o salário que receber no Brasil.


Ele também deseja permanecer no país para construir uma família. “Quero
casar com uma brasileira”, disse, animado.

Os ganeses formaram uma comunidade que se ajuda no dia a dia. Já que


comida não é preocupação no período de Ramadã, as orações são em
conjunto. No entardecer, eles se reúnem na cozinha do Seminário Nossa
Senhora Aparecida, em Caxias, e preparam uma janta rápida, sempre feita
com arroz.

‘Temos que respeitar o desejo deles’.

A defensora pública Federal, Fernanda Hahn, esteve em Caxias do Sul na


manhã desta quarta-feira (16) para acompanhar a situação dos ganeses no
estado. Ela afirma que primeiro é preciso descobrir quais os motivos que fazem
os estrangeiros procurarem Caxias do Sul. “Por essa razão que a gente quer
entender com eles de que forma a gente pode contribuir. Tudo é muito novo no
nosso estado, no Brasil. Há poucos anos isso começou”, disse Fernanda.

A defensora acredita que a solução não é mandá-los para outros locais no RS,
mas sim entender os motivos dos ganeses para ficarem em Caxias. “Nós
temos que respeitar o fluxo deles, a ambição deles, de onde querem ficar. A
gente defende que a imigração é a vontade de qualquer ser humano, seja o
brasileiro que sai do país ou o estrangeiro que vem, a gente preserva muito
essa liberdade de onde eles querem ficar. Se Caxias do Sul é um local onde
estão sendo acolhidos, não acho que o caminho seja encaminhar para outro
local”, declarou.
Fernanda afirma que é necessário respeitar o pedido dos ganeses. Caso sejam
aceitos como refugiados, eles terão os mesmos direitos dos brasileiros. “Nós
temos seres humanos no nosso país em busca de uma vida melhor, assim
como nós temos cinco milhões de brasileiros fora do país, procurando uma vida
talvez melhor, cada um com seus motivos. Nós temos cerca de dois milhões de
estrangeiros no nosso país. Temos uma equação, nós também exportamos
brasileiros e queremos que eles sejam tratados com dignidade, no país onde
eles estão. Independente de brasileiro, estrangeiro, de que raça for, a gente
tem que lutar para que a dignidade deles seja protegida”, completou.
Estrangeiros dependem de doações para se manter em abrigos no RS.

Número incerto.

De acordo com informações do Ministério das Relações Exteriores, foram


emitidos para o período da Copa 8.767 vistos a ganenses. Entretanto, nem
todas as autorizações de entrada no Brasil foram efetivamente utilizadas. O
Departamento de Polícia Federal confirmou que, daquele total, 2.529 nacionais
ganenses fizeram uso dos vistos e efetivamente entraram no país e 1.397
deixaram o território brasileiro até o momento.

Permanecem no Território Nacional, com visto válido, cerca de 1.132 pessoas.


De acordo com o Ministério da Justiça, até esta quarta-feira (16), ocorreram
aproximadamente 180 solicitações de refúgio.

Na terça-feira (15), o Centro de Atendimento ao Migrante (CAM) contabilizou


110 ganeses dormindo no Seminário Nossa Senhora Aparecida, que acolhe os
ganeses em Caxias do Sul. De acordo com a entidade, o número de novos
imigrantes que chegaram à cidade da Serra apenas naquele dia foi de 26. A
expectativa é que na tarde desta quarta-feira (16) mais imigrantes cheguem à
cidade.

O CAM afirma também que o balanço sobre a quantidade de imigrantes que


pretendem se instalar na cidade ainda é incerto, já que muitos que
conseguiram o protocolo de refúgio foram para outras cidades do estado, onde
a emissão da carteira de trabalho está sendo mais rápida.

Fonte: Globo.com

Genes basco e nigeriano têm forte presença em sul-americanos.

Um estudo divulgado pela revista “Nature Communications” revela a forte


presença de genes de alguns povos africanos e europeus, como os iorubás da
Nigéria e os bascos, no genoma da população atual da América do Sul.

Cristian Capelli, da Universidade de Oxford, e seus colegas usaram dados


genéticos de mais de 4.000 americanos, europeus e africanos para determinar
a contribuição dessas populações ancestrais diferentes na população atual das
Américas do Norte e do Sul.
Para os nove países hispânicos da América do Sul, a maior contribuição
europeia vem da Espanha, de acordo com o estudo. Mas os pesquisadores
afirmam ter descoberto “pela primeira vez” a assinatura genética de ancestrais
bascos em cinco de cada seis sul-americanos.

Entre os imigrantes espanhóis do século XVI e XVII estavam muitos bascos,


especialmente no México, em Cuba, no Chile, no Peru e na Colômbia, observa
a pesquisa, publicada na revista Nature Communications.

O estudo também mostra que os iorubás da África Ocidental são os “maiores


contribuintes” genéticos africanos para toda a população das Américas, já que
esta região foi a mais afetada pelo comércio de escravos.

Outros povos, como os Mandingos (Senegal e Gâmbia) e os Bantos (África do


Sul e África Oriental) também foram identificados no DNA do povo americano.

Influência italiana.

Entre os outros grupos europeus detectados, os pesquisadores descobriram


uma contribuição significativa de pessoas do sul da Itália e da Sicília. Eles
também encontraram uma forte contribuição de antepassados franceses entre
um grupo de afro-americanos, “refletindo a imigração francesa colonial no sul
dos Estados Unidos durante o período colonial”.

Os pesquisadores também mostraram que as populações do Caribe tinham


maior componente africano do que os povos da América do Sul, refletindo o
maior número de escravos que chegaram a estas ilhas.

“Conhecer os rastros deixados pelos antepassados no DNA da população


americana de hoje é essencial para levar em conta o desenvolvimento de
doenças e de medicamentos para combatê-las”, explicou Cristian Capelli.

Fonte: Globo.com

Genética confirma que europeus reduziram população indígena

Um estudo comprovou, do ponto de vista biológico, que a chegada dos


europeus à América significou uma grande redução para as populações
nativas. A arqueologia e a história já falavam nisso havia muito tempo, mas
essa é a primeira pesquisa no campo da genética que chega a essa conclusão.

O artigo publicado online pela revista científica “Proceedings of the National


Academy of Sciences (PNAS)” diz que a população nativa atingiu seu ápice 5
mil anos atrás, manteve-se estável até 500 anos atrás e, de lá para cá, caiu
pela metade.

“Esses resultados apoiam a análise de relatos históricos indicando que a


colonização europeia induziu mortalidade generalizada entre os índios
americanos”, diz o texto assinado por Brandon O’Fallon, da Universidade de
Washington, nos EUA, e Lars Fehren-Schmitz, da Universidade de Göttingen,
na Alemanha.

O método usado para levar a essa conclusão foi a análise do DNA


mitocondrial. Esse material genético é herdado apenas da mãe, e não do pai, e
facilita estudos que envolvam a linhagem.

Os cientistas conseguiram 63 amostras desse material genético em restos


mortais que tinham entre 800 e 5 mil anos. Esses DNA’s foram comparados
aos de 137 indivíduos modernos. Hoje, a variedade genética é menor, o que
comprova que a população caiu – esse princípio é conhecido na genética como
gargalo.

Os dados foram coletados na região dos Grandes Lagos, na América do Norte,


e no Peru. “Os danos não ficaram limitados a regiões específicas, mas
divididos entre os dois continentes americanos, com efeitos mais fortes nas
regiões mais habitadas”, afirmou Fehren-Schmitz, em nota da Universidade de
Göttingen.

Fonte: Globo.com