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Etapa 1

Marcos da fitoterapia
no Brasil e no Mundo

Reconhecimento oficial
Inicia-se a trajetória brasileira no
reconhecimento oficial do uso de
plantas medicinais e fitoterápicos, após
demandas de movimentos populares em
saúde e iniciativas do próprio governo,
Criação do Programa de
como a criação da extinta Central de Medicina Tradicional (OMS)
Medicamento – CEME).
O uso integrado da medicina tradicional
Linha Coordenação Nacional de Plantas
Medicinais em Serviços Públicos
e plantas medicinais passa a ser objeto
de formulação e implantação de políticas
Financiamento de projetos
Dentre 110 projetos, o PPPM financiou

do tempo (CNPMSP) – Brasil


Ministério da Saúde institui espaço
públicas, visando à introdução na atenção
primária à saúde. A fitoterapia é introduzida,
ampliando e melhorando a assistência
o estudo da Mikania glomerata Spreng.
(guaco) e da Maytenus ilicifólia Mart.
(espinheira santa) para produção de
oficial para a fitoterapia, a partir da farmacêutica. fitoterápicos a serem disponibilizados
reivindicação dos profissionais de saúde pelo sistema público de saúde.
brasileiros.

1960 1970 1978 1979 1980 1983 >>


Declaração de Alma-ATA Programa de Pesquisa em
(Cazaquistão) Plantas Medicinais (PPPM)
I Conferência Internacional O PPPM foi criado para melhorar a
sobre Cuidados assistência farmacêutica por meio
Primários em Saúde – do desenvolvimento de fitoterápicos,
Organização Mundial da Saúde
tendo como base uma relação de 74
A Organização Mundial de Saúde Reconhecimento da importância
(OMS) amplia a visão sobre espécies de plantas medicinais.
do uso de plantas medicinais e da
o controle e a erradicação de medicina tradicional no
patologias para uma visão mais
integral da saúde. atendimento primário à saúde,
ampliando-se o conceito
saúde-doença.
Etapa 1
Marcos da fitoterapia
no Brasil e no Mundo

I Encontro Nacional de
Assistência Farmacêutica e Resolução nº 338, do
Política de Medicamentos Conselho Nacional de Saúde
Foi elaborado um diagnóstico da situação Aprova a Política Nacional
do setor, onde a nacionalização, a de Assistência Farmacêutica
viabilidade tecnológica do desenvolvimento que contempla, em seus eixos
industrial, as práticas mercadológicas estratégicos, a “definição e
da indústria farmacêutica, o papel dos pactuação de ações intersetoriais
diferentes segmentos na produção de que visam à utilização das
medicamentos, as práticas alternativas, plantas medicinais e de
o não reconhecimento de patentes, a fitoterápicos no processo de
ampliação da pesquisa da assistência 6ª Conferência Internacional atenção à saúde, com respeito
farmacêutica foram apontadas como sobre a Regulação de aos conhecimentos tradicionais
Medicamentos – Canadá incorporados, embasamento
questões relevantes
científico, adoção de políticas
Monografias sob a coordenação
Resolução nº 08 da Comissão do PMT foram apresentadas e
de geração de emprego e
Interministerial de Planejamento e aprovadas para uso em sistemas de
renda, qualificação e fixação
Coordenação (CIPLAN): de produtores, envolvimento
Linha regulamentou a implementação da
fitoterapia nos serviços de saúde e criou
saúde. Além disso, a OMS reforçou
o compromisso de estimular o
dos trabalhadores em saúde no
processo de incorporação dessa

do tempo
desenvolvimento de políticas opção terapêutica e baseada no
procedimentos e rotinas à sua prática nas públicas a fim de inseri-las no incentivo à produção nacional,
unidades médicas assistenciais. sistema oficial de saúde dos Estados com a utilização da biodiversidade
integrantes. existente no País”.

1986 1988 1990 1991 1994 2004 >>


Lei nº 8080 Criação da Estratégia de
Regulamenta o Sistema Único de Saúde. Saúde da Família (ESF)
Criação da Estratégia de Saúde da
Municípios conquistam uma maior Família (ESF) como uma política
autonomia para definir suas próprias nacional de saúde que se destaca por
políticas públicas de saúde ser um instrumento de reorientação
Rio de Janeiro, Cuiabá, Vitória, do modelo de atenção à saúde por
OMS - 4ª Conferência Internacional Pindamonhangaba, Fortaleza, Curitiba, fortalecer a promoção da saúde,
sobre a Regulamentação de entre outros, desenvolvem atividades representando um avanço para o SUS.
Medicamentos - Japão voltadas para o uso de Plantas medicinais
Discutiu-se a inclusão das plantas medicinais e fitoterápicos (PMF) no SUS.
como elemento importante na formulação de
uma política de assistência farmacêutica.

Brasil - 8ª Conferência Nacional de Saúde


Recomenda a introdução das práticas
alternativas nos serviços públicos de saúde,
possibilitando ao usuário o acesso democrático
a sua terapêutica de escolha.
Etapa 1
Marcos da fitoterapia
no Brasil e no Mundo

Política Nacional de Práticas


Integrativas e Complementares
(PNPIC)
Propõe a implantação da Medicina
Tradicional Chinesa/Acupuntura,
Homeopatia, Fitoterapia e Plantas
Medicinais e institui observatórios de Farmácia Viva no âmbito
Termalismo Social/Crenoterapia e do SUS
Medicina Antroposófica no Sistema Portaria GM/MS nº 886/2010 que
Único de Saúde. propõe a realização de todas
PNPMF as etapas de cultivo, coleta,
Política Nacional de Plantas processamento e armazenamento
Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) de plantas medicinais, assim como
Ações para garantir o acesso seguro manipulação e dispensação de
e uso racional de plantas medicinais e Programa Nacional de Plantas preparações magistrais e oficinas de
fitoterápicos no SUS, uso sustentável Medicinais e Fitoterápicos plantas medicinais
e desenvolvimento da cadeia Portaria Interministerial no 2960 e fitoterápicos.

Linha produtiva de plantas medicinais. que define ações para os órgãos


gestores para o desenvolvimento

do tempo das diretrizes da PNPMF.

2005 2006 2007 2008 2009 2010 >>


Política Nacional de Ciência, Inclusão de fitoterápicos Relação Nacional de Plantas Medicinais de
Tecnologia e Inovação em no Elenco de Referência de Interesse ao SUS (Renisus)
Saúde (PNCTIS) medicamentos e insumos Elenco de Referência Nacional de
complementares para a assistência Medicamentos e Insumos Complementares
Incluiu a fitoterapia como área de farmacêutica na atenção básica em
interesse para a saúde, no estímulo para a Assistência Farmacêutica na
saúde (Portaria nº 3.237/GM/MS) .
às pesquisas e ao desenvolvimento Atenção Básica (Portaria nº 2.982/GM/MS).
de novos produtos para tratamento, Composta por 71 espécies vegetais (nativas e
prevenção e promoção da saúde. naturalizadas) que são utilizadas amplamente
pela população brasileira e apresentam
evidência para indicação terapêutica.
Etapa 1
Marcos da fitoterapia
no Brasil e no Mundo

Publicação da Rename 2012


Ampliação do número de fitoterápicos

Linha (12 medicamentos) no Elenco de


Referência Nacional de Medicamentos Publicação do Memento Fitoterápico

do tempo
e Insumos Complementares para a Farmacopeia Brasileira – 1ª Edição
Assistência Farmacêutica na Atenção Agência Nacional de Vigilância
Básica (Portaria no 533/GM/MS). Sanitária – Anvisa.

2011 2012 2014 2016

RDC 26/2014 ANVISA


Dispõe sobre o registro de
medicamentos fitoterápicos e o
Publicação do Formulário de registro e a notificação de produtos
Fitoterápicos da Farmacopeia tradicionais fitoterápicos.
Brasileira (FFFB)
A RDC nº 60/2011 é uma publicação
integrante da Farmacopeia Brasileira.
O Formulário traz informações sobre a
forma correta de preparo, indicações e
restrições de uso de 83 fitoterápicos.
Este infográfico integra os recursos didáticos elaborados para o Curso de Qualificação em Plantas Medicinais e Fitoterápicos na Atenção Básica, concebido, desenvolvido e ofertado
pela parceria entre o Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade Federal do Pará.
O curso pode ser acessado em: www.avasus.ufrn.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

Secretaria de Atenção à Saúde Presidência Reitoria


Paulo Ernani Gadelha Vieira Emmanuel Zagury Tourinho
Departamento de Atenção Básica
Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Vice-Reitoria
Coordenação Geral de Áreas Técnicas Saúde Gilmar Pereira da Silva
Valcler Rangel Fernandes
Núcleo de Práticas Integrativas e Complementares Pró-Reitoria de Extensão
Assessoria de Promoção da Saúde Nelson José de Souza Júnior
Secretaria de Gestão de Trabalho e da Educação Annibal Coelho de Amorim
na Saúde Assessoria de Educação a Distância
Coordenação Geral José Miguel Martins Veloso
Departamento de Gestão da Educação na Saúde Joseane Carvalho Costa
Coordenação Administrativa
Ivanete Guedes Pampolha

Coordenação Pedagógica
Marianne Kogut Eliasquevici

Coordenação de Meios e Ambientes de Aprendizagem


Dionne Cavalcante Monteiro

Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia


Maria Ataide Malcher

Editora
Presidência
José Miguel Martins Veloso

Diretoria
Cristina Lúcia Dias Vaz

Conselho Editorial
Ana Lygia Almeida Cunha
Dionne Cavalcante Monteiro
Maria Ataide Malcher
2017 Ministério da Saúde | Fundação Oswaldo Cruz | Universidade Federal do Pará

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ção parcial ou total desta obra em qualquer suporte ou formato, desde que citada a fonte.
A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde [www.bvsms.saude.gov.br]. Todo o material do
curso também está disponível na RetisFito [www.retisfito.org.br] e no repositório institucional UFPA Multimídia [www.multimidia.ufpa.br].

CRÉDITOS DO CURSO CRÉDITOS DESTE RECURSO DIDÁTICO DISTRIBUIÇÃO DIGITAL

Coordenação Geral Consultoria e Produção de Conteúdo MINISTÉRIO DA SAÚDE


Daniel Miele Amado Secretaria de Atenção à Saúde
Daniel Miele Amado - DAB | MS Departamento de Atenção Básica
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