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POR QUE CLASSIFICAR A PELE?

Uma das características fascinantes dos tipos de pele é que as pessoas de diferentes etnias ou
diferentes origens podem compartilhar um tipo de pele. Em muitas ocasiões, todas as pessoas com o mesmo
tipo de pele seguirão exatamente o mesmo plano de tratamento, mas às vezes a cor da pele pode ser um
fator diferencial, porque a formação do pigmento se dá de modo distinto em diferentes etnias, ou os hábitos
alimentares e de cuidados também serão fatores determinantes para diferenciar o tratamento em mesma
tipagem de pele.
Além disso, as frustações e as confusões pelo que as clientes e os profissionais passam na hora de
fazer as escolhas por produtos pra cuidados home care e atendimento em cabine, enquanto são
bombardeadas pela quantidade de produtos e pelos conflitantes e ilusórios apelos de marketing, faz-se
necessário um entendimento mais profundo sobre os tipos de pele. Tendo em vista que cada pessoa tem uma
necessidade particular, para personalizar o regime de cuidados com a pele de nossos clientes, precisamos
de um diagnóstico completo e um tratamento programado, que só o conhecimento dos tipos de pele e uma
boa anamnese levarão em conta todo o fator importante do que a pele realmente precisa.

Entendendo as Divisões dos Tipos de Pele


A classificação dos tipos de pele devem primeiramente basear-se na observação do grau de
hidratação e lubrificação, sensibilidade, grau de envelhecimento e da coloração cutânea. Devemos
avaliar quatro parâmetros da pele:
 Hidratação da pele: Seca (D) x Oleosa (O)
 Sensibilidade da pele: Sensível (S) x Resistente (R)
 Pigmentação da pele: Pigmentada (P) x Não Pigmentada (NP)
 Pele Envelhecida: Enrugada (E) x Firme (F)

PRIMEIRO FATOR: HIDRATAÇÃO DA PELE – oleosa x seca


Com a pele oleosa, a face aparenta estar brilhante e é mais vulnerável a acne e comedões do que
pessoas com a pele seca, que a sentirão ressecada, com aparência opaca e textura áspera. Secura e
oleosidade dependem primariamente da condição da barreira da pele; a camada externa da pele ajuda na
retenção da umidade e da própria produção da oleosidade (sebo).
Os principais componentes da barreira da pele, como já vimos, são ceramidas, ácidos graxos e
colesterol, todos diferentes tipos de lipídios e tem de estar presentes na proporção certa para manter a pele
impermeável e lubrificada. Uma barreira enfraquecida tenderá tanto ao ressecamento quanto à sensibilidade.
O ressecamento resultará da evaporação da umidade e a sensibilidade acontecerá quando a barreira
deficiente permitir a entrada de substâncias irritantes do meio externo. Quando a pele se torna
demasiadamente ressecada, as camadas externas da pele enrijecem e sofrem rachaduras ou fissuras que
podem irritar e inflamar a pele.
Por outro lado, quando as glândulas sebáceas estão hiperativas, há um aumento da fase lipídica da
película hidrolipídica, e a produção excessiva de sebo, diminui a capacidade de reter água através das
ligações químicas com os NMF. Se a pele não consegue segurar água, um mecanismo de defesa é disparado
para diminuir ao máximo a perda transepidérmica, reduzindo a transpiração e aumentando a produção de
sebo. E com isso temos um espessamento do teor de ácidos graxos no manto hidrolipídico, um deposito de
matéria orgânica e proliferação de bactérias. Curiosamente, o uso excessivo de adstringentes
(desengordurantes), pode provocar o “efeito rebote”, aumentando a oleosidade, sendo então importante a
utilização de produtos eficiente no controle da hiperatividade sebácea e ao mesmo tempo, desobstrução do
manto hidrolipídico, juntamente com a renovação da hidratação.
Ao incorporarmos nutrientes-chave na dieta e ativos tópicos, como ácidos graxos essenciais e
colesterol, dentre outros, promoveremos a reparação da barreira. Deficiências nutricionais podem enfraquecer
a capacidade da pele de se reparar e reconstruir, por isso, só para citar um exemplo, pessoas que tomam
medicamentos para a redução do colesterol terão frequentemente a pele mais seca. Pele seca ocorre porque
a barreira da pele está defeituosa, sem os óleos que contém ceras, triglicérides e esqualeno necessários para
a película protetora que mantém a umidade da pele.
Podemos classificar por secreção sebácea:
 Quando a secreção se manifesta em excesso, a pele se apresenta oleosa, muito oleosa ou
seborreica, com as seguintes características:
 pH alcalino;
 Aspecto brilhoso acentuado em área central “T”;
 Excesso de secreção seborreica muitas vezes acompanhada de excesso de sudorese;
 Secreção seborreica com a composição química modificada deixando a coloração da pele
amarelada;
 Poros dilatados;
 Pele com aspecto liso e espesso.

 Quando a secreção sebácea se manifesta por deficiência, a pele apresenta seca com as
seguintes características:
 Não se deve confundir pele seca com falta de hidratação, seu conteúdo aquoso não se
relaciona com a secreção sebácea;
 Pele com sulcos, fissuras e escamações;
 Pele áspera e com tendência a flacidez.

SEGUNDO FATOR: SENSIBILIDADE DA PELE – sensível x resistente


A pele resistente tem uma barreira que protege as células da pele, que raramente pinica, fica vermelha
ou desenvolve acne, permitindo a utilização de praticamente todos os produtos sem ter reações. Ironicamente,
por ter um pele “compacta”, a permeação é deficiente produzindo poucos resultados.
Peles sensíveis, que são relatadas por mais de 40% das pessoas, têm uma barreira frágil, deixando-
as vulneráveis aos muitos tipos de reações. Embora tenhamos produtos para a pele sensível, é preciso
entender que existem subdivisões desse tipo de pele que devem ser levados em conta na escolha da
terapêutica:
 Subtipo Acne: desenvolve acne, comedões abertos (cravos abertos – pontos escuros),
comedões fechados (cravos fechados – pontos brancos). Aqui três fatores contribuem para
a acne, o aumento da produção de óleo, os poros obstruídos e a bactéria anaeróbia P.acnes
(Propionibacterium acne).
 Subtipo Rosácea: frequentemente desenvolve vermelhidão, rubor facial, pápulas, acnes e o
aparecimento das telangiectasias (vasinhos faciais). Mantém a sensação de calor na face.
Alguns estudos demostram que a mesma bactéria que causa a ulcera, a Helicobacter Pylori
(H. Pylori), pode estar envolvida nos episódios de inflamação e vermelhidão característico da
rosácea.
 Subtipo Irritável: desenvolve sensação de pinicar, ferroar ou queimação da pele. Essa
irritação não está associada a alergias, mas devido à presença de terminações nervosas mais
sensíveis. E não é necessariamente acompanhada por vermelhidão ou irritação, embora seja
mais comum em pessoas que já sentem o rubor facial. Peles irritáveis devem evitar produtos
que contenham ingredientes como: ácido benzoico, ácido lático, ácido sórbico, ácido glicólico,
bronopol, componentes do ácido cinâmico, compostos de amônia, laurel sulfato de sódio,
propilenoglicol, ureia e vitamina C. A maneira que lidamos com esta pele pode desencadear
o processo de sensibilização, então, não lavar o rosto com força ou secar com esfregaço e
água quente são desaconselháveis. Fármacos com extrato de camomila, alfa bisabolol,
arnica, alantoína, niacinamida e ceramidas, são indicados, dentre outros.
 Subtipo Alérgico: desenvolve vermelhidão, coceira e descamação na pele. Peles secas
tenderão a apresentar mais alergias na pele.

TERCEIRO FATOR: PIGMENTAÇÃO DA PELE – Pigmentada x Não-Pigmentada


Manchas de nascimento, pintas e placas descamativas chamadas queratoses seborreicas (verrugas)
estão fora da nossa lista de tratamento, porém, dentro da nossa anamnese. Nos nossos tratamentos devemos
focar nos melasmas, manchas do sol (lentigos solares) e efélides (sardas) que podem ser prevenidas e
tratadas com ativos de uso tópico em nossos muitos procedimentos estéticos.
Muitos agentes contidos nos dermocosméticos, como ácido kójico, arbutin e extrato de licorice, dentre
muitas outras opções, são inibidores da tirosinase, impedindo a formação da melanina irregular e prevenindo
a transferência desse pigmento para outras células. A niacinamida e a soja são eficazes em produtos
clareadores.

QUARTO FATOR: Enrugado x Firme


A epiderme faz com que a pele tenha aparência macia e radiante, enquanto que as alterações na
camada inferior, a derme, causam as rugas e sulcos profundos. Os dois processos de envelhecimento da pele
mais comuns são o intrínseco e extrínseco. A exposição solar é o maior vilão como fator externo. Portanto,
proteção solar é imperativo.
Antioxidantes, quando usados constantemente na pele, prevenirão algumas alterações cutâneas,
deixando a pele mais firme e uniforme. O objetivo da prevenção é interromper o processo da perda do
colágeno, elastina e ácido hialurônico, os três componentes estruturais. Agentes tópicos que estimulam a pele
a produzir o próprio colágeno, fibras elásticas e HA são muito efetivos. Retinoides, vitamina C e peptídeos e
outros ativos, têm demostrado aumentar a síntese do colágeno. Os suplementos com glucosaminoglicanas
aumentam os níveis de ácido hialurônico.
Tratamentos com fototerapia e radiofrequência são eficazes e não invasivos. A IPC também se mostra
eficiente no combate ao envelhecimento e em estimular a produção e retenção dos componentes estruturais.
O modo como os quatro fatores combinam entre si produz certas tendências comumente vistas. Por exemplo,
tipos de pele pigmentada e enrugada geralmente tendem a apresentar um histórico significativo de exposição
solar manifestado por rugas e lentigos solares. Essa pele pode ser tratada com vitamina A, fototerapia,
despigmentantes. Tipos de pele seca e sensível apresentam alta tendência para desenvolver dermatites e
utilizar hidratantes reparadores de barreira são eficazes.
Tipos oleosa e sensível são mais propensos a desenvolver acne, e as claras OS, com rugas e dano solar
crônico, têm uma alta tendência a desenvolver rugas e rosáceas. Tipos de pele não-pigmentada e enrugada,
geralmente apresenta uma pele bem clara que enruga fácil e forma linhas de expressão com facilidade. E
tipos pigmentada e firme geralmente têm pele escura.
Baseando nossa avaliação nesses quatro parâmetros, certamente iremos além da proposta de pele oleosa,
seca e mista. Os fatores principais interagem para determinar a aparência da pele, os problemas, as
necessidades e suas vulnerabilidades, ditando desse modo, os produtos, os ativos e tratamentos eficazes
para ela. Assim, podemos subdividir a pele em oleosa sensível/oleosa resistente e seca sensível/seca
resistente, formando assim 16 tipos de peles tratáveis:

PELES OLEOSAS E SENSÍVEIS


 Oleosa, Sensível, Pigmentada e Enrugada (OSPE) – bronzeia fácil, depois surgem manchas
marrons ou esbranquiçadas, com tendência a acne e dermatites.
 Oleosa, Sensível, Pigmentada e Firme (OSPF) – alta incidência de acne, geralmente acompanhada
de inflamação, propensa a alergias, e nas pessoas claras, sardas e manchas.
 Oleosa, Sensível, Não-Pigmentada e Enrugada (OSNPE) – queima em lugar de bronzear,
avermelhada com poros abertos e rugas precoces.
 Oleosa, Sensível, Não-Pigmentada e Firme (OSNPF) – ruboriza fácil, telangiectasias aparentes,
manchas vermelhas que descamam, sobretudo em torno do nariz e rugas tardias.
PELES OLEOSAS E RESISTENTES
 Oleosa, Resistente, Pigmentada e Enrugada (ORPE) – aparência lustrosa, com poros largos e
abertos e acne rara.
 Oleosa, Resistente, Pigmentada e Firme (ORPF) – a face brilha, poucas rugas e acne. Mais comuns
em peles negras e em peles claras, maior tendência à manchas.
 Oleosa, Resistente, Não-Pigmentada e Enrugada (ORNPE) – oleosidade moderada, pouca acne
e rugas precoces.
 Oleosa, Resistente, Não-Pigmentada e Firme (ORNPF) – manchas, vermelhidão ou ressecamento
são raros e dificilmente pega um bronzeado.
PELES SECAS E SENSÍVEIS
 Seca, Sensível, Pigmentada e Enrugada (DSPE) – uma das peles mais problemáticas, muito fina e
seca, com irritações, vermelhidão e descama com frequencia. Arranhões ou injúrias resultam em
marcas e cicatrizes.
 Seca, Sensível, Pigmentada e Firme (DSPF) – sujeita a eczema, dermatites e descamações.
Manchas ásperas e grossas no rosto e pescoço, ressecamento das mãos e pálpebras.
 Seca, Sensível, Não-Pigmentada e Enrugada (DSNPE) – ressecada, avermelhada, áspera e sem
brilho. Acne quase ausente, vasos aparentes na face e rugas precoce.
 Seca, Sensível, Não-Pigmentada e Firme (DSNPF) – seca com descamações, vermelhidão e
coceiras. Pele muito alérgica e com acnes ocasionais.
PELES SECAS E RESISTENTES
 Seca, Resistente, Pigmentada e Enrugada (DRPE) – sem acne, alergias, irritações ou rugas até
nos 40 anos. Pele fácil de bronzear, propensa manchas.
 Seca, Resistente, Pigmentada e Firme (DRPF) – seca com descamações no rosto, no pescoço e
nas pálpebras. Áspera nos joelhos e cotovelos. Sardas ou manchas do sol aparentes.
 Seca, Resistente, Não-Pigmentada e Enrugada (DRNPE) – pele bem clara, típica europeia,
delicada e sem manchas ou sardas.
 Seca, Resistente, Não-Pigmentada e Firme (DSNPF) – pele típica de loiros e morenos claros que
não bronzeia.

IMPORTANCIA DA ANAMNESE
Para darmos início a qualquer tratamento facial devemos realizar uma avaliação ou “Ficha de
Anamnese”, um documento individual e intransferível que deve conter a história clínica do paciente e todas
suas particularidades. Para Bates (2005) a anamnese é uma entrevista realizada pelo profissional de saúde
ou estética com seu paciente e tem a intenção de ser um ponto inicial no diagnóstico de uma doença ou
patologia.
O interrogatório de pacientes é um método adotado desde a Grécia Antiga, onde tal prática já visava
aliviar o sofrimento das pessoas enfermas. Tubino e Alves (2009) relatam que Hipócrates (460 – 375 a.C) foi
o originário, ao se importar com a observação clínica, pois seu exame físico já incluía inspeção e palpação.
Segundo Gobbo e Garcia (2010), a avaliação possibilita que o paciente se expresse abertamente, e
à sua maneira. As perguntas devem ser criteriosas e objetivas, permitindo sempre uma resposta que forneça
os detalhes necessários para a avaliação de forma clara e sucinta.
Para Arantes (2013), é de fundamental importância para a aplicação de qualquer técnica em saúde o
preenchimento da ficha de anamnese, uma vez que, por meio dela, conseguimos montar um protocolo
adequado para a respectiva queixa do paciente. Gobbo e Garcia (2010) relatam que no formulário deve conter
informações sobre os antecedentes pessoais do paciente, bem como seu histórico atual. Incluir registro do
histórico pessoal e familiar, fatores de risco, hábitos alimentares, histórico de tabagismo e alcoolismo por
exemplo, é de extrema importância.
Na ficha deve estar o termo de responsabilidade, uma obrigação ética e legal a ser cumprida antes
de qualquer procedimento (Beynet; Greco; Soriano, 2010). Esse termo respalda tanto o profissional como a
pessoa que está sendo atendida. Mesmo com o termo de responsabilidade dentro da ficha de anamnese, se
faz necessário alguns ajustes e termos específicos para determinados procedimentos, os quais devem ser
anexados à ficha.
De acordo com Gobbo e Garcia (2010), o tratamento facial dependerá da avaliação cutânea. Logo o
exame cutâneo deve incluir: análise dos tipos de pele, fototipo, análise das alterações vasculares e
pigmentares, presença de formações líquidas ou sólidas nas alterações de espessura e dos fatores
relacionados aos sinais do envelhecimento, bem como a avaliação da acne e sequelas cicatriciais.
A avaliação deve ser sempre feita com a pele absolutamente limpa, sem maquiagem e pode-se fazer
uso de luz natural, porém é interessante a associação com a lupa ou lâmpada de Hood, nos quais é possível
verificar com mais nitidez as características da pele. Vale ressaltar que as fotografias do tipo pré e pós-
tratamento são importantes para se acompanhar a evolução do caso clínico. E, de acordo com Beynet, Greco
e Soriano (2010), fotografar o paciente se tornou uma das principais formas de documentação em estética.
Segundo Verissimo (2016), o profissional da estética deve se tornar um excelente avaliador de pele
e construtor de protocolos em sua clínica, para, através de seus resultados, alcançar uma carreira promissora
e de sucesso.
Existem duas formas de utilização da anamnese:
 Anamnese Livre – a ficha está em branco e o paciente conta a história e as condições de seu
problema e o profissional então, anota tudo que o paciente diz.
 Anamnese Dirigida – as perguntas são abertas e fechadas, onde o profissional dirige as
perguntas específicas ao paciente, sem direcionar as respostas, coletando as informações
necessárias em todos os níveis.
O QUE COLOCAR NO FORMULÁRIO DE ANAMNESE – Sugestões
 Dados pessoais: nome completo, endereço, telefone, dados comerciais, redes sociais, como
chegou até você ou sua clínica, data da avaliação, nome e telefone de um médico
especialista.

 Dados de Hábitos Diários: tratamento estético anterior, usa lentes de contato, utilização de
cosméticos home care, exposição ao sol, ingesta de bebidas alcoólicas, tabagismo,
funcionamento intestinal, alimentos preferenciais, uso de contracepção ou medicação
controlada, data do ciclo menstrual, atividade física, qualidade do sono, gestações.

 Dados de Histórico Médico: antecedentes alérgicos, tratamento médico, usa ou já usou


ácidos na pele, portador de marcapasso, próteses metálicas, problemas cardíacos,
antecedentes oncológicos, próteses dentarias e aparelho, diabetes,

 Dados de Avaliação Visual: grau de oleosidade, espessura da pele, fototipo, presença de


discromias, presença de comedões, pápulas e pústulas, condições dos ósteos, manchas por
alterações vasculares, lesões de pele e cicatrizes.

 Dados de Avaliação Palpatório: espessura da pele, temperatura das regiões da face,


elasticidade da pele (puxar a pele com as pontas dos dedos; se voltar rápido, boa
elasticidade, se demorar, elasticidade comprometida), turgor (hidratada ou não),
sensibilidade ao toque e a agressão (pinçamentos).

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