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TRAJÉTORIA DE PROJÉTEIS

INTRODUÇÃO.

O objetivo desta experiência é estudar nos


mínimos detalhes o movimento do projétil, e a
função que descreve sua trajetória usando como
material corpo básico, armadores, esfera com e sem
gancho, escala milimetrada complementar, sistema
de medição de inclinação, escala milimetrada,
grampo, rampa para móveis, caixa de
armazenamento, folha de papel ofício, carbono fita
durex e cordão.

MONTAGEM.
PROCEDIMENTOS E ANÁLISES.

Inicializamos nossa experiência, com o corpo


móvel em cima da bancada, como mostra a figura
na página anterior, em seguida medimos a altura do
final da rampa até o solo e colocamos a caixa de
armazenamento na posição vertical de modo que
quando soltarmos uma esfera de uma rampa
apoiada no corpo móvel, esta esfera colida com o
ponta superior da caixa, marcando assim o ponto X 0
no chão, e soltamos a mesma esfera sem a caixa
para marcar o ponto Xf, ou seja, o alcance máximo
da trajetória, em seguida subdividimos a distância
de X0 a Xf em sete partes.
Coletamos os dados da experiência colocando a
caixa nas subdivisões entre X0 e Xf, soltando a
esfera três vezes marcando onde a mesma bate na
caixa com a ajuda de folhas de ofício e de carbono
pregadas na caixa, marcando assim sua altura e seu
alcance e anotando-os na tabela seguinte.

Medidas/ Tabelas

Distância inicial X0 =
33.5cm
Distância final Xf =
70.0cm
Altura de saída da pista H0 =
154cm
Comprimento do segmento x =
5.20cm
Tabela I

X(c 33.5 38.7 43.9 49.1 54.3 59.5 64.7 70.0


m)
H(c 83.0 75.6 66.6 56.6 46.2 33.0 19.9 0
m)

Gráfico H(cm) x X(cm) em papel milimetrado,


ambos com mesma escala e seus cálculos, está em
anexo.
Gráfico Y(cm) x X(cm) em papel milimetrado e
dilog, tendo Y =H0 – H, com seus cálculos, está
também em anexo.
Tabela II

X(c 33.5 38.7 43.9 49.1 54.3 59.5 64.7 70


m)
Y(cm 71 78.4 87.4 97.4 107. 121 134. 154
) 8 1

ANEXO

 Cálculo para o gráfico H(cm) x X(cm)

Ordenada

My = 100/0-80 = 1.25 = 1mm/Ux


Ly = my . y
Ly = 1 x 10 = 10
Degrau = 10 cm
Passo = 10mm

Abscissa

Mx = 100/70-30 = 2.5 = 2mm/Ux


Lx = mx . x
Lx = 2 x 5 = 10
Degrau = 5cm
Passo = 10mm

 Cálculo para o gráfico Y(cm) x X(cm)

Ordenada

My = 100/154-71 = 1.204 = 1mm/Ux


Ly = my . y
Ly = 1 x 10 = 10
Degrau = 10 cm
Passo = 10mm

Abscissa

Mx = 150/70-33.5 = 4.109 = 5mm/Ux


Lx = mx . x
Lx = 5 x 4 = 10
Degrau = 4cm
Passo = 20mm

 Cálculo das constante A e B do gráfico


dilog.

Pontos pegos no gráfico


1- (33,60)
2- (90,200)

B = log (y2/y1) / log (x2/x1)


B = log 3.3333/log 2.72727
B = 0.522874/0.4357
B = 1.200 = 1.2

A = y1/x1b
A = 0.9035
Obs: acho que por motivo de erro na coleta dos
dados do experimento, o cálculo do parâmetro B
não se aproximo de 2.

Pegamos a função do eixo x que é MRU,


isolamos o T e substituímos na função do eixo y que
é no MRUV, tiramos a seguinte fórmula:
g 2
Y= x
2v 2x
 Em x: MRU :

X = vxT
T = X/vx

 Em y: MRUV:

Y =1/2gT2
Y = 1/2gX2/vx

CONCLUSÃO.

Concluímos com a experiência que a trajetória


da esfera no lançamento tem uma aparência de
uma parábola, pois seu comprimento e
inversamente proporcional a sua altura, notamos
também que é impossível tem uma precisão maior
na coleta dos dados porque existem erros
sistemáticos em todo experimento, como por
exemplo notamos que um desses erros e o fator
resistência do ar que nos o desprezamos, o motivo
de fazermos o gráfico no papel milimetrado com a
mesma escala, tanto para H como para X, e para
que a trajetória da esfera no papel fique parecida
com sua trajetória real.
O erro percentual do experimento:

Ep = (1.2 – 2) / 2 = 0.4 =40%

Cálculo da velocidade:

A = (g/2vx2 ). X2

Vx2 = 980/1.807
Vx = 23cm/s
Supondo que y = az, com z = x 2 determinamos
A:

 y.z
A = s 2

A = 2662521.835/75788976.47 = 0.035130726
= 0.035

am 
1  ( y  az ) 2

x ( N  1)

1 (851.1  0.0351x 22532.79) 2


am 
22532.79 8 1

am  1.9914324 = 2.0