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Bois-Bumbás de Parintins, Amazonas:

Caprichoso e Garantido
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Virginia Barbosa
Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco
pesquisaescolar@fundaj.gov.br

No final do século XVI, o português José Pedro Cordovil chegou a uma ilha localizada
na Amazônia brasileira, que era habitada pelos índios Tupinambás e pelas tribos
Sapupê, Peruviana, Mundurucu, Maués e Parintins. Até se tornar conhecido como
Parintins, aquele local teve várias denominações: Tupinambarana (1796), Vila Nova da
Rainha (1803), Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana (1833), Vila
Bela da Imperatriz (1848), Parintins (1853). O município está localizado no Baixo
Amazonas, margem direita do rio Amazonas e fica a 420km de Manaus. Atualmente,
tem cerca de cem mil habitantes.

Parintins é considerada a segunda maior cidade do estado do Amazonas e um dos


pontos turísticos mais importantes daquela região, devido, principalmente, a uma das
maiores celebrações populares do Brasil: o Festival Folclórico de Parintins.

O Festival foi oficializado em 1966 e é palco da disputa dos bois-bumbás, Caprichoso e


Garantido, que existem desde 1913.

Segundo estudiosos, os bois-bumbás de Parintins


têm sua origem no Nordeste do Brasil. A região
amazônica recebeu muitos imigrantes nordestinos.
Com eles vieram suas manifestações culturais que
foram incorporadas e adaptadas pela população
nortista, inclusive com lendas, rituais, música e
dança indígenas, além de figuras mitológicas como
pajés e feiticeiros.

Existem algumas histórias sobre a procedência


dos bois Garantido – considerado o “boi do povão” – e Caprichoso – o “boi da elite”.
Entre tantas, o Garantido conta que o seu fundador, Lindolfo Monteverde, quando
criança, escutava de sua avó maranhense lendas de um boi de pano que dançava nas
noites de São João. Aos 11 anos, confeccionou um boi e o batizou de Garantido. Juntou
amigos para brincar com o boi no seu quintal por vários anos. Quando
completou dezoito anos, Lindolfo teve sérios problemas de saúde e fez uma promessa
a São João Batista: se restabelecida sua saúde, ele faria o boi brincar por toda sua vida.
Assim surgiu, em 13 de junho de 1913, o boi-bumbá Garantido.
O Caprichoso também foi fruto de uma promessa
que os irmãos Cid – João Roque, Félix e
Raimundo Cid –, oriundos do Ceará, fizeram a São
João Batista quando chegaram à região
amazônica: se conseguissem trabalho e
casamento reverenciariam o santo com um boi de
pano. Graças alcançadas, surge em Parintins, em
20 de outubro de 1913, o boi-bumbá Caprichoso.
Nome batizado pelos Cid que acataram a sugestão
do advogado parintinense José Furtado Belém. Ele
já conhecia outro boi-bumbá chamado de Caprichoso, que brincava no bairro Praça 14,
em Manaus.

O enredo da apresentação dos Bois Caprichoso e Garantido não difere muito dos
inúmeros bois-bumbá existentes por todo Brasil. Conta a história do Negro Francisco,
funcionário de uma fazenda que, para atender ao desejo de sua mulher grávida – comer
a língua do boi mais bonito do lugar –, rouba o animal preferido da fazenda e o mata. O
patrão descobre e ordena que índios cacem o Negro Francisco que já buscava, aflito,
um pajé para ressuscitar o boi. Ele consegue esse prodígio, é perdoado pelo patrão e
tudo vira uma festa.

Inicialmente, na década de 1960, os bois-bumbás foram para as quadras criando o


Festival de Parintins. Depois, o local da festa e do desfile foi um bumbódromo construído
em madeira (1985), com arquibancada, camarotes e uma arena acimentada onde os
grupos encenavam lendas e rituais amazônicos. A versão em alvenaria, definitiva, foi
inaugurada em 1988 e tem capacidade de receber até 35 mil espectadores.

Em Parintins, a festa dura três dias e três noites e as torcidas dos bois-bumbás dividem
a cidade nas cores azul e vermelho. Azul representa o Caprichoso e vermelho o
Garantido. É uma mistura de teatro, dança e música e a apresentação de cada boi deve
conter 22 itens obrigatórios relacionados à lenda, com a presença da marujada (espécie
de bateria) e de personagens como a Sinhazinha, a Cunha Poranga (que representa a
moça mais bela da tribo) e o Pajé, entre outros (CATTANI, 2011, p. 36). Nos três dias de
espetáculo, as arquibancadas são divididas em duas partes rigorosamente iguais e cada
um dos lados é pintado com a cor de um dos bois.

A música que acompanha toda a apresentação do Garantido e do Caprichoso é a toada,


acompanhado por um grupo de mais de quatrocentos ritmistas.

As torcidas são um capítulo parte nessa grande festa. Cada uma possui cerca de quatro
mil integrantes, conhecidos como brincantes, que seguem regras para que a festa
aconteça com o maior brilho possível: não podem, em hipótese alguma, usar a cor do
grupo rival nem mencionar o nome do outro boi-bumbá, que deve ser tratado como
‘contrário’; não podem, jamais, vaiar a apresentação do boi adversário; e, durante a
apresentação o grupo rival, deve permanecer em completo silêncio.

Toda a festa tem uma cuidadosa produção que traz alegorias compostas de esculturas
gigantescas associadas com coreografias ensaiadas o ano todo e que fazem da disputa
dos bois-bumbás um espetáculo apoteótico.
Para vencer a competição um júri avalia cada boi por meio de diversos critérios, tais
como a apresentação, rituais, canções, alegorias, coreografias, torcidas. Os principais
itens apresentados pelos bois-bumbás são: levantador de toadas, sinhazinha da
fazenda, apresentador, amo do boi, rainha do folclore, porta-estandarte, cunha-poranga,
pajé, tripa. No quarto dia o vencedor é anunciado.

No período de 1966 a 2011, foram realizados 46 Festivais, 27 vencidos pelo Boi


Garantido, com 18 vitórias do Caprichoso e apenas um empate.

Recife, 10 de dezembro de 2011.

FONTES CONSULTADAS:

BOI Garantido e Caprichoso. Disponível em:


<http://www.boigarantidoecaprichoso.blogspot.com/>. Disponível em: 30 ago. 2011.

CATTANI, Luciana; BOIERAS, Gabriel. Espetáculo na floresta. Revista Voe, São Paulo,
ano 3, n. 36, p. 34-38, jun. 2011. Fotos neste texto.

FESTIVAL de Parintins, AM. Disponível em:


<http://www.terra.com.br/diversao/parintins/historia.htm>. Acesso em: 30 ago. 2011.

PARINTINS. História. Disponível em <http://pt.wikipidia.org/wiki/Parintins>. Acesso em:


30 ago. 2011.

COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: BARBOSA, Virgínia. Bois-Bumbás de Parintins, Amazonas: Caprichoso e


Garantido. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível
em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia mês ano. Ex: 6 ago.
2009.

istória

Quase um século de festa e tradições

Fantasias de 30 metros e 400 ritmistas em Parintins

Os bois-bumbás de Parintins, Caprichoso e Garantido, existem desde 1913, mas o


festival foi oficializado em 1966, transformando-se na maior espetáculo folclórico do
Brasil e a segunda maior festa popular do mundo. O Bumbódromo de Parintins, ou
Centro de Convenções Amazonino Mendes, foi inaugurado em 24 de junho e aberto
para o 22º Festival Folclórico, em 1988. O Bumbódromo tem 35 mil lugares, entre
camarotes, arquibancadas especiais e arquibancadas gratuitas.

Essas representam 95% dos lugares e são divididas em duas partes rigorosamente
iguais para as torcidas do Caprichoso, representada pela cor azul, e a do Garantido,
cor vermelha. Cada um dos lados da arquibancada é pintado com a cor de um Boi. Os
quatro mil brincantes (foliões) e cada um dos grupos cantam e contam na arena do
Bumbódromo a lenda do Boi-Bumbá. As fantasias e as alegorias, que podem chegar a
30 metros de altura, revelam a criatividade do povo local.

Penas, cores, luzes e brilhos fazem um espetáculo apoteótico nos três dias de
apresentações: 28, 29 e 30 de junho. Os dois Bois dançam e cantam por um período
de três horas, com ordem de entrada na arena alternada em cada dia.

Garantido lidera competição com 21 vitórias

A música, que acompanha durante todo o tempo, é a toada, acompanhada por um


grupo de mais 400 ritmistas. O ritual dos Bumbás mostra a lenda de Pai Francisco e
Mãe Catirina que conseguem, com a ajuda do Pajé, fazer renascer o boi do patrão.
Conta a lenda que Mãe Catirina, grávida, deseja comer a língua do boi mais bonito da
fazenda. Para satisfazer o desejo da mulher, Pai Francisco manda matar o boi de
estimação do patrão.

Pai Francisco é descoberto, tenta fugir mas é preso. Para salvar o boi, um padre e um
médico são chamados (o pajé, na tradição indígena) e o boi ressuscita. Pai Francisco
e Mãe Catirina são perdoados e há uma grande comemoração OGarantido,
considerado o "boi do povão", acumula 21 vitórias contra 15 doCaprichoso, "o boi da
elite".

Pela primeira vez em toda a história dos Bois, no ano


passado Caprichoso eGarantido empataram e dividiram a vitória. Veja abaixo o quadro
dos vencedores de casa ano:

Fonte: O Magnífico Folclore de Parintins, de Tonzinho Saunier


Festival Nº Ano Vencedor
I 1966 Garantido
II 1967 Garantido

III 1968 Garantido

IV 1969 Caprichoso

V 1970 Garantido

VI 1971 Garantido

VII 1972 Caprichoso

VIII 1973 Garantido

IX 1974 Caprichoso

X 1975 Garantido

XI 1976 Caprichoso

XII 1977 Caprichoso

XIII 1978 Garantido

XIV 1979 Caprichoso

XV 1980 Garantido

XVI 1981 Garantido

XVII 1982 Garantido

XVIII 1983 Garantido

XIX 1984 Garantido

XX 1985 Caprichoso
XXI 1986 Garantido

XXII 1987 Caprichoso

XXIII 1988 Garantido

XXIV 1989 Garantido

XXV 1990 Caprichoso

XXVI 1991 Garantido

XXVII 1992 Caprichoso

XXVIII 1993 Garantido

XXIX 1994 Caprichoso

XXX 1995 Caprichoso

XXXI 1996 Caprichoso

XXXII 1997 Garantido

XXXIII 1998 Caprichoso

XXXIV 1999 Garantido

XXXV 2000 Caprichoso e Garantido

29 JUNHO 2007

Boi Garantido e Caprichoso

Histórico :
A festa do Boi-bumbá, ou Festa do Boi, ou ainda Brincadeira do Boi , têm sua
origem no Nordeste do Brasil, onde derivou de outra Dança típica de lá, o
Bumba-meu-Boi. Com as constantes imigrações de Nordestinos para a
Região Norte do Brasil ,em especial para o Estado do Amazonas, houve
também a imigração de manifestações culturais como o Bumba -meu- Boi
que logo foi assimilado pela população e ganhou aspecto local.

A FESTA DO BOI-BUMBÁ :

O Boi-bumbá tem sua história idêntica ao Bumba-meu-boi , é uma espécie de


ópera popular, cujo enredo não varia muito entre os inúmeros grupos de Boi-
Bumbá existentes mas, basicamente, desenvolve-se em torno da lenda do
fazendeiro que tinha um boi de raça, muito bonito, e querido . As
apresentações dos bois em Parintins desenvolvem-se de acordo com um
enredo que conta a história do Negro Francisco, funcionário da fazenda e
cuja sua mulher, Catirina fica grávida e sente desejo de comer a língua do
boi. fica desesperado. Com medo de Catirina perder o filho que espera, caso
o desejo não seja atendido, resolve roubar o boi de seu patrão para atender
ao desejo de sua mulher.

Então, segundo o enredo, Negro Francisco mata o boi preferido do patrão. O


amo descobre e manda os índios caçarem Negro Francisco, que busca um
pajé para fazer ressuscitar o boi. O boi renasce e tudo vira uma grande festa.
O imaginário indígena e detalhes religiosos dos índios ,como pajés e
feiticeiros , foram incorporados com mais influência ao Boi-Bumbá.

O Festival Folclórico de Parintíns:

Um dos grandes marcos para a divulgação do Boi-Bumbá foi grandiosa festa


dos bois de Parintins, realizado na Cidade de Parintins cerca de 400 Km de
Manaus, no Amazonas desde 1913, no mês de julho.O imaginário indígena e
figuras religiosas como pajés e feiticeiros foram incorporados às tradições da
festa. Por isso, durante o Festival Folclórico de Parintins, a cidade é chamada
de “ilha Tupinambarana” e os Bois Garantido e Caprichoso se apresentam no
Bumbódromo. Durante a apresentação, cada Boi leva aproximadamente um
tempo de 3 horas. Fazem parte da apresentação efeitos especiais com luzes e
cores, show pirotécnico . Os bonecos gigantescos representando cada
personagem ,cada uma dos Bois leva ao Bumbódromo cerca de
aproximadamente 5.000 participantes. Cerca de 35.000 pessoas prestigiam
o espetáculo anualmente.

Boi-Bumbá Garantido
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Boi vermelho e branco, o Garantido, boi-bumbá que disputa todos os anos
contra o boi Caprichoso a consagragação no Festival Folclórico de Parintins,
no Amazonas, tem uma história muito curiosa. Entenda:Lindolfo
Monteverde ouvia muitas estórias do seu avô, ex-escravo de origem
maranhense. Uma delas era a de um boi que dançava para divertir adultos e
crianças. O boi era feito da carcaça (caveira) de uma rês morta, coberta com
tecido. O corpo do boi terminava numa barra de tecido e a pessoa que fazia o
boi dançar era chamada “tripa”.Além disso, havia toda uma história sobre o
roubo da língua do boi que incluía o Pai Francisco, Mãe Catirina, o amo do
boi e outras figuras. Era o ritual do boi.Lindolfo fundou o boi-bumbá
Garantido com a vontade de seguir a brincadeira que seu avô lhe ensinara,
em 12 de junho de 1913, véspera do dia de Santo Antônio.O que começou
como brincadeira junina, ficou mais séria quando, ao servir no Exército.
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Garantido e Caprichoso
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As cores vermelho do Boi Garantido , e azul do Boi Caprichoso, tomam conta
do Bumbódromo, espécie de arena, semelhante a um Sambódromo.Existem
algumas explicações sobre a origem dos nomes dos Bois , mas uma delas é a
mais aceita para a origem dos nomes dos Bois Garantido e Caprichoso, esta
explicação refere-se ao Poeta Emídio Vieira e seu amor proibido pela mulher
do repentista Lindolfo Monteverde. Ambos apresentavam seus bois todos os
anos.

Boi de Rua vai marcar reduto azul

O lado azul da cidade revive hoje a tradição da brincadeira do Boi de Rua


criada em 1913, sempre ao redor das fogueiras iluminadas pelas lamparinas
do Lioca. Quem for dançar com o boi Caprichoso nas ruas da cidade vai se
contagiar com a poesia das toadas antológicas que fizeram história em
Parintins. O resgate da brincadeira de rua começou com o ex-presidente
Dodozinho Carvalho em 2001 incentivado por João do Carmo de Jesus, o
Careca.
Os torcedores estão preparados para desfilar na cidade resgatando a
trajetória que marca a história do Boi Caprichoso que concentra sua nação
no Largo da Francesa a partir das 16h, onde acontece o Arraial Azul com
apresentação de bumbás mirins e oficinas de dança e música da Escolinha de
Arte. No local serão instaladas barracas para a venda de comidas típicas da
época junina e animados pela Banda Canto Parintins e Azul e Branco.

A cada ano o boi inova em sua saída homenageando personagens históricos


do boi-bumbá e relembrando lugares por onde o boi brincou. Em pontos
estratégicos estão preparadas aparições de ex-itens. A Turma do Canto
também está preparando uma festa à parte para aguardar a passagem do Boi
na Rua Rio Branco. A partir das 20h começa a caminhada do Boi que neste
ano vai brincar nas ruas João Meireles, Herbert de Azevedo, Paes de
Andrade, Avenida Amazonas com parada na Praça da Catedral onde
acontece a apoteose do boi com homenagens para a Padroeira Nossa
Senhora do Carmo. O trajeto seguirá pela Rua Cordovil, Avenida Nações
Unidas até o Curral Zeca Xibelão.
A torcedora Socorro Lopes diz que esse trajeto foi feito pelo Caprichoso
em 1997 quando o boi foi campeão. Isso significa que estamos atraindo para
nós a vitória deste ano. Quando a gente resgata essa história é sinal de que
estamos perto do título, comenta. No Curral Zeca Xibelão está preparada
uma grande festa com as bandas Caprichoso e a presença de todos os itens
oficiais.

Sátira com o contrário

O que não vai faltar no boi de rua é a sátira ao boi contrário, anuncia o artista
Juarez Lima. As surpresas estão sendo preparadas pelos artistas do galpão
central que criaram a segunda versão do Boiola.Ontem, os artistas estavam
fazendo mutirão para organizar os personagens que fazem a alegria da festa.
O mais esperado, além da Dona Aurora e o Gigante, é o Boi Ola, a vaquinha
que satiriza o Garantido e que será engravidada pelo Caprichoso durante o
trajeto. A torcida pode esperar que vai ser muito legal. O anão Paulão vai ser
o bebê da vaquinha, disse o artista Paulo Gonzaga, mais conhecido no galpão
como macaquinho zog-zog. Eles satirizaram a gente e agora vamos devolver
a eles a homenagem, de forma cômica para agradar a nossa torcida, informa
o artista Juarez. Segundo ele, a brincadeira do boi nas ruas da cidade faz
crescer a paixão pelo boi-bumbá. Compositores do boi e o mestre da Arte
Irmão Miguel também serão homenageados.

A FESTA DO BOI MANAUS

Quem vai a Manaus no mês de outubro é recebido com uma grande festa.
Não a festa habitual com que a cidade, hospitaleira e acolhedora, recebe seus
visitantes de qualquer procedência, a negócios ou a passeio. Trata-se do Boi
Manaus, evento promovido pela Prefeitura em homenagem ao dia 24 de
outubro, o aniversário de Manaus, data em que se comemora sua elevação à
categoria de Cidade.

Cantor Arlindo Junior

Cada cantor lidera sua própria tribo, identificada por tururis (a versão
manauara dos abadás), vendidos a preços módicos, que garantem o
acompanhamento do trio elétrico dentro da área reservada do desfile. As
arquibancadas, com capacidade para mais de 40 mil pessoas, estão
destinadas àqueles que não adquiriram o tururi, mas têm vontade de brincar.

A exemplo dos carnavais fora de época, o Boi Manaus solidificou-se como


um produto turístico da maior qualidade, que tem despertado a atenção das
agências de viagens e operadoras de turismo, começando a atrair até Manaus
centenas de visitantes. A musicalidade das toadas envolve a cidade o ano
inteiro, mas é nessa época que o Boi-Bumbá assume a condição de música
oficial, durante três dias consecutivos, levando ao Centro de Convenções - o
Sambódromo - público superior a 150 mil pessoas.Diversos cantores e
bandas de Boi-Bumbá revezam-se em cima de trios elétricos, especialmente
preparados para acompanhar o ritmo forte da batida do dois-pra-lá, dois-
pra-cá, comandando uma multidão de brincantes que se movimentam em
uma coreografia impressionante.

Festa Boi Manaus


Quem vai a Manaus no mês de outubro é recebido com uma grande festa.
Não a festa habitual com que a cidade, hospitaleira e acolhedora, recebe seus
visitantes de qualquer procedência, a negócios ou a passeio. Trata-se do Boi
Manaus, evento promovido pela Prefeitura em homenagem ao dia 24 de
outubro, o aniversário de Manaus, data em que se comemora sua elevação à
categoria de Cidade. Cada cantor lidera sua própria tribo, identificada por
tururis (a versão manauara dos abadás), vendidos a preços módicos, que
garantem o acompanhamento do trio elétrico dentro da área reservada do
desfile. As arquibancadas, com capacidade para mais de 40 mil pessoas,
estão destinadas àqueles que não adquiriram o tururi, mas têm vontade de
brincar. A exemplo dos carnavais fora de época, o Boi Manaus solidificou-se
como um produto turístico da maior qualidade, que tem despertado a
atenção das agências de viagens e operadoras de turismo, começando a atrair
até Manaus centenas de visitantes. A musicalidade das toadas envolve a
cidade o ano inteiro, mas é nessa época que o Boi-Bumbá assume a condição
de música oficial, durante três dias consecutivos, levando ao Centro de
Convenções - o Sambódromo - público superior a 150 mil pessoas. Diversos
cantores e bandas de Boi-Bumbá revezam-se em cima de trios elétricos,
especialmente preparados para acompanhar o ritmo forte da batida do dois-
pra-lá, dois-pra-cá, comandando uma multidão de brincantes que se
movimentam em uma coreografia impressionante.
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Amazônia - Cultura

A Cultura amazônica recebe importante influência dos povos indígenas. O


calendário de eventos das cidades da região exploram elementos como a
música, as artes plásticas, o artesanato, e folclores regionais. O Boi-Bumbá
de Parintins, já conquistou o prestígio internacional e todos os anos atrai
milhares de visitantes para a pequena cidade do Baixo Amazonas, para
assistir ao grande espetáculo que conta as lendas da Amazônia,
retrabalhando os aspectos indígenas.Em Manaus, uma grande programação
pode ser conferida o ano inteiro, desde o carnaval no sambódromo, em
fevereiro, até o Carnaboi, em outubro, passando pelo Festival Folclórico do
Amazonas, em junho. No interior, diversos municípios também realizam
suas festas próprias como Manacapuru, com seu Festival de Cirandas, ou o
Festival da Canção em Itacoatiara, com artistas e compositores locais. Para
os admiradores de óperas e shows eruditos, durante todo o ano, o Teatro
Amazonas reserva diversas montagens no belo palco do período da Borracha.
O Festival Amazonas de Ópera é referência no gênero na América Latina,
acontecendo nos meses de abril e maio. Há ainda diversos museus e centros
culturais com exposições permanentes que contam a rica história da região.

Garantido e Caprichoso
O imaginário indígena e figuras mitológicas como pajés e feiticeiros foram
incorporados às tradições do boi. Por isso, durante o Festival Folclórico de
Parintins, a cidade é chamada de “ilha Tupinambarana”. As cores vermelho e
azul, que representam respectivamente os bois Garantido e Caprichoso,
tomam conta do bumbódromo, espécie de arena construída especialmente
para a realização da festa que acontece de 28 a 30 de julho.

Enredo

As apresentações dos bois em Parintins desenvolvem-se de acordo com um


enredo que conta a história do negro Francisco, funcionário de uma fazenda
e cuja mulher, Catirina, estava grávida. O estado “interessante” da mulher
causou-lhe o desejo de comer a língua do boi mais estimado pelo dono da
fazenda. Para que o filho não nascesse com cara de língua de boi, o jeito foi
satisfazer o desejo da mulher.
Então, segundo o enredo, Francisco mata o boi preferido do patrão. O amo
descobre e manda os índios caçarem Pai Francisco, que busca um pajé para
fazer ressuscitar o boi. O boi renasce e tudo vira uma grande festa.
Para desenvolver o tema, cada boi leva cerca de 3 horas. São verdadeiros
espetáculos de luzes e cores incluindo show pirotécnico nas aberturas de
cada apresentação. Os bonecos gigantescos representando cada personagem
da trama são um show à parte.
Cada uma das agremiações leva ao bumbódromo cerca de 5 mil brincantes a
cada ano। Cerca de 35.000 pessoas prestigiam o espetáculo anualmente.

Curiosidades
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A explicação mais corrente para a origem dos nomes dos bois Garantido e
Caprichoso remonta a um amor proibido que o poeta Emídio Vieira teria
cultivado pela mulher do repentista Lindolfo Monteverde। Ambos
apresentavam seus bois todos os anos.

Como não podia ter a mulher de Monteverde, Emídio lançou o desafio: "Se
cuide que este ano eu vou caprichar no meu boi"। Ao que o repentista
respondeu: "Pois capriche no seu que eu garanto o meu". A rivalidade
cresceu entre os dois e, a cada ano, um queria ser melhor do que o outro. Os
outros grupos de apresentação de bois foram ficando pelo caminho e apenas
os Garantido de Monteverde e o Caprichoso de Vieira chegaram aos nossos
dias.
Por falar em rivalidade, essa é uma das principais características da festa dos
bois de Parintins। Apesar do respeito que é regra no bumbódromo onde as
torcidas jamais devem vaiar a apresentação do boi adversário, há algumas
nuances que demonstram a rivalidade das torcidas। Quando um torcedor do
Garantido quer se referir ao Caprichoso, por exemplo, ele jamais menciona o
nome do adversário, diz apenas “o contrário”। E vice-versa। Os músicos
que tocam no Caprichoso formam a Marujada, enquanto os do Garantido são
a Batucada। E por aí ।।।।।।।.

O fato é que, seja Garantido ou Caprichoso, ambos representam uma das


maiores manifestações folclóricas de nosso povo।

Garra, disposição e concentração estão transformando os ensaios técnicos do


boi Caprichoso, no curral Zeca Xibelão, em um dos grandes momentos do
bumbá na etapa de preparativos para a disputa do festival folclórico deste
ano. Ao contrário dos ensaios realizados semanalmente, onde as bandas
tocam as toadas do ano e os dançarinos repetem as coreografias repetidas
vezes, o ensaio técnico é uma prévia das apresentações no Bumbódromo.
Numa empolgação contagiante, itens individuais, marujada, tribos,
vaqueirada, levantador de toadas, pajé, tripa e amo do boi encenam cada
detalhe do que foi programado para a disputa. Os brincantes mostram parte
das coreografias que serão levadas para a arena, enquanto os itens oficiais
colocam em destaque os passos de suas apresentações.
O detalhe é que as coreografias meticulosamente treinadas para momentos
importantes das apresentações não são mostradas nos ensaios técnicos. O
evento não exige grandes produções, mas requer seriedade e muita
disposição por parte de brincantes e organizadores. Motivados por aplausos
da galera, os brincantes dão uma demonstração de que estão dispostos a
enfrentar todas as dificuldades para conquistar o título.

A torcida
corresponde porque sente a segurança do boi que está preparado, bonito,
forte e pronto para chegar na arena e fazer uma grande apresentação. Nos
ensaios técnicos, o desempenho dos itens individuais também é avaliado
para que cada um melhore o seu desempenho na arena. Hoje será realizado o
terceiro ensaio técnico antes da passagem de som do Caprichoso que
acontece no dia 27, no Bumbódromo.

Olha o Boi Bumba aí gente!!!O Brasil é um país muito grande, pelo fato de
ter todo esse “tamanho” é rico em manifestações culturais de todas as
origens e tipos, popularmente chamadas de folclore brasileiro। São danças,
festas, comidas, obras de arte, superstições comemorações e representações
que, pelos quatro cantos do país, exaltam a nossa cultura। Se o Sul e o
Sudeste brasileiros são regiões em que as manifestações folclóricas têm
ocorrido com menor intensidade, por causa de crescente industrialização das
cidades, no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste do País as tradições se
mantêm cada vez mais vivas। Essa notícia será dedicada a uma festa
folclórica conhecida de todos, a Festa de Parintins. Quem nunca ouviu falar
em Boi Bumbá? Ou ao menos vislumbrou um daqueles bonecos
maravilhosos? Muita gente...mas nem sempre sabemos detalhes dessa
tradição que é tão fortemente celebrada no outro lado de nosso país, na
Floresta Amazônica, mais precisamente na pacata Ilha de Parintins, a 420
Km de Manaus.O negócio é o seguinte: a festa dura três dias e três noites e é
dividida em duas torcidas ou grupos rivais, o Caprichoso e o Garantido. Os
grupos desfilam pelo “bumbódromo” encenando lendas e rituais amazônicos.
O “barato” da festa é que cada torcida tem uma cor, o azul do boi Caprichoso,
e o vermelho do Garantido. Vale lembrar que as cores são respeitadas com
fanatismo, os integrantes das torcidas não podem, em hipótese alguma, usar
a cor do grupo rival e muito menos mencionar o nome do outro grupo, que é
tratado como “contrário”. A rivalidade em relação as cores é tanta que juízes
do Rio Grande do Sul foram vetados, pois poderiam ser influenciados pelas
cores dos times rivais Internacional (vermelho) e Grêmio (azul).A festa teve
origem na lenda do Boi Bumbá, que diz que Mãe Catirina, durante a
gravidez, teve desejo de comer a língua do boi mais bonito da fazenda onde
vivia. Seu marido, o peão Francisco, desesperado em atender o pedido da
esposa mata o animal de estimação de seu patrão, porém, o feito é
descoberto e o homem é preso. Com o intuito de salvar o boi o amo chama
um médico e um padre, que acabam conseguindo ressuscitar o animal. Pai
Francisco é perdoado e todos iniciam uma festa. Em Parintins o médico foi
substituído por um pajé.Cada torcida possui cerca de 4 mil integrantes, que
são chamados de brincantes, estes assumem papéis dos personagens das
lendas e são acompanhados pela marujada, bateria. Quem fica em baixo da
armação do Boi é chamado Tripa, precisa dançar e pular a noite inteira e
chega a perder um quilo e meio por desfile. Que tal conhecer melhor o nosso
país, conferir as belezas naturais da Floresta Amazônica, enquanto ela ainda
não foi desmatada, e de quebra curtir o a Festa de Parintins, hein?
FESTA DO BOI
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Parintins, localizada a 392 quilômetros de Manaus, na ilha de
Tupinambarana, à margem direita do rio Amazonas, é um dos principais
celeiros culturais da Amazônia.
O Boi-bumbá, tradição celebrada, inicialmente, como uma festa no meio da
rua, atualmente, reune uma multidão de 40।000 pessoas, num
bumbódromo, que assistem à disputa entre os dois bois, representados pelos
grupos Vermelho, ou Garantido, e Azul, ou Caprichoso.

Na década de 60 o boi-bumbá foi para as quadras criando então o Festival


Folclórico.
Em 1985, montou-se um bumbódromo de madeira, com arquibancadas, camarotes e
uma arena acimentada para a apresentação dos grupos. Em 1988, foi inaugurada a
versão em alvenaria, definitiva.
A festa, realizada todos os anos nos dias 28, 29 e 30 de junho, começou quando, em
1912, a comunidade passou a levar o boizinho de pano de Lindolfo Monteverde,
chamado de Garantido, para brincar no quintal de moradores ilustres.

O SOM

Os primeiros sons do boi-bumbá foram feitos com tambores, surdos e


caixinhas, instrumentos de sopro, como sax e clarinete, e rabecões (grandes
violinos no formato de rabeca). Lindolfo Monteverde, fundador do
Garantido, era então conhecido pela potência da voz, num tempo em que não
existiam amplificadores. Com o passar do tempo, ficaram apenas as
palminhas (instrumento feito com dois pedaços de madeira) e os tambores.
Vieram os tambores treme-terras, do tamanho de barris de petróleo. Na
década de 80, retornava a Parintins o compositor e instrumentista Fred
Góes, que integrou o grupo Raízes de América, sucesso na América Latina,
trazendo o charango, instrumento andino feito de cordas colocadas sobre o
casco do tatu.

Conhecido como toada do boi-bumbá, o som se baseia nas batidas de surdos


de 1 metro de altura, os treme-terras, e nas influências dos ritmos indígenas
defendidos por instrumentos como o pau d'água, um bambu que simula o
barulho da chuva, e o xeque-xeque, espécie de maraca.

Os grupos Caprichoso e Garantido se transformaram numa miscelânia


cultural que envolve o bumba-meu-boi do Maranhão, a cultura afro-
brasileira, as lendas indígenas e o peculiar modo de vida do cabloco
amazônico.

Com 2.500 componentes cada um, divididos em alas, aqui chamadas de


tribos, as agremiações revivem a lenda de Pai Francisco, que teria matado o
boi de seu patrão para satisfazer o desejo de sua mulher grávida, Catirina.
jjajajka

BOI BUMBÁ NO
SUMÁRIO
O festival de Boi Bumbá apresenta mitos, tales e legendas usando caráteres, carros
da parada e os fantoches gigantes seguidos pelas palavras de um mestre dos
ceremonies que descreva em detalhe cada bocado da ação. É uma experiência
musical e theatrical incredible, uma procissão religiosa, um ritual tribal, uma mostra
gigante do fantoche, um tale fairy de bandidos poderosos e de heróis bravos, uma
apresentação da arte dos povos, um partido principal para as audiências e um
choreography energizando do galera (gah-gah-le-rah-rah), de uma vez. Os caráteres
no desempenho vêm do tale de Boi Bumbá. Há duas equipes chamadas Bois (plural
de Boi). Cada diz a mesma história em todas as noite três do festival, atingindo 6
desempenhos diferentes da mesma mostra. Mas cada noite é diferente porque
legendas, rituals, danças, fantoches, garments, alegorias, todos mudam e críam a
mostra anew. Há muitos festivities similares em Brasil, mas Parintins é o repouso do
mais grande e mais impressive de tudo. É uma exposição artística e uma disputa
entre duas equipes diferentes: Bois Caprichoso (cah-pree-mostre-zol) e Garantido
(gah-funcion-T-gah-run-tee-dow). Boi é a palavra portuguese para o boi, e é também
o caráter principal do drama que unfolds cada noite em uma arena prestada atenção
pròxima por 35.000 povos. Depois que a mostra 3-hour de cada Boi, a cidade tem o
alimento, as bebidas e o partido para todos. O quadrado principal, as barras
incontáveis e cada próximo de canto pequeno o Bumbódromo acomodam uma
multidão ainda completamente da energia para imitar a dança e as canções de seu
Boi favorito. O folklore de Parintins tem seus próprios princípios: expressa a cultura
espontânea e evolui livremente, sempre em seus próprios termos. Não está
desobstruído exatamente como a coisa inteira começou. Alguns clientes prendem
esse Lindolfo Monteverde, criador alegado de Garantido, trazido à vida uma história
que do bedtime se usou se ouvir de seu avô. Similarmente, Caprichoso é
considerado ser uma criação de José Furtado Belém e irmãos de Cid. Cada Boi seria
o resultado de um promessa diferente a St. john.the.baptist. O jogo diz a história de
Pai Francisco, que trabalhou em uma fazenda, e de Mãe Catirina, sua esposa grávida
que longed para comer a lingüeta de carne. Pai Francisco mata um boi para satisfer a
craving da sua esposa. Infelizmente, este boi é o favorito do proprietário da fazenda.
Um priest e um doutor não revive o Boi, porque cuja a morte Pai Francisco seria
emitida à cadeia. A história tem agradecimentos felizes de um fim ao ritual
executado por um pajé (pa-zhe-zhe, shaman). Pai Francisco é perdoado e as
extremidades inteiras do ordeal em um partido principal que comemorasse o
life.Celebrations do Boi em Parintins Parintins começaram modesta bastante com as
procissões durante todo a cidade. Como o tempo foi perto, o festival, a história e os
caráteres mudados para incorporar legendas, rituals, música e dança de indians
locais e para comemorar o lifestyle do caboclo, compatriota que tem um heritage
misturado de Europeus aborigines.
A COMPETIÇÃO
O festival é também uma competição? O vencedor é escolhido por um júri
que avalíe cada Boi de acordo com diversos critérios, tais como a
apresentação do Boi, o tribe indian e seus tuxauas dos chefes (à-dev-nós), os
rituals, as canções, os alegorias, os choreographies, etc. shaman. Um dos
aspectos os mais fascinantes do festival é a participação entusiástica das
audiências no Bumbódromo. A sustentação dos galeras (multidão dos
ventiladores que cheering para cada Boi) é avaliada também pelos juizes, e
por cada Boi tem os povos que estão na carga de organizar o galera. O
Bumbódromo é dividido ao dois meio para os ventiladores de Garantido e de
Caprichoso, que dançam e acenam lenços e velas. Rocha e rolo quando cada
caráter novo vem no scene.People são muito sérios sobre fazer exame de
lados em Parintins. Todos na cidade tem as raizes que vão toda a maneira até
uma das equipes, e não há nenhum acordo entre elas. Você pode nunca
sempre suportar o Boi errado - para se você assim, o oposto Boi poderia
ganhar. Mesmo com tais sentimentos fortes, os hooligans não têm nenhum
lugar aqui. Sempre que um lado está executando, o outro mantem silence. In
completo a manhã do quarto dia, o vencedor é anunciado, depois do qual os
ventiladores e os supporters do Boi ganhando desfilam em torno da cidade.
Ambos os lados são varridos na emoção, mas as polícias estão no relógio e
impedem todo o comportamento desordenado.
POSTADO POR LUIS VALMAR DE SOUSA ÀS SEXTA-FEIRA, JUNHO 29, 2007 7 COMENTÁRIOS:

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