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BlueTec 5

Índice

ARLA 32 Fluido Operacional.................................................................................................................................02


BlueTec 5 - Princípios de operação ...................................................... ..............................................................03
Principais poluentes................... ............ .............................................................................................................04
Exercício: Circuito ARLA 32 e pneumático...........................................................................................................06
Reservatório de ARLA 32 .....................................................................................................................................07
Catalizador ..................... .....................................................................................................................................08
Conjunto bomba do ARLA 32 ............................................................................................................................09
Unidade dosadora .......................... .....................................................................................................................14
Sistema pneumático do Sistema BlueTec 5 .........................................................................................................19
Sistema pneumático do BlueTec 5 (Veiculo sem chave geral) ............................................................................20
Sistema pneumático do BlueTec 5 (Veiculo com chave geral) ............................................................................22
Módulo eletrônico SCR ........................................................................................................................................25
Sensores de temperatura do Catalizador .............................................................................................................26
Sensor Nox ...........................................................................................................................................................27
OBD – On Board Diagnosis ................................................................................................................................28
Limitação de potencia e torque (Sistema BlueTec 5) ...........................................................................................29
Módulos eletrônicos ..............................................................................................................................................30
Ponto estrela ........................................................................................................................................................33
Arquitetura eletrônica ônibus OF..........................................................................................................................34
Esquemas elétricos de exemplo ..........................................................................................................................35
Exercício sensores e atuadores do sistema .........................................................................................................39
01
1.1 ARLA 32 - Fluido operacional
Arla32 significa:
• Agente Redutor Liquido de NOx Automotivo
• É uma solução aquosa de uréia técnica:
• Não é tóxica
• Não é explosiva
• Não é nociva ao meio ambiente
• Está classificada na categoria dos fluidos transportáveis de baixo risco

• Regulamentação:
• Instrução Normativa do IBAMA nº 23, de 11.07.2009
• Função:
• Reduzir quimicamente as emissões de NOx dos veículos equipados com motores
diesel
• Dados:

• Fórmula: CO(NH2)2
• Densidade: 1087,0 … 1093,0 kg/m3
• Concentração: 32,5% em peso (restante água desmineralizada)

• Também é conhecido como AdBlue ou AUS 32 (Aqueous Urea Solution)


• Ponto de congelamento: –11°C

02
Tecnologia BLUETEC 5 – Princípios de operação

Entrada Saída (Escape de Gases)


Motor
+ + + + + + + +
Combustão

Proconve P7
Hidrólise

Tubo de escape

03
Catalisador
Principais poluentes

 Óxidos de nitrogênio (NOx):


Formam oxidantes como o ozônio (O3), que provoca irritação nos olhos e no
sistema respiratório e constitui o smog, névoa de poluição que dificulta a
visibilidade. Contribuem para o efeito estufa.

 Material particulado (MP):


Inclui fuligem, poeira, a fumaça e todo material suspenso no ar, gerados
principalmente pelo motor a diesel. Principais formadores do smog, quanto
menores, mais agridem o sistema respiratório e o cardiovascular.

 Monóxido de carbono (CO):


Gás sem cor ou cheiro que se associa à hemoglobina, provocando dor de
cabeça eredução da capacidade respiratória. Em altas concentrações, provoca
asfixia e pode até matar.

 Hidrocarbonetos (HC):
São compostos orgânicos como metano e benzeno, que podem ser
cancerígenos emgrande concentração. Ajudam a formar oxidantes como o
ozônio (O3) e contribuem para o aquecimento global.

 Dióxido de enxofre (SO2):


Resulta da queima do enxofre, que está em maior concentração no diesel.
Reduz avisibilidade e causa a chuva ácida, que provoca a corrosão de
construções e a destruição da vegetação.

 Dióxido de carbono (CO2):


Não faz mal ao homem (é o gás produzido na nossa respiração), mas é o
principalcausador do efeito estufa. Em um ano, um veículo que roda 20.000
quilômetros lança em média na atmosfera 3,4toneladas de CO2.

 Aldeídos (CHO):
Produto exclusivo da combustão do álcool e da gasolina brasileira, que possui
até 25% de álcool. Em grandes quantidades na atmosfera, pode causar
irritação nos olhos e nas vias respiratórias.

04
Óxidos de nitrogênio

O termo óxidos de nitrogênio geralmente refere-se a vários compostos químicos


gasosos, formadospela combinação do oxigênio com o nitrogênio. O processo mais
habitual destes compostosinorgânicos é a combustão em altas temperaturas,
processo no qual o ar é habitualmente ocomburente. Os óxidos de nitrogênio,
conhecidos como, importantes poluentes da atmosfera, sãoemitidos na atmosfera
pelos motores de combustão interna, fornos, caldeiras, estufas, incineradores,pelas
indústrias químicas (na fabricação de ácido nítrico, de ácido sulfúrico, de corantes,
vernizes,nitrocelulose, etc.), na indústria de explosivos e, também, pelos silos de
cereais (os cereais contêmnitratos e nitritos que se decompõe liberando-o ).Compõe
os óxidos de nitrogênio:
■Óxido nítrico (NO)
■Dióxido de azoto (NO )
■Óxido nitroso (N O)
■Trióxido de dinitrogênio (N O )
■Tetróxido de nitrogênio (N O )
■Pentóxido de dinitrogênio (N O )

Material particulado

Material Particulado (MP), Partículas Totais em Suspensão (PTS),Partículas Inaláveis


(MP10) e Fumaça (FMC).
Sob a denominação geral de Material Particulado se encontra um conjunto de
poluentes constituídosde poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido
que se mantém suspenso na atmosfera.
Por causa de seu pequeno tamanho. As principais fontes de emissão de particulado
para a atmosferasão: veículos automotores, processos industriais, queima de
biomassa, suspensão de poeira dosolo, entre outros. O material particulado pode
também se formar na atmosfera a partir de gasescomo dióxido de enxofre (SO2),
óxidos de nitrogênio (NOx) e compostos orgânicos voláteis(COVs), que são emitidos
principalmente em atividades de combustão, transformando-se empartículas como
resultado de reações químicas no ar.
O tamanho das partículas está diretamente associado ao seu potencial para causar
problemas à saúde,sendo que quanto menores maiores os efeitos provocados. O
particulado pode também reduzir avisibilidade na atmosfera.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

05
Complete o circuito de ARLA 32 e o circuito pneumático

06
Reservatório de Arla32

 Os reservatórios de ARLA32 são fabricados em plástico


 Há a disponibilidade de uma tampa de reservatório com chave

Estão disponíveis reservatórios de 25, 35 e 95 litros.

07
Catalizador
O catalisador está integrado na carcaça do silencioso do veículo.
Estruturas favos de mel formam o conversor catalítico; elas são largamente feitas de
dióxido de titânio (TiO2), óxido de tungstênio (WO3) e pentóxido de vanádio (V2O5).

Sensor de temperatura Sensor de temperatura Sensor


(Entrada) (Saída) NOx

Silencioso com catalizador (Ilustrativo)

Silencioso com catalizador em corte


08
Conjunto bomba do ARLA 32

1 Filtro de pressão da bomba 11 * Entrada de líquido de


arrefecimento
2 Conexão de linha para ARLA32 12 Carcaça da bomba
(linha de alimentação)
3 Conexão de linha para ARLA32 13 Tampa da carcaça
(linha de retorno)
4 Válvula de funcionamento 14 Conector Elétrico
pneumático
5 Conexão de controle de ar 15 Diafragma de ventilação da tampa
comprimido
6 Reservatório de pressão 16 Conexão de linha para ARLA32
(entrada)
7 Carcaça do reservatório de 17 Filtro de entrada (na conexão de
pressão entrada)
8 * Saída de líquido de arrefecimento M25 Bomba SCR ARLA32

9 Válvula de abastecimento do
reservatório de pressão
* Não usado no Brasil
10 Conexão de abastecimento do
reservatório de pressão

09
Conjunto bomba do ARLA 32
Função do conjunto bomba
Ao receber o sinal de ativação, a bomba Arla32 SCR (M25) aspira Arla32 desde o
reservatório Arla32. O produto é pré-filtrado pelo filtro (17) de malha 100 μm integrado
no bocal da tubulação Arla32 (16).

A bomba leva o Arla32 a uma pressão operacional de aprox. 6 bar (ela liga sempre que a
pressão medida na unidade dosadora atingir 4,6 bar e desliga quando atingir 5,0 bar),
transportando-o até a carcaça do filtro e do acumulador de pressão (7).

Para eliminar partículas de sujeira mais finas restantes, o Arla32 passa pelo filtro de
pressão (1) com malha 30 μm antes de ser bombeado na direção do aparelho dosador.

O acumulador de pressão (6) é basicamente uma bexiga de borracha cheia de gás, cuja
função é compensar as oscilações de pressão e reduzir a freqüência de ativação da
bomba Arla32 SCR (M25). Ele possui um volume de aprox. 0,13 l. Ele está cheia de
nitrogênio (N2) de fábrica. No reabastecimento, ele pode ser abastecido com ar isento
de óleo e graxa.

A válvula de comando pneumática (4) e o bocal da tubulação Arla32 (3) servem para a
ventilação automática do módulo da bomba durante a operação ou na colocação em
funcionamento. A válvula de comando pneumática (4) está fechada ao ser submetida ao
ar comprimido.

Conjunto bomba do ARLA 32 em corte

10
Conjunto bomba do ARLA 32

 Funcionamento sem pressão pneumática no módulo da bomba

Anotações:

11
Conjunto bomba do ARLA 32

 Funcionamento com pressão pneumática no módulo da bomba (Fechando retorno)

 Bomba elétrica ligada

Anotações:

12
Conjunto bomba do ARLA 32

 Funcionamento com pressão pneumática no módulo da bomba (Fechando retorno)

 Bomba elétrica desligada

Anotações:

13
Unidade dosadora

2 Tela de filtro (ar comprimido) 9 Tela de filtro (ARLA32)


3 Conexão de ar comprimido 11 Conexão do aquecedor difusor
4 Válvula de retenção R28 Aquecedor difusor
5 Difusor B128 Sensor de pressão de ar
comprimido do SCR
6 Saída de aerosol B129 Sensor de pressão ARLA32
7 Parafuso de calibragem B130 Sensor de Temperatura ARLA32
8 Conexão ARLA32 Y109 Válvula de dosagem ARLA32

O módulo de bomba bombeia ARLA32 via linha de alimentação ao dispositivo de dosagem. Desde
aqui, na entrada (8) da ARLA32 ela primeiro passa pela tela de filtro (9) da ARLA32, com uma malha
de 32 µm de largura, para remover quaisquer possíveis contaminantes, e está então disponível na
válvula de dosagem (Y109) fechada do SCR ARLA32 na pressão de operação.
Uma corrente de ar contínua passa através da entrada de ar comprimido (3) após o motor ter sido
ligado. Essa corrente de ar já passou pela tela filtro (2) (32 µm) de ar comprimido.
Quando a válvula de dosagem (Y109) do SCR ARLA32 abre nos intervalos calculados pela unidade
de comando MR2, ARLA32 flui através da válvula de dosagem (Y109) do SCR ARLA32 e devido à
pressão e razoes de fluxo do gás de escape, é então conduzida na direção do bico de injeção.
Graças ao fluxo contínuo de ar comprimido através do dispositivo de dosagem, nenhum resto de
ARLA32 pode permanecer no dispositivo de dosagem.
A linha de ARLA32 entre o módulo de bomba e o dispositivo de dosagem é uma linha de mangueira
elástica. Ela pode aceitar o volume adicional gerado quando a ARLA32 congela.
Adicionalmente, a pressão nessa linha é reduzida por uma função de redução de pressão no
módulo de bomba para quase a pressão atmosférica.
Função adicional do dispositivo de dosagem com aquecimento difusor:
O acionamento elétrico ocorre via módulo de comando (MR2). Se o difusor deixa passar ar
comprimido insuficiente, o sensor de ar comprimido envia um sinal de retorno ao MR2.
O aquecedor difusor (R28) é ativado pelo MR2. Após ativação, os cristais de ARLA32 dissolvem-se à
temperatura de 135°C
14
Unidade dosadora

 Motor funcionando.
 Situação abaixo: Não injetando ARLA32

Anotações:

15
Unidade dosadora

 Motor funcionando.
 Situação abaixo: Injetando ARLA32

Anotações:

16
40

Unidade dosadora

 Motor funcionando.
 Situação abaixo: Difusor obstruído

Anotações:

17
40

Unidade dosadora

 Motor funcionando.
 Situação abaixo: Saída para o bico injetor obstruído.

Anotações:

18
40

Sistema pneumático

Conjunto de válvulas do sistema SCR

Válvula de
retenção

Válvula NA

Válvula limitadora
de pressão
Válvula NF

Conjunto de válvulas para veículos com chave geral.

Circuito Pneumático (Simplificado)

Bomba
(Fecho o retorno
do ARLA)

5,5 Bar
Reservatório

Unidade Dosadora

8,5 Bar

Alimentação pneumática

19
40
BlueTec 5 - Sistema pneumático

Veiculo sem chave geral

Veiculo sem chave geral

20
40
BlueTec 5 - Sistema pneumático

Veiculo sem chave geral

Anotações:

21
40
BlueTec 5 - Sistema pneumático

Veiculo com chave geral

Veiculo com chave geral

22
40
BlueTec 5 - Sistema pneumático
Veiculo com chave geral

Veiculo com chave geral

Anotações:

23
40
BlueTec 5 - Sistema pneumático

Veiculo com chave geral

Anotações:

24
Módulo SCR
Tarefa
A unidade de comando (A95) do módulo do quadro SCR lê os sinais
analógicos dos sensores conectados, os converte para sinais digitais CAN
(Control Area Network), e os envia como mensagens de status cíclicos à
unidade de comando (A6) de controle do motor (MR2).
Adicionalmente, ela provê a voltagem de suprimento para os sensores
ativos conectados e ela recebe os sinais para a atuação dos componentes
conectados da unidade de comando (A6) do controle do motor (MR2).
A unidade de comando (A95) do módulo chassi SCR faz a leitura dos
sinais dos seguintes sensores:
 Sensor de temperatura à montante do catalisador (B115) do SCR
 Sensor de temperatura à jusante do catalisador (B116) do SCR
 Sensor combinado (B117) de nível de abastecimento e de temperatura do SCR
ARLA32
 Sensor combinado de temperatura do ar e de umidade do ar (B132) (Nos veículos
Actros com filtro de ar em forma de caixa, esse sensor está conectado ao MR2)
 Sensor NOx com unidade de comando (A113) via barramento CAN
Na unidade de controle do motor (MR2) da unidade de comando (A6), os
sinais são processados e os sinais apropriados de controle são enviados
por meio de um sinal de barramento CAN à unidade de comando (A95)
do módulo chassi SCR, o qual aciona então os seguintes sensores:
 SCR ARLA32 bomba (M25)
 Válvula eletromagnética limitadora de ar comprimido (Y106) do SCR
Não há dados de cálculo na unidade de comando (A95) do módulo chassi
SCR. Nenhum dado de rebote ou falha de armazenagem tampouco
ocorre aqui. Isso é tarefa do controle do motor (MR2) da unidade de
comando (A6) a qual recebe toda informação necessária via barramento
CAN. Depois do desligamento da chave de ignição, a unidade de
comando (A95) do módulo chassi SCR continua funcionando sempre que
as mensagens são recebidas da unidade de comando (A6) do controle do
motor (MR2)
Diagnose
Diagnose do módulo de quadro e dos componentes conectados do SCR é
realizada no MR2. A armazenagem de códigos de falhas e parametrização
também ocorre no MR2.

25
1.1 Sensores de temperatura do catalisador do SCR

Local
Um sensor de temperatura está localizado na câmara de admissão (B115) e um na
câmara de saída (B116) do silencioso e integrado com o catalisador.

Sensor de temperatura B115 à montante do Sensor de temperatura B116 à jusante do


catalisador catalisador

N_14_40_206201_FA TT_14_40_002063_FA

Tarefa
Os sensores de temperatura enviam a temperatura real ao módulo do quadro do SCR.
A mensagem entrante é digitalizada e transmitida via barramento CAN à unidade de
comando do controle do motor (MR2).
Quando é atingida a temperatura requerida para o controle da emissão catalítica
(aprox. 200°C), o controle do motor pode iniciar a injeção de ARLA 32.

TT_14_40_002066_FA

Sensor de temperatura à montante do


1 Silencioso com catalisador B 115
catalisador
Sensor de temperatura à jusante do
2 Câmara de entrada B 116
catalisador
3 Câmara de saída

26
1 Sensor NOx

O sensor NOx consiste de uma sonda de medição e de uma unidade controladora,


entre-conectadas por um fio elétrico.
O sensor NOx a concentração de óxido de nitrogênio no gás de escape.
A sonda de medição é fixada diretamente no catalisador. A unidade controladora pode
ser fixada tanto ao chassis como ao porta-catalisador inferior, dependendo do modelo
do veículo.

Sensor NOx com unidade controladora TT_14_40_001343_FA

1 Conexão elétrica A113a1 Unidade controladora do sensor NOx

2 Linha elétrica A113b1 Sensor NOx


Sensor NOx com unidade
A113
controladora

Desenho da sonda de medição


A sonda de medição do sensor NOx consiste de cerâmica de óxido de zircônio e tem
duas câmaras, sendo que a primeira câmara é aberta para o lado do escapamento. Na
entrada para a primeira câmara há uma barreira de difusão.
Uma barreira de difusão adicional separa a primeira câmara da segunda câmara.
A sonda de medição está equipada com três pares de eletrodos feitos de platina. Um
dos tais pares de eletrodos está localizado na primeira câmara e os dois outros pares
estão na segunda câmara. Para alcançar rapidamente a temperatura operacional
(aprox. 800°C), a sonda de medição é aquecida eletricamente via unidade
controladora.
Os pares de eletrodos são designados como a bomba principal, bomba auxiliar e
bomba de medição.

27
OBD – On Board Diagnosis

As Principais penalidades impostas são, dentre outras:

• O sistema deverá ser capaz de interpretar a inexistência de ARLA 32 no


reservatório e reduzir até 40% do torque do motor, na sua próxima
partida.

• O sistema deverá ser capaz de interpretar uma elevação do nível de


emissão de NOx e, caso esta seja maior que 3,5g kWh, a lâmpada
indicadora de mal funcionamento devera ser acendida de forma
intermitente. (PISCA)

• O sistema deverá ser capaz de interpretar uma elevação do nível de


emissão de NOx e caso seja ,maior que 7,0g/ kWh, deverá reduzir o
torque disponível do motor a no máximo 60%, após um período de 48h
trabalhadas no motor, na sua próxima partida. A lâmpada indicadora de
mal funcionamento devera ser acendida de forma permanente.

• Veiculo abaixo de 16T= redução de 25% da potência do motor


• Veículos acima de 16T= redução de 40% da potência do motor

• Obs: Como medida de segurança, a potencia do motor nunca devera ser


reduzida durante o funcionamento do veiculo

28
Limitação de Potência / Torque

1º caso: Falta de ARLA 32 no reservatório.

- Lâmpada mil acesa intermitente (Pisca)


- Após a parada do veiculo, na próxima saída do veiculo:
Mil acesa constante – Limitação de potencia.
≤ 16T – 25%
>16T – 40%
 Quando abastecer, a lâmpada mil apaga e para a limitação voltando a ficar
normal. Vai ficar registrado no SCR para as autoridades .

2º caso: Defeito no sistema

Norma 2g/kWh 3,5g Limiar 2


Limiar 1
7g

 Lâmpada mil acesa  Mil acesa intermitente


intermitente (pisca) (pisca)

Após 48h de trabalho do


motor, na próxima saída do
veiculo diminuição do torque
em 25% ou 40%.
 MIL acessa constate

29
Módulos eletrônicos

Linhas CAN`s

Arquitetura Eletrônica

30
Módulo eletrônico INS

Módulo eletrônico FR

Regula, comanda e monitora todas as funções


específicas do veículo necessárias ao seu
funcionamento, sua tarefa principal consiste em
calcular o momento nominal do motor desejado
pelo motorista e transmiti-lo para a o módulo
MR (regulagem do motor).

31
Módulo eletrônico MR

O módulo eletrônico do motor (MR) é


um sistema eletrônico independente,
cuja tarefa principal consiste em regular
ou controlar a injeção no sistema
bomba-tubulação-injetor (PLD). Ele
garante que o motor funcione de forma
mais econômica, mais silenciosa e
menos poluente possível sob todas as
condições de serviço.

Módulo eletrônico TCO

Informações e registros de velocidade.

Módulo eletrônico SCR

Auxilia o módulo MR no controle e


acionamentos do sistema BlueTec 5,
controle de emissão de poluentes.

32
Ponto Estrela

É um circuito eletrônico integrado do


tipo RLC composto de resistores,
indutores e capacitores.

Funções:

 Manter a impedância na linha CAN em 60.


 Interligar os módulos eletrônicos.
 Filtrar ruídos nos sinais da linha CAN.

60
Z1
CAN High (azul)
Negativo INS FR
CAN Low (amarelo)

33
Arquitetura Eletrônica Ônibus OF

OBD INS TCO


Linha K CAN 10

CAN 1

Z1
60 Ω
Sensor
NOx
CAN 1

CAN 12

SCR FR /
CPC

CAN 12 CAN 4

Z3 MR2
60 Ω
CAN 12

Linhas de comunicações
 Linha K Linha de Diagnóstico
 CAN1 Alta velocidade, tensão 1,5 a 3,5 V
 CAN4 Baixa velocidade, tensão 8 a 16 V
 CAN10 Alta velocidade, tensão 1,5 a 3,5 V
 CAN12 Alta velocidade, tensão 1,5 a 3,5 V

34
Esquema elétrico (Exemplo)

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