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Ásatru Folkish:
Estudos sobre ancestralidade, morfologia e tradição

02 de Julho de 2019 - 2.269 Runic Age

Por Grimmwotan
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ÍNDICE

Introdução ....................................................................................................página 03

Fatos sobre o Monoteísmo .........................................................................página 04

Relações Espirituais e físicas .....................................................................página 06

Verdades Biológicas ...................................................................................página 10

Vínculos espirituais e físicos tradições..................................................... página 17

Conclusão ....................................................................................................página 23

Bigliografia................................................................................................ página 24

Bigliografia Digital ....................................................................................página 26


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Introdução:

Uma das maiores dúvidas que se apresenta na vida de todas as pessoas, orbita
o entendimento acerca do caminho correto que alguém deve ou não seguir,
tanto para si quanto para a sociedade em que essa pessoa esteja.

A maioria das pessoas tende a seguir o plano descritivo do monoteísmo ou do


ateísmo, havendo alguns que ainda sim seguem por vias diferentes, e dentre
esses uns poucos que seguem pela via tradicionalista de fato, a via folkish.

Se percebermos as motivações das pessoas para seguir os caminhos mais


populares, ou que são popularmente divulgados pela mídia, essas pessoas
estão trilhando estes caminhos por conformismo e por mesmice, os quais
provém de uma mescla de falta de cultura com aculturação, havendo porções
generosas de preguiça envolvidas nisso.

Desta forma, observemos o desenvolvimento do monoteísmo, como base de


estudos, antes de outras considerações, e chegaremos a detalhes
interessantes, e em seguida, serão apresentados os vínculos tanto biológicos
quanto psicossomáticos e atávicos, dos caminhos ideais de cada pessoa.
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Fatos sobre o Monoteísmo:

O monoteísmo nasceu de uma religião inventada pelo faraó Akhenaton, o qual


faliu os cofres reais egípcios para criar uma cidade em local inóspito,
proclamando que todos os que abraçassem a religião recém criada para o deus
único, Aton, poderia ser enterrado na necrópole de Akhetaton e subiria aos céus
de Aton. Estes fatos que podem ser facilmente observados quando
pesquisamos acerca da escavação de Tel El Armana, nos mostram o germe do
que depois foi chamado de judaísmo, posto que ao final de péssimos quinze
anos de governo, Akhenaton, que criou sua religião inventada para afrontar os
sacerdotes de Amon e dos demais deuses egípcios por motivos políticos, foi
deposto, eliminado, e tanto ele quanto sua esposa tiveram seus nomes
apagados dos registros mais importantes do egito.

Após o colapso da sociedade em Akhetaton, cidadela de Akhenaton, o Egito


falido, sob o comando de Ramsés, o ruivo faraó que foi o único a ter o título de
grandioso, expandiu o Egito militarmente e corrigiu as falhas do falho e parvo
administrador público que Akhenaton foi. O povo de Akhetaton, que abandonou
a cidade que foi declarada como maldita, seguiu a expansão militar até o local
onde o exército egípcio mais longe foi, ou seja, para dentro de área que dominou
na região dos fenícios, e ali foi fundado um povoado que depois foi conhecido
como Judá.

Josias, líder de Judá, tempos depois do estabelecimento daquele povo ali,


entrou em acordo com os anciões do povo judeu, que ali se formou e veio a
ganhar nome, e desencadeou um genocídio em seu próprio povo, matando
todos os adoradores dos deuses fenícios e seus sacerdotes, que existiam em
meio aos judeus que ali estavam vivendo.

Inventaram, então, que foi descoberto um suposto Pentateuco creditado a


alguém de nome Moshé (Moisés) e assim o judaísmo como religião foi
inventado.

Isso se deu pela absorção dos costumes egípcios, inclusive de enterros com
toques de mumificação, e de culto a um suposto deus únicos que habita nos
céus, fundindo este deus que era Aton com o deus pai dos Fenícios, El ou Elyon,
e absorvendo o termo fenício que dá nome ao conjunto de todos os deuses
fenícios, ou seja Elonin, como Elohim como plural para o termo “El”.

Tempos depois, com a subserviência aos sumérios e babilônicos, foi adicionado


ao rito religioso monoteísta judaico, termos e detalhes dos mesopotâmicos, e
assim, entre outras coisas também adulteradas, os sete homens e sete mulheres
nascidos do sangue do deus mais sábio com a carne da Deusa Mãe, da Deusa
da Terra dos Sumérios, da Deusa Ninnursag-Ki, foram convertidos e reduzidos
a citação sobre Adão e Eva, tendo o Diulmun, o paraíso localizado entre os rios
Tigres e Eufrates, que é lar da Deusa Ninnursag-ki, e onde se deu do nascimento
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da costela do Deus Enki, o nascimento da Deusa Ninti, cujo nome significa


“Aquela que faz viver”, mesmo termo de tradução para “EVA”, sem mencionar
que o Deus Sol Mesopotâmico Shemesh, teve seu nome mantido como termo
para o Sol em hebraico.

Depois disso, ocorreu a mescla de costumes gregos com essa parafernália que
foi gerada da combinação egípcio/mesopotâmica/fenícia, e os valores das letras
gregas foi adaptado para compor valores para as letras hebraicas, e do período
anterior a guerra dos Macabeus, ao que foi produzido pela própria guerra, as
seitas gnósticas foram forjadas em Nag-Hamud, a chamada dita biblioteca
próxima ao mar vermelho, e as seitas dali absorveram uma vertente gerada
indiretamente por Akhenaton, contudo em solo Pérsa, atualmente chamado de
Irã, e os elementos do Mitraísmo e do Mazdeímos se fundiram gerando as
chamadas seitas fanáticas que geraram o cristianismo e destruíram a Biblioteca
de Alexandria em Ágora.

Cinco séculos depois, um grupo de seguidores de um deus menor do panteão


árabe, absorveu os costumes e vicissitudes acima descritos. Seu líder, um
pedófilo que posteriormente desposou uma criança de nove anos, com sua
última e mais nova esposa, após consumado seu golpe político religioso,
escreveu o livro cuja tradução exata significa “curvado sob allah”.

Este grupo de monoteístas assassinaram tantas pessoas quanto o grupo


cristão, e suas facções, e destruíram ainda mais locais antigos de cultos
religiosos antigos, e se expandiram através da pequena jihad, a conversão de
outras pessoas, principalmente a força, invadindo e infestando diversos países.

Eles se apropriaram do local de culto das antigas 72 divindades de Mecca, como


se fosse local de culto deles próprios, e colocaram como figura central do culto
de adoração do esposo da Deusa Allat, um deus menor chamado Allah, e
mantiveram a pedra negra que existe dentro da Kaaba, símbolo dos “fartos seios
de All-Uzza”, outra das três Deusas Principais do culto original árabe, e tornaram
essa pedra negra símbolo do deus monoteísta cujo culto, inventado para plagiar
as vicissitudes cristãs, masdeístas e bem como de Akhenaton, em suas origens.

Esses cultos, sobretudo por causa da influência mitraísta e masdeísta que tem
em si, obrigatoriamente tem que realizar a conversão a força, se for preciso, e
trazer cada vez mais pessoas para seu culto de característica parasitária, e em
geral sempre se usam das datas, locais sagrados e símbolos dos cultos antigos
para manter seus próprios cultos.

Um exemplo disso é o fato de que Luthero se usou do dia 31 de Outubro,


Winternights entre os Nórdicos e Samnhain dos Celtas, para pregar suas 95
teses na Igreja do Castelo Schlosskirche.
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Relações Espirituais e físicas:


Como foi apresentado acima, ficou bem óbvio que apesar de ter se espalhado
como um legítimo câncer pelo mundo, o sistema monoteísta é impotente para
prover quem quer que o seja de segurança espiritual.

Mais e mais casos modernos de ditos exorcismos, tanto factuais quanto de


origem fantasiosa infestam as redes sociais, e isso em diversos locais e em
diversos países, inclusive em diversos tipos e estilos de religiões diferentes.
Hollywood em sua sanha por erradicar as chamadas diferenças é extremamente
prolifica em produzir filmes sensacionalistas de valor duvido e com soluções
beirando os limites da sandice com a tolice, abordando esse assunto.

Parte das afirmações acerca deste fator estão vinculadas ao crescimento de


religiões e seitas ligados ao voodoo, ao elesse orixá, e a outras tradições
similares e de origem vinculada ao território africano desvinculado do território
egípcio.

E como poderíamos entender este tipo de coisa? E em verdade, indo além, como
poderíamos julgar o fato de que, em contrapartida os cultos de origem africana
tenham se espalhado tanto em diversos locais, o que vem a motivar pessoas
que não possuem nenhuma ancestralidade, a se vincular a esses cultos que,
necessariamente exigem essa ancestralidade para lograr êxito em produzir seus
objetivos religiosos finais?

Isso tudo se explica pelo simples fato de que, se por um lado não há resposta
espiritual verídica em meio aos cultos monoteístas, por outro há algo verdadeiro
e existente nesses cultos, e isso atrai as pessoas mais sensíveis, as quais
seriam tachadas como feiticeiros pelo monoteísmo, e então mortos de forma
dolorosa, tanto pelas afirmações bíblicas quanto pelos haram do politeísmo,
citados no corão.

Mas, ainda sim, podemos dizer que de alguma forma alguém, por exemplo, de
origem nipônica, pode vir a lograr êxito em participar de uma tradição de cunho
africano, e habitar em meio aos mundos daquele tipo de culto, no pós vida?

A resposta, sonoramente falando, é não!

Como pode ser percebido por uma pesquisa simples, o povo japonês, por
exemplo, e notem que poderíamos citar os coreanos ou os chineses também,
separadamente, por serem povos asiáticos diferentes com algumas coisas em
comum, e nada mais, e como foi iniciado neste parágrafo, poderíamos verificar
com razoável facilidade que a tradição original japonesa sequer é budista, ela é
xintoísta.
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O Xintoísmo, antiquíssimo como é, afirma a existência de fatores de vida e


consciência, os chamados “kames”, em cada coisa, animal, pessoa, árvore,
vegetal, mineral, e coisa natural ou criada pelo homem, e afirma que a alma
divina que a mais alta entidade celeste concedeu aos humanos, pode ser
perdida, pelos péssimos atos daquele humano em particular, e retornar a essa
entidade, relegando o humano ao Makai, o mundo dos yukais, onde pode vir a
se converter em um deles, no decorrer do tempo, sendo que os humanos dignos
podem vir a se tornar kames de grau elevado, conforme cada um.

A religião de cunho africana chamada de elesse orixá, a religião ioruba, afirma


que, no pós vida as ações de cada um quando vivo são julgadas, e que
Oloddumare, que é o criador das almas, receberá para si todas as almas dos que
morreram, podendo em sua decisão final, dividir as almas entre um mundo bom
para os bons e um mundo mal, para os maus. Esses dois mundos correspondem
a países ou vilas onde os mortos conviverão com seus ancestrais, no caso do
mundo bom, e no caso do mundo mal, são locais similares onde pessoas ruins
conviveriam em constante estado de agressão e violência.

Vemos assim que a mecânica original dos cultos de cada povo, está ligada a um
povo específico e a um local específico da Terra, como ponto focal central de
seu culto, e que as invenções modernas dos monoteístas são impotentes para
acessar essas pessoas, ou mesmo acessar aqueles que fazem parte de grupos
raciais onde os cultos surgiram, pelo simples fato de que mesmo ali, esses
cultos são farsas históricas.

Isso nos leva a uma coisa muito simples, a uma simples conclusão:

Quem interfere em prol da humanidade, que constantemente ora par que suas
mazelas sejam diminuídas, são os deuses de cada povo, zelando em sua imensa
bondade, pelos descendentes daquele povo, mesmo que estes não os
reconheçam, não prestem culto a estes ou até mesmo desdenhem deles.

Contudo, e essa dúvida provavelmente está bem presente na mente do leitor


neste ponto, com pode ser dar algo assim? Se há tantos grupos de deuses, que
tem afirmações similares, não seria correto afirmar que são só pontos de vista
relativos de uma mesma verdade universal?

A resposta para isso é, mais uma vez, outro sonoro não!

Como vimos as tentativas de conversão ao universal, supostamente em prol de


uma dita paz entre todos os povos e entre toda a humanidade, como é, inclusive,
citado na Declaração dos Direitos Humanos, é só uma forma neurolinguistica de
distorção de palavras, para que, ao se fazer uso de jogos termos e de frases
aparentemente bonitas, contudo prenhes de intensões duvidosas e de ganância,
países inteiros sejam postos abaixo, suas culturas sejam destruídas, seus
intentos sejam reorientados, e o hedonismo se torne meta e finalidade em um
só.
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Notem que o materialismo preconiza o agora como a coisa mais importante, e


neste agora a autossatisfação como norma, e a normalização e cessação de
diferenças, inclusive raciais, como meio para uma dita paz, sendo que nesta
ordem, presente nessa agenda de intentos, primeiro se unificam todos os povos
sob um código religioso único o qual, nos dias atuais, tendo sido afirmado como
sendo o islã, inclusive por pressão econômica de sheiks e mulahs que
dominaram os partidos progressistas, para satisfazer seus anseios torpes.

Em seguida, os relativistas em sua sanha por socialismo supõe que poderão


distorcer em prol da satisfação material imediata, os ditos convertidos à jihad
em direção ao materialismo e ao hedonismo, sem sequer pensar que as
primeiras vítimas a serem decapitadas por este serão eles próprios, e se
conseguirem lograr êxito em seu intento, o oposto virá a ocorrer, e no final das
contas um culto materialista ou outro, um tão hipócrita quanto o outro, nos
planos descritos por este tipo de agenda, predominará, afinal o ateísmo e o
materialismo dos socialistas tem em seu livro sagrado o Capital de Marx, e seu
messias, ou melhor dizendo “Marx-ssias”, o qual tem seus discípulos eleitos
Trotsky, Stalin e Lenin e suas seitas em Mao Tse-tung e Gramsci, entre outros.

O universalismo é tão somente uma forma de preparar o caminho para a perda


da individualidade afirmada na bíblia (joão 1:7, coríntios 5 a 19), no corão e no
talmud, onde a pessoa se dissolverá na citada luz, cujo objetivo final é apenas
e tão somente um hedonismo materialista mal disfarçado, onde a perda do
intelecto e da vontade pessoal é a porta para uma dita alegria, a qual somente
sinônimo do ato de ignorar tudo aquilo que lhe vem a ferir.

O fato é que, como é de conhecimento nos meios acadêmicos confiáveis, a


própria teoria monocêntrica veio a se tornar apenas e tão somente um
amontoado de tentativas de relativizar o surgimento de cada povo
individualmente, e cristalizou-se como uma tipo de anedota acadêmica de mal
gosto, sendo que, pouco a pouco, a tendência policêntrica vem ganhando
espaço, embora a mídia e os que a usam para lucros pessoais monstruosos, se
empenhem todos os dias em fazer parecer o contrário.

Fica bem óbvio isto, quando percebemos que os denisovans unicamente estão
presentes e são fonte alheia de contato com qualquer outro biótipo da espécie
humana, que vem a gerar os povos asiáticos, havendo grupos diferentes entre
os próprios denisovans. O mesmo se dando com os homo sapiens africanos,
que não possuem nenhum vetor ou contato genético com os neandertais, e que
os neandertais são predominantes no DNA dos povos raciais europeus,
chamados de indo arianos, caucasianos e outros termos ainda.

Dito isto, claro se torna o fato de que cada grupamento humano tem em suas
raízes originais os atavismos, as memórias genéticas, que implicam em seus
pontos de partida, e esses pontos de início contém, igualmente, vínculos diretos
com as tradições originais e com os Deuses originais de cada povo, e esses
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deuses são para cada pessoa que faz parte de cada um desses grupos humanos
específico, literalmente os primeiros ancestrais de cada um deles, e a razão de
ser e de existir de cada pessoa de cada grupo humano separadamente.

Desta forma, no caso do Ásatru, Odin/Wotan, Hoenir/Ve e Loddur/Vili, são vistos


como os ancestrais de todos os povos de cunho germânico e europeu, inclusive
como os povos Suevos, Godos e Lombardos, demonstraram no caso incidente
e peculiar da região de Portugal, Espanha e Itália, como a história nos vem a
mostrar.
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Verdades Biológicas

Em verdade, como nos tem sido demonstrado cotidianamente, não há um


respeito pelo indivíduo, por suas características únicas, ou mesmo por métodos
e meios que garantam o florescer do melhor de cada um, há uma tendência
católica – universal – a massificação em prol do nivelamento por baixo –
clássica saída da “...desculpite...” democrática.

Não é possível resolver os problemas humanos, tratando aos humanos –


particularmente diferentes - como produtos de uma fábrica, ou simplesmente
como efeitos desencadeados pelas relações sociais entre os mesmos, pois se
é fato que a massa e suas falhas vem a imperar e ser a fonte de todos os males
sociais, o indivíduo e suas virtudes, igualmente, vem a ser o produtor das
soluções e remédios para os problemas, caso a caso, quando não se dissolve
no torpor da massificação social.

Vejamos então, as diferenças morfológicas que o detrito social geralmente


chamado de “doutor em sociologia” – felizmente não todos – tende a ocultar,
não aceitar, fingir não ver ou afirmar como sendo enganoso.

Hoje em dia sabe-se, cientificamente, que há um predomínio dos indivíduos da


raça negra nas provas de velocidade no atletismo. Praticamente todos os
grandes nomes ligados à prova de 100 metros rasos nas últimas décadas são
atletas da raça negra, a razão determinante deste predomínio nós encontramos
ao estudar as características dos músculos das diferentes raças.

Todos nós possuímos dois tipos diferentes de células nos músculos. De acordo
com suas propriedades, as células de contração rápida e células de contração
lenta, na maioria dos indivíduos da raça negra existe uma predominância das
células musculares de contração rápida, de tal forma que o estudo dos
músculos de alguns campeões de provas de velocidade mostrou a existência
de até 80% de células de contração rápida. Isso significa que os negros, como
característica da raça, têm músculos capazes de se contrair com maior
velocidade, o que assegura um maior potencial para as corridas de curta
duração.

Porém a maioria das provas de natação é vencida por caucasianos, pelas


características de suas mãos e braços, e pelo seu sistema cardiopulmonar mais
desenvolvido.

Segundo a Revista Brasileira de Anesteseologia, algumas doenças


degenerativas, carenciais e infecto-contagiosas são ainda mais freqüentes na
raça negra do ponto de vista estatístico, sendo que a análise dos dados
coletados revela a complexidade do processo nosológico, bem como a
imbricação de fatores genéticos, clínicos e sócio-econômicos. A fisiopatologia
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pode estar modificada pela dicotomia hereditariedade (nature) e ambiente


(nurture). Baixa densitometria óssea e maior incidência de osteoporose
(fenótipo) no preto idoso está relacionado com a melanina, dificultando a
captação da radiação solar, menor ingestão de vitamina D e disfunção
paratireoidiana, como também com a redução na ingesta de cálcio pela alta
intolerância ao leite e derivados. Elevação plasmática da lipoproteína favorece
o aparecimento de aterosclerose e inibe a atividade do plasminogênio, o que
facilita o aparecimento de trombose central ou periférica, sobretudo nos negros
idosos, obesos, diabéticos e aqueles com baixos níveis de renina.

Segundo ainda a Revista Brasileira de Anesteseologia, a prevalência de anemia


falciforme na população negra brasileira heterozigótica (10%) pode dificultar o
diagnóstico de abdômen agudo cirúrgico diante de um quadro de dor abdominal
intensa ou facilitar o aparecimento de fenômenos tromboembólicos periféricos
e ainda facilitar o aparecimento de doenças infecto-contagiosas oportunistas
como a hepatite viral e broncopneumonia estreptocócica. Por outro lado, alguns
afro- descendentes podem apresentar crise de hemólise na ingestão de
antimaláricos, sulfas, probenecide ou vitamina C (anti-oxidantes) em função de
deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase, essencial na maturação
da membrana da hemáciaum, assim como um quadro de dor abdominal intensa
ou facilitar o aparecimento de fenômenos tromboembólicos periféricos e ainda
facilitar o aparecimento de doenças infecto-contagiosas oportunistas como a
hepatite viral e broncopneumonia estreptocócica. Por outro lado, alguns afro-
descendentes podem apresentar crise de hemólise na ingestão de
antimaláricos, sulfas, probenecide ou vitamina C (anti-oxidantes) em função de
deficiência da enzima glicose-6-fosfato- desidrogenase, essencial na maturação
da membrana da hemácia.

Levantamento estatístico dos anos 90 aponta para maior incidência de recém-


nascido (RN) de baixo peso (< 2,5 kg) entre mães negras americanas (13%) em
relação à americana branca (5%) e até à negra africana (7%) 17-19. Além da
variável raça, vários autores incluem como determinantes da gravidez de risco
e de baixo peso do concepto, doença cardíaca materna, multiparidade, idade
avançada, tabagismo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e pré-eclâmpsia.
Segundo Kotchen e Becker, o negro idoso americano e caribenho é quem mais
sofre de doença cardíaca, renal e derrame cerebral apesar do progresso no
atendimento médico.

O doutor Drauseo Varela comenta que direta, ou indiretamente, a vitamina D


controla mais de 200 genes, responsáveis pela integridade da resposta
imunológica. A deficiência desse micronutriente aumenta o risco de
tuberculose. Os negros, cuja pele tem mais dificuldade para sintetizá-lo, são
mais suscetíveis à doença e a contraí-la em suas formas mais graves.

Viver em latitudes mais altas aumenta a probabilidade de câncer de cólon,


próstata, ovário e outros. Um estudo conduzido entre 32 mil mulheres mostrou
que, quanto mais baixos os níveis de vitamina D, mais alto o risco de câncer de
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intestino. Outro estudo demonstrou que o câncer de próstata surge três a cinco
anos mais tarde em homens que trabalham ao ar livre.

Nessas regiões, são maiores os riscos de se manifestar o diabetes do tipo 1,


doenças inflamatórias do intestino, esclerose múltipla, hipertensão arterial,
doenças cardiovasculares, esquizofrenia e depressão.

As descobertas de que a maioria das células do organismo possui receptores


para vitamina D - e de que muitas são dotadas de enzimas capazes de convertê-
la em sua forma ativa - permitiram elucidar seu papel na prevenção de doenças
crônicas.

Vivemos em plena epidemia de hipovitaminose D, deficiência que atinge 1 bilhão


de pessoas, especialmente nos países com dias frios e escuros durante meses
consecutivos. Inquéritos epidemiológicos demonstram que, nos EUA, acham-
se nessa condição de 40% a 100% das pessoas com mais de 70 anos; 52% das
crianças negras e 32% dos médicos de um hospital de Boston.

Casos de toxicidade, com o excesso de vitamina C ,pode facilitar a formação de


cálculos renais e crises de excesso de acido úrico levando a crises de gota,
diarreia, cólicas abdominais, cefaleia, sensações de calor excessivo,
principalmente em pessoas como judeus, negros americanos e africanos,
asiáticos, apresentam uma deficiência enzimática hereditária, que é agravada
pelo alto consumo da vitamina C, causando anemia hemolítica (HENDLER, 1997
e FRANCO, 1992).O consumo de megadoses de vitamina C tem sido apontada
por alguns autores como a causa de moléstias como um simples resfriado a
vários tipos de câncer.

Os brancos podem desenvolver formas de câncer de pele, pela exposição


excessiva a luz do Sol, pois não está presente em seu DNA a informação de que
devem repelir essa luz, para sobreviverem, pois seu organismo é adaptado a
captar o máximo possível de luz, e usá-la em seu proveito, o que explica por
exemplo o desenvolvimento e uso no período medieval das Espadas Claymore
– gaélico escocês “...claidheamh mòr...”, e é um espadão com aproximadamente
1,20 m à 1,50 m de comprimento, e precisava das duas mãos para ser manuseda
– mesmo com a média de altura dos homens que as empunhavam, ser de no
máximo 1,70 m de altura – mesmo entre os nórdicos, varengos e vikings,
somente os suecos eram em média 10 cm mais altos, ou seja, tinham em média
1,80 m de altura.

A deficiência de vitamina A, por exemplo, é frequente em zonas como o Sudeste


asiático, onde o arroz sem casca, que carece de vitamina A, é a principal fonte
de alimentação.

As algas, em contrapartida, que fazem parte da alimentação tradicional de


diversos países asiáticos, principalmente do Japão, onde 25% do cardápio é
vem a ser composto pelas mesmas, e pesquisas científicas descobriram que
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uma alga marinha vermelha do gênero Porphyra, a qual é comumente utilizada


no preparo do sushi, e que produz um polissacarídeo sulfatado conhecido como
porfirano, somente pode ser atacado por enzimas denominadas porfiranases,
produzidas pela bactéria marinha Zobelia galactanivorans. Os cientistas
descobriram que os genes que codificam para essas porfiranases e outras
proteínas associadas foram transferidas de modo horizontal a uma bactéria
(Bacteroides plebeius), presente apenas e tão somente nos intestinos, dos
japoneses.

Isso significa que expor-se a consumação, em condições extremas, da


alimentação dos japoneses e asiáticos, para grupos humanos diferentes, pode
resultar em prejuízos orgânicos ou morte, pela incapacidade de existir no meio
ambiente que veio a gerar estes grupos, os quais também podem vir a se
prejudicarem seriamente, quando se movem para fora de seus habitats naturais,
como foi evidenciado acima.

Em suma, a natureza esta dizendo aos atuais homo sapiens, quaisquer que
sejam suas origens, que o ambiente onde se desenvolveram é o ideal para cada
um dos grupos, e que quando uma ou mais pessoas vem a transgredir isto, elas
devem pagar o preço, “...newtonianamente...” falando – parafraseando os
físicos – é tal e qual a relação de causa e efeito do karma.

Sobre a configuração, tipificação e geração humanas e seus ambientes

Agora, sabendo que os tipos humanos asiático, negro e branco – sem


mencionar o biótipo dos chamados índios, do Canadá, América do Norte,
América Central e América do Sul – possuem diferenças gritantes entre si, e que
inclusive os medicamentos devem ser produzidos respeitando-se estes dados,
e que os remédios de diabetes, pressão arterial, e como vimos acima
tratamentos de tuberculose, osteoporose, câncer de próstata, de pele de
intestino, metabolismo, entre tantos outros, devem ser firmemente incluídos
nesta temática, vamos analisar a configuração pessoal humana, com base nisto!
Como foi citado acima, o gene de herança ou atavismo “...Y...”, proeminente em
homens e marca dos mesmos, “...jamais sofre qualquer alteração...” quando
passado de pai para filho, e o gene mitocondrial, mais precisamente usado como
marca de configuração dos atavismos – herança – genética das mulheres jamais
são tocados pelas alterações e sobreposições genéticas dos processos de
formação da criança em questão, que vem a se desenvolver.

Significa que o menino ou menina que venha a ser gerado, deverá ter traços
inalteráveis pelo tempo – que em momento algum vão sofrer mutações – e
traços que podem sofrer mutações ou que podem ser “...co-dominantes...”,
assim como os recessivos.

No que tange a geração, basicamente os “…genes não se moldam com


harmonia e brandura, eles o fazem em meio a uma batalha química...”, isso
significa que o gene que estava mais forte em dado momento, de pai ou mãe
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suplantará outro, para gerar determinada característica nos filhos, e que “...pela
clássica incerteza do meio orgânico no momento exato da formação e
fecundação...”, estas características a serem herdadas se manifestarão de
forma “...errática...”, em tudo que puder ser errático.

Dito de outra forma, ao contrário do que todos os nobres tolos das políticas de
ação afirmativa vem a afirmar, as características positivas de pai e mãe, não
sendo ambos da mesma raça – notem que raça lida com morfologia e etnia lida
com costumes – além da natural batalha de incertezas presente em situações
monoraciais, é multiplicada pelas características gritantemente diferentes –
extensamente evidenciadas acima – pelas situações multirraciais de
fecundação.

Isso não significa que uma pessoa que seja, apenas e tão somente como
exemplo, “...Ainoco...” – mestiço de japoneses com outros povos – herdará
fatalmente todas as características ruins de pai e mãe, significa que ele pode vir
a desenvolver sistematicamente em sua vida – dependendo de quem forem os
seus pais – cegueira noturna e anemia, por não poder se alimentar das mesmas
coisas que seu pai ou sua mãe naturalmente poderiam, por estar exposto a um
meio que agride ao seu aparelho disgestório, mas que pode não estar sendo
nocivo a sua pele, ou que pode ter uma agressiva falta de cálcio em vida, ou
várias sequências de doenças pulmonares e baixa resistência imunológica,
sendo ao mesmo extremamente difícil conviver – e daí teremos elementos reais
geradores de fatores de convívio social – com outras crianças para brincar ou
para praticar esportes, e como o bullying é um fato internacional e sem
fronteiras, esta criança será estigmatizada e crescerá tecendo pensamentos de
repulsa ou de aproximação, gerados pelos padrões de tentativa de massificação
presentes no povo, na massa, e produzirá para sí e para outros a sua volta,
padrões de atitude e comportamento nocivos ou positivos.

Estas condições longe de serem casos isolados, podem ser observadas em


várias sociedades mundo afora, e a origem das mesmas é essencialmente ligada
aos choques de configurações genéticas com o meio onde os genes estão
tentando sobreviver, como é o caso dos problemas de obesidade para adultos
e crianças em todo mundo, sendo que – em relação as crianças - além das
consequências negativas para o organismo infantil, a obesidade afeta
diretamente o convívio social da criança e do adolescente. De acordo com a
última pesquisa realizada pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos,
crianças obesas ou acima do peso têm 60% a mais de chances de sofrer
bullying.

Observemos que na população norte-americana, a quantidade de pessoas com


Síndrome Metabólica aumenta cada vez mais em homens e em mulheres com
idade avançada. A prevalência da Síndrome Metabólica na população mais velha
já alcança 50%. Em relação à raça, negras norte-americanas possuem
aproximadamente 57% maior prevalência do que os homens, e hispânicas norte-
americanas possuem em torno de 26% mais prevalentes que em hispânicos
15

norte- americanos (Ford et al., 2002), sendo que a obesidade visceral reduz a
captação da glicose mediada pela insulina e está diretamente relacionada à
resistência insulínica, o que demonstra claramente que o ambiente e o alimento
presente no mesmo, é tóxico aos que estão fixados nele, mais uma vez.

Por exemplo, em mulheres obesas de uma população miscigenada, a


Acanthosis nigricans foi mais freqüente nas de raça negra e parda e foi
observada maior freqüência de co-morbidades da síndrome metabólica em
comparação à população sem Acanthosis nigricans. As mulheres obesas com
Acanthosis nigricans devem ser investigadas para distúrbios metabólicos,
mesmo sendo jovens.

A acantose nigricans é uma doença rara da pele, caracterizada por


hiperqueratose - excesso de queratina - e hiperpigmentação - lesões de cor
cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso - , e é frequentemente
associada à obesidade e endocrinopatias, como hipotireoidismo ou
hipertireoidismo, acromegalia, doença do ovário policístico, diabetes insulino-
resistente, síndrome metabólica, e Síndrome de Cushing.

Os dados científicos tem demonstrado que o choque entre o indivíduo que tende
ao comportamento de massa e o meio onde este comportamento é praticado, é
ofensivo em todos os graus, contra sua própria psique, e contra as pessoas com
as quais o mesmo vem a conviver.

Observemos, pois, certos hábitos comportamentais dos grupos humanos – hora


finalmente temos que elucidar o que os sociólogos tem transformado em
pantomima – e prestemos atenção legítima nos mesmos.

A sesta, por exemplo, que é o tradicional sono durante o dia na Espanha, e por
influência espanhola, em muitos países latino-americanos, e que vem a ser
praticada pela presença de alta temperatura e consumo de alimentos pesados
na refeição do meio-dia. Estes dois fatores combinados contribuem para a
sensação de sonolência pós-almoço, principalmente em populações que
tendem a ter maior vasodilatação, como é o caso da população caucasiana, a
população branca, sendo que esta vasodilatação está diretamente ligada a sua
habilidade para sobreviver em climas mais frios, ou onde há grande presença
de água, para enviar facilmente sangue e oxigênio para o corpo e mantê-lo
aquecido.

Esta atitude é praticada como forma de sobrevivência em áreas da Espanha


onde se fixaram os Visigodos, ao redor do século V da vulgar era cristã, e ali
abrangendo inclusive todo o norte de Portugal, vieram a formar a Gotland, e
influenciaram grandemente as estruturas políticas e históricas da Europa como
um todo, mesmo tendo sucumbido a presença mulçumana posterior, que foi
expulsa pelos Dinamarqueses, em sequência.
16

Em latitudes mais baixa, é mais gritante ainda a necessidade de fugir do sol do


meio dia – regiões do deserto da África por exemplo.

Em latitudes mais altas, o calor do sol é o momento exato para se trabalhar mais.

E os indivíduos que vivem nestes locais, naturalmente adaptados aos mesmos


e que nasceram das glaciações, e que se fixaram por terem encontrado locais
perfeitos para si mesmos, estruturaram suas vidas para poderem coexistir com
a natureza e seus ciclos, sem que choques fossem produzidos.

Quando um grupo de pensadores planeja algum grupo de atos administrativos


para desenvolver um determinado local, eles o fazem em geral cometendo
sempre o mesmo grotesco erro de usaram de uma ridícula fórmula universal –
ou católica se preferirem – que massifica a produção industrial, comercial,
social e intelectual ao redor de normas de Horários, Costumes e porque não
dizer “...Direitos Humanos...”.

Nisto os sociólogos tem se apoiado para reforçar suas teorias e apodrecerem


as saídas para a sociedade moderna, afogando-as em teorias que nada de
pratico ou efetivo possuem.

Se alguém quer supostamente “...salvar a África...”, termo muito usado na


década de 1970, deve fazê-lo jogando pelas regras da África, para cada país,
região e população africanos, caso a caso, unicamente para os africanos e
ninguém mais, e sem interação com outros povos, que possam nocivamente
alterar a relação entre a população e o meio no qual esta se encontra.
17

Vínculos espirituais e físicos


entre a espécie humana e as tradições

Agora que temos os elementos adequados para poder tecer análises, e, desta
forma, engendrar o conjunto de conhecimentos necessários que podem compor
o entendimento, passemos a aferir o desenlace das tradições vinculados com o
ser humano, não mais com os olhos supostamente intelectuais de alguns, ou
preconceituosos de outros, os quais relativistas, mormente falando.

Como foi definido tanto com base científica acima, quanto por breves citações
ligadas a tradições específicas, tanto a conformação geográfica, quanto a
criação biológica de cada tipo de ser humano que compõe a espécie humana, e
notem, estamos aqui falando de espécie humana, e esta é composta de diversas
raças, se vincula a conhecimentos, estão intimamente relacionadas com as
tradições específicas de cada povo, havendo alguns traços vinculantes com
pontos de origem de cada grupo em si, os quais excluem naturalmente os
demais pontos de origem dos outros grupos.

Dito de outra forma, a composição biológica, psicossomática e geográfica de


alguém, em determinado lugar, abriga ao mesmo tempo em que é uma forma de
portal, para as tradições e estrutura espirituais únicas de um determinado tipo
de tradição, e criam zonas de choque ou exclusão relativas a quaisquer tipos de
intrusões que possam vir a aparecer.

No caso do Ásatru, identificamos um termo específico para isso o chamado


“Innergard”, uma área de proteção ou um campo de ação que isola o Asatruár
em questão de elementos espirituais nocivos do ponto de vista dos Gödin,
sendo que isso inclui, inclusive todas as demais formas religiosas e bem como
seus símbolos, portais, adoradores e indivíduos que fisicamente são oriundos
destas tradições alheias.

Isso, em meio aos diversos tipos de tradição, se assenta sobre o termo


atavismo, ou seja, herança atávica, a qual preconiza, conforme os ditames
biológicos e psicológicos, que as antigas heranças presentes nos genes de
alguém, os quais, como acima foi citado, no que tange minimamente a
morfologia, estão intrinsicamente presente na geração dos descendentes, e
como acima foi reforçado, no caso dos traços genéticos do gene “Y” para os
homens e no caso dos traços genéticos da herança mitocondrial para as
mulheres, vem a ser uma verdade inalterada e indiferente ao passar das
gerações, que, contudo, pode sofrer distorções vinculadas a elementos
alienígenas a sua conformação e determinação natural, quando em ambiente
diverso e potencialmente dissonante.

Desta forma, entendamos corretamente, se uma pessoa é oriunda da população


malaia, e por qualquer motivo que o seja, ela vier a tentar se tornar xintoísta, ela
18

não conseguirá lograr êxito em seus intentos, e sofrerá choque proveniente das
divindades originais do xintoísmo, divindades estas que, para todos os
propósitos, são os ancestrais mais antigos de todos os japoneses da face da
Terra, e isso do ponto de vista da teoria que aponta que os antigos deuses são
antigos xamãs de cada povo, quanto da teoria que afirma aos deuses como
forças imanentes, que se expressam através de forças da natureza, mas cujas
existências emanam essas forças como representações suas, o que nos leva,
no caso japonês aos kames e sua natureza essencial.

O caso dos indivíduos caucasianos que por algum motivo estejam se


vinculando a tradições iorubas, podendo ser o elesse orixá ou o voodoo, temos
que relembrar a estes que o voodoo é afirmado como um culto aos ancestrais,
e os caucasianos não os possuem, sendo que na melhor das hipóteses estão
sendo mal vistos pelos espíritos ancestrais dessa forma de tradição africana, e
na pior das hipóteses, estão sendo usados por estes. Isso pode ser corroborado
pelo uso comum do termo “cavalo”, usado em meio aos praticantes de umbanda
e de candomblé, onde o “exu”, a “pomba-gira” ou o orixá (palavra que significa
sendo ori a cabeça, o adorador e o axé sendo a força, ou seja, o orixá), se usam
do corpo do adorador, sumindo o consciente e os sentidos de consciência
desse adorador e cedendo passagem para a “força” em questão que faz uso do
corpo físico do adorador.

No caso do Ásatru, a coisa é simplesmente pior!

O Innergard se acionará de imediato e por via dupla, podendo ser de dentro para
fora ou de fora para dentro, no mesmo momento em que alguém resolver se
tornar ativo ou se aproximar demais da tradição vinculada aos povos
germânicos.

Assim sendo, os atavismos de uma pessoa, tais e quais as cordas de um violão


que ao serem afinadas de forma perfeita com outro violão similar, ressonarão
exatamente nas mesmas cordas, quando um deles tiver qualquer uma dessa
cordas tocadas, virão a causar ou a ressonância harmoniosa com o lore e com
o folk Ásatruár, ou iniciarão com intensidade média, pequena ou grave, um
processo de dissonância que reverberará pelo organismo da pessoa que está
se aproximando, e se estendendo à vida dessa pessoa.

Dito de outra forma, se alguém cujos genes abrigam vozes em harmonia com o
que o Ásatru e seus ancestrais originais, os Aesir Primordiais, vem a ser
automaticamente essa pessoa terá ímpetos de visar a melhoria de sua vida
pessoal, de buscar a centralização familiar, de evitar as vicissitudes, e terá uma
ligeira melhoria no curso dos acontecimentos de sua vida, o que se traduz por
bom Örlog. Obviamente isso não será como um hollywoodiano passe de
mágica, onde a vida da pessoa se cobre de ouro e animais que vem para arrumar
as cobertas de manhã, enquanto a pessoa canta, mas será como reorientar o
curso de uma reta, anteriormente paralela a outra, em uma certa direção,
movendo-a para um local que lhe é familiar, que lhe é natural, e que, no decorrer
19

do tempo, virá a mostrar uma vida totalmente diferente, quando comparada a


outra direção, a outra reta que estava anteriormente paralela com ela.

Contudo, se alguém não tem vínculos atávicos adequados com o Ásatru, os


Gödin e as forças vinculadas ao Örlog, não se aproximaram dessa pessoa, e ela
ficará a mercê das forças do caos e da destruição, e sua vida aos poucos se
tornará pior do que era, em diversos níveis. Em dado momento ela
provavelmente assumirá uma posição relativa em relação ao uso de drogas, e
depois naturalmente se viciará, em pouquíssimo tempo comportamentos
vinculados a maldições naturais no Ásatru como é o caso da maldição da
Runestone de Saleby, lhe serão apenas coisas relativas, e essa pessoa adotará
para si a suposição de que apenas é uma afirmação machista aquela, e que a
prática do seidhr é uma coisa natural.

Pouco a pouco essa pessoa caminhará o caminho dos Thursar, ela achará que
está invocando Thor, e estará na verdade caminhando com Hrungnir, ela achará
que o deus das trapaças e Loddur são o mesmo deus, e verá ao Deus da Luz, a
Luz do Mundo, Heimdallr como um deus menor, e uma peça de figuração, ela
achará que Freyja e Gullveig são a mesma deusa, e que o julgamento que ocorre
no Hellthing, é apenas algo relativo e uma forma de apresentação simbólica, e
que não há o Ragnarök, sendo apenas uma afirmação simbólica vinculada ao
transcurso das estações do ano.

Sem perceber essa pessoa passo a passo será um Caoísta, ou uma Rokkatruár
ou Thursatruár, e mesmo assim dada a perfídia insidiosa dos Thursar, ela
persistirá se afirmando como Ásatruár, pois assim ela tem a chance de se tornar
tal e qual um “cavalo” perante os Thursar, e influenciar a queda de outras
pessoas em estado de subserviência, podendo vir a se tornarem Övaetr, no
decorrer do tempo.

Se alguém tem vínculos atávicos diversos, ela terá vozes atávicas poderosas
clamando dentro de si em diversas direções, causando um estardalhaço
tremendo dentro da psique dessa pessoa, levando-a sem perceber a assumir
posições de defesa de coisas indefensáveis, ao mesmo tempo em que afirma o
contrário disso, e ela terá que ter uma disciplina gigantescamente maior do que
outras pessoas, para não se tornar títere dos demais Övaetr e dos Thursar, coisa
que na maioria dos casos ocorre cedo ou tarde, dado o fato de que em geral, a
pessoa escolhe o que não deve ter e anseia pelo que lhe é venenoso, pois já
está sob influência perniciosa de algo, e não o percebeu.

As pessoas não percebem que o Ásatru é tremendamente moral, porque os ditos


acadêmicos estão infestados de pessoas que tendem ao relativismo e ao
construcionismo social, que são ferramentas de dissolução da individualidade
pessoal e da massificação generalizada, e, portanto, são meios de corroer e
destruir tradições ancestrais, as quais se opõe a este simples fato.
20

O Ásatru, como o próprio Germânia de Tácito, escrito no ano 98 da vulgar era


cristã, nos vem a provar, é extremamente moralista e centralizado em uma
estrutura familiar sólida e tradicionalmente constituída, onde os desvios e
depravações não eram vem vistos, não eram aprovados e não eram aceitos, e
aqueles que acabavam por se comportar assim, eram banidos ou erradicados.

É por isso que encontramos detalhes no Völuspa, estrofe 22, afirmando que
Gullveig trouxe o seidhr, e com ela veio a morte e a doença, ou seja, Leikin, e
que as pessoas malignas a adoravam.

De fato, os ergi, aqueles que são naturalmente depravados, praticantes de


pedofilia, entre outros termos, são apontados como praticantes de seidhr, e são
notoriamente amaldiçoados, a Runestone de Saleby contém a maldição de argi
konu, como prova disso.

O que nos leva ao fato de que o Ásatru não combina em momento algum com
práticas que conflitem com a tradição familiar, com a estrutura de homem,
mulher e seus filhos, descendentes, ascendentes e parentes, e não aceita
nenhuma forma de libertinagem que conflite com a lei natural. Essas formas de
libertinagem são vinculadas diretamente aos conceitos e comportamento dos
Thursar, e são o caminho para espatifar a alma, o Litr Göda, e atirar o depravado,
o niddingr, o criminoso, dentro de Näströnd, onde ele permanecerá mudo,
sofrendo, ou sendo usado como títere por Gullveig.

Notemos todos que é citado que os maus espíritos, que também vem a ser
alguns dos monstros dentro do Lore de nosso Folk, são chamados de Övaetr, e
além do aspecto monstruoso que adquirem, da malignidade deles próprios, e
do fato de serem mudos, se distinguem dos bons espíritos que habitarão nos
reinos benevolentes de Jörmungrund, após o julgamento no Hellthing, pelo fato
da beleza, da habilidade de falar, e da presença dos Gödin e da presença da
Fylgja, da qual os Övaetr são privados por conta de seus próprios atos.

Isso nos leva a consideração final, intimamente vinculada aos detalhes acima
apresentados.

Toda pessoa vinculada ao Folk Germânico, ao nascer obrigatoriamente tem uma


fylgja!

Segundo a tradição Ásatruár, as mulheres grávidas recebem o manamjotudhr,


os frutos de Yggdrasil prenhes dos presentes dos Aesir primordiais, e disso são
gerados os corpos físico e sutis dos seres humanos ligados ao Örlog, sendo
que no momento exato do nascimento de uma dessas pessoas, uma Fylgja, uma
Disir, vem a se erguer do Urdharmegin, o Poço de Urd, sendo que de suas águas
são criados os Örlogphaetr, os fios do destino, que tecerão sua vida.

A fylgja acompanha e procura guiar o indivíduo em sua vida, sussurrando em


seus ouvidos enquanto ele dorme, para que melhore seu comportamento, pois
21

o comportamento do indivíduo adultera a natureza da fylgja, e se seus atos são


ruins, a fylgja permanece bela, mas ela se torna sombria e um cão negro imenso
passa a ser visto seguindo o indivíduo, com todos os crimes (nid) do niddingar,
enrodilhados em suas mandíbulas. Ao contrário se a pessoa é nobre, seus atos
fazem sua fylgja se tornar resplandecente e ainda mais bela.

No Hellthing, é a fylgja que advoga em nome do indivíduo, e este indivíduo


então, se aprovado, virá a viver com sua fylgja em um local preparado por ela
no Jörmungrund, e receberá o Skyrar Veigar, um Mead formado das águas de
Mimisbrunnr, Urdharbrunnr e Hvelgermir, que lhe devolverá a beleza de seus
tempos mais saudáveis, a capacidade de falar por si mesmo, e lhe proverá com
existência eterna nos reinos do pós vida. Essa pessoa se tornará então um
Hollar Vaettr, um dos bons espíritos, e pode ser que por seus atos ela seja
levada para Valhöll ou Folkvangar, e se torne um dos Einjarl, os guerreiros que
combaterão as hordas de Thursar, de Draugar e de Övaetr, durante o Ragnarök.

Se, contudo, a pessoa é maligna, ela é devastada pela corte de Mani, o senhor
da Lua, e seu Litr Göda é literalmente arrebentado, os elementos divinos
vazando para fora, e sendo reabsorvidos pela Yggdrasil, e ela é arrastada até o
Nargrindar e atirada dentro de Näströnd, e no salão dos corpos, o Välgrindar,
ela receberá uma bebida venenosa, o Eitr, que lhe dará resistência, mas a
manterá muda, e sofrerá e será abusa pelo resto de sua existência.

Notemos todos, os Hollar Vaettr, não podem de forma alguma ser obrigados a
comparecer por meio de Necromancia de qualquer tipo, porém os Övaettr
podem ser trazidos, mas são mudos, quando falam sua voz é a de Gullveig, que
é sua mestra. Um Övaetr anseia por encontrar os restos de seu antigo corpo, se
unir a ele e formar um Draugar, o qual atormentará seus antigos familiares, e
bem como as pessoas próximas dele, e deles se alimentará, e é por isso que a
cremação é importante no Ásatru.

O que foi exposto acima contém uma outra informação que é assertiva e
dolorosa.

Ran é outro nome para Gullveig, e sua forma é a de uma sereia, e sabemos que
há uma certa outra tradição que cultua diversos deuses e tem dedicação
especial justamente a uma divindade específica que é tal e qual a uma sereia, e
que os adoradores dessa tradição muitas vezes são chamados de “cavalos”,
por entidades, as quais foram acima descritas. Essa entidades anseiam pelos
sentidos físicos e ardorosamente se atiram ao consumo de tabaco, bebida,
drogas e sexo desenfreado, quando conseguem obter o controle dos corpos
humanos.

Citou-se acima que os Övaettr desejam acima de tudo aquilo que já não tem, e
que a possessão é uma das formas de obterem os sentidos físicos em retorno.
22

Assim, vemos que a moralidade severa é não só justificada como também


funciona como forma de proteção de todos os que venham a ser Ástruár de fato,
e mais, que a ancestralidade de todas as pessoas deve ser respeitada ao
extremo, com zelo, pelo bem delas mesmas, e pelo bem das próprias tradições
ancestrais.
23

Conclusão

Como pudemos observar, ficou bem claro em todos os níveis, do físico ao


espiritual, do emocional ao mental, do consciente ao subconsciente, que os
caminhos legítimos dos seres humanos são os caminhos de seus ancestrais, e
que estes caminhos lhes são inalienáveis, desde que respeitadas as condições
de normalidade de seus organismos.

As vias modernas e universalistas são somente afrontas a natureza e


individualidade de cada pessoa, sendo antes de tudo apenas formas de lucrar
com o caos gerado tanto dentro de alguém, como fora desta pessoa na
sociedade.

As pessoas devem procurar suas vidas originais como um respeito a si mesmas,


e devem ter equidade ao fazer, sendo que todas as pessoas que visam adentrar
um determinado caminho, e por acaso se sentem ou são ambíguas por conta de
fatores diversos ou de ancestralidade diversa, devem pesar com muito cuidado
o que estão fazendo, pois aquilo que querem pode ser totalmente diverso
daquilo que precisam.

Ficou evidenciado, desta forma, que o caminho folkish é o caminho ideal para
cada indivíduo que pertença a espécie humana, com sua muitas raças.
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