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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências

PROJECTO PEDAGÓGICO

Curso de Licenciatura em Engenharia Electrotécnica

II CICLO DE FORMAÇÃO
2017-2021

Março de 2016

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE TECNOLOGIAS E CIÊNCIAS


Av. Luanda Sul, Rua Lateral Via S10, Talatona – Município de Belas – Luanda/Angola
POBox: 2850 Telfones: +244 226 430 330 – E-mail: geral@isptec.co.ao
Conteúdo
1. APRESENTAÇÃO DO CURSO ............................................................................................ 6

2. INTRODUÇÃO.................................................................................................................... 7

2.1. Contextualização 8

2.1.1 Perfil do ISPTEC 9

2.1.2 Missão do ISPTEC 9

2.1.3 Eixos estratégicos do ISPTEC 9

2.1.4 Estrutura organizacional do ISPTEC 10

2.2. Justificativa 10

2.3. Histórico do Curso 13

3. OBJECTIVOS DA REFORMULAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR ..................................... 14

3.1. Objectivo geral 14

4. CONCEPÇÃO DO CURSO .............................................................................................. 16

4.1. Nome do curso 16

4.2. Endereço de funcionamento 16

4.3. Atos legais que aprovaram e autorizaram o funcionamento do curso 16

4.4. Turnos de funcionamento 16

4.5. Titulação conferida ao formado 16

4.6. Descrição das formas de ingresso 16

4.7. Tempo mínimo e máximo de integralização (anos e semestres letivos) 17

4.8. Número de vagas oferecidas 17

4.9. Perfil e competências profissionais do formado 17

5. ADMINISTRAÇÃO ACADÉMICA .................................................................................... 18

5.1. Suporte académico necessário para o bom funcionamento do curso; 18

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5.2. Composição, papel e atribuições de cada instância da gestão académica
do curso 19

5.3. Quadro de docentes 21

6. ORGANIZAÇÃO O CURRICULAR ................................................................................... 23

6.1. Total de Disciplinas por cada domínio 24

6.2. Total de Disciplinas por cada domínio 25

6.3. Total de Disciplinas de Engenharia Electrotecnica e outros domínios 26

6.4. Duração do Curso. 26

6.5. Matriz curricular do Curso 26

6.6. Precedências das disciplinas da matriz curricular do curso 29

6.7. Mudanças em relação à matriz actual 30

7. MELHORIA NA MATRIZ CURRICULAR PROPOSTA PARA O SEGUNDO CICLO DE


FORMAÇÃO. ................................................................................................................... 31

7.1. Actualidade e Abrangência 31

7.2. Flexibilidade 32

7.3. Interdisciplinaridade 32

7.4. Integração entre ensino, investigação e extensão 33

8. METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM ............................................................ 34

9. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................................. 35

10. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO – APRENDIZAGEM


36

10.1. Avaliação do Formando 36

10.2. Apoio ao Discente 37

10.3. Avaliação do Docente 37

11. INFRAESTRUTURA ............................................................................................................. 38

11.1. Sala de Professores e Sala de Reuniões 38

11.2. Coordenação do Curso 38

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11.3. Salas de Aula 40

11.4. Biblioteca 41

11.5. Laboratórios Profissionalizantes 41

12. REFERÊNCIAS DE PLANOS CURRICULARES ANALISADOS PARA A REFORMULAÇÃO DA


MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................................... 42

13. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................ Erro! Marcador não definido.

ANEXO – PROGRAMAS ANALÍTICOS ................................................................................. 43

1º ANO –1º SEMESTRE 43

2º ANO – 1º SEMESTRE 82

2º ANO – 2º SEMESTRE 98

3º ANO –1º SEMESTRE 118

3º ANO – 2º SEMESTRE 141

4º ANO – 1º SEMESTRE 153

4º ANO – 2º SEMESTRE 166

5º ANO –9º SEMESTRE 180

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ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 1: Evolução da população estudantil do Curso de Engenharia


Eléctrica .................................................................................................................... 13
Tabela 2 Quadro de docentes do curso ............................................................ 21
Tabela 3 Domínios de Conhecimentos do Curso de Engenharia Eléctrica . 24
Tabela 4 Total de disciplinas agrupadas por domínios .................................... 25
Tabela 5 Disciplinas de Engenharia Eléctrotecnica e outros domínios ......... 26
Tabela 6 Duração do Curso.................................................................................. 26
Tabela 7 Precedências das disciplinas da matriz curricular do curso ........... 29

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ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES

Ilustração 1 Total de horas lectivas por cada ano académico ..................... 29

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1. APRESENTAÇÃO DO CURSO

Direcção Direcção Académica

Departamento Departamento Engenharia e Tecnologias

Curso: Engenharia Electrotécnica

Acto Legal de Aprovação


Decreto Executivo nº 198/12 de 29 de Maio
Períodos de Funcionamento Manhã e Tarde

Número de Vagas São oferecidas 70 vagas na sua totalidade


por ano lectivo
Duração mínima 10 semestres

Carga Horária Total:

Total de Disciplinas
60
Regime Escolar:
Sistema de Créditos
Chefe do Departamento: EngºJosé Gaspar

Quadro docente que suporta ao Curso Total de Professores:

Total de Professores Tempo Integral: 30

Total de Professores Tempo Parcial: 6

Total de Professores Doutores: 4

Total de Professores Mestres:

Total de Professores Especialistas:11

Total de Professores Licenciados: 15

Titulação conferida ao Estudante Engenheiro Electrotécnico

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2. INTRODUÇÃO

A sociedade contemporânea necessita de profissionais com conhecimentos e


competência técnica, bem como iniciativa, criatividade, liderança, boas relações
humanas, conhecimentos sobre impactos ambientais, mercado e gestão de finanças,
capacidade de adaptação em diferentes funções, formações continuas, dentre outras
qualidades.

Angola enfrenta hoje os desafios da reconstrução e desenvolvimento da economia do


país. O ensino superior desempenha um papel importante no desenvolvimento
tecnológico, económico e social de qualquer nação. Neste contexto, as engenharias
podem avancar o seu desenvolvimento científico e tecnológico, a partir de uma sólida
formação e capacitação científica, técnica, cultural e humana.

O projecto pedagogoco do curso de Engenharia Electrotécnica foi organizado e


estruturado de forma a contribuir significativamente para atender às demandas da
sociedade contemporânea. Assim os Engenheiros Electrotécnicos são imprescindíveis em
projectos como a geração e distribuição de energia eléctrica, que é essencial para o
desenvolvimento industrial e o aumento da qualidade de vida da população.

O universo de conhecimento da Engenharia Eléctrica é abrangente e mostra uma forte


dinâmica em termos de evolução tecnológica apoiada numa crescente
interdisciplinaridade. Não surpreenderá assim que ao Engenheiro Electrotécnico , se
venha a exigir uma capacidade permanente de adaptação.

O presente Projecto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Electrica permite


apresentar publicamente os princípios norteadores do funcionamento do do curso de
Licenciatura em Engenharia de Electrica do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e
Ciencias (ISPTEC) e contribui para organizar as actividades dentro de orientações
coerentes e fundamentadas. Pretende dar coerência às relações entre áreas de
actuação do curso, estratégias pedagógicas, estrutura curricular, elenco de disciplinas,
qualificação docente e métodos de avaliação.

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Os princípios norteadores para elaboração e actualização deste PPC têm como base a
missão, a visão e os valores do ISPTEC. Baseado desdes princípios e da experiencia com o
projecto pedagógico da Engenharia Electrica do ISPTEC anterior foi elaborado este PPC.

Assim o Curso de Engenharia Eléctrotecnica foi estruturado perseguindo não só as


disposições contemporâneas no campo da engenharia, como também, as exigências do
mercado profissional e a prática internacional do ensino da Engenharia Electrotecnica.

2.1. Contextualização

O início do Projecto do Instituto Superior de Tecnologia e Ciências (ISPTEC) ocorre em


Fevereiro de 2005, com a construção das instalações da Universidade de Tecnologias e
Ciências (UTEC) uma iniciativa da Empresa Sonangol, para se criar uma universidade de
excelência em nível académico, científico e de extensão, sustentada por processos
administrativos eficientes.

Em Março de 2008, foi criada a PDA – Pessoas, Desenvolvimento e Associados como


Promotora do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) com a
responsabilidade de garantir o desenvolvimento integral da instituição e assegurar o seu
financiamento. A 5 de Agosto de 2011, o Conselho de Ministros aprovou, através do
Decreto Executivo 111/11, a criação do Instituto Superior Politécnico de Tecnologia e
Ciências (ISPTEC), inserido no subsistema do Ensino Superior e tutelado pelo Ministério do
Ensino Superior da República de Angola.

Em 2012 foi publicado no Diário da República, de 29 de Maio de 2012 o Decreto Executivo


nº 198/12 que aprova os planos de estudos e confere o Grau de Licenciatura aos cursos
de Gestão; Economia e as Engenharias: Civil; Produção Industrial; Eléctrica; Mecânica;
Informática e Química. Em Março de 2012, iniciaram as actividades académicas no
ISPTEC com a oferta dos oito cursos aprovados.

O ISPTEC é uma Instituição sustentada nos princípios da indissociabilidade entre Ensino,


Investigação e Extensão, na perspectiva de garantir uma formação diferenciada,
abrangente e de qualidade.

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2.1.1 Perfil do ISPTEC

O ISPTEC orienta a formação de seus estudantes para a formação de cidadãos e


profissionais na perspectiva de atingir:
i. um cidadão, apto para viver e trabalhar em Angola, e em qualquer outro país,
com qualidades que lhe permitam defender a garantia dos direitos e liberdades
fundamentais do ser humano, com uma cultura de tolerância baseada na
unidade na diversidade e comprometido com um legado de paz e segurança
para as futuras gerações, no pleno exercício de soberania nacional; e
ii. um profissional capaz com preparação técnica e científica que lhe permita
participar, de forma ativa e efetiva, na construção e no desenvolvimento
sustentável, baseado na concepção de desenvolvimento endógeno,
entendido como a aplicação criativa dos avanços da ciência e a inovação
tecnológica, num tipo de crescimento baseado na proteção dos seus recursos
naturais e do seu capital humano (ISPTEC, 2015).

2.1.2 Missão do ISPTEC

Formar profissionais qualificados e comprometidos com o desenvolvimento sustentável de


Angola, por meio da geração e disseminação do conhecimento (ISPTEC, 2015).

2.1.3 Eixos estratégicos do ISPTEC

O ISPTEC tem como eixos estratégicos:

a) gestão moderna e eficiente;


b) docentes qualificados e comprometidos com Ensino, I & D e Extensão;
c) ensino de qualidade e de referência;
d) Extensão para auxiliar no desenvolvimento econômico, social e cultural do país;
e) I & D comprometida com o ser Humano e o bem estar da sociedade e
f) Pós-Graduação para a formação de profissionais e investigadores

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2.1.4 Estrutura organizacional do ISPTEC

O Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciencias (ISPTEC) está organizado de


acordo com o organograma presente na Figura 1. Observa-se que a instituição conta
com dois níveis de decisão, a saber:

a) Direcção geral que abarca o Director Geral, os Diretores das Áreas Acadêmica,
Científica e dos Laboratórios Profissionais e o Secretário Geral.
b) Os Departamentos que englobam as Unidades Orgânicas e os Departamentos de
serviços.

Conselho de DIRECÇÃO Conselho


Direcção GERAL Universitário

Conselho de Gestão

 Comunicação e Imagem
 Planeamento e Estatística
Gabinete da  Assessoria Jurídica
Direcção Geral  Relações Institucionais
 Qualidade, Segurança e Saúde Ambiental
 Segurança Empresarial

Conselho Conselho
Pedagógico Científico

Direcção Secretaria Direcção dos Direcção Científica e


Académica Geral Laboratórios de Extensão

Deptº de
Deptº de Engenharias Recursos Contabilidade
Políticas Extensão
e Tecnologias Humanos e Finanças
Educacionais
Laboratórios
Profissionalizantes
Deptº de Ciências Secretaria Aprovisionament Investigação e
Acção Social Pós-graduação
Sociais Aplicadas Académica o e Apoio
Laboratórios
Básicos
Secretaria Tecnologias de
Deptº de Geociências Biblioteca
Administrativa Informação

Figura 1: Estrutura orgánica do ISPTEC.

2.2. Justificativa

O Curso de Engenharia Eléctrotecnica do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e


Ciências tem o objectivo de formar cidadãos com competências e habilidades
profissionais e humanas numa visão crítica-reflexiva com compromisso ético e social. As
disciplinas estão articuladas para que os conteúdos curriculares promovam a
aprendizagem, fundamentada nos aspectos científicos, humanos e sociais. Estes terão

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repercussão na formação e actuação profissional, previsto na elaboração da matriz
curricular, nos conteúdos programáticos das disciplinas e na concepção do curso.

Isso inclue uma formação consolidada na área de sistemas de energia, visando um


profundo conhecimento nesta área específica que abrange o complexo de sistemas de
geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e a capacidade de actuar com
totalidade nos projectos e concepções de sistemas eléctricos de potência na indústria.

A formação do Engenheiro Electrotécnico será focada nas inovações tecnológicas


proporcionadas pelos avanços nas diversas áreas, como das quais se destacam: sistemas
de energia, telecomunicações, electrónica e microelectrónica, controle e automatização
de processos, tecnologia e sistemas de informação.

A construção de um currículo qualitativo pressupõe a definição clara de um perfil


desejável para o curso e para um profissional com competência técnica e sintonizado
com a realidade social. A formação básica, nas fases iniciais será garantida pelo Núcleo
Básico com as disciplinas de Cálculo, Física, Química, Desenho tecnico, Programação e
Estatística. Na formação profissionalizante destacam-se as disciplinas, de formação geral,
de Circuitos Eléctricos, Electromagnetismo, Conversão Electromecânica de Energia e
Sistemas Lineares, sendo garantida uma formação específica na área de Sistemas de
Energia Eléctrica. A ênfase em Sistemas de Energia Eléctrica vem ao encontro das
necessidades de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Eléctrica no País, com
qualidade de serviço e disponibilidade que seja comparável aos padrões internacionais
fundamentais para o crescimento e o desenvolvimento do país a curto, médio e longo
prazo.

Os Engenheiros Eletrotécnicos formados no curso ainda podem optar pela continuação


dos estudos em cursos de pós-graduação – acadêmico e profissional - em níveis de
especialização, mestrado e/ou doutorado, visando à actuação em empresas de impacto
em pesquisa, desenvolvimento e inovação Científico-tecnológico ou em Instituições de
Ensino Superior.

É evidente que a ensino superior deve se revitalizar a cada dia, inclusivamente no


sensatez das suas estratégias de ensino, o que reflecte directamente na formação
profissional, especialmente na formação de um profissional da área de Engenharia
Eléctrica, o qual esta imerso em um mundo tecnológico extremamente dinâmico.

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A concepção que dá essência ao curso se assenta em uma visão abrangente da
engenharia. Com isto evidencia-se a formação de um profissional que, além dos saberes
próprios da área específica, apreenda e domine toda uma sucessão de conhecimentos
conexos ligados a uma formação humanista sólida, formação técnico-científica e
profissional, também uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva e uma
renovada formação em disciplinas relacionadas às questões mais presentes na
contemporaneidade e a nova realidade num mundo de economia globalizada e de
progresso tecnológico vertiginoso.

A partir das motivações acima e do senso comum que o grau de Engenheiro


Eletrotécnico é de extrema importância para o início da vida profissional do egresso na
busca de novas oportunidades é que o presente Projecto Pedagógico de Curso
modificado, para atender as seguintes necessidades:

 Readequar o direccionamento da formação no sentido de aprimorar e actualizar


os conceitos de Curso e Currículo, numa tentativa de se fazer adequações que
possibilitassem responder às novas demandas tecnológicas e da sociedade;
 A adpoção de práticas pedagógicas que privilegiem a evolução dos
conhecimentos produzidos e as necessidades sempre crescentes de incorporar
novos conteúdos ao currículo do curso, na medida em que vão ocorrendo
mudanças tecnológicas na Engenharia Eléctrica;
 Contemplar as actividades complementares que já estavam sendo desenvolvidas
pelos discentes e não eram contabilizadas para sua integralização curricular;
 A busca de maior integração entre a Graduação e a Pós-Graduação.
 Revisão e actualização da carga horária e dos conteúdos programaticos das
actuais disciplinas da matriz curricular, para o desenvolvimento de actividades
extraclasse, como trabalhos de iniciação científica e estagio.
 Eliminação das ênfases em Engenharia Electrotécnica e a introdução de um
elenco de disciplinas electivas e de extensão, definidas anualmente pelo ISPTEC
 Inclusão de algumas disciplinas voltadas para o curso de engenharia
electrotécnica
 Inclusão de elementos motivadores para área de engenharia electrotécnica nos
dois primeiros anos, na qual o aluno ingressante não tinha contacto com disciplinas
ou actividades que contextualizasse dentro da profissão escolhida

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 Articulação entre as disciplinas obrigatórias e optativas para conseguir uma
formação voltada para uma enfâse específica

Estas modificações mantêm os princípios norteadores do projecto pedagógico, que são:

 Deve permitir uma formação mais ampla que o currículo mínimo obrigatório.
 Deve permitir formação continuada ao longo da vida profissional.
 Deve ser sintonizado com a realidade social do pais.
 Actividades de pesquisa e extensão devem ser incentivadas como instrumento de
aprendizagem.
 Deve permitir flexibilização curricular.
 Deve estar alinhado com o Projeto Pedagógico Institucional

2.3. Histórico do Curso

O Curso de Engenharia Eléctrica, similarmente aos demais Cursos do ISPTEC foi criado no
Decreto Executivo nº 198/12 e publicado no Diário da República, de 29 de Maio de 2012.
Recebeu sua primeira turma no primeiro semestre de 2012, oferecendo 50 vagas no
período da manha e tarde.

Desde a criação do ISPTEC, a matrícula do curso de Engenharia Eléctrica está a


aumentar. No ano académico 2015 o curso representou o 8% da população total de
estudantes. Na Tabela 1 são descritas as estatísticas gerais referentes a evolução da
população estudantil, desde o início do curso até o presente (ISPTEC, 2015).

Tabela 1: Evolução da população estudantil do Curso de Engenharia Eléctrica


CURSO 1º Ano 2º Ano 3º Ano 4º Ano Total
2012 53 53
2013 99 15 114
2014 85 30 10 125
2015 93 35 15 6 149
Fonte: Secretaria Académica do ISPTEC

Com o pequeno histórico descrito acima e considerando a conclusão do primeiro ciclo


formativo (2012-2016), suportado pelo Projecto Pedagógico do Curso aprovado através
do Decreto Executivo nº 198/12, foi elaborado o presente projeto que visa abranger o
segundo ciclo formativo que inicia em 2017 e termina em 2021.

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O curso conta na actualidade com um total de dez semestres e 76 disciplinas que
abrangem as principais áreas de actuação reconhecidas na Engenharia ELectrica. Os
laboratórios profissionalizantes possibilitam integrar os conteúdos teóricos com a prática e
pesquisa para garantir um ensino de alta qualidade.

Dentro das Políticas da Instituição para elevar o nível académico dos seus estudantes, o
Curso conta com o programa “A Empresa na Universidade”, sendo o patrocinador do
curso a Efac, quem é facilitadora de visitas técnicas em instalçoes electricas de elevada
importância para o país, desenvolvimento de palestras e inserção de estudantes em
estágios obrigatórios e não obrigatórios.

O curso promove a participação dos estudantes em actividades extracurriculares e de


extensão, feiras de conhecimentos, projectos de transferência de conhecimentos,
projectos de apoio social, participação em jornadas científicas e concursos entre outros.
Uma representação de seus estudantes tem estado representados no quadro de honor
da instituição durante os cursos 2014 e 2015.

3. OBJECTIVOS DA REFORMULAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR

3.1. Objectivo geral

O Curso de Engenharia Eléctrotecnica do ISPTEC tem por finalidade contribuir para o


atendimento às demandas da sociedade, no nível de graduação, além de auxiliar para
um efectivo desenvolvimento de sua região e de Angola. Esta finalidade está embasada
no oferecimento de um ensino de qualidade, pautado pela adopção dos valores
democráticos como princípios fundamentais à educação, à produção de conhecimento,
à ética, aos valores humanos e à cidadania. Estes aspectos serão consolidados através
de acções que permitam uma integração efectiva entre o estudante do ISPTEC e a
sociedade.

O objectivo do Curso é formar engenheiros Eletroctécnicos capacitados a atender às


diferentes solicitações profissionais pertinentes, com uma visão crítica, criativa e
inovadora, através de uma formação acadêmica com forte fundamentação científico
tecnológica e a actuação como agente social, comprometidos com o desenvolvimento
sustentável e a contínua melhoria da qualidade de vida do cidadão.

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A formação será complementada por uma expressiva quantidade de actividades
laboratoriais, com a inclusão de aspectos humanísticos e culturais, e consolidada através
de acções que permitam uma integração efectiva entre o estudante do ISPTEC com a
sociedade na qual estão inseridos, em seus aspectos locais, regionais, nacionais e
internacionais

Objectivos específicos

O curso objectiva dar formação generalista plena aos profissionais, habilitando os


actuarem nas subáreas de conhecimento da Engenharia Eléctrotecnica, com destacada
competência para aplicação de métodos e técnicas de automatização de processos
produtivos, instalações elétricas e planeamento de sistemas elétricos de potência. A
abrangência do currículo habilitará o egresso a actuar nas esferas de projecto,
consultoria e execução, desenvolvendo actividades de planeamento e administração de
empreendimentos do sector eléctrico em qualquer parte do país. Progressão dos estudos
em nível de pós-graduação é possivel.

O curso deverá conferir ao estudante capacidade e competência para desempenhar as


suas actividades profissionais junto à sociedade, nas diversas áreas de conhecimento que
compõem a Engenharia Eléctrotecnica, devendo ser capaz de empregar conhecimentos
científicos e tecnológicos para a solução de problemas referentes a:

i. Geração, transmissão, distribuição e utilização da energia eléctrica, controle do


desperdício de energia, seus serviços afins e correlatos;
ii. Equipamentos e máquinas eléctricas;
iii. Sistemas eléctricos e eletrónicos de medição e controle;
iv. Materiais elétricos e electrónicos;
v. Equipamentos electrónicos em geral;
vi. Sistemas de processamento e armazenamento digital de sinais.

O egresso deverá adicionalmente ser capaz de empregar conhecimentos de


administração, gestão e ordenamento ambientais, com monitoramento e mitigação de
impactos ambientais da geração e utilização da energia eléctrica. Tais objetivos darão
legitimidade de actuação profissional ao egresso, e serão construídos com base na
abordagem epistemológica e profissionalizante do conhecimento.

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Dentro disso, devem ser desenvolvidas capacidades de coordenar informações, interagir
com pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade e propor soluções que sejam
correctas dos pontos de vista técnico, económico, social e ambiental.

4. CONCEPÇÃO DO CURSO

4.1. Nome do curso

Licenciatura em Engenharia Eléctrotecnica

4.2. Endereço de funcionamento

Av. Luanda Sul, Rua Lateral Via S10

Talatona - Angola

Recepção do ISPTEC (+244) 226 440 430

Secretaria Académica (+244) 226 440 417

Departamento de Engenharias e Tecnologias - DET

Email: det@isptec.co.ao

Telefone – 226440400-226440447

4.3. Atos legais que aprovaram e autorizaram o funcionamento do curso

Decreto Executivo nº 198/12 de 29 de Maio.

4.4. Turnos de funcionamento


O Curso de Engenharia Electrotécnica funciona em dois períodos: manhã e tarde.

4.5. Titulação conferida ao formado


Engenheiro Eletrotécnico

4.6. Descrição das formas de ingresso

O regulamento de ingresso ao curso é geral, definido pelo Direção Académica e tornado


público através de editais.
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4.7. Tempo mínimo e máximo de integralização (anos e semestres letivos)

O curso tem uma duração mínima de 10 (dez) semestres lectivos (05 anos) e máxima de
14 semestres (07 anos). Findo este período, o estudante deve ser desvinculado do curso.
Para garantir a sua continuação, deverá realizar novo exame de acesso.

Para obtenção do título de Engenheiro Electrotécnico, o formando deverá ter aprovação


em todas as disciplinas obrigatórias do currículo e concluir exitosamente, no último
semestre, o Trabalho de Conclusão do Curso II (TCC) e o Estágio Supervisionado.

4.8. Número de vagas oferecidas

São oferecidas 90 vagas na sua totalidade por ano lectivo assim distribuídos: 45 no
período da manhã e 45 no período da tarde. Estas vagas levam em consideração os
estudantes repetentes em cada um dos períodos.

Cabe a Direcção Académica do ISPTEC realizar modificações, de acordo com as


necessidades que possam surgir, com relação ao número de vagas disponíveis nos cursos
e especialidades.

4.9. Perfil e competências profissionais do formado


Enfim, o projeto pedagógico do curso do perfil dos egressos do Curso de Engenharia
Eléctrotecnica do ISPTEC compreenderá uma sólida formação técnico-científica e
profissional na área de Engenharia Elétrotecnica estimulando a sua actuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas. Deverá estar apto para actuar no
mercado de trabalho actual, considerando seus aspectos políticos, económicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística em atendimento às demandas da
O Curso de Engenharia Electrotecnica deverá formar profissionais com:

I. Capacidade de identificar, formular e resolver problemas da Engenharia


Electrotecnica;

II. Sólidos conhecimentos nas áreas de formação básica aliada à capacidade de


enfrentar e solucionar problemas da área a partir de uma visão generalista
contextualizada;

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III. Conhecimentos abrangentes nas diversas áreas de Engenharia Electrotecnica
como: geração e distribuição da energia etrica, econversão electromecânica de
energia, análise de redes, sistemas de energia; máquinas eléctricas; electrónica
industrial e de energia; controlo dos sistemas e dos accionamentos

IV. Consciência da necessidade de contínua actualização e aperfeiçoamento;

V. Capacidade de domínio das mais modernas tecnologias e ferramentas


computacionais;

VI. Capacidade para o trabalho em equipas multidisciplinares;

VII. Projectar e conduzir pesquisas, e interpretar e difundir os resultados;


VIII. Planear, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços;
IX. Avaliar o impacto das actividades profissionais no contexto social, ambiental e
económico;

5. ADMINISTRAÇÃO ACADÉMICA

5.1. Suporte académico necessário para o bom funcionamento do curso;


A partir da estrutura e políticas institucionais e tendo em consideração o perfil de saída e
competências a serem adquiridas pelos formandos, o suporte académico necessário e
previsto para o bom funcionamento do curso consiste na seguinte organização:

I. Coordenador do Curso: Docente do curso, com formação na área e


preferencialmente com Mestrado ou Doutoramento;

II. Coordenador do Núcleo da Área de Conhecimento: Docente do curso, com formação


na área e, preferencialmente, com Mestrado ou Doutoramento;

III. Coordenador de Estágio: Docente do curso, com formação na área e


preferencialmente, com Mestrado ou Doutoramento;

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IV. Coordenador de TCC: Docente do curso, com formação na área e preferencialmente,
com Mestrado ou Doutoramento;

V. Coordenador de investigação e Extensão: Docente do curso, com formação na área e


preferencialmente com Mestrado ou Doutoramento;

5.2. Composição, papel e atribuições de cada instância da gestão académica do curso

Coordenador do Curso: Compete ao coordenador do curso a gestão global do curso de


acordo com a legislação específica do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e
Ciências. Coordenar vai além de desenvolver e executar o projecto político-pedagógico
do curso, mediar conflitos e interesses entre professores e estudantes, é distinguir a
necessidade da área em que opera e adotar estratégias que possam beneficiar toda a
comunidade acadêmica, estar de acordo com a exigência do Ministério do Ensino
Superior, avaliar o corpo docente, estar comprometido com a missão, visão e valores da
Instituição. Do coordenador exige-se o desenvolvimento de habilidades interpessoais,
atualização quanto às mudanças que ocorrem no mercado de trabalho a fim de
adequar e modernizar o curso e inova-lo com tecnologias. Essa actualização é benéfica
ao estudante que ao se desenvolver, coopera com o crescimento da Instituição e o mais
importante, nas empresas os quais serão empregados no futuro [4].

O Curso de Engenharia Eléctrica é coordenado por um docente do curso, com formação


na área auxiliado pelos restantes coordenadores.

Cabe ao coordenador, coordenar todas as actividades didática pedagógica do curso,


encaminhar para os professores do curso a avaliação e aprovação de precedências e
conteúdos de ensino, regulamentos e processos pedagógicos, como forma de garantir o
alcance dos objectivos e finalidades do curso.

As demais atribuições da coordenação do curso obedecerão a legislação específica do


Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências.

Coordenador do Núcleo da Área de Conhecimento: Compete ao coordenador do


núcleo coordenar as actividades do núcleo assim mencionadas:
19

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I. Identificar os professores que devem actuar nas diversas disciplinas profissionalizantes;
II. Elaborar um programa de formação para especializar os professores nas suas áreas de
conhecimento;
III. Priorizar a formação para aquelas áreas sem professores seniores;
IV. Acompanhar rigorosamente as actividades desenvolvidas pelos demais professores na
perspetiva de melhoria continua. O acompanhamento deve abranger a revisão das
aulas preparadas, conteúdos trabalhados, provas elaboradas, dificuldades no
exercício das suas actividades, etc;
V. Articular com o coordenador todas as acções pedagógicas do curso.

Coordenador de Estagio e Trabalho de Conclusão do Curso - TCC: O Estágio Curricular


Obrigatório e o Trabalho de Conclusão do Curso são disciplinas de carácter obrigatório a
serem aprovadas para efetiva culminação de estudos, conforme previsto no Projecto
Pedagógico Institucional.

O Estágio Curricular Obrigatório tem como principal objectivo proporcionar ao estudante


a oportunidade de aplicar os seus conhecimentos em situações de prática profissional
efetiva, criando a possibilidade de exercitar as suas habilidades e de integrar-se no
mundo empresarial, ampliando a sua formação teórico-prática e interdisciplinar.

O TCC visa a integração e produção de conhecimentos, na procura de soluções


tecnológicas inovadoras e eficientes.

O Coordenador de estágios e TCC será um docente do curso com formação na área,


preferencialmente, com Mestrado ou Doutorado. Dentro das suas responsabilidades
principais estarão:

I. Planificação e calendarização das actividades relacionadas com TCC e Estágios;


II. Acompanhamento das actividades de orientação TCC e Estágios;
III. Mediador imparcial das relações entre orientandos e orientadores;
IV. Gestão dos processos de elaboração e arquivo de monografias e documentos
gerados ao longo do Estagio.
V. Zelar pelo cumprimento dos Regulamentos de Estágios e TCC.

20

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Coordenador de investigação e Extensão: o Coordenador de Produção e Extensão será o
responsavel pela condução das actividades a serem desenvolvidas nesta área. Todos os
projectos, quera no ámbito das unidades curriculares ou fora delas, originados a partir de
solicitações de clientes externos ao curso ou projectos de extensão, ficaram sobre a
supervicão e tutela do Coordenador de Produção e Extensão. Por outro lado deve
promover, supervisionar e avaliar todas as actividades de natureza científica realizadas no
ámbito do Curso de Engenharia Civil. Estas actividades vão incluir a definição junto aos
docentes do departamento as linhas de investigação de acordo com as suas
competencias e intereses. Adicionalmente o coordenador científico deverá soportar
docentes e estudantes na planificação e execuação de projectos científicos e na escrita
e publicações de artigos para comunicar os resultados dos projectos. Poderá establecer
parcerias, colaborações e contactos para fins científicoscom investigadores e instituções
dentro e fora de Angola.

5.3. Quadro de docentes

Os professores que formam o Corpo Docente do Curso de Engenharia Informática do


ISPTEC apresentam qualificação académica compatível com a formação necessária
para ministrar aulas no curso. É composto, atualmente, por 30 professores com a seguinte
titulação: 04 Doutores; 11 Mestres, e 15 Licenciados na área conforme quadro
demonstrativo a seguir:

Tabela 2 Quadro de docentes do curso


Nº NOME LICENCIATURA MESTRADO/ DOUTORADO REGIME
COMPLETO ESPECIALIDADE CONTRATUAL

1 José Samuco Matematica Tempo


Integral
2 Paulo Mbunga Engenharia Tempo
Kaminda Mecanica Integral
3 Antonio Ana de Engenharia Metalurgia Tempo
Matos Vaz Metalurgica Integral
4 Anselmo Gomes Fisica Tempo Parcial
Tomas
5 Karl Wilhelm Fisica Fisica Tempo
Krusch Integral
6 Luis Joni Fisica Tempo
Francisco Integral
Manuel
7 Joaquim Valerio Matematica Tempo
Bumba Integral
21

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8 Luisa Beatriz Matematica Matematica Tempo
Garcia de la Integral
Vega
9 Maria Pedro Quimica Quimica Tempo
Antonio Gaspar Integral
10 Baba Eduardo Matematica Tempo Parcial
Morais
Kubabgo

11 André Piedade Informatica Tempo


Filemon Integral

12 Bunga Paulo Informatica Tempo


Teka Integral
13 José Antonio Fisica Fisica Tempo
Rodrigues Perez Integral
14 Jose Juão Mecânica Tempo
Manuel Integral
Adriano Saya Psicologia das Psicologia Tempo parcial
15 Organizações
Além Panzo Sociologia Tempo Parcial
16 Manuel
17 Anselmo Desporto Tempo Parcial
Geouveth
Leonardo
Liatunga
18 Bernhardo Electrotecnica Electrotecnica Tempo
Augusto Integral
Muheto
Walter Pedro Matematica Matematica (Ensino) Tempo
19 Integral
20 Danilson Electrotecnica Tempo
Bartolomeu Integral
Pereira Da
Conceição
21 Debs Tavares Electrotecnica Electrotecnica Temp parcial

22 Honorio Jose Electromecanico Electromecanico Tempo


Cabral de Cristo Integral
23 Luis Alberto dos Mecânica Tempo
Santos Integral
24 Manuel Electronica, Tempo
Cabenda Telecommunicaçõe Integral
s
25 Pedro Pombal Mecanica Tempo
Moreira Integral
26 Rogerio Electronica, Electronica, Tempo
Apolinario Telecommunicaçõe Telecommunicações Integral
s
27 Silvia Carvalho Quimica Quimica Tempo
Santos Integral

22

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28 Abreu Liliana Electrotecnica Electrotecnica Tempo
Integral
29 Custodio da Electrotecnica Electrotecnica Tempo Parcial
Piedade Dias
dos Santos
30 Jose Gaspar Agronomia Agronomia Tempo
Integral

6. ORGANIZAÇÃO O CURRICULAR

Além de atender os preceitos legais, a preocupação maior, sustentada na organização


das disciplinas dentro do quadro curricular, é fornecer uma visão orgânica e integrada
dos conteúdos para que os objectivos propostos sejam efectivamente alcançados.

A infraestrutura física – pedagógica deverá proporcionar condições suficientes para a


adopção das metodologias, processos de ensino, pesquisa, extensão e produção
condizentes com o curso proposto.

A matriz curricular do curso é coerente com o perfil profissional do formando. Possui


componentes curriculares que permitem formar Engenheiros ElectricIistas actuantes,
críticos e investigativos com embasamento forte em áreas que exigem a combinação de
conhecimentos das grandes áreas da Engenharia Eléctrica. As unidades curriculares estão
agrupadas em Ciências Básicas, Ciências Socias Aplicadas, Língua Inglesa e Disciplinas
Profissionalizantes.

Disciplina Ciências Básicas: reúne toda a base técnica necessária para a formação de
um bom engenheiro. Disciplinas como Matemática, Física, Química e outras são
consideradas disciplinas básicas.

Disciplinas Ciências Socias Aplicadas: atende o desenvolvimento Social, Economico e


Humano do estudante para a sua melhor inserção na sociedade e no mercado de
trabalho bem como o seu desenvolvimento humano e social do meio em que estiver
inserido.

Disciplinas de Língua Inglesa: a Engenharia Eléctrica tem um forte componente da Língua


Inglesa. A presença dela na grelha curricular tem como objectivo capacitar aos

23

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estudantes para os desafios linguísticos, liberdade de pesquisa e o seu enquadramento
universal como engenheiro.

Disciplinas Profissionalizantes: estão envolvidas todas as disciplinas teóricas e práticas da


área de Engenharia Civil.

Disciplinas Optativas: As disciplinas optativas possibilitam o desenho de uma grelha


curricular flexível, a atualização e profundação tecnológica de determinadas disciplinas,
mesmo como a adaptação as necessidades do mercado de trabalho em tempo real.

As disciplinas do curso de Engenharia Eléctrica distribuídas nos diferentes domínios


conforme a tabela abaixo:

6.1. Total de Disciplinas por cada domínio

Tabela 3 Domínios de Conhecimentos do Curso de Engenharia Eléctrica


Domínios Disciplinas (Unidades Curriculares)
1. Introdução à Engenharia Eléctrotecnica
2. Electrónica Digital I
3. Electrónica Digital II
4. Circuitos Eléctricos I
5. Microprocessador e Microcontrolador
6. Electromagnestimo
7. Electrónica Analógica I
8. Circuitos Eléctricos II
Engenharia Eléctrotecnica 9. Materiais Eléctricos
10. Electrónica Analógica II
11. Medidas Eléctricas
12. Projectos de Inst. Eléctricas I
13. Análise de Sinais e Sistemas
14. Projectos de Inst. Eléctricas II
15. Máquinas Eléctricas I
16. Electrónica de Potência
17. Sistemas de Controlo
18. Máquinas Eléctricas II
19. Automação Industrial
20. Acionamentos Elétricos
21. Protecção de Sistemas Eléctr.
22. Centrais e Subestações Electricas
23. Gestão de Energia
24. Opção I
25. Opção II
26. Opção III

24

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27. Estagio Supervisionado
28. Trabalho de Fim de Curso I
29. Trabalho de Fim de Curso II

1. Cálculo Diferencial e Integral I


2. Cálculo Diferencial e Integral II
3. Cálculo Diferencial e Integral III
Matemática 4. Calculo Numérico
5. Álgebra Linear e Geometria Analítica
6. Estatística

1. Física Geral I
Física 2. Física Geral II
3. Física Geral III

1. Química Geral
Química
1. Empreendedorismo e Inovação
Ciências Socias Aplicadas 2. Filosofia e Sociedade
3. Direito e Legislação

1. Inglês I
Língua Inglesa 2. Inglês II
3. Inglês III
4. Inglês IV

1. Produção e interpretação de Textos


Complementares 2. Metodologia Cientifica
3. Computação Cientifica I
4. Desenho assistido por computador
5. Programação para engenharia
6. Desenho Técnico
7. Mecânica Geral
8. Ética Profissional
9. Intr. Eng. Segurança
10. Gestão Ambiental

6.2. Total de Disciplinas por cada domínio


Tabela 4 Total de disciplinas agrupadas por domínios
Domínios de Conhecimento Total de Disciplinas (Unidades Curriculares)
Engenharia Electrotécnica 29
25

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Matemática 6
Física 3
Química 1
Ciências Socias Aplicadas 3
Língua Inglesa 4
Complementares 10
Total 56

6.3. Total de Disciplinas de Engenharia Electrotecnica e outros domínios


Tabela 5 Disciplinas de Engenharia Eléctrotecnica e outros domínios
Engenharia Electrotecnica Outros domínios
29 27
Total – 60 Disciplinas

6.4. Duração do Curso.


Tabela 6 Duração do Curso

Duração (anos) Total de Semestres Semanas H/A


5 10 150 4200

6.5. Matriz curricular do Curso

Tabela 7: Matriz curricular do curso


1º ANO

1º SEMESTRE: 15 Semanas 2º SEMESTRE: 15 Semanas

DISCIPLINA HT HP HTP CR TH DISCIPLINA HT HP HTP CR TH

Cálculo Diferencial e Cálculo Diferencial e


60 30 06 90 30 30 04 60
Integral I Integral II

Álgebra Linear e Geometria


60 30 04 90 Física Geral I 60 30 30 08 120
Analítica

Introdução à Engenharia
15 15 02 30 Inglês II 15 15 02 30
Eléctrotecnica

Desenho assistido por


Inglês I 15 15 02 30 15 30 03 45
computador

Química Geral 45 30 15 06 90 Computação Científica I 30 30 04 60

Desenho Técnico I 30 30 04 60 Electrónica Digital I 45 30 05 75

26

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Produção e Interp. de Textos 30 02 30 Direito e Legislação 30 02 30

Metodologia Científica 30 02 30

TOTAL
TOTAL SEMANAL/SEMESTRAL 26 420 30 450
SEMANAL/SEMESTRAL

TOTAL ANUAL 870

2º ANO

1º SEMESTRE: 15 Semanas 2º SEMESTRE: 15 Semanas

DISCIPLINA HT HP HTP CR TH DISCIPLINA HT HP HTP CR TH

Cálculo Diferencial e
Integral III 30 30 04 60 Física Geral III 30 15 30 05 75

Física Geral II 45 30 30 07 105 Inglês IV 15 15 02 30

Cálculo Diferencial e
Inglês III 15 15 02 30 Integral IV 30 30 04 60

Electrónica Digital II 45 30 03 75 Calculo Numérico 30 30 04 60

Mecânica Geral I 30 30 04 60 Circuitos Eléctricos I 60 30 06 90

Programação para Microprocessador e


Engenharia 15 15 30 04 60 Microcontrolador 60 30 06 90

Estatística 30 30 04 60 Filosofia e Sociedade 30 02 30

TOTAL
TOTAL SEMANAL/SEMESTRAL 28 450 SEMANAL/SEMESTRAL 29 435

TOTAL ANUAL 885

3º ANO

1º SEMESTRE: 15 Semanas 2º SEMESTRE: 15 Semanas

DISCIPLINA HT HP HTP CR TH DISCIPLINA HT HP HTP CR TH

Electromagnestimo 60 30 06 90 Engenharia Economica 30 30 04 60

Electrónica Analógica I 45 30 05 75 Electrónica Analógica II 45 30 05 75

Circuitos Eléctricos II 60 30 06 90 Medidas eléctricas 30 30 04 60

Materiais eléctricos 30 30 04 60 Maquinas Eletricas I 60 04 60

Fenómenos de transporte 30 30 04 60 Projectos de Inst. Eléctricas 45 45


I 06 90

Empreendedorismo e Análise de Sinais e Sistemas 30 45 05 75


Inovação 15 15 02 30

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Ética Profissional 15 15 02 30 Intr. Eng. Segurança 15 15 02 30

TOTAL SEMANAL/SEMESTRAL 29 435 TOTAL 30 450


SEMANAL/SEMESTRAL

TOTAL ANUAL 885

4º ANO

1º SEMESTRE: 15 Semanas 2º SEMESTRE: 15 Semanas

DISCIPLINA HT HP HTP CR TH DISCIPLINA HT HP HTP CR TH

Projectos de Inst. Eléctricas II Redes de Distribuição de


30 30 04 60 Energia Electrica 45 45 06 90

Máquinas eléctricas II 45 30 05 75 Automação Industrial 30 30 04 60

Protecção de Sistemas
Electrónica de Potência 45 45 06 90 Eléctr. 30 30 04 60

Principios de
Sistemas de Controlo 60 30 06 90 Communicações 45 45 06 90

Transmissão e Distribuição Energias Renovaveis


de Energia Elétrica 45 30 05 75 30 30 04 60

Centrais e Subestações
Acionamentos Electricos 30 30 04 60 Electricas 45 30 05 75

TOTAL
TOTAL SEMANAL/SEMESTRAL 30 450 SEMANAL/SEMESTRAL 29 435

TOTAL ANUAL 885

5º ANO

1º SEMESTRE: 15 Semanas 2º SEMESTRE: 15 Semanas

DISCIPLINA HT HP HTP CR TH DISCIPLINA HT HP HTP CR TH

Trabalho de Fim de Curso


Gestão Ambiental 30 30 04 60 II 105 120 15 225

Gestão de Energia 30 30 04 60 Estagio Supervisionado 105 120 15 225

Trabalho de Fim de Curso I 0 30 15 03 45

Optativa I 30 30 04 60

Optativa II 30 30 04 60

TOTAL
TOTAL SEMANAL/SEMESTRAL 19 225 SEMANAL/SEMESTRAL 30 450

28

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TOTAL ANUAL 675
Total de horas da Matriz Curricular do Curso: 4200

Título do Gráfico
1000

900 885 885 885


870
800

700
675
600

500

400

300

200
Figura 1: Total de horas lectivas por cada ano académico

6.6. Precedências das disciplinas da matriz curricular do curso

Tabela 7 Precedências das disciplinas da matriz curricular do curso


CURSO DE ENGENHARIA ELECTROTECNICA DO ISPTEC – PRECEDÊNCIAS
1º ANO
1º SEMESTRE 2º SEMESTRE
Disciplinas Precedências Disciplinas Precedências
Não serão consideradas as precedências
2º ANO
1º SEMESTRE 2º SEMESTRE
Disciplinas Precedências Disciplinas Precedências
Não serão consideradas as precedências
3º ANO
1º SEMESTRE 2º SEMESTRE
Disciplinas Precedências Disciplinas Precedências
Não serão consideradas as precedências
4º ANO
1º SEMESTRE 2º SEMESTRE
Disciplinas Precedências Disciplinas Precedências
Não serão consideradas as precedências
1º SEMESTRE 2º SEMESTRE
Disciplinas Precedências Disciplinas Precedências
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Não serão consideradas as Trabalho de Fim Trabalho de Fim de Curso I
precedências de Curso II

6.7. Mudanças em relação à matriz actual

A matriz curricular do curso de Engenharia Elétrica do ISPTEC foi um dos pontos


identificados como problemáticos no diagnóstico realizado, neste propósito a estrutura
curricular da nova matriz curricular actualiza os conteúdos programáticos do curso
através de:

I. Actualização de conteúdos: todos os conteúdos das disciplinas já existentes no curso


foram revistos e actualizados de forma a incluir as tendências e avanços recentes nos
tópicos abrangidos pelas mesmas.

II. A sequencia e a posição na grelha de algumas cadeiras forami alteradas para incluir
mais disciplinas ligadas á electricidade e electronica nos primeiros quatro semestres a
aumentando a motivação dos estudantes durante este período.

III. A inclusão de novas disciplinas do domínio de Ciências Socias Aplicadas como


Filosofia e Sociedade visa a capacitação dos estudantes visa dotar os estudantes
com aspectos da cultura geral relevante para o exercício na profissão da
engenheria.

IV. A inclusão das disciplinas Inglês I, II, III e IV facilita lidar com a literatura da
Engenharia Electrotecnica internacional.

V. A adaptação da matriz actual aos matrizes internacionais com utilização de


sistema dos créditos facilita a mobilidade estudantil.

A continuação se ilustra o total de horas lectivas da matriz actual e da nova proposta,


assim como o total de horas disseminadas pelos diversos domínios de conhecimento:

30

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Figura 2: Total de horas lectivas por cada ano académico

7. MELHORIA NA MATRIZ CURRICULAR PROPOSTA PARA O SEGUNDO CICLO DE FORMAÇÃO.

7.1. Actualidade e Abrangência

A tabela 8 sumariza a estrutura curricular do curso, mostrando o leque de disciplinas


abrangidas, o número de horas lectivas (distribuídas em horas teóricas, teórico-práticas e
práticas). A matriz curricular proposta caracteriza-se pela integração dos conteúdos, nas
diversas áreas da Engenharia Electrotecnica das disciplinas incluídas (ver tabela 5), assim
como pelos sólidos conhecimentos de base e complementares fornecidos pelas
disciplinas de outros domínios (ver tabelas 3 e 4). O gráfico 3 ilustra o reforço em termos de
horas lectivas dado ao novo ciclo não apenas nas disciplinas profissionalizantes más
também nos domínios da matemática, física, e na língua inglesa.

O gráfico 1 mostra o total de horas lectivas por cada ano académico, o qual demostra a
diminuição de horas lectivas nos últimos anos (3º e 4º anos), com um aumento no 5º ano
para permitir um desenvolvimento apropriado do Projecto de Fim de curso e o Estágio
Supervisionado. Esta nova distribuição representa uma melhoria sobre a matriz actual, na
qual o número de horas lectivas no 5º ano inclui sete disciplinas mais o Projeto de Fim de

31

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Curso, o que não permite aprofundar nos temas tratados pelos estudantes numa boa
qualidade do trabalho (vide gráfico 2)

7.2. Flexibilidade

A flexibilidade corresponde à capacidade de adaptar-se a situações novas surgidas


durante a execução de planos, antecipa mudanças, desde as esperadas até as
imprevistas. Esse princípio norteia a organização e o planeamento pedagógico da
Instituição e ganha concretude em diferentes momentos.

As disciplinas do curso foram pensadas visando articulação entre as mesmas, de modo


que possam convergir para a formação geral do profissional. A flexibilização no curso de
Engenharia Eléctrotecnica ocorre pela integração entre as actividades de ensino,
pesquisa e extensão, pelas actividades de estágio e trabalho de conclusão de curso, pela
interação com profissionais do sector, pelas disciplinas optativas e os projectos
interdisciplinares. As disciplinas optativas permitem incorporar mais rapidamente novos
conteúdos ao curso

7.3. Interdisciplinaridade

Entende-se por interdisciplinaridade a integração de dois ou mais componentes


curriculares na construção do conhecimento. A interdisciplinaridade acontece mediante
actividades, avaliações, discussões, levantamento de problemas e equacionamento de
dúvidas e dificuldades, por exemplo, pode-se sugerir uma prova operatória, a qual
possibilite o levantamento de assuntos diversos, que perpassem saberes e conhecimentos
trabalhados e que articulem competências e habilidades desenvolvidas e requeridas no
curso.

À luz da missão do ISPTEC, dos seus objectivos e da missão do curso de Engenharia


Eléctrotecnica, o foco na estruturação curricular concentrou-se no desenvolvimento
integral do estudante, por meio de práticas pedagógicas voltadas à aplicação das
teorias aprendidas em sala de aula. As simulações das realidades profissionais contribuem
na formação do aluno, na medida em que o transporta da situação da sala de aula para
a vivência e experiência de um cotidiano real e multidisciplinar. A prática da
interdisciplinaridade possibilita aos alunos maior abertura e compromisso consigo e com o

32

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outro, de forma reflexiva e transformadora, inserindo-os na realidade social, económica,
política, cultural e ambiental do mundo em que vivemos.

No curso de Engenharia Elétrotecnica do ISPTEC, a interdisciplinaridade é materializada


em projectos e/ou actividades interdisciplinares conduzidas no decorrer do curso, através
da análise teórica dos conhecimentos adquiridos como a sua construção como projectos
são produto da inter-relação de diversas disciplinas.

Portanto, estudos e actividades interdisciplinares serão propostos ao longo do curso por


diferentes disciplinas. Desta forma, além das actividades contempladas nas disciplinas
que proporcionam a problematização e contextualização do ensino, entendendo ser o
docente um agente indispensável na execução desta actividade, o Curso preocupa-se
com a realização de Projectos de prática interdisciplinar desde o primeiro semestre.

Actividades Complementares focarão, prioritariamente, a interdisciplinaridade e


contextualização do ensino.

7.4. Integração entre ensino, investigação e extensão

O Curso de Engenharia Elétrotecnica visa garantir a consolidação e articulação da tripla


ensino, investigação e extensão, fundamentalmente a partir da implementação de
projectos alinhados a matriz curricular, contribuindo a reafirmar que o Ensino Superior
como um dos factores de desenvolvimento dos cidadãos, dos profissionais, das
instituições, da sociedade e do Estado Angolano, como assente em [5].

Neste âmbito, a estrutura académica e administrativa que garante o bom funcionamento


do Curso de Engenharia Electrotecnica do ISPTEC, devem assegurar que projectos sejam
desenvolvidos, implantados e mantidos por estudantes, professores e outros envolvidos,
num ambiente real de produção, onde seja necessário para aplicar conhecimentos
adquiridos, investigar e inovar. Estes projectos deverão olhar para funções e
responsabilidades sociais da Instituição, valorizando os programas de extensão.

33

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8. METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A metodologia de ensino utilizada no curso contempla uma abordagem que integra os
elementos necessários ao processo de ensino-aprendizagem, estimulando o
desenvolvimento de habilidades, competências, atitudes e valores éticos, indispensáveis
ao processo de formação técnica, tecnológica e humana.

A estratégia pedagógica abrange técnicas individualizadas e colectivas, com a


utilização de aulas expositivas e dialogadas, estudos dirigidos, dinâmicas de grupo,
desenvolvimento de projectos, utilização de recursos audiovisuais e laboratoriais,
garantindo a participação activa do estudante neste processo. As estratégias de ensino-
aprendizagem podem ser assim caracterizadas:

I. Aulas dinâmicas, socializadoras e problematizadoras;


II. Professor como facilitador e gestor do processo;
III. Estudante como participante activo do seu processo ensino-aprendizagem,
observador, reflexivo e actor;
IV. Uso de métodos activos (solução de problemas que influenciam formação a estrutura
cognitiva o estudante);
V. Uso de instrumentos de multimídia variados e pertinentes;
VI. Uso de laboratórios.

As aulas dinâmicas são caracterizadas por:

I. Exposições orais dialogadas;


II. Debates;
III. Trabalhos individuais e em grupo (orais e escrito);
IV. Visitas técnicas;
V. Utilização do método do caso;
VI. Elaboração de projectos.

O acesso à internet e navegação pelos conteúdos providenciados está a transformar os


paradigmas de aquisição de conhecimentos. Esta transformação não pode ser ignorada
na definição das estratégias de ensino-aprendizagem dos cursos universitários
contemporâneos. Por isso, as estratégias pedagógicas na nova matriz curricular visarão

34

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enfatizar o papel do professor enquanto promotor e facilitador do processo de
aprendizagem, assim como uma participação mais activa do estudante no processo.

O envolvimento do formando no processo ensino-aprendizagem e a sua integração em


equipas de desenvolvimento de projecto com clientes reais proporciona a formação
profissional inter culturalmente competente, capaz de trabalhar em equipa,
comprometido com a responsabilidade e o desenvolvimento do país.

9. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Sendo a avaliação uma actividade pedagógica indissociável do ensino, destina-se a


apurar conhecimentos e competências adquiridas pelos estudantes o seu espírito crítico,
a capacidade de enunciar e de resolver problemas, bem como o seu domínio da
exposição escrita e oral. São admitidos nas provas de avaliação os estudantes inscritos
nas respectivas unidades curriculares no ano lectivo a que as provas dizem respeito,
segundo o Regulamento Geral do ISPTEC. Entendem-se por elementos de avaliação para
os estudantes do Curso de Engenharia Electrotecnica os seguintes elementos:

I. Provas escritas;
II. Trabalhos práticos;
III. Relatórios de Projectos;
IV. Defesa Orais;
V. Participação em Talleres, Seminários, Visitas Técnicas.
VI. Outros

A avaliação de cada unidade curricular pode incluir um ou mais instrumentos de


avaliação.

A classificação de cada estudante, para cada unidade curricular, traduz-se num valor
compreendido entre 0 e 20 valores. Sempre que a avaliação de uma unidade curricular
compreenda somente um elemento de avaliação (projecto) consideram-se aprovados os
estudantes que obtiverem a classificação final mínima de 10 valores, caso contrário a
avaliação seguirá as normas estabelecidas no Regulamento Geral do ISPTEC.

35

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10.ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO – APRENDIZAGEM

A organização do trabalho académico como actividade que reúne diferentes actores é


influenciada por esta diversidade de abordagens, concepções, interesses e até valores.
Surgem assim a necessidade de construir acordos para sinalizar as decisões que são
tomadas, sem os quais pode-se comprometer a eficácia do trabalho planeado. A
avaliação do ensino-aprendizagem como uma categoria constitutiva do trabalho
pedagógico com alta força indutora nas formas de agir dos actores escolares merece
atenção especial visando entender e expor seu modus operandi, dentro e fora da sala de
aula, dentro e fora da escola (Sordi e Lucke, 2009, p.314).

10.1. Avaliação do Formando

I. A verificação do rendimento acadêmico será feita através das estratégias e


instrumentos assinalados na secção 8;
II. O desempenho verificado nas actividades contínuas de cada disciplina ou unidade
curricular, deve ser atribuído uma classificação (p.e. uma nota e está nota deve variar
de 0,0 à 20,0, podendo ser fraccionada);
III. Durante o semestre lectivo, o formando receberá duas notas parciais, sendo que a
aprovação em uma determinada disciplina ou unidade curricular se dá por uma
média final;
IV. A média final será calculada de acordo ao modelo institucional, com excepção das
disciplinas de carácter prático (para estas, o exame é substituído com a defesa de um
projecto em que ficar em arquivo o relatório e o respectivo produto, se for
procedente).

Critérios de Aprovação / Reprovação

1. Considera-se aprovado na disciplina ou unidade curricular, por média, o formando que


tiver igual ou superior a 10 valores, de acordo a seguinte fórmula:

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame

Onde:

36

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RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua;
PP- média da avaliação das provas parcelares;

2. Em caso de reprovação o estudante é submetido a um exame de recurso, aprova o


formando que tiver a média igual ou superior a 10 valores, a média é calculada de
acordo a seguinte fórmula:

RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso

3. Em caso de reprovação no recurso, o estudante repete a disciplina ou unidade


curricular no ano lectivo seguinte e no respectivo semestre.
4. Os critérios anteriores podem ser ajustados de acordo as necessidades pedagógicas.

10.2. Apoio ao Discente

1. O curso define tutoria de turma para docentes específicos para melhor


acompanhamento dos discentes;
2. O curso organiza palestras, formação complementar, etc., como apresentado nos
objectivos específico, para formar e apoiar o discente durante a sua formação;
3. O curso disponibiliza ainda aulas de apoio e atendimento ao discente de acordo ao
programa institucional.

10.3. Avaliação do Docente

A avaliação de desempenho do docente é um processo desenvolvido todos os semestres


lectivos e aplicado para todos os professores que desenvolvem actividades de ensino
naquele período e tem como foco a melhoria contínua dos processos de ensino e
aprendizagem, sustentada na missão, visão e valores do Instituto Superior Politécnico de
Tecnologias e Ciências (ISPTEC).

São objectivos da avaliação docente no ISPTEC:

I. Conhecer o perfil e o grau de cumprimento da política educacional estabelecida na


instituição;

II. Contribuir para a melhoria da prática pedagógica do docente;

37

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III. Contribuir para a valorização do trabalho e da profissão do docente;

IV. Identificar as necessidades de formação do pessoal docente;

V. Promover o trabalho de cooperação entre os docentes;

VI. Propiciar um processo de acompanhamento e supervisão da prática docente;

VII. Promover a responsabilização do docente no exercício da docência.

Os docentes do Departamento em Engenharias e Tecnologias (DET) no qual se enquadra


o Curso de Engenharia Civil são avaliados através de quatro dimensões:

I. Avaliação do Docente pelos Discentes regularmente matriculados na (s) disciplina (s)


lecionadas pelo docente;

II. Autoavaliação realizada pelo próprio docente;

III. Avaliação dos docentes feitos pelos Coordenadores e Chefes de Departamentos


(Unidade Orgânica) da vinculação do docente;

IV. Avaliação baseada no Índice de desempenho dos estudantes nas disciplinas


leccionadas pelos docentes que leva em consideração a carga horária, número de
turmas lecionadas e notas dos estudantes.

11.INFRAESTRUTURA

11.1. Sala de Professores e Sala de Reuniões

Todos os professores da Instituição concentram-se numa sala colectiva, com gabinete e


computador por cada docente. Existem ainda duas salas exclusivas para reuniões. As
salas possuem a comodidade necessária para o desenvolvimento dos trabalhos.

11.2. Coordenação do Curso

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A Coordenação do Curso de Engenharia Electrotecnica compartilha uma área de 35m2
com a Coordenação do Curso de Engenharia Mecanica. A sala dos coordenadores é
composta ainda pelas respectivas Secretárias dos Cursos, onde são desenvolvidos as
actividades de planeamento do curso e atendimento individual ao estudante. O espaço
possui boa iluminação e ventilação natural, climatizado com os seguintes suportes:

I. (4) Mesas;
II. (4) Cadeiras;
III. (4) Computadores ligados à rede;
IV. (4) Aparelhos de Telefones;
V. (1) Impressora multifunção (scanner e fotocopiadora);
VI. (1) Estante com gavetas;
VII. (2) Aparelhos de ar-condicionado;
VIII. (3) Cadeiras para visitas.

Sala de Reuniões da Coordenação

No interior de cada Sala das Coordenações existe uma sala de 15 m 2 que serve de sala
de reunião e arquivo para documentos da Coordenação e possui:

I. (1) Mesa;
II. (4) Cadeiras;
III. (2) Estantes de seis (6) compartimentos;
IV. (1) Estante com duas divisórias de três compartimentos cada;
V. (1) Armário para arquivos com dois compartimentos;
VI. (1) Aparelho de ar condicionado.

Copa

É uma área de serviço de apoio que oferece café, água e outros, e se encontra
composta da seguinte estrutura:

I. (1) Máquina de fazer café;


II. (1) Bebedouro;

39

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III. (1) Frigorífico;
IV. (1) Armário de parede;
V. (1) Mesa de apoio;
VI. (2) Cadeiras.

11.3. Salas de Aula

As salas estão distribuídas nos blocos por período e por ano. A distribuição para o Curso
de Engenharia Electrotecnica é a seguinte: 1º Ano de Manhã funciona no bloco A, 2º Ano
manha no bloco D, 3º e 4ª Ano Manhã no bloco Administrativo, 1º Ano tarde no bloco A.

Características das Salas de Aula:

Bloco A e D

I. (2) Aparelhos de ar condicionado;


II. (1) Quadro branco grande;
III. (1) Quadro de cortiço;
IV. (1) Projector Multimídia (data show);
V. (1) Tela de projecção;
VI. (1) Mesa e cadeira para professor;
VII. (45) Mesa para estudantes;
VIII. (45) Cadeira para estudantes;

Bloco Administrativo

I. (2) Aparelhos de ar condicionado;


II. (1) Quadro branco grande;
III. (1) Quadro de cortiço;
IV. (1) Projector Multimídia (data show);
V. (1) Tela de projecção;
VI. (1) Mesa e cadeira para professor;
VII. (30) Mesa para estudantes;
VIII. (30) Cadeiras para estudantes.

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11.4. Biblioteca

A política de aquisição e expansão do acervo físico e digital da biblioteca do ISPTEC


prioriza a compra do material bibliográfico básico de acordo comos programas das
disciplinas. Atende as propostas pedagógicas dos cursos, tendo uma proporção, para as
bibliografias básicas de 1 exemplar para cada 10 estudantes do curso. A biblioteca possui
actualmente em seu acervo um total de 20.000 exemplares.

A mesma apresenta a seguinte estrutura:

PISO - 0

1. Sala de guarda volumes;


2. Sala de leitura com acesso livre (Ciências Sociais).

PISO - 1

1. Sala de leitura com acesso livre (Engenharia);


2. Laboratório de informática com capacidade para 60 computadores.

PISO - 2

1. Salas de estudos individuais;


2. Sala de periódicos (jornais, revistas e literatura livre).

11.5. Laboratórios Profissionalizantes

O desenvolvimento do ensino de engenharia encontra em seus pressupostos


metodológicos a importância de aliar teoria à prática para possibilitar o desenvolvimento
do estudante, habilitando-o ao exercício de sua profissão [6].

Os Laboratórios são infraestruturas indispensáveis no Curso de Engenharia Electrica uma


vez que o estudante alinha a teoria e a prática implementando assim os conceitos,
tecnologias e ferramentas abordados na teoria. Os laboratórios são ainda espaços que
oferecem aos estudantes ambiente propício e condições para implementarem e criarem
soluções, auto criação e crítica das iniciativas particulares bem como iniciativas do curso

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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


com projectos reais para oferecem soluções a necessidades da Instituição, externas bem
como sociais.

O curso tem em funcionamento oito laboratórios profissionalizantes:

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

LABORATÓRIO DE QUÍMICA EXPERIMENTAL

LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL I

LABORATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL II

LABORATÓRIO DE ELECTRÔNICA E CIRCUITOS ELÉCTRICOS

LABORATÓRIO DE ELECTROMAGNETISMO E COMUNICAÇÕES

LABORATÓRIO DE MÁQUINAS E MEDIDAS ELÉCTRICAS

LABORATÓRIO DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES

LABORATÓRIO DE ELECTRÖNICA DE POTÊNCIA

LABORATÓRIO DE INTALAÇÕES ELÉCTRICAS

12.REFERÊNCIAS DE PLANOS CURRICULARES ANALISADOS PARA A REFORMULAÇÃO DA MATRIZ


CURRICULAR

 SEATTLE UNIVERSITY ELECTRICAL ENGINEERING www.seattleu.edu/scieng/ece

 ELECTRICAL ENGINEERING AT THE PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY


http://www.ee.psu.edu/undergraduate/

 THE UNIVERSITY OF EVANSVILLE

 https://www.evansville.edu/

 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC

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 http://www.uesc.br/

 UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA

 http://www.unilab.edu.br/

 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

 Universitário Salesiano de São Paulo UNISAL

 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

 UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE FACULDADE DE ENGENHARIA

 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

 Universidade Nova de Lisboa- Faculdade de Ciências e Tecnologia

 Universidade Agostinho Neto

ANEXO – PROGRAMAS ANALÍTICOS

1º ANO –1º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
ENGENHARIA CÁLCULO DIFERENCIAL E 1º 1º 6
Electrotécnica INTEGRAL I

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 90 HORAS
43

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Elaborado por: Walter Pedro; Francisco Gil; Aléxis Trujillo; Luís Santos 06 /06/ 2015

EMENTA
Funções Reais, Equações e gráficos. Funções inversas. Função logarítmica e exponencial,
funções trigonométricas inversas. Limites e continuidade. Derivada: Recta tangente,
coeficiente angular, definição de derivada, Continuidade de funções deriváveis.
Aplicações da derivada: Velocidade, taxa de variação, diferenciais. Regras de
derivação, Regra da cadeia, Funções implícitas. Funções paramétricas. Teorema do
Valor médio. Regra de L’Hospital-Bernoulli. Análise e Comportamento da função:
Funções crescentes e decrescentes, máximo e mínimos, concavidade, pontos de
inflexão, Assímptotas e esboço de gráficos de funções. Problemas de máximos e mínimos.
Integrais Indefinidas

OBJECTIVOS
Desenvolver no aluno:

 O interesse pela busca de novas ideias e novos métodos de resolução de


problemas;
 A capacidade de analisar, relacionar, comparar, classificar, ordenar, sintetizar,
avaliar, conceituar, generalizar, deduzir, julgar e criar;
 Condições de dominar os métodos básicos de soluções de problemas referentes
às funções, limites e processo de derivação;
 Noções gerais de matemática com ênfase no cálculo diferencial e integral
auxiliando-o no seu desenvolvimento intelectual e profissional para que o mesmo
atue na área de engenharia.
 Fixar e apreender os conceitos estudados para aplicá-los com segurança nas
disciplinas de Matemática que aparecerão ao longo do curso.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO I. Funções
1. Definição
1.1. Domínio e contradomínio e Imagem.
1.2. Representação de Funções
1.3. Operações com Funções
1.4. Representação gráfica
1.5. Tipos e Classificação

CAPÍTULO II. Limites e Continuidade


2.1. Noção intuitiva
2.1.1. Definição.
2.1.2. Teoremas (propriedades).
2.3 Limites Laterais.
2.4. Cálculos de limites (levantamento de indeterminação)
2.5. Limites infinitos e no infinito.
2.6. Limites fundamentais
2.7. Continuidade
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CAPÍTULO III. Derivada
3.1. Reta tangente
3.1.1 Definição.
3.1.2. Equação da recta Tangente.
3.2. Derivada de uma Função num ponto.
3.3. Derivadas de uma Função.
3.4. Continuidade de Funções Deriváveis.
3.5. Regras de derivação. Tabela de derivada.
3.5.1. Derivada de função composta (regra da cadeia).
3.5.2. Derivada de função Inversa.
3.5.3 Derivada de Função elementares.
3.5.4. Derivadas sucessivas.
3.5.5. Derivação implícita.

3.5.6. Derivada de uma Função na forma paramétrica.

CAPÍTULO IV. Aplicações da Derivada


4.1. Regra de L'Hospital.
4.2. Taxa de variação
4.3. Teoremas da derivada: Teorema de Rolle e do Valor Médio
4.4. Análise do comportamento de funções:
4.5. Esboço de gráficos.
4.6. Diferencial

CAPÍTULO V. Introdução a Integração


5.1 Integral Indefinida
5.2 Técnicas de Integração

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
1. FLEMMING, D. M. e GONÇALVES, M. B.. Cálculo "A", 5ª ed. São Paulo: Makron
Books. 2001.
2. KUELKAMP, N.. Cálculo I. Florianópolis: Editora da UFSC. 1999.
3. LARSON, Hostetler & Edwards; Cálculo, Vol. 1, 8ª edição, McGraw-Hill
Interamericana, 2006.
4. LEITHOLD, L.. O Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. São Paulo: Harbra. 1977.
5. STEWART, J.. Cálculo, v. 1. Pioneira Thompson Learning, 2002.
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6. GERALDO AVILA, Cálculo das Funções de uma variavel, Volume 2, 7ª Edição
7. -W.A. GRANVILLE, P. F. Smith, W. R. Longley,Elementos de Cálculo Diferencisal e
Integral.
8. HOFFMANN, Gerald L. Bradley Cálculo, Um curso moderno e suas aplicações, 10ª
Edição, Laurence D.
9. ALEX Himonas, Alan Howard, Cálculo, conceitos e Aplicações,
10. MEDEIROS, Cálculo Básico para cursos superiores,
11. SWOKOWSKI, E. W.. Cálculo com Geometria Analítica, v.1. (2a. ed.), Makron Books
São Paulo, 1995.
12. EDWARD, C. H. & PENNEY, D. E.. Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. Rio de
Janeiro: Editora Prentice - Hall do Brasil Ltda. 1987.
13. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Porto Alegre: Lopes da
Silva.Vol.1,1997
14. Demidovitch Problemas e Exercícios de Analise Matemática. Editora Mir, 1977

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
ENGENHARIA ÁLGEBRA LINEAR E 1º 1º 6
Electro0tecnica GEOMETRIA ANALÍTICA

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 90 HORAS
Elaborado por: Paulo Kaminda, Cláudio Bernardo, Luísa Veja, Pedro 15/08 /2015
Lemba

EMENTA
Vetores. Dependência Linear. Bases. Produto Escalar. Produto Vetorial. Produto Misto.
Coordenadas Cartesianas. Retas e Planos. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares.
Determinantes. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Autovalores e Autovetores.
Formas Quadráticas. Cônicas e Quadráticas.

OBJECTIVOS
Desenvolver no aluno:

 Formar um engenheiro abrangente e com forte conhecimentos técnico científico,


capaz de enfrentar com competência os desafios no âmbito das Engenharias.
 O interesse pela busca de novas ideias e novos métodos de resolução de
problemas;
 A capacidade de analisar, relacionar, comparar, classificar, ordenar, sintetizar,
avaliar, criar conceitos, generalizar, deduzir e julgar;
 Proporcionar ao aluno condições de dominar os métodos de solução de
problemas matemáticos: auxiliando-o no seu desenvolvimento intelectual e
profissional para que o mesmo actue na área da engenharia

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPITULO I: MATRIZES E SISTEMAS
1. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares
1.1. Matrizes: álgebra matricial e tipos especiais de matrizes;
1.2. Sistemas de equações lineares e o método de eliminação;
1.3. Operações elementares e linha-equivalência;
3.4. Matrizes a forma em escada e caracteristica de uma matriz;
3.5. Discussão de sistemas lineares;
3.6. Matrizes elementares e matrizes inversíveis;
3.7. Determinante: definição;
3.8. Determinantes: propriedades e aplicações;
CAPITULO II: VETORES NO PLANO E NO ESPACO
1. Vetores em R2 e R3, Noção Geométrica
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1.3. Vetores: definição, adição, multiplicação por escalar, ângulo e norma;
1.4. Paralelismo e perpendicularidade entre dois vectores;
1.5. Produto escalar;
1.7. Produto vetorial;
1.8. Produto misto.
CAPITULO III: ESTUDO DA RECTA E DO PLANO EM R3
2. Retas e Planos
2.1. Coordenadas cartesianas;
2.2. Equações de uma reta;
2.3. Ângulo entre duas retas;
2.7. Distância de um ponto a uma reta;
2.8. Distância entre duas retas;
2.4. Equação do plano;
2.5. . Ângulo entre dois planos;
2.6. Distância de um ponto a um plano;
2.9. Interseção de planos.
CAPITULO IV: ESPACOS VETORIAIS
4. Espaços Vetoriais
4.1. Espaço euclidiano Rn e outros espaços vetoriais (exemplos);
4.4. Subespaços;
4.5. Dependência e independência linear;
4.6. Bases e dimensão;
4.9. Normas de vetores;
4.10. Produtos internos e ortogonalidade.
CAPITULO V: TRANSFORMACOES LINEARES
5.1. Definições e exemplos;
5.2. Núcleo de imagem;
5.3. Álgebra das transformações;
5.4. Matrizes de uma transformação linear;
5.5. Normas de matrizes;
5.6. Operadores lineares;
5.7. Operadores lineares inversíveis;
5.8. Matrizes e transformações de semelhança (ou similaridade);
5.10. Matrizes e operadores ortogonais, exemplos.

CAPITULO VI: AUTOVALORES E AUTOVETORES


6.1. Definições e exemplos;
6.2. Polinômio característico;
6.3. Diagonalização de matrizes;
6.4. Diagonalizaçao de matrizes simétricas (transformação unitária decomposição de
Schur ou Forma Canônica).
CAPITULO VII: CONICAS E QUADRICAS
7. Cônicas e Quádricas
7.1. Cônicas: definições geométricas e equações reduzidas;
7.2. Formas quadráticas em R2 e a classificação das cônicas;
7.3. Superfícies quádricas: definições geométricas e equações reduzidas;
7.4. Formas quadráticas em R3 e a classificação das quádricas

AVALIAÇÃO
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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 FERREIRA, Manuel Alberto P. Álgebra Linear II – Espaços vetoriais e Geometria Analítica.
Edições Sílabo, 1998.
 STEINBRUCH, A - WINTERLE, P. Algebra Linear, Makron Books, São Paulo, 1987

 LARSON, Roland. Cálculo com Geometria Analítica. 5 Ed. V2, Rio de janeiro, LTC, 1998
 STEINBRUCH, Alfredo - WINTERLE, Paulo; Geometria Analítica. Editora Pearson. São Paulo,
2006
 LAY, David C. Álgebra Linear e suas aplicações. 2º Edição. LTC. Rio de Janeiro, 1999
 FERREIRA, Manuel Alberto P.; Exercícios de Álgebra Linear II – Espaços vetoriais e
Geometria Analítica. Edições Sílabo, 1998
 REIS, Genésico Lima dos, Geometria Analítica. 2 Ed., Rio de Janeiro, LTC, 1996

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia INTRODUÇÃO À 1º 1º 2
Electrotécnica ENGENHARIA
ELÉTROTÉCNICA

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: Karl Krusch 11/03/ 2016

EMENTA
Engenharia Electrotécnica: contexto histórico; definição; conceitos básicos da
Electricidade; Áreas de actuação do Engenheiro; O Engenheiro e a sociedade; O
processo de formação do Engenheiro Electrotécnico; criatividade na engenharia;
pesquisa tecnológica; Informática e Engenharia Electrotécnica; projecto em Engenharia
Electrotécnica: modelagem, especificação, restrições, análise, alternativas de solução,
simulação, optimização, decisão, comunicação; pesquisa Tecnológica.

OBJECTIVOS
Prover ao estudante da Engenharia Electrotécnica informações sobre o Instituto
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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Politécnico e sobre a profissão de engenheiro.

Motivar e prepara o estudante para o curso de Engenharia Electrotécnica no ISPTEC.

Dar informações gerais sobre Electricidade.

Desenvolver a visão de área de actuação, do mercado de trabalho, e panorama


actualizado da engenharia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências:
Recursos disponíveis aos alunos; Propósitos gerais e organização da disciplina; O
Curso de Engenharia Eléctrotecnica; Estrutura geral do Curso
2. Definição e Historia das Engenharias, Relação Engenharia Eletrotécnica –
Matemática, Ciências, Definição da Engenharia Eléctrotecnica, Como estudar
Engenharia Eléctrotecnica
3. Definições e fenómenos básicos da Electricidade, como: Intensidade de
Corrente, Tensão Eléctrica, Lei de Ohm, Leis de Kirchhoff, Magnetismo, Corrente
alterna e componentes electricos (Condensadores, Bobinas, Diodos e Transistores)
4. Áreas de Actuação do Engenheiro Electrotecnico (Geração, Transmissão e
Distribuição da Energia eléctrica; Electrónica, Micro Electrónica;
Telecomunicações; Tecnologia e sistemas de informação; Controle e Automação
de Processos; Eléctrica Industrial e Predial; Engenharia Biomédica)
5. Pesquisa Tecnológica, Projectos da Engenharia Eléctrotecnica (Exemplos)

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:

BAZZO, Walter António; Teixeira do Vale Pereira, Luiz. Introdução à Engenharia.


Florianópolis: Editora da UFSC, 6. edição 2004

COMPLEMENTAR:

Cancela Meireles, Vítor; Circuitos Eléctricos, Lidel – edições técnicas, lda, Lisbõa, 4.

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Edição, 2007

Schwarz, Steven, E.; Oldham, William, G.; Electrical Engineering: An Introduction, Saunders
College Publishing, Fort Worth, 2. Edition, 1993

Huges; Electrical and Electronic Technology, Pearson Education, Essex, 10. Edition, 2008

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia INGLÊS I 1º 1º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: Sansão Silva xx/xx/ 2015

EMENTA
Introdução de questões e estratégias gramaticais que favoreçam a aprendizagem geral
da língua inglesa.

OBJECTIVOS
Aprender e consolidar questões gramaticais para compreender e ter bases solidas da
língua inglesa (General English/Elementary level II). Atingir um nível elementar de leitura e
compreensão de textos preparados e nivelados.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Personal pronouns;
2. Plural;
3. Demonstrative pronouns;
4. Basic modal verbs;
5. General prepositions;
6. General vocabulary;
7. Present Simple;
8. Past Simple;
9. Present continuous;
10. Count & Uncountable nouns;
11. Comparatives & Superlatives;
12. Have & Have got;
13. Future forms;
14. Infinitive of purpose;
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15. Question forms;
16. Adjectives & Adverbs;
17. Present Perfect;
18. Easy reading,
19. Oral presentations;
20. General writing

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:

1. SOARS, John e Liz, Student’s, New Headway: exercise, teacher’s book. 3 rd Ed.
Oxford University Press, 2008
2. SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Grammar Practice book (How English Works),
Oxford University Press, 2008
3. SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Oxford English Grammar Course (Basic),
Oxford University Press, 2011
4. BINGHAM, Celia. Technical English 1. Course book. Pearson, England 2008.
5. IBBOTSON, Mark. Cambridge English for Engineering. Oxford University Press, 2008.

COMPLEMENTAR:

1. Advanced Oxford Dictionary, Oxford University Press, 2009


2. MURPHY, Raymond. English grammar in use: a self-study reference and practice
book for elementary students with answers. 2a ed., Cambridge, Cambridge
University Press, 2004

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia DESENHO TÉCNICO 1º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Pedro Moreira, Pedro Lemba e José João 06/07/2015

EMENTA
Aplicação do desenho nas Engenharias. Normas. Traçado à mão livre. Escalas.
Formatos das folhas. Tipos de linhas e suas aplicações. Técnicas de desenho com
instrumentos. Projeções ortogonais, cotagem, cortes e seções. Perspectivas.

OBJECTIVOS
Fazer com que o estudante consiga interpretar e desenhar traçado a mão
livre,em perspectivas axonométricas e de representação de vistas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO I: Introdução ao desenho técnico (2 Horas)
1.1 Introdução
1.2 O desenho como meio de comunicação
1.3 Desenho técnico e desenho artístico
1.4 As normas associadas ao desenho técnico

CAPÍTULO II: Aspectos gerais do desenho técnico (8 Horas)


2.1 Introdução
2.2 Letras e algarismos
2.3 Linhas convencionais
2.4 Folhas de desenho
2.4.1Formatos
2.4.2 Dobragem dos desenhos
2.5 Margens e Esquadria
2.6 Legenda
2.6.1 Localização da legenda
2.6.2 Conteúdo da legenda
2.7 Escalas
2.8 Desenho a mão livre

CAPÍTULO III: Projeções Ortogonais (16 Horas)


3.1 Introdução

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3.2 Método Europeu e método Americano
3.4 Classificação das projecções geométricas planas (PGP)
3.4.1 Projecção paralela ou cilíndrica
3.4.2 Projecção central ou cónica
3.5 Representação em múltiplas vistas
3.5.1 Projecção em 6 planos
3.5.2 Projecção em 3 planos

CAPÍTULO IV: Cotagem (8 Horas)


4.1 Introdução
4.2 Aspectos gerais da cotagem
4.3 Elementos da cotagem
4.4 Inscrição das cotas nos desenhos
4.5 Orientação das cotas
4.6 Critérios de cotagem
4.6.1 Cotagem em série
4.6.2 Cotagem em paralelo
4.6.3 Cotagem de elementos equidistantes
4.6.4 Cotagem de elementos repetidos
4.6.5 Cotagem de chanfros e furos escareados

CAPÍTULO V: Cortes e secções (12 Horas)


5.1 Introdução
5.2 Modos de cortar as peças
5.3 Regras gerais em cortes
5.4 Corte por planos paralelos ou concorrentes
5.5 Cortes em desenhos de conjuntos de peças
5.6 Secções

CAPÍTULO VI: Perspectivas (14 Horas)


6.1 Introdução
6.2 Perspectiva Isométrica
6.3 Perspectiva cavaleira
6.4 Perpectiva militar

6.5 Perspectiva dimétrica

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

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BIBLIOGRAFIA
 Arlindo Silva, Carlos Ribeiro, João Dias e Luís Sousa, Desenho Técnico Moderno, 5ª
Edição, Editora LIDEL, ISBN 972-757-337-1, 2005.
 L. Veiga da Cunha, Desenho Técnico, 11ª Edição, Fundação Calouste
Gulbenkian.
 Simões Morais, Desenho Técnico Básico, Vol. III, Porto Editora.

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia PRODUÇÃO E 1º 1º 2
Electrotécnica INTERPRETAÇÃO DE
TEXTOS

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: xx/xx/ 2015

EMENTA
Textos expositivos e argumentativos, Regência verbal, Formas de tratamento
pessoal, Introdução, desenvolvimento e conclusão Regência verbal ,
Introdução, desenvolvimento e conclusão, Sinais de pontuação, Acentuação
gráfica das palavras.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina, o aluno deverá ser capaz de:

1. Elaborar e estruturar textos variados, distinguindo suas características


e seus elementos constitutivos.
2. Elaborar e interpretar mensagens orais e escritas, produzidas em
diferentes contextos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1-Textos de natureza variada: informativos, explicativos/expositivos e argumentativos
1.1-leitura de textos;
1.2-Interpretação de textos;
1.3-Estrutura textual: Introdução, desenvolvimento e conclusão;
1.4- Coerência e coesão textual;
1.5-Conectores do discurso;
1.6-Acentuação gráfica das palavras
1.6.1-Sinais de pontuação
1.6.2- Aspectos gramaticais contextualizados
1.6.3-Tempos e modos verbais: indicativo vs conjuntivo;
1.6.4-Discurso directo e indirecto;
1.6.5 – Os pronomes e a sua colocação na frase;
1.6.6 – Formas de tratamento pessoal
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1.6.7-Flexão em género e número
1.6.8-Regência verbal

2- Redacção de comentário:
2.1-Estrutura interna;
2.2-Posição crítica em relação ao tema;
2.3- Desenvolvimento de opinião pessoal acerca de temas de cultura geral.

3- Textos utilitários: intenção/objectivo comunicacional de cada estrutura textual;


3.1 – O requerimento;
3.2 – As cartas de candidatura espontânea e de resposta a anúncios;
3.3 – Currículum Vitae
3.4 – A acta;
3.5- O relatório de observação.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 ARRUDA, Lígia. Gramática de Português Língua Não Materna. Porto: Porto Editora,
200
 AZEREDO, M. Olga; PINTO, M. Isabel; LOPES, M. Carmo. Da Comunicação à
Expressão – Gramática Prática de Português. Lisboa: Lisboa Editora, 2009.
 CUNHA, Celso. Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa, 2006.
 DUARTE, Inês. O Conhecimento da Língua: Desenvolver a Consciência Linguística.
Lisboa: Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, 2007.
 FERNANDES, Cidália; CAMPOS, Ângela. Resumir é fácil. Lisboa: Plátano Editora, 2003.
 _______,Dicionário da Língua Portuguesa. Porto: Porto Editora, 2011.
 GOMES, Álvaro. Gramática Pedagógica E Cultural da Língua Portuguesa. Porto:
Edições Flumen/Porto Editora, 2009.
 GRAMÁTICA Moderna da Língua Portuguesa, Editora escolar, 2012.
 GRAMÁTICA Moderna da Língua Portuguesa: Exercícios, Editora escolar, 2012.
 MOREIRA, Vasco; PIMENTA, Hilário. Gramática De Português - 3.º Ciclo do Ensino
Básico e Ensino Secundário. Porto: Porto Editora, 2013.
 MOURA, José de Almeida. Gramática Do Português Actual. Lisboa: Lisboa Editora,
2003.
 OLIVEIRA, Fátima; Duarte, Isabel Margarida (orgs.), Da Língua e do Discurso. Porto:
Campo de Letras, 2004.
 REI, Esteves J Curso de Redacção I. Porto Editora, 2007.

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 SOUZA, Ana Cláudia .Prática de Leitura E Produção de Texto. Curso de Língua
Portuguesa para Universitários. Criciúma: UNESC, 2001.
 MIGUEL, Maria Helena e ALVES, Maria Antónia, Convergências.Lda, 2008
 NASCIMENTO, Zacarias e PINTO, José Manuel de Castro, A Dinâmica da Escrita.
Plátano Editora, 2006.
 _______,Dicionário da Língua Portuguesa. Porto: Porto Editora, 2011.

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia QUÍMICA GERAL 1º 1º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 90 HORAS
Elaborado por: xx/xx/ 2015

EMENTA
Estrutura da matéria (constituição do átomo). Periodicidade química. Ligações
químicas. Funções químicas inorgânicas. Reacções químicas e estequiometria.
Soluções e equilíbrio químico. Teorias ácido-base.

OBJECTIVOS
Capacitar o aluno na elaboração de conceitos interrelacionados que lhe possibilitam
o desenvolvimento de um raciocínio químico dedutivo. Este raciocínio deve leva-lo à
uma melhor compreensão dos processos naturais, industriais, agrícolas e tecnológicos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAP.I – ESTRUTURA ATÓMICA (10 HORAS)
1.1 Teorias atómicas
1.1.1 Estrutura atómica de acordo com o modelo da Mecânica Quântica.
1.2 Orbital atómico.
1.3 Números quânticos.
1.3.1 Número quântico principal.
1.3.2 Número quântico secundário.
1.3.3 Número quântico magnético.
1.3.4 Número quântico spin.
1.4 Configurações electrónicas.
1.4.1 Regras e princípios de enchimento de orbitais atómicos.
1.4.1 Princípio de Aufbau.
1.4.2 Princípio de exclusão de Pauli.
1.4.3 Regras de Hund ou de máxima multiplicidade.
1.4.4 Iões, Isótopos, isóbaros, isótonos e isoelectrónicos.
1.5 Propriedades periódicas.
1.5.1 Raio atômico.
1.5.2 Raio iónico.
1.5.3 Energia de ionização.
1.5.4 Electroafinidade.
1.5.5 Electronegatividade.
1.5.6 Carácter metálico.

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CAP. II – LIGAÇÕES QUÍMICAS (10 HORAS)
2.1 Ligações Químicas. Regra do Dueto e Regra do Octeto.
2.2 Tipos de ligações Químicas.
2.2.1 Ligação Iónica.
2.2.2 Ligações covalentes. Teoria da ligação de valência. Geometria Molecular: Teoria
da Repulsão dos Pares Electrónicos da Camada de Valência.
2.2.3 Ligação metálica.
2.3 Polaridade da ligação.
2.3.1 Ligacão polar e apolar.
2.3.2 Momento dipolar
2.4 Ligações Intermoleculares.
2.4.1 Ligações dipolo-dipolo.
2.4.2 Ligações por pontes de hidrogênio.
2.4.3 Forças de Van der Waals.
2.4.4 Relação entre as ligações e as propriedades das substâncias.

CAP. III – REACÇÕES QUÍMICAS E ESTEQUIOMETRIA (14 HORAS)


3.1 Nomenclatura de compostos.
3.2 Conceitos gerais de reacções químicas.
3.3 Acerto de equações químicas.
3.4 Tipos de reacções químicas.
3.4.1 Reacções de simples troca.
3.4.2 Reacções de dupla troca.
3.4.3 Reacções de síntese.
3.4.4 Reacções de decomposição
3.4.5 Reacções ácido-base
3.4.6 Reacções de oxidação e redução.
3.5. Conceitos básicos de estequiometria.
3.5.1 Massa atómica.
3.5.2 Massa molecular.
3.5.3 Massa molar.
3.5.4 Volume molar.
3.5.5 Conceito de mole e Número de Avogrado.
3.6 Principais leis das transformações químicas.
3.6.1 Lei da conservação da massa (Lavoisier).
3.6.2 Lei da proporção definida (Proust).
3.7 Cálculos estequiométricos.
CAP. IV – SOLUÇÕES (16 HORAS)
4.1 Conceito de soluções.
4.1.1 Soluto e solventes.
4.2 Tipos de soluções.
4.2.1 Solução saturada.
4.2.2 Soluções não saturada.
4.2.3 Soluções sobressaturada
4.3 Concentração de soluções e formas de expressa-las: unidades de concentração.
4.4 Preparação de soluções: dissolução, diluição e mistura de soluções.
4.5. Solubilidade.

60

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4.5.1 Regras de Solubilidade.
4.5.2 Efeito da temperatura na solubilidade das substâncias.
4.5 Equilíbrio químico. Conceitos gerais.
4.5.1 Principio de Le Châtelier. Factores que afectam o estado de equilíbrio de um
sistema.
4.6 Propriedades coligativas.
4.6.1 Lei de Raoult.
4.6.2 Elevação Ebulioscópica.
4.6.3 Depressão Crioscópica.
4.6.3 Pressão de Vapor e Pressão Osmótica.

CAP. V – TEORIA ÁCIDO – BASE (10 HORAS)


5.1 Electrólitos fortes e fracos.
5.2 Teorias ácido base. Conceitos gerais.
5.2.1 Teoria ácido base segundo Bronsted – Lowry.
5.2.3 Teoria ácido base segundo Lewis.
5.3 Equilíbrio iónico da água.
5.3.1 Equilíbrio de transferência de protões.
5.4 Força de ácidos e bases.
5.5 Conceito pH e pOH. Escala pH.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 Mohan Meyers; Química um curso universitário; 4ª edição.
 Russel; Química Geral; 2ª edição, volume 1 e 2.
 Raymond Chang; Química Geral; 4ª á 9ª EDIÇÃO.
 Lara Rosa; Química para Engenheiros.
 Peter Alkins/ Lorette Jones; Princípios de Química; Questionando a vida moderna e o
Meio Ambiente, 3ª edição

61

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia CÁLCULO DIFERENCIAL E 1º 2º 4
Electrotécnica INTEGRAL II

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Walter Pedro, Aléxis Trujillo, Francisco Gil, Luís Santos, 06/07/2015
Bismark Cabuco

EMENTA
Integral definido; Integrais impróprios; Funções de várias variáveis

OBJECTIVOS
Espera-se que o aluno virá a desenvolver as seguintes habilidades, ao longo do curso:

 compreensão dos conceitos fundamentais do Cálculo Integral de funções de


uma variável real. Habilidade em aplicá-los a alguns problemas dentro e fora da
Matemática. Refinamento matemático suficiente para compreender a
importância e a necessidade das demonstrações, assim como a cadeia de
definições e passos intermediários que as compõem, criando a base para o
estudo de disciplinas posteriores.
 Compreender os conceitos de Integral definida e indefinida, suas relações e a
relação com o conceito de derivada. Aprender técnicas de integração.
Compreender o conceito de integral imprópria. Estudar aplicações do conceito
de integral definida;
 Estudar as curvas e superfícies espaciais e suas características diferenciais;
Desenvolver conceitos de função de várias variáveis, seu limite, continuidade e
diferenciabilidade; Estudar propriedades locais e globais de funções contínuas e
diferenciáveis.

AVALIAÇÃO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO I. Integral definido
1.1. Conceito de integral definido
1.2. Propriedades dos integrais indefinidos
1.3. Cálculo de integrais definidos
1.4. Teorema fundamental do cálculo

62

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1.5. Aplicação da integral definida
1.5.1 Coordenadas Polares
1.5.2. Área de uma região plana
1.5.3. Volume de um cone de revolução
1.5.4. Comprimento de arco de uma curva
1.5.5. Aplicação física da integral

CAPÍTULO II. Integrais impróprios


2.1. Definição
2.2. Integrais definidas em intervalos Ilimitados (1ª Espécie)
2.2.1. Convergência
2.3. Integrais de funções descontínuas (2ª Espécie)
2.3.1 Convergência

CAPÍTULO III. Funções de várias variáveis


3.1. Conceito, domínio e imagem
3.1.1 Curvas e Superfícies de Níveis
3.2. Gráficos
3.3. Limite e continuidade
3.4. Derivabilidade
3.5. Derivadas Parciais (definição e interpretação geométrica)
3.5.1. Cálculo das derivadas parciais da função implícita
3.5.2. Derivadas parciais de ordem Superior
3.6. Aplicações: Extremos locais, absolutos e Condicionados; Fórmula de Taylor

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
1. LARSON, Hostetler & Edwards; Cálculo, Vol. 1, 8ª edição, McGraw-Hill
Interamericana, 2006.
2. ABUNAHMAN, S. A. – Equações Diferenciais. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A,
Rio de Janeiro, 1979.
3. ANTON, H. – Cálculo - um novo horizonte (vol.2), 6ª Ed. Editora Bookman, Porto
Alegre, 2000.
4. AYRES, F. – Equações Diferenciais, Coleção Schaum, 2ª Ed. Makron Books, São Paulo,
1994.
5. GONÇALVES, M. B. e FLEMMING, D. M. - Cálculo A, 2ª Ed. Editora Pearson Prentice

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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Hall, São Paulo, 2007.
6. GONÇALVES, M. B. e FLEMMING, D. M. - Cálculo B, 2ª Ed. Editora Pearson Prentice
Hall, São Paulo, 2007.
7. KREYSZIG, E. – Matemática Superior, vol. 1 e 2. Livros Técnicos e Científicos Editora S.
A, Rio de Janeiro, 1978.
8. LEITHOLD, L. – O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1 e 2, 3ª Ed. Editora Harbra,
São Paulo, 1994.
9. STEWART, J. - Cálculo, vol. 1 e 2, 4ª Ed. Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2001.
10. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Porto Alegre: Lopes da Silva.Vol.1,1997
11. DEMIDOVITCH, Problemas e Exercícios de Analise Matemática. Editora Mir, 1977

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia FÍSICA GERAL I 1º 2º 8
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 90 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: José Pérez 13/08/ 2015

EMENTA
Cinemática da partícula; Dinâmica da partícula; Trabalho e energia cinética; Forças
conservativas, energia potencial e conservação da energia; Sistema de Partículas;
Rotação do sólido rígido; Momento angular; Mecânica dos Fluidos; Temperatura e calor.
Primeira Lei da Termodinâmica; Teoria cinético molecular dos gases¸ Entropia e a
Segunda Lei da Termodinâmica¸ Introdução ao laboratório de Física Experimental¸ Estudo
de fenómenos e medições de grandezas mecânicas Estudo de fenómenos e medições
de grandezas térmicas.

OBJECTIVOS
Descrever o quadro mecânico clássico e termodinâmico do mundo, formulando as suas
leis fundamentais e os princípios de conservação, e aplicando os mesmos na
interpretação e transformação dos objectos e fenómenos físicos vinculados a sua futura
profissão.

- Aplicar, no objecto e no campo de acção da sua futura profissão, os métodos físicos de


trabalho bem como os métodos e técnicas de resolução de problemas físicos vinculados
aos movimentos mecânicos e térmicos.
- Utilizar correctamente aparelhos de medidas de grandezas físicas fundamentais da
mecânica e da termodinâmica.
- Usar técnicas de linearização de expressões, confecção de relatórios, construção de
gráficos, métodos de escolha da melhor curva, de forma a auxiliar no seu

64

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desenvolvimento intelectual e profissional para que o mesmo actue na área de
engenharia.

- Mostrar interesse pela busca da relação entre conhecimento teórico e


experimentação, propiciando novas interpretações de ambos e novos métodos de
resolução de problemas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I. Introdução

1.1. Objecto de estudo da Física. Papel da Física dentro das Ciências que estudam a
natureza. Aplicações nas engenharias;
1.2. As grandezas físicas. Grandezas fundamentais e derivadas;
1.3. As medidas. Os sistemas de unidades. O Sistema Internacional de Unidades.
Conversão de unidades. Grandezas mecânicas fundamentais. Padrões.
1.4. Os modelos na Física. O modelo da partícula ou ponto material;
1.5. Movimento mecânico. Referencial e sistema de referência no movimento
mecânico. O modelo da traslação pura. Cinemática e Dinâmica.

II. Cinemática da partícula

2.1. Movimento unidimensional. Grandezas cinemáticas em uma dimensão. Posição e


deslocamento. Velocidade média e velocidade instantânea. Rapidez ou
velocidade escalar média e instantânea. Aceleração média e instantânea.
Gráficos de posição e velocidade em função do tempo.
2.2. Movimento com velocidade constante, MRU;
2.3. Movimento uniformemente variado ou com aceleração constante, MRUV;
2.4. Movimento de queda livre;
2.5. Movimento em duas e três dimensões. Grandezas cinemáticas em duas e três
dimensões. Vector de posição e vector deslocamento. Velocidade média e
instantânea em duas e três dimensões. Aceleração média e instantânea em duas e
três dimensões. Rapidez ou velocidade escalar.
2.6. Movimento de projécteis;
2.7. Movimento circular de uma partícula. Componente normal e tangencial da
aceleração no movimento circular. Movimento circular uniforme. Velocidade
angular. Período e frequência.
2.8. Movimento relativo. As transformações de Galileo;

III. Dinâmica da partícula

4.1. Primeira Lei de Newton;


4.2. Força, massa e Segunda Lei de Newton;
4.3. Terceira Lei de Newton;
4.4. Peso e massa;
4.5. As Forças na Natureza. Diferentes tipos de interacções. Forças elásticas, de atrito, de
arrasto e gravitacionais. Lei de Gravitação Universal;
4.6. Dinâmica do movimento circular. Força centrípeta;
65

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4.7. Princípio da relatividade clássico;
4.8. Aplicações das Leis de Newton. O método dinâmico de solução de problemas;

IV. Trabalho e energia cinética

1.1. Trabalho de uma força constante. Caso da força gravitacional;


1.2. Trabalho de uma força variável com a posição. Caso da mola.
1.3. O trabalho de uma força no caso mais geral;
1.4. Teorema do trabalho e a energia cinética;
1.5. Potência.

V. Forças conservativas, energia potencial e conservação da energia

5.1. Forças Conservativas. Energia potencial. Sistemas conservativos em uma dimensão.


Energia potencial elástica e gravitacional;
5.2. Conservação da energia mecânica;
5.3. Trabalho das forças não conservativas. Princípio de conservação e transformação
da energia.
5.4. Aplicações. O método energético de solução de problemas.

VI. Sistema de Partículas

6.1. Momento ou quantidade de movimento linear de uma partícula e de um sistema de


partículas;
6.2.Centro de massa de um sistema de partículas. Movimento do centro de massa;
6.3. Conservação do momento linear de uma partícula e de um sistema de partículas;
6.4. Sistemas com massa variável;
6.5. Colisões. Forças impulsivas. Impulsão e quantidade de movimento linear;
6.6.Tipos de colisões. Colisões elásticas em uma dimensão. Colisões completamente
inelásticas.
6.7. Colisões elásticas em duas dimensões.
VII. Rotação do sólido rígido

7.1. Cinemática da rotação do sólido rígido em torno de um eixo fixo. Grandezas


cinemáticas na rotação. Deslocamento angular. Velocidade angular média e
instantânea. Aceleração angular média e instantânea. Carácter vectorial das
grandezas cinemáticas na rotação. Relação entre magnitudes angulares e lineares;
7.2. Movimento de rotação com velocidade e com aceleração angular constantes;
7.3. Dinâmica da rotação do sólido rígido em torno a um eixo fixo. Energia cinética na
rotação do sólido. Momento de inércia em relação a um eixo. Cálculo do momento
de inércia. Teorema dos eixos paralelos;
7.4. Torque de uma força que age sobre uma partícula a respeito de uma origem de
coordenadas. Torque de uma força sobre um sólido a respeito de um eixo de
rotação. Segunda Lei de Newton para a rotação do sólido em torno a um eixo fixo.
Trabalho e energia cinética na rotação;
7.5. Movimento combinado de rotação e traslação. Rolamento sem deslizamento;

66

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7.6. Solução de problemas pelo método dinâmico incluindo rotações.

VIII. Momento angular.

1.1. Momento angular de uma partícula e de um sistema de partículas. Segunda Lei de


Newton em função do momento angular.
1.2. Princípio de conservação do momento angular. Caso do sólido rígido que roda em
torno de um eixo. Aplicações da conservação do momento angular.

IX. Mecânica dos Fluidos

1.1. Definição de fluído. Densidade e pressão. Estática dos fluidos. Pressão dos fluidos em
repouso.
1.2. Princípio de Pascal. Princípio de Arquimedes;
1.3. Escoamento dos fluidos ideais. Equação da continuidade. Equação de Bernoulli;
1.4. Viscosidade. Escoamento dos fluidos viscosos. Turbulência e escoamento caótico;

X. Temperatura e calor. Primeira Lei da Termodinâmica

10.1. Descrição macroscópica da temperatura. Equilíbrio térmico e temperatura. Lei


Zero da Termodinâmica;
10.2. Medições da temperatura. Escalas termométricas;
10.3. Dilatação dos sólidos. Dilatação dos líquidos;
10.4. Temperatura e calor. Absorção de calor. Capacidade térmica e calor específico;
10.5. Trabalho. Calor e trabalho;
10.6. Energia interna. Primeira Lei da Termodinâmica. Aplicações da lei em diferentes
processos;
10.7. Transmissão do calor. Condução, conveção e radiação do calor;

XI. Teoria cinético molecular dos gases

11.1. Modelo do gás ideal. Equação de estado para o gás ideal;


11.2. Trabalho de um gás ideal a temperatura constante, volume constante e pressão
constante;
11.3. Cálculo cinético da pressão. Energia cinética do gás ideal. Interpretação
microscópica (cinética) da temperatura.
11.4. Calores específicos molares do gás ideal. Graus de liberdade e calores
específicos molares; Equipartiçaõ da energia. Gases diatómicos e poliatómicos;
11.5. Gases reais. Equação de estado de Van der Waals;

XII. Entropia e a Segunda Lei da Termodinâmica

12.1. Entropia. Processos térmicos reversíveis e irreversíveis;


12.2. Máquinas térmicas e a Segunda Lei da Termodinâmica;
12.3. Rendimento e Ciclo de Carnot;
12.4. Interpretação estadística da entropia.

67

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FÍSICA EXPERIMENTAL

XIII. Introdução ao laboratório de Física Experimental

1.1. Introdução sobre o laboratório de Física.


1.2. Noções gerais sobre as grandezas físicas em geral e as grandezas mecânicas e
térmicas em particular. Sua medição. Grandezas fundamentais e derivadas. Os
sistemas de unidades. Instrumentos de medição e escalas. O nónio ou vernier nas
medições de comprimentos e ângulos. Escalas de temperatura;
1.3. Noções sobre erros ou incertezas das medições. Medições directas e indirectas.
Conceitos e tratamento matemático;
1.4. Arredondamento de números. Cifras significativas;
1.5. Tratamento gráfico de dados experimentais. Gráficos em coordenadas
cartesianas e polares. Ajustamento de curvas. Programas informáticos para o
processamento de curvas.

XIV. Estudo de fenómenos e medições de grandezas mecânicas.

Serão realizadas entre quatro e cinco práticas entre as seguintes.

14.1. Medições de comprimento e massa. O paquímetro e o micrómetro. A balança. O


esferómetro.
14.2. Medições de tempo. Estudo do pêndulo simples e cálculo da aceleração
gravítica.
14.3. Estudo da cinemática da traslação com aceleração constante através da queda
livre. Cálculo da aceleração gravítica.
14.4. Estudo da Segunda Lei de Newton. Medições de velocidades e acelerações.
Gráficos dessas grandezas em função do tempo.
14.5. Estudo das leis das colisões. Colisões elásticas e não elásticas. Conservação da
energia e momento linear nas colisões elásticas.
14.6. Momentos de inércia. Plano inclinado e roda de Maxwell.
14.7. Tensão superficial. Viscosidade dos líquidos.
14.8. Variação de pressão num fluido em repouso. Princípio de Pascal. Princípio de
Arquimedes.
14.9. Medidas da pressão.
14.10. Equação da continuidade. Equação de Bernoulli.

XV. Estudo de fenómenos e medições de grandezas térmicas.

Serão realizadas entre quatro e cinco práticas entre as seguintes.

15.11. Medições de temperatura mediando o uso de termopares e termómetros.


15.12. Estudo do fenómeno de intercambio de calor entre diferentes corpos bem como
os conceitos de capacidade calorífica, capacidade calorífica específica y
capacidade calorífica molar.
15.13. Estudo e comprovação das leis dos gases ideais: Lei de Gay – Lussac, Lei de
Charles) y Lei de Boyle – Mariotte. Estudo e determinação dos coeficientes de
expansão térmica dos gases.
15.14. Estudo da dilatação linear dos sólidos.
68

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


15.15. Termómetro a gás.
15.16. Tensão de vapor.
15.17. Determinação da razão dos calores específicos (Cp/Cv).
15.18. Equivalente mecânico do calor.

Calor latente de vaporização. Calor latente de fusão.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
1- Fundamentos de Física, 9na Edição, 2012, Rio de Janeiro. Halliday D. & Resnick, R. V.1.

Mecânica.

2- Fundamentos de Física, 7ma Edição, 2006. Halliday D. & Resnick, R. V.2. Gravitação,

Ondas e Termodinâmica.

3- Física para Cientistas e Engenheiros, 6ta Edição 2012, Rio de Janeiro (Português).
Tipler

Paull Allan.V.1. Mecânica, Oscilações e Ondas e Termodinâmica.

4- Guia das práticas de Física Experimental II dos Professores Karl Crusch e José Pérez.

5- Piacentini, j. j.; Bartira, c. s.; Grandi, s.; Hofmann, m. p.; de lima f.r.r.; Zimmermann, e.

Introdução ao laboratório de física, 2ª.ed. ed. ufsc, 2001.


6-Vuolo, j. h. Fundamentos da teoria de erros, 2ª. ed., editora edgard blücher ltda., São

Paulo 1996.

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia INGLÊS II 2º 1º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Sansão Silva 15/06/2015

EMENTA
Aprofundamento de estrategias gramaticais e de leitura na aprendizagem do Inglês
geral.

OBJECTIVOS
Aprender a língua inglesa de uma forma específica e coesa (General English/Pre-
Intermediate level I). Atingir um nível razoável de leitura e interpretação de textos
nivelados e autênticos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Question forms;
2. Present simple;
3. Present Continuous;
4. Past Simple;
5. Past Continuous;
6. Verb Patterns;
7. Future forms;
8. Present Perfect;
9. General Vocabulary;
10. specific vocabulary;
11. Simple Reading;
12. Oral presentations;
13. Writing.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
70

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 SOARS, John e Liz, Student’s & Work books, New Headway: Pre-Intermediate. 3rd
Ed. Oxford University Press, 2008
 SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Grammar Practice book (How English Works),
Oxford University Press, 2008
 SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Oxford English Grammar Course
(Intermediate), Oxford University Press, 2011
 Advanced Oxford Dictionary, Oxford University Press, 2009
 MURPHY, Raymond. English grammar in use: a self-study reference and practice
book for Pre-intermediate students with answers. 2a ed., Cambridge, Cambridge
University Press, 2004
 BINGHAM, Celia. Technical English 1. Course book. Pearson, England 2008.
 IBBOTSON, Mark. Cambridge English for Engineering. Oxford University Press, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 MALEY, ALAN (ED.) OXFORD. Reading. 1a. Ed. C.V.P. 1987.


 NUTTALL, Christine Oxford. Teaching Reaching Reading Skills in a Foreign
Language. 1a. Ed. Heinemann 2002.
 WALTER, Catherine Cambridge. Authentic Reading 1a. ED.C.V.P. 2006.

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Desenho Assistido por 1º 2º 3
Electrotécnica computador

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


45 HORAS 45 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA

Introdução de ferramentas informáticas e de desenho, de modo auxiliar o aluno nas suas


tarefas. O AutoCad, auxilia o aluno na implementação de esquemas eléctricos e sua
respectiva simbologia. Matlab e MatCad, auxilia na simulação de fenómenos eléctricos.

OBJECTIVOS
Desenvolver a visão geral mediante técnicas de representação gráfica computacionais, utilizando software
como AutoCad, MatLab e Matcad.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1-Visão geral do funcionamento de pacotes de softwares AutoCad, Matlab e Matcad ;

2. Criação e modificação de entidades lineares e sólidos básicos;

3. Operações Booleanas com sólidos;

4. Modificações e posicionamento de sólidos no espaço;

5. Técnicas avançadas de modelagem e criação de desenhos a partir de sólidos.

6. Desenho de Edificações: Plantas e Cortes;

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7. Desenho de Circuitos Elétricos e simbologias relacionados;

8. Exercícios práticos com os software MatLab e Matcad relacionados com o curso

9. Sombreamento, renderização de montagens e conversão de arquivos;

10. Visão geral de Softwares CAD bidimensionais;

11. Criação de entidades lineares complementares e Métodos de edição;

12. Detalhamento de desenhos e impressão.

AVALIAÇÃO

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

Computação gráfica – Introdução: SAMPAIO, A.Z 2001 ed. AEIST

Computação gráfica – Representação em 2D e definição de curvas: SAMPAIO, A.Z 2001 ed. AEIST

Sistema CAD – Arquitectura: Traçado de planta, cobertura, alçados e cortes: SAMPAIO,


A.Z 2002 AEIST

Sistema CAD – Desenho de estruturas: Representação de plantas de estruturas e de


fundações: SAMPAIO, A.Z 2003 ed. AEIST

Desenho Técnico Sem Prancheta com AutoCAD 2010. Venditti, Marcus Vinicius R. VISUAL BOOKS.

AutoCAD 2012 e AutoCAD Lt 2012 – Essencial. Onstott, Scott / Bookman.

Bibliografia Complementar:

73

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia ELECTRÔNICA DIGITAL I 1º 2º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75HORAS 45 HORAS 30
Autores: Danilson da Conceicão Data:
14/03/2016

EMENTA
 Introdução aos circuitos digitais; Sistemas numéricos e códigos; Funções
lógicas e álgebra de Boole; Implementação de funções lógicas; circuitos
lógicos combinacionais; Projectos de circuitos lógicos combinacionais;
Codificadores e decodificadores; Multiplexadores e desmultiplexadores.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina, o aluno deverá ser capaz de:

 Efectuar operações com e entre diferentes sistemas de numeração.

 Projectar e analisar o funcionamento de circuitos combinacionais a partir


do conhecimento da álgebra de Boole, dos códigos, das técnicas de
minimização e princípios de operação das portas lógicas básicas e, com
contactos.

 Para além dos conhecimentos adquiridos e não menos importantes: treinar o


raciocínio lógico, promovendo o desenvolvimento da capacidade de quantificar /
equacionar e a compreensão elementar dos processos digitais básicos.

74

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAP. 1-SISTEMAS DE NUMERAÇÃO


1.1- Introdução
1.2-O Sistema Binário de Numeração
1.2.1-Conversão do Sistema Binário para o Sistema Decimal.
1.2.2-Conversão do Sistema Decimal para o Sistema Binário.
1.2.3-Conversão de Números Binários Fraccionários em Decimais.
1.2.4-Conversão de Números Decimais Fraccionários em Binários.
1.3-O Sistema Octal de Numeração
1.3.1-Conversão de Octal (Inteiro/Fraccionário) para Decimal.
1.3.2-Conversão de Decimal (Inteiro/Fraccionário) para Octal.
1.3.3-Conversão de Octal (Inteiro/Fraccionário) para Binário.
1.3.4-Conversão de Binário (Inteiro/Fraccionário) para Octal.
1.4-O Sistema Hexadecimal de Numeração
1.4.1-Conversão de Hexadecimal (Inteiro/Fraccionário) para o Decimal.
1.4.2-Conversão de Decimal (Inteiro/Fraccionário) para o Hexadecimal.
1.4.3-Conversão de Hexadecimal (Inteiro/Fraccionário) em Binário.
1.4.4-Conversão de Binário (Inteiro/Fraccionário) em Hexadecimal.
1.5-Operações Aritméticas no Sistema Binário
1.5.1-Adição no Sistema Binário.
1.5.2-Subtração no Sistema Binário.
1.5.3-Multiplicação no Sistema Binário.
1.5.4-Divisão no Sistema Binário.
1.5.5-Notação dos Números Binários Positivos e Negativos.
1.5.6-Utilização do Complemento de 2 em Operações Aritméticas.

CAP. 2- FUNÇÕES E PORTAS LÓGICAS

2.1- Introdução
2.2-Funções Lógicas E, OU, NÃO, NE e NOU
2.2.1-Função e Porta E ou AND (T. V).
2.2.2-Função e Porta OU ou OR (T. V).
2.2.3-Função e Porta NÃO ou NOT (T. V).
2.2.4-Função NÃO E, NE ou NAND (Inversor).
2.2.4.1-Tabela da Verdade (T. V), e Porta NE ou NAND.
2.2.5-Função NÃO OU, NOU ou NOR.
2.2.4.1- Tabela da Verdade (T. V), e Porta NOU ou NOR.
2.3-Expressões Booleanas
2.3.1- Expressões obtidas de Circuitos Lógicos.
2.3.1- Expressões obtidas de T. V.
2.4-Blocos Lógicos OU EXCLUSIVO e COINCIDÊNCIA
2.4.1-Bloco OU EXCLUSIVO
75

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


2.4.2-Bloco COINCIDÊNCIA
2.5-Equivalência entre Blocos Lógicos
2.5.1-Inversor a partir de uma porta NE
2.5.2-Inversor a partir de uma porta NOU
2.5.3-Portas NOU e OU a partir de E, NE e Inversores

CAP. 3- ÁLGEBRA DE BOOLE E SIMPLIFICAÇÃO DE CIRCUITOS LÓGICOS (16 HORAS)


3.1- Introdução
3.2-Variaveis e expressões na Álgebra de Boole
3.3-Postulados
3.3.1-Postulados da Complementação, Adição e da Multiplicação.
3.4-Propriedades
3.4.1- Propriedade Comutativa, Associativa e Distribuitiva.
3.5-Teoremas de De Morgan
3.5.1-Primeiro e segundo teorema de De Morgan.
3.6-Identidades Auxiliares
3.7-Simplificação de Expressões Booleanas
3.7.1- Por Propriedades, Postulados e Teoremas.
3.8-Simplificação de Expressões Booleanas através dos Diagramas de Veitch-Karnaugh
3.8.1-Diagramas de Veitch-Karnaugh para 2, 3, 4 e 5 Variáveis.

CAP. 4-CIRCUITOS COMBINACIONAIS

4.1- Introdução
4.2-Projectos de Circuitos Combinacionais
4.2.1-Circuitos com 2, 3 e 4 Variáveis.
4.3-Introdução aos Códigos
4.3.1-Código BCD 8421
4.3.2-Outros Códigos BCD de 4 Bits
4.3.3-Código Excesso 3
4.3.4-Código Gray
4.3.5-Códigos de 5 Bits
4.3.6-Código 9876543210
4.4-Codificadores e Descodificadores
4.4.1-Codificadores Decimal/Binário e vice-versa
4.4.2-Projectos de Descodificadores
4.4.3-Descodificadores para Display de 7 Segmentos
LABORATÓRIO
4.5-Circuitos Multiplex e Demultiplex
4.5.1-Multiplexadores, Mux / Exercícios
4.5.2-Demultiplexadores, Demux / Exercícios
4.5.3-Exercícios práticos

76

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na
aula e no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5
Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser
³ 9,5 valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

1. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 7.ed.


Rio de Janeiro: LTC, c2000.
2. CAPUANO, F. G.; IDOETA, I. V. Elementos de electrónica digital. 30.ed. São
Paulo: Erica, 2000.

Bibliografia Complementar:
1. LOURENÇO, A. C.; CRUZ, E. C. A.; FERREIRA,S. R.; CHOUERI JR., S. Circuitos
digitais. 5. Ed. São Paulo: Érica, 2002. 321 p.
2. BIGNELL, J. W. Electrónica Digital: Lógica Combinacional; São Paulo.
Makron Books; 1995; vol.1

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia INTRODUÇÃO AO DIREITO 2º 1º 2
Electrotécnica E LEGISLAÇÂO

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: Evelise Dias, Florência Neto, Celso Silva 14/07/2015

77

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


EMENTA
Introdução ao Estudo do Direito – Noções Fundamentais; Direito do Trabalho;
Direitos dos Recursos Naturais¸ Legislação pertinente à á rea do
conhecimento.

OBJECTIVOS
Visão basilar e global de todo conteúdo existente na área do direito, noções
fundamentais para compreensão do universo jurídico, interpretar os princípios das
Ciências do Direito e de Legislação, conscientizando-se sobre as implicações legais e sua
conduta social.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO I: Introdução ao Estudo do Direito – Noções Fundamentais

1. Conceitos e Sentido Geral do Direito;


1.1. Análise da Ordem Jurídica: Estritura funções, notas caracterizadora e
efeito;
1.2. Direito e Coação;
1.3. O facto e a Norma – A teoria da força normativa dos factos
1.4. O direito e o Estado. Elementos do Estado;
1.5. O Direito e a Sociedade. A Ordem Jurídica e as outras Ordens
Sociais;

2. Ramos do Direito;
2.1. Direito Público e Direito Privado;
2.3. Ramos do Direito Público;
2.4. Ramos do Direito Privado;
2.4. Outros Ramos do Direito;

3. As Normas Jurídicas;
3.1. Estritura e Características das Normas Jurídicas;
3.2. Classificação das Normas Jurídicas;
3.3 Positividade e validade da Norma Jurídica: Eficácia e Efetividade

4. Fontes do Direito;
4.1. Classificação das Fontes do Direito:
4.2. Entrada em vigor e termo da vigência da Lei;
4.3. Hierarquia das Fontes;
4.4. Conflitos de Normas;

5. Relação Jurídica;
5.1. Elementos da Relação Jurídica (sujeito, objecto, facto jurídico e garantia)

6. Sentido e Aspecto do Direito;


6.1. A Racionalidade Jurídica;
6.2. Evolução histórica;
78

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


6.3. O pensamento Jurídico Romano, medieval e moderno;
6.4. O Positivismo Jurídico;
6.5. A Escola da Exegese;
6.6. A compreensão metodológica pós-positivista;
6.7. Algumas correntes Metodológicas Hodiernas;

7. Modo de ser do Direito;


7.1. Vigência. Sua Relação com a validade e a eficácia;
7.3. Direito Objectivo e Direito Subjectivo;
7.4. A objectividade da Norma Jurídica, Sistema Jurídico. Sua composição e
análise;

CAPÍTULO II: Direito do Trabalho


1.1 Conceitos fundamentais
1.1.1 A natureza jurídica do Direito do Trabalho: Normas dispositivas e
imperativas;
1.1.2 Constituição da Relação de Trabalho;
1.1.3 Contrato de trabalho Classificação, duração e outros factores;
1.1.4 Poderes do Empregador;
1.1.5 Aspectos Fundamentais da Extinção da Relação de Trabalho;

CAPÍTULO II: Direitos dos Recursos Naturais


1.1 Conceitos Transversais de Direito dos Recursos Natu rais: Meio Ambiente;
1.2 Tutela constitucional do meio ambiente: princípios e normas constitucionais -
Regime e Natureza Jurídica;
1.3 Tutela das Florestas, preservação da fauna, preservação da zona costeira;
1.4 Exploração dos recursos naturais: regime e natureza jurídica;
1.5 Responsabilidade civil por dano ecológico

CAPÍTULO VI: Legislação pertinente à área do conhecimento.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


1. REALE, M. Lições preliminares de Direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva 2014.
2. KELSEN, H. Teoria pura do Direito. (Trad. João Batista Machado). 8. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2012.
3. SIRVINSKAS, L. P. Manual de Direito Ambiental. 11. ed. São Paulo: Saraiva. 2013.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia METODOLOGIA 2º 1º 2
Electrotécnica CIENTÍFICA

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: xx/xx/ 2015

EMENTA
As diferentes formas de conhecimento. O conhecimento científico.
Métodos. O processo de pesquisa. Metodologia de estudos. Trabalhos
científicos.

OBJECTIVOS
Propiciar noções fundamentais sobre a produção do conhecimento científico,
ressaltando a importância da teoria do conhecimento e o uso de técnicas de pesquisa.
Estimular o processo de pesquisa na busca, produção e expressão do conhecimento,
despertando no aluno interesse e valorização desta em sua vida pessoal e profissional.
Analisar questões fundamentais da metodologia científica pela aplicação de técnicas
de estudo e pesquisa, objetivando a elaboração de trabalhos científicos, introduzindo os
estudantes de Direito no universo da produção científica

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. AS DIFERENTES FORMAS DE CONHECIMENTO
1.1 – Universidade: a construção e a produção do conhecimento
1.2 – Conhecimento empírico
1.3 – Conhecimento filosófico
1.4 – Conhecimento científico
2. O CONHECIMENTO CIENTÍFICO
2.1 – Liberdade e conhecimento.

80

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


2.2 – Análise e interpretação para a construção do conhecimento científico.

3 – MÉTODOS
3.1 – Métodos de abordagem.
3.2 – Métodos de procedimento

4 – O PROCESSO DE PESQUISA
4.1 – Pesquisa científica e método científico.
4.2 – Conceito e finalidade da pesquisa
4.3 – Tipos de pesquisa.
4.4 – Fases da pesquisa: coleta, análise e sistematização.
4.5 – Relatório de pesquisa.

5 – O ESTUDO COMO FORMA DE PESQUISA PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS


5.1 – Técnicas de estudo.
5.2 – Normas técnicas de informação e documentação (ABNT).
5.3 – Leitura crítica, fichamentos, resumos, relatório e estudo de textos jurídicos.
5.4 – Sugestão para redação de trabalhos a partir de estudo de testos sócio-jurídicos.
5.5 – Técnicas de dinâmica de grupo, seminários.
5.6 – Pesquisa de informação na internet

6 – TRABALHOS CIENTÍFICOS
6.1 – Conceituação de trabalho científico.
6.2 – Espécies de trabalhos científicos.
6.3 – O trabalho acadêmico.
6.4 – Tipos e características dos trabalhos acadêmicos: resumo, resenha, relatório,
artigo, projeto de pesquisa, monografia, dissertação e tese.
6.5 – Pesquisa bibliográfica

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

81

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


 LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 1991.
 SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
 NUNES, Rizatto. Manual de monografia jurídica – Como se faz uma monografia, uma
dissertação, uma tese. São Paulo: Saraiva, 2013.

2º ANO – 1º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia ESTATÍSTICA I 2º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Bunga paulo teka , Singa Mateus, Lilhan Barbosa, Jocson 12 /12/2015
e Adilson André

EMENTA
Conceitos de Estatística, Estatística Descritiva, Teoria das probabilidades, variáveis
aleatórias e distribuições, Inferência, Correlação e Regressão. Distribuições amostrais.
Estimação de parâmetros. Testes de significância. Correlação e Regressão.

OBJECTIVOS
Permitir que os estudantes desenvolvam conhecimentos básicos de Estatística Descritiva,
Teoria da Probabilidade, Distribuições de Probabilidade, Amostragem Aleatória e
Distribuições por Amostragem, e Estimação Pontual e por Intervalo. Mais tarde, no âmbito
da unidade curricular Estatística II serão chamados a recorrer a tais conhecimentos na
aprendizagem de um conjunto de técnicas estatísticas com grande aplicação potencial
no exercício da sua profissão

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO1. Cap. 1 Noções Fundamentais

82

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


1.1 Objectivo da Estatística
1.2 Nota Histórica
1.3 A utilidade da Estatística
1.3.1 Método Estatístico
1.1 Variáveis, unidades de análise e valores das variáveis
1.2 Técnicas de selecção de uma amostra
1.2.1 Amostragem casual ou aleatória simples
1.2.2 Amostragem proporcional estratificada
1.2.3 Amostragem sistemática
1.2.4 Amostragem por grupo
1.7 Recenseamento e sondagem
1.8 Estatística descritiva e estatística Indutiva
1.9 Caracteres ou atributos ou variáveis estatística
CAPÍTULO 2. Organização e apresentação dos dados
2.1.Percentagens, estimativas e arredondamentos
2.2.Análise gráfica de atributos qualitativos (Gráficos circulares; Pictogramas e Gráficos
de barras)
2.3. Distribuição de frequências e representação gráfica
Variáveis discretas (dados simples) - Gráficos de barras
2.4. Distribuição de frequências e representação gráfica.
Variáveis contínuas (dados agrupados em classes) - Histogramas
2.4.1 Elementos de uma distribuição de frequência
2.4.2 Número de classes. Intervalos de classe
2.4.3 Tipos de frequências sem intervalo de classes
2.4.4 Representação gráfica de uma distribuição
2.5. Separador de frequências
2.5.1 Amplitude total de distribuição
2.5.2 A curva de frequência
CAPÍTULO 3. Medidas de localização (Medidas de tendência central com
dados agrupados e não agrupados)
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeea
3.1. Introdução
3.2. Média
3.3. Moda
3.4. Mediana
3.5 Quantis
3.4.1 Quartis e diagrama de extremos e quartis,
3.5.2 Os decis e os percentis
3.5.3 Diagramas de extremos e quartis
3.6 Considerações gerais sobre a média, a mediana e a moda
CAPÍTULO 4.Medidas de dispersão

83

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4.1. Introdução
4.2. Amplitude
4.3. Variância e desvio Padrão
4.4. Cálculo do desvio Padrão
4.5. Interpretação do desvio Padrão
4.6. Coeficiente de variação
CAPÍTULO 5. Probabilidades
5.1 Introdução (teoria das probabilidades)
5.2 Espaços amostrais e acontecimentos
5.3 Conceito de probabilidades
5.4 probabilidade condicional e Independência
5.5. Teorema de probabilidade total
5.6. Teorema de Bayes
CAPÍTULO 6. Variáveis Aleatórias e Distribuições de Probabilidade
6.1 Variáveis Aleatórias Discretas
6.1.1 Função de Probabilidade e Função de Distribuição
6.1.2 Parâmetros

6.1.3.2. Função probabilidade Binomial Negativa


6.1.3.3. Função Probabilidade Hipergeométrica
6.1.3.4. Função Probabilidade de Poisson
6.1.3.5. A Função probabilidade de Poisson como aproximação à Função
ddddddddprobabiliadade Binomial
6.2. Variáveis Aleatórias Contínuas

6.2.1.Função Densidade de Probabilidade e Função de Distribuição


6.2.2. Parâmetros
6.2.3. Caracterização de algumas Funções Densidade de Probabilidade de
eeeeeeprobabilidade para variáveis Contínuas
6.2.3.1. Função densidade de probabilidade Exponencial
6.2.3.2. Função densidade de Probabilidade Uniforme
6.2.3.3. Função densidade de probabilidade Normal
6.2.3.4. Probabilidades da Função distribuição Normal
6.2.3.5. A distribuição normal como aproximação da distribuição binomial e da
distribuição de Poisson
6.2.3.6. Lei dos Grandes Números . Teorema do Limite Central
6.2.3.7 Distribuição por amostragem da média amostral
6.2.3.8 Distribuição por amostragem da proporção amostral

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;

84

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AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 LEVINE, David M.; STEPHAN, David; KREHBIEL, Timothy C.; BERENSON, Mark L.
ESTATÍSTICA: teoria e aplicações (usando o Microsoft Excel em Português). Rio de
Janeiro; LTC editora, 2005.
 BARBETTA, Pedro, A.; REIS, Marcelo M.; BORNIA, Antonio C. ESTATÍSTICA: para
cursos de Engenharia e Informática. São Paulo; editora ATLAS, 2004.
 BUSSABA, Wilton de O. ;MORETTIN, Pedro, A.; ESTATÍSTICA BÁSICA. 5 ª ed. São
Paulo; editora Saraiva, 2006.
 Sites para pesquisa de estatísticaWWW.alea.pt/html/noções/html/nocoes.html
 WWW.somatematica.com.br/emedio/probabilidade.php

85

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia CÁLCULO DIFERENCIAL E 2º 1º 4
Electrotécnica INTEGRAL III

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: xx/xx/ 2015

EMENTA
Integrais duplas sobre regiões rectangulares e regiões não rectangulares, integrais duplas
em coordenadas polares e aplicações. Integrais triplas em coordenadas rectangulares,
cilíndricas e esféricas, aplicações das integrais triplas no cálculo de volumes de sólidos,
centro de massa e momentos de inércia. Cálculo vectorial: Integral de linha, integral de
superfície, operadores diferenciais, teorema de Green, teorema de Stoks e teorema de
Gauss Divergência).

OBJECTIVOS
Desenvolver o interesse pela busca de novas ideias e novos métodos de resolução de
problemas: A capacidade de analisar, relacionar, comparar, classificar, ordenar,
sintetizar, avaliar, conceituar, generalizar, deduzir, julgar e criar. Propiciar condições de
dominar os métodos básicos de soluções de problemas referentes às integrais múltiplas,
integrais de linha e de superfície. Fornecer noções gerais de matemática com enfase no
cálculo integral auxiliando-o no seu desenvolvimento intelectual e profissional para que o
mesmo actue na área de engenharia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Capítulo-I. Integrais Múltiplas:
1.1. Integrais duplas
1.1.1. Definição e Propriedades
1.1.2. Cálculo e interpretação geométrica
1.1.2. Teorema de Fubini
1.1.3. Mudanças de variáveis, coordenadas polares
1.2. Integrais triplas
1.2.1. Definição e propriedades
1.2.2. Cálculo da integral tripla
1.2.2. Aplicação do teorema de Fubini
1.2.3. Mudança de variáveis
1.2.3.1. Variáveis cilíndricas e esféricas

86

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Capítulo-II. Cálculo Vectorial.
2.1. Campos escalares e vetoriais.
2.1.2. Limites e continuidade;
2.1.3. Derivadas parciais; derivadas direcionais.
2.1.4. Gradiente; Divergente; Rotacional.
2.2. Integrais de Linha
2.2.1. Parametrização de curvas; Parametrização de superfície; comprimento de arco.
2.2.2. Integral curvilínea de um campo escalar: definição; propriedades; cálculo;
aplicações;
centro de massa e momento de inércia.
2.2.3. Integral curvilíneo de um campo vetorial: definição; propriedades; cálculo e
trabalho realizado por uma força.
2.2.4. Integrais curvilíneas independente do caminho de integração;
2.2.5. Teorema de Green.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Vol 3, 5ª ed. Rio de Janeiro LTC.
 GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e
triplas. São Paulo: Makron Books, 1999
 STEWART,James. Cálculo. Vol 2; tradução da 6ª edição
 EDWARDS,Larson Hostetler . CÁLCULO. Volume 2; 8ª edição
 HOFFMAN ,Laurence D. & Gerald L. Bradley.CÁLCULO. Um curso moderno e sua
aplicações; 10ª edição
 MCCLLUM, Hughes- Hallelt. Gleason. Et al. CÁLCULO. Volume 2; 5ª edição
 PIRES , Gabriel .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL EM ;

 LEITHOLD, Louis.O CÁLCULO COM GEOMETRIA ANALÍTICA. 3ª edição;


 ÁVILA , Geraldo. CÁLCULO DAS FUNÇÕES DE MÚLTIPLAS VARIÁVEIS. Volume 3; 7ª
edição.
 CÁLCULO COM GEOMETRIA ANALÍTICA. Volume

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia FÍSICA GERAL II 2º 1º 7
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


105 HORAS 90 HORAS 15
Elaborado por: José Pérez 13/08/ 2015

EMENTA
Oscilações e ondas mecânicas. Electrostática. Carga eléctrica. O campo eléctrico.
Potencial eléctrico, Capacitores e dieléctricos. Circuitos eléctricos de corrente contínua.
Corrente eléctrica, Força electromotriz, Resistência. Circuitos simples. Electromagnetismo.
Campo magnético. Lei de Ampere. Lei de Indução. Indutância. Oscilações
electromagnéticas. Magnetismo na substância. Correntes alternadas. Equações de
Maxwell. Ondas electromagnéticas.

OBJECTIVOS
- Descrever o quadro oscilatório, ondulatório e electromagnético do mundo, formulando
as suas leis fundamentais e aplicando os mesmos na interpretação e transformação dos
objectos e fenómenos físicos vinculados a sua futura profissão.

- Aplicar, no objecto e no campo de acção da sua futura profissão, os métodos físicos de


trabalho bem como os métodos e técnicas de resolução de problemas físicos vinculados
aos movimentos oscilatórios, ondulatórios e electromagnéticos.
- Utilizar correctamente aparelhos de medidas de grandezas físicas fundamentais
vinculados aos fenómenos oscilatórios, ondulatórios e electromagnéticos.
- Usar técnicas de linearização de expressões, confecção de relatórios, construção de
gráficos, métodos de escolha da melhor curva, de forma a auxiliar no seu
desenvolvimento intelectual e profissional para que o mesmo actue na área de
engenharia.
- Mostrar interesse pela busca da relação entre conhecimento teórico e
experimentação, propiciando novas interpretações de ambos e novos métodos de
resolução de problemas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I. Oscilações Mecânicas

1.1 Movimentos periódicos. Oscilações mecânicas. Oscilações harmónicas;

1.2 Movimento harmónico simples (MAS). Análises energéticas no MAS. Diferentes

88

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sistemas que executam MAS. Relação entre o MAS e o MCU;

1.3 Combinação de MAS; Movimento harmónico amortecido; Movimento harmónico


forçado. Ressonância.

II. Ondas em meios elásticos

2.1 O movimento ondulatório em meios elásticos. Tipos de ondas;

2.2 Ondas numa dimensão. Ondas numa corda esticada infinita. Ondas progressivas.
Velocidade de fase. Pulso e trem de ondas periódicas. A onda harmónica
simples. Equação da onda. Parâmetros da onda: comprimento, período,
frequência angular e frequência, número de onda, amplitude e fase;

2.3 Velocidade de propagação da onda em função das características do meio;

2.4 Transmissão de energia numa onda progressiva;

2.5 O princípio de superposição das ondas. Interferência;

2.6 Ondas estacionárias. Reflexão nos extremos. Ondas estacionárias e ressonância;

2.7 Ondas em dois e em três dimensões. Lei de propagação e características. O


princípio de Huygens. Reflexão e refracção. Difracção numa fenda. Interferência.

2.8 Ondas sonoras. A velocidade do som. Propagação de ondas sonoras;

2.9 Intensidade e nível do som; Fontes Sonoras musicais; Batimentos;

2.10 O Efeito Doppler;

2.11 Velocidades supersónicas. Ondas de choque;

III. Electrostática

3.1 As cargas eléctricas e a lei de Coulombo

3.2 O campo eléctrico. Intensidade do campo eléctrico. Linhas de força. Principio de


Sobreposição. Densidade linear, superficial e volumétrica das cargas eléctricas.
Lei de Gauss. Aplicações da Lei de Gauss

3.3 Potencial eléctrico e energia potencial eléctrica. O campo eléctrico e o


potencial eléctrico; Capacitância. Capacitores. Capacidade total de
capacitores ligados em serie e em paralelo. Energia num campo eléctrico.
Densidade de energia. Capacitores com dieléctricos. Dieléctricos num campo
eléctrico: ponto de vista atómico. Polarização do dieléctrico;

IV. Electrodinâmica

4.1 Corrente e densidade de corrente elétrica. Resistência eléctrica de um condutor


homogéneo. Lei de Ohm macroscópica e microscópica. Resistividade e
condutividade. Comportamento térmico nos metais. Lei de Poillet. Efeito joule.

89

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Força electromotriz. Fontes de força electromotriz. Circuitos eléctricos. Regras de
Kirchhoff. Medições de corrente e voltagem num circuito. Energia e potencia
num circuito eléctrico. Teoria clássica da condução nos metais. Circuitos RC.
Carga e descarga dos capacitores.

V. Magnetostática
5.1 O campo magnético. Vector de indução magnética. Vector indução magnética
de uma carga em movimento Força de Lorentz. O efeito Hall;

5.2 Lei de Gauss do magnetismo;

5.3 Forças sobre um condutor com corrente. Força sobre uma espira com corrente
num campo magnético. Momento magnético da espira. Energia potencial do
dipolo magnético num campo externo.

5.4 Fontes do campo magnético. Lei de Biot-Savart. Lei de Ampere;

5.5 Campo magnético dum condutor recto infinito com corrente. Força entre dois
condutores com corrente. A definição do ampere; Campo magnético da espira
e da bobina;

VI. Magnetismo em meios materiais

6.1 Momento magnético orbital e de spin. Diamagnetismo;

6.2 Paramagnetismo. Magnetização. O vector intensidade do campo magnético;

6.3 Ferromagnetismo. Histerese. Materiais magneticamente fortes e moles.


Aplicações;

VII. Magnetodinâmica

7.1 Indução magnética. Fluxo magnético . Lei de Faraday. Lei de Lenz. Indutância.
Energia num campo magnético. Circuitos LC e RLC. Oscilações
electromagnéticas.

7.2 Corrente alternada. Transformadores.

VIII. As equações de Maxwell e as ondas electromagnéticas


7.1 Campos elétricos induzidos. Corrente de deslocamento. Simetria das equações
de

7.2 Maxwell. Ondas eletromagnéticas. Velocidade das ondas eletromagnéticas.

FÍSICA EXPERIMENTAL

IX. Introdução ao laboratório de Física Experimental

1. Introdução a o laboratório de Física Experimental.

90

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2. Noções gerais sobre as grandezas físicas em geral e as grandezas físicas relativas às
oscilações e ondas mecânicas e grandezas electromagnéticas em particular. Sua
medição. Grandezas fundamentais e derivadas no Electromagnetismo. As unidades
electromagnéticas do Sistema Internacional de Unidades. Instrumentos de medição e
escalas no Electromagnetismo. O nónio ou vernier nas medições de comprimentos e
ângulos.

X. Estudo de fenómenos e medições de grandezas relativas às oscilações e as ondas


mecânicas.

1. Serão realizadas entre duas ou três práticas entre as seguintes.


2. Oscilações mecânicas. Estudo do movimento oscilatório do sistema corpo – mola.
Parâmetros do movimento.
3. Medições de tempo. Estudo do pêndulo simples e cálculo da aceleração gravítica.
4. Lei de Hooke e torção dinâmica. Pêndulos simples.
5. Oscilações forçadas. Pêndulos acoplados.

XI. Estudo de fenómenos e medições de grandezas electromagnéticas.

Serão realizadas quatro ou cinco práticas entre as seguintes.

1. Estudo de circuitos simples de corrente contínua. Medições de grandezas básicas da


electricidade tais como correntes, tensões e resistências. Usos de instrumentos básicos
para as medidas eléctricas: amperímetro, voltímetro e multímetro. Medidas de
temperaturas com pares termoeléctricos ou termopares.
2. Estudo da Leis de Ohm e as Regras de Kirchhoff.
3. Curvas características de resistores.
4. Medidas de resistências, de capacitâncias e de indutâncias com a ponte de
Wheatstone.
5. Carga e descarga de um capacitor.
6. Circuito série RLC.
7. Estudo do transformador.
8. Estudo da Lei de Biot - Savart. Efeito de Hall. Medições do campo magnético em
espiras simples e bobinas com corrente mediante a sonda de Hall.
9. Força de Lorentz sobre uma carga em movimento em um campo magnético. Força
sobre um condutor com corrente. A balança de corrente. Princípio de
funcionamento dos amperímetros
10. Laço de histerese.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
91

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
1- 1- Fundamentos de Física, 9na Edição, 2012, Rio de Janeiro. Halliday D. & Resnick, R.
V.1.

2- Mecânica. V.3. Electromagnetismo

3- 2 2- Fundamentos de Física, 7ma Edição, 2006. Halliday D. & Resnick, R. V.2.


Gravitação,

4- Ondas e Termodinâmica.

5- 3- Física para Cientistas e Engenheiros, 6ta Edição 2012, Rio de Janeiro (Português).
Tipler

6- Paull Allan.V.1. Mecânica, Oscilações e Ondas e Termodinâmica. V.2.


Electricidade e

7- Magnetismo e Óptica

8- 4- Guia das práticas de Física Experimental II dos Professores Karl Crusch e José Pérez.

9- 5- Piacentini, j. j.; Bartira, c. s.; Grandi, s.; Hofmann, m. p.; de lima f.r.r.; Zimmermann,
e.

10- Introdução ao Laboratório de Física, 2ª.ed. ed. ufsc, 2001.


6-Vuolo, j. h. Fundamentos da teoria de erros, 2ª. ed., editora Edgard Blücher Ltda.,
São

Paulo 1996.

92

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
ENGENHARIAS INGLÊS III 2º 1º 2

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: Sansão Silva xx/xx/ 2015

EMENTA
Consolidação e aprofundamento de várias estratégias gramaticais e de leitura
específica.

OBJECTIVOS
Aprender alguns aspectos da língua inglesa de uma forma clara e eficiente (General
English/Pre-intermediate level II). Atingir um nível bom de leitura e interpretação de textos
nivelados e autênticos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Modal auxiliary verbs;
2. First conditional;
3. Second conditional;
4. The passive;
5. Present perfect;
6. Present Perfect Continuous;
7. Specific Vocabulary;
8. Authentic reading material;
9.Oral presentations;
10. Writing;
11. General text Translations;
12. Writing reports and short essays

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
93

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 SOARS, John e Liz, Student’s & Work books, New Headway: Pre-Intermediate. 3rd Ed.
Oxford University Press, 2008;
 SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Grammar Practice book (How English Works),
Oxford University Press, 2008
 SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Oxford English Grammar Course (Intermediate),
Oxford University Press, 2011
 Advanced Oxford Dictionary, Oxford University Press, 2009
 MURPHY, Raymond. English grammar in use: a self-study reference and practice book
for Pre-intermediate students with answers. 2a ed., Cambridge, Cambridge University
Press, 2004
 BINGHAM, Celia. Technical English 1. Course book. Pearson, England 2008.
 IBBOTSON, Mark. Cambridge English for Engineering. Oxford University Press, 2008.
 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 MALEY, ALAN (ED.) OXFORD. Reading. 1a. Ed. C.V.P. 1987.
 NUTTALL, Christine Oxford. Teaching Reaching Reading Skills in a Foreign Language.
1a. Ed. Heinemann 2002.
 WALTER, Catherine Cambridge. Authentic Reading 1a. ED.C.V.P. 2006.

94

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMAN


A
Engenharia ELECTRÓNICA DIGITAL - II 2º 1º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 45 30 HORAS
Data:
16/06/2015

EMENTA
Flip-Flops; Circuitos sequenciais síncronos; Circuitos sequenciais assíncronos; Contadores e
registradores; Aritmética digital; Operações e circuitos; Somadores; Subtratores; Famílias
lógicas; Memórias; Dispositivos lógicos programáveis; Conversores A/D e D/A.

OBJECTIVOS GERAIS
Ao final da disciplina de Electrónica Digital II o académico será capaz de: Projectar e
analisar o funcionamento de circuitos sequenciais.
Analisar as unidades básicas de memória (latches e Flip-Flops) e identificar suas
aplicações; Projectar e analisar o funcionamento de circuitos conversores A/D e D/A.
Projectar e analisar circuitos de interface entre famílias lógicas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Latch com portas NAND e NOR


1.1 Latch D. Flip-Flops
1.2 Sinais de Clock e Flip-Flops com Clock
1.3 Flip-Flop RS, JK, D com Clock
1.4 Entradas assíncronas
1.5 Considerações sobre temporização com Flip-Flops
1.6 Flip-Flops mestre-escravo
1.7 Aplicações com Flip-Flops
1.8 Sincronização de Flip-Flops
1.9 Detecção de uma sequência de entrada
1.10 Armazenamento e transferência de dados
95

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1.11 Dispositivos limitadores
1.12 Análise de circuitos sequenciais.
2. Registadores de deslocamento
2.1 Com entrada serial e saída serial
2.2 Com entrada serial e saída paralela
2.3 Com entrada paralela e saída serial
2.4 Com entrada paralela e saída paralela
2.5 Contadores com registadores de deslocamento.
3. Contadores
3.1 Contadores assíncronos
3.2 Contadores de módulo menor
3.3 Circuitos integrados de contadores assíncronos
3.4 Contador assíncrono decrescente
3.5 Atraso de propagação em contadores assíncronos
3.6 Contadores síncronos
3.7 Contadores síncronos decrescentes e reversíveis
3.8 Contadores com carga paralela
3.9 Projecto de contadores síncronos
3.10 Aplicações de contadores
4. Relógios e temporizadores
4.1 Temporizador 555 astável
4.2 Temporizador 555 monoestável
4.3 Monoestáveis com lógica de entrada
4.4 Aplicações.
5. Famílias lógicas
5.1 Características da família lógica TTL
5.2 Características da família lógica CMOS
6. Circuitos aritméticos
6.1 Meio somador
6.2 Somador completo
6.3 Meio subtrator
6.4 Subtrator completo
6.5 Somador/Subtrator binário
7. Memórias
7.1 Estrutura lógica de uma memória
7.2 O Flip-Flop como unidade básica de memória
7.3 A memória de acesso aleatório (RAM)
7.4 Outros tipos de memória
7.5 Aplicações de memória
8. Dispositivos lógicos programáveis
8.1 O arranjo lógico programável (PAL)
8.2 PAL com saídas registadas
8.3 O arranjo lógico genérico (GAL)
8.4 Aplicações de PAL´s e GAL´s
8.5 Programação de PAL e GAL
96

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9. Conversor digital/analógico
9.1 Métodos de conversão D/A
9.2 Precisão e definição da conversão D/A
9.3 Aplicação do conversor D/A
10. Conversor analógico/digital
10.1 Estados lógicos
10.2 Máquinas de estado
10.3 Máquina de Moore
10.4 Máquina de Mealy
10.5 Implementação de máquinas de estado.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica
 IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de Electrónica Digital.
30.Ed. Érica, São Paulo, 2000. 524p.
 BIGNELL, James W. Electrónica Digital: Lógica Sequencial; São Paulo: Makron
Books; 1995; vol. 2.
 MARTIN, J. S. C.; GARCIA, P. A. Electrónica Digital – Teoria e Laboratório. 1ª ed.
Editora Érica. 2006.
 TOCCI, R. J.; WINDER, N. S. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 7ª ed. Rio
de Janeiro: LTC, c2000. Xiii, 588p.
 http://www.cs.ucr.edu/~ehwang/courses/cs120b/flipflops.pdf

97

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2º ANO – 2º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia FÍSICA GERAL III 2º 2º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 60 HORAS 15 HORAS
Elaborado por: José Pérez 13/08/ 2015

EMENTA
Fenómenos luminosos. Natureza e propagação da luz. Óptica Geométrica. Interferência
da luz. Difracção da luz. Polarização da luz. Noções de Física Moderna. Relatividade
especial ou restrita e Física Quântica e Nuclear. Introdução ao laboratório de Física
Experimental; Estudo de fenómenos e medições de grandezas relativas à Óptica e à
Física Quántica.

OBJECTIVOS
 Descrever o quadro físico do mundo, no que corresponde aos fenómenos
luminosos, aos movimentosom rapidez comparável com a rapidez da luz e ao
micromundo, formulando os seus conceitos, leis e princípios fundamentais, e
aplicando os mesmos na interpretação de fenómenos físicos vinculados a sua
futura profissão e ao desenvolvimento de tecnologias.
 Aplicar, no objecto e campo de acção da sua futura profissão, os métodos físicos
de trabalho bem como os métodos e técnicas de resolução de problemas físicos
vinculados aos fenómenos ópticos e à física moderna.
 Utilizar correctamente aparelhos de medidas de grandezas físicas fundamentais
vinculados aos fenómenos ópticos.
 Usar técnicas de linearização de expressões, confecção de relatórios, construção
de gráficos, métodos de escolha da melhor curva, de forma a auxiliar no seu
desenvolvimento intelectual e profissional para que o mesmo actue na área de
engenharia.
 Mostrar interesse pela busca da relação entre conhecimento teórico e
experimentação, propiciando novas interpretações de ambos e novos métodos
de resolução de problemas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I. Fenómenos luminosos. Natureza e propagação da luz.

1.1 Objecto de estudo da Óptica. Rapidez ou velocidade escalar da luz. Índice de


refracção. Reflexão e refracção da luz. Leis da reflexão. Leis da refracção.

98

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Reflexão interna total.

II. Óptica Geométrica.

3.1 Espelhos planos. Imagens nos espelhos planos. Espelhos esféricos. Imagens
produzidas por espelhos esféricos. Equação dos espelhos esféricos.

3.2 Refracção da luz em uma superfície esférica. Lentes delgadas. Equação do


fabricante de lentes. Imagens formadas por lentes delgadas. Equação das lentes
delgadas. Instrumentos ópticos.

III. Interferência da luz.

3.1 Comprimento de onda e índice de refracção. Diferença de fase. Diferença de


fase em termos de comprimento de onda. O experimento de Young. Máximos e
mínimos de interferência. Condições de interferência. Intensidade da luz nas
franjas de interferência. Interferência em filmes finos. O interferômetro de
Michelson.

IV. Difracção da luz.

4.1 Difracção e teoria ondulatória da luz. Difracção por uma fenda. Intensidade da
luz difractada e posições dos mínimos. Difracção por abertura Circular. Difracção
por duas fendas. Redes de difracção. Dispersão e resolução de uma rede de
difracção. Difracção de raios-X.

V. Polarização da luz.

5.1 Ondas electromagnéticas polarizadas e não polarizadas. Intensidade da luz


polarizada transmitida. Lei de Malus. Polarização por reflexão. Ângulo de Brewster.
Lei de Brewster.

VI. Noções de Física Moderna. Relatividade especial ou restrita e Física Quântica e


Nuclear.

6.1 Postulados de Einstein da teoria da relatividade especial ou restrita.


Transformações de Lorentz, principais consequências. Relatividade dos intervalos
de tempo e das distâncias.

6.2 Espectro de emissão do corpo negro e postulados da quantificação de Planck.


Comportamento corpuscular da luz. Efeito fotoeléctrico. Efeito Compton. Modelo
da estrutura do átomo. Postulados de Bohr da quantificação dos átomos.
Espectros de linhas de emissão.

6.3 Carácter ondulatório das partículas subatómicas. Ondas de De Broglie. Ondas de


probabilidade. Equação de Schrödinger en casos simples. O princípio de
incerteza de Heisenberg. O caso do átomo de H. Átomos multielectrónicos. O
princípio de exclusão de Pauli. Características da radiação laser. Geração da
99

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radiação laser.

6.4 O núcleo atómico. Conceitos básicos actuais sobre a estrutura do núcleo


atómico. Energia de enlace. Diferencia de massa. Energia nuclear.
Radioactividade. Diferentes tipos de radiações ionizantes. Reacções nucleares.
Reacções de fissão e de fusão.

FÍSICA EXPERIMENTAL

VII. Introdução ao laboratório de Física Experimental

1. Introdução a o laboratório de Física Experimental.

2. Noções gerais sobre as grandezas físicas em geral e as grandezas ópticas em


particular. Sua medição. Grandezas fundamentais e derivadas na Óptica. As
unidades ópticas do Sistema Internacional de Unidades. Instrumentos de medição e
escalas na Óptica. O nónio ou vernier nas medições de comprimentos e ângulos.

VIII. Estudo de fenómenos e medições de grandezas relativas à Óptica e à Física


Quántica.

Serão realizadas quatro ou cinco práticas entre as seguintes.

1. Formação de imagens com lentes delgadas. Parâmetros das lentes. Equação do


fabricante. O olho humano.
2. Estudo de instrumentos ópticos simples: microscópio e telescópio.
3. Estudo do fenómeno da interferência luminosa. Biprisma e espelho de Fresnel.
4. Estudo do fenómeno da difracção. Difracção em fendas e redes de difracção.
Parâmetros das redes.
5. Experimento de Franck-Hertz com tubo de Néon
6. Difracção de electrões
7. Características dos raios X do cobre e do ferro

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

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1. Fundamentos de Física, 9na Edição, 2012, Rio de Janeiro. Halliday D. & Resnick, R.
V.4. Óptica e Física Moderna.
2. Física para Cientistas e Engenheiros, 6ta Edição 2012, Rio de Janeiro (Português).
Tipler Paull Allan. V.2. Electricidade e Magnetismo e Óptica. V.3. Física Moderna:
Mecânica Quântica, relatividade e Estrutura da Matéria.
3. Guia das práticas de Física Experimental II dos Professores Karl Crusch e José
Pérez.
4. Piacentini, j. j.; Bartira, c. s.; Grandi, s.; Hofmann, m. p.; de lima f.r.r.; Zimmermann, e.
5. Introdução ao Laboratório de Física, 2ª.ed. ed. ufsc, 2001.
Vuolo, j. h. Fundamentos da teoria de erros, 2ª. ed., editora Edgard Blücher Ltda.,
São Paulo 1996.

101

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia INGLÊS IV 2º 2º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Elaborado por: Sansão Silva 15/06/2015

EMENTA
Consolidação de questões gramaticais; Aprofundamento de estrategias de
compreensão escrita; Leitura especifica e aprofundada.

OBJECTIVOS
Entender, expressar-se e escrever na língua inglesa, embora com algumas lacunas
(specific English/intermediate level I). Ler e interpretar textos gerais e específicos em torno
da área das engenharias.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Past Perfect;
2. Past perfect Continuous;
3. Specific translations;
4. Oral presentations;
5. Writing essays; consolidation of any grammar points;
6. General Vocabulary;
7. Reading: looking at current issues, domestic and international news etc.;
8. Interpretation of specific texts;
9. Specific oral presentations;
10. Writing reports and short essays;
11. Specific Vocabulary;
12. General text Translations.

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
102

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 SOARS, John e Liz, Student’s & Work books, New Headway: (Intermediate). 3rd Ed.
Oxford University Press, 2008
 HUTCHINSON, Tom e WALTERS, Alan. English For Specific Purposes. 1a. Ed. Cambridge
C.V.P. 1987
 Advanced Oxford Dictionary, Oxford University Press, 2009
 Newsweek, Time, The Economist, The Times, The Financial Times, The Daily Telegraph,
The Independent, The Guardian, etc. and/or their corresponding websites
 SWAN, Michael e WALTER, Catherine. Grammar Practice book (How English Works),
Oxford University Press, 2008
 BINGHAM, Celia. Technical English 3. Course book. Pearson, England 2008.
 IBBOTSON, Mark. Cambridge English for Engineering. Oxford University Press, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

 MALEY, ALAN (ED.) OXFORD. Reading. 1a. Ed. C.V.P. 1987.


 NUTTALL, Christine Oxford. Teaching Reaching Reading Skills in a Foreign Language.
1a. Ed. Heinemann 2002.
 WALTER, Catherine Cambridge. Authentic Reading 1a. ED.C.V.P. 2006.
 MURPHY, Raymond. English grammar in use: a self-study reference and practice book
for Pre-intermediate students with answers. 2a ed., Cambridge, Cambridge University
Press, 2004

103

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia CÁLCULO NUMÉRICO 2º 2º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Luís Euclides, Bunga Paulo Teka e Claudia Matoso 15/06/2015

EMENTA
Os estudantes devem saber as matérias das unidades curriculares de Álgebra
Linear e Geometria Analítica, Análise Matemática I , II e III e de Programação de
Computadores.

Conceitos gerais da Análise Numérica . Representação de Numeros reais.


Propagação de Erros. Localização e determinação aproximada de raízes.
Algarismos significativos. Métodos Numéricos para Resolução de Equações e
sistemas de Equações Lineares em Ɍ. Interpolação polinomial. Métodos dos
mínimos quadrados. Integração numérica & Equações diferencia

OBJECTIVOS
Gerais: Conhecer os métodos de resolução numérica mais aplicáveis e mais eficientes,
para cada problema base de Análise Numérica, bem como as condições de
aplicabilidade e teoremas de convergência destes métodos. Espera-se que executem
testes de aplicação prática em computador, discutindo os resultados obtidos, e que
através da programação de alguns desses métodos em Matlab, adquiram prática de
programação numérica. Específicos: Para cada capítulo do programa os alunos devem
ser capazes de listar as condições de aplicabilidade dos métodos e enunciar os
respetivos teoremas de convergência; devem ser capazes de aplicar os métodos,
fórmulas e algoritmos dados, a problemas concretos simples; devem ser capazes de
descrever o funcionamento dos métodos dados, traduzi-los em algoritmos e
subprogramas (Functions) em Matlab e testá-los sobre exemplos, comparando e
analisando os resultados; devem ser capazes de explicar as demonstrações dos
teoremas dados, e aplicar as técnicas ai descritas a outras situações relacionadas.
Devem ser capazes de resolver problemas novos com as ferramentas numéricas dadas e
comparar o desempenho de vários métodos numéricos quando á velocidade e
fiabilidade.

Resultados de aprendizagem e competências

Para cada capítulo do programa os alunos devem ser capazes de listar as condições de
aplicabilidade dos métodos e enunciar os respetivos teoremas de convergência; devem
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Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


ser capazes de aplicar os métodos, fórmulas e algoritmos dados, a problemas concretos
simples; devem ser capazes de descrever o funcionamento dos métodos dados, traduzi-
los em algoritmos e subprogramas (Functions) em Matlab e testá-los sobre exemplos,
comparando e analisando os resultados; devem ser capazes de explicar as
demonstrações dos teoremas dados, e aplicar as técnicas ai descritas a outras situações
relacionadas. Devem ser capazes de resolver problemas novos com as ferramentas
numéricas dadas e comparar o desempenho de vários métodos numéricos quando á
velocidade e fiabilidade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPÍTULO 1 ERROS (4 HORAS)
1.1 Conceito Básicos sobre os Erros
1.2 Tipo de erros e suas origens (num processo de cálculo)
1.2.1 Erros Computacionais de método ou truncatura e
1.2.2.Erros de computacionais de arredondamento
1.2.3 Erros Computacionais de propagação
1.3 Definições de Erros
1.3.1 Erro Absoluto
1.3.2 Erro Relativo
1.3.3 Percentagem de erro
1.4. Aproximações por defeito e por excesso
Cap. 2 ALGARISMOS (4 HORAS)
2.1 Representação decimal de números reais
2.1.1. Sistema decimal
2.2 Representação de números reais em base não decimal
2.2.1 Sistema de base 2
2.3. Conversão de um número inteiro da base 10 para base 2 (vice versa).

Cap. 3 ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS (4 HORAS)


3.1 Notação científica (computação em ponto flutuante)
3.2. Aproximações obtidas por truncatura e arredondamento
3.3. Algarismos Significativos em computação em ponto flutuante

Cap. 4 Equações Não Lineares (12 HORAS)


4.1 Determinação de um valor aproximado de uma raiz
4.1.1 Algoritmo – Método da Bissecção

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4.1.1.1 Característica do método da Bissecção
4.1.1.2 Critérios de convergência do Método da Bissecção
4.1.2 Método de Newton – Raphson
4.1.2.1 Característica do método de Newton – Raphson
4.1.3 Método da tangente – Secante
4.1.4 Método da Secante
4.1.4.1. Critérios de convergência dos Métodos de Newton e da Secante
4.1.5 Método de ponto fixo
4.1.5.1 Característica do método de ponto fixo
4.1.5.2 Método iterativo do ponto fixo
4.1.5.3. Critério de paragem

Cap. 5 SISTEMA DE EQUAÇÕES LINEARES (12 HORAS)


5.1Métodos Diretos:
5.1.1Eliminação de GAUSS: sistema linear com n= 3
5.1.2 Eliminação de GAUSS – JORDAN: sistema linear com n= 3
5.1.3 Método de Decomposição A= LU
5.1.4 Método de CROUT
5.2 Métodos Indiretos | Iterativos
5.2.2 Método de Jacobi (3incocógnitas – 3 equações) e 4 iteradas
5.2.1. Método Iterativo de GAUSS-JACOBI
5.2.2 Condições Suficientes para a Convergência do Método – JACOBI
5.2.3. Fórmula Matricial do Método GAUSS – JACOBI
5.2.2 Método Iterativo de GAUSS – SEIDEL
Cap. 6 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL (8 HORAS)
6.1 Classe de funções interpoladoras
6.2 Fórmula de Newton de Diferenças Divididas
6.2.1 Interpolação Quadrática
6.2.2 Forma Geral dum polinómio de Newton
6.2.2.1 Diferenças Divididas de 1ª ordem
6.2.2.2 Difenças Divididas de 2ª ordem
6.3 Fórmula de Newton Gregory – Progressiva
6.3.1 Formula de Interpolação de Newton ( Newton Gregory)

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Regressivas
Cap. 7 MÉTODOS DOS MÍNIMOS QUADRADOS (4 HORAS)
7.1 Regressão Linear
7.2 Linearização de relações não lineares
7.3 Regressão linear múltipla
7.4 Regressão polinomial
7.5 Regressão linear: caso geral Regressivas
Cap. 8 INTEGRAÇÃO NUMERICA (8 HORAS)
8.1 Fórmula de Newton-cotes fechadas
8.1.1 Regra dos trapézios
8.1.2 Regra de simpson
8.1.3 Erro de integração
8.1.4 Erro de arredondamento
Cap. 9 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (4 horas)
9.1 Métodos numéricos
9.1.1 Método de Euler
9.1.2 Metodo de runge kutta
9.1.2.1 Método de Runge kutta de 2ª ordem
9.1.2.2 Metodo de Runge Kutta de 3ª ordem
9.1.2.3 Método de runge Kutta de 4ª ordem

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 RICHARD L.BURDEN,J.DOUGLAS FAIRE Ánalise Numérica ,tradução da 8ª edição
norte - americana
 ALVES C., Análise Numérica I, Monografia, 1998.
 ATKINSON K. E., "An introduction to numerical analysis", Wiley & Sons, New York,
1978
 BURDEN R., FAIRES J., "Numerical Analysis", 1989
 DEMIDOVITCH B., MARON I., "Eléments de calcul numérique", MIR, 1973
 HENRICI P., "Elements of Numerical Analysis", J. Wiley & Sons, 1963
 KRESS R., "Numerical Analysis", Springer-Verlag, 1998
 LIMA P., "Métodos Numéricos da Álgebra", Secção de Folhas - AEIST, 1997
 ZEIDLER E., "Nonlinear Functional Analysis and its Applications I", Springer-Verlag,
New York, 1986
107

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 Buchanan, J., Turner, P., Numerical Methods and Analysis, McGraw-Hill, 1992.
 Conte, S., Elementary Numerical Analysis, McGraw-Hill, 1990.
 Chapra, S.C. e Canale, R.P., Numerical Methods for Engineers with Programming
and Software Applications, McGraw-Hill, 1998
 Humes, M., Yoshida, M., Noções de Cálculo Numérico, McGraw-Hill, 1984
 Pina, Heitor, Métodos Numéricos, McGraw Hill, 1995
 Press, W.H., et al. Numerical Recipes in C, Cambridge University, Press, 1992
 Rodrigues, J.A. Métodos Numéricos, Edições Sílabo, 2003
 Rosa, M., Tópicos de Análise Numérica: Métodos Numéricos, Departamento de
Matemática, Universidade de Coimbra, 1992.
 Ruggiero, M.G., Cálculo Numérico, McGraw Hill, 1989
 Scheid, Francis, Análise Numérica, McGraw Hill, 2000

108

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia FILOSOFIA E SOCIEDADE 2º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: Além Panzo xx/xx/ 2015

EMENTA

OBJECTIVOS
Ao fim do semestre, o estudante deverá ser capaz de: desenvolver uma capacidade
crítica e reflexiva; analisar, ao nível mais básico, o comportamento humano na
perspectiva filosófica e sociológica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Contexto histórico do surgimento da Sociologia e da Filosofia
1.1.Os clássicos da Sociologia
1.1.2. Auguste Comte
1.1.3. Émile Durkheim
1.1.4. Karl Marx
1.1.5. Max Weber
1.2- Filosofia, origem, conceito e clássicos
1.2- Objectivos e finalidades
1.3 A Mitologia
1.4. Platão/ O Mito da Caverna
1.5. Aristóteles: Ética a Nicómaco
1.6. Empirismo – Descartes/ Leibniz
1.7.Racionalismo – Hobbes/Locke/Hume
1.8. Razão contemporânea – Hussel: fenomenologia.
2. Ciência e Senso Comum
2.1.Senso comum e senso crítico
2.2. Razão Filosófica e Razão científica
2.3. As fontes do conhecimento
3. O surgimento da lógica

109

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3.1. Lógica e a dialéctica
3.2. A força e a importância da Linguagem3Nascimento da Lógica; A Lógica por
Ar
4.Processo de socialização
4.1- Fases do Processo de socialização
4.2- Mecanismos de socialização;
4.3- Agentes de socialização
5. Desigualdade social
5.1.Estratificação social e classe social
5.2.Perspectivas de Karl Marx e Max Weber
5.3.Mobilidade Social
5.3.1- Mobilidade vertical e horizontal
5.4. Pobreza e exclusão social
6. Controlo social
6.1. Conceito
6.2. Mecanismos de controlo social
7. Instituições sociais
7.1.Tipos de Instituições sociais
7.2. Funções básicas das Instituições sociais
8. Interacção social
8.1. Processos sociais
8.2. A ironia e a alienação
9. Cultura
9.1. Conceitos de cultura e sociedade;
9.2. Características da cultura;
9.3.Elementos da cultura;
9.4.O homem como produto e produtor da cultura;
9.5. Etnocentrismo e relativismo cultural;
9.6. Aculturação, subcultura e contracultura.
10. Mudança social
10.1. Causas da mudança social
10.2. Teorias da mudança social
11. Movimento social
11.1. Princípio dos movimentos sociais
11.2. Tipologia dos movimentos sociais.
11.3. A democracia e a esfera pública
11.4. A democracia ateniense
12. - Globalização (debate)

AVALIAÇÃO
110

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RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
 DEMO, Pedro (2002) Introdução à sociologia: Complexidade e Desigualdade
Social, São Paulo: Atlas.
 GASPAR, Paulo e DIOGO, Fernando (2010) Sociologia da Educação e
Administração Escolar, (S.l): Plural Editores.
 GIL, António Carlos (2011) Sociologia Geral, São Paulo: Atlas.
 MAIA, Rui Leandro (2002) Dicionário de Sociologia, Porto: Porto Editora.
 NOVA, Sebastião Vila (2009) Introdução à Sociologia,6ª ed. São Paulo: Atlas.
 ROCHER GUY (1999) Sociologia Geral: A Organização Social, 5ª ed. Lisboa:
Presença.

111

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DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia CIRCUITOS ELÉCTRICOS I 2º 2º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Conceitos básicos, unidades, leis fundamentais; resistência; fontes ideais independentes e
dependentes em redes resistivas; amplificador operacional ideal; técnicas de análise de circuitos
em corrente contínua, capacitância e indutância; circuitos de corrente alternada: regime
permanente senoidal; potência em corrente alternada; ressonância; circuitos trifásicos.

OBJECTIVOS
Ao final do período o aluno deverá conhecer os elementos de circuitos eléCtricos, as leis que
regem seu comportamento e as técnicas de análise de circuitos lineares em corrente contínua.
Ao final do período o aluno deverá ser capaz de analisar circuitos elétricos lineares no domínio do
tempo, o regime permanente senoidal e circuitos trifásicos equilibrados.
Dar ao aluno conhecimentos sobre análise de circuitos lineares, os quais servirão de base as
demais disciplinas do curso de Engenharia EléCtrica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceitos Básicos
1.1. .Variáveis e Elementos das Redes Eléctricas;
1.2. .Elementos Básicos
1.3. .Unidades
1.4. .Leis de Kirchhoff
1.5. .Energia e Potência
2. Formulação de Equações de Redes.
2.1. .Formulação Matricial de Equações
2.2. .Leis dos Nós e das Malhas
2.3. .Leis de Nós e de Malhas em Redes com Fontes Dependentes
3. Teoremas.
3.1. Teorema de Telegen e conservação de Potência
3.2. Teorema da sobreposição:
3.3. Teorema da sobreposição em circuitos com fontes dependentes
4. Redes Equivalentes e Teoremas
4.1. Resistência Equivalente. elementos em série e paralelo.

112

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4.2. Divisores de tensão e de corrente
4.3. Teorema de Thevenin e Teorema de Norton
4.4. Teoremas de Thevenin e de Norton em circuitos com fontes dependentes

5. Circuitos Reactivos -Regime Transitório


5.1. Análise de circuitos de 1ª ordem
5.2. Análise de Circuitos de 2ª Ordem
6. Circuitos Reactivos -Regime Forçado Sinusoidal
6.1. Análise de circuitos de 1ª ordem
6.2. Análise de Circuitos de 2ª Ordem
7. Circuitos CA monofásicos em regime permanente
7.1. Senóides e fasores
7.2. Análise senoidal em regime permanente
7.3. Análise de potência em regime permanente
7.4. Análise de circuitos série e paralelo com parâmetros variáveis
8. Potência em Circuitos CA
8.1. Potência Instantânea
8.2. Potência Média
8.3. Valores Médio e Eficaz
8.4. Factor de Forma
8.5. Potência Complexa e o Factor de Potência
8.6. Correcção do Factor de Potência
8.7. Teorema da Máxima Transferência de Potência
8.8. Medição de Potência

9. Circuitos trifásicos
9.1. Noções sobre transmissão de energia
9.2. Conexões Trifásicas
9.3. Medições Trifásicas
9.4. Potência e factor de potência
9.5. Corrcção do Factor de Potência

10. Amplificador Operacional


9.6. Caracterização; tensões e correntes terminais
9.7. Características ideais: impedância de entrada e saída, ganho
9.8. Amplificador inversor, não-inversor
9.9. Amplificador somador
9.10. Amplificador diferencial
9.11. Modelo mais realista

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua

113

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PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:

ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N.O. Fundamentos De Circuitos Elétricos. 5ª Edição. BOOKMAN.


2013.

Bibliografia Complementar:

HAYT Jr., William H. Análise de circuitos em engenharia. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, c2008.

IRWIN, J.D. Análise de circuitos em engenharia. São Paulo: Makron, c2004. 848 p.

NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos , 6a. Ed. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,
2003.

EDMINISTER, J. A; NAHVI M. Circuitos elétricos. Bookman. 1999.

DORF, R. C. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5ª Edição. Editora: LTC. 2003.

BOYLESTAD, R. Introdução à análise de circuitos. 8. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia MICROPROCESSADORES/MICRO 2º 2º 6
Electrotécnica CONTROLADORES

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 60 HORAS 30 HORAS
Data:
16/06/2015

114

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


EMENTA
Introdução ao computador digital, arquitectura de um microprocessador genérico,
análise funcional e operacional de microprocessadores. Microcontrolador. Interligação
de memórias. Programação assembler. Sistema de interrupções; Interfaces de
comunicação. Interfaces com dispositivos de E/S. Comunicação serial de dados.

OBJECTIVOS GERAIS
Ao final da disciplina o aluno será capaz de analisar as arquitecturas básicas de
microprocessadores e microcontroladores, suas interfaces e suas aplicações.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Histórico dos Microprocessadores


1.1 Evolução dos Microprocessadores
1.2 Evolução de conhecimentos até ao microprocessador
1.3 Componentes Básicos de um Computador
1.4 Microprocessador Vs Microcontrolador
1.5 Memórias: Tipos e Aplicações
1.6 Funcionamento de um Microprocessador ou Microcontrolador
1.7 Unidade de entrada/saída
1.8 Processador Definições Básicas
1.9 Sistemas de Numeração
2. Arquitectura de um Microprocessador de 8 bits
2.1 Arquitectura RISC Vs Arquitectura CISC
2.2 Barramento ou BUS
2.3 Definição da Arquitectura Típica de Microprocessador/Microcontrolador
2.4 Princípio de Funcionamento dos Microprocessadores 8085 e 8086/88
2.5 Registador de Flags 8085 – 8086/88 – 8051
2.6 Mnemónicos
2.7 Instruções de Transferência de Informação, Aritmética, Lógica de Controlo e
Booleana
3. Linguagem Assembler
3.1 Directivas do Assembler
3.2 Operadores do Assembler
3.3 Conjunto de Instruções Assembly
3.4 Programação Estruturada em Assembly
3.5 Formato das Instruções
3.6 Modos de Endereçamento e Grupos de Instruções
4. Diagramas de Tempo da CPU
4.1 Rotinas Típicas de Controlo: Rotinas de Tempo, Escrita e Leitura de Periféricos e
Memórias
5. Microprocessadores PIC16Fxx
5.1 Breve Historial
115

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5.2 Gerador de Relógio
5.3 Reset
5.4 Portos
5.5 Organização de Memória
5.6 Interrupções
5.7 Temporizador TMR0
5.8 Memória de Dados EEPROM
6. Conjunto de Instruções
6.1 Conjunto de Instruções da Família PIC16Fxx
6.2 Mnemónicos
6.3 Instruções de Transferência de Informação
6.3.1 Aritmética
6.3.2 Lógica
6.3.3 Booleana
6.4 Sentido de Execução do Programa
6.5 Listagem de Palavras
7. Diagramas de Tempo da CPU
8. Rotinas Típicas de Controlo
8.1 Rotinas de Tempo
8.2 Rotinas de Escrita e Leitura
8.3 Rotinas de memórias
9. Circuitos Decodificadores
10. Interrupções
11. Aplicações
11.1 Teclado
11.2 Registo de Deslocamento
11.3 Display de 7 Segmentos (multiplexagem)
11.4 Display LCD
11.5 Conversor A/D de 12 Bits
11.6 Comunicação Série e Paralela

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

116

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Bibliografia Básica
 ZILLER, Roberto M., “Microprocessadores – Conceitos Importantes,” Edição do autor,
Florianópolis, 2000. ISBN 85-901037-2-2.
 MALVINO, Albert Paul, “Microcomputadores e microprocessadores; tradução Anatólio
Laschuk, revisão técnica Rodrigo Araês Farias. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1985.
 CANICOLOSI, Dennys Campion, Laboratório de microcontroladores: família
8051; treino de instruções, hardware e software. São Paulo: Érica, 2002.
 PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. 2. ed. São Paulo:
Érica, 2003. 358 p.
 CARVALHO, C. S. R. Microprocessador 8085. 2. ed. Campinas: Editora da
UNICAMP, 1990. 290 p.
 SOUZA, DE. J. Desbravando o PIC: ampliando e actualizando para PIC16F628A.
6. ed. São Paulo: Érica, 2003. 268 p.

Bibliografia Complementar
 PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas. 2. Ed. São Paulo:
Érica, 2002. 358 p.
 SILVA, JÚNIOR, Vidal Pereira da. Microcontroladores PIC: teoria e prática. São
Paulo: [s.n.], 1998. 140 p.
 ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC16F628A/648A. Uma
abordagem prática e objectiva. São Paulo: Érica, 2005.

Bibliografia Outras
 [1] “Microcontroladores PIC”- Mikroelektronika;
 [2] “PIC Microcontroler Operation and Application”- DN Beer;
 [3] “Structured Computer Organization”- A.S. Tanenbaum, 4th Ed, Prentice-Hall,
1999;
 [4] “Laboratório de Microcontroladores Família 8051”- Denys E.C.Nicolosi ;
 [5] “Sistemas electrónicos com Microcontroladores”- Victor Gonsalves;

117

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3º ANO – 1º SEMESTRE
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia empreendedorismo e 3º 1º 2
Electrotécnica inovação

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Economia Empresarial. Contexto das pequenas empresas e empresa familiar; Processo
gerencial; Conceitos, capacidade, características, competências, comunicação, tipos, visão,
atuação do empreendedor; Planejamento; Plano de negócio; A escolha do ponto; Administração
dos recursos necessários para o funcionamento; A abertura do empreendimento; Como comprar;
Como vender; Qualidade no atendimento ao cliente; Como trabalhar em equipa; liderança;
motivação; qualidade do produto e dos serviços; Organização; Custos; Formação do preço de
venda; Viabilidade econômica financeira.

OBJECTIVOS

Promover a discussão e o debate das questões Administrativas e empreendedoras,


ampliando o conhecimento das suas atividades na atualidade. Possibilitar o entendimento
das estruturas básicas administrativas. Capacitar o estudante, a executar as atividades
essenciais relacionadas aos pequenos negócios. Fornecer uma visão geral do atual
cenário no mundo dos negócios.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Empreendedorismo. A revolução do empreendedorismo. O surgimento do empreendedorismo.
Conceitos de empreendedorismo. O processo empreendedor.

2. Empresas. Conceito de empresa. Tipos de empresa. A escolha do negócio adequado.


Economia Empresarial. Contexto das pequenas empresas e empresa familiar. A escolha do
ponto.

3. Entendendo o negócio. Conceito de negócio. Missão, visão, atuação do empreendedor,


valores, objetivos e estratégia de negócio. Ambiente e oportunidades de negócio. Ideias e
118

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


oportunidades. Fontes de ideias. Tendências

4. Gerenciando os recursos empresariais. Recursos humanos. Produção. Marketing. Finanças.


Custos. Formação do preço de venda. Processo gerencial. Conceitos, capacidade,
características, competências, comunicação.

5. Planejamento. Plano de negócio. Noção. Conceito. Importância. Viabilidade econômica


financeira.

6. Qualidade no atendimento ao cliente. Liderança. Motivação. Qualidade do produto e dos


serviços.

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita através de 3 avaliações contínuas onde serão atribuídas
aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua será realizada
através de: testes obrigatórios ou facultativos; exposições; trabalhos escritos; trabalhos de campo
e outros. Os resultados da avaliação contínua são publicados antes da realização do exame final.
O acesso ou dispensa do exame final esta estabelecido no Regimento Geral da ISPTEC.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:
DEGEN, R. J.; MELLO, A. A. A. O empreendedor: fundamentos da iniciativas empresarial. 4
ed. Sao Paulo: Ed. McGraw-Hill, 1989. xiv 368 p.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio
de Janeiro: Ed. Campus, 2001. 299 p.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito emprendedor :prática e princípios. 3 ed.
São Paulo: Ed. Pioneira, 1991. 378 p.
PEREIRA, Heitor José. Criando seu próprio negócio: como desenvolver o potencial
empreendedor. Brasília: USP, 1995. 316 p.
VENTURE, James Luiz; LENZI, Cezar Venturi, Desenvolvimento Gerencial: da teoria
acadêmica para prática empresarial. Rio do Sul-S.C.: Edit. Nova Era, 2003
Bibliografia complementar:
AZEVEDO, João Humberto de. Como iniciar uma empresa de sucesso. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1992. 192 p.
BATY, Gordon B. Pequenas e médias empresas dos anos 90: guia do consultor e do
empreendedor. São Paulo: Makron Books, 1994. 322 p.

119

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RUSSO, Luiz R. R. Como abrir sua empresa de prestação de serviços. São Paulo: Atlas 2000.
165 p.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Ética Profissional 3º 5º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Análise e reflexão acerca dos fundamentos básicos da ciência e da ética. A relação entre
teoria e prática na contemporaneidade. As imbricações entre valores, consciência moral,
pesquisa, implicação social da ciência, exercício profissional e responsabilidade social

OBJECTIVOS
Visa fomentar a reflexão sobre a relação entre o saber técnico e a eticidade, somando à
noção de competência a idéia de engajamento à cidadania, preocupado com as
conseqüências da aplicação do conhecimento que produz e com o processo produtivo no
qual está inserido.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A ética e seus fundamentos.

2. Panorama histórico da ética: Intelectualismo, Eudemonismo, Hedonismo, Ética Cristã,


Emotivismo, Ética formal ou autônoma.
3. A ética profissional.
4. Ética e pesquisa.
5. Direitos e deveres do profissional engenheiro civil no contexto profissional português.

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita através de 3 avaliações contínuas onde serão atribuídas
aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua será realizada
120

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


através de: testes obrigatórios. Os resultados da avaliação contínua são publicados antes da
realização do exame final. O acesso ou dispensa do exame final esta estabelecido no Regimento
Geral da ISPTEC.

BIBLIOGRAFIA

ANDERY, M.A.et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. São
Paulo/Rio de Janeiro: EDUC, Espaço e Tempo, 1994.

BRONOWSKI, J. A responsabilidade do cientista e outros ensaios. Lisboa: Dom


Quixote, 1992.

BOURDIEU, P. Razões práticas - sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1997.

CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.

FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Cadernos da


PUC, 1979.

MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Lisboa: Instituto Jean Piaget,


1991.

POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. São Paulo:Cultrix, 1993.

SANCHEZ VASQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia CIRCUITOS ELÉCTRICOS II 3º 1º 6
Electrotécnica

121

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS
60 HORAS 60 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Circuitos acoplados magneticamente; transformador linear, ideal e real; quadripolos; respostas
completa de circuitos 1a ordem, 2a ordem e de ordem superior; integral de convolução; resposta
em frequência. Aplicação da Transformada de Laplace Transformada e análise de Fourier na
análise de Circuitos.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina, o aluno será capaz de:
Obter as respostas em amplitude e em fase dos circuitos lineares no domínio da freqüência;
Conhecer e utilizar a Transformada de Laplace em Redes/Filtros passivas;
Analisar a Resposta em Freqüência de Redes Eléctricas utilizando o Diagrama de Bode;
Conhecer, parametrizar e fazer associações Quadripolos;

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Circuitos acoplados magneticamente e transformadores.

1.1. Acoplamento magnético, indutância mútua, regra do ponto, coeficiente de


acoplamento.
1.2. Equações no domínio do tempo, domínio jw e domínio s. Teoremas de análise de
rede.
1.3. Equações e circuitos equivalentes para transformadores lineares e ideais. Circuitos
equivalentes com acoplamento condutivo. Impedância refletida. Autotransformadores.

2. Quadripolos
2.1. Parâmetros z, y, h, g, ABCD. Cálculo dos parâmetros e associação de quadripolos.
2.2. Aplicação para o cálculo de funções de rede

3. Frequência complexa e funções de rede.


3.1. A senoide amortecida, frequência complexa s, fasores generalizados e impedância.
3.2. Circuitos no domínio s. Utilização dos teoremas de rede.
3.3. Funções de rede, mapa de polos e zeros, frequências naturais.
3.4. Resposta forçada, natural e completa no domínio de tempo.

4. Resposta em frequência. (9 HORAS)


4.1. Resposta no domínio jw. Resposta em amplitude e fase. Factor de escala. Diagramas
polares (lócus).
4.2. Circuitos RLC série e em paralelo: ressonância, factor de qualidade, largura de faixa,
curvas de resposta em frequência.
4.3. Filtros passa baixas, passa altas, passa faixa e corta faixa. Impedância característica.

5. Aplicação da transformada de Laplace à análise de circuitos


5.1. A transformada de Laplace
5.2. Modelos e elementos de circuito

122

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5.3. écnicas de análise
5.4. Função de transferência
5.5. Resposta em estado estacionário

6. 8. Transformada de Fourier
6.1. Aplicação ao análise em regime forçado sinusoidal
6.2. Noção de função de transferência
6.3. Resposta em frequência de circuitos elementares

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:

ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N.O. Fundamentos De Circuitos Elétricos. 5ª Edição. BOOKMAN.


2013.

Bibliografia Complementar:

HAYT Jr., William H. Análise de circuitos em engenharia. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, c2008.

IRWIN, J.D. Análise de circuitos em engenharia. São Paulo: Makron, c2004. 848 p.

NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos , 6a. Ed. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,
2003.

EDMINISTER, J. A; NAHVI M. Circuitos elétricos. Bookman. 1999.

DORF, R. C. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5ª Edição. Editora: LTC. 2003.

BOYLESTAD, R. Introdução à análise de circuitos. 8. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

123

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Engenharia economica 3º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA

Conceito e cálculo de juros. Taxas de juros. Descontos simples e compostos. Taxas de atratividade.
Taxa interna de retorno. Depreciação e mortalidade. Utilização do quadro de Uso e Fontes.
Substituição e baixa de equipamentos. Inflação. Análise de risco. A gestão técnica e económica do
sistema electroprodutor. A integração das energias renováveis no sistema eléctrico.
Avaliação económica de projectos de aproveitamento de energias renováveis.

OBJECTIVOS

Desenvolver e aplicar técnicas que permitam ao engenheiro fundamentar as


decisões sobre projetos de investimento de longo prazo.
Os projetos de longo prazo, especialmente os industriais, consideram um
horizonte de planejamento usualmente não inferior a cinco, podendo atingir vinte e
cinco anos, no caso da construção de novas fábricas, ou de aquisições de aviões
e navios. Em tais situações a análise é sujeita elevadas condições de incerteza,
quais sejam: o comportamento dos custos, dos mercados, das mudanças
tecnológicas, das taxas de juros reais e das taxas de inflação durante a vida do
projeto.
Tomar decisões de longo prazo num ambiente de risco utilizando a análise de
sensibilidade; Decidir entre as alternativas de comprar, alugar e substituir
equipamentos; Eliminar os efeitos da inflação em projetos de investimento;
Elaborar cronogramas de desembolso para os projetos de investimentos.

124

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Capitulo 1. Introdução à engenharia econômica.

a)Engenharia econômica: definição.

b)O problema central da engenharia econômica.

c) Diagrama do fluxo de caixa.

Capitulo 2. Juros e equivalência.

a)Definição.

b)Juros simples e composto.

c) Equivalência.

d) Relacionamento entre juros e equivalência.

e)Valor atual ou valor presente.

Capitulo 3. Fórmulas e fatores de conversão aplicáveis aos fluxos de caixa.

a) Simbologia padrão.

b) Fórmulas de dedução dos fatores.

c) Fator de acumulação de capital (pagamento simples).

d) Fator de valor atual (pagamento simples).

e) Fator de acumulação de capital (série uniforme).

f) Fator de valor atual (série uniforme).

g) Fator de recuperação de capital (série uniforme).

h) Séries gradientes. Fator Gradiente (FG). Fator de Valor Série Gradiente (GFVA).

i) Relação entre os fatores de conversão.

j) Taxa nominal e taxa efetiva: diferenciação.

125

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Capitulo 4: A gestão técnica e económica do sistema electroprodutor.

a) Despacho económico de grupos térmicos.

b) Comissionamento de grupos térmicos.

c) Coordenação hidro-térmica com produção hídrica reversível.

Capitulo 5. A integração das energias renováveis no sistema eléctrico.

a) Implicações técnicas da integração de fontes de energia intermitentes.

b) Internalização das externalidades ambientais: a tarifa regulada, o mercado de


certificados verdes e o mercado de emissões de gases com efeito de estufa.

Capitulo 6: Avaliação económica de projectos de aproveitamento de energias renováveis.

a) Critérios de avaliação/selecção económica de projectos: VAL, TIR, período de recuperação do


capital.

b) Avaliação económica de projectos de energias renováveis: exemplo da energia eólica,


fotovoltaica e hídrica.

AVALIAÇÃO
RExame = [(0,3 AC + 0,7 PP)* 0,4 + 0,6 Exame]
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário; AC = média da avaliação
contínua incluindo a avaliação dos seminários; PP- média da avaliação das provas parcelares;
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
HESS, Geraldo “et alli”. Engenharia Econômica. 18ª Edição. São Paulo: Ed. Difel, 1985.
HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica. 3ª Edição. São Paulo: Editora Atlas, 1984..
MAIA, F.N. Perícias Judiciais de Engenharia. Belo Horizonte: Ed. Del Rey. 1999
MATHIAS, W.T. Matemática Financeira. 2ª Edição. São Paulo: Ed. Atlas.2001
MOREIRA, A.L. Princípios de Engenharia de Avaliações. 5ª Edição. São Paulo: Ed. Pini, 2001.

126

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


ABUNAHMAN, S.A. Engenharia Legal e de Avaliações. 1ª Edição. São Paulo.

Editora PINI,2000

KOPITTKE, B.H. e CASAROTTO N. Análise de Investimentos. 9ª Edição. São Paulo. Editora


Atlas, 2000.
DANTES, R.A. Engenharia de Avaliações: uma introdução a metodologia científica. São
Paulo. Editora PINI, 1998.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Introdução à Eng. de 3º 2º 2
Electrotécnica Segurança

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Conceituação de Segurança e Higiene do trabalho. Proteção coletiva e individual. Riscos
ambientais. Controle de perdas e produtividade. Análise de acidentes. Treinamento e motivação
do pessoal. Proteção contra incêndio.

OBJECTIVOS

Conhecer e compreender os fundamentos teóricos e práticos de Segurança e


Higiene do Trabalho, visando desenvolver condutas prevencionistas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Histórico e estatística de segurança e saúde ocupacional.

2. Legislação sobre Segurança e Saúde Ocupacional. OIT. Normas Internacionais do Trabalho.


Constituição Federal.

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3. Acidentes do trabalho. Conceito.

4. Agentes físicos.

5. Agentes químicos.

6. Arranjo Físico. Equipamentos.

7. Riscos em eletricidade.

8. EPIs e EPCs.

9. Obras de construção, demolição e reparos.

10. Cor e sinalização na segurança.


11. Equipamentos de segurança contra incêndios.

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita através de 3 avaliações contínuas onde serão
atribuídas aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua
será realizada através de: testes obrigatórios e; trabalhos escritos. Os resultados da
avaliação contínua são publicados antes da realização do exame final. O acesso ou
dispensa do exame final esta estabelecido no Regimento Geral da ISPTEC.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:

AYRES, Dennis de Oliveira; CORREA, José Peixoto

Manual de Prevenção de Acidentes do Trabalho. São Paulo. Ed. Atlas. 2001

FREITAS, Luís Conceição. Gestão da segurança e saúde no trabalho. Universitárias


Lusófonas, D.L. 2003-. - v. : il. ; 25 cm. - Contém bibliografia. - 1º v.: 332 p.. - 2º v.: 316 p.

PORTUGAL. Leis, decretos, etc.


Segurança e saúde do trabalho: legislação anotada / Fernando A. Cabral, Manuel M. Roxo. - 3ª
ed. - Coimbra : Almedina, 2004. - 1039 p. ; 23 cm

ROXO, Manuel M. Segurança e saúde do trabalho: avaliação e controlo de riscos / - 2ª ed. -


Coimbra: Almedina, 2004. - 210 p.

128

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia MATERIAIS ELÉCTRICOS 3º 1º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 40 HORAS +20 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Propriedades gerais dos materiais; resistividade elétrica; condutividade elétrica; comportamento
magnético; classificação; materiais condutores; supercondutores; materiais semicondutores;
materiais isolantes; materiais magnéticos; dieléctricos; aplicações.

OBJECTIVOS
No final da disciplina, o aluno deverá ter condições de identificar os diversos materiais, e suas
principais propriedades, utilizados em equipamentos e componentes eléctricos e magnéticos,
bem como conhecer as recomendações básicas de materiais para aplicações na área de
engenharia elétrica, suas tendências atuais e perspectivas futuras.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I: Ligações e Estruturas cristalinas
1.1. Átomos e forças de ligação
1.3. Estruturas Cristalinas
1.4. Imperfeições nos Cristais;

II: Propriedades Elétricas dos Sólidos


2.1. Eletrões num sólido;
2.2. Distribuições de energia dos eletrões;
2.4. Diagrama de bandas de energia;
2.5.Formulação matemática do processo de condução;
2.6. Lei de Ohm microscópica;
III: Materiais condutores
3.1. Efeito Hall;
3.2. Efeito magnetoresistivo e efeito termoelétrico;
3.3. Materiais semicondutores:
3.3.1. Semicondutores intrínsecos;
3.3.2. Semicondutores extrínsecos;
129

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3.4. Efeito da temperatura;
3.5. Saturação de velocidade e efeito de resistência negativa;
IV: Materiais Isolantes
4.1. Propriedades dielétricas dos isolantes;
4.2. Propriedades eletrônicas dos dipolos;
4.3. Perdas de energia;
4.4. Comportamento em campos alternados;
V: Conceito de junção P-N
5.1. Formação da junção P-N e o seu diagrama de bandas de energia;
5.2. Junção P-N e suas propriedades eletrônicas;
VI: Propriedades eletrônicas
6.1. Contato Metal-Semicondutor;
6.2. Junção MIS;
6.3. Junção Schottky;
6.4. Propriedades de efeito de campo;

IX: Materiais magnéticos amorfos


9.1. Magnetos fortes e fracos,
9.2. Dispositivos magnéticos e aplicações,
9.3. Propriedades dos materiais supercondutores,
9.4. Aplicações dos materiais supercondutores:

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia básica:

W.D. Callister Jr, “Ciência e Engenharia de materiais uma introdução”, 7ª Ed, Rio de Janeiro: LTC,
2008.

. Bibliografia Complementar:

Materials Science and Engineering: An Introduction, 8th edition.: William D. Callister Jr., David G.

130

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Rethwisch 2010 John Wiley & Sons, New York

VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 1 Ed. Editora Edgard Blucher. 2000.

SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos: Condutores E Semicondutores. Vol.1. 2 Ed. Edgard Blucher. 2002.

SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos: Isolantes e Magnéticos. Vol.2. 2 Ed. Edgard Blucher. 2002.

S.M. Rezende, Materiais e Dispositivos Eletrônicos, 2ª Ed. São Paulo, Editora Livraria da Física, 2004.

ASKELAND, D. R. & PHULÉ, P. P. -Ciência e Engenharia dos Materiais, Editora Cengage Learning,
2008.

S.M.SZE – SEMICONDUCTOR DEVICES : PHYSICS AND TECHNOLOGY. JOHN WILEY & SONS , 1985

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia ELECTROMAGNETISMO
3º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 Horas 60 30 0
Autor: Manuel Caleta Cabenda Data
14/03/2016

EMENTA
Análise vectorial, operador nabla, gradiente, divergente, rotacional, Eletrostática potencial,
trabalho e energia, operadores de segunda ordem; as equações de Maxwell; as grandezas
fundamentais do eletromagnetismo; a eletrostática; carga elétrica; campo elétrico; potencial
escalar; teorema de Gauss; o capacitor; as equações de Laplace e Poisson do campo elétrico; a
magnetostática; lei de Ampère; lei de Biot-Savart; materiais magnéticos; imãs permanentes;
indutância; lei de Faraday; lei de Lenz; perdas por correntes de Foucault; perdas por histerese;
energia de campo magnético; o tensor de Maxwell;

OBJECTIVOS GERAIS
Ao término da disciplina o acadêmico será capaz de Conhecer e aplicar as leis
eletromagnéticas na solução de problemas teóricos e práticos, Utilizar as ferramentas
matemáticas de análise para solução de problemas eletromagnéticos e Descrever
adequadamente os conceitos relacionados às propriedades eletromagnéticas da matéria

131

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAPÍTULO I. ANALISE VECTORIAL.

1.1. Revisao sobre Algebra vectorial


1.2. Campos escalares e vectoriais. Representação
1.3. Operadores diferenciais e sistemas de coordenadas
1.4. Transformacoes entre sistemas de coordanadas.

CAPÍTULO II. CAMPO ELECTROSTATICO

2.1. Distribuições de cargas


2.2. Lei de Coulomb com cargas distribuídas em linhas, superfícies e volumes
2.3. Campo elétrico devido a uma distribuição de cargas
2.4. Densidade de Fluxo elétrico e a Lei de Gauss
2.5. Divergência do campo, Equações de Maxwell. Teorema da divergência

2.6. Potencial, Energia e Densidade de Energia no Campo Eletrostático.


Gradiente do potencial.

2.7. Corrente Estacionaria. Condutor e resisencia. Dielectrico e capacitancia.


Materiais elétricos.

CAPÍTULO III. CAMPOS MAGNETOSTÁTICOS.

3.1. Forca de Loentz, Lei de Biot-Savart. Lei circuital de Ampère


3.2. Campos Magnéticos e Equações de Maxwell
3.3. Campos Variáveis no Tempo. Lei de Faraday-Lenz e Equações de Maxwell
3.4. Potenciais Magnéticos Escalar e Vetorial.

3.5. Forças, Propriedades magnéticas dos materiais


3.6. Indutores e Indutância. Energia Magnética.
3.7. Histerese. Correntes de Foucault. Perdas magnéticas
3.8. Circuitos Magnéticos. Analogia entre circuitos elétricos e magnéticos.
3.9. Equações de Maxwell

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
132

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica

HAYT JR., W. H.; BUCK, J. A. Eletromagnetismo. Editora: LTC. 2003.

PAUL, C. R. Eletromagnetismo para Engenheiros. 1ª Edição. Editora: LTC. 2006.

SADIKU, M.N.O. Elementos De Eletromagnetismo. 3ª Edição. BOOKMAN COMPANHIA ED. 2004.

KRAUS J D, Electromagnetismo, McGraw-Hill, 4a edição, 1991, Rio de Janeiro.

BASTOS, J. P. A. Eletromagnetismo para Engenharia: Estática e Quase-Estática. 1a. Edição. Editora


UFSC. Florianópolis. 2004.

Bibliografia de Consulta
HAYT JR., W. H.; BUCK, J. A. Eletromagnetismo. Editora: LTC. 2003.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia ELECTRÔNICA ANALÓGICA I 3º 1º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75HORAS 45 HORAS 30
Autores: Danilson da Conceicão ; Rogério Apolinário Data:
14/03/2016

EMENTA
 Introdução as características dos semicondutores para estudo de diodos
de
junção p-n. Características e polarização de transistores de junção bipolar (TBJ).
Características, polarização de transistores de efeito de campo e circuitos com

133

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


transistores FET. Princípios de funcionamento de circuitos com amplificadores.

OBJECTIVOS
 Analisar a operação de circuitos que utilizam transistores bipolares e de
efeito de campo;
 Projetar fontes de tensão transistorizadas reguladas e protegidas contra
curto-circuitos;
 Projetar amplificadores de potência e de pequenos sinais transistorizados;

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAP. 1- FÍSICA DOS SEMICONDUTORES


1.1- Introdução histórica
1.2- Noção de mecânica quântica aplicada ao átomo
1.3- Evolução dos componentes e circuitos
1.4- Princípio de funcionamento da válvula
1.5- Estrutura cristalina dos sólidos
1.6- Bandas de energias

CAP. 2- CONDUTORES, ISOLADORES E SEMICONDUTORES


2.1- Introdução. Relação aos materiais
2.3- Semicondutores (Intrínseco e Extrínseco)
2.3.1- Intodução a Condução
2.3.2- Tipos de impurezas
2.3.3- Portadores de carga
2.3.4- Distribuição de energia e concentração de portadores
2.3.4.1- Estatistica de Fermi Dirac
2.3.4.2- Densidade de estados
2.3.4.3- Concentração electrões e lacunas
2.3.4.4- Determinação do nível de energia de Fermi
2.3.5- Mobilidade dos portadores
2.3.6- Condutividade eléctrica
2.3.7- Densidade da corrente
2.3.8- Corrente de difusão e arraste (deriva)
2.3.9- Efeito Hall

CAP. 3- JUNÇÃO-PN (UNIÃO PN)


3.1- Fenómenos físicos da união pn
3.1.1- Potencial de contacto
134

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


3.1.2- Determinação da zona de carga espacial (ZCE)
3.2- Diodo semicondutor (diodo normal)
3.2.1- Formação do diodo de junção pn
3.2.2- Representação simbólica, e aplicação da tensão no diodo
3.2.3- Polarização na união
3.2.4- Efeitos capacitivos na união pn
3.2.5- Correntes na união pn
3.2.7- Características eléctricas do diodo
3.2.8- Circuito equivalente do diodo
3.2.9- Curva característica do diodo
3.2.10- Limites de operação no diodo
3.2.11- Recta de carga do diodo
3.2.12- Aproximações do diodo
3.2.13- Resistência média do diodo
3.3- Introdução aos rectificadores de meia onda e de onda completa
3.3.1- Onda senoidal (valor eficaz, médio, de pico e de pico à pico)
3.3.2- Introdução aos Transformadores
3.3.3- Rectificador de meia onda
3.3.4- Rectificador normal de onda completa
3.3.4.1- Rectificador de onda completa em ponte
3.3.5- Introdução aos condensadores
3.3.5.1- Tipos, simbologia, carga e descarga
3.3.5.2- Circuitos com condensadores e resistências
3.3.6- Filtro para o retificador
3.3.6.1- Corrente de surto (impulsiva)
3.4- Introdução aos Diodo emissor de luz e Fotodiodo
3.5- Diodo Zener
3.5.1- Constituição, utilização e polarização
3.5.2- Estabilizador de tensão
3.5.3- Curva característica
3.5.4- Características técnicas
3.5.5- Aproximações no zener
3.5.6- Princípio de funcionamento
3.5.6.1- Efeito zener e de avalanche
3.5.7- Recta de carga do zener
3.5.8- Análise de circuitos (regulador de tensão) com zener
3.6- Outros tipos de diodos semicondutores

CAP. 4- TRANSITORES
4.1- Bipolar (BJT)
4.1.1- Processos físicos no transístor bipolar
4.1.2- Funcionamento de transístores bipolares
4.1.3- Correntes no transistor bipolar

135

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


4.1.4- Configurações no transístor bipolar
4.1.5- Polarização de transístor e recta (ou linha) de carga
4.1.6- Tempos de comutação. Aplicações.
4.2- Transístor unipolar (JFET)
4.2.1- Introdução. Características fundamentais
4.2.3- Princípios de operação. Tensão de restrição
4.2.4- Curva característica do JFET
4.2.5- Características estáticas do JFET
4.2.6- Transístor MOSFET. Aspectos comparativos
4.2.7- Aplicações (amplificadores de pequenos sinais)
4.2.8- Outros componentes electrónicos (tirístores, triac´s, transístores unijunção, etc.)
4.3- Estabilidade e polarização nos transístores
4.3.1- Introdução. Polarização da base
4.3.3- Polarização com realimentação do emissor
4.3.4- Polarização com realimentação do coletor
4.3.5- Polarização por divisor de tensão resistivo
4.3.6- Polarização do emissor
4.4- Fototransistor

CAP. 5- MODELAGEM-TRANSISTOR E ANÁLISE PARA PEQUENOS SINAIS


4.1. Aplicação do transistor para o domínio de corrente alternada
4.2. Modelo re
4.3. Modelo híbrido equivalente
4.4. Determinação gráfica dos parâmetros h
6. Amplificadores de pequeno sinal
6.1. Capacitores de acoplamento e de desvio
6.2. Teorema da superposição para amplificadores
6.3. Modelo da resistência c.a. do emissor
6.4. Estágio em cascata de amplificadores
6.5. Amplificador seguidor do emissor
6.6. Amplificador Darlington
.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na
aula e no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5

136

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser
³ 9,5 valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

3. MALVINO, Albert; BATES, David J.; Eletrônica. McGraw-Hill. 7a Ed. 2008.


Volume 1
4. BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos E Teoria De
Circuitos. Prentice Hall. 8a Ed. 2004. ISBN 8587918222
5. RAZAVI, Behzad; Fundamentos de Microeletrônica. Editora LTC. Rio de
Janeiro, 2010.

Bibliografia Complementar:
3. SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C.; Microeletrônica. Pearson Education do
Brasil. 5ª Edição, 2007.
4. SCHERZ, Paul; Practical electronics for inventors. New York: McGraw-Hill,
c2007. ISBN: 0071452818
5. FLOYD, Thomas; BUCHLA, David; The Science of Electronics Analog Devices.
Prentice Hall – 2004. ISBN: 0130875406
6. AGARWAL, Anant; LANG, Jeffrey; Foundations of Analog and Digital
Electronic Circuits. Morgan Kaufmann. ISBN: 1558607358
7. TOUMAZOU, Chris; MOSCHYTZ, George S.; GILBERT, Barrie; Trade-Offs in
Analog Circuit Design : The Designer's Companion.Springer. ISBN: 1402070373

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia EMPREENDEDORISMO E 3º 1º 4
Electrotécnica INOVAÇÃO

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Elaborado por: xx/xx/ 2015

137

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


EMENTA
Empreendedorismo em Angola e no mundo: a nova realidade dos negócios; O processo
empreendedor e o ciclo de vida das organizações; Reconhecimento de oportunidades:
dos negócios tradicionais aos de base tecnológica; O processo de inovação; As
incubadoras de empresa e o apoio ao desenvolvimento de novos produtos; Alternativa
para captação de recursos para novos empreendimentos; Parcerias e alianças
estratégicas; Administrando um negócio em crescimento; Empreendedores e a internet;
Intraempreendedorismo

OBJECTIVOS
Despertar nos alunos uma postura empreendedora que os motive a construir projetos e
desenvolver idéias de novos negócios.
O enfoque da disciplina é o de oferecer aos alunos instrumentos para identificação de
oportunidades de novos negócios, bem como apresentar os recursos e etapas
necessárias para o seu desenvolvimento. No final do curso, espera-se que o aluno esteja
apto a transformar uma idéia inovadora em um plano de negócios.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – CARACTERISTICAS DO EMPREENDEDORISMO
1.1 – Os conceitos do empreendedorismo e sua importância para o
desenvolvimento econômico.
1.2 – Cenário brasileiro para o empreendedorismo e instituições: as dificuldades,
entidades promotoras do empreendedorismo
1.3 – As incubadoras de empresa: conceitos e objetivos, instituições de apoio,
incentivo e desenvolvimento de empreendimentos.
1.4 - A inovação e o processo empreendedor
2 – COMPORTAMENTOS DO EMPREENDEDOR
2.1 - Empreendedor X Empresário
2.2 – Teste: Perfil do Empreendedor
2.3 – 10 comportamentos do empreendedor – habilidades técnicas, gerenciais e
características pessoais
• Estabelecimento de metas
• Busca de oportunidades
• Correr risco
• Busca de informações
• Planejamento e monitoramento sistemático
138

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


• Exigência da qualidade
• Persistência
• Comprometimento
• Persuasão e rede de contatos
• Independência e autoconfiança
3 – OPORTUNIDADES – Modelo Timmons
3.1 – Identificando e análise de oportunidades
3.2 – Tipos de empreendedorismo: corporativo, start-up, social. Tipos de empresas
3.3 – A sociedade em rede, formação de alianças.
3.4 – Internet: o mundo web para negócios
3.5 – Empreendedorismo internacional: fontes e formas da internacionalização
do empreendimento
4 – INOVAÇÃO
4.1 – Conceitos
4.2 – Tipos de inovação – manual de OSLO
5 – INOVAÇÃO E ESTRATÉGIA
5.1 – Gerenciando a inovação
5.2 – Medidas e estratégia de inovação

AVALIAÇÃO
RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

HARVARD, BUSINESS REVIEW. Empreendedorismo e estratégia – Rio de Janeiro: Campus,


2002.
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa, Cultura Editores, São Paulo, 1999,
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo – transformando idéias em negócios. Rio
139

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


de Janeiro: Campus, 2001.
HISRICH, Robert D; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. Ed Bookman, 5.ed, Porto
Alegre, 2004

Bibliografia Complementar:

DOLABELA, Fernando - Empreendedorismo - A Viagem do Sonho - Fazendo Acontecer.


Editora Aed, 1997
DOLABELA, Fernando; FILION, Louis Jacques. Boa Idéia! E agora? Plano de Negócio, o
caminho mais seguro para criar e gerenciar sua empresa. São Paulo: Cultura Editores,
2000

140

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


3º ANO – 2º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Análise de Sinais e Sistemas 3º 2º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 75 HORAS 20
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Introdução aos sistemas realimentados. Representação de sistemas de controlo por
diagramas de blocos; Controle em malha aberta; Controle em malha fechada; análise em
regime permanente: precisão e sensibilidade; estabilidade de sistemas de controlo
contínuos e discretos: métodos de Routh-Hurwitz, Diagramas de Nyquist e Bode; estruturas
básicas de controladores; Controladores PI, Controladores PD, Controladores PID;

OBJECTIVOS

Pretende-se dotar os alunos com conhecimentos sobre modelização de sistemas físicos e


técnicas de controlo linear e não linear. Analisar o comportamento dinâmico e projectar sistemas
de controlo avançado. Ensaiar sistemas de controlo utilizando equipamento industrial (sensores e
controladores) e simulá-los analógica e digitalmente.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução aos Sistemas de Controlo realimentados. Representação de sistemas de controlo
por diagramas de blocos.

2. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada.

3. Transformadas de Laplace Aplicada a Teoria de Sistemas.

141

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


4. Modelos de Sistemas de Controlo. Modelos de Sistemas Dinâmicos.

5. Pólos, Zeros.

6. Respostas no Domínio do Tempo. Análise em regime transitório e permanente.

7. Redução de Subsistemas.

8. Estabilidade de sistemas de controlo contínuos e discretos.

9. Critério de Routh-Hourwitz.

10. Análise do Lugar das Raízes, Diagramas de Nyquist e Bode.

11. Estruturas básicas de controladores. Controladores PI, Controladores PD, Controladores PID.

12. Erro em Regime Permanente. Precisão e sensibilidade.

AVALIAÇÃO

O método de ensino consta de Aulas teóricas (T) com 2 sessões de 50 min semanais onde é
exposta a matéria com recurso a acetatos; Aulas teórico-práticas (T/P), com uma sessão de 50
min semanal, onde são resolvidos exercícios; Aulas laboratoriais (P), com uma sessão de 50 min
semanal, onde são realizados 4 trabalhos laboratoriais. É utilizado o software Matlab/Simulink e
disponibilizado material didáctico na plataforma Moodle.

1. A nota final, NF, é a média aritmética das classificações obtidas nas partes teórica T e
prática, P: NF=(T+P)/2³10

2. A nota teórica T é a nota obtida no teste final, no exame de época normal ou no exame de
época de recurso, devendo ser igual ou superior a 10 valores para que o aluno possa ter
aprovação na disciplina

3. A nota prática P é a média ponderada da classificação atribuída aos relatórios e às 3 fichas de


avaliação (R), da informação pessoal (I) fornecida pelo docente da parte prática e da discussão
final sobre os relatórios e as fichas (D). P=(2R+I+2D)/5³10

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

J.Soares, Controlo de Sistemas (Manual), 2007.

142

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


K. Ogata, Engenharia de Controlo Moderno, Prentice-Hall International, 1998.

J.J. E. Slotine, Weiping Li, Applied Nonlinear Control, Prentice-Hall, 1991.

William A. Wolovichi, Automatic Control Systems, Saunders College Publishing, 1995.

P.A. Cook, Nonlinear Dynamical Systems, Prentice-Hall International, 1994.

R. C. Dohf, R. H. Bishop, Modern Control Systems, Adison Wesley, 1998.

Benjamin C. Kuo, Automatic Control Systems, Prentice-Hall International, 1995.

D.J. Curtis, Controlo de Processos: Tecnologia da Instrumentação, Fundação Calouste


Gulbenkian, 1990.

Bibliografia Complementar:

CARVALHO, J. L. Martins de. Sistemas de controle automático. Rio de Janeiro:

LTC, 2000. 391 p.

RIBEIRO,Maria Isabel. Análise de Sistemas Lineares, Vol 1. IST Press,2002.

DÁZOO, John J.and Houpis, Constantine. H., Análise e Projeto de sistemas de controle linear,
Guanabara Dois, 1982.

143

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Maquinas Electricas I 3º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 40 HORAS 20 HORAS
Autores:Honório José Cabral de Cristo Data:
16/06/2015

EMENTA
Motores de indução: ensaios, circuitos equivalentes, potencia e torque em motores trifásicos,
métodos ente, regulação e rendimento, transformador de corrente, transformador de corrente e
potencial, autotransformador, fundamentos de Conversão Electromecânica de Energia, campo
girante, máquinas síncronas de polos lisos e salientes; motores de indução Monofásicos. Motores
de indução trifásicos. Práticas experimentais.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina o académico será capaz de compreender os aspecto físicos e
matemáticos dos sistemas de conversão electromecanica de energia tal como transformadores
e maquinas electricas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução e princípios de máquinas electricas. Leis de Faraday e Lens. Teoria e circuitos
Magnéticos. Indução e força elecromagneticas.

2. Transformadores. Transformadores em vazio. Transformadores com carga. Circuito


electrico do transformador. Circuito equivalente do transformador. Rendimento dos
transformadores

3. Autotransformadores. Auto transformadores em vazio e com carga.

4. Gerador elementar de corrente continua e corrente alternada. Força electromotriz


induzida em uma bobina. Estudo do induzido. Estudo do estator. Tipos de excitação,

144

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


características magnéticas e rotacional

5. Estudos das Maquinas. Tipos, curvas características. Momento e potência nas maquinas
de corrente continuas. Diagramas de fluxos de potência, perda nas máquinas. Paridas,
força contraelectromotriz (FCEM), controle de rotação. Característica de torque e
rotação. Reação do induzido. Comutação, recurso para anular a reação do induzido

6. Máquinas síncronas. aspectos construtivos, estator e induzido.

7. Geradores síncronos. Tensão induzida em vazio. Operação do gerador com diferentes


tipos de carga, reação o induzido.

8. Motores síncronos. Partida; motor operando com diferentes factores de potência.

9. Motores assíncronos. Aspectos construtivos; funcionamentos; momento; curva;


escorregamento x momento.

10. Motores monofásico tipo de princípios de funcionamento.

11. Práticas experimentais

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita atraves de 3 avaliações continuas onde serao
atribuidas aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua será
realizada atraves de : teste obrigatorios e; trabalhos escritos . os resultados da avaliação continua
são publicados antes da realização do exame final. O acesso ou dispensa do exame final esta
estabelecido no Regimeto geral do ISPTEC

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
KOSOW, Irving L. Maquinas Electricas e Transformadores – Editora da Globo.14ª Edição. São
Paulo.2000
FITZGERALD,A.E..KINGSLEY JR.C. KUSKO,A.. Maquinas Electrica 6ª Ed. Editora BOOKMAN. SÃO Paulo
,2006
FALCONE,A.G..Eletrómecanica. Edgard Blucher Ltda.. São Paulo.1979 Volume 1.
BARBI, I Teoria fundamental do Motor de indução. Editora da UFSC. Florianopolis, 1985.
FALCONE,A.G..Eletrómecanica. Edgard Blucher Ltda.. São Paulo.1979 Volume 2.

145

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia ELECTRÔNICA ANALOGICA II 3º 2º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 45 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Amplificador diferencial. Amplificadores operacionais. Amplificadores operacionais ideais.
Circuitos com amplificadores operacionais. Aplicações não lineares. Princípios de realimentação.
Amplificadores de potência. Aplicações de amplificadores operacionais em circuitos digitais e
em reguladores de tensão. Temporizadores. Filtros Atcivos. Projctos.

OBJECTIVOS
Ao final do curso, o aluno terá adquirido conhecimentos conceituais relacionados à prática de
eletrônica com Amplificadores Operacionais e suas aplicações associadas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I: Amplificadores de Potencia
1.1. Limitações dos Transístores.
1.2. Tipos de Amplificadores.
1.3. Amplificador Classe A.
1.3.1. Amplificador Classe A sem transformador.
1.3.2. Amplificador Classe A com Transformador.
1.3.3. Projecto completo de Amplificador de Áudio Classe A com Transformador
1.4. Amplificador Classe B.
1.4.1. Amplificador Classe B com 2 transístores (PNP/NPN) e duas fontes.
1.4.2. Amplificador classe B com par PNP/NPN e uma só fonte.
1.4.3. Projecto de Amplificador de Áudio Classe B.
1.4.4. Outros detalhes da Classe B.
1.5. Amplificador em Ponte.

II: Amplificador Corrente Continua (CC) Convencional

146

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2.1. Problemas do Amplificador CC convencional.
2.2. Amplificador Diferencial.
2.3.Amplificador Diferencial.
2.4. Amplificador Diferencial Desbalanceado
2.5. Amplificador Diferencial Balanceado.
2.6. Factor de Rejeição de modo comum.
2.7. Estrutura interna dos Amplificadores Operacionais.

III: Princípios de Realimentação


3.1. Diagramas de Fluxo.
3.2.Exemlos de Diagrama de Fluxo.
3.3. Definição de Realimentação Negativa e Positiva.
3.4. Exemplos de Realimentação.
3.5. Propriedades da Realimentação Negativa.

IV: Amplificadores Operacionais


4.1. Introdução.
4.2. Características DC.
4.3. Comportamento com a frequência (frequência de transição e “slew – rate”).
4.4. Amplificação.com Operacionais (Circuitos inversor / não inversor / seguidor)
4.5. Operações com Operacionais (Somador, Subtrator, Integrador, Diferenciador, Logaritmo).
4.5.Comparadores
4.7. Filtros

V: Osciladores
5.1. Introdução.
5.2. Oscilador RC com Ponte de Wien.
5.3. Osciladores LC.

VI: Fontes estabilizadas


6.1. Introdução.
6.2. Regulador Série e Paralelo.
6.3. Fonte c/ Díodo Zener.
6.4. Fonte c/ Transístor Paralelo.
6.5. Fonte c/ Seguidor de Emissor.
6.6. Fonte c/ Realimentação.
6.7. Proteção contra curto-circuito.
6.8. Fonte c/ Circuito Integrado.

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua
PP- média da avaliação das provas parcelares;

147

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia básica:

PERTENCE, A. Jr. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos. (Teoria, Projetos, Aplicações e


Laboratório). 6ª Edição. Editora BOOKMAN. 2003

SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. 4ª Edição. Editora MAKRON. 1999.

MILLMAN, J. Microelectrônica. Vol. 1. 1ª Edição. Editora MCGRAW-HILL INTERAME. 1991.

MILLMAN, J. Microelectrônica. Vol. 2. 1ª Edição. Editora MCGRAW-HILL INTERAME. 1992.

Bibliografia Complementar:
WAIT, J. V. Introduction to Operational Amplifiers Theory and Aplication.

BOYLESTAD, R. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos. 8.ed. Prentice Hall do Brasil, 2004.

SCHILLING Donald L. e BELOVE, Charles. Circuitos Eletrônicos Discretos e Integrados. Guanabara


Dois.

MALVINO, A. P. Eletrônica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, 1995. v.1.

MALVINO, A. P. Eletrônica. 4.ed. São Paulo: Makron Books, 1995. v.2.

148

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia MEDIDAS ELÉCTRICAS
3º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 45 15 HORAS
Autor: Manuel Caleta Cabenda Data
14/03/2016

EMENTA
Instrumentos analógicos de medida; instrumentos digitais de medida; Pontes de medição;
Métodos de medição; Medidas de grandezas elétricas; Transformador para instrumentos
convencionais e não convencionais; Transdutores em sistemas de energia elétrica.

OBJECTIVOS
Apresentar o princípio de funcionamento de instrumentos de medição elétrica e transdutores; e
os métodos de medição, capacitando o aluno tanto para medição propriamente dita, como
para sua aplicação em controle de processos industriais e em sistemas de energia elétrica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAPITULO I CONCEITOS DE METROLOGIA E TRATAMENTO DE DADOS


1.1 Calibração e Rastreabilidade
1.3 Tipos de erros nas Medições
1.4 Tratamento de dados Aleatórios
1.4 Classe de exactidão
CAPITULO II INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉCTRICAS
2.1 Classificação dos Instrumentos
2.2 Escalas dos Instrumentos de Medidas
2.3 Mecanismo de Medição dos Instrumentos Analógicos
2.1.1 Instrumento Bobina Móvel
2.1.2 Instrumento Ferro Móvel
2.1.3 Instrumento Electrodinâmico
2.1.4 Instrumentos Electrostático
2.1.5 Instrumento térmico de dilatação e Bimetálico
2.4 Mecanismo de medição dos instrumentos Digitais
2.5 Conversores Analógicos Digitais A/D e Digitais Analógicos
CAPITULO III MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS
3.1 Voltímetro
3.2 Amperímetro 149
3.3 Ohmímetro
3.4 Wattímetros
Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC)
3.5 Osciloscópios
3.6 Frequencímetros
Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

AVALIAÇÃO
RExame = [(0,3 AC + 0,7 PP)* 0,4 + 0,6 Exame]
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário; AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação
dos seminários; PP- média da avaliação das provas parcelares; RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de
recurso.
A avaliação de conhecimentos será feita através de 3 avaliações contínuas onde serão atribuídas aos
alunos classificações na escala de 0 a 20 valores.
A avaliação contínua será realizada através:
Tarefas para casa.
Seminário de debate.
Participação em sala de aulas.
Testes planejados e não planejados.
Os resultados da avaliação contínua são publicados antes da realização do exame final. O
acesso ao exame final está estabelecido no Regimento Geral da ISPTEC.

Bibliografia básica:
BIBLIOGRAFIA

SARKIS, Melconian. Elementos de Máquinas. Editora Érica. 2006. P.376.


Bibliografia básica:

GUSSOW, M. Electricidade
DECKER, K.H. Básica.
,Elementos de 2. Ed. Urmo
Máquinas, São Paulo. Makron Books, 1996.
SA,1979

COTRIM, A. A. M. B. Instalações eléctricas. 4. Ed. São Paulo. Prentice-Hall


NORTON, R., Projeto de Máquinas,Bookman,2004.
PAUL A. Tipler, Gene Mosca. Física para Cientistas e Engenheiros - volume 1

Mecânica, oscilações e ondas – Termodinâmica. Livros Téc. E Cient. Editora. 2006. P.824
Bibliografia complementar:

Bibliografia complementar:

JUVINALL, R.C.; MARSHEK, K.M. ,Fundamentals of Machine Component Design, John Wiley,1991
O´MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2 ed. São Paulo. Makron Books, 1993

CREDER, H. Instalações Eléctricas. 14. Ed. Rio de Janeiro. LTC, 2002


DOBROVOLSKI, V., Machine Elements, MIR,1968

SHIGLEY, E.J., Mechanical Engineering Design,McGraw-Hill,1986.

Bibliografia básica:
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA
Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 150
Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia PROJECTOS DE INSTALAÇÕES 3º 2º 6
Electrotécnica ELÉCTRICOS-I

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90HORAS 60 HORAS 30
Autores: Danilson da Conceicão Data:
14/03/2016

EMENTA
 Normas; sistemas de alimentação e configuração de redes BT e AT;
planejamento e projeto de uma instalação; cargas típicas; componentes
de uma instalação; pontos de iluminação e tomadas; potência instalada;
fator de demanda; fator de carga; diagrama unifilar; dimensionamentos
de cargas, circuitos e condutores; Cargas e Circuitos, dimensionamento
da proteção; projeto residencial e predial; pára-raios; projeto telefônico;
interfones; antenas, alarmes; luminotécnica; projeto de iluminação de
interiores; iluminação de emergência; projeto de iluminação pública;
instalações elétricas industriais. Materiais e Equipamentos para Instalação.
Instalações de Pára-raios. TV e Telefone.

OBJECTIVOS
 Capacitar o aluno a conceber, detalhar e especificar projetos elétricos de baixa
tensão e telefônicos para unidades residenciais e comerciais.

 Capacitar o aluno a conceber, detalhar e especificar projetos elétricos de


iluminação pública e instalações elétricas prediais e industriais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAP. 1-CIRCUITOS ELÉTRICOS DE LÂMPADAS INCANDESCENTES COMANDADA POR MEIO
DE INTERRUPTORES.

1.1- Introdução histórica


1.2- Simbologia gráfica utilizada em Instalação Elétrica Predial.
1.3- Materiais elétricos

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 151


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

CAP. 2-ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS


RESIDENCIAIS.
2.1. Dimensionamento de condutores.
2.1.1. Pela capacidade de corrente.
2.1.2. Pela máxima queda de tensão.
2.2. Simbologia gráfica utilizada em Instalação Elétrica Predial.
2.3. Dimensionamento dos dispositivos de proteção. Fusível e disjuntor.
2.4. Dimensionamento de eletrodutos.
2.5. Telefonia externa, interfone e TV.
2.6. Iluminação de emergência.
2.7. Luminotécnica. Conceitos fundamentais. Unidades fotométricas.
2.8. Fontes luminosas.
2.8.1. Tipos de lâmpadas. Luminárias. Classificação de luminárias.
2.9. Cálculos de iluminação. Método dos lumens.
2.10. Cálculos de iluminação pública. Método dos fluxos e das iluminações.
2.11. Cálculo de climatização.
2.12. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Pára-raios.
2.13. Aterramento elétrico - Proteção.

CAP. 3-PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS.

Instalação elétrica de um prédio de n-apartamentos.


Instalação eléctrica de uma via pública.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na
aula e no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de avaliações (Teóricas) e;
Realização de uma prova de aptidão profissional (defesa do projecto)

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
Cotrim, A. M. B. "Instalações Elétricas". 3ª Ed., São Paulo: MAKRON BOOKS 1992.
Niskier, J., Macintyre A. J. "Instalações Elétricas". 4ª Ed., Rio de Janeiro: Livros técnicos e
científicos editora S.A., 2000.
Creder, H. "Instalações elétricas". 13ª Ed., Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos
editora S.A., 1995.
Cavalin, G., Cervalin, S. "Instalações elétricas prediais". 5ª Ed., São Paulo: Erica, 2001.

Bibliografia Complementar:
Lima Filho, D. L. "Projetos de Instalações elétricas prediais" São Paulo: Erica, 2000.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 152


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Carvalho Junior, R. " Instalações elétricas e o Projeto de Arquitectura"6 Ed., S.P. Blucher, 2009.

4º ANO – 1º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Maquinas Electricas II 4º 1º 5
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 45 HORAS 30 HORAS
Autores:Honório José Cabral de Cristo Data:
16/06/2015

EMENTA
Motores de indução: ensaios, circuitos equivalentes, potencia e torque em motores trifásicos,
métodos de partidas do motor trifásico, motores monofásicos e bifásicos; máquinas de correntes
contínuas: máquinas elementares, máquinas reais, tensão gerada e torque, fluxo de potência e
perdas, gerador corrente contínua, motor corrente continua; motor universal. Práticas
experimentais.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina o académico será capaz de analisar as principais maquinas electricas
rotativas , bem como suas características dinâmicas da operação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Motores de indução trifásica. Aspectos construtivos. Campo magnético girante. Tensões
induzidas. Máquinas de indução polifásica. Modos de operação. Circuito equivalente.
Determinação dos parâmetros do circuito equivalente. Características de desempenho.
Fluxo de potência. Torque. Efeitos da resistência do rotor. Métodos de partidas. Controle
de velocidade.

2. Motores de indução monofásica e bifásico. Classificação e métodos de partidas. Circuito

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 153


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

equivalente. Motor universal.

3. Motores de corrente contínua. aspecto construtivos. Enrolamento do circuito de


armadura. Tensão de armadura e conjugado desenvolvido. Classificação dos motores de
CC. Motor com excitação independente. Motor serie. Métodos de partidas e de controle
de velocidade.

4. Práticas experimentais.

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita atraves de 3 avaliações continuas onde serao
atribuidas aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua será
realizada atraves de : teste obrigatorios e; trabalhos escritos . os resultados da avaliação continua
são publicados antes da realização do exame final. O acesso ou dispensa do exame final esta
estabelecido no Regimeto geral do ISPTEC

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
KOSOW, Irving L. Maquinas Electricas e Transformadores – Editora da Globo.14ª Edição. São
Paulo.2000
FITZGERALD,A.E..KINGSLEY JR.C. KUSKO,A.. Maquinas Electrica 6ª Ed. Editora BOOKMAN. SÃO Paulo
,2006
FALCONE,A.G..Eletrómecanica. Edgard Blucher Ltda.. São Paulo.1979 Volume 1.
BARBI, I Teoria fundamental do Motor de indução. Editora da UFSC. Florianopolis, 1985.
FALCONE,A.G..Eletrómecanica. Edgard Blucher Ltda.. São Paulo.1979 Volume 2.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 154


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Electronica de Potência 4º 1º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 60 HORAS 30 HORAS
Autores:Honório José Cabral de Cristo Data:
16/06/2015

EMENTA
Chaves semicondutoras. Semicondutores de potência (díodos e tirístores); Circuitos Rectificadores
não controlados; Retificadores a díodos; Circuitos Rectificadores Controlados; Rectificadores a
tirístor; estudo da comutação; Conversores duais; circuitos básicos para controle de fase.
Controladores de Tensão.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina o académico será capaz de analisar e projetar diversos tipos de circuitos
(conversores) tiristorizados de electrónica de potência utilizados na indústrias.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
12. Electrónica de potência. Chaves Semicondutoras. Semicondutores de potência (díodos e
tristores).

13. Retificadores Monofásico a díodo. Rectificador monofásico de meia onda. Análise com
cargas resistivas e indutivas e com díodo de roda livre. Rectificadores monofásicos de
onda completa (ponta e tap central). Análise com carga resistiva e indutiva. Operação
com filtro capacitivo. Fluxo de potencia ca/cc factor de potência. Operação com
transformador.

14. Retificador trifásico não controlados. Retificardes em meia ponte e ponte completa.
Análise com carga resistiva e indutiva. Operação com transformador, factor de potência.
Comutação

15. Retificadores controlados Monofásico e trifásicos. Retificadores em meia ponte e ponte


completa. Análise com cargas resistiva e indutiva. Análise com carga em tensão continua
(fem). Operações com transformador. Factor de potência. Comutação. Pontes mistas.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 155


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

16. Transístores para alta Frequência. MOSFET . IGBT .IGCT.

17. Princípios dos conversores CC-CC. Abaixadores. Elevador. Abaixador/ elevador

18. Princípios dos conversores CC-CA. Inversor monofasicos. Inversores trifásicos

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita atraves de 3 avaliações continuas onde serao
atribuidas aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores. A avaliação continua será
realizada atraves de : teste obrigatorios e; trabalhos escritos . os resultados da avaliação continua
são publicados antes da realização do exame final. O acesso ou dispensa do exame final esta
estabelecido no Regimeto geral do ISPTEC

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
BARBI, I. Electronica de potência – Editora da UFSC. Florianopolis ,1997.
RASHID; M.H. Electrónica de Potencia- Circuito, Dispositivos e Aplicações 1.ed- São Paulo: Makron
Books, 1998
AHMED, A. Electrónica de Potência 1. Ed. São Paulo: Prentice Hall,2000,
GUAZZELLI,M.B.P Eletrónica de potência. Aplicação de díodos tirístores Editora da UNICAMP.
Campinas.1986.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Acionamentos Elétricos 4º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 40 HORAS 20
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Em aulas Teórico/Prática resolução matemática de problemas. Discussão em turma dos resultados
obtidos e sua interpretação.
As aulas práticas com recurso ao software Matlab/Simulink permitem a simulação dos principais tipo
de accionamentos.
Em laboratório contacto com equipamento e ensaios de accionamentos.

OBJECTIVOS

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 156


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Esta unidade curricular tem por objectivo dotar os alunos com conhecimentos sobre sistemas de
velocidade variável utilizando máquinas eléctricas controladas por variadores electrónicos.
Saber seleccionar e utilizar conversores estáticos de potência para fazer a alimentação de
diferentes tipos de máquinas eléctricas e saber projectar os respectivos sistemas de controlo, de
modo a, de forma integrada, realizar accionamentos electromecânicos;
Saber implementar sistemas de controlo avançados com recuso a controladores digitais de sinal;
Saber projectar e dimensionar e actuadores electromecânicos e respectivo controlo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1-Modelação do comportamento estacionário e dinâmico de sistemas mecânicos (redutores,
ligações e freios);

2-Classificação, caracterização e modelação de diferentes conversores estáticos de potência;

3- Técnicas de regulação de binário, velocidade e posição com utilização de máquinas de


corrente contínua, assíncrona e síncrona;

4-Controlo de accionamentos com máquinas de corrente contínua, assíncronas e síncronas.

5-Trabalhos laboratoriais:
5.1-Accionamentos com Máquinas de Corrente Contínua – Controlo de Velocidade com
Cadeia de Corrente (com controlador digital de sinal);
5.2-Accionamentos com Máquinas Assíncronas Trifásicas – Comando por Variação da Tensão e
Frequência (V/f) e controlo por orientação de campo (com controlador digital de sinal).
5.3-Controlo por orientação de campo de um motor síncrono de magnetos permanentes por
variador industrial;
5.4-Controlo escalar (V/f), por orientação de campo e de binário (DTC) de um motor assíncrono
por variador industrial.

AVALIAÇÃO
Aulas teóricas ministradas com recurso a acetatos em powerpoint, simulações numéricas e
apresentação de artigos cientificas.
Aulas teórico/práticas de resolução de problemas, interpretação dos resultados e discussão de
soluções.
Aulas práticas em laboratório de informática com recurso ao software Matlab/Simulink para
modelização e simulação de casos concretos. Ensaios de demonstração em laboratório.
• Avaliação dos trabalhos laboratoriais, com apresentação de relatórios e respectiva discussão
individual, com a nota individual mínima de cada trabalho de oito (8) valores e a média dos
trabalhos, no mínimo, nove vírgula cinco valores (9,5) (P);
• Teste final durante o período de aulas, com a nota mínima de nove vírgula cinco valores (9,5) (T);

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 157


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

• Exames, com a nota mínima de nove vírgula cinco valores (9,5) (T);
• A classificação final é dada por: 2/3*T+1/3*P.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

“Automatic Control of Converter-Fed Drives”, Kazmierkowski, Marian P.; Ka&zacute Mierkowski, M.


P.; Tunia, H;
Murphy, J. M. D.; Turnbull, F. G. Power Electronic Control of AC Motor, McGrawHill, New York, EUA,
1985
C.M. Franchi, “Acionamentos Elétricos”, 4ª Ed., São Paulo: Erica, 2008.
J. Mamede Filho, “Instalações elétricas industriais”, 7ª Ed., Rio de Janeiro: LTC, 2007.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Projectos de Inst. Eléctrica II 4º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Autores: Bernardo Muheto Data:
16/06/2015

EMENTA
OBJECTIVOS

Ao final da disciplina, o acadêmico será capaz de analisar, dimensionar e projetar instalações


elétricas industriais de pequeno, médio e grande porte.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Capitulo 1: Introdução.

1.1 - Simbologia gráfica utilizada em Instalação Elétrica Industrial.

1.2 - Materiais e equipamentos específicos.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 158


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Capitulo 2: Procedimentos.

2.1 - Procedimentos para a elaboração do projeto de Instalação Elétrica Industrial

Capitulo 3: Condutores

3.1 - Método de instalação de condutores

Capitulo 4: Tubos/electrodutos.

4.1 – Eletrodutos

Capitulo 5: Canalização.

51.- Bandeja,

5.2 - Calha,

5.3 - canaleta,

5.4 -poço

Capitulo 6: Motores Eléctricos.

6.1 - Tipos de motores.

6.2 - Métodos de partida dos Motores Elétricos de Indução.

6.3 - Fornos Elétricos.

Capitulo 7: Dimensionamento.

7.1 - Dimensionamento de condutores

7.2 - Dimensionamento de proteções

Capitulo 8: Tipos de Terra.

8.1 - Aterramento.

8.2 - Para-raios.

Capitulo 9: Potência

9.1 - Fator de potência.

9.2 - Correção do fator de potência.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 159


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

10. Subestação. Partes componentes de subestação de consumidor.

11. Qualidade da energia elétrica.

12. Projeto. Instalação elétrica de uma indústria.

AVALIAÇÃO
A avaliação é feita por projecto final, nos termos das normas de avaliação de conhecimentos (-----
), com o júri constituído por, pelo menos, dois docentes, sendo um deles o responsável da
unidade curricular.

Tem aprovação na unidade curricular o aluno que obtenha na classificação atribuída pelo júri, o
mínimo de dez valores numa escala de zero a vinte.

BIBLIOGRAFIA

COTRIN A.A.M.B. Instalações Elétricas. 4ª ed. São Paulo: Prentice Hall. 2003.

Niskier, J., Macintyre A. J. "Instalações Elétricas". 4ª Ed., Rio de Janeiro: Livros técnicos e
científicos editora S.A., 2000.

Creder, H. "Instalações elétricas". 13ª Ed., Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos editora
S.A., 1995.

MAMEDE FILHO J. Instalações Elétricas Industriais. 6ª ed. Rio de Janeiro: LITEC – Livros
Técnicos Científicos Editora S.A.. 2001.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 160


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Sistemas de Controlo 4º 1º 6
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 HORAS 60 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Esta unidade curricular introduz os conceitos básicos do domínio da comunicação digital até ao
modelo OSI. Em simultâneo é promovido o uso experimental dos protocolos de comunicação
industriais MODBUS e USS, com vista a reconhecer alguns dos conceitos.

Seguidamente passa-se ao estudo detalhado de algumas redes de campo com significado real na
automação industrial, fazendo um uso exaustivo de conceitos previamente estudados. O treino
experimental com um sistema de redes Profibus e As-i integradas complementa o objetivo de
domínio de conhecimentos sobre redes de campo de automação.

O estudo dos conceitos de supervisão e da estrutura de sistemas SCADA em computador, bem


como o desenvolvimento de aplicações num ambiente SCADA profissional, completam outra
vertente importante e atual da automação.

OBJECTIVOS
Ao concluírem esta unidade curricular os alunos devem ser capazes de:

- Explicar as capacidades e limitações dos métodos de codificação de sinal, das principais regras
de acesso e de métodos de controlo de erros utilizados em redes de automação;

- Analisar criticamente as características essenciais de várias redes de comunicação de dados


usadas em automação e interpretar as suas especificações;

- Explicar a arquitetura de um sistema de SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition)


contendo gestão da comunicação com periféricos, gestão de alarmes, arquivo histórico e
interfaces humano máquina;

- Desenvolver experimentalmente aplicações de SCADA com software profissional.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Relação entre resposta transitória a malha fechada e resposta em frequência a malha fechada

2- Sistemas de Controlo Digital. Modelando o Computador Digital. A Transformada Z. Funções de

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 161


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Transferência. Redução de diagramas de blocos. Estabilidade.

3- Projeto de controladores digitais.

4- Noções sobre comunicação digital; codificação de sinal; capacidade de transmissão de um


canal; controlo de erros; códigos lineares e polinomiais; teste experimental dos protocolos de
comunicação entre equipamentos MODBUS e USS.

5- Modelo OSI; topologias e nós especiais das redes; regras de acesso; protocolos.

6- Estudo detalhado de algumas redes de campo: CAN, DeviceNet, Profibus, Worldfip ,


Lonworks, As-i. Redes locais: Ethernet e suas variantes. Treino experimental com redes Profibus-
dp e As-i.

7- Noção de supervisão; arquitetura dos sistemas SCADA (Supervisory Control and Data
Acquisition); gestão da comunicação com periféricos; gestão de alarmes; arquivo histórico;
interfaces humano máquina sinópticas.

8- Desenvolvimento de aplicações com um software SCADA profissional.

AVALIAÇÃO
A parte Teórica (T) é apresentada ao longo do semestre e sujeita a avaliação individual no final
por um teste escrito. O exame final disponível para os alunos diz apenas respeito à parte Teórica
e não substitui a frequência e aprovação nas partes Teórico-Prática e Laboratorial.

A parte Teórico-Prática (TP) relativa à utilização de software SCADA é lecionada em interação


com os alunos enquanto eles desenvolvem um pequeno projeto, ao longo do semestre, em
grupos de 2 ou 3 alunos. O projeto é usado na avaliação após discussão oral individual.

A parte de laboratório (L) consiste em três trabalhos práticos com protocolos de comunicação e
usando uma estrutura de redes Profibus e As-i. Os relatórios contam para a correspondente
avaliação, após discussão individual.

A classificação final resulta da média das classificações obtidas em cada uma das três partes
através de F = 0,7*(T + TP)/2 +0,3*L. É obrigatório a classificação de cada parte seja de, pelo
menos, 9,5 numa escala de 0-20.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 162


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

- Palma, J., Introdução às Redes de Campo de Automação, Folhas de Apoio, ISEL, 2003.

- Melício, F., Introdução aos Sistemas SCADA, Folhas de Apoio, ISEL, 1999.

- Jordan, J., Serial Networked Field Instrumentation, Wiley, 1995.

- Mahalik, N. (ed.), Fieldbus Technology: Industrial Network Standards for Real-Time Distributed
Control, Springer, 2003.

- Boyer, S. A., SCADA: Supervisory Control and Data Acquisition, ISA, 2nd. Ed., 1999.

- Halsall, F., Data Communications, Computer Networks and Open Systems, Ad.-Wesley, 1996.

- Macchi, C. et al, Téléinformatique – Transport et Traitement de l’Information dans les Réseaux


et Systèmes Téléinformatiques et Télématiques, Dunod, 1987.

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controlo moderno. 4. ed. São Paulo:Prentice-Hall, 2003..

DÁZOO, John J.and Houpis, Constantine. H., Análise e Projeto de sistemas de controle linear,
Guanabara Dois, 1982.

PHILLIPS, C. L.; HARBOR, R. D. Sistemas de Controle e Realimentação. Makron Books, 1997.

KUO, B. Sistemas de Controlo Automático. 7a ed., Prentice-Hall Inc., 1995.

Bibliografia Complementar:

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 163


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Produção, Transporte e 4º 1º 5
Electrotécnica Distribuição de energia eléctrica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 30 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
O aluno deve estar familiarizado com a produção, transporte e distribuição de energia. A
realização de trabalhos práticos, relacionados com as três fases, fará com que, o aluno
encare com objectividade da realidade dos conteúdos ministrados.

OBJECTIVOS
Interpretar o conceito do diagrama de carga.
Identificar os vários tipos de centrais de produção de energia eléctrica.
Analisar as características de cada um dos tipos, reconhecendo as suas vantagens e
inconvenientes
Identificar a importância da REN na interligação do sistema eléctrico.
Reconhecer a estrutura geral dos subsistemas de transporte e distribuição de energia.
Identificar/constatar a importância das energias renováveis.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. A produção de centrais:
1.1 Hidroelectricas, termoelectricas (diesel, gás natural, carvão) e nucleares;
1.2 Distribiução nacional das principais centrais;
1.3 Principios de funcionamento – tecnologias;
1.4 Diagramas de carga;
1.5 Interligação dos sistemas de produção.
.
2. O transporte
2.1 As linhas de transporte – tecnologias: postes, cabos e condutores;
2.2 Subestaçoes – transformação, seccionamento;
2.3 Niveis de tensão em MT e AT;
2.4 A rede electrica nacional - REN ;
2.5 Interligação das linhas de transporte da REN ao sistema internacional.

3. A distribuição

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 164


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

3.1 As redes de distribuição em MT e BT – aéreas, subterrâneas;


3.2 Postos de transformação;
3.3 Aelectrificação rural. Sistema de cabo torçada;
3.4 As energias alternativas: Solar, eolicas, mares, biogas, etc.

4. Exercícios de aplicação sobre as Produção, Transporte e Distribuição de energia eléctrica.

5. Realização de quatro trabalhos práticos de laboratório (TL):

1º Trabalho-;

2º Trabalho-;

3º Trabalho-;

4º Trabalho-.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na aula e no
laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5
Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser ³ 9,5
valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

José Vagos Correia Matias, Produção Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica


Didáctica Editora, 2007
Rui Castro. Uma introdução as Energias Renováveis: Eolica, Fotovoltaica e Mini-Hidrica IEEPress,
2011.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 165


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Rubens Dario Fuchs, Transmissão de Energia Elétrica: Linhas Aéreas, LTC/EFI, 1977;

Bibliografia Complementar:

4º ANO – 2º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia CENTRAIS E SUBESTAÇÕES 4º 2º 3
Electrotécnica ELECTRICAS

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


75 HORAS 45 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA

Factores condicionantes na escolha de projectos de subestações.

Esquemas elétricos mais frequentes.

Continuidade de suprimento.

Análise da relação custo / benefício.

Factores econômicos.

Requisitos operacionais e de manutenção.

Arranjos físicos.

Padronização de estações.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 166


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Equipamentos e Materiais.

Detalhes construtivos.

OBJECTIVOS
Familiarização do estudante com os aspectos funcionais e econômicos das subestações
demonstrando a importância para o sistema de energia elétrica e ao consumidor.
Desenvolvimento do raciocínio lógico do aluno com base na análise dos aspectos operacionais
das subestações.
Desenvolvimento do raciocínio crítico mediante a comparação dos tipos de esquemas elétricos à
luz da economicidade, confiabilidade, flexibilidade operativa etc...
Desenvolvimento no educando do senso da criatividade, induzindo-os a atitudes de pesquisa e
observação através de trabalhos práticos e visitas técnicas orientadas.
Estar apto a planejar e desenvolver um ante projeto de subestações, considerando a carga,
aspectos de operação, manutenção, proteção etc... Avaliar o Impacto Ambiental.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Fatores condicionantes na escolha do projeto.

1.1. Fatores técnicos, fatores econômicos, fatores locais, fatores sociais e políticos.

1.2. Classificação das subestações. TB-19 - ABNT.

1.3. Quanto a tensão; quanto a relação de tensões.

1.4. Quanto a função no sistema elétrico.

1.5. Quanto ao fluxo de potência entre a subestação e o sistema de transmissão.

1.6. Tipos de instalações.

2. Esquemas elétricos.

2.1. Subestações de barra simples, barra simples com seccionamento, barra dupla com
disjuntores simples, barra dupla com disjuntes simples com by Pass, interligados de barras.

2.2. Disjuntores e ½ e em Anel.

3. Apresentação funcional de cada esquema.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 167


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

3.1. Análise comparativa levando em conta aspecto de operação, manutenção – confiabilidade


e custos.

3.3. Arranjos físicos.

3.4. Requisitos de manutenção.

3.5. Requisitos de confiabilidade.

3.6. Condições topográficas, climáticas e ambientais.

3.7. Fatores econômicos, previsão para expansão futura.

3.8. Padronização de Subestações.

3.9. Materiais e componentes, equipamentos auxiliares.

4. Equipamentos principais (seccionadores).

4.1. Disjuntores, TC's e TP's, Para-raios.

4.2. Bancos de capacitores etc...

4.3. Equipamentos de projeto específico, como transformadores e outros.

4.4. Esquemas elétricos princípais de proteção, controle e medição.

AVALIAÇÃO

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
D´ALUZ, Ari. RESENDE, FAbio M. CARVALHO, F.M.S.. NUNES, Irapoan G. FILHO, Jorge Amon. DIAS,
L.E.Nora. PEREIRA, Marco Polo. FILHO, Oscar Karstrup. MORAIS, Sergio de A. Moris.FURNAS
CENTRAIS ELÉTRICAS, 1985, Especificação e aplicação SE´s de Alta Tensão.
D.S.F. Gomes, F.F. Macedo, S.M. Guilliod, “Aterramento e proteção contra sobtensões em sistemas
aéreos de distribuição”, EDUFF, 1990.
A.R., Bergen, “Power systems analysis”, 2ª Ed., Prentice Hall, 2000.
Bibliografia Complementar
AFONSO, Paulino Antonio, Manutenção de Subestações.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 168


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Automação Industrial 4º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 30 HORAS 30
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Conceber sistemas de comando automático utilizando tecnologias convencionais (lógica
cablada), especialmente aplicadas ao comando de motores eléctricos;
Conhecer a estrutura interna e o modo de operação dos autómatos programáveis;
Interligar os autómatos programáveis a dispositivos periféricos;
Desenvolver programas para autómatos programáveis utilizando linguagens normalizadas
segundo IEC 61131-3.

OBJECTIVOS
Desenvolver no aluno:

No final da cadeira o aluno deverá conhecer o software (AutCad) com ferramenta de utilidade de
Engenharia eléctrica, conceber sistemas de comando automático utilizando tecnologias
convencionais e conhecer a estrutura interna e o modo de operação dos autómatos
programáveis;

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
6. Automatismos cablados
1.6 Relés e contactores
1.7 Regras esquemáticas;
.

7. Aplicação (Motores)
2.6 Comando de arranque e de paragem de motores eléctricos.
2.7 Dimensionamento e protecção;.

8. Exercícios de aplicação sobre automatismos cablados;


3.5 De Quadros de distribuição

9. Estrutura dos autómatos programáveis (a.p.):


4.1 CPU
4.2 Memória,
4.3 Interfaces de entrada e saída;
4.4 Comando a distância de um motor

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

10. Alguns tipos de detectores e actuadores,


5.1 Orgãos de comando e sinalização;
5.2 Sua ligação a a.p.

11. Linguagens de programação de a.p. segundo a norma IEC61131-3:


6.1 Lista de instruções,
6.2 Diagrama de contactos,
6.3 Diagrama funcional sequencial,
6.4 Blocos lógicos
6.5 Linguagem textual estruturada;

12. Exercícios de aplicação sobre as linguagens de programação segundo a IEC61131-3.

13. Realização de quatro trabalhos práticos de laboratório (TL):

1º Trabalho-Aplicação de lógica cablada em arranque e comando de motores de indução


trifásicos;

2º Trabalho- Utilização de diagramas de contactos;

3º Trabalho- Utilização de Subrotinas;

4º Trabalho- Utilização de diagramas funcionais sequenciais.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na aula e
no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5
Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser ³
9,5 valores.

BIBLIOGRAFIA

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 170


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Bibliografia Básica:

Natale, Ferdinando. Automação industrial. São Paulo: Érica, 2000.

Capelli, Alexandre. Automação industrial – controle do movimento e processos contínuos. São


Paulo: Érica, 2000.

Parr, E.A., Programmable Logic Controllers, an Engineers Guide, BH Newnes, 1999;

Mandado Pérez et al, Autómatas Programables, entorno e aplicaciones, Thomson, ed. Siemens,
2005;

Lewis, R.W., Programming Industrial Control Systems Using IEC 1131-3, IEE Press, 1998;

Andrade, C., Automatismos Industriais. Folhas de Apoio, ISEL, 1998;

Guérin, D. (Coordenador), Esquemateca – Tecnologia do controlo Industrial, Edition CITEF, 1990.

Bibliografia Complementar:

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia PRINCIPIOS DE
4º 2º 5
Electrotécnica COMUNICAÇÕES

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90 Horas 60 30 0
Autor: Manuel Caleta Cabenda Data
14/03/2016

EMENTA

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 171


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Sinais. Sistemas de Comunicação. Espectros. Filtros. Modulação linear. Modulação angular.


Modulação de pulso. Ruído em Sistemas de Comunicação. Introdução à transmissão digital.
Modulação por pulso e amostrados. Sistemas digitais coerentes e não coerentes. Comunicações
de dados digitais. Deteção digital ótima. Sinalização binária e M-ária. Sincronização. Modulação
digital em quadratura e sistemas M-ários. Múltiplo acesso. Técnicas de espalhamento espectral.
Comunicação móvel. Processamento de sinais em telecomunicações.

OBJECTIVOS GERAIS
Ao término desta disciplina, o aluno deverá ser capaz de analisar sistemas básicos de
comunicações analógicos e Digitais e saber obter o desempenho de erro destes sistemas na
presença de ruído.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAPÍTULO I. ANÁLISE DE SINAIS E ESPECTROS.

1.5. Sinais e Sistemas


1.6. Representação de sinais no tempo e frequência, Séries de Fourier
1.7. Transformada de Fourier
1.8. Teorema da Convolução. Codificação da fonte e do canal
1.9. Amostragem e Quantização. Teorema da Amostragem de Nyquist
1.10. Teorema da Amostragem de Nyquist
1.11. Transmissão de Sinais, Densidades Espectrais de potencia e Energia
1.12. Teorema de Perseval
1.13. Características dos filtros
1.14. Ruido. Característica Espectrais de Sinais Aleatórios e Ruído. Relação sinal Ruido
1.15. Largura de banda e a relação sinal/ruido
1.16. Característica Espectrais de Sinais Aleatórios e Ruído.

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

CAPÍTULO II. MUDULAÇÃO.

2.8. Modulação em Amplitude (AM). Tipos de Modulação AM


2.9. Modulação em Amplitude (FM)
2.10. Modulação em Fase e Frequência (PM/FM)
2.11. Modulação em Quadratura (QAM)
2.12. Modulação Digital (ASK, FSK, PSK, DPSK)
2.13. Técnicas de transmissão digital em banda base e banda Passante
2.14. PCM e DPCM
2.15. Multiplexação/Duplexação por divisão no tempo (TDM/TDD)
2.16. Multiplexação/Duplexação por divisão na Frequência (FDM)

CAPÍTULO III. COMUNICAÇÕES MÓVEIS.


3.1. Padrões de telefonia Móvel Celular

3.2. Arquitetura de um Sistema Celular GSM e WCDMA

3.3. Efeitos sobre o Sinal Transmitido

3.4. Funções Características da Rede Celular. Frequency hopping e Handover

3.5. Tipos de Canais de Rádio

3.6. Introdução ao Planeamento de redes de Acesso

3.7. Técnicas de Múltiplo Acesso GSM e WCDMA

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = média da avaliação contínua incluindo a avaliação dos seminários;
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica

HAYKIN, S. Sistemas de Comunicaçao - Analogicos e Digitais. 4ª Edição. Editora BOOKMAN. 2004.


CARLSON, A. B.; CRILLY, P. B.; RUTLEDGE, J. C. Communication Systems. 4ª Edição. Editora MCGRAW-HILL. 2001.
PROAKIS, J.G. Digital Communications, 4ª Edição. McGraw-Hill, 2000.
LATHI, B. P. Sistemas de Comunicação. Guanabara Dois.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 173


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

UFSC. Florianópolis. 2004.

Bibliografia de Consulta
SCHWARTZ, M.. Introduction Transmission, Modulation, and Noise. McGraw-Hill.

CLARKE, K. K. and HESS, D. T.. Communications Circuits: Analysis and Design. Addison-Wesley.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO
CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA
Engenharia PROTECÇÃO DE SISTEMAS 4º 2º 4
Electrotécnica ELÉCTRICOS

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60HORAS 40 HORAS 20
Autores: Danilson da Conceicão Data:
14/03/2016

EMENTA
 Sistemas de aterramento, corrosão e surtos de tensão; Medição da
resistividade, Estratificação e Tratamento do solo; Transformador de
corrente e potencial; Proteção de sistemas elétricos de potência;
Teleproteção. Componentes simétricos. Curtos-circuitos.

OBJECTIVOS
Ao final do curso, o aluno terá adquirido conhecimentos fundamentais para análise e

projeto para proteção de sistemas elétricos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Estudo dos regimes de neutro.
2. Sistema de proteção. Diagramas esquemáticos de proteção e controle.

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

3. Transformadores de corrente e potencial para proteção.


4. Relês de corrente e tensão. Normalização de equipamentos de proteção.
5. Aplicações de componentes simétricas.
6. Cálculos de correntes de curto circuito, simétricas e assimétricas. Simulação de
Sistemas de Potência.
7. Relês direcionais. Relês diferenciais. Relês de distância. Teleproteção. Relés de
freqüência.
8. Proteção contra surtos. Influência da proteção nos critérios de planejamento e
investimentos em sistemas elétricos.
9. Proteção como factor de segurança em eletricidade.
10. Projeto de um sistema de proteção.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na
aula e no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5
Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser
³ 9,5 valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:
STEVENSON, Jr. W. D. Elementos de Análise de Sistemas de Potência.

STEMMER, Fritz A. BASTOS, Antônio C. A.. Proteção de Sistemas Elétricos de Potência.

ANDERSON, P. M. Analysis of Faulted Power Systems. The Iowa University Press.

Bibliografia Complementar:
Mamede Filho, J. & Ribeiro Mamede, D." Proteção de Sistemas Elétricos de Potência" R.L.
Gen, 2011.

Delgado, M. ." Proteção das redes elétricas de distribuição, transporte e interligação"


Porto, Publindustria, Lisboa, 2011.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 175


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE 4º 2º 6
Electrotécnica ENERGIA ELÉCTRICA

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


90HORAS 60HORAS 30
Autores: Danilson da Conceicão Data:
14/03/2016

EMENTA
 Conceitos básicos, equipamentos, tipos de redes e projecto. Análise de
redes: fluxo de potência, selectividade e coordenação de dispositivos de
protecção. Legislação, indicadores técnicos e regulatórios. Conservação
e eficiência energética.

OBJECTIVOS
 Projectar redes de distribuição de energia eléctrica.

 Planear, operar e analisar os sistemas de distribuição.

 Elaborar projectos ou programas de eficiência energética.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
11. Particularidades do sistema electromagnetico. Conceitos básicos e simbologia
das redes de distribuição.
12. Equipamentos e tipos de redes de distribuição de energia eléctrica.
Caracteristicas e particularidades das cargas electricas tipicas e cálculo dos
principais indicadores.
13. Selecção de condutores para as redes de distribuição.
14. Fluxo de cargas(cálculo do regime de trabalho) em redes de distribuição
eléctrica. Métodos de cálculos de fluxo de potência para sistemas de distribuição
radiais.
15. Cálculo de regulação de voltagem em redes de distribuição. Selectividade e
coordenação dos dispositivos de protecção.
16. Melhoria nas redes de distribuição. Indicadores técnicos e regulatórios:

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 176


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

continuidade e qualidade do fornecimento de energia.


17. Conservação e eficiência energética. Legislação do sector eléctrico.
18. Projeto e construção de redes de distribuição.

AVALIAÇÃO
Ensino através do método expositivo, complementado por um conjunto de exercícios na
aula e no laboratório;
Presença e realização obrigatória dos trabalhos Laboratoriais (Práticos) (TL)
Realização de um teste final (Teórico) ou;
Realização de um exame em época normal ou;
Realização de um exame em época de recurso;
Os testes e exames são escritos;
A nota final (NF) resulta da aplicação da seguinte fórmula:
NF= (0,6xE) +(0,4xTL) ³9,5
Onde E representa a média da nota obtida nos testes parcelares ou o respectivo exame.
As notas mínimas a obter no teste, exames e trabalhos práticos de laboratório devem ser
³ 9,5 valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

Kagan, N. , Oliveira C.C.B. & Robba, E.J.," Introdução aos sistemas de distribuição de
energia eléctrica" , 1ª Ed., São Paulo: Edgard Blucher, 2005.

Zanetta, Jr. L.C., " Fundamentos de sistemas eléctricos de potência" , 1ª Ed., São Paulo:
livraria da Física, 2006.

Monticelli, A. & Garcia, A., " Introdução a sistemas de energia eléctrica" , 1ª Ed., Editora
UNICAMP, 2003.

Bibliografia Complementar:

Paiva, J.P.S. " Redes de Energia Eléctrica, uma Análise Sistémica" 3ª ed., IST Press, Lisboa,
2011.

Kersting, W. " Distribution system modeling and analysis" , 2ª Ed., CRC Press, 2007.

Barioni, C.C. & Schmidt, H.P., " Introdução a sistemas eléctricos de potência" , 2ª Ed., São
Paulo: Edgard Bluche, 2000.

Ribeiro, D.L. " Fundamentos de circuitos eléctricos para aplicação em sistemas eléctricos

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 177


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

de potencia em regime permanente – apostila, DEE/CCT/UFPB, 1999"

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Energia renováveis 4º 2º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HorasS 30 Horas
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Introdução de conceitos de energias renovaveis. Incutir no aluno das vantagens da utilização das
fontes renovaveis: Mini Hídrica, fotovoltaicos e outros.

OBJECTIVOS
Conhecimento atual sobre tecnologias para aproveitamento de fontes de energia renovável e o
respetivo enquadramento legal. Avaliação económica e competência para colaborar em
projetos de aproveitamento de energia renovável.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução; ambiente e energia Renovável.

Conceitos básicos de avaliação económica de investimento em aproveitamentos de energia


renovável;
Custos dos Investimentos;
Custos Operativos;
Cálculo da receita segundo os decretos-lei em vigor para os PRE-R.

Estudo da Mini Hídrica;


O Recurso Hídrico;
A tecnologia de conversão de energia; Cálculos Energéticos.

Estudo da Eólica; O recurso eólico; A tecnologia de conversão de energia; Cálculos energéticos

Estudo da Solar/Fotovoltaica; A célula fotovoltaica; Módulos e painéis; Cálculos energéticos;


Aplicação a sistemas Isolados; Sistemas hídricos.

Biogás; Instalações em aterro e instalações com biodigestores; Avaliação técnica/económica.

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências | 178


Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Geotérmica; Estudo de Sistemas e Cogeração/Trigeração; Tecnologias de aproveitamento de


calor.

A energia nas ondas e nas marés e tecnologia de conversão para a forma de energia elétrica.

AVALIAÇÃO
O método de aprendizagem utilizado responsável pelo ensino das bases teóricas é o (Problem
Based Learning) - Aprendizagem Baseada em Problemas.
A aprendizagem do aluno, será orientada pelos problemas que lhe vão sendo apresentados e que
este tem de resolver autonomamente.
A avaliação:
Exame teórico (T) com a duração de 1hora e 30 minutos;
Trabalhos em grupo (P) no máximo de 4;
A classificação final é dada por CF = (15 T + 5 P)/20, para ter aprovação tem que obter em T e CF
classificações não inferiores a 10 na escala de 0 a 20 valores.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

Rosa, Aldo Vieira da “Fundamentals of renewable energy processes”, Amsterdam, Elsevier, 2005.

El Bassam, Nasir, “Integrated renewable energy for rural communities: planning guidelines,
technologies and applications”, Amsterdam, Elsevier, 2004.

Sorensen, Bent, “Renewable energy: its physics, engineering, use, environmental impacts, economy
and planning aspects”, San Diego, Academic Press, 2000.

IEA, “Renewable energy: RD&D priorities: insights from IEA technology programmes”, International
Energy Agency, Paris : IEA, 2006.

Twidell, John, “Renewable energy resources”, 2nd ed., London, Taylor & Francis, 2006.

Simões, M. Godoy, “Renewable energy systems: design and analysis with induction generators”,
CRC, 2004. (Power Electronics and Applications Series / Muhammad H. Rashid).

Bibliografia Complementar:

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

5º ANO –9º SEMESTRE

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia GESTÃO AMBIENTAL 5º 1º 2
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


30 HORAS 30 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA
Interacção homem e meio ambiente. Elementos de ecologia humana. Introdução à economia
ambiental. Controle da qualidade ambiental. Instrumentos de gestão ambiental. Políticas
ambientais. As empresas e o desenvolvimento sustentável. Introdução à legislação ambiental.
Licenciamento ambiental. Sistema de gestão ambiental. Normas da ABNT para qualidade
ambiental. Certificações ambientais.

OBJECTIVOS

Promover a conscientização sobre a importância da preservação ambiental para a


sustentabilidade das empresas e do planeta. Reconhecer os efeitos danosos do mau uso dos
recursos naturais e os custos associados ao meio ambiente.
Conhecer os principais parâmetros para avaliação da qualidade ambiental e os instrumentos
necessários à gestão ambiental. Definir o que são e quais os objectivos das políticas ambientais.
Compreender a aplicação da legislação ambiental. Conhecer os procedimentos para obtenção do
licenciamento ambiental. Proporcionar o conhecimento do desenvolvimento de um sistema de
gestão ambiental empresarial. Conhecer a importância das Normas ambientais e da Certificação
das empresas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 INTERAÇÃO HOMEM MEIO AMBIENTE

 Os ecossistemas e a questão ambiental;


 Influência do padrão de consumo e de produção sobre o meio;
 Consequências das agressões ambientais sobre a saúde pública;
 Saneamento e desenvolvimento sustentável.
2 ELEMENTOS DE ECOLOGIA HUMANA

 Conceitos fundamentais relativos ao meio ambiente;


 Ecossistemas de áreas preservadas, rurais, urbanas, costeiras e seus problemas
ambientais.
3 INTRODUÇÃO À ECONOMIA AMBIENTAL

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

 Classificação dos recursos naturais;


 Teoria dos recursos naturais exauríveis;
 Teoria dos recursos naturais renováveis;
 O princípio poluidor-pagador;
 Análise de custo-benefício;
 Certificados negociáveis de poluição;
 Método para valoração económica ambiental.
4 CONTROLE DA QUALIDADE AMBIENTAL

 Controle da qualidade das águas;


 Controle da qualidade do ar;
 Controle da qualidade do solo.
5 INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL

 Educação ambiental;
 Panejamento territorial e ambiental;
 Avaliação de impacto ambiental.
6 POLÍTICAS AMBIENTAIS

 Conceito e importância da política ambiental;


 Instrumentos da política ambiental;
 Política ambiental e o comércio internacional.
7 AS EMPRESAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 O que é desenvolvimento sustentável;


 O conceito de eco-eficiência;
 Responsabilidade social corporativa;

 Mercados verdes;
 O “selo verde”.
8 INTRODUÇÃO À LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

 Princípios gerais do direito ambiental;


 Declaração de Estocolmo e a Declaração do Rio de Janeiro;
 Constitucionalidade do direito ambiental;
 Responsabilidade ambiental;
 Política Nacional do Meio Ambiente;
 Infracções e sanções administrativas.
9 LICENCIAMENTO AMBIENTAL

 Conceitos;
 Tipos de licenças;
 Procedimento para obtenção de licenças;
 Exigências ambientais.

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua
PP- média da avaliação das provas parcelares;

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10


RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica:

PHILIPPI JR, A. Saneamento, Saúde e Ambiente. Ed. Manole. São Paulo. 2005.

PHILIPPI JR, A. BRUNA, G. C. Curso de Gestão Ambiental. Ed. Manole. São Paulo. 2004.

MONTIBELLER, F. G. Empresas, Desenvolvimento e Ambiente - Diagnóstico e Diretrizes de


Sustentabilidade. Editora Manole. São Paulo. 2005.

Bibliografia Complementar:

QUINO, A. R. Análise de Sistema de Gestão Ambiental. Editora: THEX Editora. 1. Ed., 2008.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001 - Sistema de Gestão

EMENTA
O ecossistema e seu equilíbrio. Recursos naturais renováveis e não renováveis. Interação entre o
homem e o meio ambiente. Preservação dos recursos naturais. Desenvolvimento sustentável.
Direito e política ambiental. Responsabilidade do profissional com relação à sociedade e ao
ambiente. Impacto ambiental.

OBJECTIVOS
Ao término da disciplina, o aluno será capaz de:
Dominar conhecimentos básicos sobre o meio ambiente.
Desenvolver a consciência da responsabilidade sócio ambiental.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Ecologia e Meio Ambiente: conceituação e diferenciação.. 2. Teoria dos Sistemas: conceitos


e definições;. 3. Dinâmica de Sistemas. 4.: Sistemas Ambientais: Ecossistemas, Biosfera, Ecosfera,
Biótipos e Biomas. 5. Desequilíbrios Ambientais. 6. Água: o ciclo e os fins, conseqüências da
acção antrópica do homem.. 7. Ar: evolução da atmosfera, alterações, causas e efeitos.. 8.
Terra: definição, distribuição, ocupação, consequências e causas e alternativas de
recuperação.. 9 Impactos ambientais e avaliações. 10. Consciência ambiental e
responsabilidade social.

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

AVALIAÇÃO

RExame  0,3 * AC  0,7 * PP * 0,4  0,6 Exame


RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
RExame = resultado final, incluindo a nota do exame ordinário;
AC = Projecto prático ou média da avaliação contínua
PP- média da avaliação das provas parcelares;
Escala 0 à 20: Aprovado ≥ 10
RRecurso = 0,4 RExame + 0,6 RRecurso
RRecurso = resultado final incluindo a nota do exame de recurso.

BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:

− BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. São Paulo: Ed. Prentice
Hall, 2005.
− HEINRICHS, R.; KLEINBACH, M. Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Ed. Thomson, 2002.
BRAGA, Benedito et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
.Bibliografia Complementar:
− MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. Ed. Rio de Janeiro: ABES, 2000.
− BEN, F.R.; McAULIFFE, C.A. Química e Poluição. 1.ed. São Paulo: EDUSP. 1981.

− AL GORE. A terra em balanço – ecologia e espírito humano. São Paulo: Ed. Augustus, 2000

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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

PROGRAMA ANALÍTICO

CURSO UNIDADE CURRICULAR ANO SEMESTRE HORA/SEMANA


Engenharia Gestão de Energia 5º 1º 4
Electrotécnica

TOTAL AULAS TEÓRICAS + TEÓRICO-PRÁTICAS LABORATÓRIO SEMINÁRIOS


60 HORAS 60 HORAS
Autores: Data:
16/06/2015

EMENTA

O aluno deve saber as Noções da política da gestão de Energética.

OBJECTIVOS
Despertar, sensibilizar e informar os alunos sobre os conhecimentos relacionados com a análise
energética de diferentes processos tecnológicos na qualidade de consumidores ou produtores de
energia. Apresentar um conjunto de metodologias, técnicas e equipamentos de apoio à utilização
racional da energia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Politica Energética
1.1 Conceitos básicos (energia, potência, unidades...);
1.2 Fontes e tipos de energia;
1.3 Recursos e reservas energéticas;
1.4 Panoramas energéticos mundiais, europeu e Angolano;
1.5 Impactos ambientais do consumo de energia;
1.6 Mercado de Energia e Regulação
1.7 Objectivos e mecanismos da política energética;
1.8 Utilização racional da energia.
2. Gestão do Consumo de Energia

2.1 Energia nos edifícios;

1.2 Energia na indústria;


1.3 Energia nos transportes;
1.4 Regulamentos em vigor no sector
1.5 Metodologias de auditoria energética;
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Projecto Pedagógico do Curso de Engenharia Eléctrica

1.6 Análise económica de projectos de investimento;


1.7 Tecnologias consumidoras de energia: Instalações eléctricas; Força Motriz;
Iluminação; Produção e 1.8 Distribuição de Calor; Climatização, Ar Comprimido.

3. Abastecimento de energia

3.1 Compra de energia;


3.2 Produção descentralizada através de energia: solar, biomassa, eólica, hídrica,
geotérmica;
3.3 Poligeração;
3.4 Anteprojecto de sistemas baseados em energias renováveis;
3.5 Introdução ao software de análise RetScreen;
3.6 Estudo de Casos

AVALIAÇÃO
A avaliação de conhecimentos será feita através de 3 avaliações contínuas e dois testes
parcelatres, onde serão atribuídas aos alunos classificações na escala de 0 a 20 valores.
A avaliação continua será realizada através de: trabalhos escritos; testes obrigatórios.
Os resultados da avaliação contínua são publicados antes da realização do exame final.
O acesso ou dispensa do exame final esta estabelecido no Regimento Geral da ISPTEC.

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica:
Guia da Energia, Janet Ramage, Editora Monitor, 1997

Manual do Gestor de Energia, DGE, 1997

Manual do Gestor de Energia em Edifícios, DGE, 1997

Renewable Energy Project Analysis, RetScreen engineering and cases handbook, 2002

Regulamentos RGCIE, RGCE-ST, RCCTE, RSECE

Industrial Energy Conservation, Charles Gottschalk, John Wiley & Sons

Bibliografia Complementar:

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