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CÓDIGO VERSÃO DATA DA APROVAÇÃO USO EXCLUSIVO DA USPE PÁG.

DE
NT 06 01 01/10/2018 NOTA TÉCNICA 1 23
ASSUNTO
BOMBA DOSADORA DIAGRAMA DE PASSO, DIAFRAGMA ELETROMAGNÉTICA E
PERISTÁLTICA

1 OBJETIVO

Esta Nota Técnica tem o objetivo de expor as principais tomadas de decisões e mudanças ocorridas quanto à
aplicação bombas dosadoras para sistemas de tratamento de água da Sanepar. Devem ser abordados os
seguintes tipos de bombas dosadoras:

1) Bomba dosadora diafragma de passo.


Utilizada para líquidos não viscosos e sem sedimentos. Recalca produto químicos por meio do
acionamento do diafragma utilizando um curso de medida fixa e comprimento variável.
2) Bomba dosadora diafragma eletromagnética.
Utilizada para líquidos não viscosos e sem sedimentos. Recalca produto químicos por meio do
acionamento do diafragma utilizando um curso de medida variável e comprimento fixo.
3) Bomba dosadora peristáltica.
Utilizada para líquidos com sólidos em suspensão ou líquidos viscosos. Recalca produto químico
pressionando uma mangueira.

1.1 AQUISIÇÃO

Definição em projeto, compra por SME ou SCD devem conter as seguintes informações:
(a) O Código de material - SAM, a especificação e os acessórios:
Cada código corresponde a compra de:
(a) Para dosadoras: 01 (um) conjunto de unidade para dosagem composto por bomba dosadora e seus
acessórios definidos em especificação.
(b) Para acessórios: cada código corresponde a uma unidade.

1.2 CODIGO DE MATERIAIS - SAM

Para códigos de materiais ver final deste documento.

1.3 ESTRUTURA GERAL DAS ESPECIFICAÇÕES.


As especificações foram estruturadas conforme vazão, nível de automação, tipo de automação e
combinações entre os tipos de bombas dosadoras. Além disso, abaixo da vazão e pressão consta o código
de materiais.
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ASSUNTO
BOMBA DOSADORA DIAGRAMA DE PASSO, DIAFRAGMA ELETROMAGNÉTICA E
PERISTÁLTICA
AUTOMAÇÃO

SEM AUTOMAÇÃO - CONTROLE COM AUTOMAÇÃO


COM AUTOMAÇÃO 4 A 20MA
MANUAL PROFIBUS
RECURSOS

SEM PULSO ELÉTRICO E SEM


SENSOR DE NÍVEL
COM DISPLAY COM DISPLAY
CONTROLE DE VAZÃO MANUAL POR
DISPLAY OU BOTÃO
DOSADORA /

DOSADORA
PRODUTOS
QUÍMICOS

DOSADORA DIAFRAGMA
DOSADORA DIAFRAGMA PASSO OU DOSADORA DOSADORA
DOSADORA
DIAFRAGMA DOSADORA PASSO ( BAIXA DIAFRAGMA DIAFRAGMA DOSADORA DIAFRAGMA
PERISTÁL
PASSO OU PERISTÁL TICA VAZÃO E ELETROMA PASSO OU PERISTÁL TICA PASSO OU
TICA
PERISTAL TICA PRESSÃO GNÉTICA OU PERISTÁLTICA PERISTÁLTICA
ALTAS) PERISTAL
TICA

5l/h (2bar) – 5 l/h (2bar) – 6l/h (10bar) – 7l/h (15bar) – 7l/h (15bar) – 30l/h (4bar) –
CÓD.310078 CÓD.310092 CÓD.310137 CÓD.310140 CÓD.310139 CÓD.310150
15l/h (2bar) – 15 l/h (2bar) – 9l/h (7bar) – 10l/h (10bar) – 12l/h (10bar) – 60 l/h (7bar) –
CÓD.310079 CÓD.310094 CÓD.310136 CÓD.310265 CÓD.310143 CÓD.310151
60l/h (4bar) – 30 l/h (7bar) – 17l/h (7bar) – 17l/h (7bar) – 120 l/h (4bar) – 7 l/h (15bar) –
CÓD.310089 CÓD.310096 CÓD.310141 CÓD.310144 CÓD.310152 CÓD.310626
120l/h (4bar) – 60 l/h (7bar) – 30l/h (3bar) – 30l/h (4bar) – 210 l/h (4bar) – 12 l/h (10bar) –
CÓD.310090 CÓD.310097 CÓD.310142 CÓD.310148 CÓD.310153
VAZÃO

CÓD.310627
200l/h (4bar) – 120 l/h (7bar) – 60 l/h (7bar) – 940 l/h (2bar) – 17 l/h (7bar) – 960 l/h (2bar) –
CÓD.310091 CÓD.310111 CÓD.310146 CÓD.310154 CÓD.310628 CÓD.310157
210 l/h (2bar) – 120 l/h (4bar) – 60 l/h (7bar) –
CÓD.310112 CÓD.310147 CÓD.310155
400l/h (2bar) – 200 l/h (4bar) – 940 l/h (2bar) –
CÓD.310113 CÓD.310145 CÓD.310156
720l/h (2bar) – 940 l/h (2bar) –
CÓD.310114 CÓD.310149
1140 l/h (2bar) –
CÓD.310115

GRUNDFOS
CANTES
FABRI-

GRUNDFOS GRUNDFOS WATSON GRUNDFOS GRUNDFOS


WATSON WATSON WATSON
WATSON WATSON MARLOW WATSON WATSON
MARLOW MARLOW MARLOW
MARLOW MARLOW EMEC MARLOW MARLOW
PROMINENT
IDEAL APLICAÇÃO
PARA PRINCI PAL

HIPOCLORITO HIPOCLORITO
HIPOCLORITO HIPOCLORITO
TODOS HIPOCLORITO DE SÓDIO, TODOS DE SÓDIO, TODOS
DE SÓDIO, AC. DE SÓDIO, AC.
PRODUTOS DE SÓDIO E AC. PRODUTOS AC. PRODU TOS
FLUOSSILICICO FLUOSSILICIC
QUÍMICOS PAC FLUOSSILI- QUÍMICOS FLUOSSILI- QUÍMI COS
E PAC O E PAC
CICO E PAC CICO E PAC

CARVÃO, ÁCIDO HIPOCLORITO ÁCIDO CARVÃO, ÁCIDO CARVÃO,


ÁCIDO
HIDRÓXIDO FLUOSSÍLI- DE SÓDIO E FLUOSSÍLI- HIDRÓXIDO DE FLUOSSÍLI- HIDRÓXIDO
FLUOSSÍLICICO
DE CÁLCIO CICO PAC CICO CÁLCIO CICO DE CÁLCIO
EXCETO

ÁCIDO
CARVÃO, CARVÃO, FLUOSSÍLICI CARVÃO, CARVÃO,
HIDRÓXIDO DE - HIDRÓXIDO CO, CARVAO, HIDRÓXIDO - HIDRÓXIDO -
CÁLCIO DE CÁLCIO HIDRÓXIDO DE CÁLCIO DE CÁLCIO
DE CÁLCIO
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2.0 TERMOS E DEFINIÇÕES

ABNT NBR – Assossiação Brasileira de Normas Técnicas – Normas Brasileiras


ANSI – American National Standards Institute
ART – Anotação de responsabilidade técnica
BAR – Unidade de Pressão (1 bar = 10 MCA)
BOMBONA – Galão (Volumes pequenos de produto químico)
BSP – British Standard Pipe
CSA – Canadian Standards Association
CE – Comunidade Européia
CFE – Code Of Federal Regulations
CONTAINER (CONTEINER) OU CONTENTOR – Recipiente para produto químico para volumes
próximos de 1000 L.
CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia
DB – Decibel
EB – Especificação Básica
EMC – Compatibilidade Eletromagnética
ETA – Estação de Tratamento de Água
ETE – Estação de Tratamento de Esgoto
FDA – Food And Drugs Chapter I - Food And Drug
FoFo – Ferro Fundido
GPES – Gerência Projetos Especiais
H – Hora
Hz – Hertz
IP – Grau de proteção do equipamento
L – Litro
M – Metro
MCA – Pressão exercida por uma coluna da água (Metro de Coluna de água)
MIN – Minuto
MG/L – Miligramas por litro
ML – Mililitro
MS – Ministério da Saúde
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NBR – Assossiação Brasileira de Normas Técnicas – Normas Brasileiras


NEMA 4 – Equivalente a IP
NPT – National Pipe Thread
NR – Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho
NSF – The Public Health and Safety Organization
OSHA – Occupational Safety and Health Administration
ONU – Código ONU ou Número ONU para produtos químicos é o número de série de quatro ou mais
dígitos gravados como chassis nas embalagens maiores que 5kg, dado ao artigo ou substância química, de
acordo com o sistema das Nações Unidas.
PAC – Policloreto de Alumínio
PP – Polipropileno
PPS – Sulfeto de Polifenileno
PTFE – Politetrafluoretileno (polímero conhecido comercialmente como TEFLON)
PVC – Policloreto de Polivinila.
PVDF – Fluoreto de Polivinilideno
PPE/OS – Polyphenylene Ether
RELÉ – O relé é um dispositivo eletromecânico, com inúmeras aplicações possíveis em comutação de
contatos elétricos, servindo para ligar ou desligar dispositivos.
RMC – Regulatory Compliance Mark
RPM – Rotações por minuto
S – Segundo
SAM – Sistema de Administração de Materiais da Sanepar
SCD – Sistema de Compras Descentralizadas
SMA / SM – Solicitação de materiais (Obsoleto)
SME – Solicitação de materiais eletrônica (substitui antiga SMA ou SM)
US – United States (Estados Unidos da América)
USPE – Unidade de Serviço de Projetos Especiais
USMA – Unidade de Serviço de Materiais
V – Volts
W – Watts
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3.0 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Devem ser seguidas as especificações e normas – seus apêndices e suas normas de referência em última
revisão – em todas as atividades pertinentes ao fornecimento montagem e teste. Devem ser aceitas outras
normas desde que sejam aprovadas pela Sanepar.
Para acesso as especificações da Sanepar consultar em www.sanepar.com.br>Fornecedores>Licitações>
Marca>Descrição do Material.

NBR 12216 Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento


público.
NSF – ANSI 61. “NSF (Organização de NSF/ANSI 61: Drinking Water System Components –
Saúde Pública e Segurança)”. Health Effects. “NSF / ANSI 61: Componentes do sistema
de água potável - Efeitos da saúde”.
NR’s Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho
NR 15 Norma Regulamentadora Nº 15 - Atividades e Operações
Insalubres
Anexo XX da Portaria de Consolidação Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância
n°5 do MS/17 da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de
potabilidade.
CE Marcação CE - Certifica que o equipamento foi avaliado e
cumpre os requisitos da União Européia em matéria de
segurança, saúde e proteção do ambiente.
CETLUS Intertek – Certificado para condições de responsabilidade,
rapidez, preço competitivo, qualidade no trabalho e serviços,
eficiência, efetividade e melhoria contínua.

N27364 Norma que atende interesses da Austrália como ruído


magnético e condições de contato com a água.

FDA 21 CFE - Code Of Federal Regulations Title 21 - FDA - Title 21


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- Food And Drugs Chapter I - Food And Drug


Administration Departamento de Saúde e Serviços
Humanos.
Nema 4x NEMA 4X, A instalação interna ou externa protege contra
poeiras lançadas por vento e chuva, respingos de água, jatos
de água e corrosão. Além disso, protege contra danos
causados pela formação de gelo no lado externo do armário.
CSA-US Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA
(OSHA),
C-TICK Teste C-Tick, Certificação RCM, Marca de Conformidade
Regulatória, Teste de Conformidade EMC para RCM / C-
Tick
ABNT NBR 14136 Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até
20A/250V - Padronização
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Ácido Fluossilícico - 8 -
EB/USMA/000000341 – Código SAM ONU 1778 - II - Embalagem de 30 litros ou 1000 litros
294983
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Fluossilicato de sódio -
EB/USMA/000000117 – Código SAM 6.1 - ONU 2674 - III - Embalagem de 25kg.
19690
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Ácido Fluossilícico - 8 -
EB/USMA/000000139 – Código SAM ONU 1778 - II – Carretas de 13500kg a 27000kg.
153028
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento Hipoclorito de sodio,
EB/USMA/000000135 – Código SAM Solução - 8 - ONU 1791 - II - Bombona com 25,0 kg -
96113 (Concentração 10%).
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Hipoclorito de Sodio
EB/USMA/000000128 – Código SAM Solução a Granel – 9 – ONU 1791 – II (Concentração 10%)
282152 – Carreta ou container 2000 kg a 5000kg

SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Sistema de producao de


EB/USMA/0000001608, 1609, 1610, 1611
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– Código SAM 305514, 305515, 305513, cloro a base de salmoura e eletrolise


305512
SANEPAR – Especificação Básica Cloreto de sódio - NaCl
EB/USMA/000000120– Código SAM
264504
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento Hipoclorito de calcio
EB/USMA/000000164 – Código SAM granulado - 5.1 – ONU 1748 - II (Embalagem com 10,0 kg)
266060
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Carvao Ativado
EB/USMA/000000233 – Código SAM Umectado 4.2 - ONU 1362 – III - Embalagem de 25kg.
19739
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Ortopolifosfato (Solido)
EB/USMA/000000123 – Código SAM - Embalagem de 25kg.
259861
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Sulfato de Aluminio
EB/USMA/000000119 – Código SAM Granulado - Embalagem de 25kg.
19704 ONU: Produto não classificado como perigoso para
transporte.
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Sulfato de Aluminio
EB/USMA/000000129 – Código SAM Liquido - 8 - Onu 1760 – III – Carretas de 13.500 kg a
123897 27.000 kg.
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Soda caustica (hidroxido
EB/USMA/000000341 – Código SAM de sodio - solido) - 8 - ONU 1823 II (embalagem com 25,0
103918 kg)
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Soda caustica (hidroxido
EB/USMA/000000127 – Código SAM de sodio - solido) - 8 - ONU 1824 II – Carretas de 13.500 kg
267660
SANEPAR – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Barrilha densa
EB/USMA/000000124 – Código SAM (Carbonato de sodio) - Embalagem com 25,0 kg ONU:
19631 Produto não classificado como perigoso para transporte.

Sanepar – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Poli-Cloreto de


EB/USMA/000000136 – Código SAM Aluminio - Solucao - 8 - ONU 1760 - III (Bombonas de
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197955 50kg/Conteiner 1000litros)


Sanepar – Especificação Básica Especificação para fornecimento de Poli-Cloreto de
EB/USMA/000000121 – Código SAM Aluminio - Solucao - 8 - ONU 1760 - III (Bombonas de
197955 50kg/Conteiner 1000litros)

4.0 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Esta Nota Técnica trata-se de procedimentos para aplicação de dosadoras, conforme cadastro no catálogo de
materiais e sua respectiva especificação e seus acessórios.

4.1 PRODUTOS QUÍMICOS


Na Sanepar as bombas dosadoras são utilizadas para aplicação de produto químico para tratamento de água.
São utilizados os seguintes produto químicos:
1) Hipoclorito de sódio
2) Hipoclorito de cálcio
3) Policloreto de Alumínio – PAC
4) Sulfato de alumínio sólido e líquido
5) Hidróxido de cálcio em suspensão
6) Hidróxido de sódio sólido - Soda cáustica
7) Cal Hidratada
8) Carbonato de sódio
9) Cloreto Férrico
10) Ácido Fluossilícico
11) Fluossilicato de Sódio
12) Carvão
13) Polímeros
14) Ortopolifosfato

4.2 COMENTÁRIOS
Para utilização das bombas dosadoras a Sanepar definirá:
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(a) Não devem existir mais especificações de bombas dosadoras com município, localidade e
quantidade.
(b) A Sanepar deve definir tecnologias e vazões conforme suas necessidades e cumprimento da
legislação vigente.
(c) A EB foi desenvolvida de acordo com as bombas dosadoras que estão no mercado e que estão
homologadas na Sanepar de, forma que, se possível, exista concorrência.
(d) Cabe o projetista selecionar o Código do material e seu respectivo descritivo mais adequado para
cada situação. Vale ressaltar que a seleção de uma bomba dosadora não se limita a vazão, pressão e
automação. Deve ser escolhida a bomba dosadora condizente com a necessidade de aplicação,
manutenção e cultura local.

4.3 APLICAÇÃO

Com o objetivo de otimizar a aplicação da especificação de bombas dosadoras, seguem considerações


abaixo:
(a) A especificação de bomba dosadora deve ser aplicada da seguinte maneira:
1) Conforme vazão: Necessária ao tratamento para início de plano.
2) Conforme tipo de produto químico a ser tratado.
3) Conforme nível de automação:
3.1) Sem automação.
3.1.1) Sem pulso elétrico.
3.1.2) Sem sensor de nível.
3.1.3) Com controle manual.
3.1.3.1) Com display.
3.1.3.2) Com botão ou tecla.
3.2) Com automação.
3.2.1) 4 a 20mA.
3.2.1.1) Com display.
3.2.2) Profibus.
3.2.1.2) Com display.
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(b) Não aplicar bombas dosadoras com grande variação de range de vazão para qualquer situação, pois:
1) Limita a concorrência.
2) São mais caras.
3) Existem outras opções para maior parte das aplicações.
(c) As bombas dosadoras são projetadas visando pouca manutenção. No entanto, as unidades que operam
devem estar preparadas para substituição do diafragma e das mangueiras, conforme orientações do
fabricante. Dessa forma, a substituição do equipamento deverá ser com pouca frequência.
(d) Caso não exista a especificação da dosadora com as características definidas em determinado projeto,
deve ser verificada a possibilidade de desenvolver outra especificação. Ver item Considerações
Gerais.
(e) Sugere-se que o Ácido fluossilíssico seja dosado somente com dosadora diafragma de passo ou
peristáltica (ambas com precisão) sem diluição.
(f) O Carvão, o hidróxido de cálcio em suspensão devem ser dosados somente com bombas dosadoras
peristálticas. Os grãos, as “pelotas” e a alta viscosidade desses produtos químicos quando aplicados
com bomba dosadora diafragma acabam travando os seus mecanismos.
(g) Quando o nível (cota) da bomba dosadora for inferior ao nível (cota) da base do reservatório de
armazenamento (saída para aplicação) deve ser utilizada a bomba dosadora peristáltica.
(h) Aplicação de carvão, que normalmente é utilizado para retirar o gosto da água, pode ter um range
muito variado. Isso ocorre normalmente quando há proliferação de algas e é proporcional a
quantidade de algas existentes naquela água. Sugere-se, então, utilização de bombas dosadoras com
grande variação de dosagem.
(i) Aplicação de desinfetantes em algas (ou para limpeza de adutora) é feito conforme o tipo de alga,
quantidade de algas e vazão a ser tratada, portanto atentar que:
1) Podem ter um range muito variado, pois dependente da quantidade de algas presente na água.
2) Podem necessitar precisão de dosagem em alguns casos.
3) Podem ser utilizado diversos tipos de cloro e concentrações. Exemplos: hipoclorito de sódio com
concentração a 10%, hipoclorito de sódio com concentração a 0,65%, hipoclorito de sódio com
concentração 65% sólido (dependendo da sua diluição).
4) Atentar para perda de eficiência do produto químico e sua validade.
5) Sugere-se utilização de bombas dosadoras peristálticas ou diafragma de passo.
(j) O sistema de entrega do produto químico pode influenciar na escolha da bomba dosadora, portanto:
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1) Verificar sistema de entrega e reservação do produto químico (caminhão, container/contentor,


bombona/galão).
2) Modo de reposição do produto químico, pois o produto químico entregue é analisado pelo
laboratório da Sanepar e, dessa forma, necessita-se de outro reservatório.
3) Definindo o produto químico e a concentração, será possível definir uma bomba dosadora.
Exemplo: Um local onde não é possível chegar caminhão pode ser utilizado hipoclorito de sódio
10%, hipoclorito de sódio a 0,65% ou hipoclorito de cálcio, porém as bombas dosadoras devem
ter vazões diferentes.
(k) Verificar equipamento adicionais:
1) Misturador: É utilizado para produtos químicos em pó ou pastilha a serem diluídos com água.
Se for necessária sua utilização deve ser adquirido por meio de outra especificação.
2) Válvula de contra pressão e manômetro: Se forem necessários devem ser adquiridos a parte
por meio de outra especificação. Esses itens não devem ser acessórios da bomba dosadora.
3) As mangueiras serão adquiridas:
3.1) Conforme especificação da bomba dosadora, a quantidade de mangueira será
proporcional a sucção. Sendo que 0,6 bar – 6 MCA, por exemplo, significa que deverá
ser entregue 06 (seis) metros de mangueira para sucção e 06 (seis) metros para o
recalque de produto químico. A mangueira poderá ser conectada até uma tubulação de
plástico rígida.
3.2) A mangueira da bomba dosadora até o ponto de aplicação, para os casos em que se
aplica, não deve ser acessório da bomba dosadora e será adquirida a parte por meio
de outro código de material.
(l) A calibração deve ser feita desconectando a mangueira da tubulação plástica e depositando o líquido
em um copo graduado. Para os casos, onde a aplicação do produto for feita por meio de mangueira,
ela deve ser desconectada da bomba dosadora e outra mangueira deve ser reconectada (mangueira
curta).
(m) Para aplicação de produto químico serão utilizadas mangueiras em PVDF ou tubulações plásticas.
Por isso, não devem existir bombas dosadoras com tubulação plástica rígida na sucção e no recalque.
Esse tipo de bomba dosadora torna o processo de limpeza e manutenção mais difícil, pois:
1) Precisam de uniões para desmontagem.
2) Ficam fixas em uma base.
3) Necessitam sistema de autolavagem, devido ao fato de permanecerem fixadas em uma base.
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4) Nos casos de reutilização da bomba dosadora em outro local, exige uma estrutura para sua
instalação.
5) Para ser especificada bomba dosadora com tubulação rígida e motor externo deve ser analisada
caso a caso.
Sendo assim, para manutenção das bombas dosadoras serão simplesmente desconectadas as
mangueiras. O equipamento poderá ser conduzido para uma bancada de manutenção. Nesse local, ele
poderá ser lavado e trocado o diafragma.

(n) Tubulação de produto químico até o ponto de aplicação deverá ser:


1) Para distâncias curtas, utilize mangueira.
2) Para vazões de tratamento menores que 100 l/s deve ser utilizado mangueira preferencialmente,
salvo exceções.
3) Para distâncias longas deverá ser utilizado tubulações rígidas com uniões para desmontagem.
4) Material das tubulações plásticas rígidas deverá ser:
4.1) Para produtos químicos sem cloro: PVC SCH80 norma EN ISO 15494.
4.2) Para produtos químicos com cloro: CPVC SCH80 norma ASTM D1785 e ASTM D2467.
4.3) Ver nota técnica sobre tubulações plásticas.

4.4 DIMENSIONAMENTO
O dimensionamento da bomba dosadora deverá seguir os seguintes critérios:
(a) Não pode ser dimensionada para a vazão de final de plano da estação de tratamento. Isso deve-se
ao fato:
1) Nenhuma bomba dosadora irá permanecer sem ser substituída até o final de plano.
2) A vazão até o final de plano possui um range enorme, que a curto prazo, provavelmente não
deve atingido. Sendo assim, se for utilizado como referência, poderá:
2.1) Não atender a vazão mínima e não conseguir dosar o produto químico.
2.2) Se conseguir dosar o produto químico, talvez, a dosadora tenha que trabalhar nos seus
limites operacionais. Ou seja, desgastando o equipamento rapidamente.
3) Superdimensionando o equipamento paga-se proporcionalmente mais caro em relação a
uma bomba dosadora de menor vazão.
(b) A vazão dimensionada deve corresponder a vazão da dosadora especificada, pois não
existirá preenchimento da especificação. Exemplo: Para um determinado produto químico
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ASSUNTO
BOMBA DOSADORA DIAGRAMA DE PASSO, DIAFRAGMA ELETROMAGNÉTICA E
PERISTÁLTICA

necessita de uma dosadora de 13 l/h. Para esse caso será selecionada uma especificação de
dosadora de 15l/h.

4.4.1 PARÂMETROS PARA PROJETO


4.4.1.1 DEFINIÇÃO DE VAZÃO DE BOMBA DOSADORA

Conforme vazão de tratamento, seguem abaixo alguns produtos químicos com as suas respectivas vazões de
aplicação e a vazão da bomba dosadora conforme especificações:

(a) Atentar que esta tabela não atende todas as situações existentes no tratamento de água. Ela é uma
referência.
(b) Atentar para concentração do produtos químicos e quantidade de produto químico a ser aplicado que
a tabela está considerando.
(c) Atentar para os líquidos viscosos ou em suspensão, pois só podem ser aplicados com bomba
dosadora peristáltica.
(d) Para calcular a vazão de produto químico a ser aplicado foi considerado:

Produto químico a ser aplicado


= Vazão de tratamento (m³/h) x PPM***
(l/h) Densidade** x Concentração do produto
químico ** x 10*

Obs.: *Fator de correção.


**Conforme o produto químico. Exemplo: Hipoclorito de sódio (gerador) é 0,65%.
*** PPM – Partes por milhão (mg/l).
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PERISTÁLTICA

4.4.2 QUANTIDADE DE BOMBAS DOSADORAS E NÍVEL DE AUTOMAÇÃO CONFORME


VAZÃO DE TRATAMENTO
Conforme necessidade de tratamento segue abaixo as definições de quantidade de bombas dosadoras para
alguns produtos químicos e o nível de automação desejado conforme a vazão de tratamento. Ela demonstra
as situações mais rotineiras, pois ao definir a quantidade de bombas dosadoras e nível de automação deve ser
considerado também:
(a) Se a aplicação do produto químico é contínua. Para limpeza de adutora ou aplicação de carvão, por
exemplo, não necessitam de aplicação constante. Logo, salvo exceções, a bomba dosadora a ser
utilizada pode ser sem automação.
(b) Para definir automação, deve ser considerada a distância a ser percorrida para operação da bomba
dosadora, assim como:
1) Existe operador constante para averiguação.
2) De madrugada a estação é operada por um operador que está em outra estação.
3) O processo de tratamento necessita de um ajustes constantes da vazão da bomba dosadora devido
a alteração na vazão de tratamento ou na qualidade da água bruta.
4) A operação por controle a distância deve ser confirmada com a automação. O engenheiro de
automação deve definir se vai implar.
(c) A tabela abaixo define alguns produtos químicos e a quantidade de bomba dosadoras:
QUANTIDADE
DE BOMBAS
PRÉ DOSADORA DOSADORA RESERVA RESERVA DE
DOSADORAS /
TRATAMENTO TRATAMENTO PÓS TRAT. INSTALADA PRATELEIRA
PRODUTOS
QUÍMICOS
Cloro
1 0 1 0 1(1)
(desinfectantes)

Flúor 0 0 1 0 1(1)

PAC/Sulf.Alumínio
0 1 0 0 1(1)
- coagulantes
Hidróxido Sódio /
h. de cálcio em
1 0 1 0 1(1)
suspensão -
Alcalinizantes
Carvão – Retira
1 0 0 0 1(1)
odor
Polímero –
0 1 0 0 1(1)
coagulantes
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Observação 01: Quantidade máxima de bombas dosadoras de reserva. Verificar com a Gerência Regional se
deseja uma bomba dosadora reserva para cada produto químico. O ideal é diminuir a quantidade de bombas
projetando bombas reservas comuns a vários produtos químicos.
Nota 01: Verificar a possibilidade de trabalhar com duas dosadoras para atender a vazão total. Nem sempre é
necessário colocar uma bomba dosadora com uma grande vazão. Exemplo: Uma estação que precisa de uma
dosadora de 30l/h a maior parte de tempo e, poucos dias, vazão de 40l/h. Poderia ser instalada duas bombas
dosadoras de 30l/h no lugar de duas bombas dosadoras de 60l/h. E, nesse caso, poderia existir duas bombas
dosadoras instaladas sendo que uma seria operada eventualmente.

4.5 ACESSÓRIOS
Segue lista de acessórios a serem adquiridos a parte da bomba dosadora:
1) Mangueira.
2) Tubulação plástica.
3) Válvula de contra pressão.
4) Manômetro.
5) Diafragma para substituição.
Os itens descritos acima devem ter seus códigos e suas respectivas descrições no item Cadastro deste
documento.

4.6 PROPOSTA TÉCNICA


O fabricante deverá apresentar por meio da proposta técnica:
(a) Características construtivas da bomba dosadora com capacidade de controle de vazão e acessórios
solicitados no Anexo I – Tabela de equipamentos e acessórios.
(b) Testes e ensaios (conforme norma) – performance e hidráulico, qualidade, desempenho e
funcionamento.
(c) Treinamento a distância (vídeo) para funcionamento e manutenção.
(d) Desenho do conjunto, manual(is) em língua portuguesa do Brasil, lista de peças.
(e) Laudo de atoxidade dos materiais.
(f) Plaqueta de identificação de garantia.
(g) Proposta técnica.
(h) Garantia.
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5.0 CARACTERÍSTICAS E APLICAÇÕES DA ESPECIFICAÇÃO


Os itens abaixo referem-se a explicação de cada item descrito na especificação.

5.1 Características do fluído (fluído, concentração, temperatura, densidade e diluição do produto


químico)

(a) As especificações são desenvolvidas para atender o Ácido Fluossílicico com 20% de concentração,
temperatura de 5 a 45°C e, consequentemente, atenderá os demais produtos químicos que a Sanepar
utiliza. Para confirmação, consultar especificações dos produtos químicos citados no início deste
documento.
(b) Produtos químicos, preferencialmente, não serão diluídos com exceção produtos químicos sólidos.

6.1.2 Condições de trabalho (Faixa de operação da bomba, incremento mínimo de vazão, pressão com
vazão nula e contrapressão)
(a) Faixa de operação da bomba (vazão) é definida conforme disponibilidade de fabricantes. É
considerado o mínimo e máximo de cada fabricante e estabelecido uma faixa de vazão comum aos
fabricantes.
(b) Incremento de vazão é aplicado para dosadoras de passo e peristálticas devido à grande precisão de
aplicação de produto químico. É uma medida superior àquela que os fabricantes determinam para
oportunizar a entrada de mais concorrentes.
(c) Pressão com vazão nula e contra pressão são definidas conforme indicação dos fabricantes sendo
que foi estabelecida a bomba dosadora com menor pressão existente no mercado para permitir a
concorrência de diversos fabricantes. Atentar para a pressão, pois a bomba dosadora é dimensionada
para vazão nula. Ou seja, a pressão tende a diminuir conforme o aumento de vazão. Pesquisar a curva
da bomba nos fabricantes homologados.
(d) Aspiração conforme indicação dos fabricantes. Foi estabelecida a bomba dosadora com menor
aspiração existente no mercado como referência para permitir a concorrência de diversos fabricantes.
(e) Cursos (bomba dosadora diafragma de passo), Pulsos (bomba dosadora diafragma eletromagnética)
ou Rotações (para bomba dosadora peristáltica): Foram definidos uma quantidade de pulsos, cursos
e rotações que atendam a todos os fabricantes.
(f) Local de instalação foi definido como abrigada em bancada ou reservatório porque todos os
fabricantes possuem bombas dosadoras com esse tipo de instalação. No momento, todos os
fornecedores de dosadoras possuem as proteções adequadas para serem instaladas sem abrigo.
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6.1.3 Eletrônica
(a) Tipo de dosadora:
1) Diafragma de passo com variador de passo (curso fixo e velocidade variável) acionamento por
motor elétrico com variador de passo.
2) Diafragma eletromagnética (curso variável e velocidade fixa) acionamento por magneto.
3) Peristáltica acionamento por motor elétrico.
(b) Display: com ou sem display. As dosadoras com display são pré-programadas para funções definidas
pelo fabricante. Neste item não foram definidas as programações para não limitar o número de
concorrentes. Existem opções de dosadoras que trabalham somente com suas programações ou
podem através das suas entradas e saídas possuírem acionamento externo.
(c) Idioma definido para o display é português, sendo que não é definido se é do Brasil ou Portugal para
não limitar a concorrência.
(d) Leds indicadores servem para indicar se a bomba está ligada ou desligada.
(e) Comunicação e controle é para dosadoras que possuem controle por display com programação
interna ou externa (4 a 20 mA ou Profibus) ou somente controle da vazão feita de forma manual.
(f) Programação pode ser via teclado com display com diversos recursos ou regulagem de vazão por
meio de botão ou tecla.
(g) O controle de vazão é feito de 0 a 100% para a bombas dosadoras diafragma eletromagnética e 30%
a 100% para bomba dosadoras de passo. Isso equivale a uma porcentagem da vazão máxima. Para
bombas dosadoras peristálticas é regulado pela vazão predefinida.
(h) Precisão de dosagem e controle mínimo é dada por uma escala. A relação entre a dosagem máxima
e a dosagem mínima da bomba dosadora.
(i) Precisão de dosagem – Erro: é quanto de erro as dosadoras existentes no mercado possuem na
aplicação de produto químico. Normalmente esse erro aumenta quando ela trabalha fora de
porcentagem ideal. Ou seja, esse erro de precisão aumenta se a bomba dosadora trabalhar no seus
limites de operação.
(j) Acionamento (comunicação e controle – entrada) pode ser:
1) Sem relé de comunicação.
2) Com relé de indicação de falha.
3) Remoto 4 a 20ma ou Profibus. Sendo que a Sanepar especificará o protocolo de comunicação
Profibus para alguns sistemas. Especificações de bombas dosadoras com esse protocolo
deverão ser desenvolvidas caso a caso conforme requisitos definidos nessa nota técnica.
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PERISTÁLTICA

(k) Acionamento (comunicação e controle – saída) pode ser:


1) Manual sem recurso de comunicação.
2) Entrada para sensor de nível do reservatório de sucção que liga e desliga automaticamente.
3) Relé temporizador: Pulso elétrico para ligar e desligar remotamente.
(l) Calibração é feita por meio do controle de vazão.
(m) Forma de calibração é feita utilizando proveta graduada na sucção ou no recalque da bomba
dosadora.
(n) Grau de proteção da eletrônica mínimo é IP 65, ou seja, protegido contra poeira e jatos potentes de
água.
(o) Local de instalação da eletrônica é no corpo da bomba.
(p) Membrana de segurança para dosadoras diafragma passo deve ser com indicação visual de ruptura
do diafragma. Para dosadoras diafragma eletromagnética a indicação visual de ruptura este item será
opcional para garantir a concorrência. Existe também indicação automática de ruptura de diafragma,
porém não foi definida essa forma para garantir concorrência e custo-benefício coerente com a
utilização.
(q) Controle de fluxo e pressão (desliga ou alerta conforme a contrapressão). Serve para os casos onde
o ponto de aplicação de produto químico é uma tubulação ou em casos de desnível entre a bomba
dosadora e o reservatório. No caso de sobre pressão ou rompimento da linha, a dosadora deve
desligar.

6.1.4 Execução da bomba


(a) Base e protetor pode ser em ferro fundido, alumínio ou plástico conforme fabricante.
(b) Rotor conforme fabricante. Normalmente, esse material é PVDF ou PPS e fibra de vidro.
(c) Cabeçote dosagem com válvula de purga para retirada do ar para bombas dosadoras
diafragma em PVDF.
(d) Cabeçote de dosagem com porcas, união, corpo são em PVDF.
(e) Ligação hidráulica com rosca BSP – Conector em PVDF ou PP para mangueira com
fornecimento de adaptadores se a rosca original do produto for tipo NPT. A ligação hidráulica
deve ser compatível com a mangueira.
(f) A mangueira (PVDF) da sucção será fornecida conforme definido na aspiração da bomba.
Ex. 0,6 bar (6 MCA) deverá ser fornecida 6 metros de mangueira. Diâmetro interno coerente
com o poder de sucção da bomba.
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(g) A mangueira (PVDF) do recalque será fornecida com comprimento 02 (dois) metros.
Diâmetro interno coerente com o poder de recalque da bomba. Para o caso de bomba
dosadora peristáltica, com o objetivo de atender a vazão máxima, devem ser fornecidas todas
mangueiras internas necessárias.
(h) Lubrificação da mangueira é um item definido somente para bomba dosadoras peristálticas.
Será considerado que mangueiras das bombas dosadoras peristálticas necessitam de
lubrificação.
(i) Adaptadores rosca BSP/Espigão é somente para bombas dosadora peristáltica.
(j) Prendedores é um item definido somente para bomba dosadoras peristálticas conforme
fabricante. Normalmente, este item é fabricado em polipropileno.
(k) Diafragma para bombas dosadoras diagrama deve ser fabricado em PTFE.
(l) Corpo das bombas dosadoras diafragmas serão em PTFE e das peristálticas fibra de vidro
com PPE/OS, porém este item será definido conforme o fabricante.
(m) Esfera deverá ser fabricada em cerâmica.
(n) Vedações das bombas serão em PTFE.
(o) Segurança do equipamento pode ser:
1) Purga manual ou automática.
2) Desativação por sobre pressão.
3) Desativação por rompimento de linha.
(p) Válvula de pé com crivo com material compatível com o produto químico.
(q) Válvula de injeção e retenção (contrapressão) para funcionamento das bombas dosadoras.
(r) Fornecimento de kit para reparo adicional: 01 (um) diafragma e 01 (um) kit de mangueiras
internas da bomba dosadora peristáltica para garantir o range de vazão.

6.1.5 Acionamento
(a) Dispositivo:
1) Motor elétrico com acionamento eletromagnético.
2) Motor elétrico com variador de passo.
3) Motor elétrico para bomba dosadora peristáltica.
(b) Alimentação 100-240V +ou - 10%, 60 Hz, monofásico.
(c) Acionamento com grau de proteção no mínimo IP 55 (Protegido contra poeira e contra jatos
de água).
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(d) Cabo de energia padrão brasileiro possuindo no mínimo 1,5m.


(e) Ruído até 85dB a 1 metro de distância seguindo NR 15 – Anexo 1.
(f) Rendimento e fator de potência respectivamente estão relacionados ao consumo de energia
utilizado pela bomba e o consumo de energia não utilizado para o movimento da bomba.
Estes dois itens devem ser definidos conforme o fabricante.

5 CADASTRO
As especificações de bombas dosadoras e acessórios – que não devem ser incluídos na especificação –
estarão cadastradas no catálogos de materiais e poderão ser visualizados com os códigos abaixo. Para acessar
os códigos de materiais consultar em http://site.sanepar.com.br/informacoes_tecnicas > Código de Materiais
– SAM.

5.1 BOMBAS DOSADORAS - ACESSÓRIOS


5.1 VÁLVULA DE CONTROLE DE PRESSÃO
5.1.1 PVC SCH 80 NORMA ASTM D1785/2467 E CPVC SCH 80 Norma ASTM F441/439
OBS. 1): Não é o PVC predial (marrom) NBR 5648
OBS. 2): Não é a CPVC predial (para água quente)
309098 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 20
309097 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 25
309096 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 32
309095 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 40
309094 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 50
309093 VALVULA CONTROLE PRESSAO DUPLA UNIAO PVC SCH80 ASTM D1785/2467 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO EPDM
PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 63
309085 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 20
309086 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 25
309088 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 32
309089 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 40
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ASSUNTO
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PERISTÁLTICA

309090 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 50
309091 VALVULA DE CONTROLE DE PRESSAO DUPLA UNIAO CPVC SCH80 ASTM F441/439 DIAFRAGMA PTFE VEDACAO
EPDM PN10 0,5 A 9BAR SAIDA PARA MANOMETRO OPCIONAL DE 63
310157 BOMBA DOSADORA PERISTALTICA TODOS PRODUTOS QUIMICOS COM AUTOMACAO PROFIBUS COM DISPLAY
960L/H 2 BAR

5.2 MANGUEIRA
5.2.1 MANGUEIRA PARA BOMBA DOSADORA DIAFRAGMA DE PASSO OU
ELETROMAGNÉTICA
309075 MANGUEIRA PVDF PARA DOSADORAS DI 4MM DE 6MM
309076 MANGUEIRA PVDF PARA DOSADORAS DI 6MM DE 9MM
309077 MANGUEIRA PVDF PARA DOSADORAS DI 9MM DE 12MM

5.3.2 MANGUEIRA PARA BOMBA DOSADORA PERISTÁLTICA


309079 MANGUEIRA SANTOPRENE PARA DOSADORAS PERISTALTICAS DI 12MM
309080 MANGUEIRA SANTOPRENE PARA DOSADORAS PERISTALTICAS DI 17MM
309078 MANGUEIRA SANTOPRENE PARA DOSADORAS PERISTALTICAS DI 9,6MM

5.4 MANÔMETRO
309081 MANOMETRO DIAMETRO 43MM PN12 ROSCA NPT POL 1/4”
309082 MANOMETRO DIAMETRO 43MM PN25 ROSCA NPT POL 1/4”

6.0 REFERÊNCIAS

EMEC. BOMBAS DOSADORAS. Disponível em http://www.emecbrasil.com.br/bombasdosadoras1.html


Acesso: 23/02/2018.

GRUNDFOS. BOMBA DOSADORAS DIGITAIS. Disponível em http://br.grundfos.com/produtos/find-


product/bombas-dosadoras-digitais-DME-DMS-DDI.html#brochures. Acesso: 23/02/2018.

GRUNDFOS. GRUNDFOS INTRODUCES SMART DIGITAL DOSING PUMPS. Disponível em


https://www.youtube.com/watch?v=P1JWkT7R6Sm. Acesso: 23/02/2018.

PROMINENT. BOMBA DOSADORA BETA. Disponível em https://www.prominent.com.br/pt


/Produtos/Produtos/Bombas-dosadoras/Bombas-dosadoras-de-diafragma-solenoides/p-beta.html. Acesso:
23/02/2018.

PROMINENT. BOMBA DOSADORA GAMA X. Disponível em


CÓDIGO VERSÃO DATA DA APROVAÇÃO USO EXCLUSIVO DA USPE PÁG. DE
NT 06 01 01/10/2018 NOTA TÉCNICA 23 23
ASSUNTO
BOMBA DOSADORA DIAGRAMA DE PASSO, DIAFRAGMA ELETROMAGNÉTICA E
PERISTÁLTICA

https://www.prominent.com.br/pt/Produtos/Produtos/Bombas-dosadoras/Bombas-dosadoras-de-diafragma-
solenoides/p-gamma-x.html. Acesso: 23/02/2018.

PROMINENT. PROMINENT BETA 4. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=M0Ki68BZ


c8w. Acesso: 23/02/2018.

PROMINENT. PROMINENT. Disponível em https://www.youtube.com/user/ProMinentGroup

PROMINENT. METERING PUMP GAMMA/X: MAXIMUM EFFICIENCY. Disponível em https://


www.youtube.com/watch?v=e-mal2dweds. Acesso: 23/02/2018.

MILTON ROY. DSD Technology by Milton Roy. Disponível em https://www.youtube


.com/watch?v=oBVEIroyJ2Y. Acesso: 23/02/2018

TETRALON. COMO FUNCIONA A BOMBA DOSADORA ELETROMAGNÉTICA DE


DIAFRAGMA – TETRALON. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=qzr-lo7ebgs. Acesso:
23/02/2018.

WATSON Marlow. WATSON-MARLOW PUMPS GROUP - PERISTALTIC, HOSE AND TUBE


PUMPS SERVING THE PROCESS INDUSTRY. Disponível em
https://www.youtube.com/watch?v=PVxVKeQ5flg. Acesso: 23/02/2018.

WATSON Marlow. QDOS PERISTALTIC METERING PUMP FROM WATSON-MARLOW FLUID


TECHNOLOGY GROUP. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=HgrOsZe-6t4. Acesso:
23/02/2018.

WATSON Marlow. WATSON MARLOW - PRESENTACIÓN CABEZAL 620. Disponível em


https://www.youtube.com/watch?v =huzCFPLj4gQ . Acesso: 23/02/2018.

9.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS


Esta Nota Técnica poderá ser alterada sempre que for necessário.

10.0 RESPONSÁVEL(IS) PELA NOTA TÉCNICA E CONTROLE DE REVISÕES:

Rev. Data Descrição: Elaboração: Aprovação:


Téc. Eidilaine
Ribeiro da Silva Engº Leandro A. Novak
CREA-PR Nº: CREA 64716-D/PR
01 01/10/2018 Nota técnica 06 – Emissão Inicial
58.017-TD/PR GPES
GPES