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EuGénio, Português, 5.

º ano
Guia do Professor
Pág. 9
Tópicos de exploração da imagem
A partir da ilustração, poderá ser interessante solicitar aos alunos que realizem as seguintes tarefas:
∧ identificar/descrever a situação retratada (um rapaz prepara-se para ir para a escola; serão os primeiros dias de aulas, uma vez que ele ainda não conhece bem
o seu horário);
∧ associar elementos da ilustração a outros que surgem nas páginas da Unidade 0 (ex.: cão, gato);
∧ explicitar, dos objetos na secretária, os que são essenciais para levar para a escola, justificando.

Pág. 10
CD Áudio – Faixa 1
Visita guiada do Eugénio

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 339

Págs. 12-17
GRUPO I

Vídeo – Notícia “Pet Week”, da RTP

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 340
1. A notícia descreve a iniciativa de uma grande empresa, a “Pet Week”, que consiste em autorizar os funcionários a levarem os seus animais de estimação, durante
uma semana, para o local de trabalho.
2.1. b.
2.2. d.
2.3. a.

Teste diagnóstico

GRUPO II

1. A, D.
2.1. c.
2.2. a.
2.3. b.
3.1. Sugestão de resposta: O comentário do António é adequado, uma vez que no texto se refere que os gatos usam lenços ao pescoço conforme a sua personali-
dade (amigáveis, ariscos ou tímidos), informação importante para quem pretende interagir com eles.

GRUPO III

1. a. “num descuido de Max e dos irmãos” (ll. 10-11); “os irmãos de Max, alguns vizinhos e o carteiro gritavam-lhes” (ll. 22-23); b. “O chefe dos bombeiros tinha um
capacete reluzente e, antes de subir pela escada extensível” (ll. 24-25); c. “antes de sair, limpava a caixa de areia de Mix e enchia-lhe um prato com a ração favorita”
(ll. 39-40); d. “Max e Mix, ou Mix e Max, gostam um do outro” (ll. 3-4); “Mix era seu amigo e os amigos entreajudam-se” (ll. 31-32); e. “belas árvores que davam uma
boa sombra no verão” (l. 7).
2. d.; a.; e.; b.; c.
3. Max ficava muito preocupado com os castanheiros da rua, porque sabia que o seu gato era aventureiro e que gostava de trepar às árvores. Assim, estas repre-
sentavam um perigo para Mix, que podia cair ou não ser capaz de descer, o que acabou por acontecer.
4. Max consegue admitir os próprios erros, como podemos confirmar nas palavras que dirige ao seu gato (“Que grande confusão causámos”), partilhando a res-
ponsabilidade do sucedido com Mix.
5. a. espaço; b. tempo; c. espaço.

GRUPO IV

1. Em casa, o pai de Max ralhou e disse:


– Nunca mais subas aos ramos altos das árvores. ou !
– Tens toda a razão! ou . – admitiu o rapaz.
2. Os rapazes e os gatos viveram (umas) aventuras inesquecíveis.
3. B.
4. Palavras com prefixo: imprudente; desobedecer; desventura; Palavras com sufixo: castanheiro; escadote; perigoso.
5. a. nossa; b. Aquela; c. eles.
6. O camião dos bombeiros.

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Pág. 19
Desafio entre livros
[Através do desafio lançado aos alunos, pretende-se que estes contactem com algumas obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura, de modo a que se sintam
motivados para a leitura dos livros, ainda que, num primeiro momento, não seja essa a finalidade da consulta. As páginas e passagens selecionadas, pela sua qualidade,
bem como os aspetos paratextuais, nomeadamente a capa e as ilustrações, poderão despertar o interesse dos alunos para a leitura integral das obras.]
1. “A mensagem secreta”. Sempé e Goscinny, 1991. As aventuras do menino Nicolau. Trad. Luísa Lobão Moniz. Lisboa: Teorema (p. 123).
2. “Jacinto”; Adjetivos: “feliz”, “aborrecido”. Luísa Ducla Soares (rec.), 2002. Seis Contos de Eça de Queirós, 2.ª ed. Lisboa: Terramar (p. 55).
3. “outubro”, “sábado à tarde”. Sophia de Mello Breyner Andresen, 2013. A Floresta. Porto: Porto Editora (p. 14).
4. “restaurante chinês”. António Torrado, 2012. André Topa-Tudo no país dos minorcas. Porto: Civilização (p. 34).
5. “A viagem de comboio correu muito bem”. Sempé e Goscinny, 2009. As férias do menino Nicolau. Trad. Manuela Torres. Lisboa: Teorema (p. 89).
6. “partituras”. António Torrado, 2008. Toca e Foge ou A Flauta sem Mágica, 2.ª ed. Lisboa: Caminho (p. 24).
7. “Ora, tu és tão feio como um sapo e tão nojento como uma víbora. Põe-te a andar que nós não queremos brincar contigo”.Oscar Wilde, 2014. O Menino-Estrela. Adapt.
Isabel Ramalhete. Porto: Porto Editora (p. 30).
8. “Se calhar era só água misturada com coca-cola, mas de qualquer maneira…”. Ana Saldanha, 2002. Uma Questão de Cor. Lisboa: Caminho (p. 73).
[Nota: As citações apresentadas correspondem às edições acima indicadas, pelo que se chama a atenção de poderem existir, em alguns casos, variações.]

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Interatividade – Desafio entre livros

Pág. 21
Tópicos de exploração da imagem
A partir da ilustração, poderá ser interessante solicitar aos alunos que realizem as seguintes tarefas:
∧ identificar/descrever a situação retratada (um rapaz e o amigo a caminho da escola, em primeiro plano);
∧ reconhecer os diferentes meios de comunicação presentes na imagem, nomeadamente o telemóvel, a carta, os jornais e revistas, o cartaz publicitário…
∧ explicitar a situação que tem lugar do lado direito da imagem (entrevista a uma figura pública);
∧ indicar um comportamento correto (rapaz de skate que não leva os auscultadores nas orelhas) e um incorreto (rapariga a escrever uma mensagem enquanto ca-
minha) relativamente à forma como nos relacionamos com o mundo e com a realidade circundante.

Págs. 22-24
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
1.4. Distinguir informação essencial de acessória.
MC LE5
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.

CD Áudio – Faixa 2
Rubrica Trocado por miúdos, da Rádio Renascença

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 340

1.1. Não sabem o que significa a palavra “austeridade”.


[Poderá ser interessante perguntar aos alunos o significado da palavra “austeridade” e/ou apresentar a sua definição.
Austeridade: carácter ou qualidade do que é austero; rigor de disciplina; severidade; ausência de enfeites ou ornamentos; [ECONOMIA] contenção de gastos; polí-
tica governamental que procura reduzir a despesa pública. (in Grande Dicionário da Língua Portuguesa, 2004)]
1.2. Sendo o dicionário uma lista de palavras de uma língua com explicação sobre o seu significado, a sua consulta pode ajudar-nos a entender palavras que não
conhecemos.
1.3. A tira retrata uma situação em que a consulta de uma palavra no dicionário não é esclarecedora, porque, para além de a definição conter termos técnicos, não
apresenta a informação que Mafalda e os seus amigos procuram, isto é, a forma de resolver o problema de soluços do Manelito.

Dossiê do Professor
Ficha 1 – Texto de dicionário e de enciclopédia, p. 259

Caderno de Atividades
Ficha 1 – Texto de dicionário, p. 5
Ficha 2 – Texto de enciclopédia, p. 6

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos […] de dicionário […].
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de palavras […].

1. Origem – E; Classe gramatical – B; Palavra – A; Sentidos/Aceções – D; Significado – C.


2. a. 5; b. 4; c. 1 e 2.
3. pedra; lápis; escrever; simples; lentamente.
3.1. escrever > lápis > lentamente > pedra > simples
3.2. (a) alfabética; (b) masculino; (c) verbos.
4.1. a. composto; b. mal-estar; c. inclinado.

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101 Desafios Rápidos
Desafio 1, p. 3

Gramática
MC G5
23.2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome co­mum].

1.1. a. instrumento, tempo, mostrador; b. intervalos, ponteiros, pêndulos; c. formas, rodas, molas, pilhas.
2.1. ponteiro = pont + eiro; mostrador = mostra + dor; geralmente = geral + mente
2.1.1. As palavras são formadas por sufixação.

Dossiê do Professor
Ficha 7 – Palavras simples e palavras complexas, p. 282
Ficha 8 – Derivação por prefixação e por sufixação, p. 283

Caderno de Atividades
Ficha 5 – Palavras simples e palavras complexas, p. 44
Ficha 6 – Derivação por prefixação e por sufixação, p. 45

101 Desafios Rápidos


Desafio 2, p. 3

PowerPoint®
Palavras simples e palavras complexas

e-Manual Premium
Interatividade (Processos de derivação de palavras por afixação: prefixação e sufixação)

Pós-leitura
MC LE5
6.1. Ler textos […] de enciclopédia […].
1.1. Dicionário: a., c., d.; Enciclopédia: b., e.

Dossiê do Professor
Teste de compreensão do oral – Unidade 1, p. 231
Outros textos – Texto de dicionário, p. 320
Outros textos – Texto de enciclopédia, p. 320

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Animação (Textos de enciclopédia e de dicionário)

Págs. 25-27
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
3.2. Informar, explicar.
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto.

1. Telemóvel e carta.
1.1. Destaca-se, no cartoon, um homem de fato e chapéu cor de laranja, transportando uma carta na mão. A tarefa não parece fácil, pois: 1) o espaço está repleto de
outros homens, o que dificulta a circulação; 2) o homem com a carta está a transpirar, o que mostra a dificuldade com que atravessa a multidão; 3) os outros homens
falam ao telemóvel, não se apercebendo da sua presença, o que dificulta a sua movimentação.
1.2. Sugestão de resposta: O cartoon retrata o facto de a carta ter caído em desuso com a evolução de outros meios de comunicação, nomeadamente os telemóveis.

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

Leitura
MC LE5
6.1. Ler […] cartas.
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.

1.1. Remetente – Joana; Destinatário – Marta.


1.1.1. Remetente – assinatura; Destinatário – saudação inicial.
2. No “local e data”, vê-se que a carta foi escrita em Portugal, em finais de setembro, altura em que, no nosso país, o ano escolar inicia. Por outro lado, a eleição de
delegados e subdelegados ocorre habitualmente no início das aulas.

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3.1. “Não queria aceitar” (l. 11); “mas o que é que se há de fazer?” (ll. 12-13); “Perante isto, só me restou agradecer” (ll. 14-15).
3.2. A Joana sente-se assim, pois acha que o colega Luís desempenharia melhor a função de delegado.
4. Este excerto revela que, provavelmente, houve algum desentendimento entre a Joana e o irmão da amiga, pois este parece estar a evitar cruzar-se com ela e
ter de lhe falar.
5. Exemplo de resposta: P.S. Comprei o último CD do nosso cantor favorito!
6.1. (a) descontraída; (b) amigos.
6.1.1. “Querida Marta” (l. 2); “vê lá tu” (l. 3); “s’tora” (l. 13); “Um beijo” (l. 26); o tratamento por “tu”.

Dossiê do Professor
Ficha 2 – Carta, p. 260
Outros textos – Carta, p. 321

Caderno de Atividades
Ficha 3 – Carta, p. 7

101 Desafios Rápidos


Desafio 3, p. 3

Gramática
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto) […].

1.1. a. As raparigas enviaram uma carta à sua amiga. b. A rapariga enviou uma/duas cartas à sua amiga.
1.1.1. a.
1.1.2. A rapariga
2. e 2.1. a. A Joana – sujeito simples; b. A Joana e o João Pedro – sujeito composto; c. Os alunos – sujeito simples.

Dossiê do Professor
Ficha 11 – Sujeito simples e sujeito composto, p. 286

Caderno de Atividades
Ficha 27 – Sujeito simples e sujeito composto, p. 71

101 Desafios Rápidos


Desafio 4, p. 4

PowerPoint®
Sujeito simples e sujeito composto

Pós-leitura
1.1. 1. b; 2. c; 3. a; 4. d; 5. e.
[Os alunos poderão apresentar outras possibilidades de associação, desde que apresentem uma justificação coerente.]

Págs. 28-31
Pré-leitura
1.1. (a) vermelho; (b) azul; (c) combinação / mistura; (d) amarelo; (e) azul; (f) amarelo; (g) vermelho; (h) violeta.

[Nota: Existem outras possibilidades de resposta, no caso de as cores serem apresentadas noutra ordem. Ex.: (a) azul; (b) vermelho…]

Dossiê do Professor
Ficha 3 – Notícia, p. 261
Outros textos – Notícia, p. 322

Caderno de Atividades
Ficha 4 – Notícia, p. 9

101 Desafios Rápidos


Desafio 5, p. 4

Leitura
MC LE5
6.1. Ler […] notícias […].
7.3. Detetar e distinguir entre informação essencial e acessória, tomando notas.
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.

1.1. Quem? “Miguel Neiva, professor da Universidade do Minho”; O quê? “Criou um código de cores universal para daltónicos”.
1.1.1. b. O código é de aplicação universal, no presente e no futuro, daí que o momento e local da sua criação não sejam relevantes.
2. e 2.1. a. F (O código é universal e já despertou interesse no estrangeiro.); b. V; c. F (O código é monocromático e todas as cores são representadas por símbolos.);

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d. F (O daltonismo costuma ser detetado na idade escolar.); e. V.
3.1. “foi já adotado pela empresa de tintas CIN e despertou interesse internacional” (ll. 3-5).
4. Sugestão de resposta: linhas do metro; sistema de triagem nos hospitais.

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

Gramática
MC O5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto.
MC G5
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo ([…]
pretérito perfeito […]).
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome; adjetivo; verbo; preposição].

1. 1. a; 2. d; 3. b; 4. c.
2.1. As formas verbais encontram-se no pretérito perfeito (simples) do indicativo.
2.2. criar; despertar; dizer; frisar.
2.2.1. A palavra “disse” é uma forma verbal do verbo “dizer” que não mantém o seu radical. Assim, é um intruso, porque é um verbo irregular.

Escrita
MC LE5
10.2. Exprimir uma breve opinião crítica a respeito de um texto […].
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.

1.1. Resposta pessoal.

Oralidade
MC O5
1.4. Distinguir informação essencial de acessória.
1.8. Reformular enunciados ouvidos com recurso ao reconto ou à paráfrase.
2.1. Preencher grelhas de registo.

CD Áudio – Faixa 3
Notícias, da revista Sábado.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 341

1.1. A: a. Eisha, uma pedinte; b. morreu, deixando uma enorme fortuna; c. [não é dito no texto]; d. Jidá, na Arábia Saudita. B: a. viúva Josiane; b. foi multada por
festejar o aniversário do marido na sua campa; c. [não é dito no texto]; d. Angle, no sul de França. C: a. Konrad Fisher, pescador profissional; b. encontrou um postal
numa garrafa com cinquenta anos; c. na semana passada; d. no norte da Alemanha.

Págs. 32-35
Pré-leitura
1.1. A palavra é “Luísa”. O código (ou língua dos pês) consiste em repetir cada sílaba e trocar a consoante inicial por “p” ou acrescentar “p” caso a sílaba inicie em
vogal.
1.2. Música 4: “Língua dos pês”.
1.2.1. 2. Com | pu | ta | dor > Com-pom pu-pu ta-pa dor-por; 3. Jo | ão > Jo-Po ã-pão; 4. Lín | gua | dos | pês > Lín-pín gua-pua dos-pos pês-pês; 5. On | de | foi | o | a |
vô > On-Pon de-pe foi-poi o-po a-pa vô-pô; 6. Go | zam | to | dos > Go-po zam-pam to-po dos-pos; 7. A | A | na > A-Pa A-Pa na-pa; 8. Mãe > Mãe-Pãe; 9. Na | tal | mais
| u | ma | vez > Na-Pa tal-pal mais-pais u-pu ma-pa vez-pez; 10. O | meu | cão > O-Po meu-peu cão-pão; 11. Quar | to | de | lu | a > Quar-Puar to-po de-pe lu-pu a-pa.

Dossiê do Professor
Ficha 4 – Entrevista, p. 262
Outros textos – Entrevista, p. 323

Caderno de Atividades
Ficha 5 – Entrevista, p. 11

101 Desafios Rápidos


Desafio 6, p. 4

Leitura
MC LE5
6.1. Ler […] entrevistas […].
7.3. Detetar e distinguir entre informação essencial e acessória, tomando notas.
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.

1.1. b. e d.

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2.1. (a) O novo álbum; (b) ll. 33-63; (c) discos ouvidos em criança; (d) criar um disco que possa ser ouvido pelas crianças nas viagens de carro; (e) quase perfeita;
(f) foi apoiada pela família no seu interesse pelas artes e esse gosto foi cultivado na escola; (g) A vida escolar; (h) disciplinas favoritas; (i) l. 61.
3. a. “[…] os discos que eu ouvi em criança, embora não fossem discos para crianças, foram muito importantes” (ll. 5-7); b. “Fiz questão de não simplificar as harmo-
nias, de combinar géneros, do jazz à country, e de usar instrumentos a sério, não digitais” (ll. 13-16); c. “Sempre fui terrível a desporto, tenho os ossos fracos e odeio
correr” (ll. 45-47).
4.1. c.
4.1.1. A expressão significa que as crianças apreendem grandes quantidades de informação nova ou complexa com rapidez e facilidade.
5. “A artista revelada no concurso Ídolos de 2003”; “canta para miúdos no novo disco, Lu-pu-i-pi-sa-pa”.

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [determinante (artigo definido e indefinido, demonstrativo, possessivo), pronome
(possessivo)].

1. a. A – artigo definido; um – artigo indefinido; b. o – artigo definido; da – [preposição de contraída com a] artigo definido; sua – possessivo; c. Este – determinante
demonstrativo; d. As – artigo definido; deste – [preposição de contraída com este] demonstrativo.
2. c.

Caderno de Atividades
Ficha 10 – Determinante e pronome, p. 51

101 Desafios Rápidos


Desafio 7, p. 5

PowerPoint®
Pronomes e determinantes

Escrita
MC O5
2.2. Tomar notas.
MC LE5
15.1. Escrever pequenos textos com uma introdução ao tópico […].

Áudio – Entrevista a Clara de Sousa, da Visão Júnior

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 342
1. a. 12 e 10 anos; b. escolha da profissão; dificuldades da profissão; preparação para os noticiários; situações divertidas; c. relação descontraída e amigável.
1.1. Sugestão de resposta: Clara de Sousa é um conhecido rosto das notícias da SIC. Fomos aos estúdios falar sobre o seu percurso profissional enquanto jornalista.

Pág. 36
Oficina de Escrita
MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.
18.1. Escrever guiões de entrevista […].
19.2. Verificar se o texto obedece à categoria ou ao género indicados.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.

1.1. A falta de preparação do jornalista é visível, porque a sua questão é desadequada: os Sete Anões são figuras relacionadas com a personagem Branca de Neve
e não com a Cinderela. O jornalista mostra desconhecimento acerca da biografia da entrevistada.
2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 241
Ficha 4 – Entrevista, p. 262

Caderno de Atividades
Ficha 5 – Entrevista, p. 11

Págs. 37-39
Pré-leitura
1.1. Neste anúncio, o texto tem mais destaque do que a imagem: para além de estar no topo do anúncio, o título é um elemento de grande dimensão e surge numa
cor carregada. [Desde que devidamente fundamentada, a resposta do aluno poderá ser diferente. Este poderá indicar a imagem como elemento com maior desta-
que pelo colorido, pelos grafismos apelativos, etc.]

Dossiê do Professor
Ficha 5 – Texto publicitário, p. 263
Outros textos – Texto publicitário, p. 324

6
Caderno de Atividades
Ficha 6 – Texto publicitário, p. 13

101 Desafios Rápidos


Desafio 8, p. 5

Leitura
MC LE5
6.1. Ler […] texto publicitário […].

1. precisa; sugestão; estudes; jovem.


2. Na imagem, surge uma cabeça humana de perfil. O seu cérebro está repleto de livros. À volta da cabeça, aparecem quatro balões de fala, cada um com uma percen-
tagem diferente, e outro com texto e fundo escuro.
2.1. A imagem apela à compra/leitura de livros.
3. a. “Sê original. Lê os livros.”; b. “Não desistas. Insis­­te.”; c. “Não te encostes. Participa.”; d. “Não copies. Estuda.”; e. “Não decores. Aprende.”.
4.1. O anúncio pretende levar o público à compra de um produto, neste caso, à compra de livros.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – […] imperativo.
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome próprio, advérbio de negação].
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas.
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto) […].

1.1. O sujeito da frase é “Portugal”. É um sujeito simples.


1.2. Nome próprio.
2.1. O imperativo adequa-se ao texto publicitário, pois é usado para dar ordens ou fazer pedidos/sugestões, levando o interlocutor a agir de algum modo. Esse é o obje-
tivo do texto publicitário: estimular o público a adotar um determinado comportamento (compra de um produto, aquisição de um serviço ou tomada de consciência de
uma problemática).

3.1. A palavra sublinhada é um advérbio (de negação).


3.2. Encosta-te.
3.2.1. Na frase negativa o pronome surge antes do verbo e, na frase afirmativa, depois.

Dossiê do Professor
Ficha 2 – Posição do pronome pessoal, p. 277

Caderno de Atividades
Ficha 13 – Posição do pronome pessoal, p. 54

101 Desafios Rápidos


Desafios 9 e 10, p. 5

PowerPoint®
Imperativo
Posição do pronome pessoal

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Exercício orientado (Colocação do pronome pessoal em adjacência verbal)

Oralidade
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião […]).

1. Computador Toshiba.
1.1. Um urso a andar de bicicleta.
1.2. É quase impossível um computador Toshiba avariar.
1.3. Resposta pessoal. [Espera-se que os alunos comentem a originalidade da imagem pela situação insólita retratada, isto é, um urso a usar uma bicicleta.]

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Outros anúncios publicitários

Pág. 40
Oficina de Oralidade
MC O5
2.1. Preencher grelhas de registo.
2.2. Tomar notas.
3.3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação.
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema […].

Vídeo – Anúncio publicitário Numa hora, da Sociedade Ponto Verde.

7
Dossiê do Professor
Transcrições, p. 342
Grelha de avaliação, p. 249
1.1. 1.º e 2.º Criança 1: 1,5 milhões de embalagens com o símbolo Ponto Verde vendidas numa hora; Criança 2: papel recuperado numa hora é suficiente para embalar
a ponte sobre o Tejo; Criança 3: numa hora recupera-se plástico para fazer 7500 T-shirts; Criança 4: numa hora recicla-se metal suficiente para produzir 450 bicicletas;
Criança 5: o vidro reciclado numa hora permite construir uma garrafa com quatro andares de altura; Criança 6: numa hora recicla-se uma quantidade de embalagens
com o peso aproximado de 12 elefantes. 3.º Impressionante.
1.2. Sugestão de resposta: No segundo ponto do desenvolvimento, pretende-se que os alunos reflitam sobre os seguintes itens: 1) o uso de crianças é adequado à
mensagem da campanha, dado que elas simbolizam o futuro e, por isso, uma atuação ecologicamente responsável no presente terá impacto positivo sobre a sua
qualidade de vida; 2) a grandeza da quantidade (ex.: 1,5 milhões de embalagens) ou da dimensão (ex.: o peso de 12 elefantes) dos objetos/animais referidos reforça
a importância da reciclagem, mostrando que vale a pena reciclar, pois o seu impacto é muito significativo.

Caderno de Atividades
Ficha 1 – Apresentação oral, p. 3

Págs. 42-43
Leitura
1. Importância turística do monumento – 4; Dias da semana em que o monumento está fechado – 5; Benefícios para os visitantes – 6; Data prevista para o final das
obras – 1; Razão pela qual o castelo estará fechado – 2; Objetivo da realização das obras – 3.
2.1. b.

2.2. a.
3. a. o Castelo de Guimarães; b. vai estar fechado; c. dois dias por semana até finais de maio; d. Guimarães.

Gramática
1.1. Nome: obras, Câmara, Guimarães, castelo, condições, segurança, visitantes; Adjetivo: nacionais, internacionais; Verbo: melhorarão; Preposição: da (de + a),
de (2 x), no (em + o), dos (de + os); Advérbio: muito.
2. a. 1.; b. 2.; c. 1.; d. 1.

Dossiê do Professor
Teste de avaliação – Unidade 1, p. 161
Teste de avaliação adaptado – Unidade 1, p. 195
(com sugestões de resolução e grelhas de correção)

Pág. 45
Tópicos de exploração da imagem
A partir da ilustração, poderá ser interessante solicitar aos alunos que realizem as seguintes tarefas:
∧ identificar/descrever a situação retratada (alunos numa sala de aula a ver um filme);
∧ solicitar aos alunos que, atendendo ao tema da unidade, refiram algumas fábulas e lendas que conheçam;
∧ sugerir, a partir dessa participação, que observem com mais atenção as situações individualizadas e que procurem associá-las às fábulas e lendas referidas;
∧ finalmente, convidar os alunos a folhear as páginas da unidade, observando, em particular, os títulos dos textos e as ilustrações para confirmar ou identificar as
histórias da tradição oral aqui retratadas; repare-se nas seguintes situações:
– r apaz na fila da frente com T-shirt com uma vieira (História de Caio Carpo);
–q  uadro interativo que projeta uma cena da lenda De Pé de Moura a Moura Morta;
–n  o centro da sala, rapaz franzino evita que colega maior caia da cadeira (O leão e o rato);
– rapariga contemplativa junto à janela (A lenda das amendoeiras).

Págs. 46-49
Pré-leitura
MC LE5
6.1. Ler textos […] de dicionário […].

1.1. 1. Poderá ser interessante, depois da resolução do questionário de Leitura e da caracterização da personagem, levar os alunos a confirmar que é possível
associar o significado 5., do verbete do dicionário, à personagem do texto, tendo em conta a sua atuação.

Dossiê do Professor
Ficha 1 – Fábula, p. 270
Outros textos – Fábula, p. 326

Caderno de Atividades
Ficha 1 – Fábula, p. 29

PowerPoint®
La Fontaine – notas biográficas

8
Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
9.1. Parafrasear períodos de textos lidos.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias); […] ação (situação inicial, desenvolvimento da
ação – peripécias, problemas e sua resolução).
20.7. Fazer inferências.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula […].

1. O pavão, a gralha, o grupo de pavões e o grupo de gralhas.


1.1. A personagem principal é a gralha que se faz passar por pavão, porque todos os acontecimentos ocorrem a partir dos seus atos.
2. (a) A gralha disfarça-se com a plumagem de um pavão; (b) Os pavões tiram à gralha a sua própria plumagem; (c) As gralhas excluem a ave do seu grupo,
condenan­do o seu comportamento; (d) A gralha fica só; (e) Não devemos enganar os outros ou querer fazer-nos passar por aquilo que não somos, pois a mentira
é sempre descoberta e podemos acabar rejeitados e sós.
2.1. Sugestão de resposta: Uma gralha enfeitou-se com as plumas de um pavão e, depois, aproximou-se de um grupo de pavões. Estes descobriram a sua mentira
e atacaram-na, arrancando-lhe as suas próprias penas. A gralha procurou apoio junto das suas companheiras, mas estas também a rejeitaram.
3.1. Não nos devemos apropriar daquilo que não é nosso, sob pena de sermos rapidamente descobertos.
3.2. A fábula revela que nos devemos manter fiéis à nossa própria natureza, evitando fingir aquilo que não somos.
4. Este texto é uma fábula, porque é uma história curta em que as personagens são animais com comportamentos humanos. A gralha representa, assim, a vaidade e a
valorização excessiva da aparência. Para além disso, apresenta uma moralidade, na qual se condena a superficialidade e a vaidade.
5. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome próprio, comum, comum coletivo, adjetivo].
26.1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: sinonímia […].

1. Os adjetivos são “presunçosa” (v. 3) e “atrevida” (v. 6).


[Deverá explicar-se aos alunos que a palavra “impostora” (l. 8), neste caso, é um nome, embora possa ocorrer como adjetivo.]
1.1. Exemplos de sinónimos: presunçosa – vaidosa, convencida; atrevida – descarada, ousada, desavergonhada.
2. a. proteger; b. astuto; c. certeza.
3.1. O nome coletivo é “rancho”, que designa, neste contexto, um grupo de aves.
4. 1. c.; 2. a.; 3. e.; 4. d.; 5. b.

Dossiê do Professor
Ficha 9 – Sinónimos e antónimos, p. 284

Caderno de Atividades
Ficha 8 – Sinónimos e antónimos, p. 48
Ficha 9 – Nome: subclasses e variação, p. 49
101 Desafios Rápidos
Desafios 11, 12 e 13, p. 6

PowerPoint®
Sinónimos
Nome

Oralidade
MC O5
2.2. Tomar notas.
3.3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação.
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema […].
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1. Vídeo – Curta-metragem For the Birds.


1.1. a. bando de pássaros; ave que surge isolada; b. situação inicial: um grupo de pássaros está em cima de um fio de eletricidade e cada um reclama o seu espaço; num
poste lateral, surge uma ave maior que, de modo simpático, cumprimenta os pássaros; estes reagem de forma desagradável, troçam dela, presumindo-se que esse com-
portamento se deva ao facto de esta ter um aspeto diferente; problema: para se tornar amiga deles, a ave aproxima-se e empoleira-se no fio; o seu peso faz com que o fio
desça; desagradados, os pássaros debicam-na para que ela se afaste; desfecho: quando a ave larga o fio, os pássaros são projetados com violência e perdem as penas;
c. não devemos discriminar os outros por serem diferentes de nós.
1.1.1. semelhanças: as personagens são aves; há uma ave que é maltratada e rejeitada; as atitudes de desonestidade, vaidade, egoísmo e discriminação são castiga-
das; a perda de penas é o castigo resultante em ambos os casos; diferenças: no texto, a gralha é rejeitada pelo seu comportamento falso e vaidoso; no vídeo, a ave é
discriminada apenas por ser diferente.

e-Manual Premium
Vídeo tutorial (Reconto oral)

9
Págs. 50-52
Pré-leitura
MC EL5
20.7. Fazer inferências.

1.1. Resposta pessoal.


[Embora possa haver alguma variedade de respostas, espera-se que os alunos selecionem maioritariamente os adjetivos “ágil” e “astuta”, já que é deste modo que
o animal é geralmente representado no imaginário infantil.]
1.2. Resposta pessoal.
[Prevê-se que o aluno conclua que a representação da raposa na ilustração (vulnerável, atrapalhada) não corresponde à caracterização tipicamente associada a
este animal (astuto, ágil).]

Leitura
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).
MC LE5
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens […].
MC EL5
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula […].
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. A raposa mostrou ser gulosa: “a raposa tudo comeu e, se mais houvesse, mais comia” (ll. 2-3).
2.1. Sugestões de resposta: Sim, acho que o conselho foi útil, pois durante a espera, a raposa faria a digestão e conseguiria sair do buraco. ou Não, não acho que o con-
selho tenha sido útil, pois a raposa estava em dificuldade e precisava de sair imediatamente do buraco antes que os pastores chegassem.
3.1. b.
4.1. Resposta pessoal.
5.1. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome, adjetivo, determinante, preposição, verbo, advérbio].
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] vocativo […].

1.1. a. raposa, pedaços, carne, pão; b. esfomeada; c. encontrou; d. Uma; e. de; f. muito.
1.2. b.
1.2.1. Uma raposa esfomeadíssima encontrou pedaços de carne e pão.

Caderno de Atividades
Ficha 15 – Adjetivo, p. 56
101 Desafios Rápidos
Desafio 15, p. 7

PowerPoint®
Adjetivo

2.1. “irmã”
2.2. a.
2.2.1. pode; não se altera; é.

Dossiê do Professor
Ficha 13 – Vocativo, p. 288

Caderno de Atividades
Ficha 31 – Vocativo, p. 77

101 Desafios Rápidos


Desafio 16, p. 7

PowerPoint®
Vocativo

Escrita
MC LE5
14.1. Escrever pequenos textos, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê […].
MC EL5
22.5. Reescrever um texto, mudando de pessoa (narração de 1.ª para 3.ª pessoa e vice-versa) ou escolhendo as diferentes perspetivas das personagens.

1.1. Resposta pessoal.

e-Manual Premium
Interatividade (Reconto com alteração de ponto de vista)

10
Págs. 53-57
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
2.1. Preencher grelhas de registo.
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto.
MC EL5
20.1. […] ouvir ler textos […] da tradição popular […].

CD Áudio – Faixa 4

1.1. 1.º (a) leão, rato; (b) tarde de verão; (c) caverna na floresta. (d) leão, rato, antílopes, hienas, búfalos, leopardos e outros animais; (e) pôr do sol, um mês mais tarde;
(f) nas proximidades de um lago.

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

Leitura
MC LE5
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos […].
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] comparação) e justificar a sua utilização.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula […].

1. a. 5; b. 8; c. 1; d. 3; e. 7; f. 9; g. 2; h. 4; i. 6.

2.1. O rato mostra ser perspicaz/inteligente, pois usa argumentos pertinentes para convencer o leão a não o comer, sendo, por isso, bem-sucedido.
3.1. b.
3.2. “rápido como uma flecha” (l. 6); “Rápido como um raio” (l. 7)
4.1. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: […] b) advérbio: de modo, de tempo e de lugar […].

1. 1. c.; 2. b.; 3. a.
1.1. a. agora; b. ali; c. profundamente.

2. Sugestão de advérbios: a. precipitadamente, erradamente, injustamente; b. logo; c. perto.

Dossiê do Professor
Ficha 6 – Advérbio interrogativo, de modo, de tempo e de lugar, p. 281

Caderno de Atividades
Ficha 20 – Advérbio, p. 62

101 Desafios Rápidos


Desafio 18, p. 8

PowerPoint®
Advérbios de mo­­do, de tempo e de lugar

Oralidade
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião […]).
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1. Na parte superior da imagem, vê-se um elefante e um pássaro a esvoaçar sobre ele, prestes a pousar sobre o seu dorso. Na parte inferior, o pássaro pousa no
dorso do elefante e este cai espalmado no chão, como se o pássaro tivesse colocado um peso insuportável sobre o seu corpo.
1.1. A situação é cómica porque, dada a diferença de tamanho e peso dos dois animais, o efeito criado pela aterragem do pássaro sobre o dorso do elefante não é
realista.
1.2. O leão duvidou da capacidade de o rato vir a ser-lhe útil, provavelmente com base na sua aparência física (pequenez). Contudo, no final, é a persistência do rato
que salva o leão da armadilha em que tinha caído. O mesmo acontece nesta imagem, uma vez que o aspeto do pássaro não deixa adivinhar a sua força.
1.3. Sugestão de provérbios: Nem tudo o que parece é; As aparências iludem.

11
Págs. 58-62
Pré-leitura
MC LE5
7.1. […] enunciar expectativas […].
MC EL5
20.7. Fazer inferências.

1.1. Resposta pessoal.


[Prevê-se que o aluno refira o burro como a personagem com desfecho infeliz; para além de o lobo ser um animal que revela superioridade, pela sua força e inteli-
gência, a previsibilidade do infortúnio do burro é reforçada pelo adjetivo que lhe está associado (“coxo”).]
1.2. Resposta pessoal.
[Através da leitura do primeiro parágrafo, os alunos compreenderão que o burro terá um final feliz, contrariamente ao que tinham previsto. Esta atividade permite,
por isso, levar os alunos a refletir sobre a facilidade com que muitas vezes somos conduzidos (e iludidos) a acreditar naquilo que parece óbvio.]

Leitura
MC LE5
7.3. Detetar e distinguir entre informação essencial e acessória […].
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos […].
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor.
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] comparação) e justificar a sua utilização.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula […].

1. (a) ll. 1 a 2; (b) Parte 1 – ll. 3 a 18; (c) ll. 19 a 63; (d) l. 64.
2. O burro é inconformado, porque não aceita a situação de exploração em que se encontra, decidindo fugir (ll.6-9). Também é perspicaz, na forma como lida com o lobo
e consegue escapar à morte (ll. 37-38, 41-45 e 55-57). O lobo é ingénuo, porque se deixa enganar pela astúcia do burro (ll. 53-54).
3.1. b.
3.1.1. comparação.
4.1. Sugestão de resposta: Rita: O burro não devia ter fugido do moinho porque, em primeiro lugar, aquele era um local mais seguro contra possíveis ataques de lobos
e, em segundo lugar, porque lá tinha comida garantida, apesar de pouca. Eugénio: Eu acho que o burro agiu corretamente ao abandonar o moinho, pois, em liberdade,
não teria de se sujeitar aos maus-tratos do dono e poderia tentar alimentar-se melhor.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente,
pretérito perfeito, pretérito imperfeito, […] futuro) e imperativo.
Gramática (cont.)
1. 1. c.; 2. d.; 3. a; 4. b.; 5. e.
2. Exemplo: “– Não, isto não pode continuar assim!” (l. 6).
2.1. Cada fala é marcada por parágrafo e antecedida por travessão.

Caderno de Atividades
Ficha 26 – Discurso direto e discurso indireto, p. 69

101 Desafios Rápidos


Desafio 22, p. 9

PowerPoint®
Discurso direto e discurso indireto

Escrita
MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.
13.5. Construir dispositivos de encadeamento (crono)lógico, de retoma e de substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido ([…] uso de conec-
tores adequados).
14.1. Escrever pequenos textos, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê […].

1.1. e 1.1.1. Sugestão de resposta: O burro trabalhava num moinho e sentia-se muito infeliz. Trabalhava muito e era maltratado pelo seu dono, por isso decidiu
partir. Apesar de ter conseguido fugir, não teve muita sorte. Logo que parou numa clareira distante, avistou um lobo. Sentindo-se ameaçado, o burro rapidamente
pensou numa forma de se salvar. Assim, começou a coxear. Depois, disse ao lobo que tinha pisado uma silva e pediu ao lobo ajuda para retirar o espinho da pata.
Para o convencer, explicou que o espinho poderia causar-lhe danos, caso ele o engolisse. Quando se aproximou, o lobo levou um coice do burro, que o deixou muito
maltratado. E, assim, o burro conseguiu escapar.

Pós-leitura
MC LE5
9.1. Parafrasear períodos de textos lidos.
10.2. Exprimir uma breve opinião crítica a respeito de um texto e compará-lo com outros já lidos ou conhecidos.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias) […].
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

12
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1.1. Resposta pessoal.


1.2. Em ambos os textos, o burro é alvo de ameaça ou ataque por parte de animais mais fortes. Contudo, no primeiro texto, revela-se perspicaz, mostrando capaci-
dade de antever problemas e encontrar soluções, enquanto no segundo texto é um animal ingénuo que, por isso, se torna um alvo fácil.
1.3. Resposta pessoal.
1.4. Sugestão de resposta: O leão, a raposa e o burro foram caçar e, no final, o burro dividiu a caça em três partes iguais. Zangado com a distribuição, o leão comeu
o burro.

Pág. 63
Oficina de Escrita
MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.
14.1. Escrever pequenos textos, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê e respeitando uma sequência que contemple: apresentação
do cenário (tempo e lugar) e das personagens; acontecimento desencadeador da ação; ação; conclusão; emoções ou sentimentos provocados pelo desfecho da
narrativa.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.

[Poderá ser interessante sugerir aos alunos a audição da fábula dita por Luís Gaspar, disponível no seu audioblogue Estúdio Raposa, cuja gravação mp3 pode ser
descarregada em http://www.estudioraposa.com/index.php/21/03/2012/historia-163-a-lebre-e-a-tartaruga/. Desse modo, os alunos podem comparar a sua ver-
são escrita com a que é interpretada por este referenciado contador de histórias.]

Caderno de Atividades
Ficha 9 – Texto narrativo, p. 18

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 242
Ficha 8 – Texto narrativo, p. 266

Págs. 64-67
Pré-leitura
MC LE5
7.1. […] ao longo da leitura de textos longos […] formular questões intermédias e enunciar expectativas e direções possíveis.
MC EL5
20.7. Fazer inferências.

CD Áudio – Faixa 5
1. oásis, dunas, areia.
1.1. a.
2.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha 2 – Lenda, p. 271
Outros textos – Lenda, p. 327

Caderno de Atividades
Ficha 2 – Lenda, p. 31

Leitura
MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de palavras […].
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] contexto temporal […].
20.7. Fazer inferências.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: […] lenda.

1. a. 4; b. 6; c. 1; d. 2; e. 7; f. 5; g. 3.
2. a. ll. 30-32; b. ll. 1-4; c. ll. 14-17; d. ll. 18-23; e. ll. 25-29; f. ll. 5-6.

3.1. b. e c. A personagem revela-se tolerante e moderada, pois não reage violentamente à agressão do amigo e limita-se a registar o acontecimento.
4.1. “passados minutos” (l. 14); “em breve” (l. 14); “ao fim de algum tempo” (l. 18)
4.2. a.
4.2.1. A ação decorre num dia indeterminado (no início, a ação acontece sob um “sol abrasador” – l. 2 – e, no fim, os amigos contemplam a Lua – l. 31). Assim, este
texto reflete as características da lenda, pois o tempo é concentrado e indefinido.
5. Exemplos: (a) amigos; (b) menos; (c) perdoar; (d) nobres; (e) recordados; (f) duradouras.

13
Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [pronome].
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas.

1. […] No entanto, eles começaram […] e agrediu-o.


2.1. O amigo não se dirigiu a uma pedra.

Dossiê do Professor
Ficha 7 – Roteiro, p. 265

e-Manual Premium
Interatividade (Roteiro)
Pós-leitura
MC LE5
6.2. Ler roteiros […].
9.3. Indicar a intenção do autor […].
1.1. A cidade pode ser considerada “a porta do deserto”, porque se encontra na linha de fronteira deste, sendo, por isso, um ponto de acesso ao Sara.
1.2. “expedições, em jipes ou em dromedário” (ll. 14-15); “assistir a uma luta de dromedários, a concursos para escolher o melhor mehari […] ou o melhor slougui”
(ll. 31-34); “[visitar] o mercado” (l. 38).
1.3. Adjetivos.
1.3.1. a.; c.; e.

Págs. 68-71
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
2.2. Tomar notas.
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas […].
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos […] da tradição popular […].
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome próprio].
1. África Setentrional (l. 2); Norte de Portugal (l. 3); Douro (ll. 7, 29, 35); Pé de Moura (l. 12); Lomba (l. 15); Pedorido (l. 23); Raiva (l. 27); Rio Mau (l. 31); Moura
Morta (l. 34).
1.1. próprios; individualizados

CD Áudio – Faixa 6
1.2. localidades; países; rios; continentes; regiões geográficas

Leitura
MC LE5
9.1. Parafrasear períodos de textos lidos.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] ação […].
20.7. Fazer inferências.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: […] lenda.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. e 1.1. a. F (O passeio da princesa e seu amado constitui a situação inicial. A ação principal é a fuga destes aos cavaleiros cristãos.); b. V; c. V; d. F (A moura
e o seu amado morreram por causa da agitação das águas do rio. Apenas, indiretamente, os cavaleiros cristãos podem ser considerados responsáveis pela
sua morte.);e. V.

2.1. “logo a marca do seu pé ficou gravada na pedra” (l. 11).


3. Sugestão de resposta: Com dificuldade, os jovens fugiram por um caminho íngreme, cheio de pedregulhos, e esconderam-se numa mata.
4. (a) Aquando da fuga, o pé da moura ficou gravado na rocha.; (b) Lomba; (c) Pedorido; (d) À noite, a moura e o amado usaram um barco para a fuga.; (e) Rio Mau;
(f) Moura Morta; (g) O corpo da princesa deu à margem.
5. O local chama-se Pedorido, uma vez que foi nesse lugar que a moura descansou os seus pés doridos da fuga aos cavaleiros cristãos.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo ([…]
pretérito perfeito, pretérito imperfeito […]) […].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos) […].
26.1. […] estabelecer relações de significado entre palavras: […] antonímia.

1. e 1.1. “era” (l. 13) – pretérito imperfeito do indicativo; “dificultava” (l. 13) – pretérito imperfeito do indicativo; “venceram” (l. 14) – pretérito perfeito do indicativo;
“embrenharam-se” (l. 14) – pretérito perfeito do indicativo; “chamou” (l. 15) – pretérito perfeito do indicativo.
2.1. chegaram – chegar; tinham – ter partido – partir.
2.2. tinham partido

14
2.3. tinha partido.
2.3.1. O verbo partir [no particípio].

Dossiê do Professor
Ficha 4 – Verbo principal e verbo auxiliar, p. 279
Ficha 9 – Sinónimos e antónimos, p. 284

Caderno de Atividades
Ficha 8 – Sinónimos e antónimos, p. 48
Ficha 17 – Verbo principal e verbo auxiliar, p. 59

101 Desafios Rápidos


Desafios 25 e 27, p. 10

3. a. chegaram – chegar; visto – ver; b. posto – pôr; deixou – deixar; c. procuraram – procurar; escondido – esconder.
4.1. Sugestão de adjetivos: turvas – claras, transparentes, translúcidas; agitadas – tranquilas, calmas, serenas.

Escrita
MC LE5
16.1. Escrever descrições de pessoas […], referindo características essenciais e encadeando logicamente os elementos selecionados.
1.1. Sugestão de palavras: (a) esbelta/elegante; (b) alta; (c) magra; (d) bela; (e) compridos/grandes/ondulados; (f) escuros/castanhos/pretos; (g) rasgados/grandes/
negros; (h) magnífica; (i) belíssima; (j) forte; (k) corajosa/destemida; (l) esgotada/cansada; (m) injustiçada/revoltada; (n) ousado/destemido.
1.1.1. a. “era alta, magra e incrivelmente bela”; b. “era uma mulher forte”.

Págs. 72-75
Pré-leitura
MC LE5
5.1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 110 palavras, de uma lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.

PowerPoint®
1. Materiais para projeção – Palavras para leitura em voz alta

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

2.1. [A] Corria o ano de 44 e a Península Ibérica era parte do Império Romano.; [B] O coração de Cláudia bateu mais rápido, embora soubesse o noivo capaz das
maiores façanhas.; [C] E, ao escutá-los, logo ali se converteu à fé cristã e recebeu o batismo.; [D] Regressado, como que por milagre, à praia de Matosinhos, Caio
Carpo contou a aventura à noiva e aos convidados.

Leitura (pág. 74)


MC LE5
9.1. Parafrasear períodos de textos lidos.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] enumeração […]) e justificar a sua utilização.
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula e lenda.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. Caio Carpo parecia ser uma pessoa importante, pois é descrito como “ilustre” (l. 2) e a origem familiar da sua noiva revela que se movimentava em círculos de
poder político e económico (“Gente rica e poderosa” – l. 5). Além disso, uma “multidão” assistiu ao casamento.
1.2. Sugestão de adjetivos: destemido; impulsivo.
2.1. a.
3. Sugestão de resposta: Ao largo de Matosinhos, em 44, Caio Carpo cavalgava debaixo de água coberto de vieiras. Foi ao encontro de uma embarcação onde dois ho-
mens, vindos da Palestina, transportavam para Norte o corpo do apóstolo Santiago, sacrificado pela sua devoção a Jesus. Caio Carpo converteu-se à fé cristã e, a partir
daí, a concha da vieira tornou-se o símbolo dos que percorrem o caminho em direção a Santiago, na Galiza.
[Poderá explicar-se aos alunos que a Catedral de Santiago de Compostela é um local de peregrinação desde o século IX e que há diferentes caminhos na Europa
para lá chegar.]
4.1. Trata-se de uma lenda; o tempo é concentrado (presume-se que a ação demore algumas horas, uma vez que os convidados que viram Caio Carpo partir foram os
que o viram chegar, ll. 30-31) e a ação é concisa. Além disso, é uma narrativa breve que integra acontecimentos fantásticos (o cavalgar no mar) e que explica a origem do
símbolo do Caminho de Santiago (a concha da vieira).

101 Desafios Rápidos


Desafio 28, p. 11

Gramática
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto), vocativo, predicado […].

15
1. a. sujeito; b. predicado; c. e d. vocativo.
2. Sugestões de resposta: a. Os convidados / Todos os presentes; b. Atanásio e Teodoro; c. Caio Carpo e os convidados.

Oralidade
MC O5
1.3. Explicitar o assunto.
1.4. Distinguir informação essencial de acessória.
1.8. Reformular enunciados ouvidos com recurso [...] à paráfrase.
2.2. Tomar notas.
3.2. Informar, explicar.
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).

Vídeo – Notícia sobre o surfista McNamara, da CMTV.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 343
1.1. Ideias principais: o surfista regressa à Nazaré para tentar alcançar um novo recorde; McNamara vai usar novas pranchas; o desportista é acarinhado pelos na-
zarenos; ficará na Nazaré até 18 de fevereiro; informações acessórias: o surfista quer divertir-se acima de tudo; as novas pranchas foram desenvolvidas em parceria
com a Mercedes-Benz; os nazarenos fizeram-lhe uma mascote; Mc­Namara atrairá muitos fãs à região.
1.2. Gareth McNamara regressou à Nazaré para procurar ultrapassar o seu recorde, surfando uma onda gigante. Em declarações à CMTV, o atleta apresentou as
pranchas que vai usar.
1.3. a. F (McNamara vai tentar bater o seu próprio recorde, alcançado na Nazaré.); b. F (O principal objetivo do surfista é divertir-se.); c. V; d. V; e. V.
1.4. Resposta pessoal.
1.5. Resposta pessoal.
2. a. Caio Carpo e McNamara distinguem-se pela sua coragem e ousadia, pela tentativa de superarem a sua condição humana, enfrentando os difíceis desafios da
natureza.; b. Pela sua atitude, as duas figuras suscitam a admiração.

Dossiê do Professor
Teste de compreensão do oral – Unidade 2, p. 232

Pág. 76
Oficina de Oralidade
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas […].
MC EL5
22.1. […] ouvir ler textos […] da tradição popular […].

CD Áudio – Faixa 7
1.1. 1.º irritação; 2.º diversão; 3.º desconfiança; 4.º nervosismo; 5.º emoção
1.2. 1. fúria; 2. angústia; 3. alegria.

CD Áudio – Faixa 8
1.2.2. [Pretende-se que o aluno compreenda o papel da entoação na transmissão de sentido e que, nessa medida, reconheça a importância de adequar a entoação
ao estado de espírito da personagem aquando da leitura de um texto em voz alta.]
2.1. Resposta pessoal.

CD Áudio – Faixa 9

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 343
Grelha de avaliação, p. 250

101 Desafios Rápidos


Desafio 30, p. 11

Págs. 78-79
Leitura
1. As personagens são a cigarra e a formiga e são vizinhas (“morava perto dela”, v. 8).
1.1. Exemplos de adjetivos: formiga – trabalhadora, responsável, sensata; cigarra – preguiçosa, inconsequente, irresponsável.
2.1. 1.ª parte (vv. 1-8): Depois de um verão de ócio e diversão, a cigarra vê-se numa situação de pobreza, no início do inverno, e decide pedir ajuda à formiga. 2.ª parte
(vv. 9-24): Prometendo compensá-la até ao início do verão seguinte, a cigarra pede alimento à formiga para sobreviver ao rigoroso inverno. A formiga recusa o pedido
e, de modo hábil, mostra à cigarra que a sua pobreza resulta do seu desleixo e preguiça e que ela deverá assumir as consequências dos seus atos.

3.1. Resposta pessoal.


4. Trata-se de uma fábula, pois as personagens são animais que adotam atitudes e comportamentos humanos e, além disso, a história encerra uma lição de moral.

Gramática
1. a. advérbio de lugar; b. e c. advérbios de tempo.
2.1. “(muito) preguiçosa” – adjetivo no grau superlativo absoluto analítico.

16
2.2. A cigarra gosta de se divertir, mas é a mais preguiçosa de todas.
3. 1. b; 2. a.
4. “– Amiga,” (v. 13)

Dossiê do Professor
Teste de avaliação – Unidade 2, p. 166
Teste de avaliação adaptado – Unidade 2, p. 201 (com sugestões de resolução e grelhas de correção)

Pág. 81
Tópicos de exploração da imagem
Antes de se dar início ao estudo da Unidade 3, os alunos podem levantar hipóteses sobre as temáticas dos textos, a partir da análise da imagem (animais, fantasia,
natureza).
Depois de concluído o trabalho da unidade e, tratando-se de um segmento maior do manual, pode ser interessante propor-lhes que associem os elementos da ilus-
tração aos textos/tarefas realizados anteriormente, como forma de sistematização, a saber:
∧ gato a dormir em cima da cama (pp. 82-83; p. 85);
∧ rapaz assustado (pp. 109-110);
∧ Cruella de Vil, na capa do livro (pp. 90-91);
∧ leão na arena de circo, na capa do livro (p. 85; p. 94);
∧ fotografias na parede (pp. 86-87);
∧ cartaz na parede (pp. 113-114);
∧ papagaio na cama (pp. 95-96);
∧ dragão debaixo da cama (pp. 104-105);
∧ fada à porta do quarto (pp. 118-119);
∧ flores no jardim (pp. 128-129);
∧ rapaz gordinho a cortar relva com aparador (pp. 132-134);
∧ homem a deixar cair sementes (pp. 138-139).
Os alunos podem criar um texto narrativo, inspirado nas personagens e situações retratadas na ilustração, no início ou no final do estudo desta unidade.

Págs. 82-85
Pré-leitura
MC EL5
20.7 Fazer inferências.

1.1. A brincalhão; B irritado; C excitado; D assustado; E confiante; F curioso.


1.2. “pôs-se a observar tudo com muita atenção” (l. 6) – curioso; “afiava as garras na lã, arrancando ao mesmo tempo alguns fios do tapete” (ll. 14-15) – excitado e
brincalhão; “Pôs-se em cima de um só salto, rebolou-se algumas vezes e enrolou-se nas almofadas” (ll. 19-20) – confiante.

Dossiê do Professor
Ficha 3 – Texto narrativo, p. 272
Outros textos – Texto narrativo, p. 328

Caderno de Atividades
Ficha 3 – Texto narrativo, p. 33

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
9.3. Indicar a intenção do autor, justificando a partir de elementos do texto.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] narrador […].
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
22.3. Expressar […] ideias […] provocadas pela leitura do texto literário.

1.1. a. “Nunca estivera antes numa sala” (l. 6); “Alguém que se lembrasse de lhe atirar um chinelo?” (l. 8); b. “saltou para o peitoril da janela e, como não viu nin-
guém, pulou para dentro da sala” (ll. 4-5); c. “Em primeiro lugar certificou-se dos possíveis perigos: haveria galinhas de bicos afiados? Algum cão?” (ll. 7-8).
2.1. Nero sente-se satisfeito, porque passeia com à-vontade pela sala (“espreguiçava-se: estica­a­aaaaaava-se todo e, zás-zás!, afiava as garras na lã”, ll. 13-14) e
instala-se comodamente no sofá (“Pôs-se em cima de um só salto, rebolou-se algumas vezes e enrolou-se nas almofadas”, ll. 19-20), o que mostra que não está
preocupado com possíveis ameaças.
3. Os verbos encontram-se na 3.ª pessoa (“atravessou” – l. 3; “pôs-se” – l. 6) e os pronomes pessoais e determinantes possessivos também (“lhe” – l. 8; “sua” – l. 11).
3.1. c. (“O gato é um animal admirável” – l. 24); d. (os saltos, os sentidos da audição e visão apurados, o modo como caminham, a forma como se limpam).
4.1. É perspicaz, adequando o seu comportamento às situações e objetivos: com um olhar assustado e um miar triste conquista a simpatia da mulher.
5. Resposta pessoal.

Oralidade | Escrita
MC O5
1.6. Fazer deduções.
1.8. Reformular enunciados ouvidos com recurso ao reconto ou à paráfrase.
2.2. Tomar notas.

17
MC LE5
14.1. Escrever pequenos textos, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê e respeitando uma sequência que contemple: apresentação
do cenário (tempo e lugar) e das personagens; acontecimento desencadeador da ação; ação; conclusão; emoções ou sentimentos provocados pelo desfecho da
narrativa.
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.
22.6. Compor textos (por exemplo, poemas, histórias), por imitação criativa, para expressar sensibilidade e imaginação.

1.1. CD Áudio – Faixa 10

1.2. CD Áudio – Faixa 11

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 345

1.1. O facto de se dizer que o gato tinha a menina e não o contrário, o que sublinha o carácter independente deste animal.
1.2. “gato preto”; menina com cabelo aos caracóis, colar e vestido branco, “olhos grandes e brilhantes, um pouco tristes”.
1.3. a. V; b. V; c. F (A menina pensa que o gato é malcriado.); d. F (Os dois gatos são ágeis, pulando, trepando e correndo.).

Págs. 86-89
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
1.2. Referir o tema.
2.2. Tomar notas.

1. Vídeo – Excerto do programa Ler +, Ler Melhor, da RTP.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 346
a. Embora esteja catalogado como um livro juvenil, dirigido a crianças a partir dos 9 a 10 anos, pode ser lido por adultos.; b. É uma história sobre a amizade, a
fantasia e o ato de escrita.; c. O escritor colocou, no final do livro, escondida, a carta escrita por uma das personagens, uma espécie de post scriptum da obra.; d. O
autor divertiu-se a escrever a obra e foi surpreendido pelos diálogos que foram surgindo, pela interação criada entre as personagens.
[Poderá ser interessante chamar a atenção do alunos para o facto de Ondjaki ser um escritor angolano, sendo que existem marcas próprias no seu discurso da
variedade africana do português, nomeadamente o uso do pronome pessoal lhe como complemento direto (“para lhes ajudar”) e de vocabulário próprio (“descon-
seguem”).]
1.1. a.

Dossiê do Professor
Teste de compreensão do oral – Unidade 3, p. 233

PowerPoint®
Tema e assunto

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens […]; narrador […].
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] comparação) e justificar a sua utilização.
1. e 1.1. tio Rui – simpático, generoso, atencioso, amigo das crianças; narrador – brincalhão; amiga Isaura – criativa, imaginativa, observadora, curiosa.
2. As palavras do tio Rui não se percebem, pois ficam presas nos pelos compridos do seu bigode.
3.1. como
3.1.1. Comparação. Destaca o comprimento do bigode do tio Rui.
4.1. A Isaura e o narrador são crianças, pois estão a aprender a tabuada na escola e, além disso, é no Dia Mundial da Criança (1 de junho) que o tio Rui os deixa
entrar no seu quintal e lhes conta histórias, para comemorar o seu dia. Isaura refere ainda que existem maneiras de saber quando os adultos estão a pensar.
5. Isaura passa muito tempo a observar animais, conhecendo os seus hábitos e comportamentos. Para além disso, atribui-lhes nomes de pessoas importantes, o
que demonstra o respeito que tem por eles.
6. Trata-se de um narrador de 1.ª pessoa, pois os verbos encontram-se na 1.ª pessoa (“podemos” – l. 2; “ouvimos” – l. 12) e os pronomes pessoais e determinantes
possessivos também (“nos” – l. 1; “minha” – l. 5).

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [adjetivo].
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito […], predicado, complemento direto […].

1. “simpático” (l. 1); “amarelos” (l. 3); adjetivos qualificativos.


1.1. Sugestão de resposta: O tio Rui é simpaticíssimo/simpatiquíssimo; os papéis estão amarelíssimos.
2.1. sujeito – A Isaura; predicado – tem ideias complicadas.
nome; verbo; não pode; deixa de; O que.
3.1. a.; c.

18
Dossiê do Professor
Ficha 14 – Complemento direto, p. 289

Caderno de Atividades
Ficha 29 – Complemento direto, p. 74

101 Desafios Rápidos


Desafio 33, p. 12

PowerPoint®
Complemento direto

Escrita
MC LE5
13.4. Controlar estruturas gramaticais correntes (concordâncias, adequação de tempos verbais […])
19.6. Corrigir o que se revelar necessário, substituindo o que estiver incorreto.

1.1. nasceu; era; rezava; jejuava; interessava; tornou-se; Regressou; recebeu; era; regressou
[Sugestão: Os alunos poderão usar o texto como modelo para, com base em pesquisa extra-aula, escreverem textos informativos breves sobre a vida das outras per-
sonalidades referidas no texto de Ondjaki. De seguida, poderão fazer uma breve apresentação oral do seu trabalho. Poderá ser interessante desafiá-los a incluir uma
informação incoerente ou respeitante a outra personalidade e a turma coloca questões para detetar a informação falsa.]

Págs. 90-93
Pré-leitura
MC LE5
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor.
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.1. Sugestão de resposta: Sim, esta parece ser a temática do filme, dado que a ação se centra na tentativa de proteção dos dálmatas.
1.2. Alexandra diz estar louca depois de olhar para um saco que contém uma peça de vestuário feita com pele de raposa. A sua reação poderá decorrer de um
sentimento de indignação em relação ao uso de peles de animais para acessórios/roupas.

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] contextos temporal e espacial […].
20.6. Compreender relações en­­tre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. c.; d.; e.; b.; a.


2.1. a. Rua do Alto – espaço; b. ruela – espaço; c. duas semanas – tempo.
3.1. No início do texto, Alex já tem consigo a estola de pele de raposa que tinha visto na loja. No fim do relato da loja (ll. 27-28) diz-se que um barulho fez Alex voltar
à terra, o que significa que estava a pensar/recordar algo.
4. Alex sente peso na consciência e revolta por ter comprado as peles dos animais, ainda que se desculpabilize pelo facto de estas já serem muito antigas.
5. A rapariga ficou envergonhada e nervosa.
5.1. b. e d.

Escrita
MC LE5
17.1. Escrever textos com a tomada de uma posição e apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma conclusão coerente.

1. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
23.2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).
26.2. Identificar e organizar famílias de palavras.

1.1. cautelosa – palavra; mente – afixo.


1.2. É uma palavra formada com um sufixo.
1.3. Alex espreitou de forma cautelosa para dentro do saco.
1.4. fixamente (l. 5), comple­tamente (l. 15), terrivelmente (l. 17) rapidamente (l. 39).
1.4.1. modo; a forma como; feminina; sufixo.

19
2. saco.
2.1. sac-
2.2. a. assustadiço, assustador, assustar; b. aterrar, terrestre, terreiro; c. encaixar, caixote, encaixotado.

Dossiê do Professor
Ficha 10 – Família de palavras, p. 285

Caderno de Atividades
Ficha 7 – Família de palavras, p. 47

101 Desafios Rápidos


Desafio 38, p. 13

PowerPoint®
Família de palavras

Pág. 94
Oficina de Oralidade
MC O5
1.1. Indicar a intenção do locutor.
1.7. Manifestar a reação pessoal ao texto ouvido.
2.2. Tomar notas.
3.1. Usar oportunamente a palavra, de modo audível, com boa dicção e olhando para o interlocutor.
3.3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação.
3.7. Usar um vocabulário adequado ao assunto.
3.8. Controlar estruturas gramaticais correntes (concordâncias, adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo).
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).

1. Vídeo – Campanha “Cada animal no circo tem uma cara”, da Unchainmee, com Diogo Amaral.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 346

1.1. 1.º Ser livre. 2.º Era forçado a trabalhar e era vítima de maus-tratos físicos; sentia-se nervoso, humilhado, impotente, fraco e com medo. 3.º Foi resgatado.
4.º Cavalo.
1.2. Resposta pessoal. [O objetivo da campanha é sensibilizar o público para os maus-tratos de que são vítimas os animais de circo.]

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 251

Págs. 95-98
Pré-leitura
MC LE5
5.1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 110 palavras, de uma lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente.
7.1. […] enunciar expectativas e direções possíveis.
MC EL5
20.7. Fazer inferências.

1. PowerPoint®
Palavras para leitura em voz alta.

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

1.2. Resposta pessoal. [Espera-se que, a partir das palavras projetadas, o aluno possa identificar algumas ideias-chave relativamente à temática do excerto.]
2.1. Resposta pessoal. [Prevê-se que o aluno reconheça a aparente contradição entre a notícia de morte e o estado de alegria da personagem na ilustração.]
2.1.1. Resposta pessoal.

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias); narrador; contextos temporal e espacial, ação
(situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias, problemas e sua resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. a. ll. 1-4; b. ll. 5-23; c. ll. 24-29.

20
2. (a) “casa de campo na aldeia de Spilsby, em Yorkshire” (l. 2); (b) “Há cerca de cinquenta anos” (l. 1), “no dia seguinte” (l. 26); (c) “a Sra. Gage, uma viúva já de certa
idade” (l. 1); (d) “o carteiro” (l. 5), “seu irmão, o Sr. Joseph Brand” (l. 10), “o reverendo Samuel Tallboys” (l. 25), “seu cão, o Shag” (ll. 27-28).
3. Trata-se de um narrador de 3.ª pessoa (“a Sra. Gage, uma viúva já de certa idade, vivia na sua casa de campo na aldeia de Spilsby, em Yorkshire”, ll. 1-2).
4. b.; c.; e.

5.1. “já de certa idade” (l. 1); “coxa e terrivelmente míope” (ll. 2-3).
5.2. trabalhadora/esforçada

6. Era uma relação distante e fria, pois eles não estavam juntos há muito tempo. Joseph Brand não respondia aos contactos da sua irmã e esta não ficou triste com
a morte do irmão.

Gramática
MC G5
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente
[…], pretérito imperfeito […], […]).
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome próprio, adjetivo qualificativo, determinante possessivo, pronome pessoal,
preposição].

1. a. Gage, Spilsby, Yorkshire; b. coxa, míope, melhor, velhos, míseros; c. Há; d. sua; e. lhe; f. em, por, para.
2.1. viver; acreditar; impedir.
2.1.1. vivia – viver; acreditava – acreditar; impedia – impedir.
2.1.2. vivia, vivias, vivia, vivíamos, vivíeis, viviam; acreditava, acreditavas, acreditava, acreditávamos, acreditáveis, acreditavam; impedia, impedias, impedia, impe-
díamos, impediam.
2.1.3. -ar: ava, avas, ava, ávamos, áveis, avam; -er e -ir: ia, ias, ia, íamos, íeis, iam.
2.2. a. vestia, vestias, vestia, vestíamos, vestíeis, vestiam; b. comprava, compravas, comprava, comprávamos, compráveis, compravam; c. lia, lias, lia, líamos, líeis,
liam.

Oralidade
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).
MC LE5
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1. a. Na imagem, vemos um cão, com um ar triste, a segurar uns chinelos de praia com a boca. b. A imagem ilustra a dedicação e fidelidade do cão ao seu dono, a
vontade de o acompanhar. Os chinelos associam-se ao período de férias. O texto, pelo contrário, refere o abandono dos animais de estimação pelos donos nessa época
do ano, expondo-se, assim, uma contradição. c. Apelar ao não abandono dos cães na época de férias e apresentar alternativas.
1.1. Sugestão de resposta: Sim, é eficaz, pois o ar triste do cão e a fidelidade demonstrada pelo ato de segurar os chinelos comovem o recetor, sensibilizando-o
para a problemática.
1.2. “O mais importante de todos [os preparativos da viagem] foi arranjar quem tomasse conta do seu cão, o Shag, durante a sua ausência.” (ll. 27-28); “Apesar de
pobre, sempre se preocupara com os animais e, muitas vezes, preferia privar-se a ela do que deixar o cão sem comer.” (ll. 28-29).
1.3. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha 3 – Verbo, p. 278

Caderno de Atividades
Ficha 16 – Verbo, p. 58

101 Desafios Rápidos


Desafio 40, p. 14

PowerPoint®
Verbos regulares e verbos irregulares

Págs. 99-101
Pré-leitura
MC EL5
22.4. […] fazer a leitura autónoma de obras […].

1. a. A Viúva e o Papagaio; b. Virginia Woolf; c. Porto Editora; d. Coleção Educação Literária.


2.1. a.; b.

PowerPoint®
Virginia Woolf – notas biográficas

Leitura
MC EL5
20.1. Ler […] textos da literatura para crianças e jovens […].
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens […]; ação […].

21
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. (a) idosa; (b) visão; (c) aldeia; (d) irmão; (e) testamento; (f) contente; (g) avarento.
2. 1.º c.; 2.º e.; 3.º f.; 4.º a.; 5.º d.; 6.º g.; 7.º b.; 8.º k.; 9.º j.; 10.º h.; 11.º i.
3.1. A frase contém uma referência temporal (“terça-feira à noite”) e espacial (“Lewes”).
3.2. Quinta-feira.
4.1. a. 3. – B; b. 1. – C; c. 2. – A.
4.2. Sugestão de resposta: O respeito e a preocupação pelo próximo, quer seja pessoa ou animal, acabam por ser recompensados.

Pós-leitura
MC EL5
22.3. Expressar […] pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha de verificação da leitura – A Viúva e o Papagaio, p. 296
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura integral – A Viúva e o Papagaio, p. 306

Págs. 104-107
Pré-leitura
MC LE5
7.1. […] enunciar expectativas […].
MC EL5
20.7. Fazer inferências.

1.1. Sugestão de resposta: O nome Ching-Ling tem uma sonoridade associável à língua chinesa e a referência ao dragão, símbolo da cultura da China, é outro aspeto
indicativo. A própria fisionomia da personagem, bem como o cenário envolvente podem relacionar-se com esse país asiático.

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
7.1. […] enunciar expectativas e direções possíveis.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias) […]; contextos temporal e espacial […].
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] comparação […]).

1. Parte 1 (ll. 1-36): O fascínio de Ching-Ling por dragões; Parte 2 (ll. 37-52): A descoberta de um dragão.
2. Ching-Ling, pois a história centra-se nos seus interesses e vivências.
3. (a) “Deixa-te de fantasias, embala o teu irmão que está a chorar.” (l.10); “Há três semanas que não varres o quarto nem fazes a tua cama…” (ll. 10-11); “Não me ve-
nhas mais falar em dragões.” (ll. 11-12); (b) “– Ching-Ling, onde é que tu tens a cabeça? Só me apresentas redações sobre dragões, aguarelas de dragões.” (ll. 14-16);
“E de Ciências Naturais, que aprendeste tu? Apenas o capítulo dos répteis!” (ll. 16-17); (c) “Nem pareces uma rapariga de tino. Dormes rodeada de bicharada e, em vez
de te divertires ou fazeres renda no tempo livre, andas à caça pelo mato como os rapazes da rua e os cães vadios.” (ll. 25-29).

3.1. Sugestão de resposta: Ching-Ling era uma menina sonhadora, aventureira e determinada, pois deixava-se guiar pelos seus interesses, independentemente da
opinião ou conselhos dos adultos.
4. Comparação.
4.1. A comparação destaca o espírito destemido, aventureiro e rebelde de Ching-Ling.
5.1. Resposta pessoal.
6.1. No texto diz-se que a China é o país dos dragões, o que evidencia a sua importância cultural. Por outro lado, para além do fascínio da protagonista por dragões,
as atividades dos seus pais estão relacionadas com este símbolo cultural.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo ([…]
pretérito imperfeito […] e futuro) e imperativo.
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome comum, preposição, determinante artigo indefinido, adjetivo].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: […] b) advérbio: de modo […].

1.1. irmão – nome comum; dormia – forma do verbo “dormir” no pretérito imperfeito do indicativo, 3.ª pessoa do singular; com – preposição; um – determinante
artigo indefinido masculino singular; pintado – adjetivo [particípio passado de “pintar” com valor adjetival].
1.2. Sugestões de resposta: a. À noite, o irmão dormia num berço com um dragão pintado.; b. O irmão mais novo dormia num berço com um dragão pintado.; c. O
irmão dormia tranquilamente num berço com um dragão pintado.
2. (a) tinha; (b) ouve; (c) tratará.
3. a. O pai oferecia-lhe bichos-da-seda. b. A menina encontrou-o na floresta. c. Ela repreendia-a com frequência.

22
Escrita
MC LE5
13.2. Aplicar regras de uso de sinais de pontuação para representar tipos de frase e movimentos sintáticos básicos (enumeração, delimitação do vocativo, en-
caixe, separação de orações).
13.3. Utilizar e marcar adequadamente parágrafos.

1.1. Texto original:


China – A China é o terceiro maior país do mundo. Para descrever a China, são necessários números astronómicos. É um país muito vasto, cobrindo mais de 9,5
milhões de quilómetros quadrados. Há documentos escritos chineses que remontam a 3500 anos – muito mais antigos do que os de qualquer outra nação. Os
chineses constituem um quinto da população mundial, pois vivem lá mais de mil milhões de pessoas.
A maior parte da população chinesa está concentrada em apenas 15 por cento do total do território, sobretudo nos vales dos rios a oriente. Um em cada cinco
habitantes vive nas grandes cidades; os restantes vivem no campo.
Os chineses inventaram o papel, a tinta, a escrita e descobriram o fabrico da seda, a impressão e a pólvora.
Desde 1949 que a China é governada por um regime comunista, que tem tentado providenciar sustento, educação e assistência médica a todos os pontos do país,
muito embora os habitantes de vastas zonas da China ainda vivam em extrema pobreza.

Oralidade
MC O5
3.3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação.
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema, com recurso eventual a tecnologias de informação.

1.2. Resposta pessoal.

Págs. 108-111
MC LE5
7.1. […] enunciar expectativas […].

Pré-leitura
1. Calvin receia que possa haver monstros debaixo da cama.
1.1. b. Calvin entende que os monstros se divertem com o mal dos outros.
2.1. Resposta pessoal.
2.2. barulhos inexplicáveis; se­res sobrenaturais; escuro.

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] narrador […].
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] personificação) e justificar a sua utilização.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. b; 1.2. c; 1.3. d.


2.1. sol; noite.
[Espera-se que os alunos concluam que a personificação contribui para a beleza e expressividade do texto.]
2.2. O sol põe-se e a noite enche-se de estrelas.
2.2.1. Resposta pessoal.
2.3. “cada ruído que se escon­­de, manhoso, dentro das paredes” (l. 11); “há uma família muito numerosa que se começa logo a mexer numa grande azáfama de cá para
lá: é a família do medo.” (ll. 12-14).

3.1. “Há famílias inteiras que […] se escondem no emaranhado dos nossos pensamentos” (ll. 24-25).
3.2. Sugestão de resposta: Sim, o Manel parece aceitar a explicação pacificamente, pois ele refere que acredita em tudo. ou Não, o Manel acha que os adultos
apresentam explicações racionais em relação ao que ele vê e ouve.
4. Narrador na 1.ª pessoa (“chamo-me”, “tenho”, “acredito”, “eu” – l. 1; “nossa” – l. 4).

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente)
[…].
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome, adjetivo, quantificador numeral].

1. e 1.1. a. homenzinhos – grave; b. numerosíssimas – esdrúxula; c. dormir – aguda; d. medo – grave.


2. a. dentuça; b. numerosíssimas; c. dez; d. chamo-me, acredito.
3. O Manuel tem o dobro da imaginação dos amigos.

Caderno de Atividades
Ficha 14 – Quantificador numeral, p. 55

101 Desafios Rápidos


Desafio 51, p. 17

23
PowerPoint®
Quantificador numeral

e-Manual Premium
Animação (Quantificador numeral)

Pág. 112
Oficina de Escrita
MC O5
1.2. Referir o tema.
1.8. Reformular enunciados ouvidos com recurso ao reconto ou à paráfrase.
2.2. Tomar notas.
MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.
17.1. Escrever textos com a tomada de uma posição e apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma conclusão coerente.
19.1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
19.2. Verificar se o texto obedece à categoria ou ao género indicados.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.7. Verificar a correção linguística.

1. CD Áudio – Faixa 12

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 347
1.1. a. Neste texto é abordada a temática do bullying.; b. O Manel é a vítima e o Jaime o agressor.; c. O Jaime é um rapaz de dez anos, alto, encorpado, com braços
fortes e largos, dedos grossos e corpo musculado. É agressivo, irresponsável e preguiçoso.
1.2. Jaime vai para o hospital por se ter ferido com o compasso do narrador que, por sua vez, fica uns dias em casa, devido a um problema de estômago. Mas, na
escola, todos assumem que o Manel agrediu o Jaime intencionalmente e que foi suspenso por isso.
2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 243
Ficha 10 – Texto de opinião, p. 268

Caderno de Atividades
Ficha 11 – Texto de opinião, p. 22

e-Manual Premium
Vídeo tutorial (Escrita de um texto de opinião)

Págs. 113-117
Pré-leitura | Oralidade
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas […].

1. CD Áudio – Faixa 13
1.1. prado verde e amarelo > prados verdejantes; um riacho > um rio grande; tubo de esgoto > penhasco; dois canos suspensos sobre o rio > pelo menos uma dúzia de
canos; canos de plástico > canos de vidro.

2. CD Áudio – Faixa 14

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
8.3. Pôr em evidência relações intratextuais de semelhança ou de oposição entre acontecimentos e entre sentimentos.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias) […].
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.

1. Parte 1 (ll. 1-32): O Sr. Wonka apresenta a fábrica de chocolate a um conjunto de crianças e adultos e faz referência à qualidade e quantidade do chocolate produ-
zido, à função da queda-d’água e à nova variedade de açúcar inventada. Parte 2 (ll. 33-60): Os visitantes veem Umpa Lumpas e ficam maravilhados.
2. As personagens são o Sr. Wonka, os visitantes e os Umpa Lumpas.
2.1. Sugestão de resposta: O Sr. Wonka, por conduzir a visita à fábrica, que é o tema do excerto, assume maior protagonismo. [Outras respostas são possíveis, desde
que devidamente justificadas.]
3. a. curiosidade (“Cinco crianças e nove adultos atropelaram-se uns aos outros para entrar”, ll. 3-4); b. deslumbramento (“Ah! Que vista espantosa era aquela que
vinha ao seu encontro!”, ll. 4-5; “Os meninos e os adultos estavam demasiado embasbacados para dizerem alguma coisa.”, ll. 23-24); c. excitação, entusiasmo (“A
menina apontava freneticamente para o outro lado do rio.”, l. 34; “respondeu o avozinho Zé, entusiasmado.”, l. 42; “Agora, toda a gente gritava ao mesmo tempo.”,
l. 43).
3.1. O entusiasmo deve-se à presença dos Umpa Lumpas, seres fantásticos, parecidos com homens em miniatura.

4. 1. b; 2. a.

24
4.1. (a) pretérito perfeito do indicativo; (b) pretérito imperfeito do indicativo; (c) descritivos.
5. A forma como os visitantes entram na sala, atropelando-se, evidencia a curiosidade que tinham em relação ao seu interior, o que indicia que o mesmo não era
conhecido. Por outro lado, os Umpa Lumpas interrompem o seu trabalho para observar os visitantes, segredando entre si. A sua curiosidade sugere que não estão
habituados à presença de visitas.
6.1. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
23.1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos constitutivos (radical e afixos).
23.2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [quantificador numeral].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: […] b) advérbio: […] interrogativo.

1.1. Quantificadores numerais cardinais.


2. a. espanto; b. maravilha; c. pequeno; d. ho­­­mem.
2.1. (a) -oso(a); (b) -ino, -inho.
3.1. Frase interrogativa.
3.2. b.
3.2.1. lugar.
4. a. Quando (é que); b. Como; c. Porque; d. Onde.

Oralidade
MC O5
1.4. Distinguir informação essencial de acessória.
2.2. Tomar notas.
4.1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).

1. Vídeo – Excerto da notícia sobre o hotel Fábrica do Chocolate, do Porto Canal.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 348

1.1. a. Uma fábrica de chocolate.; b. Restaurante, museu, sala de trabalhos/exposições.; c. Da constatação da degradação do edifício e da intenção de preservar a
memória da fábrica.; d. Museu interativo que proporciona experiências sensoriais (4D) através do uso de tablets e que, mais tarde, disponibilizará uma aplicação
para telemóvel.; e. Poderá cativar mais turistas para a cidade de Viana do Castelo.
1.2.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha 6 – Advérbio interrogativo, de modo, de tempo e de lugar, p. 281

Caderno de Atividades
Ficha 20 – Advérbio, p. 62

101 Desafios Rápidos


Desafio 55, p. 18

PowerPoint®
Advérbio interrogativo

e-Manual Premium
Interatividade (Subclasses do advérbio)

Págs. 118-121
Pré-leitura
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
1.1. a.

Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos, descritivos […].
7.1. […] enunciar expectativas e direções possíveis.
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens […], ação (situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias, pro-
blemas e sua resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] enumeração, personificação, comparação) […].

25
1.1. O Homem Muito Rico era solitário e, provavelmente, infeliz.
1.1.1. Não. São deduzidas pelo leitor a partir da informação de que o Homem Muito Rico não tinha amigos, mulher ou filhos.
2.1. “Mas reinava uma atmosfera de grande má disposição.”, (ll. 10-11); “Os sofás e as cadeiras davam cotoveladas uns nos outros, as cómodas davam coices nas
paredes, as jarras diziam às caixas e aos cinzeiros que não as apertassem.”, (ll. 11-13).
2.2. Quando entra, todos os objetos se põem a falar ao mesmo tempo e começam a apresentar queixas a Oriana sobre a falta de espaço naquela sala.
3. (a) Os objetos estão apertados e não se entendem uns com os outros.; (b) A mesa fez voto de pobreza e não pode viver numa sala onde se exibe riqueza.; (c) Serem
levados para outro lugar.; (d) Recusa o pedido.; (e) A sua função é fazer aparecer o que faz falta e não tirar a quem tem muito, dando desgostos aos donos.; (f) Fazer
crescer a sala.; (g) Recusa fazê-lo.; (h) Não pode contrariar a vontade do dono de ter uma casa pequena por causa das invejas.; (i) Convencer o dono a dar algumas
peças a quem precisa.; (j) Aceita a sugestão e escreve-a num bilhete para o dono da casa.
4. Sugestão de resposta: Não, não teve o efeito pretendido, pois o Homem Muito Rico ficou furioso e mandou chamar os empregados, provavelmente com intenção de
descobrir o autor do bilhete e castigá-lo.
4.1. Resposta pessoal.
5.1. Sugestão de resposta: “Porque em casa do Homem Muito Rico as fechaduras eram tão caras que nem uma varinha de condão as podia abrir.” (ll. 6-8).
6. a. enumeração; b. personificação; c. comparação.

Gramática
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] complemento indireto.

1.1. b. Quem lhes dá, empresta-lhe.


2. a.; c.

Dossiê do Professor
Ficha 15 – Complemento indireto, p. 290

Caderno de Atividades
Ficha 30 – Complemento indireto, p. 76

101 Desafios Rápidos


Desafio 57, p. 19

PowerPoint®
Complemento indireto

Escrita
MC EL5
22.5. Reescrever um texto, mudando de pessoa (narração de 1.ª para 3.ª pessoa e vice-versa) ou escolhendo as diferentes perspetivas das personagens.

Págs. 122-125
Pré-leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
7.1 […] enunciar expectativas e direções possíveis.
MC EL5
22.4. […] fazer a leitura autónoma de obras […].
1.1. a.; b.; e.; g.
1.2. Oriana é uma menina com cabelos curtos, loiros e encaracolados e olhos claros. Tem um aspeto angelical.

PowerPoint®
Sophia de Mello Breyner Andresen – notas biográficas

Leitura
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas […].
7.1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais […], formular questões intermédias […].
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens […]; contextos temporal e espacial, ação (situação inicial, desenvolvi-
mento da ação – peripécias, problemas e sua resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] enumeração, personificação, comparação) […].
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1. a. generosas/solidárias; b. cui­­­­dadosas/protetoras; c. atenciosas; d. fantásticas.

2. (a) Oriana fazia aparecer os artigos de mercearia em falta (café, leite, açúcar, pão), ajudava-a a apanhar ramos secos e guiava-a até à cidade.; (b) A fada transfor-
mava três pedrinhas brancas, que levava consigo, em coisas que fizessem falta (roupa e brinquedos novos, dinheiro).; (c) Oriana varria e limpava a casa, arranjava
objetos e brinquedos estragados, lavava a louça e arrumava-a, organizava a roupa.

26
2.2.1. Exemplos de frases: “– Os países distantes são maravilhosos – diziam as andorinhas” (p. 14); “– As maravilhas do mundo são tantas, tantas!” (p. 15).
2.2.2. Oriana rejeita o convite, porque sabe que tem um dever a cumprir e que o bem-estar dos habitantes da floresta depende de si.
2.2.3. Resposta pessoal.
3.1. 1.º momento: furioso e severo; 2.º momento: feliz e generoso.
3.2. Quando o Homem Muito Rico leu o bilhete, ficou furioso e mandou chamar os seus criados, a fim de os castigar. Eles, perante o ar severo do patrão, ficaram
muito assustados. Mais tarde, Oriana resolveu fazer crescer cabelo ao Homem Muito Rico, que era careca. Quando ele se viu ao espelho, ficou muito feliz. Pensando
que o milagre se devia a uma pobre viúva que lhe tinha dado um remédio, prometeu compensar o filho da mulher de modo generoso. [79 palavras]
4.1. “olhos azuis como safiras”, “cabelos loiros como as searas”, “pele branca como lírios”, “os meus olhos brilham como estrelas azuis”, “o meu pescoço é alto e fino
como uma torre”.
5. Sugestão de resposta: (a) ho­­ras a observar o seu reflexo na água; (b) todos os habitantes da floresta; (c) a velha; (d) vaidade; (e) egoísmo.
6. Um ano (cf. referência às quatro estações no último parágrafo).

7.1. e 7.1.1. 1.º (c); 2.º (a); 3.º (d); 4.º (b). A Rainha das Fadas censura Oriana por ter abandonado, um a um, todos os habitantes da floresta. Por não ter cumprido
a sua promessa, a pequena fada perde as suas asas e a varinha de condão. Para as recuperar, Oriana deverá reverter todo o mal feito, pensando mais nos outros
do que em si própria. Assim, ela decide percorrer a floresta, de acordo com o que a Rainha das Fadas tinha sugerido, para se confrontar com o resultado do seu
desleixo.
8. Resposta pessoal.
9. Oriana encontrou a floresta abandonada. Corria o boato de que a fada se tinha apaixonado por um peixe e, por isso, tinha abandonado todos os seus amigos.
Desgostosos, o moleiro e a sua mulher tinham fugido para a cidade, pois um dos filhos mais novos tinha-se perdido na floresta. O lenhador, a mulher e o filho foram
para a cidade, pois, vivendo na miséria, precisavam de trabalho. O Poeta tinha partido para a cidade porque tinha deixado de acreditar na poesia.
10. “Em toda a floresta pairava o si­­­­lêncio, o abandono e a solidão”.
10.1. A enumeração reforça o estado de desolação da floresta, indicando os vários aspetos negativos que a caracterizavam naquele momento.
11. Oriana decide ir até à cidade para ajudar aqueles que tinha abandonado.
12.1. Na cidade havia muitas pessoas, barulho e agitação.
12.2. Nos passeios há poucas pessoas. Oriana tem um aspeto feliz. O vendedor ambulante vende flores. Não existe uma loja de chapéus.
13.1. (a) 4.º andar, número 9537; (b) Reage mal, dizendo que só acredita nas suas promessas caso Oriana lhe devolva o filho perdido.; (c) Mulher do lenhador; (d) Pede-
-lhe que o resgate para voltarem para a floresta.; (e) Café; (f) Pergunta-lhe pelas suas asas e pela varinha de condão.
14. Resposta pessoal.

15. 1.º j.; 2.º e.; 3.º a.; 4.º f.; 5.º i.; 6.º d.; 7.º h.; 8.º c.; 9.º g.; 10.º b.
16.1. Vemos a Rainha das Fadas, que, com a sua varinha de condão, aponta na direção da velhinha e da Fada Oriana, que estão a cair no abismo.
16.2. Vendo que a velha se enganou no caminhou e caiu no abismo, a Fada Oriana atira-se atrás dela, esquecendo-se de que já não tem asas. Então, a Rainha das
Fadas aparece e salva-as, restituindo as asas e a varinha de condão a Oriana.
16.3. Esse acontecimento influenciou a decisão da Rainha das Fadas, pois ela teve a certeza de que Oriana tinha colocado o bem dos outros em primeiro lugar.
17.1. Depois de resgatar o filho do moleiro, de libertar o lenhador da prisão e de provar ao Poeta que era uma fada, Oriana levou os antigos habitantes de regresso
à floresta. Aí encantou a noite a pedido do Poeta.

Pós-leitura
MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema […].
13.1. Respeitar as regras de ortografia e de acentuação.
13.2. Aplicar regras de uso de sinais de pontuação […].
13.3. Utilizar e marcar adequadamente parágrafos.
17.1. Escrever textos com tomada de posição e apresentando […] duas razões que a justifiquem […].
19.2. Verificar se o texto obedece […] ao género indicado.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.
19.7. Verificar a correção linguística.

1.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha de verificação da leitura – A Fada Oriana, p. 297
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura integral – A Fada Oriana, p. 308

Págs. 128-131
Pré-leitura
MC LE5
7.1. […] enunciar expectativas […].

1.1. A. sapo; B. pica-pau; C. ur­ze; D. malmequer; E. rouxinol; F. papoila.


1.2. Resposta pessoal. [Espera-se que o aluno antecipe o tema da natureza, tendo em conta as personagens apresentadas.]

Dossiê do Professor
Guião de leitura – O Rapaz de Bronze, p. 303
Ficha de verificação da leitura – O Rapaz de Bronze, p. 301
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura integral – O Rapaz de Bronze, p. 316

Leitura (pág. 130)


MC O5
4.2. Enunciar argumentos em defesa de duas opiniões contrárias (dois argumentos para cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo professor.
MC LE5

27
6.1. Ler textos narrativos […].
MC EL5
20.6. Compreender relações en­­­­­tre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] enumeração, personificação, comparação) e justificar a sua utilização.

Leitura
1.1. a. F (O rouxinol convidou Florinda para uma festa no jardim.); b. F (Quando o Rapaz de Bronze e Florinda chegaram ao local, a festa ainda não tinha começado.);
c. V.; d. F (O espetáculo de rara beleza foi protagonizado pelas flores.).
2. Por indicação do Rapaz de Bronze, a festa só começa depois de Florinda chegar e o espetáculo das flores desenvolve-se à volta de Florinda, sendo ela o ponto
central da roda e da estrela.
3.1. Inicialmente, Florinda sente medo (“– Parece-me que tenho medo – murmurou Florinda.”, l. 11). Depois, sente-se alegre e divertida (“Florinda ria, sentada na
beira da jarra, e batia palmas de alegria.”, l. 43).
3.1.1. O medo deve-se às sombras das árvores na noite escu­­ra, que a assustam. Depois, com a beleza do espetáculo a que assiste, Florinda sente alegria.
4. e 4.1. a. Comparação (Realçar a beleza e delicadeza de Florinda).; b. Enumeração (Salientar a quantidade e diversidade de animais que começaram a cantar).;
c. Personificação (Conferir dinamismo à história ao transformar as flores em personagens humanizadas.).
5.1. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo ([…]
pretérito mais-que-perfeito composto) […].
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome, preposição, adjetivo].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos); b) advérbio: de tempo […].
1. e 1.1. a. escura (adjetivo entre nomes); b. pomar (nome entre verbos/formas verbais); c. pe­dra (nome entre adjetivos); d. já (advérbio entre preposições).

Gramática
2.1. verbo principal – chegar (“chegado”); verbo auxiliar – ter (“tinha”).
2.2. b.
3. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha 5 – Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo, p. 280

Caderno de Atividades
Ficha 18 – Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo, p. 60

101 Desafios Rápidos


Desafio 62, p. 20

PowerPoint®
Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo

Pós-Leitura
MC LE5
6.1. Ler […] notícias […].
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.1. A notícia sublinha a beleza das flores e a sua função decorativa e este é um dos motivos pelos quais as flores são importantes para o Homem. O texto “O parque
em festa” é igualmente um elogio à beleza da natureza, dando-se grande destaque às flores.
1.2. a. Jim Bachor. b. Tapar buracos de estrada com mosaicos. c. desde maio de 2013 até ao presente. d. Chicago.

Págs. 132-136
Pré-leitura
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].

1.  CD Áudio – Faixa 15
1.1. a. Alceste; b. relva; c. bombons; d. floresta; e. carro; f. sande; g. javali.

28
Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
13.5. Construir dispositivos de […] substituição que assegurem a coesão e continuidade de sentido ([…] substituições por […] expressões equivalentes […]) […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: […] ação (situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias, problemas e sua
resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens […].
20.7. Fazer inferências.

1.1. Situação inicial: ll. 1-40; Desenvolvimento: ll. 41-70; Conclusão: l. 71.
1.1.1. Sugestão de resposta: O Sr. Blédurt corta-se num dedo e depois rompe os calções.

2.1. Sugestão de resposta: a. O Alceste tem excesso de peso.; b. O papá dirige-se a todos com um sorriso.; c. Gostas pouco de trabalhar!
3. a. e d. Eles discutem facilmente e desafiam-se mutuamente.
4.1. “o senhor Blédurt prendia-se nas silvas, e até rasgou um bocado dos seus calções” (ll. 51-52); “o senhor Blédurt, com a faca, falhou a árvore e apanhou o dedo” (ll.
58-59); “– Não fiquemos aqui – disse o senhor Blédurt, e afastou-se muito depressa.” (l. 71).
5.1. Porque ficou assustado com a possibilidade de ser um javali e quis sair dali rapidamente.
6. Exemplos de passagens: a. “O Alceste é o meu amigo.” (l. 1); “Estávamos a brincar no jardim, o Alceste e eu.” (l. 1); b. “até nos prometeu bombons se o relvado
ficasse bem aparado” (l. 4).

Gramática
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto), […] predicado, complemento direto, complemento indireto.

1.1. a. V; b. F (“O pai” – sujeito simples); c. F (complemento direto); d. V.

Caderno de Atividades
Ficha 32 – Funções sintáticas: exercícios globais, p. 78

2.1. Vou levar os rapazes a ver as maravilhas da natureza, uma vez que tu és incapaz de mostrar as maravilhas da natureza aos rapazes!
3. Sugestão de resposta: Discurso direto: “– Então agora pões as crianças a trabalhar por ti?” (ll. 10-11). Discurso indireto: “Perguntou-nos o que estávamos nós
a fazer” (l. 7).

Pós-leitura | Oralidade
MC O5
3.2. Informar, explicar.

1.1. Sugestão de resposta: Recolher todo o lixo produzido e ter cuidado com todos os comportamentos que possam provocar um incêndio, nomeadamente cozinhar
ou fazer fogueiras de forma descuidada ou sem as vigiar.
1.1.1. Resposta pessoal.
1.1.2. O folheto visa prevenir o problema, tal como se pode verificar no subtítulo: “Sabes como os evitar?”.

Pág. 137
Oficina de Escrita
MC LE5
18.1. Escrever […] cartas.
19.1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
19.2. Verificar se o texto obedece à categoria ou ao género indicados.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.
19.7. Verificar a correção linguística.

1.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 244
Ficha 2 – Carta, p. 260

Caderno de Atividades
Ficha 3 – Carta, p. 7

Págs. 138-140
Pré-leitura
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto.

Dossiê do Professor
Registos de leitura, p. 256

29
Leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias); narrador; contextos temporal e espacial, ação
(situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias, problemas e sua resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] personificação […]) […].

1. (a) Sementinha presa num sítio escuro.; (b) Não consegue libertar-se; a Terra diz-lhe que terá de trabalhar muito para sair dali.; (c) Sementinha começa a esgara-
vatar as paredes.
1.1. Sugestão de resposta: Sem saber como, a Sementinha vê-se presa num local escuro. Depois de alguma espera, a Sementinha, impaciente, tenta libertar-se,
dando murros nas paredes, mas não é bem-sucedida. A Terra informa-a de que não tem alternativa senão trabalhar para conseguir a liberdade. Convencida de que
não tem escolha, no fim, Sementinha começa a esgaravatar as paredes de terra que a cercam.
2. A Sementinha e a Terra.
2.1. A personagem principal é a Sementinha, pois o texto desenvolve-se em torno da sua prisão e dos seus sentimentos.
2.2. Personificação.
3.1. As informações de espaço e tempo não são muito precisas. Sabemos que a Sementinha está num local escuro e apertado, que ela pensa ser uma cadeia,
mas sem ter a certeza de que o seja (“julgou-se metida numa cadeia”, l. 2). Não sabemos exatamente quantas horas ou dias esteve neste local (“talvez dias”, l. 4).
4.1. a. “a Sementinha começou a irritar-se” (l. 4); b. “Transtornada e receosa, pensou” (l. 7);c. “– Mas que queres tu que eu faça? – gritou, desvairada, a Semen-
tinha.” (l. 41); d. “– Isso não! – rogou a nossa amiga.” (l. 45); e. “a Sementinha aconchegou-se na prisão onde a tinham metido e, zás que zás, vá de agatanhar as
paredes da cela.” (ll. 49-51).
5. Não participante: “Mas não ouvia o som dos seus murros, nem a prisão cedia para lhe dar esperanças de libertação” (ll. 6-7).

Pós-leitura
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.2. O desejo de ter raízes, de estar preso ao chão. [Poder-se-á chamar a atenção dos alunos para a mensagem implícita do poema, isto é, a vontade de ter os pés
bem assentes na terra, de ser sensato, de agir com prudência.]
1.3. Ambos os textos abordam o tema da natureza, nomeadamente as plantas e suas raízes. No entanto, a vontade da Sementinha de se libertar da terra contrasta
com o desejo manifestado pelo sujeito poético de ficar agarrado ao chão, como as raízes de uma planta.

e-Manual Premium
Vídeo tutorial (Comparação de uma obra obrigatória com outra do PNL)

Págs. 141-142
Pré-leitura
MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
7.1 […] enunciar expectativas e direções possíveis.
MC EL5
22.4. […] fazer a leitura autónoma de obras […].

1. CD Áudio – Faixa 16
1.1. (a) o trigo anão; (b) guerra; (c) Mediterrâneo; (d) Índia; (e) China; (f) semeado; (g) enxadas de pedra; (h) foices com dentes de pedra; (i) azenha; (j) arado; (k) javali;
(l) boi; (m) deuses; (n) pão; (o) Egito.
1.2. Resposta pessoal.

PowerPoint®
Alves Redol – notas biográficas

Leitura
MC LE5
7.1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais […], formular questões intermédias […].
MC EL5
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens […]; contextos temporal e espacial, ação (situação inicial, desenvolvi-
mento da ação – peripécias, problemas e sua resolução).
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] enumeração, personificação, comparação) […].
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista pro­vocados pela leitura do texto literário.
1. e 1.1. a. F (Tirados da arca, os bagos de trigo gritaram de entusiasmo e alegria.); b. F (A Despedida-de-Verão exibe a sua beleza perante a Sementinha.);

c. V; d. V; e. F (Embora a passarada do bosque tenha tentado resgatar a Sementinha, não foi capaz de apanhar o Pardal.); f. V; g. V; h. F (As primeiras sementes de
trigo foram descobertas há oito mil anos, na Ásia, pelas mulheres que se dedicavam a colher frutos e raízes.); i. V; j. F (A Feiticeira é a terra.); k. V; l. V; m. F (A Terra-
-Feiticeira explica à Sementinha o funcionamento do seu novo corpo.); n. F (A Sementinha amadurece rapidamente.); o. F. (As filhas da Sementinha foram para a
escola para aprenderem a desenvolver-se mais depressa.); p. V.

30
2. Corajosa (“Por instantes, a Sementinha encheu-se de receio. Logo, porém, se lembrou de que tinha de procurar uma saída para aquele isolamento e ganhou
forças para não perder a calma.”, p. 29); curiosa (“– Então conta o que sabes.”, p. 30); perspicaz (“– Então, canta lá para eu ouvir. E dou-te a minha palavra de honra,
palavrinha, de que se cantares melhor do que ele digo-o a toda a gente.”, p. 17).
3. Trata-se da personificação, uma vez que as personagens desta história apresentam comportamentos humanos.
4. a. e d.

Pós-leitura
MC O5
3.1. Usar oportunamente a palavra, de modo audível, com boa dicção e olhando para o interlocutor.
3.3. Planificar um discurso oral [...].
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) [...].
3.7. Usar um vocabulário adequado ao assunto.
3.8. Controlar estruturas gramaticais correntes […].
1.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha de verificação da leitura – A Vida Mágica da Sementinha, p. 298
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura integral – A Vida Mágica da Sementinha, p. 310

Pág. 145
Leitura | Compreensão
1. Parte 1 (ll. 1-13): Esta parte corresponde à situação inicial, em que são apresentadas as personagens, o espaço e o tempo (Dois lenhadores pobres caminham,
durante a noite, por uma floresta coberta de neve, regressando a casa).; Parte 2 (ll. 14-19): Nesta parte, o desenvolvimento, surge uma peripécia: os lenhadores
veem uma estrela cadente; julgando haver um pote de ouro para quem a encontrasse, vão procurá-la.; Parte 3 (ll. 20-29): No final (resolução), encontram uma
criança em vez do pote de ouro e enquanto um lenhador se recusa a acolhê-la, o outro não permite que tal aconteça.
2. A ação decorre numa floresta (“atravessavam uma floresta de pinheiros”, l. 1), numa noite fria de inverno (“Era inverno e uma noite de frio agreste”, l. 2).
3. Os lenhadores sentem alegria (“Ficaram tão contentes por se sentirem a salvo que riram em voz alta”, l. 12), tristeza (“depois do riso veio a tristeza, pois recor-
daram a pobreza em que viviam”, l. 13) e desilusão (“Que golpe nas nossas ilusões! Não temos sorte nenhuma”, l. 23).
4. a. Personificação. b. Comparação.

Gramática
1. a. floresta; b. dois; c. agreste, insuportável; d. Como.
2.1. Enquanto olhavam siderados, uma estrela tinha caído por trás dos salgueiros.
3. O lenhador – sujeito simples; vai entregar a criança à mulher – predicado; a criança – complemento direto; à mulher – complemento indireto.

Dossiê do Professor
Teste de avaliação – Unidade 3, p. 172
Teste de avaliação adaptado – Unidade 3, p. 208 (com sugestões de resolução e grelhas de correção)

Pág. 147
Tópicos de exploração da imagem
Poderá ser interessante solicitar aos alunos que descrevam a situação ilustrada, dando conta do contraste de tons: o cinzento, associado aos prédios e passeios, e as
cores vivas que rodeiam o rapaz. Depois dessa análise, os alunos poderão levantar hipóteses sobre a causa que origina uma situação tão peculiar/contrastante. Es-
pera-se que consigam associar a poesia/leitura a esta forma positiva de olhar o mundo.

Págs. 148-150
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
1.4. Distinguir informação essencial de acessória.
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].

1. CD Áudio – Faixa 17

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 348

1.1. a. F; b. V; c. F; d. V; e. F.

2. CD Áudio – Faixas 18 e 19

PowerPoint®
Luísa Ducla Soares – notas biográficas

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe […] e verso (rimado e livre).
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários (linguagem figurada; recursos expressivos – onomatopeia […]).
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.
22.2. Ler […] poemas, com ritmo e entoação adequados.

31
1. Texto A: a; b; e; Texto B: c; d.
2.1. Deixar expressos os seus desejos após a morte.
2.2. 1.ª estrofe – preguiçoso/indolente; 2.ª estrofe – guloso/comilão; 3.ª estrofe – conquistador/sedutor; 4.ª estrofe – confiante.

3.1. O ambiente é pouco tranquilo, pois os habitantes têm receio uns dos outros.
3.2. “quá, quá” – voz do pato.
3.2.1. O pato […] grasna.
3.2.2. O verso original, pois a onomatopeia dá realismo ao poema (ao reproduzir a voz do pato) e musicalidade.

4. O gato.
4.1. Os dois gatos gostam de comer/são comilões (Texto A: vv. 7-8; Texto B: v. 21) e gostam de estar ao sol (Texto A: v. 3; Texto B: v. 8). Quanto às diferenças, o gato
do texto A é galanteador, gosta de namorar (v. 12) enquanto o do texto B é agressivo (v. 27).

Dossiê do Professor
Ficha 4 – Texto poético, p. 274
Outros textos – Texto poético, p. 329

Caderno de Atividades
Ficha 4 – Texto poético, p. 35
Ficha 6 – Recursos expressivos, p. 39

101 Desafios Rápidos


Desafio 70, p. 22

Págs. 151-152
Pré-leitura
1.1. a. vulcões; b. injeção; c. aviões; d. mosquitos.

[Poderá ser interessante promover a exploração articulada entre este texto poético e a subunidade do texto narrativo A família do medo, das páginas 108 a 111 do manual,
uma vez que a temática abordada em ambos é a mesma.]

Leitura (pág. 152)


MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe […] e verso (rimado e livre).
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários (linguagem figurada; recursos expressivos – […] enumeração […]).
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. e 1.1. a. V; b. F (Há uma enumeração na estrofe 6.); c. F (Os receios baseiam-se em aspetos reais – fenómenos naturais, animais, situações.); d. V; e. V; f. F (Não
existe entre os versos da primeira estrofe).
2. “receiam” (v. 3 e 21); “tema” (v. 5); “desmaie” (v. 10); “fogem” (v. 11); “corar” (v. 13); “gritar” (v. 15); “tremer” (v. 22).
2.1. a. recear, temer, corar; b. gritar, tremer; c. desmaiar, fugir.
2.2. Para dar conta das diferentes reações a situações que receamos.
2.3. As reações dependem do carácter de cada pessoa: há quem receie, de forma moderada, os tsunamis; outros desmaiam quando veem uma injeção.
3.1. Não devemos ter receio de falar dos nossos medos.
3.2. O poema dirige-se a crianças, pois elas sentem medos e têm dificuldade em expô-los. Usa-se ainda a 2.ª pessoa do sin­gular.

Oralidade
MC O5
1.5. Distinguir facto de opinião.

1. CD Áudio – Faixa 20

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 349
1.1. a. A palavra é de origem japonesa. Um tsunami é uma onda gigante provocada por um tremor de terra submarino, por uma erupção vulcânica ou por um tufão.
Houve um tsunami no Sudeste Asiático em 2004;
b. “É um fenómeno bastante assustador.”; “Felizmente, os tsunamis ocorrem com mais frequência no oceano Pacífico.”

Dossiê do Professor
Teste de compreensão do oral – Unidade 4, p. 234

PowerPoint®
Facto e opinião

101 Desafios Rápidos


Desafio 91, p. 28

32
Págs. 153-154
Pré-leitura
1.1. Resposta pessoal.
[Poderá ser interessante promover a exploração articulada entre este texto poético e a subunidade do texto narrativo O dragão, das páginas 104 a 107 do
manual, uma vez que a temática abordada em ambos é a mesma.]

Leitura
MC EL5
20.4. Identificar temas dominantes do texto poético.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. O sujeito poético é o dragão. Na literatura infantil, habitualmente, o dragão representa o mal e está associado a ações violentas como o uso de fogo (“Pela boca
deito chamas / pelas narinas também”, vv. 1-2). No entanto, o sujeito poético assegura ser inofensivo (“que não faz mal a ninguém”, v. 4).
1.2. a. “armaduras de vento” (v. 6); b. “pensamento” (v. 8).
1.2.1. O sujeito poético é um ser fantástico e a sua atuação não é real, apenas se concretiza na imaginação.

2.1. Foi há tantos anos.


2.2. Resposta pessoal. [Espera-se que o aluno compreenda a contribuição da repetição para a musicalidade, ritmo e expressividade do poema].

3.1. A forma como o dragão é visto na cultura chinesa é oposta à perspetiva apresentada nos versos anteriores. Na cultura ocidental, o dragão é um ser malévolo,
símbolo do mal, enquanto na China é uma entidade admirada e louvada.
4.1. “Sou o dragão das fábulas”, v. 3; “e tenho lugar cativo / nas histórias encantadas”, vv. 23-24.
4.2. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: […] b) formas não finitas – infinitivo
(impessoal) […].
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal […].
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto), […] predicado, complemento direto, complemento indireto.
26.1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: sinonímia […].
26.2. Identificar e organizar famílias de palavras.

1.1. fogo; labaredas.


2. (a) pensar; (b) pensador, pensativo; (c) agrado, agradecimento; (d) agradável, agradado; (e) ameaça; (f) ameaçar; (g) sonhar; (h) sonhador.
3. “pensar” (v. 11); “agradar” (v. 16).
4.1. Os duendes, as bruxas e as fadas – sujeito composto; lançaram feitiços aos dragões – predicado; feitiços – complemento direto; aos dragões – complemento
indireto.
4.2. Eles lançaram-lhes feitiços.

Caderno de Atividades
Ficha 19 – Infinitivo impessoal e particípio, p. 61

101 Desafios Rápidos


Desafio 73, p. 23

PowerPoint®
Infinitivo impessoal

Págs. 155-157
Pré-leitura
1.1. a. Na ilustração, vemos um rapaz alto e magro que está a trepar a uma macieira. b. Exemplos de adjetivos: audaz, ousado, atrevido, aventureiro.

PowerPoint®
Álvaro Magalhães – notas biográficas

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] recursos expressivos – […] comparação) e justificar a sua utilização.
22.2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.

1.1. (a) pomar; (b) de dia (“ao sol”, v. 2); (c) o rapaz; (d) Sr. Horta; (e) o rapaz vê a maçã e quer roubá-la; (f) ele tenta alcançar a macieira sem ser visto pelo Sr. Horta,
o que o obriga a rastejar, saltar, trepar…; (g) o Sr. Horta apercebe-se do intruso, dá um tiro para o ar e o rapaz foge.
2.1. “corpo tenso e arqueado, / como um tigre, ou um jaguar” (vv. 19-20) – destreza; “Caladinho como um rato” (v. 21) – discrição; “Depois pulou de pedra em pedra
/ como uma cabra montês” (vv. 25-26) – equilíbrio; “para rastejar na relva. / Como um caimão, ou uma serpente” (vv. 29-30) – flexibilidade; “De ramo em ramo, /
como um macaco” (vv. 31-32) – agilidade; “com o rabo entre as pernas. / Como um coiote, ou um chacal” (vv. 38-39) – cobardia.
3. Sugestão de resposta: O comportamento do Sr. Horta é exagerado, porque o rapaz apenas queria comer uma maçã e, como havia muitas, uma não faria a diferença.
4. Oito estrofes.
4.1. O número de versos é variável. Há estrofes com três, quatro, cinco, seis, sete e nove versos.

33
101 Desafios Rápidos
Desafio 69, p. 22

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo ([…] pre-
térito perfeito, pretérito imperfeito […]) […]; b) formas não finitas – infinitivo (impessoal) […].
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome comum coletivo].
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas.

1. pomar (v. 7) – conjunto de árvores de fruto.


2. Sugestão de resposta: a. viu (v. 1); lambeu (v. 3); pousou (v. 17); b. faltava (v. 5), tinha (v. 6), conhecia (v. 7); c. deitar (v. 9).
3. a. O rapaz não viu a maçã.; b. Ele viu-a.; c. O rapaz viu a maçã ontem.

Pós-leitura
MC LE5
6.1. Ler […] retrato […].

1. […] é um menino magro, alto, com o cabelo castanho. Ele é um rapaz irrequieto, uma vez que gosta de passar as tardes ao ar livre, e guloso, pois não perde a
oportunidade de comer uma bela peça de fruta. Parece um rapaz ousado, que gosta de correr riscos.

Dossiê do Professor
Ficha 6 – Retrato, p. 264
Outros textos – Retrato, p. 325

Caderno de Atividades
Ficha 7 – Retrato, p. 15

101 Desafios Rápidos


Desafio 75, p. 24

e-Manual Premium
Animação (Retrato)

Págs. 158-159
Pré-leitura
MC LE5
6.1. Ler […] texto publicitário […].
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.1. O título remete para a procura de heróis por parte do Banco Alimentar e, na imagem, vê-se um homem cuja postura e vestuário evocam um super-herói do
cinema.
1.2. Um herói é uma pessoa generosa que, através de um gesto simples, faz contribuições para o Banco Alimentar, ajudando os mais necessitados.
1.3. É uma publicidade institucional, pois não se pretende vender nenhum produto ou serviço, mas sim consciencializar para uma determinada problemática social.
2. O poema e o anúncio falam de diferentes tipos de heróis, que realizam ações simples.

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso.
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
22.2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1.1. e 1.1.1. 1.ª estrofe: “matou”, “criei”; 2.ª estrofe: “arrasou”, “plantei”; 3.ª estrofe: “dominou”, “construí”; 4.ª estrofe: “conquistou”, “conquistei”. O herói de quem
se fala é violento e dominador, enquanto o sujeito poético é trabalhador e vai realizando tarefas que, embora simples, são igualmente importantes.
2. (a) quatro; (b) versos; (c) sete.
3.1.1. Resposta pessoal. [Espera-se que o aluno conclua que, quando o número de sílabas métricas é regular, o ritmo do texto poético é mais marcado.]
3.1.2. b.

101 Desafios Rápidos


Desafio 88, p. 27

e-Manual Premium
Leitura orientada (Análise de um texto poético – A Cavalo no Tempo)

34
Escrita
MC EL5
22.6. Compor textos (por exemplo, poemas, histórias), por imitação criativa, para expressar sensibilidade e imaginação.

1. Resposta pessoal.

Págs. 160-161
Pré-leitura
MC EL5
20.4. Identificar temas dominantes do texto poético.
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.1. Na primeira vinheta, um rapaz está a publicar fotografias numa rede social, através do seu telemóvel. Na segunda vinheta, é atingido por uma bola. Percebe-
mos, na última vinheta, que o rapaz é o guarda-redes da equipa que sofreu o golo, por ele estar distraído.
1.2. O uso excessivo e inoportuno dos telemóveis e das redes sociais.
2. Quer a banda desenhada, quer o poema abordam o uso desregrado das novas tecnologias e meios de comunicação.

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. A personagem é a menina Leonor.


1.2. A Leonor está dependente do uso do computador e não se interessa por outras atividades ou pessoas.
1.3. Falta de atividade física, contacto reduzido com o mundo exterior/natural, desleixo na apresentação pessoal, interação reduzida com familiares e amigos, incapa-
cidade de lidar com contrariedades e problemas relacionais.

2. As palavras “seca” (v. 4) e “pimba” (último verso) são exemplos de vocabulário informal e juvenil. Assim, o poema parece destinar-se a crianças/adolescentes.
3. A | me | ni | na | Le | o | nor (sete sílabas métricas)
4.1. computador (v. 2) > portátil; atleta (v. 6) > desportista; lado (v. 7) > parte; ecrã (v. 12) > monitor; inteligente (v. 19) > esperto.
4.1.1. [Espera-se que os alunos concluam que a musicalidade do poema resulta da utilização de palavras que rimam.]

101 Desafios Rápidos


Desafio 79, p. 25

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [adjetivo].
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto) […].

1. Grau normal.
1.1. muito fiel; muito inteligente.
2.1. e 2.1.1. a menina Leonor – sujeito simples

Oralidade
MC O5
1.3. Explicitar o assunto.
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1. CD Áudio – Faixa 21

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 349
1.1. A canção enfatiza a importância de brincar ao ar livre, de fazer atividades e jogos que apelam à imaginação e de não usar o computador como forma exclusiva
de entretenimento.
1.2. A mensagem dos três documentos é semelhante: o alerta para o uso excessivo do computador e outras tecnologias de comunicação e o progressivo abandono de
atividades lúdicas ao ar livre, com outras pessoas.

Págs. 162-164
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples ([…] breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].

35
1.1. Resposta pessoal.

CD Áudio – Faixa 22
1.2. Resposta pessoal.

Leitura
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma com­pleta, a questões sobre os textos.
22.2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.

1.1. A porta de dentro está mais protegida (“A de dentro está aconchegada”, v. 5; “A de fora dorme à chuva”, v. 9) e partilha as vivências da família (“A cara de dentro /
ouve o choro dos bebés”, vv. 17-18.
1.2. A cara de dentro pode presenciar situações mais tristes, como o choro ou a morte.
2. A cara de dentro conhece as pessoas de modo mais íntimo, a sua personalidade.
3.1. “que as caras da porta não são muito dadas” (v. 37)
3.2. Porque não se veem, não têm forma de comunicar.

101 Desafios Rápidos


Desafio 76, p. 24

Gramática
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome, advérbio, pronome, quantificador, preposição].
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] vocativo, […] complemento indireto.
26.1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: […] antonímia.

1. frio; tristeza.
1.1. calor; alegria.
2. 1. e.; 2. a.; 3. f.; 4. c.; 5. b.; 6. d.
3.1. Ninguém.
3.2. As crianças lembram-se que a porta tem duas caras.
3.3. Na frase afirmativa, o pronome é colocado depois do verbo, enquanto na frase negativa surge em posição pré-verbal.
4.1. Exemplo de frase: Ana, abre a porta ao pai.

Pós-leitura
MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de […] expressões ou fraseologias desconhecidas […].

1.1. 1. c; 2. d; 3. b; 4. a
1.1.1. Sugestão de frases: a. A equipa de voleibol reuniu-se à porta fechada.; b. Quando o Pedro recusou a ajuda do amigo fechou-se uma porta.; c. Na altura dos testes
a Joana vai sempre bater à porta da tia.; d. Hoje, ia fazer o trabalho na biblioteca, mas levei com a porta na cara.

Págs. 165-167
Pré-leitura
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].

1.1. e 1.2. Respostas pessoais.

2. CD Áudio – Faixa 23

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.7. Fazer inferências.
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários ([…] recursos expressivos […] comparação) e justificar a sua utilização.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. a. três; b. um; c. quatro; d. dois.


2. A cidade está repleta de prédios altos que fazem lembrar árvores. No entanto, estas “árvores”, por serem de cimento, não baloiçam com o vento.
3. Personificação. Cria a sensação de que a cidade é um organismo vivo, com dinamismo próprio.
4.1. Os elementos são as gaivotas e as notas. As primeiras simbolizam a liberdade e a natureza, enquanto as segundas parecem simbolizar o consumismo desen-
freado e a ambição.
5. Quatro estrofes.
5.1. 1.ª estrofe – terceto; 2.ª estrofe – quadra; 3.ª estrofe – terceto; 4.ª estrofe – quintilha.

36
Gramática
1. e 1.1. a. cidade – grave; b. pul­­sar – aguda; c. multibanco – grave.

Caderno de Atividades
Ficha 3 – Classificação das palavras: posição da sílaba tónica, p. 42

101 Desafios Rápidos


Desafio 84, p. 26

PowerPoint®
Classificação das palavras quanto à posição da sílaba tónica

Oralidade
MC O5
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema, com recurso eventual a tecnologias de informação.
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1. Sugestão de resposta: 1.º A imagem retrata uma cidade à beira-mar. Há vários prédios altos e o trânsito é intenso. Na praia, há saídas de esgoto e o areal está cheio
de lixo. Um menino brinca com uma lata e coloca-a ao ouvido, como se se tratasse de um búzio. 2.º Quer o poema quer a imagem retratam a cidade como um espaço
repleto de prédios altos e despido de elementos naturais. 3.º Resposta pessoal.

Escrita
MC LE5
11.2. Explicitar e aplicar as regras de ortografia e acentuação.
19.6. Corrigir o que se revelar necessário, substituindo o que estiver incorreto.

1.1. a. metrópole; b. difícil; c. Também.


1.2. 1. c; 2. b; 3. a.

Caderno de Atividades
Ficha 4 – Algumas regras de acentuação gráfica, p. 43

Pág. 168
Oficina de Escrita
MC LE5
16.1. Escrever descrições de pessoas, objetos ou paisagens, referindo características essenciais e encadeando logicamente os elementos selecionados.
19.1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.
19.7. Verificar a correção linguística.

1.1. Ambiente citadino.


1.2. metro – amarelo e preto, moderno; anúncios publicitários – coloridos, grandes, apelativos; carros – estacionados; prédios – altos, beges, castanhos.
1.2.1. Primeiro plano: metro; Mais atrás – anúncios publicitários e carros; Ao fundo: prédios.
1.3. Resposta pessoal.
2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 245
Ficha 9 - Texto descritivo, p. 267

Caderno de Atividades
Ficha 10 – Texto descritivo, p. 20

e-Manual Premium
Imagem ampliada (Texto descritivo)

Págs. 169-170
Pré-leitura
MC G5
23.1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos constitutivos (radical e afixos).

1.1. mercado
1.2. c.

37
Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. A existência de travessões indicia a presença de diálogo.


1.2. Poderá tratar-se do pai ou da mãe acompanhados do filho.

2.1. Ir ao hipermercado comprar um objeto que possa animá-lo.


2.2. A sugestão não irá resolver o problema, porque a criança quer um amigo com quem brincar e não um objeto que se possa comprar.

3.1. Pretende-se transmitir a mensagem de que a ida ao hipermercado não é uma solução adequada, pois o que falta é um amigo, algo que não se pode comprar.
4. a. quadras; b. cinco sílabas métricas; c. versos rimados (2 e 4) e livres (1 e 3).

101 Desafios Rápidos


Desafio 80, p. 25

Gramática
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente
[…]) e imperativo […].
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [preposições].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos); b) advérbio: […] interrogativo.
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] complemento direto, complemento indireto.
26.1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: […] antonímia.

1. e 1.1. a. F (Desempenha a função sintática de complemento direto); b. V; c. V; d. V; e. F (É uma contração da preposição “a” com o determinante artigo definido
“o”.); f. V.

Escrita
MC LE5
11.1. Desenvolver e aperfeiçoar uma caligrafia legível.
13.6. Utilizar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado.

1. Sugestão de resposta: Um hipermercado é um estabelecimento comercial existente em centros urbanos de média ou grande dimensão, no qual podemos com-
prar uma grande variedade de produtos das mais diversas áreas: alimentos, eletrodomésticos, vestuário, livros.

Pág. 171
Oficina de Oralidade
MC O5
1.2. Referir o tema.
1.3. Explicitar o assunto.
2.2. Tomar notas.
4.2. Enunciar argumentos em defesa de duas opiniões contrárias (dois argumentos para cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo professor.
MC EL5
20.1. […] ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].
20.4. Identificar temas dominantes do texto poético.

1. CD Áudio – Faixa 24

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 349

1.1. (a) Filho/filha; (b) Atividades em espaços fechados; (c) Subir uma montanha; (d) Ver bichos em gaiolas no centro comercial; (e) Apanhar vento fresco no pra­­do;
(f) Usufruir do ar condicionado no centro comercial; (g) Andar de barco no mar; (h) Ir à perfumaria no centro comercial.
1.2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 252
Ficha 2 – Argumentação favorável e desfavorável, p. 258

Caderno de Atividades
Ficha 2 – Argumentação favorável e desfavorável, p. 4

e-Manual Premium
Vídeo (Apresentação de pontos de vista)

38
Págs. 172-173
Pré-leitura | Oralidade
MC O5
1.6. Fazer deduções.
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].

1.1. CD Áudio – Faixa 25

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 350

1. d; 2. c; 3. b.

2.a. CD Áudio – Faixa 26

Leitura (pág. 173)


MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de […] expressões ou fraseologias desconhecidas […].

MC EL5
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
22.2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.

1.1. Os portugueses.
1.2. Povo sonhador, aventureiro, lutador, triste.
2. a. O país localiza-se junto ao mar.; b. A gastronomia é de excelente qualidade.; c. Portugal tem um passado glorioso, com feitos grandiosos como os Des-
cobrimentos.

Gramática
MC G5
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente,
pretérito perfeito, pretérito imperfeito […]) […].
26.2. Identificar e organizar famílias de palavras.
1. Mar (v. 1) e mareantes (v. 5).
1.1. Sugestão de resposta: maresia, marinheiro, marítimo, maré.
2.1. a. presente do indicativo; b. pretérito perfeito do indicativo; c. pretérito imperfeito do indicativo; d. presente do indicativo.
2.2. a. ser – 2.ª conjugação; b. descobrir – 3.ª conjugação; c. faltar – 1.ª conjugação; d. baixar – 1.ª conjugação.
2.3. b.; c.; d.

Escrita
MC EL5
22.2. […] memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.
22.6. Compor textos […] para expressar sensibilidade e imaginação.
1. Resposta pessoal.

101 Desafios Rápidos


Desafio 77, p. 24
Desafio 86, p. 27

Págs. 174-176
Pré-leitura
MC LE5
8.2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira.

1.1. Sugestão de resposta: Os títulos e as ilustrações remetem para a imaginação, porque aludem a situações irreais, fantasiosas.

Leitura (pág. 175)


MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de […] expressões ou fraseologias desconhecidas […].
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1.1. O sujeito poético pretende realçar que “as coisas melhores” se relacionam com atividades que apelam à imaginação. Essa ideia é reforçada pelo facto de o
sujeito poético apresentar exemplos que incluem a palavra “ar”.

1.2. a. Estar distraído.; b. Falar sem conhecimento sobre o assunto.; c. Criar ilusões, idealizar projetos que podem não ser concretizados.
1.3.1. Sugestão de resposta: “Olhar” designa o ato de apreender algo pela visão e “ver” contém a ideia de ver com atenção, com intenção, observar.
1.4.1. Sugestão de resposta: O objetivo é reforçar a ideia principal do poema: tudo o que há de melhor é acessível através da nossa imaginação.

39
2.1. Sugestão de resposta: livre; alegre.
2.2. “que canta onde lhe apeteça” (v. 4); “que voa até na prisão” (v. 10).
2.3. O pássaro simboliza a nossa imaginação. Ele pode tornar-nos mais felizes, porque nos permite “voar” para qualquer sítio e em qualquer situação, mesmo porque
nos faz companhia quando os amigos se vão, impedindo que nos sintamos sós.
2.4. O poema é composto por cinco quadras.

101 Desafios Rápidos


Desafio 89, p. 28

Gramática
MC G5
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente
[…]).

1.1. Exemplos de palavras: a. imaginação, até, prisão; b. canta, tudo, nada, boca, fechada; c. pássaro.
2.1. Presente.
2.2. e 2.2.1. canto, cantas, canta, cantamos, cantais, cantam; voo, voas, voa, voamos, voais, voam; fico, ficas, fica, ficamos, ficais, ficam.
2.2.2. (a) presente; (b) primeira; (c) -a, (d) -amos, (e) -ais; (f) -am.

Escrita
MC LE5
17.1. Escrever textos com a tomada de uma posição e apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma conclusão coerente.
MC EL5
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

1.1. Imagem A: a. À esquerda vemos um conjunto de meninos desiludidos por não lhes terem sido deixados presentes de Natal na meia. À direita aparecem mais
divertidos, uma vez que, através da imaginação, criaram uma peça de teatro com a meia. Imagem B: Vemos, do lado esquerdo, um menino que se encontra numa
casa e observa atentamente uma fissura na parede; à direita, o mesmo rapaz está a pintar uma árvore em torno da fissura que é integrada na imagem. O menino
apresenta um ar satisfeito, dado que embelezou a parede degradada. b. Tanto os poemas como os cartoons remetem para o papel da imaginação na felicidade do
ser humano.
1.2. Resposta pessoal.

Págs. 177-178
Pré-leitura
MC EL5
22.4. […] fazer a leitura autónoma de obras […].

1.1. É uma obra de poesia.


1.2. Crianças do 5.º ano.
2. a. duas; b. O Pássaro da Cabeça; c. dez; d. “Mais versos”; e. três.

PowerPoint®
Manuel António Pina – notas biográficas

Leitura
MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso.
20.4. Identificar temas dominantes do texto poético.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos […].

1. Nunca ter saído da barriga da mãe. Para além de ser divertido, pode ver a mãe através de uma perspetiva única.
2. des- (prefixo de negação), nascer (radical).
2.1. Não nascer, isto é, voltar a estar na barriga da mãe.
3. a.
4.1. Ana – pensativo (vv. 9-10), vagaroso (vv. 1-2, 21); Sara – rápido (vv. 4, 8), participativo (vv. 13-20, 24).

5.1. CD Áudio – Faixa 27

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 350
[Sugere-se que os alunos atentem primeiro nas pausas e, aquando de uma segunda audição, marquem as palavras a que se dá destaque.]

6. O facto de existirem coisas que ele desconhece.


7. Reforçar a quantidade de realidades que o sujeito poético desconhece.
8. Através da imaginação.
9. e 9.1. “imaginar” – supor, “aprisionar” – prender, “libertar” – desprender, “voar” – partir, “cantar” – entoar.
9.2.1. Resposta pessoal. [Espera-se que os alunos concluam que a musicalidade do poema resulta da utilização insistente de verbos e outros vocábulos terminados
em -ar.]

40
10. c. e d.
11. a. “tudo o que existe foi feito / e, antes de ser feito, desfeito” (“Não desfazendo”, vv. 7-8); b. “Oh, que é feito do tempo da brincadeira / em que não havia nada que
fazer?” (“Não desfazendo”, vv. 24-25); c. “o amor que há, a esperança que há, / que ficaram mais pequenos.”, vv. 7-8; “quando o amor e o resto estão tão distantes / que
nem vemos como estão distantes.”, vv. 15-16 (“A canção dos adultos”).
12. a. “Gigões & anantes”; b. “Para baixo e para cima” (ex.: v. 3), “Versos à Ana…” (ex.: v. 3); c. “Versos à Ana…” (ex.: v. 23); d. “Versos à Ana…”.

Pós-leitura
MC LE5
10.2. Exprimir uma breve opinião crítica a respeito de um texto e compará-lo com outros já lidos ou conhecidos.
MC EL5
22.2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados.

1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha de verificação da leitura - O Pássaro da Cabeça, p. 299
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura in­tegral – O Pássaro da Cabeça, p. 312

101 Desafios Rápidos


Desafio 100, p. 31

Págs. 180-181
Leitura
1. A praia.
1.1. “olho vivo, a cada instante” (v. 2); “solteiro e bom rapaz” (v. 12)
1.1.1. Resposta pessoal.
2. trás-trás (v. 10).
2.1. A onomatopeia reproduz o som da máquina fotográfica e confere musicalidade ao texto.
3. Atualmente, não é normal encontrar-se fotógrafos na rua.
4. O poema é constituído por quadras.
5. O sétimo verso tem nove sílabas métricas e o oitavo seis.
6. a.

Gramática
1. Sugestão de resposta: passar, passageiro, passadeira, passagem.
2. a. a mais escura. b. escuríssima.
2.1. clara.
3. O fotógrafo – sujeito simples; tira fotografias aos passantes – predicado; fotografias – complemento direto; aos passantes – complemento indireto.
3.1. O fotógrafo tira-as aos passantes.
3.1.1. O fotógrafo não as tira aos passantes.

Dossiê do Professor
Teste de avaliação – Unidade 4, p. 178
Teste de avaliação adaptado – Unidade 4, p. 215
(com sugestões de resolução e grelhas de correção)

Pág. 183
Poderá ser interessante solicitar aos alunos que identifiquem os diferentes intervenientes associados a uma peça de teatro, nomeadamente os atores, o encenador, o
público, o técnico de som e de luzes.
Será igualmente pertinente sugerir aos alunos que identifiquem a época da representação e pedir-lhes que justifiquem a sua resposta.
Sugere-se ainda que, como atividade lúdica, os alunos identifiquem a personagem-intruso, o mecânico.

Págs. 184-187
Pré-leitura
MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de […] expressões ou fraseologias desconhecidas […].
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular, e adaptações de clássicos.

1. (a) atores; (b) teatro; (c) ações; (d) personagens; (e) espaço; (f) tempo; (g) diálogos; (h) palco.
2. Homem a comer pipocas; mulher a falar ao telemóvel; duas pessoas a conversar; homem com vuvuzela; rapariga e rapaz a tirarem fotografias.
3. Esta expressão é utilizada quando se está a negociar algo. É usada pelo vendedor que pretende pressionar o cliente, ao dizer-lhe que se trata da última oportu-
nidade para efetuar a compra. Também se usa noutros contextos, quando se quer pressionar alguém a agir rapidamente.

3.1. CD Áudio – Faixa 28


Existem duas personagens que tentam fazer negócio: um músico que quer vender um violino e o lojista que não se mostra muito interessado em adquiri-lo. O lojista
usa essa expressão para mostrar que não está disposto a pagar muito dinheiro pelo artigo que Galopim pretende vender.

41
101 Desafios Rápidos
Desafio 92, p. 28

Leitura
MC LE5
8.1. Identificar pelo contexto o sentido de […] expressões ou fraseologias desconhecidas […].
MC EL5
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.

1. Galopim é um músico que recorre aos serviços do lojista. É uma relação de negociante-cliente.
1.1. As personagens discutem o valor a pagar por alguns pertences do músico, entre eles o seu violino e a sua casaca.
1.2. “Nem mais uma moeda. É pegar ou largar.” (l. 8); “Está tudo dito.” (l. 10).
2. Está desempregado e precisa de dinheiro para comer.
2.1. e 2.1.1. b. (“violinos iguais a esse ou bem melhores tenho para cima de uma centena, no armazém”, ll. 13-14); d. (“ninguém compra”, l. 15).
2.2. Galopim sente-se triste, pois não lhe foi dado um valor justo pelos seus objetos tão estimados.
2.3. O músico, primeiro, recusa vender os seus pertences perante os baixos valores oferecidos pelo lojista, mas, por necessidade, cede e, no fim, fica triste e desen-
corajado.
3. a. O arco do violino e a caixa fazem parte do conjunto.; b. tudo desorganizado, em confusão.
4.1. a. “(Hesita […])” (l. 25), “(lamentando-se)” (l. 38); b. “(dirigindo-se aos rapazes)” (l. 11), “(Despe a casaca.)” (ll. 18-19).
4.2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Ficha 5 – Texto dramático, p. 275
Outros textos – Texto dramático, p. 330

Caderno de Atividades
Ficha 5 – Texto dramático, p. 37

Gramática
MC G5
23.1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos constitutivos (radical e afixos).
23.2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente,
pretérito perfeito [...]) [...].
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [advérbio de negação, pronome pessoal, verbo, preposição].
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas.
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] complemento direto […].

1.1. Não compro casaca sem calças.


1.1.1. Não – advérbio de negação; compro – forma do verbo “comprar”, na 1.ª pessoa do singular do presente do indicativo; Casaca – nome comum; sem – prepo-
sição simples; calças – nome comum.
1.1.2. Não a compro sem calças.
2. a. absolut(a) – radical, mente – sufixo; b. in – prefixo, acredit(a) – radical, -vel – sufixo; c. des – prefixo, empreg(o) – radical.
2.1. a.

Oralidade
MC O5
4.1. Construir uma argumentação simples ([…] breve exposição de razões para uma opinião ou atitude).

1.1. Resposta pessoal.

Pág. 188
Oficina de Escrita
MC O5
1.1. Indicar a intenção do locutor.
1.3. Explicitar o assunto.
1.5. Distinguir facto de opinião.
1.8. Reformular enunciados ouvidos com recurso […] à paráfrase.

1. Vídeo – Excerto da reportagem “Dá-me música”, da TVI24.


Dossiê do Professor
Transcrições, p. 351
a. dança; (leitura de/criação de ritmos com) lengalengas, poesia, histórias, canções; exploração livre de instrumentos; b. desenvolvimento emocional e intelectual;
facilidade de aprendizagem em idades mais novas; c. Como linguagem universal, a música aproxima as diferentes culturas.

42
1.1. b.
1.2. Na reportagem, fala-se sobre os efeitos da música no desenvolvimento das crianças e as vantagens da sua aprendizagem durante a infância.

MC LE5
13.6. Utilizar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado.
13.7. Cuidar da apresentação final do texto.
15.1. Escrever pequenos textos com uma introdução ao tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em parágrafos; e uma conclusão.
19.1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.
19.7. Verificar a correção linguística.

2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 246
Ficha 11 – Texto expositivo, p. 269

Caderno de Atividades
Ficha 12 – Texto expositivo, p. 24

Págs. 189-191
Pré-leitura
MC LE5
5.2. Ler um texto com articulação e entoação corretas [...].
13.5. Construir dispositivos de encadeamento (crono)lógico, de retoma e de substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido (repetições; subs-
tituições por sinónimos, por expressões equivalentes e por pronomes pessoais […]).
19.5. Verificar se há repetições que possam ser evitadas.
19.6. Corrigir o que se revelar necessário, substituindo o que estiver incorreto.

1.2. Texto original: Enquanto a cidade dorme, Rui e Ana recebem a visita do anão Martim […]. Vem do outro lado do mundo, onde vivem as criaturas maravilhosas
que os homens expulsaram da Terra, e tem uma missão a cumprir: guiar os dois jovens para o Outro Lado, onde devem assinar o Tratado da Lembrança. É sempre
assim, de cem em cem anos. À noite. Quem sabe abrir os portões da noite, encontra a outra metade, desconhecida, da vida: surpresas sem fim, claros mistérios,
sustos medonhos.
1.2.1. A obra aborda um tema fantástico, uma vez que se refere o “outro lado do mundo” e se fala em “criaturas maravilhosas”.

Leitura (pág. 191)


MC LE5
9.2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto.
MC EL5
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder de forma completa a questões sobre os textos.
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1. c.; e.; a.; b.; f.; d.


2. A ação decorre no meio de uma rua, junto de um buraco negro que serve para pescar.
3.1. Depois de ter pescado vários livros, o anão compreende o desinteresse dos outros por aquele buraco negro, o que demonstra que, no Outro Lado, os livros não
são importantes.
3.2. Resposta pessoal.
4. Resposta pessoal.

Gramática
MC G5
23.2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior (retoma) [nome, adjetivo, verbo, determinante, preposição, advérbio, pronome pessoal].
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: […] b) advérbio […].

1. (a) Rui, buraco, pescador; (b) negro; (c) aproxima-se; (d) o (em do – contração da preposição de com o determinante artigo definido masculino o); (e) de (em do –
contração da preposição de com o determinante artigo definido masculino o).
2. ainda – advérbio de tempo; não – advérbio de negação.

Escrita
MC LE5
18.2. Escrever convites.

1.1. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Teste de compreensão do oral – Unidade 5, p. 235

43
Caderno de Atividades
Ficha 13 – Convite, p. 27

101 Desafios Rápidos


Desafio 94, p. 29

Pág. 192
Oficina de Oralidade
MC O5
2.2. Tomar notas.
3.6. Respeitar princípios reguladores da interação discursiva, na produção de enunciados de resposta e na colocação de perguntas.
3.7. Usar um vocabulário adequado ao assunto.

 CD Áudio – Faixa 29

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 351

As regras desrespeitadas são: a., e., f..


2. Resposta pessoal.

Dossiê do Professor
Grelha de avaliação, p. 253

Págs. 193-196
Pré-leitura
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens […].
20.7. Fazer inferências.

1.1. Na imagem, vemos uma sala com um trono decorada de forma exuberante. Existem ainda três figuras: um homem sentado no trono com uma coroa, que será
o rei, uma mulher e um homem, ambos bem vestidos.
1.2. A ação decorre num castelo. [Espera-se que os alunos identifiquem o rei, deduzam que o marechal é um subordinado e apontem a possibilidade de a mulher ser
a esposa do rei.]

CD Áudio – Faixa 30
2. Resposta pessoal.

101 Desafios Rápidos


Desafio 93, p. 29

Leitura
MC LE5
7.1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais (de parágrafos ou secções), formular questões intermédias e enunciar expectativas e direções
possíveis.
MC EL5
20.6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
1.1. “Mademoiselle, não se meta nos assuntos do Estado, contratei-a apenas para educar a minha filha.” (ll. 26-27); “Por amor de Deus, não pense isso deste seu
humilde servidor, Majestade.” (ll. 45-46).
1.2. É conflituoso, pois há uma troca de palavras desagradáveis entre os dois.
2. As personagens falam sobre a dificuldade de encontrar um príncipe com quem a princesa Beatriz aceite casar-se.
2.1. Já houve seis jantares de noivado e a princesa continua sem noivo.
2.2. O Marechal tem uma perspetiva prática, pois salienta as implicações económicas do problema. A Marquesa de Fanfaronnade parece ter uma visão mais ro-
mântica, contrariando a posição do Marechal. O Rei é sensível à necessidade de escolher um pretendente que seja rico e prestigiado, mas mostra-se impaciente
com a indefinição da situação.
4. A. b. B. a.
5. Resposta pessoal.
6. 1. b.; 2. e.; 3. d.; 4. c.; 5. a., d., e.

Gramática (pág. 196)


MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: […] b) formas não finitas – […] parti-
cípio.
1.1. a. Os reis têm andado preocupados. b. As princesas já tinham rejeitado muitos pretendentes. As formas verbais que não se alteraram foram “andado” e “rejeitado”.
1.1.1. São verbos principais.

e-Manual Premium
Guião de apresentação oral

44
Caderno de Atividades
Ficha 19 – Infinitivo impessoal e particípio, p. 61
101 Desafios Rápidos
Desafio 95, p. 29

PowerPoint®
Particípio passado
e-Manual Premium
Animação (Particípio passado e infinitivo)

Pós-leitura
MC O5
2.2. Tomar notas.
MC EL5
20.1. Ler e ouvir ler […] adaptações de clássicos.
21.1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes.

Vídeo – Excerto da peça teatral Cinderela.

Dossiê do Professor
Transcrições, p. 352
a. Personagens: rapaz que anuncia o baile; Cinderela; a madrasta da Cinderela e as suas duas filhas; a fada-madrinha; o lobo mau. Número de atores: três.
b. O lobo mau. c. A Cinderela é conduzida ao baile num carro de corrida e não num coche; utilização de um registo de linguagem informal (ex.: altamente).
1.1. Em ambos há um membro da corte à procura de um noivo/a.

Oralidade
MC O5
2.3. Pedir informações ou explicações complementares.
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema, com recurso eventual a tecnologias de informação.
3.5. Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas.
MC EL5
22.4. Selecionar e fazer a leitura autónoma de obras, por iniciativa própria.

Págs. 197-198
Pré-leitura
MC EL5
20.1. Ler […] textos da literatura para crianças e jovens […].
22.4. […] fazer a leitura autónoma de obras […].

1.1. A ilustração da capa sugere tratar-se de uma obra dramática, uma vez que quatro figuras humanas surgem penduradas nos dedos de uma mão, como se
fossem marionetas. Os olhos fechados e a posição dos braços e das pernas confirmam essa suposição.

PowerPoint®
Ilse Losa – notas biográficas

Leitura
MC LE5
7.1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais […], formular questões intermédias […].
10.1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens […].
MC EL5
20.6. Compreender relações en­tre personagens e entre acontecimentos.
20.7. Fazer inferências.
20.10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos.
22.3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário.

1. Os criados conversam sobre a princesa e a dificuldade de conseguir encontrar um marido em virtude da sua exigência.
2.1. Controlar o trabalho dos outros empregados, organizar jantares reais, procurar pretendentes para a princesa.
3.1. Enquanto a Mademoiselle defende o comportamento da princesa, pois, segundo ela, o príncipe tem de ser especial, o Marechal da Corte mostra-se impaciente
com a atitude mimada da futura rainha.
4.1. a.; d.; f.
4.2. O Rei decide castigar a princesa, caso ela não aceite um dos pretendentes que se apresentam no palácio naquele dia.
5.1. A princesa assume uma atitude trocista, dirigindo-se aos príncipes de modo impertinente.
5.2.1. (a) Ali-Gato; (b) Príncipe da Torre do Bacalhau; (c) alto e magro; (d) Príncipe Partuk; (e) Príncipe Pudim de Morangos; (f) rechonchudo e corado; (g) Príncipe
Austero de Mailândia; (h) Príncipe Nabo da Nabolândia; (i) queixo comprido.
6. A princesa está sentada em frente de uma casa pobre. Embora use o mesmo vestido do ato anterior, o mesmo tem mau aspeto. Tem também um avental.
6.1. Como a princesa foi caprichosa e mal-educada com os pretendentes, estes sentiram-se ofendidos e abandonaram o castelo. O pai, farto do comportamento da
filha, deu a sua mão a um músico, cumprindo a ameaça proferida no final do primeiro ato. Agora, a princesa vive na casa de António e realiza todas as tarefas domés-
ticas.
7.1. Um rapaz, uma rapariga e o Bobo ridicularizam a princesa, por julgarem que ela lhes mente, quando fala sobre o seu passado.

45
8.1. Significado 1.
9. Resposta pessoal.
10. (a) castelo do príncipe Austero de Mailândia; (b) meio ano; (c) noiva; (d) ajudante de cozinheira; (e) bobo; (f) marido; (g) músico António; (h) o príncipe Austero; (i)
regresse; (j) a princesa Beatriz como sua mulher.

Pós-leitura
1.1. a. e b.
Dossiê do Professor
Ficha de verificação da leitura – O Príncipe Nabo, p. 300
Ficha gramatical em articulação com a obra de leitura integral – O Príncipe Nabo, p. 314

Pág. 201
Leitura
1. São amigos ou namorados, sendo que o rapaz está apaixonado por ela. A rapariga parece gostar igualmente do rapaz (“(Atrapalhada)”, l. 15).
2.1. Ele parece ser mais viajado, uma vez que conhece a realidade de outros países (ll. 3-6), enquanto a rapariga prefere estar no local onde vive (“Gosto de estar
num lugar certo”, l. 21)
3. Ele convida a rapariga a viajar com ele pelo mundo. Ela rejeita o seu convite (“Mas eu tenho uma casa…”, l. 21).
3.1. Dizendo que lhe vai construir uma casinha.
4. a. “(Pega-lhe na mão)” (l. 1); b. “(Atrapalhada)” (l. 15), “(Incrédula)” (l. 28).

Gramática
1. nos (l. 5) – preposição contraída (em + os); não (l. 7) – advérbio de negação; certo (l. 21) – adjetivo qualificativo; casinha (ll. 22-23) – nome comum.
2.1. O pronome substitui o nome “mundo”.
3. medonho: radical – med, sufixo – -onho; mundial: radical – mund, sufixo – -ial.
3.1. medo; mundo.
4. a. mudou (l. 6); b. Gostava (l. 1)
4.1. mudado; gostado.

Dossiê do Professor
Teste de avaliação – Unidade 5, p. 184
Teste de avaliação adaptado – Unidade 5, p. 222
(com sugestões de resolução e grelhas de correção)

Pág. 205
Agora eu
1. bens; café; caixa; pão; planta; pote; tranquilo
1.1. pão; bens
2. a. – Senhor doutor, posso entrar?; b. A primavera é a minha estação do ano preferida.; c. Em abril águas mil.; d. – Não sabes o que é o CJI? É o clube de jovens in-
vestigadores.; e. A sede do clube é na rua (ou Rua) Francisco Sanches.

Pág. 206
Agora eu
1. Monossílabos – pá, par;
Dissílabos – feliz, obter;
Trissílabos – abdicar, plumagem;
Polissílabos – interpretar, compreensão.
2. a. casa (grave entre agudas); b. café (aguda entre graves); c. futuro (grave entre esdrúxulas).

Pág. 208
Agora eu
1.1. centímetros (l. 2); três (l. 3); é (l. 4); águas (l. 8); à (l. 9); é (l. 9); já (l. 10); pé (l. 11).
1.2. jun-to; bar-ba-ta-na; es-pi-nhos; fa-mo-sas; pre-sas; fo-rem; pei-xe-a-ra-nha.

Pág. 209
MC G5
23.1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos constitutivos (radical e afixos).
23. 2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação).

Pág. 210
MC G5
26.1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: sinonímia e antonímia.
26.2. Identificar e organizar famílias de palavras.

46
Agora eu
1. pedreiro, papelada, folhagem, escolar, invernoso.
2. inútil; irresponsável; desocupar; impossível; ilegítimo; destapar.
3. cidade, cidadão, cidadania, citadino, cidadela.
3.1. cidadão – habitante; citadino – urbano; localidade – povoação – vila – cidade.
4. 1. d.; 2. a.; 3. e.; 4. f.; 5. c; 6. b.
5. estudante; estudioso; estudar; estudantil; estudantada.

Pág. 211
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [nome] (retoma).

Pág. 213
Agora eu
1.1. Organização Mundial de Saúde – nome próprio; ingestão – nome comum; miligramas – nome comum; ferro – nome comum; dia – nome comum.
1.2. preguinhos; pedacinhos; porçãozinha; particulazinhas.
1.3. (a) pitadas; (b) porções; (c) ímanes; (d) metais; (e) parafuso; (f) cereal; (g) fabricante; (h) pedaço.
2. a. alfarroba (nome no grau normal entre nomes no grau aumentativo); b. fita (nome no grau normal entre nomes no grau diminutivo); c. patrão (nome que varia em gé-
nero entre nomes que não apresentam variação em género); d. gato (nome que segue a regra geral na variação em género entre nomes que têm formas diferentes para o
feminino e masculino).
3.1. a. As lavradoras/lavradeiras colhem os grãos de cereais duas/várias vezes por ano.b. Umas estudantes desempenharam os papéis de imperatrizes. c. As
cidadãs acederam aos portais das finanças. d. As heroínas das histórias eram as poetisas.
4. a. claque; b. orquestra; c. arquipélago; d. girândola.

Pág. 214
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [determinante] (retoma).

Pág. 215
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [pronome] (retoma).
25.1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas.

Pág. 217
Agora eu
1. O anão estava totalmente fascinado pela Infanta. Ele não conseguia desviar o seu olhar e parecia dançar apenas para ela. No final da atuação, a Infanta retirou a
rosa branca que tinha no cabelo […] e, por brincadeira, atirou-lha com o seu sorriso mais doce. Ele apanhou a flor do chão e levou-a do chão à boca. Beijou-a com
os seus lábios ásperos e carnudos e encostou a mão ao seu coração, ajoelhando-se diante dela.
2.1. e 2.1.1. a. esta (determinante demonstrativo); b. meus; minhas (determinantes possessivos).
2.1.2. (a) o, a; (b) uma; (c) Ele, eu; (d) -o, -a; (e) -lha.
2.1.3. lhe + a [a Infanta; uma das minhas melhores flores].
3. a. lhe – pronome pessoal; b. minha – pronome possessivo; esta – pronome demonstrativo.
3.1. a. O anão não lhe devolveu aquela flor.

Pág. 218
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [quantificador] (retoma).

Agora eu
1.1. a. espectadores; b. entradas.
1.2. a. 923 916, três, 928 mil, 832 mil, 600 mil ; b. metade.
1.3. dois terços

Pág. 219
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [adjetivo] (retoma).

Pág. 220
Agora eu
1.1. a. cão; b. cão; c. gravata; d. orelhas; e. rabo.

47
1.2. a. cão muito estafado; b. cão estafadíssimo.
1.3. cão de rabo pendente, / cão de olhos engomados, / de remexida gravata ausente.
1.3.1. Têm uma única forma para o masculino e feminino.
2. Exemplos de frases: a. Os cães da raça Chihuahua são os mais pequenos que eu já vi.; b. O macaco é mais brincalhão do que a jiboia.; c. O cão é um animal inteli-
gentíssimo.

Pág. 221
MC G5
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a) formas finitas – indicativo (presente,
pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito composto e futuro) e imperativo […].

Pág. 222
MC G5
23.3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares.
23.4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: […] b) formas não finitas – infinitivo
(impessoal) e particípio.
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos) […].

Pág. 224
Agora eu
1.1. e 1.2. gabava – indicativo, pretérito imperfeito, 1.ª pessoa, singular, gabar, 1.ª conjugação; deriva – indicativo, presente, 3.ª pessoa, singular, derivar, 1.ª conju-
gação; fica – indicativo, presente, 3.ª pessoa, singular, ficar, 1.ª conjugação; estudaste – indicativo, pretérito perfeito, 2.ª pessoa, singular, estudar, 1.ª conjugação.
2. a. viajarei; b. tinha estudado (estudar); c. comiam; d. ouço; e. ouve; f. demos.
2.1. verbo principal – estudado; verbo auxiliar – tinha.
2.2. Não, é irregular, porque o radical do verbo sofre alterações.
3. 1. farás; 2. caibo; 3. tiveram; 4. obtiveram; 5. dizíamos; 6. puderam; 7. trouxemos.

Pág. 225
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [advérbio de negação, de afirmação, de quantidade e grau] (retoma).
24.2. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: […] b) advérbio: de modo, de tempo e de lugar; interrogativo.

Agora eu
1. a. bastante – advérbio de quantidade e grau; b. Amanhã – advérbio de tempo; c. Sim – advérbio de afirmação; d. acima – advérbio de lugar; e. Não – advérbio de
negação; f. demasiado – advérbio de quantidade e grau.
2. a. Onde; b. Como; c. Quando; d. Porque.

Pág. 226
MC G5
24.1. Reconhecer as classes de palavras estudadas no ciclo anterior [preposição] (retoma).

Agora eu
1. (a) numa; (b) de; (c) à; (d) por; (e) no; (f) na; (g) das; (h) a; (i) por.

Pág. 227
Agora eu
1. e 1.1. contente – prefixação; fazer – prefixação; feliz – sufixação; café – sufixação; pata – sufixação; possível – prefixação.
2. a. entusiasmado (adjetivo entre nomes); b. quatro (quantificador entre advérbios); c. o (artigo entre preposições); d. cor (nome entre verbos).
2.1. Exemplo de frase: A Joana está entusiasmadíssima com o livro da Luísa Ducla Soares.
3. e 3.1. a. Este – pronome demonstrativo; teu – determinante possessivo; meu – pronome possessivo; b. Aquela – determinante demonstrativo.
4. (a) à; (b) sem; (c) para; (d) desta; (e) àquela.
5. a. trá-lo; b. devolveu-lhe; c. fazê-los.
5.1. Não os vou fazer logo que chegue.
6. a. Modo: Imperativo; Pessoa: 2.ª pessoa; Número: singular; b. Modo: indicativo; Tempo: pretérito mais-que-perfeito composto, Pessoa: 3.ª pessoa Número:
plural; c. Modo: indicativo, Tempo: presente; Pessoa: 3.ª pessoa; Número: singular; d. Modo: indicativo; Tempo: pretérito imperfeito, Pessoa: 3.ª pessoa; Número:
singular; e. Modo: indicativo; Tempo: futuro; Pessoa: 1.ª pessoa; Número: plural.
6.1. b. tinham requisitado; verbo principal: requisitado; verbo auxiliar: tinham.

Dossiê do Professor
Ficha 1 – Classes de palavras, p. 276

48
Pág. 229
Agora eu
1. a. – Ufa! – exclamou o Daniel.; b. É espantoso como resolveste o problema tão depressa!; c. Para acederes à tua área, faz isto: clica no ícone azul, espera pela caixa
de autenticação, introduz os teus dados e clica em “Entrar”.; d. Despacha-te!; e. Nas férias, fui para a praia. E tu, onde foste?
1.1. b. frase exclamativa; d. fra­­se imperativa.
2. a. Pedro, queres vir ao cinema?; b. Não, a Ana não está na sala.

Pág. 230
Agora eu
1. discurso direto – a., c., d.; discurso indireto – b., e.
2. a. murmurou; b. afirmou, acrescentou; c. indagou; d. retorquiu.

Pág. 231
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (sim­ples e composto), […].

Pág. 232
MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] predicado […].

Agora eu
1. a. a Mariana e as amigas; b. O comboio das onze; c. Os relatórios da visita; d. os meus pais e eu; e. as pessoas; f. Eles.
2. e 2.1. a. tu – sujeito simples; b. O Rui e eu – sujeito composto; c. Tu e a Rita – sujeito composto / Eles - sujeito simples; d. A televisão – sujeito simples; e. Tu e a
Rita – sujeito composto / Eles – sujeito simples.
2.2. b. Nós; c. e e. Vocês.

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MC G5
25.2 Identificar as seguintes funções sintáticas: […] complemento direto […].

Agora eu
1. a. saíram; b. No último aniversário do Rui, ofereci-lhe um livro; c. foram requisitados; d. foram jogar futebol; e. telefonou à mãe; f. temos aula de xadrez amanhã.
2. Exemplos: a. estudaram; b. comprámos o livro; c. chegaram hoje.

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MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] complemento indireto.

Agora eu
1. Exemplos: a. um CD; b. a música; c. um poema; d. o concerto; e. o texto dramático.
2. d. uma colega de turma; e. bons resultados; f. a bola.
2.1. d. A Ana cumprimentou-a.; e. Os alunos obtiveram-nos.; f. O Ricardo trá-la.
3. um dragão; uma princesa; uma arca cheia de moedas de ouro.

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MC G5
25.2. Identificar as seguintes funções sintáticas: […] vocativo […].

Agora eu (Complemento indireto)


1. a. ao Rui; b. à Raquel; c. à Mariana; d. à dona; e. aos visitantes.
1.1. a. A Eva entregou-lhe o lápis.; e. A rececionista mostrou-lhes os quadros interativos.
2. complemento direto: b. , c. e e.; complemento indireto: a. e d.

Agora eu (Vocativo)
1. a. Rita; b. António; c. Vítor; d. Sr. José; e. Meu caro senhor; f. Luís.
2. sujeito: b. e c.; vocativo: a. e d.

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Agora eu
1. O Daniel perguntou:
– Já te inscreveste no clube de guitarra?
– Não – disse a Rita. – As inscrições ainda não estão abertas.

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2. a. 3; b. 5: c. 2; d. 1; e. 4.
2.1. a. sujeito composto; d. sujeito simples; e. sujeito simples.
3. a. O meu pai chegou cedo.; b. A Patrícia comprou um cubo mágico.; c. O João corre todas as manhãs.; d. A Daniela leu a revista numa hora.; e. Os alunos cum-
primentaram os funcionários.; f. O bebé adormece facilmente.
3.1. b.; d.; e.
4. a. A Sofia ofereceu-lhe um bilhete para os Deolinda.; b. Não as encontramos.; c. Os alunos colocaram-nas ao apresentador.; d. Fá-la em cinco minutos, por favor.;
e. Dei-lhe as senhas da cantina.
4.1. complemento direto: b.; c.; d.; complemento indireto: a.; e.
5. a. vocativo; b. sujeito simples; c. complemento indireto; d. sujeito simples; e. vocativo.

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MC LE5
6.1. Ler textos narrativos […].
14.1. Escrever pequenos textos, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê e respeitando uma sequência que contemple: apresentação
do cenário (tempo e lugar) e das personagens; acontecimento desencadeador da ação; ação; conclusão; emoções ou sentimentos provocados pelo desfecho da
narrativa.
20.5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias); narrador; contextos temporal e espacial, ação
(situação inicial, desenvolvimento da ação – peripécias, problemas e sua resolução).

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MC EL5
20.9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula e lenda.

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MC EL5
20.2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (rimado e livre).
20.3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso.

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MC LE5
6.1. Ler textos […] descritivos […].
16.1. Escrever descrições de pessoas, objetos ou paisagens, referindo características essenciais e encadeando logicamente os elementos selecionados.

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MC LE5
6.1. Ler […] retrato […].

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MC LE5
6.1. Ler textos […] de enciclopédia e de dicionário […].

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MC LE5
15.1. Escrever pequenos textos com uma introdução ao tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em parágrafos; e uma conclusão.

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MC LE5
6.1. Ler […] cartas.
18.1. Escrever […] cartas.
18.2. Escrever convites.

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MC LE5
6.1. Ler […] notícias […].

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MC LE5
6.1. Ler […] entrevistas […].
18.1. Escrever guiões de entrevista […].

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MC LE5
6.1. Ler […] texto publicitário […].

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MC LE5
6.2. Ler roteiros […].

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MC LE5
17.1. Escrever textos com a tomada de uma posição e apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma conclusão coerente.

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MC EL5
20.8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários (linguagem figurada; recursos expressivos – onomatopeia, enumeração, personifi-
cação, comparação) […].

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MC LE5
12.1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente.
13.1. Respeitar as regras de ortografia e de acentuação.
13.2. Aplicar regras de uso de sinais de pontuação para representar tipos de frase e movimentos sintáticos básicos (enumeração, delimitação do vocativo, en-
caixe, separação de orações).
13.3. Utilizar e marcar adequadamente parágrafos.
13.4. Controlar estruturas gramaticais correntes (concordâncias, adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo).
13.5. Construir dispositivos de encadeamento (crono)lógico, de retoma e de substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido (repetições; substi-
tuições por sinónimos, por expressões equivalentes e por pronomes pessoais; referência por possessivos; uso de conectores adequados).
13.6. Utilizar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado.
13.7. Cuidar da apresentação final do texto.
19.1. Verificar se o texto respeita o tema proposto.
19.2. Verificar se o texto obedece à categoria ou ao género indicados.
19.3. Verificar se o texto contém as ideias previstas na planificação.
19.4. Verificar se o texto inclui as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas.
19.5. Verificar se há repetições que possam ser evitadas.
19.6. Corrigir o que se revelar necessário, substituindo o que estiver incorreto.
19.7. Verificar a correção linguística.

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MC O5
3.1. Usar oportunamente a palavra, de modo audível, com boa dicção e olhando para o interlocutor.
3.2. Informar, explicar.
3.3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação.
3.4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema, com recurso eventual a tecnologias de informação.
3.5. Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas.
3.6. Respeitar princípios reguladores da interação discursiva, na produção de enunciados de resposta e na colocação de perguntas.
3.7. Usar um vocabulário adequado ao assunto.
3.8. Controlar estruturas gramaticais correntes (concordâncias, adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo).

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