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1.

        Elementos importantes que me chamaram atenção foram: os formatos de sala


de aula nada convencionais, o trabalho em grupo, o lugar de fala do aluno, a
educação baseada em diálogo.

2.        O documentário nos apresenta formas de educação muito diferentes das que
estamos acostumados, uma educação onde o protagonista é o aluno, onde o
principal compromisso é formar pessoas com pensamento crítico, pessoas que
conhecem desde cedo seu lugar no mundo. Os pilares de sustentação dessa
educação são o diálogo, a quebra de paradigmas, pensar a educação incluindo não
somente a escola como a comunidade e principalmente o aluno e o que é
importante em sua formação.

3.        O que potencializa estes novos formatos é principalmente uma gestão


democrática com professores engajados e comprometidos com a mudança.

4.        Achei o documentário incrível, concordo com as propostas e acredito que


apesar de difícil é sim possível. Para a criança é muito mais tranquilo e natural
quando o processo de aprendizagem leva em consideração o que para ele faz
sentido, e faz todo o sentido aprender brincando, ser parte importante do processo.
Algo incrível no documentário para mim foi a parte onde as crianças não ficam
confinadas em uma peça o dia inteiro, é realmente satisfatório.

Olá, Márcia! Que bom saber que gostou do documentário! As reflexões, que você
apresentou, problematizam importantes elementos que compõem outras possibilidades
de vir-a-ser de nossas escolas e que indicam um horizonte formativo mais humanizador.
Seguimos em diálogo!

O documentário busca mostrar a autonomia da criança, procurando formas de


estudos que sejam prazerosas e lúdicas. A criança aprende na prática e também se
sente mais livre, não vendo a escola como um local que deve ir por obrigação. O
vídeo "Quando sinto que já sei". Nós desperta para um projeto de educação
progressiva e globalizada, pois vemos com clareza que os alunos, professores e até
mesmo funcionários  necessitam urgentemente de mudanças revolucionárias que
ultrapassam os muros das escolas.  Os pilares são a  transferência de conhecimento, 
criar o momento e desafios e  construção do mesmo. Antes existia uma barreira
entre o aluno e o professor,  como só ele sabe, faz, pode e tem a capacidade de
transmitir o conhecimento.  Mas hoje o conhecimento é construído
Neste formato de escola o que se destaca é a liberdade que o aluno tem, ele pode
escolher  as atividades de acordo com seu interesse, esse modelo de aprendizagem
tem interesse de atender o aluno como um todo, não apenas a parte cognitiva, mas 
trazendo  para a escola suas vivencias na comunidade e de família, existe entre a
comunidade escolar troca de conhecimento, todos aprendem.

Olá, Milena! Suas reflexões apontam para importantes discussões, que necessitamos
realizar, no âmbito dos diferentes projetos educativos e das possibilidades
formativas que eles indicam. Repensar as perspectivas educacionais, estruturadas
em "modelos bancários" (como diria Freire), é urgente. Neste sentido, o diálogo e a
ideia de que o conhecimento é construído pelos sujeitos (em relação), como bem
menciona você, é também fundamental. Seguimos com nossas reflexões. Fraterno
abraço!

A proposta é a transformação de uma escola que ja não atende as necessidades do


novo aluno para uma escola democrática, onde  a criança é provocada a ir além,
despertando nela o que ela tem de melhor, seu principal objetivo é fazer do
ambiente escolar um lugar de prazeroso.

Destaco nesse modelo o direito que a criança tem de participar , como por exemplo:
O destaque do do trabalho em equipe de uma escola 

chamado de republica, que é importantíssimo para democracia.

coletivamente.

 Olá, Fernanda! Importantes destaques realizados por você ao analisar o documentário!


A autonomia, a relação entre o mundo da escola e o mundo da vida, a participação
democrática das comunidades, a construção do conhecimento em processos coletivos e
críticos são elementos fundamentais na edificação de "outros contextos educativos" que
dialoguem com perspectivas de formação mais humanizadoras. Seguimos em diálogo!
Fraterno

São apresentados espaços formativos que buscam a autonomia da criança, procurando


formas de estudos que sejam prazerosas e lúdicas. A criança aprende na prática e
também se sente mais livre, não vendo a escola como um local que deve ir por
obrigação. Acredito que a escola como um todo seja o pilar que faz o sustento desse
horizonte, pois todos precisam acreditar e engajar naquilo que estão propondo, para que
dê certo.

Olá, Mariana! Importantes destaques em sua postagem. Repensar as propostas


educativas a partir de relações mais autônomas, democráticas, coletivas e que
possibilitem que as diferentes vozes existentes sejam ouvidas torna-se urgente.
Compreender em quais fundamentos se estruturam os projetos político-
pedagógicos permite uma maior compreensão sobre as perspectivas de formação
que estão sendo edificadas nos cotidianos escolares. Agradecemos a partilha de
suas reflexões! Seguimos em diálogo! Fraterno abraço!

Ao dar voz ao aluno na construção de uma proposta, como é feito EMEF Campos
Salles é estabelecida uma relação de proximidade e diálogo entre aluno e professor,
onde conflitos irão surgir, mas terá uma união entre os próprios alunos para buscar a
solução. Pois como é destacado por uma das alunas, as escolhas não são feitas
pensando num bem próprio, mas sim para escola inteira.

Ao dar voz ao aluno na construção de uma proposta, como é feito EMEF Campos Salles
é estabelecida uma relação de proximidade e diálogo entre aluno e professor, onde
conflitos irão surgir, mas terá uma união entre os próprios alunos para buscar a solução.
Pois como é destacado por uma das alunas, as escolhas não são feitas pensando num
bem próprio, mas sim para escola inteira.

Achei o Documetário e as dinâmicas pedagogicas bem interessante, diferente do modelo


parâmetro curricular brasileiro de hoje . Eu falo como funcionaria de escola , atúo ha 7
anos como merendeira em uma escola estadual e participo e conheço as dimâmica atual
da escola em que trabalho, o sistema da educaçao no brasil ainda esta longe de ser
atualizado, não que Diretores  não  queiram é que o sistema público de educaçao ainda
usa os métodos de ensino dos nossos  antepassado, não perceberam que os alunos que
frequentam as escola de hoje, não são, e não pensam como nossos  pais e avôs . De fato
os vários comentário que escutei no video demostram que já esta na hora de nos
modernizarmos de fazer diferente, e nós como estudantes de pedagogia somos o futuro
das novas escola de  amanhã, que possamos usar  estes exemplo e no  futuro poder
executar  com nossos alunos,estamos nos tempos em que tudo gira em torno da
tecnólogia nao estamos mais lá no passado, e precisamos nos atualizar, junto com os
alunos que estão nacendo há nova  geraçao do secúlo xxi ,  professores precisam ter
direito de capacitar-se  para esta nova mudança, e ter direito á mudar a  sua dinâmica de
ensino, assim como o video nos da exemplos, poder  sair da sala de aula, fazer com que
os alunos sejam mais críticos  problematizar mais a educação . Olá, Tania!
Interessantes aspectos destacados por você! As experiências educativas
apresentadas, advindas de diferentes escolas públicas brasileiras, nos permitem
refletir sobre os desafios e as possibilidades na edificação de "outros projetos
escolares". Refletir sobre os diferentes contextos educacionais, compreender que a
escola é uma construção social, histórica e cultural e perceber que a edificação de
propostas político-pedagógicas necessitam surgir de processos coletivos são alguns
dos encaminhamentos que podem contribuir para um outro vir-a-ser da escola
pública enquanto um espaço-tempo mais humanizador. Seguimos em diálogo!
Fraterno abraço!

    As propostas políticas pedagógicas mostradas no vídeo é de uma escola que


valoriza o aprendizado do aluno, antes de chegar á escola; vê o professor como
mediador e condutor do aprendizado do aluno e não como um detentor do
conhecimento; observa a vida do aluno, para que possa extrair meios de
aprendizagem que sejam mais significativos para este, assim distanciando a escola
do sistema burocrático do estado, que mantém até os dias de hoje um modelo
tradicional que não faz nenhum sentido para o aluno dos dias atuais.
     Proporcionar ao aluno um espaço de aprendizagem onde ele há uma relação de
aprendizagem entre professor e aluno, ambos estão construindo conhecimento a
partir do conteúdo trazido pelo aluno, através da sua bagagem cultural e de sua
realidade. O aluno que aprende fazendo,  desenvolve sua autonomia de forma
crítica e reflexiva sem que aja a necessidade da cobrança de um professor, porque
este aluno é estimulado a buscar conhecimento através dos desafios propostos
pelos professores. São estes princípios que constroem espaços de aprendizagem,
onde todo momento e local é construção de conhecimento.

    As práxis pedagógicas apresentadas tratam as crianças como seres construtores


do seu conhecimento, e a relação de ensino-aprendizagem não está pautada na
figura de um professor (a) somente, como se o processo fosse vertical, o que sabe
mais ensina o que sabe menos, como se as crianças fossem uma tábula rasa (Paulo
freire), mas sim a relação com o conhecimento é horizontal, professores aprendem
com os alunos e vice-versa.

   Assim temos um processo de aprendizagem prazeroso, sem serem aulas maçantes,


na qual as crianças passam 4 horas dentro de uma sala de aula, observando
conceitos somente no quadro ou livros didáticos, no aprendizado horizontal, as
crianças podem experimentar as questões trabalhadas no livro didático, fora de sala
de aula, como denominado no documentário é uma escola sem muros.

   Os protagonistas do ensino e aprendizagem não são somente alunos e


professores, mas sim a comunidade escolar, englobando, inclusive os pais ou
responsáveis das crianças.

     Dentre todos os espaços citados no vídeo, o de mais destaque é a Escola Livre
Inkiri, onde são ensinados diversos valores, todos promovendo a autonomia das
crianças, o que gera uma relação de respeito mútuo.

   A escola é um lugar de todos e para todos, e o vídeo apenas reforça que é possível
sim construir uma educação fora dos patrões tradicionais.

Olá, Rita! Que interessantes suas reflexões! A relação entre o mundo da vida e o
mundo da escola é fundamental quando defendemos projetos educativos que
partem do princípio de que os educandos são sujeitos no processo pedagógico.
Concordamos com você que a autonomia, o diálogo, a horizontalidade no ambiente
pedagógico e a participação democrática das comunidades são alguns dos princípios
que engendram propostas político-pedagógicas mais humanizadoras enquanto
horizonte formativo. Como você citou Freire, sugerimos a leitura da obra Pedagogia
da Autonomia. Nela você encontrará outras reflexões do pedagogo brasileiro que
nos auxiliam a compreender a sua perspectiva educacional. Agradecemos a sua
participação e a partilha de suas contribuições neste fórum. Seguimos em diálogo!
Fraterno abraço!

 
Boa tarde, professores. Trago aqui algumas reflexões que o documentário “Quando
sinto que já sei” me proporcionou.

Primeiramente, queria dividir que foi um grande alento e de grande importância e


contribuição valorosa pra minha formação assisti-lo. Dentre outras coisas, o
documentário traz a luz uma visão de escola, de sistema educacional e práticas
pedagógicas completamente inovadoras e diferentes do tradicional, no sentido de
romper paradigmas sociais, partindo da transformação da relação entre educador e
educando

Olá, João! Gostamos de saber que você apreciou o documentário e que ele
mobilizou importantes reflexões! Compreender a escola como uma construção
social, histórica e cultural e repensar as diferentes perspectivas metodológicas e
suas intencionalidades formativas nos auxiliam a perceber a escola pública de
maneira mais crítica. Diante deste movimento reflexivo, que ganha maior
substantividade na medida em que outros aspectos/fatores são considerados,
construímos possibilidades de engendrar projetos educativos que dialogam com
horizontes formativos mais humanizadores. Acreditamos, assim como mencionou
você, que é viável a edificação de um outro vir-a-ser da escola pública. E para que
esse projeto se concretize, continuaremos com as nossas práxis! Agradecemos a
partilha de sua proeminente análise! Seguimos em diálogo! Fraterno abraço.o. 

Me chamou muito a atenção a comparação que faz a educadora e coordenadora de


educação  Simone Andre , do Instituto Airton Senna, entre a profissão de um médico
e de um professor do século XIX, em que se os mesmos fossem colocados no século
atual, o médico se depararia com um ambiente completamente diferente e não
conseguiria exercer sua profissão, enquanto que para o professor, não teriam
grandes mudanças no que diz respeito a estrutura e ambiente físico. Ou seja, nosso
sistema educacional não tem uma grande evolução. Mas não apenas com relação ao
espaço físico e de organicidade, também os métodos pedagógicos tradicionais estão
ultrapassados, não acompanham, acabam reproduzindo e perpetuando
comportamentos padrões.

As experiências e vivências compartilhadas no documentário, mostram um novo


caminho, uma perspectiva alternativa ás escolas tradicionais do sistema capitalista, a
medida que possibilita aos educandos, educadores, pais, funcionários, e
comunidade, um espaço de troca, um espaço de desconstrução de valores
capitalistas e individuais, mas também de construção coletiva de um ensino baseado
nos valores de igualdade, solidariedade, e de transformação da realidade. São muitas
as falas de educandos durante o documentário, que mostram, além de muita
desenvoltura na fala, também uma facilidade fazer a relação das aprendizagens nas
escolas e centros de formação, com a realidade fora dos espaços formais.

Não quero me prolongar muito, mas como disse no começo do comentário, é de


extrema importância pra mim visualizar este documentário e com certeza irei
revisita-lo ao longo da mVídeo muito esclarecedor, remete a verdadeira situação e
as dificuldades de lecionar e estudar em diversas regiões.
Mas existem aqueles que amam ensinar, amam a profissão e com muita luta,
criatividade, e boa vontade conseguem ser um diferencial nesse caos em que
vivemos.

É também notável e encorajador a vontade que os menos privilegiados, tem de


estudar, superando diariamente com muita bravura e dedicação os empecilhos do
dia a dia.

A luta por mudança não pode parar, as leis podem e devem ser mudadas

, todos tem o direito de aprender e frequentar a escola e o governo tem o dever


acessibilizar , o ensino da melhor forma possível.

É admirável como tantos professores usam diversas formas para driblar as


dificuldades, criando  ótimos projetos de ensino e envolvendo os alunos com muita
atenção , muitas vezes lutando ate para convencer os pais que não acreditam que o
estudo é a melhor forma de crescimento em todos os sentidos.

inha formação.

O vídeo "Quando sinto que já sei". Nós desperta para um projeto de educação
progressiva e globalizada, pois vemos com clareza que os alunos, professores e até
mesmo funcionários  necessitam urgentemente de mudanças revolucionárias que
ultrapassam os muros das escolas. Quebrar o protocolo dos conteúdos, do
tradicionalismo, o professor como centro do conhecimento, isso a muito anos vinha
enfadando e enterrando o conhecimento. 

    Essa valorização  da aprendizagem espontânea,  todos podem, tem conhecimento,


podem transmitir e adquirir coletivamente. 

    Outro fator importante é  a saída de dentro da sala de aula, é  um modelo de


educação, que nos trás a chance de transformação social, pessoal, sentimental e
profissional, a aprendizagem acontece naturalmente e de forma prazerosa.

       Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua
própria produção ou a sua construção. ... (Paulo Freire). 

        Os pilares São a  transferência de conhecimento,  criar o momento e desafios e 


construção do mesmo. 

        Antes existia uma barreira entre o aluno e o professor,  como só ele sabe, faz,
pode e tem a capacidade de transmitir o conhecimento.  Mas hoje com esse novo
modelo envolve toda sociedade, professores e toda a escola, percebemos que todos
aprendem de forma contextualizada, desafiadora e a qualquer momento.
Construindo o conhecimento coletivamente.
Amei a sugestão! Inclusive eu tenho esse livro e li quando estava fazendo Formação de
Professores em 1999. Como já tem muitos anos, resolvi rele-lo. E vou frisar no capítulo
que me sugeriu. Vai me acrescentar muito nos nossos debates adiante!! Obrigada