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EFA NS - CURSO TÉCNICO/A DE CONTABILIDADE

UFCD: CP1 Direitos e Deveres Formadora: Ana Barros


Tema: DR3 Direitos e Deveres em Contexto Global Data: ____ / ____ / ____ Pág.: 1/4
Formando/a:

DR3 – Democracia Representativa e Participativa

A democracia e outros regimes políticos ao longo da


história
A democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor do que
ela.
Winston Churchill

Hoje em dia, para benefício de todos nós a democracia é o regime ou sistema político
com mais representatividade no mundo, apesar de haver ainda alguns, demais até,
países que não chegaram ainda ao reconhecimento deste sistema como o melhor
possível ou exequível. (…)
Para aprofundar os seus conhecimentos sobre o tema em registo histórico e
comparativo com outros sistemas políticos poderá consultar o artigo “A democracia e
outros regimes políticos ao longo da história”disponível em:
https://sites.google.com/site/noportefas/cidadania-e-profissionalidade/direitos-e-deveres/democracia-
representativa-e-participativa.

DEMOCRACIA REPRESENTATIVAVERSUS DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

Democracia representativa é uma forma de exercício do poder político em que o


povo de um país elege os seus representantes, através do voto nas eleições.
Os candidatos eleitos são legitimados como representantes do povo. Por ser uma
forma de exercício indireto da democracia, através dos representantes escolhidos, a
democracia representativa também é chamada de democracia indireta.

Como funciona a democracia representativa


A escolha dos representantes dos cidadãos é feita através do voto direto e secreto,
que é a forma de colocar em prática o sufrágio universal. O sufrágio é um
direito garantido pela Constituição.
A eleição acontece tanto para os
representantes do Poder Executivo
(presidente, governadores e prefeitos),
como para os representantes do Poder
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Legislativo (senadores, deputados


federais, deputados estaduais e
vereadores). Esses representantes são
eleitos para garantir e trabalhar pelos
interesses dos cidadãos durante o seu
mandato.
Por exemplo: os membros das Juntas e Assembleias de Freguesia representam os
eleitores das suas freguesias; os membros das Assembleias Municipais e Câmaras
Municipais representam a os eleitores dos Municípios. Já os deputados, tem como
função principal trabalhar para garantir que as prioridades do estado que representam
na Assembleia da República sejam colocadas em prática.

Críticas à democracia representativa


O sistema de democracia representativa recebe algumas críticas. A maior delas está
ligada ao facto de que o poder sobre as decisões do país fica concentrado nas mãos de
poucas pessoas.
A concentração de poder pode gerar desvio nas finalidades dos cargos ou
aproveitamento de vantagens em benefício próprio.

Democracia participativa
A democracia participativa é um sistema em que o povo participa diretamente das
decisões. Por isso, recebe também a designação de democracia direta. É uma realidade
praticamente inexistente à escala da governação do país. Contudo há muitos países onde
este sistema é complementar da democracia representativa sendo designado de
democracia semidireta.
Portugal tem consagrado na sua Constituição, no seu artigo 2.º, além da democracia
representativa a democracia participativa, já que em algumas situações a participação
popular é permitida. Tal acontece, nomeadamente, quando os cidadãos são chamados
para dar sua opinião na escolha de projetos e ideias, através da expressão da sua opinião
sobre o que é mais importante ou que deve ser solucionado pelo governo. Mas a
participação popular pode acontecer de muitas outras formas: pela votação em
referendos e plebiscitos, através da participação em audiências públicas, mediante a
apresentas de petições e iniciativas legislativas, e no quadro da intervenção de diferentes
organizações como, por exemplo, clubes, etc.

Tié Lenzi, in https://www.todapolitica.com/democracia-


representativa/, adaptado
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DEMOCRACIA REPRESENTATIVA E A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA, PEQUENOS


E GRANDES!

É corrente, no mercado da distribuição turística, ouvirmos dizer que os interesses


dos grandes grupos estão permanentemente protegidos em detrimento dos pequenos
agrupamentos ou pequenos empresários.
Em abono da verdade, entendo que esta visão é redutora e que, em muitos casos,
materializa uma justificação individual para a demissão das nossas responsabilidades
enquanto agentes económicos do sector.
Esta demissão, e fazendo aqui um paralelismo com a nossa responsabilidade
enquanto cidadãos, traduz- se nos níveis de abstenção a que assistimos nos atos
eleitorais para os órgãos centrais, locais ou regionais do Estado e, também, nos atos
eleitorais para as Associações representativas dos sectores económicos, como a APAVT
(Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo).
Numa democracia representativa, a ausência de participação nesses momentos,
estratégicos por natureza, impede-nos de conseguirmos assegurar, ainda que
indiretamente, a defesa dos nossos princípios, das nossas opções ou dos nossos
interesses! Mas parece não nos impedir de ser agentes críticos das decisões que são
tomadas nos diferentes órgãos de decisão, sejam eles políticos ou associativos. Assim,
em vez de agentes de mudança, tornamo-nos meros espetadores, opinativos, mas
escassamente interventivos.
Esta crítica, mais não tem subjacente do que a perceção de que existe uma
demissão individual e coletiva nas decisões de aspetos fundamentais do nosso dia-a-dia
ou do nosso futuro, que começa na falta de participação nos atos eleitorais ou nos
diferentes fóruns cívicos.
Muitas vezes, é mais fácil encontrar justificações para a inércia, para a omissão, para
o afastamento progressivo das instâncias de decisão. No entanto, urge adotar posição,
assumir perspetivas, promover a discussão e o debate, ouvir e ser ouvido. É altura de
cada um de nós, dentro do sector, assumir responsabilidade pelos desígnios coletivos,
defendendo a nossa posição no mercado e, consequentemente, um turismo de
qualidade e com qualidade. É altura de assumirmos responsabilidades individuais para
o bem coletivo.
Nos últimos dois anos, entendeu a Direção da APAVT assumir um papel ativo na
evolução do seu modelo democrático representativo, indo ao encontro dos seus
associados, numa lógica mais participativa, tentando recuperar quase o ideal da
democracia direta grega, onde se privilegiava a participação ativa e efetiva dos cidadãos
na vida pública.
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Para esse efeito, para além das reuniões dos diferentes capítulos, passou a fazer a
maior parte das suas reuniões de direção nas diferentes regiões do território nacional,
promovendo sempre reuniões abertas aos associados com o intuito de promover o
debate e os esclarecimentos sobre os diferentes aspetos que afetam a nossa atividade.
A verdade é que o sucesso desta medida, depende e muito, da participação dos
associados, sejam eles pequenos ou grandes.
Aquilo que constatamos, é que os ditos grandes não perdem a oportunidade para
participar nos diferentes encontros da APAVT e entendem que a participação
associativa é fundamental para a defesa dos seus interesses, seja na definição de uma
estratégia comum, seja no acesso ou partilha de informação, seja na criação de
enquadramentos políticos que facilitem a defesa dos seus interesses, seja no mero
exercício do seu direito de participação, independentemente da temática.
Estes entendem que o mero exercício democrático representativo não é suficiente
para acautelar os seus interesses e estratégias futuras em relação às suas organizações,
independentemente da sua dimensão.
Talvez boa parte da razão da afirmação inicial se traduza nessa participação cívica ou
na sua demissão, conforme a perspetiva.
Na verdade, quanto menor for a participação de cada um de nós em cada um dos
momentos de participação associativa, menor será a nossa capacidade de influenciar
as decisões e apresentar soluções para os desafios que temos pela frente, ficando à
mercê de um pequeno grupo de decisores (pequenos ou grandes)!
Será que cada um de nós está a fazer a sua parte?
Por Tiago Raiano, presidente da Mesa de Assembleia Geral da APAVT, Publicado
em 11 Novembro 2019 em: https://www.ambitur.pt/opiniao-democracia-
representa~tiva-e-a-democracia-participativa-pequenos-e-grandes/

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E DIREITOS


FUNDAMENTAIS

Os direitos fundamentais são as posições jurídicas básicas reconhecidas pelo


direito português, europeu e internacional com vista à defesa dos valores e interesses
mais relevantes que assistem às pessoas singulares
e coletivas em Portugal, independentemente da
nacionalidade que tenham (ou até, no caso dos
apátridas, de não terem qualquer nacionalidade).
O Estado tem a obrigação respeitar os direitos
fundamentais e de tomar medidas para os
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concretizar, quer através de leis, quer nos domínios


administrativo e judicial. Estão obrigadas a respeitá-
los tanto as entidades privadas quanto as públicas,
e tanto os indivíduos quanto as pessoas colectivas.
Mesmo os cidadãos portugueses que residam no
estrangeiro gozam da protecção do Estado para o
exercício dos direitos fundamentais, desde que isso
não seja incompatível com a ausência do país.
À luz da nossa Constituição, existem duas
grandes categorias de direitos fundamentais: os
direitos, liberdades e garantias, por um lado, e os
direitos e deveres económicos, sociais e culturais,
por outro.
Os primeiros — por ex., o direito à liberdade e à segurança, à integridade física e moral,
à propriedade privada, à participação política e à liberdade de expressão, a participar
na administração da justiça — correspondem ao núcleo fundamental da vivência
numa sociedade democrática. Independentemente da existência de leis que os
protejam, são sempre invocáveis, beneficiando de um regime constitucional específico
que dificulta a sua restrição ou suspensão.
Em contraste, os direitos económicos, sociais e culturais — por exemplo, o direito
ao trabalho, à habitação, à segurança social, ao ambiente e à qualidade de
vida — são, muitas vezes, de aplicação diferida. Dependem da existência de
condições sociais, económicas ou até políticas para os efectivar. A sua não
concretização não atribui a um cidadão, em princípio, o poder de obrigar o Estado ou
terceiros a agir, nem o direito de ser indemnizado.
Direitos e Deveres dos Cidadãos. Perguntas e respostas para uma cidadania responsável. Fundação
Francisco Manuel dos Santos. Disponível em https://www.direitosedeveres.pt/.
TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA
Artigo 2.º
A União funda-se nos valores do respeito pela dignidade humana, da liberdade, da
democracia, da igualdade, do Estado de direito e do respeito pelos direitos do Homem,
incluindo os direitos das pessoas pertencentes a minorias. Estes valores são comuns aos
Estados-Membros, numa sociedade caracterizada pelo pluralismo, a não discriminação,
a tolerância, a justiça, a solidariedade e a igualdade entre homens e mulheres.
Artigo 10.º
1. O funcionamento da União baseia-se na democracia representativa.
2. Os cidadãos estão diretamente representados, ao nível da União, no Parlamento
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Europeu. Os Estados- Membros estão representados no Conselho Europeu pelo


respetivo Chefe de Estado ou de Governo e no
Conselho pelos respetivos Governos, eles próprios democraticamente responsáveis, quer
perante os respetivos Parlamentos nacionais, quer perante os seus cidadãos.
3. Todos os cidadãos têm o direito de participar na vida democrática da União. As
decisões são tomadas de forma tão aberta e tão próxima dos cidadãos quanto possível.
Feito em Maastricht, em sete de fevereiro de mil
novecentos e noventa e dois

Publicado em https://eur-lex.europa.eu/resource.html?uri=cellar:9e8d52e1-2c70-11e6-b497-
01aa75ed71a1.0019.01/DOC_2&format=PDF

Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia

O Parlamento Europeu, o Conselho


e a Comissão proclamam
solenemente como Carta dos
Direitos Fundamentais da União
Europeia o texto a seguir
reproduzido.

Os povos da Europa, estabelecendo


entre si uma união cada vez mais
estreita, decidiram partilhar um
futuro de paz, assente em valores
comuns.
Consciente do seu património espiritual e moral, a União
baseia-se nos valores indivisíveis e universais da dignidade do ser humano, da liberdade, da
igualdade e da solidariedade; assenta nos princípios da democracia e do Estado de direito. Ao
instituir a cidadania da União e ao criar um espaço de liberdade, segurança e justiça, coloca o
ser humano no cerne da sua ação.
A União contribui para a preservação e o desenvolvimento destes valores comuns, no respeito
pela diversidade das culturas e tradições dos povos da Europa, bem como da identidade
nacional dos Estados-Membros e da organização dos seus poderes públicos aos níveis nacional,
regional e local; procura promover um desenvolvimento equilibrado e duradouro e assegura a
livre circulação das pessoas, dos serviços, dos bens e dos capitais, bem como a liberdade de
estabelecimento. (…)
O gozo destes direitos implica responsabilidades e deveres, tanto para com as outras pessoas
individualmente consideradas, como para com a comunidade humana e as gerações futuras.
Assim sendo, a União reconhece os direitos, liberdades e princípios a seguir enunciados.
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Proclamada em 7 de dezembro de 2000, adquiriu valor jurídico vinculativo a1de dezembro de


2009 na sequência da entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Consultada
em:https://www.europarl.europa.eu/charter/pdf/text_pt.pdf

Nos termos do artigo 9.º do


TUE e do artigo 20.º do TFUE,
é cidadão da União qualquer
pessoa que tenha a
nacionalidade de um Estado-
Membro. Todo o nacional de
um Estado-Membro da União
é automaticamente um
cidadão europeu. A
nacionalidade é definida com
base na legislação
nacional desse Estado-Membro. A cidadania da União é complementar à cidadania
nacional, mas não a substitui. A cidadania da União comporta um conjunto de direitos e
deveres que vêm associar-se aos que decorrem da qualidade de cidadão de um Estado-
Membro.
A cidadania da União confere certos direitos . O estatuto de cidadão da União implica
para todos os cidadãos da União:
 o direito à livre circulação e o direito de residir livremente no território dos Estados-
Membros;
 o direito de eleger e ser eleito nas eleições para o Parlamento Europeu e nas
eleições municipais do
Estado-Membro de residência nas mesmas condições que os nacionais desse
Estado;
 o direito de petição
ao Parlamento
Europeu e o direito
de recorrer ao
Provedor de Justiça
instituído pelo
Parlamento Europeu
no que toca a casos
de má
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administração na
atuação das
instituições e dos
órgãos
comunitários;
 o direito de se dirigir
por escrito a
qualquer das
instituições ou
órgãos da União
numa das línguas
dos Estados-
Membros e de obter
uma resposta
redigida na mesma
língua;
 o direito de acesso aos documentos do Parlamento Europeu, do Conselho e da
Comissão, em determinadas condições.

Alguns direitos consagrados nas Declarações e Tratados da União


Europeia e sua promoção

 Igualdade de oportunidades – A proibição da discriminação e a proteção dos


direitos fundamentais são elementos importantes da ordem jurídica da União.
Mesmo assim, a discriminação contra certos grupos continua a existir na União.
Áreas a destacar: Todas as pessoas são iguais perante a lei; A igualdade entre
mulheres e homens; Os direitos das pessoas com deficiência; A luta contra o racismo
e a xenofobia; Os direitos das pessoas LGBTI

 Protecção de dados (a adaptação à era digital) : – Numa sociedade digital em


que dados pessoais são continuamente recolhidos, utilizados e distribuídos, os
cidadãos devem poder decidir livremente como utilizar os seus próprios dados
pessoais para evitar abusos. O artigo 8.º da Carta consagra o direito de todas as
pessoas à proteção dos dados de caráter pessoal que lhes digam respeito.

 Áreas a destacar: As
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restrições e limitações ao
direito à protecção de dados;
pacote legislativo relativo à
proteção de dados
(Regulamento e Diretiva); Os
direitos dos titulares dos
dados relativamente ao
tratamento dos seus dados
pessoais.

 A garantia do acesso à justiça - O respeito dos


direitos fundamentais na União tem de ser efetivo. Consequentemente, toda a
pessoa cujos direitos sejam violados tem direito a uma ação perante um tribunal.

 Direito de asilo - Toda a pessoa que está em fuga a perseguição ou ofensa grave
no seu país de origem tem direito a solicitar proteção internacional. O asilo é um
direito fundamental e a sua concessão às pessoas que cumprem os critérios
estabelecidos na Convenção de Genebra de 1951 relativa ao Estatuto dos
Refugiados é uma obrigação internacional para os Estados Partes, nomeadamente
os Estados-Membros da União.
Se os direitos fundamentais individuais não forem respeitados, os tribunais
nacionais devem decidir sobre a questão. As pessoas singulares podem também
recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, que se pronuncia sobre violações
dos direitos civis e políticos consagrados na Convenção para a Proteção dos Direitos do
Homem e das Liberdades Fundamentais. Em casos específicos, se um Estado- Membro
não respeitar o direito da União e violar os direitos de qualquer pessoa, a Comissão
Europeia pode também levar o Estado-Membro em causa ao Tribunal de Justiça da
União Europeia.
In https://www.europarl.europa.eu/about-parliament/pt/democracy-and-human-rights/fundamental-rights-in-the-
eu/upholding-citizens-rights

SUGESTÕES DE EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES DE VIDA A INTEGRAR NO PORTEFÓLIO

 Explorar e refletir sobre situações relacionadas com o exercício dos direitos e


deveres cívico- políticos consagrados na Constituição da República,
posicionando-se sobre o seu grau de cumprimento na sociedade portuguesa,
em domínios como, a participação na vida política, (voto, eleições, órgãos de
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soberania) pagamento de impostos, vida, liberdade, associativismo, emprego,


trabalho, justiça, proteção dos consumidores, Segurança Social, mobilidade,
saúde, habitação, ambiente, qualidade de vida, educação, cultura e ciência,
etc.

 Explorar as suas possibilidades de participação cívico-política tendo em conta


os sistemas políticos atuais, com incidência na democracia e as suas
diferentes dimensões (representativa, e participativa).

 Redija uma petição à Assembleia da República, um requerimento/exposição à


Junta de Freguesia/Câmara Municipal sobre um assunto que evidencia a sua
preocupação com o bem comum.