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M.A.P.A.

Material de Avaliação
Prática da Aprendizagem .

ACADÊMICO (A): Romário da Silva Araujo


RA: 19143375-5
CURSO: Gestão Pública
DISCIPLINA: Planejamento Urbano e Meio Ambiente

ATIVIDADE MAPA

VALOR DA ATIVIDADE: 3,5 PONTOS

Atenção: Essa atividade deverá ser realizada individualmente. Caso identificado cópia
de colegas, o trabalho de ambos será zerado.

Olá acadêmico(a)! A atividade proposta corresponde ao Material de Avaliação Prática de


Aprendizagem - M.A.P.A.

O objetivo desta atividade é que você se sinta imersivo em uma análise sobre os preceitos da
Política Urbana no Brasil e sua relação prática na gestão, no planejamento e desenvolvimento
urbano.

A distinção entre os preceitos do Estatuto da Cidade e sua prática no planejamento e na


gestão das cidades

O que é Política Urbana? O que é Estatuto da Cidade? Qual é a sua função no planejamento e
desenvolvimento urbano? Na prática, os gestores estão atentos aos instrumentos da Política
Urbana para garantir que o interesse da coletividade se sobreponha aos interesses do merca-
do?

A desigualdade é considerada como a principal característica da sociedade, e, por isso, a polí-


tica pública pode ser caracterizada como o seu instrumento regulatório. Quando a política
pública é destinada à questão urbana, sua definição se transforma, basicamente, em superação
de problemas de exclusão espacial e social, insustentabilidade ambiental, deficiência de aces-
so à infraestrutura e serviços e alienação dos habitantes em relação ao espaço onde vivem.
Assim, a Política Urbana no Brasil tem como marco jurídico inicial os Arts. 182 e 183 (Capí-
tulo II) da Constituição Federal (1988). E o Estatuto da Cidade, Lei nº 10.257, de 10 de julho
de 2001, regulamenta a Política Urbana, e no Capítulo I das Diretrizes Gerais, “estabelece
normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol
do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambien-
tal” (Art.1º, Parágrafo único) (BRASIL, 2001).
É, portanto, com o Estatuto da Cidade que os princípios constitucionais da Política Urbana
podem ser colocados em prática pelos governos, mas, para sua implementação, são necessá-
rios instrumentos para disciplinar como será desenvolvida e executada a política de desenvol-
vimento e expansão urbana.

Então, vamos conhecer um pouco mais do Estatuto da Cidade?


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Compreender os preceitos legais da Política Urbana por meio do Estatuto da Cidade municia
o gestor público em suas ações de gestão, planejamento e desenvolvimento urbano. Ao se
apropriar das diretrizes e princípios, bem como dos instrumentos do Estatuto da Cidade, o
gestor municipal - e os demais gestores de poderes pertinentes ao ente municipal - tem opor-
tunidade de refletir sobre os impactos, por exemplo, de uma nova obra pública para determi-
nada comunidade; se constrói novas unidades habitacionais ou se opta pela urbanização de
uma área de ocupação irregular; se libera a construção de unidades habitacionais em áreas
afastadas ou ocupa os vazios urbanos existentes na cidade; se implementa uma ciclovia para
incentivar o uso de mobilidade limpa ou amplia os pontos de ônibus; entre outros aspectos
pertinentes à gestão, planejamento e desenvolvimento urbano.

Você já ouviu falar em Direito à Cidade e Estatuto da Cidade? Já pensou que o lugar onde
você mora reflete sua classe social, assim como todo o território da cidade expressa as desi-
gualdades sociais? Ou mesmo que um imóvel (terreno edificado ou não) não pode ficar sem
uso na cidade e que existem instrumentos jurídicos que refreiam o mercado de terras e benefi-
cia o coletivo dos habitantes? Você já se questionou que mesmo com tantas leis, a maioria dos
habitantes da cidade convive com serviços precários? E a razão do preço do metro quadrado
do terreno ser tão caro em uma região da cidade, e essa mesma metragem ser muito mais ba-
rata em outro local?

Foram quase 13 anos até a aprovação do Estatuto da Cidade. Depois de aproximadamente


duas décadas, as desigualdades sociais nas cidades brasileiras não foram reduzidas. Os pro-
blemas urbanos são naturalizados como se o Estado não fosse o responsável por fazer cumprir
a função social da cidade. Afinal, de maneira concreta, essas leis atendem a qual propósito, já
que na prática, a sua aplicabilidade não se mostrou eficaz, ao contrário, está subordinada aos
interesses políticos e econômicos das classes dominantes?

O texto a seguir é de uma matéria - veiculada em um jornal de circulação nacional e reprodu-


zida em uma revista - que demonstra essa complexa relação entre a lei e a prática na gestão
pública, o conflito de interesses e a atuação dos poderes no planejamento e desenvolvimento
urbano.

LEIA O TEXTO

Juíza manda demolir condomínios em construção na Zona sul de São Paulo


Estadão Conteúdo
10/11/2020

A Justiça de São Paulo anulou os alvarás concedidos pela prefeitura da capital no final de
2018 para a construção de dois condomínios no bairro do Jardim Guedala, na zona sul da ci-
dade. Com a decisão, a Tegra Incorporadora, responsável pelos empreendimentos Il Bosco e
Il Faro, também fica obrigada a demolir os lotes – que estão em estágio inicial com cerca de
15% das obras concluídas e todos os apartamentos vendidos. A empresa informou que vai
recorrer da decisão.
A decisão da juíza Cynthia Thomé, da 6ª Vara de Fazenda Pública, atendeu a um pedido da
Associação dos Moradores do bairro, representada na ação pelo advogado Marcus Vinicius
Gramegna, posteriormente endossado pelo Ministério Público de São Paulo.
Na avaliação da magistrada, admitir a construção significaria abrir um precedente para ‘desca-
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racterizar’ a região. A juíza também apontou consequências ‘desastrosas’ no tráfego e na pai-


sagem urbana capazes, segundo ela, de ‘aniquilar os atributos essenciais do bairro’. Cynthia
também afirmou que a prefeitura desconsiderou o Plano Diretor do Município ao autorizar a
construção ‘apenas para atender interesse econômico de terceiros’.
“A prova produzida nos autos demonstra de forma contundente que o empreendimento afetará
a qualidade de vida dos moradores e usuários das vias da região posto que gerará enorme im-
pacto urbanístico-ambiental, sem qualquer contrapartida dos empreendedores, o que certa-
mente demandará medidas mitigadoras que não ficarão a cargo da requerida caso a situação
permaneça, mas sim do poder público, que deixará de investir em outros locais para suprir
demanda de empresa de grande porte”, escreveu a juíza na decisão tomada na última terça-
feira, 3.
No processo, tanto a Tegra quanto à Prefeitura de São Paulo defenderam a regularidade dos
empreendimentos sob argumento de que a Lei Municipal nº 16.402, aprovada em 2016, clas-
sificou a região como ‘Zona de Centralidade’, excluindo a obrigação de atender a restrições
convencionais do loteamento.
No entanto, para a juíza, a reclassificação é incompatível com as diretrizes do Plano Diretor e
com a catalogação vigente região. Isso porque ela foi afrouxada em apenas uma quadra do
bairro, justamente aquela onde estão sendo construídos os condomínios.
“Não há justificativa legal ou fática para a alteração do zoneamento combatida e, menos ainda
para a não observação das restrições convencionais. Não há interesse público que justifique o
afrouxamento, pela via legislativa, das restrições”, argumentou a magistrada. “O interesse
público não ampara a lei. Muito pelo contrário, o interesse público clama pela manutenção
das restrições”, completou.
Além de uma suposta inconstitucionalidade na mudança da lei do zoneamento, outros dois
argumentos apresentados pela Associação dos Moradores do Jardim Guedala foram conside-
rados procedentes pela juíza: a suspeição em torno da divisão do empreendimento e a neces-
sidade de respeito às restrições urbanístico-ambientais convencionais a despeito das leis mu-
nicipais.
“Usamos três argumentos na ação. O primeiro é este da mudança casuística da lei do zonea-
mento, porque a região foi transformada em Zona de Centralidade, que é uma zona muito
permissiva, e a gente não encontra razões urbanísticas para essa mudança”, explica o advoga-
do Marcus Vinicius Gramegna. “O segundo é porque eles dividiram o empreendimento em
dois, Il Bosco e Il Faro, para que não desse a metragem mínima para fazer Estudo de Impacto
de Vizinhança. Com base nisso, eles aprovaram os dois empreendimentos separados, mas
lançaram um ao lado do outro ao mesmo tempo.
O terceiro argumento – que a gente considera o mais forte inclusive, porque ele permite que a
discussão seja levada para Brasília – é a vigência das restrições de loteamento independente
do que diz a lei municipal, conforme decisão do ministro Herman Benjamin, do STJ”, com-
pleta o representante da associação.
O advogado Marcelo Terra, que representa a Tegra na ação, confirmou que a empresa vai
recorrer da decisão. Ele lembrou que duas outras liminares semelhantes deferidas pela mesma
juíza no curso do processo já foram derrubadas pelos desembargadores do Tribunal de Justiça
de São Paulo, que atenderam as apelações da incorporadora.
“Os projetos foram aprovados pela prefeitura com base na lei de zoneamento de 2016. Não há
nenhuma contestação a respeito da atuação da empresa. Na realidade, a associação questiona a
política urbanística do legislador. Só que essa lei passou por uma série de audiências públicas
e, naquele momento adequado, não houve qualquer questionamento. A lei está vigorando des-
de 2016, já tem quatro anos, e inquestionavelmente permite os empreendimentos naquela
quadra. Criaram essa Zona de Centralidade naquela região, que permite um uso diversificado
e um adensamento. É uma política indutora da lei de zoneamento”, argumenta Terra.
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O advogado também rechaça a tese de que houve uma ‘divisão artificial’ dos empreendimen-
tos e sustenta que, naquela quadra do Jardim Guedala, nunca houve um terreno único.
“São processos diferentes, que tramitaram separadamente, como a lei permite, só que foram
lançados simultaneamente, porque pegaram um momento de mercado adequado para vender
os dois empreendimentos simultaneamente. Mas eles têm prazos de carência na incorporação
distintos. A Tegra poderia ter tido sucesso em um empreendimento e, sendo assim, ela faria
um e não faria o outro. São dois distintos empreendimentos efetivamente”, rebate.
Marcelo Terra observou ainda que o próprio Superior Tribunal de Justiça, em julgamento em
maio deste ano, referendou o entendimento colocado pela relatora, ministra Nancy Andrighi,
para definir que a lei municipal superveniente prevalece sobre as restrições antigas do lotea-
dor.

Disponível em: <https://istoe.com.br/juiza-manda-demolir-condominios-em-construcao-na-


zona-sul-de-sao-paulo/>. Acesso em: 21 jan. 2021.

ATIVIDADE:

A presente atividade demonstra a complexa relação entre a lei e a prática na gestão pública, o
conflito de interesses e a atuação dos poderes no planejamento e desenvolvimento urbano.
Para cumprir a presente atividade, além de ler o texto anterior (“Juíza manda demolir condo-
mínios em construção na Zona sul de São Paulo”), você vai precisar utilizar o Estatuto da Ci-
dade, especificamente os Artigos 1º e 2º que estão disponíveis na integra no seguinte link
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LEIS_2001/L10257.htm>.
Nossa atividade é proporcionar a você um exercício imersivo, em que você vai refletir se os
trechos a seguir, destacados da matéria exposta anteriormente, estão ou não de acordo com o
que a lei prevê. De maneira prática, você vai citar trechos da lei compatíveis com as frases em
destaque. Cada frase deve conter citações diferentes da lei (não pode repetir a mesma citação).
A quantidade de citações que devem ser inseridas por você está definida em cada tópico. Ao
final, justifique a razão pela qual o trecho destacado da matéria está ou não de acordo com
a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade feita(s) por você.

Segue um exemplo que ilustra a execução da presente atividade:

Trecho da matéria em destaque - “O segundo é porque eles dividiram o empreendimento em


dois, Il Bosco e Il Faro, para que não desse a metragem mínima para fazer Estudo de Impacto
de Vizinhança. Com base nisso, eles aprovaram os dois empreendimentos separados, mas
lançaram um ao lado do outro ao mesmo tempo”.

Cite dois preceitos do Estatuto da Cidade relacionados ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 – “III – cooperação entre os governos, a iniciativa privada e os demais setores da


sociedade no processo de urbanização, em atendimento ao interesse social”.

Citação 2 – “IV – planejamento do desenvolvimento das cidades, da distribuição espacial da


população e das atividades econômicas do Município e do território sob sua área de influên-
cia, de modo a evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus efeitos negativos
sobre o meio ambiente”.

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Suas considerações de justificativa (no mínimo três linhas) - A lei diz que a cooperação
entre iniciativa privada e governos deve ocorrer, mas, o foco deve ser o atendimento ao inte-
resse social. Neste caso, a juíza diz que além da manobra para não executar o Estudo de Im-
pacto de Vizinhança, a incorporadora lançou dois empreendimentos, que ao invés de corrigir
possíveis distorções do crescimento urbano decorrente da obra, vai causar efeitos negativos ao
meio ambiente. Por isso, o trecho destacado da matéria explicita que a divisão do empreendi-
mento para justificar a ausência do Estudo de Impacto de Vizinhança não está de acordo com
o Estatuto da Cidade e com as citações feitas na presente questão.
______________________________________________
Agora é com você!

QUESTÃO 01

Trecho da matéria em destaque – “Cynthia também afirmou que a prefeitura desconsiderou o


Plano Diretor do Município ao autorizar a construção ‘apenas para atender interesse econômi-
co de terceiros’”.

Cite dois preceitos do Estatuto da Cidade relacionados ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 –

Citação 2 –

Suas considerações de justificativa no mínimo em três linhas (a razão pela qual o trecho des-
tacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade feita(s)
por você):

QUESTÃO 02

Trecho da matéria em destaque - “A prova produzida nos autos demonstra de forma contun-
dente que o empreendimento afetará a qualidade de vida dos moradores e usuários das vias da
região posto que gerará enorme impacto urbanístico-ambiental, sem qualquer contrapartida
dos empreendedores, o que certamente demandará medidas mitigadoras que não ficarão a
cargo da requerida caso a situação permaneça, mas sim do poder público, que deixará de in-
vestir em outros locais para suprir demanda de empresa de grande porte”.

Cite três preceitos do Estatuto da Cidade relacionados ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 –

Citação 2 –

Citação 3 –

Suas considerações de justificativa em no mínimo cinco linhas (a razão pela qual o trecho

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destacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade fei-
ta(s) por você)-

QUESTÃO 03

Trecho da matéria em destaque - “Os projetos foram aprovados pela prefeitura com base na
lei de zoneamento de 2016. Não há nenhuma contestação a respeito da atuação da empresa.
Na realidade, a associação questiona a política urbanística do legislador. Só que essa lei pas-
sou por uma série de audiências públicas e, naquele momento adequado, não houve qualquer
questionamento”.

Cite um preceito do Estatuto da Cidade relacionado ao trecho da matéria em destaque:


Citação 1 –

Suas considerações de justificativa no mínimo em duas linhas (a razão pela qual o trecho des-
tacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade feita(s)
por você) –

Obs: O nosso livro didático (Unidade IV) também poderá te auxiliar na realização dessa atividade.

Leia com atenção as orientações a seguir:

- Utilize o Formulário do MAPA disponível no campo “Material da Disciplina”;


- Responda todos os campos solicitados nas questões 1, 2 e 3;
- Cada resposta deve conter citações diferentes da lei (não pode repetir a mesma citação);
- Salvar o arquivo em formato Word antes de postar no ambiente;
- Após realizar o MAPA, anexe no local indicado e em seguida clique em cima do arqui-
vo para abri-lo e conferir se o arquivo postado é o correto;
- Atenção ao clicar em finalizar, pois sua atividade será finalizada/enviada ao sistema e
você não conseguirá substituir o arquivo.

Atenção!!!!!

****Não enviar seu mapa em pasta compactada "zip" ou "rar". ***

Resposta:

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1ª QUESTÃO:

Trecho da matéria em destaque – “Cynthia também afirmou que a prefeitura desconsiderou o


Plano Diretor do Município ao autorizar a construção ‘apenas para atender interesse econômi-
co de terceiros’”.

Cite dois preceitos do Estatuto da Cidade relacionados ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 – IV – planejamento do desenvolvimento das cidades, da distribuição espacial da popula-


ção e das atividades econômicas do Município e do território sob sua área de influência, de modo a
evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente;

Citação 2 – VI - g) a poluição e a degradação ambiental;

Suas considerações de justificativa no mínimo em três linhas (a razão pela qual o trecho des-
tacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade feita(s)
por você):

A prefeitura em nenhum momento pensou no impacto ambiental e principalmente desconside-


rou o planejamento adequado da cidade, pois não percebeu que os dois prédios seriam cons-
truídos no mesmo terreno, sendo assim seriam prédios que compartilhariam da mesma área,
pois omitiram que os dois prédios estariam no mesmo terreno, afim de facilitar o processo e
diminuir os gastos.

2ª QUESTÃO:

Trecho da matéria em destaque - “A prova produzida nos autos demonstra de forma contun-
dente que o empreendimento afetará a qualidade de vida dos moradores e usuários das vias da
região posto que gerará enorme impacto urbanístico-ambiental, sem qualquer contrapartida
dos empreendedores, o que certamente demandará medidas mitigadoras que não ficarão a
cargo da requerida caso a situação permaneça, mas sim do poder público, que deixará de in-
vestir em outros locais para suprir demanda de empresa de grande porte”.

Cite três preceitos do Estatuto da Cidade relacionados ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 – VI - d) a instalação de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como


pólos geradores de tráfego, sem a previsão da infra-estrutura correspondente;

Citação 2 – VI - f) a deterioração das áreas urbanizadas;

Citação 3 – VIII – adoção de padrões de produção e consumo de bens e serviços e de expansão


urbana compatíveis com os limites da sustentabilidade ambiental, social e econômica do Município e
do território sob sua área de influência;

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Suas considerações de justificativa em no mínimo cinco linhas (a razão pela qual o trecho
destacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citação(ões) do Estatuto da Cidade fei-
ta(s) por você)-

O projeto irá gerar um grande impacto a vizinhança, principalmente ao que se trata de área
permeável, pois são dois edifícios sendo tratados coo se estivessem em terrenos distintos. Is-
so, sem contar o aumento do tráfego da região, as possíveis irregularidades nas cobranças de
taxas essenciais entre outros problemas. Ou seja, os impactos causados pela prefeitura aceitar
o projeto de dois prédios que serão construídos no mesmo terreno, mas que foram enviados
como se fossem terrenos diversos, são muito significativos.

3ª QUESTÃO:

Trecho da matéria em destaque - “Os projetos foram aprovados pela prefeitura com base na
lei de zoneamento de 2016. Não há nenhuma contestação a respeito da atuação da empresa.
Na realidade, a associação questiona a política urbanística do legislador. Só que essa lei pas-
sou por uma série de audiências públicas e, naquele momento adequado, não houve qualquer
questionamento”.

Cite um preceito do Estatuto da Cidade relacionado ao trecho da matéria em destaque:

Citação 1 – VI - c) o parcelamento do solo, a edificação ou o uso excessivos ou inadequados em


relação à infra-estrutura urbana;

Suas considerações de justificativa no mínimo em duas linhas (a razão pela qual o trecho des-
tacado da matéria está ou não de acordo com a(s) citações do Estatuto da Cidade feita(s) por
você) –

A empresa desrespeitou acima de tudo o parcelamento do solo, pois tentou aprovar dois edifí-
cios como se tivessem em terrenos diferentes, porém os dois estavam no mesmo terreno, anu-
lando assim todo registro anterior enviando prefeitura municipal da cidade, pois as informa-
ções enviadas não era a realidade de ato.

REFERÊNCIA:

Segue exemplo/modelo de referência de um site:

Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LEIS_2001/L10257.htm>.


Acesso em: 23 mar. 2021.