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Projecto Individual do Ensino Clínico X 4

ÍNDICE pág.

1 – INTRODUÇÃO........................................................................................................6

2 – BREVE CARACTERIZAÇÃO DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUERIEDO E DO


SERVIÇO DE URGÊNCIA............................................................................................8

2.1 – EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA INSTITUIÇÃO.......................................................8


2.2 – CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE URGÊNCIA..........................................9
2.3 – ÁREA FÍSICA E FUNCIONAL DO SERVIÇO DE URGÊNCIA...........................9
2.4 – EQUIPA..............................................................................................................11

3 – OBJECTIVOS GERAIS........................................................................................12

4 – OBJECTIVOS ESPECÍFICOS E ACTIVIDADES/ESTRATÉGIAS A


DESENVOLVER.........................................................................................................13

4.1 – CONHECER A ESTRUTURA FÍSICA E ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE


URGÊNCIA DO HOSPITAL CÂNDIDO FIGUEIREDO, TONDELA...........................13
4.2 – CONHECER OS ELEMENTOS QUE CONSTITUEM A EQUIPA
MULTIDISCIPLINAR E INTEGRAR A RESPECTIVA EQUIPA..................................13
4.3 – CONHECER O FUNCIONAMENTO E DINÂMICA DO SERVIÇO DE
URGÊNCIA DO HOSPITAL CÂNDIDO FIGUEIREDO, TONDELA...........................14
4.4 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA
PROFISSIONAL..........................................................................................................15
4.5 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA
SEGUNDO A ÉTICA...................................................................................................15
4.6 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA LEGAL 16
4.7 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE
(DIS)STRESS..............................................................................................................16
4.8 – UTILIZAR INSTRUMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM...........................16
4.9 – APLICAR METODOLOGIA CIENTIFICA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS –
PROCESSO DE ENFERMAGEM...............................................................................17
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4.9.1 – Apreciar o doente nas várias vertentes – biopsicossocial – para


adequada prestação de cuidados...........................................................................17
4.9.2 – Planear cuidados de enfermagem, de acordo com a situação clínica....18
4.9.3 – Executar o plano de cuidados elaborado...................................................19
4.9.4 – Avaliar os cuidados de enfermagem prestados........................................19
4.10 – ELABORAR E TRANSMITIR A INFORMAÇÃO REFERENTE AO DOENTE.19
4.11 – DESENVOLVER COMPETÊNCIA DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE
TRIAGEM DE MANCHESTER, DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE
TONDELA....................................................................................................................20
4.12 – CUIDAR DO DOENTE EM SITUAÇÃO DE MÉDIO E ALTO RISCO, NA SALA
DE REANIMAÇÃO, DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE TONDELA....21
4.13 – CUIDAR DO DOENTE DE MÉDIO RISCO NA SALA DE TRATAMENTOS,
DO HOSPITAL DE CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE TONDELA...............................22
4.14 – CUIDAR DO DOENTE DE MÉDIO RISCO NA SALA DE OBSERVAÇÕES,
DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO.............................................................23
4.15 – DESENVOLVER CONHECIMENTOS SOBRE A TERAPÊUTICA UTILIZADA
NO SERVIÇO DE URGÊNCIA....................................................................................25
4.16 – DESENVOLVER CAPACIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE...................25
4.17 – ELABORAR UM PORTFÓLIO.........................................................................26

5 – CRONOGRAMA DE OBJECTIVOS ESPECIFICOS...........................................21

6 – CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................22
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1 – INTRODUÇÃO

A elaboração deste projecto surge no âmbito do Ensino Clínico X de


Enfermagem Médico-Cirúrgica, integrado no 4° ano, 8° semestre, do Curso de
Licenciatura de Enfermagem, que decorrerá entre 3 de Março e 9 de Maio de 2008,
num total de 8 semanas, com uma carga horária de 32 horas semanais, no Serviço
de Urgência, do Hospital de Cândido de Figueiredo de Tondela. Cada turno tem a
duração de 8 horas, sendo que o turno da manhã decorre entre as 8 e 16 horas, o
turno da tarde entre as 16 e 24 horas e o turno da noite entre as 0 e 8 horas, além
destes, existe um outro turno de manhã-tarde que decorre entre as 13 e as 21 horas.
Na base da elaboração deste projecto terei em conta o conjunto de
actividades e os objectivos, a desenvolver no decorrer do Ensino Clínico,
nomeadamente:

Ä Conhecer e descrever a estrutura física e organizacional do Serviço de


Urgência, do Hospital de Cândido de Figueiredo de Tondela;
Ä Estabelecer um plano dos objectivos e actividades a desenvolver;
Ä Elaborar um cronograma de objectivos propostos.

O presente projecto encontra-se dividido em quatro capítulos, sendo que num


primeiro capítulo será feita uma breve caracterização do serviço de Urgência em
termos de estrutura física e organizacional, num segundo capítulo estarão descritos
os objectivos gerais de ensino clínico, posteriormente num terceiro capítulo serão
expostos os objectivos específicos e pessoais, aos quais corresponderão
determinadas actividades/estratégias a desenvolver para a sua possível
concretização, por último e no quarto capítulo será elaborado um cronograma de
objectivos específicos.

A orientação do Ensino Clínico está a cargo da professora responsável pelo


mesmo, Professora Doutora Madalena Cunha, da Sra. Enfermeira Natércia, do
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enfermeiro tutor, Sr. Enfermeiro Nuno Matos e da Enfermeira Chefe do Serviço de


Urgência, Sra. Enfermeira Manuela (em substituição da Sra Enfermeira Chefe Belém
Gonçalves).
Assim, este projecto será um instrumento de orientação, em que
contemplando os objectivos traçados, as expectativas, permite definir o que
pretendo realizar, para que no final possa confrontar e verificar o que realizei, o que
poderia ter melhorado e o que ficou por realizar.
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2 – BREVE CARACTERIZAÇÃO DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUERIEDO E DO


SERVIÇO DE URGÊNCIA

Neste capítulo, irei fazer uma breve caracterização do Hospital e do Serviço


de Urgência.

2.1 – EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA INSTITUIÇÃO

A preocupação com a assistência hospitalar aos doentes do concelho de


Tondela, remonta a 1897, data em que foi constituída a Sociedade de Beneficência
de Tondela, com o fim de fundar e sustentar um Hospital destinado ao tratamento
dos doentes pobres do concelho, tendo ficado concluído cerca de 18 anos mais
tarde (1915).
Posteriormente, a Sociedade de Beneficência, em 1952, entregou a gestão do
Hospital à Santa Casa da Misericórdia de Tondela, a qual optou pela construção de
um novo Hospital, o qual veio a ser inaugurado em 4 de Setembro de 1955.
Presentemente, o Hospital, designado por Cândido de Figueiredo (nome de
Filósofo e Mestre de Língua Portuguesa, natural de uma aldeia do concelho) por
entendimento do Governo, mantém-se nessas mesmas instalações, apesar de terem
sido realizadas várias remodelações e ampliações, estando locatado à Santa Casa
para exploração estatal.
Com a elaboração da Carta Hospitalar, iniciada com o Despacho do Ministério
da saúde nº10/86, de 31 de Março, foi considerado como Hospital Distrital de nível 1,
sendo-lhe fixadas três valências básicas, sendo actualmente as seguintes: Medicina
Interna, Cirurgia Geral e Ortopedia.
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2.2 – CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO DE URGÊNCIA

O Serviço de Urgência do Hospital Cândido Figueiredo, Tondela funciona 24


horas por dia, encontrando-se no âmbito de uma Unidade Básica de Urgência,
também com um funcionamento tipo Serviço de Atendimento Permanente, sendo a
primeira linha de referenciação hospitalar de urgência/emergência.

Face à elevada procura deste serviço, está implementado um protocolo de


triagem por prioridades (Triagem de Manchester) para assegurar, de forma
científica, que o doente mais grave é de imediato identificado à chegada, e atendido
num prazo que não ponha em risco a sua situação clínica.

O Serviço de Urgência tem por objectivo a prestação de assistência médica,


urgente ou emergente, com carácter permanente, a todos os utentes que dela
necessitem.

A área de influência do Serviço de Urgência do Hospital Cândido de


Figueiredo de Tondela, corresponde para as valências médico-cirúrgicas existentes
e no horário determinado, às zonas administrativas e população dos Concelhos de
Tondela, Santa Comba Dão e Carregal do Sal. No entanto, verifica-se o atendimento
de utentes de outros concelhos limítrofes, alargando a área determinada pela Carta
Hospitalar.

2.3 – ÁREA FÍSICA E FUNCIONAL DO SERVIÇO DE URGÊNCIA

O Serviço de Urgência está situado no rés-do-chão do edifício, junto à entrada


principal, estendendo-se para a parte esquerda.
Tem três portas de acesso: uma para as situações de Serviço de Atendimento
Permanente e inscrições de Utentes, a norte; outra para situações de emergência, a
sul; e a terceira, interna que dá para o hall principal e que liga o serviço ao interior do
Hospital.
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A Norte, depois da entrada encontra-se a sala de espera dos Utentes, à


direita situam-se os serviços administrativos e à esquerda as casas de banho sendo
uma delas para deficientes.
A sala de espera comunica com o interior do serviço por uma porta que dá
acesso ao corredor que se prolonga ao longo do serviço e divide em duas alas.

a) Na ala esquerda:

Ä Encontra-se em primeiro lugar e à frente da porta de emergência a


Sala de Emergência, destinada para prestar cuidados mais
diferenciados e emergentes;
Ä Seguidamente encontra-se a Sala de Tratamentos, destinada à
prestação de cuidados gerais e urgentes;
Ä Stock geral, onde se encontra a rouparia do serviço, stock de alguns
medicamentos e produtos médico-cirúrgicos para consumo do serviço;
Ä Casa de banho destinada aos utentes em observação no serviço;
Ä Sala de estar da equipa de serviço, destinada a servir pequenas
refeições aos utentes e uso do pessoal;
Ä Zona de sujos, destinada à lavagem dos materiais sujos, ao
armazenamento em contentores, durante curtos períodos, os lixos e
roupa suja e à destruição das arrastadeiras e urinóis de uso único;
Ä Vestiário e casa de banho dos funcionários.

b) Na ala direita:

Ä Porta electrónica de emergência que dá acesso a pequeno hall de


entrada e exterior;
Ä Gabinetes nº 1 e 2, destinados às consultas do SAP;
Ä Sala de Observações, destinada ao internamento não programado,
inferior a 24 horas.
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2.4 – EQUIPA

Ä Médicos do Hospital – 10, distribuídos em escala de apoio ao serviço


de SAP/SU, sendo uma a Directora do Serviço;
Ä Médicos do Centro de Saúde – 15, distribuídos 2 em cada turno;
Ä Enfermeiros – 1 Enfermeira Chefe e 14 Enfermeiros distribuídos: 3 em
cada turno, excepto no turno da noite onde ficam 2 elementos. Neste
serviço de urgência é praticada Triagem de Manchester, contudo neste
momento, nem todos os enfermeiros pertencentes ao serviço têm
formação para a realizar, pelo que nos turnos da manhã e da tarde, na
existência de 3 enfermeiros, normalmente 2 são responsáveis pela
triagem, sendo que um ocupa-se da triagem certa de metade do turno
e posteriormente trocam. O outro enfermeiro fica responsável pela área
da Sala de Tratamentos e o restante fica responsável pela área da Sala
de Observações, contudo esta divisão não é rígida, nem estanque,
sendo que em termos práticos, os elementos de cada turno,
desenvolvem as suas actividades nas diversas salas.
Nos dias em que existe alguém a fazer turno das 13 horas às 21 horas
(manhã-tarde), no turno da manhã e da tarde apenas estão escalados
2 elementos. Sendo o que elemento do turno de manhã-tarde abrange
o período do dia, que normalmente, tem maior afluência de doentes.
Ä Auxiliares de Acção Médica – 8, distribuídos 2 em cada turno, excepto
à noite em que fica um elemento;
Ä Administrativos – 7, sendo um Coordenador e os restantes distribuídos
2 no turno da manhã e um durante a tarde e a noite.
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3 – OBJECTIVOS GERAIS

Os objectivos gerais propostos para o Ensino Clínico X no Serviço de


Urgência, do Hospital Cândido Figueiredo, Tondela, vão de encontro aos objectivos
traçados pela equipa pedagógica no Plano Descritivo do Ensino Clínico X –
Enfermagem Médico-Cirúrgica, que são:

Ä Prestar cuidados de enfermagem ao utente com afecções médico-cirúrgicas


em situações de urgência/emergência;
Ä Partilhar experiências constituindo o serviço um espaço de formação e de
interligação entre os momentos teóricos e práticos;
Ä Reflectir sobre os cuidados prestados de forma a criar motivação para a
mudança;
Ä Participar em actividade de formação tendo em vista à melhoria da qualidade
dos cuidados de enfermagem.

Tendo presente os objectivos gerais deste Ensino Clínico, toda a minha


evolução terá em mente a sua concretização, pelo que qualquer prática será com
intuito de os fazer vigorar.

Decorrente dos objectivos gerais, surge a necessidade de traçar objectivos


específicos, que vão de encontro à perspectiva individual. Deste modo, no capítulo
seguinte, irei expor os objectivos específicos para o ensino clínico realizado no
Serviço de Urgência.
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4 – OBJECTIVOS ESPECÍFICOS E ACTIVIDADES/ESTRATÉGIAS A


DESENVOLVER

Neste capítulo serão enumerados os objectivos específicos para o ensino


clínico no Serviço de Urgência, de vão de encontro às expectativas pessoais, além
dos objectivos específicos, serão descritas as actividades/estratégias a desenvolver
no âmbito de cada objectivo específico de modo a tornar possível a sua
concretização.

4.1 – CONHECER A ESTRUTURA FÍSICA E ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE


URGÊNCIA DO HOSPITAL CÂNDIDO FIGUEIREDO, TONDELA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Reunião com a Enfermeira Chefe do Serviço de Urgência;
 Visita guiada às instalações do Serviço de Urgência;
 Conhecimento das infra-estruturas do Serviço de Urgência;
 Localização dos espaços físicos onde se encontram os materiais e
equipamentos necessários à prestação de cuidados;

4.2 – CONHECER OS ELEMENTOS QUE CONSTITUEM A EQUIPA


MULTIDISCIPLINAR E INTEGRAR A RESPECTIVA EQUIPA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Conhecimento da constituição e funções dos diversos elementos da equipa
multidisciplinar;
 Apresentação à equipa multidisciplinar principalmente à equipa de
enfermagem e de profissionais de saúde e conhecer a sua constituição;
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 Estabelecimento de uma relação empática com todos os elementos da equipa


multidisciplinar e nomeadamente com a equipa de enfermagem, promovendo
a inter-ajuda e o espírito de equipa;
 Adopção de postura adequada e responsável favorecendo um clima de
confiança no seio da equipa de enfermagem;
 Colaboração com todos os elementos da equipa multidisciplinar,
demonstrando interesse, disponibilidade, confiança e sentido crítico na
prestação de cuidados;
 Demonstração progressiva de iniciativa e autonomia na realização das
actividades propostas;
 Esclarecimento de dúvidas com, partilha de conhecimentos e experiências
com a equipa de saúde e reflectindo sobre assuntos considerados
pertinentes;
 Cumprimento de horários, com assiduidade e pontualidade.

4.3 – CONHECER O FUNCIONAMENTO E DINÂMICA DO SERVIÇO DE


URGÊNCIA DO HOSPITAL CÂNDIDO FIGUEIREDO, TONDELA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Conhecimento das características típicas dos doentes que usufruem do
serviço;
 Consulta de protocolos, normas de actuação e técnicas específicas do
serviço;
 Conhecimento da sequência diária de tarefas da equipa de enfermagem;
 Conhecimento dos horários realizados pela equipa de enfermagem e alunos
estagiários de enfermagem;
 Conhecimento das diferentes áreas: Sala de Triagem, Sala de Emergência,
Sala de Tratamentos e Sala de Observações;
 Procura em conhecer gradualmente a organização, funcionamento e
metodologia de trabalho implementadas no serviço.
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4.4 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA


PROFISSIONAL

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Adopção de correcta maneira de estar e comunicar;
 Inserção do sentido de honestidade e empatia nas actividades desenvolvidas;
 Desenvolvimento da responsabilidade em todos os actos realizados;
 Reconhecimento dos limites dos papéis desempenhados e das competências
correspondentes;
 Solicitação de peritos em enfermagem, para colaboração e esclarecimento de
dúvidas correspondentes aos cuidados de enfermagem;
 Consulta de outros profissionais de saúde, quando as necessidades dos
indivíduos estão para além das competências do enfermeiro.

4.5 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA


SEGUNDO A ÉTICA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Aplicação dos princípios éticos: autonomia, beneficência, não maleficência e
justiça, nos cuidados prestados;
 Promoção dos valores centrais do agir ético, nomeadamente a dignidade da
pessoa humana, liberdade, respeito e bem comum;
 Respeito pelo direito dos doentes ao acesso à informação, à privacidade, à
escolha e à autodeterminação referente aos cuidados de enfermagem e de
saúde;
 Respeito pela confidencialidade e segurança da informação, escrita e oral;
 Abordagem de forma apropriada das práticas de cuidados que podem
comprometer a segurança, a privacidade ou a dignidade do doente;
 Identificação de práticas de risco e adopção de medidas apropriadas;
 Prestação de cuidados respeitando os valores, os costumes, as crenças
espirituais e as práticas dos indivíduos.
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4.6 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS NA PRÁTICA LEGAL

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Desenvolvimento das práticas de acordo com as políticas e normas nacionais
e locais, desde que estas não colidam com o código deontológico dos
enfermeiros;
 Participação nas discussões acerca da mudança na enfermagem;

4.7 – DESENVOLVER COMPETÊNCIAS DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE


(DIS)STRESS

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Reconhecimento das situações geradoras de (dis)stress;
 Adopção de estratégias de coping adequada;
 Gestão de forma positiva das emoções em situações geradoras de
(dis)stress, nomeadamente a morte;
 Gestão da imprevisibilidade de forma eficaz;
 Actuação como recurso para os indivíduos e famílias que enfrentam situações
promotoras de stress.

4.8 – UTILIZAR INSTRUMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Desenvolvimento da capacidade de observação, promovendo condições
físicas, intelectuais e morais para a observação;
 Utilização da observação como meio de colheita de dados, identificação de
problemas, estabelecimento de uma boa relação enfermeiro/doente,
assegurar a continuidade de cuidados e estudar a evolução do estado de
saúde do utente;
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 Desenvolvimento da capacidade de comunicação, controlando os factores


que podem afectar a comunicação (individuais, relacionados com a
mensagem, contextuais);
 Utilização da comunicação como meio de conhecimento do doente,
identificação e satisfação de necessidades, estabelecimento de relação de
ajuda, de abertura e exposição de sentimentos e contribuição para a melhoria
da qualidade de cuidados;
 Aplicação de aspectos que melhoram a comunicação verbal: credibilidade,
simplicidade, clareza, adequação e pertinência;
 Utilização da comunicação não verbal: silêncio, expressão facial, postura
corporal, ruídos vocais, distância física e toque.
 Estabelecimento de relação de ajuda, aplicando as diferentes técnicas;
 Utilização da entrevista, com vista à identificação de problemas, elaboração
do plano de cuidados, avaliação do mesmo e como instrumento da relação de
ajuda.
 Desenvolvimento da entrevista, respeitando os seus princípios de execução.

4.9 – APLICAR METODOLOGIA CIENTIFICA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS –


PROCESSO DE ENFERMAGEM

O processo de enfermagem concerne várias fases que o definem, deste


modo, passo a pormenorizar dentro de cada uma delas, as actividades/estratégias a
desenvolver para que este tenha visibilidade.

4.9.1 – Apreciar o doente nas várias vertentes – biopsicossocial – para


adequada prestação de cuidados

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Acolhimento personalizado do doente no serviço de urgência;
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 Colheita de dados, utilizando alguns dos instrumentos básicos de


enfermagem, nomeadamente a comunicação, a observação, a entrevista e os
registos;
 Colheita de dados para a constituição da história de enfermagem, entre os
quais: dados biográficos, histórico de saúde, dados subjectivos e dados
objectivos;
 Identificação de problemas e necessidades afectadas, tendo em conta os
dados recolhidos através da entrevista e da observação.

4.9.2 – Planear cuidados de enfermagem, de acordo com a situação clínica

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Análise e interpretação dos dados colhidos;
 Elaboração de diagnósticos de enfermagem, que contempla as respostas
humanas à doença;
 Definição de prioridades para os cuidados necessários, atendendo à
hierarquia desenvolvida por Maslow;
 Descrição dos objectivos/resultados esperados, e o intervalo de tempo para
serem atingidos, em colaboração com os doentes e/ou cuidadores;
 Enunciação de um plano de cuidados, envolvendo toda a equipa
multidisciplinar, o doente e a respectiva família, com vista a colmatar os
problemas e as necessidades afectadas do doente e família;
 Elaboração de um plano de cuidados tendo em vista as diferentes dimensões:
biológica, psicológica, social e cultural;
 Reformulação do plano de cuidados, sempre que possível em colaboração
com os doentes e/ou cuidadores, documentado-os.
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4.9.3 – Executar o plano de cuidados elaborado

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Realização do plano de cuidados elaborado, em parceria com o doente e
família, visando a obtenção dos objectivos traçados;
 Aplicação correcta das técnicas científicas;
 Documentação da implementação das intervenções;
 Resposta eficaz (iniciativa/discernimento) em situações inesperadas ou em
situações que se alteram rapidamente;
 Aperfeiçoamento da destreza manual;
 Desenvolvimento do trabalho em equipa.

4.9.4 – Avaliar os cuidados de enfermagem prestados

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Comparação entre os resultados efectuados na evolução da situação e os
resultados esperados;
 Avaliação constante e dinâmica do plano de cuidados instituído;
 Verificação da possível alteração do problema;
 Averiguação da necessidade do plano ser modificado;
 Pesquisa do término do problema constituído.

4.10 – ELABORAR E TRANSMITIR A INFORMAÇÃO REFERENTE AO DOENTE

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Elaboração de registos de enfermagem, de forma cronológica, clara, precisa e
objectiva, utilizando linguagem científica, adequada aos diferentes contextos;
 Comunicação consistente da informação relevante, correcta e compreensível,
sobre o estado de saúde do doente, de forma oral, escrita e electrónica;
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 Estabelecimento de comunicação adaptada: funcional e de ajuda; aos


doentes, às situações e equipa;
 Utilização de tecnologia de informação disponível de forma eficaz e
apropriada;
 Preenchimento correcto da folha de colheita de dados inicial, da folha de
registos de enfermagem e carta de enfermagem.

4.11 – DESENVOLVER COMPETÊNCIA DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE


TRIAGEM DE MANCHESTER, DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE
TONDELA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Acolhimento personalizado do doente no serviço de urgência;
 Colheita de dados, utilizando alguns dos instrumentos básicos de
enfermagem, nomeadamente a comunicação, a observação, a entrevista e os
registos;
 Determinação da queixa/condição do doente (queixa major);
 Consulta da lista de triagem, seleccionando a condição adequada;
 Escolha do fluxograma adequado à situação de cada doente;
 Identificação do discriminador, através da avaliação constante do doente, nas
diversas vertentes, tendo por base os discriminadores gerais (risco de vida,
dor, hemorragia, grau de consciência, temperatura, gravidade/agravamento);
 Avaliação correcta da temperatura axilar, dor (através da escala da dor),
pulso e suas características, saturação de oxigénio, glicemia capilar, Escala
de Coma de Glasgow;
 Atribuição da prioridade clínica, fazendo corresponder o código de cor;
 Encaminhamento do doente para o local mais adequado ao seu estado
clínico, sala de reanimação, sala de tratamentos, sala de observações,
corredor ou sala de espera;
 Realização da triagem em tempo útil (3 minutos);
Projecto Individual do Ensino Clínico X 21

 Utilização de tecnologia de informação disponível de forma eficaz e


apropriada.

4.12 – CUIDAR DO DOENTE EM SITUAÇÃO DE MÉDIO E ALTO RISCO, NA SALA


DE REANIMAÇÃO, DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE TONDELA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Avaliação do doente de forma sistemática tendo em consideração a
metodologia ABCDE;
 Avaliação do exame neurológico, principalmente avaliação do nível de
consciência através da Escala de Coma de Glasgow;
 Execução de monitorização do estado do doente, estabelecendo prioridades
de actuação;
 Promoção de ventilação adequada, através da administração de oxigénio,
aspiração de secreções, administração de nebulizações e de adjuvantes da
via aérea;
 Avaliação de sinais vitais, e respectivas alterações associadas, e respectivo
registo;
 Execução de cateterismo venoso periférico e vigilância da sua funcionalidade,
bem como prevenção de infecção no local;
 Colheita de sangue para análise;
 Administração de terapêutica prescrita, reconhecendo o grupo farmacológico,
indicações terapêuticas, efeitos secundários, contra-indicações e interacções
medicamentosas;
 Conhecimento/implementação de protocolos de actuação em situações de
urgência/emergência;
 Conhecimento dos diferentes algoritmos: Suporte Básico de Vida, Suporte
Avançado de Vida, Taquiarritmias, Bradiarritmias;
 Planeamento, execução e avaliação do plano de cuidados de enfermagem do
doente com afecções do foro urgente/emergente;
 Coordenar conhecimentos multidisciplinares, de modo a adaptar as
intervenções de enfermagem a novas situações;
Projecto Individual do Ensino Clínico X 22

 Colaboração com a equipa de saúde na preparação do doente para a


realização de exames complementares de diagnóstico;
 Conhecimento do funcionamento dos diversos aparelhos utilizados em
Urgência/Emergência, tais como: Desfibrilhador, Ventilador, Monitor de Sinais
Vitais, bombas e seringas infusoras;
 Realização de diversas técnicas de enfermagem, nomeadamente entubação
naogástrica, algaliação, tratamento de feridas;
 Realização de balanço hidroelectrolítico, observação de sinais associados a
possíveis distúrbios e respectivo registo;
 Estabelecimento de relação de ajuda com doente;
 Gestão de forma positiva de situações promotoras de (dis)stress;
 Prestação de cuidados ao doente moribundo e ao cadáver – execução de
múmia.

4.13 – CUIDAR DO DOENTE DE MÉDIO RISCO NA SALA DE TRATAMENTOS,


DO HOSPITAL DE CÂNDIDO DE FIGUEIREDO DE TONDELA

Actividades/estratégias a desenvolver:
Ä Avaliação do doente de forma sistemática tendo em consideração a
metodologia ABCDE;
Ä Avaliação do exame neurológico, principalmente avaliação do nível de
consciência através da Escala de Coma de Glasgow;
Ä Execução de monitorização do estado do doente, estabelecendo prioridades
de actuação;
Ä Administração de terapêutica prescrita, oxigenoterapia;
Ä Execução de cateterismo venoso periférico e vigilância da sua funcionalidade,
bem como prevenção de infecção no local;
Ä Colheita de espécimes para análise (sangue, urina, fezes, expectoração);
Ä Execução de pensos;
Ä Execução da técnica de sutura de feridas;
Ä Execução de talas gessadas;
Projecto Individual do Ensino Clínico X 23

Ä Aplicação de diferentes técnicas de ligadura;


Ä Aplicação de técnica asséptica em todos os procedimentos que o justifiquem;
Ä Execução de entubação nasogástrica e vigilância da sua funcionalidade,
execução de lavagem gástrica;
Ä Execução de algaliação e vigilância da funcionalidade da mesma, execução
de lavagem vesical;
Ä Realização de procedimentos exclusivos de urgência oftálmica (lavagem
ocular, aplicação de penso ocular, remoção de corpos estranhos).

4.14 – CUIDAR DO DOENTE DE MÉDIO RISCO NA SALA DE OBSERVAÇÕES,


DO HOSPITAL CÂNDIDO DE FIGUEIREDO

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Promoção de respiração normal:
 Avaliação e registo de respiração, pulso e tensão arterial;
 Avaliação de sinais indicadores de dificuldade respiratória;
 Promoção de adjuvantes da via aérea;
 Colheita de expectoração para análise;
 Promoção da alimentação correcta:
 Vigilância da alimentação ingerida pelo doente;
 Avaliação do estado nutricional do doente, vigiando sinais de
desnutrição, desidratação, sobrenutrição;
 Promoção de dieta adequada ao estado de saúde do doente;
 Vigilância de alterações relativas à alimentação: náuseas,
vómitos;
 Execução de entubação nasogástrica e vigilância da sua
funcionalidade;
 Promoção da eliminação de resíduos corporais:
 Vigilância das características da urina e fezes;
 Cuidados relativos à eliminação vesical – execução de
algaliação e vigilância da funcionalidade da mesma; avaliação
de globo vesical, micção espontânea;
Projecto Individual do Ensino Clínico X 24

 Cuidados relativos à eliminação intestinal – execução de


enemas de limpeza, toque rectal;
 Colheita de urina e fezes para análise.
 Promoção de correcta mecânica corporal e mobilidade:
 Procedimento de posicionamento electivo do doente em
diferentes decúbitos;
 Manutenção do alinhamento corporal: na cama, na cadeira e na
deambulação;
 Promoção do levante do doente, sempre que necessário,
supervisionando o mesmo;
 Adopção de medidas preventivas de úlceras de pressão;
 Execução de transferências de doentes entre várias superfícies;
 Promoção de repouso e descanso:
 Manutenção da unidade do doente confortável e propícia ao
repouso;
 Execução da técnica da cama simples e técnica da cama
ocupada;
 Manutenção do corpo limpo e cuidado e protecção da pele:
 Prestação de cuidados de higiene parciais, sempre que
necessário;
 Execução de massagens de conforto;
 Manutenção da temperatura corporal dentro dos limites normais:
 Avaliação e registo da temperatura corporal;
 Adaptação da roupa à temperatura corporal;
 Modificação do ambiente de forma a fazer face à temperatura
apresentada;
 Avaliar sinais de hipotermia e hipertermia.

Nota: as actividades descritas nos últimos três objectivos não são estanques ou
exclusivas do local mencionado, contudo fiz esta divisão tendo por base as
actividades que mais frequentemente se desenvolvem no respectivo local, deixando
a salvaguarda de que qualquer das actividades apontadas podem ser desenvolvidas
em qualquer local, assim a situação o exija.
Projecto Individual do Ensino Clínico X 25
Projecto Individual do Ensino Clínico X 26

4.15 – DESENVOLVER CONHECIMENTOS SOBRE A TERAPÊUTICA UTILIZADA


NO SERVIÇO DE URGÊNCIA

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Averiguação dos fármacos utilizados no serviço;
 Execução de revisão teórica acerca do grupo farmacológico, indicações
terapêuticas, efeitos secundários, contra-indicações e interacções
medicamentosas;
 Compreensão da utilização da terapêutica em função do estado de saúde do
doente;
 Observação dos efeitos resultantes no doente, em termos terapêuticos e
efeitos secundários desenvolvidos;
 Administração da terapêutica, cumprindo os requisitos específicos de cada via
de administração;
 Descrição dos mecanismos de acção dos fármacos mais utilizados em
situações de urgência/emergência;
 Execução da preparação, reconstituição e diluição da terapêutica parentérica;
 Registo da terapêutica em folha própria;
 Comunicação das alterações à equipa multidisciplinar;

4.16 – DESENVOLVER CAPACIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Participação nas iniciativas de promoção da saúde e prevenção da doença,
contribuindo para a sua avaliação;
 Aplicação de conhecimentos sobre recursos existentes para a promoção da
saúde e educação para a saúde;
 Fornecimento de informação de saúde relevante para ajudar os
indivíduos/família a atingirem os níveis óptimos de saúde e de reabilitação;
 Prestação de apoio/educação no desenvolvimento e/ou na manutenção das
capacidades para uma vivência independente;
Projecto Individual do Ensino Clínico X 27

 Colaboração no processo de alta do doente.


4.17 – ELABORAR UM PORTFÓLIO

Actividades/estratégias a desenvolver:
 Organização de um portfólio para comportar os trabalhos de pesquisa e
reflexões realizados;
 Execução de revisão teórica sobre as patologias mais frequentes,
considerando a sua etiologia, epidemiologia, fisiopatologia, manifestações
clínicas, diagnóstico, formas de tratamento e cuidados de enfermagem;
 Elaboração de pesquisas bibliográficas e desenvolvimento de trabalhos de
pesquisa referente aos diferentes temas acerca de Urgência/Emergência;
 Desenvolvimento de trabalhos de grupo, nomeadamente panfletos, cartazes
e/ou acções de formação em serviço, abordando temas pertinentes;
 Elaboração de uma reflexão semanal, para exposição das dificuldades
sentidas ao longo da semana de trabalho.
5 – CRONOGRAMA DE OBJECTIVOS ESPECIFICOS

MARÇO ABRIL MAIO

1ª S 2ª S 3ª S 4ª S 5ª S 6ºS 7ºS 8ºS


Conhecer a estrutura física e organização do serviço de Urgência
Conhecer os elementos que constituem a equipa multidisciplinar e integrar a
respectiva equipa
Conhecer o funcionamento e dinâmica do serviço
Desenvolver competências interpessoais na prática profissional
Desenvolver competências interpessoais na prática segundo a ética
Desenvolver competências interpessoais na prática legal
Desenvolver competências de gestão de situações de (dis)stress
Utilizar instrumentos básicos de enfermagem
Aplicar metodologia científica na prestação de cuidados – processo de
enfermagem
Elaborar e transmitir a informação referente ao doente
Desenvolver competências de aplicação da metodologia de Triagem de
Manchester
Cuidar o doente de médio e alto risco na Sala de Reanimação
Cuidar o doente de médio risco na Sala de Tratamentos
Cuidar o doente de médio risco na Sala de Observações
Desenvolver conhecimentos sobre a terapêutica utilizada no serviço de Urgência
Elaborar um portfólio
6 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após a realização deste projecto, concluo que este é o objecto de orientação


para o Ensino Clínico X.
O projecto individual do ensino clínico X permitiu antes de mais, conhecer a
estrutura física e organizacional do serviço de Urgência.
Por outro lado, foi possível enumerar objectivos gerais, que foram traçados pela
equipa pedagógica, e que servirão de linhas orientadoras para o desenvolvimento do
presente ensino clínico.
Decorrente dos objectivos gerais, foram delineados objectivos específicos, que
comportam a componente pessoal e que vão de encontro com as expectativas e
ambições individuais em relação a este ensino clínico. Para a possível concretização
dos objectivos específicos, foram descritas as actividades/estratégias a desenvolver
em cada um deles.
Tendo em conta a natureza deste ensino clínico, as características do serviço e
os objectivos traçados à priori, penso que os objectivos específicos delineados estão
ao alcance de serem atingidos e que serão a orientação de todas as actividades por
mim desenvolvidas, tendo em mente a evolução como pessoa e como profissional
de saúde e sobretudo a satisfação daqueles pelos quais estou aqui – os doentes.