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Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

PJe - Processo Judicial Eletrônico

13/10/2021

Número: 0706853-26.2021.8.07.0018
Classe: INTERDITO PROIBITÓRIO
Órgão julgador: Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF
Última distribuição : 15/09/2021
Valor da causa: R$ 2.000,00
Assuntos: Acessão
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? NÃO
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Advogados
SELVIR FERREIRA BISPO (REQUERENTE)
LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA (ADVOGADO)
DISTRITO FEDERAL (REQUERIDO)

Outros participantes
MINISTERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E DOS
TERRITORIOS (FISCAL DA LEI)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
103169789 15/09/2021 Petição Inicial Petição Inicial
16:53
103169791 15/09/2021 1. Selvir X Distrito Federal Petição
16:53
103169792 15/09/2021 2. Procuração Procuração/Substabelecimento
16:53
103169793 15/09/2021 3. RG - Servir Documento de Identificação
16:53
103169794 15/09/2021 4. Recolhimento de Custas Comprovante de Pagamento de Custas
16:53
103171697 15/09/2021 Doc Comprovação 1 Documento de Comprovação
16:53
103171699 15/09/2021 Doc Comprovação 2 Documento de Comprovação
16:53
103171700 15/09/2021 Doc Comprovação 3 Documento de Comprovação
16:53
103171702 15/09/2021 Doc Comprovação 4 Documento de Comprovação
16:53
103171703 15/09/2021 Doc Comprovação 5 Documento de Comprovação
16:53
103171704 15/09/2021 Doc Comprovação 6 Documento de Comprovação
16:53
103171707 15/09/2021 Doc Comprovação 7 Documento de Comprovação
16:53
103171709 15/09/2021 Doc Comprovação 8 Documento de Comprovação
16:53
103171710 15/09/2021 Doc Comprovação 10 Documento de Comprovação
16:53
103171711 15/09/2021 Doc Comprovação 11 Documento de Comprovação
16:53
103171712 15/09/2021 Doc Comprovação 12 Documento de Comprovação
16:53
103171716 15/09/2021 Doc Comprovação 13 Documento de Comprovação
16:53
103171718 15/09/2021 Doc Comprovação 14 Documento de Comprovação
16:53
103171719 15/09/2021 Doc Comprovação 15 Documento de Comprovação
16:53
103171722 15/09/2021 Doc Comprovação 16 Documento de Comprovação
16:53
103171723 15/09/2021 Doc Comprovação 17 Documento de Comprovação
16:53
103171725 15/09/2021 Doc Comprovação 18 Documento de Comprovação
16:53
103171726 15/09/2021 Doc Comprovação 19 Documento de Comprovação
16:53
103171728 15/09/2021 Doc Comprovação 20 Documento de Comprovação
16:53
103171729 15/09/2021 Doc Comprovação 21 Documento de Comprovação
16:53
103171731 15/09/2021 Doc Comprovação 22 Documento de Comprovação
16:53
103171732 15/09/2021 Doc Comprovação 23 Documento de Comprovação
16:53
103171733 15/09/2021 Doc Comprovação 24 Documento de Comprovação
16:53
103171734 15/09/2021 Doc Comprovação 26 Documento de Comprovação
16:53
103171735 15/09/2021 Doc Comprovação 27 Documento de Comprovação
16:53
103171736 15/09/2021 Doc Comprovação 28 Documento de Comprovação
16:53
103171737 15/09/2021 Doc Comprovação 29 Documento de Comprovação
16:53
103171739 15/09/2021 Doc Comprovação 30 Documento de Comprovação
16:53
103171742 15/09/2021 Doc Comprovação 31 Documento de Comprovação
16:53
103171744 15/09/2021 Doc Comprovação 32 Documento de Comprovação
16:53
103173296 15/09/2021 Doc Comprovação 33 Documento de Comprovação
16:53
103173299 15/09/2021 Doc Comprovação 34 Documento de Comprovação
16:53
103173300 15/09/2021 Doc Comprovação 35 Documento de Comprovação
16:53
103173301 15/09/2021 Doc Comprovação 36 Documento de Comprovação
16:53
103173302 15/09/2021 Doc Comprovação 37 Documento de Comprovação
16:53
103173304 15/09/2021 Doc Comprovação 38 Documento de Comprovação
16:53
103173305 15/09/2021 Doc Comprovação 39 Documento de Comprovação
16:53
103173308 15/09/2021 Doc Comprovação 40 Documento de Comprovação
16:53
103173309 15/09/2021 Doc Comprovação 41 Documento de Comprovação
16:53
103173312 15/09/2021 Doc Comprovação 42 Documento de Comprovação
16:53
103173313 15/09/2021 Doc Comprovação 43 Documento de Comprovação
16:53
103173315 15/09/2021 Doc Comprovação 44 Documento de Comprovação
16:53
103173317 15/09/2021 Doc Comprovação 45 Documento de Comprovação
16:53
103173318 15/09/2021 Doc Comprovação 46 Documento de Comprovação
16:53
103173323 15/09/2021 Doc Comprovação 47 Documento de Comprovação
16:53
103173324 15/09/2021 Doc Comprovação 48 Documento de Comprovação
16:53
103173325 15/09/2021 Doc Comprovação 49 Documento de Comprovação
16:53
103173326 15/09/2021 Doc Comprovação 50 Documento de Comprovação
16:53
103173329 15/09/2021 Doc Comprovação 51 Documento de Comprovação
16:53
103173331 15/09/2021 Doc Comprovação 52 Documento de Comprovação
16:53
103173333 15/09/2021 Doc Comprovação 53 Documento de Comprovação
16:53
103173334 15/09/2021 Doc Comprovação 54 Documento de Comprovação
16:53
103173337 15/09/2021 Doc Comprovação 55 Documento de Comprovação
16:53
103173339 15/09/2021 Doc Comprovação 56 Documento de Comprovação
16:53
103173341 15/09/2021 Doc Comprovação 57 Documento de Comprovação
16:53
103174895 15/09/2021 Doc Comprovação 58 Documento de Comprovação
16:53
103174896 15/09/2021 Doc Comprovação 59 Documento de Comprovação
16:53
103174898 15/09/2021 Doc Comprovação 60 Documento de Comprovação
16:53
103174899 15/09/2021 Doc Comprovação 61 Documento de Comprovação
16:53
103174900 15/09/2021 Doc Comprovação 62 Documento de Comprovação
16:53
103174907 15/09/2021 Doc Comprovação 63 Documento de Comprovação
16:53
103174909 15/09/2021 Doc Comprovação 64 Documento de Comprovação
16:53
103174910 15/09/2021 Doc Comprovação 65 Documento de Comprovação
16:53
103174911 15/09/2021 Doc Comprovação 66 Documento de Comprovação
16:53
103174913 15/09/2021 Doc Comprovação 67 Documento de Comprovação
16:53
103174916 15/09/2021 Doc Comprovação 68 Documento de Comprovação
16:53
103174917 15/09/2021 Doc Comprovação 69 Documento de Comprovação
16:53
103174918 15/09/2021 Doc Comprovação 70 Documento de Comprovação
16:53
103174919 15/09/2021 Placa de Grilagem Documento de Comprovação
16:53
103174922 15/09/2021 Prova Emp. Min. Economia Documento de Comprovação
16:53
103174924 15/09/2021 Prova Emp. Sentença tipo C - 1 Documento de Comprovação
16:53
103174925 15/09/2021 Prova Emp. Sentença tipo C - 2 Documento de Comprovação
16:53
103174927 15/09/2021 Prova Emp. Sentença tipo C - 3 Documento de Comprovação
16:53
103174928 15/09/2021 Prova Emp. Sentença tipo C - 4 Documento de Comprovação
16:53
103196553 15/09/2021 Despacho Despacho
18:19
103261736 16/09/2021 Mandado Mandado
14:19
103264453 16/09/2021 Certidão Certidão
14:26
103275110 16/09/2021 Emenda à Inicial Emenda à Inicial
15:17
103275111 16/09/2021 1. Selvir X Distrito Federal Emenda Petição
15:17
103310847 16/09/2021 Certidão Certidão
17:58
103310887 16/09/2021 Confirmação de recebimento mandado de citação Certidão
17:58 df
103380517 17/09/2021 Certidão de Disponibilização Certidão de Disponibilização
02:29
103610135 20/09/2021 Diligência Diligência
17:08
104402875 28/09/2021 Certidão Certidão
16:20
104446114 28/09/2021 Decisão Decisão
21:17
104611029 30/09/2021 Outras ciências; Manifestação do MPDFT
09:43
104725091 01/10/2021 Certidão de Disponibilização Certidão de Disponibilização
02:28
105547145 10/10/2021 Petição Petição
01:43
105547146 10/10/2021 1. Esbulho 8a. Tentativa Petição
01:43
105547147 10/10/2021 Foto 1 Fotografia
01:43
105547148 10/10/2021 Foto 2 Fotografia
01:43
105547149 10/10/2021 Foto 3 Fotografia
01:43
105547150 10/10/2021 Foto 4 Fotografia
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105547151 10/10/2021 Foto 5 Fotografia
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105547152 10/10/2021 Foto 6 Fotografia
01:43
105547153 10/10/2021 Foto 7 Fotografia
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105547154 10/10/2021 Foto 8 Fotografia
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105547155 10/10/2021 Foto 9 Fotografia
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105547156 10/10/2021 Foto 10 Fotografia
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105547157 10/10/2021 Foto 11 Fotografia
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105547158 10/10/2021 Foto 12 Fotografia
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105547159 10/10/2021 Foto 13 Fotografia
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105547160 10/10/2021 Foto 14 Fotografia
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105547161 10/10/2021 Foto 15 Fotografia
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105547162 10/10/2021 Foto 16 Fotografia
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105547163 10/10/2021 Foto 17 Fotografia
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105547164 10/10/2021 Foto 18 Fotografia
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105547165 10/10/2021 Foto 19 Fotografia
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105547166 10/10/2021 Foto 20 Fotografia
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105547167 10/10/2021 Foto 21 Fotografia
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105547168 10/10/2021 Foto 22 Fotografia
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105547169 10/10/2021 Foto 23 Fotografia
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105547170 10/10/2021 Foto 24 Fotografia
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105547171 10/10/2021 Foto 25 Fotografia
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105547172 10/10/2021 Foto 26 Fotografia
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105547173 10/10/2021 Foto 27 Fotografia
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105547174 10/10/2021 Foto 28 Fotografia
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105547175 10/10/2021 Foto 29 Fotografia
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105547176 10/10/2021 Foto 30 Fotografia
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105547177 10/10/2021 Foto 31 Fotografia
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105547178 10/10/2021 Foto 32 Fotografia
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105547179 10/10/2021 Foto 33 Fotografia
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105547180 10/10/2021 Foto 34 Fotografia
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105547181 10/10/2021 Foto 35 Fotografia
01:43
105547182 10/10/2021 Foto 36 Fotografia
01:43
105547183 10/10/2021 Foto 37 Fotografia
01:43
105547184 10/10/2021 Foto 38 Fotografia
01:43
105547185 10/10/2021 Foto 39 Fotografia
01:43
105547186 10/10/2021 Foto 40 Fotografia
01:43
105547187 10/10/2021 Foto 41 Fotografia
01:43
105547188 10/10/2021 Foto 42 Fotografia
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105547189 10/10/2021 Foto 43 Fotografia
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105547190 10/10/2021 Foto 44 Fotografia
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105547191 10/10/2021 Foto 45 Fotografia
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105547192 10/10/2021 Foto 46 Fotografia
01:43
105547193 10/10/2021 Foto 47 Fotografia
01:43
105547194 10/10/2021 Foto 48 Fotografia
01:43
105547345 10/10/2021 Foto 49 Fotografia
01:43
105547346 10/10/2021 Foto 50 Fotografia
01:43
105547347 10/10/2021 Foto 51 Fotografia
01:43
105547348 10/10/2021 Foto 52 Fotografia
01:43
105547349 10/10/2021 Foto 53 Fotografia
01:43
105547350 10/10/2021 Foto 54 Fotografia
01:43
105547351 10/10/2021 Foto 55 Fotografia
01:43
105547352 10/10/2021 Foto 56 Fotografia
01:43
105547353 10/10/2021 Ocorrência 1 Ocorrência
01:43
105547354 10/10/2021 Ocorrência 2 Ocorrência
01:43
105547355 10/10/2021 Ocorrência 3 Ocorrência
01:43
105547356 10/10/2021 Ocorrência 4 Ocorrência
01:43
105547357 10/10/2021 Ocorrência 5 Ocorrência
01:43
105547358 10/10/2021 Ocorrência 6 Ocorrência
01:43
105547359 10/10/2021 Ocorrência 7 Ocorrência
01:43
105547360 10/10/2021 Ocorrência 8 Ocorrência
01:43
105547361 10/10/2021 Ocorrência 9 Ocorrência
01:43
105547362 10/10/2021 Ocorrência 10 Ocorrência
01:43
105547363 10/10/2021 Ocorrência 11 Ocorrência
01:43
105547364 10/10/2021 Ocorrência 12 Ocorrência
01:43
105547365 10/10/2021 Ocorrência 13 Ocorrência
01:43
105547366 10/10/2021 Ocorrência 14 Ocorrência
01:43
105547367 10/10/2021 Ocorrência 15 Ocorrência
01:43
105547368 10/10/2021 Ocorrência 16 Ocorrência
01:43
105547369 10/10/2021 Ocorrência 17 Ocorrência
01:43
105547370 10/10/2021 Ocorrência 18 Ocorrência
01:43
105547371 10/10/2021 Ocorrência 19 Ocorrência
01:43
105547372 10/10/2021 Ocorrência 20 Ocorrência
01:43
105547373 10/10/2021 Ocorrência 21 Ocorrência
01:43
105547374 10/10/2021 Ocorrência 22 Ocorrência
01:43
105547375 10/10/2021 Ocorrência 23 Ocorrência
01:43
105547376 10/10/2021 Vídeo 1 Vídeo
01:43
105547377 10/10/2021 Vídeo 2 Vídeo
01:43
105547378 10/10/2021 Vídeo 3 Vídeo
01:43
Segue petição anexa.

Número do documento: 21091516505588900000096141768


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091516505588900000096141768
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 15/09/2021 16:50:56
Num. 103169789 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DA VARA
DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO URBANO E FUNDIÁRIO DO
DISTRITO FEDERAL, BRASÍLIA, DF.

SELVIR FERREIRA BISPO, brasileiro, casado, produtor rural familiar,


portador da RG no 4.189.302 – SSP/DF e do CPF no 944.615.036-15,
residente e domiciliado à RF II – C. A. Catetinho, Chácara no 119,
Riacho Fundo II, Zona Rural, DF, CEP: 71884-690, Brasília, DF, vem
à honrosa presença de Vossa Excelência, sob a reverência de praxe,
por intermédio de seu advogado legalmente constituído, conforme
documento procuratório (MJ) anexo, arrimado nos preceitos
constitucionais e infraconstitucional, notadamente na legislação vigente a
espécie, propor a presente,

AÇÃO DE INTERDITO PROIBITÓRIO


CUMULADA COM COMINATÓRIA
COM PEDIDO DE LIMINAR INAUDITA ALTERA PARTE

Chamando-se ao polo passivo da presente ação: DISTRITO FEDERAL,


por ato ilegal praticado pelo Sr. Secretário de Estado de Proteção da
Ordem Urbanística do Distrito Federal – DF Legal, Sr. Presidente da
Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal –
CODHAB, Sr. Secretário de Agricultura, Abastecimento e
Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, pessoa jurídica de direito
público interno, portador do CNPJ no 00.394.601/0001-26, na pessoa
de seu representante legal, ou quem os fizer representar, com sede
no Palácio do Buriti, Praça do Buriti, Térreo, CEP: 70075-900, Brasília,
DF, com fundamento nos artigos 1.210 do Código Civil, cominando com
os artigos 567 e 568 do Código de Processo Civil, pelas questões de
fato e de direito a seguir aduzidas:
Página 1 de 28
Matriz: Brasília, DF. (61) 98327775
e-mail: advluizfal@bol.com.br
Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21091516505609000000096141769


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091516505609000000096141769
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 15/09/2021 16:50:56
Num. 103169791 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

PRELIMINARMENTE

O Requerente é produtor familiar rural de gêneros alimentícios, tais como


mandioca, milho, tomates, bananas, arroz e legumes em geral, de onde retira a
sustentabilidade de toda sua família.

PROPRIEDADE E DOMÍNIO

O Autor é proprietário do imóvel rural denominada “Chácara 119, Catetinho,


Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito Federal”, com área de 4,2 hectares, há
mais de 60 anos, conforme se demonstra pela documentação acostada, composta
de Cessão de Direito e de Declaração do Ministério da Economia, informando a
Secretaria de Agricultura do Distrito, de que toda área do Riacho Fundo II, é
restritamente área particular, não pertencendo ao Patrimônio da União Federal, bem
como ao Distrito Federal.

POSSE

Desde quando adquiriu o imóvel até os dias atuais, o Autor exerce na


plenitude a posse do imóvel retro, “Chácara 119, Catetinho, Riacho Fundo II, Zona
Rural do Distrito Federal”, onde mantém a plantação de cereais agrícolas, com
criação de porcos, galinhas, hortifrutigranjeiro e plantação de arroz, milho, tomate,
banana, etc.

Necessário acrescentar para conhecimento público, que o Autor adquirido o


imóvel de uma filha de pioneiro, que chegou em 1958 para construção da nova
capital, inclusive dito pioneiro foi funcionário do Palácio do Catetinho, que funcionou
como moradia do Presidente Juscelino Kubistchek.

Como seu falecimento a Chácara 119 ficou como herança para sua filha, em
cuja venda se efetivou em favor do Autor, conforme documentos anexos.
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Recentemente, em meados do mês de junho o Autor foi informado por amigos,


que a máfia das cooperativas habitacionais existente em Brasília, e, com trânsito
livre dentro da CODHAB, DF Legal e Secretaria de Agricultura do Distrito Federal,
estavam planejamento uma derrubada geral de tudo existente em sua propriedade,
porém, não teve muita preocupação, em face de residir a bastante tempo em sua
propriedade, principalmente por estar cumprindo o papel original da terra, quanto a
sua especificação rural.

Acontece que no presente momento as coisas mudaram de cor e de ares,


quando na semana passada apareceu uma placa indicando que na área do Riacho
Fundo II, será palco de grandes construções de prédios para moradia de classe
média alta, inclusive assessores do conhecido Léo Resende, presidente de cooperativa
começam a fazer reuniões nas chácaras, informando que o Riacho Fundo II, seria
um dos bairros nobre da Região.

A prova cabal para tudo isso deixar de ser boato para se tornar realidade,
se consuma na derrubada das casas e plantação da Chácara 97, dentro do Riacho
Fundo II, que apesar de existir ação na Justiça, o DF Legal ignorou o devido
processo legal, fato que se tornou regra, quando sem nenhuma ordem judicial faz
demolições ilegais, baseada em um registro falso, fabricado pela TERRACAP e aceito
por cartórios com tabeliões venais, e, depois de consumada as ilegalidades nada
mais se poder fazer e nem mesmo a quem reclamar.

Daí vem a Procuradoria Geral do Distrito Federal falar que não houve
demolição de nada na propriedade do Requerente, portanto, não pode falar daquilo
que não aconteceu.

Pois é exatamente por isso que estamos nos antecipando ao estado de


exceção que vem praticando os governos do Distrito Federal, sendo eles Arruda,
Agnelo, Rollemberg e o então Ibaneis, que as questões habitacionais no Distrito
Federal em se tratando de pessoas de baixa renda tem se tornado um martírio.

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Estamos nos referindo ao que aconteceu na Chácara 97, do Riacho Fundo


II, quando o Juiz da VARA DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO URBANO E
FUNDIÁRIO DO DISTRITO FEDERAL, informou em seu petitório de negativa do
pedido liminar, de que não podia interferir no processo fiscalizatório dos órgãos
governamentais, e, por outro lado o Autor do processo na Chácara 97, não provou
ser proprietário da área que dizia ser sua, até porque Cessão de Direito e posse,
não prova titularidade de terra, apenas Escritura Pública e Registro em Cartório
comprovam a propriedade de qualquer bem.

Naquele processo de Obrigação de Fazer, foi respeitado o entendimento do


Doutro Juiz, e, não se fez o presente recurso para buscar o pedido liminar, em
face de termos a plena consciência da posição do TJDFT, quanto as terras do
Riacho Fundo II, e apresentamos réplica a historieta discorrida pela Procuradoria
Geral do Distrito Federal, em cujo petitório foi atendido em 100% de seus pedidos,
inclusive na condenação de honorários de sucumbência que foram arbitrados em R$
2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), apesar do processo tramitar pelo pálio da
gratuidade da Justiça, cujo o valor da causa é de R$ 100,00 (cem reais).

Falando ainda daquele processo na Chácara 97, Riacho Fundo II, que tem a
mesma correlação com o presente feito, além do processo se encontrar em grau
de Recurso de Apelação para o Colendo TJDFT, temos absoluta certeza de que a
Procuradoria Geral do Distrito Federal irá apresentar o mesmo discurso com a
mesma narrativa, apresentando um REGISTRO FALSO, fabricado pela TERRACAP,
em cuja sentença vai obedecer aos mesmos critérios de entendimentos anteriores.

PROCEDÊNCIA DA AÇÃO - CABIMENTO E LEGITIMIDADE AD CAUSAM

In casu, verifica-se de chofre pelos documentos granjeados, engatado pelas


circunstâncias norteadoras da moldura fática, que o autor exerce na plenitude a posse da
“Chácara 119, Catetinho, Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito Federal” desde a sua
cognição, ou seja, ao longo de 60 (sessenta) anos ininterrupto de posse mansa e pacífica,
em área inferior a 50 ha.
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Noutra vértice, inarredável que os documentos carreados nesta exordial deixam patente
que, a “Chácara 119, Catetinho, Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito Federal”, é de
propriedade do Requerente, tendo em vista a sedimentada jurisprudência do TJDFT e STJ,
referente as terras do Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito Federal.

Emerge daí para o mundo jurídico a presença manifesta do justo receio por parte
do Autor, diante da hipótese concreta e palpável de derrubada de sua cerca e de sua
residência, pois, alguns vizinhos invasores de pequenos lotes, desde sábado passado
começaram a cortar o arame farpado da propriedade, dizendo que ali era área da Cooperativa
dirigida por Léo Resende, que tem a proteção do DF Legal e da Secretaria de Habitação
do Distrito Federal, bem como da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do DF.

Destarte, adequada à postulação do “Interdito Proibitório”, cuja natureza é preventiva,


tendo como intento evitar a ocorrência de turbação ou esbulho, assegurando ao Autor a
proteção de imóvel in quaestio de sua propriedade, do qual detém a posse e nela pratica
atividades agricultáveis para a sua subsistência, obediente ao regramento esculpido no art.
567 do CPC, in verbis:

“Art. 567. O possuidor direto ou indireto que detenha justo


receio de ser molestado na posse poderá requerer ao juiz que o segure
da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado proibitório em
que se comine ao réu determinada pena pecuniária caso transgrida o
preceito”.

Em obra organizada com acuidade e sensibilidade por LENIO LUIZ STRECK, DIERLE
NUNES e LEONARDO CARNEIRO DA CUNHA, define-se com clareza a ratio legis do
interdito proibitório:
“A ação de interdito proibitório visa proporcionar uma tutela
possessória inibitória a fim de impedir a realização de atos de
agressão à posse, seja na modalidade de esbulho ou da turbação („) O
justo receio que se exige para o exercício dessa pretensão se traduz
na ciência de fatos ou circunstâncias que autorizem fundada suspeita
de que o réu irá atentar contra a posse, seja turbada ou esbulhando.
Destarte, aquele que receita tem de encobrir-se (recelare), porque
teme”.

Com o mesmo espírito prelecionam NELSON NERY JÚNIOR e ROSA MARIA


DE ANDRADE NERY:

“Caráter Inibitório. O interdito proibitório aqui previsto [art.


567] tem caráter inibitório, como no caso da ação prevista no art. 497.
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Aqui visa proteger especificadamente o direito de posse quando ainda


não tiver sido efetivada a turbação ou esbulho, mas houver justo receio
de que venha a ocorrer” [grifo nosso].

A legitimidade ativa ad causam do autor está traduzida no justo receio de


vir a ser turbada a sua posse exercida por longo tempo no imóvel rural de sua
propriedade.

Já a legitimidade passiva ad causam recai sobre o grupo de pessoas


incorporadas nas demolições ilegais sem ordem judiciais, que além de funcionários
públicos, fazem parte de uma organização que praticam atos ilegais, que ao entrarem
no imóvel do Autor sem apresentar papel algum, que respaldasse a criminosa
demolição, mesmo sabendo que se trata de propriedade particular.

A POSSE DO AUTOR E O JUSTO RECEIO

O interdito proibitório, como se sabe, é a ação do proprietário, fundada no


justo receio que sobrevenha ulterior esbulho possessório (CPC, art. 567).

Nesta exordial o autor incumbiu-se de provar na dianteira e à saciedade os


requisitos gerais das demandas possessórias previstas no art. 561 do CPC (aplicado
por remissão do art. 568 do CPC), através de documentação idônea arrastada aos
autos que detém a posse da “Chácara 119, Catetinho, Riacho Fundo II, Zona Rural
do Distrito Federal” sendo bastante previsível, daí o justo receio de que a próxima
demolição seja em sua Chácara, considerando que os agentes do DF Legal não
levam em mão nenhuma ordem judicial e muito menos alguma autorização por
escrito de algum órgão oficial do Distrito Federal, apenas chegam com a Polícia e
caminhões dizendo que ali é terra pública e que não precisam de ordem judicial
para fazer qualquer tipo de derrubada em terra públicas.

Este mesmíssimo fato aconteceu na Chácara 97, Caub I, Riacho Fundo II,
em cujo processo de Obrigação de Fazer, como já dito encontra em grau de recurso
para o Colendo TJDFT.
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A garantia buscada no presente feito não pode ser negada pelo Poder
Judiciário, considerando o exemplo recente da Chácara 97, na mesma região, com
tramitação na mesma Vara do Meio Ambiente, onde a narrativa de que o Distrito
Federal é proprietário da área é cristalinamente mentirosa, pois, no próprio TJDFT
existe pacificada jurisprudência sedimentada neste sentido, que como prova emprestada
necessário sua demonstração, quando assim definiu:

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA VARA DE MEIO AMBIENTE,


DESENVOLVIMENTO URBANO E FUNDIÁRIO DO DISTRITO FEDERAL

Autos no 0036415.37-2005.8.07.0001
ALEGAÇÕES FINAIS – AÇÃO REIVINDICATÓRIA

Demandante: COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA – TERRACAP


Demandados: Antônio de Sá Cavalcante, e seu cônjuge Edileusa
Araújo Melo Cavalcante

ANTÔNIO DE SÁ CAVALCANTE, brasileiro, casado, portador do RG no


281.419SSP/DF, e do CPF no 066.227.801-10 e seu cônjuge EDILEUSA
ARAÚJO MELO CAVALCANTE, brasileira, casada RG no 746.443
SSP/DF e do CPF no 339.415.781-15, residentes e domiciliados desde
18.09.1998, na Chácara 94, antes no 12 do CAUB II, da Colônia Agrícola
Catetinho, no Riacho Fundo II, em Brasília – DF, cuja posse foi
confirmada pelo Laudo de Vistoria da Secretaria de Agricultura do DF,
(ID 32027415) de 14.07.2004, atendendo ao r. despacho publicado em
04/08/2021, através da Advogada in fine assinada, comparecem á
honrada presença de Vossa Excelência, para apesentar RAZOES
FINAIS, nos autos da Ação Reivindicatória manejada pela TERRACAP,
o que fazem com os fundamentos fáticos e jurídicos delineados na
sequência.

Desde logo, importa deixar consignado, que, realmente, como


consta das Alegações Finas de id 99232054, de 10.08.2021, quando em
06.04.2005, ingressou a TERRACAP com a Ação Reivindicatória sob
exame, alegou que a dominialidade da área vindicada, a Chácara no 94,
antes 12, do CAUB II, hoje Colônia Agrícola Catetinho, teria origem na
Transcrição no 11.085, de 28.04.1958, do CRI de Luziânia – GO, cuja
transcrição denominou de matricula, isto, utilizando os mesmos
argumentos utilizados em outras Reivindicatórias com as quais
pretendia se apropriar de outras Chácaras da Colônia Agrícola
Catetinho, dentre elas a Chácara 107, do CAUB II, onde tal pretensão
foi repelida, através do v. Acórdão de 20.06.2007, adotado pela 3 a
Turma Civil do TJDFT, no processo no 2005.01.1.037540–9, no qual
lavra a Ementa seguinte:

CIVIL E POCESSO CIVIL – AÇÃO REIVINDICATÓRIA – PROVA DO


DOMINIO DO IMOVEL – AUSENCIA – EXTINÇÃO DO PROCESSO
SEM EXAME DE MÉRITO. (ACÓRDÃO no 76104).

1. Para o acolhimento de pleito reivindicatório,


fundamentado no artigo 1.228 do Código Civil, é imprescindível a
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descrição do imóvel, a comprovação da titularidade do domínio


pela parte autora e a posse injusta exercida pela parte ré.

2. Deixando a parte autora de carrear aos autos prova


inequívoca do domínio do imóvel objeto da ação reivindicatória,
impõe-se a extinção do processo, sem exame do mérito, em face
da carência de ação.

3. Recurso conhecido e não provido. (Apelação Cível


2005.01.1.037540–9, 3a Turma Cível do TJDFT, Rel.
Desembargadora Nídia Coreia Lima, julgado em 20.06.2007).
...

Não obstante tal Ementa, revele, claramente, que a


Transcrição 11.085, de 28.04.1958, do CRI de Luziânia – GO, não foi
admitida como prova da propriedade da TERRACAP, que, sequer
especializou ou localizou a área maior onde se encontra a Chácara
vindicada, ou seja, a Chácara nº 107 do CAUB II, hoje Colônia Agrícola
Catetinho, consciente da situação jurídica da posse objeto da
reivindicatória e de outras que estão na mesma Colônia Agrícola, nas
razões es de decidir lançadas no lúcido voto condutor proferido pela
Eminente Relatora, a Desembargadora Nídia Correia Lima, onde, em
sintonia com o disposto na Lei Distrital no 1.480, de 17.06.1997 e à
Decisão 83, de 18.09.1998 do Conselho Administrativo da TERRACAP,
reconhecendo como legitima a posse sucedida, acrescentou o
seguinte:
Nada obstante referido imóvel tenha sido objeto de
concessão de uso remunerado (fl. 16/20) e posterior Termo de
indenização por Benfeitorias (fls. 26) e de imissão de posse (fls.
28/29) diante da fragilidade da prova carreada aos autos,
somente a apresentação do registro do imóvel perante o cartório
imobiliário competente teria o condão de elucidar, de forma
inequívoca, a dúvida quanto à propriedade do bem sub judice.

A demonstração do domínio do imóvel é ônus que


incumbe à parte autora, consoante se infere do teor do artigo 333,
inciso I, do Código de Processo Civil, porquanto se trata de prova
quanto aos fatos constitutivos do direito vindicado na inicial.
Humberto Theodoro Júnior (in Curso de Direito Processual Civil,
22a Edição, vol. I, Editora Forense, pág. 423), ao tratar do ônus
probatório, deixa claro que “Não há um dever de provar, nem à
parte contrária assiste o direito de exigir a prova do adversário.
Há um simples ônus, de modo que o litigante assume o risco de
perder a causa se não provar os fatos alegados e do qual
depende a existência do direito subjetivo que pretende
resguardar através da tutela jurisdicional. Isto porque, segundo
a máxima antiga, fato alegado e não provado é o mesmo que fato
inexistente. (Destacamos). Com efeito, somente a comprovação
da propriedade legitima o exercício da ação reivindicatória.

Pelo visto, além de ter ficado claro, no Acórdão de 20.06.2007,


adotado em tal Ação Reivindicatória que a TERRACAP, não
demonstrou, com base na Transcrição 11.085, de 28.04.1958, do CRI
de Luziânia – GO, que são públicas e de sua propriedade, as terras em
cujo perímetro se encontra a gleba 107, do CAUB II, e demais Chácaras
do mesmo assentamento rural, ficou claro, também, que a posse nela
exercida não tem macula de origem e, por consegui dente, é legitima,
o que implica dizer que, poderia ser usucapida, mormente, porque, os
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contratos de concessão de uso, firmados desde 1986, com os colonos


assentados, foram rescindendos pela Resolução 511, de 12.11.1998,
da Fundação Zoobotânica do DF, quando deu cumprimento à Lei n o
1.480, de 17.06.1997 e à Decisão 083, de 18.09.1998 do Conselho
Administrativo da TERRACAP.

Daí se infere que, também, no caso sob exame, que trata da


pretensão da TERRACAP se apropriar da Chácara 94, do CAUB II, a
Ação Reivindicatória proposta em 06.04.2005, com suposto
embasamento na Transcrição no 11.085, de 28.04.1958, não se fez
acompanhar do título de propriedade e/ou de domínio, que,
obrigatoriamente, deveria acompanhar a inicial da indigitada ação,
fato este, que, na vigência do CPC de 1973, impunha a extinção do feito
sem resolução do mérito, e a improcedência liminar do pedido, no
NCPC, o que se impõe, porque ausentes os requisitos de constituição
e desenvolvimento válido e regular do processo, consoante se infere
dos arts. 283, 285-A, 330, I e 333, I, do CPC/1973, e dos incisos I e II do
§ 4o do art. 334 e, incisos I e II do art. 443 do NCPC.

Ademais, in casu, o direito que assiste aos demandados à


decretação de improcedência de tal ação, ajuizada à revelia das
Decisões nos 083, de 18.09.1998 e 015, de 20.02.1998, do Conselho
Administrativo da TERRACAP, e com violação da Lei Distrital n o 1.480,
de 17.06.1997, não é corroborado, apenas, pelo aludido Acórdão de
20.06.2007, adotado no processo 2005.01.1.037540–9, mas, por outros
Acórdãos com transito em julgador, dotados de eficácia vinculante e
ultra partes do TJDFT, dentre os quais, o v. Acordão, que, afastando,
peremptoriamente, a possibilidade da Chácara vindicada ter origem
na mesma Transcrição no 11.085, de 1958, adotado pela 3a Turma Civil
do TJDFT, em 16.05.2012, no processo 20110020170257AGI, deixou
consignado o seguinte:

...

Em contraminuta ao presente recurso, a TERRACAP


sustentou que a “idoneidade do título de propriedade ostentado
pelo Autor está sendo travada em arena apropriada, qual seja,
nos autos do processo no 2007.01.1.053282-6, que tramita na
Vara de Registros Públicos do Distrito Federal. E nesta demanda,
foi determinado o bloqueio da matrícula do imóvel” (fl.108).

Da leitura da mencionada peça processual, constata-se que a


TERRACAP, em nenhum momento, faz qualquer referência, ainda que
indireta, a uma eventual desapropriação da área onde está sendo
erigida a obra embargada. Limita-se a TERRACAP a afirmar que a
questão relativa à propriedade do bem “está sendo travada” na Vara
de Registros Públicos do Distrito Federal.
Todavia, a ação mencionada pela TERRACAP é, em verdade,
um Processo Administrativo, cujo requerente é o Oficial do Cartório do
5o Ofício de Registro de Imóveis do Gama. Em consulta ao sistema
eletrônico de andamento processual desta Corte de Justiça, verifica-
se que a referida ação não diz respeito à posse ou, ainda, à
propriedade do bem, mas sim busca esclarecer os limites e
confrontações do imóvel.

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Com relação ao bloqueio na matrícula do imóvel que, segundo


a TERRACAP, constitui elemento impeditivo para o provimento da
pretensão do ora agravante, insta assinalar que referido bloqueio
somente foi determinado para fins de regularização na forma do art.
213, inciso II, a Lei 6.015/73.
O referido preceptivo legal trata apenas da retificação do
registro ou averbação do imóvel, “no caso de inserção ou alteração de
medida perimetral de que resulte, ou não, alteração de área, instruído
com planta e memorial descritivo assinado por profissional legalmente
habilitado, com prova de anotação de responsabilidade técnica no
competente Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA,
bem assim pelos confrontantes.
Denota-se, portanto, que o bloqueio na matrícula do imóvel do
ora agravante não guarda qualquer relação com o direito de
propriedade. Aliás, a própria decisão proferida nos autos do Processo
Administrativo, interposto pelo Oficial do Cartório do 5º Ofício de
Imóveis, destacou que a medida de bloqueio “não subtrai os direitos
reais consignados” no título de domínio do imóvel (fl. 62).
De fato, para infirmar as alegações do agravante, bastaria
que a TERRACAP trouxesse para os autos documento idôneo hábil a
demonstrar que a desapropriação foi efetivada. Não há, pois, qualquer
óbice para que o ora agravante possa exercer os direitos de
propriedade sobre o imóvel, sobretudo por não ter a TERRACAP
demonstrado que o bem tenha sido desapropriado.
Em verdade, o ora agravante é o legítimo proprietário do bem
situado na Chácara Arco Iris, Núcleo Rural Ponte Alta, Gama/DF,
conforme se vê da matrícula do registro do imóvel (fl. 78). Além disso,
o único gravame que, segundo a TERRACAP, poderia impedir a
pretensão recursal deduzida pelo agravante, diz respeito a um
bloqueio que, vale repetir, não guarda qualquer relação com os
direitos de propriedade e tampouco com a suposta desapropriação
alegada pela TERRACAP.
Desse modo, considerando que o ato administrativo que anulou
a licença da obra erigida no imóvel do ora agravante partiu de
premissa equivocada, uma vez que, ao contrário do que consta nos
fundamentos em que se baseou a Administração Pública para motivar
o referido ato (fls. 110/111), a obra não está localizada em área pública
e, cumpre reiterar, não foi desapropriada pela TERRACAP, devem ser
sobrestados os efeitos do mencionado ato, até o julgamento da ação
originária (cópia anexa).
...
De sorte, que, tratando das terras ligadas à Colônia Agrícola
Catetinho, que, separadas apenas pela DF 001, estão na localidade da
Ponte Alta, as quais, com origem nos Registros Paroquiais n o 06, de
08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, foram reclamadas pela TERRACAP, a pretexto de terem
origem na Transição 11.085, de 28.04.1958, a Egrégia 3 a Turma Cível
do TJDFT, pelo Acórdão de 16.05.2012, deixou claro, que, a Autora
não provou que tais terras são públicas, mesmo porque, fora da área
compreendida por tal Transcrição, e, porque, na localidade estão as
terras das 69 (sessenta e nove) matriculas bloqueadas, pela decisão
de 22.06.2007, adotada pela Vara de Registros Públicos do DF, no
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processo no 2007011053282-6, onde relacionadas as matriculas


seguintes:
nos 25387, 25388, 27547, 6986, 10195, 11008, 11009,
11658, 2401, 24632, 8892, 7746, 7053, 26451, 6965, 25570, 9392,
7976, 13600, 27968, 12573, 12369, 11846, 11054, 10956, 9414,
9413, 8038, 8036, 6151, 5305, 3368, 5376, 649, 27382, 26697,
26487, 26400, 26222, 25601, 24865, 12033, 11912, 11853,11231,
11230, 11217, 11010, 27163, 5355, 26264, 24828, 10548, 7050,
10894, 10563, 9922, 9624, 8113, 7938, 7848, 7714, 7524, 7358,
28035, 26411, 12048, 10176 e 681, todas do 5 o Ofício do Registro
de Imóveis do Distrito Federal - Gama/DF.

...

Assim, afastando a remota possiblidade das terras dessas


matriculas, terem origem na Transição no 11.085 de 28.04.1958, via da
qual adquiridas as 02 (duas) glebas das antigas Fazenda Gama e
Riacho Fundo, nesses r. Acórdãos, que vinculam os órgãos
jurisdicionais inferiores, a 3a Turma Cível do TJDFT, não acatou o
argumento de que as terras do CAUB I e II, hoje Colônia Agrícola
Catetinho, e áreas adjacentes, compreendidas por tais matriculas,
estariam em algumas das 03 (três) glebas, que, resultantes da divisão
judicial julgada em 09.11.1923, foram dadas a José da Costa Meirelles,
Artur Ribeiros e Alonso Meirelles de Lima, como consta da Transcrição
1.833, de 10.11.1923., do CRI do 1o oficio de Luziânia – GO, de cujas
glebas, apenas 02 (duas), foram adquiridas pela Transcrição no 11.085,
de 28.04.1958.

Aliás, a pretensão da TERRACAP de, com base na Transcrição


no 11.085, de 28.04.1958, justificar a propriedade pública sobre as
terras privadas compreendidas pelas 69 (sessenta e nove) matriculas
bloqueadas, pela decisão de 22.06.2007, adotada pela Vara de
Registros Públicos do DF, no processo 2007011053282-6, sob o
infundado argumento utilizado no já havia se afastada antes, pela
Sentença de 14.10.1986, adotada no processo no 2498/85/RP de dúvida
inversa suscitada no formal de partilha da área de 1.864 hectares, no
inventário dos bens deixado por Anacleto de Sousa Vasques e se
cônjuge, onde, expressamente, consignado o seguinte:

“A União Federal e a TERRACAP alegaram a propriedade dos


bens, mas nenhuma prova trouxera para demonstrar a veracidade das
afirmações. Já a área dos bens inventariados e enunciada como sendo
de 1.864 hectares de terras, tem sua origem na certidão de fls. 38 dos
autos, cujo título obedece ao comando da Lei 6.015/73 – Arts. 196 e
197. (Destaque nosso).
(...)
Assim, julgo procedente a Dúvida Inversa para determinar o
registro do formal de partilha. Expeça-se o competente mandado.
Custas ex lege. P.R.I Brasília – DF, 14 de outubro de 1986, NAURO
RENAN BITTENCOURT Juiz de Direito.
...
Pelo visto, e sem perder de vista, que, a anterior sentença
adotada em 14.10.1986, no processo de dúvida inversa no 2498/85/RP,

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projeta reflexos sobre as terras da Fazenda Ipê, que se encontra


dentro das terras da Ponte Alta, compreendidas pelas matriculas
bloqueadas, onde se encontra, também, a área de 1.864 hectares, que
tem origem no inventário dos bens deixados por Anacleto de Sousa
Vasques e seu cônjuge, tem-se, que, essa sentença, constitui, mais
uma prova de que, a pretensão expropriaria revela pela TERRACAP,
com base na Transição 11.085, de 28.041958, nos autos do processo
20110020170257AGI, onde proferido pela 3a Turma Cível do TJDFT, o
Acordão de 16.05.2012, já havia sido negada, quando autorizado, pela
sentença de 14.10.1986, o registro do formal de partilha, mencionado.
Na verdade, as terras compreendidas pelas matriculas
bloqueadas, e pela área de 1.864 ha, objeto da ação de dúvida inversa
suscitada, estão na Ponte Alta, têm origem nos Registros Paroquias
06, de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, onde se localizava a Fazenda Ipê, na qual, implantado o
Combinado Agrourbano Ipê, onde, segundo o Censo Experimental de
17.05.1959, tinha 108 habitantes, e, segundo o mesmo Censo, na
Fazenda Gama, 587 e na Riacho Fundo 193, cujos registros, apesar de
ignorarem que em 09.11.1923, as Fazendas Gama e Riacho Fundo,
foram divididas em 03 (três) glebas, revelam que a Fazenda Ipê,
constitui unidade imobiliária autônoma e fora das 02 (duas) glebas
adquiridas pela Transcrição 11.085, de 28.04.1958... Daí, porque,
coerente é concluir, que, a Fazenda Ipê, como unidade imobiliária
autônoma ou distinta, nunca desapropriada pelo Poder Público, que no
ano de 1959, quando publicado o referido Censo Populacional, contava
com 108 habitantes, proprietários e/ou possuidores, das terras que, na
localidade da Ponte Alta, tem origem nos Registros Paroquias no 06,
de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, não se encontra no perímetro das 02 (duas) glebas, que,
resultantes da divisão j das Fazendas Gama e Riacho Fundo, julgada
em 09.11.1923, foram dadas aos condôminos José da Costa Meirelles
e Artur Ribeiro, o que é corroborado pelos documentos históricos, que,
sobre a Fazenda Ipê, foram consultados.

Ademais, o entendimento contrário manifestado pela


TERRACAP, não levou em conta, que, o assentamento rural onde se
encontra chácara vindicada, o qual representa a principal
manifestação das políticas de reforma agrária definidas pela União,
apesar de ter sido executado pela Fundação Zoobotânica do Distrito
Federal, extinta pelo Decreto no 20.976, de 27.01.2000,, se encontra
na antiga Fazenda Ipê, em terras da Ponte Alta, com origem nos
Registros Paroquias no 06, de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de
18.08.1858 e 170, de 09.09.1858, que estão fora do perímetro das 02
(duas) glebas que, com origem nas Fazendas Gama e Riacho Fundo,
foram adquiridas pelo Poder Público, através da Transição 11.085, de
28.04.1958.

Posto isso e, sem perder de vista, que, a constatação de que a


Fazenda Ipê, não se encontra na aérea compreendida pela
Transcrição 11.085, de 28.04.1928, é confirmada, especialmente, pela
ausência da matricula que deveria ser aberta no DF, importa
acrescentar, que, pelos documentos históricos consultados, onde se
inclui a obra “Patrimônio nas Ruas, Governo do Distrito Federal,
Secretaria de Cultura, Diretoria de Patrimônio Histórico e

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Artístico,2002, p. 44”, restou esclarecido, que, quando da aquisição


das terras rurais para construção da nova Capital do Brasil, a região
onde se encontram as terras, era formada, basicamente, pelas
Fazendas Gama, Ipê, Alagado e Ponte Alta, conforme se infere dos
trechos colhidos da referida obra, que registram o seguinte:

“O território gamense é formado pelas terras das quatro


antigas fazendas goianas: a fazenda Gama, que lhe deu o nome, e as
Fazendas Ipê, Alagado e Ponte Alta. Sendo estas duas últimas a base
territorial da cidade.
...

E a Fazenda ipê, que recebeu a granja de mesmo nome e onde


morou o Primeiro Prefeito de Brasília, Israel Pinheiro, e outras
autoridades, pertencia a Pedro Cardoso Romeiro. (As Cidades
Satélites de Brasília. Vasconcelos, José Adilson, serie Cidades
Satélites de Brasília, 1988, p.188/189).

Conforme o Censo Experimental de Brasília de 1959, residiam


na futura área do gama cerca de 1.000 pessoas, assim distribuídas:
nos arredores da fazenda Gama, 587; na fazenda Ponte Alta, 259; e na
fazenda Ipê 108 habitantes.

Esses números contribuíram para desmistificar a ideia de


“região fazia” que costuma ser atribuída a região do DF quando
Brasília começou a ser construída.

À medida que avançavam as obras da construção de Brasília,


aumentava o número de pessoas que para cá se deslocavam. E,
contrariando as expectativas de crescimento da cidade (a previsão era
que no ano de 2.000 Brasília registrasse 500 mil habitantes), milhares
de trabalhadores já se aglomeravam antes mesmos da inauguração da
cidade em 1960. (Patrimônio nas Ruas, Governo do Distrito Federal,
Secretaria de Cultura, Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico,
2002, p. 44).

...

Diante desses registros, e, também, do que conta no Censo de


Brasília, de 17.05.1959, que localiza a Fazenda Ipê, onde Implantado o
Combinado Agrourbano Ipê, e, por isso, em local diverso das Fazendas
Gama e Riacho Fundo, empreendeu-se nova pesquisa para saber
como e quando a Fazenda Ipê foi adquirida pelo Poder Público, porém,
constatou-se, que tal aquisição nunca ocorreu, o que é confirmado
pelo Inventário de 01.12.1949, instaurado por Artur Cardoso Romeiro,
em Luziânia - GO, sob o no 4900005282, e confirmação de que Pedro
Cardoso Romero, avô do inventariante, faleceu em 1903, e seu
cônjuge, Maria Alves Ferreira, no ano de 1915, em Luziânia - GO, onde
feito alusão aos herdeiros dos falecidos e às Fazendas Lage ou Jiboia
e Samambaia.

Acrescente-se, que, nesse inventário, nenhuma alusão é feita


sobre à Fazenda Ipê e, tampouco, sobre aquisição pelo Poder Público
de área do inventariado, mesmo porque, se Pedro Cardoso Romeiro,
faleceu em 1903 e sua esposa em 1915, resta afastado a possibilidade
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de ter transferido tal fazenda ao Poder Público, o que é confirmado no


inventario do neto, Artur Cardoso Romeiro, instaurado em 01.10.1982,
a requerimento de Antônia Xavier Cardoso e filhos, onde não há notícia
sobre a aquisição, da Fazenda Ipê, unidade imobiliária autônoma, seja
como propriedade, ou como posse, nunca adquirida pelo Poder
Público o que, paralelamente, confirma, que, tal fazenda não integrava
a Fazenda Gama ou Riacho Fundo, adquirida pelas Transcrições
11.033, de 14.04.1958 e 11.085, de 28.04.1958, do CRI de Luziânia –
GO.
Demais disso, a prova incontroversa de que a posse da área
vindicada não é injusta, e que tem sustentação em causa jurídica
idônea, não deriva, apenas, do consignado no Censo Experimental de
17.05.1959, quando informa, que, a Fazenda Ipê tinha 108 habitantes,
mas, também, do fato de ter origem no referido assentamento rural
implantado sob a égide do Estatuto da Terra, ou seja, da Lei 4.504, de
30.11.1964, de cuja área a Fundação Zoobotânica do DF, nunca
provou ser titular do domínio, o que, atualmente, legitima a presença
dos colonos assentados e de seus sucessos na área em questão,
como, aliás, se infere do Acórdão 801047, que, com força vinculante,
foi adotado em 14.05.2014, pela 2º Turma Cível do TJDFT, nos autos do
processo 2012.01 1 1879375, em cuja Ementa, consta o seguinte:

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. INTIMAÇÃO DEMOLITÓRIA. ÁREA PÚBLICA


OCUPADA POR PARTICULARES. VARGEM DA BÊNÇÃO. CONTRATOS
DE CONCESSÃO DE USO FIRMADOS COM A EXTINTA FUNDAÇÃO
ZOOBOTÂNCIA. AUTORIZAÇÃO REGULAR DA OCUPAÇÃO.
DECRETO 19.248/98. DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE
FORMAL. DESALOJAMENTO DOS MORADORES. DEVIDO PROCESSO
LEGAL. NECESSIDADE. DIREITO À RETENÇAO OU À INDENIZAÇÃO
DE BENFEITORIAS E ACESSÕES. PROTEÇÃO DA CONFIANÇA.

1. A Vargem da Bênção, outrora uma área rural, foi


transformada em Zona Urbana Consolidada pelo Plano Diretor de
Ordenamento Territorial do Distrito Federal (Lei Complementar
Distrital 803/2009). Posteriormente, o terreno foi afetado como
estratégico para programa habitacional do GDF.

2. A instalação dos particulares no terreno público em foco não


foi meramente tolerada, mas sim formalmente autorizada pelos
contratos de concessão de uso e até mesmo incentivada pela
Administração Pública, o que induz à conclusão de que as famílias
ocupantes ali se estabeleceram de boa-fé, com suporte em contratos
firmados com a extinta Fundação Zoobotância, os quais lhes
despertava a legítima expectativa de regularidade do apossamento
daquelas terras.

3. O Decreto Distrital 19.248/98, que conferia validade às


avenças de concessão de uso, teve declarada a sua
inconstitucionalidade formal, do que decorre o raciocínio de que a
irregularidade da ocupação da Vargem da Bênção não se deu por
culpa dos particulares residentes na área, que simplesmente aderiram
ao programa de distribuição de terras públicas rurais, o qual gozava

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de presunção de legitimidade até a sua retirada do ordenamento


jurídico.

4. A fiscalização promovida pela AGEFIS referente as


construções erguidas nos lotes integrantes da Vargem da Bênção
desvela-se como mero artifício para contornar o devido processo
legal, e, assim, alcançar o desalojamento dos moradores daquela
localidade.

5. Embora tenham sido concedidos efeitos ex tunc à declaração


de inconstitucionalidade na ADI 2006.00.2.004311-4, houve a expressa
ressalva de que socorre aos ocupantes de boa-fé favorecidos pelos
contratos provindos do Decreto Distrital 19.248/98 o direito de vindicar
a retenção ou a indenização pelas acessões e pelas benfeitorias
erguidas.

6. A existência do direito à retenção ou à indenização, assim


como a quantificação de eventuais valores a serem restituídos ao
particular, deverá ser averiguada com a instauração do devido
processo legal, sujeito ao contraditório e à ampla defesa.

7. Em atinência ao princípio da proteção da confiança é


vedado, portanto, ao Poder Público simplesmente lançar o cidadão à
deriva, compelindo-o a demolir em prazo desarrazoadamente curto as
construções erigidas no lote, quando se sabe que o próprio Poder
Público que havia manifestado previamente sua concordância com
que o particular se utilizasse da área pública sob litígio e ali
estruturasse moradia e produção rural.

8. Apelação provida. Maioria.

ACÓRDÃO

Acordam os Desembargadores da SEGUNDA TURMA CÍVEL do


Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, WALDIR LEÔNCIO
LOPES JÚNIOR - Relator, J. J. COSTA CARVALHO – Revisor e SÉRGIO
ROCHA - Vogal, sob a presidência do Desembargador J. J. COSTA
CARVALHO, em CONHECER E DAR PROVIMENTO AO RECURSO,
MAIORIA, de acordo com a ata do julgamento e notas taquigráficas.

Brasília (DF), 14 de maio de 2014 /Des. J. J. COSTA CARVALHO.

Estando claro, portanto, a legitimidade do ingresso e a


permanência dos Colonos Assentados e de seus sucessores, a
qualquer título, no Combinado Agrourbano Ipê, ou e claro, também,
que no Edital de 27.01.1986, de convocação dos candidatos a colonos,
consta que tal assentamento observará ao que dispõem a Lei n o
4.504/64 e o Decreto Lei no 59.428/66, tem-se que, o ingresso na posse
“não foi meramente tolerada, mas formalmente autorizada pelo Poder
Público”, por isso, não há dúvida de que, também, o Acordão adotado
pela 2o Turma Cível do TJDFT, no processo no 2012 01 1 187937 5, se
aplica ao processo sob exame, e demais processos, que, no mesmo
assentamento revelam semelhante realidade fática e jurídica, isto, em
sintonia com os princípios da segurança jurídica, isonomia e certeza
do direito.

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Aliás, acrescentando outros fundamentos jurídicos aos


consignados nos Acórdãos acima apontados, e, paralelamente,
confirmado o legitimo direito que assiste aos demandados nestes
autos, e a todos os possuidores das terras urbanas e/ou rurais, que, na
Colônia Agrícola Catetinho, vem sendo ameaçados por outras Ações
Reivindicarias, sob o único argumento de que estariam suas posses na
área que tem origem na Transcrição 11.085, de 28.04.1958, do CRI de
Luziânia – GO, ou da Matricula 81.462, de 03.04.2013 do CRI do 4 o
oficio do DF, em 10.07.2019, a Egrégia 4a Turma Cível do TJDFT,
tratando de questão semelhante, no processo no 2003011053784APC,
negou, peremptoriamente, o pretenso direito reclamado pela
TERRACAP, pelo r. Acórdão, que tem a Ementa seguinte:..

EMENTA

DIEITO CIVIL. AÇÃO REINVINDICATÓRIA. TERRACAP. COLONIA


AGRICOLA SUCUPIRA. ASSENTAMENTTO URBANO CONSOLIDADO.
MUTAÇÃO FÁTICA E JURIDICA DO IMÓVEL. PEDA DO DIREITO DE
PROPRIEDADE. OCUPAÇÃO RECONHECIDA E GUARNERCIDA PELO
PODER PÚBLICO. FUNÇÃO SOCIAL. PROCEDIMENTO DE
REGULARIZAÇÃO NÃO CONCLUÍDO. DIEITO DE RETOMADA.
INESISTENTE.

I. A TERRACAP, proprietária da terra nua, não tem direito de


reaver lotes situados em assentamento urbano consolidado cujo
processo de regularização ainda não foi concluído.

II. Há clara dissociação fática e jurídica entre a terra nua


adquirida pela TERRACAP e o assentamento urbano cuja consolidação
é reconhecida pelo DISTRITO FEDERAL que disponibilizou serviços
públicos, o classificou legalmente como área passível de
regularização fundiária e inclusive atribuiu designação própria.

III. Assentamento urbano consolidado opera transmutação


fática e jurídica da propriedade que torna defesa a sua retomada por
aquele que figura como proprietário no fólio real.

IV. Não obstante a Matriz constitucional e a amplitude do


direito de propriedade, a sua oponibilidade erga omnes, fundamento
da faculdade de reinvindicação, pressupõem a identidade física e
jurídica ente o bem reivindicado pelo proprietário e o bem ocupado
pelo demandado.

V. A propriedade não subsiste na hipótese em que o imóvel


experimenta mutação fática e jurídica, isto é, pede suas
características essenciais, por força da intervenção executiva e
legislativa do Estado, consoante inteligência do artigo 1.275, inciso IV,
do Código Civil.

VI. A TERRACAP não tem direito subjetivo de recuperar


lotes que compõem assentamento urbano socialmente irreversível
onde moram, com suporte de serviços públicos e infraestrutura
urbana, mais de 4.000 famílias, senão pelo perecimento do direito, pela
função social que merge da moradia sedimentada.

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VII. A regularização de assentamento urbano consolidado é


um compromisso legal - e não uma faculdade – do DISTRITO FEDERAL,
conforme sinaliza a interpretação teleológica do Estatuto da Cidade,
da lei 13.465/2017 e do Plano Diretor do Ordenamento Territorial do
Distrito Federal - PDOT

VIII. Recurso provido.

A par do que consta das razoes de decidir consignadas no


Acórdão cuja Ementa foi transcrita, coerente é concluir, que, a
exemplo dos Acórdãos proferidos pela 2a e 3a Turmas Cível do TJDFT,
o Acordão adotado em 10.07.2019, pela 4o Turma Cível do TJDFT, no
processo no 2003011053784APC, é, também, dotado de força
vinculante e eficácia ultra partes e, efetivamente, apresenta
relevantes fundamentos jurídicos, para, na mesma linha, julgar
improcedente a prestação reclamada pela TERRACAP, que, com base
na Transição no 11.085, de 28.04.1958, do CRI de Luziânia - GO, e/ou
na viciada Matricula no 81.462, de 03.04.2013 do CRI do 4o oficio do
DF, pretende se apropriar da Chácara 94 do CAUB II, hoje Colônia
Agrícola Catetinho e das terras adjacentes da Ponte Alta..

Na realidade, o último Acordão de14.05.2019, proferido pela 4a


Turma Cível do TJDFT, no processo 2003011053784APC,
complementa o Acórdão de 20.06.2007, da 3ª Turma Civil, adotado no
processo 2005.01.1.037540- 9, e o Acórdão de 16.05.2012, adotado,
ainda, pela 3a Turma, no processo 20110020170257AGI, e, o Acordão
de 14.05.2014, adotado no processo 2012.011187937- 5, pela 2a Turma
Cível do TJDFT, que afastam a pretensão da Terracap de se apropriar
das terras, que, nos assentamentos rurais implantados para atender
os fins da reforma agrária, têm origem nos Registros Paroquias n o 06,
de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, e estão na Fazenda Ipê, sob solitário argumento de que
teriam origem na Transcrição no 11.085, de 28.04.1958.

De forma, que, em sintonia com o Acórdão de 14.05.2014, da


4a Turma Cível do TJDFT, a legitimidade da posse exercida na Chácara
94 do CAUB II, decore do fato de ter origem no assentamento rural
onde se encontra, que visava atender os fins da Reforma Agrária,
tanto, que, o Edital de convocação dos colonos, fez expressa alusão à
Lei 4.504/1964 e ao Decreto - lei 59.428/1966, isto, sem perder de vista
que, in casu, a legitimidade da posse, é corroborada pela Lei Distrital
no 1.480, de 17.06.1997, pela Decisão 083, de 18.09.1998 do Conselho
Administrativo da TERRACAP e, pela Resolução n o 511, 12.11.1998, da
FZDF, que, rescindido todos os Contatos de Concessão de Uso, deu
ensejo à mutação do caráter originário das posses, que passaram a
ser exercidas em nome próprio, baseado no só fato de possuir, como
dono.

Evidentemente, que, sendo os referidos Acórdãos, dotados de


força vinculante ou ultra partes, e, qualificados como precedentes
para subsidiar ou balizar a decisão judicial a ser proferida nestes
autos, e nas demais Ações Reivindicatórias, onde, com base na
Transcrição no 11.085, de 28.04.1958, do CRI de 1o Oficio de Luziânia –
GO, e/ou na Matricula 81.462, de 03.04.2013 do CRI do 4o oficio do DF,
pretenda a TERRACAP, se apropriar das terras, rurais ou urbanas,

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cujas posses tenham origem no assentamento rural, que, com o nome


de Combinado Agrourbano Ipê, foi implantado em 1986, na área da
Fazenda Ipê, pela Ex-Fundação Zoobotânica do DF, não há como
atribuir qualquer credibilidade jurídica, às alegações de que as terras
vindicadas teriam origem em tal transição.

Ademais, sem perde de vista que até a aberturada da Matricula


81.462, de 03.04.2013,do CRI do 4o oficio do DF, não havia prova
idônea – como não há - de que a TERRACAP é propriedade das terras
da Colônia Agrícola Catetinho, tem-se, que, as terras onde se
encontram tais Chácaras, eram suscetíveis de serem usucapidas, o
que é corroborado pela mutação do caráter originário das posses,
ocorrido desde a rescisão dos Contratos de Concessões de uso, pela
Resolução FZDF/No 511, de12.11.1998, por isso, ainda que essas
terras não tenham sido usucapidas pelos legítimos possuidores, a
estes assiste o legitimo direito de requererem, no âmbito
administrativo e/ou judicial, a reconhecimento da prescrição
aquisitiva, porque, antes do implante da Matricula n o 81.462, de
03.04.2013, já havia transcorrido o tempo suficiente a ensejar a
Usucapião.

Esse entendimento, colhe embasamento, não só nas razoes de


decidir que foram consignadas nos Acordão acima apontados e,
especialmente, no Acórdão de 14.05.2014, adotado no processo
2012.01.1.187937.5, pela 2a Turma Cível do TJDFT, onde consta que:
“A propriedade não subsiste na hipótese em que o imóvel experimenta
mutação fática e jurídica, isto é, pede suas características essenciais,
por força da intervenção executiva e legislativa do Estado, consoante
inteligência do artigo 1.275, inciso IV, do Código Civil”, mas, também,
no entendimento dos Tribunais Superiores, onde consignado que, se
no perímetro do imóvel desapropriado, existe posse exercida por
tempo suficiente a gerar a usucapião, ao possuidor direto assiste o
legitimo direito de ser indenizado da terra nua e benfeitorias
existentes na sua posse.

Aliás, na espécie, o direito de receber a previa e justa


indenização, por conta da expropriação indireta da Chácara 94 do
CAUB II e demais Chácaras da Colônia Agrícola Catetinho, que, ao
longo dos anos, estão na posse dos primitivos assentados e/ou
sucessores, é corroborada pelo fato de estarem sujeitos às regras
definidas pelo Estatuto da Terra e, entendimento jurisprudencial, que,
em sintonia com artigos 1.207 e 1243 do CC, atesta, que, inexiste
presunção, relativa ou absoluta, de que as terras não matriculadas,
são pública, e, que, a ocorrência da prescrição aquisitiva constitui
direito à parte e independente de anterior relação jurídica com o
proprietário, eis que, a consumação da prescrição aquisitiva, não
importa em transferência da propriedade, conforme se infere, dentre
outros, do julgado seguinte;

DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL -USUCAPIÃO - IMÓVEL


URBANO - AUSÊNCIA DE REGISTRO ACERCA DA PROPRIEDADE
DO IMÓVEL - INEXISTÊNCIA DE PRESUNÇÃO EM FAVOR DO
ESTADO DE QUE A TERRA É PÚBLICA.

1 - A inexistência de registro imobiliário do bem objeto de


ação de usucapião não induz presunção de que o imóvel seja
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público (terras devolutas). Cabendo ao Estado provar a


titularidade do terreno como óbice ao reconhecimento da
prescrição aquisitiva.

2 - Recurso especial não provido. (STJ - REsp 964.223 -


(2007/0145963-0) - Rel. Min. Luís Felipe Salomão - DJe 04.11.2011
- p. 752).

...

Demais disso, encontra-se plenamente pacificado, perante


autorizada doutrina e a jurisprudência firmada perante os Tribunais
Superiores, que, inexiste óbice à mutação do caráter originário da
posse, apesar de ter havido, no início da posse, uma anterior relação
locatícia ou contratual, onde se inclui o contrato de concessões uso de
imóvel rural, não registrado no CRI mormente, porque, in casu, até a
presunção de que as terras do CAUB I e II, ou Colônia Agrícola
Catetinho, seriam públicas, foi afastada pela 3a Turma Civil do TJDFT,
no Acórdão, com transito em julgado, de 20.06.2007, adotado no
processo no 2005.011037540-9, e .Acórdão de 16.05.2012, adotado no
processo no 20110020170257AGI, onde não foi admitida a prova de
domínio público, alegado pela TERRACAP, com base na Transcrição no
11.085, de 28.04.1958.

Em assim sendo, o presente feito está dentro da mesma área em que o


Colendo TJDFT sedimentou importante decisão, embora a Vara de Meio Ambiente
do Distrito Federal tenha entendimento divergente, não poderá se sobrepor a pacificada
jurisprudência do Colendo TJDFT, por se tratar de Instância Superior e pelo
cumprimento da Súmula Vinculante vigente.

DO ÔNUS DA PROVA

O art. 373. Inciso I, ensina que:

O ônus da prova incumbe: ao autor, quanto ao fato constitutivo


de seu direito.

Neste caso, o Autor apresenta documentação em que prova ser o proprietário


da área demandada, por meios das cessões de direitos e sua cadeia dominial, pelo
ofício fornecido pelo Ministério da Economia, informando que a União Federal não é
proprietária de área na região do Riacho Fundo II, e que por intermédio da SPU/DF
também não constava ser proprietária da área, embora, a Vara de Meio Ambiente
do Distrito Federal tenha convencimento contrário, ou seja, de que o Distrito Federal

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é o verdadeiro titular de toda área do Riacho Fundo II, contrariando diversas decisões
do Colendo TJDFT e do Pretório STJ, conforme se demonstrou acima.

A grande indagação a ser feita é a seguinte:

ATÉ QUANDO OS REGISTROS FALSOS DA TERRACAP VÃO


SERVIR COMO PROVA DE SENTENÇA DE DOMÍNIO EM FAVOR DO
DISTRITO FEDERAL.

Os REGISTRO FALSOS apresentados pela TERRACAP estão trazendo


prejuízos consideráveis aos seus legítimos proprietários de áreas rurais no Distrito
Federal, a exemplo dos verdadeiros proprietário da Fazenda Paranoá, que morreram
e não receberam o que lhes eram de direito por heranças deixadas por seus país,
onde a TERRACAP relutou por mais de 40 (quarenta) anos em provar que seus
registros eram verdadeiros, até que o Poder Judiciário decidiu em última instância,
com a gritante falsificação, cujo decisão assim determinou:

A CORTE ESPECIAL DO STJ CONCLUI QUE TERRAS DO


PARANOÁ NÃO PERTENCEM À TERRACAP.

A Terracap havia apostado todas as suas fichas sujas, no


âmbito judicial, para fazer valer uma escritura falsa e sem nenhum
valor jurídico registrada no cartório de Planaltina, DF.

A partir de agora se o governo do Distrito Federal quiser


resolver a situação dos quase 200 mil moradores da cidade do Paranoá
e parte do Itapoã, que moram em situação irregular e sem escrituras
de seus lotes, terá que negociar acordo com os verdadeiros donos do
espólio de Sebastião de Souza e Silva, proprietários da área com
1.371ha da Fazenda Paranoá, registrada no Cartório de Luziânia,
desde 1924. O sonho eleitoreiro do governador Rodrigo Rollemberg de
distribuir mais de 200 mil escrituras de lotes para os moradores da
cidade do Paranoá, e parte do Itapoã, antes do início da campanha de
2018, foi enterrado com a última pá de cal jogada na quarta-feira
passada pela corte especial do Superior Tribunal de Justiça. A corte
formada pelos ministros Nancy Andrighi, João Otávio de Noronha,
Maria Thereza de Assis Moura, Og Fernandes, Luís Felipe Salomão,
Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Raul Araújo e Sérgio
Kukina votou contra o provimento de agravo da Terracap em que pedia
o desbloqueio de matrículas de uma área que não é da empresa do
governo, conforme decisão anterior proferida pela presidente do STJ,
Laurita Vaz, no ano passado.

A Terracap havia apostado todas as suas fichas sujas, no


âmbito judicial, para fazer valer uma escritura falsa, e sem nenhum
valor jurídico, registrada no cartório de Planaltina como se fosse
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proprietária de 156,118 alqueires, equivalentes a 755,61 hectares


dentro do quinhão de terras de Sebastião de Sousa e Silva da Fazenda
Paranoá.

No ano passado, a ministra Laurita Vaz decidiu bloquear as


matrículas das terras impedindo que a Terracap turbasse a área
pertencente aos herdeiros da fazenda Paranoá. Mesmo assim, a
empresa imobiliária do GDF resolveu questionar a decisão,
protocolizando, perante a Presidência do Superior Tribunal de Justiça
(STJ), um pedido de Suspensão do acórdão do TRF 1ª. Região, que
determinou os bloqueios das matrículas. A tentativa não deu certo, a
Terracap foi derrotada dentro da Corte Especial do STJ que manteve
a decisão proferida por Laurita Vaz.

Desde 1989 os moradores do Paranoá possuem a concessão


de uso da terra, concedida pelo GDF em projeto de assentamento do
executivo, mas sem o reconhecimento cartorial porque trata-se de
uma área particular e o governo se nega a pagar pela desapropriação.

Nos últimos três anos, a Terracap que se diz dona de todas as


terras do DF resolveu usar dos mesmos “modus operandi” dos grileiros
de Brasília ao forjar uma matrícula fajuta e sem valor jurídico no
cartório de imóveis de Planaltina. O “grilo oficial”, que teve a chancela
do Incra, abocanhou a gleba da fazenda Paranoá.

O advogado Mário Gilberto Oliveira, que defende o espólio,


informou ao Radar que a área vai continuar bloqueada até que seja
julgada, definitivamente, pela Justiça Federal, Seção-DF.

O advogado solicita na justiça, o pedido de declaração de


nulidade do Certificado de Georreferenciamento no 281102000001-16
emitido pelo INCRA em favor da TERRACAP, o qual considerava que a
Empresa Pública era proprietária de toda a gleba de terras com
1.371ha da Fazenda Paranoá, localizada no perímetro do Distrito
Federal.

Mário Gilberto afirmou ainda, que apesar do embate litigioso,


travado na justiça com a Terracap mesmo assim, os herdeiros do
espólio de Sebastião de Sousa e Silva continuarão abertos ao diálogo
com o Governo do Distrito Federal e com a Terracap.

“Estamos dispostos a dialogar no sentido de solucionar, de


maneira definitiva, esta questão, desde que o acordo a ser celebrado
seja feito com observância aos princípios da legalidade e da
moralidade que devem nortear todos os atos da Administração
Pública”, afirmou Mário Gilberto.

Assim decidiu do Pretório STJ, vejamos então:

SUSPENSÃO DE LIMINAR E DE SENTENÇA Nº 2.159 – DF


(2016/0151430-7)

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RELATORA: MINISTRA PRESIDENTE DO STJ


REQUERENTE: COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA – TERRACAP
ADVOGADO: CARLOS HENRIQUE F. ALENCAR - DF015183
ADVOGADOS: ANDREA SABOIA FONSECA - DF023214, VINICIUS DE
MOURA XAVIER E OUTRO (S) - DF031581
REQUERIDO: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1A REGIÃO
INTERES.: SEBASTIÃO DE SOUZA E SILVA – ESPÓLIO
ADVOGADOS: ODILON RIBEIRO - DF000322 – MÁRIO GILBERTO DE
OLIVEIRA - DF004785
REPR. POR: ANA PAULA BARBOSA FERREIRA
ADVOGADO: ODILON RIBEIRO - DF000322
INTERES.: INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E
REFORMAAGRÁRIA – INCRA

DECISÃO

Vistos, etc. Trata-se de pedido suspensivo formulado pela


COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA – TERRACAP contra acórdão
proferido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região assim ementado
(fl. 34):
"AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA.
TUTELA DE URGÊNCIA. Presença de elementos que evidenciam
a probabilidade do direito e o perigo de dano. Aplicação do artigo
300, do NCPC. Nos termos do art. 300 (Lei 13.105/15), a tutela de
urgência será concedida quando houver elementos que
evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o
risco de resultado útil do processo. Necessidade de dilação
probatória. Recurso conhecido em parte e, na parte conhecida,
parcialmente provido."

Em tal julgado, proferido em 15 de novembro de 2015, o


Tribunal de Origem inibiu a averbação do Certificado de
Georreferenciamento no 281102000001-16, emitido pelo Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária em favor da ora
Requerente no processo administrativo no 54700.003983/2009-14 e
bloqueou as "Matrículas nos 69.964 (Av.4), de propriedade da
TERRACAP, e 12.980, de titularidade do suplicante, ambas no Cartório
do 2o Ofício de Registro de Imóveis do Distrito Federal" (fl. 32).

Os embargos de declaração opostos a essa decisão foram


rejeitados em julgamento proferido em 9 de março de 2016. Na inicial
do presente pedido, a Postulante narra que a região "abrangida pela
Matrícula no 12.980 do 2o ORI-DF, com área total de 1.371,2348ha, e
pela Matrícula no 69.964 do 2o ORI-DF" (fl. 14) coincide com as cidades
satélite do Paranoá e Itapoã.

Informa que, por força do art. 127 da Lei Complementar Distrital


no 803/2009, a referida extensão de terras encontra-se na "Área de
Regularização de Interesse Social (ARIS) do Núcleo Urbano do
Paranoá" (fl. 14), na qual se prevê a implantação do Projeto
Urbanístico URB no 23/89, elaborado para sanar problemas da referida
cidade satélite, que "cresceu sem o controle devido, com a
inobservância do projeto original e sem que muitas das atividades
institucionais urbanas se implementassem" (fl. 16).

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Esclarece que tal plano foi aprovado por decreto distrital com
a finalidade de regularizar "6.260 habitações unifamiliares, 487
imóveis de uso misto, 758 imóveis comerciais, um lote para PLL, 29
imóveis para entidades religiosas, 12 lotes institucionais, 55
equipamentos públicos comunitários, um parque urbano com 39,07
hectares e a criação de um lote para habitação coletiva" (fl. 15).

Daí, alega que a tutela de urgência deferida pelo Tribunal de


Origem traz "prejuízos à mobilidade e ao desenvolvimento urbanos, à
segurança pública, à implantação do saneamento básico e à
concretização do direito social à moradia" (fl. 17), alijando a população
de cerca de 45.613 habitantes do Paranoá "da implantação de novos
equipamentos públicos, a exemplo de escolas, pontos de assistência
social, unidades de saúde, áreas de esporte e lazer, postos de
segurança, dentre outros" (fl. 18).

Sustenta que o ato obsta a implantação do Centro de Educação


Profissional do Paranoá - DF, impedindo a profissionalização de
diversos jovens e, consequentemente, sua inclusão no mercado de
trabalho – "o que denota, além da grave lesão à ordem pública, a
possibilidade de um enorme prejuízo à economia da região" (fl. 18),
além de afirmar que, caso a construção da instituição não se iniciasse,
expiraria o convênio com o Ministério da Educação que garantia o
financiamento da obra.

Aduz ainda que a economia pública é prejudicada pela


"impossibilidade de alienação em licitação dos imóveis comerciais
previstos para a região – 758 (setecentos e cinquenta e oito) ao total,
conforme previsto no Projeto de Urbanismo URB 023/09" (fl. 19).

Por fim, narra que há possibilidade de grave lesão à segurança


pública, pois "a ausência de regularização da área e consequente
crescimento desordenado da região e segregação da população local
influenciam diretamente o índice de criminalidade da região" (fl. 19).

Postula, dessa forma, a suspensão dos efeitos da decisão


cautelar ora questionada.

À fl. 316, o Ministro Francisco Falcão, então presidente desta


Corte, determinou a oitiva do Ministério Público Federal, que proferiu
parecer assim ementado:

"1. Administrativo. Processual Civil. Suspensão dos


efeitos da
Liminar. Bloqueio de Região. Graves prejuízos a
população da região do Paranoá/Itapoã – DF.

2. Parecer do MPF pelo deferimento da Suspensão de


Liminar e de Sentença requerida pela COMPANHIA IMOBILIÁRIA
DE BRASÍLIA – TERRACAP, suspendendo a eficácia do acórdão
até o trânsito em julgado do mérito na ação principal."

Por intermédio da petição de fls. 330-333, WAGNER PINTO DA


ROCHA requereu a habilitação no feito como assistente, sob a
alegação de que detém "quinhão da herança e busca defender seus
direitos da melhor forma" (fl. 330).

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Às fls. 343-354, o ESPÓLIO DE SEBASTIÃO DE SOUZA E SILVA,


que consta nos autos como interessado, sustenta, em suma, que a
Empresa, Requerente, não comprovou ser "titular da Matrícula no
12.980, do CRI 2o Ofício-DF, ou do seu registro anterior Transcrição no
de ordem 1.855, do Livro no 3-C, fls. 130-132, feita em 02.01.1924,
perante o CRI de Luziânia, GO, as quais estão registradas em nome de
SEBASTIÃO DE SOUZA E SILVA" (fl. 351).

Às fls. 461-470, WAGNER PINTO DA ROCHA protocolizou nova


petição, na qual narra, em síntese, que a Terracap busca, com título de
"Goiás sem o registro do formal de partilha, locupletar-se da
propriedade particular, a qual resta completamente registrada no
Cartório de Registro de Imóveis com a correta transcrição de no 1.855
da antiga comarca de Santa Luza/GO" (fl. 466).

É o relatório. Decido.

O deferimento de pedido suspensivo é condicionado à


ocorrência de grave lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia
pública. Seu manejo é prerrogativa de pessoa jurídica que exerce um
múnus público, decorrente da supremacia do interesse estatal sobre o
particular, cujo titular é coletividade.

Infere-se ainda que a suspensão constitui providência


extraordinária, sendo ônus do Requerente indicar na inicial, de forma
patente, que a manutenção dos efeitos da medida judicial que se busca
suspender viola severamente um dos bens jurídicos tutelados.

Nesse sentido, mutatis mutandis, confira-se a seguinte ementa


de decisão monocrática proferida pelo Ministro do Supremo Tribunal
Federal Celso de Mello:

Suspensão de segurança. Potencialidade danos a do ato


decisório. Necessidade de comprovação inequívoca de sua
ocorrência. Excepcionalidade da medida de contracautela [...].
Em tema de suspensão de segurança, não se presume a
potencialidade danosa da decisão concessiva do writ
mandamental ou daquela que defere liminar em sede de mandado
de segurança. A existência da situação de grave risco ao
interesse público, alegada para justificar a concessão da drástica
medida de contracautela, há de resultar cumpridamente
demonstrada pela entidade estatal que requer a providência
excepcional [...]. Não basta, para esse efeito, a mera e unilateral
declaração de que, da execução da decisão concessiva do
andado de segurança ou daquela que deferiu a liminar
mandamental, resultarão comprometidos os valores sociais
protegidos pela medida de contracautela (ordem, saúde,
segurança e economia públicas). Pedido indeferido."
(SS1185/PA, Rel. Min. PRESIDENTE, DJ de 4/8/1998 – grifei.)

Na espécie, deixou-se de demonstrar, de maneira manifesta,


configuração de acentuada ofensa de um dos bens tutelados pela
legislação de regência.

A Postulante sustenta que a falta de escola técnica na Região


ofende a ordem e a economias públicas, por impedir a
profissionalização de diversos jovens, e, consequentemente, sua
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inclusão no mercado de trabalho, e porque era iminente a expiração


do convênio com o Ministério da Educação que garantia o
financiamento da construção do Centro de Educação Profissional do
Paranoá-DF. Todavia, só poderia ser constatada grave lesão a tais
bens se na inicial houvesse a cabal demonstração de que a população
do Paranoá estaria impedida de frequentar outras instituições de
ensino em regiões próximas – o que não ocorre, pois os moradores da
referida cidade satélite trabalham e estudam em diversos locais do
Distrito Federal. Vale ainda acrescentar que o Convênio n o
701593/2011, celebrado com o Ministério da Educação, previu a
edificação de outros centros profissionalizantes em diversas cidades
satélites do Distrito Federal. Outrossim, a Companhia, Requerente,
não comprovou que o único motivo que obstaculizava a construção do
Centro Educacional Profissional do Paranoá até a expiração do
referido convênio é a tutela urgente ora questionada, pois nada narrou
sobre o andamento de essenciais procedimentos administrativos –
como a realização de licitação para execução da obra.

Aduz também que a economia local é prejudicada pela


impossibilidade de o poder público comercializar imóveis na região.
Ocorre que tal assertiva veio desacompanhada de qualquer
informação sobre o planejamento de quando ocorreria a alienação, ou
de previsão de arrecadação para os cofres públicos. Sem tais dados
concretos não há como se constatar o iminente prejuízo a que a
Requerente se refere.

Quanto à narrativa de possibilidade de lesão à segurança


pública, sob o fundamento de que o aumento populacional desregrado
da região causaria o aumento da criminalidade, faltou apontar a
correspondência direta e inequívoca entre o que foi decidido pelo
Tribunal de Origem e a continuidade desse crescimento desordenado
– que pode inclusive ser evitada por ações preventivas do próprio
poder público. Também não há qualquer esclarecimento sobre se a
urbanização atual da cidade satélite impediria, por exemplo, a atuação
de agentes da segurança pública.

No mais, a Terracap não indicou se há obras de infraestrutura


urbana (como asfaltamento, passagem de redes elétricas,
esgotamento, de abastecimento de água ou de mobilidade) de fato
previstas e que não podem por ora ser executadas, o que efetivamente
impede o reconhecimento de que a decisão ora impugnada viola
criticamente um dos bens tutelados pela lei de regência.

Na verdade, constata-se que tanto a Requerente – ao afirmar


que a decisão impugnada impede a implementação do Projeto
Urbanístico URB no 23/89 –, quanto a Parte Interessada – ao deduzir
questões referentes ao direito de propriedade –, ventilaram
discussões referentes ao fundo da controvérsia, que devem se dar nas
instâncias ordinárias e em vias processuais próprias.

No presente feito, por sua estreiteza, não é possível analisar


matérias demérito. O pedido suspensivo é vocacionado a tutelar tão
somente a ordem, a economia, a segurança e a saúde públicas, não
podendo ser manejado como se fosse sucedâneo recursal.

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Com igual conclusão:

"AGRAVO REGIMENTAL NA SUSPENSÃO DE


LIMINAR.CONTRATO ADMINISTRATIVO. TERCEIRIZAÇÃO DE
MÃO DE OBRA. AUSÊNCIA DE GRAVE LESÃO À ORDEM E À
ECONOMIA PÚBLICAS. DECISÃO AGRAVADA QUE INDEFERIU A
SUSPENSÃO DE LIMINAR.CONTROLE DE LEGALIDADE DOS
ATOS ADMINISTRATIVOS PELO PODER JUDICIÁRIO. AUSÊNCIA
DE VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO DOS PODERES
AGRAVO. REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO.

I – Decisão agravada que indeferiu o pedido de


contracautela diante da ausência de comprovação da alegada
lesão à ordem e à economia pública.

II – O Supremo Tribunal Federal pacificou o


entendimento de que não viola o princípio da separação dos
poderes o exame, pelo Poder Judiciário, do ato administrativo
tido por ilegal ou abusivo. Precedentes.

III – A contratação administrativa para a mera alocação


de mão de obra, inclusive para o desempenho de atividades
finalísticas da administração pública, pode ser danosa ao
interesse público, ferindo os comandos constitucionais inseridos
no caput e no inciso II do art. 37. Risco de dano inverso.
Precedente.

IV – Alegações suscitadas na peça recursal que


ultrapassam os estreitos limites da presente via processual e
concernem somente ao mérito, cuja análise deve ser realizada na
origem, não se relacionando com os pressupostos da suspensão
de liminar.

V – Agravo regimental ao qual se nega provimento. "(STF,


AgRg na SL 885/RJ, Rel. Min. RICARDO LEWANDOWSKI
(Presidente), Tribunal Pleno, DJe de 02/12/2015 – grifei.)

"AGRAVO REGIMENTAL NA SUSPENSÃO DE LIMINAR E


DE SENTENÇA. GRAVE LESÃO À ORDEM E À SAÚDE PÚBLICAS.
INEXISTÊNCIA. INDEVIDA UTILIZAÇÃO COMO SUCEDÂNEO
RECURSAL. PEDIDO DE SUSPENSÃO INDEFERIDO. AGRAVO
REGIMENTAL DESPROVIDO.

I – Consoante a legislação de regência (v.g. Leis no


8.437/1992 e no 12.016/2009) e a jurisprudência deste eg.
Superior Tribunal e do col. Pretório Excelso, somente será cabível
o pedido de suspensão quando a decisão proferida contra o
Poder Público puder provocar grave lesão à ordem, à saúde, à
segurança e à economia pública.

II – O deferimento do pedido de suspensão exige a


comprovação cabal de ocorrência de grave dano aos bens
tutelados pela legislação de regência (art. 4o da Lei no 8.437/92),
situação inocorrente na hipótese.

III – In casu, não houve a comprovação cabal de


ocorrência de grave dano aos bens tutelados pela legislação de
regência decorrente de r. decisão que reconheceu estar o
Biomédico legalmente autorizado a atuar na atividade ligada às
técnicas radiológicas.

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IV – Ademais, verifica-se que a discussão possui caráter


jurídico, revelando-se o presente pedido de suspensão como
sucedâneo recursal, o que é vedado na via eleita.

Agravo regimental desprovido."(STJ, AgRg na PET na


SLS no 1.883/PR, Rel. Min. FELIX FISCHER, Corte Especial, DJe de
28/08/2014 – grifei.)

Por fim, quanto ao pedido de fls. 461-470, cabe


esclarecer que "[a assistência não é cabível em pedido de
suspensão, sob pena de se admitir a defesa de interesse privado
no âmbito de instituto de direito público, salvo se houver decisão
na origem a respeito do alegado interesse jurídico, inexistente na
espécie" (STJ, AgRg na PET na SLS 1.358/RO,Rel. Min. ARI
PARGENDLER, Corte Especial, DJe de 29/02/2012).

Assim, por não terem sido declinados elementos concretos que


demonstrem a configuração de ofensa a quaisquer dos bens tutelados
pela legislação de regência, INDEFIRO o pedido suspensivo.
Oportunamente, INDEFIRO a pretensão de WAGNER PINTO DA
ROCHA para que seja habilitado no feito como assistente. Publique-se.
Intimem-se.

Brasília (DF), 28 de outubro de 2016.

MINISTRA LAURITA VAZ


Presidente

DOS PEDIDOS

DEFERIMENTO DE LIMINAR INAUDITA ALTERA PARTE

Em face ao exposto, requer:

A concessão de LIMINAR com base na Lei Instrumental Civil em ações de


interdito proibitório trata a liminar da mesma forma das demandas possessórias (arts.
568 e 562).

Resta provado para os fins de deferimento seguro de liminar de caráter


inibitório, os requisitos próprios e peculiares da posse, da turbação e do justo receio,
com o fito de que os órgãos de fiscalização do Distrito Federal sejam impedidos
de entrar na “Chácara 199, Catetinho, Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito
Federal”, de propriedade do Autor, sem a devida ordem judicial.
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A intervenção firme do Poder Judiciário se consubstancia numa relevante tutela


racional e antecipada para dar vigor à segurança da posse exercida pelo Autor,
afastando-se o justo receio, através de uma ordem proibitória.

PROCEDÊNCIA

Ex positis, o autor requer:

a) seja JULGADA PROCEDENTE A PRESENTE AÇÃO, confirmando-se os


termos da liminar almejada, para determinar que os integrantes dos órgãos de
fiscalização do Distrito Federal sejam impedidos de entrar na “Chácara 199, Catetinho,
Riacho Fundo II, Zona Rural do Distrito Federal”, de propriedade do Autor, para o
cumprimento de demolição, sob pena de responderem por pagamento de multa diária
de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) até o limite de R$ 100.000,00 (cem mil reais),
expedindo-se mandado proibitório nesse sentido, aos órgãos mencionados, dispensados
os honorários advocatícios, em face de o presente feito tramitar pelo pálio da
gratuidade da justiça;

b) sejam citados os órgãos mencionados, para no decênio legal apresente o


que entender de direito, sob pena de confissão e revelia;

c) a intimação do Ilustre Representante do Ministério Público;

d) a produção de provas documental, testemunhal e pericial, e demais que


se tornarem necessárias para o deslinde do feito, todas permitidas no mundo jurídico.

Dá-se à causa o valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Termos em que processada as medidas de estilo,


Pede e Espera Deferimento.

Brasília, DF, 15 de setembro de 20221.

Luiz Fernando Alves de Lima


Advogado - OAB/DF 11.135

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Número do documento: 21091516510072100000096143779
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Número do documento: 21091516510082300000096143782
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Num. 103173312 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510094400000096143783
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Num. 103173313 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510106300000096143785
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Num. 103173315 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510119800000096145537
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Num. 103173317 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510131200000096145538
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Num. 103173318 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510144000000096145542
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Num. 103173323 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510155700000096145543
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Num. 103173324 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510168000000096145544
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Num. 103173325 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510178900000096145545
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Num. 103173326 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510191600000096145548
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Número do documento: 21091516510202400000096145550
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Num. 103173331 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510214100000096145552
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Num. 103173333 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510226100000096145553
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Num. 103173334 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510237200000096145556
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Num. 103173337 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510249900000096145558
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Num. 103173339 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510261600000096145560
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Num. 103173341 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510274200000096145564
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Num. 103174895 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510286500000096145565
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Num. 103174896 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510298500000096145567
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Num. 103174898 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510311300000096145568
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Num. 103174899 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510323300000096145569
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Num. 103174900 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510334800000096145576
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Num. 103174907 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510345800000096145578
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Num. 103174909 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510377800000096145579
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Num. 103174910 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510393000000096145580
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Num. 103174911 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510405600000096145582
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Num. 103174913 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510417300000096145585
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Num. 103174916 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510429100000096146936
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Num. 103174917 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510442800000096146937
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Num. 103174918 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510455100000096146938
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Num. 103174919 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510468300000096146941
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Num. 103174922 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510479400000096146943
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Num. 103174924 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510491400000096146944
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Num. 103174925 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510503500000096146946
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Num. 103174927 - Pág. 1
Número do documento: 21091516510515800000096146947
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Num. 103174928 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF


SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

Número do processo: 0706853-26.2021.8.07.0018

Classe judicial: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709)

Assunto: Acessão (10456)

Requerente: SELVIR FERREIRA BISPO

Requerido: DISTRITO FEDERAL

DESPACHO

O autor assenta sua demanda sob a premissa de que é o proprietário do imóvel cuja posse pretende
resguardar.

A prova da propriedade se faz exclusivamente pela exibição da certidão do registro imobiliário do


bem junto ao cartório de registros imobiliários da situação da coisa. Não consegui localizar tal documento
nos autos.

Portanto, fixo o prazo de quinze dias, para que o autor instrua com a competente certidão do registro
imobiliário comprobatória do seu direito real de propriedade, documento indispensável à presente demanda,
especialmente para a apreciação segura do pedido de liminar.

Sem embargo, cite-se a parte ré, para que preste informações em cinco dias, especialmente sobre a
titularidade do bem (preferencialmente com a exibição da competente certidão do registro imobiliário) e
sobre a alegação da prática de grilagem pelo ente público.

Após o atendimento aos itens acima, ou decurso do prazo respectivo, ouça-se o Ministério Público.

Tudo cumprido, retornem os autos conclusos para a decisão sobre o pedido de liminar.

I.

BRASÍLIA-DF, Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021 18:10:06.

CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS

Juiz de Direito

Número do documento: 21091518192705200000096165502


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091518192705200000096165502
Assinado eletronicamente por: CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS - 15/09/2021 18:19:27
Num. 103196553 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

VMADUFDF
Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF
SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Telefone: (61) 3103-4359
Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

MANDADO DE CITAÇÃO E INTIMAÇÃO - DF

O Dr. CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS, Juiz de Direito da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e
Fundiário do DF, DETERMINA ao senhor oficial de justiça que, nos autos da Ação: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709) ,
processo n° 0706853-26.2021.8.07.0018:

Autor(es): SELVIR FERREIRA BISPO


Réu(s): DISTRITO FEDERAL

CITE para integrar a relação processual e, caso queira, oferecer contestação, ciente do conteúdo do presente mandado e dos
documentos abaixo relacionados, o(a)(s):
Réu: DISTRITO FEDERAL, CNPJ nº 00.394.601/0001-26, por meio da Procuradoria-Geral
Endereço: SAM Bloco "I" Edifício Sede - Brasília-DF - CEP: 70620-000 - Telefone: 3325-3300
E INTIME-SE-O PARA CIÊNCIA E CUMPRIMENTO DA DECISÃO ABAIXO:

"O autor assenta sua demanda sob a premissa de que é o proprietário do imóvel cuja posse pretende
resguardar. A prova da propriedade se faz exclusivamente pela exibição da certidão do registro imobiliário
do bem junto ao cartório de registros imobiliários da situação da coisa. Não consegui localizar tal
documento nos autos. Portanto, fixo o prazo de quinze dias, para que o autor instrua com a competente
certidão do registro imobiliário comprobatória do seu direito real de propriedade, documento
indispensável à presente demanda, especialmente para a apreciação segura do pedido de liminar. Sem
embargo, cite-se a parte ré, para que preste informações em cinco dias, especialmente sobre a
titularidade do bem (preferencialmente com a exibição da competente certidão do registro
imobiliário) e sobre a alegação da prática de grilagem pelo ente público. Após o atendimento aos itens
acima, ou decurso do prazo respectivo, ouça-se o Ministério Público. Tudo cumprido, retornem os autos
conclusos para a decisão sobre o pedido de liminar. I. BRASÍLIA-DF, Quarta-feira, 15 de Setembro de
2021 18:10:06. CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS. Juiz de Direito."

OBSERVAÇÃO:
* O PRAZO PARA CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO FLUIRÁ DA DATA DA INTIMAÇÃO, CONSOANTE § 3° DO ART.
231 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL - CPC/2015.
* O prazo para contestação será de 30 (trinta) dias úteis, contados do registro do mandado cumprido no Processo Eletrônico – Pje,
devendo indicar as provas que pretende(m) produzir.

CUMPRA-SE, na forma da lei. Confere e subscreve, por determinação do MM. Juiz de Direito.
BRASÍLIA-DF, 16 de setembro de 2021.

KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES


TÉCNICO JUDICIÁRIO

Número do documento: 21091614192773400000096222879


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614192773400000096222879
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:19:27
Num. 103261736 - Pág. 1
Documentos associados ao processo

Título Tipo Chave de acesso**


Petição Inicial Petição Inicial 2109151650558890000009614176
8
1. Selvir X Distrito Federal Petição 2109151650560900000009614176
9
2. Procuração Procuração/Substabelecimento 2109151650562190000009614177
0
3. RG - Servir Documento de Identificação 2109151650563190000009614177
1
4. Recolhimento de Custas Comprovante de Pagamento de 2109151650564280000009614177
Custas 2
Doc Comprovação 1 Documento de Comprovação 2109151650565260000009614177
5
Doc Comprovação 2 Documento de Comprovação 2109151650566220000009614177
7
Doc Comprovação 3 Documento de Comprovação 2109151650567110000009614177
8
Doc Comprovação 4 Documento de Comprovação 2109151650568180000009614177
9
Doc Comprovação 5 Documento de Comprovação 2109151650569250000009614178
0
Doc Comprovação 6 Documento de Comprovação 2109151650570320000009614178
1
Doc Comprovação 7 Documento de Comprovação 2109151650571420000009614178
2
Doc Comprovação 8 Documento de Comprovação 2109151650572350000009614178
4
Doc Comprovação 10 Documento de Comprovação 2109151650573340000009614178
5
Doc Comprovação 11 Documento de Comprovação 2109151650574460000009614373
6
Doc Comprovação 12 Documento de Comprovação 2109151650575460000009614373
7
Doc Comprovação 13 Documento de Comprovação 2109151650576530000009614373
8
Doc Comprovação 14 Documento de Comprovação 2109151650577560000009614374
0
Doc Comprovação 15 Documento de Comprovação 2109151650578650000009614374
1
Doc Comprovação 16 Documento de Comprovação 2109151650579770000009614374
3
Doc Comprovação 17 Documento de Comprovação 2109151650581340000009614374
4
Doc Comprovação 18 Documento de Comprovação 2109151650582430000009614374
6
Doc Comprovação 19 Documento de Comprovação 2109151650583500000009614374
7
Doc Comprovação 20 Documento de Comprovação 2109151650584630000009614374
9

Número do documento: 21091614192773400000096222879


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614192773400000096222879
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:19:27
Num. 103261736 - Pág. 2
Doc Comprovação 21 Documento de Comprovação 2109151650585650000009614375
0
Doc Comprovação 22 Documento de Comprovação 2109151650586770000009614375
2
Doc Comprovação 23 Documento de Comprovação 2109151650587900000009614375
3
Doc Comprovação 24 Documento de Comprovação 2109151650588820000009614375
4
Doc Comprovação 26 Documento de Comprovação 2109151650589820000009614375
5
Doc Comprovação 27 Documento de Comprovação 2109151650590950000009614375
6
Doc Comprovação 28 Documento de Comprovação 2109151650592120000009614375
7
Doc Comprovação 29 Documento de Comprovação 2109151650593280000009614375
8
Doc Comprovação 30 Documento de Comprovação 2109151650594440000009614376
0
Doc Comprovação 31 Documento de Comprovação 2109151650595620000009614376
2
Doc Comprovação 32 Documento de Comprovação 2109151650596750000009614376
4
Doc Comprovação 33 Documento de Comprovação 2109151650598020000009614376
6
Doc Comprovação 34 Documento de Comprovação 2109151650599110000009614376
9
Doc Comprovação 35 Documento de Comprovação 2109151651000210000009614377
0
Doc Comprovação 36 Documento de Comprovação 2109151651001330000009614377
1
Doc Comprovação 37 Documento de Comprovação 2109151651002490000009614377
2
Doc Comprovação 38 Documento de Comprovação 2109151651003830000009614377
4
Doc Comprovação 39 Documento de Comprovação 2109151651004920000009614377
5
Doc Comprovação 40 Documento de Comprovação 2109151651006000000009614377
8
Doc Comprovação 41 Documento de Comprovação 2109151651007210000009614377
9
Doc Comprovação 42 Documento de Comprovação 2109151651008230000009614378
2
Doc Comprovação 43 Documento de Comprovação 2109151651009440000009614378
3
Doc Comprovação 44 Documento de Comprovação 2109151651010630000009614378
5
Doc Comprovação 45 Documento de Comprovação 2109151651011980000009614553
7
Doc Comprovação 46 Documento de Comprovação 2109151651013120000009614553
8
Doc Comprovação 47 Documento de Comprovação 2109151651014400000009614554

Número do documento: 21091614192773400000096222879


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614192773400000096222879
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:19:27
Num. 103261736 - Pág. 3
2
Doc Comprovação 48 Documento de Comprovação 2109151651015570000009614554
3
Doc Comprovação 49 Documento de Comprovação 2109151651016800000009614554
4
Doc Comprovação 50 Documento de Comprovação 2109151651017890000009614554
5
Doc Comprovação 51 Documento de Comprovação 2109151651019160000009614554
8
Doc Comprovação 52 Documento de Comprovação 2109151651020240000009614555
0
Doc Comprovação 53 Documento de Comprovação 2109151651021410000009614555
2
Doc Comprovação 54 Documento de Comprovação 2109151651022610000009614555
3
Doc Comprovação 55 Documento de Comprovação 2109151651023720000009614555
6
Doc Comprovação 56 Documento de Comprovação 2109151651024990000009614555
8
Doc Comprovação 57 Documento de Comprovação 2109151651026160000009614556
0
Doc Comprovação 58 Documento de Comprovação 2109151651027420000009614556
4
Doc Comprovação 59 Documento de Comprovação 2109151651028650000009614556
5
Doc Comprovação 60 Documento de Comprovação 2109151651029850000009614556
7
Doc Comprovação 61 Documento de Comprovação 2109151651031130000009614556
8
Doc Comprovação 62 Documento de Comprovação 2109151651032330000009614556
9
Doc Comprovação 63 Documento de Comprovação 2109151651033480000009614557
6
Doc Comprovação 64 Documento de Comprovação 2109151651034580000009614557
8
Doc Comprovação 65 Documento de Comprovação 2109151651037780000009614557
9
Doc Comprovação 66 Documento de Comprovação 2109151651039300000009614558
0
Doc Comprovação 67 Documento de Comprovação 2109151651040560000009614558
2
Doc Comprovação 68 Documento de Comprovação 2109151651041730000009614558
5
Doc Comprovação 69 Documento de Comprovação 2109151651042910000009614693
6
Doc Comprovação 70 Documento de Comprovação 2109151651044280000009614693
7
Placa de Grilagem Documento de Comprovação 2109151651045510000009614693
8
Prova Emp. Min. Economia Documento de Comprovação 2109151651046830000009614694
1

Número do documento: 21091614192773400000096222879


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614192773400000096222879
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:19:27
Num. 103261736 - Pág. 4
Prova Emp. Sentença tipo C - Documento de Comprovação 2109151651047940000009614694
1 3
Prova Emp. Sentença tipo C - Documento de Comprovação 2109151651049140000009614694
2 4
Prova Emp. Sentença tipo C - Documento de Comprovação 2109151651050350000009614694
3 6
Prova Emp. Sentença tipo C - Documento de Comprovação 2109151651051580000009614694
4 7
Despacho Despacho 2109151819270520000009616550
2
Despacho Despacho 2109151819270520000009616550
2

Obs: Os documentos/decisões do processo, cujas chaves de acesso estão acima descritas, poderão ser
acessados por meio do
link: https://pje.tjdft.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam (ou pelo site do TJDFT:
"www.tjdft.jus.br" > Aba lateral direita "Advogados" > item "Processo Eletrônico - PJe" > item
"Autenticação de documentos"; ou também pelo site do TJDFT: "www.tjdft.jus.br" > Aba lateral
direita "Cidadãos" > item "Autenticação de Documentos" > item "Processo Judicial Eletrônico - PJe
[Documentos emitidos no PJe]).

Número do documento: 21091614192773400000096222879


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614192773400000096222879
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:19:27
Num. 103261736 - Pág. 5
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS
Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF
SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Telefone: (61) 3103 4359 - Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

Processo n°: 0706853-26.2021.8.07.0018

Ação: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709)

Requerente: SELVIR FERREIRA BISPO

Requerido: DISTRITO FEDERAL

CERTIDÃO

Certifico e dou fé que, na presente data, enviei o mandado de ID 103261736 via correio
eletrônico. O prazo será contado a partir da confirmação de seu recebimento.

BRASÍLIA/DF, 16 de setembro de 2021.

KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES

Servidor Geral

Número do documento: 21091614265905800000096225543


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091614265905800000096225543
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 14:26:59
Num. 103264453 - Pág. 1
Segue petição.

Número do documento: 21091615170682200000096234303


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091615170682200000096234303
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 16/09/2021 15:17:06
Num. 103275110 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DA VARA
DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO URBANO E FUNDIÁRIO DO
DISTRITO FEDERAL, BRASÍLIA, DF.

Processo no 0706853-26.2021.8.07.0018

SELVIR FERREIRA BISPO, qualificado no processo em destaque, vem à


honrosa presença de Vossa Excelência, sob a reverência de praxe, por intermédio
de seu advogado legalmente constituído nos autos, em atendimento ao despacho
exarado de fls., expor e requerer as questões a seguir expostas:

Ex o respeitável despacho:

(...)

Portanto, fixo o prazo de quinze dias, para que o autor instrua


com a competente certidão do registro imobiliário comprobatória do
seu direito real de propriedade, documento indispensável à presente
demanda, especialmente para a apreciação segura do pedido de
liminar.

(...)

O Requerente não tem registro imobiliário da área de sua propriedade, apesar


da posse mansa e pacífica desde 1958, conforme versa documentação acostada a
peça inicial.

Entretanto, o Registro Imobiliário que deverá ser apresentado pelo Distrito


Federal, por exigência legal terá que está inserido na Transcrição 11.085, de
28.04.1958, do CRI de Luziânia, GO.

Página 1 de 2
Matriz: Brasília, DF. (61) 98327775
e-mail: advluizfal@bol.com.br
Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21091615170691700000096234304


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091615170691700000096234304
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 16/09/2021 15:17:06
Num. 103275111 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

Assim determina a jurisprudência pacificada pelo Colendo TJDFT, vejamos:

Pelo visto, além de ter ficado claro, no Acórdão de 20.06.2007,


adotado em tal Ação Reivindicatória que a TERRACAP, não
demonstrou, com base na Transcrição 11.085, de 28.04.1958, do CRI
de Luziânia – GO, que são públicas e de sua propriedade, as terras em
cujo perímetro se encontra a gleba 107, do CAUB II, e demais Chácaras
do mesmo assentamento rural, ficou claro, também, que a posse nela
exercida não tem macula de origem e, por consegui dente, é legitima,
o que implica dizer que, poderia ser usucapida, mormente, porque, os
contratos de concessão de uso, firmados desde 1986, com os colonos
assentados, foram rescindendos pela Resolução 511, de 12.11.1998,
da Fundação Zoobotânica do DF, quando deu cumprimento à Lei no
1.480, de 17.06.1997 e à Decisão 083, de 18.09.1998 do Conselho
Administrativo da TERRACAP.

Daí se infere que, também, no caso sob exame, que trata da


pretensão da TERRACAP se apropriar da Chácara 94, do CAUB II, a
Ação Reivindicatória proposta em 06.04.2005, com suposto
embasamento na Transcrição no 11.085, de 28.04.1958, não se fez
acompanhar do título de propriedade e/ou de domínio, que,
obrigatoriamente, deveria acompanhar a inicial da indigitada ação,
fato este, que, na vigência do CPC de 1973, impunha a extinção do feito
sem resolução do mérito, e a improcedência liminar do pedido, no
NCPC, o que se impõe, porque ausentes os requisitos de constituição
e desenvolvimento válido e regular do processo, consoante se infere
dos arts. 283, 285-A, 330, I e 333, I, do CPC/1973, e dos incisos I e II do
§ 4o do art. 334 e, incisos I e II do art. 443 do NCPC.

Desta forma pede o prosseguimento do feito,

Termos em que processada as medidas de estilo,


Pede e Espera Deferimento.

Brasília, DF, 16 de setembro de 20221.

Luiz Fernando Alves de Lima


Advogado - OAB/DF 11.135

Página 2 de 2
Matriz: Brasília, DF. (61) 98327775
e-mail: advluizfal@bol.com.br
Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21091615170691700000096234304


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091615170691700000096234304
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 16/09/2021 15:17:06
Num. 103275111 - Pág. 2
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS
Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF
SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Telefone: (61) 3103 4359 Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

Processo n°: 0706853-26.2021.8.07.0018

Ação: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709)

Requerente: SELVIR FERREIRA BISPO

Requerido: DISTRITO FEDERAL

CERTIDÃO

Certifico e dou fé que, na presente data, houve a confirmação do recebimento do mandado de ID


103261736, dando início, portanto, à contagem do prazo.

BRASÍLIA/DF, 16 de setembro de 2021.

KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES

Servidor Geral

Número do documento: 21091617580279000000096265827


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091617580279000000096265827
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 17:58:02
Num. 103310847 - Pág. 1
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RE: MANDADO DE INTIMAÇÃO E CITAÇÃO DF

Gerência de Cadastro e Revisão <gecad.suop@pg.df.gov.br>     


G Qui, 16/09/2021 16:07
Para: Kessia Ferreira dos Santos Alves - VMADUF

Prezada, boa tarde.


 
Informo-lhe que o mandado referente aos autos nº 0706853-26.2021.8.07.0018 foi
recebido, nos termos da PORTARIA nº 405, de 3 de novembro de 2020.
 
Obs.: Acusar o recebimento deste e-mail, por gentileza.
 
Atenciosamente, 

Paulo Sérgio Borges de Souza


Assessor Técnico

Matrícula 240.049-9
Gerência de Cadastro e Revisão
Diretoria de Protocolo Judicial
Procuradoria-Geral do Distrito Federal

De: Kessia Ferreira dos Santos Alves - VMADUF <kessia.alves@tjdft.jus.br>


Enviado: quinta-feira, 16 de setembro de 2021 17:25

Para: Gerência de Cadastro e Revisão <gecad.suop@pg.df.gov.br>

Assunto: MANDADO DE INTIMAÇÃO E CITAÇÃO DF


 
Prezados,
Segue em anexo mandado de intimação e citação referente à ação de INTERDITO
PROIBITÓRIO de nº 0706853-26.2021.8.07.0018. Prazo de 5 dias para manifestação.
Favor acusar recebimento.
Att.

Responder Encaminhar

Número do documento: 21091617580292800000096267115


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091617580292800000096267115
Assinado eletronicamente por: KESSIA FERREIRA DOS SANTOS ALVES - 16/09/2021 17:58:03
Num. 103310887 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF

Número do processo: 0706853-26.2021.8.07.0018

CERTIDÃO DE DISPONIBILIZAÇÃO DJE

O ato Judicial Despacho ID 103196553 foi disponibilizado no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) em
17/09/2021, e será publicado no primeiro dia útil subsequente.

17 de setembro de 2021

Número do documento: 21091702292728100000096332458


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21091702292728100000096332458
Assinado eletronicamente por: Usuário do sistema - 17/09/2021 02:29:27
Num. 103380517 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DE MANDADOS E GUARDA DE BENS JUDICIAIS


COORDENADORIA DE ADMINISTRAÇÃO DE MANDADOS

Dados do Mandado
Número do mandado: 2021.404733
Número do processo: 0706853-26.2021.8.07.0018
ID Doc. PJE: 103312418
Data da distribuição: 16/09/2021
Destinatário: DISTRITO FEDERAL

CERTIDÃO

Certifico e dou fé que, em cumprimento ao r. mandado anexo, em REGIME DE


PLANTÃO JUDICIAL, por meio eletrônico, nos moldes da Portaria CG 47/2020, expedida em
virtude da pandemia de Covid-19, no dia 16/09/2021 às 18h28, foi encaminhado o referido
mandado ao e-mail: gecad.suop@pg.df.gov.br, conforme determinado, onde PROCEDI À
CITAÇÃO E INTIMAÇÃO do DISTRITO FEDERAL, NA PESSOA DE SEU PROCURADOR-
GERAL, através de Grazielly Silveira Nascimento, mat. 237485-4, Gerente de Cadastro e
Revisão, que após o recebimento da ordem judicial, declarou-se CIENTE de seu conteúdo, por
meio de confirmação em 16/09/2021 às 18h34, que ofereceu a resposta via e-mail funcional.
Devolvo o presente para as providências legais.

Distrito Federal, 20 de setembro de 2021.

DENISE FERREIRA DOS SANTOS


Oficial(a) de Justiça - mat. 312478

Chave de acesso: https://ceman.tjdft.jus.br/certidoes/b537ee5c-ecbf-48c6-a7d3-bd3eb2434c38

20/09/2021 às 17:05:21 Assinado eletronicamente por DENISE FERREIRA DOS SANTOS Mat. 312478 Página 1 de 1

Número do documento: 21092017083541000000096539201


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21092017083541000000096539201
Assinado eletronicamente por: DENISE FERREIRA DOS SANTOS - 20/09/2021 17:05:33
Num. 103610135 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF


SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Telefone: ( )
Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

Processo n°: 0706853-26.2021.8.07.0018

Ação: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709)

Requerente: SELVIR FERREIRA BISPO

Requerido: DISTRITO FEDERAL

CERTIDÃO

Certifico que o prazo para o Distrito Federal apresentar informações, expirou em 27/09/2021,
conforme expediente abaixo. Tendo em vista a Emenda à Inicial de ID 103275110, faço estes autos
conclusos ao MM. Juiz de Direito, Dr. CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS.

Mandado (17438734) - Prioridade: Urgente - ID do documento (103312418)


27/09/2021 23:59:59
DISTRITO FEDERAL (para manifestação)
Representante: PROCURADORIA GERAL DO DISTRITO FEDERAL
Central de Mandados (16/09/2021 18:04:32)
DENISE FERREIRA DOS SANTOS registrou ciência em 20/09/2021 17:08:35
Prazo: 5 dias

BRASÍLIA, DF, 28 de setembro de 2021.

DANIELA SILVA CARVALHO

Servidor Geral

Número do documento: 21092816203376000000097251789


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21092816203376000000097251789
Assinado eletronicamente por: DANIELA SILVA CARVALHO - 28/09/2021 16:20:33
Num. 104402875 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF


SAM, sala 03, térreo, Setores Complementares, BRASÍLIA - DF - CEP: 70620-020
Horário de atendimento: 12:00 às 19:00

Número do processo: 0706853-26.2021.8.07.0018

Classe judicial: INTERDITO PROIBITÓRIO (1709)

Assunto: Acessão (10456)

Requerente: SELVIR FERREIRA BISPO

Requerido: DISTRITO FEDERAL

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA

A posse alegada na inicial assenta-se na suposta propriedade do imóvel. Não há prova de que o autor
seja proprietário do imóvel.

A tutela interdital exige a demonstração de ameaça ou violação à posse (turbação ou esbulho). Não
há prova da ocorrência de ameaça ou lesão à suposta posse decorrente da inexistente propriedade.

Do que se compreende da narração autoral, o ato do poder público que se pretende obstar
corresponde a implementação de assentamento habitacional. Se o imóvel sobre o qual o poder público
executa obras públicas é particular, a questão se resolve pela exigência de indenização por desapropriação
indireta, mas não a limitação do poder de império do Estado na implementação de políticas públicas de
amplo interesse social, como é o caso de expansões planejadas da cidade.

Em face do exposto, indefiro o pedido de liminar.

Intime-se o réu, para a apresentação de sua resposta, no prazo legal.

Publique-se; ciência ao MInistério Público.

BRASÍLIA-DF, Terça-feira, 28 de Setembro de 2021 21:12:16.

CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS

Juiz de Direito

Número do documento: 21092821172891300000097287518


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21092821172891300000097287518
Assinado eletronicamente por: CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS - 28/09/2021 21:17:28
Num. 104446114 - Pág. 1
Ministério Público da União
Ministério Público do Distrito Federal e Territórios
06a. P.J. de Defesa da Ordem Urbanística

MM. Juiz,

Ciente do teor da decisão de ID 104446114.

Brasília, 30 de setembro de 2021.

Carla Beatriz de Moraes Oliveira Lopes


Promotora de Justiça

Número do documento: 21093009431266500000097436720


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21093009431266500000097436720
Assinado eletronicamente por: CARLA BEATRIZ DA CRUZ MORAES O LOPES - 30/09/2021 09:42:59
Num. 104611029 - Pág. 1
Poder Judiciário da União
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF

Número do processo: 0706853-26.2021.8.07.0018

CERTIDÃO DE DISPONIBILIZAÇÃO DJE

O ato Judicial Decisão ID 104446114 foi disponibilizado no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) em
30/09/2021, e será publicado no primeiro dia útil subsequente.

1 de outubro de 2021

Número do documento: 21100102284956500000097538432


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21100102284956500000097538432
Assinado eletronicamente por: Usuário do sistema - 01/10/2021 02:28:49
Num. 104725091 - Pág. 1
Segue petição

Número do documento: 21101001430517900000098276136


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21101001430517900000098276136
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 10/10/2021 01:43:05
Num. 105547145 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DA VARA
DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO URBANO E FUNDIÁRIO DO
DISTRITO FEDERAL, BRASÍLIA, DF.

Processo no 0706853-26.2021.8.07.0018

SELVIR FERREIRA BISPO, qualificado no processo em destaque, vem à


honrosa presença de Vossa Excelência, sob a reverência de praxe, por intermédio
de seu advogado legalmente constituído nos autos, em atendimento ao despacho
exarado de fls., expor e requerer as questões a seguir expostas:

Ex o respeitável despacho:

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA

A posse alegada na inicial assenta-se na suposta propriedade


do imóvel. Não há prova de que o autor seja proprietário do imóvel.

A tutela interdital exige a demonstração de ameaça ou violação


à posse (turbação ou esbulho). Não há prova da ocorrência de ameaça
ou lesão à suposta posse decorrente da inexistente propriedade.

Do que se compreende da narração autoral, o ato do poder


público que se pretende obstar corresponde a implementação de
assentamento habitacional. Se o imóvel sobre o qual o poder público
executa obras públicas é particular, a questão se resolve pela
exigência de indenização por desapropriação indireta, mas não a
limitação do poder de império do Estado na implementação de políticas
públicas de amplo interesse social, como é o caso de expansões
planejadas da cidade.

Em face do exposto, indefiro o pedido de liminar.

Página 1 de 17
Matriz: Brasília, DF. (61) 98327775
e-mail: advluizfal@bol.com.br
Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21101001430547200000098276137


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21101001430547200000098276137
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 10/10/2021 01:43:05
Num. 105547146 - Pág. 1
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

Intime-se o réu, para a apresentação de sua resposta, no prazo


legal.
Publique-se; ciência ao Ministério Público.

BRASÍLIA-DF, Terça-feira, 28 de setembro de 2021 21:12:16.

CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS


Juiz de Direito

Antes de adentrar na questão principal, quanto ao despacho proferido pelo


Doutro Magistrado, trazemos por oportuno Lei específica no 14.216, de 7 de outubro
de 20021, que assim versa:

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO


Publicado em 08/10/2021 – Edição 192 – Seção 1 – Página 3

Órgão: Atos do Poder Legislativo

LEI No 14.216, DE 7 DE OUTUBRO DE 2021

Estabelece medidas excepcionais em razão da


Emergência em Saúde Pública de Importância
Nacional (Espin) decorrente da infecção humana
pelo coronavirus SARS-CoV-2, para suspender o
cumprimento de medida judicial, extrajudicial ou
administrativa que resulte em desocupação ou
remoção forçada coletiva em imóvel privado ou
público, exclusivamente urbano, e a concessão de
liminar em ação de despejo de que trata a Lei n o
8.245, de 18 de outubro de 1991, e para estimular a
celebração de acordos nas relações locatícias.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu promulgo,


nos termos do parágrafo 5o do art. 66 da Constituição Federal, a
seguinte Lei:

Art. 1o. Esta Lei estabelece medidas excepcionais em razão da


Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin)
decorrente da infecção humana pelo coronavirus SARS-CoV 2, para
suspender até 31 de dezembro de 2021 o cumprimento de medida
judicial, extrajudicial ou administrativa que resulte em desocupação ou
remoção forçada coletiva e imóvel privado ou público, exclusivamente
urbano, e a concessão de liminar em ação de despejo de que trata a
Lei no 8.245, de 18 de outubro de 1991, para dispensar o locatário do
pagamento de multa em caso de denúncia de locação de imóvel e para
autorizar a realização de aditivo em contrato de locação por meio de
correspondências eletrônicas ou de aplicativos de mensagens.

Art. 2o. Ficam suspensos até 31 de dezembro de 2021 os efeitos


de atos ou decisões judiciais, extrajudiciais ou administrativos,
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Matriz: Brasília, DF. (61) 98327775
e-mail: advluizfal@bol.com.br
Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21101001430547200000098276137


https://pje.tjdft.jus.br:443/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?x=21101001430547200000098276137
Assinado eletronicamente por: LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA - 10/10/2021 01:43:05
Num. 105547146 - Pág. 2
LF - Luiz Fernando
Advogados Associados

editados ou proferido desde a vigência do estado de calamidade


pública reconhecido pelo Decreto Legislativo no 6, de 20 de março de
2020, até 1 (um) ano após o seu término, que imponham a desocupação
ou a remoção forçada coletiva de imóvel, privado ou público,
exclusivamente urbano, que sirva de moradia ou que represente área
produtiva pelo trabalho individual ou familiar.

(...)

Art. 8o. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 7 de outubro de 2021; 200o da Independência e 133o da


República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

O Autor vem sofrendo sistematicamente ameaças de grileiros velados em


funcionários públicos, que aqui nominaremos cada um com sua verdadeira função
neste tenebroso processo de grilagem oficial.

No dia 12 de abril de 2015, pela Ocorrência no 1.753/2015-0, o Autor sofreu


a primeira tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

Compareceu a esta delegacia de polícia SELVIR FERREIRA


BISPO, informando que na data, hora e local sobreditos vem sendo
vítima dos fatos a seguir:

O comunicante relata que é proprietário da CHÁCARA 119 da


QC 06, CONJUNTO 27, COLÔNIA AGRÍCOLA CATETINHO, Riacho
Fundo II. Diz que ontem por volta das 18h, EMELIANO DE TAL cortou a
cerca de sua chácara, e quando questionado sobre o fato, confirmou
que fez e que sempre fará, pois utiliza aquela área para estacionar
seus veículos. Outrossim, após informado que seria registrado uma
ocorrência em seu desfavor, este fez questão de frisar que não tem
medo de polícia, pois seu pai também é policial. A vítima informou
ainda que sua chácara é vizinha de uma fazenda da Embrapa, e por sua
localização erma, já foi vítima de furtos frequentes. Atualmente,
traficantes que moram nas proximidades vem se utilizando da
vegetação para uso e venda de drogas.
Em contato com Dr. Alberto, delegado de plantão da 27a DP, foi
determinado a confecção da ocorrência com natureza em APURAÇÃO,
por entender não haver crime.

No dia 03 de maio de 2015, pela Ocorrência no 2.124/2015-0, o Autor sofreu


a segunda tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:
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Número do documento: 21101001430547200000098276137


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Num. 105547146 - Pág. 3
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Advogados Associados

Aos 03 de maio de 2015, pela manhã, aproximadamente às


06h30m, percebeu que a cerca de arame liso que delimita sua chácara,
situada à localidade em epigrafe, havia sido cortada. Logo em seguida,
observou que sua motosserra, habitualmente guardada em quarto de
fundo sem porta, adjacente à sede da chácara, havia sido subtraída.
Notou, também, a subtração de três galinhas, que ficavam pressas em
localidade próxima à horta da chácara. Pressupõe que a prática
delituosa tenha ocorrido entre 23 horas, do dia 02 de maio, e 05 horas,
do dia 03 de maio de 2015, devido ao fato de, embora presente na
chácara, estar dormindo. Não verificou vestígios deixados pelos
Autores, quando da subtração, à exceção do aludido corte na cerca de
arame liso.

Ressalte-se que, devido à necessidade de reparos urgentes à


cerca da referida chácara, informou o COMUNICANTE que não
condições de preservar o local dos fatos, de forma que não foi
solicitada perícia àquela localidade.

No dia 19 de junho de 2019, pela Ocorrência no 113/2019-0, o Autor sofreu


a terceira tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

O comunicante informou algumas pessoas residentes no


Riacho Fundo II estão invadindo sua Chácara e dividindo em lotes.

Coordenadas Geográficas: -15,923788 e -48,042724

VERSÃO DE SELVIR FERREIRA BISPO – COMUNICANTE

Informou que está na posse da chácara 119 da Colônia Agrícola


Catetinho. No mês de junho de 20188, algumas pessoas residentes no
Riacho Fundo II, passaram a invadir sua propriedade, estão
demarcando lotes e construindo barracos. Tais pessoas não moram no
local, continuam residindo no Riacho Fundo II, contudo estão tentando
se apropriar de parte da chácara. Eles cortaram a cerca do
denunciante. Informou ainda que a área invadida faz parte da área de
serva legal.

No dia 19 de junho de 2019, pela Ocorrência no 2.253/2019-0, o Autor


sofreu a quarta tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o
arame da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

Compareceu a esta Delegacia o comunicante/vítima, Sr.


SELVIR FERREIRA BISPO, informando-nos acerca do crime de FURTO
EM RESIDÊNCIA.

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Sucursal: Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Ceará

Número do documento: 21101001430547200000098276137


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Num. 105547146 - Pág. 4
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Informou que o delito ocorreu entre às 22:00hs do dia


09/06/2019 e 06:00hs do dia 10/06/2019, na QC 6, conjunto 27, chácara
119, Riacho Fundo II, local onde o portão e a cerca na residência foram
danificados, e do interior da chácara, subtraídos os itens descritos em
campo próprio.

Não há suspeitos ou testemunhas do fato em questão.

Afirmou que já efetuou os reparos no local, tornando-o inidôneo


para perícia.
No dia 1º de julho de 2015, pela Ocorrência no 3.183/2015-0, o Autor sofreu
a quinta tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

Compareceu a esta delegacia de polícia SELVIR FERREIRA


BISPO, informando que na data, hora e local sobreditos, foi vítima de
FURTO.

O comunicante relata que reside na CHÁCARA 119 da QC 06


CONJUNTO 27 da COLÔNIA AGRÍCOLA CATETINHO no Riacho Fundo
II. Informa que no dia 24 de junho de 2015 ao sair para trabalhar por
volta das 8hs, percebeu que a cerca de sua chácara estava danificada,
e que ao verificar extensão do estrago, constatou que além do corte
dos arames, oito estacas da cerca estavam faltando. Ressaltou que
não têm suspeitos, mas que já teve problemas com vizinhos que
cortavam sua cerca para invadir seu terreno.

No dia 10 de julho de 2015, pela Ocorrência no 3.338/2015-0, o Autor sofreu


a sexta tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

Nesta data, 10/07/2015, compareceu a esta unidade policial,


Selvir Ferreira Bispo, residente na chácara 119, QC 06, Conj. 27,
Colônia Agrícola Catetinho, Riacho Fundo 2, ao lado da Embrapa/Posto
de Saúde, informando que ontem, por volta de 23:00h., foi vítima de
Furto, Dano e Disparo de Arma de Fogo em sua propriedade.

Relata o comunicante/vítima, que está residindo já há dois anos


na chácara acima referida e ontem, à noite, horário acima indicado,
ouviu um disparo de arma de fogo, na porta de sua casa; ao sair,
visualizou um veículo VW GOL, de cor branca, plana não anotada,
saindo em disparada dali. Ocorre que, antes do disparo, Selvir estava
com sua porta da sala aberta, donde via o veículo, mas, não era visto
por quem estava neste, razão pela qual afirma ter sido disparo de arma
de fogo, porque viu, a arma na mão de um homem que saiu para fora
do veículo e efetuou o disparo. Em relação ao furto e dano, após a saída
deste veículo, foi verificar sua propriedade, ainda ontem, e viu que
havia um buraco na cerca, tendo sido levado um grande pedaço de
arame liso e largado outro pedaço na propriedade. Ao identificar nesta
ocorrência um autor, o comunicante diz que o fez, porque ontem à

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tarde teria ido conversar com o tal chico, que é vizinho de sua chácara
e, por conta de disputa dele por sua chácara, de outras vezes teria
cortado o seu arame; mas, não pode dizer o mesmo em relação a este
chico pelo disparo e pelo furto do arame, acreditando que o autor
destes, tenha sido um amigo do chico, que também reside ali próximo
e em outra oportunidade, teria também cercado um pedaço de sua
chácara, com objetivo de invadi-la. Então, acredita que as ações
destas duas pessoas estejam se intensificando mais gravemente. Que
não sabe o endereço do amigo do chico, mas, que sabe ser ele também
vizinho na região. Disse, ainda, que hoje vasculhou a frente da sua
casa, à procura de vestígios do disparo, porém, não encontrou nada.

No dia 08 de abril de 2021, pela Ocorrência no 1.194/2021-0, o Autor sofreu


a sétima tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o arame
da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:

Compareceu o Comunicante/vítima informando que está sendo


ameaçado por vizinhos de sua chácara. Além de ser ameaçado de
morte, estão tentando invadir sua chácara com intuito de grilar a terra.

DAS PROVIDÊNCIAS:

Vítima representou criminalmente contra Hugo.

VERSÃO DE SELVIR FERREIRA BISPO – COMUNICANTE,


VÍTIMA.

O Comunicante/vítima informa que possui uma chácara no local


indicado em campo próprio, e reside lá aproximadamente 7 anos.
Adquiriu o local da antiga moradora, dona Kátia, a qual morava ali há
mais de 22 anos. Informa que alguns moradores do Riacho Fundo II
estão entrando em sua chácara, cortaram a cerca de arame e estão
tentando tomar a sua posse. No dia 27 de março adentraram no local e
naquele momento o comunicante os surpreendeu e fez algumas fotos,
imprimiu-as e vai traze-las quando for solicitado. Há aproximadamente
dois meses a pessoa de Hugo viu o comunicante consertando sua
cerca e o ameaçou dizendo que “iria arrumar uns caras para dar uns
tiros na cara dele” (comunicante). O comunicante disse que Francisco
Carlos Lopes é o que vem incentivando os moradores a cortarem a
cerca e vem mostrando a chácara para outras pessoas na tentativa de
grilar sua chácara.

No dia 07 de outubro de 2021, pela Ocorrência no 8.246/2021-0, o Autor


sofreu a oitava tentativa de esbulho, quando pessoas desconhecidas cortaram o
arame da cerca de sua propriedade, quando assim versa a narrativa dos fatos:
HISTÓRICO

Ocorrência registrada EM APURAÇÃO, conforme orientação


da autoridade policial de plantão.

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PROVIDÊNCIAS

- Foram anexadas cópias dos documentos via PCDFNET.

VERSÃO DE LEONIDAS CARLOS DOS SANTOS – COMUNICANTE

Esclareceu que foi acionado via COPOM para atender local de


poda de árvore em propriedade privada. Diante do chamado dirigiu-se
para o local. Ao chegar a poda de árvore tinha sido interrompida e as
partes envolvidas conversaram. Disse que procurou conversar com a
pessoa que se dizia proprietário do imóvel e também com o
responsável pela poda de árvore na propriedade, relatando este que
estava a serviço da NOVACAP para executar o trabalho de poda por a
terra ser de domínio público, mostrando a ordem de serviço expedida
pelo órgão público. Na sequência a pessoa que se identificava por
proprietário da chácara alegava ter comprado a terra de terceira
pessoa, e a questão era discutida na Justiça. Na tentativa de dirimir a
dúvida, a pessoa de HUGO, líder comunitário que estava presente fez
contato com a administração regional na pessoa da Administradora
Regional, que encaminhou ao local o coordenador de obras de nome
ISAIAS CARVALHO, que conversou com o responsável pela poda das
árvores e também com a pessoa que alegava ser proprietário da fração
de terra, sendo todos encaminhados a esta DP para a medidas locais.

VERSÃO DE PEDRO DE ALCÂNTARA PIRES DOS REIS – TESTEMUNHA

Informou é secretário geral da prefeitura comunitária da QC 06


do Riacho Fundo II e desde o ano de 2008 vem tentando junto aos
órgãos públicos o uso comunitário da área da chácara 119, Colônia
agrícola catetinho, Riacho Fundo II/DF. Informou que periodicamente
a prefeitura da QC 06 solicita à NOVACAP a poda e manutenção da
vegetação do terreno objeto da discussão. Informou que no dia
07/10/2021 a equipe da manutenção da vegetação do terreno objeto da
discussão. Informou que no dia 07/10/2021 a equipe da NOVACAP
estava realizando o serviço da poda das árvores, quando a pessoa
conhecida por SERLVIR FERREIRA chegou no local dizendo que
aquela área era propriedade particular (dele), e não podia nenhuma
pessoa ou órgão público chegar e podar as árvores, e naquela ocasião
estava muito calmo, pois se fosse em outro momento chegaria já dando
tiro, fase essa direcionada ao funcionário da NOVACAP que se
encontrava na poda das árvores. Que faz questão de informar que
existe a possibilidade de estar havendo o fracionamento dessa área
pública, existindo várias faixas com anúncios no local, inclusive com o
nome do condomínio RESIDENCIAL RIACHO VIDA, e o cartório
competente seria o Cartório de Taguatinga para registro da
documentação, e documento seria uma cessão de direito, e o telefone
do anúncio seria 61-98324-9648.

VERSÃO DE JOSÉ RIBEIRO LIMA SOBRINHO – ENVOLVIDO

Declara que é encarregado de serviços da equipe PSA2 DA


NOVACAP. Diz que recebeu ordem de serviço para realizar podas e

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supressão de árvores no local descrito em campo próprio. Afirma que


um pastor SERVIR FERREIRA BISPO foi até o local pediu para o
funcionário descer da árvore. Diz que o pastor SERLVIR FERREIRA
BISPO alegava ser dono da área e eles não poderiam fazer o serviço.
O declarante diz que solicitou ao pastor SELVIR FERREIRA BISPO que
apresentasse documento comprobatório que respaldasse que ele era
dono da área. Diz que o pastor SELVIR FERREIRA BISPO trouxe
documentos que após análise, não serviam de comprovação. Diz que
justificou para o pastor SELVIR FERREIRA BISPO que diante da ordem
de serviço de empresa pública, ele teria que realizar o serviço. Afirma
que o pastor SELVIR FERREIRA BISPO falou que ele impediria o
declarante de realizar o trabalho. Segundo o declarante, o pastor
SELVIR FERREIRA BISPO alterou-se e chamou o declarante de
irresponsável além de dizer que: “em outros tempos esse assunto seria
resolvido na bala”. Diz que o pastor SELVIR FERREIRA BISPO chamou
a polícia. Diante disso a polícia chegou ao local e trouxeram todos para
esta delegacia. O declarante quer representar contra o autor.

VERSÃO DE ELIAN PAULINO DE ALBUQUERQUE – TESTEMUNHA


Declara que é motorista da prestadora de serviço para
NOVACAP. Diz que percebeu a discussão entre o pastor SELVIR
FERREIRA BISPO e o encarregado do serviço OSEÁ RIBEIRO LIMA
SOBRINHO. Afirma que tentou acalmar os ânimos de todos para evitar
discussões maiores. Diz que falou com o pastor SELVIR FERREIRA
BISPO para se acalmar, pois se realmente ele possuía os documentos
que comprovam a posse da terra, tudo seria resolvido da melhor
maneira. O declarante diz que ouviu o pastor SELVIR FERREIRA BISPO
dizer que “em outros tempos tudo seria resolvido na bala”, mas
acredita que tudo foi dito no calor das emoções. Afirma que logo
depois a polícia militar chegou e todos foram encaminhados para esta
delegacia.

VERSÃO DE ISAIAS CARVALHO DA SILVA – ENVOLVIDO


Esclareceu que foi acionado pela administradora regional do
Riacho Fundo II para ir até o endereço retro mencionado, haja vista
que no local uma equipe de funcionários de empresa terceirizada que
trabalha para a NOVACAP executava ordem de serviço de poda de
árvores no local, quando uma pessoa lá chegou e questionou o pessoal
que fazia a poda, dizendo que a área era particular (dele) e o pessoal
não podia fazer o serviço, impedindo-os de continuar a poda das
árvores. Disse que ao chegar no local não conseguiu identificar se a
área é pública ou particular, sabendo apenas que se trata de área rural
cadastrada em nome da SEAGRI – Secretaria de Agricultura, que
passou concessão de uso da terra para a pessoa de KÁTIA. Disse que
ao conversar com a pessoa de SELVIR FERREIRA BISPO, este que
alegava ter documentação que comprava ser proprietário da terra,
não permitiu que a poda de árvores fosse concluída e que os galhos
das árvores fossem retirados.

VERSÃO DE SELVIR FERREIRA BISPO – ENVOLVIDO

Informou que é possuidor na Colônia Agrícola Catetinho da


Chácara 119, Riacho Fundo II, DF desde o ano de 2014, firmado em

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instrumento particular de cessão de direitos cujas firmas foram


autenticadas no Cartório de Luziânia, GO. Informou que reside no
endereço desde o ano de 2014, existindo no local apenas a casa
principal e um galinheiro. Informou que frequentemente tem a sua
posse turbada por agentes públicos da NOVACAP e Administração
Regional, os quais entram na propriedade, cortam cercas, árvore e
ainda sofre ameaças por parte de HUGO DE TAL, o qual falou que se o
entrevistado não sair da terra ele vai mata-lo, e caso qualquer decisão
da justiça venha a beneficiar o entrevistado, ele não vai acatar.
Acredita que os órgãos públicos não possam ter ingerência na sua
terra cortando árvores. Que teme pela sua integridade física.

Necessário a colação do julgado pelo TJDFT, quando se discute titularidade


da área demandada, que por sua vez foi reconhecido como terra particular.

Vejamos pacificada jurisprudência:

(...)

Pelo visto, e sem perder de vista, que, a anterior sentença


adotada em 14.10.1986, no processo de dúvida inversa n o 2498/85/RP,
projeta reflexos sobre as terras da Fazenda Ipê, que se encontra
dentro das terras da Ponte Alta, compreendidas pelas matriculas
bloqueadas, onde se encontra, também, a área de 1.864 hectares, que
tem origem no inventário dos bens deixados por Anacleto de Sousa
Vasques e seu cônjuge, tem-se, que, essa sentença, constitui, mais
uma prova de que, a pretensão expropriaria revela pela TERRACAP,
com base na Transição 11.085, de 28.041958, nos autos do processo
20110020170257AGI, onde proferido pela 3a Turma Cível do TJDFT, o
Acordão de 16.05.2012, já havia sido negada, quando autorizado, pela
sentença de 14.10.1986, o registro do formal de partilha, mencionado.
Na verdade, as terras compreendidas pelas matriculas
bloqueadas, e pela área de 1.864 ha, objeto da ação de dúvida inversa
suscitada, estão na Ponte Alta, têm origem nos Registros Paroquias
06, de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, onde se localizava a Fazenda Ipê, na qual, implantado o
Combinado Agrourbano Ipê, onde, segundo o Censo Experimental de
17.05.1959, tinha 108 habitantes, e, segundo o mesmo Censo, na
Fazenda Gama, 587 e na Riacho Fundo 193, cujos registros, apesar de
ignorarem que em 09.11.1923, as Fazendas Gama e Riacho Fundo,
foram divididas em 03 (três) glebas, revelam que a Fazenda Ipê,
constitui unidade imobiliária autônoma e fora das 02 (duas) glebas
adquiridas pela Transcrição 11.085, de 28.04.1958... Daí, porque,
coerente é concluir, que, a Fazenda Ipê, como unidade imobiliária
autônoma ou distinta, nunca desapropriada pelo Poder Público, que no
ano de 1959, quando publicado o referido Censo Populacional, contava
com 108 habitantes, proprietários e/ou possuidores, das terras que, na
localidade da Ponte Alta, tem origem nos Registros Paroquias no 06,
de 08.06.1857; 132, de 28.06.1858; 145, de 18.08.1858 e 170, de
09.09.1858, não se encontra no perímetro das 02 (duas) glebas, que,
resultantes da divisão j das Fazendas Gama e Riacho Fundo, julgada
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em 09.11.1923, foram dadas aos condôminos José da Costa Meirelles


e Artur Ribeiro, o que é corroborado pelos documentos históricos, que,
sobre a Fazenda Ipê, foram consultados.

(...)

Entretanto, o Registro Imobiliário que deverá ser apresentado pelo Distrito


Federal, por exigência legal terá que está inserido na Transcrição 11.085, de
28.04.1958, do CRI de Luziânia, GO.

SÍNTESE DOS FATOS

Por volta da 09h30 do dia 08 de outubro de 2021, um caminhão com adesivo


nas portas, noticiando está a serviço da NOVACAP, encostou na parte lateral da
Chácara 119, cortou a cerca de arame liso, destruindo os mourões ali existentes,
para que o caminhão pudesse entrar.

Com o estacionamento do caminhão dentro da Chácara 119, de propriedade


do Sr. Selvir Ferreira Bispo, os empregados de firma terceirizada passaram a cortar
as árvores ali existentes, dentre ela IPÊ AMARELO, PAU BRASIL e outras árvores
do cerrado brasileiro.

Com o barulho do motosserra o proprietário da Chácara se dirigiu ao local


onde estava sendo feito a derrubada de madeira, pelo que se demonstra na
documentação acostada, e, lá estão se dirigiu ao encarregado daquela ordem de
serviço e questionou: Sr. essa área aqui é terra particular e os senhores não podem
fazer esse serviço, inclusive os senhores cortaram minha cerca e derrubaram meus
mourões. Em resposta disse o encarregado do serviço. O Sr. tem os documentos
dizendo que esta terra é sua, quando em ato contínuo o Sr. Selvir Ferreira Bispo
lhe passou cópias dos documentos, inclusive da ação de interdito proibitório, quando
o então encarregado passou a lê.

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Passou-se alguns minutos e o Sr. encarregado do serviço de poda das


árvores, após criteriosa análise, pois se trata de pessoa com notável saber jurídico
e ilibada reputação, disse então ao Sr. Selvir Ferreira Bispo o seguinte:

“Essa papelada não vale de porcaria nenhuma, aqui não


tem escritura pública dizendo que a terra é sua e esse interdito
não significa nada, e, mesmo que tivesse alguma determinação
proibindo a poda eu não iria obedecer à ordem judicial, pois
recebi uma ordem de serviço e vou cumprir, quer o senhor
queira ou não”.

Existem testemunhas que comprovam esta assertiva.

Depois da dura resposta o Sr. encarregado determinou que continuasse com


a poda, onde o Sr. Selvir Ferreira Bispo impediu que continuasse aquele serviço de
poda, quando naquele exato momento o Policial PM de nome Pedro interveio na
conversa, tomando as dores do encarregado e disse o seguinte:

“Pastor Selvir o Sr. vive dizendo que é dono dessa Chácara,


isso aqui é área pública, e esse pessoal têm que cumprir a ordem de
serviço e eles vão terminar sim, e de pronto mandou ao tratorista que
estava plantando milho na Chácara a parar com o serviço, sob pena de
ser preso e levar o trator para o depósito.

A indagação que se faz é a seguinte. O Policial PMDF Pedro tem essa


autoridade de interferir em questões agrárias. Suas atitudes são conhecidas no mundo
jurídicos como até um pouco pacificada, pois, um PMDF com uma arma na cintura
impõe medo a qualquer uma pessoa comum.

Diante de tudo isso, o Sr. Selvir Ferreira Bispo proprietário da Chácara 119,
disse que não iria permitir nenhuma derrubada de árvore em sua propriedade e que
iria ligar para um Cel. da PMDF amigo seu e chamar uma viatura da Polícia, foi
quando o PM Pedro, que estava de bermuda e com uma pistola na cintura a vista,
deu um passo para trás e disse: então chama a viatura, foi quando o Sr. Selvir ligou
para o Cel. PMDF seu amigo e pediu uma viatura .

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Demorou uns vinte minutos quando chegou uma viatura da PMDF sob o
comando do Subtenente Leonidas Carlos dos Santos, que ao chegar no local,
reconheceu de colega de farda Pedro de Alcântara Pires dos Reis e se dirigiu a
ele, procurando saber o que estava havendo.

O Sr. Selvir ficou afastado uns cinco metros dos dois policiais, distância
suficiente para poder ouvir o que aqueles homens falavam e combinavam. O
Subtenente sugeriu ao PMDF Pedro de Alcântara Pires dos Reis que tinha recebido
chamado do seu Comando, quando um Cel. amigo do dono da Chácara ligou para
seu comandante pedindo providências. Continuou o subtenente a falar e disse: a
melhor coisa é vocês combinarem o depoimento; vocês vão dizer que ele (Selvir
Ferreira Bispo) ameaçou vocês e impediu a poda das árvores, pois tenho que levar
todos para Delegacia, senão vai sobrar para mim. E assim foi feito, quando todos
se dirigiram para 27ª Delegacia de Polícia.

Com a chegada de todos na Delegacia, já se encontrava uma Oficial do Dia


da PMDF naquele Batalhão, quando em seguida chegou o Cel. PMDF amigo do Sr.
Selvir Ferreira Bispo e passou a explicar ao Subtenente Leonidas e ao PMDF Pedro,
de que conhecia o Pastor Selvir Ferreira Bispo de muitos anos, e ele exercia a
posse daquela de muito anos, inclusive com a autorização da Zoobotânica de da
Secretaria de Agricultura do Distrito Federal, pois os antigos proprietários daquela
propriedade moravam lá desde 1956, antes mesmo de Brasília existir.

Os policiais ali envolvidos, Leonidas e Pedro disseram ao Cel. PMDF que


tudo seria resolvido da melhor forma, e, assim ficou acertado, quando o Cel. se
despediu e saiu daquele recinto.

Passou uns três minutos da saída do Cel. o PMDF Pedro se dirigiu ao Sr.
Selvir Ferreira Bispo e disse:
“Cara tu dás muita, pois hoje eu estou de boa e muito tranquilo,
senão eu enchia tua cara de bala”.

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Diante dessa ameaça o Sr. Selvir Ferreira Bispo tem muito receio, pois esta
semana foi desbaratado uma milícia de policiais envolvidos em grilagem de terras
da 26 de setembro, quando dezenas de pessoas perderam suas residências, fato
este, que se tornou público diante da população do DF, haja vista que foi noticiado
na TV e no Correio Braziliense.

Após a oitiva dos depoimentos o PMDF Pedro se dirigiu ao Sr. Selvir Ferreira
Bispo, dizendo que agora vamos voltar lá e derrubar tudo, inclusive sua casa seu
pastorzinho de m.….

Depois disso o Sr. Selvir Ferreira Bispo retornou a sua residência e minutos
depois de algum tempo, aproximadamente 40 minutos passou a ouvir o barulho do
motosserra fazendo a derrubada de árvores existentes na Chácara, apesar de na
presença do Cel. PMDF Walter dos Santos Sobrinho amigo do proprietário, todos
concordaram em cessar com a citada operação.

Neste instante o Sr. Selvir Ferreira Bispo se dirigiu a Delegacia e lá estando


ainda encontrou o citado Escrivão que tinha feito a ocorrência, que após relatar a
nova derrubada foi informado por aquele agente de que somente na quarta-feira dia
13 de outubro vindouro poderia fazer um adendo na Ocorrência e que procurasse
determinada pessoa, e assim ficou acertado.

Por via legal eleita se fará representação junto a Corregedoria de PMDF dos
policiais envolvidos em atos de milícia, quanto a grilagem de terra na Chácara 119
de propriedade de Selvir Ferreira Bispo.

OS MILICIANOS E SEUS ATOS DE GRILAGEM

HUGO ALVES DE SOUSA, funcionário da Câmara Legislativa, lotado em algum


gabinete de deputado distrital, para quem certamente desenvolve algum tipo de
trabalho, pois se apresenta sempre como líder comunitário, reside à QC 06, Conjunto
21, Casa 19, Riacho Fundo II, CEP: 71882-277, DF, telefone de contato (61) 98594-

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8310, é o responsável intelectual para implantação de guerra psicológica contra o


Sr. Selvir Ferreira Bispo, proprietário da Chácara 119, Colônia Agrícola Catetinho,
Riacho Fundo II, DF.

Por diversas vezes o Sr. Hugo Alves de Sousa foi fraguado juntamente com
outros moradores do setor, colocando faixa de venda de lotes dentro da Chácara,
para caracterizar de que o Sr. Selvir Ferreira Bispo estava a vender lotes, e, com
isso configurar o crime de parcelamento do solo, que por sua invejável inteligência,
este ato traria dividendo para seu chefe, onde toda área seria invadida por moradores
vizinhos, onde estes invasores se transformaria em eleitores para o deputado a
quem presta serviços, inclusive, por diversas vezes enviou usuários de drogas para
de forma direta fizessem ameaça ao proprietário da Chácara 119, conforme se pode
verificar pelas ocorrências policiais, está sempre presente em todos os atos ilegais
de poda sem o devido processo legal.

Nesta última ocorrência de 08/10/2021, esteve dentro da Chácara dando sua


opinião, igualmente esteve na Delegacia, embora não tenha prestado declaração, mas
foi ouvido pelos policiais da PMDF para falarem a mesma coisa, pois, somente
assim poderiam criar uma situação criminosa em desfavor de Selvir Ferreira Bispo.

Foi o Sr. Hugo Alves de Sousa que ligou para administradora do Riacho
Fundo, e, depois de longa conversa passou a orientar os policiais PMDF, desta vez
longe do proprietário da Chácara, para que as informações prestadas pela
Administradora do Riacho Fundo não viessem a comprometê-la politicamente.

Além da ligação do Sr. Hugo Alves de Sousa para Administradora do Riacho


Fundo, Sra. Ana Lúcia Melo, Fone: (61) 3550-1701, e-mail: gab@riachofundo1.df.gov.br,
este ligou para o deputado a quem trabalha, e depois dessa ligação veio ao meio
das pessoas que discutiam a legalidade da poda, para informar que seu chefe
deputado, que não falou o nome, para dizer que a ordem era para derrubar todas
as árvores, inclusive a cerca, pois se tratava de área pública de propriedade da
TERRACAP.

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Na verdade, os funcionários terceirizados a serviço da NOVACAP após aquele


relato se entusiasmaram e passaram a cortar as árvores existente na ordem de
serviço, inclusive os ipês e pau brasil, árvores estas proibidas suas derrubadas,
quando se fará a devida denúncia no Ministério do Meio Ambiente, para que tome
as providências de estilo.

Quando o Sr. Selvir Ferreira Bispo retornou da 27ª Delegacia de Polícia havia
uma outra viatura da PMDF chamada pelo policial Pedro de Alcântara Pires dos
Reis, desta vez para prender o tratorista que estava a fazer a plantação de milho
da Chácara 119, quando lhe foi dito, caso não parassem com o serviço.
Depois deste acontecido, o Sr. Hugo Alves de Sousa fez questão de se
dirigir a sua pessoa do Sr. Selvir Ferreira Bispo, na frente dos policiais e disse:

“Ou pastor você não vai ficar nessa chácara, isso aqui é área
urbana e vai ser construída casa para moradores, inclusive residência
para policiais que não tem casa”.

Este fato por si só já é caracterizador de uma organização criminosa, quanto


a grilagem de terra no Distrito Federal, onde um funcionário de um determinado
deputado distrital recebe ordens veladas para o cometimento de crimes, e, este se
beneficia pela invasão de terras em áreas particulares, para depois transformar isso
em votos.

Por sua vez, a Administradora do Riacho Fundo, faz vista grossa aos crimes
cometidos pelos funcionários da NOVACAP, que investidos de ordem draconiana,
pois, existe decisão transitada em julgado no Colendo TJDFT, de que a área do
Riacho Fundo, CAUB e adjacências são terras particulares, inclusive do conhecimento
deste respeitável juízo, que já foi certificado de referida decisão.

Nessa assentada, a Administradora do Riacho Fundo comete o crime de


prevaricação, no momento exato em que autoriza a poda de árvore em área
particular, sem o devido processo legal. Se a terra é particular há que existir a
autorização de seu proprietário para execução de tal serviço.
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Essa narrativa vem sendo relatada desde mesmo o início dos processos da
Vicente Pires, que somente agora o Poder Judiciário passou a observar com o olhar
de Regulador do Direito, quando as últimas decisões ocorridas em Brasília, fez com
que o Sr. Presidente da República sancionasse a Lei no 14.216, de 08 de outubro
de 2021.

O Policial Pedro de Alcântara Pires dos Reis, age como se miliciano fosse,
pois sem nenhuma razão passou a ameaçar o Sr. Selvir Ferreira Bispo, quando tem
dado suporte para que o Sr. Hugo Alves de Sousa pratique seus atos criminosos
de grilagem, onde sua função deveria ser outra.

O Cel. PMDF Walter dos Santos Sobrinho sugeriu ao Sr. Selvir Ferreira Bispo
que denunciasse o PM Pedro de Alcântara Pires dos Reis e demais policiais na
Corregedoria e que o colocassem como testemunha.

Esta providência será tomada, porém, não impede que este r. juízo, por tomar
conhecimento dos crimes cometidos, possa nestes autos, por provocação aqui
assentada, tome as medidas necessárias de estilo, chamando o Ministério Público
do Distrito Federal e Territórios, para que represente contra os denunciados aquilo
que a Lei entende por criminoso.

Repetiremos quantas vezes se tornarem necessárias, de que o Riacho Fundo


I, II, CAUB, CATETINHO e adjacências são terras particulares, conforme v. Acórdão
de 20.06.2007, adotado pela 3ª Turma Cível do TJDFT, no processo no
2005.01.1.037540-9.

Qualquer desobediência de autoridade pública neste sentido, está cometendo


o crime de prevaricação.

O Sr. Fernando Rodrigues Ferreira Leite, Diretor Presidente da NOVACAP,


Telefone: (61) 3403-2312/3403-2310, presidencia@novacap.df.gov.br, tem a mesma
responsabilidade quanto aos demais aqui denunciados no crime de grilagem de terra,

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pois, sem sua ordem, as árvores da propriedade do Sr. Selvir Ferreira Bispo não
teriam sido derrubadas de forma criminosa, dentre elas ipês e pau brasil.

Todos os atos criminosos de grilagem de terra no Distrito Federal, sem


exceção tem a presença de um político, de um policial e da TERRACAP, que neste
caso foi substituído pela NOVACAP.

As ocorrências aqui acostadas, juntamente com as fotografias do cometimento


do crime de derrubadas de árvores em extinção, somente em processo apropriado
se poderá saber a dimensão criminosa cometidas pelos agentes públicos mencionados,
até porque, para qualquer grileiro os fins justificam os meios.

Desta forma, fica muito aclarado a prova do esbulho na propriedade do Autor,


quando autoridades públicas veladas dos mais variados atos criminosos, tentam de
forma contínua a expulsão do dono da Chácara 119, sob o manto falso da construção
de obras sociais, não importando mesmo a natureza e forma desta execração.

Conhecendo a imparcialidade e competência deste r. juízo, necessário a


tomada de providências exemplares, porquanto, recheado se encontra o presente
feito, de todas as provas de que a terra é particular e não pública, e, que o
esbulho se encontra inquestionavelmente demonstrado.

Desta forma pede o prosseguimento do feito,

Termos em que processada as medidas de estilo,


Pede e Espera Deferimento.

Brasília, DF, 09 de outubro de 20221.

Luiz Fernando Alves de Lima


Advogado - OAB/DF 11.135

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Num. 105547164 - Pág. 1
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Num. 105547375 - Pág. 1
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