Metais Pesados

Dayana Carolina Trombine Ronaldo Junior Fernandes Tatiane Zaratini Teixeira

Introdução
Metais pesados é uma classe de elementos químicos, muitos dos quais venenosos para os seres humanos.São não-degradáveis, e podem acumular-se nos componentes do ambiente onde manifestam sua toxicidade.Os locais de fixação final são os solos e sedimentos.

Características Comuns

.Transporte: via aérea. Exemplo:Grandes Lagos Suécia. como gases ou espécies adsorvidas sobre ou em material particulado em suspensão.

A ligação metal enxofre afeta a enzima. ocorrem nas enzimas (controle da velocidade de reações metabólicas de importância crítica). .afetando a saúde humana. ligam-se aos cátions ou moléculas de metais pesados . O –SH.Toxicidade Bioquímico:mecanismo de ação tóxica resulta da forte afinidade dos cátions pelo enxofre.

Cd.PB. Hg. São perigosos nas suas formas catiônicas e ligados as cadeias curtas de átomos de carbono.Toxicidade Depende da forma química do elemento. .As: nas suas formas livres não são tóxicos.de sua especiação.

Antilewisita Britânica (BAL).Tratamento Envenenamento por mercúrio e chumbo. __ __ CH2 CH CH2 OH SH SH .

Tratamento O -O -O O C-CH2 N-CH2-CH2-N C -CH2 CH2-C CH2-C O OOO EDTA:ácido etilenodiaminotetracético .

No estado estacionário KC=R.693 =1.5 Cee= Rt0.44Rto. .693/t0. maior é o seu nível de acumulação no estado estacionário.Bioacumulação de metais pesados Depende da taxa de ingestão=R e da taxa de eliminação=KC. onde K é a constante de velocidade do processo de eliminação.5 Quanto maior o tempo de vida de uma substância.5 /0. temos: Cee=R/K Período de meia-vida K=0.

.Aumento da concentração de metal ao longo do tempo até atingir a concentração do estado estacionário Cee.

Cádmio Localização na mesma coluna da tabela periódica que o Zn e o Hg.Maior fonte difusora é aço (Fe/Zn) galvanizado. .Suas propriedades químicas estão mais próximas do Zn. É encontrado em associação com o Zn na crosta terrestre. obtido da mineração e fundição do Zn (ocorre como um contaminante).

incineração de materiais residuais.Cádmio Fontes de poluição: deposições de partículas suspensas no ar. fundições Pb.combustão do carvão. . Zn e Cu. e fertilizantes comerciais de fosfatos.

Cádmio Fontes de contaminação: É absorvido pelas plantas. Cigarro. que é um nutriente essencial. Através da deposição atmosférica é recebido pelo solo. a introdução nas plantas se dá com a diminuição do pH. devido a sua similaridade com o Zn. .

Seres humanos possuem proteção. que regulam metabolismo do Zn.Cádmio Exposição proveniente da dieta alimentar (Arroz. Apresenta toxicidade aguda a dose letal é de aproximadamente um grama. a níveis baixos. através da proteina metalotioneína. batata.região Vale do Rio. doença itai-itai. . trigo…). Poluição explorações em minas ou fundições não ferrosas. no Japão.

CdS tintas de cores amarelas brilhantes.Cádmio Usos: eletrodos das baterias recarregáveis usadas em calculadoras e aparelhos similares como pigmento na forma de CdS e CdSe utilizados em plásticos coloridos. Eletrodos de baterias recarregáveis: Cd(s) +2 OH Cd(OH)2(s) + 2é .CdSe dispositivos fotovoitaicos e em monitores de TV.

Cádmio Os girassóis Van Gogh Bateria e pilhas .

intemperismo acarreta liberação de arseniato com hidróxidos de sulfato e férrico.Arsênio É encontrado na natureza em associação com minerais sulfeto (a função de minério de ouro. . chumbo. O arseniato adsorve o hidróxido ferrico e se deposita no sedimentos dos rios. cobre e níquel) Fonte difusora de arsênio: Pirita. Sulfeto de Ferro.

AsO4 . . Danifica o DNA das células humanas. a baixos niveis inibe os receptores de ativação do hormônio Glucocorticóide. a arsenicose é desencadeadora de diabetes e câncer. já que se liga mais facilmente aos grupos -SH das proteínas.Arsênio O Arsenito As2O3. que ativa muitos genes supressores de câncer e reguladores de açúcar no sangue.As (V). As (III) é mais tóxico -3 que o Arseniato.

Arsênio Arsenicose Banglandesh e West Bengal .

CHUMBO .

. PbCO3. PbS. (77%).Propriedades do Chumbo Elementar Extraído do mineral galena. contendo 86% do metal e da cerusita.

EI = 2165. P.740 ºC.F.Propriedades do Chumbo Elementar P.9 kJ mol-1 (Pb -› Pb2+). * . Estrutura cristalina cúbica de face centrada. 327 ºC. 1.E.

* Hoje é usado como uma liga com o estanho para solda de eletrônicos e de latas e em baterias de automóveis. panelas e construção de edifícios.Propriedades do Chumbo Elementar Antigamente era usado em tubulações. Usado também como munição chumbada de pescar. * . Na década passada: lacres de botijão de gás.

mas se dissolve-se se estiver a presença de ar: * 2Pb(s) + O2(g) + 4H+(aq) → 2Pb2+(aq) + 2H2O(l) .O Íon Chumbo (II) – Pb2+ O Pb(s) é estável em ácidos concentrados.

* Em águas “duras” não ocorre esse problema. . * A ingestão de Pb pela água representa 1/5 da contaminação. Os restantes são pelos alimentos e pelo ar.O Íon Chumbo (II) – Pb2+ Nas tubulações o Pb pode se dissolver se água estiver muito ácida ou “mole”.

* Pb3O4 cor vermelha brilhante. * Determinação de Pb por Plasma Acoplado Indutivamente. * . * O paradoxo dos sais de chumbo PbS e PbCO3. PbCrO4 é amarelo e o Pb3(CO3)2(OH)2 é branco – fonte de contaminação.O Íon Chumbo (II) – Pb2+ Sais de chumbo fornecem cores estáveis e brilhantes.

Tetrametilcumbo e tetraetilchumbo – aditivos para gasolina. * Depois da combustão o Pb sai do escape na forma de di-haletos que se converte a PbO na luz na forma de aerossol. em geral. compostos covalentes. * .O Íon Chumbo (IV) – Pb4+ Forma.

Bateria A reação líquida global que produz a energia corresponde a: 2Pb(s) + PbO2(s) + H2SO4(aq) → 2PbSO4(s) + 2H2O(aq) A reação é revertida. * . durante o processo de recarga que ocorre depois do motor funcionar. Fonte de contaminação ambiental.

. poeira. soldas em enlatados. solo. sujeira das ruas e vias. tintas.Chumbo no Ambiente e na Saúde Humana Principais vias de contaminação com Pb inorgânico ocorre pela ingestão e respiração. processos industriais. canos de água. água e alimentos. Somente os compostos orgânicos de Pb conseguem penetrar através da pele além da ingestão e inalação. A exposição prolongada deve-se a várias fontes – petróleo. ar.

Chumbo no Ambiente e na Saúde Humana A maior parte do Pb no organismo está no sangue. * Em excesso penetra nos tecidos macios como o cérebro. * Permanece por vários anos no organismos. Depois se deposita nos ossos. Crianças absorvem mais Pb que os adultos. .

pesadelos. convulsões. dores de cabeça. dores abdominais. insônia. sangramento gengival. anemias. problemas de coagulação. doenças renais. osteoporose. fraqueza muscular. . perda de memórias. alterações de inteligência. fadiga.Chumbo no Ambiente e na Saúde Humana Sintomas de intoxicação por Pb: Irritabilidade e agressividade. abnubilação mental. náuseas. indisposição. acidente vascular cerebral inespecífico.

Chumbo no Ambiente e na Saúde Humana O Pb na criança (menor de 7 anos) provoca interferência no desenvolvimento de seu cérebro. comparado com as que continham 100 ppb. . As crianças (Austrália) com 300 ppb de Pb no sangue apresentaram uma diminuição de 4 a 5 pontos no QI.

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. porém mais disseminado.Chumbo no Ambiente e na Saúde Humana Não tão perigoso quanto o Hg. Políticas de redução de Pb no ambiente.

MERCÚRIO .

“A quantidade de mercúrio em uma única lâmpada fluorescente comum é capaz de tornar não potável cerca de 20 mil litros de água".termômetros e outros dispositivos elétricos. baterias. em lâmpadas a mercúrio. Substituição de lâmpadas de mercúrio por lâmpadas a vapor de sódio.O Elemento Livre O mercúrio elementar é usado em centenas de aplicações. . Interruptores elétricos. bulbos de lâmpadas fluorescentes. baterias de celular.

e depois atravessa a barreira sangue-cérebro para penetrar no cérebro. isto porque é excretado a maior parte da quantidade ingerida. Vapor de mercúrio! O mercúrio espalha-se dos pulmões para a corrente sangüínea. O mercúrio líquido não é altamente tóxico. e seu vapor e altamente TÓXICO.O mercúrio é o mais volátil de todos os metais. .

. na visão. que se manifesta por dificuldades na coordenação.Dano ao sistema nervoso. audição e no sentido do tato.

gosto de metal na boca. Mulheres grávidas. diarréia. depressão. Intoxicações severas: podem levar a inúmeros problemas neurológicos graves. fraqueza muscular. dificuldade de prestar atenção. tremores. inclusive paralisias cerebrais. insônia.Intoxicações leves: dor de estômago. fazem parte da população de risco com relação a esse tipo de contaminação. crianças e possíveis futuras mães. mudanças de humor. falhas de memória. nervosismo. dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva. amamentando. Risco a saúde . ansiedade. agressividade.

. fogos florestais). grandes quantidades de vapor de mercúrio são lançados ao ar. entre outros. vulcões. Combustão de carvão. industria farmacêutica. através das emissões antropogénicas.Além das emissões naturais nos locais onde se encontra armazenado (depósitos naturais. óleo combustível e incineração de lixo. na agricultura como inseticidas e fungicidas.

Quando colocado em um dente e a obturação estiver envolvida na mastigação da comida.Amálgamas de Mercúrio Amálgamas – soluções ou ligas com algum outro metal. “Amálgama dental”-Combinação de mercúrio líquido e uma mistura formada principalmente por prata e estanho. vaporizam-se uma pequena quantidade de mercúrio. . Obs: Emissão de mercúrio elementar para atmosfera durante a cremação de cadáveres.

Contaminação geradas em garimpos. . foi emitido no ambiente cerca de 200 mil toneladas de mercúrio. 1570-1900. Entra em contato com a pele devido a técnicas precárias de manuseio do metal (intoxicação por via cutânea). O mercúrio é aquecido e passa a ser inalado pelo garimpeiro (intoxicação por via respiratória). É perdido. ou até mesmo jogado fora causando danos ambientais a plantas e animais que quando ingeridos causam doenças as pessoas que os consomem.

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tucunaré. Estudos demonstraram que determinadas espécies de peixes da região.contaminação dos peixes e conseqüentemente em humanos. . pescada e peixe cachorro consumidos pela população local. isto é. como traíra.A maldição do garimpo Entre os anos 70-90 cerca de 500 toneladas tenham sido lançadas na Amazônia .5 g/g. superiores a 0. apresentaram níveis de mercúrio total acima do limite recomendável para consumo humano pela Organização Mundial da Saúde.

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doenças mal formações congênitas decorrentes da poluição por mercúrio no garimpo do rio Madeira . .Bebês sem cérebro começam a nascer em Porto Velho.Rondônia.

O mercúrio e o processo Cloro-Soda Entre as fontes poluidoras destaca-se o uso do mercúrio como agente catalisador. nas fábricas de cloroalcalis produtoras de cloreto de vinil. . uma pequena parte é lançada no ar e vertida no rio. Isso ocorre porque nem todo mercúrio é reciclado. 1994 e1995. O mercúrio torna-se acessível aos peixes por ele ser oxidado até formas solúveis mediante a intervenções de bactérias presentes nas águas naturais. acetaldeido e soda cáustica. 7 das 158 toneladas de mercúrio emitidos no ambiente nos Estados Unidos tem como responsável o processo cloro-soda. O mercúrio líquido não é solúvel nem em água nem em ácido diluído.

depressão. Conseqüências da exposição constante ao mercúrio para os trabalhadores: tremores musculares. paralisia e demência.O sal nitrato de mercúrio(II) é solúvel em água e era usado antigamente para tratar o couro utilizado para a fabricação de chapéus. Os principais orgãos-alvos do íon Hg são os rins e o fígado. perda de memória. O Mercúrio Iônico .

são compostos menos voláteis CH3HgCl e CH3HgOH – CH3HgX. um derivado da vitamina B12 com um ânion CH3 ligado a um cobalto.A formação de Metilmercúrio e Dimetilmercúrio A toxidade ambiental do mercúrio está associada quase inteiramente a ingestão de peixes.o liberam na água. O agente ativo do processo de metilação é um constituinte comum dos microorganismos. Mercúros orgânicos . chamado metilcobalimina. . As bactérias redutoras de sulfato em sedimentos geram Metilmercúrio e dimetilmercúrio. 94% e pelos menos 80% na forma de metilmercúrio. CH3HgX é uma tóxina mais forte que os sais de Hg2+.

. são encontrados em grandes espécies marinhas e predadoraras e de vida longa.. peixe-espada.Maiores concentrações. o atum. Cientistas prevêem um aumento adicional de 50% na concentração de mercúrio no oceano Pacífico até 2050 se as taxas de emissão continuarem nos mesmos níveis! 40% da contaminação por mercúrio decorre do atum pescado no oceano Pacífico. como tubarão. Espécies não carnívoras – peixes de carne branca.. truta. acima de 1ppm.

Ciclo do mercúrio em lagos de água doce .

a pesquisadora americana Karem Wetterhahn. como fungicida. em conseqüência do consumo de pão preparado com sementes de cereais que tinham sido tratados com metilmercúrio. morreu de envenenamento por mercúrio vários meses depois que 2 gotas de dimetilmercúrio puro penetraram através das luvas de látex que estava usando enquanto manipulava o composto em experimentos. . No passado ocorreram centenas de mortes no Iraque e nos Estados Unidos.Toxicidade do Metilmercúrio Em 1977. a fim de reduzir as perdas devido a ataque de fungos.

que fabricava acetaldeído (usado na produção de material plástico). No dia 21 de abril. a Chisso. uma criança com disfunções do sistema nervoso dá entrada no Hospital Shin Nihon Chisso. surtos de psicose.Caso Minamata – Japão (1932-1956) 1932 instalara-se em Minamata uma grande indústria. Em maio de 1956... com os seguintes sintomas: convulsões severas. Seus resíduos eram despejados no mar. quatro pacientes foram internados no hospital. Anos 50. perda de consciência e coma! .

destas. A imagem transformou-se no resumo brutal da tragédia. Fotos de algumas vitimas da irresponsabilidade da Industria Chisso em Minamata. Tem os braços e as pernas deformados.. de 17 anos. .. Tomoko Uemura. Nasceu em 1955 onde uma geração inteira cresceu marcada pelo desastre ecológico. Mais de 900 pessoas morreram.955 pessoas sofreram da doença de Minamata. repousa no colo da mãe.. surda e muda.265 viveram na costa do mar de Yatsushiro. Japão.Fator em comum entre as vítimas:todas comeram grandes quantidades de peixes da Baía de Minamata. 2.. Tomoko morreu em 1977.. Ela é cega. 2..

Os efeitos do descaso com o meio ambiente na época atravessou gerações... todos os que comeram os peixes ao longo de 24 anos de contaminação. .O descaso da empresa atingiu de crianças a adutos... O envenenamento de Minamata ocupa um dos primeiros lugares na classificação dos principais desastres ambientais dos tempos modernos.

PCN + .

Temas Estruturadores
Tema 1: Reconhecimento e caracterização das transformações químicas; Tema 5: Química e a atmosfera; Tema 6: Química e hidrosfera; Tema 7: Química e litosfera; Tema 8: Química e a Biosfera.

TEMA 1: Reconhecimento e Caracterização das Transformações Químicas

1. Transformações químicas no dia-a-dia: transformações rápidas e lentas e suas evidências macroscópicas; liberação ou absorção de energia nas transformações. Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus estados iniciais e finais. Descrever transformações químicas em diferentes linguagens e representações, traduzindo umas nas outras. Reconhecer transformações químicas que ocorrem na natureza e em diferentes sistemas produtivos ou tecnológicos. Buscar informações sobre transformações químicas que ocorrem na natureza em diferentes sistemas produtivos e tecnológicos.

TEMA 1: Reconhecimento e Caracterização das Transformações Químicas
3. Reagentes, produtos e suas propriedades: caracterização de materiais e substâncias que constituem os reagentes e produtos das transformações em termos de suas propriedades; separação e identificação das substâncias. Identificar uma substância, reagente ou produto, por algumas de suas propriedades características: temperatura de fusão e de ebulição; densidade, solubilidade, condutividade térmica e elétrica. Utilizar as propriedades para caracterizar uma substância pura. Elaborar procedimentos experimentais baseados nas propriedades dos materiais, objetivando a separação de uma ou mais substâncias presentes em um sistema (filtração, flotação, destilação, recristalização, sublimação).

. médio e longo prazos. Buscar informações sobre os agentes perturbadores da atmosfera e suas fontes e compreender suas transformações e seus efeitos a curto.TEMA 5: Química e a Atmosfera 3. Perturbações na atmosfera produzidas por ação humana: fontes e efeitos da poluição atmosférica. Tomar decisões com respeito à participação individual e coletiva na busca de soluções para os problemas de poluição atmosférica.

. tratamento para consumo humano. interação ácido-base. aplicando conceitos e processos como separação de sistemas heterogêneos. pH de soluções aquosas. Reconhecer a água como veículo de nutrientes. temperatura e natureza dos materiais no processo de dispersão em água. contaminantes e poluentes e compreender seu papel e efeitos nesses transportes. solubilidade.Tema 6: Química e hidrosfera 2. tanto na escala macroscópica quanta na microscópica. Reconhecer a influência da pressão. Água e vida: potabilidade. soluções aquosas e osmose. hidrólise salina. conhecer e selecionar procedimentos apropriados para seu tratamento. Compreender a necessidade de tornar a água potável.

. metais pesados.) e de contaminação (agentes patogênicos). praguicidas. etc. individual ou coletivamente. Perturbações na hidrosfera produzidas por ação humana: poluição das águas. do percurso e dos sorvedouros dos agentes causadores de poluição (detergentes. Buscar dados e informações sobre perturbações provocadas por ação humana na hidrosfera e compreender o papel das fontes.Tema 6. Química e hidrosfera 4. Avaliar as dimensões das perturbações na hidrosfera provocadas por ação humana para desenvolver ações preventivas ou corretivas.

fosfatos. sulfatos. os usos e consumo pela sociedade de materiais e substâncias obtidos da litosfera. nos sistemas produtivo. alumínio e cobre e suas ligas e seus usos na sociedade. enxofre. Compreender as propriedades e usos de rochas e minerais (óxidos. agrícola e industrial. classificação periódica dos elementos químicos. .Tema 7: Química e litosfera 3. Compreender o “parentesco” e a classificação dos elementos químicos e seus compostos por meio de suas propriedades periódicas. sulfetos. como o ferro. carbonatos e silicatos). Avaliar a produção. minérios e minerais. A litosfera como fonte de recursos materiais: propriedades das rochas. seus usos e implicações sócioeconômicas. como materiais de construção e como fontes para obtenção de outros materiais. Compreender os processos de mineração e produção de metais.

praguicidas etc. Perturbações na litosfera: vulcanismo. poluição.Tema 7: Química e litosfera 4. poluição. enchentes. do percurso e dos sorvedouros dos agentes causadores de poluição no solo e subsolo (metais pesados. Avaliar a real dimensão das perturbações na litosfera para desenvolver ações preventivas ou corretivas. individual ou coletivamente. construção de barragens. Buscar dados e informações sobre perturbações naturais e antrópicas como desertificação. mineração. terremotos.). . terremotos. Compreender e avaliar o papel das fontes. desertificação. levando em conta escalas temporais.

individual ou coletivamente. Buscar dados e informações sobre as perturbações naturais e antrópicas – pragas. 4. . indústrias carbo e petroquímica – a curto. Química e vida: noções básicas sobre evolução da vida. Perturbações na biosfera: perturbações naturais e produzidas por ação humana.TEMA 8: Química e a Biosfera 1. compostos químicos e pré-vida. Articular o conhecimento químico com o biológico. desmatamento. ruptura das teias alimentares. Avaliar as dimensões das perturbações na biosfera e propor ações corretivas ou preventivas. uso de combustíveis fósseis. médio e longo prazos. Compreender os impactos ambientais dentro da ótica do desenvolvimento sustentável. considerando o aumento de complexidade e diversidade das substâncias químicas e dos seres vivos. transformações dos compostos orgânicos através dos tempos.

.Referencial Curricular da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino/MS Pode ser trabalhado no 2º bimestre do primeiro ano e no 3ºe 4 º bimestre do segundo ano.

Especial Reciclagem: Lixo eletrônico (5/6). Pearson Prentice Hall: São Paulo. T.scielosp.php?pid=S004296862005000100014&script=sci_arttext Lixo de pilhas e baterias ameaça o meio ambiente (Rede Globo) Disponível em: http://www. ROCHA. GARDENAL. 2ª.Jornal da Unicamp.O arsênio como herança. Bookman: Porto Alegre.Acesso:23/10/2009.html..unicamp. C. Disponível em: http://www.youtube. Ed.198 . Smith. A.Metais Tóxicos. Disponível em: http://www. edição. Bull World Health Organ vol. Rahman. 2009. 2009. .M.youtube.org/scielo. 177-178. Artmed Editora: Porto Alegre. A.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/novembro2002/unihoje_ju 198pag10a.I.9 Genebra 2000.com/watch?v=6Z9oEpXSgq4. Acessado em:23/10/2009. H. Química Ambiental..Adsorção de Metais em Solos.78 no. & STIGLIANI.. Bulletin of the World Health Organization. SPIRO.2ª. & CARDOSO. Acessado em: 24/10/2009. O.. Introdução à química ambiental. E. Lingas. M.com/watch?v=w4QY74pgLig.Referências Bibliográficas BAIRD. C. J.ANO XVII 11 a 17 de novembro de 2002.. A. H.. Química Ambiental Substâncias Químicas Tóxicas. Edição. 2002. A. Metais Pesados Tóxicos. G. W. ROSA.p. Disponível em: http://www. 2ª ed.

2002. 2000. Manguinhos. Química ambiental. Leopoldo Bulhões 1480. – 2ª ed.Fiocruz. Av. trad. 78 (9) • . Colin. Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP).Referências Bibliográficas BAIRD. Fátima Ramos Moreira & Josino Costa Moreira. Maria Angeles Lobo Recio e Luiz Carlos Marques Carrera. 21041-210.br Bulletin of The World Health Organization. Rio de Janeiro RJ. Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH). A cinética do chumbo no organismo humano e sua importância para a saúde.fiocruz. – Porto Alegre: Bookman. email: fmoreira@ensp.

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