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Elaborado por Dr.

João de Souza

EAD HOLDING

MANUAL DA
HOLDING FAMILIAR
Guia teórico e prático

2021
MANUAL DA HOLDING FAMILIAR

CONTEÚDO

Introdução 3a4
Holding 5a8
O planejamento Sucessório 9 a 12
Tipo Societário 13
Da sociedade Limitada 14 e 15
Da integralização dos bens 16 a 18
Da doação das quotas 19
Cláusulas restritivas 20 a 22
Do objeto social e regime tributário 23 a 24
Locação de imóveis pela Holding 25 a 27
Dos Juros Sobre Capital Próprio 28 a 29
Da Alienação de Imóveis 30 a 31
Do ITCMD 32 a 36
Do ITBI 37 a 40
Holding e Proteção Patrimonial 41 a 43
Conclusão 44
ÍNDICE

CONSIDERAÇÕES FINAIS 45

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INTRODUÇÃO

Atualmente, uma das maiores preocupações de quem possui


patrimônio é a forma de preservá-lo durante as gerações. Por mais
complicado que seja pensar na própria morte, a preparação em vida de
sua sucessão pode gerar importantes reflexos, tais quais a
preservação do vínculo e do patrimônio familiar.

Neste contexto, o planejamento sucessório surge como excelente


alternativa ao processo de inventário, vez que o último tende a ser
longo e oneroso, principalmente diante da inexistência de acordo entre
os herdeiros. Assim, com a doação em vida, é possível minimizar os
conflitos e realizar a transmissão do patrimônio de modo pacífico e
eficaz.

É importante destacar, que, no aspecto econômico, o planejamento


sucessório ainda possibilita uma enorme economia sobre os recursos
da família. Enquanto no inventário se gasta, em média, 15% do
patrimônio envolvido, com o planejamento sucessório é possível
reduzir os custos para 5% ou até mais, a depender das peculiaridades
do caso concreto.

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INTRODUÇÃO

Para tanto, um dos meios mais buscados para a realização deste


planejamento tem sido a criação de empresas conhecidas como
Holdings Familiares, Holdings Patrimoniais ou Administradora de Bens
Imóveis Próprios.

Não obstante, a constituição de uma Holding ainda pode auxiliar na


proteção dos bens familiares, facilitar na gestão patrimonial e ofertar
diversas vantagens tributárias.

A finalidade, portanto, é, sobretudo, de proteção patrimonial, sucessão


hereditária e economia de impostos. Mas, ainda que pareça uma
situação voltada para a proteção de patrimônio vultoso, qualquer
empresa ou pessoa física pode usufruir deste mecanismo legal.

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HOLDING

CONCEITO GERAL

A expressão holding tem origem no direito norte-americano e deriva do


verbo ‘to hold’ que significa segurar, manter, controlar, guardar. A
expressão é usada no brasil para definir a sociedade que participa e/ou
exerce o controle acionário de outras empresas.

ESPÉCIES

São vários os tipos de holdings admitidos pelo ordenamento jurídico,


os quais podem se distinguir quanto ao tipo societário adotado ou
mesmo ao organizacional. Cada um deles conta com vantagens e
desvantagens, razão pela qual a escolha por um deve ser feita de
acordo com os objetivos que se tem em mente.

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HOLDING

ESPÉCIES MAIS COMUNS

A) HOLDING PURA: A holding pura tem por objeto social a


participação no capital de outra sociedade, ou seja, é constituída com
a única função de gerenciar as empresas controladas, definindo e
orientando as políticas operativas a serem seguidas por elas e pode,
eventualmente, patrocinar o financiamento necessário para
operacionalizá-las.

B) HOLDING MISTA: A holding mista, por sua vez, é a mais usada no


país, em razão dos benefícios tributários e administrativos que oferece.
Trata-se de uma corporação constituída para, além de participar do
capital social de outra empresa, como na holding pura, exercer a
exploração de outras atividades empresariais, sobretudo prestação de
serviços civis e comerciais, mas não os industriais.

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HOLDING

ESPÉCIES ATUAIS

Embora o termo Holding originalmente trate de uma sociedade que


participa ou controla outras sociedades, inúmeras outras variações e
espécies surgiram com o passar do tempo. Dentre estas espécies, está
a "Holding Familiar".

A Holding, segundo Mendes (2015), “nada mais é do que uma espécie


de sociedade, cujo objetivo é deter o controle e a propriedade de um
determinado patrimônio. Em termos práticos, o objeto social da
empresa pode prever a compra, a venda e a locação de bens diversos,
tangíveis ou não”.

Dito isso, o que passou a se chamar de "Holding Familiar" nada mais é


do que a constituição de uma empresa (Pessoa Jurídica) cujo o
objetivo principal é administrar o patrimônio da Pessoa Física,
apresentando diversas vantagens em tal operação.

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HOLDING

Como funciona?

De modo geral, as pessoas físicas integralizam o capital da sociedade,


transferindo seus bens e direitos à Holding.

Quais as vantagens?

As vantagens dependerão dos objetivos pretendidos e da estrutura


patrimonial familiar, no entanto, a Holding costuma se mostrar como
uma importante ferramenta de: (i) planejamento sucessório; (ii)
organização e proteção patrimonial e; (iii) redução dos encargos
tributários provenientes da compra e venda ou aluguel de imóveis
próprios.

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PLANEJAMENTO
SUCESSÓRIO

Mas afinal, o que é planejamento sucessório?

Primeiramente, é importante destacar que o planejamento sucessório é


uma ferramenta que visa à divisão antecipada do patrimônio entre os
herdeiros ainda em vida.

As razões para utilização deste instituto são inúmeras, dentre elas, é


possível destacar a prevenção de disputas familiares e a redução das
despesas comuns ao processo de inventário.

Neste sentido, o instituto impõe responsabilidades aos herdeiros na


preservação dos bens, evitando conflitos futuros e possibilitando a
criação de mecanismos familiares, societários ou tributários para a
perpetuação do patrimônio.

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PLANEJAMENTO
SUCESSÓRIO

Para a execução de um planejamento sucessório bem sucedido, faz-se


necessário alguns requisito, tais quais:

I. Realização de um Genograma (identificação da família e herdeiros)


II. Conhecimento do patrimônio
III. Reuniões Familiares em grupos e individuais (conciliar os conflitos
de interesses)

A partir do levantamento dessas informações, é possível avaliar a


complexidade de bens e valores envolvidos, para então determinar
com clareza a forma de transmissão da herança, utilizando-se,
concomitantemente, de um planejamento um tributário capaz de
propiciar uma relevante economia ao procedimento em questão.

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PLANEJAMENTO
SUCESSÓRIO

Normalmente, quando falamos na Holding Familiar como instrumento


de planejamento sucessório, a ideia é que o patriarca/matriarca
integralize o patrimônio na empresa constituída ("Holding") e realize a
doação das quotas de participação da sociedade aos herdeiros.

É importante mencionar que, mesmo com a doação das quotas, é


possível que os patriarcas se mantenham no total controle da
sociedade e seu patrimônio, uma vez que costuma-se "gravar' a
doação com a cláusula de usufruto vitalício e instituir-se, no contrato
social, como os administradores da empresa (sócios ou não).

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PLANEJAMENTO
SUCESSÓRIO

Não obstante, com o planejamento em vida, ainda é possível


estabelecer regras personalizadas a fim de resolver ou mitigar
preocupações existentes entre os patriarcas, em especial as referentes
a: (i) administração da Holding e (ii) dilapidação do patrimônio.

(i) Administração da Holding:


Uma das preocupações mais comuns é sobre quem administrará o
patrimônio familiar. Pensando nisso, muitos, em vida, definem como
seguirá a administração da sociedade. É possível que esta seja
exercida por administradores sócios ou não sócios. Também é possível
definir que a administração seja exercida por herdeiro específico ou,
até mesmo, pelos herdeiros de maneira conjunta.

(ii) Dilapidação do patrimônio

Muitos se preocupam com a dilapidação do patrimônio, então é


possível instituir, além da cláusula do usufruto, outras cláusulas
restritivas, como a de inalienabilidade, impenhorabilidade,
incomunicabilidade e reversão, que serão melhores explicadas nos
tópicos seguintes.

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TIPO SOCIETÁRIO DA
HOLDING

Inicialmente, vale frisar que o ordenamento jurídico prevê vários tipos


societários, sendo os mais comuns: Sociedade Anônima, EIRELI e
Sociedade de Responsabilidade Limitada (ltda). Com a Medida
Provisória de nº 881/2019 (já sancionada em lei) também surgiu a
figura da Sociedade Limitada Unipessoal - SLU.

A escolha do tipo societário no momento da constituição da Holding


levará em consideração a quantidade de sócios e as peculiaridades do
caso concreto. No entanto, a forma da Sociedade Limitada costuma
ser a mais indicada por demandar menores formalidades (como as
publicações exigidas nas Sociedades Anônimas).

Além disso, sua constituição é indicada quando se pretende impedir


que terceiros estranhos à família participem da sociedade. Essa
“blindagem” é caracterizada e representada pelo princípio da Affectio
Societatis, inerentes as sociedades empresárias limitadas.

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DA SOCIEDADE LIMITADA

A Sociedade Limitada, conforme explica Silva (2015), é aquela


formada por duas ou mais pessoas, com atos sociais registrados na
Junta Comercial competente, cuja a responsabilidade dos sócios fica
limitada ao valor total das quotas subscritas.

Desta maneira, a constituição de uma “ltda” fica condicionada a


existência de dois ou mais sócios no Contrato Social e o seu registro
no órgão competente (Junta Comercial Estadual). É importante dizer,
entretanto, que não é permitido a figura do sócio de indústria (art.
1053, CC), ou seja, o sócio cuja contribuição se dá apenas em serviço.

Quanto ao nome da sociedade, vale mencionar que os sócios poderão


se utilizar da firma social ou denominação particular, sendo que, em
qualquer hipótese, ao nome deve ser acrescido a palavra “ltda”.

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DA SOCIEDADE LIMITADA

É importante destacar que deverão constar no contrato social de uma


sociedade limitada: a declaração da atividade empresarial; capital
social (com a forma e o prazo de integralização dos bens, bem como a
participação de cada sócio); a extensão da responsabilidade dos
sócios; nome e qualificação dos administradores; nome da sociedade
empresária; endereço da sede e filiais (se houver) e a duração da
sociedade.

Deve-se, entretanto, atentar ao fato de que cônjuges casados sob o


regime da comunhão universal de bens não poderão constituir
sociedade, conforme se extrai do art. 977 do CC e motivo pelo qual, a
depender do caso concreto, a Sociedade Anônima ou Unipessoal pode
ser uma boa opção.

Art. 977. Faculta-se aos cônjuges contratar sociedade,


entre si ou com terceiros, desde que não tenham casado no regime da
comunhão universal de bens, ou no da separação obrigatória.

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DA INTEGRALIZAÇÃO
DOS BENS

Inicialmente, vale frisar que a Pessoa Jurídica criada goza de


autonomia patrimonial, ou seja, há uma separação entre os recursos
do sócio e sociedade, considerando-os como sujeitos distintos, com
seus próprios direitos e deveres (COELHO, 2003).

Dessa forma, pode se dizer que o patrimônio da empresa, no momento


de sua abertura, é definido pelo seu capital social, que deverá ser
integralizado pelos sócios, onde os mesmos transferem os bens que
vão compor a sociedade de seu nome para o da pessoa jurídica.

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DA INTEGRALIZAÇÃO
DOS BENS

Vale lembrar que a sociedade limitada dispensa a apresentação de


laudo de avaliação para comprovação dos valores dos bens declarados
na integralização de seu capital social. É possível, inclusive, que o
valor do bem imóvel a ser integralizado seja o constante na Declaração
de Imposto de Renda da Pessoa física, não havendo necessidade de
atualização para valor de mercado (hipótese em haveria "ganho de
capital" e consequente tributação).

Não obstante ao fato, cabe dizer que bens de qualquer espécie podem
servir como meio de integralização de capital subscrito (móveis e
imóveis, corpóreos e incorpóreos), desde que suscetíveis de avaliação
em dinheiro (CC, art. 997, inciso III).

Ressalte-se, todavia, que, enquanto a transferência de bens móveis ao


capital social da empresa completa-se pela simples tradição (entrega),
na transferência de bens imóveis, a lei exige, como substância do ato,
a transcrição do título no Registro de Imóveis.

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CONFERÊNCIA DE BENS PELO
CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS

Após o arquivamento perante a Junta Comercial, o contrato social


deverá ser levado, juntamente com a guia de isenção ou recolhimento
do ITBI perante os Cartórios de Registro de Imóveis para ser
promovida a averbação transmitindo a titularidade dos bens imóveis
para a sociedade.

Neste sentido, cabe citar a regra prevista na Lei 8.934/94, art. 64, em
que considera o próprio contrato social como documento hábil para
efetuar o registro.

Art. 64. A certidão dos atos de constituição e de alteração de


sociedades mercantis, passada pelas juntas comerciais em que foram
arquivados, será o documento hábil para a transferência, por
transcrição no registro público competente, dos bens com que o
subscritor tiver contribuído para a formação ou aumento do capital
social.

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DA DOAÇÃO DAS QUOTAS

Conforme exposto anteriormente, caso o objeto da Holding seja a


sucessão patrimonial (planejamento sucessório), esta se dará através
da doação das quotas de participação da sociedade criada.

A doação evita que os bens (sejam as quotas de participação ou


outros) entrem no temido inventário. Entretanto, visando uma proteção
do patrimônio e a manutenção de sua gestão pelo doador, é que a
doação, na maioria dos casos, é gravada com usufruto e cláusulas
restritivas, permitindo que o patriarca, ou matriarca, tenha total
controle sobre o patrimônio doado até a sua falta.

O usufruto e as demais cláusulas restritivas serão melhores explicadas


a seguir.

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DA DOAÇÃO DAS QUOTAS

I. USUFRUTO

O usufruto, conforme Viscardi (2016, p.1), é o direito real conferido


para que possa retirar, da coisa alheia, os frutos e utilidades que ela
produz, permanecendo o donatário, tão somente, com a nua-
propriedade. Vejamos:

O usufruto é o direito real conferido a alguém para retirar,


temporariamente, da coisa alheia os frutos e utilidades que ela produz, sem
alterar-lhe a substância, ou seja, o usufrutuário detém os poderes de usar e
gozar do bem, explorando-o economicamente. A partir do momento em que o
patriarca efetua a doação de quotas para os herdeiros automaticamente se
instituirá como usufrutuário das quotas sociais, e possuirá direito aos
rendimentos que essas quotas vier a proporcionar, ou seja, terá direito aos
dividendos que a holding familiar distribuir aos sócios. O usufrutuário também
terá resguardo os direitos políticos referentes às quotas doadas, ou seja, não
será a vontade do herdeiro que irá prevalecer em eventual votação, mas sim o
voto do patriarca.

Assim, com a instituição do usufruto, é como se nenhuma doação


tivesse ocorrido, visto que houve apenas a doação da nua-
propriedade, reservando para si o uso e gozo das quotas, bem como a
administração da empresa.

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DA DOAÇÃO DAS QUOTAS

II. Cláusula restritiva de inalienabilidade

A inalienabilidade permite instituir uma vedação aos herdeiros de


alienar as quotas recebidas. Esse gravame sobre as quotas impede a
dilapidação do patrimônio do patriarca após sua morte, quando
instituída de maneira vitalícia.

III. Cláusula restritiva de inalienabilidade

A incomunicabilidade possui a função de impedir que as quotas


doadas se comuniquem com os cônjuges dos herdeiros. Dessa forma,
as quotas doadas aos herdeiros serão de sua exclusiva propriedade,
ainda que casados sob qualquer regime de comunhão de bens.

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DA DOAÇÃO DAS QUOTAS

III. Cláusula restritiva da impenhorabilidade

A cláusula de impenhorabilidade tem como finalidade a proteção do


patrimônio do herdeiro, pois não permite que o bem recebido seja
penhorado. Dessa forma, caso o herdeiro venha a contrair dívidas, ou
até mesmo se já possuir algum passivo, não poderão ter suas quotas
penhoradas.

III. Cláusula restritiva da reversão

A cláusula de reversão, prevista no art. 574 do Código Civil, permite


que, em caso da morte do donatário antes do patriarca, os bens (as
quotas doadas) retornem ao patrimônio do doador sem nenhum ônus.

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DO OBJETO SOCIAL E REGIME
TRIBUTÁRIO

O objeto social da empresa nada mais é que a atividade a ser


desenvolvida pela empresa, sua finalidade, seu foco. Neste sentido,
destaca-se que na criação de uma Holding Familiar devem ser
observadas as peculiaridades da sociedade, bem como o seu escopo,
para que determine com clareza seu objeto social.

São exemplos de objetos possíveis para Holdings familiares os


seguintes CNAE’s (Classificação Nacional de Atividade Econômica):

6810-2/01: COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS PRÓPRIOS;


6810-2/01: LOTEAMENTO E VENDA DE IMÓVEIS PRÓPRIOS;
6810-2/02: ALUGUÉIS DE IMÓVEIS PRÓPRIOS, RESIDENCIAIS E
NÃO RESIDENCIAIS;
6462-0/00: PARTICIPAÇÃO E GESTÃO EM OUTRAS
SOCIEDADES

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DO OBJETO SOCIAL E REGIME
TRIBUTÁRIO

Convém lembrar que a adoção de determinados objetos sociais pode


impossibilitar na opção pelo regime tributário do Simples Nacional.

Apesar disso, a sociedade poderá apurar suas receitas na forma do


lucro presumido, regime mais indicado para o perfil das holdings (muito
embora também possam adotar o lucro real ou arbitrado).

O lucro presumido é a forma de tributação simplificada do Imposto de


Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o
Lucro (CSLL), regulamentada pelos artigos 516 a 528 do Regulamento
do Imposto de Renda. Por meio dessa sistemática, pressupõe-se que o
lucro, base de cálculo do IRPJ e da CSLL, corresponde a 32% da
receita bruta (art. 15, III, ‘c’, da Lei. Nº 9.249/95, aplicando se as
seguintes alíquotas:

IRPJ – 15% sobre o lucro, acrescido do adicional de 10% sobre os


valores que ultrapassarem R$ 20.000,00 mensais (art. 3º e § 1º da
Lei nº 9.249/95);
CSLL – 9% sobre o lucro (art. 3º, II, da Lei nº 7.689/88).
PIS – 0,65% da receita bruta (art. 8º da Lei nº 9.715/98);
COFINS – 3% da receita bruta (art. 8º da Lei nº 9.718/98).

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DA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS E SUA
TRIBUTAÇÃO PELA HOLDING

Na atividade de locação de imóveis, a PESSOA JURÍDICA terá seus


rendimentos tributados pela alíquota de 11,33%, se a locação dos
bens fizer parte do objeto social da empresa.

Vejamos a simulação para a tributação dos alugueis em uma empresa


de lucro presumido:

a) A base de cálculo é composta por 32% do faturamento para fins de


IR e CSLL, já para fins de PIS e COFINS considera se 100% do
faturamento/receita.

b) Sobre a base de cálculo aplica se:


15% de IR
9% CSLL
0,65% de PIS e 3% de COFINS

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DA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS E SUA
TRIBUTAÇÃO PELA HOLDING

Simulação para faturamento de até R$ 750.000,00 no ano (alíquota


de 11,33%).

Para faturamento maior que R$ 750.000,00/ ano e menor que R$ 78


mi/ano, a alíquota chega a 14,53%.

Veja que a constituição de uma Holding pode se apresentar como uma


importante (e lícita) ferramenta para redução da carga tributária
incidente. As alíquotas são bem inferiores a de 27,5% da Pessoa
Física (Tabela Progressiva IRPF).

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DA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS E SUA
TRIBUTAÇÃO PELA HOLDING

Importante frisar que se a locação não fizer parte do objeto social da


Holding, as receitas integram, por inteiro, a base de cálculo do IRPJ e
CSLL.

Já no que se refere a COFINS e PIS-Pasep, estes incidem


mensalmente e é irrelevante se a locação de bens faz parte ou não do
objeto social da Holding.

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DOS JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO -
JSCP E SUA TRIBUTAÇÃO PELA
HOLDING

Juros Sobre Capital Próprio (JSCP) é uma das formas de uma empresa
distribuir o lucro entre os seus acionistas, titulares ou sócios (a outra é
sob a forma de dividendos). Esse pagamento é tratado como despesa
no resultado da empresa, precisando que o investidor pague o Imposto
de Renda, retido na fonte, sobre o valor recebido, o que não ocorre
para o caso de dividendos.

No caso da Holding, é comum que o patriarca/matriarca constitua a


empresa e receba dividendos ou Juros Sobre Capital Próprio de outras
sociedades através dela.

As questões tributárias referentes ao JSCP recebido pela Holding foi


objeto da solução de consulta COSIT nº 84/2016.

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DOS JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO -
JSCP E SUA TRIBUTAÇÃO PELA
HOLDING

Solução de consulta COSIT nº 84/2016.

As receitas decorrentes do recebimento de juros sobre o capital


próprio auferidas por pessoa jurídica cujo objeto social seja a
participação no capital social de outras sociedades compõem sua
receita bruta para fins de apuração da Cofins devidas no regime de
apuração cumulativa.

DISPOSITIVOS

LEGAIS Lei n 9 718 arts 2 º e 3 º, caput Lei Complementar nº 70 de


1991 arts 2 º e 3 º Decreto Lei nº 1 598 de 26 de dezembro de 1977 art
12

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DA ALIENAÇÃO DE IMÓVEIS E SUA
TRIBUTAÇÃO PELA HOLDING

Na Holding que adotar o lucro presumido e o imóvel estiver


classificado como "em estoque", a tributação será em até 6,73%. A
tributação também é bem inferior se compararmos à tributação
incidente na Pessoa Física (em regra 15%).

*Base legal: Arts. 3, 15 e 20 da Lei n° 9.249/95, Art. 15, §4° e o 20 §2°,


e Art. 17, II, da Lei n° 11.727/08

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DA ALIENAÇÃO DE IMÓVEIS E SUA
TRIBUTAÇÃO PELA HOLDING

Por outro lado, em caso de venda de imóveis do ativo não circulante


classificados como investimentos, imobilizado ou intangível, a empresa
será taxada num total de 24% a 34% sobre o ganho de capital
(considerando o adicional de IRPJ ou não e a CSLL).

*Base legal: Arts. 3, 15 e 20 da Lei n° 9.249/95, Art. 15, §4° e o 20 §2°,


e Art. 17, II, da Lei n° 11.727/08

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITCMD

Primeiramente, cabe dizer que sobre a doação de quotas há a


incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e
Doação), tributo de competência dos Estados e do Distrito Federal,
cujo fato gerador é a transmissão causa mortis e a doação de
quaisquer bens ou direitos, conforme art. 155 da Constituição Federal.

Vale frisar que, se tratando de um tributo de competência Estadual, é


possível observar diferentes alíquotas entre os Entes Federativos,
respeitado é claro os limites estabelecidos pela Constituição Federal
(alíquotas entre 1% a 8%).

Na próxima página veremos as alíquotas praticadas.

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITCMD

*Importante consultar legislação atualizada de cada Estado referente ao ITCMD

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITCMD

É importante destacar que o ITCMD incide tanto na causa mortis


quanto na doação e suas alíquotas podem variar a depender do Estado
e do montante em que está sendo objeto de doação/sucessão.

A depender da legislação Estadual, a opção pela instituição de uma


Holding Familiar pode apresentar uma série de vantagens no
pagamento do referido imposto. Vale mencionar, ainda, que boa parte
dos Estados permitem o pagamento segregado do ITCMD quando a
doação é realizada sob o gravame do usufruto.

Além disso, a depender da Receita Estadual e em determinadas


situações, o pagamento do ITCMD sobre a doação das quotas da
Holding Familiar pode se operar sobre o valor das quotas
(considerando o valor histórico dos bens), sem nenhuma reavaliação
por parte do ESTADO.

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITCMD

Cabe ressaltar que somente com a doação das quotas e o


consequente pagamento do ITCMD é que se evitará o processo de
inventário.

Com a morte do doador, o pleno domínio das quotas será passado aos
sucessores (havendo o usufruto), sem a necessidade de abertura de
qualquer processo de inventário e economizando, portanto, tempo e
dinheiro.

Não obstante, é possível estruturar a Holding (com diversas regras em


seu Contrato Social) de modo que se evite a dilapidação do patrimônio
e o desentendimento entre os sucessores/herdeiros.

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EXEMPLO DE PLANEJAMENTO
ITCMD

Exemplo

Senhor José possui apenas dois herdeiros e a totalidade de bens


estimados em R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Caso Sr. José
faleça e seja aberto o processo de inventário, somente de ITCMD
(desconsiderando taxas judiciárias, honorários advocatícios, entre
outros custos), considerando o quinhão para cada filho de R$
500.000,00, o imposto ficaria em R$ 80.000,00 (oitenta mil reais). Base
legal: art. 6º, I, "d", Lei 5.123 do Estado da Paraíba. O Estado, em
Causa Mortis, conta com uma alíquota de 8% para quantia acima de
R$ 290.000,00.

Por outro lado, caso senhor José realize a doação para cada herdeiro
o imposto já cairia pela metade. A queda se dá pois a alíquota para
doações de valores até R$ 590.000,00 (seria R$ 500.000,00 para cada
herdeiro) é de 4%.

Seria possível, ainda, realizando um planejamento prévio e através de


doações sucessivas (pelo prazo de 7 anos), se encaixar na alíquota de
2%, reduzindo ainda o imposto para R$ 20.000,00.

*Exemplo considerando a legislação do Estado da Paraíba.


Fonte: LEI Nº 5.123, DE 27 DE JANEIRO DE 1989 (atualizada em 2020)

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITBI

O ITBI é a sigla para o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis.


É um tributo municipal que possui como fato gerador a transmissão,
inter vivos, a qualquer título, de propriedade ou domínio útil de bens
imóveis (art. 156, II, CF):

Art. 156. Compete aos Municípios instituir impostos sobre:


II - transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis,
por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de
garantia, bem como cessão de direitos a sua aquisição;
§ 2º O imposto previsto no inciso II:
I - não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio
de pessoa jurídica em realização de capital, nem sobre a transmissão de bens ou
direitos decorrente de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa jurídica,
salvo se, nesses casos, a atividade preponderante do adquirente for a compra e
venda desses bens ou direitos, locação de bens imóveis ou arrendamento
mercantil;

Neste sentido, conforme se observa da própria leitura do artigo, o


referido imposto não incide sobre a transmissão de bens ou direitos
incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica, salvo se, nesse caso,
sua atividade preponderante for a compra e venda desses bens ou
direitos, locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITBI

Desse modo, muito embora surjam dúvidas quanto à sua incidência ou


não na criação de uma Holding Familiar, é certo dizer que, de modo
geral, o ITBI não incidirá, salvo se a atividade preponderante da
Holding seja a compra e venda ou locação de seus imóveis.

Cumpre salientar a definição de atividade preponderante, extraída do


art. 37 do CTN (Código Tributário Nacional):

Art. 37. O disposto no artigo anterior não se aplica quando a pessoa jurídica
adquirente tenha como atividade preponderante a venda ou locação de propriedade
imobiliária ou a cessão de direitos relativos à sua aquisição.
§ 1º Considera-se caracterizada a atividade preponderante referida neste artigo
quando mais de 50% (cinqüenta por cento) da receita operacional da pessoa
jurídica adquirente, nos 2 (dois) anos anteriores e nos 2 (dois) anos subseqüentes
à aquisição, decorrer de transações mencionadas neste artigo.
§ 2º Se a pessoa jurídica adquirente iniciar suas atividades após a aquisição, ou
menos de 2 (dois) anos antes dela, apurar-se-á a preponderância referida no
parágrafo anterior levando em conta os 3 (três) primeiros anos seguintes à data da
aquisição.
§ 3º Verificada a preponderância referida neste artigo, tornar-se- á devido o
imposto, nos termos da lei vigente à data da aquisição, sobre
o valor do bem ou direito nessa data.

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITBI

Conforme legislação citada, ainda que no objeto social da empresa


constem os CNAEs 6910- 2/01 (compra e venda de imóveis próprios) e
6810-2/02 (aluguel de imóveis próprios, residenciais e não
residenciais) como atividade principal, a incidência do tributo
supracitado só se dará após a verificação de sua receita (nos casos
em que as atividades sejam responsáveis por mais de 50% da receita
operacional da empresa).

Portanto, é importante que, antes da constituição da empresa, sejam


verificados todos os bens envolvidos e suas destinações, de modo
que, a depender da receita proveniente de aluguel da pessoa, seja
interessante, em um primeiro momento, não incluir os bens circulantes,
a fim de evitar a incidência do ITBI.

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ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
ITBI

Mesmo nos casos em que se tenha a incidência do imposto municipal,


a constituição de uma HOLDING FAMILIAR pode se apresentar viável
e vantajosa, uma vez que a tributação sobre a locação de bens imóveis
e/ou compra e venda de imóveis na pessoa jurídica é menor.

É possível que o valor pago a título de ITBI seja compensado em


poucos meses, com a redução do pagamento de Imposto de Renda na
locação por exemplo.

No entanto, é imprescindível a realização de um planejamento


tributário adequado, de modo a proceder com uma correta análise dos
possíveis custos, riscos e benefícios. Além disso, para auferir as ditas
vantagens tributárias, a empresa deve ter o objeto social
correspondente e os imóveis devem estar com a correta classificação
contábil.

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HOLDING E PROTEÇÃO PATRIMONIAL

Por fim, após falarmos sobre a Holding Familiar voltada para o


planejamento sucessório e redução dos encargos tributários
incidentes, é importante mencionar, também, os benefícios ligados à
proteção patrimonial.

Mas o que é Proteção Patrimonial?

O termo proteção patrimonial (ou "blindagem patrimonial") se refere ao


conjunto de ações cujo o objetivo é defender o patrimônio pessoal da
pessoa física de contingências externas.

Importante destacar que evitamos a utilização do termo "blindagem


patrimonial" por comumente ser atribuída a uma falsa ideia de proteção
absoluta dos bens, o que não existe. Não obstante, é vital que a
proteção patrimonial seja realizada de maneira preventiva.

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HOLDING E PROTEÇÃO PATRIMONIAL

Quais são os riscos existentes?

Inúmeras são as preocupações de quem possui patrimônio. Entre as


preocupações mais comuns, estão as inerentes ao exercício da
atividade empresarial e as relacionadas a litígios familiares.

Por exemplo, com relação aos riscos da atividade empresarial, a


principal preocupação é que alguma dívida da empresa seja
redirecionada ao sócio (enquanto pessoa física). Quase todas
empresas, de certo modo, estão sujeitas a riscos trabalhistas, fiscais e
tributários, ambientais, entre outros.

Por outro lado, também é comum ouvirmos sobre a dilapidação do


patrimônio por brigas envolvendo casamentos e separações ou partilha
de bens em inventários, motivo pela qual os litígios familiares também
são uma das grandes preocupações.

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HOLDING E PROTEÇÃO PATRIMONIAL

Como a Holding pode auxiliar?

Como regra geral, diante da criação de uma empresa e o seu registro


frente ao órgão competente, assume esta uma personalidade diversa
da personalidade de seus sócios, passando aquela a ser titular de
direitos e obrigações próprias, adquirindo verdadeira autonomia e
patrimônio independente do da pessoa física.

Um dos principais efeitos, portanto, da constituição de uma Holding é


justamente essa autonomia patrimonial e, consequentemente, uma
maior proteção do patrimônio. No entanto, é importante que a
estruturação dessa sociedade seja realizada de maneira inteligente e
voltada para o contexto da pessoa que a está constituindo, levando em
conta sua estrutura patrimonial, familiar e suas preocupações.

É de suma importância, também, que o planejamento seja realizado de


maneira preventiva. A existência de dívidas anteriores ao processo de
constituição de uma Holding ou anteriores a transferência de qualquer
patrimônio, pode configurar-se como fraude à execução.

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CONCLUSÃO

A partir do exposto, é possível observar grandes vantagens na


constituição de uma HOLDING FAMILIAR, especialmente quando
voltadas para o (i) planejamento sucessório; (ii) redução dos encargos
tributários incidentes sobre a compra e venda e/ou aluguel de imóveis;
e (iii) proteção patrimonial.

É possível reduzir os custos de maneira significativa se a Holding for


constituída com o objetivo de se evitar o processo de inventário. Não
obstante, é possível instituir inúmeras regras personalizadas voltadas
a atender os interesses da família, sem contar na diminuição do
imposto de renda incidente sobre a compra, venda e aluguel de
imóveis.

Por fim, cabe destacar que é imprescindível que o processo de


constituição de uma Holding seja realizado por um profissional
especialista na área. Qualquer erro ou equívoco no planejamento
tributário/sucessório da empresa pode acarretar em custos ou
consequências indesejadas.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente material foi atualizado em abril de 2021. Para quem deseja


constituir uma Holding ou pretende atuar na área, é fundamental o
constante atualização sobre a teoria e prática, vide as recentes
discussões sobre a reclassificação contábil dos imóveis e a incidência
do ITBI no RE 796.376.

Se você está atuando na área ou deseja obter conhecimentos práticos,


recomendamos o formato da Assessoria em Holding Familiar. Neste
formato, além de contar com o Curso Online e diversos materiais
complementares, também é disponibilizado de um profissional para te
auxiliar em um período de 60 dias.

A participação de nossos profissionais traz grandes benefícios ao


patrimônio envolvido. o Assessor será capaz de participar ativamente
em todo o processo de constituição. As principais questões levadas ao
Assessor são: (i) Análise de viabilidade da Holding (custo x benefício);
(ii) elaboração de contrato social; (iii) elaboração de planejamento
sucessório; (iv) elaboração de planejamento tributário; (v) redução de
encargos tributários; (vi) isenção do ITBI; entre outras. Para mais
informações acesse nosso site (www.eadholding.com)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

NOS TERMOS DA LEI QUE RESGUARDA OS DIREITOS AUTORAIS (LEI Nº 5 988 14 12 1973 É
PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL, BEM COMO A PRODUÇÃO DE MATERIAIS A PARTIR
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PENAL BRASILEIRO

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Código Civil. Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002.

BRASIL. Código Tributário Nacional. Lei n° 5.172 de 25 de outubro de 1996.

BRASIL. Constituição Federal de 1988.

BRASIL. Lei n° 8.934 de 18 de novembro de 1994. Lei do Registro Público de


Empresas Mercantis e Atividades Afins.

BRASIL. Lei n° 9.249 de 26 de dezembro de 1995. Lei que altera a legislação do


imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como da contribuição social sobre o
lucro líquido, e dá outras providências.

MENDES, Gidelle Niemann. As vantagens tributárias na constituição de holdings


patrimoniais. 2015. Visto em: 25 de outubro de 2016. Disponível em:
<http://www.portugalvilela.com.br/vantagens-tributarias-na-constituicao-de-
holdings-patrimoniais/>

SILVA, Fabio Pereira da. Holding Familiar: Visão jurídica do planejamento


societário, sucessório e tributário. São Pauço: Editora Trevisan, 2015.
COELHO, Fabio Ulhoa. A Sociedade limitada no novo Código Civil. São Paulo:
Saraiva, 2003.

VISCARDI, Diego. Holding Familiar: doação de quotas com reserva de usufruto e


cláusulas restritivas. 2016. Visto em: 25 de outubro de 2016. Disponível em:
<http://holdingfamiliar.adv.br/2016/04/27/holding-familiar-doacao-de-quotas-com-
reserva- de-usufruto-e-clausulas-restritivas/>

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