Cópia não autorizada

AGO 1999

NBR 6091

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
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Veículos rodoviários - Ancoragem de cintos de segurança - Localização e resistência à tração

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Origem: Projeto NBR 6091:1998 CB-05 - Comitê Brasileiro de Automóveis, Caminhões, Tratores, Veículos Similares e Autopeças CE-05:011.08 - Comissão de Estudo de Cinto de Segurança NBR 6091 - Road vehicles - Safety belt anchorages - Location and traction resistance Descriptors: Safety belt. Safety. Road vehicles Esta Norma cancela e substitui a NBR 6090:1989 e substitui a NBR 6091:1989 Esta Norma foi baseada na ECE R 14 Válida a partir de 30.09.1999 Palavras-chave: Cinto de segurança. Segurança. Veículo rodoviário 9 páginas

Sumário
Prefácio 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Condições gerais 5 Localização das ancoragens 6 Resistência das ancoragens 7 Ensaio de resistência das ancoragens

esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. NBR 5533:1988 - Veículos rodoviários automotores - Carroçaria e quadro do chassi - Terminologia NBR 6055:1989 - Estabelecimento de planos, linhas e pontos de referência para posicionar o homem em relação ao veículo automotor - Procedimento NBR 6058:1987 - Emprego de dispositivo bidimensional para posionamento de ocupantes em veículos rodoviários - Padronização NBR 6059:1989 - Instalação do dispositivo tridimensional usado na definição e medição da acomodação nos bancos dos ocupantes - Procedimento NBR 13776:1997 - Veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados - Classificação

Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados.

1 Objetivo
Esta Norma especifica os requisitos básicos para a ancoragem de cintos de segurança destinados aos ocupantes adultos, de bancos voltados para a frente ou para trás, nos veículos das categorias M e N.

3 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições. 3.1 ancoragem de cintos de segurança: Componentes da estrutura do veículo ou do banco, ou quaisquer componentes do veículo, aos quais devem ser fixados os cintos.

2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para

18 sistema de deslocamento: Dispositivo que permite um deslocamento ou uma rotação. definida em 3.2 b). c) o plano P.1. 3. 3. é simétrico ao plano P do condutor. construídas e localizadas de forma a atenderem às condições de 4. 3. for maior ou igual a 280 mm e o valor alternativo da distância BR = 260 + 0. destinado a acomodação de um ou mais ocupantes adultos. destinada a acomodar dois ou mais ocupantes adultos. Se as ancoragens forem apropriadas para somente certos tipos de cintos. durante o ensaio dinâmico. o ponto médio do guia no ponto de saída do cadarço em relação ao ocupante do banco é considerado como ancoragem efetiva.3 Quando o cinto ligar diretamente o ocupante a um retrator fixado à estrutura do veículo ou do banco sem guia intermediário. O assoalho inclui as nervuras e outros elementos de reforço. o ponto onde ocorrer dobramento/deformação de uma haste rígida e/ou guia.Cópia não autorizada 2 NBR 6091:1999 3. 3. a qual pode ser fixa ou móvel. para o lugar externo dianteiro do passageiro. incluindo as partes correspondentes da estrutura do veículo.12 linha de torso: Linha de referência definida na NBR 6055. 3.13 pontos L1 e L2: Ancoragens efetivas inferiores (ver figura 1).4 banco: Estrutura.5. é um plano vertical passando pelo centro do volante da direção.2.1 Permitir a instalação de um cinto de segurança apropriado.1 Se o lugar do ocupante for bem definido pela forma rígida fixada a uma ancoragem inferior. Entretanto.1. 3. 3. 3.16. como. vertical ou angular. 3.2 Se o lugar do ocupante não for bem definido pela forma do banco: a) o plano P. 3. se a distância S. 3. deve estar na posição média. 3. passando pelo ponto R e pelos pontos L1 e L2 (ver figura 1).2 ancoragem efetiva: Ponto onde deve ser considerada a fixação do cadarço no processo de determinação do posicionamento de cada componente do cinto em relação ao ocupante.2.17 categoria do veículo: Conforme definido na NBR 13776. a distância vertical entre os pontos C e R deve ser 500 mm.1 Quando um cinto de segurança inclui uma peça 3. seguindo o determinado na seção 5. para a posição do condutor. previsto para uso ocasional e que normalmente está dobrado. para melhor adaptá-lo ao ocupante.16.3. paralelo ao plano longitudinal vertical médio do veículo definido de acordo com 3. fazendo ou não parte integrante da estrutura do veículo. .1 As ancoragens dos cintos de segurança devem ser projetadas. é aquele especificado pelo fabricante do veículo. quando este estiver usando-o.8.14 ponto C: Ponto situado 450 mm acima e na vertical do ponto R. fazendo ou não parte integrante da estrutura do veículo. for adotada pelo fabricante. mesmo que estes estejam situados sob o assoalho.7 banco escamoteável: Banco complementar. b) o plano P. a ancoragem efetiva para todas as posições de regulagem do banco é o ponto onde o cadarço é fixado àquela peça rígida. e que compreende os mecanismos para travamento do encosto em relação ao banco e do banco em relação ao veículo. 3.1 e 3. desde que a distância entre o plano longitudinal vertical médio do veículo e o plano P seja igual ou superior a 200 mm. sem posição intermediária fixa do banco ou de uma de suas partes. 3.S. 3. se o banco for concebido para dois lugares. 3. como para um banco com dois ou mais lugares.16.10 ponto H: Ponto de referência definido na NBR 6055 e determinado segundo a NBR 6059.15 ângulos α1 e α2: Formados respectivamente por um plano horizontal e os planos perpendiculares ao plano longitudinal vertical médio do veículo. o plano P é o plano médio do banco.1 a 4. 3. deve ser tomado como ancoragem efetiva o ponto de interseção do eixo do carretel de enrolamento do cadarço com o plano que passa pelo eixo longitudinal médio do cadarço sobre o carretel.3 assoalho: Parte inferior da carroçaria do veículo ligando os painéis laterais deste. e se este for regulável. em milímetros. destinada à acomodação de um ocupante adulto. 3.16 distância S: Distância. entre a ancoragem efetiva superior e um plano de referência P. no plano do aro. estes tipos devem ser indicados. as longarinas e travessas.19 sistema de travamento: Dispositivo que assegura o ajuste do banco e de suas partes em qualquer posição de uso.11 ponto R: Ponto de referência definido na NBR 6055 e determinado pelo fabricante do veículo.16. se o banco for concebido para mais de dois lugares. 4.2.5 grupo de bancos: Banco ou bancos separados localizados lado a lado.1.9 dispositivo de regulagem do banco: Dispositivo que permite regular o banco ou partes dele. estabelecida em 5.2. Este dispositivo pode permitir deslocamento longitudinal. 3. 3.2 Quando existir um guia fixado à estrutura do veículo ou do banco. 3. e igual ou superior a 300 mm. 4 Condições gerais 4. por exemplo. do banco.8 ancoragem do banco: Sistema para a fixação do conjunto do banco à estrutura do veículo.6 banco com dois ou mais lugares: Estrutura. para os lugares externos traseiros. para facilitar o acesso ao espaço localizado atrás do banco em questão. Pode-se considerar como ponto efetivo de ancoragem.16. Este termo se aplica tanto para um banco com um lugar (individual).

As duas exigências angulares são válidas para as posições normais de uso dos bancos dianteiros.9 e um ângulo de inclinação para o encosto com menos que 20°.2. 5. na estrutura do banco ou em qualquer outra parte do veículo. Se no mínimo um dos ângulos α1 e α2 em todas as posições de uso for constante (por exemplo.1. 5. quando corretamente utilizado. estes valores são válidos para todas as posições de uso.1. As ancoragens de um cinto podem estar localizadas na estrutura do veículo. se pelo menos um dos ângulos α1 e α2 for constante em todas as posições normais de uso. . 5. este ângulo deve ser (60 ± 10)° (por exemplo.Cópia não autorizada NBR 6091:1999 3 4. medido a partir do ponto Z no sentido da ancoragem e com 120 mm de comprimento. Nos casos de bancos dianteiros de veículos com massa total máxima não excedendo 3. com 530 mm de comprimento a partir do ponto R. este ângulo pode ser reduzido a 60°.2 Localização das ancoragens efetivas inferiores 5.8 S. No caso de bancos dianteiros de veículos com uma massa total máxima não excedendo 3. No caso de bancos que não sejam dianteiros dos veículos das categorias M2 e M3. Os ângulos α1 e α2 devem estar entre 30° e 80° para todas as posições de uso normal dos bancos dianteiros.3 Banco dianteiro em veículos que não pertençam à categoria M1 estar situada: a) abaixo do plano FN perpendicular ao plano P e formando um ângulo de 65° com a linha do torso.2 A ancoragem efetiva superior (ver figura 1) deve Os ângulos α1 e α2 dos bancos traseiros devem estar entre 30° e 80°. medido no sentido para cima.2 Banco traseiro em veículos da categoria M1 tando a localização da ancoragem efetiva superior. Se os bancos forem reguláveis. entretanto. os ângulos α1 e α2 devem estar entre 20° e 80° em todas as posições de uso.1. o ângulo α2 pode ser menor do que o prescrito (30°).1 Quando existir um guia ou dispositivo análogo afe- 5. O plano FN é colocado de forma a cortar a linha do torso em um ponto D. 4. em qualquer posição de uso normal. ancoragem fixada no banco). considerando-se a localização da ancoragem.2.ZX: um segmento perpendicular ao plano longitudinal médio do veículo. esta localização é determinada de modo convencional. não deve ser menor que 350 mm.2.2. . 5. tal que DR = 315 + 1. 5. para os dois cintos.5 Quando se tratar de ancoragens que podem tomar diferentes posições para permitir a entrada de pessoas no veículo e para reter os ocupantes. NOTA .1 Localização das ancoragens Em bancos reguláveis (dianteiro e traseiro) com um dispositivo de regulagem conforme 3. quando o eixo longitudinal médio do cadarço passa pelo ponto J1 definido sucessivamente a partir do ponto R. Em bancos reguláveis com um dispositivo de regulagem conforme 3.5 t.5 t. o veículo deve satisfazer as prescrições desta Norma. as especificações desta Norma se aplicam às ancoragens efetivas.9.1. se pelo menos um dos .1 Generalidades 5.3. para os bancos traseiros.3 Localização das ancoragens efetivas superiores 5.4 Nas condições normais de utilização.3 Reduzir ao mínimo o risco de deterioração do ângulos α1 e α2 for constante em todas as posições normais de uso.RZ: um segmento da linha do torso. medido no sentido para a frente com 60 mm de comprimento a partir do ponto X. quando S ≤ 200 mm.1 Banco dianteiro em veículo da categoria M1 Os ângulos α1 e α2 devem estar entre 30° e 80°. o valor do ângulo deve ser de (60 ± 10)°.3.1. 4. 5 Localização das ancoragens 5.XJ1: um segmento perpendicular ao plano definido pelos segmentos RZ e ZX.2 Uma mesma ancoragem pode ser utilizada para fixar as extremidades de dois cintos adjacentes. Tais ancoragens devem ser posicionadas de forma a não prejudicar a acessibilidade dos ocupantes ao interior do veículo. em uma ancoragem fixada no banco). não seja menor que 20°. ancoragem fixada no banco). através dos três segmentos seguintes (ver figura 2): . ou ainda distribuídas entre estas partes.4 Banco traseiro e banco especial dianteiro ou traseiro em veículos que não pertençam à categoria M1 cadarço por contato com partes rígidas contundentes da estrutura do veículo ou do banco. DR é igual a 675 mm. com um ângulo de inclinação do encosto menor que 20°. e cada um passando por um dos pontos de ancoragem efetiva inferior L1 e L2 do mesmo cinto de segurança.2 Reduzir ao mínimo o risco de escorregamento do cinto. O plano longitudinal vertical médio do banco deve passar entre os pontos L1 e L2 e deve estar no mínimo a 120 mm de cada um destes pontos (ver figura 1). os ângulos α1 e α2 devem estar entre 45° e 90° em todas as posições normais de uso.1. desde que α2. e outros bancos traseiros. desde que esta atenda os requisitos desta Norma.A distância entre os dois planos verticais paralelos ao plano longitudinal vertical médio do veículo. 5. este ângulo deve ser (60 ± 10)° (por exemplo. 4.

Dimensões em milímetros a) as ancoragens adicionais atendem os requisitos estabelecidos em 5. 5.4 Se existirem ancoragens superiores previstas para cintos tipo suspensório. c) a uma distância S do plano P como definido em 3.3. entretanto. definido em 3.3.Cópia não autorizada 4 NBR 6091:1999 b) atrás de um plano FK perpendicular ao plano P e cortando a linha do torso sob um ângulo de 120° em um ponto B. estar localizada na área comum entre dois diedros definidos pelas verticais passando pelos pontos J1 e J2 (definidos em 5. quando S ≥ 280 mm. Os planos FN e FK são definidos em 5.2. tal que BR = 260 + S.3. d) e e). devendo estar localizadas em um campo obtido pelo deslocamento na direção vertical de 80 mm do plano FN para cima e 80 mm do plano FK para baixo. b) no caso de duas ancoragens. não inferior a 140 mm. desde que sejam simétricas em relação ao plano P (definido em 3.1) e cujas seções horizontais estão definidas na figura 3.3 Em adição à ancoragem superior que atende o estabelecido em 5. estas devem estar localizadas acima do plano horizontal que passa pelo ponto C.3.3. como mostrado na figura 1. estas devem Figura 1 . a critério do fabricante. b) quando as ancoragens adicionais puderem ser utilizadas sem o auxílio de ferramentas.2.2 c). desde que seja atendida uma das seguintes condições: atender aos requisitos estabelecidos em 5. d) atrás de um plano vertical perpendicular ao plano P e passando pelo ponto R.14.3. atrás de um plano perpendicular ao plano longitudinal médio do veículo passando pela linha do torso e ainda: a) no caso de uma ancoragem única.2 a) e b).3. 5. devem estar localizadas dentro dos diedros definidos em 5. e) acima do plano horizontal que passa pelo ponto C.Localização das ancoragens efetivas (banco dianteiro esquerdo) . pode-se utilizar BR = 260 + 0.3.4 a) e também na figura 3. respectivamente.16. outras ancoragens efetivas superiores podem ser instaladas.16) e a distância entre as ancoragens seja menor ou igual a 50 mm.8 S.

Localização das ancoragens superiores para cintos de segurança tipo suspensório . em relação ao plano longitudinal vertical passando pela linha do torso. Figura 2 .Cópia não autorizada NBR 6091:1999 5 Dimensões em milímetros NOTA .O ponto J2 é um ponto simétrico ao ponto J1.Localização dos pontos J1 e J2 Figura 3 .

1 O método utilizado para fixar o veículo durante o ensaio não deve ter por conseqüência o reforço das an- cinto devem ser submetidas ao ensaio prescrito em 7.4.2 Dimensões das roscas dos furos das ancoragens 6.1 Se o retrator não estiver fixado na ancoragem inferior externa para o cinto ou se ele estiver fixado na ancoragem superior.1 Cada ancoragem deve ser capaz de resistir aos en- saios prescritos na seção 7.Cópia não autorizada 6 NBR 6091:1999 6 Resistência das ancoragens 6.2 Fixação do veículo 7.2 s.3.4.1.4 As ancoragens devem ser submetidas aos ensaios prescritos em 7. na direção dos pontos de fixação da suspensão.3 Prescrições gerais para os ensaios 7. tempo possível. de maneira a formar um ângulo efetivo o mais próximo possível de 25° para veículos das categorias M1 e N1 e de 15° para todas as outras categorias.5.3 podem ser realizados em duas diferentes estruturas de veículos se o fabricante assim o requerer.4.1. as ancoragens do cinto devem ser submetidas ao ensaio prescrito em 7. 7.25 6H. deve ser regulado conforme instruções do fabricante ou. 7.4. incluindo ruptura ou quebra de qualquer ancoragem ou área circundante.3. os sistemas de deslocamento que possibilitam a todos os ocupantes deixar o veículo devem ser capazes de ser acionados manualmente após as forças de ensaio cessarem.3 A força especificada deve ser atingida no menor cintos de segurança montados nas ancoragens prescritas para o assento em questão. 7.1 A ancoragem deve apresentar um furo com rosca de 7/16” 20 UNF 2B ou M12 x 1. Em adição.2 e conforme soli- uma ancoragem superior devem ser ensaiadas sob as condições prescritas em 7.2 Se o fabricante produzir o veículo com os respectivos ângulo de (10 ± 5)° acima da horizontal.4.5 As ancoragens de cintos para as quais é prevista 7 Ensaio de resistência das ancoragens 7. 6.1 Todas as ancoragens de um mesmo grupo de ban- cos devem ser ensaiadas simultaneamente.2 A força de tração deve ser aplicada para frente com 6.4. em um plano paralelo ao plano longitudinal médio do veículo.2. Os dois ensaios podem ser realizados em duas diferentes estruturas.5.3.2 No caso acima. As ancoragens devem resistir à força especificada durante pelo menos 0. estas ancoragens não precisam atender as especificações de 6.5. Durante o ensaio a distância mínima das ancoragens efetivas inferiores especificadas em 5.4. ou. e ao ensaio prescrito em 7. 6.5.3.3.2 Para cintos traseiros laterais e todos os cintos cen- trais.2.3.1. sendo os esforços transmitidos por meio de dispositivos indicados nas figuras 4 e 5. se o encosto for regulável. no qual as cargas são transmitidas para eles através de um dispositivo reproduzindo a geometria de um cinto de três pontos.2.1 e 7.2.5. c) qualquer componente do veículo que possa contribuir para a rigidez da estrutura pode ser montado.1. não devem caracterizar uma falha se a força requerida for mantida pelo tempo especificado.3. b) as janelas e portas podem ser montadas ou não e fechadas ou não.2.4. 7.1 não se aplica às ancoragens adicionais que atendam a 5.2. 7. os ensaios prescritos em 7.3.1 a 7.3 Deve ser possível a remoção dos cintos de segurança sem danificar as ancoragens.1 Generalidades coragens ou das zonas de ancoragem.2. dispostos aproximadamente na direção dos eixos veiculares.1 Sem prejuízo ao disposto em 7.2. 7.1. no qual as cargas são transmitidas para as duas ancoragens inferiores através de um dispositivo reproduzindo a geometria do cinto subabdominal. no qual as cargas são transmitidas por meio de um dispositivo reproduzindo a geometria de um cinto de três pontos com retrator.3.1 Generalidades 7.2. d) os bancos devem ser montados e colocados na posição de condução ou de utilização escolhida como sendo a mais desfavorável do ponto de vista de resistência.2.1. ou atenuar a deformação normal da estrutura. tisfatório se não exercer qualquer ação sobre uma área que se estende a toda a largura da estrutura e quando o veículo ou a estrutura for fixada a uma distância de pelo menos 500 mm à frente e de pelo menos 300 mm atrás das ancoragens a serem ensaiadas.3.3.2 e) para a ancoragem efetiva superior devem ser respeitadas.5 e as especificações de 5. 7. se o fabricante assim o requerer.1. 7. O ângulo do encosto com relação ao banco.3.5. as ancoragens de citação do fabricante: a) os ensaios podem ser realizados na estrutura do veículo ou no veículo completo.3. 7. se isto não for possível.2 Um dispositivo de fixação é considerado como sa- 6.1 Para cintos dianteiros laterais. com as forças especificadas.3 É recomendado fixar a estrutura do veículo em suportes.3. na falta destas. equipado com retrator tendo um alterador de direção ou um guia do cadarço na ancoragem superior.2 Em veículos onde essas ancoragens são usadas. a exigência de 6. Deformações permanentes. 6. então as ancoragens inferiores dos cintos também devem ser ensaiadas de acordo com o prescrito em 7.3. desde que as demais especificações desta Norma sejam atendidas. 7. . 7. 7.3.

7.4.4.1 Montar na ancoragem superior um guia especial ser realizados de forma que. se for o caso.4.4. aplicar a força de ensaio de (13 500 ± 200) N a um dispositivo de tração (ver figura 5) ligado à ancoragem superior e à ancoragem inferior oposta do mesmo cinto. no qual as cargas são transmitidas a estas ancoragens através de um dispositivo reproduzindo a geometria de um cinto subabdominal. ao mesmo tempo. 7. aplicar a força de ensaio de (22 250 ± 200) N a um dispositivo de tração (ver figura 4) ligado às duas ancoragens inferiores.4. No caso de veículos das demais categorias.4. esta força deve ser igual a 6.4. exceto para os veículos das categorias M3 e N3.4.3 deve para o cabo ou cadarço.4.3 devem são admissíveis. 7. a força de ensaio é (6 750 ± 200) N.3. para veículos das categorias ser adicionada uma força igual a 20 vezes a massa total correspondente a cada banco.4.4.3 Simultaneamente.4.4. desde que seja demonstrada a sua equivalência. aplicada longitudinalmente na estrutura do banco e alinhada ao centro de gravidade do mesmo.4 Prescrições específicas para os ensaios 7.2 Para veículos das categorias M1 e N1. 7.4. No caso de veículos das demais categorias. 7.2 Simultaneamente.. 7.8 Métodos de ensaio diferentes dos descritos em 7.1 Para veículos das categorias M1 e N1.4. 7. em cada caso. exceto para os veículos das categorias M3 e N3.4. etc. a força de ensaio é (11 100 ± 200) N.4.. 7.1.5.5.5. No caso de veículos das categorias M3 e N3. a força de ensaio é (6 750 ± 200) N.2 Simultaneamente.3. no caso de bancos orientados no sentido contrário ao de marcha 7.4.3.1. roldanas. para os quais a força de ensaio deve ser (4 500 ± 200) N. etc.4.3.3 Ensaio de ancoragens para cinto do tipo subabdominal Para veículos das categorias M1 e N1. 7.1.2. 7. para os quais a força de ensaio deve ser (4 500 ± 200) N. 7. aplicar a força de (13 500 ± 200) N a um dispositivo de tração (ver figura 4) fixado às duas ancoragens inferiores. exceto para os veículos das categorias M3 e N3.4. 7. uma força de tração de M1 e N1. as ancoragens inferiores devem ser submetidas ao ensaio prescrito em 7.6 Se não houver ancoragens superiores para os lugares laterais e centrais. exceto para os veículos das categorias M3 e N3. conforme o caso.4.2 A força de ensaio deve ser dirigida a frente.3 7.5 Ensaio de ancoragens de tipos específicos de cinto 7.4.1 Ensaio de ancoragens para cinto de segurança de três pontos com retrator e um guia alterador fixado à ancoragem superior 7. No caso de veículos das demais categorias. a força de ensaio é (6 750 ± 200) N. no qual as cargas são transmitidas mediante um dispositivo reproduzindo a geometria do tipo de cinto previsto.4 Ensaio de ancoragens localizadas na estrutura do banco ou distribuídas nas estruturas do veículo e do banco 7. No entanto. para os quais a força de ensaio deve ser (4 500 ± 200) N. 7.3. 7. as correspondentes ancoragens podem.4. 7. para os quais a força de ensaio deve ser (7 400 ± 200) N. por solicitação do fabricante.4.2 Às cargas indicadas em 7. tendo as características desejadas para transmitir os esforços provenientes do dispositivo de tração ou o guia indicado pelo fabricante. (13 500 ± 200) N deve ser aplicada por um dispositivo de tração (ver figura 4) fixado às duas ancoragens inferiores.Cópia não autorizada NBR 6091:1999 7 7.4. para os quais a força de ensaio deve ser (4 500 ± 200) N. .3. aplicar a força de ensaio de (13 500 ± 200) N a um dispositivo de tração (ver figura 5) ligado às ancoragens de um mesmo cinto por meio de um dispositivo que reproduza a geometria do cadarço superior (do torso) deste cinto. esta força de tração deve ser (6 750 ± 200) N. esta força deve ser igual a 10 vezes a massa do banco correspondente.1 O ensaio dos pontos de ancoragens deve ser rea- lizado conforme 7.1 Os ensaios descritos em 7.3. No caso de veículos das categorias M2 e N2.6. 7.3 Para veículos que não pertençam às categorias M1 e N1.2 ou 7. corresponder à força prevista para os veículos das categorias M3 ou N3. seja aplicada para cada banco ou para cada grupo de bancos uma carga adicional correspondente ao descrito em 7.4.2 ou 7.4.1 Uma carga de ensaio de (13 500 ± 200) N deve ser aplicada por um dispositivo de tração (ver figura 5) fixado às ancoragens de um cinto de segurança através de um dispositivo reproduzindo a geometria do cadarço diagonal sobre o torso. o cinto de segurança ou um sistema de cabos. ser submetidas a um único ensaio.4.2 Ensaio de ancoragens para cinto de três pontos sem retrator ou com retrator fixado na ancoragem superior 7. exceto para os veículos das categorias M3 e N3. No caso de veículos das demais categorias. utilizando um retrator fixado à ancoragem superior.3 Quando o fabricante fornece seu veículo com cintos de segurança.4. a força de ensaio é (6 750 ± 200) N.2 e 7. 7.4.4.4.1.1.4. para os quais a força de ensaio deve ser (4 500 ± 200) N. para veículos das categorias M1 e N1 aplicar a força de ensaio de (13 500 ± 200) N a um dispositivo de tração (ver figura 4) ligado às ancoragens inferiores.7 Se o veículo for projetado para receber outros dispositivos que impeçam que os cadarços se liguem diretamente às ancoragens sem a intervenção de roldanas.5. de acordo com o procedimento descrito em 7.6 Realização do ensaio. exceto para veículos das categorias M3 e N 3.2.6. No caso de veículos das demais categorias.6 vezes a massa do banco correspondente.2. em relação ao banco em questão. ou que necessitem de ancoragens suplementares.1. a força de ensaio deve. que representem a forma de construção do cinto de segurança deve ser fixado por este dispositivo às ancoragens do veículo e estas devem ser submetidas aos ensaios prescritos em 7. 7.

Dispositivo de tração para ancoragens de cinto subabdominal .Cópia não autorizada 8 NBR 6091:1999 Dimensões em milímetros Figura 4 .

Dispositivo de tração para ancoragens de cinto diagonal ou de três pontos .Cópia não autorizada NBR 6091:1999 9 Dimensões em milímetros Figura 5 .

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