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Trabalho em Grupo2

O documento descreve as quatro fases históricas da educação especial: exclusão, segregação, integração e inclusão. Começando pela exclusão, onde pessoas com deficiência eram excluídas do sistema de ensino. Posteriormente, na fase de segregação, elas passaram a frequentar escolas especiais separadas. Na integração, estudavam na mesma instituição, mas em salas separadas. Atualmente, busca-se a inclusão, onde todos estudam juntos nos mesmos grupos.
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O documento descreve as quatro fases históricas da educação especial: exclusão, segregação, integração e inclusão. Começando pela exclusão, onde pessoas com deficiência eram excluídas do sistema de ensino. Posteriormente, na fase de segregação, elas passaram a frequentar escolas especiais separadas. Na integração, estudavam na mesma instituição, mas em salas separadas. Atualmente, busca-se a inclusão, onde todos estudam juntos nos mesmos grupos.
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FACULDADE SUCESSO- FACSU

ATIVIDADE FORMATIVA II
MA. GEILMA HIPÓLITO LÚCIO

VALDENIRA FERREIRA LUCAS


LUCIVANIA DA COSTA SILVA
LUSSANDRA MICAELY MACIEL GONÇALVES
PAULINA BEZERRA FERNANDES
DAMIÃO CARVALHO BEZERRA

TRABALHO AVALIATIVO

POMBAL/PB
2022
VALDENIRA FERREIRA LUCAS
LUCIVANIA DA COSTA SILVA
LUSSANDRA MICAELY MACIEL GONÇALVES
PAULINA BEZERRA FERNANDES
DAMIÃO CARVALHO BEZERRA

"Da exclusão à inclusão: aspectos históricos"

Trabalho apresentado à disciplina Atividade


Formativa II do Curso de Pedagogia da
Faculdade Sucesso- FACSU para obtenção de
parte da nota da referida disciplina.

Professora: Ma. Geilma Hipólito Lúcio

POMBAL/PB
2022
"Da exclusão à inclusão: aspectos históricos"

A história da educação especial foi dividida em quatro fases: exclusão, segregação ou


separação, integração e inclusão. Nessa fase de exclusão o sujeito deficiente era considerado
inválido e incapaz, que não estava apto a conviver como os demais, assim as pessoas com
necessidades educacionais especiais não estavam inseridas em nenhum tipo de instituição de
ensino, sendo excluídas de todos os tipos de educação. Mas a uma modificação em relação as
práticas educacionais voltadas as pessoas com deficiência, que esse reconhecimento do
indivíduo como parte da sociedade, ainda que não fosse visto como “apto” ou “normal”,
capaz de desenvolver as mesmas atividades que o restante da população, assim o que
ocasionou a institucionalização da deficiência.

Na fase da segregação só partir do século XIX, que as pessoas com deficiência começaram a
ter acesso à educação, mas de forma segregada, ou seja, essas pessoas frequentavam as
escolas especiais, e as pessoas ditas normais, o ensino regular. Na década de 1970, essas
mudanças socioeducacionais deram um novo rumo à educação especial por meio do processo
de desinstitucionalização, com o início da integração dos alunos com necessidades
educacionais especiais, as pessoas com necessidades educacionais especiais frequentavam a
mesma instituição de ensino que as ditas normais, mas ficavam em classes ou grupos
separados.

Hoje em dia pretende colocar em prática a fase de inclusão onde as pessoas com necessidades
educacionais especiais estão inseridas nas mesmas escolas e nos mesmos grupos que as
pessoas ditas normais. Esse cenário requer uma remodelação do sistema de ensino, para que
seja capaz de atender as necessidades de cada aluno, também exige mais da escola, no sentido
de se desenvolver práticas educativas que se apliquem a todos os alunos modificando o seu
sistema conforme as orientações propostas pelas novas políticas de inclusão.

Portanto, a educação inclusiva surgiu de uma necessidade social e de uma mudança de


mentalidade, que deu início a um despertar da consciência da sociedade em geral para o
acesso dessas pessoas à educação, ao trabalho, aos bens e serviços a que tinham direito e que
não vinham sendo garantidos de forma eficaz, houve a necessidade de se colocar em prática
certas mudanças na sociedade com o objetivo de integrar e , mais tarde, incluir essas pessoas,
garantindo os seus direitos básicos e o acesso a uma educação inclusiva e a acessibilidade aos
serviços essenciais. A educação inclusiva parte de pressupostos como o direito de todas as
crianças e jovens com ou sem deficiência de estudarem juntos e conviverem solidariamente,
pois quando há inclusão, as características e singularidades do indivíduo são respeitadas,
fazendo com que ele se torne parte do todo, pois a principal meta da educação inclusiva é não
deixar nenhum aluno à margem do ensino regular, mas um modelo baseado na cooperação, na
fraternidade, no reconhecimento do valor das diferenças, que desenvolva a cidadania e que
esteja de acordo com os direitos garantidos pela Constituição.

REFERÊNCIA: O livro “Educação Inclusiva” de Michela Carvalho da silva. A partir do


capítulo “o da exclusão á inclusão: aspectos históricos” e páginas de 24 a 30.

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