0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações8 páginas

Pedagogia de Projetos na Educação Integral

Trabalho
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
56 visualizações8 páginas

Pedagogia de Projetos na Educação Integral

Trabalho
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A Pedagogia de Projetos busca, por meio do cotidiano da escola e, sobretudo da vida,

desenvolver as práticas pedagógicas de forma


contextualizada, visando a realidade social e política de uma época; uma vez que os
alunos estão mergulhados nessa mesma realidade e
subentende-se que sua zona de interesse será envolvida pelos acontecimentos atuais.
Pedagogia de Projetos vai além de uma época. É
uma concepção de ensino baseada no protagonismo do aluno em perceber que seu
cotidiano é reconhecido e envolve conteúdos
disciplinares. Sendo assim, o fazer pedagógico parte do interesse do aluno, mostrando
que seus conhecimentos de vida são também
conhecimentos escolares e trazendo seus interesses para o ambiente escolar; seja ele
presencial ou remoto. Como diz Hernández (1998,
p. 79):
Quando começamos a levar para a Escola a organização do currículo por projetos não
foi para encontrar e aplicar uma alternativa didática aos
centros de interesses... Mas também tínhamos presente algumas colocações da
Psicologia, da Sociologia e da Antropologia que destacam a
importância que, na construção do conhecimento escolar e pessoal, têm a biografia, a
construção da subjetividade e os significados culturais
com os quais se dá sentido à realidade. Essas referências reclamavam repensar a
Educação e a Escola para favorecer a compreensão dos
alunos de si mesmo e do mundo que os rodeia.
Prezando por uma educação integral, o espaço pedagógico do ambiente escolar tem
por mérito colocar o aluno como sujeito de pesquisa
e, assim, proporcionar um desenvolvimento global do ser. Em educação remota, com
tantas vivências do ambiente familiar, o fazer
pedagógico é cada vez mais voltado para a Pedagogia de Projetos em uma educação
integral, ou seja, em que o cotidiano do aluno é
valorizado e destacado como conhecimento. Assim, a prática pedagógica mediante os
projetos acontece no universo vivido pelo alunado,
valorizado e percebido como meio capaz de envolvê-lo em perguntas iniciais que
possibilitarão (re)pensar sua realidade.
Entretanto, cabe a nós, educadores, questionar o nosso próprio fazer, pois ao
assumirmos que o protagonismo do conhecimento está no
aluno e parte de sua zona de interesse, assumimos (nós, educadores) com os alunos
os papeis de pesquisadores e construtores do
conhecer. A aprendizagem será muito mais significativa quando os educadores
assumirem o poder da voz dos discentes, principalmente
nesse momento de pandemia por conta de um vírus, em que estamos todos a espera
de descobrir novos horizontes, novos aprendizados,
novas demandas.
Nesses novos tempos, cabe entendermos a lógica de construção do saber: como está
sendo construído? Quais meios e medidas uma
escola, como a de uma comunidade do município de Maricá caracterizada como área
rural, pode assumir a fim de transformar a sua
prática, visando o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno? Levando em conta
que existem turmas de Educação Infantil e 1º ano do
Ensino Fundamental que ainda não possuem autonomia de leitura e escrita, assim
como acesso à tecnologia, como alcançá-los?
Mediante essas perguntas é que tudo acontece. Vamos nessa?
Início, meio e meio, início
Para iniciar um trabalho pedagógico e educacional pela prática de projetos cabe
primeiramente sensibilizar todos aqueles que participam
do ambiente escolar para a certeza de que o aluno será o sujeito de sua
aprendizagem. O educador precisa ter uma escuta sensível, não
apenas das palavras ditas, mas sobretudo das atitudes e necessidades do aluno,
pelos meios possíveis. Sendo assim, o primeiro passo é
sensibilizar o próprio grupo de educadores para o momento que estamos vivendo;
sensibilizar a nós mesmos.
O educador, dentro do seu espaço pedagógico remoto (utilizando a tecnologia e
fazendo uso de atividades impressas entregues às
famílias), ficará atento às questões trazidas pelos alunos em rodas de conversas,
brincadeiras livres ou dirigidas, comentários... A questão
que poderá ser o início de um projeto surgirá dessa sensibilidade, quando não for
diretamente trazida pelo aluno. Escuta sensível gera
entendimento de quem é o outro e de quais são suas curiosidades e buscas. Essa
tarefa de sensibilidade não é algo simples: é um
exercício de busca pela escuta não apenas da palavra, mas das atitudes e das
necessidades vividas no momento pelo aluno e por grupo
familiar. Assim, o mesmo educador que percebe as necessidades dos alunos, também
reconhece o que ele já tem de saber construído. É nesse
ponto que o educador e o pesquisador se unem para propor estratégias que
proporcionem ao aluno a construção de novos conceitos, a
partir dos seus conhecimentos já internalizados. Sugere-se seguir estes passos:
1º Passo: conhecer o aluno; o que equivale a constatar o que ele já conhece.
2º Passo: perceber o que ele tem de curiosidade sobre a vida em si.
3º Passo: organizar essa curiosidade em uma ou mais perguntas, que serão
respondidas mediante pesquisa feita pelo educando, ao
longo do processo pedagógico.
4º Passo: apontar estratégias que permitam que o aluno construa a sua aprendizagem
por meio do pensamento crítico.
5º Passo: executar as estratégias de modo que o aluno seja o protagonista de seu
processo de aprendizagem.
6º Passo: pensar o próprio fazer pedagógico por meio das observações feitas ao longo
do processo educativo.
7º Passo: reconhecer as temáticas do currículo escolar nas curiosidades do aluno,
vinculadas a sua realidade de vida.
8º Passo: promover o diálogo entre as disciplinas do currículo escolar, com foco na
curiosidade do aluno – o trabalho pedagógico,
neste momento, chega à interdisciplinaridade.
9º passo: provocar o pensamento crítico e libertador do aluno, valorizando o diálogo,
para que haja troca de “pensar sobre” entre
todos os sujeitos do processo, por meio das atividades elaboradas pelo professor.
10º Passo: registrar as descobertas feitas pelo aluno, que são pistas para que o
professor compreenda como aconteceu a
construção subjetiva de conhecimento.
Esses passos não representam uma sequência lógica, mas uma busca necessária da
construção do conhecimento pelo próprio aluno. O
pesquisador Hernández, que cita em sua pesquisa a Pedagogia de Projetos, propõe
esta maneira de pensar o currículo escolar e, assim,
transformar a prática pedagógica em um espaço de construção do conhecimento de
forma coletiva e democrática, entendendo que
“essa proposta pretende transgredir a incapacidade da Escola para repensar-se de
maneira permanente, dialogar com as transformações
que acontecem na sociedade, nos alunos e na própria educação” (Hernández, 1998,
p. 13).
Em tempos de isolamento social e educação remota, cabe à escola, como mais um
espaço social mergulhado nestas transformações do
mundo, repensar o seu currículo, o seu tempo e o seu espaço; sempre priorizando o
aluno e o seu processo de construção do saber.
Como a Orientação Educacional e a Pedagógica na escola de tempo integral pública
do município de Maricá se reinventarão para priorizar o
saber do alunado?
Tomando por base a perspectiva de transgressão citada por Hernandez cabe uma
reflexão.
Orientação Pedagógica e Educacional na escola de tempo integral em tempos
remotos
A proposta de trabalho pedagógico a partir da lógica de construção do saber voltada
para o universo e vida do aluno, na prática
desenvolvida pelos projetos, permite-nos afirmar que a valorização da cultura do
sujeito aprendiz é o alicerce de todo o processo dessa
construção. O sujeito que aprende é o mesmo que constrói o seu saber, refletindo
sobre sua realidade de vida, história e cultura.
A cultura do sujeito que aprende por meio dessa proposta é uma das formas
necessárias para que as práticas transcorram e a invenção
do possível aconteça. Por isso, cabe citarmos Certeau (2005, p. 81):
A história das antigas divisões nos ensina que nenhuma delas é indiferente, que toda
organização supõe uma repressão. Simplesmente, não é a
certeza que essa repressão deva sempre se fazer segundo uma distribuição social
hierárquica das culturas. O que ela pode ser é a experiência
política viva de nos ensiná-la, se soubermos ler.
Em tempos remotos, é ainda mais necessário alcançarmos a subjetividade de cada
sujeito pelo qual perpassa o processo de construção
do saber. Isso porque um vírus ainda desconhecido pode proporcionar inúmeros
desacordos sociais que mexem com as emoções e
sentimentos das pessoas; gerando instabilidade, incerteza e uma busca pessoal na
luta contra uma doença invisível, que aparece sem
pedir licença e pode tirar o direito de viver; além de evidenciar ainda mais as
diferenças e desacordos culturais.
E como estão nossas crianças que moram no bairro de São José de Imbassaí, no
município de Maricá, Rio de Janeiro? Como estão os
grupos familiares? Esse “estar” equivale ao ser emocional, cultural, social, econômico
e político.
É nesse momento que o Serviço de Orientação de uma escola precisa agir, em prol do
“ser/estar” que compõem cada sujeito, misto de
emoções e ações que geram aprendizagens diversas, para além de um currículo
formal escolarizado.
O serviço de orientação da escola precisa estar atento a sua comunidade escolar
(docentes, discentes, equipe diretiva e responsáveis) e
sensível à leitura de falas e atitudes que apontam como os alunos estão na realidade e
como as ações de um trabalho voltado para a
pedagogia de projetos, no qual a aprendizagem acontece de forma significativa para o
sujeito que aprende, pode gerar conhecimentos.
Isso só é possível, em meio à pandemia provocada pela covid-19, utilizando os meios
tecnológicos, como a internet e o telefone.
Não podemos deixar de sinalizar que a “era tecnológica” da qual estamos participando
é um facilitador na tarefa de perceber o outro e
suas necessidades, já que o ensino presencial não é viável e nem possível no
momento.
Voltando, então, para o ponto onde as descobertas sobre o sujeito aprendiz acontece
através das escutas sensíveis da palavra e das
atitudes, cabe o estudo adequado das estratégias de ações para o desenvolvimento
dos projetos pedagógicos; e a Orientação
Pedagógica e Educacional da escola, neste ponto, dialoga com essa realidade
encontrada e percebida, para que o currículo escolar seja
algo vivo para o alunado.
Mais um destaque importante na prática pedagógica com Projetos é a busca pelo
currículo escolar vivo e construído por todos os
envolvidos no processo de ensinar e de aprender. Nada importa de cima para baixo,
todos têm a sua importância na construção de uma
prática curricular baseada na realidade de vida do aluno para uma busca de mudança
de mundo. Sendo assim, a Orientação Pedagógica e Educacional, após detectar pelo
ato dialógico, a realidade da comunidade escolar em que todos
estão inseridos, inclusive os profissionais da própria Orientação, propõe ações
pedagógicas estratégicas acerca dessa realidade;
proporcionando o pensar crítico, com a intenção de questionar e modificar a realidade.
O orientador educacional deve agir com a comunidade escolar, principalmente com os
alunos e seus responsáveis, mas também com os
professores e a equipe diretiva, além do orientador pedagógico; olhando o currículo e
dialogando, principalmente com o professorado,
visando as práticas curriculares; juntos, construirão a base para práticas pedagógicas
que priorizam a vida de forma plena, cidadã; mesmo
em tempos de pandemia.
Como acontece na prática
A prática pedagógica, em meio à pandemia, em uma escola pública de tempo integral
de Maricá, utiliza-se dos meios tecnológicos como
transporte de ideias e ações.
O ano letivo é dividido por três períodos letivos e em cada um é desenvolvido um
subtema, de acordo com a temática central do projeto
pedagógico da Unidade Escolar; sendo a questão principal a curiosidade do alunado.
Ou seja, esse projeto é construído ao longo do ano,
sendo flexível, assim como o currículo. No ano letivo atípico de 2020, os 200 dias
letivos obrigatórios (lei 9394/1996) não foram
priorizados, mas sim a carga horária anual de 800 horas. As escolas precisaram
respeitar as horas mínimas para que o ano letivo fosse
válido.
Semanalmente, acontecia uma reunião pedagógica entre todos os profissionais da
escola, virtualmente. A reunião era pensada
primeiramente pela Orientação Pedagógica, que, em diálogo com a Orientação
Educacional, buscava meios de instigar o pensamento
crítico do professorado, de modo a propor o diálogo sobre os acontecimentos da vida
e do mundo.
Durante as reuniões pedagógicas, o planejamento era construído de forma coletiva e
buscando a escuta do aluno pelos meios possíveis,
que eram os grupos de WhatsApp formados pela escola e organizados por turma.
Cada turma, diariamente, reunia-se em seu grupo/sala
de aula, agora virtual. Ali, o professor interagia com o aluno e com as famílias, por
meio de vídeos e fotografias dos alunos, realizando as
atividades propostas de acordo com o planejamento pensado coletivamente. Além
disso, videochamadas realizadas pelo professor para
estreitar os laços afetivos eram combinadas previamente com os responsáveis e
realizadas com boa participação dos alunos, sendo
extremamente comovente ver que os alunos tinham vontade de estar juntos, mesmo
que virtualmente. Nestes grupos estavam
presentes os pais dos alunos, representando-os, os professores, as diretoras e as
orientadoras.
Diariamente, os professores propunham atividades, brincadeiras e vídeos para
desenvolver as questões iniciais do projeto anual, sempre
buscando a fala, pensamento e vivências da criança e, assim, a construção do projeto.
O estímulo à interação é o meio que o
professorado tem, de forma rápida, para conhecer o processo de construção do saber
realizado pelo aluno. O responsável, que representa
o aluno no grupo do WhatsApp, é fundamental para dialogar com o professor a
respeito do desenvolvimento e aprendizagem criança.
Cabe, aqui, registrar que as atividades citadas nos grupos virtuais eram também
impressas e entregues aos familiares que, por algum
motivo, não possuíam acesso à tecnologia, ou para realizar as atividades gráficas.
Sendo assim, uma vez por mês, o responsável ia até a
Unidade Escolar entregar as atividades realizadas pelo aluno, durante aquele período,
e pegar as novas atividades, para o mês futuro.
Na secretaria da escola, as atividades ficavam arquivadas para que o professorado
pudesse corrigi-las. O professor ia à escola no seu
momento de escolha particular, corrigia as atividades em sua residência e dava a
devida devolutiva aos pais e alunos, nos grupos de
WhatsApp. Ao final do ano, todas as atividades deviam ser devolvidas às famílias,
para que servissem de material de apoio, juntamente
com uma nova apostila de atividades que, no período de recesso e férias escolares,
deviam ser revisadas pelas crianças, já que continham
todo o conteúdo estudado.
Por ser uma escola de tempo integral, os alunos tinham diversas oficinas, como
recreação, inglês, meio ambiente, além da parte
diversificada de contação de história, Artes e Educação Física. Durante a educação
remota, todos interagiam com os alunos de forma
virtual, por meio de vídeos, brincadeiras e atividades lúdicas.
A Orientação estava presente nos grupos do WhatsApp semanalmente, para provocar
o pensamento sobre o currículo e, mais ainda,
sobre a vida; propondo o diálogo por meio de vídeos da própria orientadora e de
mensagens de áudio. A imagem e a voz do profissional,
neste momento ímpar, foram passaportes para dimensões de afeto envolvendo a
escola como instituição.
A Orientação da escola propôs uma pesquisa de opinião para entender graficamente o
pensamento dos responsáveis sobre o ensino no
ano letivo de 2022.
Pelos dados obtidos nessa ação, pudemos constatar que o ensino remoto em tempos
de pandemia está acontecendo, na medida do
possível, neste território de educação sistematizada. Ao mesmo tempo, esse retorno
foi necessário na tentativa de promover melhoras.
Após esta ação, a equipe de profissionais da escola percebeu a necessidade de o
professor buscar a interação por meio de chamadas de
vídeos e buscar atividades ainda mais lúdicas.
E assim aconteceu. A orientação da escola, nas reuniões pedagógicas, fomentou
essas ações junto ao professorado. Não foi encontrada
neste momento 100% de adesão à interpretação das respostas dos responsáveis, por
motivos diversos; entretanto, a maioria dos
professores aderiu à proposta.
Aconteceram, também, reuniões entre os responsáveis e os profissionais da escola,
para a interpretação conjunta da pesquisa. O diálogo,
alicerçado aos dados estatísticos, fortaleceu as relações pedagógicas.
Assim, o projeto anual, que começou com o nome “É do Levy, é de todos”, foi se
adaptando à realidade de vida encontrada nesse ano tão
diferente e atípico para a escola, para a educação e para a vida como um todo.
Vasconcellos (2000, p. 36) fala sobre essa capacidade necessária de rever o nosso
planejamento constantemente.
O fator decisivo para a significação do planejamento é a percepção por parte do
sujeito da necessidade de mudança... O ponto de partida é a
pergunta básica: há algo em nossa prática que precisa ser modificado, transformado,
aperfeiçoado?
Nosso projeto anual foi o pontapé, sem ter ideia do que viria pela frente. Dissemos que
“o Levy é de todos”, transpondo qualquer barreira; e
assim fizemos com planejamento nas redes sociais, logo no início da pandemia,
trazendo questões pertinentes sobre o vírus.
Posteriormente, nos grupos virtuais de cada turma e nas apostilas entregues, sempre
relacionou-se o conhecimento prévio das crianças
ao conteúdo estruturado da Rede de Ensino de Maricá.
Entender como se dá, na prática, a Pedagogia de Projetos, ainda mais em tempos
remotos, não foi tarefa fácil, mas foi tarefa de todos,
levando o Levy para a casa de cada um, numa via de mão dupla do ensino.
Estamos aprendendo!
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9.394, 20 de dezembro de 1996. Estabelece
as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário
Oficial da União, Brasília, 1996.
BUFFA, Ester; ARROYO, Miguel; NOSELLA, Paolo. Educação e cidadania: quem
educa o cidadão? São Paulo: Autores Associados, 1987.
CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. Trad. Enid Abreu Dobránszky. Campinas:
Papirus, 1995.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação. Os projetos de
trabalho. São Paulo: Artes Médicas Sul, 1998.
Nilsa Luana. Projeto Praticas e ação pedagógica. Rondonópolis-MT, 2023.

Você também pode gostar