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MONITOR: DAVI LIRA
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ÍNDICE

SOBRE A DISCIPLINA (en portugués)

-

Informações sobre a disciplina:

5

- O que se entende por uma disciplina “Instrumental”?

5

- Como será a disciplina Espanhol Instrumental?

5

- De que forma se dará essa abordagem?

5

-

O que se esperar dos cursistas?

6

- Como se dará o processo avaliatório?

6

- Importantes avisos aos cursistas?

7

 

- Outras informações válidas

8

- Links de Interesse

9

CULTURA DE ESPAÑA Datos generales del país

10

Cervantes, Don quijote y Pernambuco

16

La verdadera Unión Ibérica

17

Pedro Almodóvar y su mala educación

18

El nuevo rock español

27

CULTURA DE LATINOAMÉRICA Cortometrajes argentinos

32

Música chilena

36

Música argentina (rock contemporáneo)

40

Literatura argentina - Júlio Cortázar

47

Literatura peruana - Mário Vargas Llosa

51

Literatura colombiana - Gabriel García Márquez

59

Los periódicos argentinos - ACTIVIDADE PRÁCTICA

65

El turismo Argentina-Chile - ACTIVIDADE PRÁCTICA

66

PERIODISMO Análisis de los géneros periodísticos

67

Editorial y Artículo

70

Crítica

75

La columna

84

Cartas al Director

90

Defensor del lector

92

Opinión iconográfica

95

Noticia

100

Entrevista

104

 

LINGUÍSTICA La importancia del lenguaje

113

Análisis de los tiempos verbales

114

Los falsos cognatos

119

UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL - PERIODISMO (2009.1) Monitor: davilira@gmail.com

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UNIVERSIDAD FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO ESPAÑOL
UNIVERSIDAD FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO ESPAÑOL

UNIVERSIDAD FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

ESPAÑOL INSTRUMENTAL - ANTÔNIO TORRE MEDINA

SOBRE A DISCIPLINA (en portugués)

- Disciplina: LE008 – Espanhol Instrumental (carga horária: 60h)

- Dias de aula: Terças e quinta-feiras

- Horário das aulas: das 16:00h às 19:00h

- Local: 2° andar do CAC (corredor do Departamento de Letras). Será uma das salas daquele corredor

(que fica no andar de cima da Coordenação de Letras).

- Professor:

Nome

Nome em citações bibliográficas

Endereço profissional

E-mail

Antonio Torre Medina

MEDINA, A. T.

Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Artes e Comunicação. CAMPUS UNIVERSITARIO / AVDA. PROF. MORAES REGO S/N CIDADE UNIVERSITARIA Recife, PE - Brasil Telefone: (081) 2718307 Ramal: 8307 Fax: (081) 2718767

a_torre_medina@yahoo.es

Formação acadêmica/Titulação

1998 - 2004

Doutorado em Doutorado Em Lingusitica. Universidad de Barcelona, U.B., Espanha. Título: La noción de fuerza ilocutiva en la obra "Cómo hacer cosas con Palabras" de Austin, Ano de Obtenção: 2004. Orientador: Sebastà Serrano. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Linguistica; força ilocutiva; John Austin; Pragmática; efeitos perlocucionários. Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Teoria e Análise Lingüística. Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Teoria

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e Análise Lingüística / Especialidade: Pragmática integrativa.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Teoria

e Análise Lingüística / Especialidade: Pragmática da Força Ilocutiva.

Setores de atividade: Educação; Formação permanente e outras atividades de ensino, inclusive educação à distância e educação especial; Outros

setores.

1985 - 1989

Mestrado em Curso de Mestrado em Letras e Lingüística. Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil. Título: ANALISE CRITICA DA NOCAO DE LINGUA EM FERDINAND DE SAUSSURE, Ano de Obtenção: 1992. Orientador: MARIGIA ANA DE MOURA VIANA/ LUIZ ANTONIO MARCUSCHI. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Ferdinand de Saussure; Lingua; Linguistica; Curso de

Lingüística Geral; Noção de Língua. Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Teoria

e

Análise Lingüística.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea:

Filosofia da Linguagem. Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea:

Filosofia da Linguagem / Especialidade: Lingüística Geral. Setores de atividade: Educação superior; Formação permanente e outras atividades de ensino, inclusive educação à distância e educação especial; Outros.

1973 - 1976

Graduação em Filosofia. Universidade Federal de São João Del-Rei, UFSJ, Brasil.

Livros publicados/organizados ou edições

UFSJ, Brasil. Livros publicados/organizados ou edições 1. MEDINA, A. El Español para Brasileños con atractivo,

1. MEDINA, A.

El Español para Brasileños con atractivo, agrado y asuntos de interés. 1ª.

ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2007. v. 300. 191 p.

2. MEDINA, A. T. ; MEDINA, G. R. P. ed. Recife: Néctar, 2007. v. 500. 45 p.

Anúncio do descobrimento da Lingüística Dinâmica. 1ª.

3. MEDINA, A.

Revelações: Cervantes, Dom Quixote e Pernambuco. 1ª. ed. Olinda: Editora

Livro Rápido - Elógica, 2006. v. 500. 84 p.

4. MEDINA, A.

O Poder da Língua no âmbito Jurídico: Princípios de Lingüística Jurídica. 1. ed.

Fortaleza: Livraria Gabriel, 2005. v. 1000. 67 p.

5. MEDINA, A.

A Força da Língua na vida do estudante de Letras: Uma revisão das teorias

lingüísticas e das noções de língua. 1. ed. Recife: O autor, 2005. v. 500. 68 p.

de língua. 1. ed. Recife: O autor, 2005. v. 500. 68 p. 6. MEDINA, A. La

6. MEDINA, A.

La Noción de Fuerza Ilocutiva en la obra Cómo hacer cosas con palabras, de

Austin. 1. ed. Barcelona: Servei de de Publicacóns / Editora Universitária de Universidade de

Barcelona, 2004. v. 1. 270 p.

7. MEDINA, A. T. (Org.) . Exposição icongráfica comparativa Os espanhóis no Brasil 1580-1640. A página oculta da hostória colonial. , 2000.

8. MEDINA, A. T. (Org.) . El poder de la lengua en la sociedad en la vida del profesional. , 1999.

9. MEDINA, A. T. (Org.) . Evidencias de que la lengua es también un sistema energético. , 1999.

Mais informações: http://lattes.cnpq.br/7671463567152574

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- Informações sobre a disciplina:

As disciplinas relacionadas ao ensino instrumental de idiomas são vinculadas ao Departamento

de Letras da Universidade Federal de Pernambuco. Sendo assim o professor de Español Instrumental é

desse Departamento.

Todas as disciplinas do chamado ciclo básico (1° período) são de responsabilidade da “Área

4”, que solicita junto a Letras a disponibilização de um professor para os alunos egressos do Curso de

Comunicação Social/Jornalismo, neste caso em questão.

- O que se entende por uma disciplina “Instrumental”?

Os cursos instrumentais são aqueles cuja abordagem de ensino é centrada no desenvolvimento de habilidades específicas diretamente relacionadas às necessidades dos participantes, pode se concentrar em leitura, em conversação, ou alguma outra atividade que vá de encontro com a expectativas dos alunos.

- Como será a disciplina Espanhol Instrumental?

Ela buscará se concentrar na exposição de questões relativas a 4 eixos norteadores: cultura

espanhola, cultura latino americana, gêneros jornalísticos e lingüística.

Dentro dessas questões se buscará abordar temáticas de interesse geral, sem maiores

aprofundamentos, sempre através de discussão em grupo e leitura, especialmente. Esse é o ponto

chave: A DISCUSSÃO EM SALA e a LEITURA, que estarão sempre presentes.

Noções de cultura hispano-americana serão, sem dúvida alguma, apropriadas. Além do

conhecimento introdutório dos gêneros jornalísticos que será muito bem recebido, logo em um 1°

período de curso.

Finalmente, serão trabalhado com os alunos questões básicas de utilização dos tempos verbais

mais simples e de diferenciação de falsos cognatos.

- De que forma se dará essa abordagem?

A utilização do material de apoio contido nesta apostila será de grande valia. Ela vem com o

objetivo de servir como uma espécie de guia ao longo do semestre.

Assim, ao visualizar o material por completo, já se percebe que para tratar das temática

serão utilizados vídeos, músicas, imagens, jornais e revistas em espanhol.

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- O que se esperar dos cursistas?

A participação ativa é condição fundamental para o crescimento do grupo como um todo. A presença física constante é de extrama importância também. A liberdade de expressão, sempre em espanhol, será requisitada a todos os cursistas. Sendo assim, toda e qualquer intervenção, em espanhol, será sempre bem vinda, considerando que grande parte dos cursistas já passaram por alguma experiência de aprendizagem do idioma.

- Como se dará o processo avaliatório?

Haverá duas notas para comporem a média do semestre, concentradas em dois em dois exercícios:

a) 1° Exercício: ENSAIO + APRESENTAÇÃO DO ENSAIO

hispano-americana

contemporânea. Deve-se fazer uma APRESENTAÇÃO EM SALA, individual, e em espanhol, de até 25 minutos, com exposição de slides, sobre o processo de elaboração desse ensaio, e um resumo do mesmo.

O Ensaio teve ter como base, o enfoque da mídia do país abordado, em especial os jornais e as revistas especializadas hispano-americanas.

Elaboração

de

um

ENSAIO

feito

sobre

algo

relacionado

à

cultura

Ex: caso o aluno venha a falar sobre algum autor da literatura contemporânea latino americana, não se limitar, no ensaio, a expor sua biografia e detalhar a obra pesquisada. Trazer referências dos jornais desse países, através da análise dos espaços reservados nesse periódicos, tentando identificar algum tipo de viés diferenciador do veículo, quando da análise de algum aspecto dessa obra, por exemplo.

Obs: deverão ser disponibilizadas cópias dos trabalhos a todos os alunos presentes em sala, como também o arquivo da apresentação deverá ser enviado para o e-mail da sala. Deve-se seguir as seguintes normas técnicas: Mínimo de três páginas, máximo de 5. Com pelo menos de 4200 caracteres (desconsiderando os espaços). Fonte: arial, 12. Espaço: 1,5. Será disponibilizado um modelo de Ensaio para todos os alunos terem a correta noção de como elaborar.

- Pontuação 1° exercício:

Apresentação: 5 pontos Ensaio: 5 pontos

- Previsão da data do 1° exercício: abril

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c) 2° Exercício: CRÔNICA + RESENHA + PROVA ESCRITA

- Elaboração de uma CRÔNICA, a partir de uma notícia de jornal que será entregue a cada estudante.

Serão repassadas, por sorteio, matérias de jornais argentinos, para que os alunos tendo como base aquele texto possam elaborar uma crônica, bem humorada, em espanhol. Será disponibilizado um modelo de Crônica para todos os alunos terem a correta noção de como elaborar.

OBS: Serão objeto de publicação num folheto a ser distribuído por todo o CAC.

- RESENHA de um livro de literatura hispano-americana ou sobre jornalismo.

OBS: A resenha deverá ser lida em voz alta para toda a turma, sendo assim deverá ser disponibilizada cópia suficiente para que todos possam acompanhar a leitura. O envio da mesma à lista do grupo também será cobrada. Deve-se seguir as seguintes normas técnicas: Mínimo de três páginas, máximo de 5. Com pelo menos de 4200 caracteres (desconsiderando os espaços). Fonte:

arial, 12. Espaço: 1,5. Será disponibilizado um modelo de Resenha Acadêmica para todos os alunos terem a correta noção de como elaborar.

- PROVA ESCRITA com 5 questões. Serão 2 questões simples de gramática (falsos cognatos e verbos), elaboração de 2 composições simples sobre temas trabalhados em sala, 1 questão, mais ampla de interpretação de textos. (Será repassando, anteriormente, um modelo de prova escrita para os alunos terem noção).

- Pontuação 2° exercício:

Crônica: 2 pontos Resenha: 3 pontos Prova escrita: 5 pontos

- Previsão da data do 2° exercício: junho

- Importantes avisos aos cursistas?

a) O professor António Medina é bastante comprometido, não possui histórico de faltas não justificadas. E quando há necessidade de se ausentar, o comunicado aos alunos é feito de forma bastante antecipada. Sendo assim, ele espera que todos estejam sempre presentes às suas duas aulas por semana. Listas de presenças serão feitas no início e chamadas ocorrerão, também, no final das aulas. Só serão justificadas as ausências, após processo de dispensa de falta inciado na escolaridade.

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b) O máximo de falta admitidas é até 25% da carga horária do curso. Assim um dia de falta representa

muito;

c) Como o horário de início das aulas ocorre logo depois que finaliza uma aula anterior, devido ao

tempo gasto em deslocamento, e também por conta da necessidade, de alguns, em lancharem, será permitida a entrada em sala até as 16:15h. Atrasos superiores deverão ser justificados, reincidências serão desconsideradas;

d) Começando as aulas dentro desse horário máximo estipulado: 16:15h, é possível que a finalização

dela se dê por volta das 18:30, como de costume. Isso vai depender do rendimento e interesse da

turma;

e) Materiais de aula poderão ser trazidos por qualquer aluno; Críticas e sugestões serão sempre bem

recebidas;

f) Para alunos de nivelamentos diferentes, será observado o processo de evolução de cada um. Isso é

o mais importante. Assim o aluno que não tem muita aproximação com a língua não vai ficar

prejudicado no processo avaliatório.

- Outras informações válidas.

a) Dependendo do interesse do grupo, poderá ser agendada visitação à Biblioteca do Instituto Cervantes de Recife (uma instituição de ensino do governo Espanhol);

b) Poderão ser efetuados exercícios extras, valendo pontuação extra na sala, às exposições e/ou circuitos de filmes hispano-americanos. Sendo exigindo assim um relatório de visitação;

c) Poderá ser organizadao uma sessão de cinema espanhol ou latino, em alguma aula, com direito a

pipoca e tudo mais;

d) Também poderá ser trabalhado em sala materiais referentes ao exame de certificação DELE, como

forma de treinamento para os alunos que tem interesse numa certificação internacional em espanhol; Poderá ser utilizado uma parcela de 30 min da aula para que os alunos possam estar respondendo aos testes;

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- Links de Interesse

- Links de Interesse ENSINO a) http://www.cervantes.es b) http://dele.cervantes.es c) http://cvc.cervantes.es/ d)

ENSINO

a) http://www.cervantes.es

b) http://dele.cervantes.es

c) http://cvc.cervantes.es/

d) Leitura Passo a Passo:

http://cvc.cervantes.es/aula/lecturas/default.htm

e) Atividades Interativas:

http://cvc.cervantes.es/ensenanza/actividades_ave/default.htm

f) Real Academia Española (dicionário oficial): www.rae.es

CULTURA E INFORMAÇÃO

g) Jornais: www.clarin.com.ar, www.lanacion.com.ar , www.ole.com.ar (ARG) www.elpais.es , www.elmundo.es (ESP)

h) Rádio e Televisão Espanhola: http://www.rtve.es/television/

i) Revista de Literatura Espanhola: http://www.elcoloquiodelosperros.net/indi23.htm

j) Revista de Escritores hispanoamericanos: http://www.letralia.com/

k) Revista Musical Independente da Espanha: http://www.muzikalia.com/

l) Rede de Notícias 24h (ao vivo) da Argentina: http://www.tn.com.ar/

m) Crítica de cinema latino-americano: http://www.cineismo.com/

INTERCÂMBIO

n) Universidade de Salamanca (para intercâmbios): www.usual.es

o) Don quijote (escola de idiomas, para intercâmbios): http://www.donquijote.org/brazilian/

p) Embaixada da España no Brasil: http://www.mae.es/embajadas/brasilia/es/home

q) Agência de Intercâmbio em Recife: www.ie-intercambio.com.br

r) Cooperação Internacional UFPE (bolsas): http://www.ufpe.br/new/coopinter.html

MAIS LINKS

s) http://www.hispanista.com.br/linksesp.htm

auxílio/orientação/dúvida: davilira@gmail.com (Monitor)

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

Nombre:

Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC)

COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

ESPAÑOL INSTRUMENTAL - ANTÓNIO TORRE MEDINA

Fecha:

/

/

Cultura española – Datos generales del país

Un poco sobre ESPAÑA

– Datos generales del país Un poco sobre ESPAÑA oficialmente un país soberano miembro de la

oficialmente

un país

soberano miembro de la Unión Europea, constituido en Estado

Reino de España, es

España,

social

y

democrático

de

Derecho,

y

cuya

forma

de

gobierno

es

la

monarquía

parlamentaria.

Su

territorio,

con capital en Madrid, ocupa la

Península

de

Ibérica, al que se añaden los

mayor parte

la

archipiélagos

de

las

Islas

Baleares,

en

el

mar

Mediterráneo occidental, y el

de

océano

del

continente africano, las plazas de soberanía de las ciudades

así

el

nororiental,

las

Islas

Canarias,

en

Atlántico

como

en

el

norte

autónomas de Ceuta y Melilla,

además

de

los

distritos

y

posesiones menores de las islas Chafarinas, el peñón de Vélez de la Gomera y el peñón de Alhucemas. El enclave de Llivia, en los Pirineos, completa el conjunto de territorios junto con la isla de Alborán, las islas Columbretes y una serie de islas e islotes frente a sus propias costas.

Tiene una extensión de 504.645 km², siendo el cuarto país más extenso del continente, tras Rusia, Ucrania y Francia. Con una altitud media de 650 metros sobre el nivel del mar, es el segundo país más montañoso de Europa, tras Suiza. Su población es de 46.157.822 habitantes, según datos del padrón municipal de 2008.

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Estado de las Autonomías

un “Estado de Autonomías”, un país

formalmente unitario pero que funciona como una federación descentralizada de comunidades autónomas, cada una de ellas con diferentes niveles de autogobierno. Las diferencias dentro de este sistema se deben a que el proceso de traspaso de competencias del centro a la periferia fue pensado en un principio como un proceso asimétrico, que garantizase un mayor grado de autogobierno sólo a aquellas comunidades que buscaban un tipo de relación más federalista con el resto de España – comunidades autónomas de régimen especial– (Andalucía, Cataluña, Galicia, Navarra y País Vasco). Por otro lado, el resto de comunidades autónomas –comunidades autónomas de régimen común– dispondría de un menor autogobierno. Sin embargo, estaba previsto que a medida que fueran pasando los años, estas comunidades fueran adquiriendo gradualmente más competencias.

España es en

la actualidad lo que se denomina

Hoy en día, España está considerada como uno de los países europeos más descentralizados, ya que todos sus diferentes territorios administran de forma local sus sistemas sanitarios y educativos, así como algunos aspectos del presupuesto público; algunos de ellos, como el País Vasco y Navarra, además administran su financiación pública sin casi contar (a excepción del cupo) con la supervisión del gobierno central español. En el caso de Cataluña, Navarra y el País Vasco, están equipados con sus propios cuerpos policiales, totalmente operativos y completamente autónomos que remplazan las funciones de la Policía Nacional en estos territorios

Organización territorial

Nacional en estos territorios Organización territorial España organizada territorialmente en autónomas autónomas

España

organizada territorialmente

en

autónomas

autónomas. El Título VIII de la constitución establece la

nación

17

es

una

comunidades

y

2

ciudades

organización territorial del Estado en municipios,

provincias

y

comunidades

autónomas,

éstas

con

competencias

para

gestionar sus

propios

intereses con

un

amplio

nivel de

autonomía,

poderes

legislativos,

presupuestarios, administrativos y ejecutivos

en

exclusivas que el Estado les

la

cada

garantiza a través

competencias

las

de

Constitución

y

de

Estatuto

de

autonomía.

Aunque

Navarra

no

se

constituyó propiamente en Comunidad Autónoma, siendo una Comunidad Foral, y no habiendo

desarrollado

fueros

un

Estatuto

de

Autonomía,

sino

articulando

un

amejoramiento

de

sus

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tradicionales, es considerada comunidad autónoma a todos los efectos, según la interpretación del Tribunal Constitucional.

Cada comunidad autónoma está formada por una o varias provincias, haciendo un total de 50.

Desde 2003 se ha adoptado la Nomenclatura de las Unidades Territoriales Estadísticas, o unidades NUTS, de tres niveles, con fines meramente estadísticos basados en las normativas europeas y fijados por el Eurostat. Las 50 provincias españolas y las dos ciudades autónomas se encuentran clasificadas en los niveles NUTS-3; las 17 comunidades autónomas se encuentran clasificadas en los niveles NUTS-2; y para los niveles NUTS-1 se han creado los grupos de comunidades autónomas.

Clima

España tiene un clima muy diverso a lo largo de todo su territorio. Predomina el carácter mediterráneo en casi toda su geografía. Las costas del sur y mediterráneas tienen un clima denominado mediterráneo de costa que también posee el Valle del Guadalquivir: temperaturas suaves, precipitaciones abundantes casi todo el año excepto en verano.

Demografía

abundantes casi todo el año excepto en verano. Demografía UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL - PERIODISMO

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España contaba con 46.157.822 habitantes al 1 de enero de 2008. La densidad de población,

Europa Occidental y su

de 91,2 hab/km², es menor que la de la mayoría de otros países de distribución a lo largo del territorio es muy irregular.

Las zonas más densamente pobladas se concentran en la costa y alrededor de Madrid, mientras que el resto del interior se encuentra muy débilmente ocupado.

Lenguas

El idioma oficial y el más hablado en el conjunto de España, por un 99% de la población, es el español, lengua materna del 89% de los españoles, 41 que puede recibir la denominación alternativa de castellano. 42 La estimación del número de hablantes en todo el mundo va desde los 450 43 a los 500 millones 44 45 de

lengua

personas, siendo

la

segunda

materna 46 47 más hablada tras el chino mandarín. Se prevé que se afiance como segunda lengua de comunicación internacional tras el inglés en el futuro, y es la segunda lengua más estudiada tras el inglés. 48

Además se hablan otras lenguas, que pueden ser oficiales en sus regiones de acuerdo con la Constitución o los Estatutos de Autonomía de cada Comunidad Autónoma. Ordenadas por número de hablantes, estas lenguas son:

Ordenadas por número de hablantes, estas lenguas son: ∑ Catalán (9% de la población), 4 1

Catalán (9% de la población), 41 cooficial en Cataluña e Islas Baleares. Es hablado también, sin estatus de cooficialidad, en la llamada Franja de Aragón y en la comarca del Carche murciano. Oficialmente se denomina Valenciano en la Comunidad Valenciana, 49 donde también es cooficial.

Gallego (5% de la población), 41 cooficial en Galicia. Es hablado también en algunas zonas de las provincias de Asturias, León y Zamora, sin estatus de cooficialidad.

Euskera (1% de la población), 41 cooficial en el País Vasco y tercio norte (zona vascófona) de Navarra, donde se denomina estatutariamente vascuence. Es hablado también en la zona mixta de Navarra (donde el euskera, sin ser oficial, goza de cierto reconocimiento) y de forma muy minoritaria en la no vascófona.

Occitano, oficial en Cataluña, 50 donde es hablado, en su variedad aranesa, en los municipios del Valle de Arán (Lérida).

También se hablan una serie de lenguas o dialectos románicos que no tienen estatus de lengua oficial: el asturleonés hablado en Asturias (llamado asturiano o bable, reconocido por medio del artículo 4 del estatuto de autonomía que promueve su uso y protección), en zonas de Cantabria 51 (llamado cántabro, montañés o pasiego), León, Zamora (llamado leonés), Salamanca y Extremadura 52 (llamado altoextremeño), y el aragonés en el norte de Huesca. Igualmente, el portugués en algunas localidades fronterizas extremeñas, prácticamente desaparecido.

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Economía

España es actualmente la octava potencia económica mundial y ha llegado a ser la séptima, según el PIB nominal. Tradicionalmente España ha sido un país agrícola y aún es uno de los mayores productores de Europa occidental, pero desde mediados de la década de 1950 el crecimiento industrial fue rápido y pronto alcanzó un mayor peso que la agricultura en la economía del país. Una serie de planes de desarrollo, que se iniciaron en 1964, ayudaron a expandir la economía, pero a finales de la década de 1970 comenzó un periodo de recesión económica a causa de la subida de los precios del petróleo, y un aumento de las importaciones con la llegada de la democracia y la apertura de fronteras. Con posterioridad, se incrementó el desarrollo de las industrias del acero, astilleros, textiles y mineras. En la actualidad, la terciarización de la economía y de la sociedad española queda clara tanto en el producto interior bruto (contribución en 2005: un 67%) como en la tasa de empleo por sectores (65%). Los ingresos obtenidos por el turismo permiten equilibrar la balanza de pagos

Turismo

el turismo permiten equilibrar la balanza de pagos Turismo España es el segundo país del mundo

España es el segundo país del mundo que recibe más turistas extranjeros, según datos de la Organización Mundial de Turismo, tan sólo por detrás de Francia, y disfruta de una cuota del 7% del turismo mundial, por delante de Estados Unidos e Italia.

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El turismo le reportó a España 48.181 millones de euros durante el año 2006, lo que supone un 4,7 por ciento más que en 2005, y la sitúa en segunda posición en ingresos económicos, por detrás de Estados Unidos, y por delante de Francia e Italia.

Entre enero y diciembre de 2006 recibió un total de 58,8 millones de turistas extranjeros, un 4,5% más de los registrados en el mismo período del año anterior, según datos del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio.

Cataluña es el primer destino turístico de España. Los 15 millones de turistas que recibió suponen un 25,3% del total de las llegadas registradas en toda España, y representan un incremento del 6,9% respecto al mismo período del año anterior.

El segundo destino turístico de España son las islas Baleares, que recibieron 10,1 millones durante el 2006, un 4,7% más que el año anterior. Las islas Canarias, con 9,6 millones de turistas (un 1,8% más que el año anterior) es el tercer destino turístico por delante de Andalucía, que alcanzó los 8,5 millones (un 2,3% más), la Comunidad Valenciana, con 5,5 millones (un 1,5% más) y Madrid, que recibió 3,9 millones de turistas (un 14,7 % más). Cabe señalar que la capital española alberga la sede de la Organización Mundial del Turismo.

alberga la sede de la Organización Mundial del Turismo . Medios de comunicación La televisión es

Medios de comunicación

La televisión es el principal medio de comunicación del país, con seis cadenas nacionales y varias de carácter autonómico. Las principales cadenas del país son La 1, La 2, Antena 3, Cuatro, Telecinco y La Sexta.

La prensa está concentrada principalmente en dos consorcios periodísticos cuyos principales periódicos de circulación nacional son El País y El Mundo, a los que se suman ABC, La Razón y La Vanguardia. En la prensa deportiva destacan Marca y As.

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC)

COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

ESPAÑOL INSTRUMENTAL - ANTÓNIO TORRE MEDINA

Fecha:

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Cultura española – Cervantes, Don quijote y Pernambuco

/ Cultura española – Cervantes, Don quijote y Pernambuco
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/ Cultura española – Cervantes, Don quijote y Pernambuco
/ Cultura española – Cervantes, Don quijote y Pernambuco

…………………………………………………………………………………………………………………… ¿CúalesCúalesCúalesCúales sonsonsonson laslaslaslas relacionesrelacionesrelacionesrelaciones enentreenentretretre ellos?ellos?ellos?ellos?

(Clase más auditiva: el profesor va a hablar sobre el asunto de uno de sus libros)

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Cultura española – La verdadera Unión Ibérica

/ / Cultura española – La verdadera Unión Ibérica
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……………………………………………………………… ¿PiensaPiensaPiensaPiensa quequequeque lolololo quequequeque sabessabessabessabes ddeddeee lalalala UniónUniónUniónUnión IbéricaIbéricaIbéricaIbérica eseseses lalalala verdaderaverdaderaverdaderaverdadera historiahistoria?historiahistoria???

(Clase más auditiva: el profesor va a hablar sobre el asunto de uno de sus libros)

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Cultura española – Pedro Almodóvar y su mala educación

Cultura española – Pedro Almodóvar y su mala educación os niños, Ignacio y Enrique, conocen el
Cultura española – Pedro Almodóvar y su mala educación os niños, Ignacio y Enrique, conocen el
Cultura española – Pedro Almodóvar y su mala educación os niños, Ignacio y Enrique, conocen el

os niños, Ignacio y Enrique, conocen el amor, el cine y el miedo en un colegio religioso a principio de los años 60. El Padre Manolo, director del colegio y su profesor de literatura es testigo y parte de estos descubrimientos.

Los tres personajes vuelven a encontrarse dos veces más, a final de los años 70 y en el 80. El reencuentro marcará la vida y la muerte de alguno de ellos.

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enía que hacer “La mala educación”, tenía que quitármela de encima, antes de que se

enía que hacer “La mala educación”, tenía que quitármela de encima, antes de que se convirtiera en una obsesión. Había manoseado el guión durante más de 10 años, y podía seguir así una década más. Por la cantidad de posibles combinaciones, la trama de “La mala educación” sólo se termina de escribir cuando la película ya está rodada, montada y mezclada.

cuando la película ya está rodada, montada y mezclada. intervalo en el “La mala educación” es

intervalo

en

el

“La mala educación” es una película muy íntima, pero no exactamente

autobiográfica, quiero decir que no

cuento mi vida

aprendizaje

años de la “movida”, aunque éstas sean las dos épocas en que se desarrolla la trama (el 64 y el 80,

77).

Por supuesto, mis recuerdos han sido importantes a la hora de escribir el guión, al fin y al cabo he vivido en los escenarios y en las épocas en que transcurre la misma.

con

en el colegio ni mi

los

primeros

durante

un

“La mala educación” no es un ajuste de cuentas con los curas que me maleducaron, ni con el clero en general. Si hubiera necesitado vengarme no habría esperado cuarenta años para hacerlo. La iglesia no

me

La película tampoco supone una reflexión sobre la movida madrileña de principios de los ochenta, aunque gran parte transcurra en el Madrid de esa época. Lo que me interesa de ese momento histórico es la borrachera de libertad que vivía España, en oposición al oscurantismo y la represión de los años 60. Los primeros ochenta son, por ello, el marco ideal para que los protagonistas, ya adultos, sean dueños de sus destinos, de sus cuerpos y de sus deseos.

adversario.

interesa,

ni

como

La película no es una comedia, aunque haya humor (todo el personaje de Javier Cámara), ni un musical infantil, aunque haya niños que canten.

Es un film noir, o al menos así me gusta considerarlo.

Es un film noir, o al menos así me gusta considerarlo. Pregunta- En "La ley del

Pregunta- En "La ley del deseo" (1986) el transexual que encarna Carmen Maura entra en la iglesia del colegio donde estudió de niño. Encuentra a un cura tocando el órgano, en el coro. El cura le pregunta quién es, Carmen le confiesa que fue alumno del colegio y que él (el cura) estuvo enamorado de él. ¿Es éste el origen de "La mala educación"? Respuesta- Más o menos. Yo había escrito mucho antes un relato en el que un travesti iba al colegio donde estudió para chantajear a los curas que le acosaron cuando era niño.

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Rodando "La ley

colegio y se encuentra con un cura que la amó cuando ella era un niño. Ya entonces me rondaba la idea de desarrollar el relato a fondo. Carmen es una sombra premonitoria de Zahara.

recordé este relato y me inspiró la escena en que Carmen entra en la iglesia de su

"

P- En "La Ley" también hay un director de cine

R- Sí, y como el personaje de Fele Martínez mezcla sus deseos personales con el trabajo y al final paga un precio muy alto por ello. Siempre me ha interesado la historia del artista que trabaja con sus propias tripas, es una aventura fascinante aunque nunca termine bien.

P- ¿Vd. lo ha hecho alguna vez?

R- Yo soy mucho más discreto que el personaje de Fele, con él comparto la pasión por hacer cine, pero en mi vida no me arriesgo tanto.

P- En sus primeras declaraciones negó que la película fuera autobiográfica.

R- Todo lo que no es autobiografía es plagio, dice Paco Umbral. La película es autobiográfica pero en un sentido más hondo, yo estoy detrás de los personajes, pero no cuento mi vida.

P- Pero el hecho de haber vivido en los principales escenarios a la misma edad que los personajes centrales supongo que le habrá inspirado

R- Por supuesto. En mi película hay mucha realidad, pero también mucha manipulación. El cine es manipulación, incluso el cine documental. "La mala educación" es una ficción, pero por las pocas entrevistas que he hecho tengo la impresión de que a la gente le gusta la idea de que sea autobiográfica.

que a la gente le gusta la idea de que sea autobiográfica. P- ¿Y a Vd.

P- ¿Y a Vd. le molesta?

R- Me

alturas lo que me interesa es que el espectador entre en las salas donde se proyecte

la película, y que cuando

pueda

quitar de la cabeza.

estas

da igual. A

salga

no

se

la

P-

solista del coro, en su

colegio

también el

Vd. fue

R- Sí. Y cantaba todo el tiempo, misas en latín,

motetes, etc. Cantaba en todos los actos religiosos y en las fiestas. Y supongo que no lo hacía mal. Los curas me grabaron algunas canciones y

las ponían en la puerta de la iglesia para atraer a los fieles. Y recuerdo que llenábamos la iglesia.

Daría cualquier cosa por recuperar aquellas cintas, pero no creo que existan. Lo que más disfruté en

mi época de colegial fueron las ceremonias religiosas. Soy agnóstico, pero considero la liturgia

católica de una riqueza deslumbrante, a mí me fascina y me emociona. Pero hace mucho tiempo que

no voy a misa, no sé cómo es ahora.

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P- ¿Existe el P. Manolo?

R- Sí, como personaje.

P- ¿Pero existió en realidad?

R- Tal cual aparece en la película no, aunque para algunas escenas me inspiré en dos curas del colegio.

P- ¿Para qué escenas en concreto?

R- Los acosos en el río y en la sacristía.

P- ¡¿Son escenas reales?!

R- Me las contaron dos compañeros. Si vives interno en un colegio, acabas enterándote de todo.

P- ¿Si las dos personas que te inspiraron el P. Manolo viven, no temes que reaccionen contra ti? R- Eso sería como delatarse, pero no pretendo molestarles. Deben ser muy mayores y preferiría que no vieran la película para evitarles el mal trago.

que no vieran la película para evitarles el mal trago. P- Eso suena a síndrome de

P- Eso suena a síndrome de Estocolmo.

R- No. Suena a que yo no persigo ajustar las cuentas con nadie en concreto, después de tanto tiempo. Yo soy director y guionista, para mí el P. Manolo es un personaje, no un arma arrojadiza contra la iglesia católica, que bastante problemas tiene ya. Si quisiera atacar al clero me bastaría recordar las recientes afirmaciones de la Conferencia Episcopal acerca de la violencia de género. Decir que la liberación femenina de los sesenta es la culpable de que algunos maridos maten a sus mujeres es el mayor insulto que se haya dicho hasta la fecha contra la condición femenina. Y si los obispos se atreven a desvariar y a provocar en estos momentos es porque el ambiente político les es propicio. Pero ese es otro tema, muy grave, que me preocupa mucho pero pertenece a otro territorio que no es el press-book de "La mala educación".

Al P. Manolo y su prolongación el Sr. Berenguer no los he creado para atacar a la iglesia, son elementos que me permiten hablar de dos de las múltiples caras de la pasión. Cuando al P. Manolo lo interpreta Daniel Giménez Cacho, la pasión que siente por el niño, y su abuso de poder, hacen de él un verdugo. Cuando se hace llamar Sr. Berenguer y ha dejado los hábitos y se enamora de Juan, el mismo terrible personaje juega el papel contrario en la ruleta de la pasión, ahora es una víctima.

La película es inconcebible sin estos dos personajes, que son uno solo, y sin la encarnación que de ellos hacen Daniel Giménez Cacho y Lluis Homar, respectivamente. Aunque ambos sean veteranos, para mí han supuesto dos enormes descubrimientos. Nunca les agradeceré bastante su falta de prejuicio, su hondura y su ilimitada disposición para complacer las demandas de un director insaciable como yo.

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P- ¿Qué me dice del resto del reparto?

R- Todos están soberbios. Fele Martínez, Fran Boira, los niños, Javier Cámara, Alberto Ferreiro, Paco

Maestre, Petra Martínez, Gael actores, excepto a Javier y a Fele.

Es un milagro acertar cuando no conoces a casi ninguno de los

P- Fele no parece el mismo, físicamente.

R- Le hice adelgazar y entrenarse durante cuatro o cinco meses, hasta que consiguió otro cuerpo

(mejor), otra actitud física. Él estaba encantado, porque todo el mundo le encontraba mucho más sexy. Además del aspecto físico trabajamos también su tono de voz, le bajé la tesitura. El corazón lo puso él, por entero, y la piel. Creo que a partir de ahora Fele hará otro tipo de papeles, menos teen, más adultos. Es un actor joven muy completo. Abarca los dos extremos, el drama tórrido y la comedia disparatada. Como de otro modo le ocurre a Javier Cámara.

Javier es un todoterreno, funciona en todos los soportes (cine, televisión, teatro, cabaré) y en todos

los géneros. En "Hable con ella" aunque el papel era dramático descubrí su facilidad para el humor, y

aunque breve, su personaje en "La mala educación" ha sido como un oasis para todo el equipo. Javier es un virtuoso haciendo comedia, tiene ese don especial que va más allá de la interpretación y que no se puede aprender. Su composición de "Paca" es rica, exhaustiva, humana, tronchante, peligrosa para quien aparezca a su lado porque solo tienes ojos para él.

P- ¡Pobre Gael!

R- Pobre, en absoluto. Gael va a trabajar mucho y va a ganar mucho dinero.

P- ¿Cómo y por qué lo eligió, después de travestir a todos los actores españoles en edad de merecer? R- Haciéndole dos o tres pruebas, como a todo el mundo.

P- ¿Qué tuvo él que no tuvieran los demás?

R- Daba muy atractivo de chico y de chica. Y eso era esencial para entender la relación de su

personaje con el resto, la

intensidad con que todos se obsesionan con él. Además, como no es muy alto era más fácil travestirlo.

Además, como no es muy alto era más fácil travestirlo. P- ¿Gael es el malo de

P- ¿Gael es el malo de la historia?

R- (Sonrío) Es el peor de

la historia. "La mala

educación" es lo opuesto a una película de buenos

y malos. En cualquier

caso yo no juzgo a los personajes hagan lo que

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hagan, mi trabajo consiste en "representarlos", "explicarlos en su complejidad" y conseguir un espectáculo entretenido con todo ello. No es bueno para una película que el director juzgue a sus personajes aunque hagan cosas atroces. Juan, el personaje-base que interpreta Gael, es un tipo al que no le detiene ningún escrúpulo con tal de conseguir lo que ambiciona. Puede matar, si llega el caso, seducir y acostarse con hombres y mujeres según su conveniencia. Su absoluta falta de

escrúpulos le da una fuerza increíble, y le convierte en un polvorín andante. Pero si no te cruzas en el camino de su ambición Juan es un tipo normal, que puede vivir perfectamente integrado en la sociedad sin que nadie detecte el peligro que conlleva. A mí me gusta compararlo con esos personajes amorales de Patricia Highsmith, Ripley, por ejemplo, a los cuales el crimen no les afecta moralmente sino que acaba refinándolos, haciéndoles más cultos y más encantadores. Considerando

la película como un oscuro "thriller", ya lo he dicho antes, el personaje de Gael representa a la típica

"femme fatal" (en su caso "enfant terrible") porque a todos los personajes que entran en contacto con

él les lleva a la perdición. Y "Perdición" es ("Double Indemnity" del genio Billy Wilder), la película -

negra entre las negras- a la que rindo homenaje.

Juan y el Sr. Berenguer acuden al Museo de Gigantes y Cabezudos de Valencia para planear un

asesinato. Juan le dice a su amante que después de realizarlo no deben verse durante un tiempo. Con

la ingenuidad del típico amante manipulado, el Sr. Berenguer pensaba que el asesinato los uniría para

siempre, pero por el contrario los aleja y él no soporta la idea, pero ya es tarde para evitarlo. Esta escena hace referencia (y reverencia) a la escena del supermercado de "Double Indemnity" en la que Barbara Stanwyck con peluca rubia ondulada, grandes gafas negras y rodeada de montañas de latas de conserva, le explica su plan a un atribulado Fred McMurray.

P- ¿Cómo ha sido trabajar con Gael?

R - Un reto, tanto para él como para mí. No es fácil interpretar a un personaje que son tres,

especialmente cuando dos de ellos son opuestos físicamente. Supongo que es el trabajo más duro que Gael ha hecho hasta la fecha. A la dificultad de cambiar de sexo, y no resultar grotesco, se unía el cambio de acento, yo quería que hablara español

unía el cambio de acento, yo quería que hablara español P- ¿Está satisfecho del resultado? R-

P- ¿Está satisfecho del resultado?

R- Sí. Y espero que los espectadores no se dejen influir porque uno de sus personajes sea tan odioso. Para terminar, no quiero olvidarme de Alberto Ferreiro, Paco Maestre, Petra Martínez y los niños, todos ellos han sido sorpresas estupendas. Con Raúl García y Nacho Pérez me ha tocado la lotería, uno nunca sabe lo que puede pasar con un niño y menos con dos. No tengo experiencia con actores infantiles, a Nacho y a Raúl los he dirigido como si fueran adultos y están soberbios. Me siento muy orgulloso de esa parte de la película, (la historia de los dos niños y su relación con Dios, el P. Manolo, el cine y el miedo). Antes de rodar me parecía la más difícil y delicada. Agradezco a Joserra Cardiñanos, el director del casting, que durante todo el rodaje me ayudara a explicarles a Nacho y a Raúl en qué consistía lo que hacían y por qué lo hacían. Joserra ha sido mi mejor intermediario.

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P- La estructura de "La mala educación" es por lo menos tan complicada como la de "Hable con ella"

R- Yo creo que más. Como en "Hable

en "La mala educación" hay una película dentro de la

película, que en este caso dura media hora, lo cual es todavía más arriesgado. En realidad, la película

narra tres historias, de tres triángulos concéntricos, que al final resultan ser una sola historia

"

P- La historia de un director-guionista que busca una historia

R- Y que la encuentra. Como decía Truman Capote citando a Santa Teresa, "lo malo de las plegarias es cuando son atendidas", o algo así.

P- ¿Por qué tantas voces en off?

o algo así. P- ¿Por qué tantas voces en off? R- La voz en off sirve

R- La voz en off sirve para explicar lo que no se ve y acelerar el ritmo de la narración. Es como si un personaje de la película te visitara, se sentara al otro lado de tu mesa y te resumiera parte de su historia. Las voces en off me han resultado imprescindibles para transitar de una historia a otra, de una época a otra.

Lo bueno de tener dos protagonistas, uno director de cine, (es decir narrador, alguien que investiga para que todo se entienda) y el otro de un hermetismo pétreo, cualidad intrínseca a la naturaleza del impostor, lo bueno de tener a estos personajes tan opuestos, digo, hace que a través del director (Fele Martínez) entendamos muchas de las claves del personaje de Gael. El espectador sabe lo que sabe Fele, por lo cual se identifica con él, y son sus ojos y sus "offs" los que le explican sus descubrimientos acerca de sí mismo y de la figura misteriosa y feroz de Gael- Juan.

sí mismo y de la figura misteriosa y feroz de Gael- Juan. P- Uno de los

P- Uno de los elementos de la trama que mejor funcionan es cuando se descubre que dos de los personajes son hermanos.

R- Sí, y me gustaría mantenerlo en secreto. Adoro el sentimiento de fraternidad, y siempre me han gustado la películas de hermanos: Warren Beatty recibiendo una paliza en un aparcamiento por defender el honor de su hermana Barbara Loden, en “Esplendor en la hierba”. Legs Diamond, en la película de Budd Boetticher siendo capturado por un descuido de su hermano. La banda de

Bonnie and Clyde, liderada por dos hermanos. Toda la saga de El Padrino nos ha regalado maravillosas escenas de hermanos que se quieren, se zurran, se protegen y se matan. Todos los hijos de “Ma Baker” en “No orchids for Miss Blandish” (autor, James Hadley Chase, dirigida por John Legh Clowes). “Bloody Mama”, de Roger Corman. Madres feroces, jefas de bandas, formadas por sus propios hijos.

permanece junta.

Me emocionan todos los hermanos de Alain Delon en “Rocco y sus hermanos”. Incluso Michael Jackson

La

familia

que

delinque

junta

y Latoya Jackson. Natalie Wood y George Chakiris en “West side Story”. Hayley Mills haciendo de gemela de si misma en “Tú a Boston y yo a California”, las hermanas siamesas de “Sisters” de Brian de Palma. Los Hermanos Marx en cualquiera de sus películas. El

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emocionante Harry Dean Stanton en “París-Texas” y su silenciosa visita a su hermano Dean Stockwell. Las dos hermanas Mills en “Fallen Angel” de Preminger, las dos encantadoras solteronas de “Arsénico por compasión” y los pequeños huérfanos de Shelley Winters, perseguidos por el malvado Robert Mitchum en “La noche del cazador”. Incluso, aunque los diálogos de Raymond Chandler le impedían el menor sentimentalismo, Lauren Bacall defendiendo a su indefendible hermana en “The Big Sleep” A veces la relación fraternal se complica (cómo no!) cuando hay sexo. Me encanta la obra de Sam Sheppard “Fool for love”, y la maravillosa novela “Middlesex” donde dos hermanos llegan incluso a casarse. La fraternidad es un sentimiento en desuso, sustituido en la vida actual por la amistad, pero no es exactamente lo mismo; la fraternidad participa de dos grandes sentimientos, el amor y la amistad,

unidos

Entre las películas de hermanos que recuerdo, no he mencionado antes “Qué fue de Baby Jane?” (Robert Aldrich), un gran guiñol cuyas dos enormes intérpretes elevan de categoría y de género. Dos hermanas, ambas antiguas estrellas infantiles, viven juntas cuando son mayores, a pesar de que se odian. Una de ellas (Bette Davis) acaba cargándose a la otra (Joan Crawford). Algo de esto hay en “La mala educación”, aunque de un modo soterrado. De pequeños Juan (Ángel Andrade) envidia a su hermano mayor Ignacio porque todo lo hacía mejor que él. Los celos entre hermanos pequeños son muy comunes, los de Juan no hacen sino crecer con el tiempo. Los dos niños quieren ser artistas, a Ignacio todo le resulta fácil, cantar, bailar, escribir, recitar, transformarse y actuar. Todo lo que a Juan le hubiera gustado hacer Ignacio lo hacía mejor. Y Juan le odiaba en silencio hasta que Ignacio le dio razones para odiarle sin disimulo cuando empezó a drogarse y a vestirse de mujer, en el pueblo donde vivían. La convivencia familiar era un absoluto infierno por culpa de Ignacio. La madre, enferma del corazón, vivía en un eterno sin vivir. El padre no soportaba la vergüenza y empezó a beber cada vez más, hasta que un día de invierno le encontraron muerto sobre un charco helado, en la calle.

por

algo

tan

insondable

como

la consanguinidad.

Por obediencia a su madre, y por interés propio, Juan se fue a vivir con su hermano a Valencia. Se matriculó en una escuela de interpretación y vigilaba a Ignacio, así su madre estaba más tranquila. Era el inicio de la democracia española y en Valencia Ignacio llevaba una vida muy libre, entregado a la escritura, a cambiar su cuerpo por el de una auténtica mujer, y a anestesiar con el caballo la tensión que su estilo de vida le producía. Entonces apareció el Sr. Berenguer, el antiguo profesor de literatura de Ignacio, el cual había colgado los hábitos, vivía en Valencia y trabajaba en una editorial. La aparición del antiguo P. Manolo hace explotar la existencia de los dos hermanos.

P-Proyectos para el futuro?

R- Recuperar el sueño y la cintura.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

RESEÑARESEÑARESEÑARESEÑA

RESEÑARESEÑARESEÑARESEÑA En el cine de Pedro Almodóvar no hay término medio: o se

En el cine de Pedro Almodóvar no hay término medio: o se odia o se disfruta. Dicho esto tenemos que advertir que La Mala Educación es la película más intimista del director manchego. Años de esfuerzo han dado como resultado uno de sus films más maduros y complejos, pero que no pierde ni ápice de la estética Almodóvar. Es la primera vez que se sitúa en el pasado, cuestión que aprovecha para deslindar en dos las historias que la conforman: la que tiene lugar entre Enrique e

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Ignacio en la realidad, y los momentos de la infancia que se manifiestan a través de la lectura que lleva a cabo Enrique de "La Visita" (más tarde comprobaremos que esas imágenes en flash back forman parte del rodaje de la película que Enrique quería realizar del mismo libreto). Almodóvar ya experimentó con las historias y montajes entrecruzados en Todo Sobre Mi Madre y Hable con Ella, pero ahora lo lleva a cabo de una forma mucho más exagerada, de manera que la película sea como una cuerda cuyas lazadas van poco a poco entretejiéndose entre si. En otras palabras, la película contiene dos historias paralelas: la de Ignacio y Enrique y la que éstos tienen dentro de "La Visita", siendo el padre Manolo el nexo de unión.

Visita", siendo el padre Manolo el nexo de unión. A pesar de todo lo que se

A pesar de todo lo que se ha dicho y de los reportajes publicados con ocasión del estreno, La Mala Educación no es exclusivamente una película que denuncie los malos tratos en los internados religiosos, porque ese tema es uno de muchos, y es que las escenas de pedofilia sólo se insinúan o se dejan entrever, plasmándose con una gran sutileza. Almodóvar reconoce que, aunque fueron los curas de su infancia los que le maleducaron (de ahí el título de la película), no es su intención polemizar ni enfrentarse a la Iglesia. La Mala Educación es una reflexión sobre el amor, las obsesiones sexuales y los errores que podemos cometer en momentos determinados de nuestra vida.

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VÍDEO:VÍDEO:VÍDEO:VÍDEO: lalalala películapelículapelículapelícula

lalalala películapelículapelículapelícula UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL - PERIODISMO (2009.1)

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Cultura española – El nuevo rock español

Fecha: / / Cultura española – El nuevo rock español El Canto del Loco (abreviado a
Fecha: / / Cultura española – El nuevo rock español El Canto del Loco (abreviado a

El Canto del Loco (abreviado a veces como ECDL) es un grupo español, cuyo estilo de música se encuadra dentro del pop rock, aunque sus miembros reconocen que algunas de sus canciones pertenecen más al género power pop.

Fue creado en 1994 por Dani Martín e Iván Ganchegui (que más tarde abandonaría el grupo, en 2002), aunque los cinco componentes finales no estarían reunidos hasta unos años después. Influenciados principalmente por otros grupos españoles de la década de 1980 y con cinco álbumes de estudio, El Canto del Loco ha conseguido vender más de un millón de copias en el mercado,convirtiéndose en uno de los grupos musicales más importantes del panorama español actual.

Han recibido tres nominaciones a los MTV Europe Music Awards en la categoría de "Mejor artista español", de las cuales han ganado en dos ocasiones, y fueron galardonados con dos Premios Ondas de Música en las categorías de "Mejor artista en directo" (2004) y "Mejor artista o grupo español" (2005).

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27

OrigenOrigenOrigenOrigen

Los orígenes del grupo se encuentran en la escuela de arte

dramático Cristina Rota, donde Dani Martín estudiaba desde 1994, cuando tenía 18 años. Allí conoció a un chico

llamado

Ganchegui, que tocaba

la guitarra, y con el

que, tras descubrir que ambos compartían los

mismos

musicales, montó un grupo. Ambos eran admiradores de la banda Radio Futura y sobre todo de su canción El canto del gallo, lo que les llevó a bautizar el grupo como El Canto del Loco. Durante estos comienzos, el grupo, además de los dos fundadores, incluía a una chica a la batería, a un bajista y a otro guitarrista. Sin embargo, este último abandonó el grupo por falta de tiempo, y, el día antes de su primer concierto, David Otero, primo de Dani, se unió al grupo como su sustituto.

Otero , primo de Dani, se unió al grupo como su sustituto. Iván gustos Poco después,

Iván

gustos

Poco después, la baterista y el bajista también decidieron abandonar el grupo. En sustitución de la baterista, apareció Jandro Velázquez, un electricista que era hijo de unos amigos de los padres de Dani y al que éste conoció en un certamen de flamenco. Chema Ruiz, un cántabro que estudiaba fisioterapia en la universidad de David y que era amigo de un amigo suyo, ocupó el puesto de bajista. A partir de entonces, los cinco componentes comenzaron a reunirse en una nave industrial de Algete (Madrid) para ensayar y sus amigos les servían de críticos.

PersonasPersonasPersonasPersonas (2008)(2008)(2008)(2008)

PersonasPersonasPersonasPersonas (2008)(2008)(2008)(2008) La grabación del nuevo álbum comenzó en octubre de 2007 y

La grabación del nuevo álbum comenzó en octubre de 2007 y no

finalizó hasta febrero de 2008 El 1 de abril se puso a la venta dicho álbum, bajo el nombre

Personas, y con él,

Canto del Loco anunció

El

una

gira

que

durará

hasta

finales

del

año

2009,

con

sus

apadrinados,

el

grupo

Sin

Rumbo,

y

el

cantante

Lucas

Masciano

como

teloneros.

 

El 12 de junio de 2008, Jandro anunció su decisión de abandonar el grupo por motivos personales. A pesar de ello, el grupo confirmó que la gira del álbum Personas no se verá afectada y

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continuará con un nuevo batería,Carlos Gamón, que ya antes había tocado junto al grupo Amaral y la solista Najwa Nimri.

El 28 de junio, el grupo intervino en el festival Rock in Río, celebrado por primera vez en España, más concretamente en Arganda del Rey, Madrid, recibiendo comentarios bastante negativos por parte de los críticos, aunque no por los fans.

Músicas y letras

Eres Tonto El Canto del Loco

Esta historia que te cuento es como un grito una voz desesperada que grita pidiendo auxilio auxilio por no ver nada que me llene en el camino auxilio por ver que hay mucha falta de cariño

me paro y me pregunto porque no vives rodeado de más verdad y buscando ese equilibrio que te llene de valor y que te quite del suicidio de tener que depender para sentirte más querido

usando menos el coco y un poquito más la piel ya que somos lo que somos

y si no lo quieres ver

eres tonto!!

si no te gustas es que no estas vivo

eres tonto!! eso es algo que nació contigo

y mañana al despertar: saltar de la cama luchar tu mañana, mirar a la cara,

que no debes nada eres tonto!! salir a la calle sin la tonteria sacando de dentro entera tu vida entera tu vida

Parece que está de moda ir de tontito aparentar ser la persona que siempre tu habias querido dime ¿por qué no te quieres aunque sea solo un poquito? ¿y por qué no eres tu mismo y no algo parecido?

usando menos el coco y un pokito más la piel ya que somos lo que somos y si no lo kieres ver eres tonto!! si no te gustas es que no estas vivo eres tonto!! eso es algo que nació contigo

mañana al despertar: saltar de la cama luchar tu mañana, mirar a la cara, que no debes nada eres tonto!! salir a la calle sin la tonteria sacando de dentro entera tu vida entera tu vida

mañana al despertar: saltar de la cama luchar tu mañana, mirar a la cara, que no debes nada eres tonto!! salir a la calle sin la tonteria sacando de dentro entera tu vida entera tu vida

eres tonto!!

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Personas El Canto del Loco

Miro ahora a mi alrededor veo miles de vidas que no se como son cada uno su historia cada uno su Rol somos solo personas

Unos que viven mejor porque usan el afecto como el primer valor otros que andan a golpes con su corazón

y

no cuidan su vida

Solo quiero regalar

un trozito de mi verdad solo quiero entregar todo lo que he pasado

lo que llevo guadado en mi, en mi

Somos un trozo de vida La parte mas viva del gran universo

Y también lo peor

Virtud y caida Verdad y mentira Capacidad de dar amor Eso es lo que quedara Somos un trozo de amor como un saco de llanto de risa y temor somos muchas peliculas distinto guión somos solo personas

Unos que quieren ser dios otros viven contentos siendo lo que son otros luchan su trozo otros lloran su horror que somos solo personas

Solo quiero regalar un trozito de mi verdad solo quiero entregar todo lo que he pasado

lo que llevo guadado en mi, en mi

Somos un trozo de vida La parte mas viva del gran universo

Y tambien lo peor

Virtud y caida Verdad y mentira Capacidad de dar amor Eso es lo que quedará De lo que tu puedes dar

Somos un trozo de vida La parte mas viva del gran universo

Y tambien lo peor

Virtud y caida Verdad y mentira Capacidad de dar amor Eso es lo que quedará De lo que tu puedes dar

Fin de Semana El Canto del Loco

Eeh! Eeh! Eeh!

Pasan cosas, cambian otras, ley de vida tal vez todo se acaba El ser humano busca un ser que le ame para su segundo tramo

Y tu quieres ser pequeño otra vez

Eeh! Eeh!

Yo pago coche, pago casa, pago para comer, todo se paga

Y ya no hay papa, ya no hay mama solo un gelocatil

de madrugada Si giras el cuello te ves pequeño y con 15 años (ahh, aaahh)

Y duele pero ahora estás bien

Siempre quedará nuestro fin de semana Nunca dejaré de querer ver vuestras caras Siempre quedará nuestro fin de semana

Y llegará el domingo otra vez

Eeh! Eeh!

Te acuerdas tanto de esos años de tu cuarto del parque y de tu plaza

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Y

de tu madre que decia abrigate que hace frio que

y

regalar cariño no era competitivo

te cagas

y

a las diez en casa me dejas un ratito

Si giras el cuello te ves pequeño y con 15 años

y

de escribir mil cartas todo lo hemos perdido

Y

duele pero ahora estás bien

 

Y

gracias fue tan bonito

Siempre quedará nuestro fin de semana

Nunca dejaré de querer ver vuestras caras Siempre quedará nuestro fin de semana

Y llegará el domingo otra vez

Siempre quedará nuestro fin de semana Nunca dejaré de querer ver vuestras caras Es que siempre quedará nuestro fin de semana

Y llegará el domingo otra vez

Eeh! Eeh! Eeh!

Gracias El Canto del Loco

Me acuerdo y ya hace tiempo Cuando un recreo era mas que un trofeo Cuando ser el pequeño significaba que eras lo primero Al recibir un premio era encontrar al mejor delantero metido en aquel cromo tan buscado era tu tesoro

Y gracias fue tan bonito

Por darme tanto cuando era niño

Y gracias lo necesito

Lo llevo dentro

Y vive conmigo

Hacer daño era trampa, multiplicar un lio

Por darme tanto cuando era niño

Y gracias lo necesito

Lo llevo dentro

Y vive conmigo

Un problema era tarea y el amor felicidad

el verano era mas largo mi refugio era mamá

Nada se quedaba dentro yo sabía perdonar siempre disfrutando el tiempo siempre siendo de

verdad

Aquellos 15 años Aquellos findes que lejos estan aquellas ilusiones ya no se tienen no se sienten

igual

aquellas noches largas,aquellas plazas y esas ganas

de

amor

mi

bici california y aquel verano nunca volveran

Y gracias fue tan bonito

Por darme tanto cuando era niño

Y gracias lo necesito

Lo llevo dentro

Y vive conmigo

(Pues en la canción de "Gracias" nuestros chicos nos propusieron un juego bastante difícil a todos los fans, grabando una frase al revés:)

“LAS PERSONAS, GRACIAS POR HABER QUERIDO ENTRAR EN EL MUNDO DE LOS SERES INDIVIDUALES DOTADOS DE VIDA Y

SENSIBILIDAD"

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO ESPAÑOL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO ESPAÑOL

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CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC)

COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

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Cultura de Latinoamérica – Cortometrajes argentinos

/ / Cultura de Latinoamérica – Cortometrajes argentinos 18-J (Argentina, 2004) c 1. FICHA TÉCNICA TITULO

18-J (Argentina, 2004) c

1. FICHA TÉCNICA

TITULO ORIGINAL: 18 – J GÉNERO: Documental ORÍGEN: Argentina DURACIÓN: 107 minutos DIRECTORES: Adrián Caetano, Daniel Burman, Lucía Cedrón, Alberto Lecchi, Juan Bautista Stagnaro, Marcelo Schapces, Mauricio Wainrot, Adrián Suar, Alejandro Doria y Carlos Sorín

2. SINOPSIS GENERAL

Es un largometraje compuesto por diez cortometrajes. Diez historias realizadas por diez directores para rendir homenaje a las víctimas del atentado a la AMIA*. Los directores provienen de distintas tendencias, géneros y estilos que integran una mirada fructífera y enriquecedora.

3. GLOSÁRIO (*AMIA)

La Asociación Mutual Israelita Argentina (AMIA) es un centro de la comunidad judía localizado en la Ciudad de Buenos Aires. Sus objetivos principales son promover el bienestar y el desarrollo de la comunidad judía argentina y mantener vivas las tradiciones y los valores judíos. El 18 de julio de 1994, una camioneta Renault Traffic blanca cargada con explosivos se estrelló contra el edificio de la AMIA –ubicado en Pasteur 633 en el barrio porteño de Balvanera– matando a 85 personas, hiriendo a cientos de ellas, y destruyendo el edificio por completo. Fue el mayor atentado terrorista de la historia argentina. Desde el principio, las sospechas recayeron en la organización islamista Hezbolá, con apoyo del gobierno de Irán, pero solo 12 años después del atentado, en octubre de 2006, se lograron reunir las pruebas necesarias para formular oficialmente la acusación contra el Gobierno de Irán, como instigador, y contra Hezbolá, como ejecutor.

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4. SINOPSIS

DE LOS 3 CORTOS (QUE SERÁN TRABAJADOS EN LA CLASSE HOY)

DE LOS 3 CORTOS (QUE SERÁN TRABAJADOS EN LA CLASSE HOY) UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL
DE LOS 3 CORTOS (QUE SERÁN TRABAJADOS EN LA CLASSE HOY) UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL

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5. CRÍTICA PERIODÍSTICA 18-J es el primer film argentino sobre el atentado a la AMIA.

5. CRÍTICA PERIODÍSTICA

5. CRÍTICA PERIODÍSTICA 18-J es el primer film argentino sobre el atentado a la AMIA. No

18-J es el primer film argentino sobre el atentado a la AMIA. No es casual que el mismo sea un film colectivo en el sentido de que intenta ser un reclamo social y no tanto una búsqueda de sentido de ese suceso. Es decir que el film no se interesa tanto en abordar causas políticas que inexorablemente explotan –en un doble sentido– un 18 de julio de 1994, y tampoco pretende ahondar en consecuencias políticas, puesto que 18-J está lejos de ser un periplo por el expediente que descansa en el Poder Judicial. De alguna manera este film niega, sin que esto pueda leerse peyorativamente, cualquier intento de reflexión respecto de la problemática judía, su posición en el mundo y su vínculo con comunidades "otras" que, indefectiblemente, se le oponen.

¿Cuál es la búsqueda, entonces, de 18-J? Se trata de una búsqueda de valores humanos que intentan ser recuperados, del sentido de una memoria un tanto enmohecida. Y lo que intenta recuperar en esta búsqueda es un cuerpo, o mejor, un rostro social a través de esos 85 cuerpos

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perdidos. Ahora bien, para configurar una imagen –cinematográfica a falta de cualquier otra– de las secuelas del horror, el camino parece ser el de restituir los cuerpos de esas 85 víctimas, es decir, adjudicarles un nombre, una existencia. Frente al vacío, la decisión es dar cuerpo, narrar historias, dar vida a algo que hace diez años parece ser inerte, tomando en cuenta que no desata ninguna reflexión al respecto. Pero como veremos esta no es una tarea sencilla.

Los cortos de Juan Bautista Stagnaro (La divina comedia) y Adrián Suar (Sorpresa) se concentran en el mismo día del hecho extrayendo historias puntuales de familias y personajes cementados en el olvido, pero que equivalen a cualquier familia o personaje posiblemente vinculado con el atentado.

Tomando en cuenta los fines y valores que alientan al film y, por otro lado, tomando en cuenta lo ya expuesto, es muy difícil calificarlo como bueno o malo. Pero esto no impide esbozar algún juicio. Sin duda, su mayor virtud es la de lanzar un interrogante: ¿qué fue todo esto? Su mayor desacierto es que la mayoría de los realizadores intentó lanzar la pregunta desde el mismo sitio (18 de julio de 1994, AMIA, bomba, muertos) para encontrar ese mismo punto de origen al final del recorrido (18 de julio, AMIA, bomba, muertos). 18-J es por tanto un círculo que se cierra diez años después, y por eso se topa con un vacío. Tal vez se necesite mayor distancia, otros diez años, para

cambiar de figura.

Silvina Rival (Página 12)

Para más informaciones: http://www.pagina12.com.ar

6. TAREA -

¿ Cúal fue lo mejor que has visto? Por qué ?

6. TAREA - ¿ Cúal fue lo mejor que has visto? Por qué ? ¿Quiéren un
6. TAREA - ¿ Cúal fue lo mejor que has visto? Por qué ? ¿Quiéren un

¿Quiéren un corto más? Es del mejor director

Por qué ? ¿Quiéren un corto más? Es del mejor director “Sin título” – BURMAN UFPE

“Sin título” – BURMAN

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

Nombre:

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COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

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Cultura de Latinoamérica – Música chilena

La escena del rock contemporáneo de Chile

Música chilena La escena del rock contemporáneo de Chile En Chile, la música rock and roll

En Chile, la música rock and roll empezó a manifestarse públicamente a fines de la década de 1950. Así, en sus inicios, el rock en Chile fue mera imitación, muchos sólo pretendían imitar a Elvis Presley o a The Beatles. Uno de los primeros grupos de rock and roll chileno fue " William y sus Rockers", quienes en el año 1957, cantaban sus canciones en inglés. Ya en la década 60, cuando los ecos del Mundial de Fútbol de 1962 áun no se apagaban, comienza el despliegue de una serie de bandas chilenas imitadoras de

los nuevos vientos que soplaban en las islas británica, en particular con el primer mega éxito global de Los Beatles. En la segunda mitad de la década del 60, en Chile, ocurren una serie de eventos que permearán las tendencias musicales de la época. Es tiempo de cambios, desde 1964 Eduardo Frei Montalva (PDC) gobierna bajo la premisa de la Revolución en Libertad, como contrapunto a los movimientos de izquierda influenciados por la revolución cubana. Comienzan las revueltas estudiantiles en las universidades, surge un acercamiento a lo autóctono y latinoamericano, que tendrá su mayor expresión en el movimiento neofolclórico denominado la Nueva Canción Chilena. Esta escena musical tendrá gran influencia en el desarrollo posterior del rock local, con bandas que toman los ritmos e instrumentos de América Latina y los mezclan con guitarras eléctricas y baterías.

Al comenzar la nueva década, la de 70, el rock chileno aún es un fenómeno localizado en ciertos grupos juveniles principalmente de centros urbanos como Santiago, Valparaíso o Viña del Mar. Hacia 1971 y en pleno gobierno de Salvador Allende, la gama de géneros rockeros se extiende y fusiona elementos del jazz, el pop, el hard rock, la sicodelia, el folclore y los sonidos acústicos.

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Pero el inicio de la dictadura de Augusto Pinochet significará un enorme quiebre para

la sociedad chilena y sus libertades civiles. Con toque de queda estricto, la persecución de

socialistas, comunistas y afines al régimen depuesto de la Unidad Popular, no queda espacio

para las manifestaciones artísticas contestatarias y liberales como el rock.

Las bandas se disuelven, algunas como “Los Jaivas” comienzan a itinerar por el extranjero, y no hay difusión pública a través de los medios de comunicación de las obras del efervescente periodo anterior. En los años inmediatamente posteriores al Golpe de Estado, sólo hay pequeños atisbos creativos y circunscritos a espacios subterráneos.

atisbos creativos y circunscritos a espacios subterráneos. Al comenzar el periodo de la década de 80,

Al comenzar el periodo de la década de 80, Chile se encuentra bajo control militar, amplia censura en los medios y una economía en crecimiento que luego se derrumbaría en 1982. En estos primeros años de la década las bandas activas no trascienden en masividad, a pesar de efectuar conciertos y tocatas en gimnasios y fiestas escolares, además de esporádicas apariciones en algunos medios de comunicación. Es un periodo en que las nuevas tendencias rockeras como el punk o la new wave británica no tienen cabida oficial.

Pero con la década de 1990, Chile comienza a retornar a la democracia, es una época de cambios culturales importantes, de recuperar los derechos civiles que durante casi 20 años estuvieron ausentes. Será un tiempo de cambios en la concepción del rock. Los versos contestatarios en contra del régimen militar quedarán atrás.

Así, hoy el rock chileno ha evolucionado hacia una completa y total variedad de estilos rescatando lo mejor de los 90 con nuevas influencias foráneas y volviendo nuevamente a encontrarse con la semilla de los 70. La escena ya no es dominada por uno o dos grupos sino que existen cientos de originales agrupaciones de vasta creación. Como ejemplo tenemos nuevos grupos musicales como: Primavera de Praga, Jirafa Ardiente, Matorral y Polter, que vamos escucharlos ahora.

Fuente: wikipedia

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LAS LETRAS

1 – PRIMAVERA DE PRAGA: “Advertencia”

Denuevo inventando idiomas para ti estoy temblando de verguenza no me dijiste que la noche hiba a caer pues me acostumbro con destreza estaba respirando y no me percate sera por que es asi la ciencia la tarde es sanar asi lo ves creo que es una advertencia

uhhuuhhh una y mil veces te falle uhhuuhhh un millon de años tardare uhhuuhhh de encontrar algun sentido uhhhuuhhhhaaaaa

me fui mirando y pensando a la vez que soy lo unico que tengo se aparecio la muerte y no me asuste ire a comprar a ver si vuelvo

uhhuuhhh una y mil veces te falle uhhuuhhh un millon de años tardare uhhuuhhh de encontrar algun sentido uhhhuuhhhhaaaaa

2 – JIRAFA ARDIENDO: “Mastodonte”

Ven, ven bien con quién te vas a defender miel, miel que cae bien, antes de morder quién no sabe quién es

Ven, tráeme contigo de placer contigo viene el atardecer siempre subo más, para así caer el golpe me dirá quién, quién ya dispara bien, tengo que ver quién brilla después ven en velocidad

Caen en mi cara caen en mis ojos, caen quién dijo que yo volvería así

Fiel después con quién te puedes contener ven, ven y trágame sólo deja pies ya no hay nada más que hacer

Siempre subo más

3 – MATORRAL: “Tras de ti”

Mira como vienen tras de ti Yo estare contigo hasta el final

Hoy vendras a mi Siempre habra algo nuevo para resistir Siempre habra un motivo

Esta vez nadie lo va a notar Se que no has dormido y que has estado mal Tus ojos estan llenos de ansiedad

Hoy vendras a mi Siempre habra algo nuevo para resistir Siempre habra un motivo para resistir

Tras de ti Matorral.

4 – POLTER: “En Soledad”

Salto y estoy a su lado No hace caso de mi vida Parece un tipo influyente Esta en paz. La ira "corta-corriente" En sus manos contradice Lo que liberan sus ojos Que no quiere estar Momento en soledad. De pronto llega ella Y en su cara sale el sol Llega ella sin tener explicación Fuera de toda razón. Sale, escapa raudo y decrece En la penumbra de la vía Se hace humo el asfalto Es la señal. El caminar de la gente Apurada por la brisa

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No borra el mar insolente entiéndela codicia sin mirar. De pronto llega ella y en su cara sale el sol llega ella sin tener explicación

llega ella el le escribe una canción llega ella y el no tiene mas que una sonrisa más, un martes di adiós. De pronto llega ella y en su cara sale el sol llega ella sin tener explicación llega ella el le escribe una canción

llega ella y el no tiene nada

que una sonrisa mas (que una sonrisa mas) que una sonrisa mas (que una sonrisa mas) que una sonrisa más un martes di adiós

x2

LA ESCENA INDEPENDIENTE DEL NUEVO ROCK CHILENO

di adiós x2 LA ESCENA INDEPENDIENTE DEL NUEVO ROCK CHILENO PRIMAVERA DE PRAGA JIRAFA ARDIENDO MATORRAL

PRIMAVERA DE PRAGA

INDEPENDIENTE DEL NUEVO ROCK CHILENO PRIMAVERA DE PRAGA JIRAFA ARDIENDO MATORRAL POLTER UFPE - CAC| ESPAÑOL

JIRAFA ARDIENDO

DEL NUEVO ROCK CHILENO PRIMAVERA DE PRAGA JIRAFA ARDIENDO MATORRAL POLTER UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL

MATORRAL

ROCK CHILENO PRIMAVERA DE PRAGA JIRAFA ARDIENDO MATORRAL POLTER UFPE - CAC| ESPAÑOL INSTRUMENTAL - PERIODISMO

POLTER

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

Nombre:

Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

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COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

ESPAÑOL INSTRUMENTAL - ANTÓNIO TORRE MEDINA

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Cultura de Latinoamérica – Música argentina (rock contemporáneo)

Latinoamérica – Música argentina (rock contemporáneo) Los integrantes de la Bersuit se conocieron en 1987 en

Los integrantes de la Bersuit se conocieron en 1987 en "La Casa de las Artes de la Vieja Avellaneda" (provincia de Buenos Aires), lugar de encuentro de músicos y artistas. Allí improvisaron por primera vez en escena versiones de los temas "Hociquito de Ratón (y punto)" y "Masturbación en masa"(inédito).

se

constituía con cinco miembros: Gustavo Cordera (voz), Carlos Martín (batería), Pepe Céspedes (Bajo), Juan Subirá (Teclados) y

Charly Bianco (Guitarra). En ese entonces la banda no había adoptado un nombre definitivo y se presentaban como "Henry y la Palangana".

Un

año

más

tarde

el

grupo

"Henry y la Palangana". Un año más tarde el grupo Fue en mayo del '89 cuando

Fue en mayo del '89 cuando se dieron en llamar Bersuit Vergarabat, momento en que comenzaron a recorrer el circuito under porteño, tocando en Babylonia, Cemento y fiestas del Condon Clú, entre otros lugares.

Ya entrados los '90 se incorporan al grupo Oscar Righi (guitarra eléctrica), Raúl Pagano (teclados) y Rubén Sabrinas (voz), formación con la que grabaron su álbum debut “Y Punto”, que contenía un cover del tema “El tiempo no para”, del músico brasileño Cazuza que les trajo muy buena repercusión.

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Un año mas tarde, en 1992, salen con su segunda producción titulada “Asquerosa Alegría”. Para

Un año mas tarde, en 1992, salen con su segunda producción titulada “Asquerosa

Alegría”. Para esta época el grupo empezaba

a vivir algunos cambios internos, como el

alejamiento de RaúI Pagano, Rubén Sabrinas y

su

guitarrista Charly Bianco y la incorporación

de

Alberto Verenzuela.

Entre rumores de una posible separación, Bersuit entra a estudios para grabar una nueva placa, “Don Leopardo”, que contó con la producción de Pichón Dalpont. Con el lanzamiento de este álbum Bersuit comenzó a ganar más lugar dentro de la escena musical, incluyendo su participación en festivales multitudinarios, como el Festival Alternativo de Ferro, el cierre de Buenos Aires No Duerme en Parque Centenario, y el Festival de Las Madres en Ferro y de Las Abuelas en Plaza de Mayo.

Ese mismo año el grupo realizó 52 shows por distintas ciudades del país como Rosario, Córdoba, Trelew, Puerto Madryn, Comodoro Rivadavia y la Costa Atlántica, entre otras.

EI '98 encuentra a la Bersuit abocada a la producción de su cuarto disco, “Libertinaje”, que tuvo como productor artístico a Gustavo Santaolalla, junto a Anibal Kerpel, Pablo Guyot y Alfredo Toth. “Libertinaje”, doble platino en Argentina, fue el disco de despegue internacional de la banda. Los Bersuit inician una etapa de presentaciones en todo Latinoamérica, España y Estados Unidos. Integran el Watcha Tour del año 99, hacen tres giras exitosas por España, (incluyendo su elogiadísima participación en el famoso Festimad) pasan cuatro veces en un año por México, tocan en Chile, Venezuela, Colombia, Costa Rica, Uruguay, Bolivia, Perú, Nicaragua, Guatemala. Cierran el año 99 con un show masivo al aire libre en Buenos Aires, nada menos que frente al Obelisco. Cincuenta mil fans los acompañan.

En el año 2000 llega “Hijos del Culo”. La historia recomenzaba y otro capítulo estaba por escribirse. Nuevamente alcanzan el doble platino por las ventas de este trabajo y el grupo continúa creciendo en convocatoria de público.

A mediados del 2002 el grupo decide resumir sus 10 años de carrera en un disco en vivo y llega el tan esperado “De la Cabeza con Bersuit Vergarabat”.

Un disco que refleja el mejor momento del grupo y la energía de las “fiestas itinerantes” que son las presentaciones de la banda del pelado Cordera.

Grabado en el estadio Obras Sanitarias y en Show Center de Haedo, este trabajo fue la excusa perfecta para comenzar la “Gira De la Cabeza con Bersuit” con la que recorrieron el país entero además de presentarse en España y Estados Unidos.

entero además de presentarse en España y Estados Unidos. Después vinieron todas las seguidillas de shows

Después vinieron todas las seguidillas de shows sold out en los Luna Park y la confirmación de que la Bersuit Vergarabat es la banda más importante en la escena del Rock Argentino al alcanzar el Triple Platino por las más de 150 mil copias vendidas de este disco en vivo.

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De este álbum, se desprende el DVD homonimo, el cual repasa estos shows mas imágenes extra de la banda y video clips, tiene un gran éxito entre los seguidores y consigue el galardon de DVD de platino

EL 2004 los encuentra con más satisfacciones, durante el mes de enero, Bersuit realizó un show frente a más de 20 mil personas en el Patinódromo de Mar del Plata y fueron el número más importante del festival Cosquin Rock .

En el mes de marzo del mismo año lanzan su exitoso disco “La Argentinidad al Palo (Se es lo que se es)” que bajo un concepto diferente fue un disco doble que salió a la calle en dos etapas.

fue un disco doble que salió a la calle en dos etapas. internacional. El Argentinidad al

internacional.

El

Argentinidad al palo (Se es)”, mientras que el segundo, con un mes de diferencia se llamó “La Argentinidad al palo (Lo que se es)”.

estos dos discos fue “La

primero

de

Bajo la producción de Gustavo Santaolalla y grabado en los Estudios Del Cielito durante los meses de noviembre y diciembre del 2003, cada disco, independiente uno del otro, está compuesto por 11 temas y refleja el excelente momento por el que transita el grupo.

Con su doble disco de “La Argentinidad al palo” la Bersuit dio mas de 100 show nacionales e internacionales durante el 2004, siendo así el grupo con mas convocatoria a nivel nacional y un amplio alcance en el plano

El cierre del año de “La Argentinidad al palo” fue en un multitudinario show en Mendoza donde se registraron las imágenes y el audio para la edición de un DVD de esta presentación

No solo el grupo obtuvo el reconocimiento del publico, sino que también recibió el galardón séxtuple disco de platino para “La argentinidad al palo” y fueron reconocidos por los medios de comunicación como la mejor banda del 2004.

Después de su vigoroso año, la Bersuit es invitada a la apertura del Foro Social Mundial en Porto Alegre, Brasil. Allí compartió escenario con figuras de la talla de Gilberto Gil y Manu Chao, entre otros, participando así en un gigantesco espectáculo en el escenario Puerto del Sol de Porto Alegre. A partir de esta presentación el grupo ha recibido numerosas invitaciones en distintas partes del mundo relacionadas con el Foro Social Mundial.

partes del mundo relacionadas con el Foro Social Mundial. En el 2005 continúan los premios y

En el 2005 continúan los premios y reconocimientos a la banda. Entre estos, figura el máximo galardón de la música argentina: el premio “Gardel de Oro a la música”

En el curso de este año, realizaron varios show nacionales e internacionales. Sus últimas presentaciones en Capital Federal fueron una seguidilla de shows entre 16 junio y el 2 julio en el estadio “Luna Park”, donde agotaron todas las localidades. En estos recitales, compartieron escenario junto a otras figuras de la música nacional, presentaron canciones de su nuevo álbum, y recorrieron

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casi toda su historia musical, confirmando su vigencia, y exponiendo también su interés por la causa social y ecológica.

también su interés por la causa social y ecológica. El grupo sigue demostrando su poder creativo

El grupo sigue demostrando su poder creativo en su nuevo disco “Testosterona” que fue grabado entre abril y mayo del 2005 en estudios Del Cielito. El álbum, una vez mas, cuenta con la producción del talentoso Gustavo Santaolalla junto a la Bersuit, sumada la colaboracion de Anibal Kerpel. A través de 13 temas, recorren una amplia variedad de géneros musicales, sin dejar de lado el rock en su estado mas puro. Se nota en las canciones y el sonido del álbum que el crecimiento de la banda no se detiene.

colaboración de Andres

Calamaro, de Carlos “La Mona” Jimenez y del Sindicato Argentino del Hip-Hop.

Cuenta

con

la

“Madre hay una sola” es el primer single del disco. Lleva un mensaje ecologista, reflajando la preocupacion por el medio ambiente y es en si misma un homenaje a la madre Tierra.

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Músicas y letras

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Zi Zi Zi Bersuit Vergarabat

Aguantame, nomá, un minutito,

Te voy a contar un problema:

Yo tengo esposa e hijitos,

Sus pancitas tengo que llenar,

Me quieren echar si no pago,

Debo cuatro meses,

¡no llego ni a palos!

Te juro soy buen argentino,

Aquí no hay respiro

¡es para llorar!

Chupete consulta a antonito

Que posa en miami

Con esa shakira.

Sigue el dolor de los chicos,

Que a los muertos tienen que enterrar.

Se hunde la luz, la paciencia,

El viaje es muy largo, y estallan cabezas.

Me cuesta dormir por las noches,

Lo intento de día, y vuelvo a fracasar.

Y andan por ahí,

Millones de dilemas:

Mucho robo por aquí,

Un secuestro por allá.

Y millones de tragedias:

Muchos muertos por aquí,

Un balazo por allá.

Voy a quedarme en el horno

De esta tierra, huérfana de amor.

ya estoy con vos.

No

no

¡ma qué se yo!

ya estoy con vos.

¡zi

zi

zi

zi

zi

zi!

Ladrones de estados unidos

Comprando a nuestros dirigentes.

Acá el que no afana es boludo,

Como sea ¡nos cogen igual!

No importa el esfuerzo que hagas,

Nunca es suficiente:

Acá tenés que irte a la mierda, Salir en la tele

O ganar el mundial.

Pero

¡no me estás escuchando! Un gobierno por aquí, Un ministro por allá. Así, nos están exprimiendo; Una marcha por aquí Un piquete más allá.

¡por favor!

Acá el que no corre vuela

Y te digo un poco más:

¡hoy estoy por reventar! La única bandera es la miseria, Un vueltito por aquí, Un mangazo por allá

Voy a quedarme en el horno De esta tierra, huérfana de amor.

ya estoy con vos.

No

no

¡ma qué se yo!

ya estoy con vos.

¡zi

zi

zi

zi

zi

zi!

Toco Y Me Voy Bersuit Vergarabat

Te la toco de primera Vos si querés la agarrás Cada jugada que sueño se hace realidad

O pareciera

Aunque pongas la barrera Yo te la mando a guardar Toda la vida es un baile y te pueden bailar Aunque no quieras , lo verás

En una cancha o en un bar

algo casual.

Dando la vuelta manija me doy

Subiendo al latido de esta vibración, Caño , taquito , chilena y tablón

El fuego sagrado de mi corazón

Toco y me voy La camiseta es como un dios Toco y me voy No importa cuál sea el color Toco y me voy La camiseta es como un dios Toco y me voy No importa cuál sea el color

Y si me pintan la cara

Hoy no me voy a achicar Cuando me muerda la pena no voy a llorar

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Sí, ahora soy taxista.

En

un picado cualquiera

Mi

alma se echa a rodar,

Este es el juego que siento y no pienso parar

Yo

pongo el cuerpo hasta el final

En

una cancha o en un bar

Toco y me voy

La camiseta es como un dios

Toco y me voy

No importa cuál sea el color

Del cuadro que sigas toda tu vida

Toco y me voy

La camiseta es como un dios

Toco y me voy

No importa cuál sea el color

Banderas al viento en la bienvenida

Toco y me voy

La camiseta es como un dios

Del cuadro que sigas toda tu vida

Toco y me voy

No importa cuál sea el color

Banderas al viento en la bienvenida

Toco y me voy

La camiseta es como un dios

Del cuadro que sigas toda tu vida

Toco y me voy

No importa cuál sea el color

Negra Murguera Bersuit Vergarabat

Como un curda que despierta

arruinado en un fuentón,

se levanta y empieza a recordar

los sucesos ya lejanos de la noche anterior

una negra, polvareda y revolcón

Sos la murga que nace en la entraña del malón

de la raza que destila este sudor

Con un ojo emparchado y un cacho de corazón

cuando se pone pura grasa la pasión

MURGA MURGUERA

AGUA DE ZANJA, PIEL DE VEREDA

LLEVAME CON VOS

Al suburbio mundano que no tiene escalafón,

Ha terminado el festival

donde pintan buenos, malos, qué sé yo La tristeza es un vaso que también se desfondó ese día que al tun tun la gambeteó

MURGA MURGUERA AGUA DE ZANJA, PIEL DE VEREDA LLEVAME CON VOS MURGA MURGUERA BAJO TU CIELO ESTRELLADO SE AGITAN LAS

MELENAS

LLEVAME CON VOS

A TOCAR HASTA QUE SANGREN LAS MANOS,

A TOCAR HASTA QUE SANGREN LAS MANOS,

A TOCAR HASTA QUE SANGREN LAS MANOS,

A TOCAR HASTA QUE

En medio de la resaca intenta muy lento la murga entonar, pero es un vago lamento parecido al viento que lo hace pensar

Sos la musa minusa que me trae inspiración, yo te juro que no dejo mi tambor Por que verte morocha es tan linda sensación Sólo toco para que bailes vos

NEGRA MURGUERA SUBÍ A LA COMPARSA Y MOVÉ TUS CADERAS LLEVAME CON VOS

En la calle ya se dice que no era como soy

Y

qué querés? Si la ternura me brotó

Y

estos versos tan melosos que tu danza se robó

son la prueba irrebatible de un amo

NEGRA MURGUERA SUBÍ A LA COMPARSA Y MOVÉ TUS CADERAS, LLEVAME CON VOS NEGRA MURGUERA

DESDE LA LUNA AZULADA SE VE TU POLLERA, QUE ROMPE EL DOLOR

Y

ME DA GANAS DE METER LA PATA

Y

ME DA GANAS DE METER LA PATA

Y

ME DA GANAS DE METER LA PATA

Y

ME DA GANAS DE

NEGRA MURGUERA

Y

ME DA GANAS DE

NEGRA MURGUERA

Y

ME DA GANAS DE

NEGRA MURGUERA

Y

ME DA GANAS DE

NEGRA MURGUERA

Y

ME DA GANAS DE

Él mientras vuelve a su casa repasa los pasos que tiene que dar

y culpa a la borrachera

de haberse olvidado a la negra en un bar

r

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El tiempo no para

Bersuit Vergarabat

Composição: Cazuza

Y tu cabeza está llena de ratas,

Te compraste las acciones de esta farsa,

Y el tiempo no para.

Yo veo al futuro repetir el pasado,

Veo un museo de grandes novedades

Y el tiempo no para, no para.

No para

Disparo contra el sol con la fuerza del ocaso,

Mi ametralladora está llena de magia,

Pero soy solo un hombre más.

Cansado de correr en la dirección contraria,

Sin podio de llegada y mi amor me corta la cara,

Porque soy sólo un hombre más.

Pero si pensás que estoy derrotado,

Quiero que sepas que me la sigo jugando,

Porque el tiempo, el tiempo no para.

Unos días sí, otros no,

Estoy sobreviviendo sin un rasguñón,

Por la caridad de quien me detesta.

Y tu cabeza está llena de ratas,

Te compraste las acciones de esta farsa,

Y el tiempo no para.

Yo veo al futuro repetir el pasado,

Veo un museo de grandes novedades

Y el tiempo no para, no para.

Yo no tengo fechas para recordar,

Mis días se gastan de par en par

Buscando un sentido a todo esto.

Las noches de frío es mejor ni nacer,

Las de calor se escoje matar o morir,

Y así nos hacemos argentinos!!

Nos tildan de ladrones, maricas, faloperos,

Y ellos sumergieron a un país entero,

Pues así se roban mas dinero.

Y tu cabeza está llena de ratas,

Te compraste las acciones de esta farsa,

Y el tiempo no para.

Yo veo al futuro repetir el pasado, Veo un museo de grandes novedades

Y

el tiempo no para, no para, no.

Y

unos días sí, otros no,

Estoy sobreviviendo sin un rasguñón, Por la caridad de quien me detesta.

Y tu cabeza está llena de ratas,

Te compraste las acciones de esta farsa,

Y el tiempo no para.

Yo veo al futuro repetir el pasado,

Veo un museo de grandes novedades, no

Y el tiempo no para, no para, no no., no.

Bersuit vergarabat

Nos tildan de ladrones, maricas, faloperos,

Y ellos destruyeron un país entero,

Pues así se roba mas dinero.

Yo!

Chelo

22!

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Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

Nombre:

Nombre: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC) COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) CENTRO DE ARTES Y COMUNICACIÓN (CAC)

COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

ESPAÑOL INSTRUMENTAL - ANTÓNIO TORRE MEDINA

Fecha:

/

/

Cultura de Latinoamérica – Literatura argentina

Julio

Cortázar

(Argentina, 1914-1984)

Literatura argentina Julio Cortázar (Argentina, 1914-1984) E scritor argentino que fue un renovador del género

Escritor argentino que fue un renovador del género

E scritor argentino que fue un renovador del género narrativo, especialmente del cuento breve, tanto en

narrativo, especialmente del cuento breve, tanto en la estructura como en el uso del lenguaje. Aunque nació en Bruselas, vivió en París la mayor parte de su vida -ciudad en la que murió- y en 1981 se nacionalizó francés, como protesta ante la toma del poder de las diferentes juntas militares en Argentina, es un autor argentino plenamente integrado en la literatura hispanoamericana.

plenamente integrado en la literatura hispanoamericana. Nació en Bruselas, pero sus padres se trasladaron pronto a

Nació en Bruselas, pero sus padres se trasladaron pronto a Buenos Aires. Estudió en la Escuela Normal de Profesores y fue profesor de Lengua y Literatura francesa en varios institutos de la provincia de Buenos Aires, y más tarde en la Universidad de Cuyo. En 1951 consiguió una beca para realizar estudios en París y ya en esta ciudad pasó a ser traductor de la UNESCO, trabajo que desempeñó hasta su jubilación. Un rasgo importante de su vida es que a raíz de un viaje que realizó a Cuba, invitado por Fidel Castro, se convirtió en gran defensor y divulgador de la causa revolucionaria cubana, como años más tarde haría con la Nicaragua sandinista. Mantuvo, a lo largo de su vida, un compromiso político activo, sobre todo en defensa de los derechos humanos.

Viajero impenitente e intelectual abierto, fue uno de los protagonistas del boom de la literatura latinoamericana. Estos escritores consiguieron, a través de sus encuentros literarios y conferencias en diversos foros tanto de Estados Unidos como de Europa, sus relaciones con editoriales, sus colaboraciones con la prensa europea, un reconocimiento internacional para su obra, que, sin renunciar a sus raíces culturales, se universalizó tanto en temas como en estilos. Así, lo que empezó siendo un lanzamiento editorial de una nueva narrativa se convirtió en una presencia renovadora constante de la literatura, debido, por supuesto, a la calidad de las obras. Gran parte de

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su obra constituye un retrato, en clave surrealista, del mundo exterior, al que considera como un laberinto fantasmal del que el ser humano ha de intentar escapar.

El Cortázar de los cuentos ha creado escuela por sus propuestas sorprendentes, su aprovechamiento de los recursos del lenguaje coloquial y sus atmósferas fantásticas e inquietantes que pueden emparentarse con las de los relatos de su compatriota Jorge Luis Borges. El ritmo del lenguaje recuerda constantemente la oralidad y, por lo tanto, el origen del cuento: leídos en voz alta cobran otro significado. Lo curioso de estos relatos es que el lector siempre queda atrapado, a pesar de la alteración de la sintaxis, de la disolución de la realidad, de lo insólito, del humor o del misterio, y reconstruye o interioriza la historia como algo verosímil.

reconstruye o interioriza la historia como algo verosímil. Siguiendo la tradición inaugurada por Edgar Allan Poe,

Siguiendo la tradición inaugurada por Edgar Allan Poe, Cortázar ha escrito breves ensayos, en el que establece las diferencias entre novela, que implica varios acontecimientos en sucesión, y cuento, un acontecimiento principal que sirve de núcleo alrededor del cual se articulan las acciones del personaje y todos aquellos elementos significativos que, como la metáfora, el símbolo o las referencias a determinados objetos o situaciones, anuncian al mismo tiempo que, creando pistas inciertas o ambiguas (origen de la tensión del relato o intriga), ocultan el desenlace. Aplicando la terminología del boxeo, Cortázar dice que la novela gana por puntos y el cuento por knock-out. Insiste en la necesidad de condensación y en que no hay temas importantes y temas insignificantes:

cualquier tema, aun el más trivial (y para demostrarlo cita los cuentos de Chéjov), puede volverse significativo gracias a un buen tratamiento literario.

significativo gracias a un buen tratamiento literario. Rayuela (1963), la obra que despertó la curiosidad por

Rayuela (1963), la obra que despertó la curiosidad por

su autor en todo el mundo, compromete al lector para

que él mismo pueda elegir el orden en el que leerá los

capítulos: de manera sucesiva o siguiendo un esquema

de saltos que el autor ofrece en el comienzo del libro,

pero que no excluye -al menos hipotéticamente- otras

alternancias posibles. Rompiendo de este modo con

toda pauta convencional de linealidad narrativa y

sugiriendo que el lector haga una incursión personal en

el libro, Cortázar propone lo que la investigación

lingüística y literaria ha llamado desconstrucción del

texto. Al mismo tiempo, los discursos literarios,

filosóficos, políticos y hasta eróticos que se insertan en la novela se corresponden en gran medida con

cuestiones heredadas de la literatura del absurdo, concretamente de autores como Franz Kafka y

Albert Camus. Se trata de representar el absurdo, el caos y el problema existencial mediante una

técnica nueva. El autor pretende echar abajo las formas usuales de la novela para crear una narración

basada en una especie de ars combinatoria infinita por la cual se generan las múltiples lecturas

capaces de articular la trama, la intriga, los personajes, el desdoblamiento autor-narrador (dualidad

que, sin duda, remite una vez más a Cervantes como creador de la novela moderna) y hasta la

reconstrucción de la cronología. Él mismo ha declarado que quería superar el falso dualismo entre

razón e intuición, materia y espíritu, acción y contemplación, para alcanzar la visión de una nueva

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realidad, más mágica y más humana. Al final de la novela, en oposición a la novela clásica o tradicional, quedan interrogantes sin resolver: nada se cierra, todo está abierto a múltiples mundos.

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Rayuela

Capítulo 7

Rayuela Capítulo 7 ÁUDIO – VOZ DE CORTÁZAR “Toco tu boca, con un dedo

ÁUDIO – VOZ DE CORTÁZAR

“Toco tu boca, con un dedo toco el borde de tu boca, voy dibujándola como si saliera de mi mano, como si por primera vez tu boca se entreabriera, y me basta cerrar los ojos para deshacerlo todo y recomenzar, hago nacer cada vez la boca que deseo, la boca que mi mano elige y te dibuja en la cara, una boca elegida entre todas, con soberana libertad elegida por mí para dibujarla con mi mano en tu cara, y que por un azar que no busco comprender coincide exactamente con tu boca que sonríe por debajo de la que mi mano te dibuja.

tu boca que sonríe por debajo de la que mi mano te dibuja. Me miras, de

Me miras, de cerca me miras, cada vez más de cerca y entonces jugamos al cíclope, nos miramos cada vez más de cerca y nuestros ojos se agrandan, se acercan entre sí, se superponen y los cíclopes se miran, respirando confundidos, las bocas se encuentran y luchan tibiamente, mordiéndose con los labios, apoyando apenas la lengua en los dientes, jugando en sus recintos donde un aire pesado va y viene con un perfume viejo y un silencio. Entonces mis manos buscan hundirse en tu pelo, acariciar lentamente la profundidad de tu pelo mientras nos besamos como si tuviéramos la boca llena de flores o de peces, de movimientos vivos, de fragancia oscura. Y si nos mordemos el dolor es dulce, y si nos ahogamos en un breve y terrible absorber simultáneo del aliento, esa instantánea muerte es bella. Y hay una sola saliva y un solo sabor a fruta madura, y yo te siento temblar contra mi como una luna en el agua.”

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VÍDEO: 6 minutos

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Nombre:

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COMUNICACIÓN SOCIAL/PERIODISMO

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Fecha:

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Cultura de Latinoamérica – Literatura peruana

MARiO VARGAS LLOSA (Peru, 1936)

Biografía

Nació en Arequipa, Perú el 28 de marzo de 1936. Hijo de Ernesto Vargas Maldonado y de Dora Llosa Ureta, quienes se separaron antes de que él naciera. Proveniente de una familia de clase media, a temprana edad viajó a la ciudad boliviana de Cochabamba donde vivió toda su infancia y cursó sus primeros estudios en el Colegio La Salle de esa ciudad. Durante el gobierno de José Luis Bustamante y Rivero su abuelo obtuvo un cargo político en la ciudad de Piura, por lo que regresó al Perú con toda su familia y se instaló en esa urbe. En 1946 conoció a su padre, quien residía en la ciudad de Lima. Ese año se trasladó a la ciudad capital junto con su madre y su padre.

trasladó a la ciudad capital junto con su madre y su padre. En Piura cursó sus

En Piura cursó sus estudios primarios en el Colegio Salesiano de esa ciudad. Una vez en Lima, estudió en el Colegio "La Salle" de Lima y, durante dos años, en el Colegio Militar Leoncio Prado ubicado en el distrito chalaco de La Perla, donde tuvo como profesor de francés al poeta surrealista César Moro.

En el verano anterior a su último año en el colegio, Vargas Llosa se inició en el oficio de periodista. Se retiró del colegio militar y ese último año lo cursó en la ciudad de Piura, donde trabajó

la

en la publicación del periódico local La Industria y donde, por otro representación teatral de su primera obra dramática La huida del Inca.

lado, se

llevó a cabo

Durante el gobierno de Manuel A. Odría ingresó en la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, donde llevó algunos cursos de Derecho y terminó la carrera de Letras. Su vocación de escritor se iba consolidando a la par que su carrera como periodista iba cediendo paso a sus nuevas obligaciones.

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Contrajo matrimonio con Julia Urquidi, quien era una tía política por parte materna. El matrimonio duró aproximadamente 10 años. La pareja no tuvo hijos.

En 1958 obtuvo la beca de estudios "Javier Prado" que le permitió viajar a Madrid al año siguiente. Cursó estudios de doctorado en la Universidad Complutense de Madrid, y obtuvo el grado de "Doctor en Filosofía y Letras". En 1959 publicó un conjunto de cuentos bajo el título de Los jefes, que obtuvo

el "Premio Leopoldo Alas". Luego de doctorarse se instaló en París.

Suscitó la atención como escritor por primera vez con su novela La ciudad y los perros (1962) (traducida en 1963 al inglés bajo el título de The Time of the Hero) basada en sus propias vivencias adolescentes como cadete en el Colegio Militar Leoncio Prado.

Su obra a menudo critica la jerarquía de castas sociales y raciales vigente aún hoy en el Perú

y en América Latina. Muchos de sus escritos son de naturaleza autobiográfica, como La Casa Verde (1966), La tía Julia y el escribidor (1977) o Travesuras de la niña mala (2006).

Su ambiciosa novela histórica La guerra del fin del mundo (1981) tiene lugar en las profundidades del sertao brasileño del siglo XIX, y se basa en hechos auténticos de la historia del Brasil, la revuelta antirrepublicana de masas milenaristas sebastianistas guiadas por el taumaturgo iluminado Antonio Conselheiro en el pueblo de Canudos.

En 1965, contrajo matrimonio con su prima Patricia Llosa con la que tuvo tres hijos: Gonzalo,

Álvaro y Morgana. Regresó a Europa, y residió en París, Londres y Barcelona. En 1974 regresó al Perú

e hizo incursiones en el periodismo televisivo como conductor del programa político "La Torre de Babel".

Tras un período de intensa actividad política, Vargas Llosa volvió a ocuparse en la literatura con su libro autobiográfico El pez en el agua (1993), Los cuadernos de don Rigoberto (1997), y El paraíso en la otra esquina (2003). Otro trabajo destacable es un ensayo que resume el curso dictado en Oxford sobre la novela Los Miserables de Victor Hugo, La tentación de lo imposible.

La novela La Fiesta del Chivo (2000) fue llevada al cine de la mano por su primo Luis Llosa en

la película de igual título.

En mayo de 2006 presentó su novela Travesuras de la niña mala (Alfaguara, 2006).

Premios y distinciones

A lo largo de su carrera, Mario Vargas Llosa ha recibido innumerables premios y distinciones. Cabe destacar sobre todo dos de los máximos galardones que se conceden en el ámbito de las letras hispánicas: el Premio Rómulo Gallegos (1967) y, sobre todo, el Premio Cervantes (1994). Otros destacados premios en su haber son el Premio Nacional de Novela del Perú (en 1967, por su novela La casa verde), el Premio Príncipe de Asturias de las Letras (España) (1986) y el Premio de la Paz de los Libreros de Alemania, otorgado en la Feria del Libro de Fráncfort (1997). En 1993 le fue concedido el Premio Planeta por su novela Lituma en los Andes. Un gran relieve en su carrera literaria tuvo el Premio Biblioteca Breve, que se le otorgó por La ciudad y los perros, en 1963, y marcó el inicio de su exitosa carrera literaria internacional.

Es miembro de la Academia Peruana de la Lengua desde 1977, y de la Real Academia Española desde 1994. Cuenta con varios doctorados honoris causa por universidades de Europa, América y Asia; pueden citarse los concedidos por las universidades de Yale (1994), Ben Gurión Ber-Sheeva de Israel (1998), Harvard (1999), San Marcos de Lima (2001), Oxford (2003), Europea de Madrid (2005), La Sorbona (2005) y el útimo de ellos en abril de 2007 por la Universidad de Málaga. Fue condecorado por el Gobierno francés con la Legión de Honor en 1985.

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Participación política

Participación política volvió políticamente activo y causó sorpresa por sus posiciones liberales de derecha, ya que

volvió

políticamente activo y causó sorpresa por sus posiciones liberales de derecha, ya que la intelectualidad de la época se caracterizaba por su perfil izquierdista.

En

la

década

de

1980,

Vargas

Llosa

se

En 1983 fue nombrado por el entonces Presidente

la

Comisión Investigadora del Caso Uchuraccay, cuya misión era aclarar el asesinato de ocho periodistas por parte de unos comuneros.

del

Perú,

Fernando

Belaúnde

Terry,

presidente

de

En 1987, ante los intentos del gobierno aprista de Alan García de nacionalizar la banca peruana, Vargas Llosa se perfiló como líder político, encabezando la protesta contra esa acción. Inició su carrera política y se presentó como candidato a la Presidencia del Perú en 1990.

Durante gran parte de la campaña electoral, fue el candidato favorito. Sin embargo, el súbito crecimiento de la popularidad de Alberto Fujimori, quien hasta 15 días antes de la elección aparecía con menos del 10% de las preferencias, forzó una segunda vuelta electoral en la cual Vargas Llosa fue derrotado.

Madrid. El gobierno español le concedió la

nacionalidad española en 1993, sin que tuviera que renunciar a la peruana, por lo que mantiene

ambas. Es miembro de la Real Academia Española.

Después de

las elecciones se instaló en

En años recientes ha evolucionado políticamente a posturas ideológicas más liberales y mantiene vínculos con importantes ex-dirigentes de la derecha de varios países como el ex-presidente español Jose María Aznar, el ex-presidente salvadoreño Francisco Flores o el ex-presidente checo Václav Havel.

El 29 de septiembre de 2007 participó, con gran sorpresa social por sus anteriores contactos

Democracia, prestando

políticos, en el acto de

públicamente su apoyo a dicho partido.

presentación del partido

Unión, Progreso

y

Obra

Ficción

La Fiesta del Chivo (2000) - Novela sobre la dictadura del general de la República Dominicana, Rafael

Leónidas Trujillo

El Paraíso en la otra esquina (2003) - Novela histórica sobre Paul Gauguin y Flora Tristán.

Travesuras de la niña mala (2006)

Ensayos

Cartas a un novelista (1997)

El lenguaje de la pasión (2001)

La tentación de lo imposible, ensayo sobre Los Miserables de Victor Hugo (2004)

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Crítica literaria:

Crítica literaria: www.laprensa.com.ni Guillermo Rothschuh Villanueva El

www.laprensa.com.ni

Guillermo Rothschuh Villanueva

El novelista peruano, Mario Vargas Llosa, deja testimonio de las ideas religiosas y políticas de

Víctor Hugo

de las ideas religiosas y políticas de Víctor Hugo La tentación de lo imposible, el magistral

La tentación de lo imposible, el magistral y celebrado ensayo de Mario Vargas Llosa, es la lectura totalizante de un creador que, estremecido de pies a cabeza por Los miserables, de Víctor Hugo, no escatima adjetivos para elogiar al autor, llamándolo de manera alterna como narrador epónimo, olímpico y tronante. Vargas Llosa es seducido por Víctor Hugo. Lo envuelve y obliga a zambullirse en sus páginas durante dos años, entregándose por completo a su estudio, aun siendo consciente de que el tiempo en que es canibalizado por la obra de Víctor Hugo es poco, muy poco. Pero cumple su propósito. Nos brinda un estudio alucinante, pormenorizado y elogioso teniendo como marco teórico sus viejos asedios y acosos creativos: las relaciones existentes entre ficción y realidad y la manera en que la ficción influye sobre la historia, expresando que una auténtica novela de ficción se hace tragar al lector sus enunciados como algo verosímil, pero que jamás constituyen como piensan algunos despistados, un documento o un texto que se ciñe a la realidad como el pez al agua. La esencia de la ficción radica “en su poder persuasivo capaz de transportar al lector a un mundo más coherente, más bello, más perfecto o simplemente menos aburrido y penoso que en el que vive”.

Vemos a un Vargas Llosa constante y reiterativo en sus tesis. Va y viene. Los cambios de visión que introduce en Los miserables, las transformaciones que experimenta el autor de la novela, la suma interminable de páginas que introduce en la segunda edición (1860-1862) no son políticos como se nos ha querido hacer creer, las mudanzas, “la diferencia capital entre uno y otro texto” es de número. Lo que existe de verdadero entre las dos versiones (la primera la escribió entre 1845-1848) son los añadidos y las ampliaciones. No por eso se aparta de la tesis política con que ha sido descifrada la novela. La ilumina. Aunque en el fondo le otorgue un valor secundario. Tal vez a eso obedezca que, entre otros calificativos, Los miserables le parezca como “una de las memorables historias que haya producido la literatura”.

El creador prosigue su camino. Sus obsesiones sobre el arte narrativo asoman de nuevo. En el texto palpitan el aliento y el eco multiplicado del suplantador de Dios. Los demonios personales asedian de nuevo su manera de entender las causas primeras o últimas del acto de escritura. El rechazo rotundo

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de Víctor Hugo a la pena de muerte no es otra cosa que el resultado natural de su propia experiencia personal. La rechaza porque la ha vivido de cerca y le parece absurda. Sus planteamientos en García Márquez: Historia de un deicidio y en La verdad de las mentiras, cobran vida de nuevo. Revalida sus tesis. Continúa ateniéndose a la regla.

La tentación de lo imposible es un ensayo fecundo que de manera deliberada termina rectificando a quienes han sostenido por años que se trataba de una novela política acerca de la revolución parisina. Contraría lo dicho. Las razones que empujan a Víctor Hugo a escribir Los miserables no son sólo aquellas que hemos tenido por ciertas. Contradice y aduce lo contrario. Aunque lo logre, las intenciones del libro no son sólo sociales. Apoyándose en el prefacio, arriba a otras conclusiones. La intencionalidad de la obra es otra: la demostración teológica metafísica de la existencia de una causa primera y el empeño de rastrearla en la infinita historia de los hombres. Su alegato es intenso, extenso y apasionado.

El peruano deja testimonio que entre la primera y la segunda versión, las ideas religiosas y políticas de Víctor Hugo se habían modificado y que durante este tiempo “también cambió su ambición novelística”. Ella había aumentado. Existe en el francés un afán totalizador, que lo convierte en un deicida, en un verdadero suplantador de Dios. Esto lo induce a crear una realidad distinta y tan numerosa como la que Dios creó, lo que implica para Vargas Llosa una manera de querer sustituir a Dios. La desmesura de Los miserables intimida al lector contemporáneo. El peruano insiste sobre el tema. Es una de sus elucubraciones más acabadas, en tanto constituye el punto medular de su arte narrativo. Por eso no escatimará en decir: “El divino estenógrafo no gradúa por una razón muy

simple: en su mundo, como en el de El creador, nada está de más

si el deicida no se resistiera, la

novela no terminaría jamás, acabaría por incorporar el universo de todo lo creado”. Como lo reconoce Hugo, su novela es “un drama cuyo primer personaje es el infinito. El hombre, el segundo”. Su perspectiva es la de un Dios que contempla, desde su omnipotencia divina, la historia que ha creado.

En la desmesura es donde radica el afán totalizante de Víctor Hugo. Su ideología está contaminada, agrega Vargas Llosa, de este prurito totalizador. Repara la expresión de Balzac. La novela no es la historia privada de las naciones. Constituye una historia más abarcadora. Los historiadores sólo registran los hechos importantes, mientras que para la novela, todo es importante: “los grandes hechos y también los menudos”. El deicida asoma su rostro y cuerpo enteros. En su afán totalizador y omniabarcante nada sobra y lo superfluo cobra vida, debemos estar persuadidos de “que esta visión y esta convicción no son las de un hombre, sino las de Dios”. El narrador, para Vargas Llosa, es el Dios de la novela.

Al final del ensayo, Vargas Llosa contrasta su visión con los juicios de Lamartine y vuelve a la carga. Insiste en su tesis de la rebeldía que asoma en toda obra de ficción, por eso ésta “puede desorganizar la vida, sembrando la duda y la discordia y estimulando el espíritu crítico, disolvente”, es “susceptible de causar múltiples fracturas en la arquitectura social”. El conservador a ultranza en La tentación de lo imposible, no hace sino reconocer una vez más los poderes sediciosos de la ficción, que posee el atributo de conceder a las masas la tentación de lo imposible; de ahí deriva el título del ensayo, una obra que resitúa a Vargas Llosa como uno de los más grandes críticos literarios que en esta ocasión nos presta su sensibilidad y pone a nuestra disposición su erudición. La Tentación de lo imposible reconfirma la regla, todo autor a final de cuentas es el escritor de una sola obra literaria. Los miserables son sólo un pretexto para continuar la suya. Para mí, excitante e imperecedera.

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Artículo del autor:

(todos los domingos el autor escribe para muchos periódicos, “El país” y “O Estado de São Paulo” son dos ejemplos)

país” y “O Estado de São Paulo” son dos ejemplos) MARIO VARGAS LLOSA El poder y
país” y “O Estado de São Paulo” son dos ejemplos) MARIO VARGAS LLOSA El poder y