CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS

Manual de Procedimentos: Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Componentes:
Leidiane Mendes Lilian Rafaela Luisa Mariana Brito Luciana Custódio Maria Amélia Rodrigues Pollyana Gomes Sulmaya Acácia

LAVRAS-MG 2007

SUMÁRIO

1

Unidade de Terapia Intensiva.................................................................................05

1.1 Conceito de UTI.....................................................................................................05 1.2 Planta física e equipamentos de dotação do pessoal..............................................06 2.1 Planta física............................................................................................................06 2.2 Localização.............................................................................................................06 2.3 Número de leitos....................................................................................................07 2.4 Forma da Unidade...................................................................................................07 2.5 Elementos da Unidade.............................................................................................08 2.6 Equipamentos..........................................................................................................08 2.7 Dotação de Pessoal..................................................................................................09 3. Normas e Rotinas.....................................................................................................11 3.1 Boletins.....................................................................................................................11 3.2 Visita ao paciente na UTI..........................................................................................11 4 Procedimentos básicos realizados em UTI...............................................................12

4.1 Lavagem das mãos.....................................................................................................12 4.2 Aferição de sinais vitais.............................................................................................13 4.3 Preparo do leito/boxe.................................................................................................21 4.4 Limpeza da unidade...................................................................................................24 4.5 Higiene oral do paciente intubado.............................................................................26 4.6 Troca e/ou fixação do cadarço da cânula endotraqueal.............................................29 4.7 Aspiração traqueal.....................................................................................................32 4.8 Aplicação da bolsa de colostomia.............................................................................38 4.9 Aplicação da bolsa coletora Combehisive.................................................................41 4.10 Lavagem intestinal pela colostomia........................................................................44

4.11 Coleta de amostra de sangue arterial (adulto).........................................................47 4.12 Heparinização de cateter..........................................................................................51 4.13 Curativo de incisão simples e limpa........................................................................53 4.14 Curativo de incisão limpa com pontas subtotais ou totais......................................57 4.15 Curativo de incisão aberta (limpa ou contaminada)................................................62 4.16 Aproximação das bordas em deiscência cirurgica abdominal................................67 4.17 Curativos de punção...............................................................................................70 4.18 Curativo de punção de subclávia.............................................................................74 4.19 Curativo de traqueostomia.......................................................................................78 4.20 Troca de conjunto de cânula de traqueostomia de metal.........................................82 4.21 Composição do carro de urgência...........................................................................86 4.22 Reanimação cardiorrespiratória...............................................................................91 4.23 Monitorização cardíaca..........................................................................................102 4.24 Desfibrilação cardíaca...........................................................................................106 4.25 Cardioversão..........................................................................................................109 4.26 Eletrocardiograma.................................................................................................113 4.27 Marcapasso............................................................................................................119 4.28 Instalação de sistema de derenagem de tórax fechada..........................................121 4.29 Instalação de sistema de aspiração torácdica contínua..........................................125 4.30 Sistema de aspiração contínua intermitente...........................................................131 4.31 Instalação da diálise peritoneal..............................................................................133 4.32 Retirada do cateter de diálise peritoneal...............................................................139 4.33 Hemodiálise...........................................................................................................142 4.34 Passagem de balão gastroesofágico.......................................................................151 4.35 Sistema de colchão hiper-hipotermia....................................................................154 4.36 Cuidados com balão intra aórtico..........................................................................159

4.37 Restrição no leito...................................................................................................167 4.38 Higiene íntima feminina........................................................................................169 4.39 Higiene íntima masculina......................................................................................170 4.40 Banho no leito........................................................................................................172 4.41 Aplicações quentes e frias.....................................................................................176 4.42 Punção lombar.......................................................................................................180 4.43 Mensuração da pressão venosa central.................................................................184 4.44 Tricotomia.............................................................................................................185 4.45 Punção venosa com agulha....................................................................................187 4.46 Lavagem gástrica...................................................................................................190 4.47 Lavagem intestinal.................................................................................................193 4.48 Dissecção de veia...................................................................................................195 4.49 Medicamentos utilizados em UTI..........................................................................196 4.50 Cateterismo vesical................................................................................................197 4.51 Coletando amostra de fezes...................................................................................203 4.52 Alimentação por gavagem.....................................................................................207 4.53 Alimentação nasojejunal/nasoduodenal................................................................209 4.54 Nebulização opu aerosol........................................................................................210 4.55 Coleta de sangue para hemocultura.......................................................................212 4.56 Valores laboratoriais normais................................................................................215 4.57 Coleta de urina.......................................................................................................219 4.58 Valores laboratoriais normais................................................................................221 4.59 Sonda nasogástrica................................................................................................223 4.60 Sonda nasoentérica................................................................................................226 4.61 Traqueostomia.......................................................................................................227 4.62 Extubação .............................................................................................................230

4.63 Intubação endotraqueal..........................................................................................232 4.64 Pressão arterial média invasiva..............................................................................234 4.65 Cateterismo cardíaco-Cuidados pré e pós instalação...........................................236 4.66 Assistência de enfermagem na instalação de cateter Suan-ganz e mensuração do débito cardíaco pelo método de termodiluição.....................................................238 4.67 Introdução e manutenção do cateter......................................................................240 4.68 Mensuração do débito cardíaco.............................................................................243 4.69 Retirada do cateter.................................................................................................245 4.70 Assistência de enfermagem na instalação e monitorização da PIC.......................246 4.71 Cateterismo venosa central....................................................................................250 4.72 Pressão arterial média-invasiva.............................................................................252 4.73 Cuidados após a morte..........................................................................................253 5 Referencias Bibliográficas......................................................................................255

onde os pacientes necessitados de observação e cuidados especializados estejam agrupados. A observação e manutenção das funções básicas de vida desse paciente são as finalidades da unidade. . em um contexto onde um relacionamento humano. O tratamento intensivo baseia-se no conceito de que. o paciente é o objetivo de uma unidade. Portanto. que necessitam de cuidados altamente complexos e controles estritos. Adequadamente planejada. de tempo e de talento. por estarem concentrados numa área planejada funcionalmente. passiveis de serem influenciados. atingidas através de um atendimento em tempo hábil. o mecanismo de morte está sempre limitado a um número relativamente pequeno de fenômenos fisiológicos. que ofereça segurança e um efetivo apoio emocional. a Unidade de Cuidado Intensivo pode servir a uma variedade de propósitos importantes. 4) Maior garantia para o médico de que seu paciente necessitado de cuidado intensivo esteja recebendo a observação e o tratamento requerido. podemos afirmar que é possível planejá-la e organizá-la em qualquer tipo de hospital. Onde em qualquer situação. Com base no conceito geral de UTI. Uma atitude orientada para o aproveitamento das facilidades técnicas. conceituamos Unidade de Terapia Intensiva como uma área onde os pacientes em estado grave podem ser tratados por uma equipe qualificada. 3) Uso mais econômico do pessoal e do equipamento.1 Conceito de UTI Os serviços de Terapia Intensiva são áreas hospitalares destinadas a pacientes em estado crítico. organizada e operada. Entre eles estão: 1) Segurança de melhor qualidade de cuidado do paciente seriamente enfermo. 2) Uso mais eficiente do pessoal de enfermagem e de terapêutica especial. bastando para isso que haja um grupo inteiramente motivado e com o espírito voltado para os objetivos e finalidades da unidade. reunidos em uma área. deve ser considerada como fator preponderante. embora haja uma multidão de doenças.5 1 Unidade de Terapia Intensiva 1. A Unidade de Terapia Intensiva não é apenas um serviço com equipamento especial: implica uma atitude particular da equipe que ali trabalha. sob as melhores condições possíveis: centralização de esforços e coordenação de atividades.

Equipamentos e Dotação do Pessoal 2. com facilidade acesso aos serviços auxiliares de radiologia e laboratórios. 5) Meios para intercomunicação. mas tendo fácil acesso aos elevadores.1 Planta Física A planta física da Unidade de Terapia Intensiva deve proporcionar: 1) Observação individual e de conjunto dos pacientes.5.6 2 Planta Física.2 Localização Idealmente. Como guia para estimativa do tamanho da unidade sugere-se a seguinte fórmula: -. . 7) Boa iluminação e boa aeração. a Unidade de Terapia Intensiva deve localizar-se próxima ao Centro Cirúrgico e ao Centro de Recuperação Pós-Anestésica.Área total = 2. 8) Rápido atendimento. 2. 4) Atendimento a pacientes de ambos os sexos. sem discriminação de grupos etários. 3) Tranqüilidade e ambiente agradável.∑ área total dos leitos A área reservada para cada leito é de cerca de 9m2 a 12m2. facilitando os cuidados de enfermagem. Uma relativa privacidade e uma íntima proximidade de cada paciente com o posto de enfermagem devem ser consideradas na construção da unidade. 6) Fácil acesso. É importante que esteja bem afastada das áreas de intensa movimentação (passagens para outros serviços ou unidades do hospital). 2) Espaço suficiente para mobilização do paciente e locomoção do pessoal.

Por esta razão. quando a área é comum.7 Se mais que uma UTI é planejada é desejável que estejam situadas na mesma área (lado a lado). providas de instalação de água. quando houver necessidade de maior número de leitos para o atendimento ao paciente grave. O custo diário por paciente em uma UTI é estimado em quatro ou cinco vezes mais que para aquele internado em uma área comum do hospital. A eficiência de atendimento da equipe de trabalho tende a cair quando um número de pacientes internados na unidade é superior a oito. de maneira geral. A separação dos leitos é feita com divisórias leves e laváveis. Em relação a um hospital geral. que propiciam uma relativa privacidade aos pacientes. para leitos de isolamentos. por normas. 2. Torna-se impraticável e extremamente onerosa uma unidade com menos de cinco leitos – o rendimento é insatisfatório em termos de atendimento e o custo para a instituição torna-se inviável.3 Número de Leitos O número de leitos que a Unidade de Terapia Intensiva deve ter depende. Um máximo de doze leitos é fixado.  Redução do nível de ruído. para que não haja necessidade de multiplicidade de recursos auxiliares.4 Forma da Unidade A área comum (aberta) para a disposição dos leitos é a melhor para a observação continua do paciente. 2. para a instalação de uma Unidade de Terapia Intensiva. com algumas vantagens:  Isolamento dos pacientes infectados. estima-se que o número de leitos da UTI deva ser da ordem de 5% a 10 % do total de leitos. a criação de pelo menos duas áreas fechadas. do tipo de hospital em que esteja localizada. Os leitos da UTI podem ainda ser disposto em quartos separados. Quando se determina um numero de leitos de uma unidade deve-se levar em consideração o numero de pacientes atendidos no hospital e potencialmente destinados ao cuidado intensivo. . preconizase a organização de varias unidades. da função da unidade e de sua especialidade. É recomendável. bem como tipo de serviço a ser implantado.

4) Área de preparo de medicação. 9) Quarto para plantonistas. 16) Sala para visitas.6 Equipamentos É regra geral que a escolha do equipamento para a unidade esteja diretamente ligada às características da mesma. 13) Sala para o serviço de nutrição e dietética.5 Elementos da Unidade Os elementos da unidade são compostos por: 1) Área para estocagem de material e equipamento.8  Diminuição do risco de infecção cruzada. 2. a combinação dos dois tipos de forma é adotada com bons resultados. Usualmente. 2. A desvantagem de uma unidade com leitos em quartos separados é a maior demanda da equipe de enfermagem. 8) Laboratórios. 7) Secretaria. 6) Vestiários. Os organizadores e planejadores da unidade devem estar cientes e convictos de que o . 11) Área para higienização de leitos. 14) Área de cada leito. 15) Sala de reuniões. 2) Sala de utilidades. 5) Sanitários para pacientes. 10) Copa. Há uma necessidade real em se estabelecer adequação entre o equipamento a ser utilizado e a práticas desenvolvidas na unidade. 3) Posto de enfermagem. 12) Área para recepção do paciente.  Confinamento do paciente agitado.

6) Quantidade e qualidade do equipamento.25 funcionários (auxiliares e . O tipo de equipamento varia de uma unidade para outra. 3) Características do hospital. O pessoal deve ser calculado com base em alguns quesitos como: 1) Planta física. Para que haja atendimento adequado ao paciente. Os pacientes de terapia intensiva são totalmente dependentes e necessitam de continua assistência de enfermagem. a dotação do pessoal é uma conseqüência do padrão da unidade e visa a alcançar os seguintes objetivos: adequada atenção ao paciente e harmônica dinâmica de grupo. na Unidade de Terapia Intensiva. 2) Número de leitos. é organizado em função das necessidades do paciente e inteiramente voltado para os objetivos da UTI. 6) Medidas de segurança. 5) Suprimentos.9 equipamento sempre assessora o pessoal que atua junto ao paciente jamais o substituindo. 4) Equipamento ou material para consumo. 4) Grau de dependência dos pacientes. O recrutamento do pessoal baseia-se em aspectos e características individuais e. fundamentalmente. Portanto. 2. estima-se em 4.7 Dotação de Pessoal O pessoal. A Organização Mundial de Saúde estipula um padrão a respeito de pessoal: uma enfermeira para até quatro pacientes. mas alguns itens são essenciais e podem ser agrupados nas seguintes áreas: 1) Equipamento especializado para o atendimento de algumas patologias. 2) Equipamento de apoio. 3) Equipamento geral. um índice suficientemente alto de pessoal deve se mantido na unidade. deve haver na unidade uma enfermeira-chefe em tempo integral. 5) Capacidade do pessoal. e calculado para a sua capacidade total.

 Um médico diarista (rotineiro) para o turno da manhã e um à tarde com título de especialista em terapia intensiva para cada 10 leitos ou fração. Nossas equipes são compostas por:  Um responsável técnico com título de especialista em terapia intensiva. Portanto uma enfática administração de enfermagem. pedido de almoxarifado e farmácia etc). são definidos e delimitados de acordo com as características da unidade e têm como objetivo central à recuperação do paciente e a prevenção de danos.  Um fonoaudiólogo e/ou terapeuta ocupacional disponível para a unidade. para cada 10 leitos ou fração.  Um técnico de enfermagem para cada 2 leitos/fração por turno. encaminhamentos de altas. aliada a uma organização medica eficiente.  Um enfermeiro coordenador responsável pela área de enfermagem. participam do atendimento ao paciente. da tarde e noite.  Um enfermeiro assistencial por turno. As atividades relacionadas às rotinas administrativas devem ser desenvolvidas. É altamente desejável que a equipe de enfermagem se dedique inteiramente aos pacientes.  Um funcionário exclusivo responsável pelo serviço de limpeza. Outros profissionais alem da equipe de enfermagem.  Um psicólogo disponível para a unidade.  Um fisioterapeuta para cada 10 leitos ou fração no turno da manhã. pelo secretário de enfermagem (controle de estoque. As responsabilidades são então divididas e procura-se uma pratica terapêutica harmônica na unidade. em quase sua totalidade.10 enfermeiros) por leito. exclusivo da unidade. transferência. Os papeis de cada um se revestem de igual importância. Auxiliares de enfermagem bem treinados e motivados contribuem significativamente para a manutenção de um bom padrão de atendimento. .  Um médico plantonista por turno exclusivo da unidade para cada 10 leitos ou fração. propicia uma melhor proposta ao problema do paciente critico.

11 3 Normas e Rotinas 3. 3. Dirigir-se a outros leitos. pois os mesmos podem interferir na monitorização do paciente.3 É vedado ao visitante Entrada de criança com idade inferior a 14 anos. Utilização de aparelho celular.2 Visitas ao paciente na UTI Os pacientes internados na UTI ficarão sem acompanhantes. 3. não havendo a possibilidade de rodízio das visitas. Entrada de alimentos na UTI . Dois teleboletins manhã e noite e uma visita diária com boletim médico. Será permitido que 2 (DUAS) pessoas visitem o paciente. Transitar pela UTI.1 Boletins São fornecidos três boletins diários a fim de tornar a família ciente de todas as evoluções ocorridas. ocupando um box exclusivo. no quadro geral do paciente.

7. 11. Umedecer as mãos. Repetir o movimento para a mão oposta. Acionar o dispensador de sabão líquido e umedecer as palmas das mãos. Espalhar a solução fazendo movimentos de fricção com as palmas das mãos. Abrir a torneira. Repetir o movimento no punho oposto. Unir as palmas das mãos. 12. Friccionar o punho com movimentos rotatórios com o auxílio da palma da mão oposta. 14. Friccionar o dorso das mãos com auxílio da mão oposta. 6. 10.12 Procedimentos Básicos Realizados em UTI 4. Fechar a torneira e a seguir ensaboá-la e esfregá-la. 9. Repetir o movimento para a outra mão. Abrir a torneira. 3. Enxaguar as mãos iniciando pelo punho sem repetir os movimentos.1-Lavagem Das Mãos Realizado por: equipe multiprofissional  MATERIAL ● ● ● ● Papel toalha Álcool glicerinado a 1% Sabão líquido PVPI degermante somente para procedimentos especializados  PROCEDIMENTOS 1. 13. 4. 2. Friccionar a região perineal dos dedos da mão com as pontas dos dedos da mão oposta. . 8. friccionando-as. 5.

Pegar o papel toalha e enxugar as mãos. seguindo a mesma seqüência da lavagem ou posteriormente utilizar álcool glicerinado.13 15. 16. 4.enfermeiros técnicos e auxiliares de enfermagem  PRESSÃO ARTERIAL Método Auscultatório-membro superior . Desprezar o papel toalha. 17.2-Aferição De Sinais Vitais Realizado por: equipe multiprofissional: médicos. Enxaguar a torneira e fechá-la. OBSERVAÇÃO: Não usar álcool glicerinado quando usar detergente.

5.5cm acima do espaço antecubital. 11.algodão embebido em álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. A margem inferior deve ficar 2. Deixá-lo à vontade e permitir um repouso de cinco minutos. Lavar as mãos. suficientemente perto para ler as calibrações marcadas pelo ponteiro ou coluna. 9.esfignomanômetro . 14. 8. Adicione então 30mmHg (note a presença de um pulso irregular). se possível. Localizar com os dedos a artéria braquial na dobra do cotovelo. por palpação. 13.14  MATERIAL . esvazie o manguito completamente e espere 15 a 30 segundos. Expor o membro do paciente enrolando a manga da roupa sem que haja compressão. 12.estetoscópio . 10. O ponto a . 3. Selecionar o manguito de tamanho apropriado (ver observações. Deixar o indivíduo.) 6. Explicar ao paciente o que será feito. Fazer isso apenas uma vez. 2. Determinar o nível de insuflação máxima observando a pressão em que o pulso braquial não é mais palpável à medida que o manguito é rapidamente insuflado. num ambiente silencioso e tranqüilo e com o braço repousando ao nível do coração. Colocar o manômetro no nível dos olhos. Fechar a válvula da pêra e insuflar. 7. Se for necessário reinsuflar. pelo menos. Localizar a artéria braquial ao longo da superfície ventromedial do braço. Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria evitando pressão muito forte. Desinsuflar o manguito rápida e regularmente (velocidade de aproximadamente 2mmHg/seg). Marcar a pressão sistólica quando ocorrem duas batidas consecutivas. Enrolar o manguito confortavelmente ao redor do braço centrando a bolsa inflável sobre a artéria braquial. 4.

utilizando-se a técnica auscultatória. Anotar na ficha de controle. 17. Marcar a pressão diastólica no desaparecimento dos sons. Apesar de imprecisa e sujeita a vários fatores de erro. . marcar também o ponto onde há amortecimento. em casos de lesões da pele. 16. 15.  A MEDIDA NA PRÁTICA Na clínica diária. Portanto apesar de relativamente simples. 20.15 ser marcado é aquele correspondente à primeira batida. OBSERVAÇÃO: ● Esperar de um a três minutos antes de repetir a medida de pressão do mesmo braço a fim de permitir o escoamento do sangue represado nas veias do antebraço. o método indireto exige cuidados para minimizar a influência dos inúmeros fatores de erro. ● Para centrar a bolsa inflável sobre a artéria braquial. 19. Remover o manguito. para adultos. com álcool a 70%. A largura do manguito deve ser de 40% da circunferência do braço e o comprimento de 80%. 21. determinar o ponto médio dobrando a bolsa inflável no meio. 18. A PA poderá ser verificada também nos membros inferiores. Promover assepsia das olivas e do diafragma no início e término do procedimento. Lavar as mãos. a medida da pressão arterial é realizada pelo método indireto. não exige equipamento sofisticado e apresenta boa correlação com a morbidade e a mortalidade por hipertensão arterial. a medida indireta é utilizada porque é simples. Retirar todo ar do manguito. Deixar o paciente confortável. caso o desaparecimento dos sons ocorra muito próximo a zero. ● ● ● Não verificar a PA nos membros com fístulas arteriovenosas.

Leituras falsamente baixas também prejudicam o paciente por privá-lo dos benefícios do tratamento da hipertensão arterial. obrigando-o a seguir tratamento desnecessário. Leituras de pressão falsamente altas podem prejudicar o paciente.16  AS CONSEQUÊNCIAS DA MEDIDA Estes cuidados na medida são fundamentais porque as conseqüências de um diagnóstico de hipertensão arterial erroneamente firmado ou excluído são extremamente graves. Lavar as mãos. preferencialmente em repouso. . Manter o paciente confortável. 2.  PULSO  MATERIAL Relógio com ponteiro de segundos  PROCEDIMENTOS 1.

7. temporal. Procurar sentir bem o pulso antes de iniciar a contagem. 5. Pressionar suavemente até localizar os batimentos. 6. Lavar as mãos. radial.17 3. A verificação do pulso pode ser feita nas artérias: carotídea. tibial posterior. pediosa. . poplitea. femural. Anotar na ficha de controle OBSERVAÇÕES: ● Evitar verificar o pulso em membros afetados de pacientes com lesões neurológicas ou vasculares. braquial. 4. 8. ● ● Não verificar o pulso em membro com fístula arteriovenosa. Colocar as polpas dos dedos médio e indicador sobre a artéria (não usar o polegar). Contar as pulsações durante um minuto (avaliar freqüência. volume e ritmo).

contando-os durante um minuto. 3. 7. 4. ritmo e profundidade da respiração. apoiando-o sobre o tórax. Lavar as mãos. Lavara as mãos. 2. 6. Observar os movimentos respiratório (inspiração + expiração).  TEMPERATURA Temperatura Axilar  MATERIAL ● ● Termômetro Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS . Anotar na ficha de controle.  PROCEDIMENTOS 1. Colocar os dedos no pulso do paciente como se fosse verificá-lo.18  RESPIRAÇÃO  MATERIAL ● Relógio com ponteiro de segundos. 5. Colocar o paciente deitado confortavelmente. OBSERVAÇÃO: ● Anotar qualquer anormalidade. Observar tipo.

2. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial.19 1. Introduzir o termômetro sob a língua e deslizá-lo lentamente ao longo da linha da . Temperatura Oral  MATERIAL ● ● Termômetro. 3. 6. Explicar ao paciente o que será feito. 7. 5. fumou ou realizou a higiene oral. 3. Proceder à leitura movimentando o termômetro até visualizar a linha de mercúrio. Lavar a mãos. Lavar as mãos. 2. 11. da haste para o bulbo. 12. Preparar o material. Acomodar o paciente em decúbito dorsal. 10. Estar seguro de que o paciente não ingeriu alimentos ou bebidas quentes e frias. Retirar o termômetro após sete minutos. 4. 8. Limpar o termômetro com bola de algodão com álcool a 70%. colocando-o transversalmente sobre o tórax. Explicar ao paciente o que será feito. 6. 4. Preparar o material. Encostar o bulbo do termômetro no ápice da axila posicionando-o perpendicularmente à parede medial da axila. 5. Abduzir o braço do paciente e enxugar a axila sem friccionar. Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. Observar a coluna de mercúrio que deve estar abaixo de 35º C. Lavar as mãos. durante o período de 30 minutos antes. 9. Pedir ao paciente para comprimir o braço de encontro ao corpo.

8. Observar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º C. Proceder à leitura. o termômetro por 4cm em direção à coluna vertebral. em direção á porção posterior da boca. . 2. 6. secá-lo com papel e fazer assepsia com álcool a 70%. 7. Retirar o termômetro após cinco minutos. Lavar as mãos. Inserir lentamente.20 gengiva. Lubrificar a ponta do termômetro que vai ser inserido no reto. Retirar o termômetro após dois minutos. Proceder à leitura. 4. Descobrir o paciente e separar as nádegas de modo que o esfíncter anal seja visto claramente. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. Preparar o material e avaliar a necessidade de se colocar biombo. 9. 11. Temperatura Retal  MATERIAL ● ● ● Termômetro retal Lubrificante (vaselina líquida) Luvas  PROCEDIMENTOS 1. Solicitar ao paciente o fechamento de forma acomodada. 7. 10. 10. Anotar na ficha de controle. 5. 11. 13. Calçar luvas. 3. Explicar ao paciente o que será feito. Lavar o termômetro com água corrente. Lavar as mãos. de seus lábios ao redor do termômetro. 12. 8. Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo e protegê-lo com lençol. 9.

no carro de banho ou na mesa auxiliar. 4. Ordenar a roupa no encosto da cadeira. c) Lençol de baixo. Reunir o material necessário. 2. b) Lençol móvel (forro ou lençol dobrado. colocando-o no carrinho de banho. 13. 15. Lavar as mãos. o qual ficará na porta do quarto ou na mesa do lado em que for iniciar a técnica. 14. Lavar as mãos. Anotar na ficha de controle. Retirar luvas. Imergir o termômetro em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos e após enxaguar em água corrente. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial.3-Preparo Do Leito/ Boxe Realizado pela equipe de enfermagem  CAMA SEM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 fronha  PROCEDIMENTOS 1. . Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 16.21 12. 17. 3. dispondo da seguinte maneira: a) Lençol de cima. se necessário).

o sob o colchão. se necessário. 5.o sob o colchão. Estender o lençol protetor. 10. 6. Colocar o lençol móvel. Colocar o travesseiro.  CAMA COM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● ● ● ● 1 travesseiro 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 forro de cabeceira (se necessário) 1 fralda (se necessário) 1 impermeável (se necessário) sanito branco. Esticar o lençol móvel prendendo. na cabeceira. esticando o lençol de baixo. 9. OBSERVAÇÃO: ● Em cama de pós-operatório. fixando. completando a vira de cabeceira e fazer os cantos dos pés. fazendo o canto ou prepará-lo para o nó. . Lavar as mãos. 7. ● Fazer a prega de conforto. Passar para o lado oposto e completar a arrumação da cama. não colocar travesseiro e dobrar o lençol de cima juntamente com o cobertor. 12. se necessário. Estender o lençol de baixo passando-o sob o colchão e. 8. fazendo os cantos ou completar o nó. posicionando-o na lateral do leito. Deixar a unidade em ordem.22 4. Estender o lençol de cima (protetor) em sentido longitudinal sobre o colchão. 11.

. e o lençol móvel. protegido com lençol de cima. colocando-a dobrada e na ordem de uso da mesma. na cadeira ou carrinho de banho. Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. até o meio da cama e sob o corpo do paciente. Colocar o hamper próximo à cama. 11. 4. Enrolar o lençol móvel e o lençol de baixo separadamente. 8. 12. Virar o paciente para o lado pronto. Colocar a fronha no travesseiro. fazendo o canto. Desprender a roupa do leito. 9. 10. Passar para o lado oposto. Trazer a roupa de cama. 6. esticar os lençóis. fazendo os cantos começando pela cabeceira da cama. 13. 7. 3. Retirar a roupa usada e colocar no hamper e ao mesmo tempo. nunca expondo o paciente. realizar a técnica com duas pessoas. Lavar as mãos. e deixar frouxo observando a dobra dos pés. Trocar o lençol protetor do paciente. preparando-os e fazendo os cantos. Colocar o paciente em decúbito lateral. 14.23  PROCEDIMENTOS 1. 2. começando pela cabeceira. Colocar o travesseiro sem fronha na mesa ou cadeira. 5. Substituir o lençol protetor do colchão. OBSERVAÇÃO: ● Em caso de pacientes graves. acomodar o paciente.

sempre do mais distante para o mais próximo. 3. Lavar as mãos. 2. Limpar os travesseiros. umidificador. e encaminhá-lo aos seus respectivos lugares. inclusive as laterais do colchão. sempre do mais distante para o mais próximo. 12. Iniciar a limpeza do leito pela do leito pela parte superior do colchão. prateleira e gabinete. Encaminhar a garrafa de água à copa. Continuar a limpeza do colchão. 9. 5. 10. frasco de diurese) e encaminhá-los ao expurgo. deixando espaço suficiente para a realização da limpeza. Calçar as luvas. papagaio.24 4. campainha. . 8. Desprender a roupa de cama e desprezá-la no hamper. inclusive as laterais do colchão. Recolher materiais e equipamentos (ambu. 4. 11.4-Limpeza da Unidade Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL ● ● ● Solução desinfetante (fenol sintético) 1 par de luvas Panos de limpeza  PROCEDIMENTOS 1. Limpar a mesa-de-cabeceira por dentro e por fora. 6. aspirador. o suporte de soro. apoiando a parte já limpa na mesa-de -cabeceira. Afastar a cama e a mesa-de-cabeceira da parede. 7. da cabeceira para o centro. Reunir o material e levá-lo à unidade do paciente. do centro para os pés. e guardálos no guarda-roupa do quarto. comadre. Recolher objetos da mesa de cabeceira e armário. painel de gases.

Limpar a cadeira (espaldar. Dobrar o colchão ao meio e limpar a parte posterior do colchão. Recolocar o estrado na posição horizontal. Testar luminárias. inclusive o espaldar dos pés.25 13. 23. assento e pés) e a escadinha. Elevar o estrado e proceder à limpeza da sua parte inferior. 18. 17. Elevar o estrado e proceder a limpeza de sua parte inferior. 15. grades e pés do leito. em direção ao centro. 21. 20. Passar para o lado mais distante e limpar a lateral. em direção ao centro. Passar para o lado mais próximo e limpar a lateral. Retirar as luvas. 16. do centro para os pés. Dobrar o colchão para o lado contrário e limpar a outra metade da parte posterior. sempre que necessário. 19. 24. do centro para a cabeceira. OBSERVAÇÃO: ● Enxaguar o pano de limpeza na pia do banheiro. 14. painel e campainha. ● Utilizar desinfetante em recipiente próprio (bisnaga. Recolocar o estrado na posição horizontal. grades e pés do leito. de preferência). Limpar o estrado do centro para os pés. . 22. Limpar o estrado do centro para a cabeceira. Lavar as mãos.

2.copo com água.forro ou toalha .Evitar a contaminação da traquéia.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Colocar uma toalha ou forro na parte superior do tórax do pescoço do paciente. se necessário. . elevado 45º. .Colocar o paciente em decúbito dorsal.solução antisséptica (solução bicarbonatada a 1%).lâmina de bisturi. .seringa de 20ml.Proporcionar conforto ao paciente. .par de luvas.cânula de guedel. .lubrificante (vaselina líquida). . .prevenir a formação de escaras e lesões de mucosa.Aspirador montado. .Lavar as mãos.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .espátulas envoltas em gazes . 5.5.Calçar luvas 6. .26 4. 3.Reunir o material.  PROCEDIMENTO 1.um metro de cadarço.manter a cavidade oral limpa. . . .Higiene Oral do Paciente Intubado Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . 4.

27 7. 9.Enxugar os lábios com forro ou toalha e lubrificá-la com vaselina. 10.Evitar náuseas e refluxos de conteúdo gástrico para a boca. 13. conforme a rotina da unidade.Evitar contaminação. Proceder à limpeza da própria cânula de guedel. 11-Proceder à limpeza de toda a boca do paciente. 14. 6. 4. . 19.Garantir que toda a secreção depositada logo acima do cuff da cânula endotraqueal seja removida.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.recolocar a cânula de guedel.Prevenir infecção 2.Assegurar a tranqüilidade do paciente. durante a higienização. e fazer a aspiração em seguida.facilitar o procedimento ao executante.Lavar as mãos 17.Evitar que a solução antisséptica e/ ou salivação penetre na traquéia. 9. 16. 3. com auxílio de uma seringa.Verificar se o cuff da cânula endotraqueal ou traqueostomia está rigorosamente insuflado.Anotar no prontuário o procedimento feito e anormalidades da dentição. proporcionar maior conforto ao paciente.Economizar tempo e poupar o funcionário. 10-Retirar a cânula de guedel e lavá-la em água corrente na pia do sanitário do paciente ou proceder à troca por outra estéril.retiraras luvas. 18.Deixar o paciente em ordem.Abrir sonda nasogástrica.Instilar água bicarbonatada pelo orifício da cânula de guedel. 8. 5.Assegurar a salubridade de funcionário e evitar contaminação.Proteger a roupa de cama. caso haja conteúdo gástrico.recompor a unidade e recolher o material. 8. 12-Enxaguar a cavidade oral com água bicarbonatada e proceder à aspiração ao mesmo tempo. 15. usando as espátulas envoltas em gazes e embebidas em solução antisséptica. 7.

Prevenir infecção.28 11-Limpar o palato superior.A desinsuflação do cuff. toda a arcada dentária (superior inferior) e lábios com solução bicarbonatada a 1% 12. colaborando com a equipe. após a higiene oral.Observar lesões de mucosa e anormalidades de dentição. 2.Manter o ambiente em ordem. 4. 15. 17. em pacientes com sonda enteral recebendo dieta.Evitar a formação de escara na rima bucal.A coleta de secreções traqueobrônquicas para cultura não deve ser feita de rotina é recomendada apenas na vigência de surtos. 19. não é indicada. 14.facilitar procedimento. 18-Proporcionar conforto ao paciente. deverá ser providenciada. com indicação da comissão de controle de infecção hospitalar. 3.A higiene oral do paciente intubado deverá ser feita três vezes ao dia (uma vez por plantão). para prevenir infecção. .Para evitar formação de escaras.manter vias aéreas livres.Prevenir infecção 13. a troca de cadarço ao se reposicionar a cânula endotraqueal. OBSERVAÇÕES: 1. 16.

Fixar cânula endotraqueal.uma lâmina de bisturi ou tesoura. 2.Aliviar o desconforto do paciente.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . gazes e luvas) .29 4.Troca e/ ou Fixação do Cadarço da Cânula Endotraqueal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE .Aspirador montado. .material para aspiração traqueal (sondas. . 8. . 6. .Aspirar a cânula endotraqueal e a boca do paciente. . se necessário. .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3.6.Insuflar o cuff da cânula endotraqueal.Lavar as mãos.Calçar luvas.um metro de cadarço .  PROCEDIMENTO 1.reunir o material 4. 7. 5. com auxílio de uma seringa.uma seringa de 5ml para insuflar o cuff.Evitar a formação de escaras.um par de luvas. elevado 45º.Desinsuflar o cuff da cânula endotraqueal e posicioná-la no meio da boca.Colocar o paciente e decúbito dorsal.

6. 7. 14.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Prevenir infecção 2.Assegurar a tranqüilidade do paciente. duas ou mais vezes. evitando assim a formação de escara neste local.30 9. onde se dá uma laçada e em seguida três nós. 16. Não amarrar a cânula demasiadamente apertada para não obstruí-la.Anotar no prontuário o procedimento feito. passando-o pela região occipital. 15.Assegurar salubridade do funcionário e evitar contaminação.retirar as luvas 13. 4. 15. amarrando-a por baixo e a seguir por cima. 12. 11. 8. acima das orelhas. 5. quando dor desinsuflar cuff. 13.Proporcionar conforto ao paciente. 10-Passar o cadarço em seguida na parte inferior da cânula endotraqueal.Evitar incômodos ao paciente. 11.Evitar a entrada de secreção da cavidade oral na traquéia. 12.lavas as mãos.Evitar a formação de escaras na rima bucal. 16.facilitar o procedimento ao executante e proporcionar maior conforto ao paciente.Deixar o paciente em ordem.Manter o ambiente em ordem colaborando com a equipe. tipo “trança”.Iniciar amarração do cadarço.Evitar aspiração brônquica do conteúdo gástrico. até que a cânula esteja realmente fixa. continuando pela face até a metade do lábio superior. 14. 3. 9-Dar distância necessária entre o lábio superior e o tubo endotraqueal.recompor a unidade e recolher o material.registrar possíveis intercorrências. 10-Garantir que a cânula fique realmente presa.Cotar o cadarço que sobrou com a lâmina de bisturi ou a tesoura.Prevenir infecção.facilitar os próximos passos.Economizar tempo e poupar o funcionário. .

evitando que a mesma se desloque do local certo. 2.Ao utilizar lâmina de bisturi para cortar o cadarço antigo. Além disso. e se retire com eficiência toda a secreção mais profunda.31 OBSERVAÇÕES. pois a mesma permite que a sonda de aspiração chegue mais próximo do cuff da cânula endotraqueal. 7. pois poderá ocorrer vômito. pois provoca intenso desconforto e vômitos. a fim de eu uma delas segure firmemente a cânula. tomar o cuidado para não cortar a cânula endotraqueal.A troca do cadarço do tubo endotraqueal deve ser feita quando necessário e não de rotina. facilita a deglutição e a retirada para limpeza. caso não seja possível. de preferência.Remover o cadarço antigo. proceder á técnica com duas pessoas. fixá-la na lateral da boca. utilizar de preferência cânula de guedel grande.Ao fazer a troca do cadarço da sonda endotraqueal. 3. para pacientes conscientes. preferencialmente após a fixação do novo.Para pacientes conscientes. não deve ser fixada junto com o tubo endotraqueal. sempre com o aspirador de secreções montado e ligado.A cânula de guedel. acúmulo de salivação e dificuldade para paciente deglutir. não se deve fixar a cânula endotraqueal no meio da boca. 6. Neste caso. pois causa desconforto. 5. .para pacientes inconscientes. estando solta na boca. 1. 4.

Prevenir complicações no quadro clínico geral do paciente. .gazes . . .máscara facial. . .7.ampola de água destilada .Lavar as mãos.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . 2.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. se necessário.Aspiração Traqueal Realizado por fisioterapeutas.32 4. enfermeiro e técnico  FINALIDADES DA TÉCNICA .um saco plástico pequeno (tipo bolsa de colostomia). .garantir ventilação e oxigenação adequadas.frasco coletor de secreções com extensão de látex estéril.Óculos (se necessário). .rede de gases testada (vácuo. .Manter as vias aéreas livres e permeáveis. . .  PROCEDIMENTO 1.um frasco com água comum.ambu conectado a rede de oxigênio com extensão de látex. . ar comprimido e oxigênio). provocada por acúmulo de secreções nos pulmões.2 pares de luvas estéreis. .sonda de aspiração (nº4 a 10 para crianças e nº10 a 14 para adultos).aspirador elétrico.seringa de 20ml com proteção. .

voltar a cabeça do paciente para o lado direito. 8-Ventilar o paciente três vezes consecutivas. 16. 15-Repetir as operações dos itens 13 e 14 vezes necessárias e de acordo com as condições clínicas do paciente. . 5-Verificar tipo de característica da respiração e condições dos batimentos cardíacos. 9. desligar o aspirador de secreções. cianose e sangramento.Religar o respirador mecânico ou o nebulizador no paciente.Abrir a embalagem da sonda de aspiração esterilizada e conecta-la à extremidade do látex.Não ultrapassar 15 segundos no total de sucção (incluindo as cinco vezes). caso trate-se de respirador a volume. . arritmias. e simultaneamente. 13-Despressionar o látex para criação de sucção. fazer movimentos circulares lentos na sonda de aspiração. inversão ou achatamento da onda T.reunir material 4. 12. 7. Para a sucção do brônquio esquerdo. .Apanha a sonda de aspiração e ligar o aspirador.Calçar luvas 10-Desconectar o respirador com a mão esquerda ou solicitar que um segundo elemento o faça. caso se trate de respirador à pressão. voltar a cabeça do paciente para o lado esquerdo.Para a sucção do brônquio direito. ou com ambu e oxigênio a 100% (cinco litros).Introduzir a sonda de aspiração com a mão direita no tubo endotraqueal na FASE INSPIRATORIA mantendo o látex pressionando com a mão esquerda.Colocar máscara a óculos se necessário. 11. utilizando o próprio respirador mecânico.Fazer a aspiração de três a cinco segundos na fase expiratória até no máximo cinco vezes. com a mão esquerda e desprezar a sonda de aspiração.33 3. com a mão direita. 6-Utilizar sonda de aspiração compatível com o número da sonda endotraqueal do paciente. trazendo-a para fora do tubo endotraqueal. 14. Observar o paciente encontra-se em ventilação mecânica (assistida ou controlada) ou espontânea. com uma FIO2 de 100. utilizando a mesma sonda. .Suspender a aspiração e ventilar o paciente quando ocorrer extra-sístole.

Economizar tempo e poupar o funcionário. mantendo o látex sob sucção. além de piorar a hipóxia que a aspiração normalmente já provoca. 18. parada cardíaca e morte.Evitar contaminação do paciente e promover proteção do próprio funcionário.Realizar aspiração orofaríngea. no final do ciclo de aspirações. procedendo da seguinte forma: Introduzir a sonda alternadamente em cada narina e na boca até a faringe. 22.Recompor a unidade e recolher o material. 8-Prevenir hipóxia.Lavar a extensão do látex. 4. aspirando a água do frasco. para não contaminá-la. estar muito atento ao tempo de aspiração. 23.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Prevenir infecção. 5-Conforme o padrão respiratório do paciente. 2. o qual terá que ser inferior ao padronizado.retirar a luva e lavar as mãos.34 17. e simultaneamente. hipotensão e aumento da pressão intracraniana. . com uma nova sonda. uma vez que a aspiração traqueal reduz a pressão arterial de oxigênio cerca de 35mmhg. 6-Sondas de aspiração muito calibrosas podem produzir excessivas pressão negativa. arritmias cardíacas.Anotar no prontuário o procedimento feito e eventuais anormalidades.Auscultar os pulmões do paciente após a aspiração.Desprezar a sonda de aspiração e desligar o aspirador de secreções. 24. lesar a mucosa traqueal.Deixar o paciente em ordem. 7-Não retirar a sonda da embalagem antes do momento da aspiração.Cada hiperinsuflação deve durar cerca de 5 segundos. 19. 9-Prevenir contaminação seguindo técnica asséptica: . 21. -Prevenir atelectasia. 20. 3.Lavar as mãos. 25. bronca-constrição. fazer movimentos circulares com a sonda de aspiração.  PONTOS IMPORTANATES/ JUSTIFICATIVA 1.

A segunda pessoa que auxiliar precisa utilizar máscara também. 13. . na água do frasco. .Avaliar a eficácia da aspiração e se houve melhora da ventilação pulmonar. 20. durante as aspirações. e não permitir que a secreção do látex retorne ao frasco de água.A sucção não deve ocorrer neste momento da introdução para aspirar o ar.Não contaminar as conexões. a cânula endotraqueal e a extremidade do respirador ao desconectá-lo.ligar o aspirador com a mão esquerda e com a mão direita.Para lavar a extensão de látex.35 . 16-Certificar-se de que o respirador ou nebulizador estejam com os parâmetros anteriores sob controle.Para evitar contaminação de estetoscópio que será utilizado na etapa seguinte. retirar a sonda da embalagem. 10.Evitar hipóxia prolongada. 18-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel. . aspirar uma boa quantidade de água. proceder da seguinte forma: . . o paciente deverá ser ventilado. 19-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel. . 11-Para apanhar a sonda e ligar o aspirador sem contaminar o sistema e a mão direita.Usar uma das mãos para manipular a sonda de aspiração a sonda de aspiração (a mão esquerda).Os movimentos lentos são para permitir que haja uma sucção: . para que toda a secreção seja eliminada do sistema.Nunca lavar a sonda de aspiração. 21.Segurar o pacote da sonda com a mão esquerda e.Garantir que o cuff da sonda endotraqueal esteja insuflado. 14-Para corrigir a hipóxia provocada pela sucção devido à pressão negativa do aspirador. . introduzindo completamente a sonda de aspiração. introduzindo completamente a sonda de aspiração. 15-Lembrar sempre que a cada cinco aspiração (15 segundos). A sonda de aspiração deve ser introduzida em toda a sua extensão. 12.Observar simultaneamente o padrão respiratório e monitorização cardíaca. com a mão direita. para depois reiniciar a aspiração.Evitar hipóxia -Evitar possível parada cardiorrespiratória. . 17.

para evitar a contaminação do sistema tubo/ circuito. prescrever o número de vezes que será feita à aspiração.Prevenir infecção. 25. rolhas ou mesmo grande quantidade de secreção. 23.Manter a extremidade do látex. 3.Durante a aspiração. utilizar na conexão paciente/ respirador a válvula tipo “unidirecional”. para isso. 7. . antes de utilizá-lo. 24. a qual permite que se faça aspiração sem desconectar o paciente do respirador. OBSERVAÇÕES 1. Anotar reações do paciente e intercorrências. fixado na lateral do painel de gases. e de acordo com a característica e quantidade da secreção.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência por duas pessoas. aspecto das secreções e quantidade.Descrever característica. 5. utilizar de preferência sondas de aspiração nº12/ ou nº14. o enfermeiro deverá avaliar o paciente. 4. caso haja diminuição de freqüência cardíaca ou arritmias. como: sangramento.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência sem desconectar o respirador. 6.Em caso de secreção espessa.Testar sempre o aspirador de secreções. alterações eletrocardiográficas etc. ventilar os pulmões com o ambu e em seguida fazer aspiração traqueal.Aspirar o tubo endotraqueal somente quando necessário e nunca como rotina.manter o ambiente em ordem. 2. pode ser instilada água destilada estéril no tubo endotraqueal (cerca de 3ml). após a instilação. A grande vantagem desta válvula. protegido em saco plástico (bolsa de colostomia).Proporcionar conforto ao paciente.36 22. 8.O cateter de sucção deve ter um diâmetro externo menor que o diâmetro interno na cânula endotraqueal ou traqueostomia. parar imediatamente o procedimento e oferecer oxigênio a 100%. através de ambu ou do próprio respirador. colaborando com a equipe. Portanto. Para adultos. cianose. é a não utilização de outra pessoa para auxiliar na técnica. quando em desuso. além de reduzir o risco de contaminação.

pois sua pressão de sucção é controlada. .37 9.Caso o elemento que estiver realizado a aspiração for canhoto. 11. onde diz mão direita considerar esquerda e viceversa. evita-se utilizar aspiradores elétricos. a descrição deverá ser invertida. Assim. ou seja. cuja pressão de sucção é muito forte.Utilizar sempre o frasco coletor intermediário para evitar que entre secreção na rede de gases do painel.O aspirador de secreções mais indicado é o aspirador a vácuo. 10.

expondo apenas a região a ser limpa.Lavar as mãos 2.  PROCEDIMENTO 1. .luvas .Reunir o material.38 4.tesoura não estéril.Aplicar solução de benjoim ao redor da área. .Aplicação da Bolsa de Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA. 9. 4. .Controlar o débito da drenagem fistulosa.soro fisiológico a 0. 8.Colocar biombo 6.Abrir o pacote de curativo. .9% . .Proteger a pele contra ação dos sucos digestivos  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – bolsa de colostomia.Limpar a região fistulosa do dreno ou a colostomia com soro fisiológico a 0. com gaze.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3. 10. drenos ou colostomias.gazes estéreis.8. .Secar a área ao redor.Colocar o paciente em posição confortável.Calçar luvas. . .pacote de curativo.Biombo. . 5. 7.solução de benjoim.secador de cabelos (se possível).9%.

6.Prevenir infecção. 5.Verificar se o diâmetro da bolsa é compatível a área a ser explicada.retirar as luvas.Economizar tempo e poupar o funcionário. se possível.Deixar o paciente em ordem.retirar o adesivo da bolsa.Observar técnica asséptica. .Evitar contaminação do ambiente. OBSERVAÇÕES: 1. 12.Proporcionar conforto ao paciente. 13. 16. 17. edema. 16. 14. estar sempre atento a possíveis complicações como: necrose.Fixar a bolsa. 9.Conter secreções drenadas.Utilizar secador de cabelos.Lavar as mãos. 10. e promover a pele do paciente.Obedecer à técnica de curativo da ferida séptica. 15.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 14. infecção.Assegurar a privacidade do paciente. 8.Registrar características e quantidade do débito e aspecto de colostomia.Promover melhor adesão da bolsa.Manter o ambiente em ordem.Ao realizar a troca da bolsa. dermatite periestomal. 12.Recompor a unidade e recolher o material.Assegurar a privacidade do paciente.Anotar no prontuário o procedimento feito. 3. ou seja. 7.Evitar contaminação do ambiente. 2. hemorragia. 15.Prevenir infecção. 17. 1. de fora para dentro. 11.39 11.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 4. retração. .Assegurar a salubridade do funcionário. colaborando com a equipe. 13.

As colostomias são classificadas em: temporárias. colostomia transversa (o estomago está a nível de cólon transverso). . em: colostomia ascendente (o estoma está nível de cólon ascendente). bem como parada de eliminação de flatos e conteúdo intestinal. quanto a sua localização anatômica. e permanentes.As colostomias são classificadas. 2. quando posteriormente haverá restabelecimento do trato intestinal. 3. colostomia descendente (o estoma está a nível de cólon descendente) e colostomia sigmóidea ( o estoma esta a nível de sigmóide). quando forem definitivas.40 colapso e distensão abdominal. com o ânus com orifício de saída natural.

Solução de benjoim . se necessário.Calçar luvas. ostomias ou drenos. .Manter a pele seca.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 6.Máscara.9%. .Um pacote de curativo.Evitar a maceração e escoriação da região cutânea ao redor de fístulas.9.Abrir o pacote de curativo. 7.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .Controlar débito da drenagem fistulosa. . .Limpar a região fistulosa com soro fisiológico 0. .Colocar o paciente em posição confortável expondo apenas a região a ser limpa.Um par de luvas.Secador de cabelos (se possível).Uma lâmina de bisturi. .  PROCEDIMENTO 1.Conjunto de bolsa e placa com diâmetro correspondente a ostomia.Soro fisiológico a 0.Reunir o material 4. .41 4. . drenos e/ ou ostomias.9%. 3. 5. .Lavar as mãos. . 2.Aplicação da Bolsa Coletora Combehisive Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.

Retirar as luvas.Anotar no prontuário o procedimento feito.Deixar o paciente em ordem. dreno ou ostomia. 14. ou seja.Economizar tempo e poupar o funcionário. .Aplicar solução de benjoim somente na pele íntegra. 15. 12. .Esperar a pele secar totalmente. 17. . de acordo com o diâmetro da fístula. 10. 2. solicitando ao paciente que enrijeça a região.Obedecer à técnica de curativo de ferida séptica. 5.Lavar as mãos. .42 8. 8. .Puxar suavemente a bolsa para baixo.Assegurar a salubridade do funcionário 6. . até que esteja seguro. para impedir a drenagem das secreções.Secar a região com gaze seca e posteriormente com ar quente.Prevenir infecção.Aplicar a placa com o aro sobre a região. 18.Retirar o adesivo da bolsa.Utilizar o secador de cabelos (se possível). 11. para confirmar se a mesma se encontra devidamente encaixada à roda do aro.Evitar a contaminação do ambiente e da roupa de cama. 9. 16. dreno ou ostomia com gaze. ou utilizar o secador de cabelos novamente.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1. 3. 9.Recompor a unidade e recolher o material. 7.Assegurar a privacidade do paciente.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 13.Proteger o orifício da fístula.Retirar o papel protetor siliconado que cobre a face posterior da placa.Observar técnica asséptica. . a partir da parte inferior da bolsa plástica.Exercer uma leve pressão à roda.Colocar a bolsa da seguinte maneira: Marcar o círculo com o guia de corte. 4.Recortar o orifício marcado. de fora para dentro.Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro da placa.

Para trocar a bolsa não há necessidade de retirar a placa aderente à pele.Esvaziar periodicamente a bolsa (uma vez por plantão. soltando apenas o clampe que fecha a bolsa na parte inferior da mesma. 11. 6. 15. basta puxar apenas o aro da bolsa plástica.Certificar-se de que as paredes internas da bolsa plástica não estão colocadas.Prevenir infecção. de preferência). 3.Proporcionar conforto ao paciente. OBSERVAÇÕES 1. 5.Certificar-se de sua aderência.Guardar p clampe. 2.Volume e características da eliminação.lavar a bolsa com água a cada vez que desprezar o conteúdo no vazo sanitário. 18. colaborando com a equipe.A durabilidade da bolsa plástica é de aproximadamente 15 dias. 17.Promover melhor aderência da bolsa.Manter o ambiente em ordem.43 10.Garantir a aderência da bolsa. 4.Evitar contaminação do ambiente. 12. 14.Lavagem Intestinal pela Colostomia . 13. 16. quando efetuar a troca da bolsa.

bolsa de colostomia. . . 7.Conectar a sonda retal na extremidade do equipo. 5-Dependurar o frasco da solução comercial no suporte de soro.44 4. .uma tesoura comum. .Lavar as mãos.sonda retal fina.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – solução comercial para lavagem intestinal.papel higiênico.Limpeza de cólon.  PROCEDIMENTOS 1. . . 3.Um biombo e uma comadre. .solução fisiológica a 0. 2. . com o equipo de soro já conectado.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.benjoim. se houver.luvas.10. . .Eliminação fecal .uma toalha ou forro. 4-Colocar biombos.Reunir material. .medicação prescrita.gazes. .Retirar o ar da extensão do equipo.Lavagem Intestinal pela Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .9%. 6.

18.Passar a solução de benjoim. 28.Retirar as luvas.Abrir a pinça do equipo as soluções.Anotar no prontuário o procedimento feito. 14.Lubrificar a sonda usando gaze com anestésico. 24. . 27. 19. 13.Providenciara higiene do paciente. clampando-a e puxando-a. 5. 21.Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda.Pedir ao paciente.Recompor a unidade e recolher o material. se ele puder.Desprezar a sonda no lixo do sanitário envolvida em papel higiênico ou na própria embalagem da sonda retal. 17.Retirar a bolsa de colostomia e despreza-la no lixo do sanitário do quarto. que segure a sonda com uma gaze.Fechar a pinça quando terminar a solução evitando entrada de ar.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 26. 22.Após o efeito satisfatório da lavagem.Deixar o paciente em ordem. 2-Assegurar a tranqüilidade do paciente. 9. 4.Lavar as mãos. caso tenha sido utilizado.Deixar a solução correr vagarosamente.Prevenir infecção. 12. 29.Dependurar cerca de 45 a 50cm acima da colostomia.Segurar a sonda retal com auxílio de uma gaze. desprezando-as no lixo próprio.Secar a área ao redor da colostomia com gaze. 23.retirar a sonda. 3-Economizar tempo e poupar o funcionário. Executar a técnica no sanitário caso possa deambular.Verificar o diâmetro da colostomia para o encaixe da bolsa. 11-Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0.9%. 30. 16.45 8.Providenciar que o banheiro seja higienizado. 1. 25. 10. 15.Garantir a privacidade do paciente. proceder a limpeza ao redor da colostomia. 20.Calçar as luvas.

se assim mesmo.Evitar contaminação do ambiente.Facilitar a aderência da bolsa de colostomia. 23-Aumentar a circunferência do orifício da bolsa de acordo com o diâmetro da colostomia. abrir a pinça e deixar correr um pouco da solução.Facilitar o procedimento. quantidade e aspecto do líquido retornado. 10. diminuir a pressão do mesmo ou tentar introduzir mais 5cm da sonda. 18. 24. 21.facilitar a aderência da bolsa.Efeito da lavagem. 28. 20. .9%.Prevenir infecção 27.Se houver refluxo de grande quantidade de líquido.Evitar contaminação. 9.Facilitar a entrada da sonda.Se encontrar resistência. 16. 12.Evitar distensão abdominal e desconforto ao paciente.Deixar a solução correr.Ligar a sonda ao frasco as soluções 7. 22.46 6. 8. 30. 15.Evitar contaminação do ambiente. não resolver. colaborando com a equipe. 17.Irrigar o estoma coberto. 11.Utilizar gaze e soro fisiológico a 0.manter ambiente em ordem.Facilitar o procedimento. 14.Promover alívio imediato ao paciente.Promover o conforto do paciente. 26.Evitar a distensão e cólica abdominal. . 25. 29. 19.Proporcionar conforto ao paciente.Facilitar procedimento. não insistir e comunicar o médico.Garantir a salubridade do funcionário.Evitar contaminação do quarto. 13.

fazer o procedimento no próprio leito.Caso paciente não possa ir ao banheiro. . observar na prescrição médica qual estoma a ser irrigado.Em caso de haver dois estomas. um forro e um impermeável para colocar sob o local da colostomia. levando uma comadre para desprezar o conteúdo. 2.47 OBSERVAÇÕES: 1.

uma seringa descartável 25 x 7.heparina. puxando o êmbolo da seringa até a porção final da mesma para heparinizá-la corretamente.uma tampa pequena de borracha. .Aspirar.um forro.luvas.Fazer anti-sepsia do frasco de heparina 6. 0.uma seringa de vidro de 5ml. 5. .Calçar luvas 4.Trocar a agulha.Coleta de Amostra de Sangue Arterial (Adulto)  FINALIDADE DA TÉCNICA . .saco plástico.Montar a seringa com agulha. leito e número do registro. horário da coleta.1ml do frasco de heparina. .48 4.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . 25 x 6 .Lavar as mãos. 1. 2.Escolher o local de melhor condição para a punção da artéria. 8.  PROCEDIMENTOS.Identificar a seringa com o nome do paciente.11. 9. .Explicar o procedimento e finalidade 3. 7. .algodão com álcool a 70%. 10.Coletar sangue arterial para obter-se uma avaliação das alterações ácidobásicas do paciente. retirar todo o ar da seringa e proteger a agulha.Levar o material na bandeja junto ao paciente. .

Fixar a artéria entre os dedos indicador e médio. 1.Colher 2ml de sangue arterial. 7.Deixar o êmbolo as seringa subir normalmente logo que o sangue torne-se visível. 25.Assegurar a salubridade do funcionário durante todo o procedimento. 3. 20-Pressionar firmemente a artéria por cerca de cinco minutos. 15. 4. 8. 9.Deixar o paciente em ordem e confortável.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 23.Evitar a entrada de ar na seringa. com o bisel voltado para cima.Economizar tempo. consequentemente alteração da PaO2. 17. ao puncionar a artéria.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 19-Retirar todo o ar da seringa fixando o seu êmbolo através da ponta da agulha espetada numa tampa de borracha. 12.Prevenir infecção.Recompor a unidade e recolher o material. devido à diferença entre abertura cutânea e a artéria.Retirar luvas.Anotar no prontuário o procedimento feito.Usar técnica asséptica durante todo o procedimento. 24.Umedecer toda a seringa para facilitar a subida do êmbolo. 14.Dar preferência às artérias radial ou branquial. ou até que haja para do completamente o sangramento.Utilizar técnica asséptica. A angulação oblíqua de 30º e 45º favorece a compressão natural para estacar o sangramento.Proteger a região a ser puncionada com um forro impermeável.Evitar troca do material. 5.Fazer a antissepsia da pele com algodão e álcool a 70%.Palpar e sentir a pulsação. 10.Posicionar a seringa e agulha corretamente.Lavar as mãos. Excesso de heparina altera o PCO2. 26. 16-Puncionar a artéria introduzindo a agulha lentamente. 13. 2. 22. . 6. 18.Colocar a seringa no saco plástico. 21.49 11.

Em ângulo de: .Prevenir infecção. 21. Não confundir o reflexo da pulsação da artéria com artéria propriamente dita. Comprima firmemente a artéria radial a seguir peça ao paciente que abra as mãos numa posição relaxada. Em condições normais ficam rosadas prontamente. 24.45º para artéria braquial. e seringa de vidro ou descartável. 18.30º para artéria radial pediosa. 26.Evitar deslizamento do êmbolo e consequentemente entrada de ar na seringa. 13. 17. 3. 23.Realizar teste de Allen. Condições do paciente: parâmetro do respirador OBSERVAÇÕES 1. .Manter quantidade suficiente para realização do exame. 20.Teste de Allen.Proporcionar conforto ao paciente. 19.Evitar a transfixação da artéria. antes de ser encaminhada. . Observar açor das palmas.A seringa heparinizada com sangue colhido poderá permanecer em geladeira até 30 minutos.Para colher gasometria utilizar agulha 25 x 6 ou até agulha de insulina. Repetir o teste ocluindo a artéria cubital. 25.Evitar infecção 14. colaborando com a equipe.Diminuir o risco de erro. Consiste em solicitar ao paciente que descanse seus braços. 16.Evitar a movimentação da artéria.Procurar não puxar o êmbolo manualmente.manter o ambiente em ordem. . pois esta manobra pode provocar entrada de ar na seringa.90º para artéria femoral.Evitar a formação de hematoma trauma da artéria. . Consiste em verificar a permeabilidade das artérias radial e cubital.50 11. Em seguida pressione os polegares sobre as artérias do paciente e peça-lhe que feche a mão com força. 15.Hora da coleta.Assegurar a salubridade do funcionário. 2.

agulha 25 x 8.frasco de heparina.Manter a permeabilidade da via.Heparinização de Cateteres Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .12. .seringa de 10ml.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .51 4. . .água destilada . etc). . . Abocaths.Evitar coagulação sanguínea nos cateteres (scalps.Evitar punções venosas repetitivas.

Prevenir infecção 2. 4.Administrar a solução heparinizada no cateter. 3.tampinha estéril. data e hora.Completar a seringa com água destilada ou soro fisiológico até atingir 10ml. deverá ser mantida no balcão do posto de enfermagem.  PONTOS IMORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. utilizar o equipo tipo polifix tampa. 2.Anotar no prontuário o procedimento feito. A solução heparinizada preparada poderá ser mantida em geladeira. 7.000 unidades).Administrar a quantidade necessária.Caso trate-se de Abocaths.Para Abocaths .Aspirar 0.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Para Scalp – cerca de 2. para preencher o cateter: .Identificar a seringa corretamente.Preparar a solução heparinizada: .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.5ml.cerca de 1.Lavar as mãos. manter a tampinha do cateter protegida com agulha estéril. . até 72 horas e na seringa. 6. 4. 5. ou plug adaptador.  PROCEDIMENTOS 1. .A seringa com solução heparinizada. 8.Prevenir infecção. de preferência) . . 5.Lavar as mãos. 6.52 .Deixar paciente em ordem. identificada com o nome do paciente. 9. 3. fora da geladeira.Recompor a unidade e recolher o material. colaborando com a equipe. 7.manter o ambiente em ordem. ou abertura do sistema. se necessário.2ml de heparina (5.Fechar o cateter com a tampinha estéril própria.0 ml . A cada administração endovenosa.cateter (scalp. durante 24 horas.

aspirar o sangue e heparinizar o cateter novamente. lavar o cateter som soro fisiológico e aspirar à solução heparinizada no cateter.Promover cicatrização. enfermeiros e técnicos. 4. 2.Heparinizar. .Proporcionar conforto ao paciente.Manter o cateter heparinizado no paciente. . 4. e em seguida. também poderá ser utilizado para coleta de sangue.53 8. pois estes traumatizam a veia e são mais propensos a trombo flebites.solução antisséptica .Observar anormalidade como: infiltração ou trombose na veia. durante até 72 horas. Nesse caso.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . caso não haja administração de medicamentos de forma periódica.gazes.  FINALIDADE . 9. de preferência.Trocar a solução heparinizada contida no interior do cateter a cada oito horas. OBSERVAÇÕES: 1.Limpar a lesão -Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas.Curativos de Incisão Simples e Limpa Realizado por médicos.um par de curativo ou sistema de curativo comercializado. . 5.13.O cateter heparinizado. Scalps e não Abocaths.

2.Lavar as mãos.Colocar o paciente em posição adequada.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. ao redor da incisão. . nunca voltando à gaze onde já passou. de dentro para fora. de cima para baixo. 18.Secar as laterais da incisão.Proteger o paciente com biombo. .Explicar o procedimento. . . com solução de fenol. 7.soro fisiológico a 0.Reunir o material numa bandeja auxiliar.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa da cabeceira. de cima para baixo.Passar éter e/ou solução de benjoim. de cima para baixo. 8. 15-Colocar solução anti-séptica e/ou medicamentos na incisão. 13. 6.um par de luvas estéreis. 17.Secar a incisão.Fazer a limpeza da incisão. sem voltar ao início da incisão. 4.esparadrapo comum e/ ou especial. 10-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato.9%.Fechar a porta.Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril.Datar o curativo se estiver ocluído. de cima para baixo.9% . expondo apenas a área a ser tratada. 9. 19. com uma gaze seca. 3. utilizando as duas faces da gaze. desprezando-a na borda do campo. se necessário.éter e/ ou solução de benjoim. quando houver indicação. com movimentos semicirculares. 16.54 . 5.Manter o curativo ocluído ou aberto. -um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTO 1. de cima para baixo.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. 12. auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico a 0. 14. 11-Montar a pinça Kelly com gaze.um saco plástico pequeno.

Evitar correntes de ar contaminação.Evitar contaminação. 8.Economizar tempo e poupar o funcionário. 9.Prevenir infecção. Não Voltar a gaze para a parte mais limpa. 17.Evitar a formação de meio de cultura.Lavar as mãos. .Trocar de gaze quantas vezes for necessário.) 13.Garantir a privacidade do paciente. .Promover maior aderência do esparadrapo. 22. 21.Conforme o tamanho do curativo a região exposta. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. 2. 10.Evitar contaminação do material. 5. 15.Recompor a unidade e recolher o material.Deixar o paciente em ordem. . (Vide técnica do curativo de incisão aberta.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 6. 14.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez.A umidade impede a ação da solução antisséptica. 4. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 3.Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora. . Trocar a gaze quantas vezes for necessário.Assegurar a tranqüilidade do paciente. .Trocar de gaze quantas vezes for necessário. 16. 12-Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 11-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes.Evitar desperdício. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente.Ferida séptica (contaminada): a limpeza deve ser feita de fora para dentro. 7. limpa ou contaminada.Anotar no prontuário o procedimento feito.Estar atento para não contaminar o material estéril do campo.55 20. 23.

20.Evitar contaminação do próximo paciente. 23. suja de secreção. 3.Após cada curativo feito encaminhar ao expurgo o material de curativo usado bem como o saco plástico dos dejetos. sempre que necessário. 10-Não abrir curativos para encaminhar o paciente para o banho. conforme o tipo de cirurgia. 4. e após ter retirado o curativo sujo.Data e hora da realização do curativo. 22. 9. 6. .Manter o carro de curativo da unidade foro do quarto do paciente.Solução antisséptica: trata-se da polivinilpirrolidona-iodo a 1% (PVPI).Reação do paciente.Remover curativos úmidos. .Nunca desprezar curativos sujos e dejetos no lixo do quarto e sim num saco plástico individual.Proceder à desinfecção da bandeja ou da mesa auxiliar. 21.Expor material de curativos e a ferida o mínimo possível. 7. 5.56 18. 2. colaborando com a equipe. utilizando sempre uma mesa ou bandeja auxiliar para apoio do material. preconizada pelo Ministério da Saúde. não ultrapassando o período de seis horas (tempo provável da multiplicação das bactérias). . e orientar o paciente para que faça o mesmo. 19. .Curativos simples e limpos deverão ser mantidos ocluídos até 2º ou 3º pósoperatório.Prevenir infecção. protegê-lo com plástico.Intercorrências. após a execução de cada curativo.Aspecto e características da ferida. OBSERVAÇÕES: 1.Manter o ambiente em orem.Lavar as mãos antes e depois da realização dos curativos.Proporcionar conforto ao paciente. 8.Não falar próximo à ferida. 24.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo. o mesmo tempo deverá ser adotado para a poupa de cama.

.esparadrapo e/ou esparadrapo especial. enfermeiros e técnicos. somente utilizar soluções antissépticas aquosas.Limpar a lesão . . 13-Não utilizar soluções detergentes (ex:sabão) nos curativos.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: -um pacote de curativo ou sistema de curativo comercializado.Curativos de Incisão Limpa. com Pontas Subtotais ou Totais Realizado por médicos.Fazer hemostasia (compressão) . . para que a circulação de retorno se processe.Promover a cicatrização. Portanto. agravam o trauma tissular e retardam a cicatrização. 4. .Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas.solução antisséptica. sem detergentes. . . beneficiando os tecidos. 12-Manter os membros afetados elevado.14.57 11-Não usar faixas ou ataduras que comprimam os tecidos.Proteger e manter contato de medicamentos juntos ás feridas a adjacências. prejudicado a circulação.Drenar e/ou absorver secreções. .Retirar corpos estranhos da ferida.  FINALIDADE DA TÉCNICA. .gazes .

9.9%.Colocar as pinças com cabos voltados para borda do campo.medicamentos específicos. 14.Reunir o material numa bandeja auxiliar.Colocar o paciente em posição adequada.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. 12-Calçar luvas. no interior dos pontos subtotais ou totais. expondo apenas a área a ser tratada.58 . e umedecê-la com soro fisiológico 0. 6.Proteger o paciente com biombos se necessário. utilizado as duas faces da gaze sem voltar ao início da incisão. 15-Fazer a limpeza incisão propriamente direta (central) de dentro para fora. desprezando-a na borda do campo. de cima para baixo.éter e/ou solução de benjoim. 8. 11-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato.soro fisiológico a 0. 13-Introduzir soro fisiológico. .Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica.Lavar as mãos 2.Limpar as regiões laterais da incisão cirúrgica após a limpeza da incisão principal e do primeiro ponto total o subtotal. com auxilio de uma seringa. 4. com movimentos semicirculares.9%.um saco plástico pequeno .Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo.uma seringa de 20ml . 16. . . conforme a região a ser expostas.um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTOS. 7. 10. 3.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. incluindo os pontos totais ou subtotais.Fechar a porta 5. 1. .Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril.

Secar a região fora da incisão. 30.Proteger a área principal (incisão central e ponto totais e subtotais) com gaze seca quantidade suficiente para cobrir a área.Economizar tempo e poupar o funcionário. 1. quando houver indicação. 27. 20. 31.Garantir a privacidade do paciente.Proceder à limpeza.Datar o curativo de estiver ocluído 28.Manter o curativo ocluído ou aberto. 6. até chegar ao final da incisão e do ultimo ponto total ou subtotal.Recompor a unidade e recolher o material. 29.Garantir a privacidade do paciente. 2. Não levar o caro de curativo para a unidade do paciente. com soro fisiológico.Deixar o paciente em ordem. dos pontos totais ou subtotais e das laterais conforme descrita nos itens 14 e 15.Anotar no prontuário procedimento feito. 3. 25.59 17-Continuar a limpeza da incisão central. 32.Retirar o excesso da solução antisséptica.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa de cabeceira com solução fenólica. 23.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. seguindo a mesma direção anterior não voltando a gaze onde já passou. 4. 19. com auxilio de gaze seca de cima para baixo do mesmo modo já descrito anteriormente.Lavar as mãos.Secar a incisão principal desde o início acompanhada dos pontos totais ou subtotais e das laterais.Passar o éter e/ou solução de benjoim ao redor da incisão. 26. 21. 18. 5.Aplicar solução antisséptica na incisão principal e nos pontos totais e subtotais. 22.Retirar o impermeável e deixar o paciente confortável. 24. .Prevenir infecção. fora da incisão.Evitar correntes de ar e contaminação.

.Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 13. 17-Trocar de gaze sempre que necessário. 22.A umidade impede a ação da solução antisséptica.Manter o controle de dia e hora da realização do curativo. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. 15.60 7. 14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes. 11-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. 21. 23.Trocar gaze quantas vezes for necessário. 24. .Evitar contaminação do material.Evitar contaminação 9.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Evitar contaminação do próximo paciente.Assegurar a salubridade do funcionário. caso existam.Promover maior aderência do esparadrapo. .Evitar contaminação proteger região. . . Remover ataduras de crepe.Evitar a formação de meio de cultura.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Ferida séptica (contaminada): a limpeza deverá ser feita de fora para dentro. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. com auxilio de uma lâmpada de bisturi.Não voltar à gaze para a parte mais limpa. conforme o tipo de cirurgia. 25-Curativos limpos deverão ser mantidos ocluídos até o segundo ou terceiro pósoperatório. 19-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 18-Trocar a gaze sempre que necessário . 12. 20.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.A umidade impede a ação da solução antisséptica. . .Utilizar a face da gaze apenas uma vez. 27. .Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora. os quais podem funcionar como meio de cultura.Retirar resíduos dos pontos. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. . 10-Evitar desperdício.Não voltar à gaze para a parte mais limpa. 16-Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Evitar sujar a roupa de cama 8. 26.

PONTO TOTAL: é feito com equipo de soro e passa através do peritônio. recoberto com equipo. e não passa pelo peritônio.Proporcionar conforto ao paciente.Data e hora da realização do curativo 31-Aspecto e características da ferida. . 32-Reação o paciente. 2. 33-Intercorrências.PONTO SBTOTAL: é aquele feito com fio de satura. OBSERVAÇÕES: 1. para reabertura da incisão e lavagem da cavidade peritoneal.61 28. 30. 29. Geralmente é feito quando está previsto o retorno do paciente à cirurgia.Prevenir infecção.

Bandeja auxiliar contendo: .medicamentos prescritos .gaze vaselinada estéril.Retirar corpos estranhos da ferida. .62 4.Retirar tecido necrótico.Promover cicatrização . . . .solução antisséptica .solução degermante p/ as mãos -um pacote de curativo ou sistema comercializado .Drenar e/ou absorver secreções. se necessário: .Proteger e manter o contato de medicamento junto às feridas e adjacências.Curativo de Incisão aberta (Limpa ou Contaminada) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . .15. . .Limpar a lesão. se necessário.éter e/ ou solução de benjoim.gazes .Fazer hemostasia (compressão).9% -um saco plástico pequeno ou grande.Acrescentar.  MATERIAL .Evitar infecção ou reduzir infecção cruzada.esparadrapo comum e/ou esparadrapo especial .soro fisiológico a 0. . .

63 . 15-Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico 0.Calçar luvas. iniciando de fora para dentro.Colocar o paciente em posição adequada.aspirador de secreções.Reunir o material numa bandeja auxiliar. desprezando-a na borda do campo. .Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo. 9. . .Colocar máscara e avental. 5.um biombo  PROCEDIMENTOS 1. . . 12-Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril. 14-Remover o curativo antigo com a pinça dente d rato. . 11-Colocar as pinças com os cabos voltados à borda do campo. 8.ataduras de crepe.sacarose. 4. 3.Proteger o paciente com biombo.Fechar a porta.9%. 10-Abrir o pacote de curativo em técnica asséptica.uma bacia estéril.Lavar as mãos com solução degermante.avental.uma lâmina de bisturi. expondo apenas a área a ser tratada. . utilizando as duas faces da gaze. 16-Fazer a limpeza da incisão aberta. .Explicar o procedimento ao paciente.máscara. . -chumaço de algodão estéril ou compressa estéreis. 6.Secar a região de fora da incisão. 7. 17.um par de luvas estéreis. 2. 13-Retirar ataduras com auxílio da lâmina de bisturi.

Lavar as mãos. 27. 32-Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ ou bandeja da mesa de cabeceira com solução fenólica.Recompor a unidade e recolher o material. Fazer ponto de aproximação de bordos de deiscência com espátulas. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente .Colocar solução antisséptica e/ou solução de benjoim.Secar a parte limpa de dentro da incisão. 19.Passar o éter e/ou solução de benjoim. 2. 34. 33. conforme técnica descrita a seguir.Anotar no prontuário o procedimento feito e aspecto do curativo.Economizar tempo e poupar funcionário.Cobrir a incisão aberta com gaze seca. 25. 35. 23. com auxilio de uma gaze seca.Retiras máscara.Deixar o paciente em ordem. 24.Repetir o item 18 quantas vezes forem necessárias.Manter o curativo ocluído.Retirar o excesso de solução antisséptica.Fazer limpeza da parte limpa de dentro da incisão soro fisiológico e as duas faces da gaze.Evitar contaminação da área aberta a ser tratada. 31. ao redor da incisão.Secar a região dentro da incisão (deiscência).64 18. 21. de cima para baixo. 36. 4. 1. ao redor da incisão.Prevenir infecção. 28.Datar o curativo. 3. 29.  PONTOS IMPORTANTES. 20.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Retirar o impermeável. se houver indicação.Retirar luvas.Fazer a limpeza da parte de dentro da incisão (região da deiscência) utilizando soro fisiológico e as duas faces da gaze. 30. 26. chumaço ou vaselina estéril. 22.

Evitar contaminação e corrente de ar.Evitar desperdício. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Não voltar à gaze para a patê já limpa.A umidade a ação as soluções antisséptica.Garantir a retirada total das secreções.Economizar tempo.65 5. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. 18.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Trocar d gaze quantas vezes for necessário. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 10. Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Evitar sujar a roupa de cama. drenando secreções em grande quantidade. Trocar de gaze quantas vezes for necessário. 16-A umidade impede a ação da solução antisséptica. Não voltar a gaze à parte mais limpa. 11. 8. 14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. com auxilio de uma lâmina de bisturi. Realizar instalação concomitante.Não voltar à gaze para parte mais limpa.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez. 9. 7. caso trate-se de deiscência com evisceração de órgãos. 6.Garantir a privacidade do paciente. Utilizar gaze vaselinada estéril. 22-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 19.Facilitar o procedimento e evitar manipular muito o paciente. 15. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Assegurar a salubridade do funcionário. 17. .Não voltar à gaze para a parte mais limpa. . 13-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. 23.Evitar a formação de meio de cultura.A umidade impede a ação da solução antisséptica. 21. com presença de fístula. caso existam. caso trate-se de deiscência ampla. Trocar de gaze se necessário. . 12. 20. . Não voltar a gaze para a parte mais limpa.Garantir a privacidade do paciente. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. Remover ataduras de crepe.

OBSERVAÇÕES: 1.66 24-Deixar a região aberta. 3.Para curativos contaminados com uma secreção.Data e hora da realização do curativo.Proporcionar conforto ao paciente. 26. serão sempre realizados conforme a técnica do curativo contaminado.Os curativos de incisão aberta. Utilizar instalação contínua de soro fisiológico (gota a gota) com aspiração intermitente. mesmo não estando infectados. 33. 25. 31.SABÃO ESPECIAL . 30.Trata-se de soluções detergentes-antissépicas. são as soluções de . uma incisão aberta com tecido de granulação sem secreção purulenta deve ser feita como curativo contaminado. colocar bacia sob a área a ser tratada. 34. colaborando com a equipe. 32. caso haja presença de fístula com drenagem de grande débito. uma vez estagnados na ferida.Proporcionar conforto ao paciente. 36-Aspecto e característica da ferida. especialmente tratando-se de membros inferiores e superiores. 29. 35. ou seja.O curativo já está protegido.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo.Prevenir infecção. Isso porque o sangue e/ou fluidos corporais. 28.Promover melhor aderência do esparadrapo. Assim. 37-Reação do paciente. facilitam a infecção e perdem seus poderes bactericidas. 38-Intercorrências.Manter o ambiente em ordem. lavando-a com soro fisiológico. O mesmo ocorre com dreno de penrose ou com uma escara aberta em fase de cicatrização. a pele é a área mais limpa. caso haja indicação. independente do seu aspecto. As mais adequadas. tornando-se posteriormente a causa das infecções. pois entre a pele e a ferida. 27. conforme orientação do Ministério da Saúde.Evitar contaminação.Facilitar o procedimento. de fora para dentro.Evitar contaminação do próximo paciente. 2.

9.16.  MATERIAL. 6.Evitar evisceração dos órgãos. em quantidade suficiente para impedir que a drenagem atinja outras áreas do corpo. para colocar nos curativos abertos onde haja exposição de vísceras e/ou outros tecidos. 4. V.67 P.P.um pacote de curativo . 7. . associadas a detergentes compatíveis e a substâncias protetoras da pele. deverá iniciar pelos curativos de incisão limpa e fechada.Utilizar máscara para curativos grandes e abertos.Acelerar o processo de cicatrização.Quando uma pessoa for trocar vários curativos num mesmo paciente. . -Bandeja auxiliar contendo: . indicando apenas para áreas que necessitem de uma limpeza mecânica.O uso de chumaço ou compressa depende da extensão da deiscência. Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.Utilizar gaze vaselinada estéril. 5. seguindo-se de ferida aberta não infectada.Utilizar gazes secas ou chumaços em cima da ferida.Amenizar a deformidade .Colher material para cultura e bacterioscopia de feridas infectadas ou com suspeita de infecção. 8. depois da ferida infectada. I a 10% (1% de iodo livre) cloro-hexidina a 4%.Aproximação dos Bordos em Deiscência Cirúrgica Abdominal. 4. e por ultimo as colostomias e fístulas em geral.

até completo fechamento da ferida. expondo a área a ser aproximada. utilizando o material de curativo. 13. exercendo tensão adequada.Secar a região com gaze. 8. a qual irá ser fixada nos flancos direito e esquerdo do paciente.Limpar a pele ao redor da deiscência com éter e/ou tintura de benjoim. sendo a distância entre elas variada conforma a extensão da deiscência. 14-Diminuir a distância entre as espátulas. 15. 4. .duas tiras de esparadrapo de 3 cm de largura e 20 cm de comprimento .Fixar a tira de esparadrapo no tecido cutâneo íntegro.máscara . e se necessário até mesmo contornar as costas.Fixar com exatidão no meio de cada espátulas uma tira de esparadrapo.68 -duas espátulas de madeira (de preferência.9% . à medida que o processo de cicatrização evoluiu e a deiscência se torna menos externa.soro fisiológico 0. 11.Preparar o material para fixação usando espátulas de madeira unidas por duas tiras de esparadrapo próximas das extremidades destas espátulas.Reunir o material. 6. na altura da coluna lombar. 16.Limpar a região com soro fisiológico 0. 9. ou cruzamento uma espátula com outras fixando-as com elástico. 2. esterilizadas) . Exercer tensão com duas tiras de esparadrapo.Colocar espátulas nas bordas da ferida procurando aproximá-las o máximo possível.Recompor a unidade e recolher o material.Vestir a máscara.9%.Lavar as mãos.éter e/ ou solução de benjoim.Lavar as mãos 3.Colocar o paciente em decúbito dorsal. 12.Proteger com gaze as proximidades da deiscência onde ocorre pressão das espátulas. 10.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 7. 5. de modo e manter a deiscência fechada ou semifechada.  PROCEDIMENTOS 1. no sentido longitudinal.

Deixar o paciente em ordem.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSFICATIVAS 1. 13-Proteger pele macerada. 15-Prevenir infecção.A tira de esparadrapo deverá ser dupla exceto nas extremidades para aderência à pele e espátulas.Assegurar tranqüilidade do paciente. 14-Auxiliar no fechamento da deiscência.Manter o ambiente em ordem. 17. 5. 16.Evitar contaminação da área de deiscência.Facilitar procedimento 6. 12-Evitar maceração da pele. 2.69 17. dor ou desconforto abdominal. . 10-Garantir a real fixação das espátulas.Usar técnica asséptica ao abrir o pacote de curativo.Soltar as espátulas do abdômen caso ocorra distensão. 2. 4. distensão abdominal e dores.Proporcionar conforto ao paciente. . colaborando com a equipe. 8. 18-Registrar o quanto em centímetros a deiscência está fechando ou não é característica da lesão.Diminuir tempo e movimentos do funcionário. pois isto poderá provocar mal-estar.Observar a extensão da deiscência. 11-Não apertá-las em excesso.Prevenir infecção 3. no local certo e evitar a maceração da pele.Facilitar aderência da espátula e esparadrapo. Usar técnica de curativo. 9.O uso de sacarose em deiscência é utilizado como tratamento auxiliar no processo de cicatrização e prevenção do processo infeccioso. OBSERVAÇÕES: 1.

70

4.17- Curativos de Punção
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA

- Manter o local da inserção do cateter limpo e seco. - Prevenir infecção.  MATERIAL.

-Bandeja auxiliar contendo: - um pacote de curativos - solução antisséptica. - esparadrapo comum e / ou especial. - solução fisiológica 0,9%. - água oxigenada, se necessário. - um saco plástico para desprezar os dejetos. - éter e/ ou benjoim.  PROCEDIMENTOS.

1- Lavaras mãos.

71

2- Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir o material. 4- Colocar o paciente em decúbito dorsal horizontal, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado oposto ao curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir ao pacote de curativo com técnica asséptica, fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura e contaminação do campo, caso ele seja de papel. 7- Soltar o esparadrapo com as mãos, iniciando-se do canhão da agulha do cateter venoso central até o termino da capa protetora. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com soro fisiológico ou éter. 10- Remover o esparadrapo com a pinça de dente de rato. 11- Remoer o curativo com a pinça de dente de rato. 12- Desprezar a gaze no saco plástico próprio. 13- Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. 14-Pega a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo. 15- Montar a pinça Kelly com gaze, umedecendo-a com soro fisiológico. 16-Proceder à limpeza do local da inserção do cateter, com soro fisiológico, utilizando movimentos semicirculares, e as duas faces da gaze. 17- Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção com soro fisiológico. 18- Secar primeiro, a região do ponto de inserção, com uma gaze seca. 19- Secar, a seguir, a região ao redor do ponto de inserção com outra gaze seca. 20-Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção, em direção, ao cateter, incluindo a placa protetora. 21- Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção. 22- Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção, da placa protetora e da pele ao redor do ponto de inserção com gaze seca. 23- Colocar a gaze cortada no local da inserção do cateter. 24- Limpar as marcas de esparadrapo com éter e com o auxilio da pinça Kelly. 25-Fixar a placa protetora com duas tiras de esparadrapo, partindo do ponto de inserção, até a junção cateter-equipo, unindo suas bordas. 26-Reforçar a fixação do curativo, utilizando-se de duas tiras de esparadrapo interpostas de modo perpendicular entre o ponto de inserção e a pele.

72

27- Datar e rubricar o curativo. 28- Lavar as mãos. 29- Recompor a unidade e recolher o material. 30- Deixar o paciente em ordem. 31- Anotar no prontuário o procedimento feito.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVOS

1- Prevenir infecção. 2- Assegurar a tranqüilidade do paciente. 3- Economizar tempo e poupar funcionário. 4- Evitar contaminação, impedindo que o paciente respire sobre o local. 5- Facilitar o procedimento. 6- Colocar as pinças com cabos voltados para bordas do campo. 7- Não puxar o cateter venoso central, ao tracionar o esparadrapo. Utilizar a pinça dente de rato, caso consiga desprender o esparadrapo sem soltar o cateter venoso central. 8- A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes a fim de evitar trazer contaminação de lesão para o campo. 9- Utilizar as mãos, caso não consiga soltar o esparadrapo. 10- Utilizar as mãos caso não consiga soltar o esparadrapo. 11- Evitar contaminação. 12- Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo, evitando contaminação. 13- Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril. 14- Evitar trazer a contaminação da lesão para o campo estéril. 15- Trocar a gaze sempre que necessário. 16- Trocar a gaze sempre que necessário Utilizar água oxigenada caso haja presença de sangue vivo ou coágulos ressecados. 17- Trocar a gaze sempre que necessário e não voltá-la. 18- Secar a região se estiver úmida de soro fisiológico, a solução antisséptica não agirá corretamente. 19- Umidade impede a ação da solução antisséptica. 20- Desprezar a gaze, sempre que necessário. 21- Trocar a gaze sempre que necessário. 22- Evitar a formação de meio de cultura.

73

23- Prevenir a formação de meio de cultura. 24- Assegurar a aderência do esparadrapo. 25- Fixar melhor o cateter, evitando a sua saída acidental. 26- Proteger melhor o ponto de inserção. 27- Manter o controle de data e hora da realização do curativo. 28- Prevenir infecção. 29- Manter o ambiente em ordem, colaborando com a equipe. 30- Proporcionar conforto ao paciente. 31- Aspecto e características da inserção.

OBSERVAÇÕES:

1- A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas. 2- Ao executar o banho de pacientes com cateter venoso central, procurar proteger o local, para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes. 3- A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica, e deve, portanto, ser sempre um curativo oclusivo. 4- Proceder à tricotomia da região onde se localiza o cateter venoso central se necessário, a fim de facilitar a fixação do mesmo. 5- Fixar os equipos dos sobre a pele do paciente, pois as conexões, como torneirinhas e equipo de duas vias, pesam muito podendo deslocar o cateter venoso central da posição correta. 6- Ao auxilio o médico na instalação do cateter venoso central, nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo, mas sim, abrir a embalagem com técnica e colocá-lo no campo estéril. 7- Quando houver presença de hiperemia, mesmo sem secreção purulenta, significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central, e isto indica a necessidade de retirar o mesmo. 8- Para punção de jugular, utilizar de preferência o cateter venoso central de duas vias, pois além de evitar contaminação, a técnica de curativo para este tipo de cateter é muito mais simples evita acidentes do cateter, tão comuns com tipos convencionais de cateter venoso central.

74

4.18- Curativo de Punção de Subclávia
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.

- Manter limpo o local da inserção do cateter. - Prevenir infecção.  MATERIAL

-Bandeja auxiliar contendo: - um saco plástico - solução antisséptica - esparadrapo - solução fisiológica a 0,9% - água oxigenada, se necessário - um saco plástico pequeno para desprezar dejetos - éter e/ ou benjoim  PROCEDIMENTOS.

1- Lavar as mãos. 2- Explicar procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir material. 4- Colocar o paciente em posição confortável, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado posto do curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir pacote de curativo com técnica asséptica fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura contaminação do campo, caso este seja de papel. 7- Soltar completamente o esparadrapo com as mãos, começando no canhão da agulha do cateter venoso central. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com sôo fisiológico ou éter.

Pegar a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo.Remover o esparadrapo com a pinça dente de rato. da placa protetora e da pele. 13.Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção. o redor do ponto de inserção. com soro fisiológico utilizando movimentos semicirculares. englobando o ponto de inserção. umedecendo-o com soro fisiológico.Datar e rubricar o curativo.Remover o curativo (pequena gaze cortada ao meio na inserção do cateter). 19. . 29. 15.Recompor a unidade e recolher o material.Proceder à limpeza da local da inserção do cateter.Montar a pinça Kelly com gaze. a região ao redor do ponto de inserção em direção ao cateter.Se primeiro.I. 26. e as duas faces da gaze. 17. 28. 24-Colocar uma gaze dobrada longitudinalmente em cima da placa protetora. 16. 21.Aplicar a solução antisséptica no ponto de inserção em direção ao cateter. 11.Desprezar o curativo no saco plástico próprio.Anotar no prontuário o procedimento feito. incluindo a placa protetora. incluindo a placa protetora.Secar.Lavar as mãos.Fechar o curativo com esparadrapo. 31.V. 12. apoiando-se a placa do cateter venoso central sobre a pele. 23-Colocar uma gaze dobrada e cortada ao meio no local da inserção do cateter e ocluir a região com esparadrapo.P. 18. 27.Deixar o paciente em ordem.Limpar as marcas do esparadrapo com éter. 14. 30. com soro fisiológico. 25. 22. tópico) na região ao ponto de inserção.Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção.Aplicar a solução antisséptica (P.Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. a região do ponto de inserção com uma gaze seca. com auxilio da pinça Kelly. 20.75 10. a seguir.

13. 16. 21.Utilizar uma gaze de cada vez. Utilizar a pinça dente de rato. impedindo que o paciente respire sobre o local. 26. 8.Trocar a gaze sempre que necessário.Economizar tempo a poupar o funcionário.Trocar a gaze sempre que necessário. 24. 23.Preparar área.Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo.Manter a controle da data e hora de realização do curativo. 15. 5.Trocar a gaze sempre que necessário.Garantir a fixação do cateter. 7.Facilitar a aderência do esparadrapo. 11. 20. . 28. 4. 1-Prevenir infecção 2. Utilizar água oxigenada caso seja necessário (presença de sangue vivo ou coágulos ressecados). a solução antisséptica não agirá corretamente.Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril. 17.Utilizar uma gaze de cada vez. caso consiga desprender o esparadrapo.Evitar contaminação. 27.Proteger a região para evitar contaminação.Visualizar a área. 25.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 6.Colocar as pinças com os cabos voltados para borda do campo. sem soltar o cateter venoso central. 19. 9-Utilizar o soro fisiológico para retirar o esparadrapo especial e o éter para o esparadrapo comum. 18-Se a região estiver de soro fisiológico. 10.Prevenir a formação de meio de cultura e assegurar a aderência do esparadrapo.76  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 14.Trocar a gaze sempre que necessário.Cuidar para não puxar o cateter venoso central ao tracionar o esparadrapo.Prevenir contaminação.Evitar trazer a contaminação da lesão estéril para o campo estéril. 22. 3.Reforçar a proteção do ponto de inserção.Facilitar o procedimento. 12.Utilizar as mãos caso não consiga retirar o esparadrapo.

A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica a deve. mas sim abrir a embalagem com técnica e jogá-lo no campo estéril. e isto indica a necessidade de retirada do mesmo. pois o mesmo evitar contaminação e acidentes de saída do cateter. a fim de facilitar a fixação do mesmo.77 29. significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central. com as torneirinhas e equipos de duas vias. nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo.Quando houver presença de hiperemia.Proporcionar conforto ao paciente. 7. 5. onde se localiza o cateter venoso central. .Manter o ambiente em ordem. 8. 31. pois as conexões. 4. durante a instalação do cateter venoso central.Ao executar o banho de paciente com cateter venoso central. 30. mesmo sem secreção purulenta.Proceder à tricotomia da região supra clavicular.Aspecto e característica da inserção. procurar proteger o local. 3. colaborando com a equipe. para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes.A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas.Ao auxiliar o médico. 6.Utilizar preferência o cateter venoso central de duas vias. se necessário. OBSERVAÇÕES: 1. 2.Fixar os equipos dos soros sobre a pele do paciente. portanto ser sempre um curativo oclusivo. impedindo a manipulação excessiva do local. pesam e muitas vezes deslocam o cateter venoso central da posição correta.

máscara .saco plástico pequeno .uma lâmina de bisturi .9% . .Curativo de Traqueostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.um biombo  PROCEDIMENTO 1.solução fisiológica 0. .cadarço .óculos. .Manter a área limpa. . 2.Colocar a máscara.dois pares de luvas .Reunir material.Prevenir infecção.19.78 4.um pacote de curativo .uma cuba rim .Lavar as mãos.gazes .material para aspiração traqueal . 3.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .uma seringa para insuflar o cuff . 4.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.um forro . se necessário.solução antisséptica .

13.Retirar luvas.Calçar luvas. 10. 6. 9.Colocar gaze em quantidade suficiente dentro do campo estéril.Colocar biombo. 15. 20.Desprezar a pinça dente de rato. 26. . 11.Aspirar à traquéia através da cânula de traqueostomia.Calçar luvas.Retirar a luva.Passar solução antisséptica ao redor da traqueostomia. colocar o novo conjunto de cânula (interna + externa) girando-o no interior da traquéia.Montar a pinça Kocher com gaze. 23. deixando-a protegida pela própria embalagem. 29.Adaptar uma nova sonda de aspiração na extensão de látex. 14. Aspirar as vias aéreas acima do balonete (cuff).Secar a área. na extremidade do campo. 17-Remover as secreções e crostas da cânula interna.Introduzir a cânula interna no orifício da externa ou. 16. 8. na cuba rim. 12. e proteger o tórax do paciente com forro. 18-Enxaguar a cânula interna.Remover o curativo antigo com auxílio da pinça dente de rato. 22. passando quantas gazes forem necessárias pelo interior da cânula. colocando-a na cuba rim com água oxigenada. utilizando preferência outra sonda. 27. 21. pela cavidade oral.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. 24. 19. 7.79 5-Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º. 25. em quantidade mínima. com soro fisiológico e colocá-la no campo estéril do curativo. por alguns minutos.Limpar a área ao redor da traqueostomia. com auxílio da pinça anatômica. se for o caso. caso se trate de cânula tipo descartável. 30-Trocar o cadarço.Retirar a cânula metálica interna.Aspirar novamente à árvore traqueobrônquica.Umedecer a gaze com solução fisiológica.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica.Certificar-se que o cuff da cânula de traqueostomia esteja insuflado.Proteger o tórax do paciente com o forro. auxiliando com a pinça anatômica. 28.

Evitar desperdício. 16.Para evitar a saída acidental da mesma.Retirar o forro do tórax do paciente. 34.Prevenir infecção.Evitar maior contaminação da cânula interna. 18.Evitar contaminação da sonda. 23.Economizar tempo e poupar o funcionário. se necessário.Evitar que se suje a roupa de cama. 35.Evitar obstrução da cânula.Lavar as mãos.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. 13. 19. Evitar contaminação. 3.Garantir a privacidade do paciente 7. e substituí-lo por outro estéril.Evitar contaminação do ambiente. . Manter vias áreas livres.Deixar o paciente em ordem. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco.Colocar as pinças com os cabos voltados para as bordas do campo estéril.Aspirar novamente se necessário. 8. para possíveis arritmias.Utilizar uma gaze de cada vez.Facilitar o procedimento.80 31.Recompor a unidade e recolher o material.Anotar no prontuário o procedimento feito. 17. 15-Seguir técnica de “aspiração traqueal”. 4.Evitar contaminação do ambiente. 37.Seguir técnica asséptica já descrita. 20. Garantir a salubridade do funcionário.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Retirar conjunto completo da traqueostomia. 11. 21. 33. 5.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário. 2.Garantir a salubridade do funcionário.  PONTOS IMPORTANTES.Prevenir contaminação. 6. 14. 9. 10. 1. 22. 36.Evitar contaminação 12.

31. 30-Proteger a pele e absorver a secreção. colaborando com equipe. 25.Facilitar a limpeza.Cadarço muito apertado cauda desconforto ao paciente e pode comprimir a veia jugular externa. 27.Manter o ambiente em ordem. 34.Girar para facilitar a entrada da cânula na traquéia. 32. segurando-a pelas laterais. Cadarço muito frouxo faz com que a cânula deslize na traquéia. Estar atento para não penetrar solução antisséptica na traquéia. Intercorrências. Limpar a trocar curativo quantas vezes for necessário.Prevenir infecção.Utilizar técnica asséptica. 26.Manter a higiene e conforto do paciente.Prevenir infecção. .Evitar a contaminação direta na traquéia. 37.Prevenir escaras. 36. 33. . 28. Calçar novo par de luvas. 29. 35.81 24.Aspecto e características de secreção e do curativo.Promover o conforto e higiene do paciente.Proporcionar conforto ao paciente. Troca do conjunto da cânula de traqueostomia (se houver).Não encostar a mão no interior da cânula. correndo risco de sair.

máscara.Prevenir infecção. .Manter a via aérea desobstruída.uma lâmina de bisturi . se necessário.  MATERIAL. .um saco plástico pequeno .material para aspiração traqueal .9% . 1.82 4.20. se necessário.um forro .um biombo.Colocar a máscara e óculos.Lavar as mãos.  PROCEDIMENTO.um par de luvas estéreis .Troca de conjunto de Cânula de Traqueostomia de Metal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE TÉCNICA. -Bandeja auxiliar contendo: .soro fisiológico a 0. 2.cadarço .um pacote de curativo . .um conjunto de cânula de traqueostomia (cânulas interna e externa) .Explicar procedimento e finalidade. .óculos. 3. .

18.Anotar no prontuário o procedimento feito.Colocar gaze em quantidade suficiente e o conjunto da cânula dentro do campo estéril.Com auxilio das pinça Kelly e anatômica. 8.Desprezar a pinça dente de rato na extremidade do campo. 17.Retirar o mandril imediatamente após introdução da cânula. 19. 22. adaptar a gaze dobrada sob a cânula.Abrir pacote de curativo com técnica asséptica. 14.83 4. 16. retirar travesseiro e proteger o tórax do paciente com forro. 24. 23. 21.Adaptar a cânula interna.Lavar as mãos. 7.Remover o curativo antigo com o auxílio da pinça dente de rato. 26. 6.Umedecer a gaze com solução fisiológica. .Retirar as luvas.Apanhar o conjunto da cânula estéril pelas laterais e introduzi-lo lentamente pelo orifício da traqueostomia. 31. auxiliada com a pinça anatômica. 11. 12. girando-o 180º.Montar a pinça Kelly com gaze.Retirar todo conjunto e colocá-lo sobre a borda do campo. 27. 30.Aplicar a solução antisséptica ao redor da traqueostomia.Secar área.Colocar biombo.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. através da cânula de traqueostomia. 9.Recompor a unidade e recolher o material. 28.Reunir material. 10. 15. 13.Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º. 25.Amarrar o cadarço.Desamarrar o cadarço. 29. 20.Realizar aspiração traqueal. com auxilio da pinça anatômica ou comas mãos.Deixar o paciente em ordem.Proteger o tórax do paciente com o forro. 5.Calçar luvas.Limpar área ao redor da traqueostomia.

7. 2.Utilizar uma gaze de cada vez. 11. 8. 20. Utilizar outro par de luvas.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário.Manter a higiene e conforto do paciente. 21.Garantir a salubridade do funcionário. 26.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. 19.A presença do mandril direciona a colocação da cânula externa.A hiperextensão da cabeça facilita a introdução da cânula. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco.Prevenir escaras. para a própria proteção do executante.Soltar cânula.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 27. para possíveis arritmias.Procurar não encostar a mão na região já limpa do pescoço. 17. por isso precisa ser imediatamente retirado após a introdução da cânula. realizar a aspiração traqueal.Seguir técnica de aspiração traqueal. 24.Evitar contaminação do meio ambiente. porém impede a respiração.84  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICTIVA 1.Evitar desperdício e contaminação da cânula.Facilitar a limpeza. caso necessário. 15. Evitar contaminação. 23.Economizar tempo e poupar o funcionário.Prevenir infecção.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. 5. 4. .O mandril (obturador) deve estar adaptado à cânula externa. 3. 12. 25.Se necessário.Prevenir infecção.Fixar a cânula externa no pescoço. 9.Proteger contra possíveis traumatismos e facilitar a limpeza. Não se deve forçar a cânula ao ser introduzida.Expor a região a ser tratada. 18. 10.Prevenir contaminação. 6. 22.Evitar contaminação do ambiente e do próximo passo da técnica.Evitar que se suje a roupa de cama. 13. 16. 28.Assegurar a privacidade do paciente. 14.

Desconectar o respirador da cânula. exceto se o paciente estiver com respirador mecânico ou no ato de passagem de dieta enteral. as secreções.Quando o paciente está com cânula descartável: .Manter o ambiente em ordem.Quando a cânula estiver com ponto na pele. sem excesso de pressão.O cuff da cânula descartável precisa adaptar-se suavemente na traquéia. caso contrário poderá causar sérias complicações (estenose na traquéia. .Manter o fio do ponto interno da traqueostomia fixado com micropore na região do esterno (este fio é destinado a abrir a traquéia caso haja fechamento da mesma). . traqueomalácia etc. . Fazê-lo sempre com duas pessoas. especialmente se o paciente estiver sob ventilação mecânica. pele etc.Verificar aspecto da traqueostomia.Proporcionar conforto ao paciente. a cada sete dias.85 29. o suficiente para que fique fixa. OBSERVAÇÕES 1.Manter o cuff da cânula desinsuflado.Quando o paciente estiver no respirador. colaborando com a equipe. retirá-lo após alguns dias para evitar a maceração da pele ao redor. somente no momento da troca conectando-o imediatamente após. sangramentos. . desinsuflar o cuff da cânula antes de retirá-la.Proceder à primeira troca da cânula descartável no décimo dia após. . 30. . 31.).

Realizado por enfermeiro  ORIENTAÇÕES GERAIS. no início de cada plantão e imediatamente após o uso. na qual deverá ser registrado: o nome do enfermeiro que revisou o carro. 2.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA DO ADULTO.O carro de urgência devera ser revisado e complementado pelos enfermeiros das unidades. 5. a hora da última revisão e material em falta no hospital.Composição do Carro de Urgência. por não ter sido checado com antecedência. a data. 6.21.O carro de urgência deverá ser sempre propriamente do enfermeiro. 3.000ml) o qual será posteriormente conectado ao sistema de aspiração do painel de gases do quarto. ou ainda ter um aspirador elétrico com extensão com longa para rede elétrica.A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês.Manter o cardioversor do carro de urgência ligado à rede elétrica quando em desuso. 1 1. 2. onde serão guardados os medicamentos de “segunda” urgência. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência. 7.Xylocaína – dois frascos.Bicarbonato de sódio a 10% .O carro de urgência deverá ter acoplado em sua lateral a tábua para massagem cardíaca.86 4. GAVETA Nº.Manter o caro de urgência com etiqueta.cinco ampolas. 3. 8.Todo posto de enfermagem das unidades de internação deverá ter uma gaveta.Manter ao lado do carro de urgência o frasco coletor de secreções (5.Sulfato de atropina – 25 ampolas . denominada “medicação de suporte”. 1. 4.

4. 26. 34.três ampolas.Lâmina de bisturi – uma unidade.5mm com cuff nº. 3. 17.Duas cânulas de intubação com conector nº.Scalp nº. 8. 9.Jogo de eletrodos – uma unidade. 32.Adrenalina – 25 ampolas.três ampolas. 19 – duas unidades.Duas cânulas de intubação com conector nº.5mm com cuff nº.Scalp nº.Gluconato de cálcio 10% . 20.Flebocortid 500mg – três frascos. 2.0mm com cuff nº. 9. 18 – duas unidades. 8.Revivan – 10 ampolas.Uma cânula de intubação com conector nº.Gazes – quantos pacotes. 6.Uma cânula de guedel grande. 5. 11.Duas cânulas de intubação com conector nº.5mm com cuff nº.Cateter intravenoso nº. 38. 9. 7. 6. 7. 5. 23. 12.Uma cânula de traqueostomia descartável.Cateter intravenoso nº.Diempax – cinco ampolas. 16 – duas unidades. 10.Algodão com álcool. 16.Agulhas intracardíacas – três unidades. 21. 13.Serrilhas. 6.Garrote simples.Uma cânula de guedel pequena. 8. 18.87 4.Agulhas descartáveis 25 x 8 – 10 unidades. 23 . 2 1. 28. .Duas cânulas de intubação com conector nº. 19.Scalp nº.1% .Lâmina própria para cortar soro. 7.Peça de cadarço – duas unidades de 80 cm.Cloreto de potássio 19. 25.Agulhas descartáveis 40 x 12 – cinco unidades. GAVETA Nº. 14.duas unidades. 15. 8.Uma cânula de guedel média. 24. 21 .uma unidade. 36.0mm com cuff nº.

um frasco de soro fisiológico a 0.Duas pilhas médias novas de reserva para o laringoscópio. 15.uma lâmina pequena.duas seringas de 20ml . 22. .Dois fios guia.Um tubo de xylocaína geléia. 12. PRATELEIRA INFERIOR Bandeja contendo: . 14. 16. 26. para a rede de oxigênio e vácuo.um frasco de soro glicosado a 5% de 500ml .Um rolo de esparadrapo. 13. 24. .Quatro pares de luvas nº. 8 .88 10-Um jogo de laringoscópio com lâminas curvas: .Uma pinça Maguil.Cinco sondas de aspiração nº. 14.0m. 20.Cinco sondas de aspiração nº. 11.Um jogo de laringoscópio com lâminas retas: . 25. 19.dois equipos comuns.uma lâmina grande . .9% de 500ml . 21.duas lâminas grandes.duas seringas de 10ml .Um microrressucitador. 18.dois cateteres venosos centrais (adulto) .Um frasco de xylocaína a 2% spray. .Dois cateteres de oxigênio nº 8.Duas extensões de látex de 2. . 16. 17. 7.5 e/ ou 8.dois pares de luvas estéreis nº.Um ambu adulto com máscara.0.dois equipos micro gotas.Uma seringa descartável de 20ml.Uma tesoura.uma lâmina pequena.duas lâminas médias.uma lâmina média. 23.

Dopamina – cinco ampolas. 19. 4.um frasco de bicarbonato de sódio a 8.Fenergan – cinco ampolas. Obs: Conforme a característica da unidade. . .Glicose a 50% . 6.89 . 9.três garrotes de látex de grosso calibre.Gluconato de cálcio a 10% .Águas destilada – cinco ampolas. 17.Solucortex ou Flebocortid – dois frascos. 1 1. 15.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA PEDIÁTRICO.Fenergan – cinco ampolas. acrescentar outros medicamentos pertinentes ao tipo de paciente atendido. TAMPO SUPERIOR .Soro fisiológico – cinco ampolas.Cardiovascular com pás e cabo para monitorização.Sulfato de atropina – 10 ampolas.Valium/ Diempax – cinco ampolas. 8.cinco ampolas.Adrenalina – 10 ampolas.um aspirador de secreções para rede de oxigênio ou para rede de ar comprimido (na hipótese de o aspirador a vácuo não funcionar). 12.cinco ampolas. 13. 5. 16.Dormonid – cinco ampolas. 11. GAVETA Nº.Lasix – cinco ampolas. 3. 2. 7. 18.4% de 250ml .Aminofilina – três ampolas.Bicarbonato de sódio a 10% .Cedilanide – cinco ampolas. 10.cinco ampolas.Solu-witer ou Flebocortid – três frascos 14.Decadron – três frascos.Hidantal ou fenotoína – cinco ampolas.

Heparina – dois frascos.Cinco seringas descartáveis 5cc. 9.Um tubo de xylocaína gel. 21. 11. 2 – Dez agulhas descartáveis 25 x 7.Duas lâminas de bisturi. 25 e 27.Dois cateteres de oxigênio – nº.Dois cateteres intravenosos.Um jogo de lâminas (reta.Dois ambu (infantil e adulto).Duas pilhas novas pequenas. 6. 12.Seis eletrodos. curva. GAVETA Nº. tamanhos 4. 2 1 . 19.Quatro pacotes de gaze estéril.90 20. 16. 8.Um micropore.Um rolo de esparadrapo. 24. 21. 25.Cinco agulhas descartáveis 40 x 12. 15. 5.Dois pares de luvas. 14.Um frasco de xylocaína spray.Uma pinça Maguil. 18. e semicurva) – RN – I – A. 3 . tamanhos 23. 20.Cinco seringas descartáveis 1cc.Dois scalp.Cinco seringas descartáveis 10cc.Três cânulas de guedel – RN – I – A.22 e 24. 13. 22. . 10 e 12. 8.Um cadarço.Duas sondas de aspiração. 10.Cinco serrilhas.Três máscaras – RN – I – A. 6 e 8. 7. 4 – Dois cabo de laringoscópio (pequeno e grande). 23. 17. 6.Xulocaína a 2% sem adrenalina – dois frascos. 26. tamanhos 20.

8. 3.500ml. 6. 2. 5.Promover circulação adequada.Algodão com álcool.Dois tubos endotraqueais nºs 2.Dois fios guia. 5 a 7 sem cuff.Tábua para ressuscitação cardíaca TAMPO SUPERIOR .Corrigir distúrbio metabólico  MATERIAL . . .Garrote.Promover assistência ventilatória adequada.91 GAVETA Nº.Um microfix.Um soro fisiológico a 0.Dois equipo micro gotas.Um soro glicosado a 5% . 7. .Uma extensão elétrica.Dois equipos comuns.500ml. 4. PARTE POSTERIOR .22.9% .Reanimação Cardiorrespiratória Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . 3 1. 4.

Chamar por ajuda solicitando que tragam carro de urgência e biombo. e observar os movimentos respiratórios do tórax. ou material para passagem de cateter venoso central. oxigênio e ar comprimido.). para isso. se possível.Ventilar o paciente em duas pessoas: uma fixa a máscara na boa e nariz do paciente e a outra ventila com as duas mãos. . olhando sempre para o tórax do paciente.Colocar a tábua.5 segundo cada) da seguinte forma: . 4.AMBU COM MÁSCARA E OXIGENIO a 100% com cerca de 12 litros/ minuto: . dar duas ventiladas rápidas e consecutivas (1 a 1.Posicionar a vítima corretamente em decúbito horizontal dorsal e retirar próteses. sentir e observar a passagem do ar. 5. 3.Ajustar adequadamente a máscara na face do paciente. . b) Se o paciente não respira.92 . e dois dedos da outra mão elevando o mento do paciente.Biombo  PROCEDIMENTOS 1. ou caso não esteja em ambiente hospitalar) com hiperextesão da cabeça. 2. 6. .Constatar a parada cardiorrespiratória.Material para dissecção de veia central. .Carro de urgência completo (de preferência com cardioversor/ desfibrilador) .Abrir as vias aéreas (usar o método de hiperextensão da cabeça: com uma mão à testa. caso não obtenha resposta. se necessário. chamar por AJUDA.Respirador montado . processando da seguinte forma: determinar o nível de consciência do paciente: para isso.BOCA A BOCA (se não houver ambu disponível. .Verificar se há ventilação (durante três a cinco segundos). chamá-lo em voz alta. a) Se o paciente respira manter a via aérea aberta e observar a sua ventilação.Painel de gases com os acessórios em ordem: aspirador.Monitor cardíaco . ouvir.

A primeira mão ai sobre a outra. nesse momento. a) Se existir pulso: continuar boca a boca cinco segundos e monitorar o pulso.0 segundos para realizar as compressões. e abrir sonda nasogástrica especialmente se houver conteúdo gástrico. 12. O local das compressões se faz dois terços no inferior do esterno.Insuflar o cuff da cânula endotraqueal com auxílio de uma seringa. 10. As mãos não devem se perder a posição correta (Fig. 14.0 a 1. 11. O segundo reanimador ventila no intervalo entre a 5ª e 1ª compressão. -UM REANIMADOR: 15 massagens e duas ventilações. gentilmente. e de 1. Coloque o dedo médio no ponto de união entre apêndice xifóide o esterno. Entregar: as luvas.Após um minuto (quatro ciclos de 15:12 ou 12 ciclos de 5:1) deve-se verificar novamente o pulso.5 segundo para ventilar.DOIS REANIMADORES: cinco massagens e uma ventilação. verificá-lo a cada três a cinco minutos. 13. Para colocar as mãos. comprimir 4 a 5cm. O pulso deve ser verificado sempre na artéria carótida.Preparar o material para intubação e entregá-lo montado e testado para o elemento que irá intubar. 20. . a partir daí.Retirar o fio-guia. As regiões ternar e hipoternar da outra mão são colocadas sobre o eixo maior de esterno. 8. do mesmo lado do reanimador se encontra. mas nunca devem tocar o gradeado costal. lubrificado e o fio-guia conectado na mão direita do médico e o laringoscópio montado na sua mão esquerda. o tubo endotraqueal com o cuff testado. se possível. e o indicador imediatamente ao lado.93 7-Verificar ausência de pulso (durante cinco a 10 segundos). b) SE NÃO EXISTIR PULSO: iniciar a compressão do tórax.Aspirar secreções se necessários. O primeiro faz a massagem contando em volta: UM e DOIS e TRÊS e QUANTRO e CINCO e diz para o outro reanimador em voz alta VENTILA. de maneira rítmica. enche o gradeado costal e siga-o. segurando firmemente o tubo endotraqueal. Manter os braços estendidos e os ombros perpendiculares aos tórax do paciente. Gasta-se 3. sendo metade do circulo compressão.Proceder a intubação somente mediante total e completa visualização das vias aéreas (cordas vocais. glote e epiglote).Solicitar a monitorização cardíaca. 9. .10).5 e 4.

20. tempo de reanimação e intercorrências. 24.Tomar cuidado ao colocar a tábua. enquanto o outro elemento segura o tubo endotraqueal. 19. 18.Recolher o material deixar o carro de urgência em ordem e checado.Instalar respirador mecânico se necessário. posteriormente. . 16-Fixar a cânula endotraqueal com cadarço de acordo com a técnica. 26.Deixar o paciente em ordem e confortável.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Garantir que realmente se trata de uma para cardiorrespiratória. . especialmente se tratando de pacientes com cateteres e sondas. 2.Agilizar o atendimento o mais rápido possível e promover a distribuição das tarefas conforme as prioridades. 23. para pronto uso.94 15-Testar o posicionamento do tubo endotraqueal através da insuflação manual (ambu) dos pulmões.Trazer o cardioversor/ Desfibrilador junto do leito do paciente e deixá-lo pronto para uso.Lavar as mãos. coloração das mucosas e extremidades. 22. até que ocorra estabilização do quadro clínico. 25.Posição correta necessária para ventilação e massagem. 17-Observar a eficácia da massagem através da palpação do pulso carotídeo e/ou observação do traçado do monitor cardíaco. 5. Após o términio da reanimação. os quais poderão desconectar-se. e não de um sono profundo.Evitar obstrução da glote por queda da língua. observando a expansão torácica. -Evitar a hiperextensão da cabeça para os pacientes politraumatizados. 4. 3.Promover. massagem adequada. 21. e colocar a cânula de guedel.Observar respiração.Manter o controle doa sinais vitais de modo rigoroso e contínuo.Observar periodicamente as pupilas.Anotar no prontuário do paciente: horário da parada.

Não se precipitar. lembrar que se têm cinco segundo para confirmar a parada respiratória. utilizar de preferência anestésico em spray. a) Ventilar paciente que respira prejudica-o. 10.Evitar escape do oxigênio e manter a cabeça bem posicionada. de preferência anestésico a mais calibrosa. pede a eficácia bem como atrapalha a equipe socorrista. . . sendo permitido se fazer as duas ao mesmo tempo. se há pulso. pode ser devido à presença de obstrução por corpo estranho. . . .Ao chegar o segundo reanimador. . proceder à retirada do membro.O pulso carotídeo. 9. bem como desperdiça-se energia do socorrista. por cinco a 10 segundos. fechar o nariz do paciente e selar os lábios do socorrista contra a boca do paciente. para facilitar a manutenção de um ritmo e freqüência corretos (80 a 100 movimentos/ minutos) o reanimador deve contar em voz alta: UM e DOIS e TRÊS e QUATRO e CINCO e SEIS etc. se verificado do lado oposto do reanimador.Prevenir hipóxia.O pulso.BOCA A BOCA: para ser efetiva. aí então. . b) É importante iniciar a reanimação. ATENÇÃO: Quando o paciente estiver intubado. se palpando em excesso.Evitar escape do oxigênio. sem as compressões. logo que possível (de preferência nesse momento). .95 6. pode obstruir o fluxo e impedir a percepção da pulsação. Se for incapaz de dar as duas ventilações. em seguida mandar o massageador parar e verificar. 8. b) Durante a massagem cardíaca. ou a massagem. a) Providenciar o monitor cardíaco. pois o cérebro não pode ficar mais do que três minutos sem oxigenação. tipo geléia. este deve: palpar o pulso e verificar se a massagem está sendo ou não eficiente. 7. .Verificar se o paciente permanece em parada cardiorrespiratória. reposicionar melhor à cabeça e ventilar outra vez o paciente.Escolher a cânula endotraqueal de diâmetro adequado ao paciente.Utilizar a lâmina adequada para o laringoscópio. não há necessidade de se parar a ventilação.Se houver tempo e condições.Facilitar o acompanhamento dos batimentos cardíacos durante a emergência. Se ainda não conseguir. caso contrário.

12. de preferência. . 19. 17. para pronto uso. 23.Observar o traçado do monitor enquanto massageia. . máscara e oxigênio a 100%. .O cardioversor deve.Auxiliar o médico mantendo o paciente com o pescoço hiperestendido.Proporcionar conforto ao paciente. observando se ocorre escape de ar pela boca. .Evitar a formação de escara na rima bucal. a qual varia de acordo com o tipo de cânula. fazer parte do carro de urgência. 15. dar pausas. 14. para facilitar a visualização do campo. .Palpar o pulso carotídeo com cuidado reflexo vagal: . indicam hipóxia e provável lesão cerebral grave. ou ainda.Evitar vazamento ao redor da cânula.Garantir que o tubo endotraqueal não tenha penetrado no esôfago.Evitar aspiração traqueobrônquica e consequentemente pneumonia aspirativa.Prevenir atelectasias. o qual deverá indicar sinal característico. .Observar a quantidade de ar a ser insuflado no cuff. não esteja posicionada na carina. 18. 22. manter-se sempre no lado oposto à mão do médico que segura o laringoscópio.Avaliar eficácia da ventilação e massagem. caso seja necessário.Intubar sem visualização completa das vias aéreas pode traumatizar e prolongar o tempo de hipóxia. .Evitar extubação acidental. para ventilação com ambu. .Se durante o procedimento houver dificuldades para intubar (mais de 15 segundos).Prevenir hipóxia. 21. ou somente esteja ventilando o pulmão direito. para não atrapalha-lo. enquanto que pupilas fotorreagentes indicam massagem e ventilação eficientes. .Ao auxiliar o médico.Verificar se os pulmões estão sendo ventilados de modo simétrico.Manter o aspirador de secreções ligado e junto à cabeça do paciente.96 11. e afastando o lábio superior da boca. 16. .Verificar a eficiência da reanimação realizada.Pupilas midriáticas não fotorreagentes. 13.Garantir que o cuff foi suficientemente insuflado. além de provocar vômitos.Não fixar cânula de guedel junto o tubo endotraqueal. 20. durante a expiração.

.97 24. ventila mais uma vez indicando que se deve reiniciar a técnica.Descrição de todos os procedimentos feitos. fazer o seguinte: . A equipe deve preocupar-se com a ventilação e massagem. VENTILA. 4.Controlar débito urinário e aliviar distensão gástrica que pode estar prejudicando a ventilação.Quando houver dois reanimadores socorrendo o paciente e um deles cansar-se de massagear e for necessário de trocar de posição. deve-se avisar quem está no tórax. . -Anotação de intercorrências como: quebra de costelas durante a massagem.O indivíduo que estiver massageando diz: TROCA e dois e três e quatro e cinco. 26. antes de ventilar.Não retirar a tábua do paciente enquanto suas condições gerais não estiverem estáveis.Quem estava massageando vai à cabeça e verifica o pulso. puncionar uma veia periférica e administrar os medicamentos prescritos. OBSERVAÇÕES 1. logo que possível. . indicando a necessidade de trocar. 2. quando necessário e possível. .Levar sempre em conta a possibilidade de se ter uma nova urgência logo em seguida.Assim que for a parada cardiorrespiratória. e continuar a assistência respiratória.Acompanhar a evolução do paciente que poderá apresentar nova parada cardiorrespiratória.Prevenir infecção. O TROCA é dito no lugar do um. 28. antes de trocar de posição. Portanto. .Quem está agora à cabeça do paciente. 25. caso não tenha número suficiente de socorristas. Se voltar o pulso. 27. e move-se para o tórax e coloca corretamente as mãos. aspiração brônquica de conteúdo gástrico. convulsões etc. a punção da veia não deve ser prioridade. ventila ao final do ciclo.Quem está ventilando.Providenciar material para dissecção ou punção da veia central.Registrar a reanimação feita. 3.

não tocando a laringe. evitando aspiração brônquica. técnica precária. posteriormente. o paciente deverá estar em decúbito horizontal dorsal e a cabeça estendida para trás. Caso haja cabeceira no leito. Este . destina-se a afastar a epiglote da laringe. logo que necessário.5mm).Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória manter três elementos da enfermagem. instalar a adrenalina e atropina pelo tubo endotraqueal. o elemento da enfermagem que estiver auxiliando o médico na cabeceira deverá permanecer o tempo todo com o aspirador de secreções ligado em posição de ser reutilizado. Assim.Caso não haja veias disponíveis para serem puncionadas. 7. cavidade oral estreita ou ainda lâmina de laringoscópio curta para paciente com pescoço longo. o qual irá encaixar no ambu e. 14. anormalidade anatômica. 12. no respirador.Interromper imediatamente a intubação caso ocorra vômitos nesse momento. sugerir para que se passe uma sonda nasogástrica. 10-Todos os tubos endotraqueais devem estar sempre com respectivos conectores “manchos”. pois sua ponta é colocada logo acima da epiglote. posicionar a cabeça lateralmente e aspirar às secreções da cavidade oral. e da lâmina de laringoscópio na cavidade oral. 13.Durante o momento da intubação. no momento da reanimação.A intubação demorada ou difícil acontece quando existe relaxamento muscular inadequado.0 e 8. e oferece melhor visualização do campo. língua muito grande.O sucesso de uma intubação rápida está no correto posicionamento do paciente no leito. de diâmetro padronizado de 15mm. afastar a cabeça do paciente para a lateral do mesmo. diretamente. A lâmina reta destina-se a abrir a epiglote. 11. Assim. facilitando e melhorando a expansão torácica.98 5-Pode-se utilizar somente respirador a volume em substituição à ventilação com ambu. tanto quanto por uma veia central. além do médico. 9. pois estes reduzem a resistência das vias aéreas na ventilação mecânica.A lâmina curva traumatiza menos que a reta. 6. 8-Dar sempre preferência aos tubos endotraqueais de maior calibra (8. de forma indireta. o que facilitará a visualização das cordas vocais e traquéia. pois a absorção nesta área é rápida e eficiente. Se houver indicação e tempo.

99 parece ser um detalhe sem importância. 2º Calçar luvas. como a intubação é um momento de alto estresse. desde que é considerado um meio de cultura. 16.O uso de xylocaína geléia para lubrificação do tubo endotraqueal é discutido.Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória é aconselhával que três elementos de enfermagem se posicionem da seguinte maneira. conectando a extensão e passar o ambu com a corretamente e retirar próteses de látex no umidificador e máscara para o elemento A. 2º Calçar luvas Posicionar o início da parada. 1º Caso seja o primeiro a 1º Caso seja o primeiro a 1º1º Caso seja o primeiro a chegar: chegar: chegar: -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do leito leito a hora leito de -MARCAR a hora de início da parada. DISTRIBUIÇÃO DAS TAREFAS PARA CADA ELEMENTO QUE ATENDE A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA. pois é comum a válvula do ambu estar emperrada. provocando ma falsa impressão de boa ventilação. verificar se há respiração . para a montagem . . ambu e abrir o fluxômetro . -MARCAR a hora de início da -MARCAR parada. e desempenhando as seguintes funções junto com o médico socorrista. mas na realidade. ELEMENTO A ENFERMEIRO ELEMENTO B ATENDENTE ELEMENTO C TÉCNICO/ AUXILIAR. ou corpo estranho se houver. 15. seu uso fica a critério da equipe. 17.Ao ventilar o paciente com ambu.Montar o aspirador com do sistema de oxigenação e látex e a sonda de aspiração. preparar o 2º Levar o carro de urgência paciente O2. portanto. a equipe se esquece deste procedimento e só se lembra quando percebe que não consegue visualizar as vias aéreas.Abrir as vias aéreas (5seg) e em cerca de 12litros/ min. observar atentamente a expansão torácica e o som característico do ambu.Auxiliar o elemento B. se necessário.

confirmação da posição correta do tubo endotraqueal. médico e solicitar que ventile TET até estar firme e conforme solicitação médica. o passaram os 15seg estetoscópio e o cadarço. + O2 100% com cinco litros. com o aspirador ligado. 9º Passar o ambu para o 9º Continuar segurando o 9º Preparar as drogas puncionar veias. passando-a para o elemento A. puxando o lábio deixando-o superior. mantendo adequado (ex: na mesa de Manter o aspirador ligado se a cabeça hiperestendida. quando do paciente. dando apoio emocional. juntamente com e elemento e colocar sob o paciente. endotraqueal testado com fio guia e lubrificado com xylocaína geléia. em local litros. . aspirando (SN) e 15seg. nos pés). A para colocação da tábua.Abrir a sonda nasogástrica se houver. tubo Laringoscópio. segurando a cabeça médico leva para intubar. Avisar que já tentar ata laringoscópio endotraqueal com fio guia. cabeceira ou em cima do próprio leito. intubação e ventilar com ambu endotraqueal. caso for asculte. tubo intubação. com duas mãos. 3º levantar o paciente para a 3º Levantar o paciente 3º Apanhar a tábua do carro colocação da tábua. enquanto amarra o tubo amarrado no cadarço. chegar: e luvas. 6º interrompendo a intubação.100 aspiração. 8º Solicitar ao médico que 8º Continuar segurando o 8º Calçar luvas. 4º Ventilar com ambu + O2 4º Segurar a máscara na 4º Preparar o material de 100% com mais ou menos 12 boca e no nariz do paciente intubação. enquanto ventila para a tubo endotraqueal. com as duas mãos. se 6º Retirar do carro: a seringa para insuflar o cuff. 7º Retirar o fio guia. após a 7º Segurar o tubo 7º Insuflar o cuff e entregar o estetoscópio para o médico e o cadarço para o elemento A. . 5º Auxiliar o médico na 5º Controlar o tempo que o 5º Entregar para o médico. 6º Ventilar cerca de três vezes. necessário.

Preparar as o drogas.checar o carro de parada sugerir um cateterismo Providenciar o 13º Reorganizar o carro de parada cardiorrespiratória. carro mantendo organizado. 13º Caso haja sucesso na 13º reanimação: .101 endotraqueal. monitor cardíaco passar a ventilar sem parar. caso haja parada cardíaca.solicitar um respirador . respirador substituindo imediatamente o ambu. que ventile enquanto observa 100% com cinco litros as pupilas e o pulso carotídeo. 11º Manter ventilação + 11º Apanha a lanterna 11º administrar drogas. o importante é que os três elementos estejam treinados e conheçam bem o protocolo. se necessário. 12º Solicitar ao elemento B 12º Ventilar o ambu + O2 12º Administrar drogas. . vesical.colher uma gasometria . bem como outros matérias e medicamentos utilizados. massagem cardíaca com o médico. o laringoscópio. ATENÇÃO – As posições sugeridas para os elementos da enfermagem poderão ser alteradas conforme a disponibilidade dos hospitais e capacitação das equipes. 10º Verificar o pulso carotídeo 10º Buscar a escadinha e 10º e. enquanto o médico massageia.

se necessário.23.Monitorização Cardíaca Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Fazer tricotomia do local de adesão dos eletrodos. onde está escrito paciente. 2.Explicar procedimento e finalidade ao paciente.Álcool .Conectar o cabo paciente ao receptáculo do monitor.Detectar possíveis arritmias. 6.  PROCEDIMENTOS 1.Esparadrapo .Ligar o cabo de força do monitor à rede elétrica de acordo com a tensão da rede local. . limpeza do local com álcool ou éter.Reunir o material.Gazes .Cardioscópio completo (cabo-paciente.Eletrodos . . 3.  MATERIAL . .Pasta condutora. cabo de força e fio terra). 5. 4.Conectar obrigatoriamente a garra jacaré ou fio terra acessório a algum ponto de aterramento elétrico do local da instalação.102 4.Registrar a atividade cardíaca (ritmo e freqüência). 7.Lavar as mãos.

Selecionar a amplitude do sinal através da chave GAHO. na derivação desejada.Posicionar a chave de derivações. (Fio vermelho).Colocar a chave de derivações (7) do painel dianteiro na posição CAL. 21. Fio amarelo: conectá-lo ao disco nº. 23. 13.Ajustar a intensidade sonora do sinalizador de onda R através do controle VOLUME R. no painel dianteiro. 15.Ligar o aparelho acionando a chave Rede (1).103 8. . do seguinte modo: 1º Disco: no IV espaço intercostal direito ao lado do osso esterno.Colocar a tecla 22 mm/s – 50 mm/s do painel dianteiro na velocidade desejada.Limpar os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água. (Fio amarelo). através do controle BRILHO do painel traseiro. 12. pressionando a tecla SEGUE/ CONGELA.Lavas as mãos. no painel dianteiro. Fio preto: conectá-lo ao disco nº. no painel dianteiro.Ajustar a amplitude da onda R através do nível R. 10. 14. 18.Dispor e fixar os eletrodos (discos adesivos) com pasta condutora no tórax do paciente.Ajustar alarme para os limites inferiores de freqüência cardíaca. no painel dianteiro. 2º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo. 3. 9. 16. 20. conforme níveis específicos para pacientes.Ajustar conveniente e intensidade de traçado.Congelar o traçado se desejar. 11. ao lado do osso esterno. 17. 24.Colocar a tecla SEGUE/CONGELA do painel dianteiro na posição SANGUE.Ligar o alarme da freqüência no painel dianteiro na chave correspondente.Conectar os três fios do cabo-pacientes aos discos adesivos (eletrodos descartáveis) da seguinte forma: Fio vermelho: conectá-lo ao disco nº. 3. do painel traseiro.Ajustar o nível sonoro de alarme por intermédio do botão correspondente no painel traseiro. 22. (Fio Preto). 19. 3º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular. 2.

Evitar interferência. conforme calibração de cada aparelho. acende sincronicamente com o aparecimento de cada novo ciclo.Segurar na plugue do cabo para não danificar material. apertar o botão PROT do painel dianteiro. 8.Permitir a continuidade do traçado.Permitir que a equipe de enfermagem possa ouvir os batimentos. . 6. 11. 12.Permitir boa visualização da onda R e complexo QRS.Detectar o momento em que houver bradicardia ou taquicardia acima dos limites se segurança. 4. ou ainda. do painel dianteiro. 16.Obter um bom traçado. 9. 19. 2.Fio Amarelo: negativo 10.Uma indicação luminosa aparece no painel dianteiro e um traço aparece na TELA (13) do painel dianteiro do monitor. .Não colocar pasta condutora na parte adesiva do disco e sim somente no centro do mesmo.Obter o aparecimento do sinal da ECG. . 5. 20.Fio Vermelho: positivo . . até que o alarme dispare.Para simular uma condição de alarme. próxima de 80bpm. 14.Garantir a tranqüilidade do paciente.Acompanhar adequadamente o traçado.O indicador luminoso de onda R.104  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Evitar danificar do aparelho.Obter boa aderência do eletrodo.Proporcionar boa imagem no monitor.Prevenir infecção.Neta posição o monitor deve reproduzir uma onda de pulsos padrão.O mostrador digital do painel dianteiro indica.Alertar a equipe quanto à possíveis oscilações na freqüência cardíaca. a cada no pulso. 7.Economizar tempo e poupar o funcionário.Fio Preto: neutro . 3. sai freqüência correspondente. 15. 13. 18. 17. 21.Escolher o tamanho do traçado que desejar.

Analisar qualquer alteração que julgar importante. retire-o puxando sempre pelo plug e nunca pelos fios. 24. para evitar infiltração de liquido no aparelho. 2. 3.105 22. 23. . OBSERVAÇÕES. em prateleira própria. 4.MANUSEIO DOS CABOS: quando for necessária a retirada de algum cabo de sua tomada. na posição LIGA.Evitar transportar muito o aparelho. com o pano torcido.Prevenir infecção. 6.Evitar a operação do aparelho próximo a campos magnéticos intensos.Não limpar com qualquer tipo de metal nem palha de aço o interior dos eletrodos. álcool ou água e sabão neutro. 5.Evitar a operação ou armazenamento do parelho em ambientes de calor intensos ou úmidos. mantenha a chave FILTRO do painel traseiro.Caso ocorra o aparecimento de sinais espúrios interferindo no sinal do monitor. 1.Limpar o aparelho com solução de fenol. mantendo-o de preferência fixo na unidade do paciente.

Desfibrilação Cardíaca Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Despolarização completa de todas as fibras miocárdicas retirando o paciente da Fibrilação Ventricular. Observar se o local da fixação dos eletrodos está correto. . 4. 6. .Pasta condutora. ou assitolia.Desfibrilador com pás.Colocar biombos se houver tempo e condições. 2.Acionar a chave Liga/ Desliga.Certificar-se que realmente se trata de uma fibrilação ventricular. 7. ajustando-a em Liga. .Descobrir o tórax do paciente.106 4.Aplicar a pasta condutora na superfície metálica das pás e deslizar suavemente uma pá sobre a outra.Monitor cardíaco (ou cabo de monitorização do próprio cardioversor/ desfibrilador).Observar se a voltagem do aparelho à tomada elétrica da rede local. 8. .24. caso não seja possível o ritmo sinusal.Carro de urgência. 9.  PROCEDIMENTOS 1. de modo uniforme. tentando de preferência a volta dos batimentos cardíacos. palpando o pulso carotídeo.Manter o sicronizador do aparelho desligado.  MATERIAL .Biombos .Trazer o desfibrilador próximo ao paciente. 3.

16.Anotar no prontuário o procedimento feito. 5.Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade. 22. 2.Observar respiração.Pressionar o botão de carga até atingir a carga elétrica desejada. caso não seja tomada previamente terrada.Afastar do leito do pacientes objetos e móveis que possam atrapalhar a movimentação da equipe. 23. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico. reversão do ritmo cardíaco gerais do paciente.Desligar o defibrilador através da chave Liga/ Desliga. acionando simultaneamente os botões de descarga.Recompor a unidade e recolher o material. 20. descarregue a energia programada. 14.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Evitar erro diagnosticado por mau contato dos eletrodos. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico. . caso fibrilação ventricular persista. 3. observando simultaneamente o monitor cardíaco. abaixo da clavícula e a outra logo à esquerda do ápice cardíaco ou do mamilo esquerdo. 25. ao monitor cardíaco.Deixar o paciente em ordem 26. 4. 21.Desconectar o cabo do monitor do paciente.Iniciar ressuscitação cardiopulmonar. caso trate-se de monitor proteção interna. 11. 24. enquanto for necessário. Observar se os eletrodos estão todos devidamente conectados no paciente.Proceder a limpeza do aparelho e acessórios com fenol.Conectar novamente o cabo de monitorização. 17.Lavar as mãos.Orientar para que o cabo do monitor do paciente.Posicionar corretamente as pás: uma logo à direita da parte superior do esterno.Retirar as pás imediatamente depois de efetuada a desfibrilação. caso ocorra assistolia ventricular. 13.Manter o desfibrilador próximo ao leito.Evitar acidentes e danificação do aparelho. 15. 18. 19.Repetir operação. éter ou álcool.107 10.Pressionar as pás sobre a parede torácica.Conectar o fio terra. até que o desfibrilador. 12.

Permitir o procedimento. voltagem utilizada.108 6. 17. intubação etc.Obter eficiência da descarga elétrica. 25. eletrodos. número de choques.Prevenir infecção. .Prevenir queimadura. colaborando com a equipe. 7. fios etc.Evitar danificar o monitor cardíaco externo. disparo.Data e hora. 21. 14. 9.Aumentar a voltagem da carga. 19.Manter o ambiente em ordem.Evitar que as pessoas recebam descarga elétrica.Proporcionar conforto ao paciente. 15. 26.Não permitir que as pás sejam acondicinadas no aparelho sem antes serem limpas. de modo a não atrapalhar a colocação das pás de desfibrilador no tórax do paciente. 23. de acordo a orientação média e necessidade do paciente. nome e assinatura. somente em casos de cardioversão.O operador não metálico das pás.A carga normalmente utilizada para desfibrilação varia de 50 a 400 watts/ s. 10. de acordo com a idade e o peso do paciente. 13. reversão ou não do ritmo de intercorrências. e não pelo botão vermelho.Para saber se será necessária reanimação cardiorrespiratória. 24.Evitar curto-circuito.Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla.Procurar sempre fixar os eletrodos do cabo de monitorização. pois a pasta condutora danifica o desfibrilador. .Favorecer indução elétrica.Optar pelos botões das pás. 11. . . 16.Acionar o sicronizador (botão SINC). .Para verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular. 22. .Evitar que a pasta escorra entre as pás.Verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular e como estão os seus batimentos cardíacos. 18. 12.Evitar desgastes caso o paciente apresente novamente fibrilação ventricular.Observar técnica de Reanimação Cardiopulmonar. 8. do painel frontal do aparelho.

onde não importa o momento em que a carga elétrica é aplicada. 4.109 OBSERVAÇÕES 1. taquicardia ventricular.  MATERIAL .P e complexo QRS. . proceder da seguinte forma: .Colocar o controle de energia em zero. . utilizar pás próprias. uma vez que na fibrilação ventricular não ocorre contração miocárdica efetiva e.A desfibrilação é a utilização do choque elétrico na fibrilação ventricular.Pressionar os botões de descarga ou descarregar o aparelho através do botão próprio.Biombo.Cardioversor/ Desfibrilador. portanto na há confirmação da onda T.25. .Conversão de arritmias cardíacas graves.Segurar a superfície das pás firmemente uma contra a outra.Se não houve necessidade de proceder à descarga elétrica sobre o paciente. 3. fibrilação atrial para o ritmo sinusal. . 2.Monitor cardíaco. flutter atrial. .Caso seja necessário fazer desfibrilação interna (abertura do tórax). . tais como: taquicardias paroxística supra ventricular.Cardioversão Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA .Pasta condutora.

do painel dianteiro. pressionar a tecla disparo.Acionar a tecla LIGA do painel dianteiro. Quando este chegar próximo do ponto de carga desejado. 12.Posicionar a chave ECG. depois friccionar uma pá contra a outra. 18.Preparar o paciente. 7.Retirar as pás do suporte e colocar pasta condutora na parte metálica de uma das pás e.Carro de urgência. As pás deverão ficar acondicionadas no suporte e o conector no seu receptáculo. . Apertar os botões de ambas as pás.110 .  PROCEDIMENTOS 1. se houver indicação médica. 2. repetir o procedimento partir do item 15. do painel dianteiro.Lavar as mãos. ligando o aparelho.Colocar o plug do aparelho na tomada. do painel dianteiro. 11-Pressionar os botões da trava da tampa do cardioversor abri-lo. 6.Acionar a tecla Sinc. na posição CABO-PAC ou PÁS de acordo com o meio escolhido. tomando o cuidado de ligar primeiro a garra jacaré à terra.Monitorar o paciente com o cabo de monitoração do próprio cardioversor. quando então o indicador de energia retorna a zero. 3. 8. um segundo elemento. para espalhar a pasta de modo mais uniforme.Checar e testar todo material de urgência. para aquisição do sinal de sincronismo (ECG). . 13.Puncionar veia calibrosa ou preparar material para dissecção de veia. 4. soltar a tecla. ou como segunda opção.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Garantir vias aéreas livres e boa oxigenação. 5. 10-Observar a voltagem do aparelho em relação à rede elétrica local. observando o indicador de energia. 15.Pressionar as pás firmemente no tórax do paciente. 14. 9.Colocar biombos. 16. Se necessário.Cateter de oxigênio. 17-Pressionar a tecla CARGA.Reunir o material a trazer o carro de urgência próximo leito.

3. .Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade.ATENÇÃO: Para carregar a bateria interna do cardioversor e mantê-la carregada. . até que o paciente esteja estável. 4.Garantir uma via de acesso para a administração de medicamentos.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 20. 12.Anotar no prontuário o procedimento feito.111 19. 21.Principalmente para pacientes intubados ou traqueostomizados.Manter o cardioversor próximo ao leito do paciente até que o médico considere a situação sob controle e a arritmia devidamente tratada.Manter o paciente monitorado após a cardioversão por tempo indeterminado.Não espalhar pasta pelo tórax do paciente pois a mesma poderá causar um curtocircuito.Recompor a unidade e recolher o material.Não utilizar nunca monitor externo. 8. 13.Deixar o paciente em ordem. .Evitar imprevistos. não usando o termo CHOQUE.Cuidar para posicionar o aparelho com firmeza para que a tampa não se feche na hora do procedimento. 6. 10.Prevenir infecção.Lavras as mãos. 11. deixar o cabo de força do aparelho ligado à tomada. 24.Sedar o paciente de acordo com a prescrição médica.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 23.Retirar próteses e expor o tórax do paciente. . 2. 22. 7. de forma que o choque não caia sobre a onda T.Evitar curto-circuito e danificação do aparelho. 9. 5. caso seja necessária.Observar o traçado cardíaco no monitor. diminuindo sensivelmente a eficiência da descarga e causando queimaduras.Economizar tempo e poupar o funcionário.Para que seja possível a cardioversão. mesmo com a tecla DESL do painel dianteiro pressionada (aparelho fora de uso).

Observar a conversão do ritmo cardíaco após a cardioversão e acompanhar o traçado cardíaco. 21. .112 Evitar aplicar pasta na superfície dos cabos das pás.Sinais vitais pós-cardioversão. .Normalmente. .Quantidade de energia utilizada. estar sempre atento para que as pessoas ao redor do leito se afastem. 24.Dar preferência para a primeira opção de sincronia entre. a carga para cardioversão varia de 50 a 100 Watts.Observar atentamente as reações do paciente.Resultado da cardioversão aplicada.Recomenda-se a captação de sinal via cabo-paciente.Ao realizar o disparo.Prevenir infecção. 23.Aspecto do traçado eletrocardiográfico: ritmo e freqüência. .Observar que o indicador luminoso da tecla Sinc. Nestas condições sinal é satisfatório para o disparo síncrono. .Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla. por apresentar melhor qualidade e dar maior segurança de sincronismo. colaborando com a equipe. . no sentido do choque não atingir a onda T. quem está apertando a tecla DISPARO. altera sua intensidade sincronicamente com a onda R mostrada na tela do monitor ou o sinalizador sonoro.Estado geral do paciente após cardioversão.Utilizando a via cabo-paciente. . 19. de forma a deixar livres os locais para a aplicação das pás do cardioversor. 17. . .O sincronizador desliga-se automaticamente após cada síncrono. 18. 20. não esquecer de posicionar os eletrodos no tórax do paciente. 22.Nível de consciência. 14.Manter o ambiente em ordem.A tecla Sinc tem por objetivo sincronizar o cardioversor com a atividade cardíaca. 15. . 16.Proporcionar conforto ao paciente.

6. .113 4. 2. .Colocar o paciente em decúbito dorsal. 7.um cabo de força com terra.um fio terra .Antes de conectar o aparelho à rede. 5.Larvar a mãos. .10 pilhas alcalinas C-15v .quatro braçadeiras de borracha para eletrodos.um cabo para paciente. 4.Reunir material.Eletrocardiograma Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . . . .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.  MATERIAL -Eltrocardiógrafo completo: . .pasta condutora.  PROCEDIMENTOS 1.um eletrodo precordial universal (pêra).um rolo de papel termossensível de 48 mm.Colocar biombos. colocar a chave REDE/ DESLIGA/PILHA em DESLIGA.26.quatro eletrodos metálicos. 3.Limpar a pele do paciente com gaze embebida em álcool nos locais onde serão fixados os eletrodos.Fazer registro da atividade elétrica do coração para fins diagnósticos.

9.Pressionar a tecla PROT.Colocar a chave seletora de tensão 110 v/ 220 v de acordo com a rede local.Pressionar a tecla RGST. 14. 15.Colocar o papel de registro. 24-Ajustar o GANHO para obtenção de 10mm de amplitude no traçado do sinal de calibração.Pressionar intermitentemente a tecla CAL. 12-Colocar as pilhas no compartimento existente na parte inferior do aparelho. 22. de forma a obter um traçado nítido. 20. 21.114 8.Ligar o aparelho optando por REDE-PILHA-BATERIA. para a agulha esquentar. utilizando a chave correspondente. girando o controle TEMPERATURA à direita. tomando o cuidado de fazê-lo com sua tampa fechada. 26. 11.5 A para rede 220v.Conectar o cabo do paciente ao receptáculo PACIENTE do painel lateral do eletrocardiógrafo.Antes de ligar o aparelho.Colocar o SELETOR DE DERIVAÇÃO na posição CAL. fechar o basculante. para aumento ou à esquerda. 19. 25-Em caso de deformação do traçado do sinal de calibração.Pressionar simultaneamente as travas da tampa. elevando a trava na face lateral esquerda do aparelho e girando o basculante de papel para cima. Em seguida. 10. para evitar danos ao painel superior. 23-Ajustar adequadamente a temperatura do estilete. travandoo. ligando primeiro a garra jacaré ao terra ou tomada terrada. 17. se necessário. através do controle de amortecimento. pressionar as teclas PROT N e esperar de 10 a 15s.Colocar o fusível no suporte FUSÍVEL. 1 A para rede 110V e 0. a posição do estilete através do controle POSIÇÃO.Ligar o aparelho. para diminuição. ajustar o amortecimento. 18. 13.Pressionar a tecla OBSV e ajustar.Posicionar a chave seletora VELOCIDADE.Conectar uma das extremidades do cabo de força no receptáculo REDE do aparelho e a outra tomada de força. . utilizando a chave REDE-DESL-PILHA e verificar a indicação bicolor LIGAD-PILHA-DESCARREGADA. 16.

. .Posicionar o seletor de derivação para obtenção de outras derivações de ECG: CAL.Deixar o paciente em ordem. a) Certificar-se de que o paciente esteja calmo. 2. .Selecionar através do SELETOR DE DERIVAÇÃO a derivação a derivação CAL. c) Fixar os eletrodos nos membros do paciente com ambiente com as braçadeiras de borracha da seguinte maneia: . COM PÊRA: para as derivações precordiais. 32. 29.Acionar a tecla RGST.Selecionar a velocidade de registro desejada através do controle VELOCIDADE. ou 2N. . b) Aplicar a pasta condutora nas placas metálicas dos eletrodos. DI. .FIO PRETO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior direito). V5 e V6. AVL e AVF. AVR. V2.Posicionar o SELETOR DE DERIVAÇÃO para obtenção das derivações precordiais: V1.FIO AZUL. DII.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 31. . . .FIO AMARELHO: colocar nas imediações da artéria radial (antebraço esquerdo). 28.Assegurar a tranqüilidade do paciente. .Recompor a unidade e recolher o material. . II.115 27. 30.Anotar no prontuário o procedimento feito. .Acionar a tecla OBSV. V3.FIO VERMELHO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferir direito).Lavar as mãos. V4.Pressionar a tecla de sensibilidade em N/2. .Centralizar o traçado através do controle POSIÇÃO. d) Fazer o eletrocardiograma: .Obtenção do EGG.Após o exame.FIO VERDE: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior esquerdo).Prevenir infecção. limpe os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água.

certificar-se de que a chave REDE-DESL-PILHA esteja na posição DESL e observar as seguintes instruções: a) Retire a tampa do compartimento de pilha.Obter o traçado 18. conforme as indicações no porta-pilha. -Afastar o paciente de pontos metálicos. 5.Permitir a conexão do paciente com o aparelho. 9. girando no sentido anti-horário os dois parafusos.Colocar corretamente o papel para evitar possíveis danos. ATENÇÃO: retire as pilhas quando o aparecimento não for por elas alimentado durante um lono período para que não ocorra vazamento das mesmas dentro do aparelho. e recoloque a tampa.POSIÇÃO REDE: aparelho é alimentado pela rede local. . 7. 16. POSIÇÃO BATERIA: o aparelho é alimentado pele bateria.Para informar o acionamento do aparelho e suas condições de alimentação.Garantir a privacidade do paciente.PROT significa parada do papel milimetrado. 6.Proteger o aparelho. ATENÇÃO: caso a indicação luminosa assuma a cor vermelha ou não acenda com a chave na posição PILHA verificar a corretamente instalação e o estado das pilhas. 14. do compartimento.Desengordurar a pele para facilitar a condução elétrica. b) Extraia o porta-pilha. 4.Economizar tempo e poupar o funcionário. d) Retorne o porta-pilha ao compartimento. 10. 15.116 3. 13-A conexão ao terra pode ser feita através do terra mediante o fio terra fornecido com acessório. POSIÇÃO PILHA: o aparecimento é alimentado pelas pilhas. tomando cuido para não romper os fios de conexão. 12-Ao colocar as pilhas.Registrar adequadamente a atividade cardíaca.Permitir o acesso ao painel superior e aos acessórios contidos no estojo.ATENÇÃO: A NÃO OBSERVÂNCIA DESTE ITEM PODE SER DANIFICAR SEVERAMENTE O APARELHO. c) Coloque 10 pilhas. apertando os parafusos. 17. 8.

ganho e amortecimento são realizados com auxílio de uma chave de fenda. 25.ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. para que o mesmo funcione a pilha.ATENÇÃO: . 26. 22.Gravar o impulso elétrico do coração de acordo com as diferentes posições anatômicas relativas a superfície cardíaca. . c) Se persistir a interferência. . desconectando o cabo de força da tomada elétrica e posicionar a chave REDE/ DESL/ PILHA/.ATENÇÃO: Se forem observados ruídos excessivos durante o procedimento. a aquecer.Caso ocorram interferências: a) Verificar se o fio terra está bem conectado. .A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes de temperatura e amortecimento.Para obter a velocidade de registro desejada.Para obter o melhor registro possível. .117 .O ponto ótimo de ajuste do controle TEMPERATURA é atingido quando obtém um traço fino e contínuo sem borrões (temperatura extremamente alta) e sem falhas nas inscrições rápidas (temperatura baixa). acionar imediatamente a tecla PROT e verificar a correta instalação dos eletrodos. ligar o filtro no painel lateral do aparelho para atenuar freqüências altas.A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes e temperatura e amortecimento.Para registrar o pulso de referência correspondente o sinal de calibração. . .Neste instante o papel começa a se deslocar e o estilete. . . para que as pilhas tenham maior durabilidade. Neste caso a interferência será menor. . .ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. .Recomenda-se desligar o aparelho no final de cada exame.Só conectar este fio no momento de se fazer as derivações precordiais. ganho e amortecimento são realizados com o auxílio de uma chave de fenda. 20. b) Se isto não for suficiente.Para selecionar a amplitude do traçado. .Para impressão do traçado no papel. desligar o aparelho da rede.Para pausa e observação do eletrocardiograma. 23. 21.Agora o eletrocardiógrafo ECG-40 está pronto para o registro dos sinais desejados.

28.Possíveis arritmias importantes e que exijam observação rigorosa. . colaborando com a equipe.Prevenir infecção.Manter o ambiente em ordem. 31.Não limpe os eletrodos com metal ou abrasivos e mantenha-os sempre limpos e secos. 29.118 recomenda-se acionar a tecla prot na troca de posição do eletrodo precordial. 32.Proporcionar conforto ao paciente. 30.

.um cateter venoso esterilizado. . .um frasco de anestésico sem adrenalina.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. -um cabo de marcapasso bipolar.Marcapasso Realizado por médicos  FINALIDADE . . . .dois campos cirúrgicos médios. 4.duas agulhas 25x 8. .um par de luvas estéril. .  MATERIAL.um fio de algodão 2-0 com agulha. . . . .Emitir estímulos elétricos ao coração. . . máscara e gorro.bandeja de flebotomia.um gerador de pulso bipolar de demanda. 3.uma extensão esterilizada entre o eletrodo e o gerador. .uma seringa descartável de 20ml.avental. 2. .Reunir o material.Checar a validade da bateria do marcapasso.uma lâmina de bisturi.27.aparelho de tricotomia.um rolo de esparadrapo.Lavar as mãos.  PROCEDIMENTOS 1.119 4. determinando sua despolarização e conseqüente contração.solução antisséptica.

Prevenir infecção. 11.Proporcionar conforto ao paciente. 13.Prevenir infecção.Prevenir desgaste de bateria durante uso de gerador.Observar presença de arritmias durante a passagem. 4.Auxiliar o médico durante todo o procedimento.BRASCOR-12 (Bipolar): .Prevenir infecção. Se permanecer na faixa vermelha deve ser trocada a bateria.Fixar gerador 10.Ligar o aparelho e pressionar o botão preto.Registrar possíveis arritmias ou qualquer outra intercorrências. 6. verificando se o ponteiro do mostrador atinge e se mantém na faixa azul. 7. 1.Para checar a validade da bateria.Lavar as mãos. 8. colaborando com a equipe.Economizar tempo e poupar o funcionário.Deixar o paciente em ordem.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. 6. 10. 13.Recompor a unidade e recolher o material 12. .Evitar desconexão do eletrodo. 9. 3.Colocar para o bom andamento do procedimento.120 5. 9. 11. se necessário.Prevenir infecção.Realizar curativo oclusivo na inserção do eletrodo. 2-Garantir a tranqüilidade do paciente.Anotar no prontuário o procedimento feito. 12. 5. 8. 7. procedendo da seguinte maneira: com o auxilio de .Evitar o mau funcionamento do aparelho.Testar o gerador. OBSERVAÇÕES: .Realizar a limpeza pele com sabão especial e tricomia.Manter o ambiente em ordem.

Instalação de Sistema de Drenagem de Tórax Fechada Realizado por médicos  FINALIDADE . Se permanecer na faixa vermelha.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . Utilizar sempre duas baterias. abrindo a tampa na parte póstero-superior do gerador.Ligar o aparelho e observar se o ponteiro do mostrador da bateria atinge e se mantém na faixa azul.BRASCOR-20: .um pacote de curativo . que deve encontrar-se na caixa do gerador.extensão do látex de 1. fechando a caixa em seguida. . soltar os dois parafusos situados na parte póstero-inferior do aparelho. graduado tampa de borracha montada: dois intermediários de vidro: um longo (20 cm) e um curto (8 cm) .água esterilizada ou soro fisiológico . Colocar a nova bateria.esparadrapo . por obstrução ou falha do sistema. retirar a tampa e a bateria.50 metros. 2.um frasco de 1000 ml (frasco coletor de tampão d’água).28. 4. detectar hemorragia e evitar acúmulo de líquido e ar na cavidade torácica. .um par de luvas estéril .uma pinça Kelly com proteção (ou clampe). trocar a bateria.Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar.121 uma chave de fenda.

Abrir pacote esterilizado do rasco de drenagem montado.Reunir o material. 11. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril. Demarcar no esparadrapo com um traço horizontal.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical.Recompor a unidade e recolher o material.Lavar as mãos. o nível de água e escrever: data. mantendo o sistema impermeável ao ar. 21.Deixar o paciente em ordem.Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax.Lavar as mãos.Calçar as luvas. 8. 9. 7. . a fim de restabelecer uma pressão negativa interpleural. 13. 15. 14. 6.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 17.Levar o frasco de drenagem junto ao paciente.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo.122  PROCEDIMENTOS 1. 20. 22.Pinçar o dreno de tórax do paciente com pinça Kelly.Observar a oscilação de coluna d’água de acordo com a respiração profunda. 2.Observar o aspecto e volume e líquido drenado.Conectar a tampa montada no frasco de drenagem. 19.Proceder à troca de curativo de dreno de tórax. 3. 4.Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco. 16. 18. 12.Fixar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax com esparadrapo. hora e assinar. 10. 5-Colocar soro fisiológico ou água esterilizada no frasco.Retirar a pinça do dreno. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água.Anotar no prontuário o procedimento feito.

7. 15.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. ou seja mais do que 2 cm de água. prejudicando assim a expansão pulmonar.123  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA.A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem.Controlar o débito. 1.Economizar tempo e poupar o funcionário. 16.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 8. 10.Garantir a salubridade do funcionário.Evitar entrada de ar (pneumotórax). 9. .Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem. 4. 5. 3.Evitar a contaminação do ambiente. .Prevenir infecção. 13. 2. o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar.Água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax). o látex deverá estar rigorosamente ao intermediário de vidro longo.Montar o novo sistema.Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado aproximar-se cerca de 2 cm da extremidade do respiro. . o qual irá imerso no frasco de drenagem. 6. 11. 18.Evitar contaminação. 17. assegurando o fluxo gravitacional evitando o refluxo e ar drenados da cavidade pleural. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica. c) quando houver obstrução do sistema.Observar técnica asséptica.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Obedecer à técnica asséptica e utilizar antisséptico adequado.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente.Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente. 12.Observar técnica asséptica. 14.

Qualquer que seja o método usado (mãos ou pinça) deve ser feito com cuidado.À aquele que faz o tampão de água formando vácuo. através de extensões do látex. Este frasco coleta o líquido e o ar drenados do pulmão. 21. . provoca dor e pode deslocar o dreno. OBSERVAÇÕES: 1. utilizar a própria mão direita.124 19. indicando que houver a reexpansão do pulmão. uma vez que lê altera a pressão intrapleural. 20.Manter o ambiente em ordem. . aí então faz-se a ordenha. deslizando-a através do látex com auxilio de algodão embebido em álcool ou talco. q que provavelmente não há mais conteúdo a ser drenado.Técnica da ordenha: . FRASCO DE DRENAGEM (COLETOR).Segurar com firmeza o tubo de extensão de látex próximo ao dreno com a mão esquerda e adaptar logo abaixo a pinça de ordenha. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo curto que funciona como suspiro e um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água. 2. Tracionar o látex com auxílio da pinça em direção descendente.Prevenir contaminação.Obstrução do dreno por coágulos. característica e aspecto. Deixe que a borracha volte ao tamanho normal e repita a manobra por duas a três vezes.Mensuração do débito drenado. 22. data e hora da troca. .Proporcionar conforto a paciente.No momento em que a pleura visceral encostar na extremidade aberta do dreno. NUNCA ORDENHAR EM DIREÇÃO AO PACIENTE: . É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos: um que é ligado ao tubo longo do frasco do selo d’água e outro que é ligado ao dreno de tórax do paciente. colaborando com a equipe.Caso não se tenha disponível a pinça de ordenha.A drenagem do tórax fechada simples poderá também ser feita através de dois frascos: FRASCO DO SELO D’ÁGUA: .A oscilação da coluna d’água cessará em duas situações: . 3.É aquele que está em contato com o paciente.

um aspirador a vácuo completo .Instalação do Sistema de Aspiração Torácica Contínua Realizado Por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TECNICA .Não pinçar o dreno ao sair do leito para deambular. . 6.Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar.um frasco esterilizado de 3. 5.uma extensão de látex de 2 m .Não tocar o látex do frasco.um frasco de drenagem de tórax simples montado esterilizado (coletor) .125 4.uma extensão de late de 20 cm .Manter o frasco sempre abaixo do nível da região coxofemoral.29.000 ml com tampa (redutor) de três vias: este frasco faz o controle da aspiração da rede de vácuo .Acelerar a retirada de ar e de líquido do espaço pleural.Orientar o paciente que a deambula quando aos cuidados com dreno: . . por obstrução ou falha do sistema.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . 4. detectar hemorragias e evitar acúmulo de líquido na cavidade torácica.A troca do sistema de drenagem de tórax ( látex e vidro) deverá ser feita com técnica asséptica a cada 24 horas. quando a troca ocorreu nas primeiras 24 horas.um esparadrapo .

mantendo o sistema impermeável ao ar. Demarcar no esparadrapo horizontal o nível da água e escrever: data.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.000 ml). .água destilada ou soro fisiológico .Conectar a tampa montada no frasco de drenagem.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo. 6. 9. 15-Fixar extremidade da extensão de látex ao dreno do tórax com esparadrapo. 19-Montar o frasco redutor (3. . 16-Retirar a pinça do dreno.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical. 3.000 ml (redutor). 12-Calçar as luvas.Reunir o material. 14-Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água.126 . 10-Levar o frasco de drenagem junto ao paciente. 7. hora e assinar. a fim de restabelecer uma pressão negativa intrapleural. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril. 11-Pinçar o dreno de tórax com a pinça Kelly.Montar o frasco de drenagem de tórax simples fechado (coletor) conforme técnica já descrita. 4.  PROCEDMENTOS 1. através da profundidade que o tubo de vidro é mergulhado na água. 18-Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco 3.Abrir o pacote esterilizado do frasco de drenagem montado. 2.uma pinça Kelly não estéril.Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco. o qual faz o controle da aspiração na cavidade pleural. 13-Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco. 8.um par de luvas. ou seja: 5.Lavar as mãos. 17-Observar a oscilação da coluna d’água de acordo com a respiração profunda do paciente.

25. . .Observar o aspecto e volume do líquido drenado.Conectar a extensão de látex de 20 cm ao segundo tubo curto do frasco redutor até o respirador do frasco de drenagem simples (coletor). 2. o látex deverá está conectado rigorosamente ao intermediário de vidro longo.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. 27. 22. .A água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax).Soltar a pinça de dreno. 26.Lavar as mãos. ou seja. mais do que 2 cm de água. 9. o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar. 23. 21-Conectar a extensão de látex de 2 m ao primeiro tubo curto do frasco redutor até o aspirador a vácuo do painel. 31.Controlar o débito. 28.Observar técnica asséptica.Anotar no prontuário o procedimento feito. 30.Ligar o aspirador. 5.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 8.Testar todo o sistema.Observar técnica asséptica.Recompor unidade e recolher material.127 20-Conectar o aspirador (“de parede”) à rede de vácuo do painel de gases. 29.Utilizar técnica asséptica.Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem.Economizar tempo e poupar o funcionário.Prevenir infecção. 24. prejudicando assim a expansão pulmonar. 6.Pinçar o dreno de tórax antes de ligar o aspirador. 3. o qual irá imerso no frasco de drenagem.Deixar o paciente em ordem. 4.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente.  PONTOS IMPORTANYES JUSTIFICATIVAS 1. 7.

2º tudo curto.128 10.Montar o novo sistema. . 24.Tubo longo: de mais ou menos 40 cm.1º tubo curto.000 ml).Para dar início à sucção. 14. 25. 20. 27.Colocar quantidade suficiente para o tubo longo fique mergulhado cerca de 20 cm abaixo do nível da água. 21. 26.000) contém: uma tampa de borracha com três orifícios. 18. .Evitar o excesso de sucção e aumento da pressão negativa. 15.Fazer a conexão entre o frasco redutor e o coletor do paciente. oscilação da coluna líquida do rasco coletor (5. 22. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica (ocorre o movimento ascendente do líquido da extensão de látex).Aconselha-se utilizar uma válvula medidora de pressão para controlar a aspiração.Evitar contaminação.000ml) de acordo com a respiração e borbulhamento do frasco coletor com expiração forçada ou tosse. 17-A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Sistema correto: borbulhamento contínuo no frasco redutor (3. Atenção: Borbulhamento no frasco coletor indicará pneumotórax ou fístula pulmonar.Fazer conexão entre o frasco redutor e ar rede de vácuo. que é submerso de 15 a 20 cm abaixo do nível da água. 23. 16-Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente. 19-Frasco redutor (3. .Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado atingir a extremidade respiro. e a outra extremidade fica em contato com o ar.Evitar entrada de ar (pneumotórax).Para testar o sistema. .Evitar a contaminação do ambiente. ao quais são conectados três tubos de vidro. 12-Garantir a salubridade do funcionário. 13. 11. assegurando o fluxo gravitacional e evitando o refluxo de líquido e de ar drenados da cavidade pleural. traumatizando assim a pleura e o pulmão do paciente.

129 c) quando houver obstrução no sistema. entretanto ser demasiadamente longas.Mensuração do débito drenado e suas características. 29. conectá-los ao sistema de drenagem. 3.O sistema de aspiração torácica contínua pode também ser feito através de três frascos: .Manter o ambiente em ordem.Frasco nº.Proporcionar conforto ao paciente.Frasco nº. OBSERVAÇÕES: 1. através de uma conexão em Y. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro. 2.Frasco nº. 2: FRASCO CO SEO D’ÁGUA é aquele que faz um tampão de água formando vácuo. desconectando a água que havia sido colocada anteriormente no frasco coletor.Prevenir infecção. 31. 1: FRASCO DE DRENAGEM ( COLETOR) é aquele que está diretamente em contato com o dreno do paciente. .Quando o paciente estiver com dois drenos torácicos. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro e um tubo longo que fica imerso a 20 cm abaixo do nível da água.3: FRASCO REGULADOR DE PRESÃO (REDUTOR) é aquele que fica em contato com aspirador a vácuo. pois além de dificultar a aspiração pode provocar acotovelamento e acidentes. . 28.O sistema de aspiração contínua poderá ser feito através de uma bomba de sucção. colaborando com a equipe. 4. .NOTA: No sistema de três frascos existe o frasco de drenagem (coletor) separado do frasco que contém o selo água. Este frasco coleta um volume de ar e líquido drenados da cavidade pleural. 30. não devem. .As extensões de látex devem ter comprimento suficiente para permitir a livre movimentação do paciente no leito. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água e um tubo curto. A vantagem deste sistema é que o volume e a natureza da drenagem do tórax podem ser avaliados com maior precisão.

6. Aí então faz-se necessário comunicar o médico.Se o dreno de tórax for acidentalmente retirado do paciente. correspondente a pressão em cm H2O desejada.Colocar água esterilizada em quantidade suficiente.Se o sistema de drenagem funcionar corretamente. 7.Os frascos deverão permanecer sempre abaixo do nível do tórax (mais ou menos 1 metro). 9.130 5. proporcionando o suspiro de ar da coluna d’água.Desconectar o copo da tampa do aspirador torácico. 8. Neste caso. 13.Conectar a extensão de látex do aspirador torácico ao suspiro do frasco de drenagem simples.Mandar o paciente vira-se.Proteger todos os intermediários de vidro com esparadrapo.Proteger com borrachas macias extremidade da pinça Kelly para evitar a danificação do dreno de tórax. deve-se comprimir rapidamente o orifício com uma gaze esterilizada ou mesmo com a mão. o motivo está no próprio dreno do tórax. o qual é diretamente adaptado à rede de vácuo.Neste sistema de aspiração torácica contínua.000 ml) e o aspirador a vácuo.No caso de ocorrer falhas no sistema de aspiração. 11. tossir e respirar fundo para melhorar a permeabilidade do tubo torácico. pinçar o dreno de tórax e ligar o aspirador: . a falha está no próprio sistema. . em substituição ao frasco redutor.Para se verificar a permeabilidade do sistema. dispensado-se assim o frasco redutor (3. . fazer o seguinte: . deixando o paciente somente com frasco de drenagem simples.Manter sempre uma pinça disponível para situações de urgência. . faz-se necessário desligar o aspirador e desconectar o látex do frasco redutor. e de acordo com a escala graduada do copo. 12. . .Abrir a válvula de vácuo de acordo com o borbulhamento.Se o sistema de drenagem não funcionar. pode-se utilizar o aspirador torácico a vácuo. 10.

.Sistema de Aspiração Contínua/ Intermitente Realizado pela equipe de enfermagem e fisioterapeutas  FINALIDADE DA TECNICA -Drenagem e aspiração e intermitente de fluidos corporais em procedimentos cirúrgicos ou fistulas (gástricas ou torácicas).20 cm).Verificar se os frasco coletor e de vácuo estão devidamente conectados. 4.Um par de luvas.Ligar a bomba à rede elétrica.Calçar luvas. 6. 8. A segunda extensão (maior) deve a outra saída do frasco coletor e a extremidade livre. de forma que não faça alça. 7.Reuni material.Instalar as extensões de látex esterilizadas. 3. .131 4.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Escolher o modo de funcionamento da bomba (se contínuo ou intermitente). .Duas extensões de látex esterilizadas (uma de aproximadamente 50 cm e outra maior de 1. A primeira extensão (menor) deve conectar o frasco de vácuo ao frasco coletor.  MATERIAL -Bomba de aspiração com frasco coletor e frasco de vácuo.  PROCEDIMENTOS 1-Lavar as mãos. 5. 2.30. ficar protegida para ser posteriormente conectada ao paciente (DRENO). .Esparadrapo.

dependendo do caso.Garantir a salubridade do funcionário. para evitar danos ao mesmo. 9. 2. a fim de evitar o derrame de secreção. 10.Evitar desconexão acidental. . 12. para que não cause prejuízos ao paciente. 16.Prevenir infecção. 4.Lavar as mãos.Garantir um funcionamento eficaz do aparelho. 3.Se intermitente: definir a freqüência e também posicionar o seletor de vácuo na pressão desejada. 17.Deixar o paciente em ordem.Fixar a conexão com esparadrapo.Observar tipo e quantidade da secreção drenada. 14. .Anotar no prontuário o procedimento feito.Retirar as luvas.Garantir o bom funcionamento do aparelho. . 6.Evitar contaminação e posterior infecção. .A escolha deve ser feita pelo médico.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. lembrando-se de clampar o dreno antes de realizar o procedimento. 13.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Ao conectar a extensão de látex. 8. 5.Economizar tempo e poupar o funcionário.Recompor a unidade e recolher o material. observar as instruções contidas na tampa do frasco coletor. 7.Ligar o aparelho. 11. 11-Verificar se está funcionando.132 9-Conectar a extremidade livre da extensão de látex ao dreno instalado no paciente. 15. 10.Observar atentamente a voltagem do aparelho e da rede elétrica local.O procedimento deve ser suave e ao mesmo tempo firme para não deslocar o dreno e nem causar dor ao paciente. Evitar obstrução do dreno.

13.Mensuração do débito drenado e suas características. 3-As extensões de látex devem ser colocadas em solução desencrostante. 17.bandeja de diálise . a bomba de aspiração deve ser limpa com pano molhado em água e sabão. 4.31. campo e compressa .Instalação da Diálise Peritoneal (Sistema Aberto) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA .Término do procedimento. 16. 2. 14. .Proporcionar conforto ao paciente. lavadas após em água corrente e enviadas para esterilização m óxido de etileno.133 12-Detectar se está havendo algum traumatismo para o paciente com o funcionamento da bomba.Ajudar a regular o equilibro hidroeletrolítico. OBSERVAÇÕES 1.Retirar substâncias tóxicas e detritos do metabolismo.pacote estéril contendo: avental.Depois de ser usada.  MATERIAL .Prevenir infecção.Retirar excesso de líquidos.Manter o ambiente em ordem. 15. colaborando com a equipe.Os frascos coletor e de vácuo devem ser lavados e desinfetados.Material para tricotomia . .

caso seja necessário.Colocar biombos. 7. 5.Fechar portas.duas seringas descartáveis de 10 ml . verificar sinais vitais. 6.Lavar as mãos.Pesar o paciente.solução degermante para a pele.solução de diálise .lâmina de bisturi .fio sutura mononylon 3-0 . 8.equipo de diálise .cateter de diálise .mesa auxiliar se necessário .duas seringas de insulina .Colocar máscara no paciente e deixá-lo em decúbito horizontal dorsal.Reunir todo o material. 4. e limpeza da pele com solução degermante.máscara . 3. fazer tricotomia do abdômen. algodão com álcool a 70%.134 . colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento.esparadrapo ou micropore .um par de luvas estéril .impresso próprio para diálise .solução antisséptica .bandeja pequena com dispositivo para cortar soro.suporte de soro para diálise . se necessário.  PROCEDIMENTOS 1. serrilha e medicamentos prescritos .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. .anestésicos sem adrenalina . 2.sistema de aquecimento .quatro agulhas descartáveis 25/8 .Solicitar ao paciente que esvazie a bexiga ou realizar cateterismo vesical.

a via da drenagem. 17. equipo de diálise. e infundir os dois primeiros litros da solução na cavidade abdominal.Fazer a antissepsia do frasco de anestésico com álcool a 70%. gazes. 24. 16. 13.Verificar com médico a previsão do número de banhos e exames laboratoriais necessários. mantendo a via da drenagem fechada. abrindo as pinças dos frascos.Segurar o frasco.Abrir o sistema. logo após o médico ter fixado a extremidade do equipo ao cateter de diálise.Logo após a infusão destes dois principais litros. abaixo do nível do leito. este primeiro banho. ou mais.Fechar todas as pinças do equipo e dependurar os frascos de diálise no suporte do soro. mantendo. campos e compressas estéreis. 10. é todas as pinças do equipo de diálise e deixar a solução correr. 18. 21.Auxiliar o médico a vestir-se. 23. para que o médico possa aspirar o anestésico. fechada.Fornecer antisséptico ao médico. fio de sutura. já instalado na cavidade abdominal. abrir a via da “drenagem” e deixar drenar todo o líquido no rasco coletor. 19. com álcool a 70% e cortá-los com o dispositivo próprio. 20. 14.135 9. . 22.Abrir em cima da mesa auxiliar o pacote contendo: avental.Abrir todo o sistema. 15. 12. isto. conforme orientação médica. permitindo que a solução dialisadora penetre na cavidade abdominal. 27. término da drenagem e o volume do líquido infundindo e drenado.Anotar na ficha de controle a hora de início e término da infusão. agulhas. cateter de diálise. 26. logo após terminada a drenagem do banho ZERO. 25.Pinçar o equipo no término da infusão e deixar a solução na cavidade por 30 minutos. 11-Colocar no campo estéril o material necessário: seringa.Registrar com ZERO.Infundir o primeiro banhos.Conectar a via da drenagem a um frasco coletor.Fazer a antissepsia dos frascos de diálise.Deixar os sistemas abertos.Conectar as extremidades do equipo de diálise aos frascos de solução de diálise. anotando início.

Evitar que o médico se contamine.Fechar a pinça da via de drenagem.Recompor a unidade e recolher o material. Esvaziar o frasco coletor e medir o volume drenado com precisão. 38.Utilizar técnica rigorosamente asséptica. 4. 33. 5. e registrar na folha de controle o início e término da drenagem.Prevenir infecção. 3.136 28. 11.Fazer antissepsia as pele. 2.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 40.Observar e anotar: volume.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Auxiliar o médico no sentido de evitar conversas desnecessárias no quarto e assim poder dar mais atenção e apoio ao paciente.Garantir a privacidade do paciente.Prevenir contaminação e possível infecção cruzada. 37. 10.Desprezar o líquido drenado do primeiro banho. 39.Evitar correntes de ar e circulação de pessoas provocando contaminação.Fazer o balanço da diálise na folha de controle. 31. turvação do líquido etc. 9.Infundir o segundo banho. 34. 36.Registrar os dados inicias para se ter um parâmetro ao final da diálise. 35. bem como de todos os outros. 8. 12. 7.Abrir a via da drenagem após os 30 minutos. 30.Avisar o médico para providenciar a retirada do cateter.Continuar os banhos até a retirada do cateter. utilizando luvas.Lavar as mãos. como: sangramento.Anotar no prontuário o procedimento feito. marcando hora de início e fim da infusão.Economizar tempo a e poupar funcionário. . 6.Preparar material para retirada do cateter de diálise. . 29. no vaso sanitário do banheiro do quarto.Evitar perfuração da bexiga.Prevenir a contaminação da área a ser puncionada. aspecto ou qualquer outra anormalidade ocorrida durante o banho.Deixar no paciente em ordem. 32.

Observar com atenção o código vigente. que está enluvada. 26. Tempo superiores a estes.Lembrar que o tempo de infusão para a entrada da solução na cavidade. 23. 27.Utilizar técnica rigorosamente asséptica. isto é: . bem como é o indicador se a técnica de colocação do cateter for correta.Testar a infusão e drenagem antes de iniciar o balanço hídrico.Anotar início e término da drenagem é fundamental pois muita demora pode significar mau funcionamento da diálise.Retirar todo ar do sistema. 17.Utilizar frasco graduado. trauma. 22. indicam problema na instalação do cateter ou mau posicionamento do mesmo. 30. 24. provavelmente.137 13. 14.Manter o controle dos dados. 15.Prevenir chamados desnecessários possíveis complicações. 25. 21. . 32. 19.Não utilizar banho-maria.Utilizar técnica asséptica.Balanço positivo (+): quando ficou líquido retido na cavidade abdominal.Manter o controle dos dados. e sangramento. 20. apesar de não permanecer na cavidade.Utilizar frasco de anestésico novo.Não permitir o contado da mão do auxiliar com a mão do médico. 29. pois a água estagnada no mesmo constitui meio cultura. 16.Manter a via de drenagem clampada. . . dura em média 10 a 15 minutos.Balanço negativo (-) quando foi eliminado mais líquido do que o infundido. 31. 18.Estar atento para não haver acotovelamento das conexões.Lavar a cavidade abdominal e testar a permeabilidade do sistema.Turvação pode significar infecção. . . 28.Para evitar o acúmulo nos próximos banhos.Registrar este primeiro banho é importante. pois poderá haver ganhado ou perdido.Tomar cuidado para não contaminar o ambiente. . .Evitar obstrução do sistema.Deixar 30’ é importante para que a solução tenha tempo de retirar as toxinas do organismo.Para posteriormente reabrir parte do sistema.Os frascos de diálise devem ser pré-aquecidos em aquecedor próprio.

2. bem como o estado geral do paciente.Controlar diurese. 6.Lavar as mãos sempre antes e após o manuseio a troca dos frascos da solução de diálise.Se a drenagem do líquido de diálise da cavidade abdominal estiver lenta e difícil. a retenção de líquido na cavidade persistir.Providenciar um lixo adequado para os frascos vazios de solução de diálise. ou seja. de forma circular.Manter a porta fechada durante a instalação e manuseio do cateter de diálise. sem forçar o cateter para dentro da cavidade abdominal. chamar o médico. Caso isto não resolva. pois provavelmente será necessário fazer alguns banhos hipertônicos. 36.Evitar contaminação do ambiente.Proporcionar alívio e conforto ao paciente. 3. 4.Só suspender os banhos.Verificar se ocorre vazamento ao redor do cateter.Data e hora da instalação e retirada do cateter de diálise e se o balanço final for positivo ou negativo. para provável refixação do cateter ou reposicionamento do mesmo.138 33. rigorosamente. . 34.Proporcionar conforto ao paciente. 37. 35. Caso seja grande ou permaneça sem melhora. 39. durante a diálise.Fazer a antissepsia da boca dos frascos de diálise. chamar o médico. 8.Verificar se ocorre sangramento durante a drenagem. para não correr o risco de perder material. solicitar ao paciente para mudar de posição ou tentar manipular com cuidado o cateter. ao retirar a prótese de Deanne encaminha-la a Unidade de Diálise Peritonel. quando o médico da nefrologia autorizar e se fizer presente. OBSERVAÇÕES: 1.Proporcionar alívio e conforto ao paciente. faz-se necessário chamar o médico. 7. chamar o médico. pois caso se trate de vazamento importante. 10-Caso a diálise se mostre ineficaz. 9. 11-Caso se trate de reinstalação de diálise.Prevenir contaminação 38. a cada troca.

encaminhar uma amostra para cultura. complicações pulmonares etc. com cuidado.A heparina é utilizada de rotina (0. 16. uma vez que geralmente os dois frascos correm juntos. 4.000 ml) para garantir a permeabilidade do cateter. 13. pois se não o frasco ao dá vazão ao restante da solução. estes poderão ser colocados em um dos frascos.. se necessário. 18.um par de luvas estéril . 14. além de facilitar a drenagem. para entrar ar.Pacote estéril contendo: avental. 17. em embalagem de soro. Estes podem indicar desequilíbrio hidroeletroliítico e alterações hemodinâmicas (choques ou hiper-hidratação). campo e compressa .32-Retirada do Cateter de Diálise Peritoneal Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA .139 12.Desconectar o equipo do frasco de diálise somente uma vez.Deixar o pertuito da cavidade abdominal preparado para futuras diálises. 15-Caso haja medicamentos prescritos.2 ml por cada 2. no final da infusão.Quando se tratar de solução hipertônica não usar glicose 50% em ampola .Desligar a diálise.máscara .Observar o paciente quando a: hipertemia. hipotensão e/ ou arritmias. A sua movimentação previne escaras.Caso o líquido drenado da cavidade abdominal esteja com aspecto turvo. .  MATERIAL . mas pode e deve virar-se.Orientar o paciente no sentido de que não precisa permanecer imóvel no leito. e sim. para não provocar contaminação no manuseio.

após a introdução da prótese no orifício do cateter de diálise. Lâmina de bisturi -fio de sutura mononylon 3-0 -antisséptico -esparadrapo comum ou especial -prótese de Deanne -anestésicos sem adrenalina se necessário -agulha e seringa. 12) Colocar no campo estéril o material necessário: seringa.material de curativo. 14) Fazer curativo oclusivo. 9) Fechar portar e janelas. 15) Verificar sinais vitais do paciente. material de curativo e prótese de Deanne. a drenagem deve ser prolongada. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir o material 4) Colocar biombos 5) Manter a diálise peritoneal até o momento da retirada do cateter 6) Após a ultima infusão. campo e compressa. 16) Pesar o paciente. . ingestão hídrica e sal. colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento. 13) Fornecer o antisséptico ao médico. agulha.140 . 7) Auxilir o medico na retirada do cateter. se necessário -campo fenestrado -biombos  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos. ou de cabeceira. o pacote de avental. fio de sutura. 8) Colocar mascara no paciente e deixa-lo em decúbito horizontal dorsal. 11) Auxiliar o médico amarrando as tirar do avental. 18) Orientar o paciente quantos aos cuidados com a prótese. gazes. 10) Abrir em cima da mesa auxiliar. 17) Fechar a ficha de balanço.

21) Recompor a unidade e recolher o material. 12-Auxiliar o médico no sentido de agilizar o procedimento. 6. 7.Verificar-se ao final da diálise se o balanço foi positivo ou negativo. 5.Para saber da eficácia da diálise. Posicionar corretamente o paciente. .Verificar se houve alterações. 16.Economizar tempo e poupar o funcionário. 17. 11-Evitar que o médico se contamine. para facilitar o procedimento. 15. 22) Deixar o paciente em ordem.141 19) Colher sangue para dosagem de eletrólitos.Garantir a privacidade do paciente.Prevenir complicações e tranqüilizar o paciente. 20) Lavar as mãos. 1. 19.Evitar corrente de ar e circulação de pessoal provocando contaminação.Não desligar a diálise. 13.Permitir que a cavidade peritoneal fique completamente.Fazer a antissepsia no local da inserção do cateter.Prevenir infecção. 8. 23) Anotar no prontuário o procedimento feito.Prevenir a contaminação da área de inserção do cateter. uréia e creatinina. e assim dar mais atenção e apoio ao paciente.Assegurar a tranqüilidade do paciente. evitando conversas desnecessárias no quarto. 14. ou desconectar o sistema. 21. 18. colaborando com a equipe. 20 Prevenir contaminação.Obter o controle final. 2.Dar apoio ao médico e ao paciente. 9.A próteses de Deanne mantém o pertuito abdominal para a próxima diálise a ser instalada. 3.Manter o ambiente em ordem. 10-Utilizar técnica rigorosamente antisséptica. enquanto o médico não chegar. PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 4.

equipo arterial (entrada) .Métodos permanentes permitem um acesso vascular e incluem anastomose subcutânea de uma artéria de extremidade a uma veia vizinha. água e substancia tóxicas exógenas do sangue. . . jugular. . (Fístula arteriovenosa) e a interposição subcutânea de um enxerto tubular entre uma artéria de extremidade e uma veia. Métodos temporários utilizam a inserção percutânea de um cateter em uma grande veia (femoral. O dializador tem fibras ocas e é pré-esterilizado. . .equipo arterial (saída) – Linha arterial.um par de luvas estéreis.dializadores . interna e subclávia).gazes estéreis.Máquina hemodialisadora .33.equipo simples.Proporcionar conforto ao paciente. 4. .Linha venosa. .142 22.Eliminar.Hemodiálise Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA .duas agulhas de punção de fístula. 23.Possíveis intercorrências e avaliação final da diálise realizada. os produtos finais do catabolismo protéico. .seringas descartáveis de 5 ml. .agulhas descartáveis.seringas descartáveis de 20 ml. .  MATERIAL . através de dialisadores que funcionam como rim artificial.soro fisiológico de 1000 ml. .

colocando a trava na posição drenar.Calçar luvas.Verificar a voltagem da máquina.PVPI tópico.Conectar o equipo venoso na parte inferior do capilar.Erguer a trave para posição de diálise.dispositivo cortante para o soro.Adaptar o dializador ás conexões de recirculação de concentrados de diálise nas mangueiras da máquina.Passar água limpa no tanque e recircular a água por pouco tempo. 9.soro heparinizado (2. 2. . 4. 3. .recipiente para armazenamento de dializadores.álcool a 70%. 7. 8.  QUANTO AO CAPILAR a) Montagem de dializador: 1.fita adesiva. -óculos de proteção.Drenar o restante da água.Conectar o equipo na parte superior do capilar.  PROCEDIMENTOS 1. . 5. . -concentrados para hemodiálise (acetato ou bicarbonato).5 ml de heparina para 1000 ml de soro fisiológico). invertendo o equipo inferior capilar. . 3.Encher o tanque com 120 litros ou 240 litros. .Acrescentar concentrado para hemodiálise ( acetato de bicarbonato). . 6.soro fisiológico 2000 ml. .Lavar as mãos.143 .esparadrapo comum e/ ou especial.heparina sódica pura. .formol a 3%. 2.Mexer bem a solução. .

Conectar o sistema com heparina que é prescrita pelo médico e diluída em poucos ml de soro fisiológico. 6.Pinçar o euipo onde está adaptada a seringa.Adaptar o soro fisiológico no equipo e essa conexão apropriada do equipo arterial. .Proteger as pontas dos equipos com gaze embebida em solução antisséptica.000 ml/min.) 1.Passa-se 500 ml de soro fisiológico para baixo ( equipo arterial).Ligar a recirculação da máquina em 1.Trocar-se o soro fisiológico por soro heparinizado e passa-se 200 ml pelo cabo arterial.Rotular o dialisador. com identificação do paciente.Colocar as ponteiras do equipos num recipiente. 4. 5.Colocar um recipiente onde possa ser colocado o equipo que será conectado ao manômetro de PV (pressão venosa) e que irá ter uma seringa de 20 ml vazia e pinçada. 2. sem ligar a bomba de sangue e deixar-se correr 1.144 4. ou pode ser pura. 8. ligando-se a bomba de sangue em 80/ 100 ml/ min.Pinça-se o equipo arterial e deixa-se passar para o catabolhas. observando o sentido correto. 2. 3. 7.Colocar um outro recipiente sendo este as ponteiras que irão ser adaptadas ao paciente.  SE PRIMEIRO USO: 1. 9. sem ligar o rolete.500 ml pelo equipo venoso para o recipiente inferior.Lavar o capilar com dois litros de soro fisiológico a um fluxo de 200 ml/ min. seguindo a rotina: .Adaptar a porção siliconizada do equipo arterial à bomba de sangue. fazendo-se o nível. 6.Pinçar o equipo arterial e deixa-se passar para o equipo venoso.  SEM DIALISADOR REPROCESSADO (armazenamento com formal a 3%. 5.

Garrotear novamente. fixa a agulha na fita crepe e solta-se o garroteamento.Colocar no campo: seringa de 20 ml.145 3. 3.Colocar o campo estéril sob membro a ser puncionado.Lavar bem o braço com solução degermante e água em abundância. quando não for possível. Deitado. 7. 15. Soltar o garroteamento. agulhas de punção de fístula. 13. sendo que há mudança na quantidade de soro fisiológico (5 litros de soro fisiológico + 1 litro heparinizado).Seguir a mesma rotina. . 14. 2.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1.Encher a seringa com soro heparinizado (que restou da heparinização do sistema) com auxilio de outra pessoa. pois poderá perder a fístula.Preparar psicologicamente o paciente para as punções. 9. 5.Verificar variação de peso de uma sessão para outra e excesso em relação ao peso seco. 10.Pesar. 2. gazes. 11-Garrotear o membro (próximo á axila) e manter o garroteamento até que e peça para soltá-lo.Não verificar a pressão arterial mo membro que possua a fístula arteriovenosa.Chegar à punção e fixar a agulha.Puncionar. no sentido mão/ braço na parte mais distal da fístula. 12. 8.Calçar luvas. primeiramente.Secar com papel-toalha.  QUANTO AO PACIENTE 1. onde há frênito. 4-Orientar o paciente para sentar-se ao lado do dialisador já preparado e identificado com nome completo.Embeber uma gaze com PVPI tintura para antissepsia no local da punção. 6. verificar a pressão arterial com o paciente sentado e em pé.Puncionar a parte próxima da fístula no sentido/ mão. Checa-se a punção.

Evitar possível troca de dialisadores prevenindo assim a infecção cruzada. 5. 3.Calçar luvas.Aumentar a segurança a fim de impedir a contaminação.Fixar o equipo arterial em dois lugares distintos.Usar como via de acesso para retirada sanguínea.Desligar a bomba de sangue. 2. 10.Ligar o termostato da máquina. .Usar como via de acesso para devolução sangüínea. 7.Conectar o equipo arterial á agulha proximal da fistula (arterial).Soltar lentamente a pinça que está abaixo do catabolhas.Fazer assepsia do equipo venoso com solução antisséptica (PVPI tópico). 6. 9. mantendo um nível mínimo e completando-o quando o sangue estiver completando o “primming do sistema”. 12-Pinçar o equipo menor que sai do catabolhas e nele colocar uma seringa vazia com 5ml de ar. 4.Facilitar o procedimento.Garantir a salubridade do funcionário. 8. 4. 11-Conectar o equipo venoso à agulha distal da fístula (venosa). 7.Preencher as agulhas de punção. 14.Solicitar ao paciente que lê mesmo faça o garroteamento. 9.146 3.Aumentar o ingurgitamento (o próprio paciente faz o garroteamento). O equipo maior do catabolhas deve ser conectado ao manômetro de pressão transmembrana (PV). 8. (Exceto a que será utilizada para coleta de sangue e que após a coleta deverá ser preenchida com soro heparinizado). 11. 13. 10. 12. 6.Utilizar técnica asséptica.  LIGANDO PACIENTE Á MÁQUINA 1. 5.Ligar a bomba de sangue em fluxo de aproximadamente 120 ml/ min.Checar a recirculação da máquina se está ligada.Evitar contaminação na hora da punção.Fazer assepsia do equipo arterial com solução antisséptica.Evitar traumas ao paciente.

Garantir a salubridade do funcionário. se possível. 12.Observar se o paciente refere mal estar ou se há escurecimento do sangue.147 13-Ligar a bomba de sangue em mais ou menos 120ml/min e ir retirando a pinça abaixo do catabolhas lentamente. 10.Se venoso: puncionar mais distal se possível. 3. 2.Evitar tração que possa desconectar o equipo da agulha. 14-Injetar a heparina e pinçar novamente. 14.Se arterial: puncionar mais proximal. 17-Manter a eficácia na diálise. 5.Resíduos de fibras.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1.Descobrir a agulha arterial e movimenta-la para cima e para baixo ligeiramente ou.Resíduos de formal.Evitar a contaminação do paciente. 9. 7.Hemantoma: Desligar imediatamente: . . 16-Observar se há intercorrências nas punções (hematomas.Evitar hemólise.Conectar todo o sistema ao paciente. devido a reação à: 8. 11. 15.Sucção de influxo: 16. sucção de influxo). se houver necessidade.Evitar que o sangue esfrie sem contato com a solução fria. pinçar novamente mantendo-o conectado ao sistema.Repor volume. 6. . e não causar pressão ( choque) na devolução do sangue. se novo.Hemólise por contato com solução não homogênea. 13. 15-Conectar o equipo com soro fisiológico e deixar correr mais ou menos 10 ml.O ar colocado na seringa á utilizado para controlar o nível de catabolhas.Iniciar o processo de hemodiálise ao sistema. 4.Ligar o paciente efetivamente ao sistema. . então gire-a sempre coma bomba de sangue desligada.

devolver o sangue de uma vias e providenciar bolsa de gelo. 11) Dobrar uma gaze em tamanho bem pequeno e retirar a agulha arterial comprimindo simultaneamente. 22-Estar atento a qualquer queixa. 12) Parar a bomba de sangue. 7) Desconectar o equipo arterial. 3) Retirar PV e erguer o catabolhas. 13) Pinçar a agulha venosa e dobrar a extremidade.Caso não seja possível. .Manter eficácia na diálise. 15) Trocar a gaze e colocar esparadrapo.Evitar contaminação e danos ao equipamento. 17.148 . e deixando que o paciente a segure. 19. cefaléia.  DESLIGANDO O PACIENTE DA MÁQUINA 1) Calçar luvas. bacteremia.Manter eficácia na diálise. observando presença de vômitos. câimbras. dobrando a extremidade. 16) Pesar e verificar a pressão arterial do paciente sentado e em pé. se necessário. 9) Desligar a bomba de sangue e abrir a pinça deixando o soro fisiológico chegar até a extremidade do equipo arterial. quando o soro que esta sendo injetado tiver uma concentração sanguínea baixa. hipertensão. mantendo a pinça de Reynolds no equipo. 21. retirando o equipo venoso e colocando-o no galão inferior.Evitar embolia gasosa. assim que cessar o sangramento. 18.Retirar mais líquido do paciente. 8) Ligar a bomba de sangue e deixar que o sangue chegue até a conexão do soro. 6) Pinçar a agulha arterial. após pinçar o equipo arterial. 5) Desligar a bomba de sangue. 14) Retirar a agulha venosa e colocar a gaze dobrada no local para que o paciente a segure. 20. sudorese etc. 2) Colocar o galão no chão e o outro sobre a máquina. 4) Abrir o soro fisiológico. 10) Religar a bomba de sangue e colocar a extremidade no galão inferior.

2.Verificar parâmetros inicial e final. 8.Colocar 30 litros de água e adicionar hipoclorito puro se atingir a diluição em 1%.Colocar água no tanque e colocar ácido muriático (3%) para inativar bicarbonato de sódio e recirculação por 15 minutos. 14.Fechar a torneira e deixar drenar.Diminui a pressão no sistema. 10. para evitar hemólise no paciente e danos no equipamento.Iniciar a devolução do sangue para o paciente.Evitar sangramento. 6.149  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1.Desligar o paciente do sistema. 13.Colocar água limpa. 12.Erguer a chave para posição Diálise. 3. 16-Retirada completa do hipoclorito da máquina. 9. 11-Armazenar adequadamente para reutilização. 4.  LIMPEZA DE MÁQUINA 1.Lavar com água.Garantir a salubridade do funcionário.Aproveitamento maior do sangue. ligando a bomba e as recirculações. Anotar. .Drenar o restante da solução de hemodiálise.Evitar trocas de dialisadores. além de baixar a trave para posição DRENAR.Ligar a bomba e recirculação durante a 30 minutos. 8.Controlar eficiência das fibras. 4. 7. 5.Drenar solução.Devolução total de sangue e não infundir soro fisiológico. 3.Desinfecção da máquina.Inativar o bicarbonato. passando por toda a parte interna. até próxima sessão de hemodiálise. 7. além do necessário.Esvaziar a máquina. 9. 6.Evitar contaminação. 2. 5. 15.

Aspirar heparina residual e observar permeabilidade.Hemoperfusão-uma associação útil usada em overdose e envenenamento (Paraquart). 4. .Recolocar água e deixar recircular durante 15 minutos. Fazer assepsia na linha arterial com solução antisséptica e conecta-la na via de saída. A hemoperfusão é mais efetiva do que a hemodiálise na eliminação do sangue de muitas drogas ligadas as proteínas. OBSERVAÇÕES: 1. se estiver impossibilidade de lavar o braço.tem.Drenar água e repetir o item 9. usa-se um campo fenestrado. Depois de ligar o equipo arterial do sistema o processo na ponta venosa. Na parte superior do dialisador é conectada uma mangueira própria que está ligada a um frasco de aspiração e este por sua vez ligado ao vácuo. 11.Reunir o material e deixar a máquina em ordem. 3. absorverá a droga e desse modo. porque o carvão do cartucho competirá com as proteínas plasmática pela droga. é um processo pelo qual o sangue é passado através de um cartucho carregado com um cartão vegetal ativado ou carbono.150 10. irá removê-la da circulação.No preparo do paciente para hemodiálise. Fazer assepsia com solução adequada. retirar o conector da ponta arterial.Se o paciente não tem fístula em sim um cateter percutâneo. 2. 13. colocamos um campo cirúrgico e fazemos a antissepsia no próprio local. Isto é feito através da colocação de uma PV alta com a bomba de recirculação desligada.Ultrafiltração (UF). 12.Drenar e desligar toda a máquina. como finalidade retirar uma grande quantidade de líquido do paciente.

um par de luvas .151 4.Caso a sonda não possua as identificações corretas para o balão gástrico e esofágico. fazê-lo com esparadrapo. 3.gazes . 2.34 – Passagens do Balão Gastroesofágico (Sengstaken-Blackmore) Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉNICA -Combater sangramento digestivo alto. .  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .sonda de Sengstaken-Blackmore.seringa de 50 ml . promovendo hemostasia varizes esofagianas.solução anestésica.Lubrificar muito bem toda a extensão da sonda.Colocar o paciente em posição Fowler.Lavar as mãos.  PROCEDIMENTOS 1. 6.um frasco coletor. com anestésico.Testar a sonda utilizando a seringa de 50 ml i injetando ar. . com extensão de látex.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Calçar luvas e vestir avental. 8.esparadrapo . antes de passar a sonda. .Reunir material. (geléia) . 7. 5. 4.avental.

23.Recompor a unidade e recolher o material. 18.Verificar com mito cuidado e atenção se realmente não existe nenhum orifício nos balões.Insuflar o balão gástrico com 40 a 60 ml de ar conforme indicação médica.Facilitar a introdução da sonda. 17.Prevenir infecção.Economizar tempo e poupar o funcionário. 11.Verificar se a sonda está corretamente posicionada. 13.Anotar no prontuário do paciente a procedimento feito. para que haja penetração do anestésico até a nasofaringe.Pedir ao paciente para abrir a boca e verificar se o balão está corretamente posicionado. . 20.Deixar o paciente em ordem. 2-Acalmar o paciente. ou utilizar o esfigmomanômetro. .Introduzir a sonda pela narina em toda a extensão.Orientar o paciente para deglutir no momento em que for solicitado. 4. 5. conforme a pressão da coluna de mercúrio. ou utilizar o esfigmomanômetro conforme a pressão da coluna de mercúrio.Tracionar a sonda até sentir resistência. 21. com auxílio de intermediário plástico.Fixar a extremidade da sonda na região frontal do paciente. 14.Lavas as mãos.Insuflar o balão esofágico com 60 a 100 ml de ar. 10.Evitar perda de tempo e maior traumatismo para o paciente. 16.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. visto que a passagem desta sonda é altamente dolorosa e incômoda. deixando apenas uma porta para fora. conforme indicação médica.Conectar uma extensão à via gástrica até o frasco coletor. pois o mesmo provavelmente estará extremamente estressado e irrequieto devido o sangramento e o mal-estar geral. 12. 22. 3.Retirar as luvas.152 9-Instalar anestésico pelas narinas do paciente e solicitá-lo a inspirar profundamente. 15. 19.

19.Facilitar o procedimento 20. 23. 14. dificuldade respiratória e/ ou persistir sangramento.153 6.Balão gástrico: cuff de cor BRANCA. 10.100 ml de ar correspondente a 80 mmHg no esfigmomanômetro. colaborando com a equipe.50 ml de ar correspondente a 40 mmHg.Escutar o timbre de voz do paciente.Assegurar o tamponamento da cárdia e fixação da sonda. no esfigmomanômetro. Apesar de raros.Auxiliar a passagem da sonda.Utilizar o mesmo processo da sonda nasogástrica. Se este estiver alterado. . . pode ser pelo fato de o paciente ter pescoço curto ou caixa torácica pequena.Proteger o executante. -Balão esofágico: cuff de cor VERMELHA. quando ocorrem. 7. 17. .Permitir a saída do conteúdo gástrico. 9.Facilitar a passagem da sonda.Prevenir infecção. . 13. 21. podendo ser até mesmo visualizado na boca do paciente. para ajudar o paciente a deglutir.Oferecer água. 15.facilitar a progressão da sonda até o estômago.Fixar a sonda de maneira adequada. 11.Quantidade de ar colocada em cada balão.Fazer a marcação das duas vias para evitar injetar medicação nos balões. evitando a formação de necrose de asa do nariz.Manter o ambiente em ordem. prejudicam a respiração do paciente e provoca intenso desconforto.Evitar maiores traumatismos. sendo necessário retirar essa sonda e providencia outra menor. 12. se necessário. Neste caso. 8. o balão esofágico ultrapassar o esôfago. . características do conteúdo gástrico e a presença ou não de sangramento.Evitar a saída acidental da sonda. se houver desconforto intenso.Promover o conforto do paciente. 16. 18. 22.Esta quantidade de ar poderá variar.

.Posicionar o aparelho aos pés da cama do paciente.5 litros) cobrindo completamente as serpentinas de cobre.Conectar o (s) cobertores (es) ao reservatório de água. O colchão de hipohipertermia pode ser usado ou dois sistemas de operação manual ou automático (modelo utilizado no HC-UNICAMP0).154 4.lençóis de algodão (um para cada cobertor térmico) ou cobertor .termômetro retal.35.Aparelho de hipertermia .  MATERIAL .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3.cobertores de hipo-hipertermia (conforme a necessidade.Colocar água destilada no reservatório (12. através da transferência de calor.  PROCEDIMENTOS 1.5 litros) . 4.Baixar ou elevar a temperatura do corpo do paciente e/ ou manter a temperatura normal do corpo.água destilada (aproximadamente a quantidade de 12.algodão ortopédico e atadura de crepe. . 2. os cobertores ou apenas um cobertor) . pelo contato do corpo do paciente com o (s) cobertor (es).Reunir o material.Lavar as mãos.Sistema de Colchão Hiper-Hipotermia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA . 5. 6.

5. 8. sob o paciente. caso seja necessário.155 7.Monitorizar a temperatura axilar com regularidade.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃ. 3. 7.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 3. 2.Evitar a queima de resistência.Facilitar o manuseio. 8. 6. 5.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Ligar o aparelho na rede elétrica. 4.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS .Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico.  OPERAÇÃO MANUAL 1. 7.Prevenir infecção. 2.Para proceder ao aquecimento ou resfriamento.Posicionar no termômetro (de dois ponteiros) do aparelho a temperatura desejada. com o botão em OFF. 9-A s duas opções exigem observação da enfermagem.Estender um lençol de algodão ou cobertor sobre o cobertor térmico.Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama.Economizar tempo e poupar u funcionário.Colocar o termômetro retal.Não utilizar extensões elétricas ou peças em T e ligar numa rede independente à do painel de gazes.Cobrir o paciente com lençol de algodão. 6. 8-Proporcionar a circulação de água nos cobertores (e observação do funcionamento).Acionar a alavanca MANUAL. 4. 10.Colocar o outro cobertor térmico. sobre o paciente.Desligar o aparelho e optar por um dos sistemas: manual ou automático. 9. 9.

Monitorizar as freqüências cardíaca e respiratória. 8. 8.Proteger as extremidades (mãos e pés).Avaliar balanço hídrico regularmente. associado a pressão arterial e pressão venosa central.  USO DO COBERTOR TÉRMICO 1.Proteger o paciente. 3.De preferência.Permitir maior área de exposição 5. 9. .Proporcionar o efeito desejado.Permitir o funcionamento da circulação da água evitar danos ao sistema.Monitorizar a temperatura axilar. 10. 4.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 2.rapidez no efeito de hipo ou hiperdermia.Área sujeita a vasoconstrição severa.Área sujeita a vasoconstrição severa. 3.Avaliar o nível de consciência. do paciente com algodão ortopédico a atadura de crepe. 6. mesmo que o paciente esteja com termômetro retal. 2. pois haverá um controle preciso do paciente/ aparelho: 4.Proteger o papel do paciente. 5.Avaliar sempre que possível os níveis gasométricos de glicemia. 7.Será temperatura da água mantida no reservatório do aparelho.Poder haver somente alteração da temperatura periférica. 9. 7.Evitar a formação de escaras e queimaduras por calor ou frio. com freqüência. 6.Proteger o pavilhão auricular do paciente.156 1-Evitar o acúmulo de água e deslizamento.Mobilizar o paciente de 2/2 horas e observar a coloração da pele. 3. 2.Aspirar com freqüência o paciente em hipotermia.

Acionar a alavanca AUTOMÁTICO. . 5.Hipertermia causa: diminuição da diurese.Hipotermia causa: aumento da diurese. 6. 2. 11. caso seja necessário. . sudorese) e aumento da pressão intracraniana (PIC).Hipotermia diminui o consumo de oxigênio. pulso filiforme PA inaudível.Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico.Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama.Hipertermia aumenta o consumo de oxigênio.Estender um lençol de algodão e cobertor térmico.Pode haver diferenças o resfriamento ou aquecimento apenas periférico. 8. sobre o paciente. 6.Hipotermia causa: midriase (às vezes. aumento da pressão venosa central (PVC).Hipotermia causa: diminuição dos movimentos ciliares com conseqüente aumento de secreção brônquica. diminuição da pressão venosa central (desidratação. 5.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO. 7. . . 10.Hipotermia causa: Obnubilação e torpor. sob o paciente. 8-Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para TEMP/ SET ajustar o ponteiro para a temperatura desejada.Colocar outro cobertor térmico.Introduzir e fixar o termômetro retal no paciente com proteção de látex fino na ponta. .  OPERAÇÃO “AUTOMÁTICO” 1. e convulsões.Hipotermia causa: hiperglicemia (corrigida com o aumento da temperatura).Monitorar a temperatura axilar com freqüência. pela diminuição do consumo de oxigênio.Hipotermia causa: bradicardia e bradipneia com arritmia. 10.Hiporermia causa: Confusão mental. 9. 4.hipertermia causa: o inverso.157 4.Cobrir o paciente com lençol de algodão. 9. aumento da pressão intracraniana (PIC).Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para RED LINE ajustar o ponteiro para incidir exatamente sobre a linha vermelha. paralítica). 3. 7. .

7. 10. .Checar o material. 12.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 8. 10. 6.Dependurar as conexões de drenagem do reservatório.retirar o termômetro retal do paciente. 3.Proteção do equipamento e paciente. . 3. 7. 2.Passar pano embebido em solução desinfetante nos cobertores e na superfície do aparelho.Pode haver aquecimento ou resfriamento apenas periférico.Corresponde ao esforço do aparelho em atingir essa temperatura.158 12. LIMPAR E GUARDAR O EQUIPAMENTO 1.Promover a proteção do paciente. 6. 9. 4.Lê as instruções para uso de coberto térmico.Proporcionar a exatidão na mensuração da temperatura.Proporcionar maior área de exposição ao calor ao frio. 5.  PARA RETRAR. 2.Guardar um lugar próprio. 11.Permitir o funcionamento da circulação da água e evitar queima do sistema.Desligar o aparelho em OFF e REFRIGERAÇÃO. 4.Desconectar os cobertores do aparelho e a mangueira de drenagem. 5.Trocar a roupa de cama do paciente e colocá-lo em posição confortável.Conectar ao aparelho no reservatório de água a mangueira de drenagem. .Evitar Iatrogênias.Retirar os cobertores térmicos do paciente. 11.Proporcionar o aquecimento ou resfriamento da água.Monitorização constante da temperatura retal.Utilizar látex do tipo do dreno de penrose.Proporcionar rapidez do efeito de hipo ou hipertermia.Para não haver acúmulo de água e deslizamento.Proporcionar a proteção da pele do paciente. 9.Secar o reservatório. 8.

12.36. 4.Para escoamento da água no ralo.Não imergi-los em solução química.Proporcionar conforto ao paciente. 6. 5. 10. 7. desinfecção e guarda. aumentando o fluxo coronariano e reduzindo o trabalho cardíaco.159 12.Para limpeza. 2.Para esvaziamento dos cobertores.Documentar as atividades realizadas para recuperação do paciente.duas máscaras . 11. 9.  MATERIAL .Favorecer a relação oferta –consumo de oxigênio.Evitar danificação do sistema. 4.Deixar o paciente em ordem.Manter o ambiente em ordem.Para evitar extravios e danos.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIICATIVA 1.Para escoamento e secagem. 3.Encaminhar para desinfecção. 8.Álcool a 70% .Cuidados com Balão Intra-Aórtico (BIA) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA .Dar continuidade à mudança de decúbito. 13 -Anotar no prontuário p procedimento feito.

Fazer a assepsia do bocal do frasco anestésico. extensão de polietileno. dispondo-o sobre mesa auxiliar. 3.um frasco de xylocaína a 2% sem vaso constritor . -uma seringa descartável de 20 ml. domo.Preparar a região inguinal (tricotomia “em calsão”).Reunir material e levar para local próximo do paciente.  PROCEDIMENTOS 1-Orientar paciente e família quanto ao procedimento: técnica.dois gorros .160 .Lavar as mãos.uma bandeja de flebotomia . fio guia tipo J .duas agulhas descartáveis 30 x 8 ou 30 x 7 .pacote com seis campos cirúrgicos . 6.torpedo reserva de gás hélio -material para punção (PAM). . 2.Fazer anti-sepsia com PVPI tintura mais colocação dos campos esterilizados.duas agulhas descartáveis 40 x10. Cateter intravenoso.fluoroscópio . 4.dois fios de sutura de algodão 2-0 agulhado (2) . seringas e transdutor de pressão . conjunto introdutor mais dilatador 18 F. 5.material de tricotomia.solução antisséptica (PVPI tintura) .cinco pacotes de gazes estéreis .um rolo de esparadrapo comum e/ ou especial .dois pares de luvas .avental de chumbo .dilatador 12 F. .bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 .cateter-balão bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 .dois aventais esterilizados . torneirinhas. finalidade e cuidados.

3. 4.Fornecer material para botão anestésico. 6. 8. 11-Assistir à troca do dilatador 8 F por uma combinação de introdutor mais dilatador 12 F que é avançado sobre o guia para dentro da artéria femoral. através da agulha.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Assistir à passagem do dilatador 8 F sobre o fio guia. deixando locado na artéria femoral o dilatador 12 F.Qualquer ar remanescente no balão e retirado completamente com uma seringa. na artéria femoral.Inicia-se nesse ponto a técnica propriamente dita. 18 para punção da arterial femoral. 5.Deve-se procurar minimizar o estresse psicológico do paciente ou da família. após a retirada da agulha.097 cm). realizada pelo hemodinamicista e/ ou intensivista. O Balão desinsuflado é enrolado em volta do cateter-balão. 14. 13.O material deve ser fornecido de maneira pronta e organizada a fim de agilizar o procedimento.Prevenir infecção.Sua finalidade é dilatar o tecido subcutâneo e o local da punção arterial. .Fornecer agulha ou dispositivo intravenoso nº. sendo necessária a presença do enfermeiro para proporcionar assistência ao paciente e auxilio à equipe médica durante o procedimento. 9. 2.O paciente deve ser orientado quanto às etapas do procedimento e quanto aos sintomas que sejam decorrentes da técnica. objetivando também sua colaboração.Assistir à introdução do balão desinsuflado através do introdutor e posicionado sob fluoroscopia na aorta torácica descendente. enquanto um assistente mantém imóvel a porção distal do cateter-balão.Assistir à remoção do fio guia e do dilatador 12 F. 9.Prevenir infecção. 15.161 7. 10.Assistir a adaptação do cateter-balão ao console da bomba e a pulsação intraáortica é iniciada. 8. começando da parte distal.Assistir à introdução do fio guia tipo J (0. 7.Racionalizar e agilizar o procedimento. 12-Assistir à preparação do cateter-balão da seguinte maneira: o balão é umedecedor em solução salina e enrolado sobre si mesmo.

1 . 14. mais fidedigna será a curva de pressão. e o cateter de Swan-Gang. 1.O cateter atreial periférico para obtenção da pressão arterial média. 11.Se for encotrada resitencia na passagem do cateter balão através da bifurcação aorto-iliaca.Pacientes com angina refratária pós IAM ou angina instável que serão submetidos ao cateterismo ou cirurgia cardíaca. o BIA deve ser instalado antes da cinecorinariografia e mantido no período perioperatório até estabilização clínica/hemodinâmica. 15.  CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AORTICO 1.Quanto mais próximo à aorta for a artéria da PAM.O sangramento é controlado pela compressão firme do introdutor exposto. 13. A extensão apropriada do cateter a ser inserida pode ser estimada colocando-se o cateter sobre o abdômen e tórax do paciente com 1 cm acima de ângulo de Louis.IAM com defeitos mecânicos corrigíveis: insuficiência mitral aguda e CIV (comunicação interventricular). 1. Deve ser inserido antes da instalação do balão intra-aortico (BIA). o cateter pode ser rodado mais nem uma força deve ser empregada para que não ocorra dissecção. 12. antes e após a instalação do BIA.Choque cadiogênico pós IAM.2 .162 10. 1. refratário à terapêutica. que serão feitas as insuflações e desinsuflações do cateterbalão.4 – Em cirurgia cardíaca: .INDICAÇÃO: -Paciente com falência ventricular esquerda geralmente refratária ao tratamento usual.Esse preparo tem a finalidade de reduzir ao máximo o diâmetro do cateter-balão. Sua finalidade é avaliar o comportamento hemodinâmico. Nos pacientes com IAM complicado com choque cardiogênico.E através as curva de pressão arterial periférica que percutem os nível pressóricos a nível de raiz de aorta em paralelo com o traçado eletrocardiográfico. 1. medicamentosa máxima.3 .

mesmo que não cardíacas. 1.Aneurisma dissecante da aorta (porque a introdução do cateter calibroso na luz arterial pode aumentar a área de dissecção ou romper a arteria).6 – Pacientes de alto risco cardíaco submetidos a grandes cirurgias. 2.2litros/min e pressão capilar pulmonar – PCP maior que 18 mnHg).Profilática em cirurgias de alto risco (pacientes com fração de ejeção – FE menor que 30%.2 – Relativa: . . 3 – COMPLICAÇÕES 3.1 – Menores: .Perda transitória do pulso pedioso após a retirada do cateter. . índice cardíaco – 1C menor que 2. .Mau posicionamento do balão na aorta ascendente.2 – Maiores: .Nas cirurgias da fase aguda do IAM (infarto agudo do miocárdio) complicado com choque cardiogênico.Presença de doença aorto-ilíaca (que poderia impedir a penetração do cateterbalão (CB) na aorta pela via usual).8 – Para melhorar performance de ventrículo esquerdo.Nos pacientes que apresentam dificuldade de saída da CEC (circulação extracorpórea).7 – Para proporcionar suporte circulatório mecânico durante reanimação cardiocirculatória. . agravando a sobrecarga de ventrículo esquerdo). .Insuficiência aortica severa (porque o refluxo aórtico seria aumentado.5 – Para suporte circulatório em pacientes candidatos a transplante cardíaco. após contusão miocárdica (especialmente quanto instalada precocemente a lesão). 1. 1.Na síndrome de baixo débito.163 . .1 – Absolutas: . 1. 2 – CONTRA-INDICAÇÃO: 2. 3.Bacteremia transitória.

Morte relacionada ao cateter. diminui a resistência periférica.164 .2 – Nunca deixar bomba desligada por mais de 30 minutos enquanto o BIA estiver implantado. a cada 30 minutos.Bomba de contrapulsação AVCO modelo 10. se necessário.1 – Controle laboratorial diário: coleta de sangue para hemograma. . . 4.Aquelas associadas com hemorragia no local da punção.5 – Deve ser feita compressão no local de punção por 30 minutos. com auxilio de uma seringa.4 – Cuidados com a remoção do cateter-balão: antes de ser removido. fazendo desaparecer um espaço virtual criado pela insuflação anterior. aumentando a perfusão e o aporte de oxigênio ao miocárdio. A artéria femoral distal do balão é fortemente comprimida antes que o cateter-balão e o introdutor sejam retirados juntos. sódio. . o balão deve ser completamente colapsado com uma seringa. 4. diminuindo . 4. potássio. gasometria arterial. deverá ser insuflado o balão manualmente. . A desinsuflação do cateter-balão. O balão é então retirado. creatinina.6 – Os pulsos distais devem ser monitorizados cuidadosamente utilizando-se Doppler. 4.Extremidades isquêmicas. .Embolia renal.Dissecção do eixo aorto-ilíaco. obtendo-se com isso melhor rendimento cardíaco.Um rolo de esparadrapo comum e/ou especial.Fuoroscópio.Falência pulmonar – assistência respiratória. . .Falência renal – métodos dialíticos. 4 – CUIDADOS GERAIS 4. uréia. . 4. . glicemia.Avental de chumbo.3 – Controle sistêmico: . 4.7 – O aumento da pressão diastólica da Ao é responsável pela melhora da circulação coronariana. coagulograma. Nesta intercorrência. enzimas.

165

a impedância à ejeção ventricular e, portanto diminuindo o trabalho cardíaco. Os efeitos do balão levam a uma diminuição na pressão sistólica da Ao e aumento da pressão distólica. Essa inversão da curva pressórica é chamada de contrapulsação.  CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AÓRTICO (BIA) (de acordo com os problemas em potencial)  PROCEDIMENTO A – INFECÇÃO 1 – Empregar técnica asséptica no implante do cateter-balão. 2 – Lavar as mãos antes e após manipular o (BIA e as conexões). 3 – Observar antibioticoterapia antes e após passagem do BIA. 4 – Remover curativo no local de inserção a cada 24 horas ou antes se houver umidade. 5 – Controlar temperatura detectando picos febris com coleta de hemocultura, se necessário.

B - ALTERAÇÕES HEMATOLOGICAS 1 – Observar presença de sangramentos no local da inserção, através da verificação constante do curativo. 2 – Atentar quanto a sinais de hipovolemia. 3 – Realizar controle periódico de tempo de coagulação, coagulograma, dosagem de plaquetas, hematócrito e hemoglobina com reposição de derivados sanguineos, se necessário. C – ALTERAÇÃO DE PERFUSÃO PERIFERICA 1 – Comparar a intensidade do pulso (tibial posterior, pedioso) antes e após inserção do platão8-Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO. D – ALTERAÇÕES HEMODINAMICAS E ELETROCARDIOGRAFICAS

166

1 – Manter conexões do monitor eletrocardiográfico bem adaptadas para obtenção de traçado nítido. 2 – Detectar precocemente ocorrência de arritmias ajustando o funcionamento do BIA às arritmias. 3 – Realizar monitorização habitual no mínimo a cada hora (PC, ritmo cardíaco, PAM, PAD, PAP, PCP, e DC). E – DOBRADURA OU MAU POSICIONAMENTO DO BIA 1 – Realizar raio X – tórax diários. 2 – Não elevar a cabeceira do leito acima de 30º. 3 – Manter membro cateterizado sempre em extensão.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1 – Infecção após implante do BIA pode determinar endocardite ou outras complicações como septicemia, devendo portanto ser empregado todo o esforço na prevenção de infecção e/ou seu controle. 2 – A inserção de um cateter de grande calibre na artéria femoral, associada ao uso de heparinização, aumenta a probabilidade de ocorrência de sangramento de intensidade variável. 3- O BIA aumenta o risco de embolização periférica e dissecção da parede e pode desencadear espasmo arterial. A ocorrência de alteração das condições de perfusão periférica pode indicar a necessidade de retirada do cateter-balão, uma vez que o comprometimento poderá tornar-se irreversível. 4- A obtenção do traçado eletrocardiografio e da PAM é fundamental para a sincronia da insuflação do cateter balão com a diástole ventricular, bem como avaliação da percussão hemodinâmica do funcionamento do BIA. 5- Com a finalidade de iddentificar o posionamento do BIA. Pequenos deslocamentos em relação à posição ideal são tolerados e não necessitam ser corrigidos. 6- A angulação inadequada entre tronco e membro cateterizado pode levar a dobra ou fratura do cateter ou deslocamento do balão para o arco aortico.

OBSERVAÇÕES

167

1 – O balão intra-aórtico é um método de assistência circulatória que consiste na introdução por via percutanea, ou dissecção da artéria femoral, de um cateter-balão (CB), que fica locado no porção descendente da aorta, próximo à artéria subclávia esquerda, e é conectado externamente a um equipamento eletrônico para insuflar o balão. O balão é insuflado durante a diástole e desinsuflado na sístole. 2 – Nossa experiência com essa técnica é limitada e esporádica.

4.37- Restrição no Leito
Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL

- Lençóis - atadura de crepe - algodão ortopédico ou chumaço.

 PROCEDIMENTO

RESTRIÇÃO DOS OMBROS (um lençol)

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente (se possível). 3- Dobrar o lençol em diagonal, até formar uma faixa de 25 cm de largura. 4- Colocar a faixa sob as costas do paciente, passando pelas axilas, cruzando sob a cabeça e amarrando na cabeceira da cama. 5- Lavar as mãos. 6- Anotar.

RESTRIÇÂO DE ABDOME (dois lençóis)

168

1- Colocar o lençol em faixa sobre o abdome do paciente e outro sob a região lombar. 2- Torcer juntas as pontas do lado direito dos dois lençóis, amarrando-as no estrado da cama, repetir o mesmo procedimento para o lado esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS (dois lençóis)

1- Colocar o lençol em faixa sob os joelhos do paciente. 2- Passar a ponta do lado direito sobre o joelho direito e por baixo do joelho direito e amarrar no estrado da cama. Proceder da mesma maneira para o joelho esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS: TÉCNICA DO 8

1- Colocar o lençol em faixa sob o joelho direito e sobre o joelho esquerdo. 2- Passar o outro lençol em faixa sob o esquerdo e sobre o direito. 3- Juntar as pontas de ambos os lençóis e amarrar no estrado da cama.

RESTRIÇÃO DOS MEMBROS COM ATADURA DE CREPE

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente (se possível). 3- Colocar o membro em posição anatômica. 4- Proteger a região do membro a ser restringido com algodão ortopédico. 5- Dobrar a atadura de crepe em forma de oito. 6- Colocar a atadura de crepe no membro, ajustar para que não fique frouxa e nem garroteie o membro. 7- Amarrar as extremidades da faixa na lateral da cama. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

169

4.38 - Higiene Íntima Feminino
Realizado pela equipe de enfermagem

 MATERIAL

- Balde - bacia, se necessário - pacote de gaze - comadre - pano de banho - luvas - sanito e hamper - sabão líquido ou glicerina - biombo - forro.  PROCEDIMENTO

1-Lavar as mãos. 2-Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 3-Explicar o que será feito à paciente. 4-Calçar luvas. 5-Trazer o hamper próximo ao leito. 6-Colocar a paciente em posição ginecológica, procurando expô-la ao mínimo. 7-Colocar o forro sob a região glútea. 8-Colocar a comadre sob a região glútea. 9-Irrigar a vulva com água. 10-Ensaboar a região vulvar por fora, de cima para baixo. 11-Afastar os grandes lábios e lavá-los no sentido anteroposterior, sem atingir o ânus, utilizando pano de banho. 12- Lavar o ânus por último. 13-Colocar o material usado no hamper.

se necessário .bacia.pacote de gaze .forro. 17.luvas . 4. retirar a comadre e enxaguar a vulva com o forro que está sob a paciente.Balde .sabão líquido ou glicerinado .39 .Higiene Íntima Masculina Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL .Enxaguar a comadre no banheiro juntamente com o balde. 19-Lavar as mãos.sanito e hamper .170 14-Irrigar a vulva com água limpa. 15-Retirar o forro. . fazer o asseio perineal duas vezes ao dia.Se a paciente estiver com sonda vesical.Se houver presença de secreção uretral e/ou vaginal.comadre .biombo . .pano de banho . 16-Deixar a paciente confortável e a unidade em ordem. utilizar gaze para retirar o excesso. 18-Retirar as luvas. 20-Anotar. OBSERVAÇÕES . antes de iniciar à limpeza com água e sabão.

7.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. fazer o asseio perineal duas vezes ao dia.Trazer o hamper próximo ao leito.Irrigar para retirar o sabão. 14. 11. .Se houver a presença de secreção purulenta na região uretral.171  PROCEDIMENTO 1.Reposicionar o prepúcio. 17. expondo somente a área necessária. Iniciar a limpeza ensaboando a meato urinário. .Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 15. juntamente com o balde.Anotar.Colocar a comadre sob a região glútea. 5.Irrigar a região genital.Retirar o forro.Calçar luvas. glande e depois o corpo do pênis.Lavar as mãos. 8.Posicionar o paciente. OBSERVAÇÕES: .Retirar a comadre e enxaguar a região com o forro. 16.Enxaguar a comadre no banheiro. 6. 20. 9. 18. 13. retirando o sabão.Afastar o prepúcio para baixo. 3.Colocar o forro sob a região glútea.Lavar as mãos.Ensaboar e lavar e região anal. 4.Retirar as luvas. limpá-la com gaze antes de proceder à limpeza com água e sabão.Se o paciente estiver com sonda vesical ou preservativo. 12. prepúcio. 10. 2. 19. 21.Explicar ao paciente o que será feito.Irrigar.

172

4.40 -Banho no leito
Realizado pela equipe de enfermagem

Paciente dependente total - Duas pessoas
 MATERIAL  Carro de banho contendo:

- 1 caixa de luvas (não estéreis); - 1 frasco de sabão líquido; - 1 frasco de álcool glicerinado; - 1 frasco de álcool a 70%; - 1 frasco de vaselina líquida; - 1 pente; - copos descartáveis; - 1 glicofita; - 5 pacotes de gaze; - 1 fita adesiva ou esparadrapo; - 6 preservativos urinários; - 6 aparelhos de tricotomia descartáveis; - eletrodo; - xilocaína geléia; - cadarço; - 1 vidro de bicarbonato de sódio a 1%; - 1 frasco de fenol; - 1 pacote de atadura de crepe; - 1 pacote de algodão; - 20 pares de luvas para banho; - 40 espátulas para higiene oral; - sanito e grande, para hamper;

173

- balde; - bacia; - panos para banho; -comadre e/ou papagaio (do próprio paciente); - roupa de uso pessoal (camisola, pijama, fraldão); - roupa de cama: 2 lençóis, 1 lençol móvel, 1 forro (se necessário), 1 cobertor, 1 lençol para fralda (se necessário) e 1 impermeável (se necessário); - biombos; - hamper; - gazes, se necessário.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Trazer o carro de banho e o hamper próximo ao leito do paciente. 3- Explicar ao paciente o que será feito. 4- Fechar portas e janelas. 5- Proteger a unidade com biombos. 6- Calçar luvas. 7- Desprender a roupa de cama, iniciando do lado oposto de onde vai permanecer. 8- Fazer higiene oral no paciente. 9- Lavar a cabeça e fazer a barba, se necessário. 10- Lavar os olhos, limpando-os do canto interno para o externo, usando uma parte separada do pano de banho para cada olho; se houver secreção purulenta, limpar os olhos inicialmente com gaze. 11- Lavar, enxaguar e enxugar o rosto, orelhas e pescoço. 12- Remover a camisola ou camisa do pijama, mantendo tórax protegido com a toalha ou lençol protetor. 13- Lavar, enxaguar e enxugar o braço e a mão do lado mais distante, depois o mais próximo com movimentos longos e firmes do punho à axila. 14- Lavar e enxugar o tórax e abdome com movimentos circulares, ativando a circulação. 15- Enxugar a região lavada observando condições da pele e mamas.

174

16- Cobrir o tórax com lençol limpo, abaixando o lençol em uso até a região genital. 17- Lavar, enxaguar e enxugar as pernas; do tornozelo à raiz da coxa, do mais distante para o mais próximo. 18- Colocar um dos pés do paciente na bacia. 19- Lavar, enxaguar e enxugar o pé, principalmente nos interdígitos, observando condições das unhas. 20- Repetir o procedimento para outro pé, retirando a bacia e trocando a água.] 21- Virar o paciente em decúbito lateral. 22- Lavar, enxaguar e enxugar, massageando as costas, nádegas e cóccix e colocar a toalha ou lençol protetor sob as costas e nádegas. 23- Encaixar a comadre e virar o paciente em decúbito dorsal (em cima da comadre). 24- Fazer o asseio perineal de acordo com a técnica (neste momento utilizar um novo pano, caso trate-se de paciente com sonda vesical, e trocar a água). 25- Retirar a comadre e deixá-la ao lado do leito, juntamente com a bacia e o balde. 26- Colocar o paciente em decúbito lateral, empurrar a roupa úmida para o meio do leito, enxugando o colchão. 27- Lavar as mãos enluvadas, para não contaminar a roupa limpa. 28- Proceder à arrumação do leito como paciente em decúbito lateral, com lençol de baixo, impermeável se necessário lençol móvel, e forro para a cabeceira. 29- Virar o paciente sobre o lado pronto do leito. 30- Retirar a roupa suja e desprezá-la no hamper. 31- Lavar as mãos enluvadas e terminar a arrumação do leito. 32- Fazer os cantos da cabeceira e dos pés. 33- Vestir o paciente ou colocar o fraldão se necessário. 34- Pentear os cabelos do paciente. 35- Trocar a fronha. 36- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 37- Lavar balde, bacia e comadre com água e sabão, passar álcool a 70%. 38- Limpar a superfície do criado-mudo, das grades do leito, do carro de banho e dos equipamentos, com solução desinfetante. 39- Lavar o pente. 40- Retirar as luvas. 41- Lavar as mãos. 42- Anotar.

175

OBSERVAÇÕES:

- Oferecer comadre ou papagaio ao paciente e procurar saber se tem clister prescrito. Se houver, fazê-lo em primeiro lugar. - Trocar a água sempre que necessário e desprezar a suja no vaso sanitário. - Ao utilizar o carro de banho, considerar a parte superior como a contaminada (para o apoio do balde e bacia) e a inferior como limpa. - Quando houver colostomia ou drenos de qualquer espécie, esvaziá-los, antes do banho, trocar luvas, anotar o débito e iniciar o banho. - Quando o banho for dado por apenas uma pessoa, considerando-se que o paciente pode ajudar, seguir a mesma técnica, porém este elemento não deverá se esquecer de lavar as mãos enluvadas antes de manipular a roupa limpa. - Caso não haja o carro de banho, utilizar-se a mesa-de-cabeceira como a parte contaminada e a cadeira como a limpa. - O uso de máscara para realizar o banho é opcional como rotina, e obrigatória nos casos de isolamento. Poderá também ser usada na presença de odores desagradáveis. - Uma vez iniciado o banho, todo material do carro de banho, de uso comum dos pacientes, não deverá ser manipulado.

176

4.41 -Aplicações Quentes e Frias
Realizado pela equipe de enfermagem

 Bolsa de Gelo
 MATERIAL

- bolsa de gelo; - gelo; - forro.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Verificar a indicação do tratamento (local e duração). 3- Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente após: a) Ter colocado gelo na bolsa, até 1/3 de sua capacidade e apoiá-la sobre uma superfície plana, comprimindo-a e erguendo o gargalo para retirar o ar do seu interior; b) Ter fechado hermeticamente a rolha e invertido a posição da bolsa, observando se há vazamento. 4- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. 5- Colocar o paciente em posição confortável, expondo a área que deve receber o tratamento. 6- Proteger a bolsa com o forro e colocá-la sobre a área programada. 7- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem ao término do tratamento. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

OBSERVAÇÕES:

 Compressas Frias  MATERIAL . .Lavar as mãos.água. 5. .forro. usando os dois líquidos sempre em quantidades iguais. 3. 2. . . isto é.bacia. lavar e enxaguar a bolsa. sempre guardando a proporção de 1:1. inguinal e posterior do pescoço com as compressas previamente molhadas na mistura de água e álcool.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente.Descobrir o paciente e envolver as regiões axilar. .Colocar na bacia uma mistura de água e álcool. 6. evitando assim paredes colabem.Acompanhar a aplicação durante todo o tempo. .Proteger a unidade do paciente com biombos. .  PROCEDIMENTO – (Nas hipertermias) 1.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.Verificar a indicação do tratamento (plano de cuidados ou recomendação verbal da enfermeira).177 . 4. se necessário.álcool. 7.Ao final do procedimento esvaziar. .biombo. trocando freqüentemente as mesmas.Enchê-la de ar.Aplicar as compressas frias durante pelo menos 30 minutos.pacotes de compressas grandes. 8.

Verificar a indicação do tratamento (local e duração). . 3. 13. 12. até 1/3 de sua capacidade.Reunir o material e levá-lo ao leito do paciente.178 9. para acompanhar a eficiência do processo.forro. OBSERVAÇÕES: Não há necessidade de deixar as compressas completamente encharcadas. 11.Enxugar o paciente e trocar a roupa de cama. observando se há vazamento. Antes de colocá-las sobre o paciente.Controlar a temperatura do paciente a cada 15 minutos. c) Ter fechado hermeticamente e rolha e invertido a posição da bolsa. 4. 2. comprima-as retirando todo o excesso da água+ álcool.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. ao final do tratamento.  Bolsa de água quente  MATERIAL . 10. após: a) Ter verificado a integridade da bolsa.Lavar as mãos.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. .Lavar as mãos. b) Ter colocado a água na bola. com especial atenção à rolha.Anotar.bolsa de água quente.  PROCEDIMENTO 1.

8.  PROCEDIMENTO .Lavar as mãos.forro.179 5. .Remover a água da bolsa sempre que esfriar. 7. lavar e enxaguar a bolsa. observar com freqüência o local da aplicação da bolsa quente.2 compressas.Manter a região protegida ao término do tratamento. -Diante de qualquer anormalidade (hiperemia acentuada. mas tolerável pelo paciente. por exemplo) interromper a aplicação. .Enchê-la de ar para que as paredes internas não colabem. .Se o paciente estiver inconsciente.Proteger a bolsa com forro e colocá-la sobre a área programada observando o tempo previsto para a aplicação quente. . para conservar o aquecimento.Ao final de cada aplicação. 9. OBSERVAÇÕES: . 6.Acompanhar a aplicação todo o tempo.Colocar o paciente em posição confortável.bacia. . esvaziar.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 10. . .  Compressas Quentes  MATERIAL .A temperatura da água deve ser quente.Anotar. expondo a área que deve receber o tratamento.

Verificar a indicação do tratamento (local e duração). 5. o que indica a hemorragoa cerebral. 6.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.Trocar a compressa aplicada assim que começar a esfriar.Observar as condições da pele e estar atento as anormalidades durante todo o procedimento. antes de aplicá-las.42-Punção Lombar Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA O procedimento é executado para detectar o aumento da pressão intracraniana (PIC) ou a presença de sangue no liquido cérebro espinhal (LCR). 15. ao final do tratamento. 13. 2.Repetir as aplicações assim que o tempo indicado seja atingido. 3.180 1.Colocar água quente na bacia. 12. retirar o excesso de água. 10. 11.Enxugar o paciente e trocar a roupa da cama.Anotar. 9. bem como aliviar a pressão intracraniana por meio da remoção de LCR.Colocar outra compressa na bacia. . 14.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. para obter amostras do LCR para análise laboratorial e também para injetar corantes ou gases para acentuar o exame radiológico do cérebro e da medula espinhal.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. Também é usado terapeuticamente para administração de medicamentos ou anestésicos.Aplicar a compressa no local indicado. 8. cobrindo-o com uma toalha ou forro para evitar que ocorra a perda de calor. 7.Lavar as mãos. 4. 4.Molhar as compressas e.Lavar as mãos.

2.O médico insere uma agulha espinal no espaço intervertebral no nível L3-4 ou L4-5.Quando o medico atinge o espaço subaracnóide removerá o manguito ou guia e drenará um pouco do LCR. esta posição abre os espaços entre as vértebras.  Ventilação Mecânica Realizado por médicos e fisiterapeutas  FINALIDADE DA TÉCNICA .Lavar as mãos. aplique uma tira de bandagem adesiva sobre o ponto.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Colocar o paciente em decúbito lateral.Após alguns minutos. 7.Conforme o médico retira a agulha. 3.181  PROCEDIMENTO 1.Reunir o material. 9. 4. 10. . doenças neuromusculares). coloque o paciente em decúbito dorsal. onde ele deve permanecer nessa posição de 4 á 6 horas para prevenir cefaléia devido a perda de LCR. 11. 6. próximo do medico. permitindo ao medico inserir a agulha mais facilmente.O medico acopla a torneira e o manômetro à agulha espinal.Reverter ou prevenir atelectasias em pacientes com respirações superficiais (ex: pós-operatório.Quando o procedimento estiver completo. aplica pressão direta no ponto da punção com compressa de gaze esterilizada. 5.É necessário certificar de que a coluna do paciente esteja curvada e as costas perto da beirada da cama. 8. flexionando os joelhos em direção a cabeça.

Permitir sedação e/ou curarização para realização de cirurgias ou outros procedimentos na UTI. . sistema nervoso central e território esplâncnico). pode-se dividir a ventilação a pressão positiva em quatro fases: 1) Fase Inspiratória 2) Mudança da fase inspiratória para a fase expiratória 3) Fase expiratória 4) Mudança da fase expiratória para a inspiração  MODOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA Existem 4 modos básicos de ventilação: 1) Controlado 2) Assistido 3) Assistido-controlado 4) Mandatório intermitente . Nas formas graves de choque circulatório. . ao contrário do que se utilizava no início do seu uso clínico que era a pressão negativa.182 . Desta forma. a ventilação mecânica. com necessidade de monitorização dessa pressão.Reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão. mesmo na ausência de indicação gasométrica.Reduzir a pressão intra-craniana.E fazer a estabilização torácica em pacientes com múltiplas fraturas de arcos costais. através de hiperventilação. pode favorecer a perfusão de outros órgãos (sobretudo coração. diminuindo o consumo de oxigênio pelos músculos respiratórios. A ventilação mecânica basicamente é feita através do uso de pressão positiva nas vias aéreas. .

(ventilação mecânica) ou seja. é fundamental para um adequado tratamento do paciente grave ventilado artificialmente. é importante que a enfermagem saiba executar a assistência holística ao paciente. . deve sempre ter presente que este é um elemento importante na situação assistencial e que todos os membros da equipe devem trabalhar de forma eficiente e integrada. 2) A equipe de enfermagem. Na tentativa de propor um eixo norteador da prática de enfermagem na ventilação mecânica. extensa e complexa. monitorização respiratória à beira do leito. ao prestar assistência ao paciente sob ventilação mecânica.183  AJUSTES INICIAIS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA A modalidade inicial da ventilação mecânica é a assistido-controlada.  ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 1) O controle do paciente em V. Os parâmetros ajustados inicialmente são: Fração inspirada de oxigênio: 100% Freqüência respiratória: 12-16 respirações por minuto Volume corrente: 10ml/kg Fluxo inspiratório: 50-60l/min PEEP: 5cmH2O Sensibilidade: 1cmH2O Os ajustes posteriores dependerão das condições do paciente. 3) A atração da enfermagem na ventilação mecânica é intensiva.M.

. .43-Mensuração da Pressão Venosa central (PVC) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Indicado para terapias intravenosas de longa duração por diminuição de riscos relacionados a terapias diversas e comodidade ao paciente. -Via de administração de nutrição parenteral. .184 4.  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos. cardiogênico).Campos esterilizados. .Curativo transparente.Fio de sutura agulhado.Gaze esterilizadas. em posição de Trendelemburg tornando os vasos mais turgidos e reduzindo a chance de embolia gasosa. . 5) É necessário preparar a pele do paciente com solução de clorohexidina alcoólico. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3) Reunir o material. hipovolêmico. . -Manuseio volêmico de pacientes em choques (choques séptico.Luvas esterilizadas. -Medida de pressão venosa central  MATERIAL . 4) Colocar o paciente em decubito dorsal.Cateter central com indutor.

. em procedimentos de curativos.44-Tricotomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Pinça. nos casos de atendimento emergencial nos prontos de socorros.Iluminação auxiliar. . .Impermeável (para a proteção do leito). -Permitindo assim. .Éter ou álcool 90% . . .A tricotomia tem por objetivo preparar a região para cirugia. . .Luvas descartáveis.Tesoura.  MATERIAL .Chumaços de algodão.Sabão de barba (em tubo ou aerosol).Biombo. para a realização de exames especificos. . uma melhor observação da parte a ser tratada e redução dos riscos de infecções.Cuba com água filtrada. . . .Cuba rim. 4.Aparelho de barbear descartavel. colocação de drenos e sondas.185 6) Serão utilizadas ou a subclávia ou a jugular.Papel toalha.

axilas. inicialmente faz-se o corte com a tesoura e em seguida inicia-se a tricotomização. . Com um chumaço de algodão seguro por uma pinça. OBSERVAÇÕES: No preparo do paciente para cirurgia. 6) Em se tratando de pêlos longos. 2) Sendo necessário. 3) Fazer a anti-sepsia da área. E normalmente é feito em torno de duas a três horas antes da cirugia. jogando no lixo as luvas. isolar o leito com biombo para dar privacidade ao paciente. pode-se utilizar o aparelho elétrico denominado “máquina zero”. faz-se nova assepsia com algodão embebido em álcool sobre toda a extensão da área tricotomizada. a tricotomia se dará da seguinte forma. 8) Na rapagem da cabeça. E esta raspagem deverá ocorrer de forma a que as lâminas do aparelho desloquem-se no sentido do crescimento dos pêlos. espalhar o sabão de barba pela área a ser tricotomizada. 7) A tricotomia deverá se limitar à área onde será realizada a cirurgia ou exame especializados. com o aparelho de barba iniciar a raspagem dos pêlos. toda a região torácica e os ombros.186  PROCEDIMENTO 1) Separar todo o material. retirá-los com papel toalha ou higiênico. o aparelho descartável e demais materiais utilizados. dispondo-o numa bandeja. ou então do ato que a indicou. com algodão embebido em álcool. sempre obedecendo ao ponto da cirurgia e adjacências: 1) Cirurgia craniana= raspa-se todo pescoço e o couro cabeludo. estirar a pele e com movimentos suaves da outra da mão. 9) Por fim. 4) Com a mão não dominante. estando o profissional de enfermagem com as luvas calçadas. 2) Cirurgia do pescoço= raspa-se o pescoço. 5) Havendo excesso de pêlos no aparelho. Após o término da raspagem retirar o excesso de sabão com o papel toalha.

. membros superiores e pescoço. 4. axilas. quando se tem uma veia central. axilas. 4) Cirurgia torácica= raspa-se toda a região do tórax até o ponto umbilical (frente e costas). . os membros superiores. a inserção de cateteres para monitorização de dados fisiológicos e para colocação de cabo para marcapasso. possibilita a obtensão de amostras de sangue para análises laboratoriais. membros superiores e área genital.187 3) Cirurgia nos ombros superiores= raspam-se todos os membros superiores e axilas. ombros. de cateteres para diálise. 5) Cirurgia abdominal= raspa-se todo o tórax (tronco). 6) Cirurgia renal= raspa-se todo o tronco (posterior e anterior). . 7) Cirurgia dos membros inferiores= raspa-se toda a extensão dos membros inferiores (anterior e posterior) e a região genital.O acesso a circulação venosa. iodo. e.45-Punção Venosa com Agulha ou Cateter Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . iodo.Luvas descartáveis.poridona).  MATERIAL .Garrote de látex. a região pubiana e as nádegas. ou de nutrição parenteral.Sabão anti-séptico (álcool. além de permitir a adequada administração de medicamentos e fluidos.

caso o local não esteja muito visível.188 Em saco de infusão: . Poliuretano ou cloreto de polivinila) no calibre escolhido (número 14 e 25) . . .Curativo transparente ou outro material para curativos. 2) Explicar o procedimento ao paciente.Esparadrapo. e verificar a distenção satisfatória da veia. Silastic.Cateter (teflon. 4) Calçar as luvas. Fazer com que o paciente deite no leito. 9) Limpar o local: a) Fazer tricotomia. .Tala de braço revestida quando necessário. Com dispositivo heparinizado: . 6) Aplicar o garrote 5-10cm acima do local da punçao desejado.  PROCEDIMENTO 1) Realizar lavagem das mãos.Solução IV. Determinar se o paciente é destro ou sinistro 3) Retirar o ar do equipo. . 7) Fazer com que o paciente abra e feche a mao várias vezes.Equipo. Os pulsos dstais devem permanecer palpáveis. 8) Retirar o garrote.Scalp tipo borboleta. .Extensor do equipo ou do dispositivo intermediário. também do equipo do scalp (pode retirar o ar com liquido a partir do equipo de infusão. 5) Selecionar o local para a punção. antes de manusear materiais esterilizados e iniciar a punçâo venosa.Heparina ou solução fisiológica (1-2 ml) em seringa esterelizada. prendendo a agulha nele ou através da irrigaçao do sccalp com solução fisiológica em seringa esterilizada). . .

.Quando o vaso é “bailarina”. até que tenha sido desinfetado um círculo de 5-10 cm.Segurar o braço do paciente de modo que o polegar do enfermeiro fique posicionado aproximadamente a 5cm do local. . se o cateter não avançar livremente.Avançar o cateter aproximadamente por 0.189 b) Limpar a pele com algodão com álcool. e não pelo manúbrio colorido. acoplar o equipo ou outro dispositivo heparinizado. Tentar outra punção com um novo cateter . Utilizar um movimento lento e continuo. em seguida empurrar a agulha em paralelo á pele. d) Permitir que a área seque ao ar livre.Retirar a proteção da agulha. com o bisel voltado para cima. através da pele em um ângulo.Como alternativa. pode haver a neessidade de penetrar primeiramente na pele em um ângulo de 20° e. Fase da realização: inserção do cateter .. 10) Reaplicar o garrote. enquanto tentar avançar o cateter.6 cm.Puxar a agulha para trás.Quando encontrar resistência.3 cm para dentro da veia. c) Preparar a pele com iodo-poridona (um iodafos) durante 1 min. . e avançar o cateter para dentro da veia. soltar o garrote e remover cuidadosamente a agulha eo cateter. . abaixar o cateter pea câmara plástica transparente de refluxo. a fim de separar a agulha do cateter em 0.Introduzir a agulha. . Exercer tração sobre a pele na direção da mão. . parar. .Sendo a veia penetrada. . e irrigar tentando fazer com que o cateter flua dentro a veia.6 -1. começando a partir do centro do local proposto para a periferia.

colocar a tampinha e o extebsor. tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo. soltar o garrote e remover lentamente a agulha enquanto mantém o maúbrio do cateter em posiçãao.Fazer uma alça no equipo e fixar com esparadrapo ao curativo ou ao braço.Aplicar pressão sobre a veia. . Irrrigar com 0. tipo de solução e material do cateter. .Se for um dispositivo heparinizado.Se for um equipo. Quando não for trocado de acordo com a política da instituição registrar a justificativa. data.Registrar no esparadrapo do curativo com uma seta indicando o trajeto do cateter.46-Lavagem Gástrica Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A lavagem gástrica é a aspiraçao do contéudo do estômago e a lavagem do estômagfo por meio de sonda nasogástrica. Registrar essa informção a cada troca de curativo.190 . .5ml de solução fisiologica ou heparina.Aplicar o curativo transparente no local ou usar o curativo de acordo com o protocolo da instituição. podem ser feitas exceções ao acesso venoso do paciente. . acoplá-lo ao manúbrio do cateter e ajustar o fluxo de infusao á velocidade prescrita. Entretanto. OBSERVAÇÕES: O tempo de permanência padronizado para um cateter periférico de curta duração é de três dias. tamanho do cateter. Irrigar com tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo. . hora da inserção e as iniciais do profissional. acima da extremidade do cateter com o dedo mínimo ou anelar. . 4.

191

Realizado por: Tecnico sobe supervisão do enfermeiro.

-

Remover o veneno não absorvido depois da ingestão do veneno.

-

Diagnosticar e tratar a hemorragia gástrica, para fazer cessar a hemorragia.

-

Limpar o estômago antes de procedimento endoscópicos. Remover o líquido ou pequenas partículas de material do estômago.

 MATERIAL

- Sonda nasogástrica de grosso calibre ou sonda de Ewald de grosso calibre. - Seringa de 20 a 50 ml com adaptador para sonda. - Funil de plástico grande com adaptador para se acoplar á sonda gástrica. - Lubrificante hidrossolúvel. - Soluçao de lavagem (soro fisiológico aquecido ou outra soluçao prescrita). - Recipiente para o aspirado. - Tubos nasotraqueais ou endotraqueais com balonetes infláveis; para quando o paciente está inconsciente. - Frascos para amostras.

 PROCEDIMENTO

1) Remover a dentadura e inspecionar a cavidade oral para dentes soltos. 2) Medir a distância entre a crista do nariz e o processo xifóide, utilizando a sonda, marcar na sonda, com uma caneta indelével ou esparadrapo, a distância medida. 3) Lubrificar a sonda com lubrificante hidrossolúvel. 4) Quando o paciente está comatoso, é intubado com tubo nasotraqueal ou endotraqueal com balonete. 5) Colocar o paciente inconsciente em posiçao de decubito lateral esquerdo com a cabeça (abaixada aproximadamente em 15°, o pescoço e o tronco formando linha reta.

192

6) Introduzir a sonda pela via oral (ou nasal), enquanto mantém a cabeça em posição neutra. Introduzir a sonda até a marca com esparadrapo ou área de 50 cm. Depois que a sonda da lavagem é introduzida, a cabeceira do leito deve ser abaixada. Ter um aspirador dísponível e pronto. 7) Submergir a extremidade livre da sonda dentro da água no memento da expiraçaõa do paciente ou auscultar o estômago durante a injeção de ar cm uma seribga, para confirmar a localização gástrica. 8) Aspirar o conteúdo gástrico com a seringa presa á sonda, antes de instilar a água ou ant´doto. Preservar a amostra para análise. 9) Remover a seringa. Prender o funil na sonda gástrica ou usar seringa de 50 ml, para colocar o líquido de lavagem na sonda gástrica. 10) Elevar o funil acima da cabeça do paciente e derramar aproximadamente 150 a 200 ml da solução no funil. 11) Abaixar o funil e sifonar o conteúdo gástrico para dentro de recipiente. 12) Preservar amostras das duas primeiras lavagens. 13) Repetir o procedimento de lavagem, até que o líquido que retoma seja relativamente claro e não se observem partículas. 14) Ao término: a) O estômago deve ficar completamente vazio. b) Um absorvente (carvão ativado em pó misturado com água para foramr uma pasta, com a consistência de sopa espess) pode ser instilado no tubo e deixado no estômago. c) Catártico salino pode ser instilado na sonda 15) Pinçar a sonda durante a remoção ou manter a aspiração, enquanto a sonda está sendo retirada. 16) Administrar um catártico para o paciente, quando prescrito. Advertir o paciente que as fezes ficarão escuras por causa do carvão.

193

4.47-Lavagem Intestinal
Realizado pela equipe de enfermagem

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Vem a ser a introduçaõ de líquido no intestino grosso, por uma sonda retal, através do ânus ou da entrada da colostomia, que é uma abertura ciruurgica de uma alça intestinal funcionando como um ânus artificial. - Preparação intestinal pra exames diagnóstico ou ciruurgica, a fim de esvaziar o contéudo fecal do intestino. - Introduçao de medicamento no cólon (como enemas que contêm neomicaiexalato, visando diminuir o nível sérico de potássio. - Amolecer as fezes (enema de retençao oleoso) - Aliviar os gases (leite, melado ou Fleet enema). - Promover defecação e eliminar as fezes do cólon do paciente com constipação ou impactação.  MATERIAL

- Enema pronto ou recipiente de enema; - Luvas descartáveis; - Geléia hidrossolúvel; - Oleado; - Toalha; - Comadre ou cadeia higiênica; - Cuba; - Papel higiênico.

194

 PROCEDIMENTO

Fase Preparatória
1) Aliviar os hábitos intestinais do paciente (última evacuação, uso de laxativos, padrões intestinais) e condição física (hemorróidas,

mobilidade, controle do esfíncter externo). 2) Fornecer privacidade e explicar o procedimento ao paciente.

Fase de Realização
1) Lavras as mãos; 2) Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo com o joelho direito flexionado (posição de Sims). 3) Ajeitar o oleado por baixo do paciente e cobrir com toalha de banho; 4) Colocar a comadre ou cadeira higiênica em posição para os pacientes que não podem deambular até o vaso sanitário ou têm dificuldade de controlar o esfíncter. 5) Remover a tampa de plástico da sonda e lubrificar a extremidade da sonda por 7,5 a 10 cm exceto quando pré-embalado. Mesmo assim o enema embalado pode precisar de mais lubrificante; 6) Calçar as luvas descartáveis; 7) Separar as nádegas e localizar o reto; 8) Informar ao paciente que você está inserindo a sonda, para que ele faça respirações lentas e profundas; 9) Instilar lentamente a solução usando pinça em rolete e a altura do frasco para ajustar a velocidade do fluxo, quando se empregam bolsas de enema e sonda. Para os enemas altos, elevar o frasco do enema 40 a 50 cm acima do ânus; para os enemas baixos, 30 cm. Quando se utiliza enema pré-embalado, apertar lentamente o recipiente, até que toda a solução tenha sido instilada; 10) Abaixar o recipiente ou fechar a pinça do equipo, quando o paciente se queixar de cólicas; 11) Retirar a sonda retal, depois que toda a solução de enema foi instilada ou até que o refluxo fique claro (não mais que três enemas);

195

12) Instruir o paciente a prender a solução o maior tempo possível e avisar que uma sensação de distensão pode ser sentida; 13) Descartar os suprimentos no recipiente de lixo apropriado; 14) Auxiliar o paciente com a comadre ou na cadeira higiênica ou no vaso sanitário, quando ocorre a urgência de defecar; 15) Observar o retorno do enema para quantidade, conteúdo fecal, instruir o paciente a não dar descarga no vaso sanitário, até que o enfermeiro tenha observado os resultados.

4.48-Dissecção de Veia
Realizado por médicos

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Em algumas situações, quando há total impossibilidade de se proceder a punção venosa, principalmente quando o objetivo é uma veia central e existe maior risco de hemorragias, como nos portadores de coagulopatias, ou pacientes submetidos à terapia trombolítica, ou ainda por dificuldades locais, como deformidades anatômicas, celulites ou grandes queimaduras, a dissecação de veia representa uma boa alternativa. Dá-se preferência à veia basílica no terço distal do braço, ou à safena junto ao maléolo interno, embora outras possam ser utilizadas, como a cefálica, a jugular externa, ou mesmo a porção proximal da safena interna. Quando realizado pro médicos experientes e dentro das rigorosas técnicas de um ato cirúrgico, esse procedimento é rápido e seguro, com baixo risco de lesão de estruturas adjacentes e outros complicações sérias. No entanto algumas desvantagens deve ser apontadas; maior chance de infecção e menor durabilidade de acesso venoso pela ocorrência de flebite, trombose venosa, ou mesmo celulite.

18) Cetamina. 10) Dopamina. 7) Perivan. 13) Naloxone. 25) Dofretamina. 6) Cloreto de potássio. 19) Midazolan. 14) Lidocaína. 22) Pancurônio. 16) Fentanila. 21) Succinilcolina. . 23) Rocurônio. 20) Propofol. 9) Bicarbonato de sódio. 4) Flebocortid. 8) Adenosina. 24) Difenidramina. 2) Adrenalina 3) Gluconato de cálcio. 11) Metilprenidisolona.196 4. 15) Dobritamina. 5) Diempax.49-Medicamentos utilizados em UTI Realizado pela equipe de enfermagem 1) Atropina. 17) Morfina. 12) Flumasenil.

determinar a quantidade de urina residual depois de urinar. Posicionar a paciente confortavelmente. quadris flexionados e pés repousando sobre o leito. Colocar a paciente em posição de decúbito dorsal com os joelhos flexionados.Luvas estéreis .Cateterismo Vesical Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA O cateterismo pode ser realizado.Solução anti-séptica para a limpeza periuretral (estéril) .  CATETERISMO VESICAL (ALÍVIO)  MATERIAL .Recipiente estéril pra cultura . .Luvas. esponjas. 3. afastados em 0.6m.50. campos. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica. ou determinar a menstruação exata da drenagem urinária em pacientes criticamente doentes.Conjunto de sonda estéril descartável com lubrificante . . Cobrir a paciente. drenar a urina nos períodos pré-e pós-operatório.Refletor com suporte  PROCEDIMENTO  PACIENTE DO SEXO FEMININO Fase preparatória 1. . 2.Toalha de banho/ lençol para cobrir .197 4.Colocar o recipiente para os resíduos em local acessível. para aliviar a retenção urinária aguda ou crônica.

Introduzir a sonda bem-lubrificada por 5 a 7 cm no meato uretral. a. Manipular as compressas de limpeza com pinça. Manter a retração do prepúcio. 3. 2. 6. empregam-se o cloreto de benzalcônio ou outro agente de limpeza. Quando o paciente é sensível ao iodo. até que o cateterismo termine. antes de coletar uma amostra. Garantir que a sonda não é muito grande ou fica muito apertada no meato uretral. Permitir que alguma urina flua através da sonda. Lavar as mãos. 7. Manter a esterilidade da mão dominante. c. Posicionar o oleado sob as nádegas da paciente. 2. Limpar ao redor do meato uretral com uma solução de iodopovidona. b. Lavar a glande do pênis ao redor do meato urinário com uma solução iodófora. Lubrificar bem a sonda com lubrificante ou anestésico tópico prescrito. . de modo que o meato uretral seja visualizado. b. Evitar contaminar a superfície da sonda. limpeza com movimentos para baixo no sentido antero-posterior. uma das mãos deve manter o afastamento dos lábios. Separar os pequenos lábios. 5.  PACIENTE DO SEXO MASCULINO 1. Descartar o chumaço de algodão após cada uso. Direcionar a luz para a visualização da área genital. utilizando técnica asséptica estrita. 4. usando a pinça para fixar as compressas limpas. a.198 4. Calçar as luvas estéreis. Fase de Realização 1.

quando indicado. 3. . quantidade e aspecto da urina. Registrar a hora.5 cm. Recolocar (ou reposicionar) o prepúcio. introduzir a sonda dentro da uretra. Segurar a diáfise do pênis (com a mão não-dominante) e eleva-lo. até que a urina flua. 4. aumentar discretamente a tração do pênis e aplicar pressão suave e contínua sobre a sonda.  CATETERISMO VESICAL DE DEMORA  MATERIAL . 6. tornar o paciente confortável. procedimento.Lubrificante. Aplicar tração suave no pênis. . para ajudar a relaxar o esfíncter.Solução antibacteriana para limpeza. Secar a área.199 3. avançar a sonda por 15 a 25 cm. 2. 5. . . Quando a resistência é sentida no esfíncter externo.Bandeja de cateterismo com coletor de urina de sistema fechado de drenagem urinária. Pedir que o paciente faça força (como se estivesse urinando). quando a urina parar de fluir. 7. Pinçar a sonda e remove-la suavemente. Enviar amostra para o laboratório. Usar as luvas estéreis.  PROCEDIMENTO 1) Cateterizar o paciente usando uma sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema fechado. Quando a urina começa a fluir. avançar o cateter por mais 2. Fase de acompanhamento 1. 4. enquanto a sonda é introduzida.Compressas de gaze.

 PARA IRRIGAR A SONDA Nota: Isto não é realizado. 2) Fixar a sonda de demora.  OBTENDO URINA PARA CULTURA 1) Clampear o equipo de drenagem abaixo da porta de aspiração durante alguns minutos. b) Permitir alguma folga do equipo. a) Sexo feminino: prender a sonda e o equipo de drenagem na coxa. Certificar-se de que a sonda está drenada adequadamente. 4) Aspirar um pequeno volume de urina para cultura. Sexo masculino: prender a sonda na coxa do paciente. antes de insuflar o balão. para retirar os resíduos. b) Insuflar o balão de acordo com as orientações do fabricante. 2) Evitar o uso de talco e sprays na área perineal. puxar discretamente a sonda. 7) Enviar a amostra imediatamente ao laboratório. . 6) Soltar o clamp da sonda. 2) Limpar a porta de aspiração com iodopovidona ou álcool a 70%.200 a) Avançar a sonda quase até sua bifurcação (para o paciente do sexo masculino).  CUIDADOS COM A SONDA DE DEMORA 1) Limpar ao redor da área onde o cateter penetra no meato uretral (junção meatocateter) com água e sabão durante o banho diário. c) Manter o equipo sobre a perna do paciente. em seguida. 5) Remover a agulha da seringa e liberar cuidadosamente a urina dentro do frasco estéril de coleta. para acomodar os movimentos do paciente. para permitir que a urina seja coletada. 3) Introduzir uma agulha 21G estéril (presa a uma seringa estéril) na porta de aspiração do equipo da sonda. 3) Evitar a tração sobre o cateter durante a limpeza. a menos que a obstrução seja prevista (sangramento após cirurgia da bexiga/próstata).

10) Documentar o tipo e a quantidade de solução irrigante. 9) Desinfetar a extremidade distal do cateter e a extremidade do equipo de drenagem. Retirar as luvas. permitindo que o retorno do líquido drene para dentro da cuba. 2) Manter o fluxo urinário desobstruído. Lavar as mãos. b) Não permitir que a urina seja coletada no equipo. presença de sedimento/coágulos sangüíneos. 2) Usando técnica asséptica. quando manusear o sistema de drenagem. Cobrir o equipo com uma tampa estéril. coloração e caráter do líquido de retorno.  MANTENDO UM SISTEMA FECHADO DE DRENAGEM 1) Lavras as mãos imediatamente antes e depois de manusear qualquer parte do sistema. 6) Conectar uma seringa de grande volume na sonda e irrigar a sonda. 5) Colocar uma cuba de drenagem estéril sob a sonda. 3) Limpar ao redor da conexão sonda/dreno com gaze estéril embebida em solução de iodopovidona. reconectar a sonda e o equipo. Usar luvas limpas e descartáveis. porque deve ser mantido um fluxo de urina. 4) Desconectar a sonda do equipo de drenagem.  TROCANDO A SONDA Trocar a sonda de acordo com as necessidades do paciente. bem como a reação do paciente. até que o líquido esteja claro ou de acordo com as orientações do médico. para evitar a infecção. Calçar as luvas. derramar a solução irrigante estéril em um recipiente estéril. .201 1) Lavar as mãos. 7) Remover a seringa e colocar a extremidade da sonda sobre a cuba de drenagem. a) Manter a bolsa de drenagem em uma posição pendente abaixo da bexiga. usando a quantidade prescrita de irrigante estéril. 8) Repetir o procedimento de irrigação.

Esvazie a bolsa em um recipiente coletor separado para cada paciente.  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASES DE REALIZAÇÃO 1. Para evitar a micção durante o procedimento. Confortar a criança através da conversa e do sorriso. b) Desinfetar a torneira. Enquanto o procedimento está sendo realizado. 2) Designar apenas um paciente com sistema de drenagem por quarto. calce as luvas. 3) Verificar os pacientes em risco. Quando isto não for possível. quando o fluxo de urina se torna obstruído. d) Trocar a bolsa de drenagem. c) Evitar deixar a bolsa de drenagem tocar no solo. 2. a) Lavar as mãos. Desinfetar novamente a torneira. b) meninas: pressão digital para cima sobre a uretra pelo reto.  EVITANDO A CONTAMINAÇÃO CRUZADA 1) Lavras as mãos antes e depois de manusear a sonda/sistema de drenagem e entre os pacientes. quando ocorre a contaminação. . aplicar pressão sobre o local da punção com uma compressa de gaze 4x4 e a mão enluvada. 4. comprimir a uretra da criança: a) meninos: pressão sobre o pênis. 3. separar o paciente infectado com uma sonda de demora de um paciente não-infectado.202 3) Para esvaziar a bolsa de drenagem. Quando a urina foi obtida ou o procedimento é interrompido e a agulha foi removida. ou quando as junções de conexão começam a extravasar. observar a condição do paciente e qualquer sinal de sofrimento. O médico e o enfermeiro devem usar luvas.

203 5. d) Descrição e quantidade da urina obtida. 2) Anotar o horário da primeira micção depois do procedimento. 4. Recolocar a fralda.51-Coletando Amostras de Fezes Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL . 3) Descrever com exatidão e colocar em uma tabela o procedimento.Fralda .Revestimento de celofane ou plástico (usado quando as fezes estão amolecidas ou aquosas) . quando necessário. para avaliar se houve sangramento ou transudação.Luvas .Abaixador de língua .Recipiente da amostra . e) Condição do paciente e atividade depois do paciente. A urina sanguinolenta deve ser comunicada ao médico. c) Como o paciente tolerou o procedimento. Observar a coloração da urina (pode ser rósea). incluindo: a) Horário do procedimento. Aplicar um Band-Aid. b) Se foi obtida ou não a amostra.  FASES DE ACOMPANHAMENTO 1) Verificar periodicamente a criança durante uma hora após o procedimento. Segurar e confortar a criança durante alguns minutos.

5. Em seguida. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1. b) Coloração. quantidade e consistência das fezes (anotar qualquer odor fétido). 3. para ver se ocorreu a evacuação. Colocar este revestimento entre a fralda e a pele. Quando há necessidade de amostra de paciente cujas fezes estão amolecidas ou aquosas o suficiente para ser absorvidas na fralda. colocar a fralda na criança e posicionar de modo que a cabeça fique ligeiramente elevada. Limpar a área perineal.  PROCEDIMENTO FASE PREPARATÓRIA 1. Verificar a criança com freqüência. e) Condição da pele. FASE DE REALIZAÇÃO 1. Quando as fezes são macias ou formadas. colocar uma fralda limpa e deixar a criança confortável. d) Natureza do exame para o qual a amostra foi coletada. colocar só a fralda. 2. revestir a fralda com um pedaço de celofane ou plástico. Remover pequena quantidade de fezes das fraldas com o abaixador de língua e colocar no recipiente da amostra. Retirar a fralda suja da criança. Descrever e registrar com exatidão o seguinte: a) Horário em que a amostra foi coletada. . Usar luvas. 4.204 Nota: A coleta de amostra de fezes de criança com mais idade que já possui treinamento nos hábitos intestinais é idêntica à coleta em adulto. Enviar de imediato a amostra rotulada ao laboratório. c) Tipo de amostra coletada.

Coletar dois frascos estéreis da parte mais profunda.205  COLETA DE SECREÇÃO  MATERIAL .Frasco tipo swab identificado.Coleta dois frascos estéreis da parte mais profunda da ferida. coloca o frasco no saco e eviar ao laboratório o material úmido (o mais rápido possível).  COLETA ESCARRO  MATERIAL .Coletar dois frascos estéreis esfregando a conjuntiva da parte interna da pálpebra inferior. . SECREÇÃO DE FERIDA CIRÚRGICA . colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível). colocar no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível). SECREÇÃO DO TEGUMENTO . SECREÇÃO DE OLHO .Saco plástico. SECREÇÃO VAGINAL - Coletar dois frascos estéreis na parte interna. colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido (o mais rapidamente possível).

4) Calçar luvas. 3) Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.Obtenção postural do escarro deve ser utilizada quando não conseguir que o paciente expectore.Saco plástico.Luvas.Caso tenha duas ou mais amostras pedidas. 9) Lavras as mãos. para retirar resto alimentar . . . 8) Retirar as luvas. Escarro com resto alimentar altra o resultado do exame.O escarro para cultura deverá ser encaminhado imediatamente ao laboratório.Recipiente padronizado. . .Orientar o paciente na véspera sobre o exame a ser feito. 10) Anotar.  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos. . depois do paciente ter enxaguado a boca com água simples. 2) Preparar o recipiente e identificá-lo. 11) Encaminhar imediatamente ao laboratório OBSERVAÇÕES: . 5) Colher amostra em jejum. . colher somente uma por dia. 7) Colocar o recipiente no saco plástico. 6) Orientar o paciente a esforça-se profundamente para tossir.206 .

Essa alimentação pode ser contínua ou intermitente. A referida alimentação proporciona uma via que permite a ingesta adequada de calorias ou líquido. um pouco além do esfíncter da cárdia.52-Alimentação por Gavagem Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A alimentação por gavagem é um meio de fornecer o alimento por meio de sonda introduzida através das narinas ou boca.Estetoscópio . quando ela é incapaz de sugar ou deglutir adequadamente.Esparadrapo – hipoalergênico . com extremidade arredondada. Pode a alimentação por gavagem evitar a fadiga ou a cianose que podem ocorrer. a alimentação por gavagem propiciar um método seguro de alimentação em paciente flácido. quando da alimentação por mamadeira. além da faringe. paciente inquieto.Reservatório limpo e calibrado para o líquido de alimentação .Sonda de borracha ou plástico estéril.  MATERIAL . Pode.Seringa .Água para lubrificação . ainda. tamanho 5-12G (sonda de alimentação de French Argyle) .Alimento líquido na temperatura ambiente . A alimentação por gavagem pode fornecer o suplemento para uma criança que se alimenta mal com mamadeira. paciente delibitado ou com anomalias do trato digestivo. paciente que apresenta distúrbio respiratório (freqüência respiratória maior que 60/min) ou paciente intubado. descendo pelo esôfago e até dentro do estômago. Ela pode proporcionar um método de alimentação ou de administração de medicamentos que não exige esforço da criança.Chupeta .207 4. podendo fornecer as calorias suplementares ou adicionais.

medir a distância entre a ponta do nariz e a orelha até o processo xifóide do esterno. 7. Observar para o sofrimento respiratório. observar para a estimulação vagal. No recém-nascido em especial. 6. a passagem da sonda pode ser sincronizada com a deglutição. . Abaixar a porção anterior da língua com o dedo indicador. Testar. Contenção corporal total pode ser necessária. com uma fralda enrolada sob os ombros. 2. Medir a sonda de alimentação e marcar com esparadrapo. Posicionar a criança em decúbito lateral ou dorsal. a) Inserção através das narinas: deslizar a sonda para dentro da narina e direcionar ao occipício em plano horizontal ao longo do assoalho da cavidade nasal. fixa-la com esparadrapo na face do paciente. Ter um aspirador disponível. inserir a sonda ao longo do dedo indicador e reclinar a cabeça um pouco para diante. para introduzir a sonda. usar a outra. Quando não há deglutição. Estabilizar a cabeça do paciente com uma das mãos. FASE DE REALIZAÇÃO 1. 3. Quando o paciente deglute. Quando a sonda foi inserida até o comprimento pré-medido. Não direcionar a sonda para cima. Não empurrar contra a resistência. Tentar girar suavemente a sonda. b) Inserção através da boca: passar a sonda através da boca no sentido da parte posterior da faringe.208  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASE PREPARATÓRIA 1. 5. 4. para manter esta posição. 2. 3. introduzir a sonda de forma suave e rápida. Lubrificar a sonda com água estéril ou soro fisiológico. se encontrar resistência. para certificar-se de que a posição da sonda está correta.

c) Aspirar pequena quantidade do conteúdo gástrico e testar a acidez através de fita de pH. Incentivar a criança a sugar a chupeta durante a alimentação. b) Aspirar o ar injetado no estômago. Evitar inserir a sonda dentro da traquéia da criança. porque o esôfago se localiza atrás da traquéia). suspender a alimentação. 9. 8. 4. Aspirar a sonda. (A anatomia de um bebê torna relativamente difícil adentrar na traquéia. Encaixar o reservatório à sonda e encher com o alimento líquido. a) Quando mais da metade da alimentação anterior for aspirada.5 a 5 ml de ar na sonda. devolve-los ao estômago e diminuir tal quantidade da quantidade total da fórmula a ser administrada. . quando possível. antes de iniciar a alimentação. A posição de alimentação deve ser em decúbito lateral direito com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados.As alimentações nasojejunal (N-J) ou nasoduodenal (N-D) são meios de fornecer alimentação enteral total através de sonda inserida pelas narinas. Colocar a criança no colo.53-Alimentação Nasojejunal/Alimentação Nasoduodenal Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA .209 a) Injetar 0. b) Quando pequenos resíduos da fórmula são aspirados. d) Observar e palpar suavemente o abdômen para a extremidade da sonda. auscultar o típico som de gargarejo gástrico com um estetoscópio colocado sobre a região epigástrica. Ao mesmo tempo.

. . quando a criança ou bebê são incapazes de tolerar os métodos alternativos de alimentação (baixo peso de nascimento. diminuindo o broncoespasmo. .Tipo de aerossóis: .A cada duas ou quatro horas. porque o alimento ultrapassa o piloro.Com ação broncodilatora: são medicamento que aumenta com o calibre das vias respiratórias. e ultrapassando o piloro do estômago para dentro do duodeno ou jejuno. esforço respiratório persistente no paciente entubado). o eolo. tornando mais fácil expectoração. esôfago.As alimentações N-D ou N-J também podem propiciar uma via para a administração de medicamentos orais. 4. podem minimizar a regurgitação e a distensão gástrica.210 faringe. .Podem ser administrado em nebulizador ou através de um dispositivo de forma cônica. .As alimentações duodenal ou jejunal diminuem o risco de aspiração.54-Nebulização Ou Aerossol Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . . . diretamente no tubo endotraqueal ou na cânula de traqueostomia do paciente. o enfermeiro administra o medicamento mediante insuflações de ambu.As alimentações N-J e N-D proporcionam uma via que permite a ingesta calórica ou hídrica adequada (alimentação enteral total) por meio de gotejamento intermitente ou contínuo.Com ação antibiótica: quando existe uma infecção no trato respiratório.Mucolíticos: são medicamentos que liquefazem as secreções. . .As alimentações N-D ou N-J podem fornecer um método de alimentação que não exige esforço do paciente.

Dispositivo nebulizador.Aerossol prescrito. . 6) Se estiver respirando espontaneamente conecta-se um dispositivo especial ao ventilador ou mascara provida de arnês. deve ser corretamente informado. sendo a técnica realizada sob a vigilância do enfermeiro. programa se o seu funcionamento no ventilador. . (Boca. pede se lhe que faça uma ligeira pausa inspiratória enquanto inala o aerossol. 10) Uma vez finalizada a sessão de aerossóis. 8) Se o paciente está consciente e é colaborativo. 4) O aerossol é introduzido no dispositivo nebulizador. se for necessário dissolver o medicamento. Traquéia).211  MATERIAL . 5) Se o paciente está conectado a ventilação mecânica. para que a ação terapêutica do aerossol seja eficaz. 3) Se o paciente esta consciente. 9) Os aerossóis são programado em tempo e freqüência dependendo da situação clinica do paciente.Seringa e agulha para preparo do medicamento.  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Verificar se o aerossol se encontra em perfeitas condições: não está turvo e no prazo de validade. .Soro fisiológico. . 7) O nebulizador deve ser projetado diretamente para o ponto de entrada. deve se desligar o comando correspondente do aparelho.

 MATERIAL. 4. . .Detectar e identificar a presença de microrganismo na corrente sangüínea. manobra que ajudara a expulsão das secreções retidas. .212 OBSERVAÇÕES: - É freqüente que cada sessão de aerossóis se complemente com fisioterapia respiratória. que são reservatório de agentes infeccioso.duas agulhas 25 x 8. .Colocar a máscara.uma seringa descartável.solução antisséptica. . Bandeja auxiliar contendo: .par de luvas estéril. .máscara .álcool 70%. .sabão especial. - Proceder á limpeza do nebulizador e secagem correta do mesmo.  PROCEDIMENTO 1. com a finalidade de retirar partículas de sessões anteriores.frasco de hemocultura à temperatura ambiental.55-Coleta de sangue para Hemocultura Realizado por bioquímicos e enfermeiros  FINALIDADE TÉCNICA.gaze seca estéril. .garrote . .

Soltar garrote. 9. 26. 11.Retirar o excesso da solução antisséptica com gaze estéril seca.Garrotear o membro e localizar a veia a ser puncionada. 20.  PONTOS IMPORTANTES. 23.Levar imediatamente o frasco ao laboratório. 22.Soltar a garrote do membro. 15.213 2. 16.Colocar dentro do campo estéril: seringa. 1.Lavar as mãos. agulhas. . 13. 4.Trocar a agulha da seringa. 8. 18.Calçar as luvas 14. 7. 21. 6.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Lavar as mãos com sabão especial.Colocar o sangue no frasco de hemocultura lentamente. gaze seca estéril e antisséptico na gaze. 17. 2.Recompor a unidade e recolher o material.Misturar delicadamente o sangue ao meio de cultura.Abrir o pacote de material de curativo.Reunir o material 5. (PVPI degermante) 3.Aspirar o volume de sangue necessário (cera de 5ml).Retirar as luvas.Prevenir contaminação da área a ser puncionada. 12.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 25.Prevenir infecção 3.Garrotear o membro novamente.Colocar o frasco em saco plástico.Palpar a veia e puncioná-la. 24. 10-Fazer a anti-sepsia da pele com auxílio do material de curativo e solução antisséptica.Anotar no prontuário o procedimento feito. 19.Fazer antissepsia da boca do frasco de hemocultura com álcool a 70%.Deixar o paciente em ordem.

12.Para engurgitar as veias e facilitar a sua visualização. colaborando com a equipe.214 4. 20. colocar 1 a 5ml em frasco de 5 a 10ml.Racionalizar a tarefa.Evitar contaminação.Manter o ambiente em ordem.Horário da coleta e temperatura do paciente.Garantir a salubridade do funcionário. pois haverá mais sangue do ÁGAR. 21.Prevenir infecção. 24. 13.Proporcionar conforto ao paciente.A quantidade certa é importante. 8.Aliviar a tensão do membro. 22. 19-O frasco de hemocultura deve estar em temperatura ambiente. 16.Para não deixar o paciente longo tempo garroteando. 10.Evitar alteração do exame devido ao excesso da solução antisséptica.Utilizar técnica correta.Prevenir infecção. 14. não utilizar frasco gelado. evitando aumento de outra pessoa. 7. 26. .Nunca deixar o material colhido na geladeira. pois se for colocado mais do que 5ml ficará difícil a leitura da hemocultura. 6.Prevenir infecção. 23.Observar técnica asséptica.Facilitar o procedimento.Prevenir contaminação da região a ser puncionada. 9. 18.Localizar a veia novamente para puncioná-la definitivamente. 11.Evitar hemólise. 15. 25. 17.Economizar tempo e poupar o funcionário 5. Portanto.

Coletar no máximo três amostras em 24 horas.5º C. Ivy: 1 a 7 minutos. Velocidade de hemossedimentação. 2.215 OBSERVAÇÃO: 1. segunda e terceira amostra. 4. a veia cefálica ou basílica na porção medial do braço. endocardite).Rodiziar o local da punção. Homens: 0 a 10mm/hora Mulheres: 0 a 20mm/hora Produtos de desintegração da fibrina Prova de exclusão: > 10mcg/ml Ensaio quantitativo: > 3mcg/ml . com intervalos mínimos de uma hora entre as duas primeiras amostras. portanto até em 38.Colher hemocultura de paciente sem febre só justifica os casos de quadro clínico grave (septicemia. 8-Coletar o sangue de preferência antes da administração de antibioticoterapia.As hemoculturas deverão ser colhidas de preferência no início da ascensão da temperatura corporal e jamais no pico máximo. 6. 7. 5.56-Valores Laboratoriais Normais  Testes Sanguíneos Tempo parcial ativado de tromboplastina 25 a 36 segundos Tempo de sangramento: Tabela: 2 a 8 minutos. 4. Duke: 1 a 3 minutos.Retirar o frasco da geladeira no mínimo uma hora antes as coleta do sangue. 3.Puncionar.Identificar o frasco de hemocultura anotando: primeira. preferencialmente.

000/mm3 Tempo de protrombina Homens: 9.2 milhoes/ l sangue venoso Mulheres: 4.8 segundos Mulheres: 9.6 a 11.5 a 11.3% a 2% Amilase. sangue Neutrofilos: 47. 8% Linfócitos: 16.5% a 2% da contagem total de eritrócitos Contagem de leucócitos 4. sangue total 5 a 15 minutos Diferencial de leucócitos. plasma 195 a 365 mg/dl Hematócrito Homens: 42% a 54% Mulheres: 38% a 46% Hemoglobina. soro .4 milhos/ l sangue venoso Índice de eritrócitos MCV: 84 a 99 3 / eritrócito MCH: 26 A 32 pg/ eritrócito MCHC: 30% A 36% Contagem de reticulócitos 0.900/ l Tempo de coagulação.5 a 6.6% Eosinófilo: 0.216 - Fibrinogênio. total Homens: 14 a 18g/dl Mulheres: 38% a 46% Contagem de plaquetas 130.100 a 10.000 a 370.3 segundos Contagem de eritrócitos Homens: 4.2 a 5.2 % a 43% Monócitos: 0. 5% a 76.6% a 9.3% a 7% Basófilos: 0.

2 a 0.1 a 1.6 a 0. nitrogênio. Mulheres. soro 100 a 108 mEq/litro Colesterol. < ou igual 1. soro Adulto: direto.9mg/dl Glicose.1 mg/dl Uréia. sangue 22 a 34 mEq/litro Cloreto. jejum. <0. soro 120 a 330mg/dl Creatina fosfoquinase Total: Homens.1 mg/dl Dióxido de carbono total. soro Homens: 0. plasma 70 a 100mg/dl Desidrogenase Hidroxibuírica Soro HDB: 114 A 290 unidade/ml LDH/HDB Média:1.5 a 5.6 mg/dl Mulheres: 0. sangue .5 mg/dl.6:1 Ferro. soro Homens: 70 a 150 mcg/dl Mulheres: 80 a 150 mcg/dl Ácido lático. total. sangue 8 a 20 mg/dl Cálcio.5 mEq/ litro Absorção atômica: 8. 23 a 99 unidades/litro.217 60 a 180 unidades Somogyi/dl Bilirrubina. Indireto. 15 a 57 unidades/litro CPK-BB: Nenhum CPK-MB: 0 A 7UI/Litro Creatina. soro 4.9 a 10.

soro Homens: 4.6 mEq/ litro - Potássio.4% - Magnésio.9g/dl - Transaminase Glutâmicooxaloacética (TGO). total.5% LDH3: 18.65 mEq/ litro - Desidrogenase lática Total: 48 a 115 UI/ litro LDH1: 18.6 a 7.3% A 13.3 a 6 mg/dl OBSERVAÇÃO: Os valores variam entre os laboratórios. soro 1. . soro 6.4% A 37. soro 1.5 mEq/litro - Proteína. soro 8 a 20 unidades/ litro - Sódio.93 a 1.7 a 2.2% A 16.8 a 5.3 a 8 mg/dl Mulheres: 2. soro 3.5% LDH5: 5.5 a 2. soro 135 a 145 mEq/litro - Ácido úrico.218 0.5 mEq/litro Absorção atômica: 1.1%a 29% LDH2: 29.8% A 26% LDH4: 9.8 a 2.1 mg/dl - Fosfatos. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis.

2) Lavar as mãos. Luvas de procedimento. Solução Anti-séptica. 3) Colocar luvas de procedimento. 5) Lavar os genitais com água e sabão (conforme protocolo correspondente). Sabão. Comadre.57-Coleta De Urina Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA Coleta de urina para Urocultura: é coletado uma amostra de urina estéril para pesquisa de micoorganismos. Gaze esterilizada. Agulha IM e seringa de 20cc. 6) Despreza-se o primeiro jato de urina.219 4. 4) Com o paciente em decúbito dorsal colocar as extremidades inferiores fletidas e abertas. se for possível.  MATERIAL - Pinça de Kocher ou similar (Em caso de sondagem vesical). Luvas estéreis (utilizada em paciente com sonda vesical) Cuba rim esterilizada Etiquetas de identificação. . recolhendo o jato médio diretamente na cuba rim esterilizada.  PROCEDIMENTOS 1) Informar o paciente todos os procedimentos. Frasco estéril.

utilizar material esterilizado e evitar manipulações desnecessárias. Retirar a pinça de clampagem. Desinfetar o látex da sonda com solução anti-séptica. evitar desconexões desnecessárias. Lavar as mãos. Enviar a amostra ao laboratório. . Colocar luvas esterilizadas e puncionar a região de conexão com sonda com agulha e seringa de 20 ml.Em pacientes com sonda. - Colocar luvas de procedimento. OBSERVAÇÃO: . - Extrair cerca de 10 ml de urina com a seringa. 9) Lavar as mãos. Registrar na folha de anotações de enfermagem. em geral.Encaminhar a amostra no prazo estabelecido pelo laboratório ou na sua impossibilidade conservar as amostras segundo a norma estabelecida. 8) Recolher os materiais. com uma pinça de Kocher ou similar. Recolher o material. 10) Registrar na folha de anotações de enfermagem o procedimento realizado  SE O PACIENTE ESTÁ COM SONDA VESICAL: - Manter a sonda fechada cerca de meia hora.220 7) Passar parte da urina coletada para o frasco estéril (pelo menos 20 ml) sem contaminar e enviar ao laboratório. . Colocar a urina extraída dentro do frasco esterilizado e identifica-lo.

9g/24horas Mulheres: 0.5 a 10 mg/24horas Esteróides 17-cetogênicos.7 g/24horas Glicose. urina <150mg/24horas Eritrócitos.8 a 1. urina Homens: 1 a 1. urina Homens: 4. urina Homens: <275 mg/24 horas Mulheres: <250mg/24 horas Catecolaminas. urina Negativo Cálcio. urina Homens: 4. urina 0 a 3 por campo de grande amplitude . urina Negativo 17-cetoesteróides.221 4. urina Negativo 17-hidroxicorticoesteróides.5 a 12 mg/24horas Mulheres:2.5 a 12 mg/24horas Mulheres: 4 a 17 mg/24horas Proteínas.58-Valores Laboratoriais Normais:  Química de urina Amilase. urina Amostra de 24 horas: 0 a 135 mcg Amostra aleatória: 0 a 18 mcg/dl Creatinina. urina Homens: 4 a 14 mg/24horas Mulheres: 2 a 12mg/24 horas Cetonas. urina 10 a 80 unidades/ hora de amilase Bilirrubina.

7 a 6. exceto cilindros hialinos ocasionais Cristais: Presentes Células fúngicas: Ausentes Concentração de urina Gravidade especifica: 1. urina Depuração máxima: 64 a 99ml/minuto. urina 0.5 a 8. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis . Cor: Palha Odor: Levemente aromático.222 - Sódio. urina 5 a 20g/24horas - Uréia.025 a 1. urina 30 a 280 mEq/24horas - Cloreto de sódio. Aparência: Clara Gravidade especifica: 1.8mg/24horas Contagem de leucócitos 0 a 4 por campo de grande amplitude OBSERVAÇÃO: - Os valores variam entre os laboratórios.032 Osmolalidade: <100mOsm/kg: 80% da água excretada em 4 horas Ácido vanililmandélico.030 pH: 4.025 a 1. Análise de urina.0 Açucares: Ausente Célula epiteliais: Ausentes Cilindros: Ausentes. rotina.

A sondagem nasogástrica é realizada para remover líquidos e gases do estômago.59-Sonda Nasogástrica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A introdução de sonda nasogástrica (SNG) refere-se à inserção de sonda através da nasofaringe dentro do estômago.Curativo transparente biooclusivo . evitar ou aliviar a náusea e vômito após cirurgia ou eventos traumáticos.Sonda nasogástrica . obter amostras do conteúdo gástrico para exames laboratoriais.Lubrificante hidrossolúvel . lenço de papel e cuba rim . quando prescrito .  MATERIAL .Luvas descartáveis .Esparadrapo hipoalergênico .Toalha. administrar medicamentos e alimentos (gavagem) diretamente dentro do trato GI.Seringa de 20 ml .Estetoscópio . quando se suspeita de obstrução pilórica ou intestinal.Lanterna .Aspirador.Abaixador de língua .Copo de água e canudo .223 4.Clamp para a sonda .Tintura de benjoim . determinar a quantidade de pressão e atividade motora no trato gastrintestinal (exames diagnósticos). tratar a obstrução mecânica.

FASE DE REALIZAÇÃO 1) Enrolar os primeiros 7 a 10cm da sonda se redor dos seus dedos. 5) Inspecionar as narinas com uma lanterna. e marcar corretamente na sonda.Soro fisiológico  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente e dizer como a respiração pela boca e engolir podem ajudar na passagem da sonda. Ocluir cada narina e pedir que o paciente respire. pôr a toalha sobre o tórax. 6) Lavar tuas mãos.224 . 4) Fazer com que o paciente incline a cabeça para diante. 4) Fazer com que o paciente assoe o nariz. b) Quando a sonda alcança o processo xifóide (extremidade do esterno). o que ajuda a determinar qual narina está mais permeável. observando para qualquer obstruçâo. 2) Colocar o paciente em posição sentada ou de Fowier alta. 2) Lubrificar a porção enrolada da sonda com o lubrificante hidrossolúvel. Esta medição representa a distância até a nasofaringe. e enfiar suavemente a sonda dentro da nasofaringe posterior. o lóbulo da orelha e o apêndice xifóide do paciente. 7) Medir a distância entre o nariz. 3) Inclinar a cabeça do paciente para trás. é feita uma segunda marca. Esta mediçáo constitui o comprimento necessário para alcançar o estômago. colocar a cuba-rim e os lenços de papal no alcance do paciente. calçar as luvas descartáveis. direcionando para baixo e para trás no sentido da orelha. 3) Remover as dentaduras. a) A distáncia do nariz ao lóbulo da orelha é a primeira marca na sonda. . para limpar as narinas. antes de introduzir a sonda na narina.

6) Continuar a avançar a sonda gentilmente a cada vez oue O paciente engole. 9) Continuar a avançar a sonda. b) Prender a seringa na extremidade da SNG. remover imediatamente a sonda. 10) Para verificar ao a sonda está no esiônmago. Colocar o estetoscópio sobre o quadrante superior esquerdo do abdome e injetar l0 a 20 ml de ar. . 8) Quando existirem sinais de angústia. 13) Fixar a sonda: a) Esparadrapo antialérgico. até que a finalidade da inserção da sonda aconteça. dividi-lo em seu comprimento apenas até a metade. logo que se acostume com a sonda. a) Pedir que o paciente fale. prender a sonda à aspiração ou clampear a sonda. Usar uma faixa de borracha. como dispnéia. enquanto esculta o abdome. c) Aspirar a conteúdo do estômago com urna seringa de 50 ml. b) Colocar um curativo biooclusivo transparente na saída da narina. para redirecionar a curvatura. para confirmar a posição da sonda. 14) Fixar a sonde na roupa do paciante. 7) Quando surge obstrução para impedir a passagem da sonda. para fazer um nó corrediço.225 5) Rodar suavemante a sonda em 180º. 12) Aplicar tintura de benjoin na área onde o esparadrapo é colocado. prender a extremidade íntegra do ou esparadrapo no nariz e cruzar as extremidade as separadas ao redor da sonda. 16) Garantir ao paciente que o desconforto máximo que ele pode sentir irá diminuir. 15) Clampear a sonda. tosse cianose. de modo a fixar a sonde na roupa do parciente. d) Radiografia pode ser realizada. quando o paciente dsglute. até que a marca alcance a narina do paciante. 11) Depois que a sonda é introduzida e a colocação correta confirmada. não empregar força.

desta forma fornecendo nutrição ao local cirúrgico. 3) Aumentar o fluxo sangüíneo para a linha de sutura. 8) Vaselina líquida . A sucção é necessária pelas seguintes razões: 1) Evacuar líquidos e flatos. é introduzida através do nariz e passada pelo esôfago e estômago até o trato intestinal. 6) Esparadrapo. 7) Xilocaína. 4.226 17) Registrar a hora. de forma a evitar vômito e reduzir a tensão ao longo da linha de incisão. As sondas nasoentéricas podem ser usadas tanto para alimentação quanto para aspiração e descompressão. que pode causar obstrução.  MATERIAL 1) Sonda nasoentérica (Doobhoff) 2) Luvas. 3) Fio guia. quantidade e consistência da drenagem. 2) Reduzir edema. juntamente com a coloração. 4) Gazes. Documentar as verificações da posição depois de cada avaliação.60-Sonda Nasoentérica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A sonda nasoentérica. 5) Seringa 20 ml. tipo e tamanho da sonda inserida. ou sonda longa.

61. 15) Retirar luvas. 11) Solicitar ao paciente que inspire profundamente e degluta várias vezes. 10) Introduzir a sonda através da narina até a orofaringe e solicitar ao paciente que mantenha o pescoço em flexão.Traqueostomia Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA Traqueostomia é um procedimento cirúrgico ao nível do pescoço que estabelece um orifício artificial na traquéia. 7) Injetar a vaselina no interior da sonda. 5) Calçar luvas. 18) Lavar as mãos. 2) Reunir o material próximo ao leito. Acrescentar de 15 a 25 cm e marcar. 8) Introduzir o fio guia no interior da sonda. 16) Fixar a sonda. 17) Deixar o paciente confortável. 6) Medir a distância do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e deste até o apêndice xifóide. 4) Colocar o paciente em decúbito elevado. 12) Introduzir a sonda até a delimitação. 19) Anotar 4. indicado em emergências e nas .227  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos. 9) Lubrificar a ponta com xilocaína. 3) Explicar o procedimento ao paciente. abaixo da laringe. 14) Executar testes e fechar a sonda. 13) Retirar o fio guia.

2 .Sedaçâo. .Bandeja de tricotomia .Bolsa de reanmaçào e mâscara com fonte de oxigênio. . A técnica.228 intubações prolongadas. . bisturi e lâmina. . .Instrumentos sestéreis: pinça hemostática. O objetivo é não prejudicar as cordas vocais do paciente ao passar o tubo de ar. apresenta diversas vantagens quando comparada com o tubo orotraqueal.Compressas de gaze. Frequentemente realizado em pacientes necessitando de ventilação mecanica prolongada. 4 . incluindo maior conforto do paciente. fórceps.Aspirador e sondas de aspraçâo. luvas e campos cirúrgicos estéreis. . . . . mais facilidade de remoção de secreções da árvore traqueobrônquica e manutenção segura da via aérea  MATERIAL Cânula de traqueostomia (tamanhos de 6. nestes pacientes.Gorro e viseira. .Obter o consentimento formal para o procedimento cirúrgico. .O mm para a maioria dos adultos).Seringa para a insuflação do balonete.Solução anti-séptica. material de sutura.Explicar o procedimento ao paciente.0 a 9.Reunir o material.Anestësico local e sringa . mâscara de oxigénio traqueal).Suporte respiratório disponivel para pós-traqueostomia (ventilação mecânica.. FASE DE REALIZAÇÃO 1 . 3 . . . tesouras.Avental.Fazer a tricotomia da região cervical.

lmediatamante após a introdução da cânula.Posicionar o foco luminoso. insuflar o balonete. quando prescrito.Realizar a radiografia do tórax. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 .Fixar a cânula de traqueostomia com fitas ou outro disposiltivo da fixação.Avaliar os sinais vitais e o estado respiratório. médico que realizou o procedimento. 7 . 10 . tipo. fornecer o medicamento conforme e prescrição e estar preparado para administrar os cuidados de emergência.. 14 .. anotar o tamanho dacânula empregada. b) Edema. com um apoio sob os ombros). 15 . 8 . administrados. aspirar quando necessário. dose e via dos medicamentas. 9 . 2 .Auxiliar na colocação dos campos cirúrgicos estéreis.Administrar o medicamento.Ajudar a vestir o avental e as luvas.229 5 .Posicionar o paciente (decúbito dorsal com a cabeça estendida. a) Sangrameanto. e aplicar o curativo.Auxiliar na preparação anti-séptica. 6 . c) Ar subcutânea . 11 . 13 .. monitorar os sinais vitais do paciente. 12 -Durante o procedimento.Verificar a pressão do balonete da cânula de traqueostomia.Colocar viseira.Avaliar e registrar a condição do estoma. 3 .

2 . expansão pulmonar e sons respiratórios entes da extubação.62-Extubação Realizado por médicos.Aspirador da tonslta (instrumento de aspiração cirúrgica). FASE PREPARATÓRIA 1. CV e FM. umidificador e fonte de oxigênio.Aspirar a cânula endotraquial. Avaliar o paciente pera outros sinais de força muscular adequada: a) Instruir a paciente a apertar com força os dedos indicador e médio da mão do enfermeiro.Bolsa de reanimação (AMBU) e máscara com fluxo de oxigênio.Explicar o procadiimentc ao paciente.Máscara facial conectada ao tubo corrugado de grosso calibre.Colocar o paciente sentado ou na posição de semi-Fowler.Colocar a viseira. . FASE DE REALIZAÇÃO 1 .Preparar o equipamento necessário. 5 . b) Pedir ao paciente que levante a cabeça do travesseiro a mantenha-a deste modo por dois ou três segundos. enfermeiros e fisioterapeutas  MATERIAL . Registrar V. 2.230 4. . .Obter as prescrições para e extubaçãoo e a terapia com oxigénio pósextubação. 6 . . 3 . 4 .Seringa de 10 ml. Monitorar a freqüência cardiaca.

desinsuflar o balonete por completo a puxar a cânula para fora na direção da curva (para fora e para baixo). tentar ventilá-lo com a bolsa da reanimação e máscara. A seguir. pedir ao paciente que tussa ou expire vigorosamante.Calçar as luvas. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 . 10 .Pode ser prescrita a oxigênoterapia. b) Na inspiração maxima.Quando o cânula estiver plenamente removida. ou dificuldade respiratória.Avaliar imediatamente qualquer sinal-da obstrução das vias aéreas. e preparar para a reintubação.Observar o aspecto da voz a os sinais de sangue na secreção. 9 . 2 . aspirar a parte posterior da via aérea do paciente com o aspirador.Extubar o paciente: a) Pedir ao paciente que faça a respiração mais profunda possível (quando o paciente não estiver seguindo os comandos. para remover as secreções. fornecer uma respiração profunda com a bolsa de reanimação). 8 .Aspirar a via aérea orofaríngea acima do balonete endotraqueal da forma mais completa possivel.231 7 . Quando o paciente desenvolver qualquer um dos referidos problemas.Fornecer o oxigênio suplementar usando a máscara facial . 11 . 12 .

- Larigoscópio com lâminas de diferentes tamanhos. - Lubrificante hirossolúvel. até ocupar a região traqueal correspodente. dispositivo de ventilação ou reservatório de oxigênio. que se insufla a partir do exterior. Fio guia para facilitar a introdução do tubo. ou como meio de aspirar as secreções bucais. ou cânula orofaringea). manômetro-fluxômetro com água bidestilada pelo nível indicado pelo recipiente. O paciente apresenta hipersecreção salivar. Tubo de Guedel (ou de Mayo. permitindo ventilar o paciente até concentrações de 100% de oxigênio. durante certo tempo. tapando o nariz e a boca do paciente para o ventilar antes de proceder á intubação endotraqueal. conexões. conexão. para evitar que o paciente morda o tubo uma vez intubado oralmente.  MATERIAL - Fonte de oxigenio. Pinças de Magyll. as vias respiratorias superiores do paciente.Intubação Endotraqueal Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA Consiste em substituir. para dirigir facilmente o tubo nasotraqueal até a traquéia ou se a intubação oral se mostrar dificíl. - Mascara de oxigenio corretamente insuflada.63. . sondas de aspiraçao de diferentes calibres. aspirador.232 4. por um tubo flexível provido de um balão proximo a sua extremidade. Ponto de vacúo. - Ventilador manual tipo ambu. - Tubo oral ou nasal de calibre adequado ao paciente. Realizado por: médico.

com tábua de massagem cardíaca. 10) Conectar o paciente ao ventilador. testar o balão do tubo e enchê-lo.] 5) Introduzir o larigoscópio na boca do paciente e proceder a aspiraçao das secreções orais.233 - Seringas descartaveis par administrar medicação. para deixar espaço á pessoa que vais intubá-lo. 8) Verficar a coreta localização do tubo mediante a ausculta de ambos os campos pulmonares com o estetoscópio. - Luvas estéreis e de procedimento. . com ou sem ajuda do fio-guia. - Carro de urgencia. relaxantes de ação rápida que favorecem a ação rapida do tubo. 9) Fixar bem o tubo. 6) O médico visualiza a glote e introduz o tubo até a traquéia. - Ventilador: verificando as conexoes e tendo programaddos os parâmetros ventilatórios. 4) Posiciona-se o paciente. não permitindo escapes de ar. 11) Proceder as aspiração de secreçoes sempre que necessário. cama na horizontal. 7) Uma vez no local. Medicação: sedativos. para despistar uma intubação seletiva do bronquio direito. conforme a dificuldade que se apresente. 2) Verificar o funcionamento de todo o material: a integridade do tubo. paciente em decúbito dorsal.. e desde o exterior insufla-se o balão para isolar a via respiratória. verificando as conexõess os alarmes e a melhoria ventilatória.  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente segundo o seu nível de consciência e capacidade de compreensão. 3) Baixa se a cama do paciente.

9) Fazer teste de Allen antes de puncionar artperia radial. 3) Lavras as mãos. 6) Zerar o sistema. 45º para braqueal. seringas.venoso numero 20.64. 18) Irrigar sistema de hora em hora. 11) Fazer assepsia do local com PVPI tintura. equipo de soro e tubo extensor. 13) Conectar torneirinhas duas vias no cateter intravenovo. ou quando necessário (curva achatada). 14) Adpatar tubo extensor à torneirinha do cateter intravenoso. 5) Preencher o sistema com soro fisiologico heparinizado. adaptar torneirinha. pediosa.234 4. 12) Puncionar artéria com cateter intra. 15) Irrigar o sistema. . 7) Explicar o procedimento ao paciente. 90 º para artéria femoral. 8) Avaliar o sistemaarterial do paciente. mantendo 30 para artéria radial. 3) Prevenir infecção.Pressão Arterial Média .Invasiva Realizado por médicos  PROCEDIMENTOS 1) Reunir o material. 2) Segurança nos dados obtidos. 16) Abrir torneirinha transdutor e cateter extensor.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1) Economizar tempo. 17) Fazer curativo. 10) Calçar luvas. 4) Conectar o domo ao transdutor. 2) Montar o sistema monitor transdutor conferindo o funcionamento do transdutor.

seringas e cateter extensor) a cada 24h de acordo com normas do CCIH. - Trocar curativo do local. torneirinha. A artéria braqueal não possui circulação colateral e tem maoir possibilidade de trombose. - Trocar cateter a cada 72h de acordo com normas do CCIH. 6) Proporcionar valores e curvas fidedignas. Observar as extremidades do membro. 12) Evitar transfixão da matéria. 9) Verificar presença de fluxo colateral.235 4) Monitorizar a pressão imediatamente após o termino do procedimento. puncionado a fim de detectar sinais de insufciencia arterial. escolher outra via de acesso. porém o local dificulta a manutenção do sistema e aumenta o risco de infecção. . Diastólica. 16) Manter o sistema pérvio. Trocar sistemas (SF. 10) Manter assepsia na execução de técnicas. 7) Evitar ansiedade. OBSERVAÇÃO: - Fixar o membro de punção caso o paciente esteja confuso e ou ajeitado. liquido. domo. 14) Evitar vazamento no conexão. 13) Facilitar coleta de sangue. Média. 5) Evitar prsença de bolhas. 15) Observar curva e valores da PA: Sistólica. 8) As artérias radial e pediosa têm preferência pois ambas contam com circulação colaratel da artéria ulnar e tibial respectivamente e são de facil acesso. A artéria femoral é calibrosa. Se teste negativo. evitando riscos de infecção. 11) Prevenir infecção.

236 4.65.balança antropométrica .um frasco de soro fisiológico ou glicosado a 5% de 500ml  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVAS 1.um equipo de soro microgotas .um par de luvas . artérias e veias cardíacas.solução degermante de PVPI .Cateterismo Cardíaco– Cuidados Pré e Pós-Instalação Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Evitar choque anafilático pelo contraste (que é à base do iodo) .um pacote de gases . através de injeção de material radiopaco (contraste) na corrente sanguínea.um rolo de esparadrapo . estruturas valvulares e vasos pulmonares.algodão com álcool .espessômetro .uma cuba rim .Prevenir contaminação 2.aparelho de tricotomia .Assegurar a tranquilidade do paciente 3.Demonstrar o perfil das câmaras.um cateter intravenoso nº 20 .  MATERIAL Pré-Cateterismo: .

esfigmomanômetro . prevenindo a o vômitos durante o procedimento.monitor cardíaco . e movimentar artelhos e pés.água para beber  PROCEDIMENTO 1) Monitorizar o paciente. 2) Verificar sinais vitais 3) Checar pulso.estetoscópio . bem como à quantidade de contraste a ser utilizada.  MATERIAL Pós-Cateterismo .termômetro . antes do procedimento. 4) Orientar o paciente para relatar sensação de formigamento ou dor neste membro 5) Observar presença de sangramento no local do curativo 6) Manter o membro cateterizado em extensão por seis horas (se membro superior) ou por oito horas (se membro inferior) 7) Repouso no leito conforme evolução do paciente 8) Orientar o paciente para movimentar extremidades do membro cateterizado. 5-Colaborar na antissepsia e facilitar o procedimento 6. se .Prevenir infecção 7-Adequar os equipamentos disponíveis na sala de hemodinâmica à constituição física do paciente. perfusão periférica e temperatura do membro cateterizado a cada 30 minutos nas primeiras duas horas e a cada hora até seis horas após o procedimento. se membro superior.237 4-Garantir que o paciente permaneceu por horas em jejum. 9)Abrir e fechar mão.

Evitar esforço físico. calibres 5. Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 2. Realizar compressão que sejam tomadas outras medidas.66-Assistência De Enfermagem Na Instalação Do Cateter De Swan-Ganz e Mensuração do Débito Cardíaco pelo Método de Termodiluição Realizado por médicos  CATETER DE SWAN-GANZ Trata. 10) Incentivar ingestão líquida (200ml/h)  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Facilitar a eliminação do contraste 4. Melhorar perfusão periférica 9. Detectar precocemente sangramento. de 1m de comprimento.6F (utilizado para crianças) orifício distal e um proximal. Evitar sangramento local 7. Comunicar equipe médica imediatamente. Detectar precocemente sinais de isquemia no membro cateterizado. para proceder a hemostasia em tempo hábil. A terceira luz . caso haja alteração. Avaliar condições básicas do paciente 3.se de um cateter triplo lúmen termorresistente. 4. situado a 30cm do distal.238 membro inferior. 6. feito de cloreto de plivilinilina. diminuindo o trabalho cardíaco 8. Sinais de complicações conseqüentes ao procedimento 5. com balonete inflável.

logo acima do balonete.9% . através da mensuração das pressões AD (átrio direito). Contém ainda um fio que leva à termorresistência. RVP (resistência vascular pulmonar). PCP (pressão capilar pulmonar). A investigação hemodinâmica permite definir. IC (índice cardíaco) e cálculo da diferença arteriovenosa de oxigênio. de forma a reconhecer objetiva e mensuravelmente a função cardíaca e os distúrbios circulatório. os grupos de maior risco. e a programação de condutas terapêuticas mais adequadas.  MATERIAL PARA A INTRODUÇÃO DO CATETER Kit contendo:  dois domos  dois tubos extensores com conexão “lee-look” 8F  quatro torneiras de duas vias  cinco seringas descartáveis de 5ml ou “Intra-flow”  dois frascos de SF a 0. da terminação numérica do débito cardíaco. determinação indireta da RSV (resistência vascular sistêmica). AP (artéria pulmonar). embutida na parede do cateter.250ml  um frasco de heparina  um frasco de xylocaína 2% sem vasoconstritor  dois equipos macrogotas  um cortaplast  uma seringa descartável de 20ml  duas agulhas descartáveis de 30 x 8 (ou 25 x 7)  duas agulhas descartáveis 40 x 12  um kit introdutor (com introdutor + dilatador e protetor)  um cateter de Swan-Ganz 7. AE (átrio esquerdo).0F . através de índices diagnósticos e prognósticos.239 termina no balonete inflável na extremidade da sonda.  FINALIDADE DA TÉCNICA Realizar estudo hemodinâmico.

procedendo à .67-Introdução e Manutenção do Cateter Realizado por médicos  PROCEDIMENTO 1) Posicionar o paciente adequadamente no leito.240  uma lâmina de bisturi  um envelope de fio cirúrgico mononylon 3-0  micropore  esparadrapo  dois pares de luvas estéreis tamanho médio  dois gorros  duas máscaras  duas bolsas de pressão  material para tricotomia. se necessário  uma bandeja de flebotomina  dois aventais estéreis  um pacote de campo cirúrgico  um cuba rim estéril  um frasco de PVPI – tintura  um monitor com saída para ECG e três pressões (transdutor)  um televisor  algodão com álcool a 70% 4.

13) Manter o cateter-balão sempre desinsuflado. com posterior retirada do dilatador e introdução do cateter de Swan-Ganz. que deve ter sido previamente preenchido com solução salina heparinizada e conectado aos transdutores de pressão 10)Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter. Economizar tempo e poupar o funcionário . e quando proceder a mensuração da PCP não manter a oclusão por mais de 60 segundos 14) Manter monitorização contínua das pressões de AP e AD e avaliar a forma das curvas.241 colocação de coxins s/n 2) Conferir a calibração das pressões do aparelho 3)Zerar o aparelho. tornando como referência a linha axilar média do paciente 4)Manter monitorização eletrocardiográfica durante e após todo procedimento 5)Acompanhar equipe médica na passagem do cateter 6)Montar mesa auxiliar com material esterilizado 7)Fornecer PVPI tintura 8)Fornecer material para botão anestésico 9)Assistir à introdução do jogo introdutor + dilatador. Assegurar a tranquilidade do paciente 2. se necessário. 11) Fazer irrigação do cateter com soro fisiológico heparinizado de h/h ou quando for observado achatamento da curva ou fazer irrigação intermitente com sistema fechado.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. que deve ser renovado a cada 24h ou com maior frequência. utilizando o intraflow 12)Fixar com esparadrapo a parte externa do cateter no tórax do paciente. observando alterações da morfologia das ondas ou dos valores pressóricos.

Garantir a obtenção de um traçado adequado e valores de pressão fidedignas. Manter permeabilidade do cateter evitando a formação de trombos 8.Verificar se o transdutor está íntegro e funcionando adequadamente 12. evitando alterações nas mensurações das pressões 13. Zerar o equipamento 10. Garantir a obtenção fidedignas dos valores de pressão 16. 23. Expor a área onde será feita a introdução do cateter 14. Lembrar ao médico para testar a integridade do cateter de Swan-Ganz e o balonete 21. Proporcionar apoio ao paciente durante todo o procedendo 18. PCP (pressão capilar pulmonar) quando insuflado o balão (curva e valores de normalidade). Garantir privacidade d paciente 4. oferecendo o material adequado. Evitar dor. 15.242 3. PVD (pressão ventrículo D). Evitar infecção . Para retirar todas as bolhas de dar sistema. Utilizar técnica asséptica 19. deve ser insuflado o balonete para facilitar sue deslocamento em direção à artéria pulmonar 22. PAP (pressão artéria pulmonar). Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 17. que são. Auxiliar na técnica. Quando o cateter chega ao átrio direito (AD). Prevenir infecção. Prevenir infecção 6. Fazer antissepsia da pele 20. Evitar alterações dos resultados das pressões 9. Manter permeabilidade do cateter. sequencialmente: PAD (pressão átrio D). Prevenir infecção 5. Durante a passagem do cateter dever ser avaliadas as curvas de pressão que vão surgindo na tela do visor.Garantir a estabilidade hemodinâmica do paciente e assistir a urgências se necessário 7. Evitar interferências (artefatos na transdução da pressão).

duas formas de gelo .duas seringas descartáveis lavadas com heparina para a gasometria arterial e venosa  EQUIPAMENTOS Monitor para mensuração do débito cardíaco contendo: -termômetro para solução glicosada -termossensor para o cateter -um televisor.uma sonda de aspiração traqueal nº 12 .uma caixa de isopor . .68 Mensuração Do Débito Cardíaco Realizado por médicos  MATERIAL .uma seringa descartável de 20ml . Checar a integridade do sistema 4.um par de luvas estéreis tamanho médio.  PROCEDIMENTO 1)Reunir material .243 24.dois frascos de SG a 5% de 250ml em temperatura de 0º . Evitar a ocorrência de isquemia pulmonar 26. Evitar exteriorização do cateter 25.

11)Proceder a coleta simultânea (com duas pessoas) de gasometria arterial e venosa  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. PCP. PAP. de forma rápida e regular. Assegurar a tranquilidade do paciente 3. Prevenir infecção 7.244 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Calibrar o aparelho de pressão após irrigação das vias com solução salina heparinizada 5)Colocar termômetro apropriado em um dos frascos de SG 5% a 0ºC. antes de serem realizadas as outras medições. Outro profissional pressionar o botão adequado no aparelho de débito cardíaco. conectando a ele uma seringa descartável de 20ml 8)Realizar a mensuração do DC da seguinte forma: 9)Injetar na porção proximal do cateter (via de acesso ao átrio D) 10ml de SG 5% a 0ºC. e adaptar o termossensor do cateter ao transdutor de temperatura do aparelho 6)Calçar luvas 7)Colocar a sonda de aspiração no segundo frasco de SG 5% a 0ºC. Certificar a temperatura adequada da solução a ser injetada e mensurar a temperatura sanguínea 6. Garantir a obtenção de traçados e valores de pressão fidedignos 5. .Deve. 10)Proceder o registro das pressões de: PAD. É aceitável a variação de 0-4ºC 8.se aguardar o aparecimento da curva de débito no televisor e o valor numérico (em 1/min) do DC. Prevenir infecção 4. simultaneamente ao início da infusão da solução.Economizar tempo e funcionário 2. Repetir o procedimento mais duas vezes.

9.245 A finalidade é “zerar” o momento da infusão.69 Retirada Do Cateter Realizado por médicos e enfermeiros  MATERIAL -pacote de curativo -lâmina de bisturi -rolo de esparadrapo -um par de luvas  PROCEDIMENTO 1)Reunir material 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Proceder a desconexão entre o cateter e os transdutores de pressão 5)Abrir o material de curativo 6)Proceder a retirada do curativo 7)Proceder a antissepsia do local com PVPI tópico 8)Retirar ponto de fixação com auxílio de lâmina de bisturi 9)Checar desinsuflação do balonete 10)Retirar cuidadosamente o cateter.se hemostasia 13)Realizar curativo compressivo .Possibilitar cálculos de diferença A-V de O2 4. observando o traçado eletrocardiográfico 11)Retirar rapidamente o introdutor 12)Realizar compressão local durante o tempo necessário para obter. repetir o procedimento até que sejam obtidos três valores próximos para a média. Se os valores obtidos forem díspares.

9% de 250ml .  MATERIAL -Um monitor de uma pressão e ECG -um televisor -um suporte de transdutor -um domo -um tubo extensor de polietileno -duas torneirinhas -um obturador de torneirinha -uma seringa de 5ml -um cateter uretral siliconizado nº 10 -um equipo macrogotas -um frasco de soro fisiológico a 0.Manter monitorização contínua da pressão intracraniana para auxiliar no diagnóstico. Assegurar a tranquilidade do paciente 3. Utilizar técnica asséptica 4.246  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1.70 Assistência de Enfermagem na Instalação e Monitorização da Pressão Intracraniana (Pic) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . orientar terapêutica médica e cuidados de enfermagem. Economizar tempo e poupar funcionário 2. Prevenir infecção 4. Retirar com cuidado e delicadeza 5.

25ml de heparina. 8) Testar o transdutor.0 -duas agulhas 25 x 8 -uma seringa descartável 20ml -um frasco de xylocaína 2% S/A -esparadrapo -micropore -algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1) Reunir material e equipamento necessário ao procedimento 2) Colocar biombos 3) Lavar as mãos 4) Fazer tricotomia do couro cabeludo e limpeza com solução degermante. 7) Conectar em cada extremidade do domo uma torneirinha de duas vias.247 -um frasco de heparina -um aparelho para tricotomia -uma lâmina Gilette -uma bandeja de PIC -um gorro -uma máscara -um avental -um par de luvas -dois pacotes de gazes -um campo fenestrado -um vidro de solução antisséptica PVPI tintura -um vidro de éter -um fio de sutura nylon 2. 6) Proceder à montagem do sistema. Conectar o domo + torneirinha ao transdutor 9) Adaptar equipo da solução heparinizada à extremidade da torneirinha .9% 250ml + 0. 5) Preparar heparinização do soro fisiológico a 0.

Facilitar o acesso e evitar infecção 5. 16) Oferecer solução antisséptica PVPI tintura para antissepsia do local. 19) Receber do médico o tubo extensor. Garantir a privacidade do paciente 3. 18) Fazer antissepsia com álcool a 70% da tampa do frasco de xylocaína e oferecer para aspiração da solução.248 superiordo domo + obturador na lateral da mesma. gazes. Prevenir infecção 4. adaptá.lo na extremidade da torneirinha. no sentido torneirinha-domo-torneirinha-tubo extensor. evitando presença de bolhas no mesmo. 21) Zerar o sistema na altura do condutor auditivo externo (TRAGUS). Mensurar com fidelidade a pressão 8. após abrir o primeiro campo. luvas e avental) 14) Oferecer a bandeja de PIC ao médico. 17) Oferecer campo fenestrado para delimitar área de procedimento. Agilizar o procedimento 7. cateter uretral nº e tubo extensor. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 2. máscara. 11) Calibrar e zerar o sistema 12) Posicionar o paciente adequadamente no leito (decúbito dorsal 30º) 13) Auxiliar o médico na paramentação (gorro . 15) Dispor sobre a bandeja de PIC o fio de sutura. Manter o sistema preenchido de solução 6. 20) Preencher o sistema com solução fisiológica heparinizada. seringa de 20ml. com cabeceira elevada à 30º. Facilitar o procedimento . na lateral da torneirinha inferior ao domo. agulhas. 22) Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. 10) Adaptar uma seringa de 5ml.

Manter fidedigna a mensuração 13. Evitar manipulação do sistema pois há grande risco de infecção. mesmo em procedimentos como passagem de cateter venoso central e intubação. utilizamos na UTI-HCUNICAMP os seguintes critérios:  1. Não deve irrigar a PIC para evitar infecção e aumento da mesma. Evitar infecção 12. Evitar infecção 10. Evitar manobras evitar decúbito horizontal. Agilizar o procedimento 11. 9 Manter a cabeça alinhada com a coluna para facilitar drenagem jugular. .249 9.PIC < ou igual 10mmHg.  4. normal.PIC entre 21 e 40mmHg: moderadamente Elevada.PIC entre 11 e 20mmHg: levemente elevada.PIC > ou igual 41mmHg: gravemente elevada. 2 3 4 5 6 7 8 Manter cabeceira elevada 30 a 45º. mesmo em D. Tempo de permanência do cateter: até cinco dias.  3.  2. Trocar curativo a cada 48h ou S/N. Valor normal PIC: 0 – 15mmHg. 11 Para efeito de classificação dos níveis de PIC. Prevenir infecção OBSERVAÇÕES: 1 O paciente com monitorização de PIC pode ser mobilizado quando mantém estabilidade em decúbito dorsal e lateral. Média 10.H. 10 Protocolo de tratamento utilizado no TCE.

um rolo de esparadrapo .um gorro .um pacote de gaze estéril .algodão com álcool a 70% .um soro fisiológico 250ml .um par de luvas .um cateter venoso central .um frasco de xylocaína à 2% sem vasoconstritor .71-Cateterismo Venoso Central Realizado por médicos Via de acesso – Jugular ou Subclávia  FINALIDADE DA TÉCNICA .um equipo .Manter via de acesso para infusões e monitorização da pressão venosa central (PVC)  MATERIAL .um avental estéril .uma torneirinha três vias .uma bandeja flebotomina .uma máscara .uma seringa 20ml .250 4.um frasco de PVPI tintura .um fio de sutura algodão ou mononylon 00 ou 3-0 .

cateter venoso central. 10) Fazer assepsia da tampa do frasco de xylocaína e oferecer ao médico para aspirar anestésico. 8) Abrir material que vai ser usado. 14) Fazer o curativo. após o médico ter aberto a bandeja de flebotomina (seringa 20ml. Racionalizar tempo e agilizar procedimento 3. 12) Desconectar respirador do tubo endotraqueal ou traqueostomia se o paciente estiver em uso de prótese ventilatória.Facilitar a punção . em caso de punção subclávia. conforme técnica já descrita  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. 5) Auxiliar o médico a se paramentar (máscara. Prevenir infecção 4. Evitar infecção 5. 7) Oferece bandeja de flebotomina para o médico. Garantir a tranquilidade do paciente 2. fio de sutura. 11) Solicitar ao médico que fixe a parte proximal do equipo ao campo fenestrado. 13) Após a punção. 9) Oferecer solução antisséptica local (PVPI – tintura). 6) Posicionar o paciente Trendelenburg invertido. fazer teste de refluxo sanguíneo abaixando o frasco de soro até o surgimento de sangue. equipo e gazes). após abertura do primeiro campo.251  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir material 4) Fazer tricotomia no local da punção s/n e limpeza com solução degermante. gorro e luva).

Fixação do cateter. Evitar infecção e sensibilidade do paciente no local da punção 9. se persistir a obstrução. 4 Em caso de obstrução.Manter monitorização contínua da pressão arterial.72-Pressão Arterial Média-Invasiva Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA .um cateter intravenoso nº 20 . Facilitar adaptação do equipo ao cateter sem contaminação 10. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 7.três torneirinhas 2 vias . o cateter deve ser retirado. Evitar acidente de punção (pneumotórax) 11. 2 3 Deve ser feito controle radiológico após a punção. febre).Manter via de acesso para coleta de sangue arterial. OBSERVAÇÕES: 1 O curativo do cateter deve ser trocado diariamente ou na presença de secreção. Evitar infecção 8. secreção purulenta. . evitar contaminação. tremores. . jamais injetar e sim solicitar passagem de novo cateter.252 6. 4. Material . Quando surgir qualquer sinal de infecção(hiperemia local. aspirar com seringa de 1ml para não deslocar trombo. Segurança da manutenção da via venosa puncionada 12.

2) Permitir a entrada da família.um soro fisiológico 250ml com 0.73-Cuidados Após a Morte Realizado pela equipe de enfermagem O enfermeiro deve realizar um trabalho rápido. mobilizando com cuidado e respeito: Tampar os orifícios naturais e artificiais com algodão.um par de luvas . segundo as normas estabelecidas na unidade. . colocando um lençol de baixo e o que ira embrulhar o corpo. 6) Mudar a roupa de cama.duas seringas de 5ml . se for este o caso. 4) Retirar as drenagens cateteres e sondas.um rolo micropore .PVPI tintura . visor e/ ou display .253 .um campo fenestrado 4. 3) Verificar se o medico certificou o óbito.um suporte transdutor . 5) Limpar o corpo.um equipo de soro macrogotas .um material de curativo .25ml de heparina . procurando fazer com que os demais pacientes não fiquem afetados pelo falecimento. devendo agir respeitosamente em todo o procedimento.um domo .um monitor com transdutor. mas flexibilizando as nestes momentos. de forma silenciosa.  PROCEDIMENTO 1) Proporcionar ao paciente atendimento religioso.um cateter extensor .

em uma placa ou adesivo. deixando a face visível. 10) Cobrir o corpo completamente com outro lençol. A equipe deverá ser cuidadosa nos seus comentários Se a morte constitui um caso judicial. para não criar obstáculos á instituição do processo familiar. Os outros pacientes não devem perceber a situação. 11) Identificar. 8) Alinhar o corpo e fechar-lhe as pálpebras. 12) Avisar os funcionários que irão fazer o transporte ate o necrotério 13) Recolher a roupa e os materiais em sacos. o médico notificará os serviços respectivos. Não se deve submeter o corpo a manipulações desnecessárias. 9) Envolver o cadáver com um lençol. Anula-se o procedimento habitual e procedem-se á cobertura do cadáver com um lençol. .254 7) Entregar aos familiares os objetos pessoais do paciente. 14) No prontuário deverá ser registrado a hora do falecimento e as observações de enfermagem relacionadas com o mesmo. os dados pessoais do cadáver. a roupa e objetos deverão ser colocados em sacos apropriados. Se a patologia do paciente é infecciosa. OBSERVAÇÃO: - No final do procedimento deve ser feita limpeza e desinfecção da sala.

. UNICAMP. São Paulo: Ed. 118p. Atheneu. Procedimentos Especializados de Enfermagem – Departamento de Enfermagem do Hospital das Clínicas. São Paulo. T. M. 185p. A. Atheneu. M. M. Procedimentos Básicos de Enfermagem – Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas. Rideel.Guias Pratico de Enfermagem – Cuidados Intensivos.255 Referencias Bibliográficas ANDRADE. 1° ed. S. M. São Paulo: Ed. et al. 2000. 2000. 2004 ROGANTE. 2 ed. 392p. GOMES. SOS Cuidados Emergenciais. ALEXANDRE N. São Paulo: Ed. 580p. Rio de Janeiro: Ed. et al. et al. et al. Pedagógica e Universitária LTDA. AMADIO I. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. 2002. M. 1994. Ed. C.McGraw-Hill.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful