0% acharam este documento útil (0 voto)
55 visualizações11 páginas

Planejamento de Aulas de Filosofia 11º Ano

Plano de filosofia 11°ano 2024/2025
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
55 visualizações11 páginas

Planejamento de Aulas de Filosofia 11º Ano

Plano de filosofia 11°ano 2024/2025
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO

2024/2025 – 1.º Período


DISCIPLINA: Filosofia ANO: 11.º Ensino Secundário Total de aulas Previstas: 48

Descritores do Perfil
Domínios Aprendizagens Essenciais dos Alunos Referenciais de
Mês N.º Aulas Áreas Temáticas Ações Estratégicas
(Conhecimentos, Capacidades e Atitudes) Avaliação

1. O que é o conhecimento? Elaboração, pelos alunos, de um A – Dominam os códigos que os


quadro comparativo dos vários capacitam para a leitura e para 1º Período
Módulo IV - O a escrita, compreendendo,
Descrever o conhecimento como um processo tipos de conhecimento, com
conhecimento e a relacional entre um sujeito e um objeto. interpretando e expressando-
identificação prévia dos critérios Instrumentos base
racionalidade se oralmente e por escrito; (75%):
de comparação.
utilizam a linguagem verbal e
científica e Caracterizar diferentes tipos de conhecimento (A – B – C) -
não-verbal para significar e 2 testes
set 9 aulas (objeto): saber-fazer (conhecimento prático), (Conhecedor/Organizador/Comu
tecnológica. comunicar, produzir
out conhecimento por contacto e saber-que nicador) conhecimento e partilhá-lo; Instrumentos
(conhecimento proposicional). utilizam linguagens simbólicas
complementares
- Descrição e interpretação Construção, pelos alunos, de um como representação do real e
da atividade cognoscitiva (25%):
Formular explicitamente a definição tripartida de mapa conceptual, em suporte do imaginário; aplicam estas
[Filosofia do conhecimento. analógico ou com recurso a linguagens aos diferentes
Conhecimento] contextos de comunicação. Observação direta
aplicação digitais, sobre o em aula. (100%)
Apresentar contraexemplos à definição tripartida de conhecimento e sua definição
B - Pesquisam, avaliam,
conhecimento. tripartida. validam, organizam Nota 1: o número de
(A – C – D – I) informação disponível em aulas previstas
(Comunicador/Conhecedor/Crític fontes documentais físicas ou contempla os
o/Criativo) digitais; expõem e explicam a tempos para
informação recolhida, fazendo- atividades do PAA e
Enunciação, pelos alunos, de o de forma crítica e autónoma. outros.
contraexemplos à teoria tripartida
C – Colocam problemas,
do conhecimento
analisam a sua pertinência e
procuram respostas; analisam
Elaboração, pelos alunos e ao criticamente essas respostas,
longo do ano, de um dicionário de generalizando-as a situações
termos filosóficos, em formato hipotéticas ou da vida real que
analógico ou com recurso a meios permitam testar a sua

1
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
digitais (exemplo, plataforma consistência.
Moodle). (A – B – C – I) Nota 2: os conteúdos
(Sistematizador/Organizador) D - Observam, identificam, não lecionados no
analisam e dão sentido à período letivo serão
informação; pensam de forma lecionados no
2. Descrição e interpretação da atividade Formulação pelos alunos, a partir
abrangente e em profundidade período letivo
cognoscitiva [Filosofia do Conhecimento] da perceção de um objeto, de uma com recurso à lógica e
seguinte.
paisagem, etc., do problema da desenvolvem novas ideias e
2.1. Análise comparativa de duas teorias explicativas possibilidade do conhecimento. soluções.
out 9 aulas do Conhecimento.
Formulação, individualmente ou E – Trabalham em equipa;
O problema da possibilidade do conhecimento: o em trabalho colaborativo de teses adequam comportamentos às
out 30 aulas desafio cético. e argumentos sobre o problema diferentes situações;
nov da possibilidade do conhecimento interagem com tolerância,
aceitando diferentes pontos de
dez Formular o problema da justificação do conhecimento, a partir da leitura de textos
vista.
fundamentando a sua pertinência filosófica. selecionados (em suporte físico e
digital) e apresentação oral ou F - Reconhecem em si
Clarificar os conceitos nucleares, as teses e os através de sistemas digitais. competências e dificuldades;
argumentos das teorias racionalista (Descartes) e (C – D) expressam necessidades,
empirista (Hume) enquanto respostas aos problemas (Analítico/Criativo/Questionador procuram ajuda e apoio para
da possibilidade e da origem do conhecimento. ) atingir objetivos; desenvolvem
de forma autónoma
2.1.1. Descartes, a resposta racionalista: a dúvida Redução, pelos alunos, dos estratégias para alcançarem
metódica; o cogito (a priori); a clareza e a distinção das argumentos às formas de metas e desafios; demonstram
confiança, resiliência e
ideias como critério de verdade; o papel da existência inferência válida estudadas no ano
persistência.
de Deus. letivo anterior e análise da sua
validade e solidez. G – Manifestam consciência e
2.1.2. Hume, a resposta empirista: Impressões e ideias (A – C) - (Conhecedor) responsabilidade ambiental e
(a posteriori); questões de facto e relações de ideias; a social; fazem escolhas que
relação causa-efeito; conjunção constante, conexão Elaboração, pelos alunos, de contribuem para a sua
necessária e hábito; o problema da indução. mapas de argumentos em suporte segurança, saúde e bem-estar,
analógico ou com recurso a bem como para a da
comunidade onde estão
Discutir criticamente estas posições e respetivos aplicação digitais.
inseridos.
argumentos.
Elaboração colaborativa de um H – Desenvolvem sentido
Mobilizar os conhecimentos adquiridos para analisar quadro síntese com as teses e estético, reflexivo,
criticamente ou propor soluções para problemas argumentos de resposta ao comparativo, argumentativo;
relativos ao conhecimento que possam surgir a partir problema em estudo, com valorizam o papel das várias
da realidade ou das áreas disciplinares em estudo, identificação prévia dos critérios formas de expressão artística e
cruzando a perspetiva gnosiológica com a de comparação e eventual do património

2
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
fundamentação do conhecimento em outras áreas do publicação num ambiente digital material e imaterial na vida e
saber. (por exemplo, a plataforma na cultura das comunidades;
Moodle). participam em atividades
artísticas e culturais de forma
(A – B – E –
autónoma como público,
I)(Conhecedor/Organizador
criador ou intérprete,
/Comunicador) consciencializando-se das
possibilidades criativas.
Confrontação de teses e
argumentos entre alunos I–Compreendem, questionam,
relativamente à sua posição sobre investigam e aplicam
o problema da origem e da conhecimentos; manuseiam
possibilidade do conhecimento. instrumentos diversificados
para imaginar e criar; planeiam
(A – D – E – F)
etapas e concretizam projetos
(Crítico/Analítico/Conhecedor/A
de modo fundamentado.
utónomo/Comunicador)
J – Reconhecem a importância
Discussão num ensaio de uma das atividades motoras para o
tese, e respetivos argumentos, ou seu desenvolvimento físico,
das teses e seus argumentos, de psicossocial, estético e
resposta ao problema em estudo. emocional.

Problematização, pelos alunos, da


sustentabilidade gnosiológica de
teorias estudadas (por exemplo,
teorias biológicas, económicas,
geográficas…) face aos problemas
identificados no estudo das
teorias de Descartes e Hume.

3
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
2024/2025 – 2.º Período
DISCIPLINA: Filosofia ANO: 11.º Ensino Secundário Total de aulas Previstas: 49

Descritores do Perfil
Domínios Aprendizagens Essenciais dos Alunos Referenciais de
Mês N.º Aulas Áreas Temáticas Ações Estratégicas
(Conhecimentos, Capacidades e Atitudes) Avaliação

Enunciação, pelos alunos, dos A – Dominam os códigos que os


3.1. Ciência e construção - validade e verificabilidade problemas da demarcação e da capacitam para a leitura e para 2º Período
jan 18 aulas - O estatuto do das hipóteses verificação das hipóteses a escrita, compreendendo,
interpretando e expressando-
conhecimento científico científicas a partir da leitura de Instrumentos base
se oralmente e por escrito;
[Filosofia da Ciência] O problema da demarcação do conhecimento textos selecionados. (75%):
utilizam a linguagem verbal e
científico. (D – E – F – I) não-verbal para significar e
(Questionador/Crítico/Analítico) comunicar, produzir 2 testes
Formular o problema da demarcação do conhecimento e partilhá-lo;
conhecimento científico, fundamentando a sua Enunciação, pelos alunos, dos utilizam linguagens simbólicas
pertinência filosófica. problemas da demarcação e da como representação do real e
verificação das hipóteses do imaginário; aplicam estas Instrumentos
Distinção entre teorias científicas e não científicas. científicas a partir do confronto de linguagens aos diferentes complementares
contextos de comunicação. (25%):
teorias científicas e
Enunciar os critérios que permitem diferenciar uma pseudocientíficas com possível
B - Pesquisam, avaliam,
teoria científica de uma teoria não científica. recurso a textos jornalísticos de Observação direta
validam, organizam
divulgação científica e a textos informação disponível em em aula. (100%)
O problema da verificação das hipóteses científicas. pseudocientíficos divulgados em fontes documentais físicas ou
blogues e redes sociais. digitais; expõem e explicam a
Formular o problema da verificação das hipóteses (A – C – D) informação recolhida, fazendo-
científicas, fundamentado a sua pertinência filosófica. (Questionador/Conhecedor) o de forma crítica e autónoma.

C – Colocam problemas,
O papel da indução no método científico. Justificação, pelos alunos, da
analisam a sua pertinência e
pertinência filosófica do problema
procuram respostas; analisam
O papel da observação e da experimentação; da verificação das hipóteses criticamente essas respostas,
verificação e verificabilidade; a confirmação de científicas, a partir da perspetiva generalizando-as a situações
teorias. de Hume e do problema da hipotéticas ou da vida real que
indução, aplicando permitam testar a sua
4
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
Popper e o problema da justificação da indução. conhecimentos já adquiridos. consistência.
(C – D – F – I)
Expor criticamente o papel da indução no método (Conhecedor/Questionador/Anal D - Observam, identificam,
analisam e dão sentido à
científico. ítico/Criativo/Comunicador)
informação; pensam de forma
abrangente e em profundidade
O falsificacionismo e o método de conjeturas e Antecipação, pelos alunos, de com recurso à lógica e
refutações. Posição perante o problema da indução; possíveis resoluções do problema desenvolvem novas ideias e
falsificação e falsificabilidade; conjeturas e refutações; da verificação das hipóteses soluções.
fev a corroboração de teorias. científicas.
(A – C – D) E – Trabalham em equipa;
Clarificar os conceitos nucleares, a tese e os (Questionador/Conhecedor) adequam comportamentos às
argumentos da teoria de Popper em resposta ao diferentes situações;
problema da verificação das hipóteses científicas. Colocação, pelos alunos, de interagem com tolerância,
aceitando diferentes pontos de
questões (a partir da leitura de
vista.
Discutir criticamente a teoria de Popper. textos filosóficos ou de
visionamento de pequenos vídeos F - Reconhecem em si
Analisar criticamente os fundamentos sobre os temas em estudo) sobre competências e dificuldades;
epistemológicos das ciências que estuda e respetiva os problemas e teorias em análise, expressam necessidades,
fundamentação. com organização dos conteúdos a procuram ajuda e apoio para
partir das respostas às questões atingir objetivos; desenvolvem
colocadas pelos alunos. de forma autónoma
(C – F) -(Analítico/Criativo) estratégias para alcançarem
metas e desafios; demonstram
confiança, resiliência e
Discussão num ensaio da posição
persistência.
de Popper e respetivos
argumentos. G – Manifestam consciência e
(A – D – F) responsabilidade ambiental e
(Questionador/Crítico/Analítico/ social; fazem escolhas que
Autónomo) contribuem para a sua
segurança, saúde e bem-estar,
Apresentação oral de síntese, por bem como para a da
um ou mais alunos, com auto e comunidade onde estão
inseridos.
heteroavaliação com critérios pré-
definidos (pelo professor ou em H – Desenvolvem sentido
conjunto com os alunos). estético, reflexivo,
(A – F) comparativo, argumentativo;
(Colaborativo/Responsável/ valorizam o papel das várias
Autónomo) formas de expressão artística e
do património

5
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
Aplicação, pelos alunos, das material e imaterial na vida e
conceções epistemológicas de na cultura das comunidades;
Popper à análise dos princípios participam em atividades
artísticas e culturais de forma
metodológicos de disciplinas das
autónoma como público,
suas áreas científicas (Biologia e
criador ou intérprete,
Geologia, História, Física e consciencializando-se das
Química, Economia e Geografia). possibilidades criativas.

Elaboração, pelos alunos, de I–Compreendem, questionam,


protocolos de investigação em investigam e aplicam
Biologia e Geologia ou de Física e conhecimentos; manuseiam
Química que assumam uma instrumentos diversificados
para imaginar e criar; planeiam
perspetiva indutivista ou
etapas e concretizam projetos
falsificacionista.
de modo fundamentado.
(C – D – F – I)
(Conhecedor/Criativo/Questiona J – Reconhecem a importância
dor/Crítico/Analítico) das atividades motoras para o
seu desenvolvimento físico,
Formulação pelos alunos, com psicossocial, estético e
base no conceito de objetividade, emocional.
dos problemas da evolução e da
objetividade do conhecimento
fev 15 aulas científico.

Identificação, pelos alunos, nas


suas áreas de estudo, ou nos seus
conhecimentos prévios, de teorias
que possam ser consideradas um
avanço científico em relação às
suas antecedentes e identificação
3.2. A racionalidade científica e a questão da dos critérios de análise que
objetividade permitem essa comparação.
(A – C – D)
O problema da evolução da ciência e da objetividade (Questionador/Conhecedor)
do conhecimento: as perspetivas de Popper e Kuhn.

3.2.1 A perspetiva de Popper: eliminação do erro e


seleção das teorias mais aptas; progresso do
conhecimento e aproximação à verdade;
6
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
Formulação pelos alunos de
3.2.2. A perspetiva de Kuhn: ciência normal e ciência
objeções às teorias estudadas e
extraordinária; revolução científica; a tese da teste dessas objeções em
incomensurabilidade dos paradigmas; a escolha de confronto oral com colegas que
teorias. assumam as posições de Popper e
Kuhn.
Formular os problemas da evolução e da objetividade (C – D – F – I)
do conhecimento científico, fundamentando a sua (Conhecedor/Criativo/Questiona
pertinência filosófica. dor/Crítico/Analítico)

Clarificar os conceitos nucleares, as teses e os


argumentos das teorias de Popper e Kuhn enquanto
respostas aos problemas da evolução e da
mar 16 aulas objetividade do conhecimento científico.

Discutir criticamente as posições de Popper e de


Kuhn.
Seleção justificada, pelos alunos,
4. A dimensão estética: de obras de arte (de qualquer
análise e compreensão da 4.1. A criação artística e a obra de arte forma de manifestação artística),
experiência estética exemplificativas e contra
[Filosofia da Arte] O problema da definição de arte. exemplificativas de cada uma das
posições.
Formular o problema da definição de arte, justificando (A – B – C- E – H)
a sua importância filosófica. (Conhecedor/Organizador/
Comunicador)
Avaliar a ideia de que a arte é definível e as propostas
de definição apresentadas. Elaboração, pelos alunos, de
mapas de argumentos, ou de
Teorias essencialistas: a arte como representação, a conceitos, em suporte analógico
arte como expressão e a arte como forma. ou com recurso a aplicação
digitais.
Teorias não essencialistas: a teoria institucional e a
teoria histórica. Elaboração colaborativa de um
quadro síntese com
Identificar e classificar como essencialistas ou não as teses e argumentos de
essencialistas diferentes posições sobre a definição de resposta ao problema em
arte. estudo, com identificação prévia
dos critérios de comparação e
7
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
Clarificar os conceitos nucleares, as teses e os eventual publicação num
argumentos das teorias da arte como representação, ambiente digital (por exemplo, a
arte como expressão, arte como forma, teoria Plataforma Moodle).
institucional e teoria histórica. (A – D – E – F)
(Crítico/Analítico/Conhecedor/A
Analisar criticamente cada uma destas propostas de utónomo/Comunicador)
definição de arte.
Discussão num ensaio de uma
tese, e respetivos
argumentos, ou das teses e seus
argumentos, de
resposta ao problema em estudo.

8
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO

2024/2025 – 3.º Período


DISCIPLINA: Filosofia ANO: 11.º Ensino Secundário Total de aulas Previstas: 24

Descritores do Perfil
Domínios Aprendizagens Essenciais dos Alunos Referenciais de
Mês N.º Aulas Áreas Temáticas Ações Estratégicas
(Conhecimentos, Capacidades e Atitudes) Avaliação

Apresentação, pelos alunos, de A – Dominam os códigos que os


5.1. Religião, razão e fé. contraexemplos ao conceito teísta capacitam para a leitura e para 3º Período
de Deus. a escrita, compreendendo,
interpretando e expressando-
abr 5. A dimensão O problema da existência de Deus. (C – D – F) Instrumentos base
se oralmente e por escrito;
religiosa: análise e (Questionador/Crítico/Analítico/ (75%):
utilizam a linguagem verbal e
compreensão da Formular o problema da existência de Deus, Criativo/Sabedor) não-verbal para significar e
13 aulas experiência religiosa justificando a sua importância filosófica. 1 Teste (80%)
comunicar, produzir
[Filosofia da Religião Formulação pelos alunos, com conhecimento e partilhá-lo;
+
maio O conceito teísta de Deus. base no conceito utilizam linguagens simbólicas
teísta de Deus, de argumentos a como representação do real e 1 Ensaio (20%)
Explicitar o conceito teísta de Deus. favor da sua existência e do imaginário; aplicam estas
confronto dos argumentos linguagens aos diferentes
contextos de comunicação.
Argumentos sobre a existência de Deus: cosmológico apresentados com os argumentos Instrumentos
e teleológico (Tomás de Aquino); argumento tradicionais em estudo. complementares
B - Pesquisam, avaliam,
ontológico (Anselmo). validam, organizam (25%):
Redução dos argumentos a formas informação disponível em
Enunciar os argumentos cosmológico e teleológico de inferência fontes documentais físicas ou
Observação direta
(Tomás de Aquino) e ontológico (Anselmo) sobre a válida estudadas e análise da sua digitais; expõem e explicam a
em aula. (100%)
existência de Deus. validade e solidez. informação recolhida, fazendo-
(A – C) - (Conhecedor) o de forma crítica e autónoma.
O fideísmo de Pascal.
C – Colocam problemas,
Apresentação pelos alunos,
analisam a sua pertinência e
Caracterizar a posição fideísta de Pascal. individualmente ou em
procuram respostas; analisam
trabalho colaborativo de um ou
9
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
Analisar criticamente a posição fideísta de Pascal. dois argumentos sobre a criticamente essas respostas,
existência de Deus. generalizando-as a situações
O argumento do mal para a discussão da existência de (A – D – E – F) hipotéticas ou da vida real que
permitam testar a sua
Deus (Leibniz). (Crítico/Analítico/Conhecedor/A
consistência.
utónomo/Comunicador)
Clarificar o argumento do mal de Leibniz. D - Observam, identificam,
Discussão num ensaio de um dos analisam e dão sentido à
Analisar criticamente o argumento do mal de Leibniz. argumentos de resposta ao informação; pensam de forma
problema em estudo. abrangente e em profundidade
com recurso à lógica e
Exploração pelos alunos, em desenvolvem novas ideias e
fontes controladas, de formas soluções.
contemporâneas dos argumentos
E – Trabalham em equipa;
clássicos estudados.
adequam comportamentos às
diferentes situações;
6.1. Desenvolvimento de um dos seguintes temas Delimitação rigorosa de um interagem com tolerância,
problema filosófico aceitando diferentes pontos de
1. A redefinição do humano pela tecnociência. dentro de uma área temática. vista.

2. Problemas éticos na criação da inteligência artificial. Formulação do problema F - Reconhecem em si


maio filosófico em discussão. competências e dificuldades;
3. Problemas éticos e políticos do impacto da Fundamentação do problema expressam necessidades,
procuram ajuda e apoio para
sociedade da informação no quotidiano. filosófico e dos conceitos que o
atingir objetivos; desenvolvem
6. Temas/problemas da sustentam.
11 aulas de forma autónoma
jun cultura 4. Problemas éticos e políticos do impacto da estratégias para alcançarem
científico-tecnológica, de tecnociência no mundo do trabalho. Enunciação clara da(s) tese(s) e metas e desafios; demonstram
arte e de religião da(s) teoria(s) em discussão. confiança, resiliência e
5. Problemas éticos na manipulação do genoma persistência.
humano. Enunciação de posições com
clareza e rigor, com G – Manifestam consciência e
6. Questões éticas da reprodução assistida. possível apresentação de posições responsabilidade ambiental e
social; fazem escolhas que
próprias.
contribuem para a sua
7. Cuidados de saúde e prolongamento da vida.
segurança, saúde e bem-estar,
Mobilização com rigor conceitos bem como para a da
8. A legitimidade da experimentação animal. filosóficos na formulação de teses, comunidade onde estão
argumentos e contra-argumentos, inseridos.
9. A ciência e cuidado pelo ambiente. nomeadamente os adquiridos no
ano letivo anterior (Kant, Mill e H – Desenvolvem sentido
10. Organismos geneticamente modificados e o Rawls). estético, reflexivo,

10
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia
PLANIFICAÇÃO A MÉDIO/LONGO PRAZO
impacto ambiental e na saúde humana. comparativo, argumentativo;
11. Arte, sociedade e política. Confrontação crítica de teses e de valorizam o papel das várias
argumentos. formas de expressão artística e
do património
12. O ateísmo e os argumentos contemporâneos sobre Determinação das implicações
material e imaterial na vida e
a existência de Deus. práticas das teses e teorias em
na cultura das comunidades;
discussão. participam em atividades
13. Outros (desde que inseridos nas áreas filosóficas artísticas e culturais de forma
das Aprendizagens Essenciais propostas para o 11.º Aplicação adequada dos autónoma como público,
ano). conhecimentos filosóficos para criador ou intérprete,
pensar problemas que se colocam consciencializando-se das
às sociedades contemporâneas. possibilidades criativas.

Apresentação de soluções I-Compreendem, questionam,


investigam e aplicam
relevantes para esses problemas,
conhecimentos; manuseiam
articulando, quando possível, com instrumentos diversificados
outras áreas do saber, numa visão para imaginar e criar; planeiam
integradora que leve os alunos a etapas e concretizam projetos
mobilizar conhecimentos de modo fundamentado.
adquiridos anteriormente na
disciplina de Filosofia e em outrasJ – Reconhecem a importância
disciplinas do seu percurso das atividades motoras para o
escolar. seu desenvolvimento físico,
psicossocial, estético e
Utilização rigorosa de fontes, com emocional.
validação de fontes digitais
(autoria, atualidade, pertinência,
profundidade, enviesamento,
etc.) e respeito pelos direitos de
autor.
(A – B – C – D – E – F – G)
Questionador/Conhecedor/Infor
mado/Criativo/Comunicativo/
Participativo/Colaborador/Respo
nsável/Autónomo/Cuidador de si
e do outro

11
Responsáveis: Área disciplinar de Filosofia

Você também pode gostar