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Curso de Educação Multicultural na Guatemala

O curso de Educação Multicultural e Intercultural da Universidade de San Carlos da Guatemala visa promover a reflexão sobre as características históricas, políticas e sociais da Guatemala, capacitando professores para atuar em salas de aula de forma inclusiva. Composto por quatro módulos, o curso aborda temas como multiculturalidade, identidade e direitos dos povos indígenas, utilizando metodologias ativas e práticas pedagógicas. O objetivo é desenvolver competências que promovam a unidade na diversidade e a equidade nas relações sociais.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Curso de Educação Multicultural na Guatemala

O curso de Educação Multicultural e Intercultural da Universidade de San Carlos da Guatemala visa promover a reflexão sobre as características históricas, políticas e sociais da Guatemala, capacitando professores para atuar em salas de aula de forma inclusiva. Composto por quatro módulos, o curso aborda temas como multiculturalidade, identidade e direitos dos povos indígenas, utilizando metodologias ativas e práticas pedagógicas. O objetivo é desenvolver competências que promovam a unidade na diversidade e a equidade nas relações sociais.
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Mkdufn 1

Educação Multicultural
e Intercultural

USAC
TRICENTENÁRIO EFPEM PROGRAMA ACADÊMICO DE
ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO SEGUNDO
SEGUNDO
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE
Universidade de São Carlos da Guatemala
PROFESSORES
Apresentação
O curso de Educação Multicultural e Intercultural integra o currículo das carreiras de Docência
de Educação Intercultural para o Ensino Básico, Pré-primário e Ensino Intercultural Bilíngue,
do Programa Académico de Desenvolvimento Profissional Docente - PADEP/D. Que faz parte
da estratégia de Profissionalização de Recursos Humanos do Ministério da Educação, que se
desenvolve em coordenação entre o Ministério da Educação e a Escola de Formação de
Professores do Ensino Secundário -EFPEM- da Universidade de San Carlos de Guatemala-
USAC.

O conteúdo do curso foi dividido em quatro módulos de aprendizagem, cada um deles


projetado para ser executado em duas sessões presenciais; quatro horas cada; durante oito
semanas, perfazendo um total de trinta e duas horas e responder ao quadro de competências
estabelecido na Base Curricular Nacional Atual - CNB/V, implementada pelo Ministério da
Educação - MINEDUC.

Os conteúdos visam: Facilitar a aprendizagem, desenvolver competências, construir


conhecimentos e fortalecer as atividades de investigação que os alunos realizam nos diversos
centros educativos oficiais do país com os seus alunos.

As atividades não presenciais realizadas pelos alunos do Programa Acadêmico de


Desenvolvimento Profissional Docente - PADEP/D no âmbito do curso estão estabelecidas em
cada um dos módulos de aprendizagem; e entregam na pessoa correspondente.

Na seção seguinte são apresentados os conteúdos que correspondem ao Módulo 1. Na


primeira sessão presencial é desenvolvido o tema relacionado à Educação Multicultural e
Intercultural, integrando definições elementares, aspectos históricos, caracterização da
sociedade guatemalteca e multicultural e. Educação Intercultural no nosso país; Na segunda
sessão presencial é abordado o tema: Identidade, onde são definidos e caracterizados os tipos
de identidades, a importância dos Nahuales na cultura maia e a desigualdade na sociedade
guatemalteca.

2
Índice
Nota de ensino
Programa geral do curso
Dados gerais
Descrição
Metas
Competências
Dosagem de conteúdo
Metodologia
Avaliação
Pessoalmente 1
Educação Multicultural e Intercultural.
Multiculturalidade na História da Guatemala.
Interculturalidade na História da Guatemala.
Intraculturalidade e Endoculturação.
A Guatemala é um país multilíngue, multiétnico e pluricultural.
Significado e significado da interculturalidade na educação guatemalteca.
Pessoalmente 2
Cultura e Identidade
Identidade pessoal, autoestima e valores
Identidade étnica e cultural
Identidade nacional
Identidade a partir da cosmovisão
Desigualdade na sociedade guatemalteca
Os Nahuales
Referências

3
Nota de ensino

O facilitador deve promover um clima positivo na sala de aula que promova a participação
professor-aluno, baseado na equidade e no respeito mútuo.

Cada sessão presencial começa com um feedback sobre o tema abordado na semana
anterior, para reforçar novos conhecimentos e sanar dúvidas.

Cada novo tema começa com uma breve introdução e uma atividade que visa explorar os
conhecimentos prévios que os professores-alunos possuem sobre o tema; para enriquecer
os temas das sessões presenciais.

O facilitador deverá utilizar a técnica oral dinâmica para estabelecer os conhecimentos que
compõe o curso.

Evitar o abuso do trabalho em equipe com o objetivo de otimizar o tempo das sessões
presenciais e assim atingir as competências do curso.

Evitar a contaminação ambiental nas atividades do curso, utilizando resíduos quando


necessário e de acordo com o contexto.

Os capítulos dos módulos incluem definições que o professor-aluno deseja estabelecer no


momento do estudo em casa.

Os módulos apresentam processos metodológicos baseados no Atual Currículo de Base


Nacional – CNB/V – e enfatiza-se a importância de gerenciar o aspecto lúdico com critério e
sempre com objetivos específicos, de acordo com o conteúdo abordado para promover uma
aprendizagem significativa.

Nos módulos você encontrará ícones para orientar o facilitador na localização das
atividades de aprendizagem estabelecidas em cada sessão presencial.

A
B

Nota importante: Glossári

Para trabalhar em casa:

Lembrar: Refletir:

Programa geral do curso

4
Dados gerais
Curso: Educação Multicultural e Intercultural
Ciclo comum
Sábado (4 horas, manhã ou tarde)
Duração: 32 horas. 8 sessões

1. Descrição do curso
O curso Educação Multicultural e Intercultural faz parte do currículo do Programa Acadêmico de
Desenvolvimento Profissional Docente -PADEP/D-, que está sendo desenvolvido atualmente
pela Escola de Formação de Professores do Ensino Secundário da Universidade de San Carlos
da Guatemala em coordenação com o Ministério de Educação da Guatemala.

O curso baseia-se na análise dos processos históricos que surgiram na sociedade


guatemalteca e como eles determinaram o tipo de relações políticas, econômicas, culturais e
sociais que prevalecem no país até hoje, caracterizadas pela desigualdade, desigualdade e
intolerância em direção ao “outro”. Além disso, é dada ênfase ao instrumento de dominação
colonial que persiste até hoje e que se replica em toda a sociedade guatemalteca onde os
povos indígenas são desqualificados, com o objectivo de dominar, dividir a população e manter
o desenvolvimento económico e social concentrado na minoria do país. grupos. O curso aborda
temas históricos para que o professor-aluno do PADEP/D adquira uma consciência social,
baseada na história crítica do país, e desta forma esteja em condições de promover mudanças
profundas no desenvolvimento pedagógico e didático no seu trabalho como um professor-
aluno.

O curso Educação Multicultural e Intercultural é desenvolvido em quatro módulos que incluem


temas de Multiculturalidade e Interculturalidade, transculturação, endoculturação, obstáculos às
relações equitativas no país, Visão de Mundo e Direitos dos Povos Indígenas na Escola bem
como algumas estratégias didáticas para aplicar nas salas de aula o eixo transversal da
Multiculturalidade e da Interculturalidade estabelecido no Currículo Base Nacional -CNB-.

Metas

Em geral:
Promover a reflexão do professor-aluno sobre as características históricas, políticas,
econômicas, culturais e sociais da Guatemala e desta forma atuar em suas salas de aula para
promover a unidade na diversidade, apoiando o trabalho pedagógico na alteridade para
alcançar um país intercultural através da Educação.

Especificidades:
• Analisar as características da sociedade guatemalteca e a forma como determinam a
situação atual.
• Promova a identidade nacional, étnica e pessoal através de diferentes estratégias de
aprendizagem.
• Identifique as quatro cidades que compõem a sociedade guatemalteca.

5
2. Competências Estruturais
• Utiliza criticamente o conhecimento dos processos históricos a partir da diversidade dos
povos do país e do mundo, para compreender o presente e construir o futuro.
• Respeitar, conhecer e promover a cultura e visão de mundo dos Povos Garifuna, Ladino,
Maia e Xinca e de outros Povos do mundo.
• Vivenciar e promover a unidade na diversidade e a organização social com equidade,
como base do desenvolvimento plural.
• Utiliza o diálogo e diversas formas de comunicação e negociação como meio de
prevenção, resolução e transformação de conflitos, respeitando as diferenças culturais e
de opinião.

3. Competências e indicadores de realização.

A. Pratique valores, hábitos e atitudes que promovam a harmonia em sua família e


comunidade. (Nível pré-primário).
• Descreve os costumes e estilos de vida do campo e da cidade.

B. Participar na promoção de valores para a convivência harmoniosa na família e na


comunidade.
• Descreve normas, costumes e atividades que sua família pratica e que o ajudam a
conviver melhor com outras pessoas.

C. Viver juntos de forma solidária, respeitosa e tolerante em espaços onde partilham


diversidade de género, etnia e classe social. (Nível Básico, Ciclo I).
• Identifica os direitos de cada grupo étnico.
• Observar normas de convivência social baseadas em padrões culturais.
• Ele se identifica com sua cultura e etnia.
• Ele se identifica orgulhosamente com seu grupo étnico.

D. Propõe soluções para enfrentar os conflitos na vida familiar e escolar com base em
princípios interculturais e democráticos.
• Use o diálogo e o consenso na resolução de problemas.
• Utilizar o conhecimento e as experiências dos adultos na resolução de conflitos.

E. Valoriza a sua identidade pessoal, familiar, social, étnica e cultural de grupo, bem
como a sua participação, a dos pais e colegas no desenvolvimento das atividades em
família e em sala de aula.
• Respeite as diferentes identidades na sala de aula para uma coexistência pacífica.
• Valoriza as relações interétnicas e étnicas para manter a harmonia dentro da sala de
aula.

6
F. Evidenciar equidade e bom tratamento nas suas relações interpessoais, étnicas e
interétnicas na família, na escola e na sua comunidade.
• Valoriza a equidade e as relações étnicas e interétnicas em todas as esferas sociais,
económicas e políticas.
• Pratique um bom tratamento nas relações interpessoais com seus colegas de sala de
aula.

G. Viver juntos de forma solidária, respeitosa e tolerante em espaços onde partilham


diversidade de género, etnias e classes sociais.
• Aceita respeitosamente a diversidade de género, étnica e de classe social, para manter a
harmonia dentro e fora da sala de aula.

H. Promove atitudes e ações destinadas a erradicar a discriminação e a exclusão para


fortalecer a solidariedade e as culturas dos povos.
• Expressa a capacidade de reagir eticamente a estereótipos e preconceitos.
• Identificar a discriminação sexista, de género, etnocêntrica e o racismo.
• Identifica nos acordos de paz as recomendações destinadas a erradicar a exclusão e a
discriminação das mulheres e dos povos indígenas.

F. Valoriza a sua identidade pessoal e cultural, bem como a riqueza multicultural do


país, base para a promoção educativa de novas formas de relações sociais no país.
(Nível Básico Ciclo II).
• Praticar o multiculturalismo a partir da sua identidade pessoal e cultural no campo
educacional.

G. Reconheço as desigualdades sociais e culturais que conduzem à desigualdade, à


exclusão e ao racismo e estou empenhado em erradicar essas deficiências.
• Faz julgamentos sobre as causas sociais e culturais da desigualdade e suas
manifestações.
• Identifica as recomendações dos Acordos de Paz em relação ao racismo e à
discriminação étnica e de género.
• Interpreta a legislação guatemalteca do ponto de vista de como garante a equidade e a
luta contra a discriminação e o racismo.

H. Aplica propostas pedagógicas multiculturais e interculturais em sua sala de aula para


promover relações de convivência harmoniosa entre os diferentes povos deste país com
seus alunos.
• Identificar relações sociais de qualidade em contextos de diversidade.
• Pratique relações multiculturais e interculturais dentro da sala de aula.

D. Utilizar o conhecimento sobre os direitos das pessoas para buscar equilíbrio e


harmonia nas relações sociais.
• Descreve as funções das organizações que garantem os Direitos Humanos no país.
7
4. Dosagem de conteúdo

Pessoalme Número de
Módulo Teste conteúdo e programação
nte horas
Introdução
Teste: Aplicação de avaliação diagnóstica ou
Pré-teste.
Educação Multicultural e Intercultural.
Multiculturalidade na História da Guatemala.
1 Interculturalidade na História da Guatemala. 1 4
Intraculturalidade e Endoculturação.
A Guatemala é um país multilíngue, multiétnico e
pluricultural.
Significado e sentido da interculturalidade na
educação guatemalteca.
Cultura e Identidade.
Identidade pessoal, autoestima e valores.
Identidade étnica.
Identidade cultural.
Identidade nacional.
Identidade a partir da cosmovisão.
Desigualdade na sociedade guatemalteca.
1 Os Nawales. 2 4
Equidade.
Equidade de género, étnica e social.
Equidade, igualdade, preconceito e estereótipo.
Género e etnia – género e poder.
2 Avaliação parcial I. 3 4
Discriminação
Formas de discriminação, suas causas e efeitos na
2 4 4
sociedade.
Discriminação, racismo e exclusão social

8
Estratificação social.
Visão de mundo.
Entrega do portfólio (primeira parte).
Direitos dos Povos Indígenas.
O papel da Escola na Educação Multicultural e
3 5 4
Intercultural.

Educação para a Unidade, a Diversidade e a


Convivência. A Educação Intercultural e Multicultural
e os eixos transversais do Currículo Base Nacional.
3 Temas de acordo com a ODEC. Ciclo I. 6 4
Conhecendo-nos Construindo o nosso.
Coexistência. Ciclo II Conhecendo o nosso. Raízes
Valorizando nossa Convivência.
Avaliação parcial II.
Autoconhecimento e esclarecimento dos valores dos
4 quatro povos. 7 4
Estratégias para a prática e convivência do
Multiculturalismo e da Interculturalidade na sala de
aula.
Entrega do projeto de pesquisa-ação.
Entrega do portfólio (segunda parte).
Estratégias para o desenvolvimento do julgamento
4 moral. Estratégias para desenvolver a capacidade 8 4
de tomada de perspectiva social e empatia.
Avaliação final.
Pós-teste.
Entrega de notas preliminares.

5. METODOLOGIA
O conteúdo do curso será desenvolvido presencial e remotamente. O aluno deverá frequentar
presencialmente oito sábados consecutivos, dedicando quatro horas por sábado ao curso,
totalizando 32 horas. A distância, o professor-aluno deverá desenvolver as atividades
pedagógicas que o curso sugere para completar o aprendizado presencial, construindo assim
seu próprio conhecimento, que acumulará em um portfólio que evidenciará seu aprendizado.

A maior parte das atividades do curso serão desenvolvidas seguindo um processo


metodológico que inclui: Conhecimento prévio, construção de novos conhecimentos,
processamento de informações e aplicação de novos conhecimentos, conclusões e avaliação.
É fundamental que o professor-aluno tenha uma atitude crítica e propositiva, bem como uma
disciplina de leitura e pesquisa-ação.

9
As experiências de aprendizagem propostas em cada um dos módulos são:

• Aplicação prática em sala de aula.


• Leituras curtas e análise crítica.
• Técnica de apresentação oral dinâmica.
• Pesquisa-ação.
• Portfólio

As sessões presenciais serão desenvolvidas através de diversas técnicas pedagógicas, que


permitem ao professor-aluno ter a oportunidade de exprimir as suas dúvidas relacionadas com
o tema e ao facilitador dissipar essas questões com base no seu conhecimento e experiência
científica. Uma vez explicados os temas e suas dúvidas pelos professores-alunos, são
fornecidas as ferramentas necessárias para aplicação em sala de aula.

O portfólio é a produção pessoal de conhecimento que se constrói ao longo do


desenvolvimento de cada um dos quatro módulos que compõem o curso e onde você deve
trabalhar todas as atividades solicitadas nos módulos e nas sessões presenciais. Para efeitos
de entrega do Portfólio poderão ser utilizados: Esquemas, diagramas, ilustrações, fotografias,
linguagem coloquial e outros recursos didáticos que confiram uma forma atrativa ao relatório
sem perder o seu rigor científico.

6. AVALIAÇÃO
Requisito para ser elegível ao exame final é ter obtido um mínimo de 80% de assiduidade e
uma área mínima de 31 valores. A zona acumulada é de 70 pontos e o curso considera-se
aprovado se o aluno obtiver uma pontuação de 61 pontos.

Os aspectos somativos a avaliar e a sua ponderação são os seguintes:


Não. Atividade Pesagem
1. Trabalho realizado em sala de aula e em casa 30
2. Primeira Parcial 10
3. Segunda Parcial 10
4. Projeto de pesquisa-ação 10
5. Portfólio 10
6. Avaliação final/Sem danças ou refeições 30
7. Total 100 pontos

Nota: Avaliações na disciplina de Educação Multicultural e Intercultural


Não são bailes ou refeições regionais, pois geram gastos desnecessários aos alunos e
não fazem parte das atividades metodológicas.

Pessoalmente 1

Tópicos:

Educação Multicultural e Intercultural.

1
0
Multiculturalidade na História da Guatemala.

Interculturalidade na História da Guatemala.

Intraculturalidade e Endoculturação.

A Guatemala é um país multilíngue, multiétnico e pluricultural.

Significado e significado da interculturalidade na educação guatemalteca.

Introdução
O facilitador se apresenta e dá as boas-vindas aos professores-alunos e indica o nome do
curso e seus objetivos.

Os temas listados no presencial nº. 1, são a base para compreender a importância que o curso
tem em relação à prática pedagógica que os professores-alunos realizam em sala de aula com
os alunos sob seus cuidados.

Socialização do programa do curso

Técnica: Leitura participativa

Estratégia: Passos para preparar o portfólio

• O facilitador deverá explicar com clareza a metodologia definida para a elaboração e


entrega do portfólio do curso, pois esta é de grande utilidade para o professor-aluno na
realização da sistematização exigida pelo Programa Acadêmico de Desenvolvimento
Profissional Docente do PADEP/D.

Explicação das etapas de desenvolvimento do projeto de pesquisa-ação.

O facilitador deverá explicar de forma detalhada e clara a metodologia que será utilizada
durante o desenvolvimento do projeto, bem como a data de entrega.

1
1
Atividade 1. Avaliação diagnóstica (pré-teste)
Técnica: Avaliação escrita
Estratégia:
• O facilitador solicita que os professores-alunos sigam as instruções precisas para
responder o Pré-teste, diagnosticar conhecimentos prévios e complementá-los durante o
desenvolvimento do curso.

• O professor-aluno completa a avaliação diagnóstica.

Atividade 2
Técnica: Brainstorming
Estratégia:
• O facilitador aplica a técnica de brainstorming para detectar os conhecimentos prévios
dos professores-alunos, em relação à Educação Multicultural e Intercultural.

• O facilitador distribui aos grupos de trabalho de cinco membros, imagens ilustrativas que
refletem a Multiculturalidade, a Interculturalidade, a Intraculturalidade e a
Endoculturação. (Material preparado pelo facilitador).

• Os grupos de trabalho analisam a imagem correspondente e escrevem a sua


interpretação em folhas de papel sulfite branco tamanho carta.

• Elaboração do mural didático com a análise realizada por cada grupo.

• Plenária para tirar conclusões e executar a avaliação do processo por


via
oral.
Amodio (1988) Educação Multicultural e Intercultural
afirma. “A cultura é Multiculturalismo na história da Guatemala
a resposta que
gerações de A Guatemala é um país com grande riqueza natural, cultural e
pessoas deram económica, caracterizado pela existência de grandes contrastes sociais,
aos problemas que desde a invasão (conquista) da Guatemala, construída e fortalecida na
surgiram ao longo época colonial.
da sua história”
(p.9). Vásquez (1937) assim dizia: “Gachupín con criollo, gavilán con pollo”
aludiu à inimizade entre espanhóis e crioulos na época colonial, ditado
popular entre os mestiços da época, com uma intenção depreciativa e
zombeteira para com eles (p. 326).

1
2
Becker e Richards Crioulos, termo que designa na época colonial os espanhóis
(1992) Afirmam. nascidos na América, sem qualquer tipo de miscigenação, com
“Adquirimos cultura ascendência indígena, descendentes dos conquistadores. (Antigos
através da crioulos)
aprendizagem,
desde o momento Os espanhóis peninsulares são aqueles que chegaram à
em que nascemos. Guatemala como funcionários do sistema e ambiciosos emigrantes
A forma como um das riquezas do novo mundo. (Novos crioulos)
bebê é alimentado,
banhado ou Se houve desigualdade e confronto entre os espanhóis devido à sua
vestido já reflete origem; A situação do índio (assim chamado pelos espanhóis) desde a
aspectos da consolidação da conquista foi de abusos e maus-tratos até chegar à
aplicação da escravidão.
cultura” (p.7).
Esses abusos e maus-tratos foram sofridos especificamente pelas
mulheres indígenas, onde segundo Fuentes (1932) “O sequestro e
estupro de mulheres indígenas durante a conquista foi um fenômeno
tão frequente quanto o roubo de alimentos, joias e outros bens. A
mesma impunidade presidiu a todas estas formas de pilhagem” (p.431).
CHAPIN
Termo Situação que começa com a mistura entre indígenas e espanhóis, os
discriminatório filhos resultantes dessa união são chamados na conquista: Mestiços
cunhado pelos
espanhóis em Durante a conquista e início da colônia, a miscigenação era muito fácil
relação aos de identificar e categorizar, mas à medida que esses mestiços
guatemaltecos cresceram e formaram suas famílias com outros segmentos
como produto do populacionais, tornou-se ainda mais complicado categorizar de acordo
desconforto dos com a origem.
espanhóis em
chamá-los de Severo (1970) “Na colônia surgiram três tipos de mestiços que eram
GACHUPIN propriamente “mestiços”; a procriada por um espanhol com uma negra,
Também podemos chamar de básico: aquele criado pelos espanhóis com a Índia, que foi
chamado “mulata”; aquela procriada por um negro com uma índia chamada “zambo”.
chamada
”(pág.267).

Mestiço ---------------------- Mistura

Neste momento também surge (1524) “o conceito ladino é mais amplo que o mestiço porque
inclui os negros” (p. 274).

O conceito ladino é utilizado para se referir a todos aqueles povos que não eram indígenas,
espanhóis ou descendentes puros de espanhóis.

1
3
Os espanhóis, os crioulos e os tipos básicos de mestiços mencionados acima coexistem na
sociedade guatemalteca até hoje, e desde o seu surgimento
& coexistiram, ou seja, ocorreu o que se chama de Multiculturalismo,
REFLEXÃO porém este preceito é limitado, por isso é necessário nos
aprofundemos um pouco mais e para isso vamos analisar o que
Você considera Giménez, C. diz sobre isso. (2000) “A multiculturalidade tem dois
um orgulho significados. A primeira é simplesmente a descrição da diversidade
chamar-se cultural que existe num determinado território, uma realidade que aí
CHAPÍN? existe, que não temos que imaginar ou inventar. A segunda é como a
Considera que vida social e pública deve ser organizada com base nessa diversidade.”
este período deve Portanto, embora seja importante ter em conta a descrição do aspecto
ser promovido na multicultural, é de maior importância analisá-lo, estudá-lo, fortalecê-lo e
Escola junto dos praticá-lo, apoiado na organização social e na diversidade; Para isso é
seus alunos, como necessário consolidar a identidade étnica para alcançar uma identidade
parte integrante da nacional onde cada guatemalteco sinta e pratique o orgulho de ser um.
identidade
nacional? Por isso é tão necessário que ao falarmos em multiculturalismo
enfatizemos a aceitação e o fortalecimento do outro, entendendo isso
como a maneira particular e diferente que a sua própria cultura tem
seus próprios costumes e atitudes e que sem motivo devemos tentar
igualar mas não menosprezar, simplesmente visualizar e aceitar que o
caminho para o desenvolvimento político, económico, cultural e social é
respeitar as diferenças e não esquecer a unidade na diversidade.

Outra perspectiva é:

É um conceito de antropologia sociológica ou cultural. Significa que se confirma a existência de


diferentes culturas num mesmo espaço geográfico e social. No entanto, estas culturas
coexistem, mas têm pouca influência umas sobre as outras e geralmente não são permeáveis
umas às outras. Eles ficam em guetos e vivem vidas paralelas. A sociedade de acolhimento é
normalmente hegemónica e costuma estabelecer hierarquias jurídicas e sociais que colocam
outros grupos em condições inferiores, o que leva ao conflito, pelo menos ao preço, à criação
de estereótipos e preconceitos, dificultando a convivência social, sempre em detrimento da os
grupos mais fracos. Nos casos em que existe equidade e respeito mútuo, podemos passar do
multiculturalismo para o multiculturalismo.

Miguel Argibay. Hegoa. (2003).

O multiculturalismo está representado até hoje na vida cotidiana; de cada guatemalteco quando
observamos a coexistência dos quatro povos, mas sem nenhuma relação maior do que a
satisfação de alguma necessidade específica que proporcione benefício econômico, social,
cultural ou social; Em ocasiões muito limitadas é representada uma inter-relação entre culturas,
aspecto originado pelas características contextuais da nossa sociedade, onde desde o
momento da invasão (conquista) foi utilizada a estratégia de divisão para atingir fins nefastos,

1
4
de um sistema baseado na desigualdade social , como ferramenta de dominação e
enriquecimento para poucos e carência para muitos; Portanto, é imperativo encarar o
multiculturalismo como um aspecto positivo, mas utilizado em benefício da maioria, respeitando
a nossa grande riqueza cultural.

Interculturalidade na história da Guatemala


Apesar desta grande diversidade que tem sido discutida, não somos um país intercultural,
portanto o caminho para a paz e portanto para o desenvolvimento ainda deve ser construído
mas sobre bases sólidas de equidade social, e não como tem sido feito até agora com base na
“igualdade”. visando o último; Sem respeitar e muito menos aceitar a diferença, não se pode
ter uma cultura de paz baseada na exclusão, na discriminação e na marginalização que só
provoca conflitos interétnicos onde se disputa a supremacia sobre o outro.

Este é precisamente o objectivo de um sistema injusto para dividir e distrair a atenção dos seus
habitantes nesta luta baseada na etnicidade; que só provoca maior pobreza nas maiorias e
mais riqueza nas minorias que, no final, este é o objectivo final de qualquer sistema económico
onde tudo é para poucos e nada para muitos; e isso nos leva a uma questão essencial: você
considera que ao longo da História da Guatemala a Interculturalidade foi aplicada? Por
exemplo, uma pessoa Xinca interage com um Garífuna, um Maya com um mestiço, uma Xinca
com um Maya, um Garífuna com um mestiço, ou em todas as combinações possíveis; mas em
que condições? Eles estão relacionados? de patrimônio? Ou você apenas reconhece as
diferenças? E não são os pontos convergentes; muitos guatemaltecos indicam que conseguem
se relacionar com qualquer pessoa de qualquer grupo étnico sem nenhum problema; mas na
vida quotidiana pratica discriminação quando lhe é apresentada uma situação em que a sua
supremacia étnica pode diminuir; É importante destacar que este aspecto foi visualizado em
pessoas pertencentes às quatro cidades que compõem a sociedade guatemalteca; onde os
guatemaltecos de um grupo étnico atacam outros grupos étnicos e vice-versa.

Interculturalidade refere-se a: Concepção de mundo, de vida e de sociedade que insiste na


necessária interação entre culturas não só a partir do reconhecimento e valorização das
diferenças, mas também do aproveitamento digno das convergências dessas culturas. Esta
concepção se reflete e se projeta

1
5
em pensamentos, práticas e projetos compartilhados que permitem o desenvolvimento de cada
pessoa e de cada cultura. UNESCO Guatemala (sf).
Jiménez, C. (2000). Indica que: A interculturalidade possui algumas características que devem
ser levadas em consideração. (Págs. 20-22).

• Convicção de que existem ligações, pontos comuns, valores comuns entre culturas.
• As culturas não podem desenvolver-se isoladamente, necessitam de interacção e
interdependência com outras.
• É preciso aprender a conviver com outras culturas.
• O interesse das pessoas pelas culturas estrangeiras precisa de ser estimulado, apoiado e
promovido.
• É valiosa a atitude autocrítica das pessoas em relação à sua própria cultura, o que não
significa perda da sua própria identidade cultural ou sentimento de pertença.
• Pesquisa e utilização de pontos comuns, convergências e interesses comuns.
• Disposição para aprender com outras culturas.
• Esforços para prevenir conflitos interétnicos e resolvê-los pacificamente.
• Capacidade de desenvolver projetos de desenvolvimento comuns.
• Superando o etnocentrismo (Sentir que nossa cultura é superior, que os outros são
inferiores, ou atitude pela qual julgamos, entendemos e queremos fazer tudo apenas a
partir de nossas visões culturais)
• Tolerância relativa para com os outros. (Não se trata de tolerar tudo, por exemplo, a
injustiça).
• Encontro profundamente pleno entre pessoas de diferentes culturas: Personalizando a
interculturalidade. Trata-se de “dar uma cara” às culturas.

A interação interétnica é essencial na Guatemala, que se caracteriza


por graves problemas sociais que afetam toda a população e que são
suscetíveis de soluções, mas que são agravados pela divisão social
Nota importante
em que estamos imersos.
Portfólio
Porém, esta interação étnico-social é possível desde que seja baseada
Prepare um mapa no respeito e na dignidade humana, para que se alcancem mudanças
étnico-linguístico estruturais e não mudanças superficiais que pouco ou nada
das 4 cidades contribuem para o bem comum, estabelecido na constituição da
que compõem a República da Guatemala. .
Guatemala.

1
6
Guatemala, país multilíngue, multiétnico e multicultural
Na Guatemala, o confronto armado interno que começou em 1962 ceifou um grande número de
vidas humanas, bem como elevados custos económicos, institucionais e materiais; situação
que fez com que a Guatemala mergulhasse num clima de violência onde houve uma violação
contundente dos direitos humanos; já que a sociedade civil estava envolvida e eles ficaram
presos entre dois incêndios (Força do estado militar vs. Guerrilha), a Comissão de
Esclarecimento Histórico (CEH), registou um total de 42.275 vítimas, entre homens, mulheres e
crianças, 23.671 são vítimas de execuções arbitrárias e 6.159 de desaparecimentos forçados.
Das vítimas identificadas, 83% eram maias e 17% eram ladinas.

Combinando estes dados com outros estudos neste sentido, chegamos


a um número aproximado de vítimas causadas pelo confronto armado
de mais de 200.000 pessoas.

Reflexão É importante mencionar que ao longo da história da Guatemala o


Estado foi autoritário e excludente, racista, tanto nos seus preceitos
Quais foram as como na prática, no caso do conflito armado interno esta violência foi
causas dirigida desde o Estado contra estas maiorias, com. ênfase na
estruturais do população maia, bem como naqueles que lutavam naquela época pela
conflito armado justiça social.
interno na
Guatemala? A CEH conclui que os factores que determinaram em sentido profundo a
origem e a subsequente eclosão do confronto armado foram: a injustiça
estrutural, o encerramento de espaços políticos, o racismo, o
aprofundamento de uma institucionalidade exclusiva e antidemocrática e
Em 29 de a relutância em promover reformas substantivas. que poderia ter
dezembro de reduzido os conflitos estruturais.
1996, foi
assinada uma Embora seja verdade que estes factores causaram o confronto armado
paz firme e interno na Guatemala, considera-se que a causa essencial do mesmo
duradoura na foi o factor económico; relacionado como sempre com o imperialismo
Guatemala. dos Estados Unidos que forneceu armas ao Exército da Guatemala,
Entre o Governo para intimidar o povo através dos seus mecanismos de terror
da República da estabelecidos e praticados contra todos aqueles que estavam contra o
Guatemala e a Governo.
Unidade
Revolucionária A Guerra Fria também teve uma influência especial na guerra interna da
Nacional da Guatemala, e assim a política anticomunista promovida pelos Estados
Guatemala Unidos recebeu esplêndido apoio
(URNG).

1
7
da elite política de direita e dos sectores de poder guatemaltecos,
enquanto aquele país se mostrou disposto a fornecer apoio aos regimes
militares, e assumiu a forma de assistência e reforço do aparelho de
inteligência nacional e de formação de oficiais na guerra de contra-
insurgência; factores-chave que influenciaram as violações dos
direitos humanos durante o confronto armado.
Na Guatemala, o pensamento anticomunista já enraizado desde a década de 1930 como
defesa das tradições, dos valores e da religião foi muito bem recebido, pois já na década de
1950, a alta hierarquia da Igreja Católica classificava como “qualquer posição que
contradissesse o seu discurso”. comunista” contribuindo assim para dividir e confundir ainda
mais a sociedade guatemalteca.

Entre 1978 e 1983, com a expansão da base de apoio e do escopo de atuação da guerrilha, em
diversas regiões do país o Exército identificou os maias como um grupo relacionado à guerrilha.
A consequência desta situação, amplamente documentada pelo CEH, foi. agressão massiva e
indiscriminada às comunidades, independentemente do seu envolvimento real na guerrilha,
bem como com indiferença à sua condição de população civil e não combatente. Com os
massacres, as operações de terra arrasada, os sequestros e execuções de autoridades, líderes
e guias espirituais maias, o objetivo não era apenas quebrar as bases sociais da guerrilha, mas
sobretudo desestruturar os valores culturais que garantiam a coesão. e ação coletiva das
comunidades.

O conflito armado interno causou grande devastação ao longo da história desde o seu início,
culminando com a assinatura dos Acordos de Paz em 29 de dezembro de 1996.

Para chegar à assinatura dos Acordos de Paz, foram necessárias ações prévias em termos de
negociação entre as partes, o Governo da República da Guatemala e a Unidade Revolucionária
Nacional da Guatemala (URNG).

Acordo sobre Que os povos indígenas incluem: O povo Maia, o povo Garifuna e o
Identidade e povo Xinca, e que o povo Maia é constituído por diversas expressões
Direitos dos socioculturais com raízes comuns;
Povos Indígenas
(1995) Que como resultado de sua história, conquista, colonização,
deslocamentos e migrações, a nação guatemalteca
um carácter multiétnico, multicultural e multilingue; Que as partes
reconheçam e respeitem a identidade e os direitos políticos, econômicos, sociais e culturais dos
povos maia, garifuna e xinca, dentro da unidade da Nação e da indivisibilidade do território do
Estado guatemalteco, como componentes dessa unidade .

1
8
Que os povos indígenas têm sido particularmente sujeitos a níveis de discriminação,
exploração e injustiça devido à sua origem, cultura e língua, e que, como
A Guatemala
muitos outros sectores da comunidade nacional, sofrem de tratamento e
é composta
condições desiguais devido à sua condição económica e social .
por quatro (4)
Que esta realidade histórica afetou e continua a afetar profundamente estes
cidades:
povos, negando-lhes o pleno exercício dos seus direitos e da participação
política, e dificultando a configuração de uma unidade nacional que reflita,
Garífuna
na sua devida medida e com a sua plenitude de valores, os ricos fisionomia
Maya
plural da Guatemala.
Xinca Ladino
Que enquanto este problema da sociedade guatemalteca não for resolvido,
o seu potencial económico, político, social e cultural nunca poderá
desenvolver-se em toda a sua magnitude e ocupar no concerto mundial o
lugar que lhe corresponde devido à sua história milenar e a grandeza
espiritual de suas cidades.
3 POVOS Considera-se Acordo sobre Identidade e Direitos dos Povos Indígenas:
INDÍGENA Governo da República da Guatemala e Unidade Revolucionária Nacional da
S Guatemala (URNG) (1995).

Maia A Guatemala é formada por quatro povos: Maia, Garifuna, Xinca e Ladino.
Garifuna
Xinca As quatro cidades visíveis na Guatemala têm características culturais próprias,
mas compartilham o mesmo território e a mesma história; que afecta o seu desenvolvimento
integral como seres humanos, uma vez que a divisão sempre foi encorajada do ponto de vista
étnico, mas que no final a grande maioria é composta por habitantes das quatro cidades e que
vivem em condições de pobreza e extrema pobreza, fenómenos que não discriminam por
serem maias, garífunas, xincas ou ladinos; Portanto, devemos promover a unidade na
diversidade na vida quotidiana e nos aspectos políticos, económicos, sociais, culturais e,
sobretudo, nos ambientes educativos.

Significado e significado da interculturalidade na educação guatemalteca.


Na Guatemala, com base nos Acordos de Paz e especificamente no Acordo sobre Identidade e
Direitos dos Povos Indígenas; subseção G. Reforma Educacional, onde se estabelece que:
Governo da República da Guatemala e Unidade Revolucionária
Nacional da Guatemala (URNG), (1995) “O sistema educacional é um
dos veículos mais importantes para a transmissão e desenvolvimento
de valores culturais e conhecimento . Deve responder à diversidade
cultural e linguística da Reflexão

Você acha que a


Educação
Intercultural é
praticada na
Guatemala e por
quê?

1
9
Guatemala, reconhecendo e fortalecendo a identidade cultural indígena, os valores maias e os
sistemas educacionais de outros povos indígenas, o acesso à educação formal e não formal, e
incluindo nos currículos nacionais, os conceitos instituições educacionais indígenas.
Apoiado neste compromisso, o sistema educativo nacional inicia as suas reformas em matéria
de descentralização e regionalização para adaptar a educação às necessidades linguísticas e
culturais; conceder um papel de liderança às comunidades e famílias no que diz respeito aos
interesses educacionais; As concepções educacionais dos povos indígenas estão integradas
em seus componentes filosóficos, científicos, pedagógicos, linguísticos, históricos, artísticos e
político-sociais; Promove-se a educação intercultural bilíngue e valoriza-se o estudo e o
conhecimento das línguas indígenas; que conteúdos que fortaleçam a unidade nacional,
respeitando a diversidade cultural, sejam incluídos nos planos educacionais; Professores
bilíngues e técnicos indígenas são contratados e treinados para desenvolver a educação em
suas comunidades. Vários esforços foram feitos para consolidar esta reforma educativa que até
hoje se constrói com a participação de todos os setores da sociedade e especificamente com
os membros da comunidade educativa; Um desses grandes esforços foi a formulação do
currículo base nacional que foi instituído em 2007 com o propósito de a educação apoiar as
suas ações sob um referencial técnico que define as finalidades da educação, os objetivos da
educação, o seu aspecto filosófico e este documento define o seu aspecto filosófico.
conteúdos, indicadores de desempenho e competências que o aluno deve atingir como produto
do seu processo de formação, em cada uma das áreas estabelecidas para o efeito. Os eixos
transversais no processo educativo do nível inicial pré-primário e primário são de extrema
importância para alcançar uma educação integral em; Esta seção define o eixo do
multiculturalismo e da interculturalidade, que deve ser aplicado em cada uma das atividades de
todas as áreas do Currículo Nacional Base Atual-CNB/V.

O eixo do multiculturalismo e da interculturalidade deve ser baseado na


A educação é o
equidade dentro das salas de aula, não é um curso ou uma atividade
melhor veículo
específica, é trabalhá-lo e aplicá-lo no dia a dia.
para fazer
mudanças
A educação intercultural tem dois significados:
estruturais em
qualquer país,
mas uma
• Educar-nos a partir de estruturas, programas e ações
verdadeiramente interculturais. (Por exemplo, esforços e programas de
Educação educação intercultural e bilíngue, instituições que fortalecem a presença
baseada na de pessoas de diferentes culturas...)
equidade.

2
0
• Educar-nos para a interculturalidade: Aprender a ser intercultural.
Ambos os sentidos são necessários para que possamos tornar a educação intercultural uma
realidade.
A Educação Multicultural busca:

• O conhecimento e modificação de estereótipos ou preconceitos em relação a outras


culturas.
• O conhecimento e a avaliação crítica desrespeitosa da nossa própria cultura e da cultura
dos outros.
• A aquisição e o fortalecimento de atitudes e comportamentos em favor da justiça e da
dignidade de cada ser humano (Portanto, de cada cultura).
• O desenvolvimento de opções, atitudes e comportamentos
(individuais e coletivas) que superem a “cultura da discriminação” e permitam a todos
alcançar uma cultura baseada no pluralismo e no encontro intercultural.
UNESCO Guatemala, (sf) Educação intercultural.

O termo intercultural refere-se explicitamente à dimensão cultural do processo educativo e à


aprendizagem significativa, social e culturalmente situada; bem como uma aprendizagem que
procura responder às necessidades básicas dos alunos de sociedades étnica e culturalmente
diferenciadas. Lopes, L. (2001).

O Currículo Base Nacional responde a essas necessidades dos alunos e visa alcançar uma
aprendizagem significativa onde sejam alcançadas as competências essenciais para se
desenvolver no ambiente de trabalho e social e desta forma os cidadãos
guatemaltecos que tiveram acesso à educação formal se formam com um
perfil educacional de acordo às exigências do mundo globalizado; A
educação intercultural visa estabelecer uma relação entre os
Portfólio conhecimentos dos povos indígenas e a cultura ladina com o objetivo de
que sejam complementares e que se consiga a transformação de um
Colete sistema educativo onde todas as culturas sejam levadas em consideração
informações, para melhorar as condições de vida dos. Guatemaltecos; A orientação
revise as que está sendo dada à educação a partir da reforma educacional é que
informações e os alunos desenvolvam uma visão positiva em relação às outras culturas,
depois escreva 2 respeitando-as através do conhecimento delas; desenraizar o
páginas sobre: pensamento negativo que ocorreu na nossa sociedade em relação à
diversidade étnica; A educação é o melhor veículo para realizar
• Equidade
mudanças estruturais em qualquer país, mas uma educação baseada na
• Igualdade equidade.
• Diferença
entre
ambos.

2
1
É necessário ressaltar que na escola a educação intercultural não é apenas a relação entre
maias e mestiços, mas também com os povos Garifuna e Xinca; As escolas são cada vez mais
interculturais na Guatemala, a migração interna é cada vez mais comum devido às
necessidades económicas das famílias pertencentes às quatro cidades; Portanto, o professor
deve ter clareza sobre o que a educação intercultural busca, a fim de alcançar a unidade na
diversidade na prática social; e vivenciar o multiculturalismo e a interculturalidade na escola.

Não se trata apenas de expressar respeito, nem de realizar danças folclóricas nas atividades
escolares; muito menos solicitar que meninos e meninas se vistam ou (disfarcem) com trajes
indígenas; pois dependendo da forma como as atividades são geridas, pode-se perceber como
a desqualificação de uma cultura ou outra no ambiente educacional é regularmente direcionada
mais para a população maia; Este tipo de ações dentro da escola pode gerar racismo e, longe
de alcançar uma identidade étnica, gera-se desigualdade; Por exemplo, nas escolas é comum
organizar o chamado “mercado”, porém se analisarmos a fundo a mensagem que estamos
passando à criança é que a população maia é a única que deveria estar neste tipo de atividade
laboral já que para o mercado as crianças devem se vestir como indígenas (maias); Portanto,
devemos ter cuidado com o tipo de atividades que planejamos dentro do centro educacional
para não promover os aspectos negativos que tanto dano causaram à sociedade guatemalteca;
e que é mais questionável se são reproduzidos na escola.

Outro aspecto importante na educação intercultural é a aprendizagem da língua materna. Este


aspecto tem sido amplamente discutido em nosso país e é de extrema importância a
manutenção das línguas indígenas; Porém, pouco se fala sobre como é o clima escolar dentro
de uma sala de aula intercultural onde é formada por meninas e meninos, alguns deles
bilíngues e outros monolíngues, portanto o educador deve promover o
Pesquisa-ação respeito mútuo e não usar a língua como um instrumento de
discriminação para crianças bilingues e monolingues; Pelo contrário,
Identifique e promover a sua aprendizagem no quotidiano no relacionamento social
selecione 1 problema dos alunos.
que surge em sua
sala de aula, com A educação multicultural e intercultural não deve ser abordada
seus alunos. separadamente, uma vez que estão intimamente relacionadas; já que
O problema deve nas salas de aula não é positivo voltar ao passado e tentar visualizar
estar relacionado todos os alunos como parte de uma única cultura, mas também não é
com o tema do curso positivo discriminar porque a minoria pertence a outra, que não é a
de Educação dominante na sala de aula; O tratamento deve ser equitativo para
Multicultural e alcançar o conhecimento do outro e assim alcançar o
Intercultural. desenvolvimento integral para uma melhor convivência em sociedade.

São sugeridas algumas atividades que podem ser realizadas dentro


das salas de aula para promover o multiculturalismo e a
interculturalidade:
• Integrar o eixo transversal do multiculturalismo e da interculturalidade em todas as
áreas.

2
2
• Elabore material didático com mensagens positivas das quatro cidades.
• Entrevistas com líderes comunitários.
• Entrevista guias espirituais da comunidade.
• Entrevistas com pessoas pertencentes aos quatro municípios que vivem em sua
comunidade.
• Observação direta do tratamento dado à população maia nos mercados por pessoas
pertencentes às quatro cidades.
• Estudos de caso de pessoas pertencentes às quatro cidades.
• Análise crítica da forma como as danças tradicionais maias, garifunas e xincas são
representadas, a nível artístico, dentro e fora da comunidade.
• Relação entre línguas indígenas guatemaltecas e línguas estrangeiras.

Atividade 3
Técnica: Caixa de entrada dupla
Estratégia:
• O facilitador orienta os professores-alunos a lerem o tema: Guatemala País Multilíngue,
Multiétnico e Pluricultural, que aparece no módulo para análise em pares.

• Exercício: Preparar uma tabela de dupla entrada onde ficam estabelecidas:


Contribuições do documento e contribuições do professor-aluno.
Caixa de entrada dupla

Lendo contribuições Contribuições professor-aluno

• Reflexo dos resultados registrados na tabela de dupla entrada.

• O facilitador explica através de uma apresentação oral dinâmica o tema: Significado e


significado da interculturalidade na Educação e o que está relacionado com a História da
Guatemala.

• O professor-aluno realiza uma síntese das experiências vivenciadas em sala de aula em


relação ao tema abordado e registra no organizador gráfico: Árvore Gráfica.

2
3
NOME DATA

ÁRVORE GRÁFICA
ESCREVA ALGO SOBRE O TEMA NOS RAMOS DA ÁRVORE

Direitos Reservados de www.organizadoresgraficos.com

• Plenária para construir conclusões e aprendizados significativos.

• Fechamento onde é estabelecida a preparação de tarefas para o portfólio.

2
4
Para trabalhar em casa:
• Ler o conteúdo das sessões presenciais 1 e 2 do módulo I.

• Lembre-se de organizar as atividades realizadas em sala de aula para adicioná-las ao


portfólio.

-Glossário:

• Selecione 5 conceitos significativos, defina-os e ilustre-os em ordem alfabética e adicione-


os ao portfólio.

2
5
Pessoalmente 2

Tópicos

Cultura e Identidade
Identidade pessoal, autoestima e valores
Identidade étnica e cultural
Identidade nacional
Identidade a partir da cosmovisão
Desigualdade na sociedade guatemalteca
Os Nahuales

Introdução
A segunda sessão presencial tem como foco identificar e diferenciar a importância de cada um dos
temas para a aquisição de conhecimento científico na formação de professores-alunos.

Como resultado do exposto, servirá para analisar as desigualdades na sociedade guatemalteca. Para
isso, começaremos pelas definições conceituais de cada tema, para depois entrarmos em suas
análises e reflexões.

Atividade 1
Feedback presencial 1
Técnica: Bingo
Estratégia:
• Feedback da sessão presencial 1 com a técnica de bingo, que se desenvolve da seguinte
forma: O facilitador distribui fichas relacionadas aos temas vistos na aula anterior.

• O facilitador indica os nomes dos temas, e quando um professor-aluno tiver o nome do tema,
explicará em que consiste e assim sucessivamente com os temas da sessão presencial
anterior.
• O facilitador fixa o conhecimento ao final da atividade

Cultura

Malinoswki (citado por Campo, 2008), “Cultura é um conjunto de instrumentos e bens de consumo,
que incluem normas, ideias, ofícios, crenças e costumes que determinam o funcionamento de um
grupo social. Cada um desses aspectos possui uma funcionalidade, um significado dentro da
sociedade, pois seus componentes estão inter-relacionados, ou seja, a cultura é holística. A cultura
também pode mostrar conflitos de papéis, lutas para alcançar o poder.” (pág. 54).

Identidade
Bastos, Cumes e Lemus (2007), “a identidade é um fenômeno social em que diversas dimensões
podem ser distinguidas dependendo do aspecto específico a que nos remetem” (p. 18). As identidades
são uma forma de se representar, assumindo-se como parte de um grupo, ou seja, um “nós”, que é
diferente dos “outros”.
2
6
Identidade pessoal
Identidade pessoal é a percepção individual que uma pessoa tem de si mesma; A consciência da
existência é uma série de dados que se vão adquirindo ao longo da vida, capazes de moldar o padrão
de comportamento e de personalidade. Uma experiência de autoconhecimento sempre nascida do
relacionamento com outras pessoas.

Do nascimento à morte, cada pessoa forja sua autopercepção e autoconhecimento como resultado de
uma interação constante com outras pessoas ao seu redor, seja física ou simbolicamente.

Cada pessoa tem vários papéis na sociedade que os identificam quando os desempenham. Por
exemplo, ser professor escolar identifica-me como funcionário desta profissão, tal como sou
identificado pelo meu sexo, idade, ideologia, etc.

A escola e a sua relação com o desenvolvimento positivo de uma identidade pessoal implicam que
cada aluno alcance elevados níveis de conhecimento de si mesmo, das suas necessidades
emocionais, sociais e culturais derivadas da sua relação com a sua família, a sua comunidade, a sua
escola, os seus amigos e a sociedade. como um todo. Implica também que as pessoas tenham
conhecimento das suas capacidades e habilidades para conviver e contribuir para as atividades,
compromissos e tarefas da vida em sociedade.

O autoconhecimento das próprias necessidades e potencialidades é a chave para a autoaceitação, a


autoestima e a capacidade de cooperar com os outros de cada pessoa.

A escola deve contribuir para o reconhecimento do valor de cada um dos pertencimentos sociais de
onde provêm os seus alunos, sejam eles étnicos, de género, de idade, de classe social, de família, de
comunidade, etc. Valorizar as origens sociais e culturais dos alunos é um princípio que contribui para
o desenvolvimento positivo das identidades pessoais e estes, ao mesmo tempo, estarão interessados
e respeitarão as identidades dos outros e de todos como um todo.

Cada ser humano assume representações próprias de si e dos outros com base nas ideias, valores e
práticas que aprende e conhece no seu dia a dia, na família, na igreja, nos meios de comunicação,
etc.

Autoestima
Existem diferentes definições de autoestima, no entanto, é geralmente aceito que segundo Paz, E.,
Laylle, C., Estrada, M., de Bethancurt, A., Argüello, S., Avila, C., e outros (2001 ), “autoestima é o que
sentimos e pensamos sobre nós mesmos” (p. 17). É importante destacar que a autoestima se forma
desde cedo e a imagem que formamos de nós mesmos é construída a partir das mensagens que
recebemos dos nossos pais e do que nos rodeia. O que nossos professores, familiares e amigos nos
dizem é registrado e formam-se padrões ou esquemas que servem de parâmetro para medir os outros
e a nós mesmos.
Uma autoestima sólida suscitará o interesse pelos outros, para melhor avaliar as limitações e
potencialidades dos outros com respeito e solidariedade.

Identidade étnica
Para Campo (2008), a identidade étnica é definida como um grande conhecimento de si mesmo como
parte de um grupo étnico específico que é acompanhado por um grande sentimento de respeito e

2
7
orgulho, e isso constitui uma base para o desenvolvimento de um conceito saudável de si mesmo. É
aquele aspecto da autoconsciência individual, que surge do reconhecimento da pertença de um
sujeito à sua comunidade ou grupo social, e que inclui dimensões (valores) emocionais e axiológicas.

Molina (2003), “afirma que identidade étnica seria a solidariedade ou identidade que um grupo social
desenvolve a partir de componentes étnicos, que permitem que ele seja definido pela diferença ou
contraste em relação a outros grupos”. (pág. 22).

Identidade cultural
Segundo Campo (2008), “A identidade cultural é um processo comum a todos os seres humanos e
ocorre em qualquer período histórico ou área geográfica” (p.95). Faz parte da consciência de si, da
consciência de pertencer a uma comunidade, da diferença específica com os outros e está ligada a
espaços ideológicos.

Identidade Nacional
O que a identidade nacional procura é formar uma nação inclusiva, tendo em conta todas as
necessidades da comunidade sem qualquer discriminação.

Identidade a partir da cosmovisão


Para compreender este tema é necessário compreender a cultura maia a partir de sua filosofia do
tempo, uma vez que os seres humanos são conceituados como filhas e filhos do tempo. Segundo o
CNEM (2007), “a cosmovisão é integral (holística) existem diversas formas de ver, compreender e se
relacionar com o mundo e o cosmos, a cosmovisão é uma concepção do mundo, do que é criado, do
que existe, da vida e da morte, do tempo e do espaço, das coisas, das ideias e das pessoas. (pág.
53).

Os Nawales
Segundo o livro dos Nawales Maias (2012), explica que a pessoa é um nawal. Mulher e homem
são uma síntese cósmica: planta, animal, mineral e energia cósmica, nós somos o universo; A
pessoa está dentro da rede de relacionalidade cósmica. O ser humano é ouvinte no sentido de
observador cósmico e obediente.

Atividade 2
Técnica: A mão questionadora
Estratégia:
• O facilitador promove a participação ativa dos professores-alunos para diagnosticar o nível
de conhecimento relacionado ao subtema.

• Será aplicada a Técnica: A mão questionadora, que consiste em pedir a cada professor-
aluno que desenhe o contorno da parte interna de sua mão, depois desenhe as linhas da
palma da mão, e compare com isso, o facilitador estabelece que Não conhecemos as linhas
da nossa mão e muito menos conhecemos as outras porque somos diferentes e únicos.

• Escreva as seguintes perguntas em cada um dos dedos da silhueta da mão: Quem sou
eu? O que eu sou? Como estou? Com quem estou? Para onde estou indo?

2
8
2
9
• Discussão completa dos resultados, sobre identidade pessoal, identidade étnica e cultural,
identidade nacional, autoestima e valores, tomando cada uma das questões como referência.

• O professor-aluno registra em uma matriz a ação, como vive e pratica em sala de aula. O
formato de inscrição possui 6 colunas registrando os seguintes subtópicos: Identidade
pessoal, Identidade étnica, Identidade nacional, Autoestima e valores.

Matriz: Registre a ação, como você vive e pratica os subtópicos em sala de aula.
Identidade Identidade Identidade Identidade Autoestima Valores
pessoal étnica cultural nacional

• Através da apresentação mestra, o facilitador explica, exemplifica e conclui com a definição


de cada um dos subtemas e relaciona-o com a desigualdade vivida na
Guatemala.
vg
Lembrar: • O facilitador define o que é um Nahual e suas características
Adicione ao nas culturas indígenas latino-americanas, enfatizando a cultura maia
portfólio os guatemalteca.
resultados das
atividades • Fechamento onde é estabelecida a preparação de tarefas para o
realizadas em portfólio.
sala de aula.

3
0
• Primeira Avaliação Parcial

Lembra-se ao facilitador que a primeira avaliação parcial ocorre na terceira sessão presencial.
Utilizar instrumento de avaliação anexado em anexos.

PARA
Nota Importante: Para trabalhar em casa:
Durante o
Glossário: Selecione cinco conceitos significativos, defina-os e ilustre-
desenvolvimento
os e adicione-os ao portfólio.
das sessões
presenciais, é
importante que o
facilitador oriente e
aconselhe os
professores-alunos
relativamente aos
temas nodais do
curso.

3
1
Referências

Acordos de Paz: um compromisso com a mudança. (2006). Guatemala: Editorial Ranher


Graphic Workshops.

Bastos, S., e Cumes, A., (2007). Maianização e cotidiano. A ideologia multicultural na


sociedade guatemalteca. Editora Cholsamaj. Guatemala.

Campo, l. (2008). Dicionário básico de antropologia. Quito Equador: Editorial. Abya Yala.

López, E. e Giménez, C., (2001). Educação Intercultural. Cadernos Pedagógicos nº. 5.


Ministério da Educação. Guatemala: Publicação Karmar.

Martinez, S. (1990). Pátria do Crioulo. Guatemala: Publicação Universitária.

Ministério da Educação MINEDUC, (2007). Currículo Nacional Base CNB nível pré-primário.
Guatemala.

MOLINA, J. (2003). Os Direitos Humanos dos Povos Indígenas. México: Editorial.


Impressoras, Cádiz.

Paz, E., Laylle, C., Estrada, M., de Bethancurt, A., Argüello, S., Avila, C., e outros. (2001).
Manual abrangente de educação preventiva. Guatemala: Piedra Santa Editorial.

Secretaria da Paz. (1995). Acordo sobre Identidade e Direitos dos Povos Indígenas.
Guatemala: MINUGUA Editorial.

UNESCO Guatemala. (sf). Interculturalidade. Guatemala: Editorial Serviprensa S. PARA.

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