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Principais Ramos do Direito e Suas Funções

O documento explora os principais ramos do direito, destacando suas características e inter-relações, com ênfase na importância da divisão do direito para a formação jurídica e atuação profissional. Ele classifica as normas jurídicas em direito público e privado, detalhando ramos como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, entre outros. A análise também aborda a relação entre direito e economia, enfatizando a necessidade de uma regulamentação clara para o desenvolvimento econômico.

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Principais Ramos do Direito e Suas Funções

O documento explora os principais ramos do direito, destacando suas características e inter-relações, com ênfase na importância da divisão do direito para a formação jurídica e atuação profissional. Ele classifica as normas jurídicas em direito público e privado, detalhando ramos como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, entre outros. A análise também aborda a relação entre direito e economia, enfatizando a necessidade de uma regulamentação clara para o desenvolvimento econômico.

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Introdução

O direito, como ciência social, é um sistema complexo e multifacetado, essencial para a


organização e o funcionamento da sociedade. Sua divisão em ramos específicos permite uma
abordagem mais detalhada e especializada dos diversos aspectos da vida em comunidade,
garantindo a aplicação adequada das normas jurídicas e a proteção dos direitos individuais e
coletivos. Este trabalho tem como objetivo explorar os principais ramos do direito, destacando
suas características, finalidades e inter-relações.

A escolha do tema justifica-se pela relevância do estudo dos ramos do direito para a formação
jurídica, uma vez que compreender essa divisão é fundamental para a atuação profissional na
área. Além disso, a análise desses ramos contribui para uma visão mais clara de como o direito
se estrutura para atender às demandas sociais, econômicas e políticas.

Para tanto, será realizada uma pesquisa bibliográfica, baseada em doutrinas e artigos
científicos, que permitirá uma abordagem teórica e crítica do tema. O trabalho está organizado
em seções que abordam o Direito Público, o Direito Privado, o Direito Social e outros ramos
emergentes, como o Direito Ambiental e o Direito Digital. Ao final, espera-se oferecer uma
visão abrangente e atualizada sobre a divisão do direito e sua importância para a sociedade
contemporânea.

Fundamentação Teórica
Conceito

Direito nasceu junto com a civilização e sua história é a história da própria vida. Por mais que
mergulhemos no passado sempre vamos encontrar o Direito, ainda que em estágio rudimentar,
a regular as relações humanas. E que os homens, obrigados ao convívio, labutando uns ao lado
dos outros, carecem de certas regras de conduta, de um mínimo de ordem e direção.

Os ramos do direito são construções teóricas que visam facilitar o estudo e ensino do direito,
mas que também apresentam aplicação concreta na sua operação pois constituem "uma forma
de institucionalidade" que permite ao jurista produzir, escolher, validar e preservar o
conhecimento jurídico, e também definir métodos e estabelecer padrões para delimitar, gerir e
resolver "problemas juridicamente relevantes".

Mais especificamente, os ramos do direito são detentores "do poder de estabelecer seus
próprios princípios" e, assim, desempenham um papel importante na qualidade do trabalho do
jurista.

Portanto, a finalidade do direito se resume em regular as relações humanas, a fim de que haja
paz e prosperidade no seio social, impedindo a desordem ou o crime. Sem o Direito estaria a
sociedade em constante processo de contestação, onde a lei do mais forte imperaria sempre,
num verdadeiro caos.

Fazem parte do direito as normas jurídicas que se destinam a regular diferentes esferas da vida
social. Por isso, costumam formar-se subsistemas jurídicos, com princípios específicos e
dotados de uma estrutura interna que os define como ramos autônomos em relação a outros
setores da atividade jurídica.

Uma primeira classificação das normas do direito divide-as em dois grandes grupos: as de
direito público e as de direito privado. São de direito público aquelas normas e atuações nas
quais o estado ou entidades públicas se acham presentes como tais, ou seja, exercendo seu
poder. As normas de direito público podem regular ações dentro de um mesmo país, ou as
relações do país com indivíduos. O que caracteriza essas normas é a especial presença do poder
estatal.

O direito privado se constitui das normas que regulam as relações entre pessoas. Da mesma
forma, são de direito privado as ações em que o estado entra como particular, sem usar sua
condição de poder.

Direito Público: Silva (2005) enfatiza o representado pelas diretrizes e atuações criadas para
que o Estado (país, Estado ou município) ou os órgãos públicos possam exercer o seu poder.
Elas regulam as relações dentro de um país ou do país com os indivíduos. Sua missão principal é
regular e limitar a ação do poder público para o bem geral da população.

Direito Privado: Gonçalves (2018) destaca o representado pelas normas que regulam as
relações entre as pessoas ou desses com o Estado sem o uso de sua condição de poder. É
baseado nas normas contratuais entre os particulares, identificando os interesses entre as
partes de acordo com a lei.

OS RAMOS DE DIREITO PÚBLICO

Toda ciência, para ser bem estudada, precisa ser dividida, ter as suas partes claramente
discriminadas. A primeira divisão que encontramos na história da Ciência do Direito é a feita
pelos romanos, entre Direito Público e Privado, segundo o critério da utilidade pública ou
particular da relação: o primeiro diria respeito às coisas do Estado, enquanto que o segundo
seria pertinente ao interesse de cada um.

Poderá prevalecer, hoje em dia, uma distinção fundada na contraposição entre a utilidade
privada e a pública? Entre Direito Público e Privado? A resposta e sim. Além desses dois ramos
do Direito, temos um outro, Direitos Coletivos que discutiremos mais à frente.

Direito público – o Direito público divide-se em interno e externo. No Direito Público Interno
encontra-se a União, os Estados, os municípios, as empresas públicas, as autarquias, as
sociedades de economia mista. De outro Norte, no Direito externo estão os governos
estrangeiros, as organizações estrangeiras de qualquer natureza que tenham constituído,
dirijam ou tenham investido em funções públicas.

1. Direito Constitucional

Ramo do direito público responsável por estudar os princípios e normas de organização do


Estado. Esse ramo defende os direitos humanos. Todos os demais ramos do direito estão
subordinados ao direito constitucional.

2. Direito Administrativo

O direito administrativo é um ramo do direito público direcionado a regular a atividade do


Estado com relação aos serviços públicos que são de direito da sociedade. Ele também regula a
relação entre as entidades públicas e privadas e a desses indivíduos com a Administração
Pública.

3. Direito Financeiro

Responsável por coordenar dentro das entidades públicas, as receitas, despesas e a


administração financeira.

4. Direito Penal

Ramo do direito público que regula as ações penais ilícitas com o objetivo de defender a
sociedade. Dentro do direito penal há um conjunto de princípios e normas jurídicas capazes de
julgar as ações penais e impor sanções para elas.

5. Direito Processual

Ramo do direito público que estabelece um conjunto de normas capazes de solucionar os


conflitos jurídicos, a fim de organizar o poder público para estar apto a solucionar conflitos e
repreender condutas dos cidadãos através de processos judiciais. Quando o confronto/conduta
acontecer na área penal, serão aplicadas as regras do Código de Processo Penal (Direito
Processual Penal), caso contrário, se considerado a área civil, serão utilizadas as regras do
Código de Processo Civil (Direito Processual Civil).
6. Direito Internacional Público

Ramo do direito público destinado a regular a relação entre o Estado e seus organismos e
outros Estados. Um exemplo é a Organização das Nações Unidas, que apesar de não ser um
Estado, age através do direito internacional público.

OS RAMOS DE DIREITO PRIVADO

• DIREITO PENAL- As regras jurídicas estão sujeitas a ser violadas. Pode-se mesmo dizer que é
da natureza do Direito essa possibilidade de infração, a qual, quando se reveste de gravidade,
por atentar a valores considerados necessários à ordem social, provoca uma reação por parte
do Poder Público, que prevê sanções penais aos transgressores.

• Mas, o Direito Penal, no sentido próprio do termo, é o sistema de princípios e regras


mediante os quais se tipificam as formas de conduta consideradas criminosas, e para as quais
são cominadas, de maneira precisa e prévia, penas ou medidas de segurança, visando a
objetivos determinados.
DIREITO ELEITORAL – consiste no conjunto de normas que disciplinam a escolha dos membros
dos poderes Executivo e legislativo.

• DIREITO MILITAR – regula as normas que afetam os militares. Obs: No tempo do regime
militar, julgava também civis.

1. Direito Civil

O direito civil é um ramo do direito privado que regula as relações entre pessoas físicas e
jurídicas. A principal lei que regulamenta essas relações é o Código Civil (2002).

2. Direito Empresarial

Ramo do direito privado que determina como devem ser as relações empresariais, cuja ei
fundamental é o Código Comercial (1850).
3. Direito trabalhista

Ramo do direito privado, formado por um conjunto de normas que regem as relações entre
trabalhadores e empregadores. (CLT)

4. Direito Internacional Privado

Ramo do direito responsável por regular as relações de interesse público internacional de


acordo com os procedimentos e órgãos jurídicos internacionais. Ele trata, por exemplo, das
situações de conflito de um estrangeiro fora de seu país, estabelecendo diretrizes e regras para
o cidadão de outro país.

Além desses, existem outros ramos que fazem parte dessas subdivisões existentes dentro do
Direito: Direito do Consumidor, Direito Empresarial, Direito de Família, Direito das Sucessões,
Direito Coletivo do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Direito Ambiental, Direito
Imobiliário, Direito Previdenciário, Direito Tributário, Direito de Trânsito, Direito Eleitoral,
Direito Contratual, Direito Humanos, entre outros.
Ramo do Direito onde está inserida a Economia e seus desdobramentos

Na economia muitos dos ramos dos Direito inserem a matéria econômica.

Direito Financeiro e o Direito Tributário

Direito Financeiro e Tributário são definidos quando parte-se do pressuposto que são conceitos
atrelados ao Estado. Logo, é importante fazermos uma breve análise dos elementos que
constituem um Estado A relação entre economia e direito existe desde que o homem passou a
viver em sociedade.

Porém essa relação passou a ser estudada de forma sistemática, a partir do século XVIII com
Adam Smith. Hoje, diversos centros de estudos e universidades se dedicam a estudar as
relações entre economia e direito.
Uma boa regulamentação de mercado e uma legislação clara, objetiva e simples são
fundamentais para o desenvolvimento de uma economia de mercado. Sem direitos de
propriedade bem-definidos, é muito difícil a realização de trocas e, portanto, o
desenvolvimento econômico.

Pela tão estreita ligação entre economia e direito e o fato de ao direito estar dada a
incumbência de organizar o ordem social e se dentro da ordem social inclui-se também, a
economia. A seguir veremos alguns paralelos entre áreas atuantes da economia e do direito.

Direito do trabalho

Sendo o trabalho um dos fatores de produção econômico, e que é o principal fator de produção
econômico, assim relaciona-se economia e direito implantando normas jurídicas que protegem
este que é de a fonte de produção de bens e serviços indispensáveis à economia.
Existem alguns temas que estabelecem pontos de contato entre Economia e o Direito do
Trabalho, são eles:

a. Remuneração e salário, que, na economia, representam a contraprestação paga a quem


exerce o trabalho;

b. Participação do trabalho nos resultados da empresa;

c. Intervenção da justiça do trabalho nos reajustes salariais;

d. Garantia constitucional de boas condições de trabalho.

Direito administrativo

Direito Administrativo é o ramo do direito público que tem por objeto os órgãos, agentes e
pessoas jurídicas administrativas que integram a Administração Pública, a atividade jurídica não
contenciosa que exerce e os bens de que se utiliza para a consecução de seus fins, de natureza.

Relaciona-se com a economia no tocante ao conteúdo econômico da norma de Direito


Administrativo como:

a. regulamentação da licitação para buscar o menor preço,

b. determinações do Banco Central em relação à política de ingresso de dólar no País,

c. atos de criação de empresas públicas e de sociedades de economia mista.

Direito empresarial

Ramo do direito que abrange o estudo do conjunto de normas que regulam as atividades das
pessoas naturais ou jurídicas dedicadas ao comércio. Aqui vemos o estudo das Sociedades
Mercantis e dos Títulos de Crédito, que representam as áreas mais importantes do Direito
Empresarial.

Direito civil

É um ramo do direito privado que tem por objetivo fundamental a regulamentação jurídica da
pessoa e dos direitos que lhe são próprios e na condição de sujeito de um patrimônio. A
Economia trata de uma parte dos bens de que também o Direito Civil: os chamados valores
materiais (Direitos Reais e Direitos Obrigacionais), são os mesmos bens, de que trata a ciência
econômica.

Direito constitucional

A Constituição limita toda e qualquer atividade econômica exigindo-se a defesa do consumidor,


nos termos dos artigos 5º, XXXII e 170, V da Constituição Cidadã.

As agências reguladoras no sistema econômico e na proteção dos agentes econômicos


A criação de agências reguladoras é resultado direto do processo de retirada do Estado da
economia. Estas foram criadas com o escopo de normatizar os setores dos serviços públicos
delegados e de buscar equilíbrio e harmonia entre o Estado, usuários e delegatórios.

A criação de agências reguladoras é resultado direto do processo de retirada do Estado da


economia. Estas foram criadas com o escopo de normatizar os setores dos serviços públicos
delegados e de buscar equilíbrio e harmonia entre o Estado, usuários e delegatórios. No Brasil,
cada agência foi concebida mediante uma lei. Inicialmente foram constituídas três agências:

ANP – Agência Nacional do Petróleo; ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações e ANEEL

Agência Nacional de Energia Elétrica.

Posteriormente a estas, foram criadas

ANVS – Agência Nacional de Vigilância Sanitária; ANS – Agência Nacional de Saúde; ANA –
Agência Nacional de Águas, ainda em tramitação; ANT - Agência Nacional de Transportes, ainda
em tramitação; ANC – Agência Nacional do Consumidor e da Concorrência; ainda em
tramitação.

Externalidades Econômicas

Algumas transações dão origem a benefícios ou custos sociais que não são computados no
mecanismo de preços do mercado. Esses custos e benefícios são ditos serem externos ao
mercado. Estas externalidades ocorrem quando o consumo e/ou a produção de um
determinado bem afetam os consumidores e/ou produtores, em outros mercados, e esses
impactos não são considerados no preço de mercado do bem em questão. Importante destacar
que essas externalidades podem ser positivas (benefícios externos) ou negativas (custos
externos).
O Direito, as externalidades Econômicas, a informação imperfeita e o poder de monopólio, as
externalidades econômicas são observadas quando a produção ou o consumo de bens por um
agente econômico acarreta efeitos que oneram outros agentes. Assim a poluição produzida por
empresas impõe os custos da fumaça, de rios insalubres, de ruído, etc.

Proteção contra o abuso econômico

Existe uma proibição constitucional a esta prática de abuso, porem há dificuldade na aplicação
desta norma pela falta de definição do que seja abuso de poder econômico. O texto
constitucional não traz a resposta. Aliás, emprega o termo em relação a campanhas eleitorais e
em relação à livre concorrência como princípios da ordem econômica.

No caso do uso abusivo do poder econômico com finalidade de alcançar o poder político a
hipótese é clara: é possível o uso do poder econômico enquanto não elidir com os princípios
constitucionais da igualdade e da democracia.

SBDC – Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência O Sistema Brasileiro de Defesa da


Concorrência (SBDC), é composto pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae),
vinculada ao Ministério da Fazenda, pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) e pelo Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ambos vinculados ao Ministério da Justiça. O
objetivo principal do Sistema é a promoção de uma economia competitiva por meio da
prevenção e da repressão de ações que possam limitar ou prejudicar a concorrência, com base
na aludida Lei de Defesa da Concorrência.

CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica

O CADE é uma agência judicante (1962) vinculada ao Ministério da Justiça, com sede e foro no
Distrito Federal. O CADE tem como objetivo zelar pela livre concorrência por meio de
esclarecimento ao público sobre as formas de infração à ordem econômica e decidir questões
relativas às mesmas infrações. As atribuições da agência estendem-se a todo o território
nacional. Para tanto é dirigido a empresários, instituições financeiras, trabalhadores, sindicatos
empresariais, aos cidadãos, e a sociedade como um todo.
Conclusão

O estudo dos ramos do direito revela a complexidade e a abrangência do sistema jurídico, que
se divide em áreas específicas para atender às diversas necessidades da sociedade. Ao analisar
o Direito Público, o Direito Privado e o Direito Social, percebe-se que cada ramo possui
características e finalidades próprias, mas todos convergem para o objetivo comum de garantir
a ordem, a justiça e a proteção dos direitos individuais e coletivos.

O Direito Público, com sua ênfase no interesse coletivo, organiza o Estado e regula suas
relações com os cidadãos, enquanto o Direito Privado, centrado na autonomia da vontade,
regula as relações entre particulares, promovendo a harmonia na vida civil e empresarial. Já o
Direito Social surge como um instrumento de equilíbrio e proteção, buscando reduzir
desigualdades e garantir direitos fundamentais, especialmente para os mais vulneráveis.
Além disso, a emergência de novos ramos, como o Direito Ambiental e o Direito Digital,
demonstra a capacidade do direito de se adaptar às transformações sociais, econômicas e
tecnológicas. Essas áreas refletem os desafios contemporâneos, como a necessidade de
preservação do meio ambiente e a regulação do ambiente virtual.

Em síntese, a divisão do direito em ramos específicos não apenas facilita a compreensão e a


aplicação das normas jurídicas, mas também reforça o papel do direito como instrumento de
organização social e promoção da justiça. Para futuros estudos, sugere-se uma análise mais
aprofundada de ramos emergentes, como o Direito Digital, e de suas implicações para a
sociedade globalizada.

Referências

DELGADO, Maurício Godinho. **Curso de Direito do Trabalho**. 18ª ed. São Paulo: LTr, 2019.

GONÇALVES, Carlos Roberto. **Direito Civil Brasileiro**. 15ª ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

SILVA, José Afonso da. **Curso de Direito Constitucional Positivo**. 30ª ed. São Paulo:
Malheiros, 2005.

BRASIL. **Constituição da República Federativa do Brasil de 1988**. Disponível em:


<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 19 fev.
2025.

MENDES, Gilmar Ferreira; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. **Curso de Direito Constitucional**.
12ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
NERY JÚNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. **Código Civil Comentado**. 18ª ed. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2020.

SARLET, Ingo Wolfgang; MARINONI, Luiz Guilherme; MITIDIERO, Daniel. **Curso de Direito
Constitucional**. 7ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2018.

VENOSA, Sílvio de Salvo. **Direito Civil: Parte Geral**. 20ª ed. São Paulo: Atlas, 2020.

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