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Pratica04 Grupo01 Prof Robson

O documento descreve a Prática 4 de simulação e verificação de circuitos RC no contexto do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de São Carlos. Ele abrange conceitos fundamentais sobre capacitores e resistores, procedimentos experimentais utilizando LTspice e protoboard, além de análises de resultados e discussões sobre carga e descarga de capacitores. O objetivo é proporcionar uma compreensão prática e teórica do funcionamento de circuitos RC.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS.

Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia

Departamento de Engenharia Elétrica.

Práticas Laboratoriais em Engenharia Elétrica

Prática 4 – Simulação e a Verificação da prática da Simulação do Circuito RC

Professor: Robson Barcellos

Grupo 01.

Bruno Vaz Ferreira

Cauê Durlacher Gallo Costa

Guilherme Rejani Franzotti

São Carlos

23 de maio de 2025

1
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO......................................................................................................................3
Capacitor:............................................................................................................................3
Resistor:.............................................................................................................................. 4
Circuito RC:.........................................................................................................................6
Carga do capacitor:.............................................................................................................7
Descarga do capacitor:....................................................................................................... 8
Multímetro:.......................................................................................................................... 9
Protoboard:....................................................................................................................... 10
Osciloscópio:.....................................................................................................................10
2. OBJETIVOS........................................................................................................................11
3. MATERIAIS........................................................................................................................ 12
4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL..................................................................................12
Experiência 1: Monte o circuito da Figura 4 no LTspice....................................................12
Experiência 2: Monte o circuito da Figura 5 no LTspice....................................................13
Experiência 3: Monte o circuito da Figura 6 no proto-board............................................. 14
Experiência 4: Monte o circuito da Figura 7 no proto-board............................................. 15
[Link] E DISCUSSÕES.........................................................................................17
Experiência 1: Análise de resposta da tensão do capacitor............................................. 17
Experiência 2: Análise da Resposta em Frequência de um Filtro RC.............................. 19
Experiência 3: Análise de resposta da tensão do capacitor............................................. 21
Experiência 4: Análise da Resposta em Frequência de um Filtro RC.............................. 24
6. CONCLUSÃO.....................................................................................................................28
7. REFERÊNCIAS.................................................................................................................. 29

2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

ENGENHARIA ELÉTRICA

1. INTRODUÇÃO

Capacitor:

O capacitor é um componente que tem como finalidade armazenar energia elétrica. É


formado por duas placas condutoras, também denominadas de armaduras, separadas por um
material isolante ou dielétrico. Ligados a essas placas condutoras estão os terminais para
conexão deste com outros componentes[1].

Capacitância (C) é a característica que o capacitor apresenta de armazenar mais ou


menos cargas elétricas por unidade de tensão. Portanto, podemos escrever a relação de acordo
com a Equação 1:

Equação 1.

onde:

C - Capacitância;

Q - Carga elétrica;

V - Tensão.

Quando aplicarmos uma tensão igual a 1 volt (V) e o capacitor armazenar 1


Coulomb(C), teremos então uma capacitância igual a 1 Farad (F).

3
Devido às dificuldades construtivas, os capacitores encontram-se situados em faixa de
valores submúltiplos do Farad, como micro (10-3) Farad (μF), nano (10-9) Farad (nF) e o pico
(10-12)Farad (pF).

Além do valor da capacitância, é preciso especificar o valor limite da tensão a ser


aplicada entre seus terminais. Esse valor é denominado tensão de isolação e varia conforme o
tipo de capacitor.

Na prática, encontramos vários tipos de capacitor com aplicações específicas,


dependendo de aspectos construtivos, tais como: material utilizado como dielétrico, tipo de
armadura e encapsulamento[1].

Resistor:

​ Resistores são componentes que tem por finalidade oferecer uma oposição à passagem
de corrente elétrica por meio de seu material. A essa oposição o nome se dá resistência
elétrica, que possui como unidade o Ohm [Ω], onde encontramos como múltiplos mais usuais:

⇒ Kilo - Ohm (kΩ) ⇒ 1kΩ = 103Ω;

⇒ Mega - Ohm (MΩ) ⇒ 1MΩ = 106Ω;

⇒ Giga - Ohm (GΩ) ⇒ 1kΩ = 109Ω;

​ Os resistores são classificados em dois tipos: fixo e variáveis. Os resistores fixos são
aqueles cujo valor da resistência não pode ser alterado, enquanto as variáveis têm a sua
resistência modificada dentro de uma faixa de valores por meio de um cursor móvel[1].

​ Os resistores fixos são comumente especificados por três parâmetros: o valor nominal
da resistência elétrica, a tolerância, ou seja, a máxima variação em porcentagem do valor
nominal, e a máxima potência elétrica dissipada.

A partir do momento que um resistor é colocado em um circuito elétrico, ocorre uma


diminuição na intensidade da corrente elétrica, além disso, a presença dele ao longo de um fio
acarreta redução ou queda do potencial elétrico.

Alguns resistores conseguem manter sua resistência elétrica constante, mesmo em um


grande intervalo de tensões elétricas, eles são conhecidos como resistores ôhmicos[1].

4
De acordo com a 1ª lei de Ohm, a razão entre o potencial elétrico e a corrente elétrica
que se forma em um resistor ôhmico é sempre constante. Nos resistores ôhmicos, a corrente
elétrica é diretamente proporcional à tensão elétrica aplicada, e inversamente proporcional à
resistência elétrica, como mostramos na Equação 2, que traz a fórmula da 1ª lei de Ohm[2]:

Equação 2.

onde:

R – Resistência elétrica (Ω);

U – Diferença de potencial elétrico (V);

i – Corrente elétrica (A);

Os resistores reais não são ôhmicos para quaisquer medidas de tensão ou corrente
elétrica, no entanto, apresentam uma resistência elétrica constante para um grande intervalo
dessas medidas, como é mostrado na Figura 1:

Figura 1: Comportamento de um resistor real.

Fonte: SILVA JÚNIOR, Joab Silas da. Brasil Escola, 2025.

5
Circuito RC:

Um circuito resistor-capacitor/condensador (circuito RC), filtro RC ou malha RC é um


dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos.[3] Ele consiste
de um resistor e de um capacitor/condensador, podendo estar ligados tanto em série quanto
em paralelo, sendo alimentados por uma fonte de tensão.[4]

Todo circuito em regime AC oferece uma oposição a passagem de corrente elétrica


denominada impedância (Z) e cuja unidade é Ohms (Ω). Quando no circuito houver
elementos reativos, a corrente estará defasada em relação a tensão, sendo que nestes casos,
para a devida análise do circuito, deve-se construir o diagrama vetorial e obter as relações.

Um dos circuitos, Composto por um resistor em série com um capacitor, denominado

RC:

Figura 2: Circuito RC

Fonte: SOARES, Bruno. Circuito RC: Resumo e Exercícios Resolvidos. Responde Aí.

6
Carga do capacitor:

​ Quando uma tensão V é colocada no Gerador o processo de carga no capacitor é


iniciado. A carga é feita em um intervalo de tempo que depende da capacitância C do
capacitor e da resistência do resistor R em série no circuito, que pode ser até a resistência
interna do próprio voltímetro. No experimento será associado um resistor R em série com o
capacitor. Ao colocarmos tensão na fonte igual a V, será obtido[5]:

𝑉𝑅 + 𝑉𝐶 = V (3)

onde VR é a tensão nos terminais do resistor e VC a tensão nos terminais do capacitor.


Entretanto, pela primeira lei de ohm:

𝑑𝑞
𝑉𝑅 = 𝑅𝑖 = 𝑅 (4)
𝑑𝑡

e a tensão no capacitor é dada por:

𝑞
𝑉𝐶 = (5)
𝐶

onde q é a carga do capacitor. Portanto, substituindo as Equações (4) e (5) na Equação (1),
temos:

𝑑𝑞 𝑞
V=𝑅 + (6)
𝑑𝑡 𝐶

A solução desta equação é:

𝑞 = 𝐶𝑉(1 − 𝑒-t/RC) (7)

Como CV é a carga final do capacitor que é igual a Q, pode-se escrever:

𝑞 = 𝑄(1 − 𝑒-t/RC) (8)

Analisando a Equação (8), verifica-se que, quando t>>RC, o valor de q tende assintoticamente
a Q = CV. Além disso, quando t = RC, teremos:

𝑞 = 𝑄(1 − 𝑒-1 ) = 0,63 𝑄 (9)

7
O valor t = RC é denominado constante de tempo do circuito e é representado pela
letra τ. A Equação (9) mostra que o capacitor estará carregado com 63% da carga máxima
quando o tempo t for igual a RC = τ.

Na prática, quando t = 3 τ, o capacitor estará praticamente carregado, ou seja, com


95% de sua carga total. Para um dado capacitor, a constante de tempo será tanto maior quanto
maior for o valor da resistência do resistor ligado em série com o capacitor. Assim, a carga
tenderá mais rapidamente para o seu valor final quando R for pequeno e mais lentamente
quando R for grande[5].

Substituindo a Equação (8) nas Equações (4) e (5), é possível determinar o


comportamento da tensão elétrica no resistor (VR) e no capacitor(VC) em função do tempo.
Assim, a tensão no resistor será dada por:

𝑉𝑅 = 𝑉(𝑒-t/RC) (10)

e a do capacitor será:

𝑉𝐶 = 𝑉 − 𝑉𝑅 = 𝑉(1 − 𝑒-t/RC) (11)

Assim como foi discutido para a Equação (8), a tensão no capacitor será igual a 63%
da tensão máxima quando o tempo t for igual a RC = τ.

Descarga do capacitor:

Supondo que o gerador ou fonte de tensão permaneça ligado por um tempo t>>RC, o
capacitor estará, para todos os efeitos, plenamente carregado, podendo, então, considerar a
carga igual a Q. Desligando a fonte de tensão, o capacitor se descarrega através do resistor R e
obterá[5]:

𝑉𝑅 + 𝑉𝐶 = 0 (12)

𝑞
𝑅𝑖R + = 0 (13)
𝐶

Substituindo i por dq ∕ dt, teremos:

𝑑𝑞 𝑞
𝑅 + = 0 (14)
𝑑𝑡 𝐶

8
Cuja solução será:

𝑞 = 𝑄𝑒-t/RC (15)

onde Q é a carga inicial do capacitor. A constante de tempo RC aparece nessa expressão da


descarga do capacitor bem como no processo de carga. Analisando a expressão de descarga do
capacitor, podemos constatar que, para um tempo t = RC, a carga do capacitor será reduzida a
Qe-1, que corresponde a 0,37Q, ou seja, 37% da carga inicial. Fazendo i = dq ∕ dt, podemos
determinar o comportamento da corrente durante a descarga[5]. Assim, i será:

−𝑡/𝑅𝐶 −𝑡/𝑅𝐶
𝑄𝑒 𝑉𝑒
𝑖= = (16)
𝑅𝐶 𝑅

E a tensão no capacitor será:

𝑉𝐶 = 𝑉𝑒 -t/RC (17)

A Figura 3 mostra as curvas de carga e descarga de um capacitor.

Figura 3: Curvas mostrando o processo de carga e descarga de um capacitor.

Fonte: CARGA e descarga de capacitores. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2016. Figura 2 –
Curva de carga do capacitor.

Multímetro:

​ Multímetro é um dispositivo de medição elétrica com diversas funções, sendo as


principais de amperímetro, voltímetro e ohmímetro. Para que o multímetro funcione, é
necessário plugar o cabo vermelho no borne da ponta de prova vermelha adequada, depois

9
escolher a escala que se deseja medir, através da chave seletora, e então tocar as pontas de
prova vermelha e preta no circuito elétrico[6].

O multímetro é utilizado para medir diversas grandezas físicas em equipamentos e circuitos


elétricos, tais como:

●​ Capacitância: propriedade que mede o armazenamento de cargas elétricas nos


dispositivos elétricos.
●​ Corrente elétrica: o fluxo de elétrons no interior de um circuito elétrico fechado.
●​ Tensão elétrica: diferença de potencial elétrico entre dois terminais.
●​ Resistência elétrica: propriedade com a função de dificultar o fluxo de corrente
elétrica para o circuito elétrico e dissipar energia térmica

​ Neste experimento, a utilização do multímetro é de extrema importância, já que ele


mostrará as medidas de voltagem e correntes necessárias para o prosseguimento da prática.

Protoboard:

Um protoboard, também conhecido como placa de ensaio, é uma base de plástico


repleta de orifícios conectados eletricamente, onde componentes eletrônicos como resistores,
capacitores, e transistores podem ser inseridos e interligados para formar circuitos. O
principal objetivo do protoboard é permitir a criação de circuitos de forma rápida e fácil, sem
a necessidade de soldagem, o que facilita a modificação e ajuste do circuito durante o
processo de desenvolvimento.

Em projetos educacionais, ele é muito utilizado para ensinar os princípios básicos da


eletrônica, possibilitando a montagem e o teste de circuitos simples. Já em contextos
profissionais, o protoboard pode ser útil para prototipagem rápida, embora, como veremos, ele
apresenta limitações que devem ser consideradas[7]

Osciloscópio:

O osciloscópio é um instrumento cuja finalidade básica é visualizar fenômenos


elétricos, possibilitando medir tensões contínuas, alternadas, períodos, frequências e
defasagem com elevado grau de precisão. Os fenômenos elétricos são visualizados por meio
de um Tubo de Raios Catódicos (TRC) que constitui o principal elemento do osciloscópio[1].

10
. Esse tubo, também denominado válvula de imagem, faz surgir um feixe de elétrons
no seu interior, por meio de um conjunto de elementos denominado canhão eletrônico que,
incidindo em um anteparo ou tela, origina um ponto luminoso, que deflexionado produz uma
figura[1].

Uma representação gráfica deste tipo permitirá a análise de diversas características de


um sinal, nomeadamente:

●​ Amplitude (de tensão): valores máximo (pico positivo), mínimo (pico


negativo), pico-a-pico e eficaz, diferenciais de amplitude, componentes
contínua e alternada.
●​ Tempo: período, frequência, diferenciais de tempo num sinal e entre dois
sinais, atrasos, desfasamento entre dois sinais, tempos de subida.
●​ Existência de interferências (ruído) continuadas, perturbações transitórias.
●​ comparação entre entrada e saída de sistemas, nomeadamente para analisar
ganhos, desfasamentos, filtragens, rectificações, permitindo projectar e depurar
os mesmos sistemas.

A utilização do modo ‘XY’ facilita alguns tipos de análises. Neste modo de


funcionamento, o eixo dos XX deixa de representar o tempo, passando a ser estimulado por
um sinal de entrada. Desta forma, a forma de onda visualizada no ecrã será a representação de
um sinal de entrada em função de outro sinal de entrada. O modo XY é um facilitador para a
medição de desfasamentos entre sinais sinusoidais. Os osciloscópios de amostragem
(conhecidos como “digitais”) automatizam uma série de medições e incorporam muitas
funcionalidades adicionais aos osciloscópios analógicos, tal como veremos ao longo deste
documento[8].

2. OBJETIVOS

Esta pesquisa tem como objetivo analisar o comportamento de circuitos RC sob


diferentes condições operacionais, por meio de simulações no LTspice e medições com o
osciloscópio, visando a compreensão de suas aplicações em temporização e filtragem de
sinais. A prática será divida em 4 experiências, sendo duas no LTspice e duas no circuito
protoboard. Entre elas estão: observar, via LTspice, a variação da tensão durante o processo de
carga do capacitor e determinar a constante de tempo do circuito RC de forma teórica e
simulada; Analisar a variação da tensão durante a descarga do capacitor e reforçar o

11
entendimento da constante de tempo como parâmetro de temporização; Utilizar o LTspice
para investigar o comportamento de um filtro RC passa-baixa, observando as formas de onda
de entrada e saída e analisando a resposta em frequência; Medir com o osciloscópio a forma
de onda de saída do filtro passa-baixa, avaliando o efeito da frequência do sinal sobre a
resposta do circuito e comparando com os resultados teóricos.

3. MATERIAIS

●​ Software LTspice;
●​ Computador;
●​ Fonte de Tensão Ajustável;
●​ Gerador de Funções;
●​ Multímetro;
●​ Osciloscópio;
●​ Protoboard;
●​ Resistores: 330Ω, 47KΩ;
●​ Capacitores: 1uF, 110nF;
●​ Chave on/off 1 polo/2 posições;

4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

​ Para a realização da atividade, o experimento foi dividido em quatro partes e


juntamente com isso está como deverá ser feito todo o procedimento experimental.

Experiência 1: Monte o circuito da Figura 4 no LTspice.

Figura 4: Circuito RC para medir constante de tempo

12
1) Configure a fonte, que neste caso está fazendo o papel de um gerador de funções,
para fornecer uma onda retangular (pulse) variando de 0V a 9V, com período Tperiod
igual a 10 vezes o valor da constante de tempo.

Lembretes:

​ 1- A constante de tempo τ é dada por: τ = R.C.

2- Ton e Tperiod devem ser dados em segundos.

​ 3- Tperiod = 2 X Ton.

2) Clique no menu “Simulate” e depois em “Edit Simulation Cmd”. Defina o tempo


final da simulação (Stop Time) igual a Tperiod.

3) Coloque uma ponta de prova no fio que liga o resistor ao capacitor, para medir a
tensão no capacitor C1 e inicie a simulação (botão Run do Toolbar)

4) Determine, no gráfico da forma de onda da carga do capacitor, a constante de tempo


τ do circuito RC. τ é o valor para que a tensão atinja 63% do seu valor final. Use um
cursor para achar este valor.

5) A constante de tempo calculada e a medida na forma de onda são iguais? Se forem


diferentes, por que isto aconteceu?

6) Se mantivermos o valor do capacitor C1 (1 µF), qual deve ser o valor do resistor R1


para que a constante de tempo seja de 10 ms?

Experiência 2: Monte o circuito da Figura 5 no LTspice.

Figura 5: Filtro passa-baixa.

13
1) Configure a fonte, que neste caso está fazendo o papel de um gerador de funções,
para fornecer uma onda senoidal de 5V de amplitude e frequência de 10Hz (DC
offset=0).

2) Clique no menu “Simulate” e depois em “Edit Simulation Cmd”. Defina o tempo


final da simulação (Stop Time) igual a 5 períodos da onda senoidal.

3) Coloque uma ponta de prova para medir a tensão no ponto V1 (fio que liga a fonte
de tensão ao resistor) e outra ponta de prova no ponto V2 (fio que liga o resistor ao
capacitor). Inicie a simulação (botão Run do Toolbar).

4) Meça a amplitude da tensão nos pontos V1 e V2, usando os cursores. Anote estes
valores na Tabela 1.

5) Ajuste a frequência da fonte para cada uma das frequências mostradas na Tabela 1.
Ajuste também o tempo final da simulação (Stop Time) igual a 5 períodos da onda
senoidal. Anote na Tabela 1, os valores de V1 e V2 correspondentes a cada frequência.

6) Faça um gráfico da relação V2/V1 com a frequência. V2/V1 no eixo vertical e a


frequência no eixo horizontal.

7) Calcule a frequência de corte teórica 𝑓𝑐 do filtro e determine a frequência de corte


experimental do filtro, usando os valores de V2/V1 da Tabela 1. Considere a
frequência de corte experimental, a frequência da tabela para a qual a relação V2/V1
seja a mais próxima de 1/√2. Compare os resultados.

Experiência 3: Monte o circuito da Figura 6 no proto-board.

Figura 6: Circuito RC de carga e descarga do capacitor.

14
1) Mantenha a chave SW1 em posição para baixo, de modo que o resistor R2 esteja
conectado ao capacitor.

2) Ajuste o osciloscópio para poder melhor medir a curva de carga. Leve em


consideração o tamanho da tela e quantas divisões serão necessárias para observar o
fenômeno.

3) Mude a posição da chave SW1 para cima, de modo que a resistência R1 fiquem
conectadas ao capacitor.

4) No osciloscópio, meça a constante de tempo da carga do capacitor. Lembre-se que o


tempo necessário para o capacitor carregar 63,2% de sua carga máxima (final) é a
constante de tempo do circuito de carga.

5) Calcule a constante de tempo teórica. (τ = R.C)

6) A constante de tempo calculada e a medida no osciloscópio são iguais? Se forem


diferentes, por que isto aconteceu?

7) Compare os resultados experimentais com os realizados na simulação. Discuta as


principais diferenças.

8) Qual deve ser o valor da resistência se a constante de tempo desejada é 10 ms?


Substitua R1 pelo valor calculado de resistor e verifique a constante de tempo no
osciloscópio.

Experiência 4: Monte o circuito da Figura 7 no proto-board.

Figura 7: Circuito RC com filtro passa-baixa.

15
1) Ajuste o Gerador de Funções para onda senoidal e a amplitude da tensão para 5
Vpp (pico-a-pico)

2) Ajuste o osciloscópio para o canal 1 medir a saída do gerador (V1).

3) Ajuste o osciloscópio para o canal 2 medir a tensão entre o resistor e o capacitor


(V2).

4) Meça os valores de tensão pico-a-pico para cada um dos valores de frequência (em
Hz):10, 100, 1k, 2k, 3k, 4k, 5k, 6k, 7k, 10k, 100k. Preencha a Tabela 1.

5) Faça um gráfico com os valores da relação V2/V1 no eixo Y (vertical) e a


frequência no eixo X (horizontal).

6) Calcule a frequência de corte teórica e determine a frequência de corte


experimental. Compare os resultados.

7) Compare os resultados teóricos, experimentais e os dados da simulação. Discuta as


principais diferenças.

Tabela 1: Resposta da frequência em circuito RC.

Freq (Hz) 10 100 1k 2k 3k 4k 5k 6k 7k 10k 100k

V1(V)

V2(V)

V2/V1

Formulário do Circuito RC:

1
Frequência de corte teórica ⇒​𝑓𝑐 =
2𝜋𝑅𝐶

𝑉2 1
Razão entre as tensões para encontrar a frequência de corte​ ⇒
𝑉1
= √2

16
[Link] E DISCUSSÕES.

Experiência 1: Análise de resposta da tensão do capacitor.

Para a primeira parte do prática foi montado o circuito da Figura 4 no programa LTspice

Figura 8: Circuito no programa LTspice

1) Para simular o circuito foi feito os cálculos da constante de tempo, Tperiod e Ton .

Equação 18: Cálculo da constante de tempo

τ = 𝑅. 𝐶

3 −6
τ = 47𝑥10 . 1𝑥10

τ = 0, 047 𝑠

τ = 47𝑚𝑠

O Tperiod é igual a 10 vezes o valor da constante de tempo.

Equação 19: Cálculo do Tperiod

𝑇𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑 = 0, 047. 10

17
𝑇𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑 = 0, 47𝑠

O Ton é igual a metade do Tperiod

Equação 19: Cálculo do Ton

0,47
𝑇𝑜𝑛 = 2

𝑇𝑜𝑛 = 0, 0235𝑠

2) Foi definido o tempo final da simulação igual ao Tperiod, ou seja, 0,47s.

3) Foi colocado uma ponta de prova no fio que liga o resistor ao capacitor, para medir a
tensão no capacitor C1 e iniciou a simulação.

4) Utilizou-se o osciloscópio virtual para observar a onda da carga do capacitor. Foi utilizado
os cursores para achar o valor da constante de tempo já calculada na Equação 18.

Com o cursor na constante de tempo foi aferido uma tensão, essa tensão deve ser igual
a 63% do valor da tensão total.

Equação 20: Cálculo da tensão na constante de tempo

𝑉τ = 63%. 9𝑉

𝑉τ = 5, 67𝑉

Figura 9: Circuito no programa LTspice com a medição no osciloscópio.

18
Logo, a partir da simulação, verifica-se o valor de 𝑉τ que é igual a 5,69 V.

5) A constante de tempo calculada e medida não são exatamente iguais, mas muito próximas.
A pequena diferença é esperada e aceitável, pois a simulação tem margens de erro e
pesquisam dizem que o valor correto para calcular o 𝑉τ é 63,2 % o que difere do valor pedido

no roteiro.

6) Para que a constante de tempo seja igual a 10 ms precisa mudar o valor do R1, e para isso
foi feita a Equação 21

Equação 21: Cálculo do valor do resistor R1 para constante de tempo = 10ms

τ = 𝑅1. 𝐶

−3 −6
10𝑥10 = 𝑅1. 1𝑥10

−3
10𝑥10
𝑅1 = −6
1𝑥10

3
𝑅1 = 10𝑥10

𝑅1 = 10𝑘Ω

Para a constante de tempo ser igual a 10 ms o R1 precisa ser igual a 10𝑘Ω.

Experiência 2: Análise da Resposta em Frequência de um Filtro RC

1.​ Simulação do circuito

Utilizou-se o software LTspice a fim de simular o circuito da Figura 5.

Figura 10: Circuito no programa LTspice

19
2.​ Variação da frequência da fonte e coleta de dados

A frequência da fonte foi ajustada conforme os valores indicados na Tabela 1, e o tempo


final da simulação (Stop Time) foi configurado para corresponder a cinco períodos
completos da onda senoidal em cada caso. As tensões V1 e V2 foram registradas para
cada frequência.

Tabela 2: Valores medidos de V1, V2 e razão V2/V1 para diferentes frequências

Freq (Hz) 10 100 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 10000 100000
V1 (V) 4,99 4,99 5,00 5,00 5,00 5,00 5,00 4,99 4,99 4,99 4,99
V2 (V) 4,99 4,99 4,79 4,63 4,32 4,01 3,73 3,48 3,26 2,72 0,39
V2/V1 1,00 1,00 0,96 0,93 0,86 0,80 0,75 0,70 0,65 0,55 0,08

3.​ Gráfico da relação V2/V1 em função da frequência

A seguir, apresenta-se a Figura 11 representando a razão V2/V1 em função da


frequência. O eixo vertical representa V2/V1, enquanto o eixo horizontal representa a
frequência da fonte em Hz.

Figura 11: Relação V2/V1 x Frequência.

20
4.​ Determinação da frequência de corte teórica e experimental

A frequência de corte teórica de um filtro passa-baixas RC é dada por:

Equação 22: Frequência de corte de um passa-baixas

1
fc = 2π𝑅𝐶

Com os valores:

R = 300 Ω, C = 100 nF = 100 × 10−9 F

1
fc = −9 ≈ 5305 Hz
2π · 300 · 100 · 10

fcteórica = 5305 Hz

1
A frequência de corte experimental é aquela em que a razão V2/V1 ≈ ≈ 0,707. Pela
2

Tabela 2, o valor mais próximo é:

𝑉2
𝑉1
= 0,70 em f = 6000 Hz

fcexperimental = 6000 Hz

Comparação entre os resultados

6000 − 5305
Erro percentual = 5305
× 100 ≈ 13, 1%

O filtro RC se comportou como esperado, mas a frequência de corte simulada (6000 Hz)
difere 13,1% do valor teórico (5305) Hz devido à resolução limitada da varredura e aos
componentes ideais do LTspice.

Experiência 3: Análise de resposta da tensão do capacitor.

Para a primeira parte do experimento foi confeccionado o circuito seguindo a Figura 6.

21
Figura 12: Circuito da Figura 6 no protoboard.

2) Foi feito um ajuste no osciloscópio para poder medir a curva de carga corretamente.
3) Foi mudada a posição da chave SW1 de modo que o resistor R1 conectasse ao
capacitor para aferir a curva de carga no osciloscópio.
4) Foi calculada a tensão na constante de tempo.
Equação 23:
𝑇τ = 9 𝑉. 63, 2%

𝑇τ = 5, 688 𝑉

Sabendo a tensão constante de tempo, foi medido usando cursores do osciloscópio à constante
de tempo.

22
Figura 13: Medição da constante de tempo da carga do capacitor no osciloscópio

∆𝑋 = 47 𝑚𝑠 𝑒 ∆𝑌 = 5, 789 𝑉
5) Foi calculado a constante de tempo teórica.
Equação 24: Cálculo da constante de tempo

τ = 𝑅. 𝐶

3 −6
τ = 47𝑥10 . 1𝑥10

τ = 0, 047 𝑠

τ = 47 𝑚𝑠

6) A constante de tempo teórica e a medida no osciloscópio são iguais, porém a tensão da


constante de tempo teórica e a medida são diferentes, mas isso é de se esperar, pois o
osciloscópio tem margens de erros aceitáveis e os componentes podem variar de acordo com
diversos fatores, como por exemplo a temperatura, mau contato, etc.

7) Os resultados da simulação também variaram um pouco na tensão da constante de tempo,


como já dito anteriormente isso é aceitável. Mas, a imprecisão da prática experimental foi
maior, pois a simulação tem maior precisão por conta de não conter falhas como um mau
contato.

8) Para que a constante de tempo seja igual a 10 ms é necessário mudar o valor do R1, e para
isso foi feita a Equação 25

23
Equação 25: Cálculo do valor do resistor R1 para constante de tempo = 10ms

τ = 𝑅1. 𝐶

−3 −6
10𝑥10 = 𝑅1. 1𝑥10

−3
10𝑥10
𝑅1 = −6
1𝑥10

3
𝑅1 = 10𝑥10

𝑅1 = 10 𝑘Ω

Para a constante de tempo ser igual a 10 ms o R1 precisa ser igual a 10𝑘Ω.

Foi feito um novo circuito com o resistor de 10𝑘Ω e logo depois medido com o osciloscópio
para verificar a constante de tempo de 10 ms.

Figura 14: Medição da constante de tempo de 10 ms no osciloscópio

Experiência 4: Análise da Resposta em Frequência de um Filtro RC

1.​ Execução prática do circuito

Para a segunda parte do experimento foi confeccionado o circuito seguindo a Figura 7.


24
Figura 15: Circuito da Figura 7 no protoboard.

2.​ Variação da frequência da fonte e coleta de dados

A frequência da fonte foi ajustada conforme os valores indicados na Tabela 1, e o tempo


final da simulação (Stop Time) foi configurado para corresponder a cinco períodos
completos da onda senoidal em cada caso. As tensões V1 e V2 foram registradas para
cada frequência.

Tabela 3: Valores medidos de V1, V2 e razão V2/V1 para diferentes frequências

Freq (Hz) 10 100 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 10000 100000

V1 (V) 5,07 5,1 5,1 4,9 4,7 4,7 4,6 4,6 4,4 4,4 4,3

V2 (V) 5,03 5,1 5 4,7 4,2 3,7 3,4 3,1 2,7 2,1 0,3

V2/V1 0,99 1,00 0,98 0,96 0,89 0,79 0,74 0,67 0,61 0,48 0,07

25
3.​ Gráfico da relação V2/V1 em função da frequência

A seguir, apresenta-se a Figura 16 representando a razão V2/V1 em função da


frequência. O eixo vertical representa V2/V1, enquanto o eixo horizontal representa a
frequência da fonte em Hz.

Figura 16: Relação V2/V1 x Frequência.

4.​ Determinação da frequência de corte teórica e experimental

A frequência de corte teórica de um filtro passa-baixas RC é dada por:

Equação 26: Frequência de corte de um passa-baixas

1
fc = 2π𝑅𝐶

Com os valores:

R = 300 Ω, C = 100 nF = 100 × 10−9 F

1
fc = −9 ≈ 5305 Hz
2π · 300 · 100 · 10

26
fcteórica = 5305 Hz

1
A frequência de corte experimental é aquela em que a razão V2/V1 ≈ ≈ 0,707. Pela
2

Tabela 2, o valor mais próximo é:

𝑉2
𝑉1
= 0,74 em f = 5000 Hz

fcexperimental = 5000 Hz

Comparação entre os resultados

5305 − 5000
Erro percentual = 5305
× 100 ≈ 5, 75%

Os valores obtidos mostram uma boa concordância entre o valor teórico e o valor
experimental, com erro percentual de aproximadamente 5,75%.

5.​ Análise Comparativa dos Resultados Teóricos, Experimentais e de Simulação

Os resultados demonstraram um comportamento consistente com o esperado para um


filtro RC passa-baixas, onde a tensão de saída (V2) se mantém próxima da entrada (V1) em
baixas frequências e começa a decair após a frequência de corte. A frequência de corte teórica
calculada foi de 5305 Hz, enquanto os valores obtidos experimentalmente e por simulação
apresentaram algumas diferenças.

Na implementação prática no protoboard, a frequência de corte experimental foi


determinada como 5000 Hz, representando um erro de apenas 5,75% em relação ao valor
teórico. Esta pequena diferença pode ser atribuída a fatores reais como tolerâncias dos
componentes, resistências parasitas e limitações do equipamento de medição. Observou-se
também uma leve variação na tensão V1 durante os testes, o que é esperado em montagens
reais devido às características não ideais dos componentes.

27
Já na simulação realizada no LTspice, a frequência de corte foi identificada em 6000
Hz, apresentando um erro maior de 13,1% em relação ao valor teórico. Esta maior
discrepância ocorreu principalmente porque a simulação utilizou componentes ideais e uma
varredura de frequência com intervalos espaçados (1000 Hz), o que dificultou a identificação
precisa do ponto de corte. Além disso, na simulação a tensão V1 permaneceu perfeitamente
constante, diferente do observado no experimento real.

Tabela 4: Comparação entre os resultados teóricos, experimentais e de simulação do


filtro RC passa-baixas.

Resultado Resultado
Aspecto Explicação
Experimental LTspice
Protoboard considerou efeitos reais;
Frequência de 5000 Hz (5,75% 6000 Hz
LTspice usou componentes ideais e
corte erro) (13,1% erro)
varredura limitada
Circuito real sofre influência de
Comportament Variação leve Constante
resistência interna e características não
o de V1 (4,3-5,1V) (4,99-5V)
ideais
Simulação não considera efeitos
Curva de Queda mais Queda mais
parasitas presentes na implementação
resposta suave abrupta
real

Os resultados mostram que tanto a implementação prática quanto a simulação


confirmam o comportamento esperado de um filtro passa-baixas, com diferenças explicáveis
pelas particularidades de cada abordagem. O experimento real apresentou maior precisão na
determinação da frequência de corte, enquanto a simulação mostrou resultados mais ideais.
Para melhorar a precisão da simulação, recomenda-se utilizar uma varredura de frequência
com intervalos menores próximos à frequência de corte teórica.

6. CONCLUSÃO.

A realização prática dos experimentos permitiu consolidar os conceitos teóricos


relacionados ao comportamento de circuitos capacitivos em diferentes condições
operacionais. Por meio da montagem dos circuitos no software LTspice e protoboard e, além
disso, da utilização do osciloscópio como principal instrumento de medição, foi possível
observar, de forma clara e precisa, o processo de carga do capacitor, bem como determinar a
constante de tempo associada ao circuito RC.

28
Além disso, a análise da forma de onda de tensão evidenciou, visualmente, a resposta
do circuito frente a sinais variáveis, confirmando os conceitos teóricos de resposta em
frequência. As variações observadas no sinal de saída, em função da frequência de entrada,
permitiram compreender o comportamento dinâmico do circuito, evidenciando sua aplicação
como filtro e temporizador.

Portanto, a prática foi fundamental para reforçar a compreensão dos princípios que
regem os circuitos RC, promovendo uma aprendizagem mais efetiva e contextualizada, ao
integrar teoria e prática com o apoio de ferramentas essenciais da instrumentação eletrônica.

[Link]ÊNCIAS

1- CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de


eletricidade e eletrônica. 24. ed. São Paulo: Érica, 2009.

2-SILVA JÚNIOR, Joab Silas da. O que são resistores? Brasil Escola. Disponível em:
[Link] Acesso em: 15 maio
2025.

3- Bundel behorende bij elektrische circuits, Deel A en B, door Ir. P. van der Kloet, Ir. N.H.
Waning en Dr. ir. F.L. Neerhoff, 1987, Faculteit der Elektrotechniek, TU Delft.

4- Electrische Circuits deel A en B, door Dr. ir. F.L. Neerhoff, september 1990, Faculteit der
Elektrotechniek, TU Delft.

5- CARGA e descarga de capacitores. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, 2016.


Disponível em:
[Link]

6- MUNDO EDUCAÇÃO. Multímetro: o que é, função, como usar, tipos. Disponível em:
[Link] Acesso em: 21 maio 2025.

7-MELLO, Marcio. O que é protoboard: o que é, como funciona e para que serve. Victor
Vision, 23 ago. 2024. Disponível em: [Link]
Acesso em: 21 maio 2025.

8- ALVES, Mário Ferreira. ABC do osciloscópio: princípio de funcionamento e estado da


tecnologia. São Paulo: UNESP, 2007.

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