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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TUCURUÍ FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES ESTUDO DOS CAPACITORES

ANDRÉ BEZERRA DE ARAÚJO - 10134002618 ANDRÉ FERRAIOLI NETO - 10134000518 DIORGE DE SOUZA LIMA - 10134000618 SAMARA PEREIRA DA SILVA – 10134002318 VANESSA MENEZES RAMOS – 10134000318

TUCURUÍ – PARÁ 2011

2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TUCURUÍ FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES ESTUDO DOS CAPACITORES Relatório apresentado ao professor Vicente Ferrer como requisito de avaliação da disciplina de Laboratório Básico I. TUCURUÍ – PARÁ 2011 .

Onde com a ajuda do multímetro podemos visualizar as tensões de carga total e de descarga através de curto-circuito no capacitor.3 RESUMO As experiências apresentadas servirão para ilustras as associações de resistores em paralelo e em serie. A lei de ohm é excelente para o entendimento da eletrodinâmica e a associação de resistores. Utilizando o multímetro para visualizar as tensões e as correntes. e elaborar os cálculos com os resistores. . O estudo dos capacitores é importante para reconhecer o processo de carga ou descarga.

....................................................09 FIGURA 2: Circuito em série...................................................................................... ...................4 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: Resistor Codificado e Código de Cores.....................................................................................12 .....................................................11 FIGURA 5: Capacitores em Série....10 FIGURA 3: Circuito em paralelo........... 10 FIGURA 4: Capacitores em paralelo.................................................................................

.................. 13 MÉTODOS .............................................................. ......................................................... 13 RESULTADOS E DISCUSSÕES ................................................................... ............................ 15 MÉTODOS: .................................................... 13 EXPERIÊNCIA 2: ESTUDO DOS CAPACITORES.................................... 15 MATERIAIS: .............................................. 15 CONCLUSÃO....... 6 OBJETIVOS ................................................... 18 ................................................................................................................................................... 13 MATERIAIS ................. 15 RESULTADOS E DISCUSSÕES: .................................................................................................... 5 INTRODUÇÃO .........................................................................................................5 SUMÁRIO SUMÁRIO .................................................................................................................................................... 17 REFERÊNCIAS .................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 8 EXPERIÊNCIA 1: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES.................................... 7 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ....

A capacitância mede a quantidade de cargas armazenadas nas placas para cada volt de diferença de potencial entre elas. paralelo ou mistos (série-paralelo). De uma forma simples podemos dizer que um capacitor é constituído por um par de placas metálicas. A capacitância depende apenas da geometria do capacitor e do material usado entre as placas. Um capacitor é um dispositivo que armazena carga elétrica. e é constante para um dado capacitor. Uma associação de resistores são circuitos elétricos que podem apresentar dois ou mais resistores interligados em série. Em outras aplicações vários resistores são ligados um em seguida do outro para obter o circuito desejado.6 INTRODUÇÃO Em nosso dia-a-dia utilizamos vários aparelhos elétricos onde são empregados circuitos com dois ou mais resistores. . adequados a diversas utilizações. Em muitos destes circuitos. um único resistor deve ser percorrido por uma corrente elétrica maior que a suportada. ou ainda em associações mais complexas. Deve-se saber analisar tais circuitos para determinar e prever o efeito de um resistor ou uma combinação de resistores no controle da corrente. separadas por um dielétrico (isolante). e nestes casos utiliza-se uma associação de resistores. como é o caso das lâmpadas decorativas de natal. Existem formatos diferentes de capacitores.

Observando o seu ponto de descarga. identificar os valores das resistências pelo código de cores e obter os valores das resistências através da lei de ohm.7 OBJETIVOS Monta um circuito serie e paralelo. obter conhecimentos para utilizar o multímetro para medir a voltagem e a amperagem de um circuito em serie e um circuito em paralelo. Aplicação da lei de ohm e suas utilidades. . Nos estudo sobre os capacitores é importante calcular a capacitância de um capacitor. Saber medir com o multímetro o valor das resistências.

os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se deslocar. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. a segunda faixa é o valor do segundo algarismo. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. A primeira faixa é o valor do primeiro algarismo. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. Nesse movimento. isto é. o código de cores. isto é. Esse tipo de resistor é chamado de Resistor Codificado. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm.8 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. e. a terceira. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente determinado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. quando existe uma diferença de potencial aplicada. Portanto. Essas cores obedecem a um código internacional. o expoente da potência de 10 que é o fator multiplicador e a quarta faixa (prateada ou dourada) a tolerância para o valor apresentado. Para medir essa resistência. Um exemplo de resistor codificado. quanto mais fino for o condutor. . acompanhado do código de cores. é medida em ohms. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI). os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito.

desenvolvia seus próprios equipamentos. Alemanha em 1789. A Primeira Lei de Ohm. dada em ampères (letra A) Associações de resistores são circuitos compostos resistores interligados entre si com um ou mais dos seguintes objetivos: obter um valor de resistência diferente (maior ou menor) do que a fornecida por um único resistor de valor comercial disponível. dada em ohms. onde R .é a resistência elétrica. dividir a corrente em mais de um ramo de um circuito elétrico para obter diferentes (1) . I ou seja. matemática que permite a obtenção da grandeza resistência é a seguinte: U = R. Trabalhou em diversos experimentos envolvendo a eletricidade e. A expressão. Em 1827 estabeleceu a relação descrita acima e conhecida até hoje como a 1ª Lei de Ohm. dada em volt. Ohm faleceu em 6 de Julho de 1854 em Munique. I .é a tensão elétrica nos terminais do dispositivo. na grande maioria. cujo símbolo é Ω (letra ômega). R= U / I.9 FIGURA 1: Resistor Codificado e Código de Cores 1ª Lei de Ohm George Ohm nasceu em Erlangen.é a intensidade de corrente que circula pelo dispositivo. cujo símbolo é U. U . assim designada em homenagem ao seu formulador Georg Simon Ohm. indica que a diferença de potencial (U) entre dois pontos de um condutor é proporcional à corrente elétrica (I) que o percorre O estudo da resistência é de grande valia na determinação da potência dos diversos equipamentos elétricos.

FIGURA 2: Circuito em série. ou seja. os resistores não são percorridos pela corrente elétrica total do circuito. FIGURA 3: Circuito em paralelo . todos os resistores são percorridos pela mesma corrente fornecida pela fonte de tensão. A associação série fornece um único caminho para a corrente elétrica pois o circuito possui uma única malha e nenhum nó. daí o nome da associação. pois um resistor com esse valor pode substituir todos os resistores da associação.10 valores de corrente. e desta maneira. Portanto. Esta associação proporciona uma divisão de tensão. Observe a figura. cada resistor provoca uma queda de tensão que é função da sua resistência. Nesta associação existem dois ou mais caminhos para a corrente elétrica. A relação entre a tensão da fonte e a corrente por ela fornecida é a resistência equivalente do circuito. dividir a tensão num ramo de um circuito elétrico para obter diferentes valores de tensão. Ao valor de resistência resultante de uma associação chamamos de Resistência Equivalente. A associação série de resistores se caracteriza por ter “n” resistores ligados um após o outro numa seqüência. como mostra a figura. produzindo o mesmo efeito para o circuito elétrico. A associação de resistores em paralelo é um conjunto de resistores ligados de maneira a todos receberem a mesma diferença de potencial (ddp). A resistência equivalente de uma associação em série de resistores é dada pela soma das resistências da associação.

o papel e muitas vezes é o próprio ar. a parafina. O dielétrico pode ser um isolante qualquer como o vidro. em uma associação de resistores em paralelo. Um capacitor apresenta uma característica elétrica dominante que é simples. Num circuito de capacitores montados em paralelo todos estão sujeitos à mesma diferença de potencial (voltagem). elementar. porém cada capacitor terá uma queda de voltagem (diferença de potencial entre seus terminais) .11 A corrente. o valor da resistência equivalente é sempre menor que o valor de qualquer resistência dos resistores da associação. Apresenta uma proporcionalidade entre corrente entre seus terminais e a variação da diferença de potencial elétrico nos terminais. é a soma das correntes nos resistores associados. possui uma característica elétrica dominante com a natureza de uma capacitância. Na associação em paralelo. Para calcular a sua capacidade total (Ceq): FIGURA 4: Capacitores em paralelo A corrente que flui através de capacitores em série é a mesma. Ou seja. Este valor pode ser obtido com as seguintes equações: O capacitor é um componente constituído por dois condutores separados por um isolante: os condutores são chamados armaduras (ou placas) do capacitor e o isolante é o dielétrico do capacitor. Um capacitor é fundamentalmente um armazenador de energia sob a forma de um campo eletrostático.

O capacitor irá carregar instantaneamente. FIGURA 5: Capacitores em série. em seqüência. O tempo de carga depende diretamente do produto RC. A corrente elétrica é contraria ao movimento dos elétrons. Assim que a tensão entre as placas do capacitor se torna igual à tensão da bateria não haverá corrente no circuito devido a que tensão do capacitor se opõe à tensão da bateria. com a mesma quantidade de corrente atravessando cada um. A corrente de carga será máxima no instante em que se liga a chave e será mínima (nula) quando a tensão no capacitor for igual à tensão da fonte. conectados pelas pontas. o positivo da bateria retira elétrons da placa A e o negativo da bateria manda elétrons para a placa B. Um diagrama com vários capacitores. A função do resistor R é controlar o tempo de carga do capacitor. A soma das diferenças de potencial (voltagens) é igual a diferença de potencial total. . Só terá corrente no circuito durante a carga do capacitor.12 diferente. Assim que a chave for fechada.

6V e colocou-se o multímetro para media a voltagem na entrada e na saída da fonte. a primeira medida foi colocada em serie na saída da fonte e na entrada de R2. logo após foi verificado a corrente da mesma maneira na saída de R2 e na entrada de R1. e nas resistências R1 e R2. MATERIAIS Multímetro digital. RESULTADOS E DISCUSSÕES Quando montamos o circuito serie composto por duas resistências. A partir deste ponto foi medido a tensão sobre a resistência R1 . para comparar com os cálculos feitos com os códigos de cores e pela lei de ohm. medimos a tensão sobre a fonte em que resultou em 3. Mudou-se a chave do multímetro para medir a corrente do circuito.6V. Cabos conectores. Montou-se um circuito paralelo com duas resistências R1 e R2. foi ajustando a tensão para 3. Painel para associação eletro-eletrônica. MÉTODOS Montou-se com os cabos um circuito série. logo após foi medido a tensão sobre R2. onde objetivemos um valor de 0. Fonte de alimentação corrente contínua/alternada.6V indicada pelo voltímetro. e por fim foi colocado o multímetro na saída de R1 e na entrada da fonte.09 volts.51 volts.13 EXPERIÊNCIA 1: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES. Por fim mediu-se as resistências trabalhadas com apoio do multímetro na escala de ohms. Assim podemos medir a corrente que sai da fonte geradora e as correntes que entram em R1 e R2. Logo após foi verificado as tensões nos terminais de R1 e R2. sendo com duas resistências R1 e R2 e ajustou-se a fonte de tensão para 3. que foi igual a 3. . como o auxilio do multímetro será media as tenções na entrada da fonte.

assim efetuando a soma da tensão de R1 + R2 vamos ter o valor inicial. Desta forma observamos que no circuito em serie a tensão inicial é dividida para cada resistência. temos as seguintes cores: Laranja. temos: Valor medido = 3. o valor pelo códigos de cores e o valor através da lei de ohm.14 Utilizamos o multímetro para medir a corrente que passa pela fonte.09 ampéres.6V 34 . Já a corrente no circuito serie é mantida a mesma. temos: Valor medido = 0. Porem ao medir as corrente obtemos os seguintes valores. é a tensão que permanece constante sendo observada nas três medições e a corrente se divide isso ocorre pois a correte tem mais de um caminho para percorrer.6V gerados. observando o circuito em serie onde a corrente se mantém constante. Laranja. o valor medido pelo multímetro. pois a corrente tem apenas um caminho para seguir. R U => R I 3. obtemos uma relação inversamente proporcional entre a corrente e a resistência.3mA. temos as seguintes cores: Marrom. considerando que as tensões são as mesmas. Marrom e Dourado 10 *10 5% 95k a105k Pela lei de ohm. Como observamos no circuito paralelo ao contrario do circuito em serie. a tensão permanece os mesmos 3. a corrente visualizada no resistor R1 foi de 34.51V. No circuito paralelo. pois quanto maior for a tesão maior será a sua resistência.09V e R2 3. Preto.105 k Para resistência R2.1kΩ Pelo código de cores.2mA 0. Obtemos três tipos verificação das resistências trabalhadas.1mA. e pelas resistências R1 e R2. e obtemos um único valor de 1.2mA e a corrente medida no R2 foi de 1. onde o valor inicial era de 3. quando colocamos o multímetro na saída da fonte obtemos um valor de 35. Para resistência R1.2kΩ Pelo código de cores. considerando que quanto maior for a corrente menor será a resistência. No circuito paralelo observamos que ao medir a tensão na fonte e nos resistores R1 e R2 .6V o valor para R1 foi de 0. Vermelho e Dourado 33 *102 5% 3135k a3465k .teremos a relação de diretamente proporcional entre a tensão e o valor da resistência. Relacionando esses resultados com a lei de ohm que se identifica por: U = R * I.

Colocou-se o multímetro medindo a voltagem em paralelo com o capacitor C1. R U => R I 3.27 k Desta forma todos os resultados obtidos foram tiveram uma alta exatidão. 14 volts. 12. EXPERIÊNCIA 2: ESTUDO DOS CAPACITORES.15 Pela lei de ohm. E observe através do multímetro a tensão de descarga sofrida pelo capacitor. O momento que o capacitor C2 sofre a descarga é indicado no . 10. onde pode ser ligado tanto em A (saída da fonte) quanto em B (entrada do capacitor C2). Logo após ligue a chave C em B e anote o resultado mostrado pelo multímetro. Painel para associação eletro-eletrônica. com dois capacitores C1 e C2 e a fonte de alimentação. Cabos conectores. MATERIAIS: Multímetro digital. Fonte de alimentação corrente contínua/alternada. A parti daí é só fazer o mesmo procedimento para as tensões iniciais 8. descarregue o capacitor C2 fazendo um curto-circuito nele.6V 1. MÉTODOS: Montou-se um circuito com ajuda dos cabos e o painel de associações. Na saída do multímetro foi feita uma chave C.08V.1mA 3. Liga-se A em C a uma tensão de 6V. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Ao colocar a tensão de 6V quando fechamos a chave C com a A observamos no multimetro 6.

assim fechando a chave C em B obtemos 1.53V fechando C com B obtemos 0. Mudando a tensão inicial para 8V. obtemos 8. quando fechamos a chave C como a B no multímetro foi indicado uma tensão de 0. Para 12V a tensão inicial.09V.29V fechando A e C. fechando C em B temos uma tensão de 1. . A tensão de descarga é 2.9V. Para uma tensão de 10V.21V quando fechamos C com A. a tensão de fechamente entre C e B é 1.49V.92V. O resistor vai proteger o circuito para que não ocorra um curto-circuito.9V. E por fim para uma tensão de inicial de 14V obtemos 14.2V fechando A e C. a tensão de descarga é 1. temos 12. A função do resistor R é controlar o tempo de descarga do capacitor e este depende diretamente do produto RC. embora não conduzam corrente elétrica entre seus terminais são capazes de armazenar certa corrente. Para controlar o tempo de descarga liga-se um resistor em paralelo com o mesmo.06V. Podemos observar que a resistência do fio e do multímetro tenha a ação desta resistência. a tensão de descarga em C2 é indicado 1. temos 10.1V.2V fechando a chave C com A. a tensão de descarga é 1.56V. A descarga é gradativa por causa que os capacitores são componentes que. que será "descarregada" assim que não houver resistência entre seus terminais.63V.16 multímetro 1.

pois seus resultados foram relativamente próximos dos esperados. Pode-se afirmar que os experimentos foram considerados satisfatórios. e calcular as resistências equivalentes.17 CONCLUSÃO Através do experimento pode-se ter uma compreensão mais concreta do funcionamento de um circuito elétrico. sua capacitância equivalente é diminuída. Também por meio desse aprendeu-se a manusear instrumentos de medição elétrica (voltímetro e amperímetro). uma vez que os valores calculados ficam dentro da margem de erro. Pode-se comparar e analisar as diferenças entre associações em série e em paralelo. . sua capacitância equivalente aumenta e quando colocados em série. Quando os capacitores estão combinados em paralelo num circuito.

br/tex/fis142/mod05/m_s06.sofisica. Faculdade de ciências .if. P A.ufrgs.com/2008/07/associacao-de-resistores.htm> . EFEITO JOULE < Disponível em: - http://www.br/conteudos/Eletromagnetismo/Eletrodinamica/assoc iacaoderesistores. Só física Disponível em: <http://www. 3.Ed.18 REFERÊNCIAS 1.Walker. Fundamentos de Física.if.br/experimentosdefisica/ele03.Acessado em 05 de abril 2011 5.pdf> . LTC.2.efeitojoule.unesp.Tipler.Ótica.LTC.php> .4°Edição.UNESP Disponível em: < http://www2.br/fis01202/exer/Capacitancia. Ed.Acessado em 06 de abril 2011 7. Instituto de Física . Instituto de Física .UFRGS Disponível em: < http://www.ufrgs.html> .3.Resnick e J.UFRGS Disponível em: < http://www. D.html> Acessado em 05 de abril 2011 4. Halliday.R.fc.Acessado em 05 de abril 2011 6. Vol.Acessado em 06 de abril 2011 .com. Vol. 2. Física-Eletricidade e Magnetismo.

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