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A INCLUSÃO DO ALUNO COM TOD

ME. Gustavo Thayllon França Silva


@psigustavofranca
O que é o TOD?
• O Transtorno Opositivo- Desafiador ou
TOD é caracterizado por um padrão
persistente de comportamento opositivo
ou desafiador, com dificuldades em
aceitar regras e limites, dificuldades em
lidar com frustração ou assumir
responsabilidades sobre seus atos,
colocando a culpa ou a responsabilidade
em terceiros. Pacientes portadores de
TOD frequentemente mostram-se mais
ressentidos, raivosos ou vingativos
O que é o TOD?

• Transtorno de conduta,
manifestando-se habitualmente
em crianças jovens,
caracterizado essencialmente
por um comportamento
provocador, desobediente ou
perturbador e não
acompanhado de
comportamentos delituosos ou
de condutas agressivas ou
dissociais graves (CID-10, 2012,
p. 372)
Existe uma idade mínima para se fazer o
diagnóstico?
• O diagnóstico de TOD pode ser feito
mesmo em crianças pequenas mas
vale ressaltar que cada idade vai
apresentar um padrão mais específico
de acordo com seu desenvolvimento
cognitivo, por exemplo: uma criança
de 4 anos pode manifestar o TOD com
birras ou se jogar no chão quando
contrariado ao passo que um
adolescente vai manifestar com
discussões ou argumentações
intermináveis ou mais hostis.
Como diferenciar TOD de malcriação ou falta
de limites?
• Birras, malcriação ou testar
limites fazem parte da infância
sem constituírem um
diagnóstico ou uma alteração
comportamental que necessite
intervenção específica. O
diagnóstico e TOD deve ser
suspeitado quando esse padrão
é persistente e recorrente,
comprometendo o
desenvolvimento emocional,
social ou acadêmico da criança.
Quais são os fatores de risco para o TOD?

• Impulsividade, intolerância à
frustração, hiper-reatividade a
críticas, permissividade ou
orientações divergentes por
parte dos pais, ambiente familiar
conflituoso ou desarmônico,
depressão e TDAH podem ser
fatores de risco para a
emergência de um
comportamento mais
desafiador.
Como diagnosticar

• O diagnóstico deve ser feito por um profissional experiente em


desenvolvimento infantil o mais precoce possível. Quanto mais cedo
o diagnóstico é feito melhor é a resposta ao tratamento. A
observação do comportamento da criança, a coleta de informações
sobre o comportamento em diferentes ambientes e o relato do
maior número de pessoas que tenha contato com o paciente é
fundamental para a precisão do diagnóstico. Há necessidade de que
os sintomas sejam recorrentes e estejam presentes por pelo menos
6 meses.
Critérios para diagnóstico – DSM
https://www.youtube.com/watch?v=DpEGgEJgi3o
ESTUDO DE CASO
Tratamento Geral

• O tratamento medicamentoso
não exclui a necessidade de
tratamento psicossocial e
psicoterapêutico e tem por
objetivo a diminuição dos
sintomas de impulsividade, raiva
e agressividade, característicos
do transtorno
Tratamento medicamentoso

• O metilfenidato é capaz de induzir a remissão de TDO em uma


grande proporção de pacientes de TDAH com TDO comórbido6 .
Ácido valpróico, haloperidol, clorpromazina, risperidona e lítio são
provavelmente mais efetivos quando há instabilidade de humor
observável6 . Estudos demonstraram a eficácia de haloperidol e lítio
em casos de agressão, não aderência ao tratamento e explosões de
cólera em pacientes agressivos
TOD NA VISÃO PSICANALITICA

https://www.youtube.com/watch?v=I7smsEFiLcE
Aluno com TOD na escola
• Discute com professores e
colegas; recusa-se a trabalhar
em grupo; não aceita ordens;
não realiza deveres escolares;
não aceita críticas; desafia
autoridade de professores e
coordenadores; deseja tudo ao
seu modo; é o “pavio curto” ou
“esquentado” da turma;
perturba outros alunos;
responsabiliza os outros por seu
comportamento hostil.
(TEIXEIRA, 2014, p. 25, grifos do
autor)
Aluno com TOD na escola
• De acordo com Nunes e Werlang (2008) A criança ou adolescente com
problemas de conduta também atravessam muitas dificuldades no
ambiente escolar, em razão tanto das manifestações clínicas do
transtorno quanto dos sentimentos que mobilizam nos colegas e
professores. A criança resiste em frequentar a escola, tem
manifestações agressivas verbais ou físicas para com os colegas e
professores, desobedece muito, destrói objetos e apresenta condutas
explosivas. Seu comportamento cria muitas dificuldades de convivência,
pelo clima que gera na sala de aula e no próprio processo de ensino e
aprendizagem da turma. Problemas externalizantes antecedem as
dificuldades escolares, mas também podem ser exacerbados por elas.
(NUNES e WERLANG, 2008, p. 212)
Aluno com TOD na escola

• Cumpre ressaltar a importância da equipe pedagógica pensar em


estratégicas que dinamizar essa fragilidade na escola, pois é
essencial que a formação que a escola possibilita aos indivíduos e,
se esse aluno permanecer com esse comportamento, irá afetar
sua formação. Por isso, a escola e os professores devem se
empenhar em proporcionar práticas que contribuirão para o aluno
incluindo-o, pois muitas vezes ele pode se sentir excluído.
(BARBOSA, 2017, p. 167)
Aluno com TOD na escola

• As intervenções escolares são muito importantes no tratamento.


Na escola, professor e funcionários podem encontrar mecanismos
mais adequados para reintegrar o aluno em sala de aula e no
recreio. Técnicas comportamentais podem ser aprendidas para
que a promoção e o estímulo de comportamentos aceitáveis do
aluno sejam introduzidos e atitudes de desrespeito e agressão
sejam desencorajadas. (TEIXEIRA, 2014, p. 50)
Aluno com TOD na escola

• Alunos com TDO têm pouca tolerância ao tédio ou estresse, então,


eles funcionam melhor quando a carga acadêmica está no ritmo e
nível certo para eles. Os professores podem incentivar esses alunos
a concluir os trabalhos dos quais eles não gostam "subornando-os"
com tarefas divertidas; por exemplo, quando eles terminarem um
certo número de exercícios de matemática, poderão deixar os
estudos um pouco de lado e ler um livro por um certo tempo antes
de retomar os exercícios. Os professores também devem dar
segundas chances a esses alunos quando eles não forem bem nas
tarefas. (MITCHELL, 2013, p. 3)
Estratégias
Sugestões

• Motivar sempre os alunos, • Peça gentilmente para o aluno


tendo em mente que o resultado ficar mais próximo de você,
estará diretamente ligado à sentado a frente, de preferência
diferença entre a quantidade de longe de janelas ou porta; Evitar
reforço positivo em relação a criticar na presença de outras
uma pressão em excesso; Peça crianças, evitando assim uma
ajuda ao aluno com TDO, indisposição do aluno para com
permitindo assim, motivá-lo, de o professor;
forma intermitente, exemplo,
apagar a lousa, ajudar na
distribuição de materiais para a
classe;
Sugestões

• Procurar ressaltar as regras e • Procure tornar o ensino


anotar na lousa o plano de aula, prazeroso, estimulando a
bem como as tarefas e datas de participação dos alunos e a
provas; Considerar a interação social em atividades
possibilidade de mudança na de grupo; Demonstre percepção
forma de avaliação, dos resultados e progressos
possibilitando provas orais ou alcançados pelo aluno; Ajude os
com maior tempo para a pais com uma maior
execução ou menor número de comunicação, monitorando os
questões, em relação ao progressos ou dificuldades, além
restante da classe; da participação no controle em
anotar as atividades e datas de
provas;
Sugestões
• Evitar fazer reclamações do aluno ao entrega-lo aos pais na saída.
Qualquer reclamação deve ser feita via agenda ou em particular
(agendar reunião);
• As tarefas acadêmicas devem ser compatíveis com as habilidades da
criança, ir reforçando passo a passo até igualar com as demais crianças
da classe;
• Trabalhar questões relacionadas ao planejamento e organização do
estudo na escola e em casa (rotina diária); Intercalar as aulas
expositivas ou períodos de estudo com breves momentos de atividade
física, ajudando a minimizar a fadiga e a monotonia de períodos longos
de estudo;
Primeiras considerações

Sinais não verbais de aprovação


• Abraço.
• Tapinha de leve na cabeça ou no
ombro.
• Passar a mão no cabelo
carinhosamente.
• Colocar o braço em volta da criança.
• Sorrir.
• Dar um beijinho suave.
• Fazer sinal de positivo com o polegar.
• Piscar o olho.
APRENDA A DAR ATENÇÃO POSITIVA AO SEU FILH

Sinais verbais de aprovação


“Eu gosto quando você...”
“É lindo quando você...”
“Você com certeza é muito bom fazendo...”
“Foi incrível o seu jeito de...”
“Muito bom!”
“Boa jogada!”
“Maravilha!”
“Boa!”
“Fantástico!”
“Nossa, você parece um adulto quando...”
“Está vendo, há seis meses você não conseguia fazer isso tão bem quanto agora
– você realmente está crescendo depressa!”
“Que lindo!” “Uau!”
“Não vejo a hora de contar à sua mãe [ao seu pai] como você está se saindo
bem...”
“Gostei muito dessa sua atitude!”
“Você fez tudo isso sozinho – que maravilha!”
“Você se comportou tão bem que estou pensando que nós dois poderíamos...

“Fico muito orgulhoso quando você...”
“Eu adoro quando nós dois... que nem hoje.”
Segunda consideração

Dê comandos mais assertivos

• Certifique-se de estar falando sério


• Não formule uma ordem como se estivesse pedindo um favor
• Evite dar várias ordens de uma vez só
• Certifique-se de que seu filho está prestando atenção em você
• Reduza todas as dispersões antes de dar uma ordem
• Peça que a criança repita a ordem
• Usa fichas de tarefas
• Estimule prazos
Sistemas de fichas
• Arrume um conjunto de fichas de pôquer de plástico, e então sente com seu
filho para dar início a um programa de recompensas. Faça isso com um
ânimo bem positivo.
• Diga ao seu filho que você acha que ele não tem sido devidamente
recompensado pelas coisas boas que vem fazendo em casa e que você quer
montar um programa para que ele possa ganhar privilégios por se
comportar bem.
• Se a criança tiver 4 ou 5 anos, explique que cada ficha, não importa a cor,
vale uma ficha mesmo. Para crianças com 6 a 8 anos de idade, atribua
valores diferentes a cada cor: branco = 1 ficha, azul = 5 fichas, e vermelho =
10 fichas.
Sistemas de fichas
Então cole com fita adesiva uma ficha de cada cor num pedaço
de cartolina, indique quantos pontos vale cada uma e grude a
cartolina em lugar fácil de a criança consultar.

Então você e seu filho poderão fazer um banco – com uma


caixa de sapatos por exemplo, uma lata de biscoitos, um jarro
de plástico, ou qualquer outro recipiente – para ir guardando
as fichas que forem ganhas. Divirta-se um pouco decorando o
recipiente escolhido junto com seu filho.

Agora faça uma lista dos privilégios que ele ganhará com as fi-
chas de pôquer. Não devem ser só privilégios especiais
ocasionais (ir ao cinema, ir patinar, comprar um brinquedo),
mas privilégios co-tidianos, que seu filho já dê como certos (TV,
videogames, internet, usar celular, usar brinquedos especiais
que ele já tem em casa, andar de bicicleta, ir à casa de algum
coleguinha, etc.).
Sistemas de fichas
Coloque pelo menos dez coisas na lista, de preferência quinze.
Não precisam ser coisas que custem dinheiro; você pode incluir
qualquer atividade que seu filho goste de fazer pela casa.

Agora prepare outra lista, das tarefas e obrigações que você


costuma pedir que seu filho faça: arrumar a mesa para o jantar,
tirar os pra-tos da mesa, arrumar o quarto, arrumar a cama de
manhã, esvaziar os cestos de lixo, fazer lição de casa e outras
tarefas domésticas comuns. Liste também as tarefas de
autoajuda de seu filho que causem conflito, como vestir-se
para ir à escola, aprontar-se na hora de dormir, tomar banho,
escovar os dentes.

Em seguida, defina quanto cada tarefa ou obrigação irá valer


em fichas. Para uma criança de 4 a 6 anos de idade, atribua de
uma a três fichas para a maior parte das tarefas e talvez cinco
para uma tarefa realmente mais pesada. Para crianças de 6 a 8
anos de idade, use uma gama de uma a dez fichas e defina uma
quantia maior para grandes tarefas. Lembre-se: quanto mais
difícil a tarefa, mais fichas você irá pagar.
https://www.youtube.com/watch?v=RfaKOsVCYO4
Lidando com a criança em espaços públicos.
Regra 1: Defina as regras antes de entrar no
lugar
• Pouco antes de entrar num lugar público, pare e revise as regras de
conduta importantes com seu filho. Exponha à criança três regras
que ela costuma violar nesse lugar em particular e faça-a repeti-las.
Se seu filho se recusar a repeti-las, advirta-o de que ele será
colocado de castigo no carro. Se ainda assim ele se recusar a repeti-
las, volte para o carro e coloque-o de castigo.
Regra 2: Defina um incentivo para a
obediência da criança
• Enquanto ainda estiverem na entrada do lugar, diga à criança o que
ela irá ganhar se seguir as regras. Fichas ou pontos podem também
ser usados como recompensas efetivas pelo bom comportamento
quan-do vocês estão fora de casa. Ou, para uma criança de menos
de 4 anos, leve na bolsa petiscos relativamente saudáveis
(amendoins, uva-passa, salgadinhos de milho, etc.) ou algum suco
para ir dando aos poucos por bom comportamento ao longo de
todo o passeio.
• De vez em quando, você pode também prometer à criança que irá
comprar alguma coisa para ela ao final do passeio, mas isso só deve
ser feito em raras ocasiões e por um comportamento
excepcionalmente bom, para que ela não passe a ter sempre essa
expectativa.
Regra 3: Defina sua punição por não
obediência
• Enquanto ainda estiver fora do lugar, diga à criança qual será a
punição por não seguir as regras ou por mau comportamento. Na
maioria das vezes, é perder pontos ou fichas por pequenas
violações de regras, e castigo para mau comportamento de
moderado a severo ou por desobediência. Não tenha receio de usar
o método do castigo em locais públicos – ele é o mais efetivo fora
de casa. Assim que você estiver no lugar público, escolha um ponto
adequado como local de castigo (veja o box da página seguinte) e
dirija-se à criança elogiando-a por seguir as regras.
• Sempre que estiver fora com seu filho, aja com rapidez (em dez segundos),
para que o mau comportamento não vire um confronto aberto ou um surto
de birra. Elogios e recompensas frequentes durante todo o passeio reforçam
o bom comportamento.
• ONDE COLOCAR DE CASTIGO EM LUGARES PÚBLICOS
• Em lojas de departamentos: (1) ponha a criança atrás de al-guma vitrine com
pouco movimento de gente ou num canto. (2) Na seção de casacos, ponha-a
virada para um dos cabideiros. (3) Em algum canto da seção de
empacotamento ou do departamen-to financeiro. (4) Num canto do toalete.
(5) Num provador. (6) Na seção de roupas para bebê (não fica lotada e há
muitas mães amistosas).
• No supermercado: (1) junto ao balcão de congelados. (2) No canto mais
afastado da loja. (3) Encontre a vitrine de cartões de felicitações e coloque a
criança atrás dela, enquanto você olha os cartões (é difícil achar um lugar
mais reservado na maioria dos supermercados, então talvez você tenha que
usar um local alternativo.
• Em locais de culto religioso: (1) Leve a criança até uma sala que muitas
igrejas e sinagogas reservam para cuidados com crianças pequenas. (2) Use o
foyer ou hall de entrada. (3) Use um toalete próximo ao lobby.
• No supermercado: (1) junto ao balcão de congelados. (2) No canto mais
afastado da loja. (3) Encontre a vitrine de cartões de felicitações e coloque a
criança atrás dela, enquanto você olha os cartões (é difícil achar um lugar
mais reservado na maioria dos supermercados, então talvez você tenha que
usar um local alternativo.
• Em locais de culto religioso: (1) Leve a criança até uma sala que muitas
igrejas e sinagogas reservam para cuidados com crianças pequenas. (2) Use o
foyer ou hall de entrada. (3) Use um toalete próximo ao lobby.
Regra 4: Defina uma atividade
• É importante que você dê atividades ao seu filho fora de casa, ainda mais se
tiver que parar várias vezes, como nas compras ou ao fazer várias tarefas. As
crianças costumam se entediar nessas saídas, e as que têm TDAH mais ainda.
Jogos computacionais portáteis, netbooks, tablets ou smartphones com
acesso à Netflix ou outras bibliotecas on-line de programas infantis são
ótimos para isso. O mesmo vale para pequenos brinquedos mecânicos de
desenhar, como a velha Tela Mágica.
• O mais importante é que seja algo agradável e físico para ocupar a mente e
as mãos da criança enquanto você faz suas tarefas. Se estiver fora de casa e
tiver se esquecido de levar algo para o seu filho fazer, invente alguma coisa
para ele se ocupar rela-cionado com o propósito da sua saída. Por exemplo,
deixe-o empurrar o carrinho do supermercado ou ir até o final do corredor e
pegar algum produto da prateleira que você sabe que ele é capaz de
reconhecer. Da próxima vez, você poderá planejar com antecedência e levar
algo para ocupar as mãos, a mente e o tempo do seu filho
Algumas Orientações.
• Seja paciente, demonstre afeição e amor
• Faça elogios a seu filho, incentive-o e cumprimente-o sempre que ele
conseguir cumprir uma atividade. Quando precisar repreendê-lo, tome
cuidado com a forma com que vai fazer isso. O excesso de críticas prejudica a
autoestima da criança
• Procure passar mais tempo na companhia de seu filho
• Busque formas de aumentar a autoestima de seu filho e coloque disciplina em
sua rotina
• Ensine seu filho a adquirir formas de organização adequadas, como
calendário de atividades diárias
• Seja claro e objetivo. Evite usar palavras de difícil entendimento ao se
comunicar com seu filho, procure usar palavras mais fáceis e frases curtas
• Ao falar com seu filho, fique à sua frente, olho no olho e fale com calma até
ter certeza de que ele o compreendeu Jamais exponha a criança ou crie
constrangimentos a ela
• Tente usar criatividade e usar técnicas de motivação e recompensa com ele
• Não grite, use menos o “não” em detrimento de diálogos que o motivem a
pensar e refletir

Algumas estratégias

• Trabalhar com informações


visuais e com hierarquia.
Estimulando a memória e a organização
Lidando com distrações
Lidando com a procrastinação
• Análise do comportamento –
Prática
JOGOS PARA TRABALHAR O TOD

• https://paulinhapsicoinfantil.co • https://paulinhapsicoinfantil.co
m.br/blog/jogos-para- m.br/blog/paciente-com-tod/
transtorno-desafiador-
opositivo/#:~:text=Desenhar%20
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