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Pr. Isael S. Souza Costa Orientador: Dr.

Elias Brasil de Souza

 Linguagem cúltica:
 Comum ao AOP;

 Bíblico-Hebraica;
 Infra-estrutura da mensagem sotereológica;

 Pessoal.  Ritual.  Temporal . Linguagem cúltica:  Dimensões do culto hebreu:  Karl Christ e Fel Bähr 1837:  Espacial.

65% . Êxodo: 14.Material Cúltico:  A.34% Levíticos: 60. Números: 19. Gênesis : 8.53%  B’.54%  B. Deuteronômio: 8.95%  A’.

Levíticos: 27 presc. Deuteronômio: 1 presc.  B’. Gênesis : 4 presc. Êxodo: 13 presc./8 desc.Material Cúltico:  A./25 desc./1 desc. Números: 24 presc.  A’.  B./10 desc. ./13 desc.

5:1. 33:11. Jó 1:5. 6:6-15. 50. 40:41-42. 8-9. 84. praticamente todo o livro de Levíticos. 15:8. Ec. 110. Pv.  Hínico/poético. Zc. 14:16-21  Apocalipse de João .  Proféticos.  Jurídico. 7:14. 51. Jr. 44:11. 21:23. 25-31. 43. 4. 7:21. Sl. 6. Dn. Pentateuco:  Prosaico/narrativo.  Apocalíptico. 17:26. Is. 6:20. Êx.  Extra Pentateuco: Acomodação usos e Aplicação  Sapienciais. 68. Ez.

Suas abordagens. GOULDER. Conquanto o fundo e linguagem vetero-testamentária no Apocalipse joanino sejam absolutamente reconhecidos o material cúltico ali presente continua sendo um desafio interpretativo aos estudiosos do gênero. (PAULIEN. 2009). . 1988. pressupostos e proposições exegéticas comumente conflitam e divergem em pontos variados.

que coexiste inseparavelmente da pragmática devotiva hebraica. . aplicadas ao estudo do livro. 1992).  (PETER . Neste segmento acrescenta-se que ainda não fora abordado detidamente a conexão cúltica quadrimensional. Em vista do que se admite espaço para adicionais proposições.

DRAPER.  Jon Paulien (1995). Snyder (1991) épicos e combates míticos.  Bachiochi (1995).  Bringgs (1996) canônicos x não canônicos. Strand (1981). 2002.  Valentine (1985).  Shea (2000).  Farrer (1970).  K. 1983). OSBORNE.  Richard Davidson (1992).  Doukhan (2002). (AUNE.  Barbara W. . 2002.

 Investigar as facetas cúlticas da adoração hebraica em suas nuances quadrimensionais. e propor que quando aplicadas coerentemente. . provêm considerável embasamento para a compreensão da macroestrutura e teologia do livro.

especialmente a ritual. alusões e reminiscências aos típicos serviços/ministérios Diários e Festivos/Anuais do Tabernáculo/Templo de Yahweh. seus ecos. servindo.  Mostrar que as dimensões cúlticas. . portanto como um aferidor de santidade. Destacar os possíveis fundos vetero-testamentários do cerimonialismo cúltico hebreu. provê as prescrições sobre as quais os cristãos (reino de sacerdotes ‘dimensão pessoal’) devem moverse e comportarem-se no tempo e espaço.

 Salientar que o material cúltico sugere a existência de uma dimensão temporal ascendente. Isto é. e que a própria movimentação espaço-temporal do livro (seu conteúdo progressivo) coaduna com a enfatização ascendente de santidade. . particularmente a dimensão temporal suporta a plataforma macroestrutural quanto teológica do livro. a movimentação dinâmica das imagísticas cúlticas descrevem e reivindicam as bases das experiências humanas no espaço. Assim.

4. 11: 19. 9. 5. correspondem-se em     identidade. ESPACIAL: NÃO HOMOGENEIDADE ESPACIAL  Monte/Cidade /Templo. Lugar Santíssimo. . 4. 11:1-2 Mobiliário. 46) Lugar Santo. 15 Pátio. 8. (Sl. 15. 11:19. 15. 1...

 YAHWEH como oficiante do sacrifício. Sf.  Os 144. sacrifício que reitera a segurança de Sua divindade que existe e que é em favor dos seu adoradores. 39:17.8. exército escatológico. .000. 34:6.  Os santos. 46:10. PESSOAL  Reino de sacerdotes. Is. Ez. 1:7. Jr. soldados ritualmente puros que seguem o Cordeiro.

e sua tipologia na queda da grande Babilônia apocalíptica) . onde tudo é dedicado a YAHWEH. por exemplo. PESSOAL  Guerra santa muitas vezes é apresentada no contexto de serviço sacrifical. Serviço ritual belicoso e ou de guerra (queda de Jericó.

Ap.4.9.  Silenciam os cânticos. cf.  Sangue é derramado sobre as bases do altar de bronze. cf. cf. Tamid 4. 5:6.3. cf. TAMID  Limpeza das lâmpadas. 4:1-3. 4:1.  Cordeiro é morto. 6:9. Tamid 3.  Grande porta aberta. cf Ap. 8:3. cf. 8:1.1.7. Ap. 8:2-6 . Tamid 3. Ap. Tamid 5. 7. Tamid 7. Tamid 7. Ap. 1:12.3.  Tocam-se trombetas como sinal de que se completou o sacrifício. Ap. cf.4.  Incenso é oferecido no altar de ouro. DIMENSÃO RITUAL: SERVIÇO DIÁRIO. Tamid 3. Ap.

15:5-8 .  Atividade de medir.  Fim do Yom Kippur. 11:19.  Início do Yom Kippur. DIMENSÃO RITUAL: MINISTÉRIO NO SANTÍSSIMO  Alusão à liturgia anual do Yom Kippur. 11:1.

19:1-10. 4-5 (Pentecostes). 21 (Tabernáculos) . DIMENSÃO TEMPORAL: calendário litúrgico anual  As visões introdutórias  Ap.  Ap. 11:19. 15:1-5-8 (dia da Expiação)  Ap.  Ap. 8: 1-6 (Trombetas). 1:9-20 (Páscoa).  Ap.

 Matéria das mobílias. Levitas. ouro. prata. Sacerdote. No material cúltico Santidade era gradativa à medida em que geograficamente se aproxima-se do Santo dos Santos. bronze.  Aproximação era delimitada e ordenada: Sumo Sacerdote. .

4:3. 10:33. 6:6. 11:11) . portanto como um aferidor de santidade. (Nm.  Apocalipse 11:19. especialmente a ritual. Js. intensifica-se a linguagem de peregrinação e conflito ligados á figura da arca. 2 Sm. 15:5-8. provê as prescrições sobre as quais os cristãos (reino de sacerdotes/santos ‘dimensão pessoal’) devem mover-se e comportarem-se no tempo e espaço. As dimensões cúlticas. 35. 1 Sm. servindo.

Isto é. As imagísticas cúlticas sugerem a existência de uma dimensão temporal ascendente. particularmente a dimensão temporal da suporte a uma plataforma macroestrutural e éticoteológica ao livro. a movimentação dinâmica das imagísticas cúlticas descrevem e reivindicam as bases das experiências humanas no espaço. e que a própria movimentação espacial e temporal do livro (seu conteúdo progressivo) coadunam com a enfatização ascendente de santidade. . Assim.