0% acharam este documento útil (0 voto)
271 visualizações121 páginas

Evolução e Conceitos do Turismo

O documento descreve a evolução do turismo desde a antiguidade até à atualidade, definindo os principais conceitos de turismo e classificando os diferentes tipos de turistas e destinos turísticos. Aborda a definição de turismo pela OMT e modelos de classificação de turistas, como o de Stanley Plog, que distingue turistas psicocêntricos e alocêntricos.

Enviado por

Dalila Melo
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
271 visualizações121 páginas

Evolução e Conceitos do Turismo

O documento descreve a evolução do turismo desde a antiguidade até à atualidade, definindo os principais conceitos de turismo e classificando os diferentes tipos de turistas e destinos turísticos. Aborda a definição de turismo pela OMT e modelos de classificação de turistas, como o de Stanley Plog, que distingue turistas psicocêntricos e alocêntricos.

Enviado por

Dalila Melo
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Turismo ambiental e rural:

evolução, conceitos e
classificações
UFCD 0704
 Descrever a evolução de turismo.

 Definir os conceitos fundamentais do turismo.


Objetivos
 Identificar as diferentes classificações do

turismo.
 Conceito de lazer, recreio e turismo

 Classificação do sujeito turístico


Conteúdos
 Evolução do Turismo e suas características

 Perspetivas de evolução do turismo


«O conjunto das relações e fenómenos originados pela
deslocação e permanência de pessoas fora do seu local
habitual de residência, desde que tais deslocações e
permanências não sejam utilizadas para o exercício de
Turismo uma atividade lucrativa principal, permanente ou
temporária»

Primeira definição de turismo de Hunziker e Krapf, em


1942,sendo posteriormente adotada pela Association
Internationale des Experts cientifiques du Tourisme ( AIEST)
 Integra o conceito de visitante não fazendo a separação
entre turistas e excursionistas.
Aquela
definição tinha  Elementos de interesse:
algumas • O turismo é um conjunto de relações e fenómenos;
limitações: • Exige a deslocação da residência habitual:
• Não pode ser utilizada para o exercício de uma atividade
lucrativa principal.
«O turismo compreende as atividades

Definição da desenvolvidas por pessoas ao longo de viagens e


Organização estadas em locais situados fora do seu
Mundial de enquadramento habitual por um período
Turismo (OMT)
– 1991- consecutivo que não ultrapasse um ano, para
fins recreativos, de negócios e outros».
“Conjunto de atividade desenvolvidas por
Definição da pessoas durante as viagens em locais situados
Organização fora do seu ambiente habitual por um período
Mundial de consecutivo que não ultrapasse um ano, por
Turismo (OMT)
motivos de lazer, de negócios e outros”
• A realização de atividades por parte de visitantes que
saem fora do seu ambiente habitual. Com exclusão da
rotina normal de trabalho e das práticas sociais;
O turismo
• Estas atividades implicam a viagem e, normalmente,
implica:
algum meio de transporte para o destino;

• O destino é o espaço de concentração das facilidades


que suportam aquelas atividades.
 Visitante: pessoa que se desloca para fora do
se lugar habitual de residência com um objetivo
que não seja o de usufruir uma atividade
Classificação remunerada. Pode ser nacional ou
dos viajantes internacional.
em função das
motivações da  Turista: visitante que fica pelo menos uma
noite no local visitado.
visita
 Excursionista: visitante que não pernoita no
local visitado.
Visitante

Turista Excursionista
Modelo de Stanley Plog

Classificações
de Turista
Psicocêntricos
Alocêntricos
Turistas que concentram o seu
Turistas que se interessam por
comportamento nas suas
um grande número de
preocupações pessoais e têm
atividades, desejam descobrir o
um interesse limitado pelo
mundo e manifestam uma
mundo exterior. Preferem viajar
curiosidade geral por tudo
para locais familiares, muito
o que os rodeia.
frequentados e praticamente
Distinguem-se pelo desejo de
não realizam atividades que os
aventura e pela curiosidade
desviem da rotina. São passivos.
 Destinos que não perturbem o seu modo de vida;

 Atividades recreativas pouco originais;


Psicocêntricos
 Turismo sedentário;

 Destinos acessíveis por automóvel;

 Instalações e equipamentos turísticos tradicionais;

 Viagens organizadas, estruturadas e bem preparadas.


 Regiões não desenvolvidas turisticamente;

 Novas experiências e descobertas;


Alocêntricos
 Destinos diferentes;

 Viagens de organização flexível (oposto de pacotes turísticos);

 Atrativos educacionais e culturais;

 Procura do exótico;

 Satisfação e sensação de poder e liberdade;


 Descontração e prazer, diversão e entretenimento;
Cêntricos  Clima, sol, termas;
 Oportunidade de fuga aos problemas diários;
 Gastronomia, descanso, conforto, bebida;
 Prazer de viajar e apreciação da beleza: parques
naturais, lagos, montanhas;
 Compras para recordações e ofertas;
 Prazer sentido antes e depois da viagem: planeamento
da viagem, aprendizagem, sonho e, depois, o prazer de
mostrar fotografias, recordações e descrever a viagem.
 Satisfação do ego e procura de estatuto;
 Procura de conforto social;
 Visitas a locais muito frequentados ou mencionados
pelos meios de comunicação social.
Quase-
psicocêntricos
Quase-
 Participar em acontecimentos ou atividades
alocêntricos desportivas;
 Viagens desafiantes; explorações, alpinismo, passeios a
pé, peregrinações;
 Viagens de negócios, congressos, reuniões,
convenções;
 Visitas a teatros, espetáculos especiais;
 Oportunidade de experimentar um estilo de vida
diferente
Turistas e  Primeiros segmentos de mercado a serem atraídos
para um destino turístico que pretende crescer e
destinos desenvolver-se.
turísticos
 Turistas ideais para destinos que visam um
Alocêntricos e quase- desenvolvimento turístico limitado, por possuírem
alocêntrico s condições naturais e culturais que exigem cuidados
especiais de preservação

Para manter um centro turístico com pouca frequência


de turistas, a publicidade deve dirigir-se aos alocêntricos
ou quase-alocêntricos.
Turistas e
destinos  Integram cerca de 60% dos turistas.
turísticos  Grupo mais importante para fomentar o
desenvolvimento e crescimento dos empreendimentos
turísticos de grande dimensão.
Cêntricos
 Despendem a quase totalidade do seu tempo e recursos nos
empreendimentos que utilizam.
 Permanência mais reduzida
 Gastam menos do que os outros segmentos.
 Não são o segmento adequado quando se pretende desenvolver
um destino turístico, mas pode contribuir para aumentar a sua
Psicocêntrico frequência.
Evolução do
turismo e suas
características
 Os Gregos e Romanos, por serem grandes comerciantes
viajam muito.
 Até ao início do século XIX, o termo “turismo” não fazia sequer
parte do vocabulário, contudo estas deslocações foram a
primeira forma de turismo.
 As viagens eram, até esta época, difíceis e arriscadas:
-estradas em mau estado
Do Século II
-meios de transporte inadequados
a.C. ao Século
- cruzadas.
XV d.C.
• Os gregos viajavam para assistir, participar e
usufruir de espetáculos culturais, cursos,
festivais e jogos (prova do seu destaque perante
as outras categorias sociais).

• Os romanos criaram locais exclusivamente


destinados ao repouso, com finalidades
terapêuticas, religiosas e desportivas que
atraíam e concentravam inúmeros romanos em
diversas partes do império.
-Arenas - palco dos maiores espetáculos
populares
- Termas para resolver problemas de saúde
- Práticas desportivas variadas
• Tinham gosto pelas viagens e passeios.
• Uma marca dos romanos foi a exploração de outras localidades para diversos fins, exclusivamente nas áreas
litorais, resultado da crença no poder das águas marinhas.
• Muitas estradas foram construídas pelo Império Romano, possibilitando e determinando que seus cidadãos
viajassem. (ex Via appia)
• De Roma saíam contingentes importantes para o mar, para o campo, para as águas termais, templos e
festividades.
• A partir do século VI, começaram a ser registadas as peregrinações e viagens a
Jerusalém.
• No séc. IX, foi descoberto o túmulo de Santiago de Compostela, em Espanha.

• Primeiras excursões pagas e organizadas pelos jacobeus.

• Estes tinham chefes de equipas que conheciam os principais pontos do caminho,


organizavam o grupo e estipulavam as regras de horário, alimentação e orações.
 As feiras formavam uma espécie de comércio internacional.
Além do comércio, traziam junto de si a cultura e política dos
povos, tanto europeus como do Oriente.
 Muitos aproveitavam as feiras para passeio e como forma de
descontração.

Idade média
 Durante todo o século XIII e XIV, o que chamava a atenção dos habitantes eram
os eventos, visto que, no período de realização dos mesmos, as estalagens,
pousadas e outros meios de hospedagem ficavam lotados, gerando grande
movimentação económica.
 Considerável aumento das viagens particulares com o
objetivo de acumulação de conhecimento, cultura,
línguas e aventuras.
 Seculo XVII - melhoria considerável nos transportes
terrestres: foi inventada a diligência, com serviços
regulares de Frankfurt para Paris e de Londres para
Oxford.
Séculos  Meados do século XVIII - grandes mudanças ponto de
XVI a XVIII tecnológicas, económicas, sociais e culturais.
• Popularizam-se as viagens de recreio como forma de aumentar os conhecimentos,
procurar novos encontros e experiências.
• Na 2ª metade do século XVIII, algumas pessoas viajava por toda a Europa e realizavam
estadas de longa duração.
• Os diplomatas, estudantes e membros das famílias ricas inglesas faziam a Grand Tour,
viajando por Paris, Florença, Roma, Veneza, Alemanha, Suíça e mediterrâneo.
 Grand Tour é uma etapa importante e necessária para
a formação académica dos jovens de boas famílias.
 Duração normal de três anos.
 Assim, nasce o conceito de turismo.
 Começam a designar-se as pessoas que viajam por
Grand Tour turistas
 Multiplicam-se os guias turísticos que fornecem informações e conselhos aos
viajantes.
 O movimento dos ingleses para o continente europeu começou a influenciar o
desenvolvimento dos transportes, da hotelaria e da restauração.
• Século XVIII - “revolução termal” ( quando a medicina comprova o valor da água para
a saúde)

intensa codificação de toda atividade lúdica e de recreação.


• Jogos de sorte e azar ganham espaço cada vez maior na sociedade, conseguindo, por
fim, apoio estatal ao ter a sua legalização - nascem os casinos.

• Século XVIII - expansão dos hotéis, por toda a Europa.


 Período de intensas transformações na economia,
política e sociedade
 Verdadeiro avanço para o turismo. Nascimento do
conceito formal de turista.
Do século XIX
 Máquina a vapor - início ao processo conhecido por
ao séc. XX Revolução Industrial.
- êxodo rural
- maquinofatura
- aumento da população nas cidades
• Aumento da população nas cidades
• Produção alimentar triplicou
• Capitalismo industrial alcançou uma prosperidade sem tamanho.
• Aumento das trocas comerciais e escoamento dos produtos.

• A melhoria na construção e manutenção das estradas


• Desenvolvimento da ciência

• Progresso nos transportes


• Generalização da publicação de jornais

Impulso às viagens.
• 1830 - primeiros hotéis, que começam a
tomar o lugar dos albergues e das
hospedarias, na Suíça.

• 1841 - nasce o turismo organizado com


Thomas Cook. As suas iniciativas de criar
viagens organizadas marcaram uma das mais
importantes etapas na história do turismo e
estão origem do turismo moderno.
Atualmente, a agência por ele criada continua
a ser uma das maiores organizações turísticas
do mundo.

• 1840 – nascem, em Portugal, as primeiras


agências de viagem, nomeadamente a
Agência Abreu.
• Ao longo do século XIX, diversas foram as viagens realizadas, sempre em busca de
cultura e recreio, e os europeus passaram a visitar novos destinos.

• Suave processo de democratização do turismo, ou seja, as viagens tornaram-se mais


acessíveis para o segmento da classe média da população.

• Comboio era sinónimo de rapidez e um elemento facilitador da atividade turística.

• Os navios exerciam verdadeira atração sobre a população.

• A classe média consegue salários melhores e maior possibilidade de gastos com


entretenimento.
 1ª década do século XX - inovações e transformações
alteraram profundamente os modos de vida:
- descoberta do telégrafo e do telefone,
- alargamento da rede de caminhos-de-ferro,
- extensão das redes de estradas,
Século XX - desenvolvimento industrial,
- racionalização do trabalho
- reivindicações sindicais.
 O tempo de trabalho diminui e alcança-se o direito ao
repouso semanal, pelo que o conceito de lazer surge
como uma nova noção
• Fenómeno da sociedade.
• Influencia o comportamento das pessoas.
• Dimensão económica.

• Criação de diversas instituições governamentais com o


objetivo de o promover e organizar.
Turistificação • Entrada do avião e o automóvel no mundo das viagens.

Universalização do turismo
• II Grande Guerra representou nova
estagnação para o turismo mundial.
Europa, o maior centro do turismo até
então, era o palco principal das
hostilidades.

• Durante este período, o turismo


praticamente desapareceu.

• Durante a guerra e o período de


recuperação económica que lhe seguiu, o
turismo sofreu grandes dificuldades.
 Aumento do tempo livre: diminuição do tempo de
trabalho semanal.
 Generalização das férias pagas;
 Aumento do rendimento disponível.
Turismo no  Adoção de medidas sociais, como reformas, subsídios à
pós-guerra família, pagamento de despesas com doenças…;
 Mudança das motivações: as pessoas passam a ter
necessidade de compensar os desequilíbrios
psicológicos ligados à vida profissional.
• As viagens aéreas desenvolvem-se rapidamente.
• As viaturas individuais tornam-se mais frequentes.
• Desenvolvimento do turismo sol e praia
• Os agentes de viagens e operadores turísticos iniciam a produção em série de
produtos de massa, tendo por base o avião e as cadeias de hotéis no litoral.
Evolução do turismo
em Portugal
 Período que vai até à institucionalização do turismo em
Os Portugal.
primórdios  Dificuldades em realizar viagens
do turismo  Havia viajantes e não turistas

em Portugal  Viagens para cultivo intelectual.

até final do
 Na segunda metade do século XVIII e início do século
século XIX XIX aparecem as primeiras viagens de recreio.
 Moda
 Imitação das elites
 Comunicação social

Impulso  Vontade de excursionar

turístico

Faltavam os meios logísticos, cómodos e baratos,


capazes de satisfazer tais intenções.
 Primeira metade do século XIX.
 1840- abertura do grandioso hotel “O Bragança”, em
Lisboa
 1794 a 1870 - passeio público de Lisboa
Prototurismo  1793 - Teatro Nacional de S. Carlos, Lisboa
 1798 – Teatro Nacional de S. João, Porto
 1846 - Teatro Nacional de D. Maria II, Lisboa
 Aparecimento dos cafés de estilo parisiense.
Teatro Nacional de D. Maria II
• A primeira metade inicia-se a procura turística de algumas estâncias: Gerês,
Vizela, S. Pedro do Sul, Caldas da Rainha, Lisboa/Estoril.
• Todas assentando em antiquíssimas fontes medicinais, enraizadas na tradição
popular.
• No final do século XIX e século XX assumem grande importância ao nível do
turismo interior.
Outros locais de atração turística:
Sintra - com a sua verdejante serra, onde D. João I, no século XIV, tinha construído o seu
palácio de Verão, era anunciada ao mundo como um “éden glorioso” por Lord Byron, 1812.
D. Fernando manda construir o Palácio da Pena (1839-50) que se torna no Ex Libris
turístico da instância. Seguindo-se a construção de numerosas residências secundárias,
ocupadas no Verão, pela aristocracia e burguesia lisboetas.
• Só com a chegada do caminho-de-ferro (1856-1887) é que todos estes embriões
turísticos (termas, praias, montanhas) passam a desfrutar de um genuíno e
continuado desenvolvimento.
• Aparecem importantes centros regionais (Espinho e Póvoa de Varzim).
• Até 1850, a difusão do fenómeno turístico foi contida devido à inexistência de
transportes baratos e operacionais.
• Inacessibilidade dos potenciais turistas os múltiplos atrativos do país.
• No século XIX, salvo a capital e duas ou três cidades, o resto do país vivia, ainda, em plena Idade Média.
• A Madeira gozava fama como instância climática. Tinha estadas reais e imperiais, ficando conhecida
como a «Pérola do Atlântico», assumindo um papel de relevo nas estâncias curativas recomendadas na
Europa
 O turismo expandiu-se no terreno.
Turismo em  Extensão à maioria dos estratos sociais.
Portugal  Novas formas de turismo.

(primeira
 Deslocações motivadas pelo bem-estar físico ou
metade do espiritual
século XX)
 Fama de santuários (ex. Fátima)

Nesta fase o turismo anda associado a um sentido único:


saúde, espiritual ou física
 Tuberculose pulmonar- consequência da miséria a que
a Revolução Industrial deu lugar atingiu o seu auge em
finais do século XIX e princípios do século XX.
 Atingiu as classes mais baixas devido às más condições
Problemas de vida, rapidamente se alastrou a todas as classes
sociais, com sucessivo progressos no combate à
para o turismo doença.
em ascenção:  A peste branca ou tísica só termina em 1945.
 Receitavam o ar marítimo para a cura da tuberculose
pulmonar, mas a partir do último quartel do século XIX,
os novos preceitos receitam os ares enxutos do clima
de altitude.
• Em 1881, a Sociedade de Geografia de Lisboa, organiza uma expedição científica à
Serra da Estrela, com vista à posterior instalação de vários sanatórios (Guarda, 1907).
• O Algarvio com excelentes condições climáticas para a clientela de época, deixara
escapar a possibilidade de antecipar a sua entrada nas lides turísticas.
• Só em Maio de 1911, durante o Governo Provisório da República, se instituíram as
primeiras estruturas oficiais de turismo.
1ª 1929 da FNAT –
do Centro
apresentaçã Feira Fundação
o de
internaciona Iberoam Nacional
Turismo
l do turismo ericana para a
português (Sevilha) Alegria no
Portuguê
(Paris) Criação da Zona
de Turismo do Trabalho
Hotel de luxo
Casino (1931)
s
(1930)
Estoril
Zonas Permanentes Zonas Temporárias
de jogo de jogo
• Madeira • Espinho
• Estoril • Figueira da Foz
• Praia da Rocha
• Curia
• Sintra
• Viana do Castelo
• Estruturas de acolhimento em Fátima.
• 1927 - Serviços Aéreos Portugueses
• 1930 - campismo
• 1931 - voos transatlânticos dos clipers para Lisboa
• 1934 – Companhia aeroportuguesa
• 1939 - I Congresso Nacional de Turismo (Sociedade
Portuguesa de Geografia de Lisboa)
• A II Guerra Mundial, traz um período de dificuldades para o turismo português, que vai até
meados da década de 60.
• Exposição do Mundo Português.
• A guerra civil de Espanha reduziu as entradas de turistas espanhóis.
• Aumentou o número de refugiados a caminho da América ou de África.
• Estoril beneficiou com este surto de refugiados.
 Ingleses - passavam o Inverno no Estoril e na Madeira.
Muitos reformados.
 Espanhol - várias praias e termas.
 Durante a guerra predominam os nacionais da área em
conflito: Alemanha, Bélgica, Holanda, França, Grécia,
Itália; Polónia, Hungria, Roménia e Jugoslávia.
Turistas em  No pós-guerra, deixam de vir os turistas oriundos das
Portugal zonas de conflito.
 recomeçaram as viagens motivadas por negócios,
desporto, cultura, reuniões científicas e políticas.
 Fluxos turísticos para as Américas (EUA, Brasil,
Argentina, Colômbia, Venezuela, etc.).
 Fátima afirma-se como o maior centro religioso do país.
• Renasce o excursionismo por mar, com escala em Lisboa.
• 1950 - programa das pousadas que envolvia o restauro, adaptação e equipamento dos
edifícios de algum valor
histórico, dimensionados e decorados integralmente.
• reformulação da política de transportes terrestres -entrega dos circuitos turísticos em
autocarro às agências de
Viagens.
• Reanimação do transporte ferroviário.
• Relançamento da marinha mercante nacional;
• Recuperação do Sintra.
• Construção do Aeroporto de Lisboa.
• Criação da TAP ( Transportes Aéreos Portugueses)

O relançamento do turismo é promulgado um pacote legislativo na década de 50, que


estabelece uma nova estrutura para a atividade, inicia a sua regionalização e cria o
Fundo de Turismo.
Nos Planos de Fomento:
1. 1965- 67 o turismo é considerado «valioso instrumento nacional»;
2. 1968-73 a atividade e catalogada como «sector estratégico de crescimento
económico».

Turistas em Portugal

1956 1964 1968


250 000 1 000 000 2 500 000
Popularização do automóvel

Portugal: país
de destino do Embaratecimento

turismo
internacional Reparação das estradas
a partir e vias férreas

da década de
1960
Aviação
comercial
 1974/76 - sobressaltos políticos e sociais que se seguiram à
Revolução de Abril
 1973 - crise económica mundial decorrente do choque
petrolífero

Retrocesso
do turismo
nacional
 Turistas ricos (americanos e ingleses)
 Receitas por turista eram bastante elevadas
 Estadas médias de 3,7 dormidas
 Procura acentuada para estabelecimentos hoteleiros
de luxo (1ª e 2ª classes)
Turismo  Preferência pelas praias do Algarve
 Lisboa e arredores era a região de maior atração
turística e a melhor apetrechada em estabelecimentos
hoteleiros.
 1960 - parques de campismo e de caravanismo,
albergues de juventude, aldeias de férias, etc.
• Turismo interno - os potenciais turistas portugueses frequentavam os parques de
campismo, albergues de juventude, aldeias de férias, etc., então em franco
desenvolvimento, mas não originavam grandes lucros.
• O turismo interno marginalizava ainda largos estratos da população portuguesa: áreas
mais rurais, idosos, menos instruídos e com menores recursos.

• Com a afirmação do turismo balnear litoral, as termas vão perdendo cada vez mais
importância.
• A partir dos anos 30 o termalismo entra em crise por quase toda a Europa, perante a
afirmação da quimioterapia e de formas diversas de ocupação dos tempos livres.

• Durante a II Guerra, as termas portuguesas atraíam muitos estrangeiros,


nomeadamente refugiados.

• Em 1970 as estâncias termais precisam de uma intervenção cuidada, com vista à sua
revitalização e aproveitamento para o turismo interno.
• Eram os únicos centros turísticos disseminados pelo interior, que podiam vir a
desempenhar um papel importante na atenuação dos desequilíbrios regionais.

• Assume-se a atratividade do litoral, especialmente do litoral.


• O turismo foi considerado como um instrumento capaz de atenuar os desequilíbrios
regionais (económicos, de emprego, equipamento, serviços, infraestruturas, etc.).

• O turismo estrangeiro e nacional de maior nível económico concentra-se no litoral.

• Acentuação do contraste litoral-interior.

• À escala regional: no Algarve, as incidências diretas do turismo circunscrevem-se à faixa


litoral.
1960- 70 1975-80

VI Governo Provis
ó rio

25 de Abril Politica de incenti


v os
estatais
Perturbações
socioculturais de 1
968 Mais produtos turí
st icos
Crise energética d
e Mais e melhor
1973 qualidade das
estruturas
 Aprovado em 1986
 Curto período de vigência (1986-89)
Plano
 Objetivo: relançar a atividade segundo uma ótica que
Nacional de reforça a importância do turismo local.
Turismo  O campismo, o turismo em espaço rural (TER), as
1983 pousadas, o turismo ecológico, entre outros,
constituem campos de ação razoavelmente bem-
sucedidos, a partir da década de 80.
Classificação do
turismo
Segundo a origem dos visitantes
• Turismo interior - abrange o turismo realizado dentro das fronteiras de um país e
compreende o turismo doméstico e o recetor.

• Turismo nacional – refere-se aos movimentos dos residentes de um dado país e


compreende o turismo doméstico e o turismo emissor;

• Turismo internacional - abrange as deslocações que obrigam a atravessar uma


fronteira, consiste no turismo recetor adicionado do emissor.
• Os movimentos turísticos no interior de cada país são, regra geral, de dimensão
superior aos fluxos internacionais.

• Estima-se que:
a) turismo internacional pouco ultrapasse as mil milhões de chegadas de
estrangeiros, aos países de todo o mundo.
b) a nível interno os números ultrapassam as 6.000 milhões de chegadas, ou seja,
seis vezes mais.
Segundo a duração da permanência

• Turismo de Passagem – Turismo itinerante caracterizado por um número


reduzido de noites (estada curta).

• Turismo de Permanência – A estada realiza-se no destino final da viagem e


tem maior duração.

• O objetivo é atrair o maior número de turistas pelo maior tempo possível.


• Os destinos têm que ser atrativos e criar condições para que os turistas passem
mais de uma noite.
A duração da permanência depende de:

• Duração das férias;


• País de origem;
• Objetivo da viagem;
• Condições existentes no local visitado
(condições naturais, investimentos realizados, capacidade
criativa…);
• Motivações.
A capacidade de atração e retenção de uma região depende de muitos fatores:
a) condições naturais existentes (paisagem, fauna, flora, praias, termas, neve, …)
b) investimentos realizados (infraestruturas, alojamento, animação, parques de
atração, …)
c) capacidade criativa (demonstrações culturais, informações sobre a zona,
organização de atividades para entretenimento e ocupação de tempos livres).
Segundo as repercussões na balança de pagamentos

As entradas de visitantes estrangeiros contribuem para o ativo da Balança de


Pagamentos de um país. A entrada de divisas e saída de residentes desse país têm um
efeito passivo sobre aquela balança por provocarem uma saída de divisas, divide-se em:

• Turismo de Exportação – Venda de bens e serviços turísticos a turistas estrangeiros


(entrada de divisas externas). “Incoming”.

• Turismo de Importação – Os turistas saem para o estrangeiro e levam para lá dinheiro


nacional. “Outgoing”.
Segundo a organização da viagem

O turismo, interno ou internacional, de acordo com a forma como é


organizada a viagem, pode ser dividido em:

• turismo individual - realiza-se quando alguém faz uma viagem cujo


programa é fixado pelo viajante, podendo modificá-lo livremente, com
ou sem intervenção de uma entidade distribuidora de viagens

• turismo coletivo/de grupo- quando uma agência de viagens ou


operador turístico
oferece, contra o pagamento que cobre a totalidade do programa
oferecido, a participação numa viagem para um destino segundo um
programa previamente fixado para todo o grupo.
São elementos das viagens: As componentes da viagem são
• A organização prévia; determinadas antes da sua oferta ao público
• Oferta de um conjunto de integrando:
prestações; • Um destino;
• Preço fixo. • Meio de transporte;
• Viagem de ida e volta;
• transfers dos pontos de chegada para o
respetivo meio de alojamento e vice-versa;
• Alojamento;
• Alimentação;
• Distrações e ocupação dos tempos livres;
• Seguros;
• Outras prestações particulares.
• O turismo começou por ser fundamentalmente individual.
• A partir da década de sessenta, com o aparecimento dos voos fretados (charter flights), o
acesso às viagens pela generalidade das populações e a intervenção de organizações
empresariais de grande dimensão, as viagens organizadas passaram a ganhar cada vez
maior importância
Segundo a qualidade e caracterização socioeconómica

As disponibilidades económicas dos turistas podem ser


responsáveis por uma procura diferente dos locais de
turismo, embora se tenha pleno conhecimento de que as
condições económicas já foram um condicionalismo mais
limitativo do que o é na atualidade. No entanto continua a
fazer-se a seguinte divisão:

Turismo de Minorias – Turismo individual ou formado por


pequenos grupos caracterizando-se por um princípio de
seleção económica ou cultural.
Turismo de Massas – Realizado por pessoas com menor
nível de rendimentos, viajando, na maioria, em grupos. O
turismo de massas é mais barato porque se atingem
economias de escala.
Segundo a natureza dos meios de viagem utilizados

• Turismo Terrestre – automóvel, autocarro ou


comboio;
• Turismo Náutico – barco, navios de cruzeiro;
• Turismo Aéreo – avião;

• A maioria dos turistas desloca-se de automóvel


ou avião, embora as deslocações de comboio ou
barco também estejam a crescer em algumas
viagens.
Segundo o grau de liberdade administrativa

• Turismo dirigido
• Turismo livre
• Os países emissores e recetores podem limitar a liberdade das deslocações de turistas
ou conceder-lhes inteira liberdade de movimentos.

• Os países emissores, em situações de dificuldade das respetivas balanças de


pagamentos ou por razões políticas, podem limitar as saídas dos seus nacionais por
vários meios: limitações na aquisição de divisas; lançamento de impostos; obrigação de
constituição prévia à saída, do depósito de uma certa quantia de dinheiro; obrigação de
vistos; restrições na concessão de passaportes, etc.

• Também os países recetores limitam, por vezes, sobretudo por razões políticas, as
entradas de estrangeiros ou as suas deslocações no interior do país.
Segundo as motivações

Varia de acordo com os diferentes tipos de turismo

Pirâmide de Maslow
Pirâmide de Maslow
Tipos de
turismo
 Praticado pelas pessoas que viajam para “mudar de ares”, por
curiosidade, ver coisas novas, desfrutar de novas paisagens,
das atrações que oferecem os destinos turísticos.
 Este tipo de turismo é peculiarmente heterogéneo porque a
simples noção de prazer muda conforme os desejos, o cunho,
o carácter ou o meio em que cada pessoa vive.
Turismo de
Recreio
 Os viajantes pretendem obter um relaxamento
físico e mental, um benefício para a saúde, o
recobro de uma cirurgia ou de uma doença ou a
recuperação física ou emocional do desgaste
provocado pela agitação da vida moderna e
Turismo de intensidade do trabalho.
Saúde e Bem-
Estar
 Viagens provocadas pela motivação de ver coisas novas, de
aumentar os conhecimentos, conhecer a vida e os hábitos doutros
povos, civilizações e culturas diferentes, do passado e do presente,
ou ainda a satisfação de necessidades espirituais (religião),
participar em manifestações artísticas e as viagens de estudo ou
para aprender línguas estrangeiras.
 Os centros culturais, os grandes museus, os locais onde se
Turismo desenvolveram no passado as grandes civilização do mundo, os
monumentos, os grandes centros de peregrinação ou os
Cultural fenómenos naturais ou geográficos constituem a preferência
destes turistas.
 Segmento RICE - Reuniões, Viagens de Incentivos, Congressos,
Feiras e Exibições).
 Elevado significado para os destinos visitados pois as viagens
são organizadas fora das épocas de férias (época alta), e pagas
pela empresa, ou pela instituição a que os viajantes pertencem.
 Estes turistas possuem elevado poder de compra, o que torna
Turismo de este tipo de turismo muito benéfico para a economia das
Negócios empresas turística e para os destinos.
 Estas deslocações são justificadas pela participação num
evento desportivo. A motivação pode ser ativa (participar
num evento) ou passiva (assistir ao evento), mediante a
atuação do turista.
 Atualmente, a preferência pelas férias ativas assume uma
importância crescente, o que obriga a que os centros
turísticos se equipem com meios adequados à prática
desportiva.
Turismo
Desportivo
 Participação em acontecimentos ou reuniões de carácter
marcadamente político.
 Representam um fluxo significativo de pessoas, já que por
razões de promoção mediática estes encontros trazem
comitivas grandes de jornalistas e assessores dos políticos.
 Tem características e efeitos semelhantes ao turismo de
Turismo negócios e exige condições idênticas, obrigatoriamente
Político aumentadas de uma organização mais cuidada por razões
diplomáticas, de protocolo e de segurança.
 Viagens realizadas para visitar amigos, familiares e
organizações, para participar na vida em comum com as
populações locais, as viagens realizadas por razões de
prestígio social.
 Visitas que os emigrantes fazem ao país de origem
Turismo  Viagens que têm por fim observar as expressões culturais ou
modos de vida dos “povos exóticos”, incluindo as visitas às
Étnico e de casas dos nativos, observação de danças e cerimónias bem
Carácter como a possibilidade de assistir eventos culturais.
Social
 As religiões para as quais a peregrinação faz parte integrante da
prática religiosa (católicos, muçulmanos e budistas). Estas
religiões, em particular a católica, criaram organizações para
encorajar e facilitar a sua prática.
 As religiões para as quais a peregrinação não existe mas cujos
crentes, praticam pelo menos uma forma de turismo ligada à
religião – os Judeus e os Protestantes visitam locais que guardam
Turismo as marcas dos seus correligionários: lugares de memória que são
em geral, lugares de peregrinação.
Religioso
 A motivação passa pelo contacto com a natureza, com a
paisagem, o clima, o repouso e descanso que os destinos rurais
permitem obter.
 Pode assumir cinco formas:
a)Turismo de Habitação
b)Turismo Rural
Turismo no
c) Agroturismo
Espaço Rural
d)Turismo de Aldeia
e) Casas de Campo
Perspetivas de evolução do
turismo
• Setor mais massificado, aquele que mais nacionais faz deslocar dentro do país e que
maior número de estrangeiros atrai.

• Importante na mobilidade da população.

• Importante na transformação da paisagem

• Gera impactes sociais e ambientais.


• Turismo de sol e mar

• Termalismo

• Turismo religioso

• TER

• Turismo cultural

• Turismo de eventos
 novas formas de procura turística
 “vá para fora cá dentro”
 “faça férias repartidas”
 turismo cultural
Novas  turismo de eventos e negócios
práticas  turismo de saúde e repouso
 turismo itinerante
 Turismo em Espaço Rural
 Outras formas : turismo natureza, turismo aventura,
turismo cinegético…
 Crescimento contínuo desde 1950
 Nos últimos 10 anos a procura aumentou mais de 20
milhões de novos turistas por ano.
Procura  Nem todos os países beneficiam igualmente do
turística turismo.
 A procura turística internacional não se reparte
igualmente por todas as zonas do mundo.
:
 Planetarização – Até à década de 60 o turismo era um
fenómeno tipicamente europeu e norte-americano, mas nos
últimos anos transformou-se a um fenómeno universal;
 Menor concentração – A procura turística tem-se orientado
para destinos diferentes do passado, tendo-se alterado e
Alterações da diversificados os principais destinos;
procura  Direção: A procura turística começou por ser direcionada de
Norte para o Sul da Europa em busca de sol e mar, e do ocidente
turística (América do Norte) para o oriente (Europa), mas na atualidade,
reparte-se por todas as direções.

 A geografia da procura turística alterou-se profundamente


deixando de ter um sentido preciso.
 Identifica tendências de evolução da procura de acordo
com os 10 produtos nacionais.
Plano
Estratégico
Nacional de
Turismo
(PENT)
10 Produtos turísticos para Portugal (PENT)

 Sol e mar
Golfe

Golfe
City-Breaks
Turismo naútico
Turismo cultural e paisagístico
Turismo residencial
Turismo de negócios
Saúde e bem-estar
Turismo de
Natureza
Congressos
Gastronomia e vinho
Contribuição dos produtos para cada região - PENT
Aceleração do crescimento do número de turistas
internacionais em todo o Mundo

Tendências O sector do Turismo cresceu a uma taxa de 8,0% ao ano, entre


2003 e 2005, superior ao crescimento médio da economia mundial
do turismo (3%) no mesmo período.
mundial
A Organização Mundial do Turismo prevê que até 2020 a tendência
se mantenha, com o crescimento médio anual do número de
turistas a atingir os 4,4% entre 2006 e 2020, mais uma vez superior
às previsões para o crescimento da economia.
Envelhecimento da população europeia

 Tendência para o envelhecimento do turista tipo.


Tendências  Em 1992 o segmento well established – 40 a 59 anos de idade –
do turismo representava 30% dos turistas e em 2001, 38%.
mundial  Existe uma correlação positiva entre a despesa anual média em
férias e a idade.
 Os turistas com mais de 50 anos têm gastos acima da média.
Aumento do número de viagens de curta duração

 O número e a duração das viagens têm sofrido uma evolução.


Tendências  Aumento do número de viagens de curta duração.
do turismo  Entre 2000 e 2004, o número de short trips cresceu a uma taxa
mundial anual de 13%, face a um decréscimo anual de 4% dos turistas que
apenas fazem uma viagem longa por ano.
 A combinação entre uma viagem longa e várias short trips
também tem vindo a aumentar, crescendo no período em análise
a uma taxa anual de 4%.
Aumento dos gastos com a estadia e redução dos
gastos com a viagem
Tendências
do turismo A composição da despesa dos turistas, mantém-se.
mundial Nos últimos anos, houve um crescimento da despesa com a
estadia em detrimento da despesa com a viagem.
Procura de experiências diversificadas

Tendências  Evolução nos produtos e as experiências procuradas pelos


do turismo turistas.
 Aumento da diversificação das experiências, que se reflete nas
mundial motivações de viagem.
 É cada vez mais importante a oferta de um conjunto alargado de
produtos que dê resposta a uma procura diversificada.
Aumento do DIY e diminuição das viagens
organizadas

Tendências  Redução do peso das viagens organizadas, por oposição ao

do turismo crescimento do DIY (do it yourself).


 Diminuição das viagens vendidas sob a forma de pacote
mundial
turístico, – crescimento anual de -4% – por oposição ao verificado
nas viagens sem pacote turístico que têm crescido a um ritmo
anual de 9%.

Você também pode gostar