PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems

DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos
Prof. Ricardo J. Rabelo

UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina DAS – Departamento de Automação e Sistemas

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UFSC/DAS

SUMÁRIO

MES & PIMS

     

Definição e Importância
Posicionamento no Modelo ISA-95

Funcionalidades
Arquitetura

Aspectos de Integração e Implantação
Comentários Finais

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MOTIVAÇÃO
A competitividade exige cada vez mais agilidade na tomada de decisões de uma empresa, quer para fazer frente à oportunidades de negócios (de fora), quer para atuar na solução de problemas internos (de dentro).

O uso de informação incorreta, desatualizada ou não confiável impacta diretamente na qualidade da tomada de decisões.
Um tipo extremamente relevante de informação a ser considerado nessas decisões é o que diz respeito ao estado efetivo do se passa no chão-de-fábrica. Os sistemas tipo ERP, de gestão da produção, entre outros, que são os principais consumidores dessas informações, não são desenhados para conversarem diretamente com os sistemas do chão-de-fábrica.
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JUSTIFICATIVA
Como forma a atuar como um “intermediário” entre esses dois mundos, surgem então os sistemas PIMS e MES.

PIMS – Process Information Management System / Sistema de Gerenciamento de Informações de Processo MES – Manufacturing Execution System / Sistema de Execução de Manufatura

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Sistemas SCADA... MRP-II... atuadores.. Redes (Fieldbus). . DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . Controladores PID. Coleta Manual. Requisita informação Recebe informação Nível 3 Nível 2 Nível 1 Sistemas MES. . PIMS.... CLPs.. . sensores.O PIMS E MES NO MODELO ISA-95 Nível 4 Sistemas ERP. CRM. .. MRP. SDCD. . Nível 0 Chão-de-Fábrica:Equipamentos industriais.

DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . “indiretamente”.FUNÇÃO ESSENCIAL DO PIMS E MES Em resumo. de coleta de dados. o PIMS e MES são grandes sistemas que visam coletar dados do chão de fábrica. armazená-los e disponibilizá-los para acesso pelas aplicações do Nível 4. através de sistemas do Nível 2. que armazena os dados colhidos do chão-de-fábrica. de planejamento. e posteriormente organizar tais dados. O modelo de implementação mais comum de ser encontrado nas implementações de sistemas PIMS e MES nas empresas é ter um Banco de Dados central.

FUNÇÃO ESSENCIAL DO PIMS E MES Usuários Finais / Decisões corporativo-estratégicas Sistemas de Planejamento Usuários Finais / Análise de Desempenho operacional Sistemas PIMS e MES Banco de Dados Chão-de-fábrica DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . isto é. desempenham diferentes papéis nesse contexto. nem são siglas sinônimas. PIMS e MES não são a mesma coisa. em suma. Portanto.FUNÇÃO ESSENCIAL DO PIMS E MES Apesar do PIMS e MES serem os responsáveis. eles são diferentes. pela coleta e disponibilização de dados do chãode-fábrica.

que alguns sistemas comerciais de PIMS e MES hoje disponíveis no mercado apresentam. Funções MES Sobreposição de Funções Funções PIMS DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . de forma “errônea”.FUNÇÃO ESSENCIAL DO PIMS E MES Importante salientar. no entanto. algumas sobreposições funcionais. o que cria dificuldades adicionais posteriores de integração e mesmo de compreensão dos conceitos.

PROCESS INFORMATION MANAGEMENT SYSTEMS / SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÕES DE PROCESSO DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

CONCEITOS BÁSICOS Sistemas PIMS são softwares que adquirem informações contínuas de processo (temperaturas. cimento e mineração. como o siderúrgico. Um PIMS tem como objetivo essencial proporcionar uma visão unificada de todo processo. e os disponibilizam através de relatórios dos mais diversos tipos.) de diversas fontes. Sistemas PIMS nasceram na indústria de processos contínuos dos setores químico e petroquímico. celulose. pressões. papel. vazões. Atualmente há PIMS que dão algum suporte a indústrias de processos discretos / por batelada. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . etc. pesos. os armazenam em um banco de dados de históricos. velocidades. e atualmente se estenderam para outros. quantidades.

 Gestão e Tracking de bateladas: apoio ao acompanhamento dos processos por batelada. mostrando também o correlacionamento dos dados de processo com cada batelada. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES  Interfaceamento com Banco de Dados: funções de acesso ao banco de dados.  Interfaceamento com o sistema ERP: funções de comunicação direta do ERP com o PIMS.

)  Reconciliação de Dados: normalização de diferentes formatos e unidades de diferentes fontes de dados.PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES (Cont.  Genealogia: tracking dos itens consumidos e os produtos finais gerados. assim como de síntese de certos processamentos.  Controle Estatístico de Processos (CEP): acompanhamento estatístico de determinados processos através de “cartas de controle” e relatórios. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . estabelecendo uma correlação entre eles.

há algumas implementações que (também) acessam dados diretamente do Nível 1. existem vantagens nos dois casos. Porém. mas sim introduzidas manualmente no sistema. Há casos. Na verdade. por exemplo dos CLPs. onde estão os sistemas SCADA e SDCD. em que algumas informações de alguns processos não são coletadas automaticamente via sistemas e redes de computadores. todavia. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .PRINCIPAIS FONTES DE CONSULTA Na sua forma clássica. os sistemas PIMS acessam as fontes de dados localizadas no Nível 2.

DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . de difícil comunicação. .Abstraem heterogeneidades dos CLPs. sem sempre os CLPs têm a informação que se deseja. além de também abstraírem a problemática de se ter CLPs antigos .Muitas variáveis são definidas ou sintetizadas ao nível de SCADA. o que facilita a comunicação e interoperação.A interface com os sistemas SCADA costuma ser padrão. .VANTAGENS VIA SCADA SCADA ou SDCD como fonte: . ou seja.

CLPs são sistemas mais estáveis e sujeitos a menos falhas que SCADAs. o acesso é facilitado. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . .VANTAGENS VIA CLP CLP como fonte: . integrada. buscando-se a informação desejada em apenas um ponto.No caso de rede de CLPs.Acesso mais rápido à informação. .

ARQUITETURA Do ponto de vista físico. . . . representam o ponto de acesso dos usuários ao sistema e suas funcionalidades. a arquitetura de um sistema PIMS consiste de 5 grandes entidades: .Infraestrutura de rede e de automação: conjunto de softwares básico.Um Banco de Dados: repositório das informações coletadas. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . assim como que fornece as informações às demais aplicações-cliente do Nível 4.Estações-cliente: atuando sobre o servidor principal.Alguns servidores de comunicação: atuam como intermediários entre o servidor principal e os vários subsistemas do Nível 2.Um servidor principal: é o processo / computador que centraliza as informações e o acesso às fontes de dados. . middlewares e protocolos industriais de suporte à comunicação entre os vários sistemas dos Níveis envolvidos.

. . SDCD..ARQUITETURA Banco de Dados Servidor Principal Servidores Locais de Comunicação DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos Clientes Infraestrutura de rede e automação UFSC/DAS SCADA. PLC..

DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .ARQUITETURA: O BANCO DE DADOS O Banco de Dados usado pelo sistema PIMS não é um banco de dados “convencional”. Isso porque ele funciona de forma a poder receber milhares de transações em curtos espaços de tempo para armazenar o resultado da aquisição de um sem número de dados dos vários subsistemas dos Níveis 2 e/ou 1.

• Compressão de dados: dado ao enorme volume de dados coletados e historiados (da ordem de 10 a 15 anos de coleta). medidores.) O Banco de Dados usado como repositório de dados de sistemas PIMS apresenta uma série de requisitos que diferem um pouco dos geralmente usados nas empresas: • • • • Capacidade: gigantesco volume de dados das inúmeras variáveis coletadas. atuadores. Tempo de aquisição: altíssima frequência. e não apenas em alguns momentos. etc. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . são usados algoritmos especiais de compactação de dados. válvulas. Tipo de dados: dados de sensores. o que requer um extremamente robusto SGBD.ARQUITETURA: O BANCO DE DADOS (Cont. por vezes ao nível de segundos. o volume de transações (principalmente escrita) é enorme. Volume de transações: dada a altíssima frequência. • Tempo real: aqueles tipos de dados a serem coletados o são em tempo real.

 Customização dos vários relatórios que se quer. favorecendo a interoperação entre eles. praticamente sempre incorporado / comprado com a própria solução PIMS em si. etc.) ou SCADA(s).ASPECTOS DE IMPLANTAÇÃO DE PIMS  Banco de Dados especial. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .  Estudo e integração de diversas fontes de dados (CLPs.  Uso do padrão OPC (OLE [Object Linking and Embedding] for Process Control) para comunicação cliente-servidor dos diversos e heterogêneos dispositivos de hardware (de automação) e os sistemas / aplicações de automação.

etc..  Disseminação da informação: todos os atores envolvidos nas várias etapas dos processos podem ter acesso às informações. possibilitando vários tipos de análises. são mostradas dinamicamente.  Histórico de dados: sistemas PIMS (módulo comumente chamado de “historiador”) armazenam históricos de 10 a 15 anos. facilitando uma completa e correta análise de desempenho e de correlações.VANTAGENS DOS SISTEMAS PIMS  Centralização de dados de processo: concentram num banco de dados toda a informação. em tempo real.  Visualização em Tempo Real: informações como gráficos. o sistema identifica os melhores resultados obtidos na produção. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .  Melhores práticas: trabalhando em cima dos históricos. dando a visão precisa do processo. tendências.

MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS / SISTEMAS DE EXECUÇÃO DA MANUFATURA DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

tempos de setup. nível de utilização das máquinas. etc. das várias etapas de produção. os armazenam em um banco de dados (que também podem armazenar históricos). e os disponibilizam através de relatórios dos mais diversos tipos.) de diversas fontes. lista dos lotes prontos. Um MES tem também como objetivo essencial proporcionar uma visão unificada de todo processo. processo e movimentação.. de vendas. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . ou seja. níveis de estoque. itens reparados. Mas aqui o foco é ajudar às aplicações cliente (do Nível 4) a ter um controle mais preciso sobre pedidos de compras.CONCEITOS BÁSICOS Sistemas MES são softwares que adquirem dados discretos de processo (quantidades produzidas. etc.

CONCEITOS BÁSICOS DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

Os sistemas MES tem uma função mais “ativa” que os PIMS. os MES são mais voltados a indústrias de processos discretos.CONCEITOS BÁSICOS (Cont. fluxo de materiais. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . emissão de ordens de armazenamento. com base nisso. Isto no sentido de que eles pegam as várias informações associadas ao plano de produção gerado pelos sistemas ERP e.) Devido a natureza dos dados que coletam / lhe interessam. atuam em conjunto com os sistemas supervisórios no controle da execução das atividades. por batelada. entre outras inúmeras ações.

 Gestão e Tracking de bateladas: apoio ao acompanhamento dos processos por batelada.  Interfaceamento com o sistema ERP: funções de comunicação direta do ERP com o MES. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . mostrando também uma correlação de dados de processo com cada batelada.PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES  Interfaceamento com Banco de Dados: funções de acesso ao banco de dados.

 Genealogia: tracking dos itens consumidos e os produtos finais gerados. estabelecendo uma correlação entre eles.)  Reconciliação de Dados: normalização de diferentes formatos e unidades de diferentes fontes de dados. assim como de síntese de certos processamentos. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .  Controle Estatístico de Processos (CEP): acompanhamento estatístico de determinados processos através de “cartas de controle” e relatórios.PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES (Cont.

isa. existe uma organização internacional chamada MESA (Manufacturing Enterprise Solution Association).org) MESA – Manufacturing Enterprise Solution Association (http://www. especificações e métricas para sistemas MES.mesa.A ENTIDADE DE REFERÊNCIA MESA No âmbito de soluções MES. que contribui com a ISA (Modelo ISA-95).org) DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . ISA – International Society of Automation (http://www. que tenta criar modelos. guidelines .

entre outras ações cada vez mais comuns nas empresas. ISA – International Society of Automation (http://www. O P2E tenta realçar a integração e a necessidade de colaboração entre os vários níveis e atividades da empresa. Ou seja. mas que este também sirva para ajudar na introdução e implantação de sistemas de produção enxuta. como os de gestão total e global de qualidade.mesa. por exemplo. que ajude na execução das estratégias da empresa. na gestão da introdução de novos produtos.isa. e de Supply Chain.org) DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . englobando aspectos também tecnológicos e outros processos não envolvidos no modelo original ISA-95.O MODELO P2E DA MESA A MESA tem trabalhado desde 2004 numa visão de modelo de integração chamado P2E (Plant-to-Enterprise). A intenção essencial do modelo é não apenas ter um sistema MES de “informações”.org) MESA – Manufacturing Enterprise Solution Association (http://www.

O MODELO P2E DA MESA DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

O MODELO P2E DA MESA DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

Alguns servidores de comunicação: atuam como intermediários entre o servidor principal e os vários subsistemas do Nível 2. middlewares e protocolos industriais de suporte à comunicação entre os vários sistemas dos Níveis envolvidos. a arquitetura de um sistema MES é conceitualmente igual à dos PIMS: . representam o ponto de acesso dos usuários ao sistema e suas funcionalidades.Um servidor principal: é o processo / computador que centraliza as informações e o acesso às fontes de dados. . DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . . . assim como que fornece as informações às demais aplicações-cliente do Nível 4. .Infraestrutura de rede e de automação: conjunto de softwares básico.Um Banco de Dados: repositório das informações coletadas.Estações-cliente: atuando sobre o servidor principal.ARQUITETURA Do ponto de vista físico.

ARQUITETURA DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

• Apoio à melhoria contínua. • Aumenta a visibilidade das atividades do chão de fábrica. • Redução dos tempos de produção. • Melhora a confiabilidade do produto final (melhor qualidade). inventário desnecessário. tempos de espera. • Apoio à produção enxuta. defeitos). • Redução dos custos de mão de obra e treinamento. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .VANTAGENS DOS SISTEMAS MES • Identificação de desperdícios (excesso de produção. assim como dos custos do processo de manufatura.

as empresas que implantaram sistemas MES obtiveram os seguintes benefícios médios: • 60% das empresas reduziram o tempo de ciclo em pelo menos 40%. • 63% reduziram o lead time em pelo menos 30%. • 63% diminuíram os defeitos nos produtos em pelo menos 15%.BENEFÍCIOS DOS SISTEMAS MES Segundo um estudo da MESA. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . • 57% reduziram o WIP em pelo menos 25%. • 60% diminuíram ou eliminaram o tempo / tarefa de registro manual de dados. de 1997. • 63% diminuíram os erros causados por falhas de comunicação / escrita) em 57%. • 63% diminuíram ou eliminaram o uso de papel nas comunicações.

Sistemas MES versus Sistemas PIMS Usuários Finais / Decisões corporativo-estratégicas Sistemas de Planejamento Usuários Finais / Análise de Desempenho operacional Sistemas MES Sistemas PIMS Banco de Dados Chão-de-fábrica DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

CLPs... . Redes (Fieldbus)... MRP.. .MODERNA VISÃO GLOBAL DE INTEGRAÇÃO: MODELO 3 CAMADAS Camada Apresentação Camada Lógica de Processo Camada Dados Bancos de Dados Bancos de Dados Bancos de Dados Bancos de Dados Nível 4 Usuários Finais Sistemas ERP. SDCD.. PIMS. . Portal Web / Xnet Front-Ends nativos ou Web-based Nível 0 Chão-de-Fábrica Redes & middlewares Front-ends não necessariamente contemplados na integração. CRM.. Nível 3 Sistemas MES. pois as informações associadas já seriam acessadas via PIMS / MES UFSC/DAS DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos . Controladores PID.. Nível 2 Nível 1 Sistemas SCADA. MRP-II. .

QUADRO BÁSICO COMPARATIVO PIMS Tipo Produção Tipo de Dados Banco de Dados contínua contínuos alto desempenho dados históricos muito robusto tempo real muito robusta focado mais alta MES discreta discretos convencional dados diários robusto não tempo real robusta mais amplo alta Infraestrutura de Rede Escopo Funcional Complexidade do Sistema DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

 Dadas as várias fontes de dados. variando de 6 meses a 1 ano. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .  Sistemas tipo ERP não são projetados para se comunicar diretamente com o chão-de-fábrica. O padrão OPC minimiza este problema.. As suas complexidades e custos de integração têm. ainda. há diversos problemas de interoperabilidade por resolver.COMENTÁRIOS FINAIS  Sistemas PIMS e MES tem vindo a ser adotados de forma crescente pelas (grandes) empresas.  .  É comum se confundir os objetivos dos PIMS e MES entre si. praticamente inviabilizado sua adoção por PMEs.  A implantação é demorada. distribuídas e/ou heterogêneas.. comuns de existirem no chão-de-fábrica.

 A literatura não mostra como muito usual ter um sistema PIMS e um MES implantados numa mesma empresa.  Muitas empresas não têm todos os seus sistemas providos de coletores automáticos de dados.COMENTÁRIOS FINAIS (Cont. DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS . principalmente no que toca à concepção dos relatórios que devem ser gerados.  Como qualquer sistema. fazendo com sejam seus colaboradores há introduzem seus apontamentos manualmente. entre outros. Ou é um MES ou um PIMS (e eventualmente estendido com algumas funcionalidades mais típicas de MES). da qualidade de treinamento das pessoas para os usarem e tirarem proveito de todo o seu potencial.)  São sistemas fortemente customizáveis.  Exigem uma robusta infraestrutura de rede e de automação. seu sucesso depende.

FIM DAS5316 – Integração de Sistemas Corporativos UFSC/DAS .

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