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LEI 11.

689/2008

PLENITUDE DE DEFESA

SIGILO DAS VOTAÇÕES
SOBERANIA DO VEREDICTOS COMPETENCIA PARA O JULGAMENTO DOS CRIMES DOLOSOS CONTRA A VIDA

CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA
◦ ◦ ◦ ◦ HOMICIDIO INFANTICIDIO ABORTO INSTIGAÇÃO AO SUICIDIO
 FORMA TENTADA OU CONSUMADA NÃO SÃO CRIMES DOLOSOS CONTRA A VIDA: - LATROCINIO - SEQUESTRO SEGUIDO DE MORTE, ESTUPRO SEGUIDO DE MORTE, LESAO CORPORAL SEGUIDA DE MORTE

CRIME CONEXO
◦ CONEXÃO

Art. 76. A competência será determinada pela conexão: I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras; II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas; III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

CRIME CONEXO
◦ CONTINENCIA
Art. 77. A competência será determinada pela continência quando: I - duas ou mais pessoas forem acusadas pela mesma infração; II - no caso de infração cometida nas condições previstas nos arts. 51, § 1o, 53, segunda parte, e 54 do Código Penal. concurso formal, erro na execução e resultado diverso do pretendido ( NOVA REDAÇÃO DA PARTE GERAL DO CP)

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1ª FASE DO PROCEDIMENTO • Instrução preliminar – Juiz 2ª FASE DO PROCEDIMENTO • Julgamento em plenário .Jurados .

JUNTAR DOCUMENTOS. POR HORA CERTA(OCULTA). POR EDITAL(SUSPENSÃO) DEFESA PRÉVIA PRAZO 10 DIAS PRELIMINARES. ARROLAR TESTEMUNHAS .DENÚNCIA OU QUEIXA SUBSDIÁRIA PRAZO MP DENUCIAR – INERCIA – QUEIXA-SUBSIDIÁRIA –ARROLAR 8 TESTEMUNHAS CITAÇÃO PESSOAL. EXCEÇOES.

CPP: APLICAÇÃO AO PROCEDIMENTO ( ART. 394. PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS • EXCEÇÕES PEREMPTORIAS REJEIÇÃO DA DENUNCIA ABSOLVIÇÃO SUMARIA • ART. 397 .VISTA AO MINISTERIO PUBLICO LIMITES DA ATUAÇÃO DO MP – AMPLA DEFESA DO ACUSADO RECEBIMENTO DA DENUNCIA • CONDIÇÕES PARA REGULAR PROCESSAMENTO • DESIGNAR AUDIENCIA DE INSTRUÇÃO • DEFINIR PROVAS PERICIIAIS E OUTRAS • FALTA JUSTA CAUSA. §3º E §4º .

411.§5º. CPP: MUTATIO LIBELII – ART.RECEBIMENTO DENUNCIA PREPARAÇÃO DA AUDIENCIA – 10 DIAS – ART.I •ACAREAÇÕES •INDEFERIMENTO DAS PROVAS PROTELATORIAS. IRRELEVANTES E IMPERTINENTES •INTERROGATÓRIO • SUSPENDE-SE O DEBATE NO CASO DO ART.410 – AUDIENCIA EM 90 DIAS •VÍTIMA ( SE POSSIVEL) INSTRUÇÃO DEBATES •TESTEMUNHAS (ACUSAÇÃO/DEFESA) TESTEMUNHA FALTANTES (SUSPENSAO) •ESCLARECIMENTOS PERITO ( ART. 384 . 159. §3º •DEBATES ORAIS : 20 MINUTOS PRORROGAVEIS POR MAIS 10 PARA ACUSAÇÃO E DEFESA •PRESNÇA DO ASSISTENTIE: MAIS 10 MINUTOS PARA AMBAS AS PARTES •C0RÉUS: TEMPOS SÃO INDIVIDUAIS .

419 . 413 • ART.1ª FASE DO PROCEDIMENTO • ART.415 • ART. 414 PRONÚNCIA IMPRONÚNCIA ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA DESCLASSIFICAÇÃO • ART.

no caso de manutenção. revogação ou substituição da prisão ou medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e.Art. § 2o Se o crime for afiançável. O juiz. devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena. 413. pronunciará o acusado. motivadamente. fundamentadamente. se convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. sobre a necessidade da decretação da prisão ou imposição de quaisquer das medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código. tratando-se de acusado solto. ( § 3o O juiz decidirá. . § 1o A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. o juiz arbitrará o valor da fiança para a concessão ou manutenção da liberdade provisória.

•CPP 41 INDICIOS DA MATERIALIDADE INDICIOS DA AUTORIA • 2008 PROVA DA MATERIALIDADE INDICIOS DE AUTORIA IN DUBIO PRO REO RERECEBIMENTO IN DUBIO PRO SOCIETATE .

     DECISÃO INTERLOCUTORIA MISTA NÃO TERMINATIVA PRECLUSAO – NÃO FAZ COISA JULGADA NÃO ANALISA AGRAVANTES. ATENUANTES E CAUSAS ESPECIAIS DE DIMINUIÇÃO DE PENAL FUNDAMENTAÇÃO LIMITADA A INDICAÇÃO DA EXISTENCIA DE MATERIALIDADE E INDICIOS DE AUTORIA PROIBIÇÃO DE REFERENCIA A PRONUNCIA EM PLENARIO – ART. 478 .

  DECRETAÇÃO OU REVOGAÇÃO DA PRISAO PREVENTIVA INTIMAÇÃO DA PRONUNCIA: ◦ MINISTÉRIO PÚBLICO : PESSOALMENTE E EM MAOS PROPRIAS ◦ ACUSADO: PESSOALMENTE OU POR EDITAL ◦ DEFENSOR NOMEADO: PESSOALMENTE ◦ DEFENSOR CONSTITUIDO: NOTA DE EXPEDIENTE DO JORNAL .

A decisão de pronúncia deve guardar correlação. ART. ELOQUÊNCIA ACUSATÓRIA. III Ordem concedida. moderação e comedimento com a fase de mera admissibilidade e encaminhamento da ação penal ao Tribunal do Júri.EMENTA: PROCESSUAL PENAL. . I .Fere o princípio da soberania dos veredictos a afirmação peremptória do magistrado. AFASTAMNENTO DE POSSÏVEL TESE DEFENSIVA. OFENSA CARACTERIZADA. que se diz convencido da autoria do delito. PRINCÍPIO DA SOBERANIA DOS VEREDICTOS DO JURI. 408 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. PRONUNCIAMENTO SOBRE OS ASPECTOS SUBJETIVOS DA CONDUTA DO ACUSADO. AFIRMATIVA DE AUTORIA. ORDEM CONCEDIDA. PRONÚNCIA. na sentença de pronúncia. HABEAS CORPUS. PEÇA QUE PODE INFLUIR INDEVIDAMENTE no CONVENCIMENTO DOS JURADOS. II .

RHC 77. Pertence. HC 69. 26/05/98. com afirmações apodíticas e minudência no cotejo analítico da prova. Celso. 2. É inadmissível. o juiz deve cingir-se a indicar. RTJ 140/917. HC 68. Celso. DJ 17/05/96. 3. a autoria.EMENTA: Pronúncia: nulidade por excesso de "eloqüência acusatória". no que concerne à autoria dos delitos. Sanches..044.126. a versão acusatória ou rejeita peremptoriamente a da defesa (v. conforme a jurisprudência consolidada do STF. que.g. não se revelam compatíveis com a dupla exigência de sobriedade e de comedimento a que os magistrados e Tribunais. O que reclama prova. DJ 07/08/98). sob pena de ilegítima influência sobre o ânimo dos jurados. RTJ 136/1215. 408) e assume. no juízo da pronúncia. para a qual basta a concorrência de indícios. No caso. não. 1. é a existência do crime.133. as expressões utilizadas pelo órgão prolator do acórdão confirmatório da sentença de pronúncia.606. 27/02/96. a pronúncia cuja fundamentação extrapola a demonstração da concorrência dos seus pressupostos legais (CPrPen. devem submeter-se quando praticam o ato culminante do judicium accusationis (RT 522/361) . HC 73. art. 18/06/91. 24/03/92. portanto.

383 c. ART 384 •DE COMPETENCIA DO TRIBUNAL DO JURI •FORA DA COMPETENCIA DO TRIBUNAL DO JURI .c. 418 COM MODFICAÇÃO DOS FATOS NARRADO NA DENUNCIA – ART. REMESSA AO JUIZ COMPETENTE •ADITAMENTO DA DENUNCIA E NOVA INSTRUÇÃO E INTERROGATORIO •PRONUNCIA NOS TERMOS DO ADITAMENTO •PODE OCORRER APÓS A PRONÚNCIA . 413.c ART. §3º c.CONCORDA COM O FATO E A DEFINIÇÃO JURIDICA DADA NA DENÚNCIA •PRONUNCIA NOS TERMOS DA DENUCNIA SEM MODIFICAR A DENUNCIA DA NOVA DEFINIÇÃO JURIDICA AO FATO – ART.

DENUNCIA: HOMICIDIO QUALIFICADO PRONUNCIA : HOMIDICIO SIMPLES IMPEDE QUE A QUALIFICADORA SEJA ANALISADA COMO AGRAVANTE •RETIRA-SE A SITUAÇÃO FATICA E NÃO O CONCEITO JURIDICO .

CRIME DOLOSO ANALISE DE MATERIALIDADE E AUTORIA CRIME CONEXO ANALISE DA CONEXÃO IMPRONUNCIA : RETIRA A COMPETENCIA DO CRIME CONEXO PELO TRIBUNAL DO JURI PRONUNCIA – DEFINE COMPETENCIA DO CRIME CONEXO .

poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova. o juiz.Art. Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade. fundamentadamente. Parágrafo único. impronunciará o acusado. 414. .

    DECISÃO TERMINATIVA PERMITE NOVO PROCESSO COM PROVAS NOVAS FUNDAMENTO: AUSENCIA DE CERTEZA DE MATERIALIDADE OU FALTA INDICIOS DE AUTORIA ESTADO DE PENDENCIA : CONTRARIO A PRESUNÇÃO DE INOCENCIA E AO IN DUBIO PRO REO .

IMPRONUNCIA DO CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA IMPOSSIBILIDADE DE ANALISE DO CRIME CONEXO ENCAMINHAMENTO DO CRIME CONEXO PARA O JUIZO COMPETENTE .

PRONUNCIA PELO JUIZ DE DIREITO RECURSO DA PRONÚNCIA PELO TRIBUNAL PROVIDO OU RETRATAÇÃO PELO JUIZ IMPRONÚNCIA .

fundamentadamente. III – o fato não constituir infração penal. Não se aplica o disposto no inciso IV do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade prevista no caput do art. Parágrafo único. IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime. absolverá desde logo o acusado. 26 do Decreto-Lei no 2.848. . salvo quando esta for a única tese defensiva.      Art. de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal. II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato. quando: I – provada a inexistência do fato. O juiz. 415.

• O FATO É ATIPICO • DEMONSTRADA A PRESENÇA DE QUALQUER CAUSA DE EXCLUSAO DA ILICITUDE E DA CULPABILIDADE • EXCETO INIMPUTABILIDADE .INCISO I E II INCISO III INCISO IV • EXIGE PROVA DA INEXISTENCIA DO FATO OU DA PARTICIPAÇÃO DO ACUSADO • NÃO PODE SER POR NÃO HAVER PROVA SUFICIENTE.

ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA DO CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA IMPOSSIBILIDADE DE ANALISE DO CRIME CONEXO ENCAMINHAMENTO DO CRIME CONEXO PARA O JUIZO COMPETENTE .

O juiz poderá dar ao fato definição jurídica diversa da constante da acusação. 74 deste Código e não for competente para o julgamento. embora o acusado fique sujeito a pena mais grave.Art. em discordância com a acusação. Quando o juiz se convencer. . Parágrafo único. à disposição deste ficará o acusado preso. Art. remeterá os autos ao juiz que o seja. da existência de crime diverso dos referidos no § 1o do art. 419. 418. Remetidos os autos do processo a outro juiz.

IMPRÓPRIA PRÓPRIA HOMICIDIO PARA INFANTICÍDIO HOMICÍDIO PARA LESAO CORPORAL MANTEM COMPETENCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI RETIRA A COMPETENCIA DO TRIBUNAL DO JURI MANTEM O CRIME CONEXO NA COMPETENCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI O CRIME CONEXO TEM SUA COMPETENCIA AFASTADA DO TRIBUNA DO JÚRI .

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PRONUNCIA INTIMAÇÃO DA PRONUNCIA PRECLUSÃO DA PRONUNCIA LIBELO/ CONTRARIEDADE DO LIBELO INTIMAÇÃO DAS PARTES PARA ESPECIFICAR PROVAS E APRESENTAR TESTEMUNHAS (5 DIAS) DEFERE DILIGENCIAS E DETERMINA INTIMAÇÃO DAS TESTEMUNHAS PARA SEREM OUVIDAS EM PLENÁRIO RELATÓRIO DO JUIZ .

até a fase de pronúncia. poderá ser pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.  HABEAS CORPUS – CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA PROCESSADO PELO JUIZADO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER – NULIDADE – NÃO OCORRÊNCIA – LIBERDADE PROVISÓRIA – CRIME HEDIONDO – IMPOSSIBILIDADE – ORDEM DENEGADA. seu processamento. PERMISAO PELA LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA .340/06. Ressalvada a competência do Júri para julgamento do crime doloso contra a vida. em atenção à Lei 11.

por crime doloso contra a vida . Estabelecendo a Lei de Organização Judiciária local que cabe ao Juiz-Presidente do Tribunal do Júri processar os feitos de sua competência. 2. CONSTRANGIMENTO. Ordem concedida para anular o processo a partir do recebimento da denúncia. encaminhando-se os autos para o 1º Tribunal do Júri de Ceilândia/DF. HOMICÍDIO QUALIFICADO TENTADO. RECONHECIMENTO. . HABEAS CORPUS. JUIZADO ESPECIAL. PROCESSO PENAL.que corre perante o Juizado Especial Criminal. COMPETÊNCIA.mesmo que em contexto de violência doméstica . foro competente para processar e julgar o feito. é nulo o processo. 1. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. mesmo antes do ajuizamento da ação penal.

 FORMAÇÃO DA LISTA ANUAL DE JURADOS  O JURADO QUE TIVER INTEGRADO O CONSELHO DE SENTENÇA NOS 12 MESES QUE ANTECEDEREM À PUBLICAÇÃO DA LISTA GERAL FICA DELA EXCLUÍDO ( ART. 426) .

427 • DIFICIL COMPROVAÇÃO INTERESSE DE ORDEM PUBLICA DÚVIDA SOBRE IMPARCIALIDADE DOS JURADOS EXCESSO DE SERVIÇO • ART.• ART. 427 • NORMA ABERTA • ART. 427 • CONDIÇÕES ADEQUADAS PARA JULGAMENTO . 428 SEGURANÇA DO ACUSADO • ART.

COMPETENCIA DO TRIBUNAL PEDIDO DA PARTE REQUERIDO PELO JUIZ VISTA A PARTE CONTRARIA INFORMAÇÕES DO JUIZ PRESIDENTE VISTA AS PARTES .

25 JURADOS MINIMO PARA ABERTURA 15 JURADOS CONSELHO DE SENTENÇA 7 JURADOS .

469§1º DEFESA MP RECUSA MOTIVADA RECUSA IMOTIVADA (3JURADOS) ACEITA ACEITA RECUSA MOTIVADA RECUSA IMOTIVADA (3 JURADOS) .SORTEIRO DOS JURADOS 2 OU + ACUSADOS ART.

473.FORMAÇÃO DO CONSELHO PEÇA PARA OS JURADOS INSTRUÇÃO PRONUNCIA JURAMENTO RELATORIO DO JUIZ OITIVA DA VÍTIMA OITIVA DE TESTEMUNHAS LEITURA DE PEÇAS ART. § 3º INTERROGATÓRIO .

474.§3º . 479 E 481 DO CPP PROIBIÇÃO DO USO DE ALGEMAS  ART.  JUNTADA DE DOCUMENTOS PARA UTILIZAÇÃO EM PLENARIO ART.

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DEBATES DEBATES DEBATES FACULTATIVOS RÉPLICA 1 HORA ACUSAÇÃO 1HORA E MEIA + 1 ACUSADO= 2H E 30” DEFESA 1 HORA E MEIA + 1 ACUSADO = 2H E30” +1 ACUSADO= 2 HORAS TRÉPLICA 1 HORA +1 ACUSADO= 2 HORAS .

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478): ◦ PRONUNCIA ◦ USO DE ALGEMAS ◦ DIREITO AO SILENCIO ◦ AUSENCIA DO INTERROGATORIO ◦ PRESENÇA DO ACUSADO . PROIBIÇÃO DE REFERENCIA ( ART.

JULGAMENTO VOTAÇÃO JULGAMENTO ESCLARECIMENTOS DO JUIZ AOS JURADOS SOBRE A QUESITAÇÃO QUESITOS SENTENÇA DO JUIZ .

QUE FORAM A CAUSA DA MORTE O RÉU ZZ DESFERIU OS TIROS REFERIDOS DO QUSITO ANTERIOR? O REU ZZ CONCORREU PARA A MORTE DA VÍTIMA? SIM – SEGUE PARA PROXIMO QUESITO SIM – SEGUE PARA PROXIMO QUESITO NÃO . SOFRENDO AS LESOES DESCRITAS.ABSOLVE .QUESITO 1 MATERIALIDADE DO FATO QUESITO 2 AUTORIA OU PARTICIPAÇÃO NO DIA TAL.ABSOLVE NÃO . A X HORAS. XX FOI ATINGIDO POR DISPAROS DE ARMA DE FOGO .

QUESITO 3 QUESITO 3 – DESCLASSIFICAÇÃO TENTATIVA O RÉU ZZ QUIS A MORTE DA VÍTIMA? O RÉU ZZ ASSUMIU O RISCO DE PRODUZIR A MORTE A VÍTIMA? ASSIM AGINDO O REU ZZ DEU INICIO AO ATO QUE NÃO CONSUMOU POR CIRCUNSTANCIAS ALHEIAS A SUA VONTADE? SIM – PROXIMO QUESITO SIM – RECONEHE A TENTEATIVA NÃO – DESCLASSIFICA NÃO – PROXIMO QUESITO .

ABSOLVE NÃO – PROXIMO QUESITO .? SIM – ADMITE A QUALIFICADORA NÃO – PROXIMO QUESITO SIM .QUESITO 3 OU 4 OBRIGATORIO QUESITO 4 QUALIFICADORA O JURADO ABSOLVE O ACUSADO O CRIME FOI COMETIDO MEDIANTE PAGA ..

POR IMPRUDENCIA. IMPERICIA OU NEGLIGENCIA. OS LIMITES DA LEGITIMA DEFESA O RÉU ZZ QUIS PARTICIPAR DE CRIME MENOS GRAVE ? SIM – RECONHECE O EXCESSO CULPOSO SIM – DESCLASIFICAÇÃO IMPROPRIA – PASSA PARA O JUIZ NÃO – RECONHECE A ABSOLVIÇÃO PELA LEGITIMA DEFESA NÃO – RECONHECE A ABSOLVIÇÃO PELA LEGITIMA DEFESA .QUESITO 4 EXCESSO CULPOSO NA LEGITIMA DEFESA QUESITO 4 EXCESSO DOLOSO O REU ZZ EXCEDEU .

QUESITAÇÃO DO CRIME DOLOSO DO RÉU ZZ QUESITAÇÃO DO CRIME DOLOSO DO RÉU YY QUESITAÇÃO DO CRIME CONEXO DE RÉU ZZ QUESITAÇÃO DO CRIME CONEXO DO RÉU YY .

DIMINUIÇÃO. ABSOLVIÇÃO.•DECISÃO DE MERITO: CONDENAÇÃO. ATENUANTES APLICAÇÃO DA PENA •APLICAÇÃO DA PENA NOS LIMITES DA DECISAO DOS JURADOS . DESCLASSIFICAÇÃO VOTAÇÃO DESCLASSIFICAÇÃO •DECISÃO DO JUIZ DO CRIME DESCLASSIFICADO •DECISÃO DO JUIZ DAS CAUSAS DE AUMENTO.

LEITURA DA SENTENÇA CIENCIA DAS PARTES MANIFESTAÇÃO FACULTATIVA DO ACUSADO ASSINATURA DA ATA DE JULGAMENTOS ENCERRAMENTO E DISSOLUÇÃO DO CONSELHO DE SENTENÇA .