SUMÁRIO CAPÍTULO I – DA DEFINIÇÃO ................................................................................. CAPÍTULO II – DA VALIDADE DAS INFORMAÇÕES ..........................................

CAPÍTULO III – DA OBRIGATORIEDADE DA ATRIBUIÇÃO DO NIT ............... CAPÍTULO IV – DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ALTERAÇÃO, INCLUSÃO OU EXCLUSÃO DE DADOS NO CNIS ................................................. CAPÍTULO V – DOS SISTEMAS DE ALTERAÇÃO, INCLUSÃO E EXCLUSÃO NO CNIS ........................................................................................................................ CAPÍTULO VI – DA PRIORIDADE DOS PEDIDOS ................................................. CAPÍTULO VII – DA ANÁLISE DOS DOCUMENTOS PARA INCLUSÃO, ALTERAÇÃO E EXCLUSÃO DE DADOS NO CNIS ................................................ CAPÍTULO VIII – DO PEDIDO DE ATUALIZAÇÃO DE DADOS CONSTANTES NO CNIS, DESVINCULADOS DO REQUERIMENTO DE BENEFÍCIO ................. CAPÍTULO IX – DO ROTEIRO PARA ACESSO AO CNIS E CNISA ..................... CAPÍTULO X – DA INCLUSÃO, ALTERAÇÃO E EXCLUSÃO NO CNIS POR MEIO DO SISTEMA DE BENEFÍCIOS ...................................................................... CAPÍTULO XI – DO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO ...................................................... CAPÍTULO XII – DA JUSTIFICAÇÃO ADMINISTRATIVA ................................... CAPÍTULO XIII – DA PESQUISA EXTERNA ........................................................... CAPÍTULO XIV – DO INDEFERIMENTO E REABERTURA DE BENEFÍCIOS ... CAPÍTULO XV – DA REVISÃO ................................................................................. CAPÍTULO XVI – DO RECURSO ............................................................................... CAPÍTULO XVII – DA EXTEMPORANEIDADE DAS INFORMAÇÕES CONSTANTES NO CNIS ............................................................................................. CAPÍTULO XVIII – DA ANÁLISE DAS GUIAS DE RECOLHIMENTO-GR, MICROFICHAS CARNÊS DE RECOLHIMENTO, GUIAS DE RECOLHIMENTO DO CONTRIBUINTE INDIVIDUAL-GRCI E GUIAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL-GPS ................................................................................................................. CAPÍTULO XIX – DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS GUIAS DE RECOLHIMENTO-GR, MICROFICHAS, CARNÊS DE RECOLHIMENTO, GUIAS DE RECOLHIMENTO DO CONTRIBUINTE INDIVIDUAL-GRCI E GUIAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL-GPS ................................................................. CAPÍTULO XX – DO HISTÓRICO DA CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL-CTPS, DO LIVRO DE REGISTRO DOS EMPREGADOS-LRE, DO FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇOFGTS, DO CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOSCAGED E DA RELAÇÃO ANUAL DE INFORMAÇÕES SOCIAIS-RAIS .............. art. 3º ao 4º art. 5º ao 8º art. 9º art. 10 art. 11 ao 16 art. 17 art. 18 ao 20 art. 21 art. 22 art. 23 ao 25 art. 26 ao 29 art. 30 art. 31 art. 32 art. 33 ao 35 art. 36 art. 37 ao 42

art. 43 ao 47

art. 48

art. 49 ao 55

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DIRETORIA DE BENEFÍCIOS ORIENTAÇÃO INTERNA Nº 174 INSS/DIRBEN, DE 29 DE AGOSTO DE 2007 Manual de Procedimentos de Benefícios–MPB – Reconhecimento Inicial - Parte IV – Critérios para validação dos Dados constantes no Cadastro Nacional de Informações Sociais-CNIS. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.213, de 24/7/1991 e alterações posteriores; Decreto nº 3.048, de 6/5/1999 e alterações posteriores;

O DIRETOR DE BENEFÍCIOS DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL-INSS, no uso da competência que lhe confere os incisos IV e V do artigo 13 do Anexo I da Estrutura Regimental do INSS, aprovada pelo Decreto nº 5.870, de 8 de agosto de 2006, Considerando o disposto nas Leis nº 8.212 e nº 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, com alterações estabelecidas pela Lei nº 10.403, de 8 de janeiro de 2002 e Lei nº 10.666, de 8 de maio de 2003; Considerando o contido no Regulamento da Previdência Social-RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, com alterações estabelecidas pelos Decretos nº 4.079, de 9 de janeiro de 2002 e nº 4.729, de 9 de junho de 2003; Considerando a necessidade de disciplinar e de uniformizar procedimentos na área de Benefícios, na utilização das informações constantes no Cadastro Nacional de Informações Sociais-CNIS, para fins de reconhecimento do direito aos benefícios previdenciários; Considerando a necessidade de disciplinar e de uniformizar procedimentos e critérios para alteração, inclusão e exclusão das informações no CNIS; Considerando a necessidade de aprimorar a segurança no ato do reconhecimento do direito ao benefício,

RESOLVE:

Art. 1º Uniformizar procedimentos na área de Benefícios do INSS quanto à validação das informações constantes no CNIS, para fins de reconhecimento do direito aos benefícios previdenciários, bem como critérios para alteração, inclusão ou exclusão de vínculos e remunerações.

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Art. 2º Disciplinar a análise de vínculos, competências e Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações da Previdência Social-GFIP, inclusive as extemporâneas.

CAPÍTULO I Da Definição Art. 3º No intuito de criar uma base de dados integrada, o Governo Federal determinou a criação do Cadastro Nacional do Trabalhador-CNT, por meio do Decreto nº 97.936, de 10 de julho de 1989, na forma de consórcio entre Ministério da Previdência e Assistência Social-MPAS, Ministério do Trabalho-MTB e Caixa Econômica Federal-CEF. Posteriormente assumiu, conforme Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, a denominação de Cadastro Nacional de Informações Sociais-CNIS. Art. 4º O CNIS é uma base de dados nacional que contém informações cadastrais de trabalhadores empregados, inclusive o doméstico, contribuintes individuais, facultativos, empregadores, vínculos empregatícios, remunerações e recolhimentos. § 1º O cidadão pode ter acesso às informações referentes aos dados cadastrais, vínculos, remunerações e recolhimentos, constantes no CNIS, por meio do endereço eletrônico www.previdencia.gov.br, no módulo "Serviços", na opção “Consulta às Inscrições do Trabalhador” e "Consulta Integrada às Informações do Trabalhador” (PREVCidadão). § 2º Para acesso ao CNIS e obtenção das informações a que se refere o parágrafo anterior, será exigida a informação do Número de Identificação do Trabalhador-NIT (PIS, PASEP ou CI) e senha. A senha será cadastrada a pedido do segurado na Agência da Previdência Social-APS. § 3º A validação dos dados no CNIS, para fins de reconhecimento automático de direito aos benefícios previdenciários a partir de 1º de julho de 1994, está prevista no art. 19 do RPS, com as alterações estabelecidas pelo Decreto nº 4.079, de 9 de janeiro de 2002, face a Lei nº 10.403, de 8 de janeiro de 2002.

CAPÍTULO II Da Validade das Informações Art. 5º As informações constantes no CNIS valem, a partir de 1º de julho de 1994, para todos os efeitos como prova de: I - filiação à Previdência Social; II - relação de emprego; III - tempo de serviço ou de contribuição; IV - salário-de-contribuição. Parágrafo único. O INSS, em caso de dúvida, poderá exigir a apresentação dos documentos que serviram de base à anotação na Carteira Profissional-CP ou Carteira de Trabalho e Previdência Social-CTPS, observado os §§ 1º e 2º do art. 10. Art. 6º Caso os documentos apresentados pelo segurado ostentem suspeita de irregularidade, caberá a APS apurar a veracidade das informações, antes de alterar, incluir ou excluir o período e, se for o caso, adotar os procedimentos disciplinados em Atos Normativos do Monitoramento Operacional de Benefícios.

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embora o segurado estivesse à disposição do sindicato. podendo ser incluído após a adoção dos procedimentos de verificação da regularidade das informações.quando o vínculo no CNIS não tenha data de rescisão. a partir do ano base 2004.data de rescisão com dia zerado. VI . exceto para o contribuinte individual com múltipla atividade indicado na GFIP. se neste período constar informações de vínculos oriundas da RAIS estas serão consideradas. observando que as remunerações oriundas de reclamatória trabalhista ou dissídio/acordo/convenção com vínculo existente.Art. III . efetivamente. computando-se como mês integral aquele que constar no CNIS. ficando pendente de confirmação pela Agência da Previdência Social-APS. tenha contribuição.com relação ao Contribuinte Individual-CI. Todas as remunerações encontradas nas competências existentes são migradas para o vínculo agrupado.com relação ao trabalhador avulso. o dia da data início será fixado com o primeiro dia do mês. § 1º O tipo de regime de previdência ao qual o trabalhador está subordinado. excluídos aqueles em que. serão migradas sem nenhuma pendência. XI . o sistema assume o último dia da competência da rescisão. o vínculo não será considerado. c) Data da Entrada do Requerimento-DER. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 4 . b) Data do Afastamento do Trabalho-DAT. XII .caso o vínculo não tenha data de rescisão e remuneração. se não tiver DO e DAT. V . será ignorado pelo Sistema de Benefícios (Prisma e SABI).caso a data de rescisão seja superior a DIB a data fim será fixada conforme regra de extração: a) Data do Óbito-DO. se não tiver DO e tiver DAT. não tenha havido exercício de atividade.caso o vínculo esteja pendente de Pesquisa Externa-PE ou Interna-PI o mesmo será ignorado. VIII . observado o disposto quanto à comprovação da atividade e remunerações. sendo que a data fim do vínculo corresponde à competência com remuneração mais atualizada. IX .vínculos com a mesma "raiz” do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica-CNPJ e mesma data de admissão são agrupados em um único vínculo.o salário-de-contribuição será disponibilizado a partir do valor de contribuição existente no CNIS.caso a data de admissão seja superior a Data do Início do Benefício-DIB. o valor será o da contribuição informada. a mesma será atribuída com o último dia do mês da última competência da remuneração. independentemente da fonte. migrará somente o período em que. II . e o dia da data fim com o último dia do mês. IV . somente são consideradas as remunerações informadas na respectiva guia.vínculos de reclamatória trabalhista migram para os Sistemas de Benefício (Prisma e SABI). com ou sem efetivo exercício de atividade. migrando com pendência os vínculos do trabalhador avulso oriundos da Relação Anual de Informações Sociais-RAIS uma vez que os sindicatos informavam o período integral. quando o objeto da reclamatória trabalhista e comissão de conciliação prévia for a inclusão de vínculo. 7º Os dados existentes no CNIS são disponibilizados para os Sistemas de Benefícios obedecendo aos seguintes critérios: I . X . migrará da RAIS. VII .a partir da implantação da GFIP em janeiro de 1999. caso tenha.

§ 4º O segurado ou seu representante legal. 9º É obrigatória a utilização do NIT (CI. vínculos. consultar dados cadastrais. Caso o beneficiário não tenha cadastro no CNIS deverá ser providenciada sua inclusão via Sistema CADPF. referente a vínculos e remunerações. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 5 . para captar dados cadastrais. PIS. inclusão ou exclusão) dos dados migrados. PASEP ou SUS). de acordo com a seguinte procedência: I – a partir de 1976. para fins da localização do seu cadastro. utilizando-se o documento de identificação do segurado. serão consideradas. períodos em percepção de benefício. III – de outubro/1988 a dezembro/1998.§ 2º Quando a fonte de informação for a GFIP o tipo de regime será sempre o Regime Geral de Previdência Social-RGPS. a qualquer momento. CAPÍTULO III Da Obrigatoriedade da Atribuição do NIT Art. § 2º O acesso ao CNIS é automático para o reconhecimento inicial e revisão do direito ao benefício. relacionada no art. remunerações. antes de ser providenciado o devido acerto (alteração. referente a vínculos e remunerações. no pedido de revisão e nas atualizações de benefícios. 10 desta Orientação Interna. poderá protocolizar pedido de atualização dos dados cadastrais constantes no CNIS. Os Sistemas de Benefícios PRISMA e SABI possuem a opção “Obtenção de Dados do CNIS”. Parágrafo único. informação de extemporaneidade de vínculos existentes no CNIS. 2º (segundo) – FGTS e 3º (terceiro) – RAIS. § 3º Ocorrendo inexistência ou divergência de informações migradas do CNIS. § 1º Na falta da apresentação do NIT no ato do requerimento. exclusivamente. migram informações: 1º (primeiro) – FGTS e 2º (segundo) – RAIS. bem como os critérios utilizados para tratamento das informações. CNISVR. com a digitação do NIT. contribuições. Art. que permite. II – de julho/1994 a dezembro/1998. no ato do requerimento do benefício. obedecendo a seguinte ordem: 1º (primeiro) GFIP e 2º (segundo) RAIS. 8º As fontes de alimentação de informações relativas a empregados para o CNIS são a GFIP. migram as informações obedecendo estritamente a seguinte ordem: 1º (primeiro) – GFIP. independentemente de requerimento de benefício. Em alguns períodos estas fontes já coexistem e. IV . V – a partir de janeiro/1999. FGTS e RAIS. VI – a partir de 2002. migram as informações da RAIS referente a vínculos. deverá ser providenciada consulta ao Sistema CNIS. nestes casos é disponibilizado para os Sistemas de Benefícios (Prisma e SABI) o valor originário das fontes de informação. as informações da GFIP referentes às remunerações. as informações do CNISVR referente a vínculos e remunerações. caberá ao segurado a apresentação da documentação necessária. que será criteriosamente analisada. vínculos. vinculada ao Regime Próprio de Previdência Social-RPPS com direito ao Fundo de Garantia de Tempo de Serviço-FGTS. remunerações ou contribuições. obedecendo estritamente a seguinte ordem.a partir de janeiro/1999 serão considerados os vínculos. exceto os de categoria 03.

e) contribuinte individual: 1. guias de recolhimento ou carnês de contribuições. acompanhada de documentos contemporâneos. CP ou CTPS. c) NIT: o número de inscrição do CI ou número do PIS/PASEP. certificado de sindicato ou órgão gestor de mão-de-obra que agrupa trabalhadores avulsos. Inclusão ou Exclusão de Dados no CNIS Art. a produtor rural pessoa física.CAPÍTULO IV Dos Documentos Necessários Para Alteração. para o contribuinte individual brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo oficial internacional do qual o Brasil é membro efetivo. declaração fornecida pela empresa. data de nascimento e sexo. para o contribuinte individual que presta serviços por conta própria a pessoas físicas. ficha financeira. remunerações ou contribuições: deverão ser exigidos do segurado os seguintes documentos: a) empregado e desempregado: para comprovação do vínculo e remunerações deverão apresentar um dos seguintes documentos: 1. 6. os seguintes documentos. 4. remuneração ou contribuições constantes no CNIS. deverá apresentar as guias ou os carnês de recolhimento. b) trabalhador avulso para comprovação do vínculo e remunerações. vínculos. nome da mãe. cópia autenticada do cartão. devidamente assinada e identificada por seu responsável. II – vínculos. observando o § 4º deste artigo: 1. e para o que está obrigado a complementar a contribuição incidente sobre a diferença entre o limite mínimo do salário-decontribuição e a remuneração total por ele recebida ou a ele creditada (em relação apenas a este complemento). termo de rescisão contratual ou comprovante de recebimento do FGTS. onde conste o referido registro do trabalhador. inclusão ou exclusão de informações referentes a dados cadastrais. b) endereço: representa mero ato declaratório do segurado. referente ao período declarado. a outro contribuinte individual equiparado a empresa. d) facultativo: guias de recolhimento ou carnês de contribuições. acompanhada de original ou cópia autenticada da Ficha de Registro de Empregados ou do Livro de Registros de Empregados. 7. contracheque ou recibo de pagamento contemporâneo aos fatos que se pretende comprovar. 5. a missão diplomática ou a repartição consular de carreira estrangeira. 10. 2. para o contribuinte individual que presta serviços a entidade beneficente de assistência social isenta das contribuições sociais. contracheque ou recibo de pagamento contemporâneo aos fatos que se pretende comprovar. deverão ser adotados os seguintes critérios: I – para dados cadastrais deverá ser exigido da pessoa física: a) documento legal de identificação para as alterações de nome. acompanhado de documentos contemporâneos em que constem a duração do trabalho e a condição em que foi prestado. 2. CP ou CTPS. livro ponto ou folha de ponto ou ainda outros documentos que possam comprovar o vínculo empregatício junto à empresa. c) empregado doméstico: 1. Relação de Salários-de-Contribuição-RSC. observado o disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo. 3. Para fins de alteração. 2. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 6 .

§ 2º Para períodos anteriores a 1º/7/1994. por meio de PE ou RD. deverão ser corroborados com PE a ser realizada. deverá apresentar. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 7 . para o contribuinte individual empresário. § 1º A CP ou CTPS e a RSC. Vínculos e Remunerações-CNISVR e homologados pelo Sistema de Homologação de Informações da Previdência-HIPNET.receita.212/91. para o contribuinte individual prestador de serviço à empresa contratante e para o assim associado à cooperativa. onde conste a identificação completa da empresa. para o contribuinte individual empresário. até que seja implementada consulta automática. 30 da Lei nº 8. bem como os respectivos recolhimentos. será realizada PE por meio do HIPNET visando o acerto nos Sistemas de Benefícios (Prisma e SABI).sintegra. a partir de abril/2003 (conforme os arts. 4º. constituem documentos que servem para subsidiar a alteração. para os trabalhadores avulsos não portuários a comprovação do tempo de contribuição e salários-de-contribuição para fins de concessão de benefícios. devendo as informações constantes nesses documentos. 3. poderá ser emitida PE ou RD. a inclusão ou a exclusão de vínculos e remunerações no CNIS. Não possuindo tal remuneração. serão convalidados para a categoria de facultativo. para períodos a partir de 1º/7/1994. a CP ou CTPS constituem documentos de prova para fins de alteração. se for o caso. inclusive com o número do CNPJ. por meio do Sistema Cadastro Nacional de Informações Sociais. se positivo. inclusão ou exclusão de informações no CNIS relativas a vínculos e remunerações. o valor da remuneração paga. a partir de 29 de novembro de 1999. inclusão ou exclusão de vínculos e remunerações no CNIS. de setembro de 1960 a 28 de novembro de 1999. 18 desta Orientação Interna. se este contribuinte individual tiver se beneficiado do disposto nos §§ 4º e 5º do art. e na ausência de documentos contemporâneos para comprovação da atividade e das remunerações.2. A PE ou a RD somente deverá ser emitida após ser verificada a impossibilidade de apresentação dos demais documentos mencionados no caput.gov. deverá apresentar os comprovantes de pagamento do serviço a ele fornecido.br.666/2003). data da publicação da Lei nº 9. inciso II do caput. § 4º Exclusivamente.fazenda. deverá ser realizada PE. com o objetivo de verificar a existência da empresa no período a ser comprovado. 5º e 15 da Lei nº 10. à priori. conforme critérios adotados para comprovação de tempo de contribuição.876. ao Sistema SINTEGRA www. será feita na forma da alínea “b”.br e Receita Federal www. 4. obrigatoriamente. sem as respectivas contribuições. o recibo fornecido pela empresa. deverá comprovar a retirada de pró-labore ou o exercício da atividade junto a empresa. § 3º Se após a análise da documentação mencionada no caput. além da guia ou carnê. se for o caso. deverá ser efetuada consulta no Sistema CNISA. § 6º Quando da alteração. mas com contribuição vertida à Previdência Social. Até março/2003. na categoria de empregado doméstico. § 5º Para confirmação do vínculo registrado na CP ou CTPS. após ser verificada a impossibilidade de apresentação dos demais documentos mencionados no caput. com a redação dada pela Lei nº 9. o desconto da contribuição efetuado e o número de inscrição do segurado no RGPS. desde que atendidos os critérios disciplinados no inciso I do art. for verificado que a mesma é insuficiente para fins de comprovação de vínculo e remuneração para período inexistente no CNIS. desde que expressamente autorizada a convalidação pelo segurado. Nas APS que não possuírem o CNISVR instalado.gov. deverá ser verificado se os recolhimentos foram efetuados em época própria que. deverá comprovar a remuneração decorrente de seu trabalho.876/99. serem convalidadas. Sendo necessária a confirmação das informações constantes nesses documentos. deverá ser verificado o efetivo exercício da atividade.

facultativo e do segurado especial que contribui facultativamente. observado os critérios de análise dos respectivos documentos para os períodos iniciados ou finalizados a partir de 1º de julho de 1994. somente será permitida a realização por intermédio dos seguintes sistemas: I – Cadastramento e Alteração de Dados de Pessoa Física-CADPF: permitirá a efetivação e acerto de dados cadastrais do contribuinte individual. utilizarão como medida de segurança. procurador e do representante legal. cuja gestão é de competência da Diretoria de Benefícios. inclusão ou exclusão de informações relativas a vínculos. empregado doméstico. empregado doméstico. que registrará as ações e transações no qual cada servidor terá permissão. o CADPF. as atualizações poderão ser realizadas. Inclusão ou Exclusão de Dados no CNIS Art. a partir dos documentos apresentados pelo segurado. os Sistemas de Benefícios (Prisma e SABI) serão desabilitados para alterações. on-line. processo. remunerações ou contribuições. identificando inclusive sua situação anterior e também os dados relativos ao servidor responsável pelo acerto. b) não será necessária comprovação para alteração de grau de instrução. inclusões e exclusões de informações provenientes do CNIS. na conta-corrente do contribuinte individual. dados básicos. § 5º Os sistemas terão ainda um Módulo Auditor de Acerto. inclusão ou exclusão de dados provenientes do CNISVR. por meio dos respectivos Sistemas de Atualização. excetuando as situações que podem ser incluídas por meio do Sistema de Benefícios. observando-se que: a) o cadastramento. a alteração. poderão ser solicitados pelo próprio segurado ou por terceiros. a exemplo do que já ocorre para a utilização do PRISMA e SABI. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 8 . telefone e e-mail. § 4º O CNIS (Consulta). endereço. dependente. CNISVR e HIPNET.CAPÍTULO V Dos Sistemas de Alteração. o Sistema de Controle de Acesso-SCA. III – CNISVR: permitirá a alteração. sem exigência de procuração. facultativo. 11. II – Sistema de Acertos dos Recolhimentos do Contribuinte Individual-SARCI: permitirá acertos de contribuições. mediante apresentação dos documentos de identificação. desempregado e do trabalhador avulso. a complementação de dados cadastrais e a inclusão ou encerramento de atividade que independa de comprovação no CADPF na APS. § 2º Nas situações previstas no caput. empregado. beneficiário. § 1º No caso de requerimento de benefício para períodos encerrados até 30 de junho de 1994. segurado especial. para todas as categorias de contribuintes da Previdência Social. § 3º As funções referentes à alteração de dados provenientes do CNIS. são desabilitadas por intermédio da ferramenta “FERR”. Nas APS que tenham disponíveis os Sistemas de Atualização de dados do CNIS. permitindo a verificação de todos os acertos promovidos no cadastro e nos recolhimentos. por meio do Sistema PRISMA. servidor e unidade orgânica. a inclusão e a exclusão de vínculos e/ou remunerações do segurado empregado. que manterá histórico de todas as transações efetuadas por identificador. SARCI. a partir dos documentos apresentados pelo segurado na forma do artigo anterior. IV – HIPNET: tem por finalidade homologar os pedidos de alteração.

as alterações. não migrarão para o banco de dados do CNIS. e a partir de setembro de 1973. Art. 14. Esse procedimento será permitido até que seja prevista a migração de tal informação para o CNIS e possibilidade de alteração pelo CNISVR (o que não ocorre atualmente). para fins de reconhecimento de direito ao benefício. Art. a exclusão e a transferência de recolhimentos somente serão permitidas para recolhimentos a partir de janeiro de 1985. e nos demais casos. solicitando imediatamente a habilitação do sistema após os acertos. Art. a APS deverá solicitar a desabilitação do CNISVR na forma acima. 13. apenas por determinação judicial. inclusões ou exclusões referentes a dados cadastrais. desvinculados de requerimento de benefícios (PREVCidadão). A análise das solicitações de acerto de dados do CNIS deverá obedecer a seguinte ordem de prioridade: I .pedidos vinculados em requerimento de salário-maternidade e benefícios por incapacidade. mediante os documentos mencionados no art. desempregado e do trabalhador avulso. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 9 . quando da reabertura ou da revisão do benefício. SARCI e CNISVR e HIPNET constarão em Atos Normativos específicos. para os empregados domésticos. II . CAPÍTULO VI Da Prioridade dos Pedidos Art. A operacionalização e utilização dos Sistemas CADPF. a inclusão continua sendo feita por meio do módulo “revisão”. Nas APS que não tenham instalado os Sistemas de Atualização de dados do CNIS. inclusões ou exclusões dos dados migrados do CNIS. para os contribuintes individuais. deverão ser efetuadas por meio dos Sistemas de Benefícios (Prisma e SABI). III .§ 6º Quando as informações do vínculo são oriundas da RAIS e não constar o tipo de vínculo (RGPS ou RPPS) e se fizerem necessárias às alterações no mesmo. inclusive as contribuições constantes em microfichas. remunerações ou contribuições provenientes do CNIS. § 7º Será permitida a inclusão de competências a partir de abril de 1973. 16. 17. ou via RELAC quando tratar-se de benefício anterior ao Sistema Único de Benefícios-SUB. efetuadas por meio dos sistemas de benefícios (PRISMA e SABI). 12. Tratando-se de dependente. para tratamento do vínculo. momentaneamente. 10 desta Orientação Interna.pedidos vinculados às demais espécies de benefícios. § 8º A alteração. Art. Será permitida a inscrição do segurado especial. a inclusão e a exclusão de vínculos e ou remunerações do segurado empregado. As alterações. O CNISVR permitirá a alteração. vínculos. pensão por morte e auxílio-reclusão. Art. depois de homologadas pelo HIPNET.pedidos referentes às solicitações de atualização de dados. 15. instituidor de pensão por morte. observado os critérios de análise dos documentos.

b) apresenta emendas ou rasuras. mas este ainda não consta no CNIS: o NIT. PIS ou PASEP). desde que a data do início do vínculo. d) verificar se há indícios de montagem dos carnês. 16 da Orientação Interna Conjunta nº 40 INSS/DIRAR/DIRBEN. II .na CP ou CTPS verificar se: a) a numeração das folhas da carteira está na seqüência correta. e) apresenta indícios de inserção de folhas de outras carteiras. as remunerações ou contribuições poderão ser cadastrados. conforme art. de 11 de janeiro de 2002. os dados cadastrais. IV .Livro de Registro de Empregados se: a) consta termo de abertura e encerramento. para fins de reconhecimento do direito. de 23 de outubro de 2002. d) apresenta emendas ou rasuras na folha de registro do vínculo do trabalhador. a partir da Versão 8. f) os contratos estão em ordem cronológica. b) observar se contém emendas ou rasuras. remunerações ou contribuições antes da formatação dos benefícios. Na análise da documentação apresentada pelo segurado. § 1º Para a inclusão de vínculo. II . II – carnês de contribuições: a) verificar se o NIT constante da capa do carnê é igual aos constantes nos comprovantes de recolhimento. g) as anotações internas são contemporâneas. c) constam as datas de autenticação bancária ou carimbo do banco nos comprovantes de recolhimento. exclusivamente.120 (cento e vinte) dias.0 do PRISMA. os vínculos. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 10 . poderá ser solicitado documentos conforme art.segurado possui o NIT e este consta no CNIS: podem ser incluídos vínculos.segurado possui NIT (CI. § 2º Os prazos limites para atualização de dados do CNIS nos Sistemas PRISMA/SABI/BENEFWEB. a partir da versão 8. c) contém sinais de montagem. remuneração ou contribuição que estiver dentro do prazo de atualização de dados do CNIS. b) a numeração das folhas do livro está na ordem cronológica. da remuneração ou da contribuição esteja dentro do prazo de atualização dos dados do CNIS.403.noventa dias. III – certidões ou declarações: confirmar junto ao órgão expedidor a veracidade das informações prestadas. 76 da Orientação Interna Conjunta nº 58 DIRAR/DIRBEN/DIROL. a partir da Lei nº 10. desde que a data de início do vínculo e a remuneração ou contribuição esteja dentro do prazo de atualização de dados do CNIS. d) existe contrato de trabalho registrado com data de admissão e demissão antes da expedição da carteira. foram os seguintes: I . 18. Alteração e Exclusão de Dados no CNIS Art. de 8/1/2002.CAPÍTULO VII Da Análise dos Documentos para Inclusão. 10 desta Orientação Interna. observando as situações abaixo mencionadas: I .2 do PRISMA. antes da formatação do benefício. i) falta alguma página. conforme art. h) os contratos estão devidamente assinados pelo empregador. c) contém sinais de montagem. os servidores da APS deverão observar: I . inclusive para pedido de salário-maternidade com data de admissão menor ou igual a dois meses da Data do Afastamento do Trabalho-DAT.

alteração ou exclusão do período ou remuneração pleiteada.nos termos do § 4º do art.a data limite de 180 (cento e oitenta) dias para 210 (duzentos e dez) dias.III . observa-se somente que trata-se de alteração de razão social. na inclusão ou alteração de vínculos de tempo de contribuição com o KIT 9. devendo ser complementado por outros elementos probatórios. Isso porque em muitos casos. poderá ser utilizado por qualquer dos integrantes desse mesmo grupo. quanto ao acerto de dados do CNIS para fins de reconhecimento do direito ou revisão de benefícios.1 do PRISMA de 26/12/2006. Em outros casos.a data limite de 210 (duzentos e dez) dias para 150 (cento e cinqüenta) dias foi disponibilizada em 13/12/2006 com o KIT 9. não sendo permitida sua utilização por outras pessoas. o documento existente em nome de um dos componentes do grupo familiar do segurado especial. 19. deverá basear-se no princípio de que. o sistema de benefício imediatamente registrará uma PE. será emitida comunicação ao segurado informando a inclusão. deixando registrado de forma detalhada que nos documentos analisados não encontrou rasuras. 62 do RPS. as informações válidas são provenientes do CNIS. a partir da versão 9. Para conclusão da análise da documentação apresentada pelo segurado. conforme art.devido à falta de atualização dos dados da GFIP a partir da competência novembro/2005. a partir de 1º de julho de 1994. Nessa situação. os cônjuges. b) no caso de vínculo extemporâneo. proceder conforme segue: I – se após a análise da documentação apresentada for verificada que esta é contemporânea. Porém. no caso de acerto por meio do CNISVR. companheiros(as) e filhos(as) solteiros(as). ou seja. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 11 .alterada a data limite de 150 (cento e cinqüenta) para 120 (cento e vinte) dias. a partir do Kit 8. 180 (cento e oitenta) dias. Art. § 4º O reconhecimento do direito aos benefícios requeridos a partir de 9 de janeiro de 2002. executando a situação contida no inciso II. observando que: I . de matriz para filial.0f do PRISMA disponibilizado em 26/10/2006. e assim.em decorrência de atraso no processamento da GFIP. V .a prova material somente terá validade para a pessoa referida no documento. o segurado apresenta documentos que comprovam o vínculo na data correta. conforme o caso. sem a realização in loco. dentre outros. assim entendidos os pais. por meio do sistema HIPNET. que estavam em ordem cronológica. data da publicação da Lei nº 10. registrando no processo ou na conclusão da PE tais informações. que os contratos estavam assinados pelo empregador.0 do PRISMA. e em seguida proceder à homologação. 120 (cento e vinte) dias. enfim todas as informações que julgar necessária. em qualquer das situações. 143 do RPS. observando que: a) o servidor deverá juntar cópia da documentação. de 30 de abril de 2003. Essa pesquisa será analisada quanto ao fato se a mesma é necessária ou não.0g do PRISMA para inclusão ou alteração de vínculo de tempo de contribuição.403. II . que havia anotações (citar). efetuar o pedido de acerto dos dados por meio do sistema CNISVR ou nos Sistemas de Benefícios (PRISMA/SABI).4c do PRISMA. § 3º A comprovação realizada mediante Justificação Administrativa ou Judicial só produz efeito perante a Previdência Social quando baseada em início de prova material. não apresenta indícios de irregularidade e forma convicção de sua regularidade. na inclusão ou alteração de vínculos de tempo de contribuição ocorreu com o KIT 9. como início de prova material. deverá juntar cópia dos documentos apresentados. a conclusão da PE será interna. VI . IV . VII .

Estas informações deverão ser comparadas e. situação esta realizada somente nas APS que não possui o CNISVR instalado. 20. deixar relatado no processo o que foi apresentado. Desvinculados do Requerimento de Benefício Art. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 12 . revisão ou recurso que se enquadrar na situação prevista no inciso I. citando. por iniciativa do segurado ou seu representante legal. dentro de prazo de atualização de dados do CNIS. adotar as seguintes providências: a) benefício em fase de habilitação: reinformar o NIT (nova migração dos dados do CNIS) para que as atualizações realizadas migrem para o Sistema de Benefício. de acordo com os critérios adotados para atualização de dados constantes no CNIS. devidamente relatada e fundamentada. desvinculados do requerimento de benefício. deixar um relato da análise e conclusão.c) o servidor que incluir tempo baseado em documentos apresentados. antes da conclusão (formatação) do benefício e proceder à análise. ou não. deverão ser efetuados por meio dos Sistemas CNISVR e HIPNET adotando os procedimentos a seguir: I . V . especialmente a fundamentação. podendo ser utilizado o mesmo número do processo para solicitação de vários tipos de acertos efetuados no dia em que for protocilizado. Nos casos de alteração. deve formar a convicção dos fatos. poderá a APS emitir exigência ao segurado fixando prazo para que este apresente a documentação solicitada. Os procedimentos mencionados no artigo anterior incluem.protocolizar o pedido de atualização do CNIS no Sistema Informatizado de Protocolo da Previdência Social-SIPPS por meio de formulário próprio. o que analisou. facultando-lhe a interposição de recurso. por meio do sistema HIPNET. b) no caso de benefício em fase de revisão ou recurso: ao ser reinformado o NIT. os casos de remunerações divergentes ou não constantes no CNIS. será indeferido o pedido de acerto.se não houver apresentação de documentos ou estes sejam considerados insuficientes. o sistema de benefício buscará os dados atualizados sem apagar as informações já existentes no benefício. concluir que a mesma é insuficiente. for negativo. o resultado de qualquer destes. verificar se cabe a emissão de PE ou RD.no caso de benefício em fase de habilitação. enfim. eliminando a necessidade de indeferimento e a reabertura do processo. não constar no CNIS e esteja. sendo emitida comunicação ao segurado. a mesma for considerada insuficiente. inclusão e exclusão de informações referentes a vínculos e remunerações constantes no CNIS. III – analisar os documentos apresentados e proceder a análise. IV . RD ou processamento de JA ou se. ou ainda o processamento de JA. II . 21. havendo divergências. inclusive para subsidiar a emissão de PE. ou seja. Art. o que consta em tais documentos.se após a análise da documentação. a documentação apresentada for considerada suficiente para a comprovação do vínculo ou remuneração. deverão ser adotados os critérios disciplinados para Atualização de Dados no CNIS.se não apresentados os documentos na forma do inciso anterior e após a análise da documentação.consultar o CNISVR para verificar se existem acertos pendentes e o HIPNET para visualizar o histórico do NIT. e obrigatoriamente. II . III . CAPÍTULO VIII Do Pedido de Atualização de Dados Constantes no CNIS.

b) na tela de consulta. b) na tela de consulta. Parágrafo único. b) se. III – na opção “busca CNPJ/CEI”: será realizada a pesquisa por número do CNPJ ou CEI pelo nome da empresa. c) em seguida. facultando-lhe a interposição de recurso. alteração ou exclusão do período ou remuneração pleiteada. após a análise da documentação. respectivamente. RD ou JA for confirmado o vínculo ou a remuneração. c) se. conforme o caso. e clicar “OK”. serão disponibilizados os dados cadastrais do empregador. Este procedimento será adotado também nos casos que o segurado não apresentar documentos ou que a mesma for considerada insuficiente para emissão de PE. alteração ou exclusão do período pleiteado. após a análise da documentação for verificado que esta é contemporânea e não apresenta indícios de irregularidade. deverá ser efetuada conforme a seguir: a) se. preencher o campo em branco com o número do CNPJ ou CEI. CAPÍTULO IX Do Roteiro para Acesso ao CNIS e CNISA Art. efetuar os devidos acertos dos dados e. indicar se a pesquisa será feita pelo CNPJ ou CEI. Para acesso ao CNIS e CNISA. 22. emitindo-se comunicação ao segurado. e clicar “OK”. II . identificar se a pesquisa será feita pelo CNPJ ou Cadastro de Empresas Integradas-CEI. efetuar o pedido de acerto dos dados no CNISVR e em seguida proceder a homologação do acerto por meio do HIPNET. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 13 . após a realização de PE.no menu principal do Cadastro Nacional de Informações Sociais/AgregadosCNISA: a) selecionar cadastro e clicar em “Consulta a Empregador”.IV . quando do pedido desvinculado de requerimento de benefício. proceder da seguinte forma: I . RD ou processamento de JA. d) como resultado da pesquisa. bem como as informações referentes à data e documentos que atualizaram os dados no CNIS.a conclusão da análise da documentação apresentada pelo segurado. após a homologação do acerto. no campo “Tipo”. serão disponibilizados os dados cadastrais do empregador. bem como as informações referentes à data e aos documentos que atualizaram os dados no CNIS. no campo “Identificação do Empregador”. o pedido de acerto será indeferido. conforme o caso. informando a inclusão. Será emitida comunicação ao segurado informando a inclusão. verificar se é cabível a emissão de PE ou RD ou processamento de JA. emitir comunicação ao segurado e à empresa.no menu principal do CNIS selecionar: a) empregadores e clicar em “Consulta Dados Cadastrais”. Para a atualização de dados relativos ao Cadastro de Pessoas FísicasCPF e às contribuições dos contribuintes individuais. facultativos e empregados domésticos deverá ser feita pelos sistemas CADPF e SARCI. d) caso não se confirme o vínculo ou a remuneração. concluir que a mesma é insuficiente. c) preencher o campo “Empregador” com o número do CNPJ ou CEI. d) como resultado da pesquisa.

bem como os critérios de análise dos respectivos documentos. § 1º No caso de requerimento de benefícios para períodos de trabalho encerrados até 30 de junho de 1994. § 2º Os dados básicos relativos a documentos que identificam o contribuinte. o acerto dos vínculos e remunerações.forma de filiação e ramo de atividade. isto é. A APS. observado os documentos constantes no art. podendo ser alterados nos sistemas de benefício. vínculos. remunerações ou contribuições. quando da reabertura ou da revisão do benefício. § 5º Nas APS que não tenham instalado os sistemas de atualização de dados do CNIS. o Despacho Judicial-04 não fará restrição a qualquer tipo de alteração. poderão ser efetuadas por meio dos Sistemas de Benefícios (PRISMA/SABI). adotando-se os mesmos critérios definidos para atualização de dados do CNIS. obedecendo-se aos mesmos critérios definidos para atualização dos dados no CNIS. Art. II . Transitoriamente. até que todos os Sistemas de Atualização de dados no CNIS estejam disponíveis em todas as APS. 10 desta Orientação Interna. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 14 . 10 desta Orientação Interna. com base no novo NIT. contudo. Nas situações abaixo relacionadas. § 4º Nos casos de PIS/PASEP. a partir dos documentos apresentados pelo segurado na forma do art. 25. sendo que a formatação do benefício será permitida após a reinformação do NIT no benefício. 23. para fins de reconhecimento do direito ao benefício. CPF. para atualização automática no benefício. incluídas ou excluídas informações relativas aos dados básicos. excluindo os mesmos do NIT anterior.inclusão de salários-de-benefício e de períodos em que o segurado esteve em gozo de benefício por incapacidade. as informações relativas a cada situação poderão ser incluídas por meio dos Sistemas de Benefícios. para fins de reconhecimento do direito. por meio dos Sistemas de Benefícios (PRISMA/SABI) nas APS que não tenham disponíveis os sistemas de atualização de dados do CNIS. mesmo antes da formatação do benefício. fará as atualizações no CADPF referente a dados cadastrais e. remunerações ou contribuições provenientes do CNIS. vínculos. este deverá apresentar documento da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil com o número do PIS/PASEP. ou via Sistema de Benefícios nos casos que não tenha o CNISVR instalado. inclusões ou exclusões referentes a dados básicos. nome da mãe. as alterações. Art. inclusive nas APS que tenham disponíveis os Sistemas de Atualização de dados do CNIS: I . Caso contrário. deverá ser identificado o NIT correto. RG. deverão ser alterados. Título de Eleitor e Certidões de Casamento. § 3º Poderão ser alterados os dados básicos (nome. CTPS. se tiver o CNISVR instalado. Alteração e Exclusão no CNIS por meio do Sistema de Benefícios Art. de Nascimento ou de Óbito. para fins de reconhecimento de direito. para períodos iniciados ou finalizados a partir de 1º de julho de 1994. obrigatoriamente. Na revisão ou na reabertura de benefício indeferido o NIT deverá ser reinformado para migração dos dados atuais. no sistema CADPF. devidamente renumerado. cujo número foi atribuído para mais de um trabalhador. 24. somente será permitida a formação se pelo menos um dos dados básicos coincidir com os dados existentes no CNIS. poderão ser alteradas.CAPÍTULO X Da Inclusão. inclusão ou exclusão de informações. data de nascimento e documento de identificação) antes da conclusão do benefício.

o segurado deverá ser cientificado do tempo apurado. de vinculação ao RGPS por meio de portarias de nomeação e contrato de trabalho temporário. desde que validado pelo INSS.serviço militar. Art. Em se tratando de aposentadoria proporcional. para qualquer período.comprovante de período de atividade rural. a posteriori. Para os demais benefícios.Certidão de Tempo de Contribuição-CTC. resultará na revisão do benefício. observando-se os critérios de comprovação de atividade decorrente de Ação Trabalhista. sendo-lhe facultado o direito de opção ao benefício.registro de período de licença do trabalho relacionado a um vínculo migrado do CNIS. VIII . VI . cabendo processamento da mesma para processo de atualização dos dados do CNIS PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 15 . tratando-se de aposentadorias. para efeito de dedução no cálculo do tempo de contribuição. a qual. não havendo restrição quanto ao divisor. CAPÍTULO XI Do Salário-de-Benefício Art. mesmo após 31 de dezembro de 1998.para período de atividade especial finalizado até 31 de dezembro de 1998. para contagem do tempo de contribuição de marítimo embarcado. o divisor não poderá ser inferior a 60% (sessenta por cento) do período contributivo.III . VII . publicada em 9 de janeiro de 2002 e no RPS. foi permitido alterar ou incluir informações relativas a vínculos ou a contribuições de períodos de mandato eletivo.inclusão do vínculo com data início até 16 de dezembro de 1998. 29. será permitido alterar o Tempo Básico de Cálculo-TBC. para fins da apuração de tal benefício. sendo obrigatória a digitação dos dados complementares que caracterizam a atividade especial. 35 e 36 da Lei nº 8. X – até 3 de maio de 2006. considerando que. deverá ser informado o valor mínimo nas competências que não possuírem nenhum valor informado. Optando pela aposentadoria proporcional e não sendo o acerto de dados essencial à concessão do benefício. 30. data da publicação da Portaria MPS nº 133. Para realização de JA pelas APS.403. provenientes do CNIS. IX . serão analisados e despachados com base na Lei nº 10. Art. V . deverá ser observado o disposto nos arts. 27. Os benefícios requeridos até 8 de janeiro de 2002. CAPÍTULO XII Da Justificação Administrativa-JA Art. poderá ser realizado com pesquisa. 28. 142 a 151 do RPS. Para fins de cálculo do salário-de-benefício. tendo em vista que o cálculo do salário-de-benefício consiste na média aritmética simples.213. se confirmada e devidamente homologada. IV . referente a períodos até 31 de dezembro de 1998. que encontram-se pendentes. conforme o que preceituam os arts. XI . o cálculo do salário-de-benefício será realizado a partir das remunerações e contribuições existentes. de 1991.inclusão de vínculo e remunerações instituídos por Reclamatória Trabalhista-RT. 26.tempo de serviço exterior. Art.

403. deverá ser cadastrado pedido de atualização no CNISVR. automaticamente estará atualizando o CNISVR. CAPÍTULO XIII Da Pesquisa Externa-PE Art. conforme § 3º do art. deverá acessar diariamente o Sistema HIPNET. as informações válidas são as provenientes do CNIS. RD e operacionalização da Central de Pesquisa. falta de período de carência. II .o processante designado. III . Sendo assim. § 2º O Sistema PRISMA permite a comunicação de decisão de indeferimento. 142 do RPS. onde o sistema estiver instalado ou no HIPNET. § 2º do art. com estabelecimento de prazo regulamentar para interposição de recurso à Junta de Recurso. na opção “Incluir JA”. bem como a juntada de documentos relativos ao seu processamento.A homologação da JA quanto à forma é de responsabilidade do processante e quanto ao mérito é de competência da autoridade que autorizou seu processamento. a partir de 1º de julho de 1994.independente de processo de benefício. § 3º A JA realizada por meio do Sistema HIPNET. de 9 de janeiro de 2002 e art. na opção “Homologação” visando a verificação da existência de JA pendente. deverá ser solicitada diretamente no HIPNET. 19 do Decreto nº 4. se for o caso. devendo o processo ser devidamente instruído e concluído. uma vez que para sua realização. § 2º Nos casos de JA processada que não resultarão em atualização do CNIS.079. disponibilizando-a para agendamento. data da publicação da Lei nº 10. deverão ser adotados os critérios disciplinados em Atos Normativos específicos. observando os critérios para inclusão. Se reaberto e PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 16 . bem como a autorização do processamento da JA é de competência da Chefia da APS ou Chefia de Benefícios. se for o caso. O reconhecimento do direito aos benefícios requeridos a partir de 9 de janeiro de 2002. cabendo a esta acessar diariamente o Sistema de HIPNET. que deverá acessar a opção “Autorização de JA”. solicitando o processamento de JA e efetuando o cadastramento das testemunhas indicadas pelo segurado. alteração e exclusão de dados. 31. o processo físico deverá acompanhar todas as etapas de execução virtual. não será um processo totalmente virtual. para verificar a existência de JA disponível para agendamento. 32. observando que: I . é imprescindível a avaliação dos documentos constantes no mesmo. Para realização de PE. Tal procedimento. § 1º Nos casos em que o segurado apresente documentação que possa ser considerado início de prova material para o processamento de JA. deverá basear-se no princípio de que. falta de tempo de contribuição. nas APS onde o sistema estiver implantado. será emitida convocação para o segurado e testemunhas. Após o agendamento. § 1º O indeferimento do benefício deverá ter como fundamentação os motivos regulamentares. dentre outros. tais como: perda da qualidade de segurado.a designação do processante. CAPÍTULO XIV Do Indeferimento e Reabertura de Benefícios Art. informando a data e horário da oitiva das mesmas.

35.reconhecido o direito. ao ser reinformado o NIT. vínculos. para a Junta de Recursos da Previdência Social-JRPS. data da publicação da Lei nº 10. Art. o sistema de beneficio buscará os dados atualizados sem apagar as informações já existentes no benefício. cujo período foi inicialmente desconsiderado por não constar no CNIS.concedido o benefício. se for o caso. será inibida a impressão da comunicação da decisão do indeferimento no referido Sistema. contados da data da ciência pessoal da decisão. o mesmo poderá ser reaberto. havendo divergências. a partir de 1º/7/1994. proceder a reabertura do benefício. § 3º Tratando-se de benefício indeferido em que o segurado alegar possuir os elementos necessários ao reconhecimento do direito. inclusões ou exclusões referentes a dados cadastrais. observando que o Motivo-13 (Atualização de Dados do CNIS). 36. o processo deverá ser analisado. 33. no prazo regulamentar. 10 desta Orientação Interna. antes do processamento do indeferimento pelo Sistema Único de BenefíciosSUB. Nas APS que não tenham instalado os Sistemas de Atualização de dados do CNIS. foi criado para revisão de benefícios em razão da existência de outros elementos além dos existentes no CNIS. de imediato. devidamente fundamentado. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 17 .mantido o indeferimento. 34. Art. a base de dados dos Sistemas de Benefícios será atualizada com a situação atual do benefício concedido ou revisado. interpor recurso à Junta de Recursos contra a decisão do INSS. Estas informações deverão ser comparadas e. implicará na reabertura pelo Motivo-04 (Atualização de Dados do CNIS) do benefício indeferido. bem como os documentos apresentados. § 1º Quando do recebimento da petição do recurso devidamente protocolizada. o benefício voltará a ser registrado como represado. encaminhar o processo. II . CAPÍTULO XVI Do recurso Art. § 4º A existência de outros elementos. remunerações ou contribuições provenientes do CNIS. além dos existentes no CNIS. mediante a apresentação dos documentos constantes no art. as alterações. na forma disposta para a comprovação de atividade para inclusão. deverão ser efetuadas por meio dos Sistemas de Benefícios. deverão ser adotados os critérios disciplinados para atualização de dados no CNIS. alteração ou exclusão no CNIS.403. adotando os seguintes procedimentos: I . O segurado inconformado com a decisão do INSS poderá. CAPÍTULO XV Da Revisão Art. para fins de revisão do benefício. para o devido acerto mediante ciência de próprio punho do segurado ou de seu representante legal na comunicação de indeferimento emitida pelo sistema. No caso de benefício em fase de revisão. § 5º Após a reabertura até a nova conclusão do benefício (concessão ou indeferimento). No cadastramento do pedido de revisão de benefício requerido após 9 de janeiro de 2002.

. assim como de requerimento deste. FGTS ou GFIP) utilizado pela empresa para cadastramento junto ao MTE/CEF. Adotar os mesmos critérios da GFIP.trabalhador admitido na competência abril/2006. considerando que a GFIP foi entregue fora do prazo de trinta dias da competência da admissão. FGTS ou GFIP) anterior ou posterior a julho/1994. GFIP entregues na competência agosto de 2006 correspondentes às competências abril/2006 a julho/2006. serão considerados extemporâneos os vínculos iniciados até 30/4/2006. . abril do ano seguinte ao ano-base.admissões no período de outubro a dezembro não informadas na RAIS do ano base seguinte ao ano da admissão e entregue ao MTE no prazo legal. Informações da GFIP: .Período de janeiro/1995 a dezembro/1998.trabalhador admitido em abril/2006.o período de março/1983 a dezembro/1986 será considerado extemporâneo.A primeira RAIS foi entregue em abril/1988 Teremos: . PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 18 . II . Para segurado com vínculo extemporâneo e para contribuinte individual prestador de serviço. 38. Exemplo 1: Informações da RAIS: . III . Informações do FGTS: . o processo de recurso deverá ser arquivado por perda do objeto. utilizado pela empresa para cadastramento junto ao Ministério do Trabalho e Emprego-MTE e Caixa Econômica Federal-CEF. considerando-se como vínculo extemporâneo: I . 37.Trabalhador admitido em março/1983 . Teremos que o período de abril/2006 a junho/2006 será considerado extemporâneo. CAPÍTULO XVII Da Extemporaneidade das Informações Constantes no CNIS Art. ou seja. Exemplo: Em uma GFIP entregue em junho/2006. GFIP entregue na competência outubro de 2006 correspondentes às competências abril a setembro/2006.caso a RAIS tivesse sido entregue em maio/1988 (prazo legal de entrega da RAIS até abril/1988) o período de janeiro/1987 a dezembro/1987 também seria considerado extemporâneo. . Serão identificados e marcados todos os vínculos extemporâneos a partir do documento (RAIS. § 3º Tratando-se de reabertura em razão de atualização de dados do CNIS (Motivo-04). Art.§ 2º A interposição de recurso poderá ocorrer de pedido de acerto de dados no CNIS desvinculado de benefício. não informadas na RAIS do ano base correspondente e não entregue ao MTE até abril do ano seguinte.aquele informado por meio de GFIP ou FGTS entregue após o último dia do mês subseqüente ao mês da data de admissão do empregado.aquele informado por meio de RAIS com data de admissão no período de janeiro a setembro. Teremos que o período de abril/2006 a agosto/2006 será considerado extemporâneo. será marcado o período extemporâneo a partir do documento (RAIS.o período de janeiro/1987 a dezembro/1987 será considerado contemporâneo.

emitirá mensagem de erro para comparecer a uma APS. b) o período de janeiro/2004 a junho/2004 será considerado extemporâneo. ficando registrado no relatório de auditoria a matrícula do funcionário que confirmou a pesquisa.no caso de contribuinte individual prestador de serviço. será emitida a pergunta: “Existem vínculos migrados do CNIS posterior à DAT? Caso existam vínculos não disponibilizados. Teremos: a) o período de julho a novembro/2004 contemporâneo. Interna ou Externa. se identificado vínculo extemporâneo: a) no salário-maternidade. neste caso após reabertura com Motivo-04. favor confirmar a DAT. devendo ser selecionados com (asterisco) para confirmação ou não dos períodos. .verificar no benefício a tela contendo a relação de vínculos extemporâneos.na migração de vínculos posteriores a DAT. inclusive mediante a adoção. são: I . II .considerar-se-á como Pesquisa Interna-PI: a) a análise feita pelo servidor na documentação apresentada pelo segurado no ato do requerimento do benefício ou por cumprimento de exigência.as PE/RD migrarão com status “A Priori” ou “A Posteriori”.na migração para os sistemas de benefícios de vínculos extemporâneos estes só poderão ser considerados na contagem de tempo de contribuição se forem confirmados.trabalhador admitido em julho/2004. a competência informada em GFIP entregue após o último dia do mês subseqüente. Para o requerimento na Internet (público externo) o vínculo não será considerado. no tratamento dos vínculos extemporâneos. não for confirmada. quando necessárias. outubro e novembro/2004. sendo permitida a alteração do status na tela de cadastramento de PE/RD. GFIP entregues em agosto.enquanto a Pesquisa.não será permitida a inclusão de vínculo via Sistemas de Benefícios (Prisma e SABI) em documento migrado do CNIS. emitindo a seguinte mensagem: “Data início menor que a data da expedição de documentos.no cumprimento de PE. o documento deverá ser cadastrado. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 19 .referente ao Sistema Benefweb (Internet). mediante solicitação de Pesquisa Interna (I) ou Pesquisa Externa (E). III .o sistema de benefício criticará a data de emissão da CTPS anterior à data de início do vínculo. setembro. se o requerimento for feito na APS (intranet) e empresa convenente. VI . b) extração de informações dos próprios Sistemas Corporativos da INSS suficientes para confirmar o vínculo extemporâneo. XI . alterando a data de admissão para janeiro/2004.. o período não será considerado como tempo de contribuição. gravando registro no CONERR. Exemplo 2: Em uma GFIP entregue em junho/2006 seriam consideradas extemporâneas as competências até abril/2006. migrará o vínculo criando a exigência. a matrícula do servidor que incluir vínculo não migrado do CNIS. entre outras). IV . ficando registrada no relatório de auditoria. Na competência dezembro/2004 foi entregue uma GFIP retificadora. a matrícula do pesquisador não poderá ser igual a do concessor. V . ainda que seja o mesmo documento migrado do CNIS. As rotinas dos Sistemas PRISMA e SABI. VII . Confirma inclusão do vínculo (S/N)?”. em dia.havendo necessidade de inclusão de vínculo anterior a 1º/7/1994 ou posterior a este período. 39. b) no auxílio-doença. VIII . X . IX . Art. de determinadas ações (JA.

Art. III . Será registrado no relatório de auditoria a matrícula do servidor que validou a PI ou PE e enviado para o SUB a informação dos benefícios contendo período extemporâneo utilizado na concessão. 40. 41. mesma “raiz” CNPJ. estes só poderão ser considerados na contagem de tempo de contribuição. II . Exemplo: Prestação de serviço janeiro/2006. novembro e dezembro podem constar na RAIS do ano seguinte e não serão considerados extemporâneos.aquele informado por meio de GFIP ou FGTS com data da entrega pela empresa menor que o último dia do mês subseqüente ao mês da data de admissão do empregado. b) GFIP com código N2-Transferência de Empregado para outra empresa que tenha assumido os encargos trabalhistas. sendo que o batimento no SUB será feito pelo NIT ou nome. observando as definições acima. Art. GFIP entregue até 28/2/2006. sendo: a) GFIP com Código N1-Transferência de empregado para outro estabelecimento de mesma empresa. não tem a mesma “raiz” do CNPJ. Parágrafo único. ou seja. Na migração para os sistemas de benefícios dos vínculos extemporâneos. abril do ano seguinte ao ano-base. Art. quando for o caso. após análise da regularidade da utilização dos períodos. os vínculos extemporâneos estarão sujeitos a PE. 42. Não será considerado vínculo extemporâneo: I . sendo feita tal exigência quando da migração dos dados do CNIS. a crítica poderá ser liberada via LIBDUP. XIII .XII .na situação acima. o servidor procederá à análise quanto às competências extemporâneas.aquele informado por meio da RAIS com data de admissão no período de janeiro a setembro e informado na RAIS do ano base correspondente à data de admissão e entregue ao MTE até abril do ano seguinte. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 20 . Até que as definições contidas neste artigo sejam implementadas pela Empresa de Telecomunicações e Informações da Previdência Social-Dataprev para ser realizada automaticamente pelos Sistemas. sem que tenha havido rescisão do contrato de trabalho. Os vínculos informados por meio da RAIS com data de admissão nos meses de outubro. Parágrafo único.admissões no período de outubro a dezembro informadas na RAIS do ano base seguinte ao ano da admissão e entregue ao MTE no prazo legal. nome da mãe e data de nascimento. ou seja. ou seja. IV . se forem confirmados por meio de documentos ou realização de PE. Exemplo: Vínculo com data de admissão 22/11/1985 podem constar na RAIS do ano base de 1986.a marca (de cor amarela) só poderá ser visualizada no CNIS. Nos sistemas de Benefício (Prisma e SABI).para contribuinte individual prestador de serviços cuja GFIP tenha sido entregue até o último dia do mês subseqüente da competência da prestação de serviço.

sendo substituídas pelos carnês de recolhimento a partir da competência outubro/1975 e proibido o seu uso a partir de janeiro/1976.no caso de empregadores de firma coletiva (LTDA).as microfichas foram disponibilizadas de forma on-line e integradas às consultas do CNIS. data de Inscrição. 43. nome. Para análise das microfichas deverão ser observadas as orientações abaixo: I . reduzindo o tempo de consulta efetuada por meio de Pedidos de Informação-PI.o processo de consulta era bastante moroso. ano. Carnês de Recolhimento. alguns estados deixaram de ter disponível o equipamento que permitia a leitura das mesmas. inscrição. as GR eram grandes e depois reduziram de tamanho e relacionavam os segurados conforme a categoria. autônomo. o salário-de-contribuição. se não possui rasuras. 44. pagamento acumulado: quantidade e valor. II . contribuinte em dobro e equiparado a autônomo. Primeiramente. IV . para agilizar o reconhecimento automático de direito aos benefícios da Previdência Social. 6. III . UF. 7. era relacionado o nome da empresa. observando que: a) havendo divergência entre a quantidade dos sócios constantes da alteração contratual e a GR. cujas informações deveriam ser confrontadas com as alterações contratuais. a contribuição e competência. Art. anteriores a janeiro/85 estão somente em microfilme (microficha) e possuem duas formas de classificação: a) numéricas: pelo NIT. será necessário pedir declaração do empregador relativa ao rol de sócios que se refere à GR. II . ficando o serviço centralizado na Dataprev e em algumas regiões específicas. 4. 3. Art. b) cada microficha a partir de 1978 contém as seguintes informações: 1. 2. Microfichas. PEC. b) deverá conter a autenticação mecânica bancária. a qual deve ser carimbada tantas vezes quantas forem computadas em benefício. não deverá ser computada. a solicitação de pesquisas enviadas pelas APS para o período anterior a 1985. inscrição.CAPÍTULO XVIII Da Análise das Guias de Recolhimento-GR. pois com o passar dos anos. data de nascimento. 3. III . CT.verificar a contemporaneidade da mesma. principalmente no campo referente à quantidade de segurados contribuintes. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 21 . demandava aproximadamente sessenta dias para o retorno da informação. 4. CNPJ e quantidade de empregadores. contém as seguintes informações: 1. Para análise das GR deverá ser observado: I – as GR foram documentos iniciais para recolhimento da contribuição do empregador.a consulta permite disponibilização da imagem relativa ao período de contribuição do segurado e existem dois tipos: a) cada microficha no período de 1974 a 1978. razão pelo qual. competências pagas e valores. 5. 2. Guias de Recolhimento do Contribuinte Individual-GRCI e Guias da Previdência Social-GPS.as contribuições efetivadas pelo contribuinte. b) alfanuméricas: pelo nome do trabalhador. sendo que sem a respectiva autenticação.

temos que pesquisar em outra UF. caso contrário.com a implantação do Banco de Dados em 1985. períodos. Quando os dados estiverem corretos. Considerações relacionadas ao histórico das microfichas: I .em algumas emissões somente foram geradas microfichas por UF.sempre que houver competências com recolhimentos maiores do que as demais competências no período devem ser verificadas se houve aumento da tabela de contribuição ou se é pagamento em duplicidade referente a alguma competência que estará em branco.as microfichas alfanuméricas contêm as mesmas informações das numéricas. duplicidade de recolhimentos numa competência e falta daquela que seria a correta.Na competência julho/78 aparece o valor 464 e a competência junho/78 está em branco.quando o NIT for pertencente a uma Faixa Crítica. de 5 de dezembro de 1985. Portanto. como 2 x 232 = 464. As alfabéticas eram geradas apenas para auxiliar na localização daqueles contribuintes que PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 22 . a transcrição será feita de imediato. para ter certeza que ele não possui recolhimentos. porém. é um trabalho de "garimpo" da informação.a emissão das microfichas não era feita ao concluir um exercício e sim no meio do exercício (normalmente entre abril e agosto).quando não encontramos um contribuinte em uma das microfichas por UF. pois o pagamento em outra UF significaria que o CI havia se transferido para outro endereço. serão corrigidos e transcritos. podemos dividir 464 em 2 e colocar 232 para cada competência (junho/78 e julho/78).quando um recolhimento era efetuado com a competência inválida. Os contribuintes eram classificados (para efeito de organização nas microfichas) pela UF do último pagamento (caso não houvesse esta informação pela UF de Inscrição). III . como por exemplo: valores registrados com deslocamento de posição. IX . o valor do recolhimento era desprezado e era somado um na quantidade de contribuições efetuadas. entre outros. Estes casos devem ser verificados e adotados os procedimentos para NIT Faixa Crítica. Cada caso deverá ser analisado.9. VII . Assim.conforme Ordem de Serviço nº INPS/SB 055. IV . 9. VIII . realizase a análise da informação constante na microficha. ou por nome (caso tenha havido microficha alfa nesta emissão). cada competência pode estar com valor dobrado e a quantidade total de recolhimentos do período também dobrada. pagamento acumulado: quantidade e valor. o procedimento mencionado no inciso anterior continuou ocorrendo. somente podemos fazer esta divisão quando o resultado dá exatamente o valor que consta na tabela de contribuição para aquela competência. esses valores somados aparecem em apenas uma competência. podemos encontrar nas microfichas uma quantidade de valores discriminados menor do que o valor constante no campo “Quantidade”. Art. Exemplo: NIT 10980161026 . VI .8. II . a partir de 1994. V . que considerava que na maioria dos casos estaria acertando. Quando incorretos. é possível encontrarmos uma inscrição com informação de “Quantidade de Contribuições” maior do que as contribuições discriminadas. competências pagas e valores. as contribuições para uma mesma competência passaram a ser armazenadas separadamente. 10. Neste caso. Então. Na época essa forma de apresentar os Contribuintes Individuais-CI foi definida pelo INSS. X . há dois contribuintes recolhendo com o mesmo número de inscrição. e no campo “Quantidade” será acrescido de um recolhimento. 45.observado o exemplo contido no inciso anterior.

mas como em algumas Unidades de Federação. IV . XIII . a partir da competência março/99. documento de identidade. Se posteriormente o segurado retornou à condição de contribuinte individual e utilizou o número que possuía. os dados cadastrais foram eliminados.quando um contribuinte não possuía dados cadastrais (sem nome). VIII – o cadastro de recolhimentos do contribuinte individual do CNIS contém informações das contribuições realizadas a partir de 1985 até a presente data. V . outro motivo que resultou em NIT Indeterminado é que a partir de 1980. nas primeiras microfichas. Nestes casos o segurado deverá apresentar os comprovantes de recolhimento.quantidade de pagamentos não significa quantidade de competências. o que pode ter gerado um NIT indeterminado. As microfichas ainda não foram totalmente digitalizadas.os contribuintes individuais com recolhimentos a partir de outubro/75 por meio de carnês. em toda emissão da microficha alfabética vamos encontrar. publicado na mesma data. considerando o total apresentado ou o segurado alegue ter feito as contribuições. III . de acordo com o estabelecido no Decreto nº 71. se nesta época o segurado não estava contribuindo. este NIT também ficou indeterminado. Portanto. NIT e o período a ser pesquisado. VI . de 9 de março de 1973. solicitando a pesquisa e o envio das fotocópias das microfichas. Contudo.com relação a NIT sem dados cadastrais entre os anos de 1978 e 1979. Os dados cadastrais eliminados podem ser encontrados nas primeiras microfichas.a GRCI foi substituída pela Guia da Previdência Social-GPS. DN. houve por parte da Dataprev. Em 1º/7/97 foi instituído o modelo da Guia de Recolhimento do Contribuinte Individual-GRCI. faltando o período de março/84 a dezembro/84. devendo ser informado o nome do segurado.os recolhimentos efetuados com a competência inválida serão somados na quantidade e não serão detalhados na microficha. começando nova contagem de contribuições. foram aceitos os dois modelos no período de 1º/7/1997 a 28/2/1998. sendo que PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 23 . não se encontrava disponível nas papelarias.permaneceu em uso de janeiro/76 até 28/2/98. Após consulta por meio do aplicativo CNIS Cidadão. ano inválido ou sem informação de mês ou ano. A GRPS-3 que era utilizada para pagamentos em atraso.as consultas dos contribuintes individuais são registradas da seguinte forma: a) no período de 1975 a maio/80: consulta nacional. VII – observado o contido no inciso anterior. muitos bancos deixaram de encaminhar à Dataprev o Documento de Inscrição do Contribuinte Individual-DICI.perdiam o número de inscrição (NIT). CPF. XII . era permitido utilizar a GR. até dezembro/75. caso o servidor perceba que estão faltando contribuições.os recolhimentos para empregados domésticos teve início em abril/73. Quanto aos Carnês de Recolhimento deverá ser observado: I . Portanto. Com a implantação da consulta on-line (por nome) deixaram de ter finalidade. Art. deverá ser feita solicitação à Dataprev pelo endereço eletrônico: www-sartweb. 46. a depuração da base de dados. XI . a microficha alfabética apresentava no campo nome o NIT. contribuintes sem nome. b) no período de junho/80 a dezembro/84: consulta regional. com o NIT no lugar do nome. Parágrafo único. O contribuinte pode efetuar mais de um pagamento para uma mesma competência (pagamento complementar). XIV .885. II . c) no período de janeiro/85: constam no CNIS. para os pagamentos a partir de 1º/4/99. foi aceita até 23/7/1999. a qual ainda foi utilizada até 15/10/99.entende-se por competência inválida aquela com mês maior que 13.

estavam somente em microfilme e atualmente em microfichas. b) grampo no mesmo furo original ou se foi retirado e colocado outro (remontagem). VI . agente arrecadador. verificar se o carnê de recolhimento apresenta: a) indícios de montagem. valor da contribuição. a existência de recolhimentos registrados como inválidos. Microfichas. II – se os dados conferem com os documentos pessoais e com o comprovante de inscrição do contribuinte individual ou empregado doméstico. devem ser adotadas as seguintes providências: I . verificando se os mesmos estão por longo período autenticados por uma única máquina e preenchidos com a mesma caligrafia.caso a GPS conste no Banco de Movimento. valor autenticado. e) ausência de identificação (carnê sem nome). na opção "Consultas". d) o NIT constante na contracapa coincide com os números apostos nos canhotos. data do pagamento. III . deverá ser encaminhado o processo ao Serviço/Seção de Orçamento/Finanças e Contabilidade na GerênciaExecutiva.gov.Banco de Movimento". exceto quando se tratar de recolhimento feito em atraso. ÁGUIA. IX – na análise. II . IV – verificar nos sistemas SARCI ou Águia.br. anterior a este período até então. para verificação quanto à responsabilidade do agente contratado pelo não envio do registro e o repasse financeiro do valor correspondente. III – se constam recolhimentos no CNIS. deverá ser solicitado o reprocessamento da guia no CNIS à Dataprev por meio do endereço eletrônico do Reprocessamento GPS CI: reprocessamento. por meio do sítio www-dicfn. CAPÍTULO XIX Das Disposições Gerais Relativas às Guias de Recolhimento-GR. 48. depois de verificada a regularização da pendência. f) inexistência do NIT (número não pertencente ao sistema).analisar os documentos. Carnês de Recolhimento. situação esta condicionada à solicitação formal do segurado. ressalvados os casos de erros de transcrição (troca ou deslocamento de um ou mais dígitos que compõem o NIT). INFORMAR e no Banco de Movimento. 47.caso a GPS não conste no Banco de Movimento. principalmente no que se refere aos dados cadastrais. juntamente com os relatórios de consultas efetuadas nos Sistemas SARCI.gpsci@previdencia.as contribuições efetivadas pelo contribuinte. Carnês de Recolhimento e Guias da Previdência Social: I – se O NIT consta no CNIS. Verificar quanto às informações constantes nas Guias de Recolhimento.realizar consulta ao Banco de Movimento. confrontando os dados com o documento do contribuinte em relação à competência. no na opção “consulta inválidos/ADA e CRECVAL”. Guias da Previdência Social-GPS. Art. Quanto às Guias da Previdência Social-GPS. lançar estes no NIT correto do segurado. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 24 . c) sinal da ação do tempo (enferrujado ou novo). Art. "GPS . V – após a localização dos recolhimentos inválidos após confronto com o extrato do SARCI/CNIS e os documentos de recolhimento. o qual retornará o processo à PS onde o mesmo teve início. Guias de Recolhimento do Contribuinte Individual-GRCI. para verificar se a GPS foi repassada pelo agente arrecadador ao INSS. para verificar se há ou não recolhimentos.

do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados-CAGED e da Relação Anual de Informações Sociais-RAIS Art. as seguintes características: PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 25 . de 21 de março de 1932. A nova carteira apresenta. Carteira de Trabalho e Previdência Social–CTPS: I . na agricultura. sob as penas da lei. criado pela Portaria nº 44 do Ministério do Trabalho. que dificultam procedimentos ilícitos. portanto. a exemplo dos listados abaixo. executando tarefa de natureza doméstica. podendo ser as mesmas cotejadas com o CNIS. caso seja verificada divergência nos dados cadastrais do segurado. regulamentada pelo Decreto nº 22. entre outras. as referidas carteiras. na pecuária ou à pessoa física. III . de 16 de janeiro de 1997. Não deverão. até prova em contrário. do Livro de Registro dos Empregados-LRE. presumir-se-ão. ressalvadas as supressões e cortes de parte da autenticação por colocação indevida do documento na máquina registradora.035. substituiu as seguintes carteiras profissionais: Carteira Profissional-CP. a data do recolhimento e o valor da contribuição. § 1º Reconhecida a autenticidade dos recolhimentos. se o registro identifica o banco. FGTS e benefícios previdenciários. seja na indústria. mas não foi desmembrada e os casos em que o recolhimento foi excluído anteriormente por meio do SARCI. § 2º Para aquelas APS que já possuam e trabalham com o Sistema SARCI.o modelo de CTPS. verdadeiros.VII – verificar com referência à autenticação bancária. propiciando maior controle tático e operacional. um dos únicos documentos a reproduzir cronologicamente a vida funcional do trabalhador. afirmando a autenticidade e a titularidade das contribuições em questão. unificando. referidos anteriormente.somente deverão ser encaminhados para o Serviço/Seção de Orçamento/Finanças e Contabilidade os processos em que a GPS não for localizada na conta corrente por não ter sido apropriada no mesmo. II . obrigatoriamente. do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço-FGTS. portanto. VIII . é hoje.a CTPS. IV . demonstrar a efetiva vida contributiva do segurado. CAPÍTULO XX Do Histórico da Carteira de Trabalho e Previdência Social-CTPS. ser encaminhados os processos em que a GPS consta na conta corrente.instituída pelo Decreto nº 21. sendo importante para o requerimento e despacho de benefícios trabalhistas. a CTPS tornou-se documento obrigatório para a pessoa que venha a prestar algum tipo de serviço à pessoa jurídica. em um só documento. de 29 de outubro de 1932. instituído pelo Decreto nº 926. totalmente informatizada. A utilização do SARCI é a garantia da segurança e qualidade nas informações constantes do benefício no que se refere às contribuições. sendo que a aceitação ou não dos recolhimentos dependerá da análise do documento. por suas anotações. deverá proceder à inclusão. como seguro-desemprego. A CTPS contém campos para todos os registros relativos à vida profissional do trabalhador necessários à obtenção de benefícios trabalhistas e previdenciários. no comércio. Carteira de Trabalho do Menor-CTM e Carteira Profissional do Trabalhador Rural-CPTR. alteração ou exclusão de contribuições somente por este Sistema. devendo ser exigido do contribuinte uma declaração. § 3º Proceder a regularização no CADPF. 49.175. de 10 de outubro de 1969.o atual modelo de CTPS. visto que dispõe de vários itens de segurança. a qualquer momento e assim.

sua assinatura e assinatura do emissor. exclusivamente. de 28/1/1997. 4. fotografia de frente modelo 3x4. d) será invalidada a CTPS que apresentar emendas. fundo branco. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 26 . 2. com ou sem data. complementarmente. idade e estado civil dos dependentes. e para o exercício por conta própria de atividade profissional remunerada. autenticação mecanográfica. basta apenas que o empregador ative o número do cadastro do empregado no momento de sua admissão. como a Carteira Nacional de Habilitação-CNH. iguais e recentes. ou branco e preto. à cédula de identidade. conterá: 1. nome. Título de Eleitor e Cadastro da Pessoa Física-CPF. inclusive de natureza rural.a) confeccionada em papel moeda. b) a CP além do número.da Carteira Profissional – CP: a) de acordo com o art. deverá apresentar.260. colorida. b) o trabalhador não cadastrado no sistema PIS/PASEP. mediante a apresentação de: a) duas fotos 3x4. b) apresenta-se em tamanho menor que a anterior. II – da Carteira de Trabalho e Previdência Social-CTPS: de acordo com a Portaria MT nº 044/97 e Portaria MT nº 1. ainda que em caráter temporário. autenticada. o CPF e o titulo de eleitor. por pessoa habilitado e credenciado pela Delegacia do Trabalho no Estado. informações sobre o tipo e fator sangüíneo do trabalhador. c) a grande novidade da nova CTPS diz respeito ao cadastro automático do trabalhador no PIS/PASEP. de 1º de maio de 1943. por cartório competente ou por servidor da administração. conforme redação data pela Lei n° 8. data de emissão e folhas destinadas às anotações pertinentes ao contrato de trabalho e as de interesse da Previdência Social. c) quando da emissão da 1ª via da CTPS. regulamentos e normas expedidas pelo Ministério do Trabalho a CP é obrigatória para o exercício de qualquer emprego. e qualquer documento oficial de identificação pessoal do interessado.convém salientar que as antigas CTPS continuam válidas para todos os efeitos não havendo necessidade de substituição até seu completo preenchimento. Doravante. foto e assinatura digitalizadas. no original ou por qualquer processo de cópia. série. possui campos para registro do número de outros documentos. § 1º Quanto à expedição: I . quando for o caso. a CTPS será emitida. V . o cadastramento no sistema PIS/PASEP. filiação data e lugar de nascimento e assinatura. falta ou troca de fotografia e que não contiver a impressão digital do titular. número do documento de naturalização ou data da chegada ao Brasil e demais elementos constantes da identificação de estrangeiro. rasuras. 13 da Consolidação das Leis do Trabalho–CLT aprovada pelo Decreto Lei n° 5. será competência das Delegacias Regionais do Trabalho. onde possam ser colhidos dados necessários ao preenchimento da qualificação civil na CTPS.452. com impressão gráfica que não permite alteração nem rasura nos registros. de 12 de dezembro de 1991. 3. d) outro diferencial é o cadastro na Delegacia Regional do Trabalho (CPTS – on line) que possibilita um resgate histórico do trabalhador em caso de extravios ou perda da CTPS. nome.

as anotações concernentes à remuneração devem especificar o salário. dos seguintes dados: Ministério do Trabalho. Série e número Ausência “Offset” em várias cores. resinado Produzida em cartolina com estampagem a quente (hot-stamping) impressa em offset vazado. Armas da República. Secretaria de Emprego e Salário. ELEMENTOS DE SEGURANÇA § 3º Quanto às anotações. verde e vermelha e também fibras branqueadas. Fundo de Segurança em computação gráfica Ausência. distorções empregando tinta fugitiva. Trabalho. Offset (3 chapas) Motivos: textos. obrigatoriamente. Arma da Republica e Carteira de Trabalho e Previdência Social. Ausência. a série e número Motivo: série e número são produzidos por carimbo. Produzida em material sintético. aos raios ultravioleta. apresentando fluorescência dourada sob a ação dos raios ultravioleta. oticamente ativadas. Presença Ausência Linha empregada na costura central da Ausência. qualquer que seja sua forma de pagamento. CTPS ANTERIOR Sulfite Branco Alvejada Ausência de qualquer elemento de segurança. apresentada contra recibo pelo trabalhador ao empregador que o admitir. sendo uma com “Offset” na cor preta. II . bem como a estimativa da gorjeta. dados: Ministério do Arma da República e CTPS. dados variáveis e números de páginas. Impressão Eletrônica Ausência. III . na forma da Lei n° 7. de 24 de outubro de 1989. se houver.de acordo com a CLT e as normas do Ministério do Trabalho e Emprego.855. mecânico ou eletrônico. dados variáveis e números de páginas. a data de admissão. observar que: I . Processo de impressão Offset (1chapa) Motivos: textos. sendo facultada a adoção de sistema manual. seja ele em dinheiro ou em utilidades. especificamente. a CTPS será. a remuneração e as condições especiais. Filme auto-adesivo Linha de costura Capa Perfuração Tintas ELEMENTOS DE SEGURANÇA Micro-impressão. característica fugitiva. carteira na cor branca. deixando transparecer os Secretaria de Políticas de Emprego e Salário.§ 2º Quadro comparativo: CARACTERÍSTICA Papel Cor Luminescência Elementos Segurança CTPS ATUAL Fibra de segurança Verde/Azul Castanho violáceo Presença de fibra de garantia implantadas na massa do papel nas cores azul. Fundo de Segurança numismática com Ausência. o qual o prazo de quarenta e oito horas para nela anotar.as anotações da CTPS serão feitas: PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 27 .

Para as empresas que não optarem pelo sistema informatizado de registro de empregados. VII . VIII . conterá. f) concessão de férias. II .107. permanece a exigência da autenticação dos livros ou fichas.as CTPS regularmente emitidas e anotadas servirão de prova nos atos em que seja exigida carteira de identidade e especialmente perante a Previdência Social. Tratando-se de PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 28 .foi instituído pela Lei nº 5. VI . fichas ou sistema eletrônico. e) local e horário de trabalho. com número e série da CTPS ou o Número de Identificação do Trabalhador-NIT. deverão ser anotados todos os dados relativos à admissão no emprego. obrigatoriamente. deverá ser apresentado o requerimento de autenticação do 1º Livro de Registro de Empregadores ou Fichas de Empregadores. d) necessidade de comprovação perante a Previdência Social. quando tiverem ocorrido. por estabelecimento. podendo ser adotados livros. conforme instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.o registro de empregado deverá estar sempre atualizado e numerado.626. na forma do art. de 13 de setembro de 1966. que deverão permanecer em cada estabelecimento. por solicitação do trabalhador. férias. III . bem como de suas continuações. 42 da CLT. 41 da CLT. quando da fiscalização no estabelecimento empregador. Quanto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço–FGTS: I . conforme estabelecido pela Portaria MTE nº 739. h) acidente do trabalho e doença profissional. Observar quanto ao Livro de Registro de Empregados-LRE e Ficha de Registro de Empregados-FRE: I . as seguintes informações: a) identificação do empregado.além da qualificação civil ou profissional de cada trabalhador.a) na data base. 50. à exceção do registro de empregados. por órgãos autorizados ou pelo Fiscal do Trabalho. c) cargo ou função. serão autenticados pelas Delegacias Regionais do Trabalho e Emprego. Art.o empregador poderá utilizar controle único e centralizado dos documentos sujeitos à inspeção do trabalho. Art. c) no caso de rescisão contratual. IV . dispõe que o registro de empregados. duração e efetividade do trabalho. IV . acidentes e demais circunstâncias que interessem à proteção do trabalhador. b) data de admissão e demissão. 51.a autenticação do primeiro livro ou grupo de fichas. de 13 de novembro de 1991. g) identificação da conta vinculada do FGTS e da conta do PIS/PASEP.em todas as atividades será obrigatório para o empregador o registro dos respectivos trabalhadores. V – a Portaria MTPS/GM nº 3. de que trata o art. cabendo ao empregador ou seu representante legal a responsabilidade pela autenticidade das informações nele contidas. será efetuada pelo Fiscal do Trabalho. cópia de CGC ou do CEI. de 29 de agosto de 1997. d) remuneração e forma de pagamento.para a autenticação dos documentos. observando se foi preenchido e assinado o Termo de Abertura do Livro de Registro pelo menos um empregado. b) a qualquer tempo. no valor equivalente a 8% (oito por cento) das remunerações que lhes são pagas ou devidas. Formado por depósitos mensais. do registro de horário de trabalho e do Livro de Inspeção do Trabalho. seqüencialmente. efetuados pelas empresas em nome de seus empregados.os documentos de que trata o inciso “I”.

inclusive as empresas públicas domiciliadas no país.foi criado pelo Governo Federal por meio da Lei nº 4. II . pelo Programa de Seguro-Desemprego. conforme dispõe o inciso II do art. com contas individualizadas em nome dos trabalhadores. de 23/12/75.601. 52. para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas. ou seja. b) todos os empregadores. o provimento de dados para a elaboração de estatísticas do trabalho e a disponibilização de informações do mercado de trabalho às entidades governamentais. estabelece a obrigatoriedade das empresas recolherem o FGTS de acordo com a normatização estabelecida pelo Agente Operador do Sistema FGTS. que tenha efetuado qualquer tipo de movimentação em seu quadro de empregados. Observar quanto a Relação Anual de Informações Sociais–RAIS: I .os dados coletados pela RAIS constituem expressivos insumos para atendimento das necessidades: da legislação. II . à Caixa Econômica Federal-CEF. no Ministério da Fazenda. § 1º São obrigados a entregar a declaração da RAIS: a) todos os estabelecimentos inscritos no CNPJ com ou sem empregados. do trabalho de controle dos registros do FGTS dos Sistemas de Arrecadação e de concessão de benefícios previdenciários e de identificação do trabalhador com direito ao abono salarial PIS/PASEP.constitui-se em um pecúlio disponibilizado quando da aposentadoria ou morte do(a) trabalhador(a) e representa um valor de garantia para a indenização do tempo de serviço. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 29 . o percentual é de 2% (dois por cento).a Lei n° 8.são as Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social-GFIP que fornecem ao Governo Federal. Observar quanto ao Cadastro Geral de Empregado e Desempregado–CAGED: I . sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho–CLT. definidos na CLT. III . e tem por objetivo o suprimento das necessidades de controle da atividade trabalhista no País.o prazo de entrega é até o dia 7 do mês subseqüente ao mês de referência das informações.900. nos casos de demissão imotivada. ainda. desligado ou transferido empregado com contrato de trabalho regido pela CLT. 53. IV . além de outros programas sociais.contrato temporário de trabalho com prazo determinado. empresas individuais. c) todas as pessoas jurídicas de direito privado. O estabelecimento que não possuam empregados ou manteve suas atividades paralisadas durante o ano-base está obrigado a entregar a RAIS negativa.036. ou não. inclusive as que não possuem empregados cartórios extrajudiciais.923/65. de 21/1/1998. Art.a diferença básica em relação ao modelo anterior é que estes depósitos integram um fundo unificado de reservas. d) empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base. com registro. nas Juntas Comerciais. nas Secretarias de Finanças ou de Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica. IV . III . V .deve informar ao Ministério do Trabalho e Emprego todo estabelecimento que tenha admitido. que instituiu o registro permanente de admissões e dispensa de empregados. de 11 de maio de 1990. II . Art. as informações para montar o cadastro eficiente de vínculos e remunerações dos trabalhadores brasileiros.é utilizado.foi instituída pelo Decreto nº 76. 2º da Lei nº 9.

PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 30 . b) o estabelecimento inscrito no Cadastro Específico do INSS-CEI. d) o estado de conservação compatível com o tempo de uso. g) empregados domésticos. II . sem vencimentos. e) ocupantes de cargos eletivos (governadores. f) condomínios e sociedades civis. que receberam valores resultantes de acordo coletivos ou receberam benefícios do INSS. d) estagiários regidos pela Portaria MTPS nº 1. c) com folhas amareladas pelo tempo. b) trabalhadores autônomos. § 3º Considerações sobre a RAIS: a) o estabelecimento isento de inscrição no CNPJ é identificado pelo número de matrícula no CEI. por local de trabalho dos empregados/servidores. prefeitos e vereadores). Nessa categoria. 2º do Decreto nº 76. observar que os registros dessas épocas foram preenchidos com canetas-tinteiro. h) os empregados licenciados.002. 54. Aspectos que devem ser avaliados na análise dos documentos: I . com atribuições de fiscalização do exercício das profissões liberais. que tenham ficado afastados durante todo o ano-base. § 2º Não serão declarados na RAIS dados referentes a: a) diretores sem vínculo empregatício para os quais não é recolhido FGTS. incluem-se obras. por estabelecimento (local de trabalho). deputados. correspondente à década de 50 e início da década de 60. entendido como tal todos aqueles sujeitos à inscrição no CNPJ. de 29 de setembro de 1967. e pela Lei nº 6. que não possuiu empregado ou manteve suas atividades paralisadas durante o ano-base está dispensado de entregar a RAIS negativa. conforme estabelecido no art. e) estabelecimento/entidade em liquidação deverá entregar a RAIS mesmo nos casos de falência ou liquidação.tratando-se de livro anterior. d) estabelecimento/entidade inscrito simultaneamente no CNPJ e no CEI deve apresentar a declaração da RAIS pelo CNPJ. agências ou sucursais deve declarar a RAIS separadamente.se o livro de registro de empregados apresenta aspecto contemporâneo à data em que foi aberto. c) trabalhadores eventuais. Art. inclusive por processo judicial.observar se a fotografia dos documentos corresponde à época em que o mesmo foi registrado. empregadores rurais pessoas físicas que mantiveram empregados no ano-base. f) empregados cedidos ou licenciados. urbanas e rurais que mantiveram empregados. ou seja: a) se antigo. No caso dos órgãos da administração pública direta ou indireta. c) a empresa/entidade que possui filiais. inclusive as Fundações supervisionadas e entidades criadas por lei. sem vencimentos no ano-base. de 7 de dezembro de 1977. Estadual ou Municipal. a partir da posse. empregadores pessoas físicas. III .e) órgãos da administração direta e indireta dos governos Federal.494. a RAIS de cada órgãoestabelecimento deve ser fornecida separadamente. desde que não tenham feito opção pelos vencimentos do órgão de origem. devem constar da declaração da RAIS. caso tenham contribuído para o INSS e/ou para o FGTS.900/75. na categoria de órgão-estabelecimento. pelos representantes legais definidos na legislação específica. b) se demonstra aspecto de manuseio.

com informações mensais. derivado do Real. XVI até 30/10/1942. Resolução BC nº 1.páginas em ordem numérica crescente e se não faltam folhas. de de Melo 15/3/1990.730.000.IV . de 27/3/1986. de Alencar Castelo 13/11/1965. Provisória nº 168. CRUZEIRO (Cr$) CRUZEIRO (Cr$) R$ 1000 = Cr$ 1.100. de Fernando Medida Affonso Collor 27/8/1993.00 28/2/1986 (mil cruzeiros = um 15/1/1989 cruzado) a Cruzado Novo Cz$ 1. de 8/10/1833.00= Cr$ 1 (foi 2/12/1964 extinto os centavos) 12/2/1967 a GOVERNO INSTITUIDOR Lei 59 assinada no 2º Império.000 = Cz$ 1.283.00 16/3/1990 (um cruzado novo = um 31/7/1993 cruzeiro) a Decreto-lei nº 4. Humberto de Lei nº 4. 1º Getúlio Vargas a BASE LEGAL Várias Leis. durante a menoridade de D. Do moeda Portuguesa dos colonização. Resolução BC nº 47. de 8/2/1967. de Alencar Castelo 1º/12/1964.284.00 = Cr$ 1. Garrastazu Médici João Baptista de Lei nº 7.de 1982 a 2000. a comercialização de esferográfica em larga escala. a RAIS continua anual. Branco Humberto de Decreto-lei nº 01. porém. Emilio de 31/3/1970.00 = Cr$ 1 (foi extinto os centavos) 15/5/1970 15/8/1984 16/8/1984 27/2/1986 a a Cr$ 1.190. Oliveira Figueiredo José Sarney Decreto-lei nº 2. Resolução BC nº 1.689. Medida Provisória nº 32. de 15/8/1984. de 5/10/1942.511. considerando que no Brasil.000 = NCr$ 1.00 (um cruzeiro novo = um cruzeiro) Cr$ 1. Lei 8. X . VIII .00 13/2/1967 NOVO (NCr$) (mil cruzeiros = um 14/5/1970 cruzeiro novo) a CRUZEIRO (Cr$) CRUZEIRO (Cr$) CRUZADO (Cz$) NCr$ 1.00 (mil 1º/11/1942 réis = um cruzeiro) /12/1964 Cr$ 1.observar se as unidades monetárias registradas nas informações salariais. VI – existência de anotações durante o vínculo empregatício. PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 31 . de 10/3/1986. de 18/3/1990. V .00 = Cr$ 1. de Branco 8/2/1967. CRUZEIRO Cr$ 1. Pedro II. de 16/1/1989.anotações ou registros datados de período anterior a 1961.791.contratos em ordem cronológica. de 28/2/1986. IX .00 = NCz$ 16/1/1989 (NCz$) 1. Resolução BC nº 1. de 15/1/1989. conforme tabela abaixo: PADRÃO EQUIVALÊNCIACOM PERÍODO DE MONETÁRIO PADRÃO ANTERIOR VIGÊNCIA início da RÉIS (Rs) e ($) Réis. VII – de 1976 a 1981.565. pela Regência Trina. Resolução BC nº 144. Decreto nº 60. no contrato e respectivas alterações correspondem às datas em que foram efetuados os registros.697.214. a RAIS era anual. Decreto-lei nº 2. porém a Lei 59. começo do século séculos XV e XVI.00 (mil cruzados = um 15/3/1990 cruzado novo) a CRUZEIRO (Cr$) NCz$ 1. José Sarney Lei nº 7. de 31/1/1989. ocorreu a partir desta data. reorganizou o sistema monetário brasileiro.

de 28/7/1993. de 6/9/2007 PREVIDÊNCIA SOCIAL 84 ANOS – Mais perto de você!!! 32 . de = um real) 27/5/1994.CRUZEIRO REAL (CR$) REAL (R$) a Itamar Augusto Lei nº 8.069.foi recebida no Brasil com desconfiança pelo público acostumado com a caneta tinteiro. 55. Seu preço acessível impulsionou suas vendas. em 1942. Cr$ 1. Lei nº 9. Histórico das canetas esferográficas BIC: I . de 30/6/1994.697. sendo vedada divulgação externa. nas assinaturas de cheques. tendo inicialmente seu uso proibido até mesmo nas agências bancárias. II . A primeira foi a BIC CRISTAL. MP nº 336 de 28/7/1993. III . Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.as primeiras canetas esferográficas do mundo foram comercializadas nas papelarias da Argentina. iniciando sua comercialização em 1961.00 Em vigor a partir 29/6/1995.00 = R$ 1.fundada no Brasil em 1956. tendo caráter restrito e destina-se a disciplinar procedimento administrativo de interesse interno.880. com canetas esferográficas. Resolução BC nº 2.750. de 27/5/1994.00 = CR$ 1. cinqüenta cruzeiros reais Lei nº 8. BENEDITO ADALBERTO BRUNCA Diretor de Benefícios Publicada no BS/INSS/DC nº 173. total ou parcial e sua publicação será exclusivamente em Boletim de Serviço-BS. de Cautieiro Franco 27/8/1993. de CR$ 2. MP nº (dois mil setecentos e de 1º/7/1994 434.000. MP nº 542.010. Art.00 1º/8/1993 (mil cruzeiros = um 30/6/1994 cruzeiro real) Parágrafo único.

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