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Acordei, tomei banho, tomei meu café e vesti minha melhor blusa de seda

branca, já era tarde e eu não podia me atrasar.

Saí correndo de casa, até esqueci a chave do carro, então fui a pé. Nunca
andei tão rápido. Infelizmente, tive que parar para esperar o farol abrir.

Nesse momento, comecei a conversar com um senhor, que aparentava ter


uns 50 anos. Falei:

-Oi, queria saber que horas são.

-Claro, são 7: 20!

-Obrigada.

Terminei de conversar com ele, fui atravessar a rua. Foi quando percebi a
presença de um homem estranho perto de mim e daquele senhor. De repente,
ouvi um disparo e vi que havia me acertado. Olhei o homem e percebi que ele
tinha uma arma na mão. Com certeza, ele era o bandido.

Meu sangue escorria pela minha blusa branca de seda, e parecia que eu
nunca ia parar de sangrar, estava desesperada em relação a mim e à blusa
branca nova, que estava sendo toda manchada pelo meu sangue.

Percebi que já era tarde, me atrasei para o trabalho.

1,5 Andréia e Bianca


O homem acorda, levanta para se arrumar em um novo dia de trabalho.
Coloca o melhor terno preto de seu guarda-roupa e toma o café da manhã
reforçado de sempre: panquecas e café forte.

Sai do trabalho e segue duas quadras para frente, indo em direção à


joalheria. Escolhe o anel de brilhante de dois quilates, revisa as falas e vai até a
casa da namorada. Ajoelha-se.

Vestido azul-marinho que ia até metade da coxa e deixava suas longas e


finas pernas à mostra. O decote ressaltava os seios voluptuosos; a maquiagem
pintava os lábios de vermelho e os olhos de uma sombra preta marcante. Ela
olhou-o com desgosto e, ao perceber a caixinha em sua mão, fecha a porta em
sua cara.

O homem anda pelo parque escuro cabisbaixo e para ao atentar-se ao


barulho de passos vindos de trás.

(Disparos)

A namorada está parada ao lado do corpo caído do homem, que sangrava


lentamente pelos buracos que as balas perfuraram.

Sua morte passou tão rápida... – Ela pensou.

1,8 - Patrícia S. e Marina


Sete da manhã. Ele acorda, levanta, toma banho, prepara seu café, o da
sua esposa e o do seu filho, o aniversariante do dia. Ele toma lentamente seu
café com sua mulher, e saem para comprar o presente do garoto, que fazia 3
anos. Era uma família judia, muito rígida em relação ao aprendizado do menino.
Ao chegarem à loja, decidiram comprar um presente educativo: um abecedário.
Chegaram a casa antes do filho acordar. Colocaram o presente do lado da
cama e foram para o quarto. Cochilaram. Quando acordaram, foram logo olhar o
filho, que já estava acordado e brincava com o abecedário. O pai juntou-se a ele
para brincar, e logo percebeu que estavam faltando 4 letras. Chega à conclusão
de que o brinquedo veio faltando peças, e vai para sala.
Alguns minutos depois, começa a ouvir seu filho tossir, como se estivesse
engasgado. O pai tenta ajudar o seu menino, que desmaia e, após algum tempo,
morre.
Arrasado, melancólico, choroso e desesperado, o pai leva o garoto para o
hospital, onde pede para fazer um raio-x, para que ele ao menos soubesse o que
matara seu filho. O médico faz o raio-x e entrega a foto ao homem, assustado. No
estômago, estavam bem grandes e claras as letras:
B

A
Marcelo ,Felipe e Daniel 1,6
Estava uma madrugada calma, Luigi se levantou, preparando-se para mais
um dia de trabalho, e saiu para trabalhar em sua concessionária. Estava sentado
em sua cadeira, durante horas. O dia estava fraco, nenhum cliente. Estava
pensando se foi mesmo certo ter saído da máfia e também se alguém se
lembrava dele.

Ainda estava ali, sentado na sua cadeira. Ora olhava para baixo, ora olhava
para cima, via os carros que tinha para vender, quando entrou um possível
comprador, um homem alto e bem-vestido que o olhava com um olhar
intimidador. Ele se levantou e foi atender o cliente. O homem estava apenas
olhando e logo saiu. Voltando à cadeira e a seus pensamentos, pensava que
ninguém compraria tais carros naquela cidade. Pensava, também, que alguns de
seus amigos haviam sido presos na semana anterior.Olhou para o relógio: já
haviam se passado 3 horas. Levantou-se, trancou a loja e saiu.

Voltou às ruas, logo percebeu que estava sendo seguido. Olhou para trás e
não havia ninguém, seu coração começava a disparar. Caminhava rápido.
Chegou em casa, abriu a porta, acendeu as luzes e viu seu antigo amigo sentado
na poltrona.

(Disparos).

Sua vida entediante acabara rápido.

Eduardo – 05

Marília – 17

1,5
Acordei, levantei e ganhei a vida novamente, mais um dia, mais uma
semana. Hoje é finalmente o dia em que eu vou revê-la. Faz dez anos que não
vejo a minha irmã, então pouco sei sobre ela. As únicas informações que tenho
são que ela é divorciada e têm dois filhos, um casal, a menina tem oito anos e o
menino, um ano.

A viagem foi cansativa, mas recompensadora, pois minha recepção foi


agradável. Minha sobrinha estava radiante, meu sobrinho era lindo, e a minha
irmã estava feliz. A primeira noite foi estranha, ouvi portas rangendo e batendo,
sussurros, barulhos indecifráveis e passos. Deduzi que alguém estava com
insônia, então abri a porta para descobrir quem era. Ao abrir a porta me deparei
com a minha sobrinha tendo uma discussão calorosa consigo mesma. Ela gritava
e se debatia, avisando para uma pessoa chamada Vera desistir. Foi então que
percebi que minha sobrinha segurava uma arma.

A menina, seguindo meu olhar, explicou: “Foi a Vera que me deu”. Tentei,
em vão, explicar que Vera não existia, que era apenas uma amiga imaginária,
mas a menina só dizia que eu havia irritado Vera, e que eu teria que pagar por
isso. E então... Disparos. Passou tão rápido que só fui capaz de ver a menina,
que até então pensava ser fruto da imaginação fértil de uma criança, apontando a
arma em minha direção.

Giovana e Julia 2,0


O homem acorda empolgado. Escova os dentes com força, escolhe com
cuidado a roupa favorita: uma pólo azul com pequenas listras pretas, uma calça
social preta e sapatos de camurça. Corre para a cozinha, engole um pedaço de
pão com geleia e caminha nervoso até o elevador. Mora no 6º andar. É seu
primeiro dia no trabalho.
Mas, antes da porta do elevador abrir, o vizinho aos gritos o surpreende
com um revólver de cabo prateado, de calibre nove milímetros, daqueles bem
difíceis de adquirir. O vizinho atira sem hesitar e o homem cai morto.
O sangue falso se espalha pelo piso. As cortinas se fecham e o diretor
exclama, com raiva:
- Vamos fazer de novo! A cena passou muito rápido!

2,0 Giselle Verissimo


Paula Akkari
7h15min. Acordou atrasado, era o horário de verão que acabara de entrar
em vigor. Vestiu-se rápida e desajeitadamente (amassou toda a sua roupa). Para
o café, refrigerante em lata. Saiu correndo pelas ruas para ir ganhar a vida.

O bebê brincalhão estava perto da janela, brincando à toa, curtindo sua


infância de neném quando, sem querer, dispara uma bala do 25º andar de seu
prédio.

Em uma velocidade incrível, a bala atinge bem na cabeça o homem


apressado, que cai morto no chão.

Era sabor café.

1,8

Guilherme Paz Leça

Guilherme Lledo Marchetti


Amanheceu, ainda estava sonolento. Acordei, levantei e fui ganhar a vida.

Trabalho em uma mansão em Copacabana. Estou apaixonado pela mulher


do meu chefe, uma morena de olhos verdes, lábios e curvas definidas. Porém,
um homem pobre como eu não poderia se dar o luxo de viver ao lado de uma
mulher como ela, mas nos apaixonamos profundamente

O dono da mansão estava procurando sua amada, pois o jantar já estaria


pronto. Quando viu sua mulher nos braços do mordomo, saiu cabisbaixo, mas
tramando sua vingança

Na mesma tarde o mordomo saiu da mansão. Quando entrava em sua casa

(DISPAROS)

O homem cai jorrando sangue na parede, agonizando e pensando em sua


amada.

Sua vida amorosa passou tão rápido.

José Vitor e Carolina

1,0
O relógio toca às seis horas da manhã para Flávio, um policial militar que mora
sozinho no bairro de Pirituba. Não dava muito valor à sua vida. Após se separar
da esposa, havia se esquecido das coisas boas que a vida podia lhe proporcionar
e acabou se tornando uma pessoa fria.

Como todos os dias, Flávio acorda, olha a foto de seu filho na carteira e vai
trabalhar solitário, com seu ar infeliz habitual. Chegando ao quartel-general,
recebe um chamado para uma fuga de traficantes.

O policial sai em disparada e chega ao local da ocorrência, onde estão os


traficantes. Os criminosos haviam feito crianças de uma escola como reféns.
Após muita negociação, Flávio dá ordens para os policiais atirarem. Não se
importava com a vida daquelas crianças.

O tiroteio começa. Uma das crianças reféns corre desesperadamente


pedindo o fim do tiroteio, e é atingida pelo policial. Ele vê o sangue da criança
escorrendo pelo buraco em seu peito e corre em direção a ela.

Do lado da criança, estava sua ex-mulher, aos prantos. Flávio pega sua
carteira e olha para a foto do filho.

Mateus e Maria Isabela

1,7
Despertou, eram 9h da manhã. Tomou seu café com leite, comeu seu pão
com manteiga, e foi se trocar.

João, sem família e sem dinheiro, sai de casa à procura de um trabalho que
o sustente. Vai ao ponto mais próximo e toma um ônibus; com a sua roupa mais
formal, senta-se em um banco.

No caminho entra um homem esquisito, mas bem vestido. Começa a mexer


em sua mala, e olha as pessoas a seu redor. João, preocupado, fica nervoso e se
apavora. O homem chega ao cobrador e fala baixo perto de seu ouvido.

O cobrador não reage, fica com seu rosto pálido. Enquanto o sujeito pega o
dinheiro, fala a todas que ficassem quietas em seus lugares. João não sabia o
que fazer.

O assaltante falou para todos irem com ele. João não o obedeceu.

O sujeito não pensou duas vezes, deu lhe um tiro.

1,3

Paulo Vitor Chelotti turma 9.2 n°24

Olavo Bevilacqua turma 9.2 n°21


Acordei hoje, cedo, certa culpa me impedia de dormir. Decidi então levantar,
tomei banho, bebi um café, e peguei minha mochila. Ao tocar na maçaneta, certa
angústia me consumia, o coração apertava e o medo aumentava. Lembrei-me de
meu filho, que não via há anos, havia fugido de casa por causa de drogas.
Saí de casa e fui em direção ao ponto de ônibus, como todos os dias.
Caminho tranquilamente, observando tudo que há em volta. De repente,
vejo uma pessoa que tem o rosto parecido com o meu. Comecei a andar rápido,
ela também andou; parei em uma banca de jornal, ela também parou; voltei a
andar, ela também voltou. Ela usava um gorro preto, que cobria quase o rosto
todo, era um pouco mais alto que eu, usava bermuda, e uma camiseta branca.
Depois disso não vejo mais nada, só sinto uma dor muito forte no peito.
Logo vejo pessoas correndo, pra cima de alguém que está deitada no chão
da rua suja e esburacada: essa pessoa sou eu!

1,4 Renata Jabbour e Giovanna Pauletto


Amanheceu, eram seis da manhã. Ele acorda e tem de levantar
imediatamente, pois não podia se atrasar, porque seu chefe era muito exigente.

Ele imagina como será seu dia e rapidamente se levanta, escova os dentes
e se arruma para ir ganhar a vida. Chegando ao set de filmagens, já tinha que
começar a gravar a cena de amor.

- Oh Rosalina, você paritu meu coração!

- Me desculpe Adolfo, mas não estou mais interessada em você!

-Não tenho mais motivos para sobreviver.

Adolfo sacou uma adaga e a meteu em seu peito.

Disparos.

-Parabéns, Adolfo e Rosalinda, muito bem.Mas produção,por que esse


barulho de tiro?-Disse o diretor, com um tom ameno.

-Me desculpe senhor, mas não foram falhas técnicas. -Disse um moço da
produção.

-Ah, tudo bem. Adolfo, venha cá um instante.

Adolfo não desceu mais do palco.

A vida passou tão rápido.

1,5

Stéphanie Akli-27

Fernando Lima Martins-07

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