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Comunicação e expressão

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VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O FALANTE NA-
TIVO ............................................................................................3

NÍVEIS E FUNÇÕES DA LINGUAGEM ...............................................9

COESÃO DO TEXTO ESCRITO........................................................13

COERÊNCIA TEXTUAL .................................................................24

O PARÁGRAFO ..........................................................................31

PADRÃO ....................................................................................31

A PARÁFRASE ............................................................................40

RETEXTUALIZAÇÃO ....................................................................48

FALA ESCRITA ............................................................................49

RESUMO E RESENHA .................................................................56

CONCORDÂNCIA .......................................................................66

VERBAL E NOMINAL ...................................................................66

A VÍRGULA, A CRASE E OS PORQUÊS ...........................................74

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VARIAÇÕES
LINGUÍSTICAS E SUA
IMPORTÂNCIA PARA O
FALANTE NATIVO

A língua, por ser viva, muda no tempo e no espaço. Vamos
ver como isso acontece!

Neste capítulo, nós nos dedicamos ao estudo das diversas possibilidades para utilização da língua
portuguesa, as quais variam de acordo com as diferentes situações em que ela é utilizada.

Estudos da linguagem: uma
breve retomada histórica

Nesse imenso território, usamos a mesma
língua para nos comunicarmos, ou seja, usamos
a língua portuguesa. Ainda que muitos estados
tenham fronteiras com diferentes países, que
cada um tenha sido colonizado por povos dife-
rentes, que tenhamos climas, aspectos geográfi-
cos e culturas diferentes, falamos todos a mesma
língua portuguesa. Será que essa língua é, de
fato, a mesma?

Ao longo da história, vários teóricos ten-
taram estudar a linguagem humana. A grande
maioria, até o século XVII, selecionava uma lín-
gua e a analisava em todos os seus aspectos: fô-
nico (sons), semântico (sentidos), sintático (gra-
maticais) e morfológico (estrutura das palavras).
Sabiam muito do funcionamento daquela língua,
mas ignoravam como funcionavam as demais.
No século XVII, houve o desejo de se “fa-
zer” uma língua que todos falassem, em todos os
lugares do mundo, para que ocorresse a comu-
nicação sem precisar estudar a língua que fosse
própria de cada país. A busca por essa “lingua-
gem universal” fez com que os estudiosos estu-

dassem várias línguas ao mesmo tempo, compa-
rando-as em todos os aspectos. Esse estudo fez
com que se observasse a existência de princípios
que eram comuns a TODAS AS LÍNGUAS DO
MUNDO. A verdade é que não se conseguiu
uma língua universal, mas essa descoberta foi de
suma importância para o avanço nos estudos lin-
guísticos. Esses princípios diziam que todas as

Vanessa Loureiro Correa

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línguas variam no tempo e no espaço. Também
descobriu-se que todas as línguas têm duas arti-
culações, uma que trata dos fonemas e outra que
diz respeito aos morfemas. Quando se estudou
todas as línguas juntas, descobriu-se que existem
aspectos linguísticos que estão presentes em to-
das as línguas. No entanto, viu-se também que
cada uma organiza suas articulações de maneira
própria, particular. Observou-se que o falante, ao
adquirir uma língua, aprende todos as suas partes

Voltando à questão da língua universal, o
homem sempre desejou que houvesse uma que
fosse comum a todos os povos. Baseado nesse
desejo, criou-se o Esperanto, que tinha por obje-
tivo substituir o inglês. No entanto não deu certo,
ainda que a gramática seja acessível, o Esperanto
não permite ironias e ambiguidade, o que dificul-
tou o seu emprego.
Mais tarde, no século XIX, os teóricos se
interessaram em buscar a língua-mãe, ou seja,
aquela que deu origem a um grupo de línguas.
Nessa nova abordagem, eles descobriram que
a língua sofre mudanças de maneira ordena-

da e que essas transformações não ocorrem
porque alguém decreta, mas pelo amplo uso
de uma estrutura em um grupo. Por exemplo:
Aqua água

É importante ressaltar
que a língua não muda
pela vontade do homem,
mas sim pelo uso que o
mesmo faz dela.

A verdade é que não se conseguiu uma língua universal, mas essa
descoberta foi de suma importância para o avanço nos estudos lin-
güísticos. Esses princípios diziam que todas as línguas variam no tem-
po e no espaço. Também descobriu-se que todas as línguas têm duas
articulações, uma que trata dos fonemas e outra que diz respeito aos
morfemas. Quando se estudou todas as línguas juntas, descobriu-se
que existem aspectos linguísticos que estão presentes em todas as
línguas. No entanto, viu-se também que cada uma organiza suas ar-
ticulações de maneira própria, particular. Observou-se que o falante,
ao adquirir uma língua, aprende todos as suas partes juntas, isto é,
todo o sistema, e não por partes – primeiro o som, depois a formação
de palavras, em seguida a formação de frases e o significado das pa-
lavras. Tudo isso é feito ao mesmo tempo pela criança. Constatou-se
que somente o homem é capaz de criar frases e palavras novas para
expressar situações inéditas, bem como é próprio do falante tornar
regulares as formas irregulares da língua.

juntas, isto é, todo o sistema, e não por partes –
primeiro o som, depois a formação de palavras,
em seguida a formação de frases e o significado
das palavras. Tudo isso é feito ao mesmo tempo
pela criança. Constatou-se que somente o ho-
mem é capaz de criar frases e palavras novas para
expressar situações inéditas, bem como é próprio
do falante tornar regular as formas irregulares da
língua.

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Em 1916, com a publicação do livro Cours
de Linguistique General de Ferdinad Saussure,
fundou-se a Linguística. Essa ciência estuda a
linguagem verbal (palavra escrita ou falada) hu-
mana. Não cabe aos linguistas dizer o que é cer-
to ou errado na língua, apenas analisar os vários
usos e estruturas que a mesma apresenta em gru-
pos sociais, a fim de descrevê-la. Na Linguística,
dizer “Nóis fumo, vortemo e nada incontremo”

não é errado, se o emissor comunica a sua men-
sagem. O linguista vai analisar essa frase dentro
do contexto comunicativo em que ela foi dita e
ver o porquê dessa estrutura gramatical, sem se
preocupar em dizer que ela está errada, pois não
está de acordo com a língua-padrão.
Para melhor entendermos a afirmação aci-
ma, vamos tratar da variação linguística.

Variação linguística e sua
importância para o falante nativo

Como já foi dito anteriormente, não pode-
mos esperar que se fale a mesma língua portu-
guesa em todas as regiões do Brasil. A língua
varia de acordo com a necessidade do falante, ou
seja, toda vez que precisarmos de uma estrutura
nova ou adaptada, nós mudaremos a nossa lín-
gua. É importante lembrar que TODAS AS LÍN-
GUAS, segundo o Princípio da Variação Lin-
guística mudam no tempo e no espaço. Vamos
ver alguns exemplos:
Ex.: “Veio ainda infante Claudio Manuel da
Costa para a cidade do Rio de Janeiro a fim de
receber a sua educação litteraria. Tinham os je-
suítas as melhores escholas; pertenciam á Com-
panhia os mais affamados mestres: frequentou
elle as escholas dos Jesuítas; aprendeu latim,
rhetorica, philosophia, rudimentos de mathema-
ticas (...)” (trecho do livro “Os varões illustres do
Brazil durante os tempos coloniáes, 1858, p.12)
Por incrível que pareça, o trecho acima foi
escrito em português, o mesmo que falamos ago-
ra, mas diferente porque pertence a outra época,
provando que a língua muda de um período para
outro.

No Rio Grande do Sul, os gaúchos fazem
rancho (compras de comida) passam pela lom-
bada. Esperam o ônibus na faixa (na rua) e co-
mem negrinhos (brigadeiros).
Existem alguns motivos que levam a língua
a variar, como os que seguem:
Região: cada região tem características pró-
prias em termos geográficos, climáticos, cultu-

rais. Por isso, existem termos próprios usados
somente nelas. No Norte, por exemplo, temos a
disputa do boi Garantido versus o Caprichoso.
Para isso, existe toda uma linguagem que se refe-
re a essa disputa. No Sul, temos o tradicionalis-
mo gaúcho, rico em expressões e ditados que são
desconhecidos dentro do próprio Rio Grande do
Sul, se o falante não fizer parte do movimento.
Ex. “Mais perdido que cusco em tiroteio”

(ditado gaúcho)

Vamos ver um exemplo da linguagem nor-
tista, que aborda a maior festa dessa região:

Os bois e os sons das toadas na
floresta no Festival de Parintins. O
som das toadas e o repique dos tam-
bores. No centro, figuras típicas como
Pai Francisco, Mãe Catirina, Tuchauas,
Cunhã-Poranga, Pajé e diversas tribos
indígenas cantam e dançam no ritmo
alucinante e contagiante das toadas de
boi. Esta é uma das cenas que podem
ser vistas durante o Festival de Pa-
rintins, considerado uma das maiores
manifestações culturais do Brasil.
O espetáculo se transforma numa
verdadeira batalha folclórica, em que
os guerreiros são os simpatizantes dos

“Festival de Parintins”

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Faixa Etária: nossa linguagem muda con-
forme a idade, tendo em vista o interesse que te-
mos em cada faixa etária. A linguagem de uma
criança é diferente da linguagem de um ado-
lescente e essa é diferente da linguagem de um
adulto, conforme os exemplos abaixo.

Sexo: homens e mulheres não falam a mes-
ma linguagem. Pessoas do sexo feminino, por
exemplo, preferem frases mais longas e elabo-
radas, tendo em vista as revistas direcionadas a
esse público. Já os homens são mais objetivos,
por isso as frases são mais curtas e truncadas.
Também o vocabulário difere, uma vez que os
assuntos têm focos distintos. Em revistas femini-
nas, encontramos questões que lidam com a vida
amorosa, relacionamentos. Já as masculinas, tra-
tam de futebol, carros e viagens. Há muito mais
figuras nessas últimas do que nas primeiras.
Ex. “A linguagem do diretor de redação,
Felipe Zobaran, é direta o objetiva, procurando
se aproximar o máximo possível do seu sujeito
interpretante:

Ex. “Eu e os meus irmãozinhos fomos
a uma festinha na casa de amiguinhos.”
“Eu e os brothers fomos a uma balada
na baía da galera.”
“Eu e amigos fomos a uma reunião na
casa de amigos.”

luxo, fantasias e muita coreografia.
A grande festa começa com uma re-
cepção chamada “Festa dos Visitantes” que
acontece no Clube Ilha Verde e noscurrais
dos bumbas Garantido e Caprichoso.”

Bumbás Garantido (Vermelho e Branco)
e Caprichoso (Azul e Branco). Na aveni-
da, durante quase seis horas, a cada noite,
sempre no final do mês de junho, eles en-
cenam um verdadeiro ritual festivo, que
encanta. São belas mulheres e homens,

Fonte 1 - Amazônia

Fonte 2 - SXC

Estudo: quanto mais educação intelectual
tiver o falante nativo, mais rica será a sua lin-
guagem. Isso se dá pelo acesso à leitura, a novos
conhecimentos. Infelizmente, no Brasil, a educa-
ção, com tudo que diz respeito a la, é cara. Logo,
são poucos que podem ter uma linguagem mais
diversificada em todos os aspectos. É através do
conhecimento que podemos conhecer e dominar
os diferentes níveis de linguagem para, da melhor
forma, adequá-los aos contextos comunicativos.
Ex. “ Fomos ao médico para consultá-lo so-
bre dores de cabeça”
“Fumo ao médico para consultar ele sobre

dor de cabeça.”

Tribos ou grupos sociais: cada vez mais,
em busca de uma identificação e individualiza-
ção em um mundo tão globalizado. Tribos ou
grupos sociais se formam em cada canto do pla-
neta. Além de roupas, comportamentos e ideo-
logias diferentes, esses grupos se caracterizam
por uma linguagem própria. A pessoa que não

Fonte 3 - Filologia

Estou sentado na cadeira de
diretor de redação da VIP e a
vista daqui não é nada má, ga-
ranto a você. Estou muito bem
cercado. Se giro a cadeira, vejo
Sabrina, a musa instantânea,
no seu primeiro ensaio calien-
te para uma revista. Delícia.
Giro de novo e é só prazer,
acredite.

Este é o mundo de
VIP. E meu trabalho é tra-
tar muito bem dele. Como
se fosse você, meu caro,
sentado nessa cadeira.”

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Como se pode ver, esses e outros aspectos
fazem com que a nossa língua mude sempre que
acharmos necessário. É importante termos essa
consciência para que possamos evitar atitudes
preconceituosas e excludentes. Não podemos
exigir que todos falem a mesma língua, pois a

mesma veste diferentes roupagens, a fim de aten-
der nossas necessidades diárias. O importante,
neste caso, é comunicar, ou seja, passar a mensa-
gem para alguém, adequando o nível de lingua-
gem ao contexto comunicativo.

Arquivo

“Dropei a onda, peguei um tubo e levei uma vaca!”

Sur stas:

Funkeiros:

“Fui a um baile que era uma maresia. Conheci um
alemão que tinha o maior conchavo. Dava corte em to-
das as princesas. Um verdadeiro playboy.”

domina a linguagem desses grupos, não pode pertencer aos mesmos.. Vamos aos exemplos:

No próximo capítulo você

aprenderá os níveis e funções

da linguagem. É muito importante

que você lembre da variação lin-

guística, porque, somente assim,

você entenderá que a língua tem

diferentes níveis e que o falan-

te tem diferentes objetivos no

processo comunicativo.

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Atividade

Responda a questão a seguir:
Se não falamos a mesma língua, por que so-
mos tão preconceituosos com aqueles que não
empregam o nível coloquial?

Referência
Comentada

MUSSALIN, Fernanda & BENTES, Ana
Christina.Introdução à Linguística. São Pau-
lo: Cortez, 2004. v.1
é um livro que inicia qualquer falante nativo
na ciência da Linguística. Ainda que seja da área
de Letras, a linguagem não é tão difícil e pode
servir para as demais áreas, desde que as mes-
mas tenham interesse em estudar a linguagem
relacionada a outras ciências.

Referências
Bibliográ
cas

BRANDÃO, Silvia Figueiredo.A Geogra-
fia Linguística do Brasil
. São Paulo: Ática,
1991.
CALVET, J.L.Sociolinguística. S. P. Pará-
bola, 2002.
GNERRE,Maurizzio. Linguagem, escrita
e poder
. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
KRISTEVA, Julia.História da Lingua-
gem
. São Paulo: Editora 70, 2003. Coleção
Signos.

Autoavaliação

Marque, com um X, a única alternativa cor-

reta.
1. As pessoas que estudam mais sofrem variação
linguística porque:
A) a linguagem varia de acordo com as tri-

bos;
B) a linguagem varia de acordo com o sexo;
C) a linguagem varia de acordo com a idade;
D) a linguagem varia de acordo com o núme-
ro de leituras e conhecimentos que fazemos e
adquirimos.

2. Todas as línguas variam:
A) somente no espaço;
B) somente no tempo;
C) no tempo e no espaço;
D) de acordo com a vontade do homem.

3. A forma que os grupos sociais ou tribos têm
de se diferenciar é:
A) criando uma linguagem própria;
B) vestindo roupas diferenciadas;
C) usando cabelos diferenciados;
D) criando danças próprias.

Gabarito

Questão da re exão
Somos preconceituosos porque associamos outros níveis
de linguagem, exceto os níveis coloquial e culto, com
pessoas sem cultura e sem estudo.
Autoavaliação
1- D
2- C
3- A

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