ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.Contabilização Crédito Presumido .Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias. antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.01.

/88 (na redação da EC nº 3/93). O IVC possuía natureza mercantil. substituindo o IVC. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. de incidência única. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. do produtor até o consumidor. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. não apresenta as características de cumulatividade. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. b. diferentemente do IVC. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. Sendo assim.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. incidindo em todas as fases de circulação. pela Assembléia Nacional Constituinte. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. extinguindo os impostos especiais. 5 . I. da C. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. Já o art. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. o IVC era exigido. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. a começar do produtor até o consumidor final. próprias dos impostos em “em cascata”. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. isto é. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. de competência federal. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. Era. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União.F. energia elétrica. portanto um imposto com incidência “em cascata”. de 01 de dezembro de 1965. A inovação do ICM advém de que. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. e minerais do País. 155. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989.

. As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal.. ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa. A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário.operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.. no artigo 155. senão em virtude da lei. A Constituição Federal atribui a competência tributária.. mas que passamos a apresentar a seguir...Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -.. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.. da Constituição Federal. as diversas características do ICMS. submetendo todas as demais normas jurídicas.. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual. que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. no inciso 1 do artigo 150... envolvendo desde a Constituição Federal...... ainda. a nossa Carta Magna estabelece. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”. nem sempre respeitadas pelos entes federados......ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5...1993. em razão de introduzirem modificações em seu texto. impondo limitações ao poder de tributar.. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal.......... ou seja... leis delegadas.. leis ordinárias......... decretos legislativos até as resoluções... II ..... Do ponto de vista tributário. medidas provisórias....03.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo.. § 2º.. inciso II.... ... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18. deve ser compreendida no seu sentido amplo... Sua base constitucional é o artigo 155. leis complementares.) A Constituição Federal determina.. como um processo legislativo. emendas constitucionais.. onde abate-se do montante devido 6 .. A lei... a seguir reproduzido: Artigo 155 ..

fumos. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. por exemplo. 25% para consumo superior a 200 kWh . em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. acesse o tópico Alíquotas. iates. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. agricultor etc. nesta obra. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores.progressivamente). SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo.PISO 7 . Dependendo do Estado. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. bebidas.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. Para maiores detalhes. O Estado de São Paulo. seletivamente). nem sempre respeitados pelos entes federativos. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. interestaduais e de exportação. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). ALÍQUOTAS INTERNAS . Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas.

155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. deverá este recolher. assim como sobre o serviço prestado no exterior. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo.000. qualquer que seja a sua finalidade. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual.00. como “diferencial de alíquotas”. quando o destinatário for contribuinte do imposto. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%.00 menos R$ 120. de mercadorias para consumo próprio. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem.000. quando o destinatário não for contribuinte dele. Assim. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. oriundos de outro estado da federação. b) a alíquota interna.00 x 18% = R$ 180. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. quando o destinatário for contribuinte do imposto. 8 . isenções. neste caso. Portanto. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1.00 = R$ 60. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. no valor de R$ 1. chamando-se esta diferença.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. art. "g".00 2. quando da aquisição.00.00 3. por parte de contribuintes do imposto. bem ou serviço. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120.

por pessoa física. em matéria tributária entre a União. ao ISS. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. os Estados. para uso próprio. 3. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. dentre outras (Art. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. na base de cálculo do ICMS. personalizada e sob encomenda. e energia elétrica. apenas. sobre o ouro. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. 2. nas hipóteses definidas no art. o montante do imposto sobre produtos industrializados. ENERGIA ELÉTRICA. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial).b) sobre o valor total da operação. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. 9 . nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. inclusive lubrificantes. configure fato gerador dos dois impostos. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. operações que destinem a outros Estados petróleo. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. quando a operação. o Distrito Federal e os Municípios. 153. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. tendo por finalidade. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. está sujeita. 146.

d) fixar. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. e) excluir da incidência do imposto. 120/2005 e 122/2006. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). c) disciplinar o regime de compensação do imposto. crédito.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. inciso XII. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. isenções. nestes termos: XII . para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. prescrição e decadência tributários. lançamento. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. 99/99. bases de cálculo e contribuintes. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. em seu artigo 155. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). 102/2000. nas exportações para o exterior.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. b) obrigação. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. compete à lei complementar a atribuição de. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. Como o próprio nome diz. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. f) prever casos de manutenção de crédito. Hierarquicamente. como a 92/97. a dos respectivos fatos geradores. "a". CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. A própria CF. Tem aplicação em âmbito nacional. tão-somente. g) regular a forma como. sem alterálos. Na verdade. de serviços e de mercadorias. 114/2002. b) dispor sobre substituição tributária. bem como.

no inciso VI. mediante decreto. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. por exemplo. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. mediante simples Decreto do Executivo. Em processo Resp 556. decretos ou atos normativos). Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. parágrafo 2º inciso XII. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais.287. Para a ministra. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. 11 . A ministra Eliana Calmon. Temos. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. todas as normas estaduais (sejam leis. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. nas regulamentações estaduais do ICMS. Ato de governador de Estado que. Para detalhamentos sobre Convênios.art.ICMS Hierarquicamente. como. relatora do processo. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. concede benefício tributário é passível de nulidade. antes de entrar em vigor no mesmo. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. como. e adotar a medida legal que julgar pertinente. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. 155. o qual estabelece. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. letra "g". por exemplo. ao se deparar com tais ilegalidades. na área do ICMS. veja o tópico respectivo. O contribuinte. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. Após a edição do Convênio.

Dentro desse enfoque. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. concluiu a relatora. a retransmissão. no território do Estado destinatário. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . IV – operações com ouro. de petróleo. não se há de comparar decreto do governador. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. decorrentes de operações interestaduais. jornais. e de energia elétrica. por pessoa física ou jurídica. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. de pessoas. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. a transmissão. a recepção. quando destinados à industrialização ou à comercialização. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. Aliás. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. com convênio aprovado por decreto legislativo". por qualquer meio. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. inclusive a geração. por qualquer via. ou serviços. a emissão. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. restaurantes e estabelecimentos similares. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. bens. VIII – sobre a entrada."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. de competência dos Municípios. mercadorias ou valores. periódicos e o papel destinado a sua impressão. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. em matéria de isenção do ICMS. qualquer que seja a sua finalidade. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.

operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. VIII – operações de arrendamento mercantil. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. destinada a: a) empresa comercial exportadora. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. comercial ou de outra espécie. para fins de não incidência. de competência dos Municípios. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. ainda que para outro 13 . inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . pelo próprio autor da saída. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial.cambial. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. qualquer que seja a sua finalidade. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. que realize. física ou jurídica. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado.

Notas: 1. VIII .do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza.do fornecimento de alimentação. a emissão. V . VII . a retransmissão.das prestações onerosas de serviços de comunicação. III .do ato final do transporte iniciado no exterior. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual.do recebimento. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 14 . a entrega. 2.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. feita por qualquer meio.estabelecimento do mesmo titular. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. VI . IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. a transmissão. salvo disposição em contrário.da transmissão de propriedade de mercadoria. devendo a autoridade responsável. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. de serviço prestado no exterior. II . de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. exigir a comprovação do pagamento do imposto. IV . XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. pelo depositário. pelo destinatário. a recepção. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. inclusive a geração. de qualquer natureza. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. no Estado do transmitente. salvo disposição em contrário.da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. Após o desembaraço aduaneiro. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. ou de título que a represente. X . quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. cartão ou assemelhados. como definido na lei complementar aplicável.

e) quaisquer outros impostos. se for o caso.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. acrescido. compreendendo mercadoria e serviço.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. 4 .XIII . sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. o valor da operação. 15 . por contribuinte. 7 . O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. o valor da operação. c) imposto sobre produtos industrializados. o valor da prestação do serviço. como definido na lei complementar aplicável.da utilização.na saída de mercadoria prevista nos itens I. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. a) o valor da operação. b) imposto de importação.na hipótese de serviço prestado no exterior.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. 3 . na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. III e IV anteriores. taxas. 6 . 5 . na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. 2. substituirá o preço declarado. nos termos da lei aplicável. d) imposto sobre operações de câmbio.na hipótese do item II anterior. contribuições e despesas aduaneiras. 2 . o preço do serviço.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. Notas: 1.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. juros e demais importâncias pagas. o valor da operação de que decorrer a entrada. inclusive na hipótese de importação: I . caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 16 . por contribuinte. bem como descontos concedidos sob condição.o valor correspondente a: a) seguros.na hipótese da utilização. 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. II . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. recebidas ou debitadas. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS. o valor da prestação no Estado de origem. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. 9 . de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. sejam antecedentes. b) frete.8 . concomitantes ou subseqüentes. SEGUROS. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado.o montante do próprio imposto. que seja contribuinte do imposto.

00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. base de cálculo. seja fixado por órgão público competente. será: I . II . trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados.000. em razão da sistemática substitutiva do ICMS.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. Base de Cálculo A base de cálculo. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. para fins de substituição tributária. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. relativa às operações ou prestações subseqüentes. a base de cálculo do imposto. Portanto. no que se refere à alíquota. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador.00 Valor total da fatura: R$ 1. b) o montante dos valores de seguro. é o referido preço por ele estabelecido.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. Este valor será somado na fatura/duplicata. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. c) a margem de valor agregado. para fins de substituição tributária. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. inclusive lucro.240.em relação às operações ou prestações subseqüentes. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. deverá observar às disposições da legislação paulista. único ou máximo.

1.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. b) – ao destinatário da mercadoria. Considerando este fato. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. 18 . haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição .2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. parágrafo 1º. quando contribuinte do ICMS. Observe que. 1. encerrando-se o ciclo de tributação. da Lei Complementar 87/1996). por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores.não mais terão recolhimento do ICMS. 6º.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. exceto se produtor rural ou microempresa. as Unidades da Federação. estabeleceram que. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. quando contribuinte do ICMS. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. exceto se produtor rural ou microempresa.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. na prestação interna.

o contribuinte substituído poderá se creditar. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. de dentro ou de fora do Estado. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. também devidamente atualizados. do valor objeto do pedido. procederá ao estorno dos créditos lançados. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . em sua escrita fiscal. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. o contribuinte substituído. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. ainda que isenta ou não-tributada. – da saída subsequente por ele promovida. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. além das indicações exigidas pela legislação. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. mercadoria sujeita à substituição tributária. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. Havendo decisão contrária irrecorrível. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. concomitantes ou subsequentes. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. Exemplo de Cálculo: 19 .

devendo. de posse da nota fiscal. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. poderá deduzir o valor do imposto retido.00 – R$ 120.000. é de R$ 2. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. ou na sua falta. fixado a varejo. O estabelecimento fornecedor. localizada na praça do estabelecimento remetente. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. em conta especial. na falta deste. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . ainda. para atacadista situado em outro estado da federação.00. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo.00 = R$ 360.000. na próxima operação. Teremos então: 1. 4.00. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. ou.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS.ASBACE. para o lote das mercadorias. no valor de R$ 1. sempre que o 20 . o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida.GNRE. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. A alíquota interestadual é de 12%. O preço de venda. 3.00 x 12% = R$ 120.000. Ou seja.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. (2 . A critério do fisco de cada unidade federada.00. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético.00 = R$ 240.00 2.000.00. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. para tanto.00. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%.000. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante.

em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. importado do exterior. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. Bases legais: CF. Convênio ICMS 81/1993. quando não estabelecido. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior.Substituição Tributária (GIAST). desde que inclua todas as operações citadas. o do estabelecimento que transfira a propriedade. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. importado do exterior. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . LC 87/1996. • • • 21 . art. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. 150. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. no momento da ocorrência do fato gerador. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. ou com seus registros totalizadores zerados. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. como dispuser a legislação tributária. onde se encontre. Temos então. ou o título que a represente. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. o do domicílio do adquirente. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. § 7º. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física.

na hipótese da utilização. inclusive consumidor final. cartão. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. emissão.• • aquele onde seja realizada a licitação. na hipótese de captura de peixes. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. na hipótese da utilização. o de desembarque do produto. como dispuser a legislação tributária. o do estabelecimento destinatário do serviço. por contribuinte. quando prestado por meio de satélite. o do estabelecimento destinatário do serviço. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. lubrificantes e combustíveis dele derivados. repetição. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. ou assemelhados com que o serviço é pago. transmissão e retransmissão. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. assim entendido o da geração. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. ampliação e recepção. onde seja cobrado o serviço. por contribuinte. nos demais casos. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. onde se encontre o transportador. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. crustáceos e moluscos.

decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização.00 – R$ 10. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. real ou simbólica. exceto se tratar-se de saída para o exterior.000. no estabelecimento. II – para comercialização ou prestação de serviço. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. 23 .00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.O imposto é não-cumulativo. Salvo prova em contrário. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.000. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50.00 = R$ 40.000. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.00 Valor do imposto anteriormente cobrado.00. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. 20 da Lei Complementar 87/96). III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento.000. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. exceto as destinadas ao exterior. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. IV – vier a perecer. deteriorar-se ou extraviar-se.000.

2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser.havendo saldo remanescente. o respectivo direito deixará de existir.2001.00 R$ 40. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. até 16.000.2005. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.000. a partir de 01.12. E. a mesma não foi lançada no registro de entradas. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16.11. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art.00 R$ 10.2006. por um lapso da escrita fiscal do adquirente.000. de R$ 10. a diferença será transportada para o período seguinte. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. e por conseguinte.11. Tinha um saldo credor acumulado.01.000. se for o caso. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I . Na ocasião. 23 da LC 87/96). Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. por força da LC 120/2005.000. não foi creditado o ICMS respectivo. Se.00. jornais e periódicos.00 de créditos.00. No período de apuração. do período anterior. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.00 R$ 50. teve R$ 50.000. II .000.

será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa.10. III .12. 26 da LC 87/1996. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. para um determinado período. Os governos voltaram à sensatez.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. que pagará a diferença apurada. 25. produzem uma legislação de incentivo. se positiva. tendo como base determinados benefícios. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. previstos no art. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. Entretanto. II .que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. Lamentável. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país.contribuintes do mesmo Estado. Na hipótese do item III. Base: art. especialmente na área do ICMS. e em 23. Base: art. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. caso contrário. ao fim do período. a atitude dos governos envolvidos. revogando a restrição. 25.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. mas. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. em todos os aspectos. § 1º da LC 87/1996. aguçados pela politicagem e 25 . Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. a partir de 26. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. no afã de atrair investimentos.2005. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I .que. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. § 1º da LC 87/1996.

não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. Diante da gritaria geral. sem ciência. Nesta obra. 155. Rio Grande do Sul. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. a qualquer título. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado.art. Finanças. sem 26 . ainda. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. Santa Catarina e São Paulo.2004. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. remetida. Minas Gerais.04. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . parágrafo 2º inciso XII. A falta da informação no documento da operação ou prestação. entre os Estados da federação. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. a qualquer custo. típico de legislação autoritária. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. entretanto. a um contribuinte situado em seu território. Entretanto. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. Receita ou Tributação. pelos investimentos privados. Paraná. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. as bases da restrição continuam válidas. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. letra "g". mas da punição sofrida por aquele que. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. Trata-se de uma disputa predatória. conforme o caso. adquire mercadorias em outro estado. Rio de Janeiro. É um verdadeiro absurdo.

Paulo. coelho. industrialização de pescados. gado.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. Produtos do abate de aves.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos.ADIN nº 2548-1.ADIN 2441-8.2156-7. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . bubalino ou suíno. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". PARANÁ Produtos de informática. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. através do Comunicado CAT 36/2004. por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. gado bovino. BAHIA Cobre e derivados do cobre .ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves. Assim. Financiamentos vinculados ao ICMS .ADIN nº 1179-1.Financiamento de 70% do ICMS .ADIN nº. produtos de informática e automação.ADIN nº 2561-9. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. Insumos para a fabricação . Empreendimentos do PRO-DF . Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. MATO GROSSO DO SUL 27 . acertem os ponteiros entre si. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos.ADIN nº 2440-0 e 2543-0. Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço.

. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16. j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). Em relação aos demais incentivos. concedidos por produto e região do Estado. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. verduras. f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. n) de produtos de higiene. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. c) de frutas. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes . b) de farinhas.AMAZONAS .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). raízes.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). i) de máquinas. d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003). aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.ADIN nº 2439-6.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).BAHIA .Setor industrial . l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16.Programa Geral de Incentivos Fiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). tubérculos. 28 . e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16. limpeza e conservação domiciliar.Financiamento.

5% sobre o montante das operações interestaduais). feijão. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). (crédito presumido de 9. .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. rapadura. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. exceto carnes. margarina. água sanitária. pescados e seus derivados 29 . papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. arroz.5% sobre o montante das operações interestaduais). pescados e seus derivados. crédito presumido de 11%. leite em pó. fubá de milho. alho.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. bufalinos.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. p) de móveis (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. rãs. g) de outros produtos do gênero alimentício.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). leite tipo C. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94.DISTRITO FEDERAL . os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. pão francês de 50g. café torrado e moído. extrato de tomate. concentrado ou simples concentrado. papel higiênico. papel. sabonete. caprinos. coelhos. . ovinos. q) de embalagens (crédito presumido de 16. farinha de mandioca.Componentes. suínos.: para carnes. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. creme vegetal. e pescado. bem como as carnes. halvarina. b) de animais vivos das espécies: bovinos. no período de 23/06/99 a 19/12/99.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal. açúcar refinado e cristal.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). macarrão tipo comum. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais). aves. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. Maisena e Maria. polvilho. Cream Craker. . sal de cozinha.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Artigos esportivos importados .o) de artigos de escritório e papelaria. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. exceto os glicerinados. óleo de soja. sabão em barra. hidratante ou adicionados de óleos especiais. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9.

de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. bolsas.070 (crédito presumido de 2%) Obs. .5%). . exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). 40.Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40.5% sobre o montante das operações interestaduais). energia elétrica. .Qualquer mercadoria. roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . 40. e.5% sobre o montante das operações interestaduais). .410.5% sobre o montante das operações interestaduais). no período de 21/11/94 a 31/07/2000.5% a 52.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos.(crédito presumido de 10.100.: Dependente de autorização. b) Central de distribuição .130.MATO GROSSO DO SUL . 4810.5% sobre o montante das operações interestaduais). lubrificantes. c) Produtos alimentícios.902 e 41. 4809.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano).(crédito presumido de 47. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9.ESPÍRITO SANTO .25% a 19.5% sobre o montante das operações interestaduais). o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9. de 2%. de limpeza. . k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. 40. quando não seja elaborado sob encomenda. mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado.(crédito presumido de 3% a 8%). que pode excluir determinada mercadoria. n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. 4804. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9.códigos NBM-SH 4802.5% sobre o montante das operações interestaduais). 40. produção ou industrialização (crédito presumido.804. m) de papel .Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. calçados. e a partir de 01/08/2000 de 3%). combustíveis.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados . j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. 4817 e 4823. exceto café.GOIÁS . 4811. lingerie. (crédito presumido de 10. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). 4807.

Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro . d) Geral . 24. f) Petróleo e Derivados .Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa).Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro . h) Fármacos e Químicos .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 24. desodorante.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº.até 9% do valor da importação (Lei nº.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 4.RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. talco. g) Plástico e Resinas Plásticas . 24. distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações . b) Atacadistas e Centrais de Distribuição . Decreto 23. j) Têxteis . 24.184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro .863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIO EMPRESA EMERGENTE.857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Financiamento vinculado ao ICMS . 24.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções .Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). 23.RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.823/97. o) Industrial. c) Importadores .RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 31 .FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.Rio Portos .Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social . 24. l) Geral .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses. k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . i) Autopeças e Navipeças .Programa de Atração de Estruturantes .de 22/09/2000 a 31/12/2002). 2. m) Geral .270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. e) Geral .

já que este corre o risco de ter um crédito glosado. em assunto técnico.gov.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. os convênios que entre si celebrem a União.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . o mesmo deverá ser. inciso IV. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100.br/confaz.COTEPE/ICMS para decidir. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. isoladamente. . os Estados. expressamente.http://www.COTEPE/ICMS. observa-se que. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. ratificando o Convênio. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. são normas complementares das leis. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos.fazenda. pelo comportamento lesivo entre os Estados.35. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções.Alimentos. com sede no Distrito Federal.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais.TOCANTINS . Só após aprovados legislativamente. o Distrito Federal e os Municípios. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. incentivos e benefícios fiscais do imposto. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. do CTN. O Conselho pode. . sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. para efeito de concessão ou revogação de isenções.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS .RIO GRANDE DO NORTE . COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . delegar. incentivos e benefícios fiscais. os convênios passam a ter eficácia. Cabe a cada contribuinte.

Protocolos e Ajustes SINIEF.executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS.: 18. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais.do referido imposto em todo o território nacional.promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social. Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ. SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS. XIV . III . IV . XV .a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. XVI . formalmente.1971). XIII . nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. V . pertinentes ou relacionados ao ICMS.opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais . Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.SINIEF.12. 33 .assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda.orientar as Secretarias de Fazenda. O SINIEF tem como objetivos: 1 .apreciar as proposições de Convênios. XI . IX . Compete à COTEPE/ICMS: I . VII . VI . os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal. II .CONFAZ.02.apreciar.U. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS. VIII . X .propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. XII .O.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.1970 (D.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.

CNAE.número de inscrição estadual.CNAE . desde que: I .instituição do código de classificação das situações tributárias. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário.br. III . poderão. operações e prestações. IV . na internet.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. a critério do Fisco estadual. b) Distrito ou subdistrito.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . o endereço é http://www.Fiscal . INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal.ibge.Fiscal. composto. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .gov. no mínimo. serão adotadas as seguintes medidas: I . V . no mínimo.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.cnae.número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).CONCLA. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .firma ou razão social.definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.endereço.instituição de relação referente às saídas de mercadorias.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. II . V . III . d) Unidade da Federação. de: a) Rua e número. interestadual e internacional. II . 34 . de passageiros. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . II . os seguintes elementos básicos: I . IV . VI .instituição da guia de informação e apuração do imposto. c) Município. Para consulta do CNAE-Fiscal.Código de Atividades Econômicas. CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá. mesmo que através de códigos. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação.2 .unificação dos documentos e livros fiscais.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.

Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Nacional 1 .Estrangeira .Adquirida no mercado interno Tabela B .Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .III . Tabela A . Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989. TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB.Origem da Mercadoria 0 . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS. TABELA CFOP Veja. os códigos CFOP e respectivas aplicações. os documentos relativos a todos os locais envolvidos. as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS. com base na Tabela B. nas guias de informação e em todas as análises de dados.Importação direta 2 . em arquivo próprio. onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Suspensão 51 .Tributação pelo ICMS 00 .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais.Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .Não tributada 50 .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.Estrangeira .Isenta 41 .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 . nesta obra.Com redução de base de cálculo 30 . CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .Diferimento 60 .Tributada integralmente 10 .

hipótese em que nada será anotado neste campo. conforme as operações que realizarem. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. 2. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio. em todas as vias. 3. modelo 4. com alterações posteriores. 2. IMUNIDADE. omitir indicações.Nota Fiscal de Venda a Consumidor. não36 .Nota Fiscal. 3.Nota Fiscal de Produtor. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. modelo 2. os seguintes documentos fiscais: I .12.1970. NÃO INCIDÊNCIA. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. III . exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. 4. 03/94 e 6/2008. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. fazendo prova apenas em favor do Fisco.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). salvo quando adotadas séries distintas. o documento que: 1. que não lhes prejudiquem a clareza. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. modelos 1 ou 1-A. devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. II . IV . desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. contenha declarações inexatas. 4.

essa circunstância será mencionada no documento fiscal. Em relação aos produtos imunes de tributação. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. poderão usar formulários. em ordem crescente de 1 a 999. III . NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. o endereço e os números de inscrição. por espécie. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. em substituição aos blocos.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). sucursal. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. estadual e no CNPJ.o número de ordem. no mínimo.o nome. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. filial. 37 . e 50 (cinqüenta).a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor".a data da emissão. série e subsérie e o número da via. indicando-se o dispositivo legal respectivo. ou já tenham sido usados. modelo 2. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I .999. numerados tipograficamente. agência. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente.incidência. podendo. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. os de numeração inferior. seja matriz. depósito ou qualquer outro. Para maiores detalhes. do estabelecimento emitente. terá talonário próprio. Atingido o número 999. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. II . no máximo. IV . a emissão dos documentos poderá ser dispensada. sem distinção por subsérie. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. Cada estabelecimento. contínuos ou em jogos soltos. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico.

modelo 1 ou 1-A. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. inicial e final. espécie. As indicações dos itens I. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno.1970. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. tipo. do impressor da nota. impresso após a letra indicativa da série. VII . c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. pessoa física ou jurídica. VI . em 2 (duas) vias. inclusive o manual.motivo e data da ocorrência. unitário e total. para exibição ao Fisco.números. marca. estadual e no CNPJ. portando o seu estoque de mercadorias. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. tais como falta de energia elétrica. em substituição aos mesmos. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . o endereço e os números de inscrição. quando exigida. quebra ou furto do equipamento.V . IV e VII serão impressas. sem estabelecimento fixo ou permanente. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.os valores. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97.a discriminação das mercadorias. com receita bruta anual de até R$ 120.ECF.12. dos documentos fiscais emitidos. com ou sem utilização de veículo. modelo 2: a) será adotada a série "D". modelo 6: I . 50.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. das mercadorias e o valor total da operação. Desobrigação O contribuinte. será permitida a emissão por qualquer outro meio. quantidade. art. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais.00 (cento e vinte mil reais). § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a data e a quantidade da impressão. II. a partir de 1. modelo 2. II . o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. modelo 2. que exerça atividade 38 . sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. no mínimo. em ordem crescente. da Nota Fiscal.000. modelo.o nome.

modelo 2. O equipamento em uso. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . II . fornecimento de gás canalizado e distribuição de água.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . modelo 1 ou 1-A. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. nas vias do documento fiscal emitido. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. II . Nas hipóteses previstas acima. modelo 2.comercial na condição de barraqueiro.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. modelo 1 ou 1-A.por solicitação do adquirente. no lugar deste. do livro Registro de Saídas. II . a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. Integração de Equipamento A utilização. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. feirante.anotar. será emitido o Cupom Fiscal ou. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. tenda e similares.indicar na coluna "Observações". ambulante. no recinto de atendimento ao público. este atribuído pelo estabelecimento. em ambos os casos. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. ou a Nota Fiscal. e utilizado como prova de infração à legislação tributária. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. apenas o número e a 39 . a critério da unidade federada. b) realizadas fora do estabelecimento. o contribuinte deverá: I . Finanças ou Tributação das unidades federadas. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. mascate.por exigência de legislação federal.

Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue.sempre que. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.na transmissão da propriedade de mercadorias. no estabelecimento. pelo transportador.sempre que promoverem a saída de mercadorias. em 4 (quatro) vias. via ficará presa ao bloco.anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. vedada a utilização de subsérie. b) a 2ª. pelo transportador. 40 .série do documento. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. a partir de 1. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. ao destinatário. para separar as operações de entrada das de saída. III . real ou simbolicamente. modelo 4: I . III . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.1970. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. em ordem crescente. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. quando houver determinação por parte do Fisco. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. b) a 2ª.12. II . II . c) a 3ª. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. ao destinatário. via ficará presa ao bloco. quando houver interesse por parte do contribuinte. entrarem bens ou mercadorias. em 3 (três vias). b) sem prejuízo do disposto no item anterior. IV . 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. Na Nota Fiscal de Produtor.em outras hipóteses previstas na legislação.

a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.c) a 3ª. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. no mínimo. para cada viagem contratada. modelo 7.pelos transportadores de valores.12. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. em 4 (quatro) vias. Na prestação interna de serviço de transporte. para fins de controle no Estado de destino. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Na prestação interestadual de serviço de transporte. as prestações executadas no período de apuração do imposto.a 2ª via acompanhará o transporte. até o final do período de apuração do imposto. desde que dentro do período de apuração do imposto. em relação a cada tomador de serviço. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. IV . que terão a seguinte destinação: I . II . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. em relação a cada tomador de serviço. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. III . II . para englobar. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. no final do período de apuração do imposto. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. que terão a seguinte destinação: I . por veículo. será utilizada: I . No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. além do que se achar registrado em nome da pessoa. para englobar. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. para englobar. em veículos próprios ou afretados. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. 41 . II . V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art.1970. III .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário.pelos transportadores ferroviários de cargas.1ª via será entregue ao contratante ou usuário.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. III . em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. as prestações realizadas. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal. d) a 4ª. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. Nota: considera-se veículo próprio.pelos transportadores de passageiros.

IV . poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. as seguintes indicações: I . IX .origem e destino. a data e quantidade de impressão. II .o valor do serviço prestado. A NF conterá. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. no mínimo. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie.a alíquota aplicável.a discriminação do serviço prestado. de modo que permita sua perfeita identificação.IV . modelo 27. modelo 7.a data da emissão. bem como os acréscimos a qualquer título.a identificação do tomador do serviço: o nome. XII . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.a identificação do emitente: o nome.o nome. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. acrescido do respectivo código fiscal de operação. VI . o endereço. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes. do impressor da nota fiscal. III . VIII . XIV . o endereço. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte.o valor total dos serviços prestados. a série e subsérie e o número da via. VII . e os números de inscrição estadual e no CNPJ. XIII . X . e o número da autorização 42 . os números da inscrição estadual e no CNPJ. V .a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário".a natureza da prestação do serviço.o valor do ICMS.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007.a base de cálculo do ICMS.o número de ordem. XI . Nas prestações internacionais. a critério de cada unidade federada. o endereço.

Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. Registro Prévio Para emissão da NF-e. que terão a seguinte destinação: 1ª via. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. previamente. XV . A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005.para a impressão dos documentos fiscais. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. antes da ocorrência do fato gerador. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. será entregue ao tomador do serviço. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005.a data limite para utilização. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. Base: Ajuste SINIEF 7/2006. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. 2ª via. XIV e XV serão impressas. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. de existência apenas digital. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. será credenciado pela administração 43 . V. com o intuito de documentar operações e prestações. o contribuinte deverá solicitar. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. As indicações dos incisos I. II.

a partir de 1. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. em ordem crescente. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. número e série da NF-e. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e.999.999. por estabelecimento e por série. juntamente com o CNPJ do emitente. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. 44 . III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. contendo o CNPJ do emitente. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. As séries serão designadas por algarismos arábicos. mediante prévia autorização da administração tributária. vedada a utilização de subsérie.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado.

será aceito pelo contribuinte destinatário. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. O DANFE deverá ser impresso em papel.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. quando solicitado. exceto papel jornal. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais.fabricantes de cigarros. inclusive para fins de escrituração fiscal. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. IV . devendo ser apresentadas à administração tributária. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. Posteriormente. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. formulário de segurança. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. no tamanho A4 (210 x 297 mm). 45 . assim definidos e autorizados por órgão federal competente.distribuidores de combustíveis líquidos.produtores. devendo ser apresentadas à administração tributária. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. II . pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. quando solicitado. III .distribuidores ou atacadistas de cigarros. A consulta à NF-e será disponibilizada. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. podendo ser utilizadas folhas soltas.

12.. proprietário do veículo marca .. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. suínas. VI .. ônibus e motocicletas. XIV . distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. trefilados e perfilados de aço. VIII . XIII . IX ... XII . modelo 8. XI . camionetes.04. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço....fabricantes de automóveis. X . 46 .agentes que... interestadual e internacional. Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio.V . em veículos próprios ou afretados.transportadores e revendedores retalhistas . utilitários. fazendo constar no campo “Observações” deste ou. se for o caso... no Ambiente de Contratação Livre (ACL).2008. E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007.2009. a expressão: “Transporte subcontratado com .. 01.. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal. com vigência a partir de 01.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. laminados planos ou longos.2008 e 01. UF..TRR.. placa nº.fabricantes de semi-acabados.fabricantes de ferro-gusa...09. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas..frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.NF-e.. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas...fabricantes de cimento..fabricantes de refrigerantes. do Manifesto de Carga. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica .. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005.. caminhões.fabricantes. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. além do que se achar registrado em nome da pessoa. de cargas. relaminados. vendam energia elétrica a consumidor final.. bufalinas e avícola. VII . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .

III . que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. em qualquer sentido. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. podendo servir de comprovante de entrega. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. a informação de que se trata de serviço de subcontratação. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. 47 . no campo “Observações”. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. IV . Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado. podendo. em 4 (quatro) vias. II . A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. a critério do fisco.0 cm.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. modelo 9.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. interestadual e internacional de cargas. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). que terão a seguinte destinação: I . no mínimo. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. com destino à Zona Franca de Manaus.9 x 21. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.

será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. para destinatário localizado no mesmo Estado. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. que terão a seguinte destinação: I . Na prestação de serviço de transporte aquaviário. IV . que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. III . o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. em 4 (quatro) vias.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. III . será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. podendo servir de comprovante de entrega. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). segundo acordos internacionais. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. com destino à Zona Franca de Manaus. II . Na prestação de serviço de transporte aquaviário. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. no mínimo em 3 (três) vias. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. mod. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. será emitido o Conhecimento Aéreo. II . bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. com a seguinte destinação: I . podendo servir de comprovante de entrega. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. para destinatário localizado no mesmo Estado. para destinatário localizado em outro Estado.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. interestadual e internacional de cargas.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. 48 .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. no mínimo. 10.

com destino à Zona Franca de Manaus. será utilizado pelos transportadores. os valores expressos em moeda estrangeira. intra ou intermunicipal. quando deverá ser entregue ao destinatário. V . com a seguinte destinação: I .a 2ª via será entregue ao remetente. No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. IV .a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. no mínimo. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. bem como. segundo acordos internacionais. no mínimo. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. II . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. III . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . do 49 .a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. interestadual e internacional de cargas. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. da carga coletada.a 2ª via será entregue ao remetente. em 5 (cinco) vias.a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. III . quando deverá ser entregue ao destinatário. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. modelo 20. II . Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. modelo 11.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”.

para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. II . modelo 8. será emitido. no mínimo em 3 (três) vias.a 2ª via será entregue ao remetente. de existência apenas digital. que terão a seguinte destinação: I . II . a Ordem de Coleta de Carga será emitida. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. A critério do fisco estadual. modelo 57. por qualquer motivo não entregue ao destinatário.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. 50 . modelo 9. obrigatoriamente. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. modelo 57.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. O CT-e. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I .CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e.endereço do remetente até o do transportador. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. Quando da coleta de mercadoria ou bem. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. III . desde que observado o motivo no seu verso.

Nota Fiscal de Serviço de Transporte.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. IV .Conhecimento Aéreo. e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. papel de segurança ou formulário contínuo. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. modelo 11. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. 51 . DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . modelo 10. exceto papel jornal. que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. O DACTE: I . V . previamente. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE.ICP-Brasil. II .III . bem como ser pré-impresso.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . podendo ser utilizadas folhas soltas.conterá código de barras. quando utilizada em transporte de cargas. a fim de garantir a autoria do documento digital. IV . desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. Para emissão do CT-e. impresso em papel. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. modelo 27. VI . O contribuinte. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e.DACTE. o contribuinte deverá solicitar.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. III .deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). modelo 7.poderá conter outros elementos gráficos.

Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. este não poderá ser cancelado. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e.CC-e. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. para adequá-lo às suas prestações. quando solicitado. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. fora do DACTE.poderá alterar o leiaute do DACTE. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. previsto em Ato COTEPE. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. É permitida a impressão. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. devendo ser apresentados à administração tributária. observadas as demais normas da legislação pertinente. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. O tomador do serviço deverá. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. alternativamente. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e.A do art. por meio de Carta de Correção Eletrônica . por meio de protocolo de segurança ou criptografia. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. quando solicitado. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. observado o disposto no §1º. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. em 52 . podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e.

devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007.. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. 53 . devendo observar as disposições deste ajuste. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".. informando o número do documento fiscal emitido com erro. às empresas autorizadas à sua emissão. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. b) após receber o documento referido. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. pelos valores totais do serviço e do tributo. referenciando o CT-e original. referenciando o CT-e original. e desde que não descaracterize a prestação. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. O transportador poderá. na Internet. os valores anulados e o motivo. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. pelos valores totais do serviço e do tributo. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número ... Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". e data . deverá ser observado: I ..na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. observada a legislação de cada unidade federada.. em virtude de (especificar o motivo do erro)".. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. mediante legislação própria. em virtude de (especificar o motivo do erro)". e data ..na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. c) o transportador deverá emitir novo CT-e. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. II . bem como o motivo do erro.virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. o transportador deverá emitir novo CT-e.

Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. pelo recebedor. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem.0.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. para acobertar o transporte da bagagem. havendo direito à restituição de valor ao usuário. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . destinatário e transportador. que terão a seguinte destinação: 54 . vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. de acordo com a legislação tributária vigente. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. as normas do Convênio SINIEF 06/89. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . com a devida justificativa. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. de passageiros. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. no que couber. no mínimo. exigir a confirmação. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão.0. posto ou veículo que efetuou a venda. da entrega das cargas constantes do CT-e. Cancelamento.CT-e. bem como a do chefe da agência. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . escriturado antes do início da prestação de serviço. modelo 8. interestadual e internacional. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. o documento fiscal deverá conter assinatura. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e.CT-e. sem valores monetários. Versão 1. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. em 2 (duas) vias.

a 1ª via ficará em poder do emitente. para exibição ao fisco. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido.a 1ª via ficará em poder do emitente. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. para acobertar o transporte da bagagem. para exibição ao fisco. no mínimo em 2 (duas) vias. Nos casos em que houver excesso de bagagem. II . Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 14.I . modelo 10. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. que deverá conservá-la durante a viagem. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que terão a seguinte destinação: I . interestadual e internacional de passageiros.a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 9. Nos casos em que houver excesso de bagagem.a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. II . para exibição ao fisco. II . para acobertar o transporte da bagagem. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal.a 2ª via será entregue ao passageiro.a 1ª via ficará em poder do emitente. interestadual e internacional. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. modelo 15. interestadual e internacional de passageiros. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. de passageiros. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. 55 . que terão a seguinte destinação: I . Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário.

remetidas a qualquer título por particulares. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias.a 2ª via será entregue ao passageiro. aos quais tenham sido enviados para industrialização. até o local do estabelecimento emitente. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público.em retorno de exposições ou feiras. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 . que deverá conservá-la durante a viagem. inclusive por meio de veículos. com base em controle diário de renda auferida. nos casos do item V anterior. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. III . no mínimo em duas vias. 2. II . a qualquer título. por estação.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. desde que. real ou simbolicamente: I . o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro.em retorno. IV . Em substituição ao documento. nas seguintes hipóteses: 1. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. 3.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. V . O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. II . mediante prévia autorização do Fisco. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. excetuado o produtor agropecuário. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que terão a seguinte destinação: I . do mesmo ou de outro Município.importados diretamente do exterior.em outras hipóteses previstas na legislação. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. VI .novos ou usados. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

Bases: artigos 20. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. localizado na mesma unidade da Federação. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente.905. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. em quatro vias. a 2ª via ficará presa ao bloco. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. pelo transportador.12. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte.valor das mercadorias.1. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que.1970. 3. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. II . 2. sejam por este remetidas a terceiros. no mínimo.1970. Base: art. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. a 3ª via: a) nas operações internas. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. ao destinatário. 60 .12. especialmente: I . b) nas operações interestaduais. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída.

III . este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. remetidas por depósito fechado. 4. estadual e no CNPJ. III . Base: art. que deverão acompanhar as mercadorias.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. especialmente: I . Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. V . mencionando-se endereço e números de inscrição.12. número.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. 2. no ato da saída das mercadorias. O depósito fechado. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. valor das mercadorias. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. a data de sua efetiva saída.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados.907 ou 6. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. II .valor da operação. especialmente: I . IV . a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 .natureza da operação. se devido. III . endereço e números de inscrição. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. sem lançamento do ICMS. estadual e no CNPJ. deste.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS.906.valor das mercadorias. o número. nome.907.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.1970.12.destaque do ICMS. contendo os requisitos exigidos e. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. 3. se devido. II . especialmente: 1.1970. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa.

localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. endereço e números de inscrição. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. ainda. do depósito fechado. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. 2. mencionando. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. dentro de 5 (cinco) dias. 2. o estabelecimento depositante. O estabelecimento depositante deverá: 1. estadual e no CNPJ.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico.como destinatário. dentro de 10 (dez) dias. O depósito fechado deverá: 1. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. contados da respectiva emissão. contendo resumo diário das saídas.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. quando cabível. o número. ambos pertencentes à mesma empresa. dentro de 10 (dez) dias. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas.12. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la.de mercadoria. dentro de 10 (dez) dias. na coluna própria do Registro de Entradas. 3. II . remetendo-a ao estabelecimento depositante. indicando: I . contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. na coluna própria do Registro de Entradas. será conferido ao 62 . número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS.CFOP 6. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. vedado o destaque do ICMS. O estabelecimento destinatário. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias.922 ou 6.1970. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. além dos requisitos exigidos. quando for o caso. com destaque do ICMS. das mercadorias.12. quando devido. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. acrescentando na coluna "Observações" o número. especialmente: a) valor das mercadorias. estadual e no CNPJ. do estabelecimento destinatário e número. bem como nome. em nome do 66 . No caso de venda à ordem. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. ao receber as mercadorias. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). com lançamento do IPI. 2. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. para simples faturamento. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. indicando-se. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). No caso de venda para entrega futura. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. dentro de 10 (dez) dias. bem como número. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. deste. endereço e números de inscrição. c) número. bem como nome. Base: art. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante.922. por ocasião da efetiva saída global ou parcial. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. como natureza da operação. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ.907. d) nome. quando devido. endereço e números de inscrição. poderá ser emitida Nota Fiscal. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". contendo os requisitos exigidos e. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5.

da qual. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. produtos intermediários e materiais de embalagens. constarão o nome. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. autor da encomenda. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. com destaque do ICMS. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. Base: art. estadual e no CNPJ. constarão como natureza da operação. endereço e números de inscrição.12. 2. na qual. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. se for o caso. mencionando. em venda à ordem" – CFOP 5. emitir Nota Fiscal. endereço e números de inscrição. além dos requisitos exigidos. para acompanhar o transporte das mercadorias. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. além das exigências previstas.destinatário das mercadorias.923 ou 6. emitir Nota Fiscal. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. o valor das mercadorias empregadas. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. do seu emitente. estadual e no CNPJ. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. além dos requisitos exigidos. endereço e números de inscrição. adquiridos de outro. destacando destes. o estabelecimento fornecedor deverá: 1.923. consignando-se. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. sobre o valor total cobrado do autor 67 . além das exigências previstas. bem como o nome. sem destaque de impostos. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. além das exigências previstas. os quais. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. número. nome do titular. 2. além dos requisitos exigidos. da qual. sem destaque do valor do ICMS. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. endereço e números de inscrição. 3. na qual. do adquirente. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. estadual e no CNPJ. com fornecimento de matérias-primas. quando devidos. o número.1970. número. do fornecedor e número. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. constarão também nome. estadual e no CNPJ. b) em nome do adquirente originário. estadual e no CNPJ. quando devido. 2. endereço e números de inscrição. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias.

autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. contendo. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. também. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. antes de serem entregues ao adquirente. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. cada industrializador deverá: I . pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. que serão aproveitados como crédito. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. contendo: a) a indicação do número.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. II . à 68 . c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I .1970. que será qualificado nessa nota. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. bem como os dados relativos ao redespacho. se for o caso. b) a indicação do número. estadual e no CNPJ. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar.da encomenda. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. b) a indicação do número. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. e o valor total cobrado do autor da encomenda. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. Base: art. do seu emitente. d) o lançamento. pelo autor da encomenda. se exigidos.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. endereço e números de inscrição. autor da encomenda. do IPI e o destaque do ICMS. estadual e no CNPJ.12. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. autor da encomenda. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. endereço e números de inscrição. se exigidos. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. do seu emitente. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. se for o caso.

a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. filiais ou veículos. dos documentos emitidos pelas agências. será enviada à empresa contratante. II . DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. modelo 18. as quais acompanharão a carga até o seu destino. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. com a seguinte destinação: I . c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. no mínimo. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. o “Despacho de Transporte”. após o transporte. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. em prestações interestaduais. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. interestadual e internacional. modelo 17. no livro Registro de Saídas.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. O Despacho Rodoviário será emitido. referente à carga redespachada. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. para fins de escrituração. ao transportador contratante do redespacho.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). em 3 (três) vias. o endereço de quem aceitou o redespacho. postos. quando for o caso. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. bem como o número. a 1ª via do documento. II . em meio de transporte diverso do original. o nome. que possuírem inscrição centralizada. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. contados da data do recebimento da carga. 69 . emitido na forma do item “a” anterior. dentro de 5 (cinco) dias.

remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. em 2(duas) vias. na sede da empresa. no mínimo. para efeito de emissão de documento fiscal. realizados pela empresa transportadora. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. Cada estabelecimento. que terão a seguinte destinação: I . TRANSBORDO Não caracteriza. registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. II . o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. filial. por unidade da Federação. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. localizado no Estado. 70 . para registro no livro Registro de Saídas. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente.a 2ª via ficará em poder do emitente. no prazo de 3 (três) dias. emitirá o Resumo de Movimento Diário. modelo 2-A. contados da data da sua emissão. inclusive do Resumo de Movimento Diário. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. seja matriz. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. agência ou posto. para exibição ao Fisco. os casos de transbordo de cargas. o início de nova prestação de serviço de transporte. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. modelo 6. o Resumo de Movimento Diário. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. Os demonstrativos de vendas de bilhetes.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador.

emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. extravio. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". perecimento.a indicação de não-incidência do imposto.a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. sem destaque do valor do imposto.em razão de perda. II . indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. no campo "Informações Complementares".emitir nota fiscal de saída para o exterior. contendo. correspondentes às saídas para formação do lote.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. segundo a respectiva legislação estadual. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido. furto da mercadoria. II . Além dos demais requisitos exigidos. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . inclusive multa. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. 2 . sujeitando-se aos acréscimos legais. REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. sinistro. monetariamente atualizado. a nota fiscal deverá conter: I . Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . 71 .Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. sem destaque do valor do imposto.

Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. conforme o caso. 2) Por ocasião do transporte. situado no exterior.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno.III .no campo do CFOP: o código 7. situada em país diverso. Base: Convênio ICMS 83/2006.101 ou 7. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). a série e a data da nota fiscal citada no item 1. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. bem como o número. por igual período. Base: Convênio ICMS 59/2007. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). II . deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. uma única vez. na qual constará: I . 72 . II – no campo do CFOP: o código 7. situado no exterior. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior).102. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”.

d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação .. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . II . b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 .)/". Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I . além dos demais requisitos exigidos. o seguinte: a) natureza da operação: Venda.)de (.. como natureza da operação. de.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo. indicando nesta a expressão "Compra em consignação ../. creditando-se do valor do imposto...)".o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. além dos demais requisitos exigidos.. no Livro Registro de Entradas. apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações". quando permitido.)/(. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". b) base de cálculo: o valor do reajuste.)/ (...NF nº (. o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação". Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I ..... sem destaque do ICMS e do IPI. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação. b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte. quando permitido.).. b) destaque do ICMS e do IPI. II .o consignante emitirá nota fiscal contendo. de (.CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I .. c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".o consignante emitirá nota fiscal.. c) destaque do ICMS e do IPI.NF nº . creditando-se do valor do imposto. II . quando devidos... contendo.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. além dos demais requisitos exigidos. quando devidos. no Livro Registro de Entradas.NF nº (./. além dos demais requisitos exigidos..)/(..o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.....

se for o caso) reajuste de preço . além dos demais requisitos exigidos.... PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas.. sobre o qual foi pago o imposto.). sem destaque do imposto.NF nº (.vendida.)". de (..a discriminação da peça defeituosa. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá. "Observações".. de (.. indicando nesta a expressão "Venda em consignação .)/(.. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.de (.. além dos demais requisitos. creditando-se do valor do imposto.).. quando for o caso. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.. conforme o caso) de mercadoria em consignação . II .)".) (e. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .)/(...o consignante lançará a nota fiscal. no Livro Registro de Saídas.. na entrada da peça defeituosa a ser substituída. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I .)/(. por ocasião da remessa em consignação.... O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II.)/(..). d) a expressão "Devolução (parcial ou total.......). II .. o valor relativo ao reajuste do preço.)".NF nº (. b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida.)/(. de .o valor atribuído à peça defeituosa. as seguintes indicações: I ... no livro Registro de Entradas./(...)/(..NF nº (... neste incluído.)/ (.. apenas nas colunas "Documento Fiscal".NF nº (.o consignatário emitirá nota fiscal contendo. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 . Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007.

além dos demais requisitos.a remessa. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. desde que: 1 . II . o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior).o número. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. ao fabricante.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. III . com destaque do imposto. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal .ou autorizada. promove substituição de peça em virtude de garantia. com permissão do fabricante. quando devido. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . 2 .ordem de serviço. b) o número.na ordem de serviço ou na nota fiscal. que conterá. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. IV . Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. 75 . NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. das peças defeituosas substituídas. seja efetuada após o encerramento do período de apuração.

949 ou 6.949. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.912. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. que conterá. IV .no campo do CFOP: o código 5. O prazo poderá ser prorrogado. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. quando devido. II . o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá.do valor do ICMS. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. luvas.912 ou 6. calçados. III . seus concessionários ou oficinas autorizadas. em quantidade necessária para se conhecer o produto. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias.do valor do ICMS. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. por fabricantes de veículos autopropulsados. tais como. as seguintes indicações: I . tais como. com valor comercial. brincos. meias. a critério da unidade federada de origem da mercadoria. III . Na saída de mercadoria destinada a demonstração.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . quando devido.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. II . conforme o caso. por igual período. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. mesma cor. espessura. as seguintes indicações: I . DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. mesmo modelo. a empregado ou representante. além dos demais requisitos. conforme o caso.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração.no campo do CFOP: o código 5. IV . em todo o território nacional. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. acabamento e numeração diferente. além dos demais requisitos.

em todo o território nacional. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. devendo na nota fiscal emitida constar: I . IV .a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. diferença de preço. quantidade. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. valor da operação ou da prestação.989. estabelece alíquotas do ICMS. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto.como destinatário: o próprio remetente. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. III . O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. Base: Ajuste SINIEF 08/2008. nas operações e prestações interestaduais. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. II .como natureza da operação: Remessa para Treinamento. desde que o erro não esteja relacionado com: I . ainda. quando devido.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento.a data de emissão ou de saída. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. DE 1989 77 . CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção.do valor do ICMS. alíquota.mostruário de venda. II . O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. (DOU 22/05/1989). de 19 de maio de 1. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. Retorno No retorno das mercadorias. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. III . O disposto aplica-se.

Parágrafo Único . Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. 1º. nas operações de exportação para o exterior.em 1989. destinadas às regiões Norte.A alíquota do imposto de que trata o art. em 19 de maio de 1. oito por cento.Artigo 1º .a partir de 1990. Artigo 3º . será de doze por cento. II . será de treze por cento. as alíquotas serão: I .Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 . sete por cento.989.989. Senado Federal. Artigo 2º .Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1. nas operações e prestações interestaduais. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

XI. o montante do IPI. quando a operação. carga e mala postal. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal.PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA .PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. na base de cálculo do ICMS. em seu artigo 155. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. de 13 de Dezembro de 1996 (D.16/12/1996). configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). .É estabelecida. Artigo 2º . 13. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95.O.U. dispõe que não compreenderá. adiante transcrita. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. 79 . Idem art. O Senado Federal resolve: Artigo 1º .

(b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização.37931 x R$ 7. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação. respectivamente.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.FÓRMULA Para determinar o valor da operação.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.725 Coeficiente = 1.82 80 .30) = R$ 2.500. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.379.034.344.00) = R$ 10.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.10)] Coeficiente = 1/0.379.25 x (1 + 0.500.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.844.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.82 D – IPI (10%) = R$ 1. CÁLCULO .37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7.

para fins deste cálculo.000 : 1. ICMS .2006.01.00. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. equiparam-se às tributadas.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1.00 x 1/48 x 1.01.200. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações. as saídas e prestações com destino ao exterior. encontramos o valor de R$ 2. jornais e periódicos.2005. a partir da data da alienação. por força da LC 120/2005.000. ocorridas a partir de 01.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3. deverá ser observado: I .000.844. Em janeiro/2005. com ICMS de R$ 5.00.000. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.000.000.00 R$ 48.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01. não será admitido o creditamento de que trata o item.2001.01. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento.000. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS.12. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. A partir de 01. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.Subtraindo-se C de A.00.000 = R$ 833. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros. 81 . equiparam-se às tributadas. não poderá mais ser utilizado como crédito.em cada período de apuração do imposto.000.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. Exemplo: Aquisição de uma máquina. esta ferramenta foi vendida.000.200. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. em janeiro/2004.750.82. II . não será admitido. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente. com um ICMS total de R$ 48.

que será seqüencial por exercício. IV .atribuição do número ou código ao bem. por livro ou similar que contenha. Será permitida. II . conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. c) ocorrência do perecimento. além de sua escrituração nos livros próprios. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes.a manutenção dos dados em meio magnético.até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. os dados do documento.quadro 2 . também. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. e inscrição estadual do estabelecimento.linha ANO: o exercício objeto de escrituração. conforme o caso. a critério do contribuinte.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento.quadro 1 . extravio ou deterioração do bem. nos quadros e nas colunas próprias. no mínimo. II .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. III . não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. consoante a ordem seqüencial de entrada. será. da seguinte forma: I . escriturado no CIAP. II .Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas.a substituição. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente.no último dia do período de apuração.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. III . ao estorno ou ao crédito do imposto. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. seguido de dois algarismos 82 . a critério de cada unidade federada. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . relativamente à escrituração do CIAP: I . A escrituração do CIAP deverá ser feita: I . endereço.

4.a identificação do bem.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. de forma sucinta. ainda. relativo à aquisição.quadro 3 .o mês objeto de escrituração. o extravio ou a deterioração do referido bem. coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA .DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . quando ocorrer a alienação. coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. BAIXA OU PERDA . f) coluna 6 .o valor do imposto.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . quando for o caso. 2. transferência.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal.o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. vinculados à aquisição do bem. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. passível de apropriação. relativo à aquisição do bem. BAIXA OU PERDA. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. a transferência. coluna 1 . ainda.COEFICIENTE DE CREDITAMENTO .TOTAL DAS SAÍDAS . caso o período de apuração seja mensal. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. findo o qual ser reiniciada a numeração. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). 4 (quatro) casas decimais. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . ou. c) coluna 3 . b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1.valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. coluna SAÍDA. as seguintes disposições: 83 . quando houver completo o quadriênio de sua utilização. tais como. coluna 2 . acrescido.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO .o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. passível de apropriação. 2. coluna NOTA FISCAL .o valor correspondente ao imposto. 2. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO).o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. coluna DATA . no mínimo.indicando o exercício. Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. d) coluna 4 . transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. no final do período de apuração. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso).FRAÇÃO MENSAL . aquisição. considerando-se. V . cujo resultado.CRÉDITO A SER APROPRIADO . o perecimento. e) coluna 5 . 3. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação.o somatório da coluna ENTRADA. 3.

II . o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. extravio deterioração. baixa ou outra movimentação de bem. perecimento. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. se houver. nos quadros e nas colunas próprias.quando 2 . transferência. nos campos. acrescido. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. II . contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. quando for o caso. 84 .ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. modelo. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado.quadro 1 . que será seqüencial por bem. III . vinculados à aquisição do bem. III . números da série e da plaqueta de identificação.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito.I . f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição.na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. da seguinte forma: I . efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. c) BEM: a descrição do bem. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem.

ou de utilização de serviço de comunicação ou. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido.DJ DATA-25-06-2004). ou.quadro 5 .SÃO PAULO Relator(a): Min. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III.APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração. numa afronta direta à Carta Magna. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. quando chamado a resguardar a norma constitucional. com sumária do mesmo. 85 .quadro 3 . V . VI . do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. O CIAP modelo D. no ativo fixo. b) a data da ocorrência do evento. de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração.AI 488374 AgR / SP . deterioração do bem. extravio. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. ainda. deverá ser mantido à disposição do fisco. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. ter-se vergado a esta fraude legislativa. SEPÚLVEDA PERTENCE . ainda.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento.IV . contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.Julgamento: 15/06/2004 . do seu próprio estabelecimento. (STF .SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. caso o período de apuração seja mensal. Precedentes.quadro 4 .Órgão Julgador: Primeira Turma . conforme previsto na legislação de cada unidade federada.

e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. Receita ou Tributação. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. remetida. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0.01. Paraná. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006).01. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais.2001*. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 .04. a qualquer título. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.2001*. b) quando consumida no processo de industrialização. Minas Gerais. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. Finanças. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. Rio de Janeiro.2004. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. Santa Catarina e São Paulo. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará.Portanto. Rio Grande do Sul. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. com efeitos para todos os contribuintes.

pavimentação. 87 .05 – Reparação. as bases da restrição continuam válidas. perfuração de poços. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. 7. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. de obras de construção civil. as exceções previstas. conforme o caso. terraplanagem. parágrafo 2º inciso XII. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7.art. concretagem e a instalação e montagem de produtos.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. 289 e inciso I do art. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. pontes. letra "g". fora do local da prestação dos serviços. os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. empreitada ou subempreitada. então. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas.02 – Execução. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. escavação. inclusive sondagem. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . Seguem. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. 290 do RIR/99). estradas. conservação e reforma de edifícios. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. que fica sujeito ao ICMS). hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. que fica sujeito ao ICMS). A falta da informação no documento da operação ou prestação. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. Entretanto. 155. drenagem e irrigação. por administração. entretanto. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador.

Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.000. por ocasião da aquisição desses bens.00 D.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.00 – R$ 200. em contas próprias.00 = R$ 200.000.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.00 de IPI e R$ 12.00 C.000. pelo contribuinte.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS.000.00 ICMS Líquido: R$ 1. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1.000.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.000.00 = R$ 800.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D. Exemplo: Aquisição de R$ 100.000.00 de ICMS: D.00 D. que será adotado. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.000.00 de materiais para a produção. opcionalmente.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.000. sendo recuperáveis R$ 10. classificáveis no ativo circulante.

ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. serão utilizados por contribuinte sujeito.Registro de Entradas. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 87): I . IX . modelo 5.Registro de Apuração do ICMS. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. Os livros Registro de Entradas. modelo 3. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. modelo 5. e Convênio SINIEF 6/89. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. VII .Registro de Inventário.Registro de Saídas. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. modelo 1.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. os seguintes livros fiscais (art. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. III . podendo. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. e Registro de Saídas. o contribuinte do ICMS deverá manter.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. II . e Registro de Saídas. modelo 6. Convênio SINIEF s/nº de 15. modelo 9. conforme as operações ou prestações que realizar.Registro de Saídas.Movimentação de Combustíveis . 51. e por atacadista. VI . em cada estabelecimento. modelo 1-A. art. com as adaptações necessárias. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo. X . modelo 2-A. simultaneamente. modelo 1-A.Registro de Controle da Produção e do Estoque. modelo 3. VIII .Registro de Entradas. modelo 7. modelo 1. Os livros Registro de Entradas. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. modelo 89 . IV .Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. modelo 2-A. modelo 2.1970. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial.LMC. 63. a critério do Fisco. art. modelo 2. V .12.

Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. Autenticação Os livros fiscais. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. 90 . O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. como contribuintes do respectivo imposto. desde que não lhes prejudiquem a clareza. a critério do Fisco. de forma a impedir sua substituição. É facultado ao contribuinte acrescentar. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. 2. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. ser dispensado: 1. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. Não se tratando de início de atividade. Quando não houver período expressamente previsto. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. com clareza. nos livros fiscais. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. indicações de seu interesse.

Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. salvo para serem levados à repartição fiscal. incorporação. para o seu nome. Ajuste SINIEF nº 01/92. transformação ou aquisição. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. os livros fiscais em uso. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. Os lançamentos serão feitos. desdobrados em tantas linhas 91 . Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. vedada a sua centralização.1970. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”.12. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. Incorporação. sucursal. depósito. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. adotando-se. Os lançamentos serão feitos operação a operação. as providências fiscais cabíveis. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. agência. no ato da devolução. em ordem cronológica. fábrica ou outro qualquer. quando solicitado. documento por documento. seja filial. conservação e exibição ao Fisco. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. a qualquer título no estabelecimento. modelos 1 ou 1-A. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. Fusão. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. os livros fiscais. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. Para maiores detalhes. mediante prévia autorização do Fisco estadual.

Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. 2. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. série e subsérie. 5. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. da seguinte forma: 1. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. se for o caso. 6. facultado. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 8. onde se localiza o estabelecimento emitente. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. colunas sob os títulos "ICMS . deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. quando for o caso. às unidades da Federação. 7. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. colunas sob os títulos "ICMS . 3.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. colunas sob os títulos "IPI . b) coluna "Outras": valor da operação. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. estadual e no CNPJ.quantas forem as naturezas das operações. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. 92 . coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. segundo o Código Fiscal anexo. 4. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. número e data do documento fiscal correspondente à operação. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. nas colunas próprias.

10. o valor do imposto pago por substituição tributária. "outras" e na coluna "observações". Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. se consignada no documento fiscal. a qualquer título.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. para efeito de lançamento global. deduzida a parcela do IPI. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. b) coluna "Outras": valor da operação. no último dia do período de apuração. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. "base de cálculo. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica.1970. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. quando for o caso. colunas sob os títulos "IPI . segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. coluna "Observações": anotações diversas. do estabelecimento. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". 16/89 03/94 e 06/95. totalizando-os. 01/82. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.9. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. segundo a natureza da operação. segundo a data de emissão dos 93 . por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. Ajustes SINIEF nº 01/80. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. pelo total mensal. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. modelos 2 ou 2-A. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias.

coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. 7. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. de acordo com o CFOP. de numeração seguida. série e subsérie. colunas sob os títulos "ICMS . números inicial e final e data do documento fiscal emitido. colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso. 2. da seguinte forma: 1. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. pelos totais diários das operações da mesma natureza. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. 5. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. colunas sob os títulos "ICM . sendo permitido o registro conjunto dos documentos. 4. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. deduzida a parcela do IPI. Os lançamentos serão feitos. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior.documentos fiscais. se consignada no documento fiscal.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. b) coluna "Outras": valor da operação.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. emitidos em talões da mesma série e subsérie. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . deduzida a parcela do IPI. 3.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. se consignada no documento fiscal. nas colunas próprias. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. colunas sob os títulos "IPI . 6.

dúzias etc). quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. de acordo com a legislação do IPI. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. marca. correspondente a cada operação. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias.12. à produção. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. coluna "Observações": anotações diversas. 3. 6. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. Os lançamentos serão feitos operação a operação. 2. 4. correspondentes às entradas e às saídas. "base de cálculo" e na coluna "observações". para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . 8.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. quadro "Produto": identificação da mercadoria. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. 95 . 5. colunas sob o título "Documento": espécie. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". quando for o caso. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. da seguinte forma: 1. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. tipo e modelo de mercadorias. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais.documento fiscal. litros. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. modelo 3. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. metros. separando as destinadas a não contribuintes. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios.

d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. produto intermediário e material de embalagem. em se tratando de produto acabado. não compreendidas nas alíneas anteriores. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. produto intermediário e material de embalagem. na coluna "Observações". de produto industrializado no próprio estabelecimento. 7. quando de direito. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. b) coluna "Produção . c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. Se a saída estiver amparada por isenção. a quantidade saída. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. coluna "Estoque": quantidade em estoque. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. a qualquer título. imunidade ou não-incidência. quando devido.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. 8. na coluna "Estoque". imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. para industrialização no próprio estabelecimento. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". consignando-se o fato.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. Nota: é facultado o lançamento de totais diários. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. a qualquer título. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. Nota: é facultado o lançamento diário. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. a qualquer título. nesta última hipótese. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. 96 . em se tratando de produtos acabado. a quantidade saída. e) coluna "IPI": valor do imposto. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. após cada lançamento de entrada ou de saída. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção .

Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. numeradas tipograficamente. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. em que. as quais deverão ser: 1. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. ou a ele equiparado. 3. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. será registrada a utilização de cada ficha. 2. coluna "Observações": anotações diversas. poderá autorizar o industrial. acusando o saldo das quantidades em estoque. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. ser substituído por fichas. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. observada a ordem numérica crescente. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. A Secretaria da Receita Federal. que será transportado para o mês seguinte. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. a agrupá-los numa mesma folha.9. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". mantidas as outras simplificações. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI.

2. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. poderão independentemente de autorização prévia. por escrito. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias.12. coluna "Autorização de Impressão . modelo 5. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. Os lançamentos serão feitos. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. nas colunas próprias. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI.atacadistas. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais.1970. quando exigida pelo Fisco. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". Os lançamentos serão feitos operação a operação. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. e à Secretaria de Fazenda do Estado. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. anexando modelo dos formulários adotados. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. da seguinte forma: 1. que jurisdicionar o estabelecimento optante. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. aos fiscos federal e estadual. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. quando solicitados. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. para posterior confecção dos documentos fiscais. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. 98 .

Nota Fiscal de Entrada. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado.1970. nos quadros e colunas próprios. b) coluna "Notas Fiscais": série. da seguinte forma: 1. 5. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. Os lançamentos serão feitos. formulários contínuos etc. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. 5. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. folhas soltas. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. 4. série e subsérie de documento fiscal. folhas soltas. 2. 3. quando exigida pelo Fisco. pelo fisco. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. coluna "Observações": anotações diversas. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. formulários contínuos etc. Os lançamentos serão feitos operação a operação. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. bem como a lavratura. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. para posterior confecção do 99 . b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário.12.3. Nota Fiscal de Produtor. modelo 6. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. 4. vendas a não contribuintes. de termos de ocorrências. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal.

os materiais de embalagem. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. No livro serão também arrolados. modelo 7. os produtos intermediários. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. coluna "Observações": anotações diversas. separadamente: 1. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. 6. os produtos intermediários. destina-se a arrolar. pelo fisco. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial.documento fiscal. existentes no estabelecimento à época do balanço. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. os produtos intermediários. do estabelecimento impressor. coluna "Impressos . 2. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. 9. de termos de ocorrência. as mercadorias. os materiais de embalagem. b) supressão da série e subsérie. as mercadorias. no mínimo. deverão ser incluídas no final do livro. as matériasprimas. 7. inclusive: a) extravio. as matérias-primas. em poder de terceiros. as quais devidamente numeradas. as mercadorias. 50% (cinqüenta por cento). Do total de folhas deste livro. em 100 . serão destinadas para lavratura. 8. as matérias-primas. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações".Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados.

de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . da seguinte forma: 1. ainda.1970. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. 5. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. metros. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais.poder do estabelecimento. litros. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. coluna "Observações": anotações diversas. Após o arrolamento. tipo e modelo.12. 4. Os lançamentos serão feitos. coluna "Classificação Fiscal": posição. 6. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. 3. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. dúzias etc). o valor será o de seu preço de custo. quando este for inferior ao preço de custo. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. marca. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. tais como: espécie. nas colunas próprias. 2. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. o total geral do estoque existente. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. inciso e subinciso referidos no item 1.

Os livros e documentos fiscais. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento.1970. V . no mínimo. separadamente.12. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais.identificação do contribuinte. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. em função da periodicidade das apurações do ICMS. em campos próprios.GI/ICMS.período de referência. 102 . II .O livro Registro de Apuração do ICM.12. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. podendo conter outros elementos previstos na legislação. modelo 9. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. por unidade federada. também. das operações de entradas e saídas. Será lavrado termo de arrecadação. para a repartição fiscal competente. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. as seguintes indicações: I . de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação.1970. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . A guia será preenchida. imposto e demais informações de apuração do ICMS. os valores relativos á base de cálculo. IV .informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. III . No livro serão registrados. em 2 (duas) vias. aquisições e prestações de serviços. Deverá ser informado. os débitos e os créditos fiscais do ICMS.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. que conterá. que constituam provas de infração à legislação tributária.inscrição estadual. no mínimo. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. destinada a apurar a balança comercial interestadual. bem como outros papéis. documento de informação e apuração do imposto. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês.

emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. IV – Registro de Inventário. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. de 21 de fevereiro de 1989. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). e no Convênio SINIEF 06/1989. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. conforme a legislação específica de cada unidade federada.b) a 2ª via. II – Registro de Saídas.1970. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. 2. que tenha condições de gerar arquivo magnético. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. por si ou quando conectado a outro computador. devendo ser entregue pelo contribuinte. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. bem como a escrituração dos livros fiscais. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. A GI/ICMS será de periodicidade anual. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas.GI/ICMS: 1. e V – Registro de Apuração do ICMS. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. serão 103 . AUTORIZAÇÃO O uso. a seguir enumerados. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. 2. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. 3. de microempresa e produtor agropecuário. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. de 15 de dezembro de 1970.

nas saídas. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. nas aquisições. PDV e de Máquina Registradora. contendo descrição. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. O contribuinte estará obrigado a manter. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal).autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. modelo 9. modelos 1 e 1-A. modelo 10. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. nos demais casos. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. modelo 6. em meio magnético. III – por total diário. por equipamento. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. por espécie de documento fiscal. quando se tratar de Nota Fiscal. quando solicitado. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. modelo 7. em requerimento preenchido em formulário próprio. IV – por total diário. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. as informações a nível de item (classificação fiscal). d) Conhecimento Aéreo. II – por totais de documento fiscal. modelo 22. modelo 8. A critério de cada unidade da Federação. NOTA FISCAL 104 . quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. nas entradas. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. completa e atualizada do sistema. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. documentação minuciosa.

3. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. o contribuinte. 2. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. a expressão "Folha XX/NN – Continua". Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. nos formulários que antecedem o último. nos casos estabelecidos neste Convênio. a expressão "Folha XX/NN". sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. o número total de folhas utilizadas (NN). obedecido o seguinte: 1. arquivo magnético. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). omitir-se-á. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. salvo o disposto no item 3 abaixo. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. exceto o último. será emitida. 4. modelo 1 e 1-A. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. no mínimo.A Nota Fiscal. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. no referido campo "Informações Complementares". que também deverá conter. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. remeterá às Secretarias de Fazenda. 5. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. de 21 de fevereiro de 1989. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. prevista no Convênio SINIEF 06/89. de 15 de dezembro de 1970. em cada formulário. deverá constar. com registro fiscal. ARQUIVO MAGNÉTICO . Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior.

serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. do impressor do formulário. o número da Autorização para Impressão de 106 . em ordem consecutiva de 000. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. b) do número de inscrição no CNPJ. por sistema eletrônico de processamento de dados. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. c) do número de inscrição estadual. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. em ordem numérica seqüencial consecutiva.001 a 999. IV – conter o nome. a data e a quantidade da impressão. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. o endereço e os números de inscrição. estadual e no CNPJ. por estabelecimento.999. independentemente da numeração tipográfica do formulário.no trimestre anterior. II – ser impressos tipograficamente. reiniciada a numeração quando atingido este limite. por modelo. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. obedecida sua ordem numérica seqüencial. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. em caráter excepcional. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e.

permanecendo em poder do estabelecimento emitente. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. Registro de Controle da Produção e do Estoque. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. Registro de Inventário. É permitida a utilização de formulários em branco. segundo a legislação de cada unidade federada. nos termos previstos no Convênio S/Nº. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. pelo prazo de cinco (5) anos. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. V – quando inutilizados.999. Obedecida a independência de cada livro. antes de se transformarem em documentos fiscais. 500 (quinhentas) folhas. em ordem numérica seqüencial. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. 2. no máximo.Documentos Fiscais – AIDF. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado.001 a 999. mensal ou anualmente. Registro de Saídas. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. em cada um deles. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. de 15 de dezembro de 1970. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. em ordem numérica consecutiva de 000. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. desde que. Relativamente aos livros Registro de Entradas. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. desde que sejam separados por 107 . reiniciada a numeração quando atingido este limite. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos.

e respectivas datas de ocorrência. 108 . que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. tomar-se-á por base o menor. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. marca. com observações relativas às alterações. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. a apuração dos estoques. a critério de cada unidade da Federação. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. equipamentos e informações em meios magnéticos. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. juntamente com cada livro fiscal. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. se houver. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. em emissão específica de formulário autônomo. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. quando exigido. tipo ou modelo de mercadoria. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. tipo ou modelo de mercadoria. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. contendo apenas os códigos neles utilizados. contados da data do último lançamento. marca. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação.

Registro de Inventário. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD.Registro de Saídas.Registro de Apuração do ICMS. por meio de emissão específica de formulário autônomo. quando exigido. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco.IPI. 109 . II . V .Registro de Entradas. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. IV . III .Registro de Apuração do IPI.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . senhas. os registros ainda não impressos. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro. tais como. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL .ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados .

Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. tributárias é o caso. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. Para tais fins. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. 110 . Entretanto. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. art. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01.SPED.022/2007. assinatura digital e transmissão do arquivo. acompanhada. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. portanto. a partir de 01. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. de forma irretratável. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Antes de ser recebido. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008.01. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI.ICP-Brasil pelo contribuinte. o arquivo digital passará. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. não basta a escrituração. instituído pelo Decreto 6. quando o montante do tributo apuração. relacionados com a infração. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .2008. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. Receita. incluindo-se aí o ICMS. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. 3º.2009. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida.06. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo.Desta forma.

Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional.00. de 05 de dezembro de 2003. 02 de dezembro de 2004. vem. no valor de R$ 1. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. com a respectiva correção monetária e juros. ora lhe beneficiam. Justa S/A. por pessoa física. 111 . inscrita no CNPJ sob nº 99. que ora favorecem o contribuinte. Deste modo. Curitiba. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador.999. respeitosamente. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. contribuinte do ICMS.999. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. de bens salvados de sinistros.000. portanto. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. para uso próprio. o que faz nesta data. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. com isenção de ICMS.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. incide o ICMS. Portanto.999-99. de recolher R$ 180. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. pessoa jurídica de direito privado. Outrossim. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração.00.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. Atenciosamente. deixando.

restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. ainda que envolva fornecimento de mercadorias.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. está sujeita.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. ao ISS.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior.1. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.STF .24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. Súmula nº 660 . incide o ICMS. gravados em fitas de videocassete. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. personalizada e sob encomenda. destinado a uso próprio. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. Súmula nº 661 . dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. apenas. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. p. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 .STF .STF .

III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. conforme o caso. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. incluindo o ICMS. XIII – Campo 12 – Microfilme. quando se tratar de parcelamento. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 .O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. XVII – Campo 16 – Nome. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. a firma ou a razão social. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. do contribuinte. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. do parcelamento. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. conforme o caso. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. atendendo as necessidades de cada UF. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida.

XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias. XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Mato Grosso 14 – 0 .Maranhão 13 – 2 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Acre 02 – 7 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Amazonas 05 – 1 .Paraná 18 – 3 .Piauí 20 – 5 .Santa Catarina 26 – 4 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.São Paulo 27 – 2 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Distrito Federal 08 – 6 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Rondônia 24 – 8 .Pernambuco 19 – 1 . o número e complemento do endereço do contribuinte.Minas Gerais 15 – 9 .Espírito Santo 10 – 8 .Rio de Janeiro 23 – 0 .Rio Grande do Sul 22 – 1 .Roraima 25 – 6 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.Alagoas 03 – 5 .Rio Grande do Norte 21 – 3 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Mato Grosso do Sul 29 – 9 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Pará 16 – 7 .Goiás 12 – 4 .Paraíba 17 – 5 .Ceará 07 – 8 .Sergipe 28 – 0 .Bahia 06 – 0 .Amapá 04 – 3 .Tocantins 114 .

Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação .Código 10001-3. comprovada mediante a entrega. do regime ou. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . de documento equivalente. l) ICMS recolhimentos especiais . e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . o importador a proceder à entrega. k) Taxa . i) ICMS Dívida Ativa . quando prevista na legislação estadual. c) ICMS Energia Elétrica . b) das quais resultem. O benefício previsto: 1. 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. pela repartição federal competente. de cópias dos seguintes documentos. expedido pelas autoridades competentes. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior.Código 10006-4. com a expressa indicação do bem a ser exportado. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou.Código 10002-3. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado.Código 10005-6. d) ICMS Transporte . a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 10008-0. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. de 25 de abril de 1991. m) ICMS Substituição Tributária por Operação .Código 100048. Obriga-se. na inexistência deste. em qualquer caso. h) ICMS Parcelamento . Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 10003-0. cópias da Declaração de Importação. para exportação. de documento equivalente.Código 60001-6.Código 15001-0. g) ICMS Autuação Fiscal .Código 10007-2.Código 50001-1. na inexistência deste. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . ainda.Código 10009-9 Base: art.DDE. j) Multa p/infração à obrigação acessória . pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. à repartição a que estiver vinculado. f) ICMS Importação . somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.

multa e demais acréscimos legais. estando conectado à internet. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. Portaria SCE/MDIC 15/2004 .Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. consignando-se. ato Concessório aditivo. 116 . Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. inclusive com a finalidade de exportação. também. Amplitude A isenção estende-se. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. Entretanto. também. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. novo Ato Concessório.1. conforme o caso. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. resultando na descaracterização do benefício previsto. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. 2.

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