ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

Contabilização Crédito Presumido .2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.01. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01. antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.

Sendo assim. 5 . não apresenta as características de cumulatividade.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. e minerais do País. do produtor até o consumidor. energia elétrica.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. substituindo o IVC. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. isto é. O IVC possuía natureza mercantil. Era. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988./88 (na redação da EC nº 3/93). Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. diferentemente do IVC. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). extinguindo os impostos especiais. de competência federal. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. de incidência única. b. pela Assembléia Nacional Constituinte. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. portanto um imposto com incidência “em cascata”. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. A inovação do ICM advém de que. próprias dos impostos em “em cascata”. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. I. incidindo em todas as fases de circulação.F. a começar do produtor até o consumidor final. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. da C. o IVC era exigido. 155. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. Já o art. de 01 de dezembro de 1965.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3.

a seguir reproduzido: Artigo 155 .. envolvendo desde a Constituição Federal...operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação..... compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. da Constituição Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18.. submetendo todas as demais normas jurídicas. medidas provisórias.. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal.... .. Do ponto de vista tributário. leis complementares.. decretos legislativos até as resoluções. A lei.... As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal.... Sua base constitucional é o artigo 155...... ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual. onde abate-se do montante devido 6 .... Este sistema é conhecido como “débito x crédito”. nem sempre respeitadas pelos entes federados.. senão em virtude da lei. inciso II.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo..... emendas constitucionais.... a nossa Carta Magna estabelece. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.. mas que passamos a apresentar a seguir.... ainda.... A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário. as diversas características do ICMS.Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -. no artigo 155. § 2º... como um processo legislativo..... leis ordinárias... que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa....) A Constituição Federal determina. A Constituição Federal atribui a competência tributária.03. II .....1993... impondo limitações ao poder de tributar.. deve ser compreendida no seu sentido amplo... em razão de introduzirem modificações em seu texto. no inciso 1 do artigo 150.ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5... ou seja.... leis delegadas..

estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. iates. O Estado de São Paulo. seletivamente).progressivamente). acesse o tópico Alíquotas. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. 25% para consumo superior a 200 kWh . bebidas. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. por exemplo. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. nesta obra.PISO 7 . em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. interestaduais e de exportação. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. ALÍQUOTAS INTERNAS . ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. Dependendo do Estado. agricultor etc. Para maiores detalhes. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. nem sempre respeitados pelos entes federativos. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. fumos.

o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica.00 = R$ 60.00 3. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal.000. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. b) a alíquota interna. como “diferencial de alíquotas”. Portanto. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. Assim. qualquer que seja a sua finalidade. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. quando o destinatário não for contribuinte dele. chamando-se esta diferença.00 x 18% = R$ 180. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. por parte de contribuintes do imposto. neste caso. quando o destinatário for contribuinte do imposto.00. "g". no valor de R$ 1. art. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. bem ou serviço. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.00 menos R$ 120.00. quando o destinatário for contribuinte do imposto. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual.000. oriundos de outro estado da federação. isenções. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120.00 2. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1. de mercadorias para consumo próprio. deverá este recolher. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. 8 . assim como sobre o serviço prestado no exterior. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. quando da aquisição.

ENERGIA ELÉTRICA. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. por pessoa física. para uso próprio. tendo por finalidade. os Estados. ao ISS. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. 2. quando a operação. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. sobre o ouro. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. em matéria tributária entre a União. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. nas hipóteses definidas no art. o montante do imposto sobre produtos industrializados. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. na base de cálculo do ICMS. operações que destinem a outros Estados petróleo. o Distrito Federal e os Municípios. configure fato gerador dos dois impostos. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. 3. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. e energia elétrica. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita.b) sobre o valor total da operação. dentre outras (Art. personalizada e sob encomenda. 153. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. apenas. inclusive lubrificantes. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. 146. está sujeita. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. 9 .

em relação aos impostos discriminados nesta Constituição.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. compete à lei complementar a atribuição de. Na verdade. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. sem alterálos. inciso XII. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. b) obrigação. lançamento. nestes termos: XII . a dos respectivos fatos geradores. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. de serviços e de mercadorias. bem como. f) prever casos de manutenção de crédito. isenções. 120/2005 e 122/2006. como a 92/97. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. crédito.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. d) fixar. Como o próprio nome diz. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. 102/2000. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. e) excluir da incidência do imposto. A própria CF. em seu artigo 155. g) regular a forma como. Hierarquicamente. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). 99/99. "a". bases de cálculo e contribuintes. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . 114/2002. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. Tem aplicação em âmbito nacional. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. prescrição e decadência tributários. tão-somente. nas exportações para o exterior. b) dispor sobre substituição tributária.

e adotar a medida legal que julgar pertinente. parágrafo 2º inciso XII. veja o tópico respectivo. por exemplo. letra "g". 11 . mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. 155. o qual estabelece. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. Ato de governador de Estado que.ICMS Hierarquicamente. Para a ministra. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. Após a edição do Convênio. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. Em processo Resp 556. A ministra Eliana Calmon. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. Temos.art. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. mediante simples Decreto do Executivo. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. nas regulamentações estaduais do ICMS. na área do ICMS. O contribuinte. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. como. como. no inciso VI. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. antes de entrar em vigor no mesmo. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. ao se deparar com tais ilegalidades. decretos ou atos normativos). concede benefício tributário é passível de nulidade. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. Para detalhamentos sobre Convênios. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. todas as normas estaduais (sejam leis. relatora do processo.287. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. mediante decreto. por exemplo. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN.

periódicos e o papel destinado a sua impressão. ou serviços. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. IV – operações com ouro. em matéria de isenção do ICMS. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. Dentro desse enfoque. de competência dos Municípios. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. por pessoa física ou jurídica. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. quando destinados à industrialização ou à comercialização. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. mercadorias ou valores. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. a recepção. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . de petróleo. restaurantes e estabelecimentos similares. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. qualquer que seja a sua finalidade. Aliás. VIII – sobre a entrada. concluiu a relatora. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. a transmissão. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. de pessoas. no território do Estado destinatário. bens. inclusive a geração."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. a retransmissão. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. não se há de comparar decreto do governador. por qualquer via. jornais. decorrentes de operações interestaduais. por qualquer meio. com convênio aprovado por decreto legislativo". cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. e de energia elétrica. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. a emissão. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.

VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. para fins de não incidência. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. ainda que para outro 13 . de competência dos Municípios. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. quando não destinados à comercialização ou à industrialização.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. que realize. comercial ou de outra espécie. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior.cambial. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. destinada a: a) empresa comercial exportadora. VIII – operações de arrendamento mercantil. qualquer que seja a sua finalidade. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. física ou jurídica. pelo próprio autor da saída.

da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. pelo destinatário. 2. de serviço prestado no exterior. VIII . a retransmissão. ou de título que a represente. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado.da transmissão de propriedade de mercadoria. a emissão. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. VI . IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. exigir a comprovação do pagamento do imposto. III . quando não destinados à comercialização ou à industrialização. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário.das prestações onerosas de serviços de comunicação. inclusive a geração. considera-se ocorrido o fato gerador neste momento.estabelecimento do mesmo titular. 14 .do ato final do transporte iniciado no exterior. no Estado do transmitente.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. cartão ou assemelhados. de qualquer natureza. II . VII . X . pelo depositário. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. feita por qualquer meio. V . como definido na lei complementar aplicável. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. salvo disposição em contrário. Após o desembaraço aduaneiro.do fornecimento de alimentação. salvo disposição em contrário.do recebimento. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. devendo a autoridade responsável. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. Notas: 1. a entrega. IV . a transmissão. a recepção.

o valor da operação. taxas. se for o caso. o valor da prestação do serviço. a) o valor da operação. d) imposto sobre operações de câmbio. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. contribuições e despesas aduaneiras. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. 15 .XIII . 6 . e) quaisquer outros impostos. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual.na hipótese de serviço prestado no exterior.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. 4 . de todos os encargos relacionados com a sua utilização. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. como definido na lei complementar aplicável. substituirá o preço declarado. 3 . O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. nos termos da lei aplicável. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. b) imposto de importação. por contribuinte. c) imposto sobre produtos industrializados. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios.na hipótese do item II anterior.da utilização. 2 . o valor da operação. compreendendo mercadoria e serviço. Notas: 1.na hipótese de importação de bens ou mercadorias.na saída de mercadoria prevista nos itens I. 5 . o preço do serviço. 7 .na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. III e IV anteriores. acrescido. 2.

bem como descontos concedidos sob condição.8 .na hipótese da utilização. sejam antecedentes. concomitantes ou subseqüentes. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. por contribuinte. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS. 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. 9 . hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. b) frete. II . juros e demais importâncias pagas. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. o valor da prestação no Estado de origem. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. o valor da operação de que decorrer a entrada. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. SEGUROS. que seja contribuinte do imposto. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. 16 . inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado.o montante do próprio imposto. inclusive na hipótese de importação: I . recebidas ou debitadas.o valor correspondente a: a) seguros.

Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. c) a margem de valor agregado. Este valor será somado na fatura/duplicata.00 Valor total da fatura: R$ 1. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. relativa às operações ou prestações subseqüentes.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. no que se refere à alíquota. único ou máximo. seja fixado por órgão público competente. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. b) o montante dos valores de seguro. II .000. Base de Cálculo A base de cálculo. para fins de substituição tributária.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. será: I .Exemplo: Empresa situada no estado do PR.240. é o referido preço por ele estabelecido. a base de cálculo do imposto. em razão da sistemática substitutiva do ICMS. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. deverá observar às disposições da legislação paulista. base de cálculo. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. inclusive lucro. Portanto.em relação às operações ou prestações subseqüentes. para fins de substituição tributária.

2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. exceto se produtor rural ou microempresa.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . Considerando este fato. estabeleceram que. encerrando-se o ciclo de tributação. na prestação interna. b) – ao destinatário da mercadoria. quando contribuinte do ICMS. 6º. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. parágrafo 1º. 1. 18 . Observe que. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual.não mais terão recolhimento do ICMS. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. 1. exceto se produtor rural ou microempresa. da Lei Complementar 87/1996). na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. quando contribuinte do ICMS. as Unidades da Federação. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90.

devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. procederá ao estorno dos créditos lançados. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. Havendo decisão contrária irrecorrível. do valor objeto do pedido. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. mercadoria sujeita à substituição tributária. concomitantes ou subsequentes. no prazo de quinze dias da respectiva notificação.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. – da saída subsequente por ele promovida. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. o contribuinte substituído. ainda que isenta ou não-tributada. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. Exemplo de Cálculo: 19 . também devidamente atualizados. o contribuinte substituído poderá se creditar. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. em sua escrita fiscal. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. além das indicações exigidas pela legislação. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. de dentro ou de fora do Estado.

4. na próxima operação.00 2. (2 .00 = R$ 240. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto.00 = R$ 360. ainda.000. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético.00 x 12% = R$ 120.00. Ou seja. é de R$ 2.ASBACE.00. para atacadista situado em outro estado da federação. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. A alíquota interestadual é de 12%. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. A critério do fisco de cada unidade federada. devendo. na falta deste. localizada na praça do estabelecimento remetente.00. O preço de venda.00 – R$ 120. sempre que o 20 . O estabelecimento fornecedor. Teremos então: 1.00. de posse da nota fiscal. ou na sua falta. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360.GNRE.000. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. em conta especial. 3.000. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. para tanto. ou. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária.000.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2. para o lote das mercadorias. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante.00.000. no valor de R$ 1. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. poderá deduzir o valor do imposto retido. fixado a varejo.

o do domicílio do adquirente. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. Bases legais: CF. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. importado do exterior. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. Temos então. 150. no momento da ocorrência do fato gerador. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. Convênio ICMS 81/1993. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. ou com seus registros totalizadores zerados. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra.Substituição Tributária (GIAST). inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. • • • 21 . como dispuser a legislação tributária. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. quando não estabelecido.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. ou o título que a represente. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. desde que inclua todas as operações citadas. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. importado do exterior. art. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. onde se encontre. § 7º. LC 87/1996. o do estabelecimento que transfira a propriedade.

o do Estado onde estiver localizado o adquirente. emissão. onde se encontre o transportador. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. por contribuinte. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. na hipótese da utilização. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. onde seja cobrado o serviço. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. repetição. ampliação e recepção. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. quando prestado por meio de satélite. o de desembarque do produto. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. transmissão e retransmissão. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. na hipótese da utilização. por contribuinte. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. ou assemelhados com que o serviço é pago. lubrificantes e combustíveis dele derivados. o do estabelecimento destinatário do serviço. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. o do estabelecimento destinatário do serviço. cartão. crustáceos e moluscos. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . como dispuser a legislação tributária. na hipótese de captura de peixes. nos demais casos.• • aquele onde seja realizada a licitação. assim entendido o da geração. inclusive consumidor final. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo.

IV – vier a perecer. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. exceto se tratar-se de saída para o exterior.000. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta.000.000. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização. 20 da Lei Complementar 87/96).00 = R$ 40. no estabelecimento. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente.000.000. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. exceto as destinadas ao exterior. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal.00.O imposto é não-cumulativo. 23 . deteriorar-se ou extraviar-se. real ou simbólica. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10.00 – R$ 10. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. II – para comercialização ou prestação de serviço. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. Salvo prova em contrário.

imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. a partir de 01.000. até 16. a mesma não foi lançada no registro de entradas. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros.00 R$ 50. por um lapso da escrita fiscal do adquirente. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.00 R$ 10.00.12. teve R$ 50.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100. por força da LC 120/2005. Na ocasião.000.000. do período anterior.havendo saldo remanescente. o respectivo direito deixará de existir.2006. não foi creditado o ICMS respectivo.01. a diferença será transportada para o período seguinte.11.000. II .000. de R$ 10. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I . E. Tinha um saldo credor acumulado. No período de apuração. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . e por conseguinte.2005. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. 23 da LC 87/96). se for o caso. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser.00 de créditos.000.2001.00. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores. jornais e periódicos. Se.000.11.00 R$ 40. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art.

a atitude dos governos envolvidos. em todos os aspectos. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. III . o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. para um determinado período. § 1º da LC 87/1996.10. a partir de 26. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. produzem uma legislação de incentivo. Na hipótese do item III. especialmente na área do ICMS. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. II . A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. § 1º da LC 87/1996. 26 da LC 87/1996.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. e em 23. Lamentável.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. no afã de atrair investimentos. Entretanto. se positiva. Base: art. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. Base: art. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito.contribuintes do mesmo Estado. tendo como base determinados benefícios. Os governos voltaram à sensatez.2005.12. caso contrário.que. previstos no art. revogando a restrição. mas. 25. 25. que pagará a diferença apurada. aguçados pela politicagem e 25 . FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. ao fim do período.

parágrafo 2º inciso XII. Diante da gritaria geral. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. entre os Estados da federação. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. pelos investimentos privados.2004. típico de legislação autoritária. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. Finanças. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. sem 26 . pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. mas da punição sofrida por aquele que. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados.art. Trata-se de uma disputa predatória.04. A falta da informação no documento da operação ou prestação. letra "g". Nesta obra. É um verdadeiro absurdo. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. remetida. Paraná. Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. a qualquer título. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. as bases da restrição continuam válidas. sem ciência. adquire mercadorias em outro estado. Entretanto. 155. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. ainda. a um contribuinte situado em seu território. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. conforme o caso. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. Minas Gerais. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. Receita ou Tributação. a qualquer custo. Santa Catarina e São Paulo. entretanto. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ.

PARANÁ Produtos de informática. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. Produtos do abate de aves. Insumos para a fabricação . Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço.ADIN nº 2561-9. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . gado. através do Comunicado CAT 36/2004. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal.2156-7.ADIN nº 2548-1. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. BAHIA Cobre e derivados do cobre . gado bovino.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. bubalino ou suíno. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos.Paulo. produtos de informática e automação. Financiamentos vinculados ao ICMS .ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves.ADIN nº. MATO GROSSO DO SUL 27 .ADIN 2441-8. coelho. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo .ADIN nº 1179-1.Financiamento de 70% do ICMS . RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . Empreendimentos do PRO-DF . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. acertem os ponteiros entre si. industrialização de pescados. Assim.ADIN nº 2440-0 e 2543-0.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação .

d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).ADIN nº 2439-6. j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.AMAZONAS . aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003). h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II. c) de frutas. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. concedidos por produto e região do Estado. l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes . Em relação aos demais incentivos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais . i) de máquinas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16. raízes. tubérculos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16.Setor industrial . limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). n) de produtos de higiene.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). b) de farinhas.Financiamento.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). 28 .Programa Geral de Incentivos Fiscais .BAHIA . .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene. verduras.

extrato de tomate. água sanitária.5% sobre o montante das operações interestaduais). pescados e seus derivados 29 .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). aves. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). arroz. exceto os glicerinados.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. (crédito presumido de 9.Componentes. creme vegetal. g) de outros produtos do gênero alimentício. exceto carnes. pão francês de 50g. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). Maisena e Maria.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. coelhos. p) de móveis (crédito presumido de 16. farinha de mandioca. macarrão tipo comum. alho. margarina. fubá de milho. polvilho. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária.Artigos esportivos importados . e pescado. concentrado ou simples concentrado. papel. halvarina.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal. sabonete. .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). café torrado e moído. q) de embalagens (crédito presumido de 16. crédito presumido de 11%. sal de cozinha. no período de 23/06/99 a 19/12/99. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. hidratante ou adicionados de óleos especiais. b) de animais vivos das espécies: bovinos.DISTRITO FEDERAL . os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. bufalinos. leite tipo C.5% sobre o montante das operações interestaduais). sabão em barra. Cream Craker. feijão. . papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. açúcar refinado e cristal. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. suínos.o) de artigos de escritório e papelaria.5% sobre o montante das operações interestaduais). f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). rapadura. óleo de soja. pescados e seus derivados. rãs. leite em pó. caprinos. ovinos. papel higiênico.: para carnes. bem como as carnes.

. mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. 4804. produção ou industrialização (crédito presumido. calçados. 40.5% sobre o montante das operações interestaduais). roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . 40. exceto café. lingerie.410. b) Central de distribuição . bolsas.902 e 41.5% sobre o montante das operações interestaduais). e a partir de 01/08/2000 de 3%).Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. 4809. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais). k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9.25% a 19. 4810.5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais).5% a 52. . lubrificantes.5%). 4811.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados .: Dependente de autorização.100. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais).070 (crédito presumido de 2%) Obs.5% sobre o montante das operações interestaduais). c) Produtos alimentícios.(crédito presumido de 3% a 8%). (crédito presumido de 10.Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). de 2%. o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9. . quando não seja elaborado sob encomenda. de limpeza. 40. j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. no período de 21/11/94 a 31/07/2000.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano). .GOIÁS .Qualquer mercadoria. m) de papel .ESPÍRITO SANTO .(crédito presumido de 47. combustíveis. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9.MATO GROSSO DO SUL . 4807. 4817 e 4823.130.códigos NBM-SH 4802. e.(crédito presumido de 10. energia elétrica. 40. n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. que pode excluir determinada mercadoria.804. .

Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. g) Plástico e Resinas Plásticas .RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro . l) Geral .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). 24. d) Geral .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias . f) Petróleo e Derivados .RIO EMPRESA EMERGENTE. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24. 2. j) Têxteis . m) Geral . 31 .RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Rio Portos .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial.Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções .857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. h) Fármacos e Químicos .Financiamento vinculado ao ICMS . talco.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro . k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . 24.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.823/97. 23. 24. 24. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº. 24. e) Geral .Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses.até 9% do valor da importação (Lei nº. desodorante. o) Industrial.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa).Programa de Atração de Estruturantes .Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social . i) Autopeças e Navipeças . c) Importadores . Decreto 23.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro . distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo. 4.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações .863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.de 22/09/2000 a 31/12/2002).

o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. pelo comportamento lesivo entre os Estados. . O leitor pode acompanhar a edição de Convênios.http://www. Só após aprovados legislativamente. inciso IV. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. o Distrito Federal e os Municípios. delegar.br/confaz.gov. os convênios que entre si celebrem a União.TOCANTINS .Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. Cabe a cada contribuinte. incentivos e benefícios fiscais do imposto. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS .35. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . são normas complementares das leis. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. observa-se que.RIO GRANDE DO NORTE . o mesmo deverá ser. do CTN. O Conselho pode. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. para efeito de concessão ou revogação de isenções. os convênios passam a ter eficácia. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. incentivos e benefícios fiscais. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que.COTEPE/ICMS. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS.Alimentos. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . com sede no Distrito Federal.COTEPE/ICMS para decidir. . isoladamente. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . expressamente. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. ratificando o Convênio.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. em assunto técnico.fazenda. os Estados.

V .1971).02.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS.apreciar as proposições de Convênios.a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal. VII . IX .assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda.opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais . Protocolos e Ajustes SINIEF.apreciar.SINIEF.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas. III . bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.O.propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.12.apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. II . formalmente. XVI . XII . XV . Compete à COTEPE/ICMS: I . O SINIEF tem como objetivos: 1 . IV . nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual. pertinentes ou relacionados ao ICMS. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS. 33 . XI .promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social.executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. X . VIII .U.do referido imposto em todo o território nacional.1970 (D.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. VI .CONFAZ. XIV . Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios. XIII . SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15.: 18.orientar as Secretarias de Fazenda.

endereço. IV . desde que: I .a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.CNAE. II . CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .CNAE . b) Distrito ou subdistrito. o endereço é http://www. 34 . VI . V .gov.número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal. II .br. de passageiros. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. no mínimo. III .cnae.CONCLA.instituição do código de classificação das situações tributárias.instituição da guia de informação e apuração do imposto. a critério do Fisco estadual.instituição de relação referente às saídas de mercadorias.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão.Código de Atividades Econômicas.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . operações e prestações. interestadual e internacional. composto. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . de: a) Rua e número. III . c) Município. mesmo que através de códigos. CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá.unificação dos documentos e livros fiscais.firma ou razão social.definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes. os seguintes elementos básicos: I . em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário. serão adotadas as seguintes medidas: I .2 . IV . V . aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . d) Unidade da Federação. poderão.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas.Fiscal. Para consulta do CNAE-Fiscal.ibge. no mínimo.número de inscrição estadual. na internet. II .Fiscal . UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.

CST O Código Fiscal de Operações e Prestações . Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989.Tributada integralmente 10 .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 .Origem da Mercadoria 0 . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB.Diferimento 60 . Tabela A .Isenta 41 . em arquivo próprio.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .Estrangeira .Estrangeira .Com redução de base de cálculo 30 .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais. os códigos CFOP e respectivas aplicações.o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.Nacional 1 . nesta obra. nas guias de informação e em todas as análises de dados.Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Adquirida no mercado interno Tabela B . TABELA CFOP Veja.Suspensão 51 . CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS. os documentos relativos a todos os locais envolvidos.Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .III .Tributação pelo ICMS 00 . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS.Importação direta 2 . com base na Tabela B. onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Não tributada 50 .

devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. III . DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". fazendo prova apenas em favor do Fisco. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado.Nota Fiscal de Produtor. em todas as vias. 4. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. 2. salvo quando adotadas séries distintas. 03/94 e 6/2008. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. 4. contenha declarações inexatas.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). o documento que: 1. conforme as operações que realizarem. IMUNIDADE. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. com alterações posteriores. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. os seguintes documentos fiscais: I . II . o acréscimo de indicações de interesse do emitente. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. não36 . devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. NÃO INCIDÊNCIA. 3. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. IV . hipótese em que nada será anotado neste campo.12. modelo 4. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. 2.Nota Fiscal. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. 3.Nota Fiscal de Venda a Consumidor.1970. modelo 2. que não lhes prejudiquem a clareza. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. modelos 1 ou 1-A. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. omitir indicações. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio.

incidência. sucursal. ou já tenham sido usados. os de numeração inferior. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias.o número de ordem. terá talonário próprio.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. e 50 (cinqüenta). a emissão dos documentos poderá ser dispensada. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. por espécie. estadual e no CNPJ. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. do estabelecimento emitente. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. Cada estabelecimento. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. em ordem crescente de 1 a 999. III . em substituição aos blocos. contínuos ou em jogos soltos.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". série e subsérie e o número da via. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. agência. seja matriz. II . Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I .999. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. indicando-se o dispositivo legal respectivo. no mínimo. sem distinção por subsérie. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. o endereço e os números de inscrição. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. podendo.o nome. modelo 2. filial.a data da emissão. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. depósito ou qualquer outro. no máximo. IV . acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. 37 . Em relação aos produtos imunes de tributação. poderão usar formulários. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. numerados tipograficamente. Para maiores detalhes. Atingido o número 999.

c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. em ordem crescente.os valores. inicial e final. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor.a discriminação das mercadorias.00 (cento e vinte mil reais). b) poderá conter subséries com algarismo arábico. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . As indicações dos itens I. será permitida a emissão por qualquer outro meio. unitário e total. tais como falta de energia elétrica. sem estabelecimento fixo ou permanente. modelo 2: a) será adotada a série "D". 50. tipo. portando o seu estoque de mercadorias.1970. modelo 2. VI . espécie. que exerça atividade 38 . quando exigida. marca. Desobrigação O contribuinte. quantidade.números. a data e a quantidade da impressão. II . § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. inclusive o manual. do impressor da nota. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo 1 ou 1-A. dos documentos fiscais emitidos. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. da Nota Fiscal. II. modelo 6: I . ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. em 2 (duas) vias. IV e VII serão impressas. estadual e no CNPJ.V . EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . modelo 2. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior.ECF. quebra ou furto do equipamento. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. a partir de 1.000. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. o endereço e os números de inscrição.motivo e data da ocorrência. no mínimo. com ou sem utilização de veículo. em substituição aos mesmos. impresso após a letra indicativa da série. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. VII . pessoa física ou jurídica. art. das mercadorias e o valor total da operação. para exibição ao Fisco. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual.12. com receita bruta anual de até R$ 120.o nome. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída.

poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. mascate. II . II . Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I .comercial na condição de barraqueiro. este atribuído pelo estabelecimento. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. II . modelo 1 ou 1-A. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). modelo 2. modelo 1 ou 1-A.indicar na coluna "Observações". apenas o número e a 39 . ambulante. no lugar deste. do livro Registro de Saídas. O equipamento em uso. nas vias do documento fiscal emitido. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . Integração de Equipamento A utilização.por exigência de legislação federal. será emitido o Cupom Fiscal ou. e utilizado como prova de infração à legislação tributária. ou a Nota Fiscal. Nas hipóteses previstas acima. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. o contribuinte deverá: I .anotar. tenda e similares. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. feirante.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. b) realizadas fora do estabelecimento. Finanças ou Tributação das unidades federadas. modelo 2. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. em ambos os casos. no recinto de atendimento ao público. a critério da unidade federada. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. o contribuinte emitirá Nota Fiscal.por solicitação do adquirente. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

b) sem prejuízo do disposto no item anterior. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I .anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. Na Nota Fiscal de Produtor. vedada a utilização de subsérie. III . em 3 (três vias). c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. II . quando houver interesse por parte do contribuinte.em outras hipóteses previstas na legislação. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. pelo transportador.1970. IV . 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente.série do documento. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. via ficará presa ao bloco. b) a 2ª. 40 . a partir de 1. quando houver determinação por parte do Fisco. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. b) a 2ª. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. ao destinatário. c) a 3ª. em 4 (quatro) vias. II .na transmissão da propriedade de mercadorias. via ficará presa ao bloco. para separar as operações de entrada das de saída.sempre que promoverem a saída de mercadorias. III . pelo transportador. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. real ou simbolicamente. em ordem crescente. entrarem bens ou mercadorias. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. ao destinatário.sempre que. no estabelecimento. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. modelo 4: I .12.

os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. Na prestação interna de serviço de transporte. em veículos próprios ou afretados. III . V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte.1970. para englobar. para cada viagem contratada. as prestações realizadas. 41 . modelo 7. até o final do período de apuração do imposto. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. além do que se achar registrado em nome da pessoa. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias.pelos transportadores de passageiros. desde que dentro do período de apuração do imposto. no mínimo. que terão a seguinte destinação: I . interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas.12.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. II . II . No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.1ª via será entregue ao contratante ou usuário. Nota: considera-se veículo próprio. d) a 4ª. para englobar. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. em relação a cada tomador de serviço. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. em relação a cada tomador de serviço.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. em 4 (quatro) vias. IV .a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. II .c) a 3ª. será utilizada: I . as prestações executadas no período de apuração do imposto. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal.a 2ª via acompanhará o transporte. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. III . que terão a seguinte destinação: I . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. para englobar. III .pelos transportadores de valores. Na prestação interestadual de serviço de transporte. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. no final do período de apuração do imposto. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. por veículo. para fins de controle no Estado de destino.pelos transportadores ferroviários de cargas.

o nome. Nas prestações internacionais.o valor do serviço prestado. o endereço. modelo 7. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes. XII . em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. acrescido do respectivo código fiscal de operação.o valor do ICMS.origem e destino. os números da inscrição estadual e no CNPJ. VII . V . bem como os acréscimos a qualquer título. IX . o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. do impressor da nota fiscal. a critério de cada unidade federada. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.IV .a identificação do tomador do serviço: o nome. II .o número de ordem. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007.a alíquota aplicável.a identificação do emitente: o nome. o endereço.a data da emissão. XI . III . as seguintes indicações: I .a discriminação do serviço prestado. XIV . a série e subsérie e o número da via.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". X . no mínimo. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. VI . e os números de inscrição estadual e no CNPJ.o valor total dos serviços prestados.a base de cálculo do ICMS. XIII . e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. e o número da autorização 42 . o endereço. a data e quantidade de impressão.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a natureza da prestação do serviço. A NF conterá. VIII . IV . de modo que permita sua perfeita identificação. modelo 27.

Base: Ajuste SINIEF 7/2006.para a impressão dos documentos fiscais. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. Registro Prévio Para emissão da NF-e. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. As indicações dos incisos I. 2ª via. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. será credenciado pela administração 43 . seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. que terão a seguinte destinação: 1ª via. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. o contribuinte deverá solicitar.a data limite para utilização. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. previamente. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. XV . de existência apenas digital. com o intuito de documentar operações e prestações. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. XIV e XV serão impressas. V. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. antes da ocorrência do fato gerador. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. II. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. será entregue ao tomador do serviço.

destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. por estabelecimento e por série. vedada a utilização de subsérie. contendo o CNPJ do emitente. número e série da NF-e. em ordem crescente. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. a partir de 1. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. 44 .999. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). mediante prévia autorização da administração tributária. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.999. As séries serão designadas por algarismos arábicos. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. a fim de garantir a autoria do documento digital. juntamente com o CNPJ do emitente. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e.

o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e.fabricantes de cigarros. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. 45 . IV . a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. II . Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. podendo ser utilizadas folhas soltas. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. inclusive para fins de escrituração fiscal. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. O DANFE deverá ser impresso em papel. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e.distribuidores de combustíveis líquidos. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. devendo ser apresentadas à administração tributária. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. quando solicitado.distribuidores ou atacadistas de cigarros. devendo ser apresentadas à administração tributária. III . no tamanho A4 (210 x 297 mm). formulário de segurança. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. Posteriormente. A consulta à NF-e será disponibilizada. será aceito pelo contribuinte destinatário.produtores. quando solicitado. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. exceto papel jornal. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . assim definidos e autorizados por órgão federal competente.

.fabricantes de ferro-gusa..V ..2008 e 01. placa nº. bufalinas e avícola.. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007... do Manifesto de Carga.. UF. caminhões. XII . proprietário do veículo marca ..2009.2008. IX ... E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e.agentes que. no Ambiente de Contratação Livre (ACL).. de cargas. XIV . 01. fazendo constar no campo “Observações” deste ou.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.. utilitários. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.fabricantes de refrigerantes. VIII .. suínas. relaminados. se for o caso. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal.. VII .TRR. interestadual e internacional.. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005. a expressão: “Transporte subcontratado com . laminados planos ou longos.. camionetes.NF-e... vendam energia elétrica a consumidor final. 46 . Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço. modelo 8. em veículos próprios ou afretados.. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.. além do que se achar registrado em nome da pessoa..fabricantes de semi-acabados.04.12.. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas.fabricantes de automóveis. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005. VI . Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio.09. ônibus e motocicletas.fabricantes de cimento.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes.. com vigência a partir de 01.fabricantes.. trefilados e perfilados de aço. assim definidos e autorizados por órgão federal competente... Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . XI . XIII . X .transportadores e revendedores retalhistas .

Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. a informação de que se trata de serviço de subcontratação.0 cm. II . podendo servir de comprovante de entrega. com destino à Zona Franca de Manaus. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. a critério do fisco.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. no mínimo. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. III . em qualquer sentido. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. podendo. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). modelo 9. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.9 x 21. 47 . bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. IV . em 4 (quatro) vias. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. interestadual e internacional de cargas. que terão a seguinte destinação: I . no campo “Observações”.

Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. III . II . para destinatário localizado no mesmo Estado. com a seguinte destinação: I . o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). para destinatário localizado em outro Estado. mod. II . podendo servir de comprovante de entrega. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. no mínimo. 48 . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. III . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. segundo acordos internacionais.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. interestadual e internacional de cargas. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. em 4 (quatro) vias. 10. IV . será emitido o Conhecimento Aéreo. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. com destino à Zona Franca de Manaus. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. podendo servir de comprovante de entrega.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. que terão a seguinte destinação: I . Na prestação de serviço de transporte aquaviário. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via).a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. para destinatário localizado no mesmo Estado. no mínimo em 3 (três) vias. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.

Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. da carga coletada. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. quando deverá ser entregue ao destinatário.a 2ª via será entregue ao remetente. no mínimo. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. em 5 (cinco) vias. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. II . em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . com a seguinte destinação: I .a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. bem como. do 49 . interestadual e internacional de cargas.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. com destino à Zona Franca de Manaus. V . será utilizado pelos transportadores.a 2ª via será entregue ao remetente. quando deverá ser entregue ao destinatário. segundo acordos internacionais. No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira.a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. II . os valores expressos em moeda estrangeira. III . modelo 20. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. IV . Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. intra ou intermunicipal. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. III . no mínimo. modelo 11.

Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que terão a seguinte destinação: I . o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. O CT-e.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. modelo 57. a Ordem de Coleta de Carga será emitida. modelo 8. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. III . II . A critério do fisco estadual. será emitido.CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. II . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I .DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. no mínimo em 3 (três) vias.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao remetente.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. de existência apenas digital. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. desde que observado o motivo no seu verso. modelo 57. obrigatoriamente. 50 . Quando da coleta de mercadoria ou bem.endereço do remetente até o do transportador. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. por qualquer motivo não entregue ao destinatário. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. modelo 9.

a fim de garantir a autoria do documento digital. IV . dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. o contribuinte deverá solicitar. 51 . que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.Conhecimento Aéreo. modelo 27. podendo ser utilizadas folhas soltas. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e .será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. IV . para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. V . Para emissão do CT-e. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. O DACTE: I . e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.Nota Fiscal de Serviço de Transporte. VI . bem como ser pré-impresso.ICP-Brasil.conterá código de barras.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte.DACTE. modelo 11. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . II . exceto papel jornal. modelo 10. impresso em papel. III . previamente. O contribuinte. quando utilizada em transporte de cargas. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.III .poderá conter outros elementos gráficos. modelo 7.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. papel de segurança ou formulário contínuo. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico.

quando solicitado. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. em 52 .poderá alterar o leiaute do DACTE. para adequá-lo às suas prestações. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. fora do DACTE. previsto em Ato COTEPE. alternativamente. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. por meio de Carta de Correção Eletrônica . de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. O tomador do serviço deverá.A do art. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. devendo ser apresentados à administração tributária. observado o disposto no §1º. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. É permitida a impressão. quando solicitado. observadas as demais normas da legislação pertinente. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. este não poderá ser cancelado.CC-e.

II .virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. pelos valores totais do serviço e do tributo.. b) após receber o documento referido. informando o número do documento fiscal emitido com erro. observada a legislação de cada unidade federada. mediante legislação própria. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. em virtude de (especificar o motivo do erro)".. devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. deverá ser observado: I . e desde que não descaracterize a prestação. na Internet. e data . b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. devendo observar as disposições deste ajuste. c) o transportador deverá emitir novo CT-e. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias.. pelos valores totais do serviço e do tributo. em virtude de (especificar o motivo do erro)". 53 . conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. os valores anulados e o motivo. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. O transportador poderá. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade.. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico.. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. e data . o transportador deverá emitir novo CT-e. bem como o motivo do erro. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .. referenciando o CT-e original.. referenciando o CT-e original. às empresas autorizadas à sua emissão. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e..

as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem. destinatário e transportador. interestadual e internacional. Cancelamento. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido.CT-e. com a devida justificativa. as normas do Convênio SINIEF 06/89. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico .conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. no mínimo. em 2 (duas) vias. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. pelo recebedor. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. no que couber. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. o documento fiscal deverá conter assinatura. de passageiros.0. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . bem como a do chefe da agência. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal. exigir a confirmação. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. posto ou veículo que efetuou a venda. da entrega das cargas constantes do CT-e. Versão 1. sem valores monetários. escriturado antes do início da prestação de serviço.0. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. para acobertar o transporte da bagagem. de acordo com a legislação tributária vigente. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. que terão a seguinte destinação: 54 . identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. havendo direito à restituição de valor ao usuário.CT-e. modelo 8.

para exibição ao fisco. II . Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. para acobertar o transporte da bagagem.a 2ª via será entregue ao passageiro.I . Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª via ficará em poder do emitente. que terão a seguinte destinação: I . para exibição ao fisco.a 1ª via ficará em poder do emitente. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. que deverá conservá-la durante a viagem. que deverá conservá-la durante a viagem. interestadual e internacional de passageiros. modelo 10. interestadual e internacional de passageiros. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. para acobertar o transporte da bagagem.a 1ª via ficará em poder do emitente. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. II . será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. modelo 9.a 2ª via será entregue ao passageiro. para exibição ao fisco. que terão a seguinte destinação: I . II .a 2ª via será entregue ao passageiro. modelo 15. no mínimo em 2 (duas) vias. de passageiros. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. que deverá conservá-la durante a viagem. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. modelo 14. Nos casos em que houver excesso de bagagem. interestadual e internacional. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. 55 . BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. Nos casos em que houver excesso de bagagem.

até o local do estabelecimento emitente. que terão a seguinte destinação: I . III . V . VI . a qualquer título. nas seguintes hipóteses: 1.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. nos casos do item V anterior. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. IV .em retorno. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 . mediante prévia autorização do Fisco. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. 2. real ou simbolicamente: I . no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. 3.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. aos quais tenham sido enviados para industrialização. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias.importados diretamente do exterior. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. remetidas a qualquer título por particulares. no mínimo em duas vias.em retorno de exposições ou feiras. que deverá conservá-la durante a viagem. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores.novos ou usados. inclusive por meio de veículos. excetuado o produtor agropecuário.a 2ª via será entregue ao passageiro. Em substituição ao documento. do mesmo ou de outro Município.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. com base em controle diário de renda auferida. por estação. II . desde que. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. II .em outras hipóteses previstas na legislação.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias.1970. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. Bases: artigos 20.12. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. Base: art. localizado na mesma unidade da Federação.1970. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. ao destinatário. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. b) nas operações interestaduais.1. 60 . sejam por este remetidas a terceiros. no mínimo.12. II . 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. especialmente: I .natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. pelo transportador. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente.valor das mercadorias. a 3ª via: a) nas operações internas. em quatro vias. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante.905. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. 3. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. a 2ª via ficará presa ao bloco. 2.

natureza da operação. remetidas por depósito fechado. se devido.III . V . 4. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.907.1970. no ato da saída das mercadorias. número. endereço e números de inscrição. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. III . SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. valor das mercadorias. estadual e no CNPJ. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.valor das mercadorias. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. que deverão acompanhar as mercadorias. o número. III . 2.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados.destaque do ICMS. IV .dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . nome. O depósito fechado.12.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. contendo os requisitos exigidos e. a data de sua efetiva saída. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.valor da operação. especialmente: 1.1970. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado.12.906. mencionando-se endereço e números de inscrição. especialmente: I . Base: art. sem lançamento do ICMS. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. estadual e no CNPJ.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado. especialmente: I . II . 3. se devido. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante.907 ou 6. deste. II .

Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. endereço e números de inscrição. do depósito fechado. contendo resumo diário das saídas. o número.12. O depósito fechado deverá: 1.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. 2.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. dentro de 10 (dez) dias. 3. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. 2. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. ambos pertencentes à mesma empresa. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. na coluna própria do Registro de Entradas. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. o estabelecimento depositante. na coluna própria do Registro de Entradas. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. O estabelecimento depositante deverá: 1. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. será conferido ao 62 . na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. estadual e no CNPJ. indicando: I . ainda.de mercadoria. o estabelecimento destinatário será considerado depositante.como destinatário. remetendo-a ao estabelecimento depositante. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. dentro de 5 (cinco) dias. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. dentro de 10 (dez) dias. dentro de 10 (dez) dias. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. quando cabível. mencionando. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. II . que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. contados da respectiva emissão. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

1970. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). No caso de venda à ordem. ao receber as mercadorias. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante.922 ou 6.12. contendo os requisitos exigidos e. do estabelecimento destinatário e número.907. para simples faturamento. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1. quando for o caso.CFOP 6. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. c) número. d) nome. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. com destaque do ICMS. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. estadual e no CNPJ. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. dentro de 10 (dez) dias. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. além dos requisitos exigidos. especialmente: a) valor das mercadorias. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . quando devido. O estabelecimento destinatário. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. quando devido. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. como natureza da operação. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição. indicando-se. por ocasião da efetiva saída global ou parcial. vedado o destaque do ICMS.922. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. deste. bem como nome. Base: art. acrescentando na coluna "Observações" o número. endereço e números de inscrição. com lançamento do IPI. bem como nome. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. No caso de venda para entrega futura. 2. das mercadorias. em nome do 66 . "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. poderá ser emitida Nota Fiscal.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". bem como número. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias.

bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. com fornecimento de matérias-primas. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. autor da encomenda. bem como o nome.destinatário das mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. 2. adquiridos de outro. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. número. estadual e no CNPJ. emitir Nota Fiscal. estadual e no CNPJ. além dos requisitos exigidos. emitir Nota Fiscal. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970. estadual e no CNPJ. do adquirente. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. quando devido. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. constarão o nome. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. Base: art. quando devidos. além das exigências previstas. destacando destes. se for o caso. da qual. 2. além dos requisitos exigidos. na qual. na qual. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. para acompanhar o transporte das mercadorias. além dos requisitos exigidos. o valor das mercadorias empregadas. consignando-se. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. produtos intermediários e materiais de embalagens. além das exigências previstas.12. mencionando. o número. endereço e números de inscrição. os quais. nome do titular. do fornecedor e número. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. 2.923. sem destaque do valor do ICMS. constarão também nome. estadual e no CNPJ. sobre o valor total cobrado do autor 67 . constarão como natureza da operação. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. endereço e números de inscrição. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. além das exigências previstas. endereço e números de inscrição. estadual e no CNPJ. da qual. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. em venda à ordem" – CFOP 5. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. b) em nome do adquirente originário. do seu emitente. sem destaque de impostos. endereço e números de inscrição. endereço e números de inscrição. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. 3. com destaque do ICMS.923 ou 6. número.

endereço e números de inscrição.1970. pelo autor da encomenda. também. autor da encomenda. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar.12. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. autor da encomenda. contendo: a) a indicação do número. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. Base: art. se exigidos. do seu emitente. do seu emitente. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . antes de serem entregues ao adquirente. que será qualificado nessa nota. bem como os dados relativos ao redespacho. se for o caso. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. se exigidos. estadual e no CNPJ. que serão aproveitados como crédito. à 68 . contendo.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. destacando deste o valor das mercadorias empregadas.da encomenda. autor da encomenda. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. endereço e números de inscrição. do IPI e o destaque do ICMS. cada industrializador deverá: I . série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. e o valor total cobrado do autor da encomenda. II . d) o lançamento. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. b) a indicação do número.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. b) a indicação do número. estadual e no CNPJ. se for o caso. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome.

cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. referente à carga redespachada. II . quando for o caso. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. dentro de 5 (cinco) dias. as quais acompanharão a carga até o seu destino.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. dos documentos emitidos pelas agências. modelo 17. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. 69 . emitido na forma do item “a” anterior. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. com a seguinte destinação: I . filiais ou veículos. II .o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. o nome. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. em 3 (três) vias. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. após o transporte. bem como o número. O Despacho Rodoviário será emitido. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. o “Despacho de Transporte”. que possuírem inscrição centralizada. o endereço de quem aceitou o redespacho. modelo 18. postos. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. no mínimo. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. interestadual e internacional. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. será enviada à empresa contratante. contados da data do recebimento da carga.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. a 1ª via do documento. no livro Registro de Saídas. em prestações interestaduais. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. ao transportador contratante do redespacho. para fins de escrituração. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. em meio de transporte diverso do original.

registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. que terão a seguinte destinação: I . Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado.a 2ª via ficará em poder do emitente. filial. no mínimo. TRANSBORDO Não caracteriza. emitirá o Resumo de Movimento Diário. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. modelo 2-A. o Resumo de Movimento Diário. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. no prazo de 3 (três) dias. seja matriz. realizados pela empresa transportadora. o início de nova prestação de serviço de transporte. para exibição ao Fisco. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. modelo 6. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. agência ou posto. na sede da empresa. 70 . para registro no livro Registro de Saídas. contados da data da sua emissão. II .Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. em 2(duas) vias. Cada estabelecimento. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. inclusive do Resumo de Movimento Diário. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. os casos de transbordo de cargas. para efeito de emissão de documento fiscal. localizado no Estado. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. por unidade da Federação. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram.

ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. sem destaque do valor do imposto. no campo "Informações Complementares". Além dos demais requisitos exigidos. segundo a respectiva legislação estadual.em razão de perda. perecimento. sinistro. sem destaque do valor do imposto. sujeitando-se aos acréscimos legais. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. monetariamente atualizado.a indicação de não-incidência do imposto. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . correspondentes às saídas para formação do lote. contendo. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior.emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. 71 . c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. II .emitir nota fiscal de saída para o exterior. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". extravio.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. inclusive multa. II . REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. furto da mercadoria. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior.a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. 2 . indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". a nota fiscal deverá conter: I .

em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. 2) Por ocasião do transporte. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior).102. situado no exterior.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). 72 . situada em país diverso.101 ou 7. na qual constará: I . conforme o caso. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa.III . na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. a série e a data da nota fiscal citada no item 1. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. Base: Convênio ICMS 59/2007.no campo do CFOP: o código 7. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. uma única vez. II – no campo do CFOP: o código 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). situado no exterior. Base: Convênio ICMS 83/2006. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”. por igual período. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. II . bem como o número.

II . no Livro Registro de Entradas. o seguinte: a) natureza da operação: Venda.. II . c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II. c) destaque do ICMS e do IPI.)".. o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação"... quando devidos.).)de (... creditando-se do valor do imposto. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação.NF nº . b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . além dos demais requisitos exigidos.. além dos demais requisitos exigidos...o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo.. quando devidos. quando permitido. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".... II ... apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações"...o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . como natureza da operação.)/ (. no Livro Registro de Entradas. contendo.)/(..NF nº (.o consignante emitirá nota fiscal.. de (. de.. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . creditando-se do valor do imposto.o consignante emitirá nota fiscal contendo.)/(.. quando permitido. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I .. sem destaque do ICMS e do IPI. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I .o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.)/". além dos demais requisitos exigidos. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação .NF nº (.. b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte. b) destaque do ICMS e do IPI./. b) base de cálculo: o valor do reajuste. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações"./.CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I . além dos demais requisitos exigidos.

creditando-se do valor do imposto.o consignante lançará a nota fiscal. de (.)".. II . o valor relativo ao reajuste do preço... se for o caso) reajuste de preço .. no Livro Registro de Saídas. sobre o qual foi pago o imposto.)/(. conforme o caso) de mercadoria em consignação . por ocasião da remessa em consignação.)".. quando for o caso. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.NF nº (..).. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007. b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida....NF nº (. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II.. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I ..)/(.)..)/(. de ...)". apenas nas colunas "Documento Fiscal"...)/ (...NF nº (. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .a discriminação da peça defeituosa...de (.)/(./(. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados. II .o consignatário emitirá nota fiscal contendo.NF nº (. no livro Registro de Entradas.vendida.. neste incluído. PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas.. sem destaque do imposto. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.. além dos demais requisitos exigidos. as seguintes indicações: I ..)/(..). na entrada da peça defeituosa a ser substituída.)/(. de (.).o valor atribuído à peça defeituosa. além dos demais requisitos..... indicando nesta a expressão "Venda em consignação . NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá. "Observações"..) (e.. d) a expressão "Devolução (parcial ou total.. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 . o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.

APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.ou autorizada. Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. que conterá. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. b) o número.na ordem de serviço ou na nota fiscal. além dos demais requisitos.ordem de serviço. III . ao fabricante. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. 75 . desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. promove substituição de peça em virtude de garantia. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. com permissão do fabricante. quando devido. seja efetuada após o encerramento do período de apuração. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. 2 . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. desde que: 1 . com destaque do imposto.o número. II .a remessa. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). das peças defeituosas substituídas.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. IV .ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que.

tais como. a empregado ou representante. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. meias. conforme o caso. em todo o território nacional.949 ou 6.do valor do ICMS. além dos demais requisitos. IV .no campo do CFOP: o código 5. as seguintes indicações: I . III . além dos demais requisitos.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 .912. em quantidade necessária para se conhecer o produto. por igual período. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. espessura. mesma cor. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. III . luvas. brincos. quando devido.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. por fabricantes de veículos autopropulsados. II .no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. com valor comercial. mesmo modelo. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. calçados. as seguintes indicações: I . acabamento e numeração diferente. Na saída de mercadoria destinada a demonstração.no campo do CFOP: o código 5. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá.912 ou 6. O prazo poderá ser prorrogado. IV . seus concessionários ou oficinas autorizadas. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante.do valor do ICMS. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. quando devido. que conterá. II . conforme o caso.949. a critério da unidade federada de origem da mercadoria. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. tais como.

O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. Base: Ajuste SINIEF 08/2008. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias.do valor do ICMS.como destinatário: o próprio remetente.989. para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. Retorno No retorno das mercadorias. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. em todo o território nacional. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. desde que o erro não esteja relacionado com: I . II .como natureza da operação: Remessa para Treinamento. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. DE 1989 77 .mostruário de venda.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. estabelece alíquotas do ICMS. (DOU 22/05/1989). III . quando devido. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. alíquota. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada.a data de emissão ou de saída.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. O disposto aplica-se. nas operações e prestações interestaduais. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. de 19 de maio de 1. quantidade. II . O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. ainda. devendo na nota fiscal emitida constar: I . III . IV . valor da operação ou da prestação. diferença de preço.

destinadas às regiões Norte. será de doze por cento. 1º. nas operações de exportação para o exterior. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. Artigo 3º .A alíquota do imposto de que trata o art.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. sete por cento. será de treze por cento.989. nas operações e prestações interestaduais. Artigo 2º .Artigo 1º .A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. oito por cento. as alíquotas serão: I . em 19 de maio de 1. II .989. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. Parágrafo Único .a partir de 1990.em 1989. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 . Senado Federal.Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1.

79 .PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . dispõe que não compreenderá.U. Idem art.16/12/1996). de 13 de Dezembro de 1996 (D.O.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. . configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. na base de cálculo do ICMS. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. carga e mala postal. O Senado Federal resolve: Artigo 1º . o montante do IPI. XI. Artigo 2º .É estabelecida.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. adiante transcrita. 13. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal. em seu artigo 155. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. quando a operação.

e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos.500.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.344. respectivamente.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.82 80 . (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.37931 x R$ 7. CÁLCULO .FÓRMULA Para determinar o valor da operação. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.034. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização.82 D – IPI (10%) = R$ 1.30) = R$ 2.379.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7.500.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.379.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.10)] Coeficiente = 1/0.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.25 x (1 + 0.725 Coeficiente = 1. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização.844.00) = R$ 10.

12. II .00 x 1/48 x 1.000. jornais e periódicos. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.Subtraindo-se C de A. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3.000.000 = R$ 833. esta ferramenta foi vendida.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente.000. A partir de 01. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS.2005.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. não será admitido. equiparam-se às tributadas. com ICMS de R$ 5. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5.000. as saídas e prestações com destino ao exterior.82. não poderá mais ser utilizado como crédito. Exemplo: Aquisição de uma máquina.000.750. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.000.000. não será admitido o creditamento de que trata o item. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações. a partir da data da alienação.em cada período de apuração do imposto. em janeiro/2004. equiparam-se às tributadas. para fins deste cálculo.000. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.844. deverá ser observado: I . Em janeiro/2005. com um ICMS total de R$ 48. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.00.00.00. ICMS . encontramos o valor de R$ 2. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1.000 : 1.200.01.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1. por força da LC 120/2005. 81 . Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. ocorridas a partir de 01.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.2006.200.2001.01.01.00 R$ 48.

a substituição. e inscrição estadual do estabelecimento.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. III . conforme o caso. ao estorno ou ao crédito do imposto.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. escriturado no CIAP. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. por livro ou similar que contenha.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. a critério de cada unidade federada. relativamente à escrituração do CIAP: I . da seguinte forma: I . além de sua escrituração nos livros próprios. os dados do documento. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . nos quadros e nas colunas próprias.linha ANO: o exercício objeto de escrituração. seguido de dois algarismos 82 .até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. endereço.quadro 1 . c) ocorrência do perecimento. II . será. no mínimo. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. extravio ou deterioração do bem. Será permitida. III . devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. IV .a manutenção dos dados em meio magnético. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. que será seqüencial por exercício. a critério do contribuinte.quadro 2 .atribuição do número ou código ao bem. consoante a ordem seqüencial de entrada. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. II . também. II .no último dia do período de apuração.

de forma sucinta. vinculados à aquisição do bem.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . coluna SAÍDA. quando for o caso.valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. quando houver completo o quadriênio de sua utilização.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO . no final do período de apuração.o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado.o mês objeto de escrituração. aquisição.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. o extravio ou a deterioração do referido bem. findo o qual ser reiniciada a numeração.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. 4 (quatro) casas decimais. relativo à aquisição do bem. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. coluna 2 . encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior).o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. e) coluna 5 . passível de apropriação. cujo resultado. no mínimo. coluna DATA . Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. f) coluna 6 .quadro 3 . coluna NOTA FISCAL .FRAÇÃO MENSAL . acrescido. coluna 1 . transferência.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) .indicando o exercício.o valor do imposto. o perecimento. ou. coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . 4. ainda. BAIXA OU PERDA. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação. 3. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. c) coluna 3 .TOTAL DAS SAÍDAS . 3.CRÉDITO A SER APROPRIADO . as seguintes disposições: 83 . pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). V .o somatório da coluna ENTRADA.o valor correspondente ao imposto. ainda. caso o período de apuração seja mensal. 2. quando ocorrer a alienação. d) coluna 4 . BAIXA OU PERDA . considerando-se. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. passível de apropriação. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. tais como. 2.DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS .COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . relativo à aquisição.a identificação do bem. 2.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . a transferência.

b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. II . quando for o caso. da seguinte forma: I .I . somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. c) BEM: a descrição do bem. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. nos quadros e nas colunas próprias. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. acrescido. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte.quadro 1 . b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. transferência.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. baixa ou outra movimentação de bem.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito.quando 2 . o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. vinculados à aquisição do bem. que será seqüencial por bem.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento.na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. II . nos campos. III . contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. se houver. perecimento. 84 . III . f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. modelo. números da série e da plaqueta de identificação. extravio deterioração.

IV .SÃO PAULO Relator(a): Min.Órgão Julgador: Primeira Turma . deterioração do bem.AI 488374 AgR / SP . contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III.SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. O CIAP modelo D. de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento.Julgamento: 15/06/2004 . (STF . quando chamado a resguardar a norma constitucional. SEPÚLVEDA PERTENCE . do seu próprio estabelecimento. com sumária do mesmo. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. numa afronta direta à Carta Magna. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. caso o período de apuração seja mensal. ou.quadro 5 . no ativo fixo.DJ DATA-25-06-2004). conforme previsto na legislação de cada unidade federada. ainda.quadro 3 . ou de utilização de serviço de comunicação ou. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. deverá ser mantido à disposição do fisco. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. Precedentes. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. V .APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS.quadro 4 . extravio. b) a data da ocorrência do evento. o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos. ter-se vergado a esta fraude legislativa. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. 85 . ainda. VI . o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano.

01.2004.2001*. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. a qualquer título. b) quando consumida no processo de industrialização.2001*. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. Finanças. Receita ou Tributação. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011.Portanto. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados.01.04. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. Rio Grande do Sul. com efeitos para todos os contribuintes. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. Paraná. Santa Catarina e São Paulo. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. Minas Gerais. Rio de Janeiro. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. remetida.

quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. pontes. pavimentação.05 – Reparação. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. inclusive sondagem. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. 290 do RIR/99). ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. perfuração de poços. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. 155. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. as bases da restrição continuam válidas. os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. terraplanagem. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. que fica sujeito ao ICMS). conservação e reforma de edifícios. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. empreitada ou subempreitada. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. de obras de construção civil.02 – Execução. que fica sujeito ao ICMS). ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . Entretanto. conforme o caso. por administração. 87 . concretagem e a instalação e montagem de produtos.art. entretanto. fora do local da prestação dos serviços. parágrafo 2º inciso XII. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. 289 e inciso I do art. Seguem. então. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. drenagem e irrigação. as exceções previstas. estradas. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. A falta da informação no documento da operação ou prestação. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. letra "g". 7. escavação.

por ocasião da aquisição desses bens.000.00 = R$ 200.000.00 = R$ 800.00 de IPI e R$ 12.000. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1.00 C.00 de ICMS: D.00 D.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 de materiais para a produção.000.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.000. opcionalmente. Exemplo: Aquisição de R$ 100.000. classificáveis no ativo circulante.000.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS. sendo recuperáveis R$ 10. em contas próprias. pelo contribuinte.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D. que será adotado. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.00 D.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .000.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.000.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.000.00 – R$ 200.00 ICMS Líquido: R$ 1.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.

Registro de Apuração do ICMS.Registro de Entradas. modelo 1-A. serão utilizados por contribuinte sujeito.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. o contribuinte do ICMS deverá manter. V .1970. IV . com as adaptações necessárias. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. modelo 1. VIII . e Registro de Saídas. simultaneamente.Registro de Controle da Produção e do Estoque. 51. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. VI .12. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial.Registro de Saídas. podendo. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. modelo 2-A. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. modelo 5. e Registro de Saídas. modelo 9. VII . modelo 6.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 87): I . II . conforme as operações ou prestações que realizar. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. modelo 1-A. III .Registro de Entradas.Registro de Inventário.LMC. modelo 5. e Convênio SINIEF 6/89. os seguintes livros fiscais (art. X . modelo 89 . será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. modelo 3. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. Convênio SINIEF s/nº de 15. art. IX . O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. Os livros Registro de Entradas.Movimentação de Combustíveis . em cada estabelecimento. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo.Registro de Saídas.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. modelo 2-A. modelo 1. modelo 2. modelo 2. 63. a critério do Fisco. e por atacadista. modelo 7. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. art. modelo 3. Os livros Registro de Entradas.

O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. de forma a impedir sua substituição. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. É facultado ao contribuinte acrescentar. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. 2. Quando não houver período expressamente previsto. indicações de seu interesse. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. 90 . como contribuintes do respectivo imposto. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. Autenticação Os livros fiscais. nos livros fiscais. ser dispensado: 1. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. a critério do Fisco. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. Não se tratando de início de atividade. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. com clareza. desde que não lhes prejudiquem a clareza. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa.

adotando-se. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. Fusão. quando solicitado. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum.1970. seja filial. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. Incorporação. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. depósito. desdobrados em tantas linhas 91 . manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. para o seu nome. agência. Para maiores detalhes. os livros fiscais. as providências fiscais cabíveis. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. documento por documento. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. vedada a sua centralização. conservação e exibição ao Fisco.12. mediante prévia autorização do Fisco estadual. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. incorporação. no ato da devolução. Os lançamentos serão feitos. os livros fiscais em uso. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. fábrica ou outro qualquer. sucursal. a qualquer título no estabelecimento. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. salvo para serem levados à repartição fiscal. Ajuste SINIEF nº 01/92. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. modelos 1 ou 1-A. em ordem cronológica. transformação ou aquisição. Os lançamentos serão feitos operação a operação. assumindo a responsabilidade pela sua guarda.

dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 7. número e data do documento fiscal correspondente à operação. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. 92 . 5. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. 6. se for o caso. b) coluna "Outras": valor da operação. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. série e subsérie. segundo o Código Fiscal anexo. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. 3. da seguinte forma: 1. colunas sob os títulos "ICMS . estadual e no CNPJ. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. quando for o caso. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. colunas sob os títulos "ICMS . facultado. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. onde se localiza o estabelecimento emitente. às unidades da Federação. 2. 4.quantas forem as naturezas das operações. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. colunas sob os títulos "IPI . quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. nas colunas próprias. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. 8. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado.

01/82. o valor do imposto pago por substituição tributária. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. totalizando-os. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. coluna "Observações": anotações diversas. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. no último dia do período de apuração.1970. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. para efeito de lançamento global. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. segundo a natureza da operação. "base de cálculo. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. se consignada no documento fiscal.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. colunas sob os títulos "IPI . modelos 2 ou 2-A. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. deduzida a parcela do IPI. do estabelecimento. Ajustes SINIEF nº 01/80. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. segundo a data de emissão dos 93 . pelo total mensal.12.9. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. 10. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. b) coluna "Outras": valor da operação. "outras" e na coluna "observações". quando for o caso. a qualquer título. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. 16/89 03/94 e 06/95. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas.

Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. colunas sob os títulos "IPI . 7. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. 2. 3. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. Os lançamentos serão feitos. deduzida a parcela do IPI. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. série e subsérie. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . nas colunas próprias. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. deduzida a parcela do IPI. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. sendo permitido o registro conjunto dos documentos.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. b) coluna "Outras": valor da operação. da seguinte forma: 1. se consignada no documento fiscal. de numeração seguida. pelos totais diários das operações da mesma natureza. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. 5.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. números inicial e final e data do documento fiscal emitido. 4. 6. colunas sob os títulos "ICM .documentos fiscais. se consignada no documento fiscal. quando for o caso. colunas sob os títulos "ICMS . emitidos em talões da mesma série e subsérie. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. de acordo com o CFOP. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. colunas sob os títulos "IPI .

quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. 8. 6. 2.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. metros. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. de acordo com a legislação do IPI. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais.documento fiscal. à produção. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. 5. 4. 3. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. separando as destinadas a não contribuintes. marca. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. 95 . bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. coluna "Observações": anotações diversas. "base de cálculo" e na coluna "observações". tipo e modelo de mercadorias. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. Os lançamentos serão feitos operação a operação. litros. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. quando for o caso.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. modelo 3. quadro "Produto": identificação da mercadoria. da seguinte forma: 1. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. correspondentes às entradas e às saídas. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. colunas sob o título "Documento": espécie. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção .12. correspondente a cada operação. dúzias etc). destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. o valor do imposto cobrado por substituição tributária.

coluna "Estoque": quantidade em estoque. Nota: é facultado o lançamento de totais diários. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. Se a saída estiver amparada por isenção. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. Nota: é facultado o lançamento diário. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. produto intermediário e material de embalagem. a quantidade saída. b) coluna "Produção . após cada lançamento de entrada ou de saída. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção .Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. nesta última hipótese. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". quando de direito. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . na coluna "Observações". 7. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. a quantidade saída. e) coluna "IPI": valor do imposto. 96 . quando devido. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. a qualquer título. para industrialização no próprio estabelecimento. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. imunidade ou não-incidência.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. não compreendidas nas alíneas anteriores. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. a qualquer título.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. produto intermediário e material de embalagem. 8. de produto industrializado no próprio estabelecimento. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. consignando-se o fato.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. em se tratando de produtos acabado. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. na coluna "Estoque". a qualquer título. em se tratando de produto acabado.

Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. numeradas tipograficamente. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. 3. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. acusando o saldo das quantidades em estoque. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. coluna "Observações": anotações diversas. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. ou a ele equiparado. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. as quais deverão ser: 1. observada a ordem numérica crescente. A Secretaria da Receita Federal. que será transportado para o mês seguinte. mantidas as outras simplificações. será registrada a utilização de cada ficha. poderá autorizar o industrial. a agrupá-los numa mesma folha. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. em que. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3.9. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . impressas com os mesmos elementos do livro substituído. ser substituído por fichas. a critério da autoridade competente do Fisco estadual.

12. 98 . modelo 5. aos fiscos federal e estadual. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado.1970. que jurisdicionar o estabelecimento optante. quando exigida pelo Fisco. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. quando solicitados. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art.atacadistas. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. anexando modelo dos formulários adotados. por escrito. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. da seguinte forma: 1. Os lançamentos serão feitos operação a operação. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". para posterior confecção dos documentos fiscais. coluna "Autorização de Impressão . Os lançamentos serão feitos. nas colunas próprias. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". 2. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. poderão independentemente de autorização prévia. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. e à Secretaria de Fazenda do Estado.

5. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. série e subsérie de documento fiscal. nos quadros e colunas próprios. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. para posterior confecção do 99 . formulários contínuos etc. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado.12. modelo 6. bem como a lavratura. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. 2. b) coluna "Notas Fiscais": série. quando exigida pelo Fisco. da seguinte forma: 1. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. de termos de ocorrências. folhas soltas. b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. formulários contínuos etc. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". Nota Fiscal de Produtor. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 5. Os lançamentos serão feitos. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. Nota Fiscal de Entrada. Os lançamentos serão feitos operação a operação. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais.3. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. 4. coluna "Observações": anotações diversas. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. folhas soltas.1970. vendas a não contribuintes. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. pelo fisco. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. 3. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 4.

separadamente: 1. do estabelecimento impressor. destina-se a arrolar. os produtos intermediários. coluna "Impressos . b) supressão da série e subsérie. 7.documento fiscal. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". No livro serão também arrolados. os materiais de embalagem. as mercadorias. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. em 100 . pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. as matérias-primas. existentes no estabelecimento à época do balanço. coluna "Observações": anotações diversas. 2. no mínimo. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. os materiais de embalagem. Do total de folhas deste livro. os produtos intermediários. serão destinadas para lavratura. 9. de termos de ocorrência. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. os produtos intermediários. em poder de terceiros. 6. 8. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. as mercadorias. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. as quais devidamente numeradas. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. as mercadorias. as matériasprimas. 50% (cinqüenta por cento). colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. inclusive: a) extravio. pelo fisco.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. modelo 7. as matérias-primas. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. deverão ser incluídas no final do livro.

1970. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. litros. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. marca. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. tipo e modelo. coluna "Classificação Fiscal": posição. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. da seguinte forma: 1. tais como: espécie. metros. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. coluna "Observações": anotações diversas. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Após o arrolamento.12. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. inciso e subinciso referidos no item 1.poder do estabelecimento. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. 2. Os lançamentos serão feitos. o valor será o de seu preço de custo. ainda. o total geral do estoque existente. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. nas colunas próprias. dúzias etc). 5. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. 4. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. 3. quando este for inferior ao preço de custo. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . 6. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço.

FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. podendo conter outros elementos previstos na legislação. Será lavrado termo de arrecadação. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. no mínimo. III . No livro serão registrados. as seguintes indicações: I . no mínimo. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. separadamente. em 2 (duas) vias. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. Deverá ser informado. em função da periodicidade das apurações do ICMS. para a repartição fiscal competente. aquisições e prestações de serviços. Os livros e documentos fiscais.GI/ICMS. A guia será preenchida.identificação do contribuinte. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP.12.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. documento de informação e apuração do imposto. em campos próprios. modelo 9. imposto e demais informações de apuração do ICMS. II . que constituam provas de infração à legislação tributária. 102 . também. por unidade federada. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via.1970. bem como outros papéis. IV . As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. os débitos e os créditos fiscais do ICMS. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. os valores relativos á base de cálculo. que conterá. das operações de entradas e saídas.O livro Registro de Apuração do ICM.período de referência.1970. V . As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês.inscrição estadual. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. destinada a apurar a balança comercial interestadual.12. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS.

Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. e no Convênio SINIEF 06/1989. por si ou quando conectado a outro computador.1970. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. 2. 2. a seguir enumerados. de 15 de dezembro de 1970. que tenha condições de gerar arquivo magnético.12. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. de microempresa e produtor agropecuário. serão 103 . não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. A GI/ICMS será de periodicidade anual. 3. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). de 21 de fevereiro de 1989. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. bem como a escrituração dos livros fiscais. conforme a legislação específica de cada unidade federada. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. devendo ser entregue pelo contribuinte.b) a 2ª via. II – Registro de Saídas. IV – Registro de Inventário. e V – Registro de Apuração do ICMS. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados.GI/ICMS: 1. AUTORIZAÇÃO O uso.

modelo 6. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. d) Conhecimento Aéreo. IV – por total diário. PDV e de Máquina Registradora. quando solicitado. por espécie de documento fiscal. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. modelo 10. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. documentação minuciosa. em requerimento preenchido em formulário próprio. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. as informações a nível de item (classificação fiscal). as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. em meio magnético. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. modelo 9. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. A critério de cada unidade da Federação. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. modelo 7. nas saídas. completa e atualizada do sistema. contendo descrição. O contribuinte estará obrigado a manter. NOTA FISCAL 104 . c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. II – por totais de documento fiscal. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. III – por total diário. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. quando se tratar de Nota Fiscal.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. nas entradas. por equipamento. modelo 22. modelos 1 e 1-A. nos demais casos. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. modelo 8. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. nas aquisições.

a expressão "Folha XX/NN – Continua". arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . no mínimo. obedecido o seguinte: 1. o contribuinte. ARQUIVO MAGNÉTICO . os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. o número total de folhas utilizadas (NN). até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. remeterá às Secretarias de Fazenda.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. no referido campo "Informações Complementares". em cada formulário. que também deverá conter. será emitida. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. omitir-se-á. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido.A Nota Fiscal. 5. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. prevista no Convênio SINIEF 06/89. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. 3. arquivo magnético. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. deverá constar. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. nos casos estabelecidos neste Convênio. de 21 de fevereiro de 1989. salvo o disposto no item 3 abaixo. a expressão "Folha XX/NN". 4. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. exceto o último. 2. com registro fiscal. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. modelo 1 e 1-A. de 15 de dezembro de 1970. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. nos formulários que antecedem o último. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*).

que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. o endereço e os números de inscrição. por sistema eletrônico de processamento de dados. independentemente da numeração tipográfica do formulário. por estabelecimento. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. IV – conter o nome. em ordem numérica seqüencial consecutiva. b) do número de inscrição no CNPJ. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. obedecida sua ordem numérica seqüencial. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. em ordem consecutiva de 000. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. do impressor do formulário. estadual e no CNPJ. II – ser impressos tipograficamente. em caráter excepcional.999.001 a 999. o número da Autorização para Impressão de 106 . reiniciada a numeração quando atingido este limite. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. a data e a quantidade da impressão.no trimestre anterior. c) do número de inscrição estadual. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). por modelo. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e.

desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. desde que sejam separados por 107 . os formulários mensalmente e reiniciar a numeração.999. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. segundo a legislação de cada unidade federada. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. no máximo. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. desde que. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. em cada um deles. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. mensal ou anualmente. reiniciada a numeração quando atingido este limite. É permitida a utilização de formulários em branco. nos termos previstos no Convênio S/Nº. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. em ordem numérica seqüencial. antes de se transformarem em documentos fiscais. Registro de Controle da Produção e do Estoque. pelo prazo de cinco (5) anos. Registro de Inventário. em ordem numérica consecutiva de 000. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. Registro de Saídas. 2. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. Obedecida a independência de cada livro.Documentos Fiscais – AIDF. V – quando inutilizados. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única.001 a 999. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. de 15 de dezembro de 1970. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. 500 (quinhentas) folhas. Relativamente aos livros Registro de Entradas.

A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. em emissão específica de formulário autônomo. juntamente com cada livro fiscal. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. tomar-se-á por base o menor. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. equipamentos e informações em meios magnéticos. com observações relativas às alterações. contendo apenas os códigos neles utilizados. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. contados da data do último lançamento. marca. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. tipo ou modelo de mercadoria. se houver. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. a critério de cada unidade da Federação. a apuração dos estoques. marca. e respectivas datas de ocorrência. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. 108 . decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. tipo ou modelo de mercadoria. quando exigido. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque.

IV .ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .Registro de Apuração do ICMS. quando exigido. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. V . EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos.Registro de Apuração do IPI.Registro de Entradas. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . II . O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal.IPI. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. III .Registro de Saídas. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha.Registro de Inventário. senhas. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. por meio de emissão específica de formulário autônomo. os registros ainda não impressos.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. tais como. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . 109 . manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco.

o arquivo digital passará. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. não basta a escrituração. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. instituído pelo Decreto 6. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. portanto. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. quando o montante do tributo apuração. Para tais fins. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. Antes de ser recebido. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. Receita.022/2007. relacionados com a infração. tributárias é o caso. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. 3º. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. art.2008.Desta forma.01. Entretanto. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. a partir de 01. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo. 110 . por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. incluindo-se aí o ICMS.ICP-Brasil pelo contribuinte. assinatura digital e transmissão do arquivo. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. acompanhada. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa.SPED. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada.2009. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo.06. de forma irretratável. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

00. incide o ICMS. Atenciosamente. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. de 05 de dezembro de 2003. de recolher R$ 180. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. o que faz nesta data. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional.999. ora lhe beneficiam.00. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. no valor de R$ 1. respeitosamente. Justa S/A. inscrita no CNPJ sob nº 99. Portanto.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. 111 .Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. contribuinte do ICMS.999. pessoa jurídica de direito privado.999-99. Outrossim. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. portanto. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. de bens salvados de sinistros. por pessoa física. Deste modo. com isenção de ICMS. que ora favorecem o contribuinte. com a respectiva correção monetária e juros. deixando. Curitiba.000. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. para uso próprio. vem. 02 de dezembro de 2004.

STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. personalizada e sob encomenda. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 .24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. Súmula nº 661 .24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS. está sujeita. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes.1.STF . ainda que envolva fornecimento de mercadorias. destinado a uso próprio. Súmula nº 660 . é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 .STF . gravados em fitas de videocassete. apenas. p.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. incide o ICMS.STF .24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. ao ISS. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação.

XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. quando se tratar de parcelamento. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. a firma ou a razão social. do parcelamento. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. XIII – Campo 12 – Microfilme. conforme o caso.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. conforme o caso. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. atendendo as necessidades de cada UF. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. do contribuinte. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. XVII – Campo 16 – Nome. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. incluindo o ICMS. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal.

Santa Catarina 26 – 4 .Rio Grande do Norte 21 – 3 .Pará 16 – 7 .Roraima 25 – 6 .Acre 02 – 7 .Espírito Santo 10 – 8 .Rio Grande do Sul 22 – 1 . XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias. o número e complemento do endereço do contribuinte.Ceará 07 – 8 .Sergipe 28 – 0 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida. XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Paraíba 17 – 5 .Bahia 06 – 0 .Mato Grosso 14 – 0 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Minas Gerais 15 – 9 .Amapá 04 – 3 .Piauí 20 – 5 .Amazonas 05 – 1 .Pernambuco 19 – 1 .Rondônia 24 – 8 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras. IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro. Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Tocantins 114 .Distrito Federal 08 – 6 .Alagoas 03 – 5 .Paraná 18 – 3 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Goiás 12 – 4 .Maranhão 13 – 2 .Rio de Janeiro 23 – 0 .São Paulo 27 – 2 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.

Código 10009-9 Base: art. ainda. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. à repartição a que estiver vinculado.Código 10007-2. g) ICMS Autuação Fiscal . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. cópias da Declaração de Importação.Código 15001-0. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. quando prevista na legislação estadual. do regime ou. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. k) Taxa . a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". expedido pelas autoridades competentes. com a expressa indicação do bem a ser exportado. de documento equivalente. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. c) ICMS Energia Elétrica . b) das quais resultem. l) ICMS recolhimentos especiais . na inexistência deste. Obriga-se. i) ICMS Dívida Ativa . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . f) ICMS Importação . pela repartição federal competente.Código 10003-0. na inexistência deste.Código 10005-6. de documento equivalente. para exportação.Código 10006-4. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91. em qualquer caso.Código 10002-3. O benefício previsto: 1.Código 10001-3. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 10008-0. j) Multa p/infração à obrigação acessória .DDE. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. comprovada mediante a entrega. m) ICMS Substituição Tributária por Operação .Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação .Código 50001-1. de cópias dos seguintes documentos. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. d) ICMS Transporte .Código 60001-6.Código 100048. de 25 de abril de 1991. o importador a proceder à entrega. e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . h) ICMS Parcelamento .

às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. também. Entretanto. conforme o caso.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. 116 . devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. 2. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. estando conectado à internet. também. consignando-se. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. inclusive com a finalidade de exportação. Amplitude A isenção estende-se. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. novo Ato Concessório.1. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. multa e demais acréscimos legais. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. resultando na descaracterização do benefício previsto. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". ato Concessório aditivo.

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