ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 . antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.Contabilização Crédito Presumido .01.311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.

544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. O IVC possuía natureza mercantil. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. substituindo o IVC. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. de competência federal. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS./88 (na redação da EC nº 3/93). energia elétrica. e minerais do País. A inovação do ICM advém de que. I. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. pela Assembléia Nacional Constituinte. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. da C. o IVC era exigido. a começar do produtor até o consumidor final. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. diferentemente do IVC. do produtor até o consumidor. 155. isto é. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. de incidência única. Era.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. Já o art. próprias dos impostos em “em cascata”. Sendo assim. não apresenta as características de cumulatividade. de 01 de dezembro de 1965. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. b.F. extinguindo os impostos especiais. incidindo em todas as fases de circulação. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. portanto um imposto com incidência “em cascata”. 5 . dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4.

... senão em virtude da lei. A Constituição Federal atribui a competência tributária. no inciso 1 do artigo 150... como um processo legislativo. leis delegadas.ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5. onde abate-se do montante devido 6 ... A lei... medidas provisórias. deve ser compreendida no seu sentido amplo. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.. inciso II.. emendas constitucionais.. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18.. envolvendo desde a Constituição Federal.. que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça.. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal... nem sempre respeitadas pelos entes federados... impondo limitações ao poder de tributar.. em razão de introduzirem modificações em seu texto... ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa.... leis ordinárias. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo..... no artigo 155.. submetendo todas as demais normas jurídicas.... Este sistema é conhecido como “débito x crédito”.. decretos legislativos até as resoluções........ II .. mas que passamos a apresentar a seguir. Do ponto de vista tributário... . leis complementares. ou seja.. as diversas características do ICMS. § 2º.. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual..Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -... a seguir reproduzido: Artigo 155 ..) A Constituição Federal determina.. da Constituição Federal.. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior........... Sua base constitucional é o artigo 155... a nossa Carta Magna estabelece..03. As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal..... ainda.1993. A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário..

acesse o tópico Alíquotas. ALÍQUOTAS INTERNAS .pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. por exemplo. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. Para maiores detalhes. agricultor etc. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. bebidas. 25% para consumo superior a 200 kWh . b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. nesta obra. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. Dependendo do Estado. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. interestaduais e de exportação. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros.progressivamente). aprovada pela maioria absoluta de seus membros. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. nem sempre respeitados pelos entes federativos. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. fumos. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”.PISO 7 . e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. seletivamente). iates. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. O Estado de São Paulo. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados.

00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. Assim. b) a alíquota interna. por parte de contribuintes do imposto. no valor de R$ 1. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo. quando o destinatário for contribuinte do imposto. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. deverá este recolher. como “diferencial de alíquotas”.00 menos R$ 120. neste caso. assim como sobre o serviço prestado no exterior. quando o destinatário não for contribuinte dele. quando o destinatário for contribuinte do imposto.00. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto.00 3. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. isenções. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. qualquer que seja a sua finalidade. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1.00 x 18% = R$ 180.000.00. oriundos de outro estado da federação. quando da aquisição. chamando-se esta diferença. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. art. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII.000.00 2. 8 .00 = R$ 60. de mercadorias para consumo próprio. Portanto. bem ou serviço. "g". adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.

nas hipóteses definidas no art. para uso próprio. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. 3. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. apenas. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. está sujeita. 153. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. quando a operação. personalizada e sob encomenda. operações que destinem a outros Estados petróleo. sobre o ouro. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. inclusive lubrificantes. e energia elétrica. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. o Distrito Federal e os Municípios. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. 146. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. em matéria tributária entre a União. os Estados. ao ISS.b) sobre o valor total da operação. ENERGIA ELÉTRICA. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. na base de cálculo do ICMS. por pessoa física. 9 . configure fato gerador dos dois impostos. tendo por finalidade. 2. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. o montante do imposto sobre produtos industrializados. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). dentre outras (Art.

lançamento. crédito. compete à lei complementar a atribuição de.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. Tem aplicação em âmbito nacional. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . "a". 102/2000. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. de serviços e de mercadorias. e) excluir da incidência do imposto. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). Como o próprio nome diz. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). 114/2002. b) dispor sobre substituição tributária. em seu artigo 155. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. A própria CF. prescrição e decadência tributários. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. nestes termos: XII . nas exportações para o exterior. Na verdade. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. inciso XII. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. bases de cálculo e contribuintes. d) fixar. b) obrigação. tão-somente. g) regular a forma como. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). 99/99. isenções. bem como. a dos respectivos fatos geradores. Hierarquicamente. como a 92/97. f) prever casos de manutenção de crédito. 120/2005 e 122/2006. sem alterálos.

na área do ICMS. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. decretos ou atos normativos). Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. nas regulamentações estaduais do ICMS. 155. concede benefício tributário é passível de nulidade. A ministra Eliana Calmon. Para detalhamentos sobre Convênios. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. Em processo Resp 556.art. como. Ato de governador de Estado que. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. relatora do processo. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. o qual estabelece. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. mediante decreto. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN.ICMS Hierarquicamente.287. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. Temos. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. 11 . ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. antes de entrar em vigor no mesmo. por exemplo. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. como. veja o tópico respectivo. Após a edição do Convênio. parágrafo 2º inciso XII. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. O contribuinte. letra "g". pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. no inciso VI. por exemplo. ao se deparar com tais ilegalidades. mediante simples Decreto do Executivo. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. e adotar a medida legal que julgar pertinente. Para a ministra. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. todas as normas estaduais (sejam leis.

a recepção. inclusive a geração. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . quando não destinados à comercialização ou à industrialização. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. restaurantes e estabelecimentos similares. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. Dentro desse enfoque. mercadorias ou valores. ou serviços. VIII – sobre a entrada. periódicos e o papel destinado a sua impressão. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. em matéria de isenção do ICMS. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. por pessoa física ou jurídica. jornais. a emissão. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. e de energia elétrica. com convênio aprovado por decreto legislativo". de petróleo. não se há de comparar decreto do governador. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. III – prestações onerosas de serviços de comunicação."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. a transmissão. decorrentes de operações interestaduais. a retransmissão. IV – operações com ouro. por qualquer meio. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. de competência dos Municípios. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. por qualquer via. concluiu a relatora. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. de pessoas. qualquer que seja a sua finalidade. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. Aliás. bens. quando destinados à industrialização ou à comercialização. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. no território do Estado destinatário.

inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. para fins de não incidência.cambial. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. pelo próprio autor da saída. comercial ou de outra espécie. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. de competência dos Municípios. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. VIII – operações de arrendamento mercantil. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. qualquer que seja a sua finalidade. ainda que para outro 13 . CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. que realize. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. destinada a: a) empresa comercial exportadora. física ou jurídica. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que.

III . que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. como definido na lei complementar aplicável. VII . inclusive a geração. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. quando não destinados à comercialização ou à industrialização.do ato final do transporte iniciado no exterior.do fornecimento de alimentação. IV . feita por qualquer meio. devendo a autoridade responsável. a emissão.do recebimento. VIII . considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. pelo destinatário. salvo disposição em contrário. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. V . 2. a entrega.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. a recepção. no Estado do transmitente. II . 14 . a retransmissão.da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. Após o desembaraço aduaneiro. Notas: 1. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza.das prestações onerosas de serviços de comunicação.estabelecimento do mesmo titular. salvo disposição em contrário. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. de serviço prestado no exterior. X .da transmissão de propriedade de mercadoria. cartão ou assemelhados. exigir a comprovação do pagamento do imposto. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. VI . a transmissão. de qualquer natureza.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. ou de título que a represente. pelo depositário.

d) imposto sobre operações de câmbio. e) quaisquer outros impostos. b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. 3 . 7 .na hipótese do item II anterior.da utilização. b) imposto de importação.na saída de mercadoria prevista nos itens I. o valor da operação. taxas. 5 . III e IV anteriores. a) o valor da operação. 4 . por contribuinte.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. contribuições e despesas aduaneiras. Notas: 1.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. 2. o preço do serviço. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. o valor da prestação do serviço.XIII . 2 . compreendendo mercadoria e serviço. c) imposto sobre produtos industrializados. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. acrescido. se for o caso. 15 . substituirá o preço declarado. nos termos da lei aplicável.na hipótese de serviço prestado no exterior. O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. o valor da operação.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. 6 .na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. como definido na lei complementar aplicável. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 .

constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. II . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. o valor da prestação no Estado de origem. bem como descontos concedidos sob condição. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. SEGUROS. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. o valor da operação de que decorrer a entrada. por contribuinte. 16 . 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. b) frete. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados.8 . concomitantes ou subseqüentes. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. sejam antecedentes. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias.na hipótese da utilização. recebidas ou debitadas. inclusive na hipótese de importação: I . nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. juros e demais importâncias pagas. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente.o montante do próprio imposto. 9 . bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. que seja contribuinte do imposto.o valor correspondente a: a) seguros.

00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. em razão da sistemática substitutiva do ICMS.em relação às operações ou prestações subseqüentes. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. inclusive lucro.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes.000. para fins de substituição tributária. Este valor será somado na fatura/duplicata. b) o montante dos valores de seguro. a base de cálculo do imposto.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. no que se refere à alíquota. único ou máximo.240. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. base de cálculo. relativa às operações ou prestações subseqüentes.00 Valor total da fatura: R$ 1. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. c) a margem de valor agregado. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. Base de Cálculo A base de cálculo. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. será: I . margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados. Portanto. II . para fins de substituição tributária. é o referido preço por ele estabelecido. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. deverá observar às disposições da legislação paulista. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. seja fixado por órgão público competente.

exceto se produtor rural ou microempresa. na prestação interna. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. 6º. as Unidades da Federação. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas.não mais terão recolhimento do ICMS. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. 1. exceto se produtor rural ou microempresa. encerrando-se o ciclo de tributação.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. 1. 18 . a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. estabeleceram que. da Lei Complementar 87/1996). Considerando este fato. quando contribuinte do ICMS. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. quando contribuinte do ICMS. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. parágrafo 1º. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. b) – ao destinatário da mercadoria. Observe que.

Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. também devidamente atualizados. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. Havendo decisão contrária irrecorrível. concomitantes ou subsequentes. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. além das indicações exigidas pela legislação. o contribuinte substituído poderá se creditar. mercadoria sujeita à substituição tributária. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. de dentro ou de fora do Estado. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. Exemplo de Cálculo: 19 . A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. do valor objeto do pedido. procederá ao estorno dos créditos lançados. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. o contribuinte substituído. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. em sua escrita fiscal. – da saída subsequente por ele promovida. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. ainda que isenta ou não-tributada.

00.00 = R$ 360.000.00 = R$ 240. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996.000. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. fixado a varejo. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. em conta especial. na falta deste. ainda.00. de posse da nota fiscal. Teremos então: 1. ou na sua falta.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto. 4.000. devendo. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. para o lote das mercadorias. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. O estabelecimento fornecedor. localizada na praça do estabelecimento remetente.GNRE. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo.00. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . ou.ASBACE. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante. sempre que o 20 .000.00. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais .00 – R$ 120. para atacadista situado em outro estado da federação. (2 . do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. Ou seja. é de R$ 2. O preço de venda. na próxima operação. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. poderá deduzir o valor do imposto retido. no valor de R$ 1.000. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2. A alíquota interestadual é de 12%. A critério do fisco de cada unidade federada.00 2. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. para tanto. 3. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim.00.00 x 12% = R$ 120. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária.

como dispuser a legislação tributária. importado do exterior. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. LC 87/1996. o do estabelecimento que transfira a propriedade. desde que inclua todas as operações citadas. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93.Substituição Tributária (GIAST). mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. ou o título que a represente. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. o do domicílio do adquirente. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. Temos então. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. • • • 21 . ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. quando não estabelecido. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. Bases legais: CF. onde se encontre. 150. art. § 7º. Convênio ICMS 81/1993. importado do exterior. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. no momento da ocorrência do fato gerador. ou com seus registros totalizadores zerados.

o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. na hipótese da utilização. o do estabelecimento destinatário do serviço. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . inclusive consumidor final. assim entendido o da geração. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. nos demais casos. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. onde se encontre o transportador. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. quando prestado por meio de satélite. o do estabelecimento destinatário do serviço. o de desembarque do produto. como dispuser a legislação tributária. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. na hipótese de captura de peixes. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. cartão. ampliação e recepção. na hipótese da utilização. crustáceos e moluscos. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. emissão.• • aquele onde seja realizada a licitação. lubrificantes e combustíveis dele derivados. ou assemelhados com que o serviço é pago. transmissão e retransmissão. onde seja cobrado o serviço. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. por contribuinte. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. por contribuinte. repetição. quando não destinados à industrialização ou à comercialização.

000. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. IV – vier a perecer.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas.00 = R$ 40. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.000. Salvo prova em contrário. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. 20 da Lei Complementar 87/96). real ou simbólica. deteriorar-se ou extraviar-se.00. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.000. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento.00 – R$ 10. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. 23 . É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. exceto se tratar-se de saída para o exterior.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. exceto as destinadas ao exterior. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.000. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. II – para comercialização ou prestação de serviço.O imposto é não-cumulativo. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural. no estabelecimento.000.

23 da LC 87/96). não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. se for o caso.11. a mesma não foi lançada no registro de entradas. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I .000. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 .12.01.000. No período de apuração.havendo saldo remanescente. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. Se.00 R$ 40.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31. não foi creditado o ICMS respectivo. por força da LC 120/2005.000.000. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art. e por conseguinte. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.000.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo.2005. E.00 de créditos. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser.2006.00 R$ 50. por um lapso da escrita fiscal do adquirente. II . do período anterior. o respectivo direito deixará de existir. até 16.000. teve R$ 50. Na ocasião. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.2001. jornais e periódicos.11. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. a diferença será transportada para o período seguinte.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. a partir de 01.00. de R$ 10.000.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. Tinha um saldo credor acumulado.00 R$ 10.00.

§ 1º da LC 87/1996. previstos no art. caso contrário.contribuintes do mesmo Estado. 25. para um determinado período. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. a partir de 26. Na hipótese do item III.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. Os governos voltaram à sensatez. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. Base: art. revogando a restrição.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. 26 da LC 87/1996. a atitude dos governos envolvidos. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. Base: art. especialmente na área do ICMS.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. se positiva. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. 25. e em 23. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. que pagará a diferença apurada. Lamentável. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. produzem uma legislação de incentivo. III . mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. no afã de atrair investimentos. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. § 1º da LC 87/1996. ao fim do período.2005. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período.que. em todos os aspectos. aguçados pela politicagem e 25 . assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. Entretanto. tendo como base determinados benefícios.12. mas. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias.10. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . II .

mas da punição sofrida por aquele que. 155. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias.04. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. Nesta obra. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem.art. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. típico de legislação autoritária. remetida. conforme o caso. entretanto. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. a qualquer título. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. Receita ou Tributação. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. Rio de Janeiro.2004. a um contribuinte situado em seu território. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. a qualquer custo. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. É um verdadeiro absurdo. entre os Estados da federação. Rio Grande do Sul. pelos investimentos privados. as bases da restrição continuam válidas. Diante da gritaria geral. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. A falta da informação no documento da operação ou prestação. parágrafo 2º inciso XII. adquire mercadorias em outro estado. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. letra "g". sem ciência. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. Santa Catarina e São Paulo. Paraná. Minas Gerais. Entretanto. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. ainda. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. sem 26 . representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . Trata-se de uma disputa predatória. Finanças.

bubalino ou suíno. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo .ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . Produtos do abate de aves.Financiamento de 70% do ICMS .2156-7.ADIN nº 2561-9. acertem os ponteiros entre si. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. através do Comunicado CAT 36/2004. industrialização de pescados. A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. BAHIA Cobre e derivados do cobre . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria .Paulo. Empreendimentos do PRO-DF .ADIN nº 2440-0 e 2543-0. gado bovino. gado.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. Insumos para a fabricação . Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves. Financiamentos vinculados ao ICMS . um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S.ADIN nº 2548-1. Assim. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado.ADIN 2441-8. MATO GROSSO DO SUL 27 .ADIN nº.ADIN nº 1179-1. PARANÁ Produtos de informática. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. produtos de informática e automação. coelho.

Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .ADIN nº 2439-6. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16. j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. limpeza e conservação domiciliar.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). raízes.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene.Programa Geral de Incentivos Fiscais . limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16. . verduras. Em relação aos demais incentivos. n) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). tubérculos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). c) de frutas.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.BAHIA .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). i) de máquinas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003). concedidos por produto e região do Estado. e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16. l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). b) de farinhas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).AMAZONAS .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Setor industrial .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. 28 . aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.

coelhos. caprinos. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. ovinos. aves. papel.5% sobre o montante das operações interestaduais). polvilho. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. q) de embalagens (crédito presumido de 16. rapadura. g) de outros produtos do gênero alimentício.DISTRITO FEDERAL . (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). . (crédito presumido de 9.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). exceto carnes. feijão. b) de animais vivos das espécies: bovinos. óleo de soja.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). rãs. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. no período de 23/06/99 a 19/12/99. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. Cream Craker. . Maisena e Maria.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal. . crédito presumido de 11%.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. pescados e seus derivados. concentrado ou simples concentrado. leite em pó. leite tipo C. fubá de milho. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). extrato de tomate. e pescado. exceto os glicerinados. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. pescados e seus derivados 29 .834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9.Artigos esportivos importados . água sanitária. arroz.Componentes. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. açúcar refinado e cristal.o) de artigos de escritório e papelaria. suínos. margarina. farinha de mandioca. sabão em barra. macarrão tipo comum. papel higiênico. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. p) de móveis (crédito presumido de 16. alho. halvarina. bem como as carnes. pão francês de 50g.: para carnes. sal de cozinha.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). sabonete. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. hidratante ou adicionados de óleos especiais. café torrado e moído. creme vegetal. bufalinos.5% sobre o montante das operações interestaduais).

5%).070 (crédito presumido de 2%) Obs. (crédito presumido de 10.804.100. energia elétrica. . exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). de 2%.410.Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. lubrificantes.25% a 19.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano).códigos NBM-SH 4802.5% a 52. 4810.Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40.5% sobre o montante das operações interestaduais).Qualquer mercadoria. m) de papel .PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados . de limpeza. 40. 4807. c) Produtos alimentícios. . combustíveis. 40.130. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. bolsas. j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. 40. o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9.GOIÁS .5% sobre o montante das operações interestaduais). mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. .5% sobre o montante das operações interestaduais).RIO DE JANEIRO: a) Tecidos. lingerie. e a partir de 01/08/2000 de 3%).5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. produção ou industrialização (crédito presumido.5% sobre o montante das operações interestaduais). calçados. b) Central de distribuição . de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. . roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . no período de 21/11/94 a 31/07/2000.(crédito presumido de 3% a 8%). h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. e. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais). que pode excluir determinada mercadoria. exceto café.(crédito presumido de 10. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. .ESPÍRITO SANTO . 4804.5% sobre o montante das operações interestaduais). 4811.: Dependente de autorização.902 e 41.(crédito presumido de 47. 4809. 40. quando não seja elaborado sob encomenda. 4817 e 4823.5% sobre o montante das operações interestaduais).MATO GROSSO DO SUL .

857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações . 24.Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIO EMPRESA EMERGENTE. 24. f) Petróleo e Derivados .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções .863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. h) Fármacos e Químicos .Rio Portos . 24.Programa de Atração de Estruturantes .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. c) Importadores . g) Plástico e Resinas Plásticas . Decreto 23.Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.de 22/09/2000 a 31/12/2002).Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social . 2. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência).até 9% do valor da importação (Lei nº. 4.FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº. desodorante. distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo. 24.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro .Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº. 24. 31 .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. l) Geral .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa). j) Têxteis .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. d) Geral . m) Geral .823/97.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. o) Industrial. i) Autopeças e Navipeças . 24.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro .RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial. e) Geral . k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . talco.Financiamento vinculado ao ICMS . 23.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .

br/confaz. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. com sede no Distrito Federal. . em assunto técnico. . o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. expressamente. inciso IV.Alimentos. delegar.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. isoladamente. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. O Conselho pode. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado.fazenda.http://www. visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . o mesmo deverá ser. os convênios passam a ter eficácia. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. para efeito de concessão ou revogação de isenções. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. o Distrito Federal e os Municípios. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. Só após aprovados legislativamente.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. pelo comportamento lesivo entre os Estados. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . incentivos e benefícios fiscais. ratificando o Convênio.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. Cabe a cada contribuinte. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios.COTEPE/ICMS.gov.35. os Estados. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. observa-se que. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF.TOCANTINS .RIO GRANDE DO NORTE . são normas complementares das leis.COTEPE/ICMS para decidir. os convênios que entre si celebrem a União. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . incentivos e benefícios fiscais do imposto.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. do CTN.

a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal. O SINIEF tem como objetivos: 1 . XV .do referido imposto em todo o território nacional. X .U. 33 .CONFAZ.orientar as Secretarias de Fazenda. IX . XI . Compete à COTEPE/ICMS: I .02.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS. Protocolos e Ajustes SINIEF.assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. pertinentes ou relacionados ao ICMS. SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.SINIEF. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS.executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ. V .opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. III . Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios.O. XIII . formalmente.1971).criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. II .apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais.apreciar. VI .1970 (D.: 18. VIII . nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual. XII .promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social. Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .12. IV . XVI . VII .apreciar as proposições de Convênios.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas. XIV .opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais .

Fiscal. V . no mínimo. o endereço é http://www.número de inscrição estadual. b) Distrito ou subdistrito. III . c) Município.instituição da guia de informação e apuração do imposto. mesmo que através de códigos. no mínimo.ibge. V . d) Unidade da Federação. na internet.cnae. poderão. composto.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.CNAE. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .instituição do código de classificação das situações tributárias. II .firma ou razão social. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. IV .CNAE . III . em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário.CONCLA. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal. VI .no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. operações e prestações. 34 .gov. Para consulta do CNAE-Fiscal.Fiscal . de: a) Rua e número. IV . II . interestadual e internacional.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. a critério do Fisco estadual.endereço.2 . aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). II .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.unificação dos documentos e livros fiscais. desde que: I . os seguintes elementos básicos: I .Código de Atividades Econômicas.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá.br. de passageiros.instituição de relação referente às saídas de mercadorias. UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF. serão adotadas as seguintes medidas: I .

Importação direta 2 . TABELA CFOP Veja. em arquivo próprio. nesta obra.Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais. com base na Tabela B.Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Estrangeira .Origem da Mercadoria 0 .Não tributada 50 . os códigos CFOP e respectivas aplicações. onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Tributada integralmente 10 .Suspensão 51 .Isenta 41 .Estrangeira .Adquirida no mercado interno Tabela B .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 . nas guias de informação e em todas as análises de dados. as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS. Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989. com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS. TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB. Tabela A .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .Com redução de base de cálculo 30 .III .Diferimento 60 .Nacional 1 .Tributação pelo ICMS 00 . os documentos relativos a todos os locais envolvidos.

IV . devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. modelos 1 ou 1-A. conforme as operações que realizarem.Nota Fiscal de Venda a Consumidor. III . INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. modelo 4. devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. em todas as vias. NÃO INCIDÊNCIA.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". II . esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. 2. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado.12. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. IMUNIDADE. 3. 4.Nota Fiscal de Produtor. os seguintes documentos fiscais: I . fazendo prova apenas em favor do Fisco. modelo 2.1970. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. salvo quando adotadas séries distintas. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. omitir indicações. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio. 2. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". 4. hipótese em que nada será anotado neste campo. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15.Nota Fiscal. 03/94 e 6/2008. o documento que: 1. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). com alterações posteriores. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. não36 . 3. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. que não lhes prejudiquem a clareza. contenha declarações inexatas.

em ordem crescente de 1 a 999. terá talonário próprio. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. o endereço e os números de inscrição. no máximo. II . contínuos ou em jogos soltos.o número de ordem. e 50 (cinqüenta). série e subsérie e o número da via. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. 37 . a emissão dos documentos poderá ser dispensada. poderão usar formulários. Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. os de numeração inferior. no mínimo. por espécie. em substituição aos blocos. do estabelecimento emitente.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor".incidência.o nome. III . SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. filial. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. seja matriz. Atingido o número 999. estadual e no CNPJ. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I . modelo 2. sem distinção por subsérie. ou já tenham sido usados. agência. podendo. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. Em relação aos produtos imunes de tributação. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. Cada estabelecimento. Para maiores detalhes.a data da emissão. indicando-se o dispositivo legal respectivo. depósito ou qualquer outro. numerados tipograficamente. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. sucursal. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. IV . também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte).999.

Desobrigação O contribuinte. do impressor da nota. modelo 1 ou 1-A.o nome. quantidade. modelo. da Nota Fiscal. II . portando o seu estoque de mercadorias. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. modelo 2. inicial e final.000. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO).12. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. modelo 2. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.os valores. para exibição ao Fisco. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. IV e VII serão impressas. que exerça atividade 38 . a data e a quantidade da impressão. a partir de 1.ECF. das mercadorias e o valor total da operação. art.números. quando exigida. modelo 2: a) será adotada a série "D".00 (cento e vinte mil reais).1970. VI . tipo. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. com receita bruta anual de até R$ 120. estadual e no CNPJ. dos documentos fiscais emitidos. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal .a discriminação das mercadorias. VII . em substituição aos mesmos. unitário e total. inclusive o manual. quebra ou furto do equipamento. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . 50. o endereço e os números de inscrição. pessoa física ou jurídica. em ordem crescente. As indicações dos itens I. em 2 (duas) vias. tais como falta de energia elétrica. espécie. II. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. no mínimo. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. com ou sem utilização de veículo.V . sem estabelecimento fixo ou permanente.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. marca. será permitida a emissão por qualquer outro meio.motivo e data da ocorrência. impresso após a letra indicativa da série. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 6: I .

modelo 1 ou 1-A. apenas o número e a 39 .por exigência de legislação federal. será emitido o Cupom Fiscal ou. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. ou a Nota Fiscal. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. nas vias do documento fiscal emitido. tenda e similares. Finanças ou Tributação das unidades federadas. feirante. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. este atribuído pelo estabelecimento. II . modelo 2.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. no recinto de atendimento ao público. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. do livro Registro de Saídas. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. ambulante. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. modelo 2. Nas hipóteses previstas acima. Integração de Equipamento A utilização. fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. no lugar deste. modelo 1 ou 1-A. em ambos os casos. a critério da unidade federada. b) realizadas fora do estabelecimento. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF.indicar na coluna "Observações". II . II . e utilizado como prova de infração à legislação tributária. O equipamento em uso. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. mascate.por solicitação do adquirente. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores.comercial na condição de barraqueiro.anotar. o contribuinte deverá: I . emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações.

poderá ser permitida a utilização de séries distintas. entrarem bens ou mercadorias. no estabelecimento. via ficará presa ao bloco. real ou simbolicamente.sempre que promoverem a saída de mercadorias. pelo transportador. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. III .sempre que. para separar as operações de entrada das de saída.série do documento. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. via ficará presa ao bloco. ao destinatário.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. 40 . em 3 (três vias).12. quando houver interesse por parte do contribuinte. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. pelo transportador. ao destinatário. Na Nota Fiscal de Produtor. a partir de 1. b) a 2ª. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. IV . c) a 3ª. vedada a utilização de subsérie. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. modelo 4: I . quando houver determinação por parte do Fisco. b) a 2ª. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. II . via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. II . via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. em ordem crescente. III . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.em outras hipóteses previstas na legislação. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.na transmissão da propriedade de mercadorias. em 4 (quatro) vias.1970.anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue.

desde que dentro do período de apuração do imposto. Na prestação interestadual de serviço de transporte. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. em veículos próprios ou afretados. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. além do que se achar registrado em nome da pessoa. modelo 7. IV . II . aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. Nota: considera-se veículo próprio. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. em relação a cada tomador de serviço. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. no mínimo. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. para englobar. as prestações executadas no período de apuração do imposto. d) a 4ª.pelos transportadores de valores. III .pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. II . para cada viagem contratada. III .pelos transportadores ferroviários de cargas. será utilizada: I .1970. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal.a 2ª via acompanhará o transporte. que terão a seguinte destinação: I .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. para englobar. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. III . as prestações realizadas. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. até o final do período de apuração do imposto. II . para englobar. 41 . em relação a cada tomador de serviço. Na prestação interna de serviço de transporte.pelos transportadores de passageiros. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. no final do período de apuração do imposto. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário.c) a 3ª. para fins de controle no Estado de destino. que terão a seguinte destinação: I . Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. por veículo. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. em 4 (quatro) vias. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.1ª via será entregue ao contratante ou usuário.12.

a identificação do tomador do serviço: o nome. a data e quantidade de impressão.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a base de cálculo do ICMS.a data da emissão. poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas.IV . VII . XI . do impressor da nota fiscal.o valor do ICMS.a discriminação do serviço prestado. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. o endereço. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF.origem e destino. as seguintes indicações: I . A NF conterá. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007. V . quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. IV . III . XIII . Nas prestações internacionais.a identificação do emitente: o nome. no mínimo. bem como os acréscimos a qualquer título.a alíquota aplicável. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". a critério de cada unidade federada. XII . XIV . o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie.o valor total dos serviços prestados. modelo 27. acrescido do respectivo código fiscal de operação. VI . a série e subsérie e o número da via.a natureza da prestação do serviço. e o número da autorização 42 .o nome.o número de ordem. de modo que permita sua perfeita identificação. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . modelo 7. o endereço.o valor do serviço prestado. IX . X . o endereço. e os números de inscrição estadual e no CNPJ. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. os números da inscrição estadual e no CNPJ. VIII .

a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. II. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. XIV e XV serão impressas. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. que terão a seguinte destinação: 1ª via.para a impressão dos documentos fiscais. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. com o intuito de documentar operações e prestações. será credenciado pela administração 43 . Registro Prévio Para emissão da NF-e.a data limite para utilização. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. será entregue ao tomador do serviço. 2ª via. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. XV . Base: Ajuste SINIEF 7/2006. antes da ocorrência do fato gerador. o contribuinte deverá solicitar. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. previamente. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. V. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. As indicações dos incisos I. de existência apenas digital. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.

ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. 44 . II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e.999. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. contendo o CNPJ do emitente. mediante prévia autorização da administração tributária. vedada a utilização de subsérie. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. As séries serão designadas por algarismos arábicos. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. em ordem crescente.999. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. a partir de 1. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. juntamente com o CNPJ do emitente. por estabelecimento e por série. número e série da NF-e. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. a fim de garantir a autoria do documento digital. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”.

será aceito pelo contribuinte destinatário. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e.fabricantes de cigarros. no tamanho A4 (210 x 297 mm). o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. A consulta à NF-e será disponibilizada. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. III .produtores. 45 . assim definidos e autorizados por órgão federal competente. quando solicitado. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. inclusive para fins de escrituração fiscal. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. O DANFE deverá ser impresso em papel. IV . Posteriormente. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. exceto papel jornal. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. II . devendo ser apresentadas à administração tributária. quando solicitado.distribuidores de combustíveis líquidos. podendo ser utilizadas folhas soltas. formulário de segurança. devendo ser apresentadas à administração tributária. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e.distribuidores ou atacadistas de cigarros.

Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio. XIV .fabricantes de automóveis. a expressão: “Transporte subcontratado com . Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005.. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005.2009.... CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .2008. camionetes.. de cargas.. VI .NF-e. VII . relaminados... refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica .. vendam energia elétrica a consumidor final.V . 46 . XI ..fabricantes de refrigerantes.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. em veículos próprios ou afretados. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007.transportadores e revendedores retalhistas ..09.fabricantes.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e.2008 e 01. 01. IX . UF.12.. modelo 8.. fazendo constar no campo “Observações” deste ou. no Ambiente de Contratação Livre (ACL). além do que se achar registrado em nome da pessoa. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.TRR. trefilados e perfilados de aço.. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal. proprietário do veículo marca .04. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano.. suínas. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. VIII . XIII .frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. bufalinas e avícola. ônibus e motocicletas. com vigência a partir de 01. caminhões.fabricantes de ferro-gusa.......fabricantes de semi-acabados.. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. do Manifesto de Carga.. se for o caso. interestadual e internacional. laminados planos ou longos. utilitários.. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço. placa nº.agentes que.. XII .fabricantes de cimento. X .

podendo. A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. a critério do fisco. que terão a seguinte destinação: I .a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. em qualquer sentido. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. em 4 (quatro) vias. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. a informação de que se trata de serviço de subcontratação.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. III .9 x 21. II . esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. no campo “Observações”. modelo 9. no mínimo. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. IV .0 cm. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. com destino à Zona Franca de Manaus. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. podendo servir de comprovante de entrega. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. 47 . a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). interestadual e internacional de cargas.

Na prestação de serviço de transporte aquaviário. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). em 4 (quatro) vias. II . com destino à Zona Franca de Manaus.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. podendo servir de comprovante de entrega. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. III .a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. com a seguinte destinação: I . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. 48 . que terão a seguinte destinação: I . Na prestação de serviço de transporte aquaviário. para destinatário localizado no mesmo Estado. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. podendo servir de comprovante de entrega. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). III .a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. no mínimo em 3 (três) vias. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. interestadual e internacional de cargas. II . para destinatário localizado no mesmo Estado. no mínimo.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. será emitido o Conhecimento Aéreo. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. mod. 10. para destinatário localizado em outro Estado. IV . será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. segundo acordos internacionais. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.

A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. do 49 . com a seguinte destinação: I .Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. IV . bem como. quando deverá ser entregue ao destinatário. interestadual e internacional de cargas. III . III . no mínimo. da carga coletada. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. segundo acordos internacionais. II . será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. em 5 (cinco) vias. com destino à Zona Franca de Manaus.a 2ª via será entregue ao remetente. quando deverá ser entregue ao destinatário.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. intra ou intermunicipal. V . Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo.a 2ª via será entregue ao remetente. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. modelo 20. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. no mínimo. modelo 11. os valores expressos em moeda estrangeira.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. II . será utilizado pelos transportadores.

modelo 8. modelo 9. de existência apenas digital.CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. obrigatoriamente. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. a Ordem de Coleta de Carga será emitida. por qualquer motivo não entregue ao destinatário. A critério do fisco estadual.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . modelo 57. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. que terão a seguinte destinação: I . no mínimo em 3 (três) vias. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. 50 . o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. será emitido. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . Quando da coleta de mercadoria ou bem. O CT-e. modelo 57. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO .endereço do remetente até o do transportador. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente.a 2ª via será entregue ao remetente. desde que observado o motivo no seu verso. II . III . II . para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte.

e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. quando utilizada em transporte de cargas. modelo 7. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. podendo ser utilizadas folhas soltas. IV . que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. impresso em papel. II .Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. bem como ser pré-impresso. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. V . previamente.DACTE.Nota Fiscal de Serviço de Transporte.poderá conter outros elementos gráficos. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. 51 . VI . seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. Para emissão do CT-e. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. modelo 27.ICP-Brasil. modelo 11. o contribuinte deverá solicitar. O DACTE: I .Conhecimento Aéreo. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . III . papel de segurança ou formulário contínuo.conterá código de barras. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e .Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). IV . O contribuinte. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. modelo 10. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e.III . a fim de garantir a autoria do documento digital. exceto papel jornal.

observado o disposto no §1º. previsto em Ato COTEPE. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. fora do DACTE. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. por meio de protocolo de segurança ou criptografia.poderá alterar o leiaute do DACTE. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. alternativamente. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e.CC-e. quando solicitado. por meio de Carta de Correção Eletrônica . desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. quando solicitado. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. este não poderá ser cancelado.A do art. O tomador do serviço deverá. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. É permitida a impressão. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. devendo ser apresentados à administração tributária. para adequá-lo às suas prestações. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. observadas as demais normas da legislação pertinente. em 52 . de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute.

na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. na Internet. em virtude de (especificar o motivo do erro)". pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias.virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . informando o número do documento fiscal emitido com erro.. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. mediante legislação própria.. bem como o motivo do erro. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. devendo observar as disposições deste ajuste. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. pelos valores totais do serviço e do tributo. referenciando o CT-e original. referenciando o CT-e original. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte". pelos valores totais do serviço e do tributo.. b) após receber o documento referido. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. e data .. deverá ser observado: I . em virtude de (especificar o motivo do erro)". observada a legislação de cada unidade federada. e desde que não descaracterize a prestação. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". 53 . II . c) o transportador deverá emitir novo CT-e. e data . os valores anulados e o motivo. devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE.. o transportador deverá emitir novo CT-e.na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original.. às empresas autorizadas à sua emissão. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. O transportador poderá.. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão..

as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. da entrega das cargas constantes do CT-e. que terão a seguinte destinação: 54 . destinatário e transportador. as normas do Convênio SINIEF 06/89. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e.CT-e. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. Versão 1. interestadual e internacional. escriturado antes do início da prestação de serviço. de acordo com a legislação tributária vigente.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória.0. exigir a confirmação. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. sem valores monetários. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. no que couber. posto ou veículo que efetuou a venda. modelo 8. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. em 2 (duas) vias. Cancelamento. pelo recebedor.CT-e. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. para acobertar o transporte da bagagem.0. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem. havendo direito à restituição de valor ao usuário. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. o documento fiscal deverá conter assinatura. bem como a do chefe da agência. no mínimo. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. com a devida justificativa. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . de passageiros.

de passageiros. interestadual e internacional de passageiros. para acobertar o transporte da bagagem. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para exibição ao fisco. Nos casos em que houver excesso de bagagem. modelo 14.I .a 2ª via será entregue ao passageiro. 55 . modelo 9. que deverá conservá-la durante a viagem. II . que terão a seguinte destinação: I . as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao passageiro. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. II . o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias.a 1ª via ficará em poder do emitente. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. que deverá conservá-la durante a viagem. que terão a seguinte destinação: I . para exibição ao fisco. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. Nos casos em que houver excesso de bagagem.a 1ª via ficará em poder do emitente. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. modelo 10. para exibição ao fisco. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. II . interestadual e internacional. interestadual e internacional de passageiros. para acobertar o transporte da bagagem. modelo 15.a 2ª via será entregue ao passageiro. no mínimo em 2 (duas) vias.a 1ª via ficará em poder do emitente. que deverá conservá-la durante a viagem. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.

a 2ª via será entregue ao passageiro. II .importados diretamente do exterior. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. desde que. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. 3. inclusive por meio de veículos. até o local do estabelecimento emitente. que terão a seguinte destinação: I .a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. a qualquer título. por estação.novos ou usados. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte.em retorno de exposições ou feiras. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. V . nos casos do item V anterior. no mínimo em duas vias. do mesmo ou de outro Município. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. II . excetuado o produtor agropecuário. que deverá conservá-la durante a viagem. remetidas a qualquer título por particulares.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 .em outras hipóteses previstas na legislação. VI . aos quais tenham sido enviados para industrialização. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias.em retorno. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. nas seguintes hipóteses: 1. 2. real ou simbolicamente: I . IV . para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. III . mediante prévia autorização do Fisco. Em substituição ao documento.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. com base em controle diário de renda auferida. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

em quatro vias. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. Base: art. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque.12. 3. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. a 3ª via: a) nas operações internas. no mínimo. II . A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. a 2ª via ficará presa ao bloco. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante.12.1970. 2. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. sejam por este remetidas a terceiros. 60 . com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço.905. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. b) nas operações interestaduais. especialmente: I .1. ao destinatário. Bases: artigos 20. pelo transportador.1970.valor das mercadorias. localizado na mesma unidade da Federação.

12. O depósito fechado. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. especialmente: I . II . O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante.III . sem lançamento do ICMS. IV . que deverão acompanhar as mercadorias. remetidas por depósito fechado. no ato da saída das mercadorias.valor da operação. deste. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. contendo os requisitos exigidos e. endereço e números de inscrição. III . o número. 4. estadual e no CNPJ. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.907 ou 6.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.natureza da operação.1970. estadual e no CNPJ.valor das mercadorias. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. II .dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. número. 2.907.1970. se devido. Base: art. especialmente: I . do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.destaque do ICMS. nome. a data de sua efetiva saída. 3. valor das mercadorias.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. mencionando-se endereço e números de inscrição. V . especialmente: 1.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.906. III .natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. se devido. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa.12.

quando cabível. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. ambos pertencentes à mesma empresa. II . indicando: I . número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. mencionando. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. dentro de 10 (dez) dias. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. 2. o número. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado.como destinatário. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. na coluna própria do Registro de Entradas. contados da respectiva emissão. do depósito fechado. ainda. contendo resumo diário das saídas. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. 2.12. O depósito fechado deverá: 1. 3. será conferido ao 62 .de mercadoria. dentro de 10 (dez) dias. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. estadual e no CNPJ. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. o estabelecimento depositante. dentro de 5 (cinco) dias. endereço e números de inscrição.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. remetendo-a ao estabelecimento depositante. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. O estabelecimento depositante deverá: 1. dentro de 10 (dez) dias. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. na coluna própria do Registro de Entradas. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). vedado o destaque do ICMS.922. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. 2. estadual e no CNPJ. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. No caso de venda à ordem. No caso de venda para entrega futura.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ.1970. dentro de 10 (dez) dias.907. além dos requisitos exigidos. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). por ocasião da efetiva saída global ou parcial. do estabelecimento destinatário e número. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. ao receber as mercadorias. para simples faturamento. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. acrescentando na coluna "Observações" o número. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. O estabelecimento destinatário. quando devido. quando devido. d) nome. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. em nome do 66 .CFOP 6. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . como natureza da operação. endereço e números de inscrição. quando for o caso. deste. indicando-se. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. das mercadorias. bem como número. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. Base: art. contendo os requisitos exigidos e. com destaque do ICMS.922 ou 6. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1. bem como nome. bem como nome. endereço e números de inscrição. c) número. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. com lançamento do IPI. especialmente: a) valor das mercadorias.12. poderá ser emitida Nota Fiscal. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS.

por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. estadual e no CNPJ.923. estadual e no CNPJ. com destaque do ICMS. estadual e no CNPJ. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. constarão o nome.destinatário das mercadorias. se for o caso. estadual e no CNPJ. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. adquiridos de outro. sobre o valor total cobrado do autor 67 . forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. com fornecimento de matérias-primas.12. endereço e números de inscrição. 3.923 ou 6. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. na qual. constarão como natureza da operação. nome do titular. além das exigências previstas. da qual. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. do seu emitente. 2. mencionando. endereço e números de inscrição. emitir Nota Fiscal. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. o valor das mercadorias empregadas. endereço e números de inscrição. produtos intermediários e materiais de embalagens. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. estadual e no CNPJ. consignando-se. autor da encomenda. destacando destes. bem como o nome. sem destaque do valor do ICMS. número. do fornecedor e número. emitir Nota Fiscal. constarão também nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome.1970. da qual. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. para acompanhar o transporte das mercadorias. endereço e números de inscrição. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. além dos requisitos exigidos. número. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. além dos requisitos exigidos. quando devidos. além dos requisitos exigidos. do adquirente. o número. na qual. endereço e números de inscrição. b) em nome do adquirente originário. Base: art. sem destaque de impostos. 2. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. em venda à ordem" – CFOP 5. além das exigências previstas. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. quando devido. os quais. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. além das exigências previstas. 2.

se exigidos. antes de serem entregues ao adquirente. e o valor total cobrado do autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. endereço e números de inscrição. se exigidos. autor da encomenda. contendo: a) a indicação do número.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. II . pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. cada industrializador deverá: I . do IPI e o destaque do ICMS. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente.12.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. contendo. bem como os dados relativos ao redespacho. b) a indicação do número. d) o lançamento. que serão aproveitados como crédito. se for o caso.da encomenda. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. b) a indicação do número. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda.1970. autor da encomenda. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. se for o caso. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. que será qualificado nessa nota. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. endereço e números de inscrição. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. do seu emitente. Base: art. também. pelo autor da encomenda. estadual e no CNPJ. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. estadual e no CNPJ. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. do seu emitente. à 68 . autor da encomenda.

filiais ou veículos. com a seguinte destinação: I . poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. modelo 18. bem como o número. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. em prestações interestaduais. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. será enviada à empresa contratante. ao transportador contratante do redespacho. o endereço de quem aceitou o redespacho. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. 69 . que possuírem inscrição centralizada. quando for o caso.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. no mínimo. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. II . dentro de 5 (cinco) dias. contados da data do recebimento da carga. postos. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). para efeito de comprovação de crédito do ICMS. em 3 (três) vias. dos documentos emitidos pelas agências. o nome. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. após o transporte. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. referente à carga redespachada. interestadual e internacional. II . Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. a 1ª via do documento.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. o “Despacho de Transporte”. as quais acompanharão a carga até o seu destino. para fins de escrituração. em meio de transporte diverso do original. modelo 17. emitido na forma do item “a” anterior. O Despacho Rodoviário será emitido. no livro Registro de Saídas. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido.

registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. modelo 2-A. II . estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. o início de nova prestação de serviço de transporte. emitirá o Resumo de Movimento Diário. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. no mínimo. localizado no Estado. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. inclusive do Resumo de Movimento Diário. os casos de transbordo de cargas. para registro no livro Registro de Saídas. na sede da empresa. o Resumo de Movimento Diário. Cada estabelecimento. realizados pela empresa transportadora. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador.a 2ª via ficará em poder do emitente. contados da data da sua emissão.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. filial. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. seja matriz. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. TRANSBORDO Não caracteriza. para efeito de emissão de documento fiscal. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. para exibição ao Fisco. que terão a seguinte destinação: I . que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. no prazo de 3 (três) dias. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. agência ou posto. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. em 2(duas) vias. por unidade da Federação. modelo 6. 70 .

contendo. 71 .Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I .emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. extravio. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido.emitir nota fiscal de saída para o exterior. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 .a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. sinistro. sem destaque do valor do imposto. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. sem destaque do valor do imposto. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". inclusive multa. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. furto da mercadoria. sujeitando-se aos acréscimos legais. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". no campo "Informações Complementares".em razão de perda. 2 . Além dos demais requisitos exigidos. segundo a respectiva legislação estadual. perecimento.a indicação de não-incidência do imposto. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. correspondentes às saídas para formação do lote. a nota fiscal deverá conter: I . além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. II . monetariamente atualizado. II .

a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. conforme o caso. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. uma única vez. bem como o número. Base: Convênio ICMS 83/2006. Base: Convênio ICMS 59/2007. por igual período.no campo do CFOP: o código 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior).949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). II . deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). 2) Por ocasião do transporte.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”. na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. 72 . o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente.101 ou 7. II – no campo do CFOP: o código 7. situado no exterior. na qual constará: I . b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. situada em país diverso. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa.III . a série e a data da nota fiscal citada no item 1. situado no exterior.102. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria.

apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações"..NF nº (.NF nº (.. além dos demais requisitos exigidos.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I .CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I ..NF nº . quando permitido... além dos demais requisitos exigidos.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo.. no Livro Registro de Entradas. quando permitido. além dos demais requisitos exigidos. quando devidos..)/ (.. creditando-se do valor do imposto.o consignante emitirá nota fiscal. apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações"... b) destaque do ICMS e do IPI. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação ..)/(... no Livro Registro de Entradas.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. creditando-se do valor do imposto. de (......)de (. b) base de cálculo: o valor do reajuste. contendo. II . o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação"./. II .)". sem destaque do ICMS e do IPI. II ..o consignante emitirá nota fiscal contendo.)/". além dos demais requisitos exigidos. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".). de.. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação. b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte... c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.)/(. indicando nesta a expressão "Compra em consignação ../. quando devidos. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I . como natureza da operação. c) destaque do ICMS e do IPI. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . o seguinte: a) natureza da operação: Venda.

.. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 . creditando-se do valor do imposto. indicando nesta a expressão "Venda em consignação .... Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007.)/(. no Livro Registro de Saídas.).vendida.a discriminação da peça defeituosa. além dos demais requisitos exigidos. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. "Observações".).. d) a expressão "Devolução (parcial ou total.de (. conforme o caso) de mercadoria em consignação . quando for o caso...NF nº (.o consignante lançará a nota fiscal. II . de . o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I . PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas. de (. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II.. sem destaque do imposto.. no livro Registro de Entradas...o consignatário emitirá nota fiscal contendo. de (.NF nº (.. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008.)". b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida. o valor relativo ao reajuste do preço...NF nº (./(. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados...)/ (... neste incluído.)/(. por ocasião da remessa em consignação.)"....) (e. as seguintes indicações: I . NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá....)". sobre o qual foi pago o imposto.NF nº (.. II .. além dos demais requisitos. apenas nas colunas "Documento Fiscal"..)/(. na entrada da peça defeituosa a ser substituída.. se for o caso) reajuste de preço .)/(.)/(..)/(.)...). c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .o valor atribuído à peça defeituosa.

na ordem de serviço ou na nota fiscal. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. além dos demais requisitos. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. ao fabricante. promove substituição de peça em virtude de garantia. II . IV . conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. seja efetuada após o encerramento do período de apuração. que conterá. 2 .o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . 75 .ou autorizada. III . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. com permissão do fabricante. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. com destaque do imposto.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I .o número. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). quando devido. desde que: 1 . o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. das peças defeituosas substituídas. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.ordem de serviço. Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante.a remessa. b) o número.

no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . tais como.no campo do CFOP: o código 5. acabamento e numeração diferente. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. quando devido. luvas. mesmo modelo.do valor do ICMS. II . a critério da unidade federada de origem da mercadoria. por igual período. a empregado ou representante. em todo o território nacional. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. conforme o caso. com valor comercial. quando devido.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração. meias. tais como. espessura. além dos demais requisitos.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros.do valor do ICMS. calçados. brincos. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. III . O prazo poderá ser prorrogado. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. as seguintes indicações: I .949 ou 6. III .912. além dos demais requisitos.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. em quantidade necessária para se conhecer o produto. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. conforme o caso. por fabricantes de veículos autopropulsados.949. mesma cor. seus concessionários ou oficinas autorizadas. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante. IV . que conterá. as seguintes indicações: I .no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá.912 ou 6.no campo do CFOP: o código 5. IV . Na saída de mercadoria destinada a demonstração. II .

para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. O disposto aplica-se. Base: Ajuste SINIEF 08/2008. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. II . III .a data de emissão ou de saída. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.do valor do ICMS.mostruário de venda. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. diferença de preço. O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. (DOU 22/05/1989). Retorno No retorno das mercadorias. de 19 de maio de 1. estabelece alíquotas do ICMS. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS. IV .no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. ainda. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. quantidade.989. quando devido. valor da operação ou da prestação.como destinatário: o próprio remetente. nas operações e prestações interestaduais. DE 1989 77 . desde que o erro não esteja relacionado com: I . o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. alíquota. devendo na nota fiscal emitida constar: I . em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. III . II .como natureza da operação: Remessa para Treinamento.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. em todo o território nacional.

segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 . nas operações e prestações interestaduais.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. sete por cento.Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1. será de treze por cento. 1º. II . destinadas às regiões Norte.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste.em 1989.989. oito por cento.989. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. Parágrafo Único . em 19 de maio de 1.Artigo 1º .a partir de 1990. será de doze por cento. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. Senado Federal. as alíquotas serão: I . Artigo 2º . nas operações de exportação para o exterior. Artigo 3º .A alíquota do imposto de que trata o art.

na base de cálculo do ICMS.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. . ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. O Senado Federal resolve: Artigo 1º .16/12/1996). parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95.PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro.U. dispõe que não compreenderá.O. de 13 de Dezembro de 1996 (D. carga e mala postal. quando a operação. configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI).É estabelecida. em seu artigo 155. XI. 79 . adiante transcrita. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. o montante do IPI.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Artigo 2º . Idem art. 13.

(b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.344. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. respectivamente.500.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes. CÁLCULO .37931 x R$ 7. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.844.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.725 Coeficiente = 1.82 80 .379. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.00) = R$ 10.034.82 D – IPI (10%) = R$ 1.FÓRMULA Para determinar o valor da operação. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.25 x (1 + 0.10)] Coeficiente = 1/0.30) = R$ 2.379.500.

82.00 x 1/48 x 1.2001. com ICMS de R$ 5. 81 . II .000 = R$ 833.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. deverá ser observado: I . equiparam-se às tributadas.00.000.12.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês.01. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01. esta ferramenta foi vendida.01.em cada período de apuração do imposto.000.00 R$ 48. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta.750. A partir de 01. Exemplo: Aquisição de uma máquina. com um ICMS total de R$ 48.000.000. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros. jornais e periódicos.000 : 1.000. encontramos o valor de R$ 2.000. ICMS . não será admitido.2006. Em janeiro/2005. em janeiro/2004.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3. a partir da data da alienação.200.2005. para fins deste cálculo.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente.Subtraindo-se C de A.844.200.000. não poderá mais ser utilizado como crédito. por força da LC 120/2005.00. não será admitido o creditamento de que trata o item. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição. equiparam-se às tributadas. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.000.01. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. as saídas e prestações com destino ao exterior. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1. ocorridas a partir de 01.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1.00. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações.

a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. será. III .Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97.no último dia do período de apuração. IV . devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. Será permitida. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I . além de sua escrituração nos livros próprios. endereço. conforme o caso. relativamente à escrituração do CIAP: I . por livro ou similar que contenha.atribuição do número ou código ao bem. que será seqüencial por exercício.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento.quadro 1 . também. no mínimo.a substituição. III . devendo a sua escrituração ser feita nas linhas.a manutenção dos dados em meio magnético. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. seguido de dois algarismos 82 .linha ANO: o exercício objeto de escrituração. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. II . c) ocorrência do perecimento. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. ao estorno ou ao crédito do imposto. escriturado no CIAP. a critério de cada unidade federada. a critério do contribuinte. II . II . nos quadros e nas colunas próprias.quadro 2 . consoante a ordem seqüencial de entrada. os dados do documento. extravio ou deterioração do bem. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada.até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . da seguinte forma: I .IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. e inscrição estadual do estabelecimento.

valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. 2. f) coluna 6 . coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . quando houver completo o quadriênio de sua utilização. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação. ainda. c) coluna 3 . quando ocorrer a alienação. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. 3.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. transferência. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1.DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. passível de apropriação.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. tais como. V . findo o qual ser reiniciada a numeração. d) coluna 4 .o valor correspondente ao imposto. o extravio ou a deterioração do referido bem.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. quando for o caso. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência.indicando o exercício.o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso).TOTAL DAS SAÍDAS . transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . as seguintes disposições: 83 . o perecimento.a identificação do bem. 2. de forma sucinta. Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. coluna 1 . a transferência. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). vinculados à aquisição do bem. 3. acrescido. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). considerando-se.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO .CRÉDITO A SER APROPRIADO .o valor do imposto.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. e) coluna 5 .o somatório da coluna ENTRADA. ou. relativo à aquisição.o mês objeto de escrituração. caso o período de apuração seja mensal.FRAÇÃO MENSAL .SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). ainda. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. coluna DATA . no mínimo. no final do período de apuração. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização.quadro 3 . cujo resultado. 4 (quatro) casas decimais. BAIXA OU PERDA. coluna NOTA FISCAL . coluna 2 . coluna SAÍDA. BAIXA OU PERDA . relativo à aquisição do bem.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. aquisição. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) .COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . 4. passível de apropriação. 2.

As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. números da série e da plaqueta de identificação.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento.quadro 1 . vinculados à aquisição do bem. acrescido. II . quando for o caso. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. transferência. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. III .na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. c) BEM: a descrição do bem. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. modelo. extravio deterioração.quando 2 . e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. II . que será seqüencial por bem. nos campos.I . encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. se houver. da seguinte forma: I . b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. perecimento. baixa ou outra movimentação de bem.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito. III . contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. 84 .IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. nos quadros e nas colunas próprias.

ou de utilização de serviço de comunicação ou. SEPÚLVEDA PERTENCE . deterioração do bem.IV . extravio. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. Precedentes. O CIAP modelo D. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. no ativo fixo. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. b) a data da ocorrência do evento. ter-se vergado a esta fraude legislativa.SÃO PAULO Relator(a): Min. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. do seu próprio estabelecimento. 85 . b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO.AI 488374 AgR / SP . Mais surpreendente ainda é que o judiciário. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO.DJ DATA-25-06-2004). ainda.SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem.Julgamento: 15/06/2004 . c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. conforme previsto na legislação de cada unidade federada.Órgão Julgador: Primeira Turma . de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração.quadro 3 . numa afronta direta à Carta Magna. V . do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento. caso o período de apuração seja mensal. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. deverá ser mantido à disposição do fisco. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração.APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. ou.quadro 4 . o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos. quando chamado a resguardar a norma constitucional. ainda. (STF .quadro 5 . que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. VI . contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. com sumária do mesmo.

Rio de Janeiro. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS.2001*. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. Santa Catarina e São Paulo. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais.2001*. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica.2004. Receita ou Tributação. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. Finanças.01. com efeitos para todos os contribuintes. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. Paraná. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto.01. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011.04. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. b) quando consumida no processo de industrialização. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. remetida.Portanto. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. a qualquer título. Rio Grande do Sul. Minas Gerais.

Seguem. pontes. drenagem e irrigação. escavação. de obras de construção civil. estradas. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. 290 do RIR/99). a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. entretanto. por administração. concretagem e a instalação e montagem de produtos. 87 . 289 e inciso I do art. inclusive sondagem. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. 7. 155.art. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. pavimentação.02 – Execução. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. que fica sujeito ao ICMS). as bases da restrição continuam válidas. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. letra "g".CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. perfuração de poços. parágrafo 2º inciso XII. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . terraplanagem. os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. conservação e reforma de edifícios. conforme o caso. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. Entretanto. A falta da informação no documento da operação ou prestação. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. as exceções previstas. que fica sujeito ao ICMS). empreitada ou subempreitada. fora do local da prestação dos serviços.05 – Reparação. então.

em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D. Exemplo: Aquisição de R$ 100. que será adotado.00 de materiais para a produção.000.00 C.00 D.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.000.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.000. em contas próprias.000.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.000. por ocasião da aquisição desses bens.00 de IPI e R$ 12.00 de ICMS: D. opcionalmente.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.00 D.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.000. sendo recuperáveis R$ 10.000.00 = R$ 200.00 = R$ 800.00 ICMS Líquido: R$ 1. classificáveis no ativo circulante. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .000.00 – R$ 200.000. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100. pelo contribuinte.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.

O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo.Registro de Saídas. modelo 1-A. II .Registro de Controle da Produção e do Estoque.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. IX .Registro de Apuração do ICMS. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais.LMC. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. III . modelo 5.Registro de Impressão de Documentos Fiscais.Movimentação de Combustíveis . modelo 6. modelo 2. 87): I . e por atacadista. a critério do Fisco. em cada estabelecimento. Os livros Registro de Entradas. IV . O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. modelo 5. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio.12. modelo 1. modelo 1. VII . art. e Convênio SINIEF 6/89.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. o contribuinte do ICMS deverá manter. X . simultaneamente. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. conforme as operações ou prestações que realizar. serão utilizados por contribuinte sujeito. modelo 89 . modelo 7. modelo 2-A. art. 63. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal.1970. VIII . podendo. modelo 3. V . VI . LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial.Registro de Saídas. modelo 2-A.Registro de Entradas. modelo 1-A. e Registro de Saídas. os seguintes livros fiscais (art.Registro de Inventário. modelo 3. com as adaptações necessárias. Convênio SINIEF s/nº de 15. 51. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. modelo 9. modelo 2. e Registro de Saídas.Registro de Entradas. Os livros Registro de Entradas.

os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. 2. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. 90 . O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. Autenticação Os livros fiscais. com clareza. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. de forma a impedir sua substituição. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. Não se tratando de início de atividade. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. É facultado ao contribuinte acrescentar. desde que não lhes prejudiquem a clareza. Quando não houver período expressamente previsto. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. ser dispensado: 1. como contribuintes do respectivo imposto. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. nos livros fiscais. indicações de seu interesse. a critério do Fisco.

para o seu nome. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. mediante prévia autorização do Fisco estadual. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. agência. seja filial. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. em ordem cronológica. no ato da devolução. Os lançamentos serão feitos.12. quando solicitado. conservação e exibição ao Fisco. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. salvo para serem levados à repartição fiscal. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. depósito. as providências fiscais cabíveis. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. documento por documento. Para maiores detalhes. fábrica ou outro qualquer. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. Fusão. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. os livros fiscais em uso. vedada a sua centralização. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. modelos 1 ou 1-A. adotando-se. Os lançamentos serão feitos operação a operação. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. transformação ou aquisição. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. Incorporação. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. desdobrados em tantas linhas 91 . destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias.1970. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. Ajuste SINIEF nº 01/92. incorporação. sucursal. a qualquer título no estabelecimento. os livros fiscais. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. a fim de serem lavrados os termos de encerramento.

dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. colunas sob os títulos "IPI . ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. onde se localiza o estabelecimento emitente. facultado. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. 4.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil.quantas forem as naturezas das operações. 8. série e subsérie. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. colunas sob os títulos "ICMS . às unidades da Federação. b) coluna "Outras": valor da operação. 92 . b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. 5.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. nas colunas próprias. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. número e data do documento fiscal correspondente à operação. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. 2. da seguinte forma: 1. 7. 3. 6. estadual e no CNPJ. colunas sob os títulos "ICMS . segundo o Código Fiscal anexo. se for o caso. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. quando for o caso. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal.

quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. no último dia do período de apuração. deduzida a parcela do IPI. 10. 16/89 03/94 e 06/95. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. "base de cálculo. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. 01/82. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. o valor do imposto pago por substituição tributária.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação.12. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. "outras" e na coluna "observações". Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. colunas sob os títulos "IPI . segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. a qualquer título. b) coluna "Outras": valor da operação. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. do estabelecimento. segundo a natureza da operação. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. para efeito de lançamento global.1970. quando for o caso. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. modelos 2 ou 2-A. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". pelo total mensal. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. coluna "Observações": anotações diversas. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. se consignada no documento fiscal. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. segundo a data de emissão dos 93 . Ajustes SINIEF nº 01/80. totalizando-os.9.

se consignada no documento fiscal. de numeração seguida. 2. colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. sendo permitido o registro conjunto dos documentos.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. 5. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. colunas sob os títulos "ICM . b) coluna "Outras": valor da operação. pelos totais diários das operações da mesma natureza. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. deduzida a parcela do IPI. emitidos em talões da mesma série e subsérie. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. série e subsérie. da seguinte forma: 1. deduzida a parcela do IPI.documentos fiscais. 6. 3. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . colunas sob os títulos "IPI .Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. se consignada no documento fiscal. de acordo com o CFOP. números inicial e final e data do documento fiscal emitido. 7. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. colunas sob os títulos "ICMS . b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. 4. Os lançamentos serão feitos. nas colunas próprias. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.

modelo 3. correspondentes às entradas e às saídas. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. colunas sob o título "Documento": espécie. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. litros. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. à produção. metros. Os lançamentos serão feitos operação a operação. quando for o caso. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. 4. da seguinte forma: 1. coluna "Observações": anotações diversas. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. separando as destinadas a não contribuintes. "base de cálculo" e na coluna "observações". 3. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. 6.documento fiscal. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. dúzias etc). 8. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". 5. marca. 2. de acordo com a legislação do IPI. tipo e modelo de mercadorias. quadro "Produto": identificação da mercadoria. correspondente a cada operação. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios.12. 95 . bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado.

quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. nesta última hipótese. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. 96 . em se tratando de produto acabado. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. a quantidade saída. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. Nota: é facultado o lançamento diário. e) coluna "IPI": valor do imposto. a qualquer título. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. na coluna "Estoque". a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. 7. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. consignando-se o fato. Nota: é facultado o lançamento de totais diários. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. após cada lançamento de entrada ou de saída. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. de produto industrializado no próprio estabelecimento. quando devido. na coluna "Observações". em se tratando de produtos acabado. produto intermediário e material de embalagem. b) coluna "Produção . a qualquer título. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . Se a saída estiver amparada por isenção.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". a qualquer título. para industrialização no próprio estabelecimento. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. a quantidade saída. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. não compreendidas nas alíneas anteriores. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. imunidade ou não-incidência. quando de direito.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. 8. produto intermediário e material de embalagem. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. coluna "Estoque": quantidade em estoque.

Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . ser substituído por fichas. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. será registrada a utilização de cada ficha. acusando o saldo das quantidades em estoque. em que. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. 2. 3. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. a agrupá-los numa mesma folha. numeradas tipograficamente. coluna "Observações": anotações diversas. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. poderá autorizar o industrial. ou a ele equiparado. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. observada a ordem numérica crescente.9. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. que será transportado para o mês seguinte. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. mantidas as outras simplificações. as quais deverão ser: 1. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. A Secretaria da Receita Federal.

72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. que jurisdicionar o estabelecimento optante. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente.12. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. Os lançamentos serão feitos. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais.1970. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. da seguinte forma: 1. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". 2. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. nas colunas próprias. anexando modelo dos formulários adotados. por escrito. modelo 5. e à Secretaria de Fazenda do Estado. 98 . REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. quando exigida pelo Fisco. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. Os lançamentos serão feitos operação a operação. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ.atacadistas. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. para posterior confecção dos documentos fiscais.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". poderão independentemente de autorização prévia. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. aos fiscos federal e estadual. quando solicitados. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. coluna "Autorização de Impressão .

REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Os lançamentos serão feitos operação a operação. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. 4. folhas soltas. 2. folhas soltas. para posterior confecção do 99 . 3. 5. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. vendas a não contribuintes. bem como a lavratura. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. 5. Nota Fiscal de Entrada.12. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. formulários contínuos etc. série e subsérie de documento fiscal. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado.3. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. da seguinte forma: 1. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. 4. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. pelo fisco. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. Nota Fiscal de Produtor. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. modelo 6. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. nos quadros e colunas próprios. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Os lançamentos serão feitos. de termos de ocorrências. quando exigida pelo Fisco. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. coluna "Observações": anotações diversas. b) coluna "Notas Fiscais": série. formulários contínuos etc.

2. os produtos intermediários. b) supressão da série e subsérie.documento fiscal. os materiais de embalagem. 6. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. serão destinadas para lavratura. 7. as mercadorias. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. os materiais de embalagem. No livro serão também arrolados. coluna "Observações": anotações diversas. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. 9. as matériasprimas. do estabelecimento impressor. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. 50% (cinqüenta por cento). coluna "Impressos . as matérias-primas. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. separadamente: 1. em 100 .Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. no mínimo. as mercadorias. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. deverão ser incluídas no final do livro. as quais devidamente numeradas. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". pelo fisco. Do total de folhas deste livro. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. existentes no estabelecimento à época do balanço. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. os produtos intermediários. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. 8. inclusive: a) extravio. em poder de terceiros. os produtos intermediários. destina-se a arrolar. modelo 7. as mercadorias. de termos de ocorrência. as matérias-primas.

marca. o total geral do estoque existente.1970. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. nas colunas próprias. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. tais como: espécie. coluna "Observações": anotações diversas. coluna "Classificação Fiscal": posição. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. 5. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição.12. litros. da seguinte forma: 1. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. inciso e subinciso referidos no item 1. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. metros. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. quando este for inferior ao preço de custo. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. ainda. Após o arrolamento. Os lançamentos serão feitos. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. 6. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. o valor será o de seu preço de custo. dúzias etc).poder do estabelecimento. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. 4. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. tipo e modelo. 3. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço.

denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. das operações de entradas e saídas. V . a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. Deverá ser informado. os débitos e os créditos fiscais do ICMS.período de referência.12. No livro serão registrados.GI/ICMS. modelo 9.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. Será lavrado termo de arrecadação. para a repartição fiscal competente. A guia será preenchida. destinada a apurar a balança comercial interestadual. no mínimo. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. também. bem como outros papéis.12. II . Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . os valores relativos á base de cálculo.1970. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. as seguintes indicações: I . documento de informação e apuração do imposto. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS.1970.O livro Registro de Apuração do ICM. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. em função da periodicidade das apurações do ICMS. aquisições e prestações de serviços. III . 102 . podendo conter outros elementos previstos na legislação. em 2 (duas) vias. separadamente. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. imposto e demais informações de apuração do ICMS. que constituam provas de infração à legislação tributária. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. no mínimo. Os livros e documentos fiscais. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês.identificação do contribuinte. IV . por unidade federada.inscrição estadual. em campos próprios. que conterá.

de microempresa e produtor agropecuário. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. AUTORIZAÇÃO O uso. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. que tenha condições de gerar arquivo magnético. 2. bem como a escrituração dos livros fiscais. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. conforme a legislação específica de cada unidade federada. A GI/ICMS será de periodicidade anual. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. devendo ser entregue pelo contribuinte.1970. serão 103 . far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. e V – Registro de Apuração do ICMS. IV – Registro de Inventário. II – Registro de Saídas. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. 2. a seguir enumerados. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº.12.GI/ICMS: 1.b) a 2ª via. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. de 21 de fevereiro de 1989. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 3. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. por si ou quando conectado a outro computador. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). e no Convênio SINIEF 06/1989. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . de 15 de dezembro de 1970. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente.

modelo 9. nas aquisições. d) Conhecimento Aéreo. documentação minuciosa. O contribuinte estará obrigado a manter. NOTA FISCAL 104 . II – por totais de documento fiscal. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. as informações a nível de item (classificação fiscal). referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. IV – por total diário. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. quando se tratar de Nota Fiscal. PDV e de Máquina Registradora.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. nas entradas. contendo descrição. quando solicitado. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. modelos 1 e 1-A. modelo 8. em requerimento preenchido em formulário próprio. A critério de cada unidade da Federação. modelo 10. completa e atualizada do sistema. em meio magnético. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. nos demais casos. modelo 7. III – por total diário. modelo 22. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. por equipamento. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. por espécie de documento fiscal. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. modelo 6. nas saídas. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.

das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. obedecido o seguinte: 1. 4. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. no mínimo. modelo 1 e 1-A. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . o contribuinte. arquivo magnético. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. será emitida. 2. nos formulários que antecedem o último. no referido campo "Informações Complementares". em cada formulário. prevista no Convênio SINIEF 06/89. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. 3. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário.A Nota Fiscal. nos casos estabelecidos neste Convênio. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. com registro fiscal. salvo o disposto no item 3 abaixo. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. de 15 de dezembro de 1970. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). exceto o último. ARQUIVO MAGNÉTICO . remeterá às Secretarias de Fazenda. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. deverá constar. a expressão "Folha XX/NN". 5. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. omitir-se-á. de 21 de fevereiro de 1989. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. que também deverá conter. o número total de folhas utilizadas (NN). quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. a expressão "Folha XX/NN – Continua". os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário.

obedecida sua ordem numérica seqüencial. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados.no trimestre anterior. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. II – ser impressos tipograficamente.999. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). em ordem numérica seqüencial consecutiva. estadual e no CNPJ. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. o endereço e os números de inscrição. c) do número de inscrição estadual. o número da Autorização para Impressão de 106 . independentemente da numeração tipográfica do formulário. a data e a quantidade da impressão. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. em ordem consecutiva de 000. reiniciada a numeração quando atingido este limite. b) do número de inscrição no CNPJ. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. por modelo. por estabelecimento. por sistema eletrônico de processamento de dados. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. IV – conter o nome. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. em caráter excepcional. do impressor do formulário. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto.001 a 999.

antes de se transformarem em documentos fiscais. mensal ou anualmente. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. Registro de Saídas. em ordem numérica seqüencial. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. em cada um deles. Registro de Inventário. 500 (quinhentas) folhas. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. V – quando inutilizados. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. pelo prazo de cinco (5) anos. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. em ordem numérica consecutiva de 000. 2. desde que.001 a 999. Relativamente aos livros Registro de Entradas. reiniciada a numeração quando atingido este limite.999. segundo a legislação de cada unidade federada. no máximo. Obedecida a independência de cada livro. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados.Documentos Fiscais – AIDF. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. É permitida a utilização de formulários em branco. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. nos termos previstos no Convênio S/Nº. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. desde que sejam separados por 107 . MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. Registro de Controle da Produção e do Estoque. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. de 15 de dezembro de 1970. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários.

elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. equipamentos e informações em meios magnéticos. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. a apuração dos estoques. e respectivas datas de ocorrência. sem prejuízo do acesso imediato às instalações.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. em emissão específica de formulário autônomo. quando exigido. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. contados da data do último lançamento. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. tipo ou modelo de mercadoria. contendo apenas os códigos neles utilizados. marca. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. com observações relativas às alterações. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. a critério de cada unidade da Federação. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. juntamente com cada livro fiscal. tipo ou modelo de mercadoria. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. marca. 108 . Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. se houver. tomar-se-á por base o menor. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema.

Registro de Apuração do IPI. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro.Registro de Entradas.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. III .IPI. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . V . senhas. IV . por meio de emissão específica de formulário autônomo. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco. II . tais como. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. 109 . MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. quando exigido.Registro de Saídas. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD.Registro de Apuração do ICMS. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL .Registro de Inventário.ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . os registros ainda não impressos. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD.

ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa.SPED. acompanhada. 3º. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI.01. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. Antes de ser recebido.06. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. o arquivo digital passará. de forma irretratável. 110 . Entretanto. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. incluindo-se aí o ICMS. relacionados com a infração. tributárias é o caso. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. de acordo com a forma estabelecida por cada UF.ICP-Brasil pelo contribuinte.022/2007. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo. não basta a escrituração. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo.Desta forma. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. assinatura digital e transmissão do arquivo.2009.2008. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. Para tais fins. quando o montante do tributo apuração. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. Receita. a partir de 01. instituído pelo Decreto 6. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . art. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. portanto.

02 de dezembro de 2004.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. Deste modo. contribuinte do ICMS. respeitosamente. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. Curitiba. pessoa jurídica de direito privado. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. que ora favorecem o contribuinte. vem.999. Atenciosamente. no valor de R$ 1. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. Outrossim. o que faz nesta data. de bens salvados de sinistros. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999.00. Portanto. incide o ICMS. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. deixando. de recolher R$ 180. por pessoa física. inscrita no CNPJ sob nº 99. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. ora lhe beneficiam. 111 . Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. portanto.999.999-99. com a respectiva correção monetária e juros. com isenção de ICMS. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave.000.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. Justa S/A. para uso próprio. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. de 05 de dezembro de 2003.00. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração.

24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.STF . personalizada e sob encomenda. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. ao ISS. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. está sujeita. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. Súmula nº 661 . STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. destinado a uso próprio. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 . Súmula nº 660 . apenas. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS.STF . STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. p.STF .24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares.1.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. incide o ICMS. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. gravados em fitas de videocassete.

O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. a firma ou a razão social. atendendo as necessidades de cada UF. conforme o caso. incluindo o ICMS. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. quando se tratar de parcelamento. XIII – Campo 12 – Microfilme. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. conforme o caso. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". do contribuinte. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. do parcelamento. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . XVII – Campo 16 – Nome.

Amapá 04 – 3 . XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.São Paulo 27 – 2 .Paraíba 17 – 5 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro. XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador. XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias.Rio Grande do Norte 21 – 3 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Paraná 18 – 3 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte. XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Ceará 07 – 8 .Pará 16 – 7 .Rondônia 24 – 8 . o número e complemento do endereço do contribuinte.Sergipe 28 – 0 .Espírito Santo 10 – 8 .Tocantins 114 .Maranhão 13 – 2 .Minas Gerais 15 – 9 .Santa Catarina 26 – 4 .Piauí 20 – 5 .Bahia 06 – 0 .Distrito Federal 08 – 6 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Rio Grande do Sul 22 – 1 .Pernambuco 19 – 1 .Alagoas 03 – 5 .Rio de Janeiro 23 – 0 .Mato Grosso 14 – 0 .Roraima 25 – 6 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 .Goiás 12 – 4 .Acre 02 – 7 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Amazonas 05 – 1 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.

até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. cópias da Declaração de Importação.Código 10007-2. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. Obriga-se. do regime ou. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 .Código 60001-6. l) ICMS recolhimentos especiais . c) ICMS Energia Elétrica . O benefício previsto: 1. de 25 de abril de 1991.Código 10009-9 Base: art. de documento equivalente. à repartição a que estiver vinculado. e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . em qualquer caso. de documento equivalente. k) Taxa . i) ICMS Dívida Ativa . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. quando prevista na legislação estadual. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. g) ICMS Autuação Fiscal .Código 10002-3. com a expressa indicação do bem a ser exportado. pela repartição federal competente. a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback".DDE. na inexistência deste. m) ICMS Substituição Tributária por Operação .Código 10001-3. o importador a proceder à entrega. d) ICMS Transporte . pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. f) ICMS Importação .Código 10006-4. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. ainda. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. expedido pelas autoridades competentes. produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 10008-0. comprovada mediante a entrega.Código 15001-0. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. na inexistência deste. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 10005-6. de cópias dos seguintes documentos.Código 100048. para exportação. j) Multa p/infração à obrigação acessória . b) das quais resultem. h) ICMS Parcelamento .Código 10003-0.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação .Código 50001-1. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação .

Portaria SCE/MDIC 15/2004 . Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 .Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". Entretanto. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. conforme o caso. multa e demais acréscimos legais. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. novo Ato Concessório. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. 2. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. também. Amplitude A isenção estende-se. 116 . Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. inclusive com a finalidade de exportação. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. resultando na descaracterização do benefício previsto. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. estando conectado à internet. consignando-se. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção.1. ato Concessório aditivo. também.

Master your semester with Scribd & The New York Times

Special offer for students: Only $4.99/month.

Master your semester with Scribd & The New York Times

Cancel anytime.