ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.Contabilização Crédito Presumido . antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.01.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .

desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. Era. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. A inovação do ICM advém de que. 5 . b. extinguindo os impostos especiais. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. do produtor até o consumidor. de competência federal. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. diferentemente do IVC. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. não apresenta as características de cumulatividade. O IVC possuía natureza mercantil. energia elétrica. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. 155.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. a começar do produtor até o consumidor final. Sendo assim. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. portanto um imposto com incidência “em cascata”. I. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. de 01 de dezembro de 1965. próprias dos impostos em “em cascata”. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria./88 (na redação da EC nº 3/93).048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações.F. e minerais do País. substituindo o IVC.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. Já o art. pela Assembléia Nacional Constituinte. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. o IVC era exigido. da C.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. incidindo em todas as fases de circulação. de incidência única. isto é.

.03.... intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal. nem sempre respeitadas pelos entes federados. as diversas características do ICMS. leis delegadas...ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5... impondo limitações ao poder de tributar.. no artigo 155..1993. leis complementares......... a nossa Carta Magna estabelece. no inciso 1 do artigo 150.. A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário. A Constituição Federal atribui a competência tributária.operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.... As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal... ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.. senão em virtude da lei.. como um processo legislativo. inciso II.. envolvendo desde a Constituição Federal.. da Constituição Federal.. mas que passamos a apresentar a seguir.. medidas provisórias.. submetendo todas as demais normas jurídicas.. Sua base constitucional é o artigo 155.. ou seja.... decretos legislativos até as resoluções... que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça.... ainda.. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo.Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -. Do ponto de vista tributário... a seguir reproduzido: Artigo 155 ... A lei... emendas constitucionais...... onde abate-se do montante devido 6 ... . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18..) A Constituição Federal determina...... leis ordinárias... ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa.. deve ser compreendida no seu sentido amplo. II ... compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. em razão de introduzirem modificações em seu texto... § 2º...

estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. Dependendo do Estado.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. Para maiores detalhes. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. 25% para consumo superior a 200 kWh . interestaduais e de exportação. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. ALÍQUOTAS INTERNAS . b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. agricultor etc. nem sempre respeitados pelos entes federativos. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. nesta obra. fumos. acesse o tópico Alíquotas. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. seletivamente). salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.PISO 7 . bebidas. O Estado de São Paulo. por exemplo. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo.progressivamente). iates. em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto.

Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120. neste caso. quando da aquisição. por parte de contribuintes do imposto. quando o destinatário não for contribuinte dele. quando o destinatário for contribuinte do imposto.00. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. deverá este recolher. oriundos de outro estado da federação. Portanto.00. 8 . no valor de R$ 1. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. quando o destinatário for contribuinte do imposto. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual. de mercadorias para consumo próprio. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180.00 x 18% = R$ 180. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo. "g".Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. art.00 3. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1. chamando-se esta diferença. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1.00 2. bem ou serviço. Assim.000. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. isenções.000.00 = R$ 60. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.00 menos R$ 120. como “diferencial de alíquotas”. qualquer que seja a sua finalidade. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. b) a alíquota interna. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. assim como sobre o serviço prestado no exterior. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem.

9 . o Distrito Federal e os Municípios. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. está sujeita. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. 146. tendo por finalidade. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá.b) sobre o valor total da operação. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. inclusive lubrificantes. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. dentre outras (Art. apenas. operações que destinem a outros Estados petróleo. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. por pessoa física. 3. quando a operação. o montante do imposto sobre produtos industrializados. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. 153. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. e energia elétrica. na base de cálculo do ICMS. ao ISS. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. para uso próprio. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. ENERGIA ELÉTRICA. em matéria tributária entre a União. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. personalizada e sob encomenda. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. configure fato gerador dos dois impostos. os Estados. 2. nas hipóteses definidas no art. sobre o ouro.

o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. a dos respectivos fatos geradores. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). prescrição e decadência tributários. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. f) prever casos de manutenção de crédito. sem alterálos. 120/2005 e 122/2006. lançamento.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. 114/2002. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. d) fixar. A própria CF. nas exportações para o exterior. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. de serviços e de mercadorias. Hierarquicamente. Como o próprio nome diz. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). Tem aplicação em âmbito nacional. Na verdade. e) excluir da incidência do imposto. nestes termos: XII . a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. inciso XII. g) regular a forma como. como a 92/97. bem como. b) obrigação. em seu artigo 155. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. compete à lei complementar a atribuição de. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. bases de cálculo e contribuintes. 102/2000. "a".cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. isenções. 99/99. b) dispor sobre substituição tributária. crédito. tão-somente.

como. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. na área do ICMS. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. relatora do processo. decretos ou atos normativos). proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. nas regulamentações estaduais do ICMS. mediante simples Decreto do Executivo. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. por exemplo. concede benefício tributário é passível de nulidade. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. todas as normas estaduais (sejam leis. como. Após a edição do Convênio. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. ao se deparar com tais ilegalidades. letra "g".art. antes de entrar em vigor no mesmo. O contribuinte. Temos. por exemplo. 11 .ICMS Hierarquicamente. no inciso VI. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. 155. Para a ministra. mediante decreto. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. e adotar a medida legal que julgar pertinente. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 .287. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. A ministra Eliana Calmon. o qual estabelece. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. Para detalhamentos sobre Convênios. veja o tópico respectivo. parágrafo 2º inciso XII. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. Em processo Resp 556. Ato de governador de Estado que. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma.

e de energia elétrica. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . ou serviços. em matéria de isenção do ICMS. Dentro desse enfoque. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. por qualquer meio. de pessoas. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. periódicos e o papel destinado a sua impressão. com convênio aprovado por decreto legislativo". quando não destinados à comercialização ou à industrialização. por pessoa física ou jurídica. a emissão. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. não se há de comparar decreto do governador. mercadorias ou valores. concluiu a relatora. restaurantes e estabelecimentos similares. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. a transmissão. decorrentes de operações interestaduais."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. VIII – sobre a entrada. a retransmissão. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. de competência dos Municípios. de petróleo. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. a recepção. no território do Estado destinatário. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. qualquer que seja a sua finalidade. IV – operações com ouro. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. Aliás. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. inclusive a geração. por qualquer via. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. quando destinados à industrialização ou à comercialização. jornais. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. bens. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.

para fins de não incidência. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. que realize. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. ainda que para outro 13 . É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. destinada a: a) empresa comercial exportadora. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços.cambial. comercial ou de outra espécie. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. VIII – operações de arrendamento mercantil. de competência dos Municípios. qualquer que seja a sua finalidade. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. física ou jurídica. pelo próprio autor da saída. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior.

a entrega. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. Notas: 1. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. de qualquer natureza. 2. exigir a comprovação do pagamento do imposto. salvo disposição em contrário. VI . VIII . inclusive a geração. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. IV . considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. X .do fornecimento de alimentação.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. a retransmissão.estabelecimento do mesmo titular.da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. devendo a autoridade responsável. a recepção. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário.das prestações onerosas de serviços de comunicação. III . feita por qualquer meio. salvo disposição em contrário. cartão ou assemelhados. ou de título que a represente. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. como definido na lei complementar aplicável. V . no Estado do transmitente.da transmissão de propriedade de mercadoria. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento.do recebimento.do ato final do transporte iniciado no exterior. pelo destinatário. a transmissão.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. de serviço prestado no exterior. II . IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. a emissão. pelo depositário. 14 . VII . Após o desembaraço aduaneiro.

O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. o valor da operação. 2 . taxas.na hipótese do item II anterior. o valor da prestação do serviço. III e IV anteriores. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. o valor da operação. se for o caso. 2. contribuições e despesas aduaneiras.na hipótese de serviço prestado no exterior. b) imposto de importação. Notas: 1. como definido na lei complementar aplicável. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. e) quaisquer outros impostos. a) o valor da operação. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . substituirá o preço declarado. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. compreendendo mercadoria e serviço. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.na saída de mercadoria prevista nos itens I. d) imposto sobre operações de câmbio. o preço do serviço. b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. 15 . O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. nos termos da lei aplicável.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. 6 . 7 . na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual.XIII . de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. 5 . acrescido. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. 4 . por contribuinte. c) imposto sobre produtos industrializados.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados.na hipótese de importação de bens ou mercadorias.da utilização. 3 .

2) Contribuinte Substituído: é aquele que. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS. sejam antecedentes. recebidas ou debitadas. por contribuinte. bem como descontos concedidos sob condição. II . constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. SEGUROS. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. 16 . b) frete.na hipótese da utilização. o valor da prestação no Estado de origem.o montante do próprio imposto. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. concomitantes ou subseqüentes. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias.8 . caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. o valor da operação de que decorrer a entrada. 9 . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. que seja contribuinte do imposto. juros e demais importâncias pagas.o valor correspondente a: a) seguros. inclusive na hipótese de importação: I .

o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. a base de cálculo do imposto. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP.00 Valor total da fatura: R$ 1.240. base de cálculo. será: I . Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. inclusive lucro. no que se refere à alíquota. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. único ou máximo. b) o montante dos valores de seguro. seja fixado por órgão público competente. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . para fins de substituição tributária. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. II . junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados.000. Portanto. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. relativa às operações ou prestações subseqüentes.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. deverá observar às disposições da legislação paulista. em razão da sistemática substitutiva do ICMS.em relação às operações ou prestações subseqüentes.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. é o referido preço por ele estabelecido. para fins de substituição tributária. Este valor será somado na fatura/duplicata. c) a margem de valor agregado. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. Base de Cálculo A base de cálculo.

quando contribuinte do ICMS.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. Considerando este fato. exceto se produtor rural ou microempresa. na prestação interna. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. estabeleceram que. Observe que.não mais terão recolhimento do ICMS.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. 1. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. quando contribuinte do ICMS. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. 6º. 18 . encerrando-se o ciclo de tributação. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. parágrafo 1º. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. 1.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. b) – ao destinatário da mercadoria. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. exceto se produtor rural ou microempresa.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. da Lei Complementar 87/1996). as Unidades da Federação. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto.

no prazo de quinze dias da respectiva notificação. também devidamente atualizados. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. – da saída subsequente por ele promovida. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. mercadoria sujeita à substituição tributária. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. o contribuinte substituído. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. o contribuinte substituído poderá se creditar. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. concomitantes ou subsequentes. Havendo decisão contrária irrecorrível. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. procederá ao estorno dos créditos lançados. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . ainda que isenta ou não-tributada. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. Exemplo de Cálculo: 19 . de dentro ou de fora do Estado. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. além das indicações exigidas pela legislação. do valor objeto do pedido. em sua escrita fiscal.

Ou seja. para atacadista situado em outro estado da federação. fixado a varejo. O preço de venda. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. O estabelecimento fornecedor. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária.00.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS.000.00. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .00. ainda. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada.000. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. na falta deste. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. é de R$ 2.00 2.00.GNRE. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. A critério do fisco de cada unidade federada.000. no valor de R$ 1. (2 . Teremos então: 1. 4.00 x 12% = R$ 120. A alíquota interestadual é de 12%. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2.000.00.000. localizada na praça do estabelecimento remetente. de posse da nota fiscal.00 = R$ 360. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. poderá deduzir o valor do imposto retido. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . a referida relação poderá ser exigida em meio magnético.ASBACE. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. ou. para o lote das mercadorias. em conta especial. 3.00 – R$ 120. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. na próxima operação. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. devendo. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária.00 = R$ 240.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360. sempre que o 20 . para tanto. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto. ou na sua falta.

quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. o do estabelecimento que transfira a propriedade. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. Bases legais: CF. no momento da ocorrência do fato gerador. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. ou com seus registros totalizadores zerados. desde que inclua todas as operações citadas.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. ou o título que a represente. importado do exterior. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. Convênio ICMS 81/1993.Substituição Tributária (GIAST). Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. 150. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. Temos então. • • • 21 . importado do exterior. LC 87/1996. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. quando não estabelecido. como dispuser a legislação tributária. o do domicílio do adquirente. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. onde se encontre. art. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. § 7º. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado.

cartão. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. onde se encontre o transportador. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. na hipótese de captura de peixes. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. ampliação e recepção. o do estabelecimento destinatário do serviço. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. repetição. assim entendido o da geração. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. lubrificantes e combustíveis dele derivados. como dispuser a legislação tributária. o do estabelecimento destinatário do serviço. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. na hipótese da utilização. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. quando prestado por meio de satélite. nos demais casos. transmissão e retransmissão. na hipótese da utilização. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço.• • aquele onde seja realizada a licitação. inclusive consumidor final. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. crustáceos e moluscos. onde seja cobrado o serviço. emissão. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. o de desembarque do produto. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. por contribuinte. por contribuinte. ou assemelhados com que o serviço é pago. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior.

II – para comercialização ou prestação de serviço. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. Salvo prova em contrário. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. real ou simbólica. exceto as destinadas ao exterior.00 = R$ 40. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10.000.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. exceto se tratar-se de saída para o exterior. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. 23 . É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.00. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.000.000. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. IV – vier a perecer. 20 da Lei Complementar 87/96).00 – R$ 10. deteriorar-se ou extraviar-se. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado.000. no estabelecimento. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.000.O imposto é não-cumulativo. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.

a mesma não foi lançada no registro de entradas.havendo saldo remanescente.00 R$ 40. por um lapso da escrita fiscal do adquirente. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . por força da LC 120/2005.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.000. Se.00.00 R$ 10. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser. 23 da LC 87/96). Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100.00 de créditos.11.2001. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. teve R$ 50.00 R$ 50.000. e por conseguinte.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. II . se for o caso.000. No período de apuração. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores. Tinha um saldo credor acumulado. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. o respectivo direito deixará de existir.12.000.00. jornais e periódicos.01. até 16.000. a diferença será transportada para o período seguinte.000.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo.2006. a partir de 01. Na ocasião.000.11. de R$ 10. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I . A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.2005. E.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. do período anterior. não foi creditado o ICMS respectivo. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art.

caso contrário.que.2005. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. § 1º da LC 87/1996. 26 da LC 87/1996. mas. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. Base: art. Lamentável. a partir de 26. tendo como base determinados benefícios. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. III .que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. previstos no art. revogando a restrição.10. se positiva.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. a atitude dos governos envolvidos. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . 25. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos.12. especialmente na área do ICMS. Na hipótese do item III.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. em todos os aspectos. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. no afã de atrair investimentos. e em 23. que pagará a diferença apurada. Entretanto. Base: art. 25. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. produzem uma legislação de incentivo. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. § 1º da LC 87/1996. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito.contribuintes do mesmo Estado. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. ao fim do período. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. Os governos voltaram à sensatez. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. aguçados pela politicagem e 25 . II . para um determinado período.

típico de legislação autoritária. Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul. Paraná. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. Finanças. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. remetida. Receita ou Tributação. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. Entretanto.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. sem 26 . recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . É um verdadeiro absurdo. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. parágrafo 2º inciso XII.art. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. sem ciência. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias.2004. Trata-se de uma disputa predatória. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. conforme o caso. a um contribuinte situado em seu território. Minas Gerais. 155. entre os Estados da federação. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. entretanto. ainda. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. Diante da gritaria geral. pelos investimentos privados. a qualquer título. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.04. a qualquer custo. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. as bases da restrição continuam válidas. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. letra "g". a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. Santa Catarina e São Paulo. A falta da informação no documento da operação ou prestação. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. mas da punição sofrida por aquele que. adquire mercadorias em outro estado. Nesta obra.

ADIN nº 2440-0 e 2543-0.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes.ADIN 2441-8.2156-7. Insumos para a fabricação . acertem os ponteiros entre si. RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. gado. Empreendimentos do PRO-DF . Assim. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. PARANÁ Produtos de informática. industrialização de pescados.Paulo. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. gado bovino. MATO GROSSO DO SUL 27 . coelho. através do Comunicado CAT 36/2004.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando.ADIN nº 2561-9. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo .ADIN nº. Produtos do abate de aves. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves. Financiamentos vinculados ao ICMS . bubalino ou suíno. produtos de informática e automação. BAHIA Cobre e derivados do cobre . GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes .ADIN nº 2548-1.ADIN nº 1179-1. A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S.Financiamento de 70% do ICMS .

f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. tubérculos.Setor industrial . raízes. verduras. aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. n) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). concedidos por produto e região do Estado.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). i) de máquinas. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.BAHIA .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa Geral de Incentivos Fiscais . k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16. c) de frutas. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003). b) de farinhas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16.ADIN nº 2439-6. 28 .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.AMAZONAS . e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento. .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar. h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). amidos e féculas (crédito presumido de 16. Em relação aos demais incentivos.Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .

ovinos. creme vegetal. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. halvarina. exceto os glicerinados.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). caprinos.DISTRITO FEDERAL . sabão em barra. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70.5% sobre o montante das operações interestaduais).o) de artigos de escritório e papelaria. extrato de tomate. pão francês de 50g. macarrão tipo comum. p) de móveis (crédito presumido de 16. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. Cream Craker.Componentes. leite tipo C. margarina. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. rãs. alho.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. bufalinos. papel. óleo de soja. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. polvilho. no período de 23/06/99 a 19/12/99. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. b) de animais vivos das espécies: bovinos. .Artigos esportivos importados . e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. café torrado e moído. rapadura. exceto carnes.: para carnes. aves. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). . Maisena e Maria. açúcar refinado e cristal. . fubá de milho. feijão. suínos. papel higiênico. farinha de mandioca. pescados e seus derivados 29 . sal de cozinha.5% sobre o montante das operações interestaduais). arroz.5% sobre o montante das operações interestaduais).Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. água sanitária. bem como as carnes. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). pescados e seus derivados. g) de outros produtos do gênero alimentício. crédito presumido de 11%. concentrado ou simples concentrado. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. sabonete. e pescado. q) de embalagens (crédito presumido de 16. leite em pó. (crédito presumido de 9. coelhos. hidratante ou adicionados de óleos especiais.

GOIÁS . lingerie.5% sobre o montante das operações interestaduais). 40. combustíveis.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados . 4809.5% sobre o montante das operações interestaduais).Qualquer mercadoria.5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).códigos NBM-SH 4802.130. e a partir de 01/08/2000 de 3%).5% sobre o montante das operações interestaduais). . de limpeza. que pode excluir determinada mercadoria.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos. 40. 40.: Dependente de autorização. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais).410.5% sobre o montante das operações interestaduais).25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano).902 e 41.MATO GROSSO DO SUL . j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9.Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40. exceto café. 4817 e 4823.804.(crédito presumido de 3% a 8%). 4804. lubrificantes. 4811. .5% sobre o montante das operações interestaduais). mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. bolsas. produção ou industrialização (crédito presumido. e. de 2%.Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização.070 (crédito presumido de 2%) Obs. 40.100.25% a 19. no período de 21/11/94 a 31/07/2000.5% a 52. (crédito presumido de 10.(crédito presumido de 10.5%). l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). . . b) Central de distribuição . de higiene e bebidas (crédito presumido de 3.ESPÍRITO SANTO . o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais). n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . c) Produtos alimentícios. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. 4807. quando não seja elaborado sob encomenda. energia elétrica. 4810.(crédito presumido de 47. . calçados. m) de papel .

RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações .Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social . j) Têxteis .RIO EMPRESA EMERGENTE. d) Geral . k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .Financiamento vinculado ao ICMS .Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .Programa de Atração de Estruturantes . c) Importadores .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.de 22/09/2000 a 31/12/2002).Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas . 24. talco.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro . 24.Rio Portos . l) Geral . 23.823/97.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência).863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. e) Geral . 31 . 24. Decreto 23.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 24. m) Geral .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial. distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo.FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa). 24.858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. h) Fármacos e Químicos .RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. i) Autopeças e Navipeças . 2. g) Plástico e Resinas Plásticas .até 9% do valor da importação (Lei nº.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro . 4. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. f) Petróleo e Derivados .Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro . desodorante. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº. 24.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . o) Industrial.

Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. . os convênios passam a ter eficácia.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs.Alimentos. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. . pelo comportamento lesivo entre os Estados. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . expressamente. visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. são normas complementares das leis. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte.COTEPE/ICMS para decidir. o Distrito Federal e os Municípios.fazenda. delegar. em assunto técnico. para efeito de concessão ou revogação de isenções.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária.TOCANTINS .br/confaz.35. os Estados. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF.http://www. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais).COTEPE/ICMS.gov. O Conselho pode. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. incentivos e benefícios fiscais. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. Cabe a cada contribuinte.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. isoladamente. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . os convênios que entre si celebrem a União. Só após aprovados legislativamente. do CTN. com sede no Distrito Federal. inciso IV. observa-se que.RIO GRANDE DO NORTE . ratificando o Convênio. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. o mesmo deverá ser. incentivos e benefícios fiscais do imposto. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal.

Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios.: 18. formalmente. XII . SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. XV .apreciar.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas.apreciar as proposições de Convênios. XIII . VIII .U.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. III . Compete à COTEPE/ICMS: I .acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais .promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social.1970 (D. Protocolos e Ajustes SINIEF. IX .assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. X . VII .1971). XVI .02.a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. 33 . IV . pertinentes ou relacionados ao ICMS.do referido imposto em todo o território nacional. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS. VI . O SINIEF tem como objetivos: 1 . XI .criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. II . V .O.CONFAZ.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.orientar as Secretarias de Fazenda.SINIEF.12. XIV . Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual.

firma ou razão social.Código de Atividades Econômicas. III . interestadual e internacional.2 .Fiscal . de passageiros.ibge. poderão.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá.CNAE. mesmo que através de códigos.unificação dos documentos e livros fiscais.br. a critério do Fisco estadual.instituição de relação referente às saídas de mercadorias. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . V .cnae.instituição da guia de informação e apuração do imposto.gov.CONCLA.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. IV . VI .instituição do código de classificação das situações tributárias. de: a) Rua e número.Fiscal. IV . INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal.número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). c) Município. os seguintes elementos básicos: I . o endereço é http://www. no mínimo. V . operações e prestações. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . b) Distrito ou subdistrito. II .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.endereço. no mínimo. II . 34 . III . Para consulta do CNAE-Fiscal. composto. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF. II . desde que: I . d) Unidade da Federação.CNAE . serão adotadas as seguintes medidas: I . na internet.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais.número de inscrição estadual.

CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais.Estrangeira .Não tributada 50 . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS.Estrangeira . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB.Tributação pelo ICMS 00 .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 . Tabela A . nas guias de informação e em todas as análises de dados.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 .Adquirida no mercado interno Tabela B . TABELA CFOP Veja. nesta obra.III .Suspensão 51 .Isenta 41 . Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .Tributada integralmente 10 .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS. com base na Tabela B.Nacional 1 .Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Diferimento 60 .Com redução de base de cálculo 30 . os códigos CFOP e respectivas aplicações.Origem da Mercadoria 0 . onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Importação direta 2 .Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual. em arquivo próprio. os documentos relativos a todos os locais envolvidos.

o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. IV . DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. 3.Nota Fiscal de Venda a Consumidor.1970. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. 03/94 e 6/2008. omitir indicações. II . hipótese em que nada será anotado neste campo. 2. IMUNIDADE. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado.Nota Fiscal. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. salvo quando adotadas séries distintas. 3. 2.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. conforme as operações que realizarem. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. com alterações posteriores. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. III . desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. em todas as vias. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. o documento que: 1. 4. que não lhes prejudiquem a clareza.12. 4.Nota Fiscal de Produtor. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. modelos 1 ou 1-A. modelo 2. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. fazendo prova apenas em favor do Fisco. os seguintes documentos fiscais: I . modelo 4. NÃO INCIDÊNCIA. contenha declarações inexatas. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. não36 .

Cada estabelecimento. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. Para maiores detalhes. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. sucursal. o endereço e os números de inscrição. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. sem distinção por subsérie.incidência. no mínimo. a emissão dos documentos poderá ser dispensada. podendo. modelo 2. os de numeração inferior. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. seja matriz. filial. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor.a data da emissão. indicando-se o dispositivo legal respectivo. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. IV . depósito ou qualquer outro. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". III . em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. por espécie. poderão usar formulários. no máximo. contínuos ou em jogos soltos. e 50 (cinqüenta). em substituição aos blocos. série e subsérie e o número da via.o nome. do estabelecimento emitente. ou já tenham sido usados.999. estadual e no CNPJ. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. terá talonário próprio. agência. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I .o número de ordem. Atingido o número 999. Em relação aos produtos imunes de tributação. 37 . Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. em ordem crescente de 1 a 999. II . numerados tipograficamente.

12. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. modelo 2. tais como falta de energia elétrica. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. da Nota Fiscal. sem estabelecimento fixo ou permanente. portando o seu estoque de mercadorias. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. impresso após a letra indicativa da série. a partir de 1.a discriminação das mercadorias. em ordem crescente. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. que exerça atividade 38 . em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). VI . com ou sem utilização de veículo. estadual e no CNPJ. do impressor da nota.motivo e data da ocorrência. IV e VII serão impressas. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. em substituição aos mesmos. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. tipo. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. pessoa física ou jurídica. dos documentos fiscais emitidos. para exibição ao Fisco.00 (cento e vinte mil reais). VII . modelo 1 ou 1-A. quebra ou furto do equipamento. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. II. As indicações dos itens I. a data e a quantidade da impressão. será permitida a emissão por qualquer outro meio. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. modelo 6: I .números. modelo 2: a) será adotada a série "D". o endereço e os números de inscrição.o nome. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL .V . espécie.000.1970. Desobrigação O contribuinte. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. marca. quantidade. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . inicial e final. com receita bruta anual de até R$ 120. em 2 (duas) vias. modelo 2. no mínimo. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. quando exigida. 50. II . das mercadorias e o valor total da operação.os valores. art. inclusive o manual. modelo.ECF. unitário e total.

O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. no lugar deste. feirante. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . modelo 1 ou 1-A. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. mascate. II . modelo 1 ou 1-A. será emitido o Cupom Fiscal ou.comercial na condição de barraqueiro. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. nas vias do documento fiscal emitido.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. II . o contribuinte deverá: I . Integração de Equipamento A utilização.indicar na coluna "Observações". Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. este atribuído pelo estabelecimento.anotar. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. do livro Registro de Saídas. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. a critério da unidade federada. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.por solicitação do adquirente. II . O equipamento em uso. tenda e similares. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF.por exigência de legislação federal. Finanças ou Tributação das unidades federadas. ou a Nota Fiscal. e utilizado como prova de infração à legislação tributária. b) realizadas fora do estabelecimento. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. Nas hipóteses previstas acima. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. modelo 2. ambulante. no recinto de atendimento ao público. apenas o número e a 39 . em ambos os casos. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. modelo 2. fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta.

que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. b) a 2ª.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. II . vedada a utilização de subsérie. II .nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. no estabelecimento. para separar as operações de entrada das de saída. ao destinatário.série do documento. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. via ficará presa ao bloco. Na Nota Fiscal de Produtor. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. c) a 3ª. pelo transportador. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. real ou simbolicamente. entrarem bens ou mercadorias.na transmissão da propriedade de mercadorias. em 3 (três vias). em 4 (quatro) vias. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.sempre que promoverem a saída de mercadorias. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . III . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. quando houver determinação por parte do Fisco.12. III . NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. via ficará presa ao bloco.em outras hipóteses previstas na legislação. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou.1970. a partir de 1. IV . ao destinatário. pelo transportador. em ordem crescente. modelo 4: I . b) a 2ª. quando houver interesse por parte do contribuinte.sempre que. 40 .

II . até o final do período de apuração do imposto.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. para englobar. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. II . 41 . aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. desde que dentro do período de apuração do imposto. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. III . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. além do que se achar registrado em nome da pessoa. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. para englobar. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Na prestação interna de serviço de transporte.1970.pelos transportadores de valores. para fins de controle no Estado de destino.pelos transportadores de passageiros. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. em relação a cada tomador de serviço. para cada viagem contratada.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Nota: considera-se veículo próprio. em veículos próprios ou afretados. d) a 4ª. Na prestação interestadual de serviço de transporte. por veículo. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art.1ª via será entregue ao contratante ou usuário.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. III . as prestações realizadas.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. que terão a seguinte destinação: I . III . 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. será utilizada: I . os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. para englobar. as prestações executadas no período de apuração do imposto.c) a 3ª. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. modelo 7. IV . no mínimo.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. que terão a seguinte destinação: I .a 2ª via acompanhará o transporte.pelos transportadores ferroviários de cargas. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. no final do período de apuração do imposto. em relação a cada tomador de serviço. em 4 (quatro) vias. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico.12. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal. II .

o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie.o número de ordem. modelo 27. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. o endereço. XIII . III .a identificação do tomador do serviço: o nome.IV .a identificação do emitente: o nome. as seguintes indicações: I . poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. XIV .o valor do ICMS. IX . VI . de modo que permita sua perfeita identificação. e os números de inscrição estadual e no CNPJ. XI . o endereço. Nas prestações internacionais. A NF conterá. no mínimo. os números da inscrição estadual e no CNPJ. II . modelo 7.o valor do serviço prestado. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes.o valor total dos serviços prestados. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007.a base de cálculo do ICMS. a série e subsérie e o número da via.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. o endereço. do impressor da nota fiscal. VIII . a critério de cada unidade federada. V .origem e destino.a alíquota aplicável. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.a natureza da prestação do serviço. a data e quantidade de impressão. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte.a data da emissão. bem como os acréscimos a qualquer título. acrescido do respectivo código fiscal de operação. XII . VII . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. e o número da autorização 42 .a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". IV .o nome. X .a discriminação do serviço prestado.

cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. XV . Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente.a data limite para utilização. que terão a seguinte destinação: 1ª via. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. II.para a impressão dos documentos fiscais. com o intuito de documentar operações e prestações. previamente. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. V. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. As indicações dos incisos I. será credenciado pela administração 43 . o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. antes da ocorrência do fato gerador. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. Base: Ajuste SINIEF 7/2006. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. o contribuinte deverá solicitar. de existência apenas digital. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. 2ª via. Registro Prévio Para emissão da NF-e. XIV e XV serão impressas. será entregue ao tomador do serviço. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito.

II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999.999. em ordem crescente. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. juntamente com o CNPJ do emitente. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. 44 . mediante prévia autorização da administração tributária. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. a fim de garantir a autoria do documento digital. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. a partir de 1.999. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. vedada a utilização de subsérie. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. por estabelecimento e por série. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. contendo o CNPJ do emitente. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. número e série da NF-e. As séries serão designadas por algarismos arábicos.

devendo ser apresentadas à administração tributária.produtores.distribuidores de combustíveis líquidos. II . assim definidos e autorizados por órgão federal competente. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. III . no tamanho A4 (210 x 297 mm). formuladores e importadores de combustíveis líquidos. será aceito pelo contribuinte destinatário. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma.fabricantes de cigarros. 45 . IV . quando solicitado. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. podendo ser utilizadas folhas soltas. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. A consulta à NF-e será disponibilizada. exceto papel jornal.distribuidores ou atacadistas de cigarros. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. inclusive para fins de escrituração fiscal. Posteriormente. O DANFE deverá ser impresso em papel. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. quando solicitado. devendo ser apresentadas à administração tributária. formulário de segurança.

.. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. 01.2008.frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. XI ..fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. UF. modelo 8.. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS . interestadual e internacional.. VI . no Ambiente de Contratação Livre (ACL). VII . refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.. laminados planos ou longos. com vigência a partir de 01. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005. XIV .2009. se for o caso. relaminados...12. vendam energia elétrica a consumidor final.fabricantes. bufalinas e avícola..... E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e. placa nº. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . XIII . de cargas.V .fabricantes de refrigerantes. fazendo constar no campo “Observações” deste ou.. 46 .fabricantes de cimento..fabricantes de ferro-gusa. além do que se achar registrado em nome da pessoa...04.NF-e. ônibus e motocicletas.. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. trefilados e perfilados de aço... Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005. IX . VIII . em veículos próprios ou afretados.2008 e 01.fabricantes de semi-acabados.TRR. caminhões. utilitários.. a expressão: “Transporte subcontratado com . Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. XII .. do Manifesto de Carga. X ... Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007.. proprietário do veículo marca .fabricantes de automóveis. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal. suínas. camionetes.agentes que..09..transportadores e revendedores retalhistas .

A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via).a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. que terão a seguinte destinação: I . O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. interestadual e internacional de cargas.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. com destino à Zona Franca de Manaus. modelo 9. em qualquer sentido. podendo servir de comprovante de entrega. no campo “Observações”. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. III . IV . a critério do fisco. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. a informação de que se trata de serviço de subcontratação. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. em 4 (quatro) vias. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.9 x 21. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. no mínimo. 47 . será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. podendo. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. II .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.0 cm. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado.

10. para destinatário localizado no mesmo Estado.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. segundo acordos internacionais. para destinatário localizado no mesmo Estado.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. 48 .a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. no mínimo em 3 (três) vias.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. IV . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. II . Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. com a seguinte destinação: I . bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. podendo servir de comprovante de entrega. mod. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. podendo servir de comprovante de entrega. com destino à Zona Franca de Manaus.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. interestadual e internacional de cargas. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. III . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via).O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. que terão a seguinte destinação: I . em 4 (quatro) vias. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via).a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. III . Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. no mínimo. II . será emitido o Conhecimento Aéreo. para destinatário localizado em outro Estado. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.

em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . no mínimo. III . Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. intra ou intermunicipal. segundo acordos internacionais.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. bem como. do 49 .a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. quando deverá ser entregue ao destinatário. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. III . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. os valores expressos em moeda estrangeira.a 2ª via será entregue ao remetente.a 2ª via será entregue ao remetente. com a seguinte destinação: I . IV . modelo 20. modelo 11. no mínimo. em 5 (cinco) vias. da carga coletada. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. V . ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. quando deverá ser entregue ao destinatário. será utilizado pelos transportadores. II . será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. II . Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. com destino à Zona Franca de Manaus. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. interestadual e internacional de cargas.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.

modelo 57. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas. A critério do fisco estadual. 50 . Quando da coleta de mercadoria ou bem. modelo 57. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. modelo 9. que terão a seguinte destinação: I . cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I .CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. por qualquer motivo não entregue ao destinatário. de existência apenas digital.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. II .DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . no mínimo em 3 (três) vias. desde que observado o motivo no seu verso. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO .Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao remetente. obrigatoriamente. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. a Ordem de Coleta de Carga será emitida. modelo 8. III .endereço do remetente até o do transportador. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. será emitido.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. II . O CT-e.

O DACTE: I . previamente.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. II . quando utilizada em transporte de cargas. modelo 7. modelo 10.III . modelo 11. V .ICP-Brasil. a fim de garantir a autoria do documento digital. impresso em papel. O contribuinte.conterá código de barras. VI . O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. Para emissão do CT-e. IV . exceto papel jornal. 51 . que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.DACTE. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. podendo ser utilizadas folhas soltas. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. III . papel de segurança ou formulário contínuo. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. bem como ser pré-impresso. e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis.poderá conter outros elementos gráficos. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. IV . modelo 27. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada.Conhecimento Aéreo.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm).Nota Fiscal de Serviço de Transporte. o contribuinte deverá solicitar.

desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. devendo ser apresentados à administração tributária. em 52 . por meio de protocolo de segurança ou criptografia. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet.A do art. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. este não poderá ser cancelado. por meio de Carta de Correção Eletrônica . observadas as demais normas da legislação pertinente. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. O tomador do serviço deverá. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá.CC-e. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. fora do DACTE. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e.poderá alterar o leiaute do DACTE. alternativamente. quando solicitado. previsto em Ato COTEPE. observado o disposto no §1º. quando solicitado. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. É permitida a impressão. para adequá-lo às suas prestações.

consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. devendo observar as disposições deste ajuste.na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. informando o número do documento fiscal emitido com erro. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico.. às empresas autorizadas à sua emissão. em virtude de (especificar o motivo do erro)". devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. b) após receber o documento referido. na Internet. observada a legislação de cada unidade federada.. e data . pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias.. O transportador poderá. referenciando o CT-e original. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site.. bem como o motivo do erro. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .. referenciando o CT-e original. c) o transportador deverá emitir novo CT-e. mediante legislação própria. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada.. pelos valores totais do serviço e do tributo. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. II . pelos valores totais do serviço e do tributo. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. e data . utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. os valores anulados e o motivo. deverá ser observado: I . informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo.na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. 53 . devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. o transportador deverá emitir novo CT-e.. e desde que não descaracterize a prestação. em virtude de (especificar o motivo do erro)"..

BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. Cancelamento. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. destinatário e transportador. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. o documento fiscal deverá conter assinatura. com a devida justificativa. no que couber. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. no mínimo. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e.0. para acobertar o transporte da bagagem. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem.CT-e. da entrega das cargas constantes do CT-e. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. havendo direito à restituição de valor ao usuário.0. pelo recebedor. exigir a confirmação. as normas do Convênio SINIEF 06/89. escriturado antes do início da prestação de serviço. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. interestadual e internacional.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. posto ou veículo que efetuou a venda. Versão 1. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico .DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso.CT-e. em 2 (duas) vias. sem valores monetários. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. de passageiros. de acordo com a legislação tributária vigente. que terão a seguinte destinação: 54 . modelo 8. bem como a do chefe da agência.

que terão a seguinte destinação: I . Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. interestadual e internacional de passageiros. interestadual e internacional. modelo 9. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. de passageiros. que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. II . O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido.a 1ª via ficará em poder do emitente. para exibição ao fisco. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que deverá conservá-la durante a viagem.a 1ª via ficará em poder do emitente. II . para exibição ao fisco. Nos casos em que houver excesso de bagagem.a 2ª via será entregue ao passageiro. que terão a seguinte destinação: I .I . será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal.a 2ª via será entregue ao passageiro. 55 . BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário.a 1ª via ficará em poder do emitente. modelo 15. interestadual e internacional de passageiros. II . no mínimo em 2 (duas) vias. para acobertar o transporte da bagagem. modelo 14. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao passageiro. para exibição ao fisco. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 10. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. para acobertar o transporte da bagagem. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. Nos casos em que houver excesso de bagagem.

inclusive por meio de veículos. nos casos do item V anterior. Em substituição ao documento. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. II . II . a qualquer título. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. real ou simbolicamente: I . A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 .em retorno. excetuado o produtor agropecuário. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. nas seguintes hipóteses: 1. IV .a 2ª via será entregue ao passageiro. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. por estação. no mínimo em duas vias.em retorno de exposições ou feiras. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. III . V . 2. do mesmo ou de outro Município. com base em controle diário de renda auferida. que deverá conservá-la durante a viagem. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. desde que. remetidas a qualquer título por particulares. que terão a seguinte destinação: I . segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. até o local do estabelecimento emitente. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores.importados diretamente do exterior.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. mediante prévia autorização do Fisco.em outras hipóteses previstas na legislação. 3.novos ou usados. aos quais tenham sido enviados para industrialização. VI .

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. especialmente: I . no mínimo. Base: art. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. 60 . II .1. localizado na mesma unidade da Federação. Bases: artigos 20. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal.1970. sejam por este remetidas a terceiros. ao destinatário. b) nas operações interestaduais.905. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante.12. em quatro vias. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. 3. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a 2ª via ficará presa ao bloco. pelo transportador.valor das mercadorias. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. 2. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a 3ª via: a) nas operações internas.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias.1970. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias.12. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque.

especialmente: I .natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. 4. remetidas por depósito fechado. estadual e no CNPJ. III .dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. deste. II . endereço e números de inscrição. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.1970. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. que deverão acompanhar as mercadorias. sem lançamento do ICMS.907. IV .valor das mercadorias. nome. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ.907 ou 6. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias.III . 2. a data de sua efetiva saída.12. valor das mercadorias. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. Base: art.12. V . se devido. mencionando-se endereço e números de inscrição. no ato da saída das mercadorias.906. especialmente: I . contendo os requisitos exigidos e. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.destaque do ICMS. O depósito fechado.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.natureza da operação. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. 3.valor da operação.1970. especialmente: 1. III . o número. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. II . se devido. número. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.

remetendo-a ao estabelecimento depositante. 2. contados da respectiva emissão. 3. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. na coluna própria do Registro de Entradas. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima.como destinatário. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. o estabelecimento depositante. O depósito fechado deverá: 1. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. contendo resumo diário das saídas. quando cabível. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. dentro de 10 (dez) dias. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. II . do depósito fechado. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. o número. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. será conferido ao 62 . dentro de 5 (cinco) dias. ambos pertencentes à mesma empresa. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. dentro de 10 (dez) dias. O estabelecimento depositante deverá: 1. ainda.12. dentro de 10 (dez) dias. na coluna própria do Registro de Entradas. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos.de mercadoria. mencionando. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. estadual e no CNPJ. indicando: I . número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. endereço e números de inscrição. 2. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

dentro de 10 (dez) dias. por ocasião da efetiva saída global ou parcial.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". endereço e números de inscrição. No caso de venda para entrega futura. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. em nome do 66 .922 ou 6. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. deste. c) número. quando devido. bem como nome. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS.CFOP 6. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. indicando-se. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. das mercadorias. com destaque do ICMS. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. do estabelecimento destinatário e número. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. estadual e no CNPJ. Base: art. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. quando devido. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . além dos requisitos exigidos.922. No caso de venda à ordem. d) nome. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. para simples faturamento. acrescentando na coluna "Observações" o número. bem como número. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). contendo os requisitos exigidos e.1970.12. como natureza da operação. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. ao receber as mercadorias. O estabelecimento destinatário. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral.907. bem como nome. 2. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. poderá ser emitida Nota Fiscal. com lançamento do IPI. quando for o caso. endereço e números de inscrição. vedado o destaque do ICMS. especialmente: a) valor das mercadorias.

do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente.destinatário das mercadorias. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. 3. se for o caso. sem destaque do valor do ICMS. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. constarão como natureza da operação. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. do seu emitente. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. além das exigências previstas. além dos requisitos exigidos. do fornecedor e número. destacando destes. com fornecimento de matérias-primas. endereço e números de inscrição. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. da qual. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. endereço e números de inscrição. endereço e números de inscrição. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. estadual e no CNPJ. produtos intermediários e materiais de embalagens. constarão o nome. emitir Nota Fiscal. número. endereço e números de inscrição. além das exigências previstas. da qual. o número.12.923. mencionando. com destaque do ICMS. bem como o nome. além dos requisitos exigidos. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. consignando-se. nome do titular. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. emitir Nota Fiscal. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. o valor das mercadorias empregadas. em venda à ordem" – CFOP 5. na qual. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. do adquirente. 2. além dos requisitos exigidos. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. quando devidos. além das exigências previstas. sobre o valor total cobrado do autor 67 . para acompanhar o transporte das mercadorias. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. endereço e números de inscrição. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Base: art. os quais. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida.1970. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. quando devido. constarão também nome. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. adquiridos de outro. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. na qual. sem destaque de impostos. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. autor da encomenda. 2. b) em nome do adquirente originário. 2. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada.923 ou 6. número.

pelo autor da encomenda.da encomenda. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. se exigidos. e o valor total cobrado do autor da encomenda. à 68 . além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. que será qualificado nessa nota. Base: art. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. se for o caso. do seu emitente. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. autor da encomenda. também. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. se for o caso. bem como os dados relativos ao redespacho. II . REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. estadual e no CNPJ.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. b) a indicação do número. cada industrializador deverá: I . endereço e números de inscrição. b) a indicação do número. antes de serem entregues ao adquirente. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. autor da encomenda. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. que serão aproveitados como crédito. d) o lançamento. endereço e números de inscrição. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. do seu emitente. autor da encomenda. estadual e no CNPJ.1970. do IPI e o destaque do ICMS. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS.12. se exigidos. contendo: a) a indicação do número. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. contendo.

bem como o número. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. dos documentos emitidos pelas agências.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. para fins de escrituração. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. quando for o caso. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. após o transporte. II . modelo 18. ao transportador contratante do redespacho. no mínimo. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. a 1ª via do documento. interestadual e internacional. que possuírem inscrição centralizada. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. com a seguinte destinação: I . a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. será enviada à empresa contratante. o endereço de quem aceitou o redespacho. 69 . em 3 (três) vias.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). filiais ou veículos. postos. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. emitido na forma do item “a” anterior.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. II . dentro de 5 (cinco) dias. contados da data do recebimento da carga. em prestações interestaduais. em meio de transporte diverso do original. o nome. modelo 17. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. no livro Registro de Saídas. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. as quais acompanharão a carga até o seu destino. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. referente à carga redespachada. O Despacho Rodoviário será emitido. o “Despacho de Transporte”. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado.

por unidade da Federação.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. inclusive do Resumo de Movimento Diário. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir.a 2ª via ficará em poder do emitente. realizados pela empresa transportadora. TRANSBORDO Não caracteriza. agência ou posto. localizado no Estado. na sede da empresa. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. II . o início de nova prestação de serviço de transporte. o Resumo de Movimento Diário. para registro no livro Registro de Saídas. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. que terão a seguinte destinação: I . Cada estabelecimento. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. filial. em 2(duas) vias. os casos de transbordo de cargas. no mínimo. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. no prazo de 3 (três) dias. para exibição ao Fisco. emitirá o Resumo de Movimento Diário. modelo 2-A. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para efeito de emissão de documento fiscal. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. 70 . de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. modelo 6. seja matriz. contados da data da sua emissão. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram.

emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. extravio. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". Além dos demais requisitos exigidos. 71 . segundo a respectiva legislação estadual. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. II . poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal.em razão de perda.a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. contendo.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . sujeitando-se aos acréscimos legais. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". sem destaque do valor do imposto. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. perecimento. a nota fiscal deverá conter: I . REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. correspondentes às saídas para formação do lote. monetariamente atualizado. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. 2 . sem destaque do valor do imposto.a indicação de não-incidência do imposto. II . inclusive multa.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. furto da mercadoria. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. sinistro. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior.emitir nota fiscal de saída para o exterior. no campo "Informações Complementares".

a série e a data da nota fiscal citada no item 1. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.III . a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. por igual período. Base: Convênio ICMS 59/2007. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. situado no exterior. bem como o número. situado no exterior. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”. situada em país diverso. Base: Convênio ICMS 83/2006.no campo do CFOP: o código 7. na qual constará: I . uma única vez. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. II .102. deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. II – no campo do CFOP: o código 7. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. conforme o caso.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. 2) Por ocasião do transporte.101 ou 7. 72 .

b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 .. no Livro Registro de Entradas.CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I .)". no Livro Registro de Entradas..)...)/(.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo..NF nº ./. II .)de (.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas..NF nº (.. além dos demais requisitos exigidos... sem destaque do ICMS e do IPI. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . como natureza da operação.. quando permitido. c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.. II .)/". Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I .. além dos demais requisitos exigidos. além dos demais requisitos exigidos. b) destaque do ICMS e do IPI./. creditando-se do valor do imposto. o seguinte: a) natureza da operação: Venda. c) destaque do ICMS e do IPI. quando permitido.. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação.)/(. além dos demais requisitos exigidos. creditando-se do valor do imposto. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação". Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I .. b) base de cálculo: o valor do reajuste.. b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte.. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação".o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.o consignante emitirá nota fiscal contendo. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação . quando devidos. de..o consignante emitirá nota fiscal... II .. quando devidos. contendo.NF nº (.)/ (...o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". de (.. apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações".

apenas nas colunas "Documento Fiscal". b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida.)/ (... d) a expressão "Devolução (parcial ou total. quando for o caso...NF nº (.NF nº (. de (. além dos demais requisitos exigidos... sobre o qual foi pago o imposto.NF nº (.)/(. se for o caso) reajuste de preço . PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas.. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007.). o valor relativo ao reajuste do preço.o consignante lançará a nota fiscal. no Livro Registro de Saídas. por ocasião da remessa em consignação..)/(. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 . creditando-se do valor do imposto. as seguintes indicações: I ..).. indicando nesta a expressão "Venda em consignação ..de (. na entrada da peça defeituosa a ser substituída. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá..NF nº (..vendida. II .)"..)/(.a discriminação da peça defeituosa...)..... neste incluído. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.)/(. além dos demais requisitos.)". Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II. sem destaque do imposto.) (e.)/(. "Observações"..o consignatário emitirá nota fiscal contendo.)/(. conforme o caso) de mercadoria em consignação .... Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I ..)". II . de . no livro Registro de Entradas./(. de (....... c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .).o valor atribuído à peça defeituosa.. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.

ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. III . das peças defeituosas substituídas. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. II . com destaque do imposto. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. IV . promove substituição de peça em virtude de garantia.a remessa. ao fabricante.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. 75 . com permissão do fabricante. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída.ou autorizada. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. quando devido. além dos demais requisitos. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). que conterá. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. b) o número. desde que: 1 .o número.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia.ordem de serviço.na ordem de serviço ou na nota fiscal. seja efetuada após o encerramento do período de apuração. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. 2 . REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada.

as seguintes indicações: I . Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. além dos demais requisitos.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. com valor comercial. conforme o caso. IV . quando devido. luvas. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. a empregado ou representante. mesma cor. que conterá.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 .949 ou 6. seus concessionários ou oficinas autorizadas. calçados. por igual período. III . desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. acabamento e numeração diferente. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante. espessura. conforme o caso. meias.949.912. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. Na saída de mercadoria destinada a demonstração. III . tais como. mesmo modelo.no campo do CFOP: o código 5. por fabricantes de veículos autopropulsados. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração.do valor do ICMS. IV . Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas.no campo do CFOP: o código 5. as seguintes indicações: I . a critério da unidade federada de origem da mercadoria. brincos. quando devido. tais como. II . desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. além dos demais requisitos. em quantidade necessária para se conhecer o produto. II . DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros.do valor do ICMS.912 ou 6. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. O prazo poderá ser prorrogado. em todo o território nacional.

deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. II . para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. estabelece alíquotas do ICMS. alíquota. III . de 19 de maio de 1.989. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS.como natureza da operação: Remessa para Treinamento.do valor do ICMS.mostruário de venda.a data de emissão ou de saída. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. ainda.como destinatário: o próprio remetente. O disposto aplica-se. nas operações e prestações interestaduais.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. IV .as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. III . quantidade. desde que o erro não esteja relacionado com: I . em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. DE 1989 77 . II . Base: Ajuste SINIEF 08/2008. (DOU 22/05/1989). Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. em todo o território nacional. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. diferença de preço. devendo na nota fiscal emitida constar: I . Retorno No retorno das mercadorias. valor da operação ou da prestação. quando devido.

Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1. nas operações e prestações interestaduais. as alíquotas serão: I . nas operações de exportação para o exterior. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. Senado Federal.A alíquota do imposto de que trata o art.a partir de 1990. em 19 de maio de 1. Artigo 3º . será de doze por cento.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. Parágrafo Único . Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. 1º. destinadas às regiões Norte.989. II . sete por cento.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.989. Artigo 2º .Artigo 1º . será de treze por cento. oito por cento. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 .em 1989.

realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. Idem art. 79 . carga e mala postal. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95.O. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO.É estabelecida. na base de cálculo do ICMS. adiante transcrita. o montante do IPI. configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). 13. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. O Senado Federal resolve: Artigo 1º .Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Artigo 2º .PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . dispõe que não compreenderá. de 13 de Dezembro de 1996 (D. em seu artigo 155.16/12/1996). quando a operação. XI. .U.

034.30) = R$ 2.344.500.844. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.500.37931 x R$ 7.82 D – IPI (10%) = R$ 1. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.379.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.82 80 .725 Coeficiente = 1. respectivamente. CÁLCULO .37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.FÓRMULA Para determinar o valor da operação.00) = R$ 10. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.379. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1.25 x (1 + 0.10)] Coeficiente = 1/0. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.

000.12. ocorridas a partir de 01.000. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5.000.2001.200.000.00 x 1/48 x 1. Exemplo: Aquisição de uma máquina. por força da LC 120/2005. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio. II .000. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31.00 R$ 48.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3.750. a partir da data da alienação.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01. Em janeiro/2005. encontramos o valor de R$ 2.82. equiparam-se às tributadas.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. ICMS .2006. não será admitido o creditamento de que trata o item. em janeiro/2004.em cada período de apuração do imposto.844. esta ferramenta foi vendida.01.000 : 1. deverá ser observado: I .00. as saídas e prestações com destino ao exterior. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. com ICMS de R$ 5. A partir de 01.Subtraindo-se C de A.000.000 = R$ 833.01. 81 .000. para fins deste cálculo. com um ICMS total de R$ 48. equiparam-se às tributadas. não poderá mais ser utilizado como crédito.000.200.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações.00. jornais e periódicos.01. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.00. não será admitido.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS.2005.

II . com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . da seguinte forma: I . também. que será seqüencial por exercício. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente.quadro 2 .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. consoante a ordem seqüencial de entrada.quadro 1 .até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. será. endereço. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. c) ocorrência do perecimento. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. extravio ou deterioração do bem. III . A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. relativamente à escrituração do CIAP: I . b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias.a substituição. no mínimo. IV . a critério do contribuinte. nos quadros e nas colunas próprias. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I . ao estorno ou ao crédito do imposto. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. os dados do documento.linha ANO: o exercício objeto de escrituração. por livro ou similar que contenha.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. e inscrição estadual do estabelecimento.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. além de sua escrituração nos livros próprios. a critério de cada unidade federada. II . III . Será permitida. seguido de dois algarismos 82 .no último dia do período de apuração.atribuição do número ou código ao bem. conforme o caso. II .a manutenção dos dados em meio magnético. escriturado no CIAP.

TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO . passível de apropriação. f) coluna 6 . quando houver completo o quadriênio de sua utilização.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. no final do período de apuração. ainda.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. BAIXA OU PERDA. 3. 2. 4 (quatro) casas decimais. coluna 2 .FRAÇÃO MENSAL . BAIXA OU PERDA . coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA .indicando o exercício. transferência. e) coluna 5 . baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . no mínimo. coluna 1 . quando ocorrer a alienação. vinculados à aquisição do bem. 3. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. coluna SAÍDA.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês.quadro 3 . aquisição.o valor do imposto. de forma sucinta.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. passível de apropriação. ainda. c) coluna 3 .o valor correspondente ao imposto. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). cujo resultado. 2. quando for o caso. 4. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1.valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. tais como. as seguintes disposições: 83 . d) coluna 4 .a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. 2. a transferência. relativo à aquisição. considerando-se. o extravio ou a deterioração do referido bem.TOTAL DAS SAÍDAS . V . coluna DATA .DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) .o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). relativo à aquisição do bem.o mês objeto de escrituração. o perecimento. caso o período de apuração seja mensal. acrescido. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação.a identificação do bem. coluna NOTA FISCAL . ou. findo o qual ser reiniciada a numeração.o somatório da coluna ENTRADA.CRÉDITO A SER APROPRIADO . coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) .COEFICIENTE DE CREDITAMENTO .

b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. nos quadros e nas colunas próprias.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. III . efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração.quadro 1 . se houver. modelo. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. da seguinte forma: I . contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. 84 .na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. perecimento. que será seqüencial por bem. números da série e da plaqueta de identificação. II .I . d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. transferência. extravio deterioração. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. II . c) BEM: a descrição do bem. quando for o caso. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente.quando 2 . e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. acrescido. baixa ou outra movimentação de bem. III . nos campos.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. vinculados à aquisição do bem.

VI .SÃO PAULO Relator(a): Min.quadro 4 . b) a data da ocorrência do evento. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. ou de utilização de serviço de comunicação ou. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. quando chamado a resguardar a norma constitucional. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO.Órgão Julgador: Primeira Turma .APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração.quadro 3 . caso o período de apuração seja mensal. do seu próprio estabelecimento. ainda. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. extravio. SEPÚLVEDA PERTENCE . deterioração do bem. ou. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. conforme previsto na legislação de cada unidade federada. numa afronta direta à Carta Magna. O CIAP modelo D. no ativo fixo. ter-se vergado a esta fraude legislativa.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento.AI 488374 AgR / SP . b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. 85 . Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. com sumária do mesmo.Julgamento: 15/06/2004 . Precedentes.quadro 5 .SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos.IV . (STF . contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. V . deverá ser mantido à disposição do fisco. ainda. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III.DJ DATA-25-06-2004).

O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. Finanças. Minas Gerais. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.01. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza.01.2004. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. remetida. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011.2001*. com efeitos para todos os contribuintes. a qualquer título. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. Santa Catarina e São Paulo.04. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Receita ou Tributação. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda.2001*. b) quando consumida no processo de industrialização. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006).Portanto. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. Paraná. Rio de Janeiro. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. Rio Grande do Sul. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto.

peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. letra "g".art. 87 . Seguem. os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. concretagem e a instalação e montagem de produtos. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. parágrafo 2º inciso XII. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. que fica sujeito ao ICMS). terraplanagem. 290 do RIR/99). então. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. estradas. inclusive sondagem. pontes. 7. conservação e reforma de edifícios. por administração. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. as bases da restrição continuam válidas. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . empreitada ou subempreitada. 155.05 – Reparação. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. fora do local da prestação dos serviços. 289 e inciso I do art. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. drenagem e irrigação. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. de obras de construção civil. A falta da informação no documento da operação ou prestação. Entretanto.02 – Execução. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. perfuração de poços. entretanto. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. que fica sujeito ao ICMS). quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. conforme o caso. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. escavação. as exceções previstas. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. pavimentação.

ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D.000.000.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.00 = R$ 800. pelo contribuinte.00 = R$ 200. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização. por ocasião da aquisição desses bens.000.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10. em contas próprias.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.000.000.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100.000. classificáveis no ativo circulante.00 de IPI e R$ 12.000. Exemplo: Aquisição de R$ 100.00 C.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos. sendo recuperáveis R$ 10.000.00 de ICMS: D.000. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.00 ICMS Líquido: R$ 1.00 de materiais para a produção.00 D. opcionalmente. que será adotado.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.00 D. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.00 – R$ 200.000.

modelo 2. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. 63.Registro de Saídas. e Registro de Saídas.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. Os livros Registro de Entradas. modelo 89 .Movimentação de Combustíveis . em cada estabelecimento. 87): I . VI . modelo 1-A. modelo 2. os seguintes livros fiscais (art.12. serão utilizados por contribuinte sujeito.Registro de Apuração do ICMS. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. modelo 5.Registro de Controle da Produção e do Estoque. modelo 7. modelo 1.Registro de Entradas. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. modelo 1. modelo 6. com as adaptações necessárias. X . Os livros Registro de Entradas. e Convênio SINIEF 6/89. IX . será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. modelo 5. modelo 3. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.LMC. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. VIII . a critério do Fisco. conforme as operações ou prestações que realizar.Registro de Entradas. II . III . art. o contribuinte do ICMS deverá manter. e por atacadista.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. modelo 2-A. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo. e Registro de Saídas. modelo 3. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. modelo 2-A. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. V .contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento.Registro de Saídas. 51. IV . modelo 9.1970. simultaneamente. modelo 1-A. podendo.Registro de Inventário. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial. Convênio SINIEF s/nº de 15. art. VII .

As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". a critério do Fisco. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. É facultado ao contribuinte acrescentar. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. nos livros fiscais.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. ser dispensado: 1. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. como contribuintes do respectivo imposto. Não se tratando de início de atividade. indicações de seu interesse. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. Quando não houver período expressamente previsto. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. Autenticação Os livros fiscais. 90 . ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. de forma a impedir sua substituição. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. desde que não lhes prejudiquem a clareza. com clareza. 2.

desdobrados em tantas linhas 91 . Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. em ordem cronológica. sucursal. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. agência. Os lançamentos serão feitos operação a operação. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. quando solicitado.1970. Para maiores detalhes. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. salvo para serem levados à repartição fiscal. Os lançamentos serão feitos. os livros fiscais em uso. para o seu nome. incorporação. documento por documento. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Fusão. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. transformação ou aquisição. as providências fiscais cabíveis. mediante prévia autorização do Fisco estadual. depósito. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. vedada a sua centralização. Ajuste SINIEF nº 01/92. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. conservação e exibição ao Fisco. a qualquer título no estabelecimento. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. modelos 1 ou 1-A. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. os livros fiscais. Incorporação. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. no ato da devolução. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. seja filial. fábrica ou outro qualquer. adotando-se.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes.

bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. da seguinte forma: 1. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. colunas sob os títulos "IPI . facultado. quando for o caso. 92 . 5. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. estadual e no CNPJ. às unidades da Federação. número e data do documento fiscal correspondente à operação. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. onde se localiza o estabelecimento emitente.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. 6. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. 3. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 4. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação.quantas forem as naturezas das operações. série e subsérie. segundo o Código Fiscal anexo.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. colunas sob os títulos "ICMS . colunas sob os títulos "ICMS . 2. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. 8. 7. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. se for o caso. nas colunas próprias. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. b) coluna "Outras": valor da operação. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS.

bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. b) coluna "Outras": valor da operação. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. segundo a natureza da operação. deduzida a parcela do IPI. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. se consignada no documento fiscal. "outras" e na coluna "observações". para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. totalizando-os. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 01/82. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. no último dia do período de apuração. coluna "Observações": anotações diversas.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. 16/89 03/94 e 06/95. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. para efeito de lançamento global. Ajustes SINIEF nº 01/80. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. pelo total mensal. quando for o caso. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. 10.12. "base de cálculo. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. modelos 2 ou 2-A. a qualquer título. do estabelecimento. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. segundo a data de emissão dos 93 . segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada.1970. o valor do imposto pago por substituição tributária.9. colunas sob os títulos "IPI .

se consignada no documento fiscal. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. deduzida a parcela do IPI. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. colunas sob os títulos "ICMS . números inicial e final e data do documento fiscal emitido.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. b) coluna "Outras": valor da operação. de acordo com o CFOP. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. emitidos em talões da mesma série e subsérie. da seguinte forma: 1. de numeração seguida. 4. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. pelos totais diários das operações da mesma natureza. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. série e subsérie. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. Os lançamentos serão feitos. quando for o caso. deduzida a parcela do IPI. 5. 7. se consignada no documento fiscal. 6.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. colunas sob os títulos "ICM . bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.documentos fiscais. 2.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. sendo permitido o registro conjunto dos documentos. colunas sob os títulos "IPI . 3. nas colunas próprias. colunas sob os títulos "IPI .

Substituição Tributária Ao final do período de apuração. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. de acordo com a legislação do IPI. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. separando as destinadas a não contribuintes.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. o valor do imposto cobrado por substituição tributária.12. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. metros. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. 95 .No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. à produção. 2. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. correspondente a cada operação. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . correspondentes às entradas e às saídas. colunas sob o título "Documento": espécie. da seguinte forma: 1. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 3. quadro "Produto": identificação da mercadoria. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas.documento fiscal. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. 4. marca. dúzias etc). por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. Os lançamentos serão feitos operação a operação. tipo e modelo de mercadorias. quando for o caso. "base de cálculo" e na coluna "observações". 5. coluna "Observações": anotações diversas. 6. 8. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. litros. modelo 3. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie.

quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. Nota: é facultado o lançamento de totais diários. não compreendidas nas alíneas anteriores. a qualquer título. de produto industrializado no próprio estabelecimento. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . na coluna "Observações". produto intermediário e material de embalagem. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. 96 . Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". 8. e) coluna "IPI": valor do imposto. produto intermediário e material de embalagem. em se tratando de produto acabado. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. consignando-se o fato. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. em se tratando de produtos acabado. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . será registrado o valor total atribuído às mercadorias.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. coluna "Estoque": quantidade em estoque. Nota: é facultado o lançamento diário. na coluna "Estoque". nesta última hipótese. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. imunidade ou não-incidência. a quantidade saída. quando de direito. quando devido. para industrialização no próprio estabelecimento.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. a qualquer título. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. Se a saída estiver amparada por isenção. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. a qualquer título. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. b) coluna "Produção . a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. após cada lançamento de entrada ou de saída. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. 7. a quantidade saída.

será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. poderá autorizar o industrial. ou a ele equiparado. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. a agrupá-los numa mesma folha. mantidas as outras simplificações. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. 2. que será transportado para o mês seguinte. observada a ordem numérica crescente. numeradas tipograficamente. será registrada a utilização de cada ficha. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". em que. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. as quais deverão ser: 1. acusando o saldo das quantidades em estoque. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. coluna "Observações": anotações diversas. A Secretaria da Receita Federal. tanto quanto em termo físicos quanto em valor.9. 3. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . ser substituído por fichas.

destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. quando exigida pelo Fisco.atacadistas. que jurisdicionar o estabelecimento optante. nas colunas próprias. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. Os lançamentos serão feitos operação a operação. aos fiscos federal e estadual. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. da seguinte forma: 1. Os lançamentos serão feitos. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. quando solicitados. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. por escrito. anexando modelo dos formulários adotados. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais".1970. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. coluna "Autorização de Impressão . tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 98 . e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. modelo 5. 2.12. poderão independentemente de autorização prévia. e à Secretaria de Fazenda do Estado. para posterior confecção dos documentos fiscais.

1970. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. 4. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". pelo fisco.3. Nota Fiscal de Entrada. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. de termos de ocorrências. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. vendas a não contribuintes. formulários contínuos etc. coluna "Observações": anotações diversas. folhas soltas. quando exigida pelo Fisco. nos quadros e colunas próprios. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. bem como a lavratura. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. b) coluna "Notas Fiscais": série. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. série e subsérie de documento fiscal. 5. da seguinte forma: 1. folhas soltas. 4. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. modelo 6. Os lançamentos serão feitos operação a operação. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. Nota Fiscal de Produtor. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". 2. formulários contínuos etc.12. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. para posterior confecção do 99 . 5. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. 3. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Os lançamentos serão feitos. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal.

os produtos intermediários. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. separadamente: 1. No livro serão também arrolados. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. de termos de ocorrência. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. 6. os produtos intermediários. as mercadorias. destina-se a arrolar. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. as quais devidamente numeradas. coluna "Observações": anotações diversas. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. coluna "Impressos . inclusive: a) extravio. serão destinadas para lavratura. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. os materiais de embalagem. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. em 100 . deverão ser incluídas no final do livro. as matérias-primas. as matérias-primas. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. existentes no estabelecimento à época do balanço. Do total de folhas deste livro. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. as matériasprimas. os materiais de embalagem. 2. do estabelecimento impressor. no mínimo. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. pelo fisco. as mercadorias. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. 8. em poder de terceiros. 9. b) supressão da série e subsérie.documento fiscal. os produtos intermediários. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. 50% (cinqüenta por cento). 7. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. modelo 7. as mercadorias.

4. metros. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. tipo e modelo. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 .poder do estabelecimento. da seguinte forma: 1.12. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. nas colunas próprias. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. Após o arrolamento. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. tais como: espécie. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. Os lançamentos serão feitos. coluna "Classificação Fiscal": posição. 5. quando este for inferior ao preço de custo. 6. dúzias etc). coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. marca. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. o total geral do estoque existente. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. ainda. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. inciso e subinciso referidos no item 1. coluna "Observações": anotações diversas. 3. o valor será o de seu preço de custo. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados.1970. litros. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço.

poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS.GI/ICMS. para a repartição fiscal competente. em 2 (duas) vias. separadamente. Será lavrado termo de arrecadação. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. IV . das operações de entradas e saídas.1970.período de referência.inscrição estadual. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. podendo conter outros elementos previstos na legislação.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. destinada a apurar a balança comercial interestadual. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. que constituam provas de infração à legislação tributária.identificação do contribuinte. No livro serão registrados. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em campos próprios. Os livros e documentos fiscais. as seguintes indicações: I .12. III . Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês. bem como outros papéis.1970.12.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. modelo 9. V . destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. A guia será preenchida. os débitos e os créditos fiscais do ICMS. no mínimo. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. 102 . imposto e demais informações de apuração do ICMS. Deverá ser informado. aquisições e prestações de serviços. os valores relativos á base de cálculo. documento de informação e apuração do imposto. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP.O livro Registro de Apuração do ICM. também. por unidade federada. no mínimo. em função da periodicidade das apurações do ICMS. II . que conterá. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais.

e V – Registro de Apuração do ICMS. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. 3. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. IV – Registro de Inventário. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. serão 103 . quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970. por si ou quando conectado a outro computador. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. AUTORIZAÇÃO O uso. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. que tenha condições de gerar arquivo magnético.b) a 2ª via. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).12. A GI/ICMS será de periodicidade anual. conforme a legislação específica de cada unidade federada. 2. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC.GI/ICMS: 1. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. bem como a escrituração dos livros fiscais. de 21 de fevereiro de 1989. II – Registro de Saídas. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. 2. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. a seguir enumerados. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. devendo ser entregue pelo contribuinte. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. de microempresa e produtor agropecuário. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. e no Convênio SINIEF 06/1989. de 15 de dezembro de 1970.

pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. modelo 7. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). quando solicitado. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. em meio magnético. contendo descrição. d) Conhecimento Aéreo. A critério de cada unidade da Federação. por equipamento. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. modelo 22. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. nas aquisições. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. nas saídas. III – por total diário. II – por totais de documento fiscal. as informações a nível de item (classificação fiscal). IV – por total diário. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. modelo 6. modelo 10. completa e atualizada do sistema. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. modelo 9. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. nas entradas. nos demais casos. O contribuinte estará obrigado a manter. NOTA FISCAL 104 . c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. em requerimento preenchido em formulário próprio. modelo 8. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. modelos 1 e 1-A. por espécie de documento fiscal.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. documentação minuciosa. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. quando se tratar de Nota Fiscal. PDV e de Máquina Registradora.

Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. de 21 de fevereiro de 1989. o contribuinte. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. prevista no Convênio SINIEF 06/89. omitir-se-á. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. modelo 1 e 1-A. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. a expressão "Folha XX/NN". Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. nos casos estabelecidos neste Convênio. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). 3. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. em cada formulário. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. deverá constar. remeterá às Secretarias de Fazenda. arquivo magnético. salvo o disposto no item 3 abaixo. com registro fiscal. obedecido o seguinte: 1. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº.A Nota Fiscal. a expressão "Folha XX/NN – Continua". ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. o número total de folhas utilizadas (NN). Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. ARQUIVO MAGNÉTICO . no referido campo "Informações Complementares". de 15 de dezembro de 1970. que também deverá conter. exceto o último. no mínimo. 5. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. 4. será emitida. 2. nos formulários que antecedem o último. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer.

obedecida sua ordem numérica seqüencial. o número da Autorização para Impressão de 106 . b) do número de inscrição no CNPJ. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. do impressor do formulário. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. por sistema eletrônico de processamento de dados. II – ser impressos tipograficamente. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. independentemente da numeração tipográfica do formulário. o endereço e os números de inscrição. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. reiniciada a numeração quando atingido este limite. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e.999. IV – conter o nome. a data e a quantidade da impressão.001 a 999. por estabelecimento. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. em ordem consecutiva de 000. em caráter excepcional.no trimestre anterior. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. c) do número de inscrição estadual. estadual e no CNPJ. por modelo. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. em ordem numérica seqüencial consecutiva.

os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. Relativamente aos livros Registro de Entradas. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. Registro de Saídas. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. É permitida a utilização de formulários em branco.999. segundo a legislação de cada unidade federada. em ordem numérica consecutiva de 000. desde que sejam separados por 107 .001 a 999. em ordem numérica seqüencial. em cada um deles. 2. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. pelo prazo de cinco (5) anos. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. nos termos previstos no Convênio S/Nº. desde que. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. Obedecida a independência de cada livro. Registro de Inventário. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. no máximo. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. antes de se transformarem em documentos fiscais. Registro de Controle da Produção e do Estoque. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. mensal ou anualmente. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. de 15 de dezembro de 1970. 500 (quinhentas) folhas. V – quando inutilizados. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. reiniciada a numeração quando atingido este limite.Documentos Fiscais – AIDF. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados.

juntamente com cada livro fiscal. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. quando exigido. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. e respectivas datas de ocorrência. tipo ou modelo de mercadoria. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. contendo apenas os códigos neles utilizados. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. com observações relativas às alterações. a critério de cada unidade da Federação. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. marca. sem prejuízo do acesso imediato às instalações.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. marca. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. tomar-se-á por base o menor. equipamentos e informações em meios magnéticos. se houver. tipo ou modelo de mercadoria. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. a apuração dos estoques. 108 . elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. em emissão específica de formulário autônomo. contados da data do último lançamento.

manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. II . bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração.Registro de Apuração do ICMS. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. III . A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I .Registro de Apuração do IPI. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. 109 . senhas.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD.Registro de Inventário. por meio de emissão específica de formulário autônomo.ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha. tais como. quando exigido. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL .Registro de Saídas. V .Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados.Registro de Entradas. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. IV . os registros ainda não impressos. de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .IPI.

2009. quando o montante do tributo apuração. incluindo-se aí o ICMS. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. o arquivo digital passará. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. 3º. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. assinatura digital e transmissão do arquivo.Desta forma. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. instituído pelo Decreto 6. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização.01. acompanhada. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. portanto. tributárias é o caso. de forma irretratável. relacionados com a infração. Entretanto. Receita.SPED. a partir de 01. 110 .022/2007. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital .ICP-Brasil pelo contribuinte. Antes de ser recebido. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. art. Para tais fins.2008. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. não basta a escrituração. devendo requerer à Secretaria de Fazenda.06. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD.

a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. Deste modo. incide o ICMS. 111 . por pessoa física. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. vem. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea.000. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares.999. de bens salvados de sinistros. o que faz nesta data. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. Justa S/A.999-99.00. ora lhe beneficiam. de 05 de dezembro de 2003. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. contribuinte do ICMS. deixando.999. de recolher R$ 180. no valor de R$ 1. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. respeitosamente. 02 de dezembro de 2004. Outrossim.00. que ora favorecem o contribuinte.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. para uso próprio. com isenção de ICMS. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. Curitiba. pessoa jurídica de direito privado. Portanto. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. com a respectiva correção monetária e juros. Atenciosamente. portanto.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. inscrita no CNPJ sob nº 99. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave.

STF . Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. gravados em fitas de videocassete. ao ISS. está sujeita. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 . STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. personalizada e sob encomenda.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. Súmula nº 660 .STF . os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. incide o ICMS. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. destinado a uso próprio. apenas. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.STF .1.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. p. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. Súmula nº 661 . STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima.

Firma ou Razão Social: será indicado o nome.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. XVII – Campo 16 – Nome. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. XIII – Campo 12 – Microfilme. atendendo as necessidades de cada UF. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. conforme o caso. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. conforme o caso. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. a firma ou a razão social. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. incluindo o ICMS. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. do contribuinte. quando se tratar de parcelamento. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . do parcelamento. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida.

Tocantins 114 . o número e complemento do endereço do contribuinte.Mato Grosso 14 – 0 .Pernambuco 19 – 1 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Goiás 12 – 4 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Bahia 06 – 0 . XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Roraima 25 – 6 .Paraná 18 – 3 .Paraíba 17 – 5 . XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias.Rio de Janeiro 23 – 0 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Rondônia 24 – 8 .Sergipe 28 – 0 .Piauí 20 – 5 .Rio Grande do Sul 22 – 1 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Amazonas 05 – 1 .Rio Grande do Norte 21 – 3 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.Espírito Santo 10 – 8 .Ceará 07 – 8 .Minas Gerais 15 – 9 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida. XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte. XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Distrito Federal 08 – 6 .Maranhão 13 – 2 .Santa Catarina 26 – 4 .Amapá 04 – 3 .Alagoas 03 – 5 .São Paulo 27 – 2 .Pará 16 – 7 .Acre 02 – 7 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 .

comprovada mediante a entrega.Código 60001-6. e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . de documento equivalente. a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". na inexistência deste. expedido pelas autoridades competentes. d) ICMS Transporte . l) ICMS recolhimentos especiais . do regime ou.Código 10002-3. em qualquer caso. para exportação. de documento equivalente. c) ICMS Energia Elétrica . ainda. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. quando prevista na legislação estadual. Obriga-se.Código 10007-2. b) das quais resultem. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. o importador a proceder à entrega.Código 10005-6. cópias da Declaração de Importação. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. de 25 de abril de 1991. de cópias dos seguintes documentos.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação .DDE. m) ICMS Substituição Tributária por Operação . j) Multa p/infração à obrigação acessória . somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. i) ICMS Dívida Ativa . O benefício previsto: 1.Código 10009-9 Base: art.Código 10001-3.Código 100048. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação. produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.Código 50001-1.Código 15001-0. pela repartição federal competente. g) ICMS Autuação Fiscal . na inexistência deste. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada.Código 10003-0. k) Taxa . à repartição a que estiver vinculado.Código 10006-4. f) ICMS Importação . no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. h) ICMS Parcelamento . até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório.Código 10008-0. com a expressa indicação do bem a ser exportado.

o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". resultando na descaracterização do benefício previsto.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. estando conectado à internet. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. Entretanto.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. novo Ato Concessório. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . 116 . resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. consignando-se. inclusive com a finalidade de exportação. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . 2.1. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. conforme o caso. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. ato Concessório aditivo. também. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. também. Amplitude A isenção estende-se. multa e demais acréscimos legais. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas.

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