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ICMS TEORIA E PRÁTICA - MBA

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  • ASPECTOS CONSTITUCIONAIS
  • SELETIVIDADE
  • ALÍQUOTAS INTERNAS - PISO
  • DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS
  • LEI KANDIR
  • CONTRIBUINTE
  • FATO GERADOR
  • BASE DE CÁLCULO
  • MERCADORIAS OU BENS
  • SERVIÇOS DE TRANSPORTE
  • SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR
  • ESTORNO DE CRÉDITO
  • SALDOS CREDORES ACUMULADOS
  • FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO
  • A “GUERRA FISCAL”
  • São Paulo publica a sua “Lista Negra”
  • O Contribuinte “Pagando o Pato”
  • COTEPE
  • CADASTRO DE CONTRIBUINTES
  • DOCUMENTOS FISCAIS
  • CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS
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  • NOTA FISCAL A CONSUMIDOR
  • NOTA FISCAL DE PRODUTOR
  • NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE
  • NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO
  • CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS - CTRC
  • CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS
  • CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS
  • CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS
  • ORDEM DE COLETA DE CARGA
  • RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE
  • BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO
  • BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO
  • BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO
  • BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO
  • NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA
  • CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL
  • EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES
  • AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS
  • MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL
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  • SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO
  • VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA
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  • REDESPACHO DE CARGAS
  • RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO
  • TRANSBORDO
  • EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO
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  • TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS
  • CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP
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  • EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO
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  • CONTRIBUINTE DO IPI
  • IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS
  • LOCAL DE EMISSÃO
  • VIAS DE DOCUMENTO FISCAL
  • MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO
  • EMISSÃO DE REGISTROS
  • ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD

ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.Contabilização Crédito Presumido .2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .01. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7. antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.

b. pela Assembléia Nacional Constituinte. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. de competência federal. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. energia elétrica. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. Já o art. 155. Sendo assim. a começar do produtor até o consumidor final. I. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. substituindo o IVC. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. da C. diferentemente do IVC. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. do produtor até o consumidor. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. de 01 de dezembro de 1965. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. de incidência única. incidindo em todas as fases de circulação. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. A inovação do ICM advém de que. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. 5 . próprias dos impostos em “em cascata”. extinguindo os impostos especiais. portanto um imposto com incidência “em cascata”./88 (na redação da EC nº 3/93). O IVC possuía natureza mercantil. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. o IVC era exigido. não apresenta as características de cumulatividade. Era.F. isto é. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. e minerais do País. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS.

deve ser compreendida no seu sentido amplo....) A Constituição Federal determina.. senão em virtude da lei... ainda... da Constituição Federal.. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal... inciso II.. onde abate-se do montante devido 6 ... mas que passamos a apresentar a seguir.... no inciso 1 do artigo 150.ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo..... A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário..operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. .03. II . ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa.1993.. leis complementares.... ou seja....... a seguir reproduzido: Artigo 155 .. no artigo 155.Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -. submetendo todas as demais normas jurídicas. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal. A Constituição Federal atribui a competência tributária... Do ponto de vista tributário.. nem sempre respeitadas pelos entes federados. leis ordinárias..... que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”. § 2º..... ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior... ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual.. As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal. Sua base constitucional é o artigo 155..... leis delegadas. medidas provisórias. decretos legislativos até as resoluções. em razão de introduzirem modificações em seu texto. A lei....... como um processo legislativo.. impondo limitações ao poder de tributar...... envolvendo desde a Constituição Federal.. emendas constitucionais... a nossa Carta Magna estabelece.... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18. as diversas características do ICMS.

nem sempre respeitados pelos entes federativos. 25% para consumo superior a 200 kWh . ALÍQUOTAS INTERNAS . em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. O Estado de São Paulo. Para maiores detalhes. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. por exemplo. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. acesse o tópico Alíquotas. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. nesta obra. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. bebidas. agricultor etc. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. fumos. interestaduais e de exportação.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores.progressivamente). Dependendo do Estado. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. seletivamente). salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. iates. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). aprovada pela maioria absoluta de seus membros.PISO 7 . acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas.

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual.00. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo. quando o destinatário for contribuinte do imposto. por parte de contribuintes do imposto.000.00 = R$ 60.00 3. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. art. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1. como “diferencial de alíquotas”. Portanto.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. quando da aquisição. b) a alíquota interna. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. oriundos de outro estado da federação. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. Assim. chamando-se esta diferença. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. "g". A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual.000.00 menos R$ 120. deverá este recolher. assim como sobre o serviço prestado no exterior. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. quando o destinatário não for contribuinte dele. neste caso. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. quando o destinatário for contribuinte do imposto. no valor de R$ 1. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. qualquer que seja a sua finalidade.00 2. bem ou serviço. 8 .00 x 18% = R$ 180. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1.00. de mercadorias para consumo próprio. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. isenções.

ENERGIA ELÉTRICA. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. e energia elétrica. quando a operação. 3. o montante do imposto sobre produtos industrializados. nas hipóteses definidas no art. dentre outras (Art. 9 . NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. configure fato gerador dos dois impostos. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. apenas. o Distrito Federal e os Municípios. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. na base de cálculo do ICMS. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. 153. operações que destinem a outros Estados petróleo. 2. está sujeita. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. personalizada e sob encomenda. ao ISS. para uso próprio. sobre o ouro. inclusive lubrificantes. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. os Estados. por pessoa física. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. 146. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave.b) sobre o valor total da operação. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. tendo por finalidade. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. em matéria tributária entre a União.

determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. Como o próprio nome diz.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. Hierarquicamente. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. 99/99. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. Tem aplicação em âmbito nacional. A própria CF. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. tão-somente. b) dispor sobre substituição tributária. em seu artigo 155. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. de serviços e de mercadorias. como a 92/97. bem como. d) fixar. e) excluir da incidência do imposto. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. "a". a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). nas exportações para o exterior. 102/2000. nestes termos: XII . sem alterálos. inciso XII. lançamento. bases de cálculo e contribuintes. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). crédito. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. isenções. a dos respectivos fatos geradores. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. 114/2002. prescrição e decadência tributários. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. Na verdade. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. 120/2005 e 122/2006. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). b) obrigação. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. g) regular a forma como. f) prever casos de manutenção de crédito. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. compete à lei complementar a atribuição de. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X.

Temos.art. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. decretos ou atos normativos). antes de entrar em vigor no mesmo. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. no inciso VI. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. O contribuinte. mediante decreto. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. como. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. 155. 11 . devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. parágrafo 2º inciso XII. nas regulamentações estaduais do ICMS. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. o qual estabelece. como. A ministra Eliana Calmon. Para a ministra. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. Em processo Resp 556. por exemplo.ICMS Hierarquicamente. Ato de governador de Estado que. e adotar a medida legal que julgar pertinente. ao se deparar com tais ilegalidades. mediante simples Decreto do Executivo. na área do ICMS. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. concede benefício tributário é passível de nulidade. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. veja o tópico respectivo. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. Para detalhamentos sobre Convênios. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. letra "g".287. por exemplo. relatora do processo. todas as normas estaduais (sejam leis. Após a edição do Convênio. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 .

a retransmissão. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. de competência dos Municípios. por qualquer meio. no território do Estado destinatário. IV – operações com ouro. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. com convênio aprovado por decreto legislativo". quando destinados à industrialização ou à comercialização. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. e de energia elétrica. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. por qualquer via. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. de petróleo. por pessoa física ou jurídica. de pessoas. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. a recepção. jornais. bens. Aliás. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. a emissão. qualquer que seja a sua finalidade. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. em matéria de isenção do ICMS. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. Dentro desse enfoque. não se há de comparar decreto do governador. mercadorias ou valores. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. restaurantes e estabelecimentos similares. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. concluiu a relatora. VIII – sobre a entrada. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. ou serviços. a transmissão. periódicos e o papel destinado a sua impressão. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. decorrentes de operações interestaduais. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. inclusive a geração.

V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação.cambial. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. destinada a: a) empresa comercial exportadora. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. pelo próprio autor da saída. comercial ou de outra espécie. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. para fins de não incidência. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. ainda que para outro 13 . de competência dos Municípios. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. qualquer que seja a sua finalidade.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. física ou jurídica. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. que realize. VIII – operações de arrendamento mercantil. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial.

bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. a recepção. salvo disposição em contrário. considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. III . IV . de serviço prestado no exterior. pelo depositário.estabelecimento do mesmo titular. a transmissão. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. inclusive a geração. cartão ou assemelhados. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. exigir a comprovação do pagamento do imposto. ou de título que a represente. Após o desembaraço aduaneiro. feita por qualquer meio.das prestações onerosas de serviços de comunicação. VIII . Notas: 1.do ato final do transporte iniciado no exterior. no Estado do transmitente. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. de qualquer natureza. II . Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. 14 . VII . de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço.da transmissão de propriedade de mercadoria. VI .do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. devendo a autoridade responsável. 2. como definido na lei complementar aplicável. a emissão. a retransmissão. X .da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. pelo destinatário. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza.do recebimento. V . a entrega.do fornecimento de alimentação. salvo disposição em contrário.

por contribuinte. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. Notas: 1. 5 . o preço do serviço. 6 .na saída de mercadoria prevista nos itens I. taxas. acrescido. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.na hipótese do item II anterior.da utilização.XIII .no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. 3 . na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. 2. se for o caso. e) quaisquer outros impostos. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. 4 . a) o valor da operação. nos termos da lei aplicável. 7 . 2 . III e IV anteriores. b) imposto de importação. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. substituirá o preço declarado. d) imposto sobre operações de câmbio. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. contribuições e despesas aduaneiras. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . o valor da prestação do serviço.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. como definido na lei complementar aplicável. O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. compreendendo mercadoria e serviço. o valor da operação.na hipótese de serviço prestado no exterior. 15 . c) imposto sobre produtos industrializados. o valor da operação.

inclusive na hipótese de importação: I . de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. II . sejam antecedentes. que seja contribuinte do imposto.8 . SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. juros e demais importâncias pagas. concomitantes ou subseqüentes. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS. o valor da prestação no Estado de origem. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. SEGUROS. 16 . caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. recebidas ou debitadas.o montante do próprio imposto. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. o valor da operação de que decorrer a entrada. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. b) frete. 9 . inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. 2) Contribuinte Substituído: é aquele que.o valor correspondente a: a) seguros.na hipótese da utilização.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. bem como descontos concedidos sob condição. por contribuinte. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias.

c) a margem de valor agregado. no que se refere à alíquota. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. Este valor será somado na fatura/duplicata. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. para fins de substituição tributária. a base de cálculo do imposto.240.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. deverá observar às disposições da legislação paulista. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. será: I . Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. seja fixado por órgão público competente.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. b) o montante dos valores de seguro. Portanto. relativa às operações ou prestações subseqüentes. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. Base de Cálculo A base de cálculo. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. único ou máximo. II . obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240.000. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. base de cálculo. inclusive lucro. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados.00 Valor total da fatura: R$ 1.em relação às operações ou prestações subseqüentes. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. em razão da sistemática substitutiva do ICMS. para fins de substituição tributária. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. é o referido preço por ele estabelecido. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 .

c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. quando contribuinte do ICMS. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. exceto se produtor rural ou microempresa. 18 . encerrando-se o ciclo de tributação. da Lei Complementar 87/1996). Considerando este fato. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. b) – ao destinatário da mercadoria.não mais terão recolhimento do ICMS. parágrafo 1º. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. estabeleceram que. 1. na prestação interna. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. quando contribuinte do ICMS.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. Observe que. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. as Unidades da Federação. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. 6º. exceto se produtor rural ou microempresa.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. 1. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço.

de dentro ou de fora do Estado. concomitantes ou subsequentes. além das indicações exigidas pela legislação. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. – da saída subsequente por ele promovida. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . o contribuinte substituído. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. em sua escrita fiscal. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. também devidamente atualizados. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. Havendo decisão contrária irrecorrível. Exemplo de Cálculo: 19 . fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. ainda que isenta ou não-tributada. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. mercadoria sujeita à substituição tributária. procederá ao estorno dos créditos lançados. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. o contribuinte substituído poderá se creditar. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. do valor objeto do pedido.

4. (2 . em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto.00 = R$ 240. de posse da nota fiscal. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. é de R$ 2.00 2. poderá deduzir o valor do imposto retido.000. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2. O estabelecimento fornecedor. Ou seja. A alíquota interestadual é de 12%. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. no valor de R$ 1. na próxima operação.00. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . O preço de venda. para o lote das mercadorias. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. ou. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante. Teremos então: 1. localizada na praça do estabelecimento remetente. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária.000. ainda. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. fixado a varejo.00 x 12% = R$ 120.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360.GNRE.00. A critério do fisco de cada unidade federada. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. para tanto.000. na falta deste. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. sempre que o 20 . A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído.00. devendo. para atacadista situado em outro estado da federação. 3. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo.00 = R$ 360. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1.000.00.00.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . ou na sua falta.000.ASBACE.00 – R$ 120. em conta especial. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais.

• • • 21 . Bases legais: CF. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. § 7º. ou com seus registros totalizadores zerados. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. LC 87/1996.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. Temos então. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda.Substituição Tributária (GIAST). desde que inclua todas as operações citadas. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. o do estabelecimento que transfira a propriedade. onde se encontre. o do domicílio do adquirente. importado do exterior. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. importado do exterior. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. Convênio ICMS 81/1993. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. art. no momento da ocorrência do fato gerador. 150. quando não estabelecido. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. como dispuser a legislação tributária. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. ou o título que a represente. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária.

onde seja cobrado o serviço. na hipótese da utilização. onde se encontre o transportador.• • aquele onde seja realizada a licitação. cartão. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. assim entendido o da geração. por contribuinte. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. crustáceos e moluscos. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. na hipótese da utilização. inclusive consumidor final. o do estabelecimento destinatário do serviço. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. nos demais casos. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. quando prestado por meio de satélite. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. por contribuinte. como dispuser a legislação tributária. ou assemelhados com que o serviço é pago. repetição. na hipótese de captura de peixes. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. o do estabelecimento destinatário do serviço. emissão. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. ampliação e recepção. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. transmissão e retransmissão. o de desembarque do produto. lubrificantes e combustíveis dele derivados. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído.

IV – vier a perecer. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. Salvo prova em contrário. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos.O imposto é não-cumulativo. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.000. deteriorar-se ou extraviar-se.000. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. 20 da Lei Complementar 87/96). compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. II – para comercialização ou prestação de serviço.00 – R$ 10. exceto as destinadas ao exterior.000. exceto se tratar-se de saída para o exterior.00. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto.000. 23 .00 Valor do imposto anteriormente cobrado.000. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. real ou simbólica. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50.00 = R$ 40. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. no estabelecimento. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.

2001.00 de créditos.00.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos.000. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores. até 16. E.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. a mesma não foi lançada no registro de entradas.2005.00 R$ 10.12.01.havendo saldo remanescente.00.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.000. 23 da LC 87/96). SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. II . A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. teve R$ 50.00 R$ 40. se for o caso. não foi creditado o ICMS respectivo. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I . a diferença será transportada para o período seguinte. jornais e periódicos. por um lapso da escrita fiscal do adquirente.000.00 R$ 50.2006.000.000. Na ocasião. o respectivo direito deixará de existir.11. No período de apuração. por força da LC 120/2005.11. Tinha um saldo credor acumulado. a partir de 01. de R$ 10. e por conseguinte. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art.000. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . Se.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros.000. do período anterior.

Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. no afã de atrair investimentos.que. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. 26 da LC 87/1996. que pagará a diferença apurada. 25. Base: art.2005. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. a atitude dos governos envolvidos. Lamentável. ao fim do período.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. 25. mas. caso contrário. tendo como base determinados benefícios. § 1º da LC 87/1996. Os governos voltaram à sensatez. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências.12. II . e em 23. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. Na hipótese do item III.contribuintes do mesmo Estado. § 1º da LC 87/1996. para um determinado período. aguçados pela politicagem e 25 . a partir de 26. especialmente na área do ICMS. se positiva. em todos os aspectos.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. Base: art. III . mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. previstos no art. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. revogando a restrição. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. produzem uma legislação de incentivo. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações.10. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. Entretanto.

parágrafo 2º inciso XII. entre os Estados da federação. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. mas da punição sofrida por aquele que. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação.art. Minas Gerais.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. adquire mercadorias em outro estado. Rio Grande do Sul. Finanças. a um contribuinte situado em seu território. É um verdadeiro absurdo. pelos investimentos privados. ainda. entretanto. sem 26 .2004. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. típico de legislação autoritária. Rio de Janeiro. letra "g". a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . a qualquer custo. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. A falta da informação no documento da operação ou prestação. Receita ou Tributação. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. 155. as bases da restrição continuam válidas. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. Nesta obra. conforme o caso.04. Entretanto. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. remetida. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. Diante da gritaria geral. a qualquer título. sem ciência. Trata-se de uma disputa predatória. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. Paraná. Santa Catarina e São Paulo.

MATO GROSSO DO SUL 27 . RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . BAHIA Cobre e derivados do cobre . visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço. Assim.ADIN nº 2561-9.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. Financiamentos vinculados ao ICMS . restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. Produtos do abate de aves.ADIN nº 2548-1. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal.ADIN nº 1179-1. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S. Empreendimentos do PRO-DF .ADIN nº 2440-0 e 2543-0. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador".2156-7. produtos de informática e automação. PARANÁ Produtos de informática. bubalino ou suíno. A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos.Financiamento de 70% do ICMS .ADIN nº. Insumos para a fabricação .Paulo. gado. industrialização de pescados. coelho.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves.ADIN 2441-8. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . gado bovino. acertem os ponteiros entre si. através do Comunicado CAT 36/2004.

i) de máquinas. h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). Em relação aos demais incentivos. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). concedidos por produto e região do Estado. limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. c) de frutas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. n) de produtos de higiene. b) de farinhas.ADIN nº 2439-6. e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16. f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. verduras. raízes. limpeza e conservação domiciliar. 28 . exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .Programa Geral de Incentivos Fiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.Setor industrial . m) de produtos de higiene. j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.BAHIA . amidos e féculas (crédito presumido de 16. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. tubérculos.AMAZONAS .

Cream Craker. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). arroz. bufalinos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). papel higiênico. e pescado. creme vegetal. g) de outros produtos do gênero alimentício. sabão em barra.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). b) de animais vivos das espécies: bovinos. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. sal de cozinha. café torrado e moído. feijão. papel. margarina.o) de artigos de escritório e papelaria. q) de embalagens (crédito presumido de 16. . no período de 23/06/99 a 19/12/99. alho. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. exceto carnes. água sanitária.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. caprinos.: para carnes. Maisena e Maria. .DISTRITO FEDERAL . (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Componentes.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). leite tipo C. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. pescados e seus derivados 29 . sabonete. polvilho. hidratante ou adicionados de óleos especiais. (crédito presumido de 9. concentrado ou simples concentrado. fubá de milho.5% sobre o montante das operações interestaduais). e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. aves. suínos. ovinos. crédito presumido de 11%. óleo de soja. rapadura.Artigos esportivos importados . leite em pó. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. rãs. pescados e seus derivados. farinha de mandioca. p) de móveis (crédito presumido de 16. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. pão francês de 50g. bem como as carnes. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. extrato de tomate. açúcar refinado e cristal. halvarina.5% sobre o montante das operações interestaduais). exceto os glicerinados.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais.5% sobre o montante das operações interestaduais). . macarrão tipo comum. coelhos.

5% sobre o montante das operações interestaduais). l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais).25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano).: Dependente de autorização.410. n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. de 2%.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9.(crédito presumido de 3% a 8%). .(crédito presumido de 47.MATO GROSSO DO SUL .804. que pode excluir determinada mercadoria.5% sobre o montante das operações interestaduais).ESPÍRITO SANTO . 40. 40. no período de 21/11/94 a 31/07/2000.5% sobre o montante das operações interestaduais). 4810.5%).Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados .5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. 40.5% a 52. e.códigos NBM-SH 4802. roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. combustíveis.100. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais). j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. 40. lingerie.070 (crédito presumido de 2%) Obs. b) Central de distribuição .(crédito presumido de 10. lubrificantes.25% a 19. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais). e a partir de 01/08/2000 de 3%). exceto café. c) Produtos alimentícios. de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. . m) de papel .5% sobre o montante das operações interestaduais).Qualquer mercadoria. bolsas. quando não seja elaborado sob encomenda.902 e 41. . energia elétrica. 4817 e 4823.GOIÁS . . (crédito presumido de 10. 4804.Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. 4807. produção ou industrialização (crédito presumido. 4809. 4811.130. de limpeza. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. calçados. o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9. .

d) Geral . b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .de 22/09/2000 a 31/12/2002).857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial. h) Fármacos e Químicos .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº. j) Têxteis .Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). l) Geral .Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses. 4. 24.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa).Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 24.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro . 31 . 23.Rio Portos .Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. e) Geral .RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .823/97.Financiamento vinculado ao ICMS . distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo. 24. 24.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações . f) Petróleo e Derivados . Decreto 23. m) Geral . c) Importadores .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . 2.RIO EMPRESA EMERGENTE. 24.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS. g) Plástico e Resinas Plásticas . i) Autopeças e Navipeças .RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. o) Industrial.584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .até 9% do valor da importação (Lei nº.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro . 24.863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. talco.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de Atração de Estruturantes . k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos .RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. desodorante.FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .

visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios.35. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS .gov.COTEPE/ICMS para decidir. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. . expressamente. do CTN. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. os convênios passam a ter eficácia.http://www. incentivos e benefícios fiscais. .418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. em assunto técnico.Alimentos.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. pelo comportamento lesivo entre os Estados. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. Só após aprovados legislativamente. incentivos e benefícios fiscais do imposto. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. para efeito de concessão ou revogação de isenções. o mesmo deverá ser. são normas complementares das leis. com sede no Distrito Federal. os convênios que entre si celebrem a União. inciso IV.COTEPE/ICMS.br/confaz. os Estados. Cabe a cada contribuinte. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . ratificando o Convênio. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100.TOCANTINS . O Conselho pode. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte.RIO GRANDE DO NORTE . dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). observa-se que. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. isoladamente. delegar.fazenda. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. o Distrito Federal e os Municípios.

XIII . IX . XI .CONFAZ.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas.do referido imposto em todo o território nacional. III .: 18. Protocolos e Ajustes SINIEF.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.12.assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. VII .executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ. O SINIEF tem como objetivos: 1 .promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social. II .a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. V .propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. Compete à COTEPE/ICMS: I . XVI .1971). Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ. pertinentes ou relacionados ao ICMS. X . 33 . bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. formalmente.02.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS.orientar as Secretarias de Fazenda.SINIEF.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS.apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. VIII .U.O.opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais . XV . XIV . nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual. VI .apreciar.1970 (D. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS. IV .apreciar as proposições de Convênios.propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. XII .

no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . II .gov. no mínimo.CNAE. c) Município. de: a) Rua e número.ibge. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .número de inscrição estadual. II .número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).instituição da guia de informação e apuração do imposto.br.definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.Fiscal.instituição do código de classificação das situações tributárias.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. a critério do Fisco estadual. serão adotadas as seguintes medidas: I .o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. os seguintes elementos básicos: I .CONCLA. III . II . no mínimo.2 .a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. operações e prestações.Código de Atividades Econômicas. V . mesmo que através de códigos. Para consulta do CNAE-Fiscal.Fiscal .cnae. VI . interestadual e internacional. na internet.endereço.CNAE . desde que: I . poderão. de passageiros. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário. d) Unidade da Federação. b) Distrito ou subdistrito. IV . 34 . INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal. composto.instituição de relação referente às saídas de mercadorias. III . IV . o endereço é http://www. V .unificação dos documentos e livros fiscais.firma ou razão social. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .

Não tributada 50 . Tabela A .Tributada integralmente 10 .Tributação pelo ICMS 00 .Estrangeira . nesta obra.CST O Código Fiscal de Operações e Prestações . em arquivo próprio.Importação direta 2 .Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS.Suspensão 51 . TABELA CFOP Veja. onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Com redução de base de cálculo 30 .Isenta 41 . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 . nas guias de informação e em todas as análises de dados.Origem da Mercadoria 0 .Diferimento 60 .Estrangeira .III . os documentos relativos a todos os locais envolvidos. com base na Tabela B. Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989. os códigos CFOP e respectivas aplicações.Nacional 1 . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais.Adquirida no mercado interno Tabela B .

o documento que: 1. 3. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. com alterações posteriores. omitir indicações. fazendo prova apenas em favor do Fisco. IMUNIDADE. 2. devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta.Nota Fiscal de Venda a Consumidor.Nota Fiscal de Produtor. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. que não lhes prejudiquem a clareza. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. não36 . exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI".Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. hipótese em que nada será anotado neste campo. III .Nota Fiscal. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. 3.1970. NÃO INCIDÊNCIA. 4.12. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. modelo 4. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. II . do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". 4. modelo 2. salvo quando adotadas séries distintas. 2. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. 03/94 e 6/2008. conforme as operações que realizarem. contenha declarações inexatas. os seguintes documentos fiscais: I .Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. IV . em todas as vias. modelos 1 ou 1-A. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão.

Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. do estabelecimento emitente. série e subsérie e o número da via. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. em substituição aos blocos. Atingido o número 999. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. o endereço e os números de inscrição. seja matriz. depósito ou qualquer outro. Para maiores detalhes. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. sucursal.o número de ordem. sem distinção por subsérie.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". e 50 (cinqüenta).incidência. contínuos ou em jogos soltos. indicando-se o dispositivo legal respectivo. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. estadual e no CNPJ.o nome.a data da emissão. os de numeração inferior. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. Em relação aos produtos imunes de tributação. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. no máximo. numerados tipograficamente. III . 37 . no mínimo. por espécie. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. IV . NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I . terá talonário próprio. poderão usar formulários. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. II . mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. podendo. filial. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. Cada estabelecimento. Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. modelo 2. agência.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). em ordem crescente de 1 a 999. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. a emissão dos documentos poderá ser dispensada.999. ou já tenham sido usados.

dos documentos fiscais emitidos.os valores. VI . b) poderá conter subséries com algarismo arábico. quebra ou furto do equipamento. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . quantidade. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. sem estabelecimento fixo ou permanente. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. a data e a quantidade da impressão. tipo. tais como falta de energia elétrica. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor.números. inclusive o manual. a partir de 1. modelo 2: a) será adotada a série "D".ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. impresso após a letra indicativa da série. inicial e final. em 2 (duas) vias.ECF.V . qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. marca. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. VII . sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. art.1970. 50.12. no mínimo. estadual e no CNPJ. com ou sem utilização de veículo. II . e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. portando o seu estoque de mercadorias.motivo e data da ocorrência. IV e VII serão impressas. com receita bruta anual de até R$ 120. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . pessoa física ou jurídica. das mercadorias e o valor total da operação. da Nota Fiscal. modelo 2. As indicações dos itens I. quando exigida. modelo 2. para exibição ao Fisco.o nome. será permitida a emissão por qualquer outro meio. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. espécie. modelo 1 ou 1-A. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. II. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. Desobrigação O contribuinte. em substituição aos mesmos. modelo. unitário e total.a discriminação das mercadorias. em ordem crescente. que exerça atividade 38 . o endereço e os números de inscrição.000. do impressor da nota.00 (cento e vinte mil reais). devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. modelo 6: I .

a critério da unidade federada.comercial na condição de barraqueiro. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia.por exigência de legislação federal. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. II . modelo 1 ou 1-A. será emitido o Cupom Fiscal ou. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores.anotar. II . Finanças ou Tributação das unidades federadas. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. do livro Registro de Saídas. o contribuinte deverá: I . Nas hipóteses previstas acima. apenas o número e a 39 . poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento.por solicitação do adquirente. no recinto de atendimento ao público. mascate. ambulante. modelo 2. ou a Nota Fiscal. em ambos os casos. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. II . sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. tenda e similares. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. b) realizadas fora do estabelecimento. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. Integração de Equipamento A utilização. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. O equipamento em uso. modelo 2. modelo 1 ou 1-A.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . feirante. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. este atribuído pelo estabelecimento. nas vias do documento fiscal emitido.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial.indicar na coluna "Observações". e utilizado como prova de infração à legislação tributária. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. no lugar deste.

para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. II .em outras hipóteses previstas na legislação. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. Na Nota Fiscal de Produtor. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art.12. entrarem bens ou mercadorias. III .sempre que promoverem a saída de mercadorias. IV . via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente.sempre que.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. real ou simbolicamente.anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. b) a 2ª. em 3 (três vias). ao destinatário.série do documento. vedada a utilização de subsérie. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. III . quando houver interesse por parte do contribuinte. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. c) a 3ª. para separar as operações de entrada das de saída. II . Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I .1970. quando houver determinação por parte do Fisco. no estabelecimento. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. via ficará presa ao bloco. em ordem crescente. 40 . pelo transportador. a partir de 1. pelo transportador. em 4 (quatro) vias. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. b) a 2ª.na transmissão da propriedade de mercadorias. modelo 4: I . via ficará presa ao bloco. ao destinatário. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente.

c) a 3ª. para englobar. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. desde que dentro do período de apuração do imposto. 41 . as prestações realizadas. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. II .pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. até o final do período de apuração do imposto. Na prestação interna de serviço de transporte.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. II . poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. por veículo.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização.pelos transportadores de valores. III . para englobar.1ª via será entregue ao contratante ou usuário. no final do período de apuração do imposto. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. em 4 (quatro) vias. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. IV . III . modelo 7. em relação a cada tomador de serviço. III .a 2ª via acompanhará o transporte. no mínimo.pelos transportadores de passageiros. II . em veículos próprios ou afretados. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. Nota: considera-se veículo próprio.1970. será utilizada: I . interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. que terão a seguinte destinação: I . 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. para cada viagem contratada. para fins de controle no Estado de destino. além do que se achar registrado em nome da pessoa. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.pelos transportadores ferroviários de cargas. d) a 4ª. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. que terão a seguinte destinação: I .a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. em relação a cada tomador de serviço. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias.12. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. Na prestação interestadual de serviço de transporte. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. as prestações executadas no período de apuração do imposto. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. para englobar. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual.

a discriminação do serviço prestado.a identificação do tomador do serviço: o nome. III . XIV . poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes. VII . bem como os acréscimos a qualquer título.o nome. a série e subsérie e o número da via. modelo 27.a base de cálculo do ICMS. II . Nas prestações internacionais. acrescido do respectivo código fiscal de operação. XI . modelo 7. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007. a data e quantidade de impressão. XII . no mínimo.a data da emissão. V .a identificação do emitente: o nome. IX .a alíquota aplicável. o endereço.IV .o valor total dos serviços prestados.origem e destino. X . as seguintes indicações: I . e os números de inscrição estadual e no CNPJ. VIII .a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário".o valor do ICMS. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. o endereço.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. os números da inscrição estadual e no CNPJ. de modo que permita sua perfeita identificação. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. A NF conterá. e o número da autorização 42 . poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. a critério de cada unidade federada.o número de ordem. o endereço.a natureza da prestação do serviço. do impressor da nota fiscal. XIII . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. VI . IV .o valor do serviço prestado. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.

A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. 2ª via. V. que terão a seguinte destinação: 1ª via.para a impressão dos documentos fiscais. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. antes da ocorrência do fato gerador. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. XV . será entregue ao tomador do serviço. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. com o intuito de documentar operações e prestações. de existência apenas digital. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. As indicações dos incisos I. será credenciado pela administração 43 . Registro Prévio Para emissão da NF-e. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. o contribuinte deverá solicitar. previamente. Base: Ajuste SINIEF 7/2006.a data limite para utilização. II. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. XIV e XV serão impressas. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte.

a fim de garantir a autoria do documento digital.999. 44 . IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”.999. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. a partir de 1. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. em ordem crescente. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. mediante prévia autorização da administração tributária. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). juntamente com o CNPJ do emitente. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. As séries serão designadas por algarismos arábicos. por estabelecimento e por série. vedada a utilização de subsérie. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. número e série da NF-e. contendo o CNPJ do emitente.

a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. inclusive para fins de escrituração fiscal. podendo ser utilizadas folhas soltas. IV . III . A consulta à NF-e será disponibilizada. quando solicitado. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . formulário de segurança. devendo ser apresentadas à administração tributária. quando solicitado. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. O DANFE deverá ser impresso em papel. 45 . Posteriormente.distribuidores de combustíveis líquidos. será aceito pelo contribuinte destinatário. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. exceto papel jornal. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma.distribuidores ou atacadistas de cigarros.produtores. no tamanho A4 (210 x 297 mm). pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. II . em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e.fabricantes de cigarros. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. devendo ser apresentadas à administração tributária. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos.

.. E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal.fabricantes de ferro-gusa.fabricantes.. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007. X . no Ambiente de Contratação Livre (ACL). UF. XIII ..09...2008 e 01. 46 . em veículos próprios ou afretados. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. bufalinas e avícola. a expressão: “Transporte subcontratado com . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS ..TRR.agentes que. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas..12.fabricantes de cimento. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005..CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.NF-e.V . VIII ...fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. utilitários. XII . VII . VI . relaminados. XIV . com vigência a partir de 01.. do Manifesto de Carga.... caminhões. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005. interestadual e internacional. vendam energia elétrica a consumidor final.. placa nº. fazendo constar no campo “Observações” deste ou... suínas..fabricantes de refrigerantes. 01.fabricantes de semi-acabados. se for o caso... de cargas.. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano.04.. modelo 8. laminados planos ou longos. proprietário do veículo marca .transportadores e revendedores retalhistas . Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. além do que se achar registrado em nome da pessoa. IX .. XI . Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . camionetes.fabricantes de automóveis.frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. ônibus e motocicletas.2009... Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio.2008. trefilados e perfilados de aço.

II . Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. IV . interestadual e internacional de cargas.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. a informação de que se trata de serviço de subcontratação. com destino à Zona Franca de Manaus. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. em qualquer sentido. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. III . no mínimo. 47 .9 x 21. podendo servir de comprovante de entrega.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.0 cm. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. podendo. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. em 4 (quatro) vias. modelo 9. a critério do fisco. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. que terão a seguinte destinação: I . no campo “Observações”. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.

para destinatário localizado no mesmo Estado. com a seguinte destinação: I .a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. interestadual e internacional de cargas. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. com destino à Zona Franca de Manaus.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. II . podendo servir de comprovante de entrega.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. III .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. em 4 (quatro) vias. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. no mínimo em 3 (três) vias. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. segundo acordos internacionais. que terão a seguinte destinação: I . o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). será emitido o Conhecimento Aéreo. 10.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. podendo servir de comprovante de entrega. para destinatário localizado em outro Estado. para destinatário localizado no mesmo Estado. mod. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. no mínimo. II . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. IV . III . Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. 48 . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo.

a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. II . emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. III . V . modelo 11.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. III . com destino à Zona Franca de Manaus. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. interestadual e internacional de cargas. IV . no mínimo. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. intra ou intermunicipal.a 2ª via será entregue ao remetente. do 49 . ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. segundo acordos internacionais. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. quando deverá ser entregue ao destinatário.a 2ª via será entregue ao remetente. da carga coletada.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. bem como. no mínimo. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. II . Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. em 5 (cinco) vias. os valores expressos em moeda estrangeira.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. com a seguinte destinação: I . modelo 20. Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. será utilizado pelos transportadores. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. quando deverá ser entregue ao destinatário.

Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . modelo 9. modelo 57. III . CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . O CT-e. 50 . RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem.endereço do remetente até o do transportador. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. obrigatoriamente. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. por qualquer motivo não entregue ao destinatário.a 2ª via será entregue ao remetente. no mínimo em 3 (três) vias. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. Quando da coleta de mercadoria ou bem. desde que observado o motivo no seu verso. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . II .CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. será emitido. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. modelo 8. que terão a seguinte destinação: I . Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. A critério do fisco estadual. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. modelo 57. a Ordem de Coleta de Carga será emitida. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . de existência apenas digital. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente.

modelo 27.poderá conter outros elementos gráficos. e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. modelo 10. IV . por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. papel de segurança ou formulário contínuo. podendo ser utilizadas folhas soltas. O DACTE: I .deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). II . Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .conterá código de barras. III . Para emissão do CT-e. que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. o contribuinte deverá solicitar.DACTE. V . quando utilizada em transporte de cargas. O contribuinte. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. impresso em papel. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. bem como ser pré-impresso.Conhecimento Aéreo.ICP-Brasil. previamente. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte.III . 51 . VI . DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.Nota Fiscal de Serviço de Transporte. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. IV . modelo 7. modelo 11. exceto papel jornal. a fim de garantir a autoria do documento digital.

É permitida a impressão. O tomador do serviço deverá. por meio de Carta de Correção Eletrônica .CC-e. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. fora do DACTE. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. observado o disposto no §1º.poderá alterar o leiaute do DACTE. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. para adequá-lo às suas prestações. quando solicitado. observadas as demais normas da legislação pertinente. este não poderá ser cancelado. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. previsto em Ato COTEPE. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. alternativamente. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. quando solicitado. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação.A do art. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. devendo ser apresentados à administração tributária. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. em 52 . por meio de protocolo de segurança ou criptografia. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e.

pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site.. observada a legislação de cada unidade federada. referenciando o CT-e original. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. os valores anulados e o motivo. O transportador poderá. e data . devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007.. b) após receber o documento referido.. deverá ser observado: I . o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. e data . o transportador deverá emitir novo CT-e. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. e desde que não descaracterize a prestação. na Internet. devendo observar as disposições deste ajuste. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e.. em virtude de (especificar o motivo do erro)". A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão..na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio.. pelos valores totais do serviço e do tributo. informando o número do documento fiscal emitido com erro. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. referenciando o CT-e original. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . às empresas autorizadas à sua emissão. 53 . consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. II . bem como o motivo do erro. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte". c) o transportador deverá emitir novo CT-e. mediante legislação própria. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores..virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. pelos valores totais do serviço e do tributo. em virtude de (especificar o motivo do erro)". b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio.na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE.

do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . posto ou veículo que efetuou a venda.CT-e. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. sem valores monetários. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal.CT-e. havendo direito à restituição de valor ao usuário. em 2 (duas) vias.0. da entrega das cargas constantes do CT-e. Versão 1. no que couber. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão.0. pelo recebedor. que terão a seguinte destinação: 54 . de acordo com a legislação tributária vigente. escriturado antes do início da prestação de serviço. modelo 8. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem. as normas do Convênio SINIEF 06/89. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. o documento fiscal deverá conter assinatura. para acobertar o transporte da bagagem. bem como a do chefe da agência. com a devida justificativa. de passageiros. interestadual e internacional. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. Cancelamento. exigir a confirmação. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. no mínimo. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. destinatário e transportador.

a 1ª via ficará em poder do emitente. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. que terão a seguinte destinação: I . modelo 9. que terão a seguinte destinação: I . as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. interestadual e internacional de passageiros. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário.I .a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. que deverá conservá-la durante a viagem. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. para acobertar o transporte da bagagem.a 1ª via ficará em poder do emitente.a 1ª via ficará em poder do emitente. II . 55 .a 2ª via será entregue ao passageiro. modelo 10. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. interestadual e internacional. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. para exibição ao fisco. interestadual e internacional de passageiros. modelo 15. para exibição ao fisco. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros.a 2ª via será entregue ao passageiro. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Nos casos em que houver excesso de bagagem. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. modelo 14. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. para acobertar o transporte da bagagem. no mínimo em 2 (duas) vias. de passageiros. que deverá conservá-la durante a viagem. Nos casos em que houver excesso de bagagem. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. II . para exibição ao fisco.

3. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. III .em retorno.em outras hipóteses previstas na legislação. do mesmo ou de outro Município. V .O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. que deverá conservá-la durante a viagem.em retorno de exposições ou feiras. desde que. até o local do estabelecimento emitente. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 . quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. aos quais tenham sido enviados para industrialização. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. inclusive por meio de veículos. II . que terão a seguinte destinação: I . excetuado o produtor agropecuário.importados diretamente do exterior. VI . no mínimo em duas vias. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. por estação.a 2ª via será entregue ao passageiro. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. remetidas a qualquer título por particulares. a qualquer título. Em substituição ao documento. IV . remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. com base em controle diário de renda auferida. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. nos casos do item V anterior.novos ou usados. nas seguintes hipóteses: 1. real ou simbolicamente: I . mediante prévia autorização do Fisco. 2.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. especialmente: I . com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. sejam por este remetidas a terceiros.12. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente.905. 3. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. localizado na mesma unidade da Federação.1970. Bases: artigos 20.valor das mercadorias. pelo transportador. 60 . SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. no mínimo. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante. a 2ª via ficará presa ao bloco. b) nas operações interestaduais. em quatro vias. a 3ª via: a) nas operações internas. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. 2. II . ao destinatário.12. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente.1. Base: art.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco.1970. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída.

12.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.valor das mercadorias. número. nome.907. V . O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. valor das mercadorias. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. 3. 4.1970.906. estadual e no CNPJ. se devido. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 .III . o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.907 ou 6. III .valor da operação. contendo os requisitos exigidos e. especialmente: I . SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. remetidas por depósito fechado.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. mencionando-se endereço e números de inscrição. II .natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ. IV . especialmente: I . com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. O depósito fechado. deste. sem lançamento do ICMS.12. especialmente: 1. a data de sua efetiva saída. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. Base: art. 2.natureza da operação.1970. que deverão acompanhar as mercadorias. III . II . endereço e números de inscrição. se devido.destaque do ICMS. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. no ato da saída das mercadorias. o número.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.

endereço e números de inscrição.de mercadoria. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. mencionando. 2. na coluna própria do Registro de Entradas. quando cabível. O estabelecimento depositante deverá: 1. 2. será conferido ao 62 .como destinatário. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. contendo resumo diário das saídas. II . Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. contados da respectiva emissão. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. dentro de 10 (dez) dias. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. remetendo-a ao estabelecimento depositante. indicando: I . devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. na coluna própria do Registro de Entradas. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. o estabelecimento depositante. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. 3. O depósito fechado deverá: 1. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. dentro de 10 (dez) dias. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. dentro de 5 (cinco) dias. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente.12. ambos pertencentes à mesma empresa. dentro de 10 (dez) dias. do depósito fechado.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. ainda. o número. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

acrescentando na coluna "Observações" o número.922 ou 6. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. bem como número. especialmente: a) valor das mercadorias. além dos requisitos exigidos. contendo os requisitos exigidos e. 2. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral.922. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . endereço e números de inscrição. quando devido. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. No caso de venda para entrega futura.CFOP 6. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral).12. indicando-se. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. das mercadorias. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. bem como nome.907. No caso de venda à ordem. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas.1970. como natureza da operação. endereço e números de inscrição. poderá ser emitida Nota Fiscal. d) nome. c) número. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. do estabelecimento destinatário e número. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. quando devido. em nome do 66 . sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. Base: art. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). com destaque do ICMS. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. O estabelecimento destinatário. para simples faturamento. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. quando for o caso. vedado o destaque do ICMS.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". por ocasião da efetiva saída global ou parcial. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. com lançamento do IPI. ao receber as mercadorias. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. bem como nome. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. deste. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. dentro de 10 (dez) dias. estadual e no CNPJ.

consignando-se. da qual. emitir Nota Fiscal. além dos requisitos exigidos. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior.12. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. número. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. do seu emitente. estadual e no CNPJ.destinatário das mercadorias. constarão também nome. além dos requisitos exigidos. do fornecedor e número. além dos requisitos exigidos. endereço e números de inscrição. sem destaque do valor do ICMS. endereço e números de inscrição. endereço e números de inscrição. 2. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. o número. com fornecimento de matérias-primas. endereço e números de inscrição. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. estadual e no CNPJ. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. adquiridos de outro. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. b) em nome do adquirente originário. se for o caso. estadual e no CNPJ. sem destaque de impostos. produtos intermediários e materiais de embalagens. endereço e números de inscrição.923. Base: art. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. além das exigências previstas. destacando destes.923 ou 6. 3. 2. quando devidos. na qual. além das exigências previstas. estadual e no CNPJ. mencionando. para acompanhar o transporte das mercadorias. constarão o nome. quando devido. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em venda à ordem" – CFOP 5. do adquirente. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. da qual. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. além das exigências previstas. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. constarão como natureza da operação. autor da encomenda. o valor das mercadorias empregadas. os quais. estadual e no CNPJ. com destaque do ICMS. número.1970. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. na qual. sobre o valor total cobrado do autor 67 . efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. bem como o nome. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. nome do titular. emitir Nota Fiscal. 2.

pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. endereço e números de inscrição. que será qualificado nessa nota. bem como os dados relativos ao redespacho. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. cada industrializador deverá: I . que serão aproveitados como crédito. à 68 .o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. autor da encomenda. endereço e números de inscrição. autor da encomenda. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização.12. também. e o valor total cobrado do autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. contendo. b) a indicação do número.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. b) a indicação do número. d) o lançamento. Base: art. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. antes de serem entregues ao adquirente. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. se for o caso. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. se for o caso. contendo: a) a indicação do número.da encomenda. II . sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. se exigidos. se exigidos. do IPI e o destaque do ICMS. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. estadual e no CNPJ. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS.1970. do seu emitente. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. autor da encomenda. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. pelo autor da encomenda. estadual e no CNPJ. do seu emitente.

deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. com a seguinte destinação: I . modelo 17. que possuírem inscrição centralizada. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . o endereço de quem aceitou o redespacho. 69 . em meio de transporte diverso do original. postos. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. em 3 (três) vias. após o transporte. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. dentro de 5 (cinco) dias. bem como o número. O Despacho Rodoviário será emitido. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. será enviada à empresa contratante. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. II .2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. quando for o caso. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. o “Despacho de Transporte”. a 1ª via do documento. no mínimo. ao transportador contratante do redespacho. o nome. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. interestadual e internacional. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. contados da data do recebimento da carga. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. emitido na forma do item “a” anterior. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. modelo 18. dos documentos emitidos pelas agências. para fins de escrituração. em prestações interestaduais. referente à carga redespachada. filiais ou veículos. no livro Registro de Saídas. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. as quais acompanharão a carga até o seu destino.

a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas.a 2ª via ficará em poder do emitente. para registro no livro Registro de Saídas. modelo 2-A. o início de nova prestação de serviço de transporte. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. emitirá o Resumo de Movimento Diário. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. contados da data da sua emissão. no prazo de 3 (três) dias. para efeito de emissão de documento fiscal. o Resumo de Movimento Diário. II . localizado no Estado. em 2(duas) vias. 70 . o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. modelo 6. inclusive do Resumo de Movimento Diário. os casos de transbordo de cargas. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. por unidade da Federação. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. para exibição ao Fisco. seja matriz. TRANSBORDO Não caracteriza. agência ou posto. no mínimo. realizados pela empresa transportadora. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. na sede da empresa. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. filial. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. que terão a seguinte destinação: I . Cada estabelecimento.

após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006.emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome.emitir nota fiscal de saída para o exterior. extravio. 71 .a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. segundo a respectiva legislação estadual.a indicação de não-incidência do imposto. perecimento. sujeitando-se aos acréscimos legais. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". no campo "Informações Complementares". furto da mercadoria. 2 . II . ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. Além dos demais requisitos exigidos. inclusive multa. sinistro. sem destaque do valor do imposto. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. monetariamente atualizado. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. II .em razão de perda. sem destaque do valor do imposto. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação".Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. correspondentes às saídas para formação do lote. contendo. a nota fiscal deverá conter: I . o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido.

na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. na qual constará: I . determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. uma única vez.no campo do CFOP: o código 7.III . b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. situado no exterior. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). Base: Convênio ICMS 59/2007.102. bem como o número.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. 2) Por ocasião do transporte. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. situada em país diverso. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. situado no exterior. II . II – no campo do CFOP: o código 7.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”. conforme o caso. deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. Base: Convênio ICMS 83/2006. 72 .101 ou 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). por igual período. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. a série e a data da nota fiscal citada no item 1.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno.

/. II .....NF nº (.NF nº (. de (. de. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". além dos demais requisitos exigidos. II . b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo...o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. creditando-se do valor do imposto.)/ (. além dos demais requisitos exigidos.)/". o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas..o consignante emitirá nota fiscal.. c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . indicando nesta a expressão "Compra em consignação . Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I . II . b) base de cálculo: o valor do reajuste... o seguinte: a) natureza da operação: Venda. no Livro Registro de Entradas./.)...)/(. como natureza da operação. quando permitido. quando devidos. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 .. além dos demais requisitos exigidos.CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I .. quando permitido.. apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações". creditando-se do valor do imposto. c) destaque do ICMS e do IPI... no Livro Registro de Entradas. quando devidos. além dos demais requisitos exigidos. contendo. sem destaque do ICMS e do IPI.. b) destaque do ICMS e do IPI.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação . o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação".. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I . a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".)de (...)/(.)".NF nº .o consignante emitirá nota fiscal contendo..

. além dos demais requisitos.... por ocasião da remessa em consignação.). b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida. neste incluído. além dos demais requisitos exigidos.). conforme o caso) de mercadoria em consignação . o valor relativo ao reajuste do preço. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .o valor atribuído à peça defeituosa.. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. II ..)/(.vendida.. de .. creditando-se do valor do imposto.o consignante lançará a nota fiscal. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007..)/(.NF nº (. de (.de (. quando for o caso. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II...)/(.. sobre o qual foi pago o imposto.a discriminação da peça defeituosa.. sem destaque do imposto. no Livro Registro de Saídas.)/(. II ..)...NF nº (. no livro Registro de Entradas.)/(...)". se for o caso) reajuste de preço . apenas nas colunas "Documento Fiscal"..)".. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados.. PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas.NF nº (.)".NF nº (. na entrada da peça defeituosa a ser substituída. indicando nesta a expressão "Venda em consignação . Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I .o consignatário emitirá nota fiscal contendo. as seguintes indicações: I . de (. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. d) a expressão "Devolução (parcial ou total. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá.)/ (. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.... que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 ../(...).. "Observações"....) (e..)/(..

com permissão do fabricante. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . com destaque do imposto. 75 . Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . seja efetuada após o encerramento do período de apuração.o número. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. IV . cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. quando devido. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. além dos demais requisitos. ao fabricante.a remessa.na ordem de serviço ou na nota fiscal. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. b) o número. das peças defeituosas substituídas.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. 2 .ou autorizada.ordem de serviço. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. III . desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. desde que: 1 . promove substituição de peça em virtude de garantia. II . conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. que conterá.

acabamento e numeração diferente. III .no campo do CFOP: o código 5. conforme o caso. brincos.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário.912 ou 6. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. espessura. tais como. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. II . a critério da unidade federada de origem da mercadoria. em todo o território nacional. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem.949 ou 6. II . as seguintes indicações: I . Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. mesma cor. Na saída de mercadoria destinada a demonstração.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia.do valor do ICMS. O prazo poderá ser prorrogado.912. quando devido. as seguintes indicações: I . o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . com valor comercial. que conterá. mesmo modelo. IV . a empregado ou representante. por fabricantes de veículos autopropulsados. tais como. luvas.no campo do CFOP: o código 5. meias. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. além dos demais requisitos. IV . em quantidade necessária para se conhecer o produto. conforme o caso. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. além dos demais requisitos. seus concessionários ou oficinas autorizadas. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. III . quando devido. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade.do valor do ICMS. calçados.949. por igual período.

o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. de 19 de maio de 1. estabelece alíquotas do ICMS. (DOU 22/05/1989). II . III . Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS.do valor do ICMS.como destinatário: o próprio remetente. quando devido. III . para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. DE 1989 77 . hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. Retorno No retorno das mercadorias. alíquota. II . quantidade. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. desde que o erro não esteja relacionado com: I . O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. devendo na nota fiscal emitida constar: I .mostruário de venda. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008.como natureza da operação: Remessa para Treinamento. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. ainda. O disposto aplica-se.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. Base: Ajuste SINIEF 08/2008.a data de emissão ou de saída. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22.989.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. em todo o território nacional. nas operações e prestações interestaduais. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. IV . valor da operação ou da prestação. diferença de preço.

989. sete por cento. Senado Federal. oito por cento. Artigo 2º . será de treze por cento.a partir de 1990. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. as alíquotas serão: I . Artigo 3º .989.A alíquota do imposto de que trata o art. nas operações e prestações interestaduais. nas operações de exportação para o exterior.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. destinadas às regiões Norte. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 .Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1. em 19 de maio de 1.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.Artigo 1º . será de doze por cento. 1º.em 1989. II . Parágrafo Único .

em seu artigo 155. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. dispõe que não compreenderá. Artigo 2º .É estabelecida. . adiante transcrita.U. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. XI. o montante do IPI.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. O Senado Federal resolve: Artigo 1º . carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal.16/12/1996). 13. Idem art. de 13 de Dezembro de 1996 (D. 79 . a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. na base de cálculo do ICMS. carga e mala postal. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS.O.PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). quando a operação. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO.

e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.37931 x R$ 7.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.FÓRMULA Para determinar o valor da operação.500. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes. respectivamente.034.82 80 . (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização.82 D – IPI (10%) = R$ 1.725 Coeficiente = 1.844.500.30) = R$ 2. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.25 x (1 + 0.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos. CÁLCULO . teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.379.344.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.10)] Coeficiente = 1/0.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.379.00) = R$ 10.

000.2006.00. não poderá mais ser utilizado como crédito.2005.200.em cada período de apuração do imposto.000 : 1.82.200. Em janeiro/2005. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.12.000. encontramos o valor de R$ 2. ocorridas a partir de 01.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. II . para fins deste cálculo. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. jornais e periódicos. por força da LC 120/2005. equiparam-se às tributadas.01. a partir da data da alienação.Subtraindo-se C de A. 81 . em janeiro/2004.00 x 1/48 x 1. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS.000.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. com um ICMS total de R$ 48.00.00 R$ 48. as saídas e prestações com destino ao exterior.000.000 = R$ 833. deverá ser observado: I .01. não será admitido.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1. não será admitido o creditamento de que trata o item. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5.000.00. ICMS . equiparam-se às tributadas. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento.000. esta ferramenta foi vendida.844. Exemplo: Aquisição de uma máquina. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.000.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1.01.750. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. A partir de 01.2001.000. com ICMS de R$ 5.

II . ao estorno ou ao crédito do imposto. além de sua escrituração nos livros próprios.a manutenção dos dados em meio magnético.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. escriturado no CIAP. relativamente à escrituração do CIAP: I . e inscrição estadual do estabelecimento.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. no mínimo. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. por livro ou similar que contenha. consoante a ordem seqüencial de entrada. a critério do contribuinte. III . Será permitida.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. endereço. que será seqüencial por exercício. II .quadro 2 . não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. II . nos quadros e nas colunas próprias. seguido de dois algarismos 82 . será. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. conforme o caso.linha ANO: o exercício objeto de escrituração.a substituição. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. c) ocorrência do perecimento.no último dia do período de apuração.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. da seguinte forma: I .até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. IV . também. III . a critério de cada unidade federada. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente.quadro 1 . extravio ou deterioração do bem. os dados do documento. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada.atribuição do número ou código ao bem.

COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . 4.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso).o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. findo o qual ser reiniciada a numeração.a identificação do bem. o perecimento. ainda. considerando-se.o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação.CRÉDITO A SER APROPRIADO . Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. o extravio ou a deterioração do referido bem. BAIXA OU PERDA.o valor correspondente ao imposto. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. coluna SAÍDA.o valor do imposto. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. coluna 2 . coluna NOTA FISCAL . no mínimo. aquisição. passível de apropriação. coluna DATA . caso o período de apuração seja mensal. relativo à aquisição. coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . 3.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. quando houver completo o quadriênio de sua utilização. quando ocorrer a alienação. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). BAIXA OU PERDA . 2. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. transferência. acrescido. 2.quadro 3 . b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. coluna 1 .TOTAL DAS SAÍDAS .o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês.FRAÇÃO MENSAL . tais como. cujo resultado.o somatório da coluna ENTRADA. 3. a transferência. d) coluna 4 . e) coluna 5 . V . c) coluna 3 . ou.o mês objeto de escrituração. f) coluna 6 . as seguintes disposições: 83 . vinculados à aquisição do bem. passível de apropriação.DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). relativo à aquisição do bem. quando for o caso. de forma sucinta. 2. ainda. no final do período de apuração. 4 (quatro) casas decimais.indicando o exercício.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO .valor base do crédito a ser apropriado mensalmente.

na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. c) BEM: a descrição do bem. III . acrescido. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. nos campos.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem.quadro 1 .IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. transferência. baixa ou outra movimentação de bem. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito. f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. perecimento. modelo. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. extravio deterioração. números da série e da plaqueta de identificação. II . c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. II . da seguinte forma: I . e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte.quando 2 . b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente.I . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. que será seqüencial por bem. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. III . se houver. 84 . vinculados à aquisição do bem. quando for o caso. nos quadros e nas colunas próprias. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal.

Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. extravio. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos. V . posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO.IV . VI .quadro 4 . 85 . nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. com sumária do mesmo. (STF . contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. deterioração do bem. ter-se vergado a esta fraude legislativa. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado.Órgão Julgador: Primeira Turma .quadro 3 .SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação.SÃO PAULO Relator(a): Min. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. no ativo fixo. de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. do seu próprio estabelecimento. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. SEPÚLVEDA PERTENCE . O CIAP modelo D. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. b) a data da ocorrência do evento. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. quando chamado a resguardar a norma constitucional. conforme previsto na legislação de cada unidade federada. ainda. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem.AI 488374 AgR / SP .Julgamento: 15/06/2004 .PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento.APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração.DJ DATA-25-06-2004). Precedentes. deverá ser mantido à disposição do fisco. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. caso o período de apuração seja mensal. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. ou de utilização de serviço de comunicação ou.quadro 5 . numa afronta direta à Carta Magna. ainda. ou. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.

b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. b) quando consumida no processo de industrialização. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. a qualquer título. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. Paraná.2001*. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Santa Catarina e São Paulo. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais.2004. Finanças. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01.2001*. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. Rio de Janeiro. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006).01. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. com efeitos para todos os contribuintes. Minas Gerais. Rio Grande do Sul. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.04. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.01. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). remetida.Portanto. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. Receita ou Tributação.

por administração. letra "g". a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. terraplanagem. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. concretagem e a instalação e montagem de produtos.05 – Reparação. as bases da restrição continuam válidas. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. inclusive sondagem. conservação e reforma de edifícios. Seguem. escavação. 289 e inciso I do art. que fica sujeito ao ICMS). de obras de construção civil. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. então. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. 290 do RIR/99). peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. estradas. que fica sujeito ao ICMS). Entretanto. parágrafo 2º inciso XII. 87 .CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. conforme o caso. perfuração de poços. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. as exceções previstas. pavimentação. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. pontes. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. entretanto. 7. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7.02 – Execução. 155. os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS.art. A falta da informação no documento da operação ou prestação. empreitada ou subempreitada. drenagem e irrigação. fora do local da prestação dos serviços.

000.000.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100. classificáveis no ativo circulante. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.000. que será adotado.00 D.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.000.000.00 de IPI e R$ 12.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.000.000.00 de ICMS: D. em contas próprias.00 C. opcionalmente. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual. Exemplo: Aquisição de R$ 100. sendo recuperáveis R$ 10.00 = R$ 800.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS.00 – R$ 200. pelo contribuinte.00 de materiais para a produção.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.000.00 D.000. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.00 = R$ 200.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.000. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1.00 ICMS Líquido: R$ 1.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78. por ocasião da aquisição desses bens.

INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. a critério do Fisco. os seguintes livros fiscais (art. modelo 2. II . IV . art. e por atacadista. modelo 3.Registro de Entradas.1970. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. modelo 7.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. modelo 1.Registro de Apuração do ICMS. III . VI . X . com as adaptações necessárias. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. modelo 5. Os livros Registro de Entradas. e Registro de Saídas. modelo 1-A. 63. modelo 1-A. modelo 9. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. modelo 6. modelo 1. simultaneamente.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. modelo 5. e Convênio SINIEF 6/89. V . VIII .Registro de Inventário.Registro de Saídas.Registro de Saídas. e Registro de Saídas. modelo 3. Convênio SINIEF s/nº de 15. o contribuinte do ICMS deverá manter. modelo 2-A.Registro de Entradas. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. VII . art.12. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial. IX . serão utilizados por contribuinte sujeito. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. modelo 89 .LMC.Registro de Controle da Produção e do Estoque. 51. podendo. modelo 2. 87): I . Os livros Registro de Entradas. em cada estabelecimento. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. modelo 2-A.Movimentação de Combustíveis . conforme as operações ou prestações que realizar. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS.

com clareza. como contribuintes do respectivo imposto. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. Autenticação Os livros fiscais. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. ser dispensado: 1. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. de forma a impedir sua substituição. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. nos livros fiscais. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. desde que não lhes prejudiquem a clareza. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. indicações de seu interesse. Quando não houver período expressamente previsto. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. 2. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. É facultado ao contribuinte acrescentar. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. a critério do Fisco. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. 90 . Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. Não se tratando de início de atividade.

transformação ou aquisição. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. os livros fiscais. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. agência.1970. sucursal. a qualquer título no estabelecimento. para o seu nome. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. salvo para serem levados à repartição fiscal. desdobrados em tantas linhas 91 . quando solicitado. Para maiores detalhes. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. em ordem cronológica. mediante prévia autorização do Fisco estadual. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco.12. seja filial. incorporação. Ajuste SINIEF nº 01/92. Os lançamentos serão feitos operação a operação. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. Os lançamentos serão feitos. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. no ato da devolução. vedada a sua centralização. os livros fiscais em uso. depósito. as providências fiscais cabíveis. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. adotando-se. fábrica ou outro qualquer. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. conservação e exibição ao Fisco. Fusão. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. documento por documento. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Incorporação. modelos 1 ou 1-A.

colunas sob os títulos "ICMS . se for o caso. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. 4. colunas sob os títulos "ICMS . colunas sob os títulos "IPI .quantas forem as naturezas das operações. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. facultado. b) coluna "Outras": valor da operação. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. onde se localiza o estabelecimento emitente. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. quando for o caso. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. estadual e no CNPJ. às unidades da Federação. 92 . da seguinte forma: 1. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. série e subsérie. 3.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. número e data do documento fiscal correspondente à operação.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. 6. 5. 7.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. 8. nas colunas próprias. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. segundo o Código Fiscal anexo.

deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. coluna "Observações": anotações diversas. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. Ajustes SINIEF nº 01/80.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. 16/89 03/94 e 06/95.1970. deduzida a parcela do IPI. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. pelo total mensal. no último dia do período de apuração. modelos 2 ou 2-A. segundo a data de emissão dos 93 . A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. o valor do imposto pago por substituição tributária. totalizando-os. b) coluna "Outras": valor da operação. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte.12. se consignada no documento fiscal. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. colunas sob os títulos "IPI . 10. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. a qualquer título. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. "outras" e na coluna "observações". do estabelecimento. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. "base de cálculo. 01/82. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. para efeito de lançamento global. quando for o caso. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. segundo a natureza da operação.9. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.

colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. b) coluna "Outras": valor da operação.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. 7. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. deduzida a parcela do IPI. pelos totais diários das operações da mesma natureza. 3. emitidos em talões da mesma série e subsérie. 6. colunas sob os títulos "IPI . colunas sob os títulos "ICMS . colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. se consignada no documento fiscal. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. 2. de acordo com o CFOP. números inicial e final e data do documento fiscal emitido. Os lançamentos serão feitos. nas colunas próprias. colunas sob os títulos "ICM . de numeração seguida. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. se consignada no documento fiscal. da seguinte forma: 1. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . 5.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS.documentos fiscais. 4. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. sendo permitido o registro conjunto dos documentos. deduzida a parcela do IPI.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. série e subsérie. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.

deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". 2. 8. 4. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. correspondentes às entradas e às saídas. modelo 3. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. quando for o caso. 95 . Os lançamentos serão feitos operação a operação. 5. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento.12. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. à produção.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. correspondente a cada operação. quadro "Produto": identificação da mercadoria.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. metros. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. coluna "Observações": anotações diversas. dúzias etc).documento fiscal. "base de cálculo" e na coluna "observações". Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. 3. tipo e modelo de mercadorias. litros. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. colunas sob o título "Documento": espécie. 6. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. marca. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. de acordo com a legislação do IPI. da seguinte forma: 1. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. separando as destinadas a não contribuintes.

na coluna "Observações". de produto industrializado no próprio estabelecimento. produto intermediário e material de embalagem. em se tratando de produtos acabado. 96 . b) coluna "Produção . c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. 8. em se tratando de produto acabado. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . Nota: é facultado o lançamento de totais diários.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. nesta última hipótese. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. 7. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. para industrialização no próprio estabelecimento. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. Se a saída estiver amparada por isenção. quando de direito. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . não compreendidas nas alíneas anteriores. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. produto intermediário e material de embalagem. imunidade ou não-incidência. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. coluna "Estoque": quantidade em estoque. a quantidade saída. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. quando devido. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. e) coluna "IPI": valor do imposto. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. na coluna "Estoque".Nota: é facultado o lançamento de totais diários.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. consignando-se o fato. a qualquer título. a qualquer título. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. após cada lançamento de entrada ou de saída. a quantidade saída. a qualquer título. Nota: é facultado o lançamento diário. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros.

coluna "Observações": anotações diversas. acusando o saldo das quantidades em estoque. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. poderá autorizar o industrial. ser substituído por fichas. 3. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. mantidas as outras simplificações. 2. que será transportado para o mês seguinte. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. ou a ele equiparado. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. as quais deverão ser: 1. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. observada a ordem numérica crescente. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final.9. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. A Secretaria da Receita Federal. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. a agrupá-los numa mesma folha. numeradas tipograficamente. em que. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. será registrada a utilização de cada ficha. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento.

quando solicitados. modelo 5. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. por escrito.atacadistas. anexando modelo dos formulários adotados. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. Os lançamentos serão feitos. para posterior confecção dos documentos fiscais.1970. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art.12. poderão independentemente de autorização prévia. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. coluna "Autorização de Impressão . c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. nas colunas próprias. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". 2. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. que jurisdicionar o estabelecimento optante. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. quando exigida pelo Fisco. 98 . e à Secretaria de Fazenda do Estado. Os lançamentos serão feitos operação a operação. aos fiscos federal e estadual. da seguinte forma: 1. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente.

subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. da seguinte forma: 1.12. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". Os lançamentos serão feitos. 5. quando exigida pelo Fisco. folhas soltas. 4. b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. b) coluna "Notas Fiscais": série. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. coluna "Observações": anotações diversas. de termos de ocorrências. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. 4. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. 3. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 6. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". série e subsérie de documento fiscal. vendas a não contribuintes. bem como a lavratura. Nota Fiscal de Produtor.3. formulários contínuos etc. pelo fisco. Nota Fiscal de Entrada. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. para posterior confecção do 99 .1970. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Os lançamentos serão feitos operação a operação. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. folhas soltas. 2. nos quadros e colunas próprios. 5. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. formulários contínuos etc. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal.

os produtos intermediários. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. em poder de terceiros. serão destinadas para lavratura. No livro serão também arrolados. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". Do total de folhas deste livro. as matérias-primas. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. destina-se a arrolar. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. as matériasprimas. as matérias-primas. de termos de ocorrência. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. pelo fisco. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. as mercadorias. os produtos intermediários. inclusive: a) extravio. as quais devidamente numeradas. os produtos intermediários. 2. deverão ser incluídas no final do livro. modelo 7. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. existentes no estabelecimento à época do balanço. no mínimo. b) supressão da série e subsérie. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. 6. coluna "Observações": anotações diversas. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. separadamente: 1. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. 7. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. do estabelecimento impressor. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor.documento fiscal. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. os materiais de embalagem. as mercadorias. as mercadorias. em 100 . 9. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. os materiais de embalagem. 8. coluna "Impressos . 50% (cinqüenta por cento).

coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. tais como: espécie.12. ainda. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. 2. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados.poder do estabelecimento. dúzias etc). Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. 5. Os lançamentos serão feitos. quando este for inferior ao preço de custo. 3. nas colunas próprias. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. litros. marca. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. da seguinte forma: 1. Após o arrolamento. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. 6. inciso e subinciso referidos no item 1.1970. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. metros. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". coluna "Classificação Fiscal": posição. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . coluna "Observações": anotações diversas. o total geral do estoque existente. o valor será o de seu preço de custo. 4. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. tipo e modelo.

Deverá ser informado. II . Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. em campos próprios. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. imposto e demais informações de apuração do ICMS. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. as seguintes indicações: I . destinada a apurar a balança comercial interestadual. das operações de entradas e saídas. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. que constituam provas de infração à legislação tributária.período de referência. bem como outros papéis.identificação do contribuinte. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. para a repartição fiscal competente. documento de informação e apuração do imposto. podendo conter outros elementos previstos na legislação. IV . Os livros e documentos fiscais. modelo 9. em 2 (duas) vias.GI/ICMS.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. A guia será preenchida. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP.1970. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. os débitos e os créditos fiscais do ICMS. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via.O livro Registro de Apuração do ICM. os valores relativos á base de cálculo. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. que conterá. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês. em função da periodicidade das apurações do ICMS. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. separadamente. também.12. por unidade federada.inscrição estadual. Será lavrado termo de arrecadação. no mínimo.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. No livro serão registrados. 102 . no mínimo. III . V .1970. aquisições e prestações de serviços.

3. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. e no Convênio SINIEF 06/1989. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. por si ou quando conectado a outro computador. AUTORIZAÇÃO O uso. que tenha condições de gerar arquivo magnético.GI/ICMS: 1. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. a seguir enumerados. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. serão 103 . de 21 de fevereiro de 1989. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. de microempresa e produtor agropecuário. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. IV – Registro de Inventário. de 15 de dezembro de 1970. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). bem como a escrituração dos livros fiscais. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. 2.12. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. 2.b) a 2ª via. conforme a legislação específica de cada unidade federada. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. devendo ser entregue pelo contribuinte. II – Registro de Saídas.1970. A GI/ICMS será de periodicidade anual. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. e V – Registro de Apuração do ICMS.

o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. quando solicitado. NOTA FISCAL 104 . f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. por espécie de documento fiscal. O contribuinte estará obrigado a manter. nas aquisições. modelo 22. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. nas entradas. em meio magnético. nos demais casos. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. documentação minuciosa. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. A critério de cada unidade da Federação. IV – por total diário. nas saídas. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). contendo descrição. modelo 10. modelo 9. modelo 6. III – por total diário. d) Conhecimento Aéreo. quando se tratar de Nota Fiscal. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. por equipamento. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. modelo 8. em requerimento preenchido em formulário próprio. PDV e de Máquina Registradora. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. completa e atualizada do sistema. modelos 1 e 1-A. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. as informações a nível de item (classificação fiscal).autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. modelo 7. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. II – por totais de documento fiscal. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.

em cada formulário. a expressão "Folha XX/NN". arquivo magnético. de 15 de dezembro de 1970. omitir-se-á. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. será emitida. ARQUIVO MAGNÉTICO . Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. salvo o disposto no item 3 abaixo. modelo 1 e 1-A. o contribuinte. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. 5. de 21 de fevereiro de 1989. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. no referido campo "Informações Complementares". Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. com registro fiscal. 4. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. deverá constar. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. nos formulários que antecedem o último. prevista no Convênio SINIEF 06/89. 2. exceto o último. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). 3. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. nos casos estabelecidos neste Convênio. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil.A Nota Fiscal. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. que também deverá conter. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. obedecido o seguinte: 1. remeterá às Secretarias de Fazenda. no mínimo. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. o número total de folhas utilizadas (NN). a expressão "Folha XX/NN – Continua". em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino.

obedecida sua ordem numérica seqüencial. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. estadual e no CNPJ. o número da Autorização para Impressão de 106 . a data e a quantidade da impressão. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. b) do número de inscrição no CNPJ. o endereço e os números de inscrição. por modelo. independentemente da numeração tipográfica do formulário. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente.001 a 999. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. IV – conter o nome. II – ser impressos tipograficamente. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. c) do número de inscrição estadual. do impressor do formulário. em ordem numérica seqüencial consecutiva. por sistema eletrônico de processamento de dados. reiniciada a numeração quando atingido este limite. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. por estabelecimento. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. em caráter excepcional.no trimestre anterior. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). em ordem consecutiva de 000.999. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados.

contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. É permitida a utilização de formulários em branco. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. 500 (quinhentas) folhas.Documentos Fiscais – AIDF. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. Obedecida a independência de cada livro. em cada um deles. no máximo. 2. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. desde que. mensal ou anualmente.999. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. de 15 de dezembro de 1970. em ordem numérica seqüencial. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. Registro de Saídas. pelo prazo de cinco (5) anos. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. antes de se transformarem em documentos fiscais. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. desde que sejam separados por 107 . ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. nos termos previstos no Convênio S/Nº. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. V – quando inutilizados. segundo a legislação de cada unidade federada. Registro de Controle da Produção e do Estoque. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. Registro de Inventário.001 a 999. em ordem numérica consecutiva de 000. Relativamente aos livros Registro de Entradas. reiniciada a numeração quando atingido este limite. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização.

elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. com observações relativas às alterações. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. equipamentos e informações em meios magnéticos. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. se houver. contados da data do último lançamento. tipo ou modelo de mercadoria. em emissão específica de formulário autônomo. a apuração dos estoques. tomar-se-á por base o menor. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. juntamente com cada livro fiscal. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. quando exigido. marca. marca. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. 108 . os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. a critério de cada unidade da Federação. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. e respectivas datas de ocorrência. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. contendo apenas os códigos neles utilizados. tipo ou modelo de mercadoria.

MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD.Registro de Entradas.IPI. II . tais como. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco.Registro de Inventário. III . senhas. IV . manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . V .Registro de Saídas.Registro de Apuração do IPI. por meio de emissão específica de formulário autônomo. quando exigido. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I .Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. 109 .Registro de Apuração do ICMS.ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . os registros ainda não impressos. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha.

Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. a partir de 01. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. Entretanto. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. Antes de ser recebido. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Para tais fins.022/2007. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. não basta a escrituração. 110 . portanto. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo.ICP-Brasil pelo contribuinte. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. acompanhada. 3º. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração.Desta forma.06. Receita. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. o arquivo digital passará. quando o montante do tributo apuração. instituído pelo Decreto 6. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI.2008. incluindo-se aí o ICMS. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.2009.SPED. art. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. tributárias é o caso.01. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . de forma irretratável. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . assinatura digital e transmissão do arquivo. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. relacionados com a infração.

Outrossim. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia.00. Justa S/A. contribuinte do ICMS. com isenção de ICMS.999. o que faz nesta data.999. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. ora lhe beneficiam. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. portanto. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador.000. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. inscrita no CNPJ sob nº 99. Portanto. de recolher R$ 180. que ora favorecem o contribuinte. respeitosamente. Atenciosamente. 02 de dezembro de 2004. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. de 05 de dezembro de 2003. com a respectiva correção monetária e juros. para uso próprio. Curitiba. de bens salvados de sinistros. incide o ICMS. pessoa jurídica de direito privado. 111 . por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. no valor de R$ 1.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo.999-99. deixando. Deste modo. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. por pessoa física. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99.00. vem.

apenas. Súmula nº 660 . Súmula nº 661 . GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. incide o ICMS.STF . STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte.STF . ao ISS. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 . Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior.STF .1. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. destinado a uso próprio. p. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS. gravados em fitas de videocassete. personalizada e sob encomenda. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. ainda que envolva fornecimento de mercadorias.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. está sujeita. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS.

do parcelamento. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. a firma ou a razão social. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . conforme o caso. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. atendendo as necessidades de cada UF. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. do contribuinte. conforme o caso. incluindo o ICMS. quando se tratar de parcelamento. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". XIII – Campo 12 – Microfilme. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. XVII – Campo 16 – Nome. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal.

Santa Catarina 26 – 4 . XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias. IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Sergipe 28 – 0 .Tocantins 114 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Pernambuco 19 – 1 .Roraima 25 – 6 .São Paulo 27 – 2 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Mato Grosso do Sul 29 – 9 .Rio Grande do Norte 21 – 3 .Distrito Federal 08 – 6 .Paraíba 17 – 5 .Bahia 06 – 0 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.Rio Grande do Sul 22 – 1 .Espírito Santo 10 – 8 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte. XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Rondônia 24 – 8 .Minas Gerais 15 – 9 .Ceará 07 – 8 .Maranhão 13 – 2 . o número e complemento do endereço do contribuinte.Pará 16 – 7 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Alagoas 03 – 5 .Acre 02 – 7 .Amazonas 05 – 1 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Piauí 20 – 5 .Mato Grosso 14 – 0 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Rio de Janeiro 23 – 0 .Goiás 12 – 4 .Amapá 04 – 3 .Paraná 18 – 3 .

DDE. quando prevista na legislação estadual. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 50001-1. Obriga-se. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . k) Taxa . comprovada mediante a entrega.Código 10005-6. de documento equivalente.Código 15001-0. em qualquer caso. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. na inexistência deste. à repartição a que estiver vinculado. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. m) ICMS Substituição Tributária por Operação . h) ICMS Parcelamento . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. j) Multa p/infração à obrigação acessória . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores.Código 10006-4. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. de 25 de abril de 1991. d) ICMS Transporte . DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. i) ICMS Dívida Ativa . a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". para exportação. com a expressa indicação do bem a ser exportado. pela repartição federal competente. expedido pelas autoridades competentes.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação . da cópia da Declaração de Despacho de Exportação .Código 100048.Código 10009-9 Base: art. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. de documento equivalente. f) ICMS Importação . produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 10008-0.Código 10002-3. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. cópias da Declaração de Importação. l) ICMS recolhimentos especiais . de cópias dos seguintes documentos. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior.Código 60001-6.Código 10003-0.Código 10007-2. b) das quais resultem. O benefício previsto: 1. na inexistência deste. do regime ou.Código 10001-3. g) ICMS Autuação Fiscal . c) ICMS Energia Elétrica . e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . ainda. o importador a proceder à entrega.

inclusive com a finalidade de exportação. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas.1. consignando-se. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". multa e demais acréscimos legais. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. novo Ato Concessório. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . 116 . calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. Amplitude A isenção estende-se. 2. Entretanto. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. ato Concessório aditivo. também. conforme o caso. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. estando conectado à internet.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. também. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. resultando na descaracterização do benefício previsto. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal.

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