ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

Contabilização Crédito Presumido . Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5. antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.01.311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.

desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. diferentemente do IVC. incidindo em todas as fases de circulação. extinguindo os impostos especiais. de 01 de dezembro de 1965. Sendo assim. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto./88 (na redação da EC nº 3/93). 155. energia elétrica. portanto um imposto com incidência “em cascata”. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. de competência federal. a começar do produtor até o consumidor final. próprias dos impostos em “em cascata”. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria).PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989.F. da C. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. do produtor até o consumidor. O IVC possuía natureza mercantil. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. Era. substituindo o IVC.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. o IVC era exigido. pela Assembléia Nacional Constituinte. e minerais do País. de incidência única. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. não apresenta as características de cumulatividade. Já o art. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. isto é. I. 5 . Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. A inovação do ICM advém de que. b.

. onde abate-se do montante devido 6 . compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. como um processo legislativo... medidas provisórias.. decretos legislativos até as resoluções.. a nossa Carta Magna estabelece.. inciso II. leis complementares......1993. que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. mas que passamos a apresentar a seguir. A Constituição Federal atribui a competência tributária. A lei.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo.. ou seja. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual..03.. A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário.) A Constituição Federal determina... submetendo todas as demais normas jurídicas... nem sempre respeitadas pelos entes federados..... ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa. II .... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18... As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal. ainda.. senão em virtude da lei.... Sua base constitucional é o artigo 155..... da Constituição Federal.. emendas constitucionais.ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5..operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Do ponto de vista tributário.. § 2º.. deve ser compreendida no seu sentido amplo. leis delegadas.......... . em razão de introduzirem modificações em seu texto... envolvendo desde a Constituição Federal. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal........... ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.... as diversas características do ICMS. impondo limitações ao poder de tributar... no inciso 1 do artigo 150. leis ordinárias.. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”.. a seguir reproduzido: Artigo 155 .Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -... no artigo 155.

em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. Dependendo do Estado. 25% para consumo superior a 200 kWh . ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. por exemplo. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. O Estado de São Paulo. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. interestaduais e de exportação. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. acesse o tópico Alíquotas. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. nem sempre respeitados pelos entes federativos. nesta obra. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. agricultor etc. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. Para maiores detalhes. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. fumos. seletivamente).PISO 7 . b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. bebidas. iates. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros.progressivamente). ALÍQUOTAS INTERNAS .

00. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. de mercadorias para consumo próprio. assim como sobre o serviço prestado no exterior. chamando-se esta diferença.00 = R$ 60. quando o destinatário for contribuinte do imposto. quando o destinatário não for contribuinte dele. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo.000. deverá este recolher. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. qualquer que seja a sua finalidade.000. b) a alíquota interna. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1. bem ou serviço. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal.00. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica.00 2. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. quando da aquisição. Portanto. isenções.00 3. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120.00 x 18% = R$ 180. oriundos de outro estado da federação. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. por parte de contribuintes do imposto. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.00 menos R$ 120. neste caso.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. como “diferencial de alíquotas”. art. Assim. "g". no valor de R$ 1. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. 8 . quando o destinatário for contribuinte do imposto.

Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. o Distrito Federal e os Municípios. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. quando a operação. dentre outras (Art. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. configure fato gerador dos dois impostos. por pessoa física. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. em matéria tributária entre a União. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. o montante do imposto sobre produtos industrializados. tendo por finalidade. sobre o ouro. 153. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. personalizada e sob encomenda. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. 3. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. na base de cálculo do ICMS. ao ISS. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. 9 . nas hipóteses definidas no art.b) sobre o valor total da operação. inclusive lubrificantes. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. e energia elétrica. está sujeita. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. 2. 146. para uso próprio. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. operações que destinem a outros Estados petróleo. ENERGIA ELÉTRICA. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. apenas. os Estados. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores.

mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. nas exportações para o exterior. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. em seu artigo 155. Hierarquicamente. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. lançamento. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. crédito. isenções. bases de cálculo e contribuintes. Como o próprio nome diz. bem como. 99/99. nestes termos: XII . mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. como a 92/97. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. g) regular a forma como. Tem aplicação em âmbito nacional. A própria CF. de serviços e de mercadorias. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. b) obrigação. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). e) excluir da incidência do imposto. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). a dos respectivos fatos geradores. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. prescrição e decadência tributários. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . compete à lei complementar a atribuição de. inciso XII. tão-somente. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. 120/2005 e 122/2006. d) fixar. sem alterálos. "a". 114/2002. f) prever casos de manutenção de crédito.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. 102/2000. b) dispor sobre substituição tributária. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. Na verdade. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior.

a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. o qual estabelece. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. parágrafo 2º inciso XII. nas regulamentações estaduais do ICMS. Para detalhamentos sobre Convênios. Temos. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. mediante decreto. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. relatora do processo.287.art. no inciso VI. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. todas as normas estaduais (sejam leis. Para a ministra. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. ao se deparar com tais ilegalidades. A ministra Eliana Calmon. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. antes de entrar em vigor no mesmo. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. e adotar a medida legal que julgar pertinente. letra "g". O contribuinte. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . por exemplo. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. Ato de governador de Estado que. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. como. veja o tópico respectivo. mediante simples Decreto do Executivo. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. Em processo Resp 556. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. 155. como. por exemplo. Após a edição do Convênio. na área do ICMS. concede benefício tributário é passível de nulidade. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. decretos ou atos normativos).ICMS Hierarquicamente. 11 .

a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. periódicos e o papel destinado a sua impressão. no território do Estado destinatário. a transmissão. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. por qualquer via. a emissão. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. jornais. inclusive a geração. ou serviços. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. VIII – sobre a entrada. qualquer que seja a sua finalidade. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. com convênio aprovado por decreto legislativo". cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. IV – operações com ouro. de petróleo. não se há de comparar decreto do governador. bens. em matéria de isenção do ICMS. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . Dentro desse enfoque. por pessoa física ou jurídica. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. mercadorias ou valores. restaurantes e estabelecimentos similares. quando destinados à industrialização ou à comercialização. e de energia elétrica. concluiu a relatora. a recepção. de pessoas. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. de competência dos Municípios. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. decorrentes de operações interestaduais. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. a retransmissão. Aliás. por qualquer meio. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior.

qualquer que seja a sua finalidade. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. comercial ou de outra espécie. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. para fins de não incidência. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. física ou jurídica. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I .cambial. VIII – operações de arrendamento mercantil. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. destinada a: a) empresa comercial exportadora. que realize. de competência dos Municípios. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. ainda que para outro 13 . pelo próprio autor da saída. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações.

da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. ou de título que a represente. V . a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. pelo depositário. feita por qualquer meio. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. a emissão. como definido na lei complementar aplicável.da transmissão de propriedade de mercadoria.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. cartão ou assemelhados. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. salvo disposição em contrário. Notas: 1. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. VIII . II . exigir a comprovação do pagamento do imposto. VII .do recebimento. a transmissão. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 2. VI . a entrega.estabelecimento do mesmo titular. pelo destinatário. devendo a autoridade responsável. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. Após o desembaraço aduaneiro. III . IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. no Estado do transmitente.do fornecimento de alimentação. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios.do ato final do transporte iniciado no exterior. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro.das prestações onerosas de serviços de comunicação. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. a retransmissão. X . salvo disposição em contrário. de serviço prestado no exterior. IV . 14 . de qualquer natureza. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. a recepção. inclusive a geração.

b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. 5 . O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. 6 . 2. por contribuinte. substituirá o preço declarado. e) quaisquer outros impostos. III e IV anteriores. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação.na hipótese do item II anterior. o valor da operação.na hipótese de serviço prestado no exterior. nos termos da lei aplicável.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. 4 .no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. c) imposto sobre produtos industrializados.na saída de mercadoria prevista nos itens I.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. o valor da prestação do serviço. como definido na lei complementar aplicável. b) imposto de importação. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. d) imposto sobre operações de câmbio. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. 7 . 2 .XIII . compreendendo mercadoria e serviço. o preço do serviço. a) o valor da operação. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. taxas. contribuições e despesas aduaneiras. 15 . o valor da operação. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. 3 . Notas: 1. se for o caso. acrescido.da utilização.

16 . bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção.na hipótese da utilização. b) frete. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. bem como descontos concedidos sob condição. o valor da operação de que decorrer a entrada. II .8 . 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado.o montante do próprio imposto. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. sejam antecedentes. FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. recebidas ou debitadas. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS. SEGUROS.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. por contribuinte. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. que seja contribuinte do imposto. inclusive na hipótese de importação: I . Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. concomitantes ou subseqüentes. o valor da prestação no Estado de origem.o valor correspondente a: a) seguros. 9 . juros e demais importâncias pagas.

remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. seja fixado por órgão público competente. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. b) o montante dos valores de seguro. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. c) a margem de valor agregado.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. no que se refere à alíquota. inclusive lucro. deverá observar às disposições da legislação paulista.em relação às operações ou prestações subseqüentes.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. é o referido preço por ele estabelecido. para fins de substituição tributária. relativa às operações ou prestações subseqüentes. Este valor será somado na fatura/duplicata. II . será: I . único ou máximo. a base de cálculo do imposto. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. em razão da sistemática substitutiva do ICMS. base de cálculo. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador.240. Base de Cálculo A base de cálculo. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço.000. para fins de substituição tributária. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . Portanto.00 Valor total da fatura: R$ 1.

na prestação interna. quando contribuinte do ICMS. exceto se produtor rural ou microempresa.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. parágrafo 1º. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. 1. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. quando contribuinte do ICMS. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. Considerando este fato.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. Observe que. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. estabeleceram que. 18 . as Unidades da Federação. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. da Lei Complementar 87/1996).não mais terão recolhimento do ICMS. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. 6º. encerrando-se o ciclo de tributação. exceto se produtor rural ou microempresa. b) – ao destinatário da mercadoria. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. 1. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria.

RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. procederá ao estorno dos créditos lançados. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. além das indicações exigidas pela legislação. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. – da saída subsequente por ele promovida. o contribuinte substituído poderá se creditar. o contribuinte substituído. mercadoria sujeita à substituição tributária. ainda que isenta ou não-tributada. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . também devidamente atualizados. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. concomitantes ou subsequentes. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. em sua escrita fiscal. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. do valor objeto do pedido.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. Exemplo de Cálculo: 19 . Havendo decisão contrária irrecorrível. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. de dentro ou de fora do Estado. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias.

ou na sua falta.000. O preço de venda. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. em conta especial. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. 3. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2.000. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. localizada na praça do estabelecimento remetente. O estabelecimento fornecedor. fixado a varejo.00. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior.00 = R$ 360. na falta deste. poderá deduzir o valor do imposto retido. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto.00 2. Teremos então: 1. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . sempre que o 20 .ASBACE.00.00.000. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. A critério do fisco de cada unidade federada. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. no valor de R$ 1.00 x 12% = R$ 120.00 – R$ 120. devendo.000. Ou seja.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. 4. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. ainda. para o lote das mercadorias. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. na próxima operação. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. é de R$ 2. para atacadista situado em outro estado da federação. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2.00.GNRE. (2 . de posse da nota fiscal.000.00. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. para tanto. A alíquota interestadual é de 12%.00 = R$ 240. ou. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais .

mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. LC 87/1996. 150.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. desde que inclua todas as operações citadas. Temos então. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. como dispuser a legislação tributária. no momento da ocorrência do fato gerador. quando não estabelecido. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. importado do exterior. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária.Substituição Tributária (GIAST). LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. o do domicílio do adquirente. onde se encontre. o do estabelecimento que transfira a propriedade. § 7º. art. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. ou o título que a represente. importado do exterior. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. Bases legais: CF. Convênio ICMS 81/1993. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. • • • 21 . no caso de não terem sido efetuadas operações no período. ou com seus registros totalizadores zerados.

inclusive consumidor final. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. emissão. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. por contribuinte. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. nos demais casos. onde seja cobrado o serviço. o do estabelecimento destinatário do serviço. quando prestado por meio de satélite. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. lubrificantes e combustíveis dele derivados. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. assim entendido o da geração. na hipótese da utilização. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. o de desembarque do produto. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. o do estabelecimento destinatário do serviço. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. por contribuinte. ampliação e recepção. como dispuser a legislação tributária. repetição. ou assemelhados com que o serviço é pago.• • aquele onde seja realizada a licitação. na hipótese da utilização. na hipótese de captura de peixes. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. crustáceos e moluscos. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. cartão. transmissão e retransmissão. onde se encontre o transportador. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem.

quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. Valor do ICMS a pagar: R$ 50.00 = R$ 40. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.000. IV – vier a perecer.O imposto é não-cumulativo. real ou simbólica. II – para comercialização ou prestação de serviço. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta.000. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. no estabelecimento.000. 20 da Lei Complementar 87/96). III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento.00 – R$ 10. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização. exceto as destinadas ao exterior. Salvo prova em contrário. exceto se tratar-se de saída para o exterior. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos.000.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento.00. 23 . presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. deteriorar-se ou extraviar-se. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.000. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente.

Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. II .00. Se. a diferença será transportada para o período seguinte. E. 23 da LC 87/96). e por conseguinte. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art. a partir de 01.000.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.havendo saldo remanescente. teve R$ 50.00 R$ 50. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser. se for o caso. por força da LC 120/2005.00 R$ 10. jornais e periódicos.000.00.11.11.12.2006. o respectivo direito deixará de existir. por um lapso da escrita fiscal do adquirente.00 de créditos.01.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. a mesma não foi lançada no registro de entradas.000. até 16. de R$ 10. Tinha um saldo credor acumulado.2005.00 R$ 40. Na ocasião. do período anterior. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores.000. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. não foi creditado o ICMS respectivo. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.000.000. No período de apuração.000.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.2001.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I .

será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. produzem uma legislação de incentivo. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. em todos os aspectos. Base: art. ao fim do período. revogando a restrição.10. II . assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. 25. aguçados pela politicagem e 25 . FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. § 1º da LC 87/1996. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país.contribuintes do mesmo Estado. mas. § 1º da LC 87/1996. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. previstos no art. se positiva. tendo como base determinados benefícios. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. especialmente na área do ICMS. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. no afã de atrair investimentos. Lamentável. 26 da LC 87/1996. 25.12. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. a atitude dos governos envolvidos. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. Base: art. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. III .2005.que. Na hipótese do item III.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. a partir de 26. e em 23. Entretanto. Os governos voltaram à sensatez. caso contrário. para um determinado período. que pagará a diferença apurada. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I .

a qualquer título. Paraná. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. mas da punição sofrida por aquele que. letra "g". É um verdadeiro absurdo. sem 26 .04. adquire mercadorias em outro estado. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. Minas Gerais.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. remetida. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará.2004. Rio Grande do Sul. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. Rio de Janeiro. parágrafo 2º inciso XII. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. Receita ou Tributação.art. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. A falta da informação no documento da operação ou prestação. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. ainda. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. a qualquer custo. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. 155. a um contribuinte situado em seu território. sem ciência. Diante da gritaria geral. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. Finanças. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. as bases da restrição continuam válidas. conforme o caso. Trata-se de uma disputa predatória. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. entretanto. pelos investimentos privados. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. Nesta obra. Entretanto. típico de legislação autoritária. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. entre os Estados da federação. Santa Catarina e São Paulo. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente.

dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. bubalino ou suíno.Paulo. Assim. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . produtos de informática e automação. industrialização de pescados. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S.ADIN nº 1179-1. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. Produtos do abate de aves. Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço. Insumos para a fabricação . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. acertem os ponteiros entre si. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes .Financiamento de 70% do ICMS .ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação .ADIN nº 2548-1.2156-7. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. coelho. através do Comunicado CAT 36/2004. BAHIA Cobre e derivados do cobre . gado. PARANÁ Produtos de informática. RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . Empreendimentos do PRO-DF . gado bovino.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves.ADIN nº. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. MATO GROSSO DO SUL 27 .ADIN nº 2561-9.ADIN 2441-8. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado.ADIN nº 2440-0 e 2543-0. Financiamentos vinculados ao ICMS . descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem.

limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. c) de frutas. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: . verduras. n) de produtos de higiene. tubérculos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003).Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16.AMAZONAS . i) de máquinas. .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16. Em relação aos demais incentivos. limpeza e conservação domiciliar.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.Programa Geral de Incentivos Fiscais . renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). concedidos por produto e região do Estado.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene.BAHIA . k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16. 28 .Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16.Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .Setor industrial .ADIN nº 2439-6.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento. b) de farinhas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). raízes.

(crédito presumido de 9.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais).Componentes. margarina. crédito presumido de 11%.Artigos esportivos importados . leite em pó. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. . e pescado. exceto os glicerinados.5% sobre o montante das operações interestaduais). papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. alho. açúcar refinado e cristal. arroz.5% sobre o montante das operações interestaduais). óleo de soja.: para carnes. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. p) de móveis (crédito presumido de 16. halvarina.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. farinha de mandioca. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. pão francês de 50g. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. . rapadura. no período de 23/06/99 a 19/12/99. aves. bufalinos. leite tipo C.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. hidratante ou adicionados de óleos especiais. água sanitária. papel. sal de cozinha. pescados e seus derivados. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). feijão.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). exceto carnes. coelhos. creme vegetal. b) de animais vivos das espécies: bovinos. . extrato de tomate. Maisena e Maria.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. papel higiênico.5% sobre o montante das operações interestaduais). pescados e seus derivados 29 . suínos. ovinos. polvilho. fubá de milho. café torrado e moído. concentrado ou simples concentrado. Cream Craker.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). macarrão tipo comum. caprinos. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. sabão em barra. bem como as carnes. rãs. q) de embalagens (crédito presumido de 16.o) de artigos de escritório e papelaria.DISTRITO FEDERAL . partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. sabonete. g) de outros produtos do gênero alimentício.

k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. .070 (crédito presumido de 2%) Obs. .códigos NBM-SH 4802.ESPÍRITO SANTO . b) Central de distribuição . m) de papel .5% sobre o montante das operações interestaduais). que pode excluir determinada mercadoria. de limpeza.5% sobre o montante das operações interestaduais).410. n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores.(crédito presumido de 3% a 8%). . 4811.5% sobre o montante das operações interestaduais). 4804. o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9.(crédito presumido de 47. no período de 21/11/94 a 31/07/2000. produção ou industrialização (crédito presumido. de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. 40.Qualquer mercadoria. c) Produtos alimentícios.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados .804.5%).(crédito presumido de 10.: Dependente de autorização. . 40. roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 .100. 4807.25% a 19. energia elétrica. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais). h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. e. mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. e a partir de 01/08/2000 de 3%).5% sobre o montante das operações interestaduais).5% a 52. lingerie.5% sobre o montante das operações interestaduais).130. .MATO GROSSO DO SUL .Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. bolsas. calçados. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40. 4810. 40. de 2%.5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. quando não seja elaborado sob encomenda.GOIÁS .5% sobre o montante das operações interestaduais). combustíveis. (crédito presumido de 10. exceto café. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). 4817 e 4823. lubrificantes.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano). 4809. 40.902 e 41.

b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. h) Fármacos e Químicos . distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo.Programa de Atração de Estruturantes .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. j) Têxteis . 24.Financiamento vinculado ao ICMS .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 23.RIO EMPRESA EMERGENTE. g) Plástico e Resinas Plásticas . l) Geral .Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24. f) Petróleo e Derivados . 24.de 22/09/2000 a 31/12/2002).Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas . Decreto 23.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24.Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro . desodorante.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. m) Geral . e) Geral .Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro . 24. k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . 24. o) Industrial.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro . cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº.indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . talco.Rio Portos .Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses.857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. c) Importadores .Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa). i) Autopeças e Navipeças .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). 31 . 2.584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. d) Geral .RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.823/97. n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações . 4.Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social .até 9% do valor da importação (Lei nº.

CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100.RIO GRANDE DO NORTE .Alimentos. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. pelo comportamento lesivo entre os Estados.TOCANTINS . isoladamente. delegar. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. incentivos e benefícios fiscais. visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 .br/confaz.fazenda. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos.gov. Só após aprovados legislativamente.COTEPE/ICMS para decidir. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). com sede no Distrito Federal. . ratificando o Convênio. os Estados.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. Cabe a cada contribuinte. em assunto técnico. para efeito de concessão ou revogação de isenções. . do CTN.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. o Distrito Federal e os Municípios. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto.35. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal.COTEPE/ICMS. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. O Conselho pode. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. expressamente. são normas complementares das leis. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . os convênios que entre si celebrem a União. inciso IV. observa-se que. o mesmo deverá ser. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . incentivos e benefícios fiscais do imposto. os convênios passam a ter eficácia. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF.http://www.

III . XV . IX . O SINIEF tem como objetivos: 1 .CONFAZ.: 18.12. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. X . V . Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios. II .propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários.1970 (D. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas. Protocolos e Ajustes SINIEF. XVI . XIV . XII . SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. pertinentes ou relacionados ao ICMS. XIII .02. 33 . VII .apreciar as proposições de Convênios. formalmente.opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais . IV .executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.apreciar.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.do referido imposto em todo o território nacional.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal.U. VI . VIII .promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social.SINIEF.orientar as Secretarias de Fazenda. nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual. Compete à COTEPE/ICMS: I . XI .apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.O.executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho.1971).

no mínimo. o endereço é http://www.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.2 . II . poderão. a critério do Fisco estadual.Fiscal. 34 . serão adotadas as seguintes medidas: I .cnae. II .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.Código de Atividades Econômicas. II . c) Município. Para consulta do CNAE-Fiscal.CONCLA. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . no mínimo. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). d) Unidade da Federação.gov. operações e prestações.ibge.Fiscal . composto. mesmo que através de códigos.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação .endereço. INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal. de: a) Rua e número.firma ou razão social. IV .instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF. V .instituição da guia de informação e apuração do imposto. interestadual e internacional. de passageiros. b) Distrito ou subdistrito. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. na internet. III . V .CNAE. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. VI .instituição de relação referente às saídas de mercadorias.br.número de inscrição estadual.unificação dos documentos e livros fiscais. IV . III . CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá.instituição do código de classificação das situações tributárias.CNAE . desde que: I . os seguintes elementos básicos: I .

TABELA CFOP Veja.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .III .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .Não tributada 50 . os códigos CFOP e respectivas aplicações. as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 . CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .Nacional 1 .Diferimento 60 .Estrangeira . Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989.Suspensão 51 . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB. com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS.Isenta 41 .Estrangeira . nas guias de informação e em todas as análises de dados.Com redução de base de cálculo 30 . nesta obra.CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais.Tributação pelo ICMS 00 .Origem da Mercadoria 0 .Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 . com base na Tabela B. onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .Importação direta 2 .Adquirida no mercado interno Tabela B . em arquivo próprio. os documentos relativos a todos os locais envolvidos.Tributada integralmente 10 . Tabela A .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.

3. modelos 1 ou 1-A. III . devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". o acréscimo de indicações de interesse do emitente.Nota Fiscal de Produtor. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado. 2. desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. modelo 4. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. 2. 4. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. que não lhes prejudiquem a clareza. os seguintes documentos fiscais: I . não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. 3. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". em todas as vias. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão.12. II . esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. NÃO INCIDÊNCIA.1970. 4. o documento que: 1. salvo quando adotadas séries distintas.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A.Nota Fiscal de Venda a Consumidor. contenha declarações inexatas. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. hipótese em que nada será anotado neste campo. conforme as operações que realizarem. 03/94 e 6/2008.Nota Fiscal. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio. com alterações posteriores. omitir indicações.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). modelo 2. IMUNIDADE. não36 . no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. fazendo prova apenas em favor do Fisco. IV .

poderão usar formulários. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. seja matriz. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. Cada estabelecimento. 37 . depósito ou qualquer outro. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. em ordem crescente de 1 a 999. filial.a data da emissão. em substituição aos blocos. e 50 (cinqüenta). NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. sem distinção por subsérie.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". série e subsérie e o número da via. os de numeração inferior. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso.o número de ordem. contínuos ou em jogos soltos. ou já tenham sido usados. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal.999. III . a emissão dos documentos poderá ser dispensada. terá talonário próprio. numerados tipograficamente. estadual e no CNPJ. II . o endereço e os números de inscrição. Em relação aos produtos imunes de tributação. podendo. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I . Para maiores detalhes.o nome. Atingido o número 999. agência. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. sucursal. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie.incidência. Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. modelo 2. por espécie. indicando-se o dispositivo legal respectivo. no máximo. do estabelecimento emitente. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. IV . no mínimo.

V . será permitida a emissão por qualquer outro meio. As indicações dos itens I. Desobrigação O contribuinte. modelo. sem estabelecimento fixo ou permanente. quantidade. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . b) poderá conter subséries com algarismo arábico. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. dos documentos fiscais emitidos.os valores. VI . modelo 1 ou 1-A. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. do impressor da nota. portando o seu estoque de mercadorias. art. no mínimo. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. a partir de 1.o nome. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. com ou sem utilização de veículo. tais como falta de energia elétrica.a discriminação das mercadorias. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 2. em 2 (duas) vias. quebra ou furto do equipamento. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). inicial e final. unitário e total. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. em substituição aos mesmos. que exerça atividade 38 .00 (cento e vinte mil reais). da Nota Fiscal. para exibição ao Fisco.motivo e data da ocorrência. a data e a quantidade da impressão. modelo 2: a) será adotada a série "D". inclusive o manual. estadual e no CNPJ. IV e VII serão impressas. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. espécie.12. pessoa física ou jurídica. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. marca.ECF. com receita bruta anual de até R$ 120. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. II . VII . quando exigida.1970. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries.números. 50. II.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. das mercadorias e o valor total da operação. modelo 2. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. em ordem crescente. modelo 6: I . impresso após a letra indicativa da série. o endereço e os números de inscrição.000. tipo.

fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. mascate. Finanças ou Tributação das unidades federadas. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. será emitido o Cupom Fiscal ou. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. tenda e similares. o contribuinte deverá: I . apenas o número e a 39 . emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. do livro Registro de Saídas. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. no lugar deste. modelo 2. ou a Nota Fiscal. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. O equipamento em uso.por solicitação do adquirente. nas vias do documento fiscal emitido. II . Integração de Equipamento A utilização.comercial na condição de barraqueiro.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial.indicar na coluna "Observações".por exigência de legislação federal. feirante. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. em ambos os casos. este atribuído pelo estabelecimento. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia.anotar. modelo 1 ou 1-A. e utilizado como prova de infração à legislação tributária. ambulante. II . modelo 2. Nas hipóteses previstas acima. modelo 1 ou 1-A. no recinto de atendimento ao público. II . os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. b) realizadas fora do estabelecimento. a critério da unidade federada. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I .

série do documento. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. em ordem crescente. Na Nota Fiscal de Produtor.em outras hipóteses previstas na legislação. no estabelecimento. quando houver determinação por parte do Fisco.na transmissão da propriedade de mercadorias. II . Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art.anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. b) a 2ª. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. vedada a utilização de subsérie. III . via ficará presa ao bloco. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. pelo transportador.sempre que. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. b) sem prejuízo do disposto no item anterior.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. modelo 4: I . 40 .1970. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. para separar as operações de entrada das de saída.sempre que promoverem a saída de mercadorias.12. entrarem bens ou mercadorias. b) a 2ª. em 3 (três vias). c) a 3ª. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . pelo transportador. IV . ao destinatário. em 4 (quatro) vias. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. III . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. quando houver interesse por parte do contribuinte. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. via ficará presa ao bloco. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. a partir de 1. real ou simbolicamente. II . ao destinatário. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue.

A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. além do que se achar registrado em nome da pessoa. III . É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Nota: considera-se veículo próprio. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. por veículo. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. as prestações executadas no período de apuração do imposto. até o final do período de apuração do imposto. será utilizada: I .a 2ª via acompanhará o transporte. para englobar. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. em 4 (quatro) vias. Na prestação interestadual de serviço de transporte.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. no mínimo. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino.pelos transportadores ferroviários de cargas.c) a 3ª. para englobar. II . III .pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal.pelos transportadores de valores. 41 .1ª via será entregue ao contratante ou usuário.1970. IV . em relação a cada tomador de serviço. no final do período de apuração do imposto. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. que terão a seguinte destinação: I . em relação a cada tomador de serviço. II . d) a 4ª. II . em veículos próprios ou afretados. III . as prestações realizadas.12. Na prestação interna de serviço de transporte. que terão a seguinte destinação: I . para englobar. para cada viagem contratada. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. modelo 7. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. desde que dentro do período de apuração do imposto.pelos transportadores de passageiros.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. para fins de controle no Estado de destino.

o endereço. as seguintes indicações: I .a base de cálculo do ICMS. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.IV . VII .o valor do serviço prestado.a data da emissão.o número de ordem. VI . a critério de cada unidade federada. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. a data e quantidade de impressão. III .a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. e os números de inscrição estadual e no CNPJ.o valor do ICMS.o nome.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário".o valor total dos serviços prestados.a alíquota aplicável. acrescido do respectivo código fiscal de operação. o endereço. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. no mínimo. XI . II . X . poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007. XIV . os números da inscrição estadual e no CNPJ. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. modelo 27. V . de modo que permita sua perfeita identificação. XIII .origem e destino.a identificação do emitente: o nome. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Nas prestações internacionais. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes. VIII . e o número da autorização 42 .a natureza da prestação do serviço. a série e subsérie e o número da via. IX . IV . modelo 7. bem como os acréscimos a qualquer título. do impressor da nota fiscal. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. XII .a identificação do tomador do serviço: o nome. o endereço. A NF conterá.a discriminação do serviço prestado.

com o intuito de documentar operações e prestações. de existência apenas digital. XIV e XV serão impressas. que terão a seguinte destinação: 1ª via. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. será entregue ao tomador do serviço. 2ª via. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. As indicações dos incisos I. Registro Prévio Para emissão da NF-e. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. previamente. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. XV . Base: Ajuste SINIEF 7/2006. o contribuinte deverá solicitar.para a impressão dos documentos fiscais. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. V. II. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. será credenciado pela administração 43 . antes da ocorrência do fato gerador. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias.a data limite para utilização. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970.

por estabelecimento e por série. 44 . contendo o CNPJ do emitente.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. vedada a utilização de subsérie. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95.999. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).999. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. mediante prévia autorização da administração tributária. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. juntamente com o CNPJ do emitente. a partir de 1. número e série da NF-e. As séries serão designadas por algarismos arábicos. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. em ordem crescente. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.

quando solicitado. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. quando solicitado. Posteriormente. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. III . devendo ser apresentadas à administração tributária.distribuidores de combustíveis líquidos. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. podendo ser utilizadas folhas soltas. exceto papel jornal. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.distribuidores ou atacadistas de cigarros. será aceito pelo contribuinte destinatário.fabricantes de cigarros. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . A consulta à NF-e será disponibilizada. devendo ser apresentadas à administração tributária. no tamanho A4 (210 x 297 mm). Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. O DANFE deverá ser impresso em papel. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. II . formulário de segurança. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. inclusive para fins de escrituração fiscal. 45 . IV . O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e.produtores. formuladores e importadores de combustíveis líquidos.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e.

UF. interestadual e internacional.12....V .2008 e 01. VII ..fabricantes de automóveis. 01.. a expressão: “Transporte subcontratado com . utilitários. suínas. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. IX . X .09. proprietário do veículo marca . E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005. caminhões. XIII ... XIV .fabricantes de cimento.transportadores e revendedores retalhistas . Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007. camionetes.. relaminados. Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio. ônibus e motocicletas.. de cargas. laminados planos ou longos.. se for o caso..fabricantes de semi-acabados.fabricantes de ferro-gusa.. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas... bufalinas e avícola.. com vigência a partir de 01. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas. XII . modelo 8. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .agentes que. em veículos próprios ou afretados. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. XI .fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes.fabricantes.. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço.2008.... no Ambiente de Contratação Livre (ACL)..CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas..TRR. além do que se achar registrado em nome da pessoa.. do Manifesto de Carga.. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005. trefilados e perfilados de aço. VIII .frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. placa nº. vendam energia elétrica a consumidor final.2009. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . VI .fabricantes de refrigerantes..04. 46 . fazendo constar no campo “Observações” deste ou.NF-e.. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal..

Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 9.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. no mínimo. no campo “Observações”. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. II . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.0 cm. III .Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal. interestadual e internacional de cargas. podendo servir de comprovante de entrega. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.9 x 21. a critério do fisco.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. 47 . A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado. podendo. IV . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. em 4 (quatro) vias.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. em qualquer sentido. que terão a seguinte destinação: I . Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. com destino à Zona Franca de Manaus. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. a informação de que se trata de serviço de subcontratação. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. no mínimo em 3 (três) vias. com a seguinte destinação: I .a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. para destinatário localizado em outro Estado. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. II .a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. 48 . o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. III . podendo servir de comprovante de entrega. com destino à Zona Franca de Manaus. 10. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. IV . que terão a seguinte destinação: I . segundo acordos internacionais.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. para destinatário localizado no mesmo Estado. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. para destinatário localizado no mesmo Estado. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. Na prestação de serviço de transporte aquaviário.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. podendo servir de comprovante de entrega. será emitido o Conhecimento Aéreo. II . esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. III . interestadual e internacional de cargas. mod. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. no mínimo. em 4 (quatro) vias.

no mínimo. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. V . III . II . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. do 49 .a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. III . intra ou intermunicipal.a 2ª via será entregue ao remetente. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. com destino à Zona Franca de Manaus.a 2ª via será entregue ao remetente. em 5 (cinco) vias. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. os valores expressos em moeda estrangeira. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. modelo 20. II . quando deverá ser entregue ao destinatário.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. será utilizado pelos transportadores. No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. interestadual e internacional de cargas. no mínimo. IV . modelo 11. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. quando deverá ser entregue ao destinatário. com a seguinte destinação: I . Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. segundo acordos internacionais. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. da carga coletada. bem como.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.

a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. II . por qualquer motivo não entregue ao destinatário.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. no mínimo em 3 (três) vias. obrigatoriamente.endereço do remetente até o do transportador. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. O CT-e. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. modelo 9. A critério do fisco estadual. que terão a seguinte destinação: I . cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. III . de existência apenas digital. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . desde que observado o motivo no seu verso. 50 . a Ordem de Coleta de Carga será emitida. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . modelo 8. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte.CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas. modelo 57. será emitido. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. II . Quando da coleta de mercadoria ou bem.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. modelo 57. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico .Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao remetente. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem.

e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). Para emissão do CT-e.Nota Fiscal de Serviço de Transporte. O contribuinte. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . o contribuinte deverá solicitar. 51 . podendo ser utilizadas folhas soltas.conterá código de barras. modelo 10. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. bem como ser pré-impresso. VI .DACTE. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. IV . que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. modelo 7.III . II . modelo 27. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito.ICP-Brasil. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e .Conhecimento Aéreo. III . conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. quando utilizada em transporte de cargas. modelo 11. papel de segurança ou formulário contínuo. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. O DACTE: I . IV .poderá conter outros elementos gráficos. V . a fim de garantir a autoria do documento digital. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. exceto papel jornal. previamente. impresso em papel.

verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. fora do DACTE. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. para adequá-lo às suas prestações. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. É permitida a impressão. este não poderá ser cancelado.A do art. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. quando solicitado.CC-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. em 52 . O tomador do serviço deverá. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. previsto em Ato COTEPE. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. observadas as demais normas da legislação pertinente. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. quando solicitado. observado o disposto no §1º. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. devendo ser apresentados à administração tributária. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. alternativamente.poderá alterar o leiaute do DACTE. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. por meio de Carta de Correção Eletrônica . podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e.

A consulta poderá ser efetuada pelo interessado.. referenciando o CT-e original. o transportador deverá emitir novo CT-e. mediante legislação própria.na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original.. informando o número do documento fiscal emitido com erro. bem como o motivo do erro. deverá ser observado: I . pelos valores totais do serviço e do tributo. e data .. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. b) após receber o documento referido. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio.virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". II .. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão.... mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. em virtude de (especificar o motivo do erro)". consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. e desde que não descaracterize a prestação. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador.. em virtude de (especificar o motivo do erro)". c) o transportador deverá emitir novo CT-e. na Internet. O transportador poderá. observada a legislação de cada unidade federada. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. às empresas autorizadas à sua emissão. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. devendo observar as disposições deste ajuste. os valores anulados e o motivo. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . e data . o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. referenciando o CT-e original. 53 . pelos valores totais do serviço e do tributo.

da entrega das cargas constantes do CT-e. destinatário e transportador. modelo 8.CT-e. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. havendo direito à restituição de valor ao usuário.CT-e. posto ou veículo que efetuou a venda.0. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. bem como a do chefe da agência. Cancelamento. exigir a confirmação. que terão a seguinte destinação: 54 . de acordo com a legislação tributária vigente. interestadual e internacional. com a devida justificativa. para acobertar o transporte da bagagem. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. Versão 1. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem. pelo recebedor. as normas do Convênio SINIEF 06/89.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . escriturado antes do início da prestação de serviço. sem valores monetários. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . no que couber. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. o documento fiscal deverá conter assinatura. em 2 (duas) vias. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . no mínimo. de passageiros. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal.0.

II .a 2ª via será entregue ao passageiro.a 1ª via ficará em poder do emitente. modelo 14. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. para acobertar o transporte da bagagem. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal.a 1ª via ficará em poder do emitente.a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. que terão a seguinte destinação: I .a 1ª via ficará em poder do emitente. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. interestadual e internacional de passageiros. interestadual e internacional de passageiros. II . 55 . Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. de passageiros. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para exibição ao fisco. que deverá conservá-la durante a viagem. para acobertar o transporte da bagagem. modelo 10. no mínimo em 2 (duas) vias. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 9. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. para exibição ao fisco. para exibição ao fisco. Nos casos em que houver excesso de bagagem. modelo 15. que deverá conservá-la durante a viagem. que terão a seguinte destinação: I .a 2ª via será entregue ao passageiro. II .I . interestadual e internacional. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. Nos casos em que houver excesso de bagagem. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros.

nas seguintes hipóteses: 1. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. excetuado o produtor agropecuário. II .em outras hipóteses previstas na legislação. real ou simbolicamente: I . remetidas a qualquer título por particulares. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. III . quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. IV . para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. a qualquer título. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias.a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. II . que terão a seguinte destinação: I . quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. do mesmo ou de outro Município. 3. 2. até o local do estabelecimento emitente. nos casos do item V anterior.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. desde que. mediante prévia autorização do Fisco. no mínimo em duas vias. inclusive por meio de veículos. por estação. V .em retorno. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. Em substituição ao documento.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. VI .em retorno de exposições ou feiras. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 .importados diretamente do exterior. com base em controle diário de renda auferida. aos quais tenham sido enviados para industrialização.novos ou usados.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

1. Bases: artigos 20.valor das mercadorias. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. 2. 3. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. II . a 3ª via: a) nas operações internas. b) nas operações interestaduais. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. pelo transportador.12. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante. a 2ª via ficará presa ao bloco.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. em quatro vias. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. no mínimo. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. localizado na mesma unidade da Federação. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco.1970. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. sejam por este remetidas a terceiros.1970. ao destinatário. 60 .12. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Base: art. especialmente: I . para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal.905. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias.

dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. Base: art.906. III . 4. número. mencionando-se endereço e números de inscrição. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. que deverão acompanhar as mercadorias.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.III .natureza da operação. remetidas por depósito fechado.valor das mercadorias.1970. o número. estadual e no CNPJ. especialmente: 1. se devido. especialmente: I .1970. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado.907. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. 2. endereço e números de inscrição.12.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. especialmente: I .destaque do ICMS.valor da operação. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. III .lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. deste. II . a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . sem lançamento do ICMS.12. se devido. valor das mercadorias. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. a data de sua efetiva saída.907 ou 6. estadual e no CNPJ. 3. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. O depósito fechado. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. V . II . IV . com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. no ato da saída das mercadorias. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. contendo os requisitos exigidos e.

o número.como destinatário. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. na coluna própria do Registro de Entradas. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. O estabelecimento depositante deverá: 1. na coluna própria do Registro de Entradas. contendo resumo diário das saídas. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. dentro de 10 (dez) dias. do depósito fechado. endereço e números de inscrição. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. estadual e no CNPJ. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. II . 3. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. indicando: I . quando cabível. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. o estabelecimento depositante. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente.de mercadoria.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. 2. remetendo-a ao estabelecimento depositante. ambos pertencentes à mesma empresa. mencionando. 2. ainda. contados da respectiva emissão. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. O depósito fechado deverá: 1. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias.12. dentro de 5 (cinco) dias. dentro de 10 (dez) dias. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. será conferido ao 62 .1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. dentro de 10 (dez) dias.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. como natureza da operação. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral.922. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. deste.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. vedado o destaque do ICMS. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). bem como nome. d) nome. endereço e números de inscrição. além dos requisitos exigidos. especialmente: a) valor das mercadorias. para simples faturamento. O estabelecimento destinatário. ao receber as mercadorias. No caso de venda para entrega futura.12. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. No caso de venda à ordem. quando devido. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1. em nome do 66 . contendo os requisitos exigidos e.1970.922 ou 6.CFOP 6. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. 2. c) número. dentro de 10 (dez) dias. bem como nome. com lançamento do IPI. poderá ser emitida Nota Fiscal. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas.907. endereço e números de inscrição. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. indicando-se. quando for o caso. Base: art. estadual e no CNPJ. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. do estabelecimento destinatário e número. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. bem como número. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. quando devido. das mercadorias. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. acrescentando na coluna "Observações" o número. por ocasião da efetiva saída global ou parcial. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. com destaque do ICMS.

sobre o valor total cobrado do autor 67 . consignando-se. na qual. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. além das exigências previstas. número. destacando destes. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. se for o caso. com destaque do ICMS. 2. da qual. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. estadual e no CNPJ. número. constarão o nome. do seu emitente. o número. com fornecimento de matérias-primas. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. o valor das mercadorias empregadas. quando devidos. endereço e números de inscrição. autor da encomenda. do fornecedor e número. os quais. endereço e números de inscrição. produtos intermediários e materiais de embalagens. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. endereço e números de inscrição. além das exigências previstas. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. da qual. do adquirente. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. 2. endereço e números de inscrição. emitir Nota Fiscal. estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição. constarão como natureza da operação. quando devido. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome.923. estadual e no CNPJ. mencionando. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. além dos requisitos exigidos. estadual e no CNPJ. Base: art. na qual. sem destaque do valor do ICMS. nome do titular. para acompanhar o transporte das mercadorias. 3. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. b) em nome do adquirente originário. emitir Nota Fiscal. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. do estabelecimento em que os produtos serão entregues.923 ou 6. estadual e no CNPJ.1970. constarão também nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. em venda à ordem" – CFOP 5. sem destaque de impostos. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. adquiridos de outro.destinatário das mercadorias. bem como o nome. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. além dos requisitos exigidos. além das exigências previstas. 2. além dos requisitos exigidos.

sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. bem como os dados relativos ao redespacho. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. pelo autor da encomenda. autor da encomenda. Base: art. autor da encomenda.1970. do seu emitente. se exigidos. autor da encomenda. se for o caso. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. se for o caso. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . também. b) a indicação do número. antes de serem entregues ao adquirente. à 68 . pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento.12. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. e o valor total cobrado do autor da encomenda. endereço e números de inscrição. b) a indicação do número. cada industrializador deverá: I . b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. contendo.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. do seu emitente. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. contendo: a) a indicação do número. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. II . série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. do IPI e o destaque do ICMS. se exigidos. d) o lançamento. estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição.da encomenda.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. que será qualificado nessa nota. estadual e no CNPJ. que serão aproveitados como crédito. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador.

Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. no livro Registro de Saídas. filiais ou veículos. que possuírem inscrição centralizada.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. interestadual e internacional. emitido na forma do item “a” anterior. dos documentos emitidos pelas agências. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. II . Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. as quais acompanharão a carga até o seu destino. ao transportador contratante do redespacho. dentro de 5 (cinco) dias. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. será enviada à empresa contratante. o “Despacho de Transporte”.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. a 1ª via do documento. modelo 18. o endereço de quem aceitou o redespacho. contados da data do recebimento da carga. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. com a seguinte destinação: I . modelo 17. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. em prestações interestaduais. no mínimo. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. em meio de transporte diverso do original. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. O Despacho Rodoviário será emitido. postos. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. o nome. II . para efeito de comprovação de crédito do ICMS. referente à carga redespachada. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. 69 . em 3 (três) vias. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. bem como o número. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. para fins de escrituração. quando for o caso.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente).a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. após o transporte.

registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Cada estabelecimento. para exibição ao Fisco. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. modelo 2-A. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. inclusive do Resumo de Movimento Diário. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. para registro no livro Registro de Saídas. modelo 6. no prazo de 3 (três) dias. na sede da empresa. por unidade da Federação. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. os casos de transbordo de cargas. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. em 2(duas) vias. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. seja matriz. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. para efeito de emissão de documento fiscal. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. realizados pela empresa transportadora. o início de nova prestação de serviço de transporte. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. TRANSBORDO Não caracteriza. II . terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. no mínimo. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. filial. 70 . emitirá o Resumo de Movimento Diário. contados da data da sua emissão. localizado no Estado. que terão a seguinte destinação: I . de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. o Resumo de Movimento Diário. agência ou posto. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual.a 2ª via ficará em poder do emitente.

correspondentes às saídas para formação do lote. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto.a indicação de não-incidência do imposto.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II .a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. a nota fiscal deverá conter: I . REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. furto da mercadoria. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. sujeitando-se aos acréscimos legais. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". monetariamente atualizado. extravio. Além dos demais requisitos exigidos. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". no campo "Informações Complementares". poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal.emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. contendo. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. II . b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. sem destaque do valor do imposto. 71 . por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. perecimento. inclusive multa. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido. sinistro.em razão de perda.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. 2 . por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação.emitir nota fiscal de saída para o exterior. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . segundo a respectiva legislação estadual. sem destaque do valor do imposto.

no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”. conforme o caso. a série e a data da nota fiscal citada no item 1. por igual período. 2) Por ocasião do transporte.101 ou 7. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado.no campo do CFOP: o código 7. 72 . II . Base: Convênio ICMS 83/2006. situada em país diverso. Base: Convênio ICMS 59/2007. na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. na qual constará: I . EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria.102. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. situado no exterior. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente.III . deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). II – no campo do CFOP: o código 7. uma única vez. bem como o número.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. situado no exterior.

. II . apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações". creditando-se do valor do imposto. quando devidos.NF nº . o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I .)..NF nº (... no Livro Registro de Entradas.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. além dos demais requisitos exigidos. de (. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".. de.)/(. além dos demais requisitos exigidos. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I .. creditando-se do valor do imposto. b) base de cálculo: o valor do reajuste. c) destaque do ICMS e do IPI. b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte./.... no Livro Registro de Entradas.)/"..)/ (... quando permitido. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . b) destaque do ICMS e do IPI.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas..CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I . o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação". além dos demais requisitos exigidos.. contendo. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações"..NF nº (..)de (. além dos demais requisitos exigidos...o consignante emitirá nota fiscal.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo. II .. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação ./. o seguinte: a) natureza da operação: Venda.. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . sem destaque do ICMS e do IPI... c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.)/(. quando devidos..)". II .o consignante emitirá nota fiscal contendo.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. como natureza da operação. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . quando permitido.

.).) (e.. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.)/(.. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados.. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 .a discriminação da peça defeituosa.).NF nº (....de (.. PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas. no livro Registro de Entradas. se for o caso) reajuste de preço .... Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. de .o consignante lançará a nota fiscal.. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .o valor atribuído à peça defeituosa.)/(. o valor relativo ao reajuste do preço. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007.. II .)/(. sem destaque do imposto. de (. as seguintes indicações: I . indicando nesta a expressão "Venda em consignação .).. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I . O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II..vendida. no Livro Registro de Saídas.NF nº (...)". "Observações". de (..)/(. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá. neste incluído.. creditando-se do valor do imposto.)".)/(.... Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.. b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida. apenas nas colunas "Documento Fiscal". além dos demais requisitos exigidos.o consignatário emitirá nota fiscal contendo. d) a expressão "Devolução (parcial ou total. quando for o caso. conforme o caso) de mercadoria em consignação .)/(.. além dos demais requisitos.)/ (.NF nº (..).... II ... por ocasião da remessa em consignação../(.NF nº (. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.)"... na entrada da peça defeituosa a ser substituída. sobre o qual foi pago o imposto.

desde que: 1 .o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . seja efetuada após o encerramento do período de apuração. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. Na remessa da peça defeituosa para o fabricante.na ordem de serviço ou na nota fiscal. quando devido. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. com permissão do fabricante. promove substituição de peça em virtude de garantia. Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora. além dos demais requisitos.ordem de serviço. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. ao fabricante. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. II . englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período.o número. das peças defeituosas substituídas.a remessa. 2 .ou autorizada. 75 . o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. b) o número. IV . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. com destaque do imposto. III .ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. que conterá.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que.

IV . o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá.no campo do CFOP: o código 5. conforme o caso. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. Na saída de mercadoria destinada a demonstração. II .do valor do ICMS. por fabricantes de veículos autopropulsados. seus concessionários ou oficinas autorizadas. tais como.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. em todo o território nacional. III . II . Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. além dos demais requisitos. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. luvas.do valor do ICMS.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. O prazo poderá ser prorrogado. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. por igual período. mesmo modelo. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. quando devido. conforme o caso.912 ou 6. calçados.949 ou 6. a empregado ou representante. tais como. as seguintes indicações: I . mesma cor. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.912. brincos. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. em quantidade necessária para se conhecer o produto. quando devido.no campo do CFOP: o código 5. as seguintes indicações: I . III . desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. meias.949. IV . com valor comercial. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . além dos demais requisitos. espessura. a critério da unidade federada de origem da mercadoria. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. que conterá. acabamento e numeração diferente. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias.

989.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. Base: Ajuste SINIEF 08/2008. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário.como destinatário: o próprio remetente. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. quantidade.mostruário de venda. O disposto aplica-se. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. devendo na nota fiscal emitida constar: I . ainda. DE 1989 77 . II . em todo o território nacional. estabelece alíquotas do ICMS. II . desde que o erro não esteja relacionado com: I . CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção.do valor do ICMS.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. III . IV .como natureza da operação: Remessa para Treinamento. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. alíquota. quando devido. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. III . Retorno No retorno das mercadorias. para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. diferença de preço. (DOU 22/05/1989). de 19 de maio de 1. O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. valor da operação ou da prestação. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS.a data de emissão ou de saída. nas operações e prestações interestaduais. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto.

oito por cento. Artigo 3º . Senado Federal. Artigo 2º .A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 . Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo.989. nas operações e prestações interestaduais. em 19 de maio de 1. será de treze por cento.Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1.Artigo 1º . as alíquotas serão: I .em 1989. destinadas às regiões Norte.989. nas operações de exportação para o exterior. será de doze por cento.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. Parágrafo Único . II . Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS.A alíquota do imposto de que trata o art.a partir de 1990. sete por cento. 1º.

PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA .16/12/1996). CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. O Senado Federal resolve: Artigo 1º . realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. 79 . carga e mala postal. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. adiante transcrita.É estabelecida. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. . de 13 de Dezembro de 1996 (D. quando a operação. dispõe que não compreenderá. 13. XI.U. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal.O. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. Idem art. na base de cálculo do ICMS. o montante do IPI.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. em seu artigo 155. fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. Artigo 2º . configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI).

25 x (1 + 0.37931 x R$ 7.500.82 80 .00) = R$ 10.82 D – IPI (10%) = R$ 1. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.034. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.379.844. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.725 Coeficiente = 1.10)] Coeficiente = 1/0.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7.379.30) = R$ 2. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. CÁLCULO . teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes. respectivamente.344.FÓRMULA Para determinar o valor da operação.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.500.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.

em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. 81 . o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio. ocorridas a partir de 01. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.200.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1. em janeiro/2004.12. esta ferramenta foi vendida.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.000. não será admitido.82. a partir da data da alienação. as saídas e prestações com destino ao exterior. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. não poderá mais ser utilizado como crédito. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações.em cada período de apuração do imposto.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3.00 R$ 48.000. com um ICMS total de R$ 48.000.750. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.000 : 1.Subtraindo-se C de A.01. ICMS .2005.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. encontramos o valor de R$ 2. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente.00 x 1/48 x 1.00.00. não será admitido o creditamento de que trata o item.000.000. Exemplo: Aquisição de uma máquina. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. equiparam-se às tributadas.2006.00.000. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1. jornais e periódicos.000.000. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5. A partir de 01.000 = R$ 833. II .a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. deverá ser observado: I .01.844.2001. por força da LC 120/2005. Em janeiro/2005. equiparam-se às tributadas. para fins deste cálculo.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS. com ICMS de R$ 5.01.200.

que será seqüencial por exercício.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. c) ocorrência do perecimento.quadro 1 .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. por livro ou similar que contenha. a critério do contribuinte. no mínimo. será.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. seguido de dois algarismos 82 . a critério de cada unidade federada. extravio ou deterioração do bem. III . nos quadros e nas colunas próprias. endereço. da seguinte forma: I . devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas.atribuição do número ou código ao bem.a substituição. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. ao estorno ou ao crédito do imposto. II . também. II . escriturado no CIAP. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. Será permitida. os dados do documento.quadro 2 . além de sua escrituração nos livros próprios.no último dia do período de apuração. relativamente à escrituração do CIAP: I .a manutenção dos dados em meio magnético. conforme o caso. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . IV . com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. e inscrição estadual do estabelecimento. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I .até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. III .linha ANO: o exercício objeto de escrituração. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. II . consoante a ordem seqüencial de entrada. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem.

coluna NOTA FISCAL . no mínimo. 3. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. relativo à aquisição.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . 4. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. coluna 2 .FRAÇÃO MENSAL . ou.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. tais como. passível de apropriação. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). no final do período de apuração. quando for o caso. caso o período de apuração seja mensal.o somatório da coluna ENTRADA.o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). ainda. coluna SAÍDA. coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . cujo resultado. quando houver completo o quadriênio de sua utilização. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. d) coluna 4 . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. V .CRÉDITO A SER APROPRIADO .o valor do imposto.o valor correspondente ao imposto. aquisição.TOTAL DAS SAÍDAS . transferência.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. coluna DATA .DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS .o mês objeto de escrituração. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação. c) coluna 3 . 2. BAIXA OU PERDA . serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. 3. findo o qual ser reiniciada a numeração. acrescido.COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. coluna 1 . ainda. 2.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO .a identificação do bem.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). quando ocorrer a alienação. considerando-se. 2. passível de apropriação. vinculados à aquisição do bem. e) coluna 5 . coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA .indicando o exercício.quadro 3 .valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. de forma sucinta. as seguintes disposições: 83 .o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. 4 (quatro) casas decimais. BAIXA OU PERDA. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. f) coluna 6 . coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . a transferência. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). o extravio ou a deterioração do referido bem. o perecimento. relativo à aquisição do bem.

perecimento. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. c) BEM: a descrição do bem. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. extravio deterioração.na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. modelo. que será seqüencial por bem. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3.quando 2 . o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem.I . acrescido. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. nos quadros e nas colunas próprias. nos campos.quadro 1 . vinculados à aquisição do bem. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. II . transferência. da seguinte forma: I . c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. II .o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito. quando for o caso.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. III . 84 . f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. números da série e da plaqueta de identificação. baixa ou outra movimentação de bem. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. III . se houver.

deterioração do bem. ainda. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. numa afronta direta à Carta Magna. com sumária do mesmo. extravio.Julgamento: 15/06/2004 . SEPÚLVEDA PERTENCE . nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. V . b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. no ativo fixo. quando chamado a resguardar a norma constitucional. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. ou de utilização de serviço de comunicação ou.APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. ainda. conforme previsto na legislação de cada unidade federada. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido.DJ DATA-25-06-2004).Órgão Julgador: Primeira Turma . o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. caso o período de apuração seja mensal.AI 488374 AgR / SP . Precedentes. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. ou. ter-se vergado a esta fraude legislativa. (STF .SÃO PAULO Relator(a): Min. b) a data da ocorrência do evento. do seu próprio estabelecimento.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento.quadro 3 . o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos.quadro 5 . 85 . de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração.quadro 4 . contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. deverá ser mantido à disposição do fisco. O CIAP modelo D. VI .SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.IV . Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal.

e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. Rio Grande do Sul. b) quando consumida no processo de industrialização. Paraná. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01.Portanto. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. remetida.2001*. com efeitos para todos os contribuintes. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. Santa Catarina e São Paulo. a qualquer título.2001*. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.2004. Receita ou Tributação. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais.04. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda.01. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Finanças.01. Minas Gerais. Rio de Janeiro. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011.

de obras de construção civil. entretanto. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . concretagem e a instalação e montagem de produtos. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. estradas.05 – Reparação. perfuração de poços. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. inclusive sondagem. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. escavação. letra "g". 7. as bases da restrição continuam válidas. que fica sujeito ao ICMS). os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. A falta da informação no documento da operação ou prestação. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. Seguem. terraplanagem. drenagem e irrigação. as exceções previstas. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes.art. que fica sujeito ao ICMS). peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. 155.02 – Execução. Entretanto. 289 e inciso I do art. conservação e reforma de edifícios. pontes. por administração. parágrafo 2º inciso XII. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. conforme o caso. pavimentação. fora do local da prestação dos serviços. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. então. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. empreitada ou subempreitada. 290 do RIR/99). 87 .

000.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D.000. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .000.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.000.00 D. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1. Exemplo: Aquisição de R$ 100.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.000. pelo contribuinte. opcionalmente.00 C.00 de ICMS: D. sendo recuperáveis R$ 10.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS.000.00 D.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização. classificáveis no ativo circulante. por ocasião da aquisição desses bens.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100. em contas próprias.00 de materiais para a produção.00 ICMS Líquido: R$ 1.000.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 = R$ 800.000.00 = R$ 200.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.00 de IPI e R$ 12.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.000. que será adotado.00 – R$ 200.

modelo 2. Os livros Registro de Entradas. 87): I . simultaneamente.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 51. V .Registro de Inventário. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio.Registro de Saídas.Movimentação de Combustíveis . com as adaptações necessárias.Registro de Entradas. modelo 5.LMC. os seguintes livros fiscais (art.1970. modelo 2-A. IX . ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. IV . VI . modelo 1-A. art. em cada estabelecimento.Registro de Apuração do ICMS. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. e Registro de Saídas. serão utilizados por contribuinte sujeito. modelo 9. modelo 89 . à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. e por atacadista. modelo 2-A. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial. II . será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. modelo 6. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. VIII . 63. o contribuinte do ICMS deverá manter. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais.12. VII . modelo 7.Registro de Saídas.Registro de Entradas.Registro de Controle da Produção e do Estoque. Os livros Registro de Entradas. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. e Convênio SINIEF 6/89. art. e Registro de Saídas. modelo 3. a critério do Fisco. conforme as operações ou prestações que realizar. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo. modelo 1. X . modelo 1. III . Convênio SINIEF s/nº de 15.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. modelo 1-A. modelo 2. modelo 5.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. podendo. modelo 3.

Autenticação Os livros fiscais. indicações de seu interesse. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. ser dispensado: 1. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. a critério do Fisco. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. desde que não lhes prejudiquem a clareza. nos livros fiscais. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". 2. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. Não se tratando de início de atividade. como contribuintes do respectivo imposto. com clareza. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. 90 . os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. É facultado ao contribuinte acrescentar. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. de forma a impedir sua substituição. Quando não houver período expressamente previsto.

dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. Os lançamentos serão feitos. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. mediante prévia autorização do Fisco estadual. Fusão. as providências fiscais cabíveis.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. vedada a sua centralização.1970. em ordem cronológica. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. agência. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. Para maiores detalhes. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. desdobrados em tantas linhas 91 . Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. quando solicitado. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. depósito. a qualquer título no estabelecimento. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. documento por documento. salvo para serem levados à repartição fiscal. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. adotando-se. transformação ou aquisição. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. modelos 1 ou 1-A. fábrica ou outro qualquer. para o seu nome. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. conservação e exibição ao Fisco. seja filial. Ajuste SINIEF nº 01/92. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. no ato da devolução. Os lançamentos serão feitos operação a operação. os livros fiscais em uso. Incorporação.12. os livros fiscais. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. incorporação. sucursal. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior.

estadual e no CNPJ. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. nas colunas próprias. se for o caso. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. 6. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. série e subsérie. colunas sob os títulos "ICMS . 4. 92 . deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 5. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. colunas sob os títulos "IPI . ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. segundo o Código Fiscal anexo. 8. onde se localiza o estabelecimento emitente. facultado. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. às unidades da Federação. quando for o caso. número e data do documento fiscal correspondente à operação. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. 2.quantas forem as naturezas das operações. 3. b) coluna "Outras": valor da operação. 7. da seguinte forma: 1. colunas sob os títulos "ICMS . b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado.

deduzida a parcela do IPI. totalizando-os. segundo a natureza da operação. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. colunas sob os títulos "IPI . Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. segundo a data de emissão dos 93 . modelos 2 ou 2-A.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. "base de cálculo. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". no último dia do período de apuração. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. Ajustes SINIEF nº 01/80. coluna "Observações": anotações diversas. "outras" e na coluna "observações". para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. 10. 01/82. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. 16/89 03/94 e 06/95. b) coluna "Outras": valor da operação. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica.1970. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. do estabelecimento.12. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. para efeito de lançamento global. pelo total mensal. se consignada no documento fiscal. quando for o caso. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. a qualquer título. o valor do imposto pago por substituição tributária.9.

se consignada no documento fiscal. colunas sob os títulos "ICMS . quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. 5. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. pelos totais diários das operações da mesma natureza. deduzida a parcela do IPI. de numeração seguida. números inicial e final e data do documento fiscal emitido. 4. colunas sob os títulos "IPI . deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. de acordo com o CFOP.documentos fiscais. b) coluna "Outras": valor da operação.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. 3. quando for o caso. colunas sob os títulos "ICM . colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. nas colunas próprias. 6. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. deduzida a parcela do IPI. se consignada no documento fiscal. emitidos em talões da mesma série e subsérie. da seguinte forma: 1. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. 2. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. Os lançamentos serão feitos.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. 7. série e subsérie. colunas sob os títulos "IPI . sendo permitido o registro conjunto dos documentos. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP.

quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. 6. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. marca. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . Substituição Tributária Ao final do período de apuração. "base de cálculo" e na coluna "observações". quando for o caso.documento fiscal. separando as destinadas a não contribuintes. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. correspondentes às entradas e às saídas. quadro "Produto": identificação da mercadoria.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. à produção. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. Os lançamentos serão feitos operação a operação. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. dúzias etc). de acordo com a legislação do IPI. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. da seguinte forma: 1. coluna "Observações": anotações diversas. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. 4. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. 3.12. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. tipo e modelo de mercadorias. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". 8. 5. correspondente a cada operação. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. litros. 2. metros. 95 . destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. colunas sob o título "Documento": espécie. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. modelo 3.

em se tratando de produtos acabado. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. produto intermediário e material de embalagem. em se tratando de produto acabado. a quantidade saída. após cada lançamento de entrada ou de saída. a qualquer título. Se a saída estiver amparada por isenção. na coluna "Observações". a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. na coluna "Estoque". consignando-se o fato.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. nesta última hipótese.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. quando de direito. imunidade ou não-incidência.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. Nota: é facultado o lançamento diário. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. a quantidade saída. 96 . Nota: é facultado o lançamento de totais diários. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". quando devido. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . a qualquer título. 8. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. coluna "Estoque": quantidade em estoque. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. não compreendidas nas alíneas anteriores. b) coluna "Produção . quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. 7. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. produto intermediário e material de embalagem. para industrialização no próprio estabelecimento. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . de produto industrializado no próprio estabelecimento. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. e) coluna "IPI": valor do imposto. a qualquer título. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores.

Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. acusando o saldo das quantidades em estoque. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha.9. numeradas tipograficamente. que será transportado para o mês seguinte. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. A Secretaria da Receita Federal. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. as quais deverão ser: 1. observada a ordem numérica crescente. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. 3. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. ser substituído por fichas. a agrupá-los numa mesma folha. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". 2. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. será registrada a utilização de cada ficha. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . poderá autorizar o industrial. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. mantidas as outras simplificações. em que. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. coluna "Observações": anotações diversas. ou a ele equiparado.

Os lançamentos serão feitos. quando exigida pelo Fisco. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. aos fiscos federal e estadual. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. 2. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3.12. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. quando solicitados.atacadistas. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. da seguinte forma: 1. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. 98 . para posterior confecção dos documentos fiscais. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. e à Secretaria de Fazenda do Estado.1970. poderão independentemente de autorização prévia. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. nas colunas próprias.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. Os lançamentos serão feitos operação a operação. que jurisdicionar o estabelecimento optante. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. anexando modelo dos formulários adotados. modelo 5. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. coluna "Autorização de Impressão . por escrito.

1970. b) coluna "Notas Fiscais": série. Os lançamentos serão feitos operação a operação. 2. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. Nota Fiscal de Entrada. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. Nota Fiscal de Produtor. nos quadros e colunas próprios. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. vendas a não contribuintes. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. folhas soltas. Os lançamentos serão feitos. 4. da seguinte forma: 1. coluna "Observações": anotações diversas. série e subsérie de documento fiscal. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. para posterior confecção do 99 . b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. formulários contínuos etc. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". bem como a lavratura. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. de termos de ocorrências. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. 4. 5. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. modelo 6.12. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. formulários contínuos etc. quando exigida pelo Fisco.3. 5. pelo fisco. 3. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. folhas soltas. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.

c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. b) supressão da série e subsérie. os produtos intermediários. separadamente: 1. do estabelecimento impressor. as mercadorias. 50% (cinqüenta por cento). os produtos intermediários. as matérias-primas. os materiais de embalagem. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. em 100 . as matérias-primas. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. destina-se a arrolar. coluna "Impressos . modelo 7. as matériasprimas.documento fiscal. em poder de terceiros. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. os materiais de embalagem. existentes no estabelecimento à época do balanço. deverão ser incluídas no final do livro. de termos de ocorrência. inclusive: a) extravio. as mercadorias. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. 2. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. as quais devidamente numeradas. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. 7. no mínimo. serão destinadas para lavratura. No livro serão também arrolados. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. os produtos intermediários.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. 9. coluna "Observações": anotações diversas. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. pelo fisco. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. 6. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. Do total de folhas deste livro. 8. as mercadorias.

3. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. 2. tais como: espécie. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição.12. Os lançamentos serão feitos. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. marca. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. da seguinte forma: 1. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. quando este for inferior ao preço de custo. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. nas colunas próprias. inciso e subinciso referidos no item 1. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. o total geral do estoque existente. 5. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias.poder do estabelecimento. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. o valor será o de seu preço de custo. litros. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. ainda. coluna "Classificação Fiscal": posição. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. Após o arrolamento. 6. coluna "Observações": anotações diversas. tipo e modelo. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. metros. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. 4. dúzias etc).1970.

uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. documento de informação e apuração do imposto. V . bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. 102 . separadamente. podendo conter outros elementos previstos na legislação.1970.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. em 2 (duas) vias.O livro Registro de Apuração do ICM.período de referência. as seguintes indicações: I . por unidade federada. destinada a apurar a balança comercial interestadual. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. os débitos e os créditos fiscais do ICMS. IV . em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. Deverá ser informado. em função da periodicidade das apurações do ICMS. que constituam provas de infração à legislação tributária. no mínimo. os valores relativos á base de cálculo. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. para a repartição fiscal competente.inscrição estadual. A guia será preenchida. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. das operações de entradas e saídas. No livro serão registrados. bem como outros papéis.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. aquisições e prestações de serviços.1970. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais .12. também. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. III . destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. modelo 9. em campos próprios.12.identificação do contribuinte. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.GI/ICMS. imposto e demais informações de apuração do ICMS. que conterá. no mínimo. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. Será lavrado termo de arrecadação. II . Os livros e documentos fiscais.

não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. de 21 de fevereiro de 1989.GI/ICMS: 1. devendo ser entregue pelo contribuinte. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. de microempresa e produtor agropecuário. II – Registro de Saídas.1970. a seguir enumerados. e no Convênio SINIEF 06/1989. 3. que tenha condições de gerar arquivo magnético.12. conforme a legislação específica de cada unidade federada. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. A GI/ICMS será de periodicidade anual. 2. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. IV – Registro de Inventário. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. 2. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. por si ou quando conectado a outro computador.b) a 2ª via. de 15 de dezembro de 1970. serão 103 . far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. e V – Registro de Apuração do ICMS. bem como a escrituração dos livros fiscais. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. AUTORIZAÇÃO O uso.

d) Conhecimento Aéreo. nos demais casos. por espécie de documento fiscal. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. modelo 10. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. modelo 9. as informações a nível de item (classificação fiscal). O contribuinte estará obrigado a manter. contendo descrição. quando solicitado. A critério de cada unidade da Federação. II – por totais de documento fiscal. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. modelo 6. modelos 1 e 1-A. completa e atualizada do sistema. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). modelo 8. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. nas entradas. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. NOTA FISCAL 104 . modelo 7. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. documentação minuciosa. em requerimento preenchido em formulário próprio. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. por equipamento. em meio magnético. PDV e de Máquina Registradora. IV – por total diário. nas aquisições. modelo 22. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. III – por total diário. quando se tratar de Nota Fiscal. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. nas saídas.

sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. em cada formulário. de 21 de fevereiro de 1989. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. modelo 1 e 1-A. exceto o último.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. obedecido o seguinte: 1.A Nota Fiscal. 5. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. que também deverá conter. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. de 15 de dezembro de 1970. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. o número total de folhas utilizadas (NN). nos formulários que antecedem o último. nos casos estabelecidos neste Convênio. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. omitir-se-á. com registro fiscal. prevista no Convênio SINIEF 06/89. será emitida. salvo o disposto no item 3 abaixo. remeterá às Secretarias de Fazenda. deverá constar. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. ARQUIVO MAGNÉTICO . Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. no mínimo. a expressão "Folha XX/NN". os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. 3. 2. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. arquivo magnético. o contribuinte. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. no referido campo "Informações Complementares". 4. a expressão "Folha XX/NN – Continua". A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida.

por modelo. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. independentemente da numeração tipográfica do formulário. do impressor do formulário. em ordem numérica seqüencial consecutiva. em ordem consecutiva de 000.999. em caráter excepcional. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. reiniciada a numeração quando atingido este limite. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. II – ser impressos tipograficamente. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira.001 a 999. estadual e no CNPJ. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. o número da Autorização para Impressão de 106 . Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação.no trimestre anterior. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. c) do número de inscrição estadual. IV – conter o nome. o endereço e os números de inscrição. obedecida sua ordem numérica seqüencial. b) do número de inscrição no CNPJ. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. por sistema eletrônico de processamento de dados. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. a data e a quantidade da impressão. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. por estabelecimento.

V – quando inutilizados. Registro de Inventário. Registro de Saídas. em ordem numérica seqüencial.Documentos Fiscais – AIDF. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. Registro de Controle da Produção e do Estoque. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. reiniciada a numeração quando atingido este limite. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. de 15 de dezembro de 1970. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. desde que. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. em cada um deles.001 a 999. antes de se transformarem em documentos fiscais.999. mensal ou anualmente. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. Relativamente aos livros Registro de Entradas. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. no máximo. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. 2. segundo a legislação de cada unidade federada. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. desde que sejam separados por 107 . pelo prazo de cinco (5) anos. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. É permitida a utilização de formulários em branco. 500 (quinhentas) folhas. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. nos termos previstos no Convênio S/Nº. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. em ordem numérica consecutiva de 000. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. Obedecida a independência de cada livro.

bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. contados da data do último lançamento. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. em emissão específica de formulário autônomo. e respectivas datas de ocorrência. se houver. com observações relativas às alterações. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. tipo ou modelo de mercadoria. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. quando exigido. juntamente com cada livro fiscal. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. tipo ou modelo de mercadoria. marca. a critério de cada unidade da Federação. a apuração dos estoques. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. contendo apenas os códigos neles utilizados. 108 . UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. marca. tomar-se-á por base o menor. equipamentos e informações em meios magnéticos.

V . O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD.Registro de Inventário. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha.Registro de Apuração do ICMS. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco.ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . 109 . de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .IPI. III .Registro de Apuração do IPI. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . tais como. por meio de emissão específica de formulário autônomo. senhas. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro. IV . A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . quando exigido.Registro de Entradas. os registros ainda não impressos.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal.Registro de Saídas. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. II .EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD.

relacionados com a infração.Desta forma. acompanhada. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. de forma irretratável. o arquivo digital passará. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.01. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. 3º. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. assinatura digital e transmissão do arquivo. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. a partir de 01. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. instituído pelo Decreto 6. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos.2008. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. incluindo-se aí o ICMS. Para tais fins. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. Receita. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. art. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital .06. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa.022/2007.2009. 110 . Entretanto. quando o montante do tributo apuração. não basta a escrituração. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo.SPED. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . tributárias é o caso. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. Antes de ser recebido.ICP-Brasil pelo contribuinte. portanto. por validações que analisarão o conteúdo dos registros.

inscrita no CNPJ sob nº 99. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. contribuinte do ICMS. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. portanto. Justa S/A. Curitiba. com isenção de ICMS. 02 de dezembro de 2004. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF.999. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. de bens salvados de sinistros.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99.00. deixando.00. com a respectiva correção monetária e juros. vem.999. ora lhe beneficiam. para uso próprio. respeitosamente. que ora favorecem o contribuinte. 111 .000.999-99. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. Outrossim. no valor de R$ 1. Deste modo. pessoa jurídica de direito privado. Portanto. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. de 05 de dezembro de 2003. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. Atenciosamente. de recolher R$ 180. o que faz nesta data. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. por pessoa física. incide o ICMS. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação.

ao ISS. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 .24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. destinado a uso próprio. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. p. gravados em fitas de videocassete. está sujeita.1. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. apenas.STF . dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. Súmula nº 660 . ainda que envolva fornecimento de mercadorias. personalizada e sob encomenda.STF . restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto.STF .24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 . Súmula nº 661 . incide o ICMS.

incluindo o ICMS. XIII – Campo 12 – Microfilme. do parcelamento. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. XVII – Campo 16 – Nome. do contribuinte. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. atendendo as necessidades de cada UF. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. conforme o caso. conforme o caso. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. quando se tratar de parcelamento. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. a firma ou a razão social. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE".

XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Rio Grande do Norte 21 – 3 .Distrito Federal 08 – 6 .Minas Gerais 15 – 9 . o número e complemento do endereço do contribuinte. XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.Ceará 07 – 8 .Piauí 20 – 5 .Acre 02 – 7 .Rio Grande do Sul 22 – 1 .Roraima 25 – 6 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Pará 16 – 7 . XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Paraná 18 – 3 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Sergipe 28 – 0 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Paraíba 17 – 5 .Mato Grosso 14 – 0 .Santa Catarina 26 – 4 .Tocantins 114 . XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias.Alagoas 03 – 5 .Amazonas 05 – 1 .São Paulo 27 – 2 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Rondônia 24 – 8 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Rio de Janeiro 23 – 0 .Maranhão 13 – 2 .Amapá 04 – 3 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Goiás 12 – 4 .Espírito Santo 10 – 8 .Pernambuco 19 – 1 .Bahia 06 – 0 .

Código 10006-4.DDE. à repartição a que estiver vinculado. produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 10007-2. O benefício previsto: 1.Código 10008-0. h) ICMS Parcelamento . c) ICMS Energia Elétrica . no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . ainda. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . o importador a proceder à entrega.Código 10002-3. l) ICMS recolhimentos especiais . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. Obriga-se. na inexistência deste. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. g) ICMS Autuação Fiscal . Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. cópias da Declaração de Importação. quando prevista na legislação estadual.Código 15001-0. de 25 de abril de 1991. na inexistência deste. d) ICMS Transporte . de documento equivalente. de documento equivalente.Código 10003-0. f) ICMS Importação . da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. b) das quais resultem. e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação . m) ICMS Substituição Tributária por Operação .Código 60001-6. k) Taxa .Código 10009-9 Base: art. de cópias dos seguintes documentos. i) ICMS Dívida Ativa . pela repartição federal competente. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório.Código 50001-1. comprovada mediante a entrega. expedido pelas autoridades competentes. para exportação.Código 10001-3. com a expressa indicação do bem a ser exportado.Código 10005-6. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. em qualquer caso. j) Multa p/infração à obrigação acessória . Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 100048. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. do regime ou. a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback".

resultando na descaracterização do benefício previsto. conforme o caso. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . Amplitude A isenção estende-se. consignando-se. estando conectado à internet.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. também. ato Concessório aditivo. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. 116 . multa e demais acréscimos legais. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback".Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. inclusive com a finalidade de exportação. 2. novo Ato Concessório. Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. Entretanto.1. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . também.

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