ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 . antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.01.Contabilização Crédito Presumido .2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.

do produtor até o consumidor. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989.F. não apresenta as características de cumulatividade. incidindo em todas as fases de circulação. da C. energia elétrica. 155. de competência federal. pela Assembléia Nacional Constituinte. b. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. Era. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. diferentemente do IVC. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. portanto um imposto com incidência “em cascata”. substituindo o IVC. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. O IVC possuía natureza mercantil./88 (na redação da EC nº 3/93). isto é. de incidência única.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. a começar do produtor até o consumidor final. próprias dos impostos em “em cascata”. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. Sendo assim.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. Já o art. o IVC era exigido. 5 . Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. I. e minerais do País. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. de 01 de dezembro de 1965. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). extinguindo os impostos especiais. A inovação do ICM advém de que.

ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa.... as diversas características do ICMS. ... intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo. Do ponto de vista tributário... senão em virtude da lei. a seguir reproduzido: Artigo 155 . onde abate-se do montante devido 6 . compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. A lei...... A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário..... decretos legislativos até as resoluções.. Sua base constitucional é o artigo 155. leis complementares.operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior....ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5. em razão de introduzirem modificações em seu texto. mas que passamos a apresentar a seguir. II .. da Constituição Federal.. A Constituição Federal atribui a competência tributária. ou seja... nem sempre respeitadas pelos entes federados. leis delegadas......Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -. inciso II.. a nossa Carta Magna estabelece.. deve ser compreendida no seu sentido amplo.......... impondo limitações ao poder de tributar.1993. como um processo legislativo... envolvendo desde a Constituição Federal.... submetendo todas as demais normas jurídicas.03. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual. ainda.. § 2º.. no artigo 155.. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”...... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18.. no inciso 1 do artigo 150... leis ordinárias... As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal...) A Constituição Federal determina.... medidas provisórias.. emendas constitucionais.. que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça....

acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. agricultor etc. O Estado de São Paulo. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores.progressivamente). seletivamente). e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). iates. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. ALÍQUOTAS INTERNAS . e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. por exemplo. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. nem sempre respeitados pelos entes federativos. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. Para maiores detalhes. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. fumos. em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. 25% para consumo superior a 200 kWh . Dependendo do Estado. bebidas. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores.PISO 7 . interestaduais e de exportação. acesse o tópico Alíquotas. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. nesta obra. aprovada pela maioria absoluta de seus membros.

00. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. Assim. chamando-se esta diferença.000. qualquer que seja a sua finalidade. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo.00 3. no valor de R$ 1. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais.00 2. Portanto. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. como “diferencial de alíquotas”. oriundos de outro estado da federação. isenções. b) a alíquota interna. por parte de contribuintes do imposto.00 = R$ 60. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. bem ou serviço.00 x 18% = R$ 180. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual. neste caso. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. de mercadorias para consumo próprio. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. "g". INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica.000. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual.00. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. quando o destinatário for contribuinte do imposto.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. quando o destinatário não for contribuinte dele. deverá este recolher. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII.00 menos R$ 120. 8 . quando da aquisição. quando o destinatário for contribuinte do imposto. assim como sobre o serviço prestado no exterior. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. art.

NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. operações que destinem a outros Estados petróleo. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. nas hipóteses definidas no art. 146. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. tendo por finalidade. por pessoa física. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). 3.b) sobre o valor total da operação. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. o Distrito Federal e os Municípios. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. 2. ENERGIA ELÉTRICA. na base de cálculo do ICMS. o montante do imposto sobre produtos industrializados. os Estados. personalizada e sob encomenda. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. ao ISS. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. em matéria tributária entre a União. quando a operação. para uso próprio. sobre o ouro. dentre outras (Art. apenas. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. inclusive lubrificantes. 153. 9 . e energia elétrica. está sujeita. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. configure fato gerador dos dois impostos. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior.

Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). c) disciplinar o regime de compensação do imposto. 120/2005 e 122/2006. em seu artigo 155. crédito. compete à lei complementar a atribuição de. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. tão-somente. nas exportações para o exterior. b) dispor sobre substituição tributária. bases de cálculo e contribuintes. de serviços e de mercadorias. prescrição e decadência tributários. 99/99. "a". bem como. e) excluir da incidência do imposto. d) fixar. inciso XII. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). Hierarquicamente. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. 114/2002. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. f) prever casos de manutenção de crédito. A própria CF. como a 92/97. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. Como o próprio nome diz. isenções. sem alterálos. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. b) obrigação. a dos respectivos fatos geradores. lançamento. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. Na verdade. g) regular a forma como. Tem aplicação em âmbito nacional. nestes termos: XII . 102/2000.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS.

A ministra Eliana Calmon. como. mediante decreto. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. 155. letra "g". pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. relatora do processo. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. Após a edição do Convênio. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. 11 .ICMS Hierarquicamente. O contribuinte. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. veja o tópico respectivo. por exemplo. todas as normas estaduais (sejam leis. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. Para a ministra. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. decretos ou atos normativos).art. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. por exemplo. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. mediante simples Decreto do Executivo. como. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. concede benefício tributário é passível de nulidade. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. Em processo Resp 556. Temos. Para detalhamentos sobre Convênios. parágrafo 2º inciso XII. ao se deparar com tais ilegalidades. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. Ato de governador de Estado que. antes de entrar em vigor no mesmo. nas regulamentações estaduais do ICMS. na área do ICMS. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. o qual estabelece.287. e adotar a medida legal que julgar pertinente. proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. no inciso VI.

qualquer que seja a sua finalidade. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. e de energia elétrica. quando destinados à industrialização ou à comercialização. no território do Estado destinatário. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. a retransmissão. por qualquer meio. a transmissão. ou serviços. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. decorrentes de operações interestaduais. a emissão. IV – operações com ouro. não se há de comparar decreto do governador. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. inclusive a geração. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. a recepção. em matéria de isenção do ICMS. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. Dentro desse enfoque. jornais. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. mercadorias ou valores. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. Aliás. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. por pessoa física ou jurídica. de petróleo. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. concluiu a relatora. de pessoas. por qualquer via. bens. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . restaurantes e estabelecimentos similares. periódicos e o papel destinado a sua impressão. com convênio aprovado por decreto legislativo". VIII – sobre a entrada. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. de competência dos Municípios.

É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. para fins de não incidência.cambial. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. VIII – operações de arrendamento mercantil. qualquer que seja a sua finalidade. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. destinada a: a) empresa comercial exportadora. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I . quando não destinados à comercialização ou à industrialização. ainda que para outro 13 . não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. física ou jurídica. que realize. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. pelo próprio autor da saída. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. comercial ou de outra espécie. de competência dos Municípios. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa.

Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha.das prestações onerosas de serviços de comunicação. VII . b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. devendo a autoridade responsável. X . a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. quando não destinados à comercialização ou à industrialização.do ato final do transporte iniciado no exterior. exigir a comprovação do pagamento do imposto. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário.da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. ou de título que a represente. a entrega. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. 14 . a emissão. VI .estabelecimento do mesmo titular. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. Após o desembaraço aduaneiro. VIII .da transmissão de propriedade de mercadoria. a transmissão. no Estado do transmitente. III . IV . considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. feita por qualquer meio. pelo depositário. Notas: 1. a recepção. a retransmissão. salvo disposição em contrário. II . bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. de qualquer natureza. de serviço prestado no exterior.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro.do fornecimento de alimentação. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. como definido na lei complementar aplicável. inclusive a geração. pelo destinatário. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. V . cartão ou assemelhados. salvo disposição em contrário. 2.do recebimento. IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior.

nos termos da lei aplicável. 2 . Notas: 1. compreendendo mercadoria e serviço. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . por contribuinte. acrescido. taxas. e) quaisquer outros impostos. c) imposto sobre produtos industrializados. 2.da utilização. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. de todos os encargos relacionados com a sua utilização. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. 6 . o valor da prestação do serviço.na hipótese de serviço prestado no exterior. d) imposto sobre operações de câmbio.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. 15 . 4 . o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. 5 . b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. o valor da operação.na saída de mercadoria prevista nos itens I.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. o preço do serviço. contribuições e despesas aduaneiras. 7 . b) imposto de importação.na hipótese do item II anterior. III e IV anteriores.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. como definido na lei complementar aplicável. 3 .XIII . substituirá o preço declarado. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. o valor da operação. a) o valor da operação. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. se for o caso.

o valor da prestação no Estado de origem. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. b) frete. juros e demais importâncias pagas.o montante do próprio imposto. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente.na hipótese da utilização. recebidas ou debitadas. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS.o valor correspondente a: a) seguros.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. 16 . 9 . SEGUROS. sejam antecedentes. que seja contribuinte do imposto. inclusive na hipótese de importação: I . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. o valor da operação de que decorrer a entrada. bem como descontos concedidos sob condição. por contribuinte. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. II . constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. concomitantes ou subseqüentes. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento.8 . O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria.

trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente.em relação às operações ou prestações subseqüentes. para fins de substituição tributária. no que se refere à alíquota. seja fixado por órgão público competente. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. relativa às operações ou prestações subseqüentes. para fins de substituição tributária.000. único ou máximo. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados. c) a margem de valor agregado. Portanto. Base de Cálculo A base de cálculo. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. é o referido preço por ele estabelecido. b) o montante dos valores de seguro. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP. inclusive lucro. base de cálculo. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. Este valor será somado na fatura/duplicata. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. deverá observar às disposições da legislação paulista. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador.00 Valor total da fatura: R$ 1.240. a base de cálculo do imposto. será: I . as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 .em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. II . em razão da sistemática substitutiva do ICMS.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240.

e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. Observe que. 18 . b) – ao destinatário da mercadoria. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. quando contribuinte do ICMS. encerrando-se o ciclo de tributação. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. da Lei Complementar 87/1996). exceto se produtor rural ou microempresa.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. as Unidades da Federação. parágrafo 1º. Considerando este fato. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. estabeleceram que. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . exceto se produtor rural ou microempresa. quando contribuinte do ICMS. na prestação interna.não mais terão recolhimento do ICMS. 6º.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. 1. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. 1.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária.

Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. – da saída subsequente por ele promovida. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. além das indicações exigidas pela legislação. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. de dentro ou de fora do Estado. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. o contribuinte substituído. do valor objeto do pedido. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. Exemplo de Cálculo: 19 . mercadoria sujeita à substituição tributária. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. concomitantes ou subsequentes. ainda que isenta ou não-tributada. Havendo decisão contrária irrecorrível. o contribuinte substituído poderá se creditar. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. procederá ao estorno dos créditos lançados. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. em sua escrita fiscal. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. também devidamente atualizados. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária.

emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. para o lote das mercadorias. O estabelecimento fornecedor. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996.ASBACE.00 2. sempre que o 20 . A critério do fisco de cada unidade federada. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto. Teremos então: 1.000.00. para tanto. é de R$ 2.00. O preço de venda. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. Ou seja.00 x 12% = R$ 120. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. em conta especial. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante.GNRE. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. (2 . poderá deduzir o valor do imposto retido. fixado a varejo. no valor de R$ 1. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2.00 = R$ 360.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1.000. na falta deste.00. de posse da nota fiscal. A alíquota interestadual é de 12%. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . 3. devendo.000. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. ou.000.000.00 – R$ 120.00. ainda. ou na sua falta.00 = R$ 240. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético.00. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. 4. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. localizada na praça do estabelecimento remetente. na próxima operação. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. para atacadista situado em outro estado da federação.

o do domicílio do adquirente. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. o do estabelecimento que transfira a propriedade. Convênio ICMS 81/1993. ou com seus registros totalizadores zerados. desde que inclua todas as operações citadas. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. LC 87/1996. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea.Substituição Tributária (GIAST). O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. como dispuser a legislação tributária. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. art. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. onde se encontre. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. quando não estabelecido. importado do exterior. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. importado do exterior. no momento da ocorrência do fato gerador. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. § 7º. • • • 21 . 150. ou o título que a represente. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. Temos então.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. Bases legais: CF.

o do Estado onde estiver localizado o adquirente. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. nos demais casos. cartão. o do estabelecimento destinatário do serviço. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. na hipótese de captura de peixes.• • aquele onde seja realizada a licitação. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. assim entendido o da geração. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. na hipótese da utilização. por contribuinte. ou assemelhados com que o serviço é pago. quando prestado por meio de satélite. o de desembarque do produto. inclusive consumidor final. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. onde se encontre o transportador. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. como dispuser a legislação tributária. o do estabelecimento destinatário do serviço. por contribuinte. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . ampliação e recepção. transmissão e retransmissão. na hipótese da utilização. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. onde seja cobrado o serviço. emissão. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. repetição. lubrificantes e combustíveis dele derivados. crustáceos e moluscos.

compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado.00 – R$ 10. no estabelecimento.00 = R$ 40. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. Salvo prova em contrário. real ou simbólica.000. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. deteriorar-se ou extraviar-se.000. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.000. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. exceto as destinadas ao exterior. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. Valor do ICMS a pagar: R$ 50.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. 23 . 20 da Lei Complementar 87/96). II – para comercialização ou prestação de serviço. exceto se tratar-se de saída para o exterior.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente.O imposto é não-cumulativo.000.00. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. IV – vier a perecer. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização.000.

Na ocasião. do período anterior. por um lapso da escrita fiscal do adquirente. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. até 16. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores. de R$ 10.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado.2001.000.11.00 R$ 40. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.12.2006.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. No período de apuração. E. o respectivo direito deixará de existir.000. não foi creditado o ICMS respectivo. e por conseguinte. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.00 de créditos. a diferença será transportada para o período seguinte. teve R$ 50. 23 da LC 87/96).000.00 R$ 10.01.000. jornais e periódicos. Tinha um saldo credor acumulado.00.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.11. a partir de 01.00 R$ 50. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I .00.2005. por força da LC 120/2005.000. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art. II . SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. a mesma não foi lançada no registro de entradas. se for o caso. Se.havendo saldo remanescente.000.000.

A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. se positiva. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais.12. 26 da LC 87/1996. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. Os governos voltaram à sensatez. a atitude dos governos envolvidos. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. aguçados pela politicagem e 25 .10. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. revogando a restrição. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. produzem uma legislação de incentivo. III . caso contrário.contribuintes do mesmo Estado. 25. em todos os aspectos.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. previstos no art. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. Base: art. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. a partir de 26. para um determinado período. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. tendo como base determinados benefícios. mas. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. no afã de atrair investimentos. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. ao fim do período. 25. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. Lamentável.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes.2005. Base: art. Entretanto. II . Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. § 1º da LC 87/1996.que. que pagará a diferença apurada. Na hipótese do item III. § 1º da LC 87/1996.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. especialmente na área do ICMS. e em 23.

a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. típico de legislação autoritária. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. entretanto. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. Nesta obra. adquire mercadorias em outro estado. sem 26 . não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. pelos investimentos privados. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação.04. a um contribuinte situado em seu território. ainda.art. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. parágrafo 2º inciso XII. Finanças. Paraná. É um verdadeiro absurdo. Santa Catarina e São Paulo. a qualquer custo. as bases da restrição continuam válidas. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. Rio Grande do Sul. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará.2004. Minas Gerais. A falta da informação no documento da operação ou prestação. letra "g". pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. conforme o caso. Receita ou Tributação. Rio de Janeiro. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. remetida. entre os Estados da federação. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. mas da punição sofrida por aquele que. Trata-se de uma disputa predatória. 155. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. sem ciência. Entretanto. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . Diante da gritaria geral. a qualquer título.

visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes.Paulo.2156-7. A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. MATO GROSSO DO SUL 27 .ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves.ADIN 2441-8. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S. Financiamentos vinculados ao ICMS . bubalino ou suíno. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores. produtos de informática e automação. industrialização de pescados. Empreendimentos do PRO-DF .ADIN nº 2440-0 e 2543-0. acertem os ponteiros entre si.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. gado.ADIN nº 1179-1. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . PARANÁ Produtos de informática.ADIN nº 2548-1. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando.Financiamento de 70% do ICMS . RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria .ADIN nº. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. através do Comunicado CAT 36/2004. Assim. Insumos para a fabricação . BAHIA Cobre e derivados do cobre . coelho.ADIN nº 2561-9. gado bovino. Produtos do abate de aves.

exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: . h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). . verduras. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16. tubérculos.Financiamento.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).BAHIA . o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II.Programa Geral de Incentivos Fiscais .Setor industrial . Em relação aos demais incentivos. f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16. c) de frutas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.AMAZONAS .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).ADIN nº 2439-6. aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. raízes. d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. m) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. i) de máquinas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). 28 . n) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). b) de farinhas. e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar.Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). amidos e féculas (crédito presumido de 16. concedidos por produto e região do Estado. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.

leite tipo C.Artigos esportivos importados . os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. fubá de milho. q) de embalagens (crédito presumido de 16. (crédito presumido de 9. exceto os glicerinados. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. g) de outros produtos do gênero alimentício. exceto carnes.DISTRITO FEDERAL .: para carnes. papel.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais.Componentes. no período de 23/06/99 a 19/12/99. Maisena e Maria. caprinos. pescados e seus derivados 29 .5% sobre o montante das operações interestaduais). .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). papel higiênico. rãs.5% sobre o montante das operações interestaduais). sabonete. macarrão tipo comum.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal.o) de artigos de escritório e papelaria.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). água sanitária. p) de móveis (crédito presumido de 16. extrato de tomate. aves. . eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. pão francês de 50g. ovinos. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. crédito presumido de 11%.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. margarina. . açúcar refinado e cristal. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais). leite em pó. arroz. feijão. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. alho. hidratante ou adicionados de óleos especiais. polvilho. coelhos. e pescado. pescados e seus derivados. Cream Craker. creme vegetal. b) de animais vivos das espécies: bovinos. farinha de mandioca. óleo de soja. concentrado ou simples concentrado. rapadura. sal de cozinha. halvarina.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. bufalinos. café torrado e moído. suínos. sabão em barra. bem como as carnes.

de higiene e bebidas (crédito presumido de 3.: Dependente de autorização.410. 4810.MATO GROSSO DO SUL .Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40. energia elétrica. 4811. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. 4817 e 4823. c) Produtos alimentícios. produção ou industrialização (crédito presumido. b) Central de distribuição . 40.902 e 41.5% sobre o montante das operações interestaduais). j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais). (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais). combustíveis.GOIÁS . bolsas. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. 4809. 40. 40.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano). quando não seja elaborado sob encomenda.070 (crédito presumido de 2%) Obs.ESPÍRITO SANTO . 40. o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9. que pode excluir determinada mercadoria.804. calçados.Qualquer mercadoria. lubrificantes.130. no período de 21/11/94 a 31/07/2000. . e a partir de 01/08/2000 de 3%).100. . roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados . . 4807.5% a 52. (crédito presumido de 10.códigos NBM-SH 4802.25% a 19. m) de papel . e.(crédito presumido de 47. lingerie.5% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos.(crédito presumido de 3% a 8%).Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. exceto café. mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. 4804.5% sobre o montante das operações interestaduais). n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. de 2%. .(crédito presumido de 10. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5%).5% sobre o montante das operações interestaduais). .5% sobre o montante das operações interestaduais). de limpeza.

o) Industrial.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa).até 9% do valor da importação (Lei nº.Rio Portos . c) Importadores .RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. i) Autopeças e Navipeças . 24.Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas . e) Geral .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). f) Petróleo e Derivados . 24. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .Programa de Atração de Estruturantes .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.823/97.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24. 31 . talco.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24. distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº.Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 4. 24. d) Geral .Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações .Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social .RIO EMPRESA EMERGENTE.indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro . j) Têxteis .Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial. desodorante.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.de 22/09/2000 a 31/12/2002).Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses. 24.857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. l) Geral . m) Geral . h) Fármacos e Químicos .FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 2. g) Plástico e Resinas Plásticas .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Financiamento vinculado ao ICMS . Decreto 23. 23.

Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. inciso IV. o Distrito Federal e os Municípios. ratificando o Convênio. pelo comportamento lesivo entre os Estados. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária .35. para efeito de concessão ou revogação de isenções. observa-se que.COTEPE/ICMS para decidir.Alimentos.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. incentivos e benefícios fiscais. . conhecendo ou não a situação tributária de outro estado.http://www. os convênios passam a ter eficácia. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. os convênios que entre si celebrem a União. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. incentivos e benefícios fiscais do imposto. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. delegar.COTEPE/ICMS. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos.TOCANTINS . Só após aprovados legislativamente. Cabe a cada contribuinte. . em assunto técnico. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais).gov. visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . os Estados. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. com sede no Distrito Federal. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. isoladamente. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS.br/confaz.fazenda. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . já que este corre o risco de ter um crédito glosado.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. expressamente. são normas complementares das leis. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. o mesmo deverá ser.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios.RIO GRANDE DO NORTE . pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. do CTN. O Conselho pode.

XVI .promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas.O. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios. IV .propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. 33 . X .apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS.apreciar as proposições de Convênios.1970 (D.: 18.SINIEF. O SINIEF tem como objetivos: 1 . Compete à COTEPE/ICMS: I .do referido imposto em todo o território nacional.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS. XII .02. XIV .orientar as Secretarias de Fazenda.CONFAZ.U. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . VIII .1971).promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social. II . Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS. nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários.12. IX . VI .opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. Protocolos e Ajustes SINIEF. V .assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. XIII .criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho. XI . pertinentes ou relacionados ao ICMS. III .opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais . XV . SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. VII .executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. formalmente.apreciar.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.

o endereço é http://www.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. II .CNAE. no mínimo. V . III . III .br. 34 . manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. na internet.Fiscal .ibge. de: a) Rua e número.instituição da guia de informação e apuração do imposto. interestadual e internacional.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão.Código de Atividades Econômicas. II .CNAE .firma ou razão social. VI .endereço. UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.cnae.instituição do código de classificação das situações tributárias.CONCLA. composto. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas .Fiscal.instituição de relação referente às saídas de mercadorias.gov.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá.número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .2 . desde que: I . d) Unidade da Federação. b) Distrito ou subdistrito. c) Município. no mínimo. os seguintes elementos básicos: I .unificação dos documentos e livros fiscais. operações e prestações.número de inscrição estadual. poderão. mesmo que através de códigos. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . II . a critério do Fisco estadual. INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal. Para consulta do CNAE-Fiscal.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. serão adotadas as seguintes medidas: I . IV . V . de passageiros. IV .

Não tributada 50 . TABELA CFOP Veja.o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.Importação direta 2 .Adquirida no mercado interno Tabela B .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais. TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB. em arquivo próprio. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 . os códigos CFOP e respectivas aplicações.Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 . nas guias de informação e em todas as análises de dados. com base na Tabela B.Origem da Mercadoria 0 .Tributação pelo ICMS 00 . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .III . onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Estrangeira .Estrangeira .Isenta 41 .Com redução de base de cálculo 30 .Nacional 1 .Tributada integralmente 10 . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS. os documentos relativos a todos os locais envolvidos. Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 .Suspensão 51 .Diferimento 60 . nesta obra. Tabela A .

NÃO INCIDÊNCIA. modelo 4. 2. em todas as vias. 4. 03/94 e 6/2008. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado. desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. que não lhes prejudiquem a clareza. salvo quando adotadas séries distintas.Nota Fiscal.Nota Fiscal de Venda a Consumidor.12. devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. não36 . o documento que: 1. II . III . a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. fazendo prova apenas em favor do Fisco. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. os seguintes documentos fiscais: I . não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio.Nota Fiscal de Produtor. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. conforme as operações que realizarem. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. 2. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". 3. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. 3.1970. contenha declarações inexatas.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). modelo 2. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. com alterações posteriores.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. hipótese em que nada será anotado neste campo. IV . devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. omitir indicações. 4. IMUNIDADE. modelos 1 ou 1-A.

a data da emissão. III . englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. estadual e no CNPJ.incidência.o nome. por espécie. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. depósito ou qualquer outro. do estabelecimento emitente. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. no máximo. o endereço e os números de inscrição. terá talonário próprio. 37 . Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. seja matriz. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. em substituição aos blocos. II . filial. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. modelo 2. sucursal. numerados tipograficamente. ou já tenham sido usados. poderão usar formulários. série e subsérie e o número da via. Em relação aos produtos imunes de tributação. agência. podendo. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. sem distinção por subsérie.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. Cada estabelecimento. a emissão dos documentos poderá ser dispensada. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. no mínimo. IV . os de numeração inferior. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I . Atingido o número 999.o número de ordem. contínuos ou em jogos soltos. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”.999. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. indicando-se o dispositivo legal respectivo. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. e 50 (cinqüenta).999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). Para maiores detalhes. em ordem crescente de 1 a 999. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

o nome. espécie.V . pessoa física ou jurídica.os valores. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.000. quando exigida. modelo 2. do impressor da nota. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. das mercadorias e o valor total da operação. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. art. tais como falta de energia elétrica. em 2 (duas) vias. 50. VII . d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. a data e a quantidade da impressão.ECF. em ordem crescente. II.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. da Nota Fiscal. com receita bruta anual de até R$ 120. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. em substituição aos mesmos. unitário e total. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. modelo 1 ou 1-A. será permitida a emissão por qualquer outro meio.1970.12. marca. sem estabelecimento fixo ou permanente. o endereço e os números de inscrição.00 (cento e vinte mil reais). II . inicial e final. portando o seu estoque de mercadorias. impresso após a letra indicativa da série. a partir de 1. quebra ou furto do equipamento. modelo 2. IV e VII serão impressas. dos documentos fiscais emitidos. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. para exibição ao Fisco. modelo. inclusive o manual. Desobrigação O contribuinte. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. estadual e no CNPJ.a discriminação das mercadorias. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. modelo 2: a) será adotada a série "D". As indicações dos itens I. modelo 6: I .motivo e data da ocorrência. tipo. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. que exerça atividade 38 . ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. com ou sem utilização de veículo. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. no mínimo. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. quantidade. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . VI . Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97.números.

os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. II . CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . fornecimento de gás canalizado e distribuição de água.comercial na condição de barraqueiro. II . no recinto de atendimento ao público. II . do livro Registro de Saídas. Nas hipóteses previstas acima. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. e utilizado como prova de infração à legislação tributária.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. este atribuído pelo estabelecimento. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. nas vias do documento fiscal emitido. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda.por solicitação do adquirente. O equipamento em uso. ou a Nota Fiscal. apenas o número e a 39 . Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . o contribuinte emitirá Nota Fiscal. no lugar deste. Finanças ou Tributação das unidades federadas. a critério da unidade federada. b) realizadas fora do estabelecimento. o contribuinte deverá: I . tenda e similares. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). ambulante.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. modelo 1 ou 1-A. feirante.indicar na coluna "Observações". Integração de Equipamento A utilização. em ambos os casos. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. modelo 2. mascate. modelo 1 ou 1-A. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. será emitido o Cupom Fiscal ou.por exigência de legislação federal.anotar. modelo 2. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido.sempre que promoverem a saída de mercadorias.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.sempre que.1970. no estabelecimento. 40 . para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. ao destinatário. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . a partir de 1. IV . via ficará presa ao bloco. para separar as operações de entrada das de saída. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. ao destinatário. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. modelo 4: I . entrarem bens ou mercadorias. real ou simbolicamente. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. III . 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. c) a 3ª. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. b) a 2ª. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. quando houver determinação por parte do Fisco. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. quando houver interesse por parte do contribuinte. via ficará presa ao bloco. III .12. em 3 (três vias). pelo transportador.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente.série do documento.na transmissão da propriedade de mercadorias. b) a 2ª. II . em ordem crescente.em outras hipóteses previstas na legislação. Na Nota Fiscal de Produtor. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. vedada a utilização de subsérie. pelo transportador. em 4 (quatro) vias. II .

III . em veículos próprios ou afretados. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. em relação a cada tomador de serviço. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. II . para englobar. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal.pelos transportadores de valores. as prestações executadas no período de apuração do imposto. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. para englobar. III .a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. d) a 4ª.pelos transportadores ferroviários de cargas. até o final do período de apuração do imposto. por veículo. para cada viagem contratada. as prestações realizadas. em relação a cada tomador de serviço. IV . II . no final do período de apuração do imposto. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. modelo 7. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. além do que se achar registrado em nome da pessoa. para englobar. será utilizada: I . Na prestação interestadual de serviço de transporte.1ª via será entregue ao contratante ou usuário.c) a 3ª. II .a 2ª via acompanhará o transporte. 41 . via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. no mínimo. que terão a seguinte destinação: I . A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. desde que dentro do período de apuração do imposto. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual.pelos transportadores de passageiros.1970. Na prestação interna de serviço de transporte. Nota: considera-se veículo próprio. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal.12.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. para fins de controle no Estado de destino. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. que terão a seguinte destinação: I . III . em 4 (quatro) vias.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização.

IX . X . em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte.o nome. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes. Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. VI .a discriminação do serviço prestado. XII .a data da emissão. VII . Nas prestações internacionais. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF.o valor do serviço prestado.o valor do ICMS. a série e subsérie e o número da via. o endereço. XI .IV . do impressor da nota fiscal. o endereço. a critério de cada unidade federada.o número de ordem. de modo que permita sua perfeita identificação. modelo 7. bem como os acréscimos a qualquer título. II . modelo 27. e o número da autorização 42 .a identificação do tomador do serviço: o nome.a identificação do emitente: o nome. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007.origem e destino. XIV . no mínimo. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. acrescido do respectivo código fiscal de operação.a alíquota aplicável.o valor total dos serviços prestados. III . a data e quantidade de impressão. e os números de inscrição estadual e no CNPJ. XIII . o endereço. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. as seguintes indicações: I . o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. IV . VIII .a natureza da prestação do serviço. V . os números da inscrição estadual e no CNPJ. A NF conterá.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a base de cálculo do ICMS.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário".

previamente. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. Registro Prévio Para emissão da NF-e. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. XIV e XV serão impressas. será entregue ao tomador do serviço. XV . Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. será credenciado pela administração 43 .a data limite para utilização. com o intuito de documentar operações e prestações. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. V. de existência apenas digital. que terão a seguinte destinação: 1ª via. Base: Ajuste SINIEF 7/2006. II. o contribuinte deverá solicitar. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. As indicações dos incisos I. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. antes da ocorrência do fato gerador. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica.para a impressão dos documentos fiscais. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. 2ª via.

devendo ser reiniciada quando atingido esse limite.999. contendo o CNPJ do emitente. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. juntamente com o CNPJ do emitente. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. a partir de 1. a fim de garantir a autoria do documento digital.999. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. por estabelecimento e por série. 44 . As séries serão designadas por algarismos arábicos. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. número e série da NF-e. em ordem crescente. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. vedada a utilização de subsérie. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. mediante prévia autorização da administração tributária. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital.

o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . devendo ser apresentadas à administração tributária. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.fabricantes de cigarros. no tamanho A4 (210 x 297 mm).distribuidores ou atacadistas de cigarros.distribuidores de combustíveis líquidos. III . Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. Posteriormente. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. quando solicitado. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. formulário de segurança. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. O DANFE deverá ser impresso em papel. será aceito pelo contribuinte destinatário. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. IV . devendo ser apresentadas à administração tributária. quando solicitado. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. II . inclusive para fins de escrituração fiscal.produtores. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. exceto papel jornal. podendo ser utilizadas folhas soltas. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. 45 . formulário contínuo ou formulário pré-impresso. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. A consulta à NF-e será disponibilizada.

proprietário do veículo marca .. X . Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio..fabricantes de cimento.fabricantes..fabricantes de ferro-gusa. XIV . fazendo constar no campo “Observações” deste ou. além do que se achar registrado em nome da pessoa...fabricantes de automóveis. 46 .09. XII . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS . caminhões. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. a expressão: “Transporte subcontratado com .. UF.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. camionetes.. com vigência a partir de 01.. IX . Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço.fabricantes de refrigerantes.. VII . ônibus e motocicletas... Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005..2008 e 01. suínas. utilitários.V .fabricantes de semi-acabados. interestadual e internacional. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. VI .. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano.04....TRR.. VIII . do Manifesto de Carga.2009. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.agentes que. XIII .NF-e.12.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas... de cargas.. XI . E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e.. vendam energia elétrica a consumidor final... modelo 8. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005. em veículos próprios ou afretados. laminados planos ou longos..transportadores e revendedores retalhistas .. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal.frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas.. 01.2008. relaminados. no Ambiente de Contratação Livre (ACL). trefilados e perfilados de aço. se for o caso. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. placa nº. bufalinas e avícola.

com destino à Zona Franca de Manaus. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.0 cm. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. no campo “Observações”. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. modelo 9.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. em qualquer sentido. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. 47 . a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. a critério do fisco. em 4 (quatro) vias. A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. no mínimo. interestadual e internacional de cargas. II . podendo.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. IV . podendo servir de comprovante de entrega. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. a informação de que se trata de serviço de subcontratação. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.9 x 21. III . que terão a seguinte destinação: I . Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal.

esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. interestadual e internacional de cargas. segundo acordos internacionais.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. para destinatário localizado no mesmo Estado. o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via).a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. II . será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. podendo servir de comprovante de entrega. III . 10. com a seguinte destinação: I . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. podendo servir de comprovante de entrega. 48 . Na prestação de serviço de transporte aquaviário. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. será emitido o Conhecimento Aéreo. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). Na prestação de serviço de transporte aquaviário. para destinatário localizado no mesmo Estado. mod. para destinatário localizado em outro Estado.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. no mínimo. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. que terão a seguinte destinação: I . será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. IV . II . em 4 (quatro) vias. com destino à Zona Franca de Manaus. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. no mínimo em 3 (três) vias. III . Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.

segundo acordos internacionais. quando deverá ser entregue ao destinatário. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. interestadual e internacional de cargas. IV . modelo 20. no mínimo. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. no mínimo.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. III . Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. do 49 . da carga coletada. II . em 5 (cinco) vias. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. modelo 11.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. V . Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. II . No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. III . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal.a 2ª via será entregue ao remetente. intra ou intermunicipal. com destino à Zona Franca de Manaus. com a seguinte destinação: I . será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. os valores expressos em moeda estrangeira. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. quando deverá ser entregue ao destinatário.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. será utilizado pelos transportadores. bem como.a 2ª via será entregue ao remetente. Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.

CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. 50 . e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. por qualquer motivo não entregue ao destinatário. modelo 8. A critério do fisco estadual. II . com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. O CT-e. obrigatoriamente. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. modelo 57. modelo 9. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.a 2ª via será entregue ao remetente. III .a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.endereço do remetente até o do transportador. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. Quando da coleta de mercadoria ou bem. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . desde que observado o motivo no seu verso. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. modelo 57. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. que terão a seguinte destinação: I . no mínimo em 3 (três) vias. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . de existência apenas digital. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . II . será emitido. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta. a Ordem de Coleta de Carga será emitida.

II .ICP-Brasil.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.poderá conter outros elementos gráficos. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. 51 . modelo 7. O DACTE: I .Nota Fiscal de Serviço de Transporte.conterá código de barras. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . a fim de garantir a autoria do documento digital. modelo 10. VI . seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito.III . Para emissão do CT-e.DACTE. modelo 11. III .deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm). podendo ser utilizadas folhas soltas. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. previamente. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. modelo 27. impresso em papel. IV . exceto papel jornal. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. o contribuinte deverá solicitar. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. IV .Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. V . papel de segurança ou formulário contínuo. O contribuinte. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. quando utilizada em transporte de cargas. bem como ser pré-impresso.Conhecimento Aéreo.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas.

O tomador do serviço deverá. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. em 52 . desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. para adequá-lo às suas prestações. quando solicitado. quando solicitado. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. alternativamente. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. fora do DACTE. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação.poderá alterar o leiaute do DACTE. É permitida a impressão. devendo ser apresentados à administração tributária. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. este não poderá ser cancelado. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. observado o disposto no §1º. observadas as demais normas da legislação pertinente. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. por meio de Carta de Correção Eletrônica . Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e.CC-e. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas.A do art. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. previsto em Ato COTEPE.

o transportador deverá emitir novo CT-e. 53 . informando o número do documento fiscal emitido com erro. às empresas autorizadas à sua emissão. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. O transportador poderá. e data . consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". em virtude de (especificar o motivo do erro)". consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade.. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão.. na Internet. c) o transportador deverá emitir novo CT-e. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número ..virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE... em virtude de (especificar o motivo do erro)". b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. mediante legislação própria. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. deverá ser observado: I ...na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. bem como o motivo do erro. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . pelos valores totais do serviço e do tributo. referenciando o CT-e original. e data . o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. b) após receber o documento referido. os valores anulados e o motivo. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. observada a legislação de cada unidade federada. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. referenciando o CT-e original. pelos valores totais do serviço e do tributo. e desde que não descaracterize a prestação.. II . devendo observar as disposições deste ajuste.

que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . bem como a do chefe da agência. no que couber. de passageiros. escriturado antes do início da prestação de serviço. com a devida justificativa. as normas do Convênio SINIEF 06/89. sem valores monetários.0. posto ou veículo que efetuou a venda. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. interestadual e internacional. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal.0. no mínimo. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. para acobertar o transporte da bagagem.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. da entrega das cargas constantes do CT-e. modelo 8. Versão 1. exigir a confirmação. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão.CT-e. que terão a seguinte destinação: 54 . vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. havendo direito à restituição de valor ao usuário. de acordo com a legislação tributária vigente. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . o documento fiscal deverá conter assinatura. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. pelo recebedor. destinatário e transportador.CT-e. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. Cancelamento. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. em 2 (duas) vias. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados.

a 1ª via ficará em poder do emitente. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 2ª via será entregue ao passageiro. para exibição ao fisco. para exibição ao fisco. Nos casos em que houver excesso de bagagem. que deverá conservá-la durante a viagem. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário.a 1ª via ficará em poder do emitente. que deverá conservá-la durante a viagem. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª via ficará em poder do emitente. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. no mínimo em 2 (duas) vias. modelo 14. que terão a seguinte destinação: I .a 2ª via será entregue ao passageiro. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. para exibição ao fisco. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . para acobertar o transporte da bagagem. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido.I . que deverá conservá-la durante a viagem. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. interestadual e internacional de passageiros. interestadual e internacional de passageiros.a 2ª via será entregue ao passageiro. modelo 10. para acobertar o transporte da bagagem. 55 . BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. modelo 9. modelo 15. de passageiros. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. II . modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. que terão a seguinte destinação: I . Nos casos em que houver excesso de bagagem. II . interestadual e internacional.

em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. II .importados diretamente do exterior.novos ou usados. 2. V . do mesmo ou de outro Município. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores.em retorno de exposições ou feiras. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais.a 2ª via será entregue ao passageiro. desde que. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. até o local do estabelecimento emitente. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 . no mínimo em duas vias. IV . nos casos do item V anterior. real ou simbolicamente: I . excetuado o produtor agropecuário. VI . quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. por estação. remetidas a qualquer título por particulares.em outras hipóteses previstas na legislação. Em substituição ao documento. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. mediante prévia autorização do Fisco. II . com base em controle diário de renda auferida. inclusive por meio de veículos. 3. a qualquer título. nas seguintes hipóteses: 1. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. III .a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. que deverá conservá-la durante a viagem.em retorno. que terão a seguinte destinação: I . O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. aos quais tenham sido enviados para industrialização. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. Bases: artigos 20. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente.12. a 2ª via ficará presa ao bloco. b) nas operações interestaduais. a 3ª via: a) nas operações internas. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. 2. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. 3. em quatro vias.1970. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. ao destinatário.1. II . 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. Base: art. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. no mínimo. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída.905.12. 60 . pelo transportador. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970. localizado na mesma unidade da Federação.valor das mercadorias. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. sejam por este remetidas a terceiros. especialmente: I .

Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante.1970. endereço e números de inscrição. sem lançamento do ICMS. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. III . III .907. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. II .1970. número. deste. o número. que deverão acompanhar as mercadorias. nome. mencionando-se endereço e números de inscrição.lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados.destaque do ICMS.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.12.12. especialmente: I .906. Base: art. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. II . no ato da saída das mercadorias. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. IV . valor das mercadorias. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. remetidas por depósito fechado. estadual e no CNPJ. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.natureza da operação. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . especialmente: 1. se devido. especialmente: I . que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ. V .valor da operação.valor das mercadorias.III .907 ou 6. contendo os requisitos exigidos e. a data de sua efetiva saída. O depósito fechado. 2. se devido. 3. 4. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa.

O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. do depósito fechado. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. indicando: I . à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. endereço e números de inscrição.de mercadoria. dentro de 10 (dez) dias. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. O depósito fechado deverá: 1. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. 2. o número. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. ainda. dentro de 5 (cinco) dias. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. na coluna própria do Registro de Entradas. II . quando cabível. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. 2. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. dentro de 10 (dez) dias. contados da respectiva emissão. O estabelecimento depositante deverá: 1.como destinatário. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. contendo resumo diário das saídas. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. dentro de 10 (dez) dias. o estabelecimento depositante. será conferido ao 62 . na coluna própria do Registro de Entradas. ambos pertencentes à mesma empresa. 3. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. mencionando.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega.12. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. remetendo-a ao estabelecimento depositante. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

1970. contendo os requisitos exigidos e. acrescentando na coluna "Observações" o número. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. quando devido. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1.12.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral".907.922. estadual e no CNPJ. como natureza da operação. poderá ser emitida Nota Fiscal. No caso de venda para entrega futura. endereço e números de inscrição. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. do estabelecimento destinatário e número. das mercadorias. bem como nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). para simples faturamento. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. No caso de venda à ordem. deste. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. especialmente: a) valor das mercadorias. em nome do 66 . 2. além dos requisitos exigidos. ao receber as mercadorias. c) número. O estabelecimento destinatário. d) nome. dentro de 10 (dez) dias. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. indicando-se. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1.CFOP 6. endereço e números de inscrição. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. vedado o destaque do ICMS. Base: art. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. com destaque do ICMS. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. quando for o caso. bem como número.922 ou 6. por ocasião da efetiva saída global ou parcial. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. quando devido. bem como nome. com lançamento do IPI.

produtos intermediários e materiais de embalagens. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. se for o caso. com destaque do ICMS. sobre o valor total cobrado do autor 67 . bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. estadual e no CNPJ. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. número. na qual. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. o valor das mercadorias empregadas. além das exigências previstas. da qual.destinatário das mercadorias. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. sem destaque de impostos. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior. mencionando. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente.12. quando devidos. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. bem como o nome. além dos requisitos exigidos. adquiridos de outro. emitir Nota Fiscal. para acompanhar o transporte das mercadorias. endereço e números de inscrição.923 ou 6. estadual e no CNPJ. quando devido. o número. autor da encomenda. em venda à ordem" – CFOP 5. da qual. endereço e números de inscrição. estadual e no CNPJ. do adquirente. com fornecimento de matérias-primas. 2. além das exigências previstas. destacando destes. consignando-se. 2. Base: art. endereço e números de inscrição. os quais. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. b) em nome do adquirente originário. do fornecedor e número. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. endereço e números de inscrição. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. constarão como natureza da operação. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. constarão também nome. além dos requisitos exigidos. estadual e no CNPJ. 3. nome do titular. emitir Nota Fiscal. número. do seu emitente. estadual e no CNPJ. além das exigências previstas. constarão o nome. sem destaque do valor do ICMS. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. além dos requisitos exigidos. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente.1970.923. endereço e números de inscrição. na qual. 2.

b) a indicação do número. se for o caso. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. endereço e números de inscrição. autor da encomenda. do IPI e o destaque do ICMS. b) a indicação do número. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. do seu emitente. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. cada industrializador deverá: I . deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . antes de serem entregues ao adquirente. autor da encomenda. se exigidos. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. autor da encomenda. endereço e números de inscrição. d) o lançamento. e o valor total cobrado do autor da encomenda. também. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador.1970.12. destacando deste o valor das mercadorias empregadas.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. que serão aproveitados como crédito. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. se exigidos. se for o caso. II . contendo.da encomenda. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. bem como os dados relativos ao redespacho. do seu emitente. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. contendo: a) a indicação do número. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. Base: art. que será qualificado nessa nota.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. pelo autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. estadual e no CNPJ. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. estadual e no CNPJ. à 68 .emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS.

deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. 69 . contados da data do recebimento da carga. que possuírem inscrição centralizada. o “Despacho de Transporte”. ao transportador contratante do redespacho. interestadual e internacional. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente). bem como o número.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. após o transporte. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. O Despacho Rodoviário será emitido.2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. emitido na forma do item “a” anterior. RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. as quais acompanharão a carga até o seu destino. filiais ou veículos. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. dentro de 5 (cinco) dias. dos documentos emitidos pelas agências. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. o nome. para fins de escrituração. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. em meio de transporte diverso do original.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. II . no livro Registro de Saídas. no mínimo. modelo 17. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. referente à carga redespachada. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. em 3 (três) vias. postos. quando for o caso. a 1ª via do documento. em prestações interestaduais. modelo 18. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. será enviada à empresa contratante. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. II . com a seguinte destinação: I . se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. o endereço de quem aceitou o redespacho.

localizado no Estado. seja matriz. no mínimo. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. 70 .Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. na sede da empresa. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. realizados pela empresa transportadora. o início de nova prestação de serviço de transporte. para exibição ao Fisco. para registro no livro Registro de Saídas. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. modelo 6. que terão a seguinte destinação: I . TRANSBORDO Não caracteriza. Cada estabelecimento. em 2(duas) vias. por unidade da Federação. para efeito de emissão de documento fiscal. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. emitirá o Resumo de Movimento Diário. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. inclusive do Resumo de Movimento Diário. no prazo de 3 (três) dias. contados da data da sua emissão. o Resumo de Movimento Diário.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. agência ou posto. os casos de transbordo de cargas. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. II . As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. modelo 2-A. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente.a 2ª via ficará em poder do emitente. filial. registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos.

indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação".em razão de perda. segundo a respectiva legislação estadual. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. II . por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior.emitir nota fiscal de saída para o exterior. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. furto da mercadoria. contendo. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. perecimento. sem destaque do valor do imposto. monetariamente atualizado. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". inclusive multa. 2 . Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. extravio. II .emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . sujeitando-se aos acréscimos legais. 71 . Além dos demais requisitos exigidos.a indicação de não-incidência do imposto. no campo "Informações Complementares". correspondentes às saídas para formação do lote. REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006. sinistro. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. sem destaque do valor do imposto. a nota fiscal deverá conter: I .a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação.

2) Por ocasião do transporte.III . uma única vez. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.102. situado no exterior. situado no exterior. bem como o número.no campo do CFOP: o código 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). conforme o caso. na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. a série e a data da nota fiscal citada no item 1. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. por igual período. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). 72 . II – no campo do CFOP: o código 7.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). II . Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. Base: Convênio ICMS 83/2006.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”.101 ou 7.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. na qual constará: I . b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. situada em país diverso. deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. Base: Convênio ICMS 59/2007. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente.

o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo. além dos demais requisitos exigidos.)/(.. quando devidos. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I . creditando-se do valor do imposto. no Livro Registro de Entradas.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". além dos demais requisitos exigidos. II . no Livro Registro de Entradas... b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte. b) base de cálculo: o valor do reajuste.. quando permitido.NF nº (. II ../.NF nº .o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.. sem destaque do ICMS e do IPI. de (.. o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação"..). de.)/".)/ (. apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações". II . a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação"./. creditando-se do valor do imposto.o consignante emitirá nota fiscal contendo. c) destaque do ICMS e do IPI. indicando nesta a expressão "Compra em consignação ...NF nº (.... o seguinte: a) natureza da operação: Venda.. b) destaque do ICMS e do IPI. como natureza da operação. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação . indicando nesta a expressão "Compra em consignação . quando permitido.)"......o consignante emitirá nota fiscal. quando devidos..CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I .)de (. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I ..)/(. além dos demais requisitos exigidos.. além dos demais requisitos exigidos. contendo.

.. de (...de (. de .o consignatário emitirá nota fiscal contendo..)".NF nº (.) (e... PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas. II .). d) a expressão "Devolução (parcial ou total. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 ..)...)/(. quando for o caso. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007. as seguintes indicações: I ..o valor atribuído à peça defeituosa..o consignante lançará a nota fiscal.)....)"... sobre o qual foi pago o imposto..a discriminação da peça defeituosa./(.)/(. indicando nesta a expressão "Venda em consignação . c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados. sem destaque do imposto.. "Observações". conforme o caso) de mercadoria em consignação .... além dos demais requisitos. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária... além dos demais requisitos exigidos.)/(. b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida. na entrada da peça defeituosa a ser substituída.. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. de (.)".NF nº (.. neste incluído. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008.NF nº (. no Livro Registro de Saídas. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I . creditando-se do valor do imposto.).. o valor relativo ao reajuste do preço.. por ocasião da remessa em consignação.. se for o caso) reajuste de preço ..)/(. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II. no livro Registro de Entradas. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.vendida. apenas nas colunas "Documento Fiscal".)/(.... II . c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .NF nº (.)/ (.)/(.

o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. III .ordem de serviço. com destaque do imposto. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. seja efetuada após o encerramento do período de apuração.o número.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . das peças defeituosas substituídas. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. que conterá. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior). Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. promove substituição de peça em virtude de garantia. 75 . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que.ou autorizada. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. 2 . IV . o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. além dos demais requisitos.a remessa. com permissão do fabricante. desde que: 1 . II . Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora.na ordem de serviço ou na nota fiscal.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. quando devido. ao fabricante. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. b) o número.

II . a empregado ou representante. espessura. conforme o caso. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. quando devido. conforme o caso. calçados.no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. II .912 ou 6. IV . luvas.no campo do CFOP: o código 5.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração.949 ou 6. III .no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . além dos demais requisitos. III . por fabricantes de veículos autopropulsados. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria.949. tais como. brincos. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. além dos demais requisitos. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. a critério da unidade federada de origem da mercadoria.912. em quantidade necessária para se conhecer o produto. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias.no campo do CFOP: o código 5. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. acabamento e numeração diferente. que conterá.do valor do ICMS. quando devido. seus concessionários ou oficinas autorizadas.do valor do ICMS. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. mesma cor. meias. as seguintes indicações: I .O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. O prazo poderá ser prorrogado. tais como. por igual período. Na saída de mercadoria destinada a demonstração. as seguintes indicações: I . IV . somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. mesmo modelo. com valor comercial. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração. em todo o território nacional.

devendo na nota fiscal emitida constar: I .a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. (DOU 22/05/1989). hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. ainda. Retorno No retorno das mercadorias. em todo o território nacional. valor da operação ou da prestação. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. diferença de preço. O trânsito de mercadoria destinada a mostruário. estabelece alíquotas do ICMS. II . nas operações e prestações interestaduais. Base: Ajuste SINIEF 08/2008.989. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto.como destinatário: o próprio remetente.do valor do ICMS. III . para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. alíquota. O disposto aplica-se. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada.a data de emissão ou de saída. III . II .mostruário de venda.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. DE 1989 77 .as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. de 19 de maio de 1. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. desde que o erro não esteja relacionado com: I . quando devido. IV .como natureza da operação: Remessa para Treinamento. quantidade.

Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS. sete por cento. Artigo 3º .a partir de 1990.Artigo 1º .Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1. Artigo 2º .A alíquota do imposto de que trata o art. oito por cento.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. em 19 de maio de 1.em 1989. Senado Federal. será de treze por cento. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. será de doze por cento. II . nas operações e prestações interestaduais. destinadas às regiões Norte.989. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 . nas operações de exportação para o exterior.989. Parágrafo Único . 1º. as alíquotas serão: I .

79 . 13.É estabelecida. configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. . na base de cálculo do ICMS. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. adiante transcrita. XI. Idem art.16/12/1996).O. Artigo 2º . CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. o montante do IPI.PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . O Senado Federal resolve: Artigo 1º . carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. de 13 de Dezembro de 1996 (D. dispõe que não compreenderá. quando a operação. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. carga e mala postal.U. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. em seu artigo 155. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO.

37931 x R$ 7. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.25 x (1 + 0.30) = R$ 2.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.500. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.82 80 .30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11. respectivamente.379.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.344.FÓRMULA Para determinar o valor da operação. CÁLCULO . e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.844.725 Coeficiente = 1.379.10)] Coeficiente = 1/0. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização.82 D – IPI (10%) = R$ 1.500. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.00) = R$ 10. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1.034.

antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente.000.000.00. A partir de 01.2006. para fins deste cálculo.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1.12.2001. equiparam-se às tributadas.2005.000.844. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS. em janeiro/2004.000. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.000. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1.01.00. 81 . as saídas e prestações com destino ao exterior. deverá ser observado: I .01.750.000 = R$ 833. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.82. jornais e periódicos. não será admitido o creditamento de que trata o item.000 : 1.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01.000.em cada período de apuração do imposto. Exemplo: Aquisição de uma máquina. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. II .00 R$ 48. equiparam-se às tributadas.00 x 1/48 x 1. a partir da data da alienação. ICMS . CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente.00. esta ferramenta foi vendida. não será admitido. por força da LC 120/2005.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. não poderá mais ser utilizado como crédito.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3.200. Em janeiro/2005.000.01. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.000.200. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31. encontramos o valor de R$ 2. com um ICMS total de R$ 48. com ICMS de R$ 5. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5.Subtraindo-se C de A. ocorridas a partir de 01.

além de sua escrituração nos livros próprios.no último dia do período de apuração. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. no mínimo. II .quadro 2 . A escrituração do CIAP deverá ser feita: I . IV . a critério de cada unidade federada. II . conforme o caso. e inscrição estadual do estabelecimento.linha ANO: o exercício objeto de escrituração. extravio ou deterioração do bem. seguido de dois algarismos 82 . O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. relativamente à escrituração do CIAP: I .a manutenção dos dados em meio magnético.a substituição. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. III .a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. ao estorno ou ao crédito do imposto. da seguinte forma: I .IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. também. por livro ou similar que contenha. c) ocorrência do perecimento. consoante a ordem seqüencial de entrada.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. III . endereço. II .quadro 1 . com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. que será seqüencial por exercício. os dados do documento. Será permitida. será. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. escriturado no CIAP. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes.atribuição do número ou código ao bem. a critério do contribuinte.até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . nos quadros e nas colunas próprias.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas.

baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. no final do período de apuração. acrescido. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) .TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO . encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior).o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação.o valor correspondente ao imposto. ainda. coluna 1 . BAIXA OU PERDA. Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). ou.valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. no mínimo.TOTAL DAS SAÍDAS . quando for o caso. coluna DATA .COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) .o valor do imposto. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. V . cujo resultado. caso o período de apuração seja mensal. de forma sucinta.quadro 3 . quando houver completo o quadriênio de sua utilização.indicando o exercício.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal.o mês objeto de escrituração. aquisição.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. o perecimento. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). a transferência. passível de apropriação. ainda. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. BAIXA OU PERDA . 2. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. findo o qual ser reiniciada a numeração. 3. c) coluna 3 . e) coluna 5 . o extravio ou a deterioração do referido bem.CRÉDITO A SER APROPRIADO . 4 (quatro) casas decimais. considerando-se.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . 4.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. coluna SAÍDA. vinculados à aquisição do bem.DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . 2. f) coluna 6 . tais como. passível de apropriação.a identificação do bem.o somatório da coluna ENTRADA. as seguintes disposições: 83 .o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. relativo à aquisição do bem.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem.o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês. transferência. quando ocorrer a alienação. d) coluna 4 . coluna 2 .FRAÇÃO MENSAL . 2. 3. coluna NOTA FISCAL . relativo à aquisição.

f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. extravio deterioração.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito. c) BEM: a descrição do bem. e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. números da série e da plaqueta de identificação. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas.na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. da seguinte forma: I . transferência. III . acrescido. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. nos quadros e nas colunas próprias. II . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. se houver. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. que será seqüencial por bem. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente.quadro 1 . As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. vinculados à aquisição do bem. perecimento. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. III .I . 84 .quando 2 . baixa ou outra movimentação de bem. nos campos. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. quando for o caso.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. modelo. II . encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente.

de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. conforme previsto na legislação de cada unidade federada.DJ DATA-25-06-2004). o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. V . Precedentes.quadro 4 .APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração. do seu próprio estabelecimento. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. SEPÚLVEDA PERTENCE . caso o período de apuração seja mensal. 85 . b) a data da ocorrência do evento. extravio.Órgão Julgador: Primeira Turma . no ativo fixo.quadro 3 .SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.AI 488374 AgR / SP . nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento. O CIAP modelo D. ter-se vergado a esta fraude legislativa. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. VI . ou de utilização de serviço de comunicação ou. ainda. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem.SÃO PAULO Relator(a): Min. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. (STF . com sumária do mesmo. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. deterioração do bem. quando chamado a resguardar a norma constitucional. deverá ser mantido à disposição do fisco. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade.IV .quadro 5 . ainda. numa afronta direta à Carta Magna.Julgamento: 15/06/2004 . contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. ou.

O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. Rio de Janeiro. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011.04. Finanças. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. Minas Gerais. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto.01. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. remetida. a qualquer título.2001*.2004. Paraná. b) quando consumida no processo de industrialização. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS.2001*. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. Receita ou Tributação. Santa Catarina e São Paulo. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Rio Grande do Sul. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). com efeitos para todos os contribuintes.Portanto. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.01. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais.

terraplanagem. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. empreitada ou subempreitada.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. Entretanto. as bases da restrição continuam válidas. as exceções previstas.art. por administração.05 – Reparação. que fica sujeito ao ICMS). hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. concretagem e a instalação e montagem de produtos. A falta da informação no documento da operação ou prestação. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. pontes. 289 e inciso I do art. então. drenagem e irrigação. conservação e reforma de edifícios. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. letra "g". pavimentação. de obras de construção civil. Seguem. 290 do RIR/99). portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. estradas. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. 155.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. 7. parágrafo 2º inciso XII. entretanto. fora do local da prestação dos serviços. escavação. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. 87 . inclusive sondagem. que fica sujeito ao ICMS). conforme o caso. perfuração de poços. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS.02 – Execução.

00 de IPI e R$ 12.00 D.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.000. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.000. por ocasião da aquisição desses bens. Exemplo: Aquisição de R$ 100.00 D.00 de ICMS: D. classificáveis no ativo circulante. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.000. que será adotado.00 = R$ 200.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.00 ICMS Líquido: R$ 1. opcionalmente. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .000.000.00 – R$ 200.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C. pelo contribuinte.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.00 de materiais para a produção.000. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.00 C.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100.000.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 = R$ 800. sendo recuperáveis R$ 10. em contas próprias.000.

art. e Registro de Saídas. modelo 2-A.Registro de Saídas.Registro de Controle da Produção e do Estoque. II . modelo 1-A.Registro de Saídas. a critério do Fisco. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. serão utilizados por contribuinte sujeito.1970. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. 87): I . o contribuinte do ICMS deverá manter.Movimentação de Combustíveis . IV .Registro de Entradas. modelo 3. modelo 1-A. modelo 5. V .Registro de Impressão de Documentos Fiscais. modelo 3.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.LMC. modelo 89 . conforme as operações ou prestações que realizar. modelo 6. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo.Registro de Apuração do ICMS.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. com as adaptações necessárias. modelo 2.Registro de Inventário. art. 63. III . em cada estabelecimento. e Registro de Saídas. modelo 7. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. Convênio SINIEF s/nº de 15. 51. VII . modelo 2-A. modelo 9. VIII . O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. e por atacadista. e Convênio SINIEF 6/89. Os livros Registro de Entradas. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. modelo 1.Registro de Entradas. modelo 2. IX . O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação.12. modelo 5. podendo. X . VI . modelo 1. os seguintes livros fiscais (art. simultaneamente. Os livros Registro de Entradas.

ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. indicações de seu interesse. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. 90 . É facultado ao contribuinte acrescentar. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. a critério do Fisco. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. Quando não houver período expressamente previsto. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. com clareza. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. Autenticação Os livros fiscais. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. desde que não lhes prejudiquem a clareza. 2. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. ser dispensado: 1. Não se tratando de início de atividade. Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. como contribuintes do respectivo imposto. nos livros fiscais. de forma a impedir sua substituição. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias.

Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. salvo para serem levados à repartição fiscal. adotando-se. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. seja filial.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. Incorporação. a qualquer título no estabelecimento. vedada a sua centralização. sucursal. os livros fiscais. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. Os lançamentos serão feitos. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. desdobrados em tantas linhas 91 . Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. Ajuste SINIEF nº 01/92. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. Os lançamentos serão feitos operação a operação. as providências fiscais cabíveis. conservação e exibição ao Fisco. fábrica ou outro qualquer.12. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas.1970. quando solicitado. Para maiores detalhes. documento por documento. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. mediante prévia autorização do Fisco estadual. depósito. agência. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. os livros fiscais em uso. Fusão. no ato da devolução. incorporação. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. modelos 1 ou 1-A. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. em ordem cronológica. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. para o seu nome. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. transformação ou aquisição.

bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. colunas sob os títulos "ICMS . quando for o caso. 3. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. facultado. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. número e data do documento fiscal correspondente à operação. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. 4. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. colunas sob os títulos "IPI . se for o caso. 6. onde se localiza o estabelecimento emitente. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. 2.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. 8. 5. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. b) coluna "Outras": valor da operação. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. série e subsérie. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição.quantas forem as naturezas das operações. da seguinte forma: 1. 92 . b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. estadual e no CNPJ.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. colunas sob os títulos "ICMS . c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. 7. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. às unidades da Federação. segundo o Código Fiscal anexo. nas colunas próprias.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados.

"outras" e na coluna "observações". segundo a data de emissão dos 93 . Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. totalizando-os. 16/89 03/94 e 06/95. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. colunas sob os títulos "IPI . Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. b) coluna "Outras": valor da operação. deduzida a parcela do IPI.9. se consignada no documento fiscal. quando for o caso. REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. coluna "Observações": anotações diversas. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. 10. para efeito de lançamento global. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. Ajustes SINIEF nº 01/80. segundo a natureza da operação. modelos 2 ou 2-A. a qualquer título. no último dia do período de apuração. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação.1970. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. pelo total mensal. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. o valor do imposto pago por substituição tributária. "base de cálculo.12. 01/82. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. do estabelecimento. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais.

colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. sendo permitido o registro conjunto dos documentos. se consignada no documento fiscal. deduzida a parcela do IPI.documentos fiscais.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. se consignada no documento fiscal. Os lançamentos serão feitos. 5. série e subsérie. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. deduzida a parcela do IPI. colunas sob os títulos "ICMS . b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. b) coluna "Outras": valor da operação. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. de acordo com o CFOP. 4. nas colunas próprias. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. emitidos em talões da mesma série e subsérie. 3. quando for o caso. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. de numeração seguida. 7. pelos totais diários das operações da mesma natureza. colunas sob os títulos "IPI .Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. 2. números inicial e final e data do documento fiscal emitido. da seguinte forma: 1.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. 6. colunas sob os títulos "ICM .

1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. quando for o caso.documento fiscal. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. "base de cálculo" e na coluna "observações". quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. correspondente a cada operação. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. marca. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. coluna "Observações": anotações diversas.12. 5. 2. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. separando as destinadas a não contribuintes. metros. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . modelo 3. colunas sob o título "Documento": espécie. da seguinte forma: 1. quadro "Produto": identificação da mercadoria. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. litros. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. 95 . quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. de acordo com a legislação do IPI. à produção. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 8. 3. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. tipo e modelo de mercadorias. 6. dúzias etc). 4. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. Os lançamentos serão feitos operação a operação. correspondentes às entradas e às saídas.

a quantidade saída. em se tratando de produto acabado. em se tratando de produtos acabado. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. Nota: é facultado o lançamento de totais diários.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. coluna "Estoque": quantidade em estoque. após cada lançamento de entrada ou de saída. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. a quantidade saída. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. a qualquer título. a qualquer título. quando de direito. de produto industrializado no próprio estabelecimento. b) coluna "Produção . imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. na coluna "Estoque". quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . será registrado o valor total atribuído às mercadorias. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. nesta última hipótese. a qualquer título. na coluna "Observações". 7. quando devido. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. Nota: é facultado o lançamento diário.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. 8. produto intermediário e material de embalagem. para industrialização no próprio estabelecimento. Se a saída estiver amparada por isenção.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. não compreendidas nas alíneas anteriores. produto intermediário e material de embalagem. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. e) coluna "IPI": valor do imposto. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. imunidade ou não-incidência. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. consignando-se o fato. 96 .

No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. em que. ou a ele equiparado. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. 3. que será transportado para o mês seguinte. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. será registrada a utilização de cada ficha. poderá autorizar o industrial. observada a ordem numérica crescente. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. A Secretaria da Receita Federal. a agrupá-los numa mesma folha. coluna "Observações": anotações diversas. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. acusando o saldo das quantidades em estoque. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. ser substituído por fichas. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. mantidas as outras simplificações. as quais deverão ser: 1. 2. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial.9. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. numeradas tipograficamente.

os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. e à Secretaria de Fazenda do Estado. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. quando solicitados. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". anexando modelo dos formulários adotados. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. 2. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". nas colunas próprias. quando exigida pelo Fisco. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. da seguinte forma: 1.12. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. poderão independentemente de autorização prévia. para posterior confecção dos documentos fiscais.1970. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. Os lançamentos serão feitos operação a operação. por escrito. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. aos fiscos federal e estadual. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente.atacadistas. Os lançamentos serão feitos. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. coluna "Autorização de Impressão . modelo 5. 98 . que jurisdicionar o estabelecimento optante.

série e subsérie de documento fiscal. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". formulários contínuos etc. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. b) coluna "Notas Fiscais": série. formulários contínuos etc.1970. modelo 6. 4. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. nos quadros e colunas próprios. quando exigida pelo Fisco. folhas soltas. bem como a lavratura. folhas soltas. Nota Fiscal de Entrada. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. vendas a não contribuintes. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Nota Fiscal de Produtor. 5. 3. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. Nota Fiscal de Venda a Consumidor.12. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. 5. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". pelo fisco. 4. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados.3. da seguinte forma: 1. para posterior confecção do 99 . coluna "Observações": anotações diversas. de termos de ocorrências. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. Os lançamentos serão feitos operação a operação. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. Os lançamentos serão feitos. 2. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.

as mercadorias. em poder de terceiros. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. os produtos intermediários. no mínimo. as mercadorias. serão destinadas para lavratura. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. coluna "Impressos . as matérias-primas. 9. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. inclusive: a) extravio. 7. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. No livro serão também arrolados. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. as mercadorias. 2. destina-se a arrolar. os produtos intermediários. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. as quais devidamente numeradas. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. b) supressão da série e subsérie. coluna "Observações": anotações diversas. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. os materiais de embalagem. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. separadamente: 1. modelo 7. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. do estabelecimento impressor. em 100 . as matériasprimas. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. 6.documento fiscal. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". deverão ser incluídas no final do livro. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. de termos de ocorrência. pelo fisco.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. 50% (cinqüenta por cento). os materiais de embalagem. Do total de folhas deste livro. as matérias-primas. 8. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. existentes no estabelecimento à época do balanço. os produtos intermediários. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro.

Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. nas colunas próprias.poder do estabelecimento. 6. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. o valor será o de seu preço de custo.1970. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. tipo e modelo.12. da seguinte forma: 1. litros. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. o total geral do estoque existente. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Os lançamentos serão feitos. coluna "Classificação Fiscal": posição. dúzias etc). metros. 5. quando este for inferior ao preço de custo. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. Após o arrolamento. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . 2. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. coluna "Observações": anotações diversas. tais como: espécie. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. marca. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. 4. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. inciso e subinciso referidos no item 1. 3. ainda. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação.

as seguintes indicações: I . No livro serão registrados. aquisições e prestações de serviços. em função da periodicidade das apurações do ICMS. no mínimo. Será lavrado termo de arrecadação. também.1970. 102 .GI/ICMS. que conterá. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. destinada a apurar a balança comercial interestadual. em 2 (duas) vias. Os livros e documentos fiscais. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em campos próprios. V . destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS.inscrição estadual.período de referência. para a repartição fiscal competente.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . no mínimo.12. bem como outros papéis. os valores relativos á base de cálculo. das operações de entradas e saídas. separadamente. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. IV . os débitos e os créditos fiscais do ICMS. podendo conter outros elementos previstos na legislação. que constituam provas de infração à legislação tributária. documento de informação e apuração do imposto.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS.1970. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês. em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via.O livro Registro de Apuração do ICM. imposto e demais informações de apuração do ICMS.identificação do contribuinte. Deverá ser informado. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. modelo 9. A guia será preenchida. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS.12. II . bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. por unidade federada. III .

alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1.GI/ICMS: 1. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. IV – Registro de Inventário. 3. bem como a escrituração dos livros fiscais. que tenha condições de gerar arquivo magnético. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. de microempresa e produtor agropecuário. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. II – Registro de Saídas. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. de 15 de dezembro de 1970. conforme a legislação específica de cada unidade federada. a seguir enumerados. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco.12. e no Convênio SINIEF 06/1989. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . 2. 2. serão 103 . e V – Registro de Apuração do ICMS. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC.b) a 2ª via. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque.1970. devendo ser entregue pelo contribuinte. de 21 de fevereiro de 1989. AUTORIZAÇÃO O uso. por si ou quando conectado a outro computador. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. A GI/ICMS será de periodicidade anual.

modelo 8. quando se tratar de Nota Fiscal. nas entradas. III – por total diário. por espécie de documento fiscal. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). modelo 10. as informações a nível de item (classificação fiscal). nas aquisições. modelo 22. NOTA FISCAL 104 . II – por totais de documento fiscal. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. completa e atualizada do sistema. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. modelo 6. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. modelos 1 e 1-A. contendo descrição. PDV e de Máquina Registradora. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. em meio magnético. modelo 7. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. nas saídas. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. nos demais casos. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. modelo 9. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. por equipamento. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. A critério de cada unidade da Federação. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. d) Conhecimento Aéreo. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. em requerimento preenchido em formulário próprio. IV – por total diário. documentação minuciosa. quando solicitado. O contribuinte estará obrigado a manter.

quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. em cada formulário. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. de 15 de dezembro de 1970. 5. modelo 1 e 1-A. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. no mínimo. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. a expressão "Folha XX/NN". o número total de folhas utilizadas (NN). com registro fiscal. no referido campo "Informações Complementares". 2. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. exceto o último. das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. a expressão "Folha XX/NN – Continua". remeterá às Secretarias de Fazenda. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. 4. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . será emitida. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). obedecido o seguinte: 1. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. ARQUIVO MAGNÉTICO . ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. omitir-se-á. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. de 21 de fevereiro de 1989. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. salvo o disposto no item 3 abaixo.A Nota Fiscal. arquivo magnético. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. que também deverá conter. nos casos estabelecidos neste Convênio. 3. o contribuinte. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. nos formulários que antecedem o último. prevista no Convênio SINIEF 06/89. deverá constar. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário.

que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. reiniciada a numeração quando atingido este limite. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. em ordem consecutiva de 000. obedecida sua ordem numérica seqüencial. por modelo. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos.001 a 999. em ordem numérica seqüencial consecutiva.no trimestre anterior. em caráter excepcional. independentemente da numeração tipográfica do formulário.999. estadual e no CNPJ. II – ser impressos tipograficamente. por estabelecimento. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. por sistema eletrônico de processamento de dados. o endereço e os números de inscrição. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). a data e a quantidade da impressão. c) do número de inscrição estadual. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. IV – conter o nome. do impressor do formulário. o número da Autorização para Impressão de 106 . b) do número de inscrição no CNPJ.

É permitida a utilização de formulários em branco.999. desde que sejam separados por 107 . em cada um deles. V – quando inutilizados. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. pelo prazo de cinco (5) anos. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. 2. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. mensal ou anualmente. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos.Documentos Fiscais – AIDF. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. Registro de Saídas. Obedecida a independência de cada livro. antes de se transformarem em documentos fiscais. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. no máximo. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. segundo a legislação de cada unidade federada. em ordem numérica seqüencial. de 15 de dezembro de 1970. nos termos previstos no Convênio S/Nº. Registro de Controle da Produção e do Estoque. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. reiniciada a numeração quando atingido este limite. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. em ordem numérica consecutiva de 000. desde que. Relativamente aos livros Registro de Entradas. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. Registro de Inventário. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. 500 (quinhentas) folhas.001 a 999. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração.

Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. marca. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. tipo ou modelo de mercadoria. marca. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. equipamentos e informações em meios magnéticos. a apuração dos estoques. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. com observações relativas às alterações. e respectivas datas de ocorrência. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. juntamente com cada livro fiscal. se houver. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. quando exigido. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. a critério de cada unidade da Federação. 108 . contados da data do último lançamento. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. tipo ou modelo de mercadoria. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. contendo apenas os códigos neles utilizados. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. tomar-se-á por base o menor. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. em emissão específica de formulário autônomo.

ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . senhas.Registro de Apuração do ICMS. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. tais como. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária. IV .EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD. quando exigido. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD.Registro de Apuração do IPI. III .Registro de Inventário. V . os registros ainda não impressos. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro.Registro de Entradas.IPI. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco.Registro de Saídas. II .ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . 109 . por meio de emissão específica de formulário autônomo. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha.

relacionados com a infração. Para tais fins.06. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. instituído pelo Decreto 6. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . 3º.ICP-Brasil pelo contribuinte. Entretanto. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. quando o montante do tributo apuração. a partir de 01.01. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital.2008. acompanhada. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos.022/2007. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. art. Antes de ser recebido. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008. tributárias é o caso. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. de forma irretratável. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. assinatura digital e transmissão do arquivo. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. não basta a escrituração. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração.Desta forma. portanto. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. o arquivo digital passará. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. 110 . com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida.SPED. incluindo-se aí o ICMS.2009. Receita.

999-99. de 05 de dezembro de 2003. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. Justa S/A. deixando. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. com a respectiva correção monetária e juros. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. de bens salvados de sinistros. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. 111 . STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. vem.00. respeitosamente. Atenciosamente.999. no valor de R$ 1. para uso próprio. contribuinte do ICMS.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. com isenção de ICMS. incide o ICMS. que ora favorecem o contribuinte. o que faz nesta data. por pessoa física.00. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. ora lhe beneficiam. pessoa jurídica de direito privado. Outrossim. Portanto. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea.999. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. de recolher R$ 180.000. inscrita no CNPJ sob nº 99. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. Curitiba. portanto. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. Deste modo. 02 de dezembro de 2004.

restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação.STF . Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes.1. Súmula nº 660 .STF . incide o ICMS.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. ao ISS. gravados em fitas de videocassete. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . apenas. destinado a uso próprio. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. está sujeita. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. Súmula nº 661 . ainda que envolva fornecimento de mercadorias.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior.STF . personalizada e sob encomenda.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. p. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS. SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 .

do parcelamento. atendendo as necessidades de cada UF. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. do contribuinte. quando se tratar de parcelamento. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. XVII – Campo 16 – Nome. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. a firma ou a razão social. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. XIII – Campo 12 – Microfilme. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. conforme o caso. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. incluindo o ICMS. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. conforme o caso.

São Paulo 27 – 2 .Paraná 18 – 3 .Rondônia 24 – 8 .Acre 02 – 7 .Amapá 04 – 3 .Rio Grande do Sul 22 – 1 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 .Roraima 25 – 6 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida. XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias. o número e complemento do endereço do contribuinte. XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Pernambuco 19 – 1 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Piauí 20 – 5 .Distrito Federal 08 – 6 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Sergipe 28 – 0 .Ceará 07 – 8 .Espírito Santo 10 – 8 .Bahia 06 – 0 .Mato Grosso 14 – 0 .Rio de Janeiro 23 – 0 .Paraíba 17 – 5 .Minas Gerais 15 – 9 .Goiás 12 – 4 .Rio Grande do Norte 21 – 3 .Tocantins 114 .Amazonas 05 – 1 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Maranhão 13 – 2 .Alagoas 03 – 5 .Pará 16 – 7 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras. XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador. XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Santa Catarina 26 – 4 .

da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.Código 60001-6. produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91. g) ICMS Autuação Fiscal . a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback".Código 10003-0. do regime ou.Código 10008-0.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. para exportação. m) ICMS Substituição Tributária por Operação . comprovada mediante a entrega. k) Taxa . de cópias dos seguintes documentos.Código 15001-0. Obriga-se. O benefício previsto: 1. o importador a proceder à entrega. b) das quais resultem.Código 100048. de documento equivalente. cópias da Declaração de Importação. com a expressa indicação do bem a ser exportado. l) ICMS recolhimentos especiais . em qualquer caso. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação .Código 50001-1.Código 10002-3. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado.Código 10009-9 Base: art. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. de documento equivalente. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. na inexistência deste. expedido pelas autoridades competentes. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório.DDE. de 25 de abril de 1991. f) ICMS Importação . e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação. d) ICMS Transporte . c) ICMS Energia Elétrica . quando prevista na legislação estadual. ainda.Código 10006-4. i) ICMS Dívida Ativa . pela repartição federal competente. j) Multa p/infração à obrigação acessória . à repartição a que estiver vinculado.Código 10005-6. h) ICMS Parcelamento .Código 10001-3. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . na inexistência deste.Código 10007-2.

Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. conforme o caso. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . multa e demais acréscimos legais. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. também. estando conectado à internet. consignando-se. 116 . calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. novo Ato Concessório. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". Amplitude A isenção estende-se. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. Entretanto. 2. ato Concessório aditivo. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . resultando na descaracterização do benefício previsto. também.1. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. inclusive com a finalidade de exportação.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação.

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