ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.01.2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.Contabilização Crédito Presumido .Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias. Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.

surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias./88 (na redação da EC nº 3/93). Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. substituindo o IVC. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18.F.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. O IVC possuía natureza mercantil. I. não apresenta as características de cumulatividade. a começar do produtor até o consumidor final. 155. Já o art.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. Sendo assim. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. extinguindo os impostos especiais. Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. e minerais do País. portanto um imposto com incidência “em cascata”. de 01 de dezembro de 1965. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. b. Era. energia elétrica. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. da C. incidindo em todas as fases de circulação. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. 5 . uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. diferentemente do IVC. próprias dos impostos em “em cascata”. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. isto é.544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3. A inovação do ICM advém de que. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. de competência federal. pela Assembléia Nacional Constituinte. o IVC era exigido. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. de incidência única. do produtor até o consumidor.

compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal... nem sempre respeitadas pelos entes federados... . onde abate-se do montante devido 6 . a nossa Carta Magna estabelece.. ou seja.. Este sistema é conhecido como “débito x crédito”.. emendas constitucionais... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18.1993. ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa........... inciso II. no artigo 155.....Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -. leis complementares. § 2º......... A lei.. NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo. medidas provisórias. II . Do ponto de vista tributário.. mas que passamos a apresentar a seguir. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal.) A Constituição Federal determina........ leis ordinárias. da Constituição Federal...ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5.... Sua base constitucional é o artigo 155. leis delegadas.. As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal. em razão de introduzirem modificações em seu texto. a seguir reproduzido: Artigo 155 . as diversas características do ICMS..03.. A Constituição Federal atribui a competência tributária.. senão em virtude da lei.. envolvendo desde a Constituição Federal. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. ainda.... decretos legislativos até as resoluções. deve ser compreendida no seu sentido amplo...operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.... como um processo legislativo...... no inciso 1 do artigo 150.... submetendo todas as demais normas jurídicas. A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário. impondo limitações ao poder de tributar..... que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça. ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual.

acesse o tópico Alíquotas. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. O Estado de São Paulo. iates. por exemplo. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. ALÍQUOTAS INTERNAS .progressivamente). Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. Dependendo do Estado.PISO 7 . b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. bebidas. nem sempre respeitados pelos entes federativos. em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. interestaduais e de exportação. fumos. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. 25% para consumo superior a 200 kWh . onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. Para maiores detalhes. Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. agricultor etc. nesta obra. seletivamente). salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. daí surgindo as famosas “guerras fiscais”.

00 = R$ 60. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como. b) a alíquota interna. art. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. isenções. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais.000. quando o destinatário não for contribuinte dele. como “diferencial de alíquotas”. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. assim como sobre o serviço prestado no exterior. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. por parte de contribuintes do imposto.00 3. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino. quando o destinatário for contribuinte do imposto. chamando-se esta diferença. Portanto. Assim. "g". quando o destinatário for contribuinte do imposto. quando da aquisição. 8 . Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120.00 menos R$ 120.00.000. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. deverá este recolher. de mercadorias para consumo próprio. qualquer que seja a sua finalidade. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120.00 x 18% = R$ 180. oriundos de outro estado da federação. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem.00. neste caso. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. bem ou serviço. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. no valor de R$ 1. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto.00 2.

dentre outras (Art. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. tendo por finalidade. ao ISS. 3. e energia elétrica. REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. configure fato gerador dos dois impostos. 153. o Distrito Federal e os Municípios. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. inclusive lubrificantes. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. em matéria tributária entre a União. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. 9 . OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. personalizada e sob encomenda. para uso próprio. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. por pessoa física. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. 2. quando a operação. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. ENERGIA ELÉTRICA. operações que destinem a outros Estados petróleo. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. está sujeita. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). ainda que envolva fornecimento de mercadorias. sobre o ouro. apenas. 146. o montante do imposto sobre produtos industrializados. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização.b) sobre o valor total da operação. nas hipóteses definidas no art. os Estados. na base de cálculo do ICMS. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO.

Hierarquicamente. "a". LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). bases de cálculo e contribuintes. em seu artigo 155. 99/99. de serviços e de mercadorias. e) excluir da incidência do imposto. Tem aplicação em âmbito nacional. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. nestes termos: XII . isenções.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. crédito. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. 102/2000. a dos respectivos fatos geradores. b) dispor sobre substituição tributária. nas exportações para o exterior. 120/2005 e 122/2006. lançamento. g) regular a forma como. Como o próprio nome diz. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). inciso XII. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. A própria CF. d) fixar. prescrição e decadência tributários. b) obrigação. como a 92/97. sem alterálos. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. f) prever casos de manutenção de crédito. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. compete à lei complementar a atribuição de. 114/2002. bem como. Na verdade. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. tão-somente.

porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. 11 . ao se deparar com tais ilegalidades. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . Para a ministra. por exemplo. decretos ou atos normativos). concede benefício tributário é passível de nulidade.287. todas as normas estaduais (sejam leis. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. antes de entrar em vigor no mesmo. 155. sendo a primeira delas o princípio da legalidade. parágrafo 2º inciso XII. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. relatora do processo. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. veja o tópico respectivo. o qual estabelece. A ministra Eliana Calmon. Em processo Resp 556. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. Ato de governador de Estado que. mediante simples Decreto do Executivo. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma.ICMS Hierarquicamente. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. no inciso VI. nas regulamentações estaduais do ICMS.art. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. como. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. Após a edição do Convênio. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. e adotar a medida legal que julgar pertinente. letra "g". proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. na área do ICMS. mediante decreto. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. por exemplo. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. como. O contribuinte. Para detalhamentos sobre Convênios. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado. Temos. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício.

inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. de competência dos Municípios. mercadorias ou valores. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. por qualquer via. a recepção. concluiu a relatora. de petróleo. no território do Estado destinatário. jornais. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. qualquer que seja a sua finalidade."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. quando destinados à industrialização ou à comercialização. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. VIII – sobre a entrada. por qualquer meio. a emissão. IV – operações com ouro. Aliás. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. por pessoa física ou jurídica. inclusive a geração. a retransmissão. ou serviços. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. Dentro desse enfoque. com convênio aprovado por decreto legislativo". II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. não se há de comparar decreto do governador. e de energia elétrica. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. a transmissão. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. periódicos e o papel destinado a sua impressão. bens. em matéria de isenção do ICMS. decorrentes de operações interestaduais. restaurantes e estabelecimentos similares. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. de pessoas. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior.

física ou jurídica. qualquer que seja a sua finalidade. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. para fins de não incidência. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. de competência dos Municípios. VIII – operações de arrendamento mercantil. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. ainda que para outro 13 . mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. pelo próprio autor da saída. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. que realize.cambial. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. comercial ou de outra espécie. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar. destinada a: a) empresa comercial exportadora. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I .

devendo a autoridade responsável. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 14 . considera-se ocorrido o fato gerador neste momento. X .do ato final do transporte iniciado no exterior. III . a retransmissão. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. feita por qualquer meio. a recepção. 2. no Estado do transmitente. cartão ou assemelhados.estabelecimento do mesmo titular. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro.do recebimento.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. VII .da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior.da transmissão de propriedade de mercadoria. de qualquer natureza. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. como definido na lei complementar aplicável. V . pelo depositário. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. inclusive a geração. exigir a comprovação do pagamento do imposto. bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. pelo destinatário. salvo disposição em contrário. II . de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço.das prestações onerosas de serviços de comunicação. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. Após o desembaraço aduaneiro. VI . XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. IV . a transmissão. a emissão.do fornecimento de alimentação. VIII . quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. ou de título que a represente. salvo disposição em contrário. a entrega. Notas: 1. Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. de serviço prestado no exterior.

taxas. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. de todos os encargos relacionados com a sua utilização.da utilização.XIII . 6 . se for o caso. III e IV anteriores. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . compreendendo mercadoria e serviço. por contribuinte. 15 . sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço. o valor da operação. 7 . o valor da operação. nos termos da lei aplicável.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. como definido na lei complementar aplicável. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. 2. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. a) o valor da operação.na hipótese de importação de bens ou mercadorias.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Notas: 1. b) imposto de importação. o preço do serviço. 5 .na hipótese de serviço prestado no exterior.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. 2 . e) quaisquer outros impostos. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação.na saída de mercadoria prevista nos itens I. na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. o valor da prestação do serviço. c) imposto sobre produtos industrializados. contribuições e despesas aduaneiras.na hipótese do item II anterior. 3 . acrescido. substituirá o preço declarado. b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. d) imposto sobre operações de câmbio. 4 .

16 . 2) Contribuinte Substituído: é aquele que. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. bem como descontos concedidos sob condição. concomitantes ou subseqüentes. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. o valor da prestação no Estado de origem.o valor correspondente a: a) seguros. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. recebidas ou debitadas.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. 9 . nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. sejam antecedentes. por contribuinte. II . b) frete. o valor da operação de que decorrer a entrada.o montante do próprio imposto. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. inclusive na hipótese de importação: I . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS.8 . caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. que seja contribuinte do imposto. SEGUROS.na hipótese da utilização. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. juros e demais importâncias pagas.

c) a margem de valor agregado. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . no que se refere à alíquota. b) o montante dos valores de seguro.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240. inclusive lucro. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço. seja fixado por órgão público competente.em relação às operações ou prestações subseqüentes. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. para fins de substituição tributária. Este valor será somado na fatura/duplicata. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. único ou máximo. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. II . obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. a base de cálculo do imposto. Portanto. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. base de cálculo. será: I . trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente. relativa às operações ou prestações subseqüentes.00 Valor total da fatura: R$ 1.240. deverá observar às disposições da legislação paulista. é o referido preço por ele estabelecido. Base de Cálculo A base de cálculo. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. para fins de substituição tributária. em razão da sistemática substitutiva do ICMS.000.

ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. 18 .1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. b) – ao destinatário da mercadoria. parágrafo 1º. quando contribuinte do ICMS. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento. 1.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. quando contribuinte do ICMS. Observe que. encerrando-se o ciclo de tributação. exceto se produtor rural ou microempresa. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. estabeleceram que. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. da Lei Complementar 87/1996). as Unidades da Federação. concomitantemente à ocorrência do fato gerador. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. exceto se produtor rural ou microempresa.não mais terão recolhimento do ICMS. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. 1. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. na prestação interna. Considerando este fato. 6º.

além das indicações exigidas pela legislação. em sua escrita fiscal. – da saída subsequente por ele promovida.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. ainda que isenta ou não-tributada. o contribuinte substituído. Exemplo de Cálculo: 19 . com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. concomitantes ou subsequentes. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. mercadoria sujeita à substituição tributária. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. também devidamente atualizados. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. procederá ao estorno dos créditos lançados. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . Havendo decisão contrária irrecorrível. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. do valor objeto do pedido. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. de dentro ou de fora do Estado. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. o contribuinte substituído poderá se creditar. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária.

fixado a varejo. Teremos então: 1. na falta deste. 4. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. para tanto. Ou seja. ou na sua falta.000. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .GNRE.00 = R$ 240. sempre que o 20 . O estabelecimento fornecedor. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. é de R$ 2. em conta especial. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS. O preço de venda. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético. A critério do fisco de cada unidade federada. ou. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. (2 .000. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento.000.000. em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto.3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360.00.00. localizada na praça do estabelecimento remetente.00.00 x 12% = R$ 120. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2.000. 3.ASBACE. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. para o lote das mercadorias. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante. Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. no valor de R$ 1. poderá deduzir o valor do imposto retido. devendo. para atacadista situado em outro estado da federação. A alíquota interestadual é de 12%.00 – R$ 120. na próxima operação. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida.00 2.00 = R$ 360. de posse da nota fiscal.00. ainda.00.

para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. LC 87/1996. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. Convênio ICMS 81/1993. no momento da ocorrência do fato gerador. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior. 150. ou com seus registros totalizadores zerados. ou o título que a represente. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. art. desde que inclua todas as operações citadas. onde se encontre. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. o do estabelecimento que transfira a propriedade. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. importado do exterior. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. § 7º. b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . como dispuser a legislação tributária. Temos então. O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. o do domicílio do adquirente. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. quando não estabelecido.Substituição Tributária (GIAST). importado do exterior. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. • • • 21 . Bases legais: CF.

de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. emissão. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. crustáceos e moluscos. ampliação e recepção. nos demais casos. por contribuinte. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. cartão. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. onde se encontre o transportador. na hipótese da utilização. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. por contribuinte. lubrificantes e combustíveis dele derivados. inclusive consumidor final. na hipótese de captura de peixes. assim entendido o da geração. na hipótese da utilização. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . o do estabelecimento destinatário do serviço. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. repetição. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. como dispuser a legislação tributária. o do estabelecimento destinatário do serviço. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. quando prestado por meio de satélite. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. onde seja cobrado o serviço. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados.• • aquele onde seja realizada a licitação. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. o de desembarque do produto. transmissão e retransmissão. ou assemelhados com que o serviço é pago.

decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. 23 .00 = R$ 40. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. IV – vier a perecer.00. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.O imposto é não-cumulativo. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.000. deteriorar-se ou extraviar-se. II – para comercialização ou prestação de serviço. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização.00 – R$ 10. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. no estabelecimento. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. Valor do ICMS a pagar: R$ 50.00 Valor do imposto anteriormente cobrado. exceto se tratar-se de saída para o exterior. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado.000. real ou simbólica. Salvo prova em contrário.000.000. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. 20 da Lei Complementar 87/96). exceto as destinadas ao exterior.000. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente.

se for o caso. a diferença será transportada para o período seguinte.havendo saldo remanescente.000.00 R$ 10.00 R$ 50. II .2001.00 R$ 40. por um lapso da escrita fiscal do adquirente. a mesma não foi lançada no registro de entradas. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art.01. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.11. a partir de 01. Tinha um saldo credor acumulado. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I . LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores.2005. teve R$ 50.00 de créditos. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. No período de apuração. por força da LC 120/2005.000.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos.000.00. jornais e periódicos.000. Se. do período anterior. E. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. o respectivo direito deixará de existir.2006.11. e por conseguinte.00. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 .000. até 16. 23 da LC 87/96). não foi creditado o ICMS respectivo.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado. Na ocasião.000. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31.12. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser. de R$ 10.000.

Base: art. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. § 1º da LC 87/1996. Os governos voltaram à sensatez. 26 da LC 87/1996. aguçados pela politicagem e 25 . Entretanto. especialmente na área do ICMS. e em 23. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I . a partir de 26. Lamentável. no afã de atrair investimentos. se positiva. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. caso contrário.2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. em todos os aspectos. para um determinado período. II . a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. produzem uma legislação de incentivo. mas.10. 25. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. revogando a restrição. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. ao fim do período. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora.contribuintes do mesmo Estado. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação.2005. Base: art. A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005.que. III . Obviamente que não se deve repudiar tais esforços. que pagará a diferença apurada. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte.12. Na hipótese do item III. a atitude dos governos envolvidos. § 1º da LC 87/1996.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. tendo como base determinados benefícios. previstos no art. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. 25. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações.

recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . entretanto. A falta da informação no documento da operação ou prestação. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. remetida. Minas Gerais. Rio Grande do Sul. parágrafo 2º inciso XII. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. a um contribuinte situado em seu território. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. Paraná. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. pelos investimentos privados. entre os Estados da federação. É um verdadeiro absurdo. Trata-se de uma disputa predatória. a qualquer título. Rio de Janeiro. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. Finanças. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. Entretanto. Santa Catarina e São Paulo. sem ciência. mas da punição sofrida por aquele que. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. adquire mercadorias em outro estado. a qualquer custo. típico de legislação autoritária. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975.2004. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. sem 26 . ainda. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. Receita ou Tributação. Diante da gritaria geral. 155. as bases da restrição continuam válidas. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. letra "g". Nesta obra. desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda.04.art. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. conforme o caso.

ADIN nº. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. PARANÁ Produtos de informática. BAHIA Cobre e derivados do cobre .ADIN nº 2561-9. Empreendimentos do PRO-DF . produtos de informática e automação. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S. bubalino ou suíno.ADIN nº 1179-1. DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores.ADIN 2441-8. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. industrialização de pescados.ADIN nº 2548-1. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. Assim. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. Financiamentos vinculados ao ICMS . Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". MATO GROSSO DO SUL 27 . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando. RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria . através do Comunicado CAT 36/2004. acertem os ponteiros entre si.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado. gado.Financiamento de 70% do ICMS . A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . Insumos para a fabricação .Paulo.ADIN nº 2440-0 e 2543-0.2156-7. coelho. gado bovino.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves. Produtos do abate de aves.

e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). .Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). m) de produtos de higiene. com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16. limpeza e conservação domiciliar.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido. n) de produtos de higiene. aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). verduras. tubérculos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16. c) de frutas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais . b) de farinhas.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. Em relação aos demais incentivos. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). raízes.ADIN nº 2439-6.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II.Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). i) de máquinas.Programa Geral de Incentivos Fiscais .BAHIA . concedidos por produto e região do Estado.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Setor industrial . k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16.AMAZONAS . f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). 28 .

667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). açúcar refinado e cristal. polvilho. alho. concentrado ou simples concentrado. . b) de animais vivos das espécies: bovinos. pescados e seus derivados. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. óleo de soja. leite em pó.5% sobre o montante das operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. farinha de mandioca.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal.5% sobre o montante das operações interestaduais). . aves.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. bufalinos. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs.DISTRITO FEDERAL . hidratante ou adicionados de óleos especiais. (crédito presumido de 9. Cream Craker. sabão em barra.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária.: para carnes. exceto os glicerinados. macarrão tipo comum. feijão. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). p) de móveis (crédito presumido de 16. halvarina. papel.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16. partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94. g) de outros produtos do gênero alimentício. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. . fubá de milho. e pescado.5% sobre o montante das operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). pão francês de 50g. ovinos. coelhos. sabonete. rapadura. no período de 23/06/99 a 19/12/99. margarina. crédito presumido de 11%. sal de cozinha.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. café torrado e moído. Maisena e Maria. papel higiênico. água sanitária. bem como as carnes. q) de embalagens (crédito presumido de 16. leite tipo C. exceto carnes. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16. rãs. creme vegetal.Artigos esportivos importados .o) de artigos de escritório e papelaria. arroz. caprinos.Componentes. r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. pescados e seus derivados 29 . suínos. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. extrato de tomate. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).

roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9. c) Produtos alimentícios. produção ou industrialização (crédito presumido. . 4809. de higiene e bebidas (crédito presumido de 3. e a partir de 01/08/2000 de 3%). lubrificantes. b) Central de distribuição . que pode excluir determinada mercadoria. 40.070 (crédito presumido de 2%) Obs. exceto café.902 e 41.804.410.(crédito presumido de 47. 40. bolsas. n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores. 40. j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9. l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).(crédito presumido de 3% a 8%). 4810. no período de 21/11/94 a 31/07/2000. combustíveis.5% sobre o montante das operações interestaduais). 4817 e 4823.5% a 52. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. . mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados .Qualquer mercadoria. . 4811.5%). e.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano). de limpeza.ESPÍRITO SANTO .GOIÁS .5% sobre o montante das operações interestaduais).130.(crédito presumido de 10.5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. energia elétrica.100. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. 4807. . (crédito presumido de 10.5% sobre o montante das operações interestaduais).25% a 19. 4804.códigos NBM-SH 4802. quando não seja elaborado sob encomenda. de 2%.MATO GROSSO DO SUL .5% sobre o montante das operações interestaduais). calçados.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos. .Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. lingerie. m) de papel .: Dependente de autorização. 40.5% sobre o montante das operações interestaduais). (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais).Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).5% sobre o montante das operações interestaduais).

h) Fármacos e Químicos .Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses.FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº.Rio Portos . 23. m) Geral .Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas . 24. 2.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa). 24. f) Petróleo e Derivados . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro . distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo.Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24. d) Geral .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. c) Importadores .Financiamento vinculado ao ICMS .Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro .indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . g) Plástico e Resinas Plásticas .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. j) Têxteis .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial. 31 .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência).858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias . Decreto 23. o) Industrial. desodorante.Programa de Atração de Estruturantes . talco.até 9% do valor da importação (Lei nº.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações . cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social .RIO EMPRESA EMERGENTE.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro .857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos . 24. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição .862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. l) Geral .Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro .de 22/09/2000 a 31/12/2002).RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 24.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. i) Autopeças e Navipeças .RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 4. 24.823/97.RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. e) Geral .

do CTN. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções. os convênios passam a ter eficácia. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal. delegar.RIO GRANDE DO NORTE . pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que. com sede no Distrito Federal. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. pelo comportamento lesivo entre os Estados. os convênios que entre si celebrem a União. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. já que este corre o risco de ter um crédito glosado. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado. incentivos e benefícios fiscais do imposto.fazenda. O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto.35. isoladamente. são normas complementares das leis.br/confaz. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . o Distrito Federal e os Municípios. os Estados. O Conselho pode. para efeito de concessão ou revogação de isenções. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 .Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. Cabe a cada contribuinte. o mesmo deverá ser.COTEPE/ICMS para decidir.http://www.gov. expressamente. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais.COTEPE/ICMS.TOCANTINS . .Alimentos. inciso IV.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. . diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária . ratificando o Convênio. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. Só após aprovados legislativamente. incentivos e benefícios fiscais. observa-se que. em assunto técnico.

O SINIEF tem como objetivos: 1 .apreciar.: 18.assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. XIII . nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual.opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS. Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios.executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. Compete à COTEPE/ICMS: I . os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal. SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. 33 . III . VIII . formalmente.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho.a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. X .propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. XIV .U.apreciar as proposições de Convênios.1970 (D. XVI .propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS. XII . XI .executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ. V . II .opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais .1971). XV .CONFAZ. bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . IV .02.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS. pertinentes ou relacionados ao ICMS.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas. VII .SINIEF.apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais. VI . Protocolos e Ajustes SINIEF.do referido imposto em todo o território nacional.acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal.orientar as Secretarias de Fazenda.12.promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social.O. IX .

VI . manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. III .br. II . serão adotadas as seguintes medidas: I .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes. c) Município. operações e prestações.2 . no mínimo. CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá. composto.CONCLA. b) Distrito ou subdistrito. d) Unidade da Federação.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes.CNAE .IBGE e da Comissão Nacional de Classificação . na internet.firma ou razão social.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. II . III . o endereço é http://www. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas . IV . no mínimo.CNAE.Fiscal. a critério do Fisco estadual. interestadual e internacional. INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal.unificação dos documentos e livros fiscais. 34 .número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). desde que: I .número de inscrição estadual. poderão.instituição do código de classificação das situações tributárias.instituição da guia de informação e apuração do imposto. V . de: a) Rua e número. aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . IV . os seguintes elementos básicos: I . V .endereço.gov. de passageiros. Para consulta do CNAE-Fiscal.cnae. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário.Código de Atividades Econômicas. mesmo que através de códigos.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais.instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas.instituição de relação referente às saídas de mercadorias. II . constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas .ibge.Fiscal . UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.

Adquirida no mercado interno Tabela B .Nacional 1 .Com redução de base de cálculo 30 .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 . os documentos relativos a todos os locais envolvidos. em arquivo próprio.Diferimento 60 .Importação direta 2 .III .Estrangeira . onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço. Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989.Suspensão 51 .Origem da Mercadoria 0 . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB.CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual. nas guias de informação e em todas as análises de dados.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 . os códigos CFOP e respectivas aplicações.Tributada integralmente 10 . TABELA CFOP Veja.Não tributada 50 .CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais.Isenta 41 .Tributação pelo ICMS 00 . CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 .Estrangeira . Tabela A . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS. nesta obra. com base na Tabela B.Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS.

modelo 2. contenha declarações inexatas. 3. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". IV . devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta.1970.12. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. que não lhes prejudiquem a clareza. CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). fazendo prova apenas em favor do Fisco.Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 2. os seguintes documentos fiscais: I . III . a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados. PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação.Nota Fiscal. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. modelos 1 ou 1-A. 3. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. NÃO INCIDÊNCIA. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. salvo quando adotadas séries distintas. hipótese em que nada será anotado neste campo. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. não36 . esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. conforme as operações que realizarem. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. 4. 03/94 e 6/2008. modelo 4. o acréscimo de indicações de interesse do emitente. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. o documento que: 1. 2. 4.Nota Fiscal de Produtor. omitir indicações. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. II . INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. em todas as vias. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. com alterações posteriores. IMUNIDADE.

Atingido o número 999.incidência. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. seja matriz. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. em substituição aos blocos. estadual e no CNPJ. Para maiores detalhes.999. II . Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. sucursal. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. Cada estabelecimento. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. o endereço e os números de inscrição. por espécie. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". do estabelecimento emitente. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. filial.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte). agência. III . contínuos ou em jogos soltos. podendo. e 50 (cinqüenta). depósito ou qualquer outro. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. poderão usar formulários. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. série e subsérie e o número da via. acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. os de numeração inferior. em ordem crescente de 1 a 999. no mínimo. Em relação aos produtos imunes de tributação.o número de ordem. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. terá talonário próprio. modelo 2. numerados tipograficamente. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I .o nome. a emissão dos documentos poderá ser dispensada. IV . ou já tenham sido usados. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos. no máximo. 37 . SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados.a data da emissão. indicando-se o dispositivo legal respectivo. sem distinção por subsérie. essa circunstância será mencionada no documento fiscal.

12. em substituição aos mesmos. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. quebra ou furto do equipamento. tipo.os valores. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . Desobrigação O contribuinte. com receita bruta anual de até R$ 120. marca. portando o seu estoque de mercadorias.motivo e data da ocorrência.V . Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. modelo. tais como falta de energia elétrica. VI . o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a data e a quantidade da impressão. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries.00 (cento e vinte mil reais). VII . em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. impresso após a letra indicativa da série.ECF. inicial e final. IV e VII serão impressas. unitário e total. estadual e no CNPJ. 50. modelo 1 ou 1-A. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. modelo 2: a) será adotada a série "D". no mínimo. modelo 6: I . com ou sem utilização de veículo. dos documentos fiscais emitidos. que exerça atividade 38 .000. em 2 (duas) vias. quando exigida. modelo 2.o nome. espécie. sem estabelecimento fixo ou permanente. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. quantidade. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . a partir de 1. art.a discriminação das mercadorias. da Nota Fiscal.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. do impressor da nota. As indicações dos itens I. em ordem crescente. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. pessoa física ou jurídica. das mercadorias e o valor total da operação.1970. II.números. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. será permitida a emissão por qualquer outro meio. modelo 2. inclusive o manual. Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. II . o endereço e os números de inscrição. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais. para exibição ao Fisco.

tenda e similares. apenas o número e a 39 . poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. feirante. modelo 2. este atribuído pelo estabelecimento. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. será emitido o Cupom Fiscal ou. Integração de Equipamento A utilização. Nas hipóteses previstas acima. ou a Nota Fiscal. modelo 1 ou 1-A. sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta. emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). e utilizado como prova de infração à legislação tributária.anotar. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. o contribuinte deverá: I . Finanças ou Tributação das unidades federadas. fornecimento de gás canalizado e distribuição de água.comercial na condição de barraqueiro. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual.às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. b) realizadas fora do estabelecimento. II . do livro Registro de Saídas.por solicitação do adquirente. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. O equipamento em uso. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. II . os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. mascate. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . no recinto de atendimento ao público. modelo 2.por exigência de legislação federal. II . a critério da unidade federada. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . modelo 1 ou 1-A.às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações.indicar na coluna "Observações". no lugar deste. nas vias do documento fiscal emitido. ambulante. em ambos os casos.

Na Nota Fiscal de Produtor.sempre que promoverem a saída de mercadorias. vedada a utilização de subsérie. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. ao destinatário. quando houver interesse por parte do contribuinte. IV .12. III . pelo transportador. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. no estabelecimento.na transmissão da propriedade de mercadorias.1970. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. b) a 2ª. quando houver determinação por parte do Fisco. pelo transportador. c) a 3ª.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. entrarem bens ou mercadorias. em 4 (quatro) vias. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. via ficará presa ao bloco. modelo 4: I . em ordem crescente. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. via ficará presa ao bloco.em outras hipóteses previstas na legislação.série do documento. poderá ser permitida a utilização de séries distintas. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. ao destinatário. real ou simbolicamente.sempre que. para separar as operações de entrada das de saída. II . 40 .anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. II . NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . b) a 2ª. III . em 3 (três vias). a partir de 1. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª.

por veículo. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. II . que terão a seguinte destinação: I .1970. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. em veículos próprios ou afretados.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. II . no final do período de apuração do imposto.1ª via será entregue ao contratante ou usuário. para englobar. até o final do período de apuração do imposto. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. IV .c) a 3ª. desde que dentro do período de apuração do imposto. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. que terão a seguinte destinação: I . desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art.12. d) a 4ª. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas. será utilizada: I .pelos transportadores de valores.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. II . Na prestação interna de serviço de transporte. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. as prestações realizadas. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. no mínimo. 41 . as prestações executadas no período de apuração do imposto. III . Na prestação interestadual de serviço de transporte. III . Nota: considera-se veículo próprio.a 2ª via acompanhará o transporte. em 4 (quatro) vias. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato. para englobar.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. para fins de controle no Estado de destino. além do que se achar registrado em nome da pessoa. em relação a cada tomador de serviço.pelos transportadores ferroviários de cargas.pelos transportadores de passageiros.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. III . em relação a cada tomador de serviço. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço. para englobar. para cada viagem contratada. 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 7.

a série e subsérie e o número da via. bem como os acréscimos a qualquer título. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.o nome. III . XI . do impressor da nota fiscal. A NF conterá. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes.o valor do serviço prestado. a critério de cada unidade federada.a identificação do tomador do serviço: o nome.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário".a natureza da prestação do serviço.a base de cálculo do ICMS. modelo 7.IV . Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. a data e quantidade de impressão. II .a data da emissão. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007. o endereço.a discriminação do serviço prestado. no mínimo. VI .a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. VII .a identificação do emitente: o nome. IX .origem e destino.o valor total dos serviços prestados. e o número da autorização 42 . os números da inscrição estadual e no CNPJ. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. IV .o número de ordem. e os números de inscrição estadual e no CNPJ. Nas prestações internacionais. o endereço.o valor do ICMS. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. V . XII . as seguintes indicações: I . o endereço. XIII . modelo 27. acrescido do respectivo código fiscal de operação. de modo que permita sua perfeita identificação. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. XIV . poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas.a alíquota aplicável. X . em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. VIII .

Na prestação de serviço de transporte ferroviário. XV . que terão a seguinte destinação: 1ª via. XIV e XV serão impressas. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. o contribuinte deverá solicitar. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. II. de existência apenas digital. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. será entregue ao tomador do serviço. previamente. 2ª via. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. antes da ocorrência do fato gerador. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. com o intuito de documentar operações e prestações. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. As indicações dos incisos I. Registro Prévio Para emissão da NF-e. V.para a impressão dos documentos fiscais. Base: Ajuste SINIEF 7/2006.a data limite para utilização. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. será credenciado pela administração 43 .

As séries serão designadas por algarismos arábicos.999. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. contendo o CNPJ do emitente. vedada a utilização de subsérie. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. a fim de garantir a autoria do documento digital. por estabelecimento e por série. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. mediante prévia autorização da administração tributária.999.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. em ordem crescente. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. a partir de 1. número e série da NF-e. juntamente com o CNPJ do emitente. 44 .

45 .fabricantes de cigarros.produtores. IV . o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. O DANFE deverá ser impresso em papel. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. podendo ser utilizadas folhas soltas. devendo ser apresentadas à administração tributária.distribuidores de combustíveis líquidos. exceto papel jornal. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. inclusive para fins de escrituração fiscal. quando solicitado. II . devendo ser apresentadas à administração tributária. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e. no tamanho A4 (210 x 297 mm).distribuidores ou atacadistas de cigarros. quando solicitado. será aceito pelo contribuinte destinatário. III . assim definidos e autorizados por órgão federal competente. A consulta à NF-e será disponibilizada. o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . formulário contínuo ou formulário pré-impresso. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e. Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Posteriormente. formulário de segurança. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e.

.. VII ...12.fabricantes de ferro-gusa.NF-e. proprietário do veículo marca . 01. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço.. IX . caminhões. utilitários.CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007. VIII . refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas. camionetes. fazendo constar no campo “Observações” deste ou.agentes que. Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica . E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e. XIV .. XI . trefilados e perfilados de aço. além do que se achar registrado em nome da pessoa. XIII . será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.. interestadual e internacional. modelo 8. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas.. UF. placa nº. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.transportadores e revendedores retalhistas . em veículos próprios ou afretados. XII .. se for o caso. bufalinas e avícola. de cargas.2008.fabricantes de automóveis.. laminados planos ou longos.. ônibus e motocicletas.. com vigência a partir de 01.fabricantes de refrigerantes.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes.2009..V . com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005......04. no Ambiente de Contratação Livre (ACL).. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma.fabricantes de cimento. relaminados... suínas. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005.2008 e 01... X .09. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano.fabricantes de semi-acabados... VI . a expressão: “Transporte subcontratado com . 46 .TRR..fabricantes. do Manifesto de Carga. vendam energia elétrica a consumidor final.

Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. IV . em qualquer sentido. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. interestadual e internacional de cargas. II . a informação de que se trata de serviço de subcontratação. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. que terão a seguinte destinação: I . A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. podendo servir de comprovante de entrega. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.9 x 21. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. no campo “Observações”. modelo 9.0 cm. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. com destino à Zona Franca de Manaus.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. em 4 (quatro) vias.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. III . Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. a critério do fisco. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. no mínimo.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço. podendo. 47 . quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais.

para destinatário localizado no mesmo Estado. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. 48 . Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira. podendo servir de comprovante de entrega. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. II . 10. mod. Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. III . II . será emitido o Conhecimento Aéreo. no mínimo em 3 (três) vias. interestadual e internacional de cargas.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. para destinatário localizado no mesmo Estado. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via).a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. podendo servir de comprovante de entrega. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. no mínimo. o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). com destino à Zona Franca de Manaus. IV . segundo acordos internacionais. para destinatário localizado em outro Estado. Na prestação de serviço de transporte aquaviário.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. III .O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. com a seguinte destinação: I . que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. em 4 (quatro) vias.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. que terão a seguinte destinação: I . será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal.

Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. da carga coletada.a 2ª via será entregue ao remetente. Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II .a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. modelo 20.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. com a seguinte destinação: I .a 2ª via será entregue ao remetente. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. será utilizado pelos transportadores. bem como. do 49 . em 5 (cinco) vias. no mínimo. interestadual e internacional de cargas. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . com destino à Zona Franca de Manaus. III . A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte. modelo 11. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. III . No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. II . havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. no mínimo.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. V . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. os valores expressos em moeda estrangeira. segundo acordos internacionais.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. intra ou intermunicipal. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. IV . quando deverá ser entregue ao destinatário. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. quando deverá ser entregue ao destinatário.

50 . devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. modelo 57.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. modelo 9.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. de existência apenas digital. III . será emitido.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. por qualquer motivo não entregue ao destinatário. no mínimo em 3 (três) vias.CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . a Ordem de Coleta de Carga será emitida. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. desde que observado o motivo no seu verso. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. II . que terão a seguinte destinação: I . O CT-e. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.a 2ª via será entregue ao remetente. A critério do fisco estadual. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. obrigatoriamente. modelo 8. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 57. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta.endereço do remetente até o do transportador. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. II . Quando da coleta de mercadoria ou bem. CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico .

IV .Nota Fiscal de Serviço de Transporte.ICP-Brasil. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. quando utilizada em transporte de cargas.III .poderá conter outros elementos gráficos. a fim de garantir a autoria do documento digital. modelo 7.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte.DACTE. DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . Para emissão do CT-e. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. o contribuinte deverá solicitar. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.conterá código de barras. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. modelo 11. exceto papel jornal. modelo 27. impresso em papel. O contribuinte. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . 51 .será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. III . modelo 10.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm).Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada.Conhecimento Aéreo. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. bem como ser pré-impresso. V . podendo ser utilizadas folhas soltas. VI . O DACTE: I . II . e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. papel de segurança ou formulário contínuo. previamente. IV .

Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e.poderá alterar o leiaute do DACTE. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. por meio de Carta de Correção Eletrônica . para adequá-lo às suas prestações.CC-e. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet.A do art. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. fora do DACTE. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. quando solicitado. A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. em 52 . previsto em Ato COTEPE. devendo ser apresentados à administração tributária. observado o disposto no §1º. É permitida a impressão. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. observadas as demais normas da legislação pertinente. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. O tomador do serviço deverá. alternativamente. quando solicitado. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. este não poderá ser cancelado. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970.

na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. mediante legislação própria. b) após receber o documento referido.. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. c) o transportador deverá emitir novo CT-e. os valores anulados e o motivo. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. na Internet. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". bem como o motivo do erro. informando o número do documento fiscal emitido com erro. II . A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. e data .virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. observada a legislação de cada unidade federada.. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte". pelos valores totais do serviço e do tributo. referenciando o CT-e original. deverá ser observado: I . consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e..na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico.. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. referenciando o CT-e original. O transportador poderá.. 53 . e data . em virtude de (especificar o motivo do erro)".. em virtude de (especificar o motivo do erro)".. devendo observar as disposições deste ajuste. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .. pelos valores totais do serviço e do tributo. às empresas autorizadas à sua emissão. e desde que não descaracterize a prestação. o transportador deverá emitir novo CT-e.

DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. com a devida justificativa. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. de passageiros. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. modelo 8. escriturado antes do início da prestação de serviço. da entrega das cargas constantes do CT-e. Cancelamento. Versão 1. bem como a do chefe da agência. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. que terão a seguinte destinação: 54 .CT-e. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. de acordo com a legislação tributária vigente. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. para acobertar o transporte da bagagem. as normas do Convênio SINIEF 06/89. exigir a confirmação. interestadual e internacional. sem valores monetários.0.CT-e. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem. o documento fiscal deverá conter assinatura.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. destinatário e transportador. havendo direito à restituição de valor ao usuário.0. posto ou veículo que efetuou a venda. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. no que couber. em 2 (duas) vias. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. pelo recebedor. no mínimo. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento.

Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros.a 1ª via ficará em poder do emitente. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.a 1ª via ficará em poder do emitente.a 2ª via será entregue ao passageiro.a 2ª via será entregue ao passageiro. que terão a seguinte destinação: I . BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário. para acobertar o transporte da bagagem. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. que deverá conservá-la durante a viagem. que deverá conservá-la durante a viagem. II . interestadual e internacional de passageiros. de passageiros. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. para acobertar o transporte da bagagem. para exibição ao fisco. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. para exibição ao fisco. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias. que deverá conservá-la durante a viagem. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. modelo 14. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. para exibição ao fisco. 55 . interestadual e internacional de passageiros. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. modelo 15. no mínimo em 2 (duas) vias. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. interestadual e internacional. modelo 9.a 2ª via será entregue ao passageiro. modelo 10. que terão a seguinte destinação: I .I . Nos casos em que houver excesso de bagagem.a 1ª via ficará em poder do emitente. Nos casos em que houver excesso de bagagem. II . BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. II .

por estação.novos ou usados. VI .a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. aos quais tenham sido enviados para industrialização.em retorno de exposições ou feiras. que terão a seguinte destinação: I . segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações.importados diretamente do exterior. excetuado o produtor agropecuário. do mesmo ou de outro Município.a 2ª via será entregue ao passageiro. desde que. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 . nas seguintes hipóteses: 1.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários. nos casos do item V anterior. que deverá conservá-la durante a viagem. 2.em retorno.em outras hipóteses previstas na legislação.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. mediante prévia autorização do Fisco. até o local do estabelecimento emitente. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. V . o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. II . II . no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. IV . quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. real ou simbolicamente: I . NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. com base em controle diário de renda auferida. III . O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. a qualquer título. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. remetidas a qualquer título por particulares. Em substituição ao documento. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. 3. inclusive por meio de veículos. no mínimo em duas vias.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias.12. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. sejam por este remetidas a terceiros. a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente.1970. pelo transportador. Base: art.1970. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante. em quatro vias.1. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. Bases: artigos 20. II . a 3ª via: a) nas operações internas. ao destinatário. a 2ª via ficará presa ao bloco. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias.valor das mercadorias. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. 3. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte.905. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. no mínimo. 2. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. especialmente: I . A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.12. localizado na mesma unidade da Federação. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. b) nas operações interestaduais. 60 . para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.

Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.valor das mercadorias. número. especialmente: I . estadual e no CNPJ. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. endereço e números de inscrição. que deverão acompanhar as mercadorias.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. V . especialmente: I . no ato da saída das mercadorias. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 . contendo os requisitos exigidos e.III . a data de sua efetiva saída. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. II .lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. IV . o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.natureza da operação. mencionando-se endereço e números de inscrição. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. II . valor das mercadorias. nome. deste. 3. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.1970. III . que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado.1970. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. se devido. remetidas por depósito fechado.907. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. Base: art. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. se devido. III . especialmente: 1.907 ou 6. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante.906.12.valor da operação. estadual e no CNPJ. o número. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. 4. sem lançamento do ICMS. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado. O depósito fechado. 2.destaque do ICMS.

mencionando. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. II . contendo resumo diário das saídas. o estabelecimento depositante. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. quando cabível.como destinatário. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. O depósito fechado deverá: 1. O estabelecimento depositante deverá: 1. dentro de 10 (dez) dias.12. será conferido ao 62 . Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. contados da respectiva emissão. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente. ambos pertencentes à mesma empresa. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. do depósito fechado.de mercadoria. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado. endereço e números de inscrição. dentro de 5 (cinco) dias. indicando: I . emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. na coluna própria do Registro de Entradas.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. 2.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. dentro de 10 (dez) dias. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. 3. estadual e no CNPJ. 2. dentro de 10 (dez) dias. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. ainda. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. o número. remetendo-a ao estabelecimento depositante. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. na coluna própria do Registro de Entradas.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria.907. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral. por ocasião da efetiva saída global ou parcial.922 ou 6. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. ao receber as mercadorias. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" . série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral). em nome do 66 . série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1.922. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. bem como nome. bem como número. quando for o caso. O estabelecimento destinatário. com lançamento do IPI. contendo os requisitos exigidos e. especialmente: a) valor das mercadorias. como natureza da operação. A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. quando devido. estadual e no CNPJ.CFOP 6. com destaque do ICMS. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. do estabelecimento destinatário e número. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral.12. Base: art.recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". No caso de venda à ordem. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. deste. das mercadorias. c) número. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. poderá ser emitida Nota Fiscal. endereço e números de inscrição. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. quando devido. No caso de venda para entrega futura. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros.1970. dentro de 10 (dez) dias. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. indicando-se. endereço e números de inscrição. bem como nome. vedado o destaque do ICMS. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. para simples faturamento. além dos requisitos exigidos. 2. d) nome. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. acrescentando na coluna "Observações" o número.

série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. autor da encomenda. o número. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. se for o caso. nome do titular. além das exigências previstas. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. estadual e no CNPJ.923. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. número. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. além das exigências previstas. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. estadual e no CNPJ. emitir Nota Fiscal. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. na qual. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. da qual. 3. bem como o nome. com fornecimento de matérias-primas. em venda à ordem" – CFOP 5. com destaque do ICMS. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. 2. sem destaque do valor do ICMS. além dos requisitos exigidos. da qual. na qual. sem destaque de impostos. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. mencionando. do seu emitente. b) em nome do adquirente originário. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. produtos intermediários e materiais de embalagens. quando devidos. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. número. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. emitir Nota Fiscal. além dos requisitos exigidos. destacando destes. endereço e números de inscrição. endereço e números de inscrição.1970. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda.destinatário das mercadorias. 2. do adquirente. constarão também nome. sobre o valor total cobrado do autor 67 .923 ou 6. os quais. estadual e no CNPJ. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. endereço e números de inscrição. quando devido. adquiridos de outro. 2. constarão como natureza da operação. endereço e números de inscrição. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. para acompanhar o transporte das mercadorias. além das exigências previstas. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. do fornecedor e número. endereço e números de inscrição. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. Base: art. consignando-se. constarão o nome. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. o valor das mercadorias empregadas. além dos requisitos exigidos. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior.12.

também.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. b) a indicação do número. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . autor da encomenda. estadual e no CNPJ.1970.emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. contendo. Base: art. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome.12. se exigidos. série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. que serão aproveitados como crédito.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. e o valor total cobrado do autor da encomenda. autor da encomenda. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. antes de serem entregues ao adquirente. se for o caso. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente. endereço e números de inscrição. d) o lançamento. do seu emitente. autor da encomenda. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. do seu emitente. estadual e no CNPJ. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. II . Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. se exigidos. à 68 . do IPI e o destaque do ICMS. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. cada industrializador deverá: I . sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento.da encomenda. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. bem como os dados relativos ao redespacho. contendo: a) a indicação do número. b) a indicação do número. que será qualificado nessa nota. endereço e números de inscrição. pelo autor da encomenda. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. se for o caso. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar.

RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. II . o nome. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. ao transportador contratante do redespacho. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. filiais ou veículos. em meio de transporte diverso do original. bem como o número. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. 69 . poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. em 3 (três) vias.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. no livro Registro de Saídas. modelo 18. dos documentos emitidos pelas agências. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. emitido na forma do item “a” anterior. o endereço de quem aceitou o redespacho. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. as quais acompanharão a carga até o seu destino. a 1ª via do documento. que possuírem inscrição centralizada. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. o “Despacho de Transporte”. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. modelo 17. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. postos. em prestações interestaduais. quando for o caso. com a seguinte destinação: I . referente à carga redespachada. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. para fins de escrituração. contados da data do recebimento da carga. II . interestadual e internacional. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. após o transporte. será enviada à empresa contratante. dentro de 5 (cinco) dias. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. O Despacho Rodoviário será emitido.o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente).2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. no mínimo.

Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. o Resumo de Movimento Diário. os casos de transbordo de cargas. que terão a seguinte destinação: I . modelo 6. 70 . emitirá o Resumo de Movimento Diário. o início de nova prestação de serviço de transporte. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. localizado no Estado. contados da data da sua emissão. TRANSBORDO Não caracteriza. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. para efeito de emissão de documento fiscal. seja matriz. no mínimo. no prazo de 3 (três) dias. registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. agência ou posto. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. Os demonstrativos de vendas de bilhetes.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. filial.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. na sede da empresa. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros.a 2ª via ficará em poder do emitente. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. por unidade da Federação. em 2(duas) vias. Cada estabelecimento. para exibição ao Fisco. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos. As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. realizados pela empresa transportadora. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. inclusive do Resumo de Movimento Diário. modelo 2-A. para registro no livro Registro de Saídas. II . que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas.

contendo.emitir nota fiscal de saída para o exterior. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. furto da mercadoria. a nota fiscal deverá conter: I . inclusive multa. 71 .a indicação de não-incidência do imposto. sem destaque do valor do imposto. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. sinistro. sujeitando-se aos acréscimos legais. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . 2 .emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. sem destaque do valor do imposto. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto. correspondentes às saídas para formação do lote. II . segundo a respectiva legislação estadual. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias.a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. perecimento. II . Além dos demais requisitos exigidos. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido. no campo "Informações Complementares". ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. extravio. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. monetariamente atualizado. Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006.em razão de perda. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação".

situada em país diverso. na qual constará: I . Base: Convênio ICMS 83/2006. na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. a série e a data da nota fiscal citada no item 1.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. Base: Convênio ICMS 59/2007. deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. 72 . situado no exterior. O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. situado no exterior.III . 2) Por ocasião do transporte.101 ou 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.102. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. II – no campo do CFOP: o código 7. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. por igual período. uma única vez. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. conforme o caso. bem como o número. II .no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”.no campo do CFOP: o código 7.

CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I . apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações".NF nº (. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I . II . b) base de cálculo: o valor do reajuste..o consignante emitirá nota fiscal. c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II.)". creditando-se do valor do imposto. quando permitido. no Livro Registro de Entradas.. além dos demais requisitos exigidos. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação .)/". apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações"... além dos demais requisitos exigidos..o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. de. quando permitido. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . indicando nesta a expressão "Compra em consignação .. o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação"./. o seguinte: a) natureza da operação: Venda.)/(. b) destaque do ICMS e do IPI. c) destaque do ICMS e do IPI.)de (.. além dos demais requisitos exigidos.. quando devidos.o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo..NF nº . sem destaque do ICMS e do IPI.)/ (. no Livro Registro de Entradas... b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte.)/(. como natureza da operação... contendo..o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas....o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. II .. II ./. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I . de (...o consignante emitirá nota fiscal contendo.. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação"... o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação.NF nº (. indicando nesta a expressão "Compra em consignação . quando devidos.). além dos demais requisitos exigidos. creditando-se do valor do imposto.

. além dos demais requisitos exigidos.. as seguintes indicações: I . de (.... neste incluído..vendida.. sobre o qual foi pago o imposto.)/ (. na entrada da peça defeituosa a ser substituída.).de (.a discriminação da peça defeituosa./(. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 . apenas nas colunas "Documento Fiscal". sem destaque do imposto.o valor atribuído à peça defeituosa. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I .... d) a expressão "Devolução (parcial ou total.. b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados. por ocasião da remessa em consignação..)/(.. no Livro Registro de Saídas.). o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. o valor relativo ao reajuste do preço.. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá.. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .. além dos demais requisitos.)/(...)".)/(. no livro Registro de Entradas. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação. quando for o caso..)"..NF nº (. creditando-se do valor do imposto..NF nº (. II . Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.)". se for o caso) reajuste de preço .). de .)/(. PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas...o consignatário emitirá nota fiscal contendo..NF nº (. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. II .. indicando nesta a expressão "Venda em consignação . conforme o caso) de mercadoria em consignação .)/(..) (e. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007. "Observações".)/(..).NF nº (... de (...o consignante lançará a nota fiscal...

a remessa. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . promove substituição de peça em virtude de garantia. das peças defeituosas substituídas. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. com destaque do imposto. ao fabricante.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. desde que: 1 .na ordem de serviço ou na nota fiscal. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada. III . REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior).ou autorizada. conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. quando devido. além dos demais requisitos. que conterá.o número.ordem de serviço. com permissão do fabricante. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. b) o número.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. IV . seja efetuada após o encerramento do período de apuração. 75 . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. 2 . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. II . Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora.

espessura. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. acabamento e numeração diferente. em todo o território nacional. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. meias. Na saída de mercadoria destinada a demonstração.912. quando devido.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . além dos demais requisitos. as seguintes indicações: I .949 ou 6. IV . as seguintes indicações: I . além dos demais requisitos. a critério da unidade federada de origem da mercadoria. a empregado ou representante. conforme o caso. mesma cor. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. brincos.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração. calçados. tais como. III . mesmo modelo. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. em quantidade necessária para se conhecer o produto. quando devido. com valor comercial. tais como. conforme o caso. III . luvas. que conterá.do valor do ICMS.no campo do CFOP: o código 5. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. II . Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante.912 ou 6. desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias. O prazo poderá ser prorrogado. seus concessionários ou oficinas autorizadas.no campo do CFOP: o código 5. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. por fabricantes de veículos autopropulsados.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia.do valor do ICMS. IV .no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.949. por igual período. II .

nas operações e prestações interestaduais.mostruário de venda.como destinatário: o próprio remetente. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. (DOU 22/05/1989). III .a data de emissão ou de saída. quando devido.do valor do ICMS. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008. valor da operação ou da prestação.como natureza da operação: Remessa para Treinamento. quantidade. O disposto aplica-se. desde que o erro não esteja relacionado com: I . o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. Base: Ajuste SINIEF 08/2008.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. III .989. devendo na nota fiscal emitida constar: I . de 19 de maio de 1. DE 1989 77 . estabelece alíquotas do ICMS. II . ainda. alíquota.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. em todo o território nacional. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. diferença de preço. para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. II . Retorno No retorno das mercadorias. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas. IV . O trânsito de mercadoria destinada a mostruário.

Artigo 1º . Senado Federal. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS.A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. oito por cento. nas operações de exportação para o exterior. Artigo 3º . as alíquotas serão: I . II .Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. será de treze por cento.A alíquota do imposto de que trata o art. nas operações e prestações interestaduais.Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1.989.989. em 19 de maio de 1. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 .a partir de 1990. Artigo 2º . destinadas às regiões Norte. 1º. Parágrafo Único .em 1989. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. sete por cento. será de doze por cento.

fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. O Senado Federal resolve: Artigo 1º . 79 . quando a operação. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96.U. Artigo 2º . dispõe que não compreenderá.O. em seu artigo 155.PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . Idem art. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. 13. XI. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal. na base de cálculo do ICMS.PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. o montante do IPI.É estabelecida. . configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). de 13 de Dezembro de 1996 (D. adiante transcrita.16/12/1996). DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. carga e mala postal.

30) = R$ 2.034.500.844.344.FÓRMULA Para determinar o valor da operação.10)] Coeficiente = 1/0.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.82 80 .379.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7.25 x (1 + 0. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização. teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação. CÁLCULO .725 Coeficiente = 1.82 D – IPI (10%) = R$ 1.500. respectivamente. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1. (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização.37931 x R$ 7.379. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos.00) = R$ 10.30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.

CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente.Subtraindo-se C de A.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente.82. jornais e periódicos. não será admitido.750.2005. com ICMS de R$ 5.000.00. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5. por força da LC 120/2005.01.00 x 1/48 x 1. deverá ser observado: I . Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1. Em janeiro/2005. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta.00.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.00 Valor das operações de saídas total: R$ 1. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.000.01.000.000.000. com um ICMS total de R$ 48.000 : 1.00 R$ 48.01. 81 . II .000 = R$ 833. equiparam-se às tributadas.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês.2001. as saídas e prestações com destino ao exterior. ocorridas a partir de 01.000.200.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01.200. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações.844. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. encontramos o valor de R$ 2. ICMS .00. Exemplo: Aquisição de uma máquina. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. não poderá mais ser utilizado como crédito.em cada período de apuração do imposto. em janeiro/2004.12.000. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS. A partir de 01. não será admitido o creditamento de que trata o item. esta ferramenta foi vendida.2006. equiparam-se às tributadas. para fins deste cálculo.000. a partir da data da alienação. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição.

quadro 1 . no mínimo. extravio ou deterioração do bem. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo.a substituição. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem. além de sua escrituração nos livros próprios.até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz. IV . da seguinte forma: I . a critério de cada unidade federada. nos quadros e nas colunas próprias. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . c) ocorrência do perecimento. II . III . escriturado no CIAP. também. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente.a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados.a manutenção dos dados em meio magnético.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97.no último dia do período de apuração. relativamente à escrituração do CIAP: I . CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. será. por livro ou similar que contenha. Será permitida. endereço.quadro 2 . os dados do documento. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. a critério do contribuinte. consoante a ordem seqüencial de entrada. II .linha ANO: o exercício objeto de escrituração. III .DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1. A escrituração do CIAP deverá ser feita: I . conforme o caso. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. ao estorno ou ao crédito do imposto. II . e inscrição estadual do estabelecimento. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. que será seqüencial por exercício. seguido de dois algarismos 82 . devendo a sua escrituração ser feita nas linhas.atribuição do número ou código ao bem.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome.

Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. 2. as seguintes disposições: 83 . f) coluna 6 . o extravio ou a deterioração do referido bem. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. d) coluna 4 . BAIXA OU PERDA . 2. 3. caso o período de apuração seja mensal. coluna 1 . coluna NOTA FISCAL . 2. quando for o caso. coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . ou. considerando-se. findo o qual ser reiniciada a numeração.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . transferência. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. c) coluna 3 .o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês.indicando o exercício. relativo à aquisição. 3. aquisição. no mínimo. ainda. ainda.TOTAL DAS SAÍDAS .CRÉDITO A SER APROPRIADO . e) coluna 5 . passível de apropriação. coluna SAÍDA.o somatório da coluna ENTRADA. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. vinculados à aquisição do bem.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência. de forma sucinta. BAIXA OU PERDA. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA. tais como.FRAÇÃO MENSAL . quando houver completo o quadriênio de sua utilização.quadro 3 .DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS . coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . V . coluna DATA . a transferência. acrescido.o valor correspondente ao imposto.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. coluna 2 . coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . passível de apropriação. no final do período de apuração.COEFICIENTE DE CREDITAMENTO .valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. cujo resultado. relativo à aquisição do bem.a identificação do bem. pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso).o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso).TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO . encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). 4 (quatro) casas decimais. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação. 4. quando ocorrer a alienação.o mês objeto de escrituração. o perecimento.o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO).o valor do imposto.

da seguinte forma: I . 84 . II . e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. II . III . CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. perecimento. c) BEM: a descrição do bem. nos campos.quadro 1 . efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. nos quadros e nas colunas próprias. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. transferência. modelo. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas.I . que será seqüencial por bem. III . c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. baixa ou outra movimentação de bem.na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. vinculados à aquisição do bem.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. se houver. acrescido. números da série e da plaqueta de identificação. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte.quando 2 . quando for o caso.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. extravio deterioração. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração.

APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração.quadro 4 . deverá ser mantido à disposição do fisco. contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. do seu próprio estabelecimento. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS.IV . b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês.quadro 3 . o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos.SÃO PAULO Relator(a): Min.SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. ou de utilização de serviço de comunicação ou. ainda. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. ou. O CIAP modelo D.DJ DATA-25-06-2004). quando chamado a resguardar a norma constitucional.Julgamento: 15/06/2004 . V . extravio. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. ter-se vergado a esta fraude legislativa. c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. numa afronta direta à Carta Magna.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento. ainda. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. VI . 85 . Precedentes.quadro 5 . com sumária do mesmo.Órgão Julgador: Primeira Turma . posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. b) a data da ocorrência do evento. SEPÚLVEDA PERTENCE . (STF . no ativo fixo. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. conforme previsto na legislação de cada unidade federada. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte. caso o período de apuração seja mensal. deterioração do bem. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO.AI 488374 AgR / SP . contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano.

2001*. Rio de Janeiro. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. Receita ou Tributação. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Rio Grande do Sul. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. Minas Gerais.01. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). Paraná. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01.2001*. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará.Portanto. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais.01. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011. a qualquer título. b) quando consumida no processo de industrialização. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. Santa Catarina e São Paulo. com efeitos para todos os contribuintes. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). Finanças.2004.04. remetida. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12.

05 – Reparação. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. Entretanto. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . escavação. concretagem e a instalação e montagem de produtos. conforme o caso. estradas. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. parágrafo 2º inciso XII. pavimentação. 87 . os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. que fica sujeito ao ICMS). perfuração de poços. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. conservação e reforma de edifícios. Seguem. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. as exceções previstas.CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. que fica sujeito ao ICMS). então. entretanto. por administração. FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. letra "g". A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. as bases da restrição continuam válidas. de obras de construção civil. fora do local da prestação dos serviços. pontes. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços.02 – Execução. terraplanagem. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. 289 e inciso I do art.art. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. 155. inclusive sondagem. A falta da informação no documento da operação ou prestação. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. empreitada ou subempreitada. 7. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS .nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. 290 do RIR/99). Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. drenagem e irrigação.

CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 de IPI e R$ 12.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.00 – R$ 200. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1. que será adotado.00 C.00 D.00 = R$ 800.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .00 de materiais para a produção.000. opcionalmente.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D. em contas próprias.000. pelo contribuinte. sendo recuperáveis R$ 10.000. por ocasião da aquisição desses bens.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.000.00 ICMS Líquido: R$ 1.000.000.IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.00 D.000. classificáveis no ativo circulante.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação. Exemplo: Aquisição de R$ 100.000.00 = R$ 200.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.00 de ICMS: D.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100.000.000.

serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. III . o contribuinte do ICMS deverá manter.Registro de Entradas. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo. e Registro de Saídas. Os livros Registro de Entradas. modelo 1-A. ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor.LMC.1970. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. II . 63. Os livros Registro de Entradas. VI . LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial. modelo 1-A. modelo 2. VIII . O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. a critério do Fisco. Convênio SINIEF s/nº de 15. podendo. 51.Registro de Entradas. modelo 2-A. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. V .Registro de Controle da Produção e do Estoque. modelo 1. art. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio. modelo 5. os seguintes livros fiscais (art. conforme as operações ou prestações que realizar.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. modelo 2-A. VII . com as adaptações necessárias. X . modelo 5. modelo 2. modelo 6. modelo 1.Registro de Impressão de Documentos Fiscais.Registro de Inventário.Registro de Saídas. modelo 7. simultaneamente. e por atacadista. modelo 89 .Registro de Saídas. em cada estabelecimento. e Convênio SINIEF 6/89. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque.12.Registro de Apuração do ICMS. art. serão utilizados por contribuinte sujeito. modelo 3. modelo 9. 87): I . O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. IX . modelo 3. IV .Movimentação de Combustíveis . e Registro de Saídas.

Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. nos livros fiscais. Não se tratando de início de atividade. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. com clareza. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. como contribuintes do respectivo imposto.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. ser dispensado: 1. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. Autenticação Os livros fiscais. de forma a impedir sua substituição. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. 2. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. É facultado ao contribuinte acrescentar. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá. 90 . As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. indicações de seu interesse. Quando não houver período expressamente previsto. desde que não lhes prejudiquem a clareza. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. a critério do Fisco.

salvo para serem levados à repartição fiscal. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. sucursal.Será permitida a escrituração por processo mecanizado. Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. Incorporação. quando solicitado. depósito. incorporação. conservação e exibição ao Fisco. seja filial. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. Os lançamentos serão feitos. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. desdobrados em tantas linhas 91 . para o seu nome. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. no ato da devolução. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. vedada a sua centralização.1970. Para maiores detalhes. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. as providências fiscais cabíveis. Os lançamentos serão feitos operação a operação. Fusão.12. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. transformação ou aquisição. modelos 1 ou 1-A. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. adotando-se. fábrica ou outro qualquer. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. os livros fiscais em uso. Ajuste SINIEF nº 01/92. em ordem cronológica. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum. documento por documento. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. mediante prévia autorização do Fisco estadual. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. agência. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. a qualquer título no estabelecimento. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. os livros fiscais.

deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. 4. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 3. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil.quantas forem as naturezas das operações. número e data do documento fiscal correspondente à operação. série e subsérie. colunas sob os títulos "IPI . c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. 2. 6. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. da seguinte forma: 1. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. quando for o caso. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. 5. nas colunas próprias.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. 7. às unidades da Federação. facultado. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. 92 . colunas sob os títulos "ICMS . onde se localiza o estabelecimento emitente. estadual e no CNPJ. se for o caso. colunas sob os títulos "ICMS .Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. b) coluna "Outras": valor da operação. segundo o Código Fiscal anexo. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. 8.

REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas.12. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. deduzida a parcela do IPI.Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. totalizando-os. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. pelo total mensal. para efeito de lançamento global. o valor do imposto pago por substituição tributária. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. segundo a natureza da operação. colunas sob os títulos "IPI .1970. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". do estabelecimento. modelos 2 ou 2-A. 10. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. "base de cálculo. "outras" e na coluna "observações". 01/82. segundo a data de emissão dos 93 . segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. quando for o caso. b) coluna "Outras": valor da operação. se consignada no documento fiscal.9. a qualquer título. 16/89 03/94 e 06/95. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. Ajustes SINIEF nº 01/80. coluna "Observações": anotações diversas. que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. no último dia do período de apuração. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.

quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. colunas sob os títulos "ICMS . Os lançamentos serão feitos. 7. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. se consignada no documento fiscal. b) coluna "Outras": valor da operação. 3. de numeração seguida. deduzida a parcela do IPI. quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. números inicial e final e data do documento fiscal emitido.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. da seguinte forma: 1. série e subsérie. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. colunas sob os títulos "IPI . emitidos em talões da mesma série e subsérie. 4. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. pelos totais diários das operações da mesma natureza. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. colunas sob os títulos "ICM . sendo permitido o registro conjunto dos documentos. 6.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. 2. de acordo com o CFOP. 5. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. deduzida a parcela do IPI. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS.documentos fiscais. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . se consignada no documento fiscal. nas colunas próprias.

da seguinte forma: 1. 2. 8.documento fiscal. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. Os lançamentos serão feitos operação a operação. quando for o caso. 5. colunas sob o título "Documento": espécie.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. quadro "Produto": identificação da mercadoria. correspondente a cada operação. 6. marca. metros. 4. modelo 3. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95.12. de acordo com a legislação do IPI. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. correspondentes às entradas e às saídas. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . "base de cálculo" e na coluna "observações". coluna "Observações": anotações diversas. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. dúzias etc). série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. litros. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". à produção. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. separando as destinadas a não contribuintes. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. 95 . tipo e modelo de mercadorias. 3.

quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. e) coluna "IPI": valor do imposto creditado.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. a qualquer título. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. a qualquer título. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. Nota: é facultado o lançamento diário. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. Nota: é facultado o lançamento de totais diários.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. coluna "Estoque": quantidade em estoque. Se a saída estiver amparada por isenção. em se tratando de produtos acabado. para industrialização no próprio estabelecimento. b) coluna "Produção . a quantidade saída. imunidade ou não-incidência. quando de direito. consignando-se o fato.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. e) coluna "IPI": valor do imposto. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. na coluna "Estoque". 7. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. a quantidade saída. produto intermediário e material de embalagem. a qualquer título. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. nesta última hipótese. em se tratando de produto acabado. de produto industrializado no próprio estabelecimento. será registrado o valor total atribuído às mercadorias. 8. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. após cada lançamento de entrada ou de saída. 96 . produto intermediário e material de embalagem. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". não compreendidas nas alíneas anteriores. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. na coluna "Observações". quando devido. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores.

em que. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. 2. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". as quais deverão ser: 1. ou a ele equiparado. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. mantidas as outras simplificações. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. acusando o saldo das quantidades em estoque. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá. A Secretaria da Receita Federal. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. ser substituído por fichas. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. será registrada a utilização de cada ficha. numeradas tipograficamente. poderá autorizar o industrial. 3. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. a agrupá-los numa mesma folha. observada a ordem numérica crescente.9. coluna "Observações": anotações diversas. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. que será transportado para o mês seguinte. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 .

2. modelo 5. desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção.12. quando exigida pelo Fisco. b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. por escrito. que jurisdicionar o estabelecimento optante. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. coluna "Autorização de Impressão . d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. Os lançamentos serão feitos operação a operação. quando solicitados.1970. poderão independentemente de autorização prévia. aos fiscos federal e estadual. 98 . 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. e à Secretaria de Fazenda do Estado. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. anexando modelo dos formulários adotados.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. Os lançamentos serão feitos. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. para posterior confecção dos documentos fiscais. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. nas colunas próprias. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais.atacadistas. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. da seguinte forma: 1. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI".

b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. nos quadros e colunas próprios. quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. formulários contínuos etc. Nota Fiscal de Entrada. 4.3. 3. coluna "Observações": anotações diversas. 5. Os lançamentos serão feitos. formulários contínuos etc. bem como a lavratura. Os lançamentos serão feitos operação a operação. folhas soltas. 4. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. da seguinte forma: 1. 5. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. quando exigida pelo Fisco. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. modelo 6. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. pelo fisco. para posterior confecção do 99 . colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12. vendas a não contribuintes. Nota Fiscal de Produtor. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. série e subsérie de documento fiscal. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie.1970. de termos de ocorrências. b) coluna "Notas Fiscais": série. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". 2. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. folhas soltas.

REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. pelo fisco. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. deverão ser incluídas no final do livro. as matérias-primas. de termos de ocorrência. do estabelecimento impressor. as quais devidamente numeradas. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. os materiais de embalagem. 8. 6. Do total de folhas deste livro.documento fiscal. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. coluna "Impressos . em poder de terceiros. 50% (cinqüenta por cento). c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. as mercadorias. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. 2. 7. as mercadorias. as matérias-primas.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. as matériasprimas. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. os produtos intermediários. coluna "Observações": anotações diversas. existentes no estabelecimento à época do balanço. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. as mercadorias. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. no mínimo. b) supressão da série e subsérie. No livro serão também arrolados. os produtos intermediários. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. inclusive: a) extravio. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. separadamente: 1. os materiais de embalagem. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. modelo 7. os produtos intermediários. 9. serão destinadas para lavratura. destina-se a arrolar. em 100 .

tipo e modelo.1970. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. Os lançamentos serão feitos. o total geral do estoque existente. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas.12. coluna "Classificação Fiscal": posição. ainda. dúzias etc). contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. coluna "Observações": anotações diversas. 4. 6. quando este for inferior ao preço de custo. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 . 3. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. da seguinte forma: 1. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. 2. 5. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. marca. metros. Após o arrolamento. inciso e subinciso referidos no item 1. o valor será o de seu preço de custo. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. litros. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. nas colunas próprias. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação.poder do estabelecimento. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. tais como: espécie. O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados.

em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. A guia será preenchida. em função da periodicidade das apurações do ICMS. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. para a repartição fiscal competente. III . FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. podendo conter outros elementos previstos na legislação. Os livros e documentos fiscais. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. No livro serão registrados. Será lavrado termo de arrecadação. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. IV . GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. modelo 9. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês. que constituam provas de infração à legislação tributária. Deverá ser informado. documento de informação e apuração do imposto.informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias. bem como outros papéis.período de referência. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. das operações de entradas e saídas. em 2 (duas) vias. V . separadamente. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. imposto e demais informações de apuração do ICMS. 102 .12.12. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . também. por unidade federada. as seguintes indicações: I . de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação.1970.1970. em campos próprios. II .O livro Registro de Apuração do ICM.GI/ICMS. aquisições e prestações de serviços. os débitos e os créditos fiscais do ICMS.inscrição estadual. no mínimo. no mínimo. os valores relativos á base de cálculo. destinada a apurar a balança comercial interestadual. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS. que conterá.identificação do contribuinte.

ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. A GI/ICMS será de periodicidade anual. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. e no Convênio SINIEF 06/1989. 2. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. AUTORIZAÇÃO O uso. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. e V – Registro de Apuração do ICMS. A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. que tenha condições de gerar arquivo magnético. a seguir enumerados. de 15 de dezembro de 1970. IV – Registro de Inventário.1970. conforme a legislação específica de cada unidade federada. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. 3. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. serão 103 . de 21 de fevereiro de 1989. por si ou quando conectado a outro computador. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. II – Registro de Saídas. 2.GI/ICMS: 1.12.b) a 2ª via. de microempresa e produtor agropecuário. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. devendo ser entregue pelo contribuinte. bem como a escrituração dos livros fiscais.

as informações a nível de item (classificação fiscal). conforme dispuser a legislação específica deste imposto. contendo descrição. O contribuinte estará obrigado a manter. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. II – por totais de documento fiscal. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. por equipamento. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. quando se tratar de Nota Fiscal. referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). documentação minuciosa. modelo 7. em meio magnético. completa e atualizada do sistema. modelo 22. b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. modelo 10. por espécie de documento fiscal. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. d) Conhecimento Aéreo. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. modelo 8. nas saídas. modelos 1 e 1-A.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. A critério de cada unidade da Federação. PDV e de Máquina Registradora. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. em requerimento preenchido em formulário próprio. nas aquisições. modelo 9. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. NOTA FISCAL 104 . IV – por total diário. III – por total diário. modelo 6. nos demais casos. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período. nas entradas. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. quando solicitado.

remeterá às Secretarias de Fazenda. de 21 de fevereiro de 1989. no referido campo "Informações Complementares". até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. exceto o último. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. ARQUIVO MAGNÉTICO . 3. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. que também deverá conter. prevista no Convênio SINIEF 06/89. será emitida. 5. obedecido o seguinte: 1. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais. quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados.A Nota Fiscal. no mínimo. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. em cada formulário. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. deverá constar. arquivo magnético. modelo 1 e 1-A. Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. de 15 de dezembro de 1970. 2. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. a expressão "Folha XX/NN". em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. salvo o disposto no item 3 abaixo. omitir-se-á. o número total de folhas utilizadas (NN). das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. a expressão "Folha XX/NN – Continua". com registro fiscal. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. nos casos estabelecidos neste Convênio. 4. nos formulários que antecedem o último. o contribuinte.

os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. II – ser impressos tipograficamente. independentemente da numeração tipográfica do formulário. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. o número da Autorização para Impressão de 106 . obedecida sua ordem numérica seqüencial.001 a 999. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. do impressor do formulário. por modelo. por estabelecimento. em ordem numérica seqüencial consecutiva. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. estadual e no CNPJ. b) do número de inscrição no CNPJ. c) do número de inscrição estadual.no trimestre anterior. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). IV – conter o nome. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. em caráter excepcional. por sistema eletrônico de processamento de dados. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira. em ordem consecutiva de 000. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento.999. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. reiniciada a numeração quando atingido este limite. o endereço e os números de inscrição. a data e a quantidade da impressão. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação.

O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. V – quando inutilizados. em ordem numérica seqüencial. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas. nos termos previstos no Convênio S/Nº. Registro de Controle da Produção e do Estoque.999. de 15 de dezembro de 1970. 2. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. Registro de Inventário. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado. mensal ou anualmente. segundo a legislação de cada unidade federada. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. desde que sejam separados por 107 . Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. desde que. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. Registro de Saídas. 500 (quinhentas) folhas. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. em ordem numérica consecutiva de 000. Obedecida a independência de cada livro. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. em cada um deles. É permitida a utilização de formulários em branco.Documentos Fiscais – AIDF. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. no máximo. reiniciada a numeração quando atingido este limite. antes de se transformarem em documentos fiscais.001 a 999. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. pelo prazo de cinco (5) anos. Relativamente aos livros Registro de Entradas.

em emissão específica de formulário autônomo. tipo ou modelo de mercadoria. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. tipo ou modelo de mercadoria.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. juntamente com cada livro fiscal. equipamentos e informações em meios magnéticos. marca. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única. a apuração dos estoques. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. a critério de cada unidade da Federação. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. contados da data do último lançamento. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. com observações relativas às alterações. contendo apenas os códigos neles utilizados. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. 108 . e respectivas datas de ocorrência. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. marca. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. se houver. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. tomar-se-á por base o menor. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. quando exigido.

EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. tais como. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária.Registro de Entradas. A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . os registros ainda não impressos. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL .ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados . II . manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD.Registro de Apuração do IPI. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha. V . por meio de emissão específica de formulário autônomo.Registro de Apuração do ICMS. III .Registro de Inventário. quando exigido.IPI.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. IV . senhas. de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos.Registro de Saídas. 109 .

022/2007. Antes de ser recebido. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar.ICP-Brasil pelo contribuinte. 110 . 3º. relacionados com a infração. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.01. Para tais fins. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo.2009. de acordo com a forma estabelecida por cada UF. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. portanto. não basta a escrituração. Receita. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . o arquivo digital passará. acompanhada. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008.SPED. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida. instituído pelo Decreto 6. art. assinatura digital e transmissão do arquivo.06. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. de forma irretratável. do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Finanças ou Tributação o seu credenciamento. quando o montante do tributo apuração. a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. tributárias é o caso. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. incluindo-se aí o ICMS. Entretanto.2008. a partir de 01.Desta forma.

portanto. de bens salvados de sinistros. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. Portanto. ora lhe beneficiam. o que faz nesta data. vem. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador.Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. respeitosamente. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. por pessoa física. 02 de dezembro de 2004. Justa S/A. com isenção de ICMS. no valor de R$ 1.999-99. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. deixando.999. para uso próprio. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção.00. inscrita no CNPJ sob nº 99.00. contribuinte do ICMS. pessoa jurídica de direito privado. Curitiba.000. Deste modo. que ora favorecem o contribuinte. de recolher R$ 180. Atenciosamente. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. com a respectiva correção monetária e juros. 111 .999. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. incide o ICMS. de 05 de dezembro de 2003. Outrossim. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF.

STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. destinado a uso próprio. personalizada e sob encomenda. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. incide o ICMS. ao ISS. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS.STF . os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. gravados em fitas de videocassete. p. está sujeita. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. Súmula nº 661 . SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 .STF .24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. apenas.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica.STF . STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes.1. Súmula nº 660 .

XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. a firma ou a razão social. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". quando se tratar de parcelamento.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. atendendo as necessidades de cada UF. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. XVII – Campo 16 – Nome. conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. do parcelamento. conforme o caso. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. incluindo o ICMS. do contribuinte. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. conforme o caso. XIII – Campo 12 – Microfilme.

Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Santa Catarina 26 – 4 .Maranhão 13 – 2 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro.Espírito Santo 10 – 8 .São Paulo 27 – 2 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras.Acre 02 – 7 .Alagoas 03 – 5 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte.Amazonas 05 – 1 . o número e complemento do endereço do contribuinte.Distrito Federal 08 – 6 .Goiás 12 – 4 .Paraíba 17 – 5 .Bahia 06 – 0 . XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte. XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Roraima 25 – 6 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Rio Grande do Sul 22 – 1 .Tocantins 114 .Pará 16 – 7 . XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Sergipe 28 – 0 .Rio Grande do Norte 21 – 3 . XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias.Minas Gerais 15 – 9 .Paraná 18 – 3 .Piauí 20 – 5 .Ceará 07 – 8 .Pernambuco 19 – 1 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Amapá 04 – 3 .Rio de Janeiro 23 – 0 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 .Mato Grosso 14 – 0 .Rondônia 24 – 8 .

com a expressa indicação do bem a ser exportado. produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 15001-0. no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . e) ICMS Substituição Tributária por Apuração .Código 10009-9 Base: art. à repartição a que estiver vinculado. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou.Código 60001-6. k) Taxa .Código 10008-0. j) Multa p/infração à obrigação acessória . Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior.DDE. 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores. de 25 de abril de 1991.Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação .Código 50001-1. para exportação. b) das quais resultem. d) ICMS Transporte . a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". g) ICMS Autuação Fiscal . cópias da Declaração de Importação. de documento equivalente. c) ICMS Energia Elétrica . até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. o importador a proceder à entrega. quando prevista na legislação estadual. de cópias dos seguintes documentos.Código 10007-2. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados.Código 10003-0. Obriga-se. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.Código 10005-6. O benefício previsto: 1. expedido pelas autoridades competentes. na inexistência deste.Código 10006-4. i) ICMS Dívida Ativa . em qualquer caso.Código 100048. f) ICMS Importação . de documento equivalente.Código 10001-3. na inexistência deste. ainda. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. pela repartição federal competente. h) ICMS Parcelamento .Código 10002-3. do regime ou. l) ICMS recolhimentos especiais . m) ICMS Substituição Tributária por Operação . comprovada mediante a entrega. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.

Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. 2. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado.1. multa e demais acréscimos legais.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. ato Concessório aditivo. Entretanto. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". consignando-se. conforme o caso. também. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. resultando na descaracterização do benefício previsto. Amplitude A isenção estende-se. devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. também. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas. Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . novo Ato Concessório. inclusive com a finalidade de exportação. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. 116 . estando conectado à internet. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas.

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