Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários

Ano Lectivo 2010/2011 Valença

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários

Trabalho realizado por:
Fábio Estêvão Nº368 Hugo Sousa Nº 371

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Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários

INDÍCE

INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 4 Inventário ...................................................................................................................................... 5 Conceitos gerais ............................................................................................................................ 6 Mensuração ................................................................................................................................... 7 Critérios de valorimetria.............................................................................................................. 10 Variação da produção .................................................................................................................. 11 Métodos de contabilização .......................................................................................................... 12 IAS 2 – Inventários ..................................................................................................................... 13 IAS 23 ......................................................................................................................................... 14 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 10 ........................................... 16 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 18 ........................................... 19 Exercício ..................................................................................................................................... 23 Anexos......................................................................................................................................... 28 Conclusão .................................................................................................................................... 29 Bibliografia ................................................................................................................................. 30

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4 . abordaremos também as NCRF nº10 e 18 e também as IAS nº2 e 23 para que melhor percebam. O nosso trabalho aborda a classe 3 do código de contas do snc que aborda nomeadamente os inventários.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários INTRODUÇÃO Este trabalho foi elaborado no âmbito da disciplina de contabilidade geral I do curso de Informática de gestão na escola superior de ciências empresariais de Valença. explicar a mensuração dos mesmos. para isso vamos abordar os seus conceitos. a variação da produção. Neste trabalho temos como principal objectivo dar a conhecer um pouco do que são inventários. por fim vamos fazer algumas operações com inventários para melhor se perceber os inventários.

Os inventários também englobam bens acabados produzidos ou trabalhos a serem produzidos pela entidade e incluem materiais e bens de consumo aguardando o seu uso no processo de produção. mercadorias compradas por um retalhista e detidas para revenda ou terrenos e outras propriedades detidas para revenda. c) ou na forma de materiais ou bens de consumo a serem consumidos no processo de produção ou na prestação de serviços. b) no processo de produção para tal venda.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Inventário De acordo com a norma internacional de contabilidade IAS 2. por exemplo. Ainda segundo a IAS 2. os inventários englobam bens comprados e detidos para revenda incluindo. 5 . No caso de um prestador de serviços. os inventários incluem os custos do serviço. os inventários podem ser definidos como activos: a) detidos para venda no decurso ordinário da actividade empresarial. relativamente ao qual a entidade ainda não tenha reconhecido o respectivo rédito.

os activos biológicos (animais e plantas vivos). no âmbito da actividade agrícola. -No processo de produção para essa venda -Na forma de materiais consumíveis a serem aplicados no processo de produção ou na prestação de serviços. 6 . Os produtos agrícolas colhidos são incluídos nas apropriadas contas de inventários. quer consumíveis no decurso do ciclo normal da actividade. Integra. As quantias escrituradas nas contas desta classe terão em atenção o que em matéria de mensuração se estabelece na NCRF 18-Inventários. quer de produção ou regeneração. também.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Conceitos gerais Esta classe inclui os inventários (existências): -Detidos para venda no decurso da actividade empresarial.

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Mensuração Os inventários devem ser valorizados. dos dois o mais baixo.  Se se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. As razoes que levam a que o custo dos inventários seja reduzir para o seu valor realizável liquido prende-se com a não recuperabilidade ocasionada por um ou mais dos seguintes factores ( § 28 da NCRF 18 ) :  Se esses inventários estiverem danificados.  Se os custos estimados de acabamento ou os custos estimados a serem incorridos para realizar a venda tiverem aumentado 7 . pelo custo ou valor realizável líquido.

3. 1. Custos de conversão: incluem custos directamente relacionados com a produção e gastos gerais de fabrico.custos de conversão 3 . ex. 2. manuseamento e outros custos directamente atribuíveis à aquisição de bens acabados. custos de concepção para clientes específicos 8 .custos de compra 2 . materiais e serviços. e os custos de transporte. Outros custos: p.outros custos incorridos para colocar os inventários no seu local e na sua condições actuais.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Custo dos inventários O custo dos inventários deve incluir: 1 . Custos de compra: soma do respectivo preço de compra com: os direitos de importação e outros impostos suportados pela entidade.

5 € Valor realizável liquido Preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e menos os custos estimados necessários para efectuar a venda. mas espera vender por 11.5 € • Passou de moda e só será possível vender por 9. só irá vender por 12 € • O preço de compra diminuiu para 9 €.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários PERDAS POR IMPARIDADE Quando o valor realizável líquido é inferior ao valor de custo dá origem a perdas por imparidade (método directo segundo o SNC) Em que caso se considera uma perda por imparidade? Comprou por 10 € e espera vender por 16 € • A concorrência aumentou. 9 .

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Critérios de valorimetria A valorização dos inventários. consistindo este em todos os encargos deduzidos dos descontos comerciais obtidos em que se encorreu para se efectivar a posse defenitiva dos bens. que podem ser sintetizados :  Critérios de  Critérios com base nos custos Valorimetria das saídas  Critérios com base nos preços de venda  Critérios Mistos 10 . como processo determinação dos preços de custo das entradas e das saídas de armazém . maior for o volume de stocks da empresa Relativamente as entradas os inventarios devem ser valorizados pelo preço de custo . assume o relevo tanto mais especial quanto . Preço de custo = preço de factura + despesas de compra – descontos obtidos ( na factura ou extra-factura)  No que respeita á valorização das saídas podem apontar se vários critérios.

Subprodutos. desperdícios. resíduos e refugos 36. 385 e 386) 11 . ofertas a clientes: 38. Final (34. Produtos acabados e intermédios 35. 35 e 36)– Inv. para registar quebras anormais. 35 e 36) +/Reg. sobras. resíduos e refugos 38. Inicial (34. de inv. – produtos e trabalhos em curso Respeita UNICAMENTE a Existências produzidas internamente (Produtos acabados e intermédios.6 – Reg.5 – Reg. Variação da produção* = Inv. – Subprod. desperdícios e refugos e produtos e trabalhos em curso) e não a Existências adquiridas. de inv. subprodutos. desperdícios.4 – Reg.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Variação da produção Diferença entre as Existências finais e iniciais de bens produzidos internamente: 34. de inv.. Produtos e trabalhos em curso Tendo ainda em conta as contas de regularizações. Existências (384. – Produtos acabados e intermédios 38.

Inventario permanente vs intermitente Inventário permanente Em qualquer momento: A conta 31 Compras está saldada O saldo da conta de inventário reflecte as existências em armazém O CMVMC reflecte o custo das mercadorias vendidas até à data Inventário intermitente Durante o ano: A conta 31 Compras representa as compras feitas até à data O saldo da conta de inventário reflecte as existências do início do ano O CMVMC não está apurado 12 . Por cada venda é registado o correspondente custo. O custo das vendas só é apurado periodicamente. Inventário intermitente: Só aceite para pequenas empresas. após realização de um inventário físico das mercadorias em armazém.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Métodos de contabilização Inventário permanente: Obrigatório para empresas de média e grande dimensão.

também proporciona orientação para as fórmulas de custeio que sejam usadas para atribuir custos aos inventários. Simultaneamente. instrumentos financeiros e. A IAS 2 aplica-se a todo o tipo de inventários. é uma Norma Internacional de Contabilidade que tem como objectivo definir o tratamento contabilístico a dar aos inventários.Inventários. Nesse sentido. activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e o produto agrícola na altura da colheita (aos quais se aplica a IAS 41). excepto: produção em curso proveniente de contratos de construção (onde se aplica a IAS 11). Também não se aplica para a mensuração dos inventários detidos: (i) por produtores de produtos agrícolas e florestais. de produto agrícola após a colheita e de minerais e produtos minerais até ao ponto em que eles sejam mensurados pelo valor realizável líquido de acordo com práticas já bem estabelecidas nos referidos sectores. incluindo qualquer redução para o valor realizável líquido. 13 . com especial incidência na definição da quantia do custo que deve ser reconhecida como um activo.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários IAS 2 – Inventários A IAS 2 . a IAS 2 dá as orientações necessárias para a determinação do custo e para o seu subsequente reconhecimento como um gasto. (ii) correctores/negociantes de mercadorias que mensurem os seus inventários pelo justo valor subtraídos os custos de vender.

a quantia dos custos de empréstimos obtidos elegíveis para capitalização deve ser determinado pela aplicação de uma taxa de capitalização aos dispêndios respeitantes a esse activo. A montante dos custos de 14 . Custos de empréstimos que são directamente atribuíveis à aquisição. Tratamento de referência . com excepção empréstimos obtidos feitos especificamente para a finalidade de obter um activo qualificável. Na medida em que os fundos são emprestados e usados com a finalidade de obter um activo qualificável. O montante dos custos de empréstimos elegíveis para capitalização deve ser determinada em acordo com esta Norma. Custos de Empréstimos são juros e outros custos incorridos por uma entidade em ligação com a obtenção de financiamentos. Um activo qualificável é um activo que leva necessariamente um período substancial de tempo para chegar pronta para o uso pretendido ou venda.os custos de empréstimos obtidos devem ser reconhecidos como um gasto no período em que são incorridos. a quantia dos custos de empréstimos obtidos elegíveis para capitalização nesse activo deve ser determinada como os custos reais dos empréstimos obtidos incorridos nesse empréstimo durante o período menos qualquer rendimento de investimento sobre o investimento temporário desses empréstimos. excepto na medida em que sejam capitalizados. A taxa de capitalização deve ser a média ponderada dos custos dos empréstimos aplicáveis aos os empréstimos da entidade que estão em circulação no período. Tratamento alternativo permitido .Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários IAS 23 O objectivo desta Norma é prescrever o tratamento contabilístico dos empréstimos / despesas. Na medida em que os fundos são emprestados especificamente com a finalidade de obter um activo qualificável.os custos de empréstimos obtidos devem ser reconhecidos como um gasto no período em que são incorridos. construção ou produção de um activo elegível devem ser capitalizados como parte do custo desse activo.

15 . A capitalização dos custos dos empréstimos obtidos deve acabar quando substancialmente todas as actividades necessárias para preparar o activo qualificável para o uso pretendido ou venda estejam concluídas. (C) a taxa de capitalização usada para determinar o montante dos custos de empréstimos obtidos elegíveis para capitalização. A capitalização dos custos dos empréstimos obtidos deve ser suspensa durante períodos prolongados em que o desenvolvimento activo seja interrompida. A capitalização dos custos de empréstimos como parte do custo de um activo elegível deve começar quando: (A) os dispêndios com o activo estejam sendo incorridos.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários empréstimos capitalizados durante um período não deve exceder a quantidade de custos de empréstimos incorridos durante esse período. (B) os custos dos empréstimos estão a ser efectuadas (C) actividades que são necessárias para preparar o activo para o seu uso pretendido ou venda estejam em progresso. As demonstrações financeiras devem divulgar: (A) a política contabilística adoptada para os custos de empréstimos. (B) o montante dos custos de empréstimos capitalizados durante o período.

adoptada pelo Regulamento (CE) n.º 2238/2004. Sempre que na presente norma existam remissões para as normas internacionais de contabilidade. com as alterações do Regulamento (CE) n. de 19 de Julho. da Comissão. Objectivo 1. da Comissão. eles sejam imediatamente considerados como gastos do período. do Parlamento Europeu e do Conselho. de 29 de Dezembro.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 10 CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OBTIDOS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 23 – Custos de Empréstimos Obtidos. de uma forma geral. Esta Norma exige que. excepto quanto aos custos de empréstimos 16 . entende-se que estas se referem às adoptadas pela União Europeia através dos regulamentos publicados na sequência do Regulamento (CE) n. O objectivo desta Norma Contabilística e de Relato Financeiro é o de prescrever o tratamento dos custos de empréstimos obtidos.º 1725/2003.º 1606/2002. de 21 de Setembro.

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários obtidos que sejam directamente atribuíveis à aquisição. Esta Norma não trata do custo real ou imputado do capital próprio. Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados especificados: Activo que se qualifica: é um activo que leva necessariamente um período substancial de tempo para ficar pronto para o seu uso pretendido ou para venda. caso em que é permitida a sua capitalização. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos custos de empréstimos obtidos. Custos de empréstimos obtidos: são os custos de juros e outros incorridos por uma entidade relativos aos pedidos de empréstimos de fundos. Âmbito 2. Definições 4. construção ou produção de um activo que se qualifica. incluindo o capital preferencial não classificado como passivo. Os custos de empréstimos obtidos incluem: (a) juros de descobertos bancários e de empréstimos obtidos a curto e longo prazo. 5. 17 . 3.

Locações. Exemplos de activos que se qualificam são os inventários que exijam um período substancial de tempo para os pôr numa condição vendável. Outros investimentos e inventários que sejam de forma rotineira fabricados ou de qualquer forma produzidos em grandes quantidades numa base repetitiva durante um curto período de tempo não são activos que se qualificam.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários (b) amortização de descontos ou de prémios relacionados com empréstimos obtidos. instalações industriais. 18 . e (e) diferenças de câmbio provenientes de empréstimos obtidos em moeda estrangeira até ao ponto em que sejam vistos como um ajustamento do custo dos juros. instalações de geração de energia e propriedades de investimento. Os activos que estejam prontos para o seu uso pretendido ou venda quando adquiridos também não são activos que se qualificam. (c) amortização de custos acessórios incorridos em ligação com a obtenção de empréstimos. (d) encargos financeiros relativos a locações financeiras reconhecidas de acordo com a Norma Contabilística e de Relato Financeiro 9 . 6.

O objectivo desta Norma Contabilística e de Relato Financeiro é o de prescrever o tratamento para os inventários. incluindo qualquer ajustamento para o valor realizável líquido. 19 .º 1606/2002. adoptada pelo Regulamento (CE) n. de 29 de Dezembro. do Parlamento Europeu e do Conselho. Também proporciona orientação nas fórmulas de custeio que sejam usadas para atribuir custos aos inventários. da Comissão.º 2238/2004.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 18 INVENTÁRIOS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 2 – Inventários. entende-se que estas se referem às adoptadas pela União Europeia através dos regulamentos publicados na sequência do Regulamento (CE) n. de 19 de Julho. Esta Norma proporciona orientação prática na determinação do custo e no seu subsequente reconhecimento como gasto. Um aspecto primordial na contabilização dos inventários é a quantia do custo a ser reconhecida como um activo e a ser escriturada até que os réditos relacionados sejam reconhecidos. Objectivo 1. Sempre que na presente norma existam remissões para as normas internacionais de contabilidade.

quando as culturas agrícolas tenham sido colhidas e a venda esteja assegurada sob um contrato de futuros ou de uma garantia governamental ou quando exista um mercado activo e haja um risco negligenciável de fracasso de venda. Estes 20 . as alterações no justo valor menos os custos de vender são reconhecidas nos resultados do período em que se tenha verificado a alteração. 3.Agricultura). 4. Esta Norma não se aplica à mensuração dos inventários detidos por: (a) produtores de produtos agrícolas e florestais. as alterações nesse valor são reconhecidas nos resultados do período em que se tenha verificado a alteração. até ao ponto em que sejam mensurados pelo valor realizável líquido de acordo com práticas já bem estabelecidas nesse sector. e (c) activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 . Isto ocorre. Quando tais inventários sejam mensurados pelo valor realizável líquido. Os inventários referidos no parágrafo 3(a) são mensurados pelo valor realizável líquido em determinadas fases de produção.Contratos de Construção). incluindo contratos de serviços directamente relacionados (ver a NCRF 19 . por exemplo. Quando tais inventários sejam mensurados pelo justo valor menos os custos de vender. (b) instrumentos financeiros. Esta Norma aplica-se a todos os inventários que não sejam: (a) produção em curso proveniente de contratos de construção.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Âmbito 2. do produto agrícola após a colheita. (b) corretores/negociantes de mercadorias que mensurem os seus inventários pelo justo valor menos os custos de vender.

Quando estes inventários forem mensurados pelo justo valor menos os custos de vender. entre partes conhecedoras e dispostas a isso. Justo valor: é a quantia pela qual um activo pode ser trocado ou um passivo liquidado. 5. Definições 6. Os inventários referidos no parágrafo 3(b) são essencialmente adquiridos com a finalidade de vender no futuro próximo e de gerar lucro com base nas variações dos preços ou na margem dos corretores/negociantes. Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados especificados: Inventários (existências): são activos: (a) detidos para venda no decurso ordinário da actividade empresarial. numa transacção em que não exista relacionamento entre elas. ou (c) na forma de materiais ou consumíveis a serem aplicados no processo de produção ou na prestação de serviços. eles são excluídos apenas dos requisitos de mensuração desta Norma.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários inventários apenas são excluídos dos requisitos de mensuração desta Norma. Valor realizável líquido: é o preço de venda estimado no decurso ordinário da actividade empresarial menos os custos estimados de acabamento e os custos estimados necessários para efectuar a venda. 7. (b) no processo de produção para tal venda. O valor realizável líquido refere-se à quantia líquida que uma entidade 21 . Os corretores/negociantes são aqueles que compram ou vendem mercadorias para outros ou por sua própria conta.

Rédito). 8. mercadorias compradas por um retalhista e detidas para revenda ou terrenos e outras propriedades detidas para revenda. O primeiro é um valor específico de uma entidade. os inventários incluem os custos do serviço. O valor realizável líquido dos inventários pode não ser equivalente ao justo valor menos os custos de vender. ou trabalhos em curso que estejam a ser produzidos pela entidade e incluem materiais e consumíveis aguardando o seu uso no processo de produção. 22 . ao passo que o segundo já não é. Os inventários também englobam bens acabados produzidos. por exemplo. tal como descrito no parágrafo 19. O justo valor reflecte a quantia pela qual o mesmo inventário poderia ser trocado entre compradores e vendedores conhecedores e dispostos a isso. No caso de um prestador de serviços.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários espera realizar com a venda do inventário no decurso ordinário da actividade empresarial. relativamente ao qual a entidade ainda não tenha reconhecido o referido rédito (ver a NCRF 20 . Os inventários englobam bens comprados e detidos para revenda incluindo.

Em 31 de Janeiro de n apresentava em armazém uma existência de 4. Durante o mês de Fevereiro realizou o seguinte movimento relativamente a esta mercadoria: Dia 8 – Venda a pronto de 2.000 Kg de frango a 2. Dia 19 – Compra a pronto de 4. Custo médio ponderado 23 . Lda dedica-se ao comércio por grosso de géneros alimentares.500 Kg de frango a 1.000Kg de frango a 1. preencha a ficha de armazém para a mercadoria em causa.9 €/Kg Despesas de compra: 400 € Dia 21 – Compra a pronto de 2.1 €/Kg Dia 26 – Venda a pronto de 6.5 € /kg.000 Kg de frango a 2.000 Kg de frango a 1.5 €/Kg Dia 27 – Devolução de 800 Kg de frango vendido no dia 26 Sabendo que a empresa utiliza o sistema de inventário permanente no registo contabilístico das existências.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Exercício  A empresa Faria & Gomes. FIFO.75 €/Kg. sendo as existências avaliadas tendo por base o método: 1. 2.

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Método: FIFO 24 .

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Método: Custo médio ponderado 25 .

Aquisição d e mercadoria no valor d e 10 0 € + 2 0% I VA 2 . Entrada das mercadorias em armazém 3 .Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Inventário Intermitente Inventário Inicial de 30 1 . Fecho do ano 3 1.E. que tinham custado 80 e saída de armazém 4 .Fornecedores c /c ( 1) 1 2 0 32 .O. – I VA (1 ) 2 0 ( 3) 24 22 .1 Cliente c /c ( 3) 1 4 4 6 1. Venda de mercadorias por 1 20 € + 20 % I VA.1 .Mercadorias S i 30 ( 2) 10 0 (3 ’) 8 0 71. (1) 100 ( 2) 1 0 0 2 4.P.1 – Venda mercadorias ( 4’ ) 1 20 ( 3 ) 1 20 21.3 – E.1 – CMVM C – Me r c .1 – Compras merc. (3 ’ ) 8 0 (4 ) 8 0 81 .1 – Resultado antes de imposto (4 ) 8 0 ( 4’ ) 1 20 26 .

Fornecedores c /c ( 1) 100 ( 4’ ) 100 32 . Aquisição de mercadoria no valor de 100€ + 20% IVA 2 .O.2 – Compras merc. (1 ) 20 ( 3) 24 2 4.–I VA ( 1) 120 22 . Venda de mercadorias por 120€ + 20 % IVA.1 .Mercadorias Si 30 (4’) 100 ( 4 ’’) 80 71. Não é feito o lançamento de entrada das mercadorias em armazém durante o ano 3 .3 – E. que tinham custado 80 4 .P.E.1 – Venda mercadorias (4’’’’) 12 0 ( 3 ) 120 21. Fecho do ano (inventário final de terminado por inventariação directa = 50) 3 1.2 – CMVMC – Merc.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Inventário Intermitente Inventário inicial de 3 0 1 .1 – Resultado antes de imposto (4’’’) 80 (4’’’’) 120 CMV= Compras + Ei – Ef CMV= 100 + 30 – 50 = 80 27 .1 Cliente c /c (3) 144 61. ( 4’’) 80 (4’’’) 80 81.

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Anexos 28 .

podendo no futuro usufruir destes conhecimentos no nosso dia-a-dia e principalmente no mundo profissional. ficamos a conhecer ainda mais sobre este tema dentro da contabilidade.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Conclusão Podemos concluir que ao realizar este trabalho sobre inventários. mas devido às limitações de páginas procuramos seleccionar aqueles que nos pareceram mais importantes. 29 . Procuramos também com os exercícios abranger o maior leque de situações possíveis dentro deste capítulo.

Sistema de Normalização Contabilística (2ªEdiçao) Contabilidade e Finanças para a Gestão (4ª Edição) Elementos de Contabilidade Geral (25ª Edição) http://www.pt/SNC_projecto/NCRF_10_custos_emprest_obtidos.min-financas.pdf http://www.pt 30 .pdf http://www.ucp.min-financas.cnc.fcee.pt/SNC_projecto/NCRF_18_inventarios.Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários Bibliografia SNC .cnc.

Escola Superior de Ciências Empresariais Curso Informática de gestão Inventários 31 .

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