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Teste Intermédio 12.

º Ano (15 Março)

Capítulo: Funções (Exponencial/Logarítmica); Limites; Continuidade; Teorema de


Bolzano; Assímptotas

Temas: (resumos explicamat)


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Limites – Propriedades - Indeterminações aluno e Explicamat

Resolução de Limites Indeterminados

Continuidade

Teorema de Bolzano

Assímptotas (A.V. – A.H. – A.O)

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Teoria

A.V. – Assímptotas Verticais

Definição de Assímptota

 Assímptotas de uma função são linhas orientadoras do seu gráfico, ou


seja, linhas das quais o gráfico se aproxima cada vez mais.

A.V. (Assímptota Vertical) x = a é A.V. ⇔ lim± f ( x) = ±∞


x→a

lim f ( x) = +∞ ⇒ x = a é A.V. quando x → a −


x→ a −
a

lim+ f ( x) = −∞ ⇒ x = a é A.V. quando x → a +


x→ a
a

lim f ( x) = −∞
x→ a +

a ⇒ x = a é A.V. quando x → a ± (bilateral )


lim f ( x) = +∞
x→ a −
Teoria

A.H. – Assímptotas Horizontais

A.H. (Assimptota Horizontal) y = b é A.H. ⇔ lim f ( x) = b


x → ±∞

b
lim f ( x) = b ⇒ y = b é A.H . quando x → +∞
x → +∞

lim f ( x) = b ⇒ y = b é A.H . quando x → −∞


x → −∞

a lim f ( x) = a ⇒ y = a é A.H . quando x → +∞


x → +∞
b

lim f ( x) = b ⇒ y = b é A.H . quando x → −∞


x → −∞
Teoria

A.O. – Assímptotas Oblíquas

A.O. (Assimptota obliqua) y = mx + b é A.O. ⇔ lim [ f ( x) − (mx + b)] = 0


x → ±∞

y = mx + b
y = mx + b y = mx + b

A definição de Assímptota Oblíqua (lim [ f (x) − (mx + b)] = 0)


x → ±∞
assenta no
seguinte raciocínio, a diferença de 2 funções que tendem a aproximar-se tende
para zero.

Em baixo podemos ver a demonstração que leva ao cálculo do declive (m ) e


da ordenada na origem (b ) da recta assímptota de f ( x ) .

lim [ f ( x ) − ( mx + b)] = 0
x → ±∞

⇔ lim f ( x) = lim (mx + b) ⇔ lim [ f ( x) − mx − b] = 0


x → ±∞ x → ±∞ x → ±∞

0
f ( x) mx b ⇔ lim [ f ( x) − mx] − lim b = 0
⇔ lim = lim + lim x → ±∞ x → ±∞
x → ±∞ x x → ±∞ x x → ±∞ x

⇔ lim [ f ( x) − mx] = b
f ( x) x → ±∞
⇔ lim =m
x → ±∞ x
Teoria

Calcular Assímptotas

 Para calcular todas as assímptotas de uma função devemos fazê-lo da


seguinte forma:

A.V. Calcular em primeiro lugar as Assimptotas verticais e para isso é


necessário determinar o Domínio

Os pontos candidatos a A.V. são aqueles que não pertencem


ao domínio (sendo pontos de acumulação) ou pontos de
descontinuidade da função.

(...) se x ≥ a
Ex.: D = IR \ {a}, D = ]− ∞, a[, D = ]a, b], ...., f ( x) = 
[...] se x < a

k → x = a não é A.V.
a
lim± f ( x) =
x→ a

± ∞ → x = a é A.V.

Assimptotas Horizontais
A.N.V. y = mx + b
Assimptotas Oblíquas

f ( x)
 m = lim Se m = ±∞ ou b = ±∞ não existe A.N.V.
x → ±∞ x
Se m = 0 e b existe então y = b é A.H.

 b = lim[ f ( x) − mx] Se m ≠ 0 e b existe então y = mx + b é A.O.


x→±
Dicas

Assímptotas

Dica 1

Ao calcular as Assímptotas de uma função deve ser dada importância


especial ao Domínio. Por exemplo, se o Domínio for Limitado do tipo
([a, b]; [a, b[; ]a, b]; ou ]a, b[) não existem Assímptotas Não Verticais, uma vez
que Assímptotas Horizontais ou Assímptotas Oblíquas só fazem sentido
existir quando x → ±∞

Dica 2

Uma mesma função pode ter os 3 tipos de Assímptotas (A.V.; A.H. ou


A.O.), no entanto, não é possível existirem A.H. e A.O. em simultâneo
para o mesmo lado, ou seja, se quando x → +∞ já existe A.H. não é
possível existir qualquer outra assímptota quando x → +∞ e vice versa, o
mesmo se passa quando x → −∞

Dica 3

Se forem pedidas apenas as A.H. podemos concluir que o declive é zero


e passar logo ao cálculo de lim f ( x) poupando tempo e trabalho com o
x → ±∞

f (x )
cálculo de m = lim
x → ±∞ x

±∞, não existe A.H. b


lim f ( x) =
x → ±∞
b, y = b é A.H.
Prática

Funções

Exercício 1

Seja f ( x ) uma função de Domínio IR + cuja recta de equação y = −2 x + 3


é uma Assímptota Oblíqua.
f (x ) + 2 x
Seja g ( x ) = , calcula lim g ( x ) .
f (x ) x → +∞

Resposta:

Da Assímptota Oblíqua de f ( x ) temos que,

f (x )
m = lim = −2 e b = lim [ f ( x ) − mx ] = lim [ f ( x ) − (− 2 )x ] = lim [ f (x ) + 2 x ] = 3
x → +∞ x x → +∞ x → +∞ x → +∞

Desta forma,

f ( x ) + 2 x xlim ( f (x ) + 2 x ) 3
lim g ( x ) = lim = →+∞ = = −1,5
x → +∞ x → +∞ f (x ) f (x ) −2
lim
x x → +∞ x

Exercício 2

Seja f ( x ) uma função de Domínio IR + , injectiva e cuja bissectriz dos


quadrantes ímpares é uma assímptota. O que pode dizer acerca da
existência de assímptotas da sua função inversa?

Resposta:

Graficamente sabemos que a Inversa de uma função é a simetria desta


relativamente à recta y = x (bissectriz dos quadrants ímpares), logo, se
f ( x ) se aproxima cada vez mais da recta y = x quando x → +∞ o mesmo
acontece com a função simétrica relativamente a essa recta. Podemos
então concluir que a sua inversa também tem como assímptota Oblíqua a
recta y = x