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Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos

Aula 4 Sistemas Pneumáticos

Engenharia

Prof. Samuel Ramos

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos

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Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos

Histórico

Somente na segunda metade do século XIX é que o ar

comprimido adquiriu importância industrial. No entanto, sua

utilização é anterior a Da Vinci, que em diversos inventos

dominou e usou o ar. No Velho Testamento, são

encontradas referências ao emprego do ar comprimido: na

fundição de prata, ferro, chumbo e estanho. A história

demonstra que há mais de 2000 anos os técnicos

construíam máquinas pneumáticas, produzindo energia pneumática por meio de um pistão. Como instrumento de

trabalho utilizavam um cilindro de madeira dotado de

êmbolo.

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Propriedades do ar

Ar submetido a um volume final V f
Ar submetido a um
volume final V f
Ar submetido a um volume final V f
Ar submetido a um
volume final V f

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Propriedades do ar

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Propriedades do ar Prof. Samuel Ramos 5

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Propriedades do ar

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Propriedades do ar Prof. Samuel Ramos 6

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Atmosfera

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Atmosfera Prof. Samuel Ramos 7

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Pressão Atmosférica

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Pressão Atmosférica Prof. Samuel Ramos 8
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Pressão Atmosférica Prof. Samuel Ramos 8

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Princípio de Pascal

Constata-se que o ar é muito compressível sob ação de pequenas

forças. Quando contido em um recipiente fechado, o ar exerce uma pressão igual sobre as paredes, em todos os sentidos. Por Blaise Pascal temos: "A pressão exercida em um fluído confinado em forma estática atua em todos os sentidos e direções, com a mesma

intensidade, exercendo forças iguais em áreas iguais".

os sentidos e direções, com a mesma intensidade, exercendo forças iguais em áreas iguais". Prof. Samuel

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Unidade de pressão

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Unidade de pressão Prof. Samuel Ramos 1 0

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Produção, preparação e distribuição

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Produção, preparação e distribuição Prof. Samuel Ramos 1 1

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Convenções de cores

Apresentamos abaixo as cores utilizadas pelo ANSI (American National

Standard Institute), sua padronização de cores é bem completa e abrange a maioria das necessidades de um circuito.

Vermelho

Indica pressão de alimentação, pressão normal do sistema, é a pressão

do processo de transformação de energia; ex.: compressor.

Violeta

Indica que a pressão do sistema de transformação de energia foi

intensificada; ex.: multiplicador de pressão.

Laranja

Indica linha de comando, pilotagem ou que a pressão básica foi reduzida; ex.: pilotagem de uma válvula.

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Convenções de cores

Amarelo

Indica uma restrição no controle de passagem do fluxo; ex.: utilização de válvula de controle de fluxo.

Azul Indica fluxo em descarga, escape ou retorno; ex.: exaustão para

atmosfera.

Verde

Indica sucção ou linha de drenagem; ex.: sucção do compressor.

Branco

Indica fluido inativo; ex.: armazenagem.

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Compressores

Compressores são máquinas destinadas a elevar a

pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições

atmosféricas, até uma determinada pressão, exigida na

execução dos trabalhos realizados pelo ar comprimido.

uma determinada pressão, exigida na execução dos trabalhos realizados pelo ar comprimido. Prof. Samuel Ramos 1

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Compressor dinâmico de fluxo radial

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Compressor dinâmico de fluxo radial Prof. Samuel Ramos 1 5

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Compressor de Parafuso

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Compressor de Parafuso Prof. Samuel Ramos 1 6

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Compressor de Pistão de Simples Efeito

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Compressor de Pistão de Simples Efeito Prof. Samuel Ramos 1 7

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Compressor de Pistão de Duplo Efeito

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Compressor de Pistão de Duplo Efeito Prof. Samuel Ramos 1 8

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Resfriador Posterior

Simbologia
Simbologia

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Esquematização da Produção, Armazenamento e

Condicionamento do Ar Comprimido

1 - Filtro de Admissão 5 Reservatório - 2 Motor Elétrico - 6 Resfriador Intermediário
1 - Filtro de Admissão
5 Reservatório
-
2 Motor Elétrico
-
6 Resfriador Intermediário
-
3 Separador de Condensado
-
7 Secador
-
4
- Compressor
8
-
Resfriador Posterior

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Layout da rede de distribuição

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Layout da rede de distribuição Prof. Samuel Ramos 2 2

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Prevenção e Drenagem para o

Condensado

Inclinação 0,5 a 2% do Comprimento

Unidade de Condicionamento (Utilização) Purgadores
Unidade de
Condicionamento
(Utilização)
Purgadores

Separador

Ar Armazenagem Comprimido de Condensados Drenos Automáticos
Ar
Armazenagem
Comprimido
de Condensados
Drenos
Automáticos

Conexões Instantâneas

Ar Armazenagem Comprimido de Condensados Drenos Automáticos Conexões Instantâneas Prof. Samuel Ramos 2 3

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Unidade de Condicionamento ou Lubrefil

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Unidade de Condicionamento ou Lubrefil Simbologia Prof. Samuel Ramos 2 4

Simbologia

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Filtro de Ar

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Filtro de Ar Dreno Automático Prof. Samuel Ramos 2 5

Dreno Automático

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Filtro de Ar Dreno Automático Prof. Samuel Ramos 2 5

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Regulador de Pressão

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Regulador de Pressão Prof. Samuel Ramos 2 6

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Regulador de Pressão com filtro

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Regulador de Pressão com filtro Prof. Samuel Ramos 2 7

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Lubrificador

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Lubrificador Prof. Samuel Ramos 2 8

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Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Prof. Samuel Ramos 2 9

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Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Prof. Samuel Ramos 3 0

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Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Prof. Samuel Ramos 3 1

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Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Prof. Samuel Ramos 3 2

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Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Prof. Samuel Ramos 3 3

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Válvulas de Controle Direcional

Uma regra prática para a determinação do número de vias consiste

em separar um dos quadrados (posição) e verificar quantas vezes o(s) símbolo(s) interno(s) toca(m) os lados do quadro, obtendo-se,

assim, o número de orifícios e em correspondência o número de vias.

Preferencialmente, os pontos de conexão deverão ser contados no

quadro da posição inicial.

Preferencialmente, os pontos de conexão deverão ser contados no quadro da posição inicial. Prof. Samuel Ramos

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Válvulas de Controle Direcional

Hidráulicos e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional • Nº 1 - alimentação: orifício de suprimento

Nº 1 - alimentação: orifício de suprimento principal.

Nº 2 - utilização, saída: orifício de aplicação em válvulas de 2/2, 3/2 e 3/3.

s 2 e 4 - utilização, saída: orifícios de aplicação em válvulas 4/2, 4/3, 5/2 e 5/3.

Nº 3 - escape ou exaustão: orifícios de liberação do ar utilizado em válvulas 3/2, 3/3, 4/2 e 4/3.

s 3 e 5 - escape ou exaustão: orifício de liberação do ar utilizado em válvulas 5/2 e

5/3.

Orifício número 1 corresponde ao suprimento principal; 2 e 4 são aplicações; 3 e 5 escapes.

Orifícios de pilotagem são identificados da seguinte forma: 12 e 14. Estas

referências baseiam-se na identificação do orifício de alimentação 1.

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Válvulas de Controle Direcional

Normalmente Fechada ou Normalmente Aberta

e Pneumáticos Válvulas de Controle Direcional Normalmente Fechada ou Normalmente Aberta Prof. Samuel Ramos 3 6