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28/04/2016

MinistériodaSaúde

ADVERTÊNCIA

EstetextonãosubstituiopublicadonoDiárioOficialdaUnião

EstetextonãosubstituiopublicadonoDiárioOficialdaUnião MinistériodaSaúde GabinetedoMinistro

MinistériodaSaúde

GabinetedoMinistro

PORTARIANº373,DE27DEFEVEREIRODE2002

OMinistrodeEstadodaSaúde,nousodesuasatribuições,e

Considerando os princípios do Sistema Único de Saúde de universalidade do acesso e de integralidade da atenção;

ConsiderandoodispostonoArtigo198daConstituiçãoFederalde1998,queestabelecequeasaçõeseserviços

públicosdesaúdeintegramumarederegionalizadaehierarquizadaeconstituemumsistemaúnico;

Considerando a necessidade de darcontinuidade ao processo de descentralização e organização do Sistema Único de Saúde – SUS, fortalecido com a implementação da Norma Operacional Básica –SUS 01/96, de 05 de

novembrode1996;e

ConsiderandoascontribuiçõesdoConselhodeSecretáriosEstaduaisdeSaúde–CONASSeConselhoNacional deSecretáriosMunicipaisdeSaúde–CONASEMS,seguidasdaaprovaçãodaComissãoIntergestoresTripartite–CIT

eConselhoNacionaldeSaúde–CNS,em07dedezembrode2001;

Considerandoocontínuomovimentodepactuaçãoentreostrêsníveisdegestão,visandooaperfeiçoamentodo

SistemaÚnicodeSaúde,resolve:

Art.1º­Aprovar,naformadoAnexodestaPortaria,aNormaOperacional daAssistênciaàSaúde–NOAS­SUS

01/2002queampliaasresponsabilidadesdosmunicípiosnaAtençãoBásica;estabeleceoprocessoderegionalização

comoestratégiade hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior eqüidade; cria mecanismos para o fortalecimentodacapacidadedegestãodoSistemaÚnicodeSaúdeeprocedeàatualizaçãodoscritériosdehabilitação deestadosemunicípios.

Art. 2º­EstaPortariaentradatadesuapublicação, cessandoos efeitos daPortariaGM/MS N°95, de26de

janeirode2001,publicadanoDiárioOficialn°20­E,de29dejaneirode2001,Seção1.

BARJASNEGRI

NORMAOPERACIONALDAASSISTÊNCIAÀSAÚDE/SUS­NOAS­SUS01/02

INTRODUÇÃO

A presente Norma Operacional da Assistência à Saúde 01/2002 ­ NOAS­SUS 01/02 resulta do contínuo movimentodepactuaçãoentreostrêsníveisdegestão,visandooaprimoramentodoSistemaÚnicodeSaúde.

ApartirdapublicaçãodaNOAS­SUS 01/01, em26dejaneiro de2001, oMinistériodaSaúde, as Secretarias Estaduais de Saúde, através do CONASS, e as Secretarias Municipais de Saúde, através do CONASEMS, desencadearamdiversasatividadesdeplanejamentoedeadequaçãodeseusmodelosassistenciaisedegestãoaos preceitosestabelecidos,ponderandocriticamenteosavançoseosdesafiosquenovasdiretrizesorganizativastrariam parasuarealidadeconcreta.

Duranteestepercurso,emalgumasunidadesdafederaçãoforamidentificadosentravesnaoperacionalizaçãode

determinadositens,decorrentesdasdificuldadesparaestabelecerocomandoúnicosobreosprestadoresdeserviços

aoSUSeasseguraratotalidadedagestãomunicipalnassedesdosmódulosassistenciais,bemcomodafragilidade

paraexplicitaçãodosmecanismosnecessáriosàefetivaçãodagestãoestadualparaasreferênciasintermunicipais.

Emdecorrênciadanecessidadedeviabilizarodebatesobreessasquestões,identificadascomocausadorasde maiortensionamentonaimplantaçãodaNorma,oprocessodenegociaçãofoireabertoduranteosegundosemestrede 2001. Neste sentido, a Comissão Intergestores Tripartite ­ CIT, em reunião realizada em 22 de novembro de 2001, firmouacordocontemplandopropostasreferentesaocomandoúnicosobreosprestadoresdeserviçosdemédiaealta complexidadeeofortalecimentodagestãodosestadossobreasreferênciasintermunicipais.Nessamesmaocasião, deliberou­sepelaconstituiçãodeumGrupodeTrabalho, comrepresentaçãotripartite, comaatribuiçãodedetalharo

acordoeincorporaraNOASospontosacordados,mantendoacoerênciadotexto.Em07dedezembrode2001foifeito

umrelato,porrepresentantesdoMinistériodaSaúde,CONASSeCONASEMS,aosmembrosdoConselhoNacionalde

Saúde,acercadanegociaçãorealizadanaCITedasalteraçõesquedelaresultaram.

Ainda como resultado do processo de elaboração da NOAS­SUS 01/02 e com o objetivo de facilitar sua utilização,estedocumentoincorporoudefiniçõesdaregulamentaçãocomplementarrelacionadasaostemasqueforam objetodoacordo,que,naversãoanterior,encontravam­sedescritosemdocumentosnormativosespecíficos.

Enfim, cabe destacar que esta NOAS­SUS 01/02, ao assegurar a manutenção das diretrizes organizativas

definidaspelaNOAS­SUS01/01,procuraoferecerasalternativasnecessáriasàsuperaçãodasdificuldadeseimpasses

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oriundosdadinâmicaconcretadesuaimplementação.

CAPÍTULOI

DAREGIONALIZAÇÃO

1. Estabelecer o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de

buscademaioreqüidade.

1.1.Oprocessoderegionalizaçãodeverácontemplarumalógicadeplanejamentointegrado,compreendendoas

noçõesdeterritorialidade,naidentificaçãodeprioridadesdeintervençãoedeconformaçãodesistemasfuncionaisde

saúde,nãonecessariamenterestritosàabrangênciamunicipal,masrespeitandoseuslimitescomounidadeindivisível,

de forma a garantir o acesso dos cidadãos a todas as ações e serviços necessários para a resolução de seus

problemasdesaúde,otimizandoosrecursosdisponíveis.

I.1DAELABORAÇÃODOPLANODIRETORDEREGIONALIZAÇÃO

2. Instituir o Plano Diretor de Regionalização ­ PDR como instrumento de ordenamento do processo de

regionalizaçãodaassistênciaemcadaestadoenoDistritoFederal,baseadonosobjetivosdedefiniçãodeprioridades

deintervençãocoerentescomasnecessidadesdesaúdedapopulaçãoegarantiadeacessodoscidadãosatodosos

níveisdeatenção.

3.OPDRfundamenta­senaconformaçãodesistemasfuncionaiseresolutivosdeassistênciaàsaúde,pormeio

daorganizaçãodos territórios estaduais emregiões/microrregiões emódulos assistenciais; daconformaçãoderedes hierarquizadas de serviços; do estabelecimento de mecanismos e fluxos de referência e contra­referência intermunicipais,objetivandogarantiraintegralidadedaassistênciaeoacessodapopulaçãoaosserviçoseações de saúdedeacordocomsuasnecessidades.

4.OPDRdeveráserelaboradonaperspectivadegarantir:

a) O acesso dos cidadãos, o mais próximo possível de sua residência, a um conjunto de ações e serviços

vinculadosàsseguintesresponsabilidadesmínimas:

­assistênciapré­natal,partoepuerpério;

­acompanhamentodocrescimentoedesenvolvimentoinfantil;

­ cobertura universal do esquema preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações, para todas as faixas etárias;

­açõesdepromoçãodasaúdeeprevençãodedoenças;

­tratamentodasintercorrênciasmaiscomunsnainfância;

­atendimentodeafecçõesagudasdemaiorincidência;

­acompanhamentodepessoascomdoençascrônicasdealtaprevalência;

­tratamentoclínicoecirúrgicodecasosdepequenasurgênciasambulatoriais;

­tratamentodosdistúrbiosmentaisepsicossociaismaisfreqüentes;

­controledasdoençasbucaismaiscomuns;

­suprimento/dispensaçãodosmedicamentosdaFarmáciaBásica.

b) O acesso de todos os cidadãos aos serviços necessários à resolução de seus problemas de saúde, em

qualquer nível de atenção, diretamente ou mediante o estabelecimento de compromissos entre gestores para o atendimentodereferênciasintermunicipais.

5.Definirosseguintesconceitos­chavesparaaorganizaçãodaassistêncianoâmbitoestadual,quedeverãoser

observadosnoPDR:

a)RegiãodeSaúde­baseterritorialdeplanejamentodaatençãoàsaúde,nãonecessariamentecoincidentecom

adivisãoadministrativadoestado,aserdefinidapelaSecretariaEstadualdeSaúde,deacordocomasespecificidades

e estratégias de regionalização da saúde em cada estado, considerando as características demográficas,

socioeconômicas,geográficas,sanitárias,epidemiológicas,ofertadeserviços,relaçõesentremunicípios,entreoutras. Dependendo do modelo de regionalização adotado, um estado pode se dividir em macrorregiões, regiões e/ou microrregiõesdesaúde.Porsuavez,amenorbaseterritorialdeplanejamentoregionalizado,sejaumaregiãoouuma microrregiãodesaúde,podecompreenderumoumaismódulosassistenciais.

b) MóduloAssistencial ­ módulo territorial com resolubilidade correspondente ao primeiro nível de referência,

definidanoItem8­CapítuloIdestaNorma,constituídoporumoumaismunicípios,comáreadeabrangênciamínimaa

serestabelecidaparacadaUnidadedaFederação,emregulamentaçãoespecífica,ecomasseguintescaracterísticas:

­ conjunto de municípios, entre os quais há um município­sede, habilitado em Gestão Plena do Sistema Municipal/GPSMouemGestãoPlenadaAtençãoBásicaAmpliada/GPAB­A, comcapacidade deofertaratotalidade

dosserviçosdequetrataoItem8­CapítuloIdestaNorma,comsuficiência,parasuapopulaçãoeparaapopulaçãode

outrosmunicípiosaeleadscritos;ou

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­municípioemGestãoPlenadoSistemaMunicipalouemGestãoPlenadaAtençãoBásicaAmpliada/GPAB­A,

comcapacidadedeofertarcomsuficiênciaatotalidadedosserviçosdequetrataoItem8–CapítuloIparasuaprópria

população,quandonãonecessitardesempenharopapeldereferênciaparaoutrosmunicípios.

c)Município­sededomóduloassistencial(GPSMouGPAB­A)­municípioexistenteemummóduloassistencial

queapresenteacapacidadedeofertaratotalidadedosserviçosdequetrataoItem8­CapítuloI,correspondenteao

primeironíveldereferênciaintermunicipal,comsuficiência,parasuapopulaçãoeparaapopulaçãodeoutrosmunicípios

aeleadscritos.

d)Município­pólo(GPSMouGPAB­A)­municípioque,deacordocomadefiniçãodaestratégiaderegionalização

decadaestado,apresentepapeldereferênciaparaoutrosmunicípios,emqualquerníveldeatenção.

e)Unidadeterritorialdequalificaçãonaassistênciaàsaúde­representaabaseterritorialmínimaasersubmetida

à aprovação do Ministério da Saúde e Comissão Intergestores Tripartite para qualificação na assistência à saúde. Deverá ser a menor base territorial de planejamento regionalizado com complexidade assistencial acima do módulo assistencial, conforme definido no PDR. Poderá ser uma microrregião ou uma região de saúde, de acordo com o desenhoadotadopeloestado.

6.ParasequalificaremaosrequisitosdaNOASSUS01/02,osestadoseoDistritoFederaldeverãosubmeterà

CITosprodutos,bemcomoosmeiosdeverificaçãocorrespondentes,definidosnoAnexo6destanorma,contendo,no

mínimo:

a)adescriçãodaorganizaçãodoterritórioestadualemregiões/microrregiõesdesaúdeemódulosassistenciais,

comaidentificaçãodosmunicípios­sedeemunicípios­póloedosdemaismunicípiosabrangidos;

b)aidentificaçãodasprioridadesdeintervençãoemcadaregião/microrregião;

c)oPlanoDiretordeInvestimentosparaatenderasprioridadesidentificadaseconformarumsistemaresolutivoe

funcionaldeatençãoàsaúde,preferencialmenteidentificandocronogramaefontesderecursos;

d) a inserção e o papel de todos os municípios nas regiões/microrregiões de saúde, com identificação dos

municípios­sede,desuaáreadeabrangênciaedosfluxosdereferência;

e)osmecanismosderelacionamentointermunicipalcomoorganizaçãodefluxosdereferênciaecontrareferência

eimplantaçãodeestratégiasderegulaçãovisandoàgarantiadoacessodapopulaçãoaosserviços;

f)apropostadeestruturaçãoderedesdereferênciaespecializadaemáreasespecíficas;

g)aidentificaçãodasnecessidadeseapropostadefluxodereferênciaparaoutrosestados,nocasodeserviços

nãodisponíveisnoterritórioestadual;

6.1.OsprodutosrelativosàqualificaçãodosestadosedoDistritoFederalaosrequisitosdestaNorma,noque

tangeasuaelaboração,tramitação,requisitosemeiosdeverificação,obedecerãoaoseguinte:

6.1.1nasuaelaboração:

a)CabeàsSecretariasdeSaúdedosestadosedoDistritoFederalaelaboraçãodoPDR,emconsonânciacomo

PlanoEstadualdeSaúde,quedeverácontemplarumalógicadeplanejamentoqueenvolvaosmunicípiosnadefinição

dosespaçosregionais/microrregionaisdeassistênciaàsaúde,dosfluxosdereferência,bemcomodosinvestimentos

paraaconformaçãodesistemasdesaúderesolutivosefuncionais.

b) O PDR deve contemplar a perspectiva de redistribuição geográfica de recursos tecnológicos e humanos,

explicitandoodesenhofuturoedesejadodaregionalizaçãoestadual, prevendoos investimentos necessários paraa conformaçãodestasnovasregiões/microrregiõesemódulosassistenciais,observandoassimadiretrizdepossibilitaro acessodocidadãoatodas as ações eserviços necessários paraaresoluçãodeseus problemas desaúde, omais próximopossíveldesuaresidência.

c)OPDRsubsidiaráoprocessodequalificaçãoderegiões/microrregiões.

6.1.2natramitação:

a) A Secretaria de Saúde do estado ou do Distrito Federal deverá encaminhar o os produtos à respectiva

ComissãoIntergestoresBipartite­CIB,quedeveráconvocarreuniãoparaanáliseeaprovação, após, nomáximo, 30

(trinta)diasacontardadataderecebimentodaproposta;

b)AprovadooPlanoDiretordeRegionalizaçãoedemaisprodutos,aCIBdeveráremetê­laaoConselhoEstadual

deSaúde­CES,queterá30(trinta)diasparaapreciaçãoedeliberação;

c)Apósaprovadonasinstânciasestaduais,aSecretariaEstadualdeSaúdedeveráencaminharoPDRedemais

produtosàSecretariaTécnicadaComissãoIntergestoresTripartite­CIT, queencaminharáadocumentaçãoreferidaà Secretariade Assistência à Saúde ­ SAS/MS e à Secretaria de Políticas de Saúde ­ SPS/ MS, para análise de conteúdoe viabilidade; após o que procederão ao encaminhamento destes, com parecer, à Comissão Intergestores Tripartiteparadeliberaçãoehomologação.

d)CasonãosejahomologadapelaCIT, areferidadocumentaçãodeveráserdevolvidoàrespectivaSecretaria EstadualdeSaúde,paraajusteeanálisedasrecomendaçõesenovamentesubmetidoàapreciaçãodaCIBedoCES.

e)em casodealteraçãodoPDRpeloestadoouDistritoFederal após suahomologaçãopelaCIT, deveráser observadaamesmatramitaçãodefinidaparaapropostaoriginal.

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I.2DAAMPLIAÇÃODOACESSOEDAQUALIDADEDAATENÇÃOBÁSICA

7. Instituira Gestão Plena daAtenção Básica Ampliada (GPAB­A), como uma das condições de gestão dos

sistemasmunicipaisdesaúde.

7.1. Definir como áreas de atuação estratégicas mínimas da condição de Gestão Plena daAtenção Básica

Ampliada: o controle da tuberculose, a eliminação da hanseníase, o controle da hipertensão arterial, o controle da

diabetes mellitus, a saúde da criança, a saúde da mulhere a saúde bucal, conforme detalhamento apresentado no

ANEXO1destaNorma.

7.2.AsaçõesdequetrataoANEXO1destaNormadevemser assumidasportodososmunicípiosbrasileiros, respeitadooseuperfilepidemiológico, comoumcomponenteessencialemínimoparaocumprimentodas metas do Pacto daAtenção Básica, instituído pela Portaria GM/MS N° 3.925, de 13 de novembro de 1998, e regulamentado anualmenteemportariaespecífica.

7.3. O conjunto de procedimentos assistenciais que compõem as ações de Atenção Básica Ampliada é

compreendidoporaqueles atualmente cobertos pelo Piso deAtenção Básica (PAB), acrescidos dos procedimentos

relacionadosnoANEXO2destaNorma.

7.4. Para o financiamento do elenco de procedimentos da Atenção Básica Ampliada, foi instituído o PAB

Ampliado,eseuvalordefinidoemPortariadoMinistériodaSaúde,sendoqueosmunicípiosquehojejárecebemoPAB fixo em valor superior ao PAB Ampliado não sofrerão alteração no valor per capita do PAB fixo destinado aoseu município.

7.5. Os municípios já habilitados nas condições de gestão da NOB 01/96 estarão aptos a receber o PAB

Ampliado,apósassumiremacondiçãodeGestãoPlenadaAtençãoBásicaAmpliada­GPAB­A,medianteavaliação

pelaSecretariaEstadualdeSaúde,aprovaçãopelaCIB,ehomologaçãopelaCIT.

7.6.ASecretariadePolíticasdeSaúde/SPSéaunidadeorganizacionaldoMinistériodaSaúderesponsávelpela

regulamentação de critérios, fluxos e instrumentos do processo de avaliação da Atenção Básica para efeito de habilitaçãoemanutençãonascondiçõesdegestãodefinidasnestaNorma.

I.3DOSMÓDULOSASSISTENCIAISEDAQUALIFICAÇÃODASMICRORREGIÕES

8. Definir um conjunto mínimo de procedimentos de média complexidade como primeiro nível de referência

intermunicipal,comacessogarantidoatodaapopulaçãonoâmbitomicrorregional,ofertadosemumoumaismódulos

assistenciais.

8.1.Esseconjuntomínimodeserviçosdemédiacomplexidadecompreendeasatividadesambulatoriaisdeapoio

diagnósticoeterapêutico(M1)edeinternaçãohospitalar,detalhadasnoANEXO3destaNorma.

9.OfinanciamentofederaldoconjuntodeserviçosdoM1adotaráaseguintelógica:

9.1.Ofinanciamentodasatividadesambulatoriaisdeapoiodiagnósticoeterapêutico(M1),seráfeitocombase

naprogramaçãodeumvalorpercapitanacionalmínimo,definidoemPortariadoMinistrodaSaúde.

9.2. O financiamento das internações hospitalares será feito de acordo com o processo de Programação

PactuadaeIntegrada, conduzidopelogestorestadual, respeitadooLimiteFinanceiroGlobaldaAssistência decada UnidadedaFederação;

9.3. Paraapoiaroprocessodequalificaçãodas regiões/microrregiões egarantiros recursos percapitaparao

financiamentodosprocedimentosmínimosdamédiacomplexidade(M1)paratodaapopulaçãobrasileira,oMinistério

daSaúdeadicionarárecursosaoLimiteFinanceirodosEstados,conformedefinidoemPortariaespecífica,sendoquea destinaçãodestes recursos estarádescritanaPPI dos estados edoDistritoFederal, devendosuaincorporaçãoao LimiteFinanceirodosEstadosocorrernamedidaemqueforemefetivadasasqualificaçõesdas regiões/microrregiões assistenciais.

9.4.Serãoqualificadasapenasasregiões/microrregiõesnasquaisaPPIestadualtenhadefinidoaalocaçãodos

recursos destinados ao financiamento dos procedimentos mínimos da média complexidade (M1) na(s) sede(s) de módulo(s)assistencial(is).

9.5. Nas microrregiões não qualificadas, o financiamento dos procedimentos constantes do M1 desta Norma

continuarásendofeitodeacordocomalógicadepagamentoporprodução.

10.OrepassedosrecursosdequetrataoSubitem9.3­Item9­CapítuloI,destaNorma,paraacoberturada

populaçãodeumadadamicrorregiãoestarácondicionadoàaprovaçãopelaCITdaqualificaçãodareferidamicrorregião

naassistênciaàsaúde.

11Aqualificaçãocompreendeoreconhecimentoformaldaconstituiçãodasregiões/microrregiões,daorganização

dos sistemas funcionais de assistência à saúde e do compromisso firmado entre o estado e os municípios componentes dos módulos assistenciais, para a garantia do acesso de toda a população residente nestes espaços territoriais a um conjunto de ações e serviços correspondente ao nível de assistência à saúde relativo ao M1, acrescidosdeumconjuntodeserviçoscomcomplexidadeacimadomóduloassistencial,deacordocomodefinidono PDR.

12. Os requisitos paraaqualificaçãodecadaregião/microrregiãoerespectivos instrumentos decomprovação

estãolistadosnoAnexo7destaNorma.

13. A solicitação de qualificação de cada região/microrregião de saúde deverá ser encaminhada à CIT,

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observandoque:

13.1Ogestorestadual,conjuntamentecomosgestoresmunicipaisdaregiãoaserqualificada,deveencaminhar

aCIBsolicitaçãodequalificaçãodaregião/microrregião;

13.2ACIBdeveráanalisarasolicitaçãoque,seaprovada, deveráserencaminhadaaoCES,paraconhecimento, eàSecretariaTécnicadaCIT,paradeliberação;

13.3ASecretariaTécnicadaCITdeveráencaminhardocumentação à Secretaria deAssistência à Saúde do MinistériodaSaúde,queprocederáarespectivaanálise,deacordocomoPDRjáaprovado;

13.4.ASAS/MSdeveráencaminharparecerquantoaoprocessodequalificação àCIT, paradecisãoquantoà suahomologação.

14. Após a homologação na CIT do processo de qualificação de uma microrregião, o montante de recursos

correspondenteaofinanciamentodosprocedimentoslistadosnoANEXO3AdestaNorma(M1)destinadosà cobertura dapopulaçãodomunicípio­sededemódulo, acrescidodomontantederecursos referentes àcoberturadapopulação residentenos municípios aeleadscritos, passam asertransferidos porumadas duas formas: (i)fundoafundoao estadohabilitadoquandoomunicípio­sededemóduloforhabilitadoemGPAB­A(ii)fundoafundoaomunicípio­sedede cadamóduloassistencialquandoesseforhabilitadoemGestãoPlenadoSistemaMunicipaldeacordocomaNorma OperacionaldaAssistênciaàSaúde,sendoque,nestecaso,aparcelarelativaàpopulaçãoresidentenosmunicípios adscritos estará condicionada ao cumprimento de Termo de Compromisso para a Garantia de Acesso, conforme

normatizadonosItens37e38­CapítuloIIdestaNorma.

15.Emmódulosnosquaisasedeestiversobgestãomunicipal,casoexistaummunicípiohabilitadoemGestão

PlenadaAtenção BásicaAmpliada que disponha em seu território de laboratório de patologia clínica ou serviço de radiologiaouultra­sonografiagineco­obstétrica,emquantidadesuficienteecomqualidadeadequadaparaoatendimento desuaprópriapopulação,masquenãotenhaoconjuntodeserviçosrequeridosparasersededemóduloassistencial, essemunicípiopoderácelebrarumacordocomogestordomunicípio­sededomódulopara,provisoriamente,atender suaprópriapopulaçãonoreferidoserviço.

16.ASecretariadeAssistênciaàSaúdeéaunidade organizacionaldoMSresponsávelpelaanálisetécnicadas propostas de qualificação das microrregiões na assistência à saúde, a serem submetidas à aprovação da CIT, de acordocomasregrasestabelecidasnestaNorma.

I.4DAORGANIZAÇÃODOSSERVIÇOSDEMÉDIACOMPLEXIDADE

17.AAtençãodeMédiaComplexidade(MC)­compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico,quenãojustifiqueasuaofertaemtodososmunicípiosdopaís.

18. Excetuando as ações mínimas da média complexidade (M1), que devem ser garantidas no âmbito dos

módulosassistenciais,asdemaisaçõesassistenciaisdemédiacomplexidade,tantoambulatoriaiscomohospitalares, podem ser garantidas no âmbito microrregional, regional ou mesmo estadual, de acordo com o tipo de serviço, a disponibilidadetecnológica,ascaracterísticasdoestadoeadefiniçãonoPlanoDiretordeRegionalizaçãodoestado.

19.Ogestorestadualdeveadotarcritériosparaaorganizaçãoregionalizadadasaçõesdemédiacomplexidade

queconsiderem: necessidadedequalificaçãoeespecializaçãodos profissionais paraodesenvolvimentodas ações, correspondênciaentreapráticaclínicaecapacidaderesolutivadiagnósticaeterapêutica, complexidadeecustodos equipamentos, abrangência recomendável para cada tipo de serviço, economias de escala, métodos e técnicas requeridosparaarealizaçãodasações.

20.Ossubsídiosàorganizaçãoeprogramaçãodamédiacomplexidade,compreendendogruposdeprogramação

ecritériosdeclassificaçãodasaçõesdesseníveldeatençãosãodescritoseminstrumentoaseracordadopelastrês

esferasdegovernoedefinidoemPortariadoMS.

21. O processo de Programação Pactuada e Integrada (PPI), coordenado pelo gestor estadual representa o

principalinstrumentoparagarantiadeacessodapopulaçãoaosserviçosdemédiacomplexidadenãodisponíveis em seumunicípioderesidência,devendoorientaraalocaçãoderecursosedefiniçãodelimitesfinanceirosparatodosos municípiosdoestado,independentedesuacondiçãodegestão.

21.1. A programação das ações ambulatoriais de média complexidade deve compreender: identificação das

necessidades de saúde de sua população, definição de prioridades, aplicação de parâmetros físicos e financeiros

definidosnosestadosparaosdiferentesgruposdeaçõesassistenciais­respeitadososlimitesfinanceirosestaduais­e

estabelecimentodefluxosdereferênciasentremunicípios.

21.2. A alocação de recursos referentes a cada grupo de programação de ações ambulatoriais de média

complexidadeparaapopulaçãoprópriadeumdadomunicípioterácomolimitefinanceiroovalorpercapitaestadual

definidoparacadagrupo,multiplicadopelapopulaçãodomunicípio.

21.3.Aprogramaçãodeinternaçõeshospitalares deveutilizarcritérioshomogêneosdeestimativadeinternações necessáriasparaapopulação,econsideraradistribuiçãoecomplexidadedoshospitais,ovalormédiodasinternações hospitalares,bemcomoosfluxosdereferênciaentremunicípios.

21.4. A alocação de recursos correspondentes às referências intermunicipais, ambulatoriais e hospitalares,

decorre do processo de programação pactuada integrada entre gestores e do estabelecimento de Termo de Compromisso de Garantia de Acesso implicando a separação da parcela correspondente às referências no limite

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financeirodomunicípio.

22. Diferentemente do exigido para a organização das referências intermunicipais no módulo assistencial,

abordada na seção I.3 ­ Capítulo I desta Norma, no caso das demais ações de média complexidade, quando os

serviçosestiveremdispersosporvários municípios, admite­sequeummesmomunicípioencaminhereferências para maisdeummunicípiopólodemédiacomplexidade,dependendodadisponibilidadedeoferta,condições deacessoe fluxosestabelecidosnaPPI.

22.1.Ogestorestadual,aocoordenarumprocessodeplanejamentoglobalnoestado,deveadotarcritériospara

evitarasuperposiçãoeproliferaçãoindiscriminadaedesordenadadeserviços, levandosempreem consideraçãoas condiçõesdeacessibilidade,qualidadeeracionalidadenaorganizaçãodeserviços.

22.2. Deve­se buscar estabelecer as referências para a média complexidade em um fluxo contínuo, dos municípios de menor complexidade para os de maior complexidade, computando, no município de referência, as parcelas físicas e financeiras correspondentes ao atendimento da população dos municípios de origem, conforme acordadonoprocessodeProgramaçãoPactuadaeIntegradaentreosgestores.

I.5DAPOLÍTICADEATENÇÃODEALTACOMPLEXIDADE/CUSTONOSUS

23. A responsabilidade do Ministério da Saúde sobre a política de alta complexidade/custo se traduz nas

seguintesatribuições:

a­definiçãodenormasnacionais;

b­controledocadastronacionaldeprestadoresdeserviços;

c ­ vistoria de serviços, quando lhe couber, de acordo com as normas de cadastramento estabelecidas pelo próprioMinistériodaSaúde;

d­definiçãodeincorporaçãodosprocedimentosaseremofertadosàpopulaçãopeloSUS;

e­definiçãodoelencodeprocedimentosdealtacomplexidade;

f­estabelecimentodeestratégiasquepossibilitemoacessomaisequânimediminuindoasdiferençasregionais

naalocaçãodosserviços;

g ­ definição de mecanismos de garantia de acesso para as referências interestaduais, através da Central NacionaldeRegulaçãoparaProcedimentosdeAltaComplexidade;

h­formulaçãodemecanismosvoltadosàmelhoriadaqualidadedosserviçosprestados;

i­financiamentodasações.

23.1. A garantia de acesso aos procedimentos de alta complexidade é de responsabilidade solidária entre o MinistériodaSaúdeeasSecretariasdeSaúdedosestadosedoDistritoFederal.

24. Ogestorestadualéresponsávelpelagestãodapolíticadealtacomplexidade/custonoâmbitodoestado,

mantendovinculaçãocomapolíticanacional,sendoconsideradasintransferíveisasfunçõesdedefiniçãodeprioridades

assistenciaiseprogramaçãodaaltacomplexidade,incluindo:

a­amacroalocaçãoderecursosorçamentáriosdoLimiteFinanceirodaAssistênciadoestadoparacadaáreade

altacomplexidade;

b­adefiniçãodeprioridadesdeinvestimentosparagarantiroacessodapopulaçãoaserviçosdeboaqualidade,

oquepode,dependendodascaracterísticasdoestado,requererdesconcentraçãoouconcentraçãoparaaotimização

daofertadeserviços,tendoemvistaamelhorutilizaçãodosrecursosdisponíveis,agarantiadeeconomiadeescalae

melhorqualidade;

c­adelimitaçãodaáreadeabrangênciadosserviçosdealtacomplexidade;

d­acoordenaçãodoprocessodegarantiadeacessoparaapopulaçãodereferênciaentremunicípios;

e­ a definição de limites financeiros municipais para a alta complexidade, com explicitação da parcela correspondenteaoatendimentodapopulaçãodomunicípioondeestálocalizadooserviçoedaparcelacorrespondente àsreferênciasdeoutrosmunicípios;

f ­ a coordenação dos processos de remanejamentos necessários na programação da alta complexidade, inclusivecommudançasnoslimitesfinanceirosmunicipais;

g­osprocessosdevistoriaparainclusãodenovosserviçosnoquelhecouber,emconformidadecomasnormas

decadastramentodoMS;

h­acoordenaçãodaimplementaçãodemecanismosderegulaçãodaassistênciaemaltacomplexidade(centrais

deregulação,implementaçãodeprotocolosclínicos,entreoutros);

i­ocontroleeaavaliaçãodosistema,quantoàsuaresolubilidadeeacessibilidade;

j ­ a otimização da oferta de serviços, tendo em vista a otimização dos recursos disponíveis, a garantia de economiadeescalaemelhorqualidade.

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24.1Aregulaçãodareferênciaintermunicipaldealtacomplexidadeserásempreefetuadapelogestorestadual.

25­Os municípios quetiverem em seuterritórioserviços dealtacomplexidade/custo, quandohabilitados em GestãoPlenadoSistemaMunicipal,deverãodesempenharasfunçõesreferentesàorganizaçãodos serviços dealta complexidadeemseuterritório,visandoassegurarocomandoúnicosobreosprestadores,destacando­se:

a­aprogramaçãodas metas físicas efinanceiras dos prestadores deserviços, garantindoapossibilidadede acessoparaasuapopulaçãoeparaapopulaçãoreferenciadaconformeoacordadonaPPIenoTermodeGarantiade Acessoassinadocomoestado;

b­realizaçãodevistoriasnoquelhecouber,deacordocomasnormasdoMinistériodaSaúde;

c­conduçãodoprocessodecontratação;

d­autorizaçãopararealizaçãodosprocedimentoseaefetivaçãodospagamentos(créditosbancários);

e­definiçãodefluxoserotinasintramunicipaiscompatíveiscomasestaduais;

f­controle,avaliaçãoeauditoriadeserviços.

25.1Aregulação dos serviços de alta complexidade será de responsabilidade do gestor municipal, quando o municípioencontrar­senacondiçãodegestãoplenadosistemamunicipal, ederesponsabilidadedogestorestadual, nasdemaissituações.

25.2Aregulaçãodosserviçosdealtacomplexidade, localizadosemmunicípiohabilitadoemGPSMdeacordo

comasregrasestabelecidaspelaNOBSUS01/96emquepersistaadivisãodocomandosobreosprestadores,deverá

serassumidapelomunicípiooupeloestado,deacordocomocronogramadeajustedocomandoúnicoaprovadonaCIB

estadual,conformeprevistonoitem66destaNorma.

25.3. Nos municípios habilitados em Gestão Plena daAtenção Básica (GPAB) ou Gestão Plena daAtenção

Básica­Ampliada (GPAB­A) que tenham serviços de alta complexidade em seu território, as funções de gestão e relacionamentocom os prestadores dealtacomplexidadesãoderesponsabilidadedogestorestadual, podendoeste

delegaraosgestoresmunicipaisasfunçõesdecontroleeavaliaçãodosprestadores,incluindooprocessoautorizativo.

26. As ações de alta complexidade e as ações estratégicas serão financiadas de acordo com Portaria do

MinistériodaSaúde.

27. O Ministério da Saúde, definirá os valores de recursos destinados ao custeio da assistência de alta

complexidadeparacadaestado.

28. Caberá aos estados, de acordo com a PPI e dentro do limite financeiro estadual, prever a parcela dos

recursosaseremgastosemcadamunicípioparacadaáreadealtacomplexidade,destacandoaparcelaaserutilizada

comapopulaçãodoprópriomunicípioeaparcelaasergastacomapopulaçãodereferência.

29. A assistência de alta complexidade será programada no âmbito regional/estadual, e em alguns casos

macrorregional, tendo em vista as características especiais desse grupo ­ alta densidade tecnológica e alto custo, economiadeescala,escassezdeprofissionaisespecializadoseconcentraçãodeofertaempoucosmunicípios.

29.1.Aprogramaçãodeveprever,quandonecessário,areferênciadepacientesparaoutrosestados,assimcomo

reconhecerofluxoprogramadodepacientes deoutros estados, sendoqueestaprogramaçãoseráconsolidadapela SAS/MS.

30.AprogramaçãodaAtençãodeAltaComplexidade deveráserprecedidadeestudosdadistribuiçãoregionalde serviçosedaproposiçãopelaSecretariaEstadualdeSaúde(SES)deumlimitefinanceiroclaroparaseucusteio,sendo que o Plano Diretor de Regionalização apontará as áreas de abrangência dos municípios­pólo e dos serviços de referêncianaAtençãodeAltaComplexidade.

CAPÍTULOII

FORTALECIMENTODACAPACIDADEDEGESTÃONOSUS

II.1DOPROCESSODEPROGRAMAÇÃODAASSISTÊNCIA

31.CabeaoMinistériodaSaúdeacoordenaçãodoprocessodeprogramaçãodaassistênciaàsaúdeemâmbito

nacional.

31.1.AssecretariasdesaúdedosestadosedoDistritoFederaldeverãoencaminharaoMinistériodaSaúdeuma

versãoconsolidadadaProgramaçãoPactuadaeIntegrada(PPI),conformedefinidoemPortariadoMinistériodaSaúde.

31.2. As secretarias de saúde dos estados e do Distrito Federal poderão dispor de instrumentos próprios de

programação adequados às suas especificidades, respeitados os princípios gerais e os requisitos da versão consolidadaaserenviadaaoMinistériodaSaúde.

32. Cabe a SES a coordenação da programação pactuada e integrada no âmbito do estado, por meio do

estabelecimentodeprocessosemétodosqueassegurem:

a)queasdiretrizes,objetivoseprioridadesdapolíticaestadualdesaúdeeosparâmetrosdeprogramação,em

sintoniacomaAgendadeSaúdeeMetasNacionais,sejamdiscutidosnoâmbitodaCIBcomosgestoresmunicipais,

aprovadospelosConselhosEstaduaiseimplementadosemfórunsregionaise/oumicrorregionaisdenegociaçãoentre

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gestores;

b)aalocaçãoderecursoscentradaemumalógicadeatendimentoàsreaisnecessidadesdapopulaçãoejamais

orientadapelosinteressesdosprestadoresdeserviços;

c)aoperacionalizaçãodoPlanoDiretordeRegionalizaçãoedeestratégiasderegulaçãodosistema,mediantea

adequaçãodoscritérioseinstrumentosdealocaçãoepactuaçãodosrecursosassistenciaiseaadoçãodemecanismos

quevisemregularaofertaeademandadeserviços,organizarosfluxosegarantiroacessoàsreferências;

d)aexplicitaçãodomodelodegestãocomadefiniçãodasresponsabilidadesinerentesaoexercíciodocomando

únicodeformacoerentecomascondiçõesdehabilitação.

33. A Programação Pactuada e Integrada, aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite, deverá nortear a alocaçãoderecursosfederaisdaassistênciaentremunicípiospelogestorestadual,resultandonadefiniçãodelimites financeirosparatodososmunicípiosdoestado,independentedasuacondiçãodehabilitação.

33.1.Define­selimitefinanceirodaassistênciapormunicípiocomoomontantemáximoderecursosfederaisque

poderásergastocomoconjuntodeserviçosexistentesemcadaterritóriomunicipal,sendocompostoporduasparcelas separadas: recursos destinados ao atendimento da população própria e recursos destinados ao atendimento da populaçãoreferenciadadeacordocomasnegociaçõesexpressasnaPPI.

33.2.Essesrecursospoderãoestarsobgestãomunicipal,quandoomunicípioencontrar­seemGPSM,ousob

gestãoestadual,quandoomunicípioestiveremoutracondiçãodegestão.

33.3.O Limite Financeiro da Assistência de cada estado, assim como do Distrito Federal no que couber, independentedesuacondiçãodegestão,deveráserprogramadoeapresentadodaseguinteforma:

a)Relaçãodetodososmunicípiosdoestado,independentementedasuacondiçãodegestão.

b) Condição de Gestão do Município/ nível de governo responsável pelo comando único de média e alta complexidade.

c)Parceladerecursosfinanceirosparaoatendimentodapopulaçãoresidentesobgestãomunicipal

d)Parceladerecursosfinanceirosparaoatendimentodasreferênciasintermunicipais

e)Parceladerecursosfinanceirosparaoatendimentodapopulaçãoresidentesobgestãoestadual

f)Outrosrecursossobgestãoestadual,alocadosnosmunicípiosounaSecretariaEstadualdeSaúde

g)LimiteFinanceiroGlobaldaUnidadeFederativa­somadositensC,D,EeF.

33.4. Os limites financeiros daassistênciapormunicípiodevem serdefinidos globalmenteem cadaestadoa

partirdaaplicaçãodecritérios eparâmetros deprogramaçãoambulatorial ehospitalar, respeitadoolimitefinanceiro estadual,bemcomodadefiniçãodereferênciasintermunicipaisnaPPI.Dessaforma,olimitefinanceiropormunicípio deve ser gerado pela programação para o atendimento da própria população, deduzida da necessidade de encaminhamento para outros municípios e acrescida da programação para atendimento de referências recebidas de outrosmunicípios.

33.5.OsmunicípioshabilitadosouquevieremasehabilitarnacondiçãodeGestãoPlenadoSistemaMunicipal

devemreceberdiretamente,emseuFundoMunicipaldeSaúde,ototalderecursosfederaiscorrespondenteaolimite

financeiroprogramadoparaaquelemunicípio,compreendendoaparceladestinadaaoatendimentodapopulaçãoprópria

e,condicionadaaocumprimentoefetivodoTermodeCompromissoparaGarantiadeAcessocelebradocomogestor

estadual,aparceladestinadaaoatendimentodapopulaçãoreferenciada.

33.6. Em regiões/microrregiões qualificadas, os recursos referentes ao M1 alocados no município­sede serão

repassadosaoFundoMunicipaldeSaúdequandoomunicípio­sedeestiverhabilitadoemGPSMouaoFundoEstadual

deSaúdequandoomunicípio­sedeestiverhabilitadoemGPAB­A.

33.7.Oslimitesfinanceirosdaassistênciapormunicípioestãosujeitosareprogramaçãoemfunçãodarevisão

periódica da PPI, coordenada pelo gestor estadual. Particularmente, a parcela correspondente às referências intermunicipais, poderá ser alterada pelo gestor estadual, trimestralmente, em decorrência de ajustes no Termo de

Compromissoepontualmente,emumasériedesituaçõesespecíficas,detalhadasnoItem38­CapítuloII.

34.ASESdeveráencaminharaoMinistériodaSaúdeos produtosdoprocessodeprogramaçãodaassistência, conformedefinidosemPortariadoMinistériodaSaúde.

II.2 DAS RESPONSABILIDADES DE CADA NÍVEL DE GOVERNO NA GARANTIA DE ACESSO DA POPULAÇÃOREFERENCIADA

35.OMinistériodaSaúdeassume,deformasolidáriacomas Secretarias deSaúdedos estados edoDistrito Federal,aresponsabilidadepeloatendimentoapacientesreferenciadosentreestados.

36. A garantia de acesso da população aos serviços não disponíveis em seu município de residência é de responsabilidade do gestor estadual, de forma solidária com os municípios de referência, observados os limites financeiros,devendoomesmoorganizarosistemadereferênciautilizandomecanismos einstrumentos necessários, compatíveiscomacondiçãodegestãodomunicípioondeosserviçosestiveremlocalizados.

37.AgarantiadoatendimentoàpopulaçãoreferenciadaseráobjetodeumTermodeCompromissoparaGarantia

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de Acesso a ser assinado pelo gestor municipal e pelo gestor estadual quando o município­sede de módulo ou município­póloestiveremGPSM.

37.1.OTermodeCompromissodeGarantiadeAcessotemcomobaseoprocessodeprogramaçãoecontémas

metasfísicaseorçamentáriasdasaçõesdefinidasnaPPIaseremofertadasnosmunicípiospólo, os compromissos assumidos pelaSES eSMS, os mecanismos degarantiadeacesso, oprocessodeacompanhamentoerevisãodo Termoesançõesprevistas.

38.ASESpoderáalteraraparceladerecursoscorrespondenteàs referênciasintermunicipaisnolimitefinanceiro domunicípioemGPSM,nasseguintessituações,detalhadasnoTermodeCompromissoparaGarantiadeAcesso:

A)periodicamente,emfunçãodarevisãoglobaldaPPI,conduzidapelaSESeaprovadapelaCIB;

B)trimestralmente,emdecorrênciadoacompanhamentodaexecuçãodoTermoedofluxodeatendimentodas

referências,deformaapromoverosajustesnecessários,asereminformadosàCIBemsuareuniãosubseqüente;

C)pontualmente, pormeiodealteraçãodiretapelaSES (respeitados os prazos decomunicaçãoaos gestores

estabelecidosnoTermodeCompromisso,conformedetalhadonoANEXO4destaNorma),sendoaCIBinformadaem

suareuniãosubseqüente,nosseguintescasos:aberturadenovoserviçoemmunicípioqueanteriormenteencaminhava sua população para outro; redirecionamento do fluxo de referência da população de um município pólo para outro, solicitado pelo gestor municipal; problemas no atendimento da população referenciada ou descumprimento pelo municípioemGPSMdosacordosestabelecidosnoTermodeCompromissoparaGarantiadeAcesso.

38.1.Nassituaçõesemqueosrecursosdemédiaealtacomplexidadedemunicípiosqueefetuematendimento

das referências intermunicipais estejam sob gestão estadual, e os mecanismos de garantia de acesso não forem cumpridos peloestado, os municípios quesesentiremprejudicados deverãoacionaraCIB paraqueessaComissão tomeasprovidênciascabíveis.

39. Quaisquer alterações nos limites financeiros dos municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal,

decorrentes de ajuste ou revisão da programação e do Termo de Compromisso para Garantia do Acesso serão comunicadaspelasSESàSAS/MS,paraqueestaaltereosvaloresaseremtransferidosaoFundoMunicipaldeSaúde correspondente.

40. Parahabilitar­seoupermanecerhabilitadonacondiçãodeGPSM, omunicípiodeveráassumirocomando

únicosobreos prestadores doseuterritórioeparticipardoprocessodeprogramaçãoequandonecessário, garantiro

atendimentoàpopulaçãodereferência, conformeacordadonaPPI econsolidadopormeiodaassinaturadoreferido TermodeCompromissoparaaGarantiadoAcesso.

II.3DOPROCESSODECONTROLE,REGULAÇÃOEAVALIAÇÃODAASSISTÊNCIA

41.As funções de controle, regulação e avaliação devem sercoerentes com os processos de planejamento, programação e alocação de recursos em saúde tendo em vista sua importância para a revisão de prioridades e contribuindoparaoalcancedemelhoresresultadosemtermosdeimpactonasaúdedapopulação.

41.1.1.AsatribuiçõesdoControle,RegulaçãoeAvaliaçãosãodefinidasconformeaspactuaçõesefetuadaspelos

trêsníveisdegoverno.

42.OfortalecimentodasfunçõesdecontroleeavaliaçãodosgestoresdoSUSdevesedarprincipalmentenas

seguintesdimensões:

A)avaliaçãodaorganizaçãodosistemaedomodelodegestão;

B)relaçãocomosprestadoresdeserviços;

C)qualidadedaassistênciaesatisfaçãodosusuários;

D)resultadoseimpactosobreasaúdedapopulação.

43. Todos os níveis degovernodevem avaliarofuncionamentodosistema desaúde, noquediz respeitoao

desempenhonos processos degestão, formas de organização e modelo de atenção, tendo como eixo orientador a

promoçãodaeqüidadenoacessonaalocaçãodos recursos, ecomoinstrumentobásicoparaoacompanhamentoe avaliaçãodossistemasdesaúdeoRelatóriodeGestão.

44. Ocontroleeaavaliaçãodos prestadores deserviços, aserexercidopelogestordoSUS responsável de

acordo com a condição de habilitação e modelo de gestão adotado, compreende o conhecimento global dos estabelecimentos desaúdelocalizados emseuterritório, ocadastramentodeserviços, aconduçãodeprocessos de compra e contratualização de serviços de acordo com as necessidades identificadas e legislação específica, o acompanhamentodofaturamento,quantidadeequalidadedosserviçosprestados,entreoutrasatribuições.

44.1.Ocadastrocompletoefidedignodeunidadesprestadorasdeserviçosdesaúdeéumrequisitobásicopara

programaçãode serviços assistenciais, competindo ao gestor do SUS responsável pelo relacionamento com cada unidade própria, contratada ou conveniada, a garantia da atualização permanente dos dados cadastrais e de alimentaçãodosbancosdedadosnacionaisdoSUS.

44.2.Ointeressepúblicoeaidentificaçãodenecessidadesassistenciaisdevempautaroprocessodecomprade

serviçosnaredeprivada,quedeveseguiralegislação,asnormasadministrativasespecíficaseosfluxosdeaprovação definidos na Comissão Intergestores Bipartite, quando a disponibilidade da rede pública for insuficiente para o atendimentodapopulação.

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44.3.Oscontratosdeprestaçãodeserviçosdevemrepresentarinstrumentosefetivosderesponsabilizaçãodos

prestadores comos objetivos, atividades emetas estabelecidas pelos gestores deacordocom as necessidades de saúdeidentificadas.

44.4.Osprocedimentostécnico­administrativospréviosàrealizaçãodeserviçoseàordenaçãodosrespectivos

pagamentos,especialmenteaautorizaçãodeinternaçõesedeprocedimentosambulatoriaisdealtacomplexidadee/ou

altocusto,devemserorganizadosdeformaafacilitaroacessodosusuáriosepermitiromonitoramentoadequadoda

produçãoefaturamentodeserviços.

44.5. Outros mecanismos de controle e avaliação devem ser adotados pelo gestor público, como o acompanhamentodos orçamentos públicos em saúde, aanálisedacoerênciaentreaprogramação, aproduçãoeo faturamento apresentados e a implementação de críticas possibilitadas pelos sistemas informatizados quanto à consistênciaeconfiabilidadedasinformaçõesdisponibilizadaspelosprestadores.

45.Aavaliaçãodaqualidadedaatençãopelos gestores deveenvolvertantoaimplementaçãodeindicadores objetivosbaseadosemcritériostécnicos,comoaadoçãodeinstrumentosdeavaliaçãodasatisfaçãodosusuáriosdo sistema, que considerem a acessibilidade, a integralidade da atenção, a resolubilidade e qualidade dos serviços prestados.

46. A avaliação dos resultados da atenção e do impacto na saúde deve envolver o acompanhamento dos

resultados alcançados em funçãodos objetivos, indicadores emetas apontados noplanodesaúde, voltados paraa melhoriadoníveldesaúdedapopulação.

47.Os estados emunicípios deverãoelaborarseus respectivos planos decontrole, regulaçãoeavaliaçãoque consistemnoplanejamentodoconjuntodeestratégias einstrumentos aseremempregados paraofortalecimentoda capacidadedegestão.

47.1. Ao gestor do SUS responsável pelo relacionamento com cada unidade, conforme sua condição de habilitação e qualificação, cabe programar e regular os serviços e o acesso da população de acordo com as necessidades identificadas, respeitandoos pactos firmados naPPI eos termos decompromissoparaagarantiade acesso.

47.2.Aregulaçãodaassistênciadeveráserefetivada pormeiodaimplantaçãodecomplexos reguladores que congreguemunidadesdetrabalhoresponsáveispelaregulaçãodasurgências,consultas,leitoseoutrosquesefizerem necessários.

48. A regulação da assistência, voltada para a disponibilização da alternativa assistencial mais adequada à

necessidadedocidadão,deformaequânime,ordenada,oportunaequalificada,pressupõe:

A)arealizaçãopréviadeumprocessodeavaliaçãodasnecessidadesdesaúdeedeplanejamento/programação,

queconsidereaspectosepidemiológicos,osrecursosassistenciaisdisponíveisecondiçõesdeacessoàsunidadesde

referência;

B)adefiniçãodaestratégiaderegionalizaçãoqueexplicitearesponsabilizaçãoepapeldos vários municípios, bemcomoainserçãodasdiversasunidadesassistenciaisnarede;

C) a delegação pelo gestor competente de autoridade sanitária ao médico regulador, para que exerça a responsabilidadesobrearegulaçãodaassistência,instrumentalizadaporprotocolostécnico­operacionais;

D) a definição das interfaces da estratégia da regulação da assistência com o processo de planejamento, programaçãoeoutrosinstrumentosdecontroleeavaliação.

II.4DOSHOSPITAISPÚBLICOSSOBGESTÃODEOUTRONÍVELDEGOVERNO:

49. Definir que unidades hospitalares públicas sob gerência de um nível de governo e gestão de outro,

preferencialmentedeixemdeserremuneradosporproduçãodeserviçosepassemareceberrecursoscorrespondentes

àrealizaçãodemetasestabelecidasdecomumacordo.

50.Aprovar,naformadoAnexo5destaNorma,modelocontendocláusulas mínimasdoTermodeCompromisso aserfirmadoentreaspartesenvolvidas,comoobjetivoderegularacontratualizaçãodosserviçosoferecidoseaforma depagamentodasunidadeshospitalares.

51. Os recursos financeiros para cobrir o citado Termo de Compromisso devem ser subtraídos das parcelas

correspondentesàpopulaçãoprópriaeàpopulaçãoreferenciadadolimitefinanceirodo(município/estado),erepassado diretamente ao ente público gerente da unidade, em conta específica para esta finalidade aberta em seu fundo de

saúde.

CAPÍTULO­III

CRITÉRIOSDEHABILITAÇÃOEDESABILITAÇÃODEMUNICÍPIOSEESTADOS

III.1CONDIÇÕESDEHABILITAÇÃODEMUNICÍPIOSEESTADOS

A presente Norma atualiza as condições de gestão estabelecidas na NOB SUS 01/96, explicitando as responsabilidades, os requisitos relativos às modalidades de gestão e as prerrogativas dos gestores municipais e estaduais.

52. A habilitação dos municípios e estados às diferentes condições de gestão significa a declaração dos

compromissos assumidos por parte do gestor perante os outros gestores e perante a população sob sua

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responsabilidade.

III.1.1Comrelaçãoaoprocessodehabilitaçãodosmunicípios

53.ApartirdapublicaçãodestaNormaosmunicípiospoderãohabilitar­seemduascondições:

·GESTÃOPLENADAATENÇÃOBÁSICAAMPLIADA;e

·GESTÃOPLENADOSISTEMAMUNICIPAL.

53.1. Todos os municípios que vierem a ser habilitados em Gestão Plena do Sistema Municipal, nos termos

destaNorma,estarãotambémhabilitadosemGestãoPlenadaAtençãoBásicaAmpliada.

53.2. Cabe à Secretaria Estadual de Saúde a gestão do SUS nos municípios não habilitados, enquanto for

mantidaasituaçãodenãohabilitação.

54. Os municípios, para se habilitarem à Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada, deverão assumir as responsabilidades,cumprirosrequisitosegozardasprerrogativasdefinidasaseguir:

Responsabilidades

a)ElaboraçãodoPlanoMunicipaldeSaúde,asersubmetidoàaprovaçãodoConselhoMunicipaldeSaúde,que

devecontemplaraAgendadeSaúdeMunicipal,harmonizadacomasagendasnacionaleestadual,bemcomooQuadro

deMetas,medianteoqualseráefetuadooacompanhamentodosRelatóriosdeGestão.

b)Integraçãoearticulaçãodomunicípiona rede estadual e respectivas responsabilidades na PPI do estado, incluindodetalhamentodaprogramaçãodeaçõeseserviçosquecompõemosistemamunicipal.

c)Gerênciadeunidadesambulatoriaispróprias.

d)GerênciadeunidadesambulatoriaistransferidaspeloestadooupelaUnião.

e)Organizaçãodarededeatençãobásica,incluídaagestãodeprestadoresprivados,quandoexcepcionalmente

houverprestadoresprivadosnesseníveleatenção.

f)CumprimentodasresponsabilidadesdefinidasnoSubitem7.1­Item7­CapítuloIdestaNorma.

g)Disponibilização,emqualidadeequantidadesuficienteparaasuapopulação,deserviçoscapazesdeoferecer

atendimentoconformedescritonoSubitem7.3­Item7­CapítuloIdestaNorma.

h)Desenvolvimentodocadastramentonacionaldos usuários doSUS,segundoaestratégiadeimplantaçãodo CartãoNacionaldeSaúde,comvistasàvinculaçãodeclientelaeàsistematizaçãodaofertadosserviços.

i)PrestaçãodosserviçosrelacionadosaosprocedimentoscobertospeloPABAmpliadoeacompanhamento,no casodereferênciainternaouexternaaomunicípio, dos demais serviços prestados aos seus munícipes, conformea PPI,mediadopelaSES.

j)Desenvolverasatividadesde:realizaçãodocadastro,contratação,controle,avaliação,auditoriaepagamento

aosprestadoresdosserviçoscontidosnoPAB­A,localizadosemseuterritórioevinculadosaoSUS.

k)OperaçãodoSIA/SUSeoSIAB,quandoaplicável,conformenormasdoMinistériodaSaúde,ealimentação

juntoàSecretariaEstadualdeSaúde,dosbancosdedadosnacionais.

l)Autorização, desde que não haja definição contrária por parte da CIB, das internações hospitalares e dos procedimentos ambulatoriais especializados, realizados no município, que continuam sendo pagos por produção de serviços.

m)Manutençãodocadastroatualizadodasunidadesassistenciaissobsuagestão,segundonormasdoMS.

n)RealizaçãodeavaliaçãopermanentedoimpactodasaçõesdoSistemasobreascondiçõesdesaúdedosseus

munícipesesobreoseumeioambiente,incluindoocumprimentodopactodeindicadoresdaatençãobásica.

o)Execuçãodasaçõesbásicasdevigilânciasanitária,deacordocomalegislaçãoemvigoreanormatizaçãoda

AgênciaNacionaldeVigilânciaSanitária(ANVISA).

p) Execução das ações básicas de epidemiologia, de controle de doenças e de ocorrências mórbidas, decorrentesdecausasexternas,comoacidentes,violênciaseoutras,deacordocomnormatizaçãovigente.

q)ElaboraçãodorelatórioanualdegestãoeaprovaçãopeloConselhoMunicipaldeSaúde/CMS.

r)FirmaroPactodeIndicadoresdaAtençãoBásicacomoestado.

Requisitos

a)ComprovaraoperaçãodoFundoMunicipaldeSaúde;

b)ComprovarofuncionamentodoCMS.

c) Apresentar o Plano Municipal de Saúde, aprovado pelo CMS, que deve contemplar a Agenda de Saúde Municipal, harmonizadacom as agendas nacional eestadual, bem comooQuadrodeMetas, medianteoqual será

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efetuadooacompanhamentodosRelatóriosdeGestão.

d)Comprovar,formalmente,capacidadetécnicaeadministrativaparaodesempenhodasatividadesdecontrole,

eavaliação,atravésdadefiniçãodeestruturafísicaeadministrativa,recursoshumanos,equipamentosemecanismos

decomunicação.

e) Comprovar, por meio da alimentação do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde

(SIOPS), adotaçãoorçamentáriadoanoeodispêndiorealizadonoanoanterior, correspondenteàcontrapartidade

recursosfinanceirosprópriosdoTesouroMunicipal,deacordocomaEmendaConstitucional29,de14desetembrode

2000.

f)EstabelecimentodoPactodaAtençãoBásicaparaoanoemcurso;

g)Comprovar,paraefeitodeavaliaçãodaAtençãoBásicaaserrealizadapelaSecretariaEstadualdeSaúdee

validadapelaSPS/MS,paraencaminhamentoàCIT:

1.DesempenhosatisfatórionosindicadoresdoPactodaAtençãoBásicadoanoanterior;

2. Alimentação regular dos sistemas nacionais de informação em saúde já existentes e dos que vierem ser criadosconformeportaria;

3. Disponibilidadedeserviços (estruturafísicaerecursos humanos)em seuterritório, paraexecutaras ações estratégicasmínimas;

4.Disponibilidadedeserviçospararealizaçãodoelencodeprocedimentosbásicosampliado­EPBA.

h) Comprovar a capacidade para o desenvolvimento de ações básicas de vigilância sanitária, conforme

normatizaçãodaANVISA;

i)Comprovaracapacidadeparaodesenvolvimentodeaçõesbásicasdevigilânciaepidemiológica.

j) Formalizar junto a CIB, após aprovação pelo CMS, o pleito de habilitação, atestando o cumprimento dos requisitosrelativosàcondiçãodegestãopleiteada.

Prerrogativas

a)Transferência regulare automática dos recursos referentes ao Piso deAtenção BásicaAmpliado (PAB­A), correspondenteaofinanciamentodoElencodeProcedimentosBásicosedoincentivodevigilânciasanitária.

b)Gestão municipal de todas as unidades básicas de saúde, públicas ou privadas (lucrativas e filantrópicas) integrantesdoSUS,localizadasnoterritóriomunicipal.

c)Transferênciaregulareautomáticadosrecursosreferentes aoPABvariável,desdequequalificadoconforme asnormasvigentes.

55. Os municípios, para se habilitarem à Gestão Plena do Sistema Municipal, deverão assumir as responsabilidades,cumprirosrequisitosegozardasprerrogativasdefinidasaseguir:

Responsabilidades

a)ElaboraçãodoPlanoMunicipaldeSaúde,asersubmetidoàaprovaçãodoConselhoMunicipaldeSaúde,que

devecontemplaraAgendadeSaúdeMunicipal,harmonizadacomasagendasnacionaleestadual,bemcomooQuadro de Metas, mediante o qual será efetuado o acompanhamento dos Relatórios de Gestão, que deverá ser aprovado anualmentepeloConselhoMunicipaldeSaúde.

b)Integraçãoearticulaçãodomunicípiona rede estadual e respectivas responsabilidades na PPI do estado, incluindodetalhamentodaprogramaçãodeaçõeseserviçosquecompõemosistemamunicipal.

c)Gerênciadeunidadespróprias,ambulatoriaisehospitalares.

d)GerênciadeunidadesassistenciaistransferidaspeloestadoepelaUnião.

e)Gestãodetodoosistemamunicipal,incluindoagestãosobreosprestadoresdeserviçosdesaúdevinculados

aoSUS,independentedasuanaturezajurídicaouníveldecomplexidade,exercendoocomandoúnico,ressalvandoas

unidadespúblicaseprivadasdehemonúcleos/hemocentroseoslaboratóriosdesaúdepública,emconsonânciacomo

dispostonaletracdoItem57­CapítuloIIIdestaNorma.

f)Desenvolvimentodocadastramentonacional dos usuários doSUS segundoaestratégiadeimplantaçãodo CartãoNacionaldeSaúde,comvistasàvinculaçãodaclientelaesistematizaçãodaofertadosserviços.

g) Garantia do atendimento em seu território para sua população e para a população referenciada por outros

municípios, disponibilizando serviços necessários, conforme definido na PPI, e transformado em Termo de CompromissoparaaGarantiadeAcesso,assimcomoaorganizaçãodoencaminhamentodasreferênciasparagarantir oacessodesuapopulaçãoaserviçosnãodisponíveisemseuterritório.

h)Integraçãodosserviçosexistentesnomunicípioaosmecanismosderegulaçãoambulatoriaisehospitalares.

i)Desenvolverasatividadesderealizaçãodocadastro,contratação,controle,avaliação,auditoriaepagamento

detodososprestadoresdosserviçoslocalizadosemseuterritórioevinculadosaoSUS.

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j)OperaçãodoSIHedoSIA/SUS,conformenormasdoMS,ealimentação,juntoaSES,dosbancosdedados

deinteressenacionaleestadual.

k)Manutençãodocadastroatualizadodeunidadesassistenciaisemseuterritório,segundonormasdoMS.

l)Avaliaçãopermanentedoimpactodasações doSistemasobreascondiçõesdesaúdedosseusmunícipese sobreomeioambiente.

m)Execuçãodasaçõesbásicas,demédiaealtacomplexidadeemvigilânciasanitária,pactuadasnaCIB.

n) Execução de ações de epidemiologia, de controle de doenças e de ocorrências mórbidas, decorrentes de

causasexternas,comoacidentes,violênciaseoutraspactuadasnaCIB;

o)FirmaroPactodaAtençãoBásicacomoestado.

Requisitos

a)ComprovarofuncionamentodoCMS.

b) Comprovar a operação do Fundo Municipal de Saúde e disponibilidade orçamentária suficiente, bem como

mecanismosparapagamentodeprestadorespúblicoseprivadosdesaúde.

c) Apresentar o Plano Municipal de Saúde, aprovado pelo CMS, que deve contemplar a Agenda de Saúde

Municipal, harmonizadacom as agendas nacional eestadual, bem comooQuadrodeMetas, medianteoqual será efetuadooacompanhamentodosRelatóriosdeGestão.

d)EstabelecimentodoPactodaAtençãoBásicaparaoanoemcurso;

e)Comprovar,paraefeitodeavaliaçãodaAtençãoBásicaaserrealizadapelaSecretariaEstadualdeSaúdee

validadapelaSPS/MS,paraencaminhamentoaCIT:

1.DesempenhosatisfatórionosindicadoresdoPactodaAtençãoBásicadoanoanterior;

2. Alimentação regular dos sistemas nacionais de informação em saúde já existentes e dos que vierem ser criadosconformeportaria

3. Disponibilidadedeserviços (estruturafísicaerecursos humanos)em seuterritório, paraexecutaras ações estratégicasmínimas;

4.Disponibilidadedeserviçospararealizaçãodoelencodeprocedimentosbásicosampliado­EPBA.

f)FirmarTermodeCompromissoparaGarantiadeAcessocomaSecretariaEstadualdeSaúde.

g)ComprovaraestruturaçãodocomponentemunicipaldoSistemaNacionaldeAuditoria(SNA).

h)ParticipardaelaboraçãoedaimplementaçãodaPPIdoestado,bemcomodaalocaçãoderecursosexpressa

naprogramação.

i)Comprovar,formalmente,capacidadetécnica,administrativaeoperacionalparaodesempenhodasatividades

de controle, regulação, e avaliação através da definição de estrutura física, administrativa, recursos humanos, equipamentosemecanismosdecomunicação(linhatelefônicaeacessoàInternet).

j) Comprovar, por meio da alimentação do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde

(SIOPS), adotaçãoorçamentáriadoanoeodispêndiorealizadonoanoanterior, correspondenteàcontrapartidade

recursosfinanceirosprópriosdoTesouroMunicipal,deacordocomaEmendaConstitucional29,de14desetembrode

2000.

k) Comprovar o funcionamento de serviço estruturado de vigilância sanitária e capacidade para o desenvolvimentodeaçõesdevigilânciasanitária,deacordocomalegislaçãoemvigoreapactuaçãoestabelecidacom aAgênciaNacionaldeVigilânciaSanitária.

l)Comprovaraestruturaçãodeserviçoseatividadesdevigilânciaepidemiológicaedecontroledezoonoses,de

acordocomapactuaçãoestabelecidacomaFundaçãoNacionaldeSaúde.

m)ApresentaroRelatóriodeGestãodoanoanterioràsolicitaçãodopleito,devidamenteaprovadopeloCMS.

n)ComprovarocomandoúnicosobreatotalidadedosprestadoresdeserviçosaoSUSlocalizadosnoterritório

municipal.

o)Comprovarofertadasaçõesdoprimeironíveldemédiacomplexidade(M1)edeleitoshospitalares.

p)ComprovarAdesãoaoCadastramentoNacionaldosusuáriosdoSUSCartãoSUS.

q) Formalizar, junto a CIB, após aprovação pelo CMS, o pleito de habilitação, atestando o cumprimento dos

requisitosrelativosàcondiçãodeGPSM.

Prerrogativas

a)Transferência,regulareautomática,dosrecursosreferentesaovalorpercapitadefinidoparaofinanciamento

dosprocedimentosdoM1,apósqualificaçãodamicrorregiãonaqualestáinserido,parasuaprópriapopulaçãoe,caso

sejasededemóduloassistencial,paraasuaprópriapopulaçãoepopulaçãodosmunicípiosabrangidos.

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MinistériodaSaúde

b)Receber,diretamentenoFundoMunicipaldeSaúde,omontantetotalderecursosfederaiscorrespondenteao limitefinanceiroprogramadoparaomunicípio,compreendendoaparceladestinadaaoatendimentodapopulaçãoprópria e aquela destinada ao atendimento à população referenciada, condicionado ao cumprimento efetivo do Termo de CompromissoparaGarantiadeAcessofirmado.

c)GestãodoconjuntodasunidadesprestadorasdeserviçosaoSUSambulatoriaisespecializadasehospitalares,

estataiseprivadas,estabelecidasnoterritóriomunicipal.

III.1.2Doprocessodehabilitaçãodosestados

56.ApartirdapublicaçãodestaNorma,osestadospodemhabilitar­seemduascondições:

·GESTÃOAVANÇADADOSISTEMAESTADUAL;

·GESTÃOPLENADOSISTEMAESTADUAL.

57.Sãoatributosdacondiçãodegestãoavançadadosistemaestadual:

Responsabilidades

a)ElaboraçãodoPlanoEstadualdeSaúde,edoPlanoDiretordeRegionalização,incluindooPlanoDiretorde

InvestimentoseProgramaçãoPactuadaeIntegrada.

b)Coordenação da PPI do estado, contendo a referência intermunicipal e pactos de negociação na CIB para alocaçãodosrecursos,conformeexpressonoitemquedescreveaPPI,nostermosdestaNorma.

c)Gerênciadeunidadespúblicasdehemonúcleos/hemocentrosedelaboratóriosdereferênciaparacontrolede qualidade, vigilância sanitária e vigilância epidemiológica e gestão sobre o sistema de hemonúcleos/hemocentros (públicoseprivados)elaboratóriosdesaúdepública.

d)Formulaçãoeexecuçãodapolíticadesangueehemoterapia,deacordocomapolíticanacional.

e)Coordenaçãodosistemadereferênciasintermunicipais,organizandooacessodapopulação,viabilizandocom

osmunicípios­sededemódulosassistenciaisepólososTermosdeCompromissoparaaGarantiadeAcesso.

f) Gestão dos sistemas municipais nos municípios não habilitados em nenhuma das condições de gestão vigentesnoSUS

g) Gestão das atividades referentes a: Tratamento Fora de Domicílio para Referência Interestadual, Medicamentos Excepcionais, Central de Transplantes. O estado poderá delegar essas funções aos municípios em GPSM.

h)Formulaçãoeexecuçãodapolíticaestadualdeassistênciafarmacêutica,deacordocomapolíticanacional.

i)Normalizaçãocomplementardemecanismoseinstrumentosdeadministraçãodaofertaecontroledaprestação

deserviçosambulatoriais,hospitalares,dealtocusto,dotratamentoforadodomicílioedosmedicamentoseinsumos

especiais.

j) Manutenção do cadastro atualizado de unidades assistenciais sob sua gestão, segundo normas do MS, e coordenaçãodocadastroestadualdeprestadores.

k)OrganizaçãoegestãodosistemaestadualdeControle,AvaliaçãoeRegulação.

l)Cooperaçãotécnicaefinanceiracom oconjuntodemunicípios, objetivandoaconsolidaçãodoprocessode descentralização, a organização da rede regionalizada e hierarquizada de serviços, a realização de ações de epidemiologia,decontrolededoenças,devigilânciasanitária,assimcomooplenoexercíciodasfunçõesgestorasde planejamento,controle,avaliaçãoeauditoria.

m)EstruturaçãoeoperaçãodoComponenteEstadualdoSNA.

n)Implementaçãodepolíticasdeintegraçãodasaçõesdesaneamentoàsaçõesdesaúde.

o)Coordenaçãodasatividadesdevigilânciaepidemiológicaedecontrolededoençaseexecuçãocomplementar

conformepactuaçãoestabelecidacomaFundaçãoNacionaldeSaúde.

p)Execuçãodeoperaçõescomplexasvoltadasaocontrolededoençasquepossamsebeneficiardaeconomia

deescala.

q)Coordenaçãodasatividadesdevigilânciasanitáriaeexecuçãocomplementarconformealegislaçãoemvigore

pactuaçãoestabelecidacomaANVISA.

r)Execuçãodasaçõesbásicasdevigilânciasanitária,referentesaosmunicípiosnãohabilitadosnascondições

degestãoestabelecidasnestaNorma.

s) Execução das ações de média e alta complexidade de vigilância sanitária, exceto as realizadas pelos municípioshabilitadosnacondiçãodeGestãoPlenadeSistemaMunicipal.

t)Apoiologísticoeestratégicoàsatividadesdeatençãoàsaúdedaspopulaçõesindígenas,naconformidadede

critériosestabelecidospelaCIT.

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MinistériodaSaúde

u)Operaçãodos Sistemas Nacionais deInformação, conformenormas doMS, ealimentaçãodos bancos de dadosdeinteressenacional.

v)CoordenaçãodoprocessodepactuaçãodosindicadoresdaAtençãoBásicacomos municípios, informação dasmetaspactuadasaoMinistériodaSaúdeeacompanhamentodaevoluçãodosindicadorespactuados.

Requisitos

a)ApresentaroPlanoEstadualdeSaúde,aprovadopeloCES,contendominimamente:

­ Quadro de Metas, compatível com a Agenda de Saúde, por meio do qual a execução do Plano será acompanhadaanualmentenosrelatóriosdegestão;

­programaçãointegradadasaçõesambulatoriais,hospitalaresedealtocusto,deepidemiologiaedecontrolede doenças ­ incluindo, entre outras, as atividades de vacinação, de controle de vetores e de reservatórios ­ de saneamento,depesquisaedesenvolvimento;

­estratégiasdedescentralizaçãodasaçõesdesaúdeparamunicípios;

­estratégiasdereorganizaçãodomodelodeatenção;

b)ApresentaroPlanoDiretordeRegionalização,nostermosdestaNorma.

c)Comprovaraimplementaçãodaprogramaçãopactuadaeintegradadasaçõesambulatoriais,hospitalaresede

altocusto,contendoareferênciaintermunicipaleoscritériosparasuaelaboração,bemcomoproposiçãodeestratégias

demonitoramentoegarantiadereferênciasintermunicipaisecritériosderevisãoperiódicadoslimitesfinanceirosdos

municípios.

d) Comprovar, por meio da alimentação do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde

(SIOPS), adotaçãoorçamentáriadoanoeodispêndiorealizadonoanoanterior, correspondenteàcontrapartidade

recursosfinanceirosprópriosdoTesouroEstadual,deacordocomaEmendaConstitucional29,de14desetembrode

2000.

e)ComprovarofuncionamentodaCIB.

f)ComprovarofuncionamentodoCES.

g) Comprovar a operação do Fundo Estadual de Saúde e disponibilidade orçamentária suficiente, bem como

mecanismosparapagamentodeprestadorespúblicoseprivadosdesaúde.

h)ApresentarrelatóriodegestãoaprovadopeloCES,relativoaoanoanterioràsolicitaçãodopleito.

i)ComprovardescentralizaçãoparaosmunicípioshabilitadosdarededeUnidadesAssistenciaisBásicas.

j) Comprovar a transferência da gestão da atenção hospitalar e ambulatorial aos municípios habilitados em GPSM,nostermosdestaNorma.

k)ComprovaraestruturaçãodocomponenteestadualdoSNA.

l)Comprovar,formalmente,capacidadetécnica,administrativaeoperacionalparaodesempenhodas atividades de controle, regulação, e avaliação através da definição de estrutura física, administrativa, recursos humanos, equipamentosemecanismosdecomunicação(linhatelefônicaeacessoainternet).Comprovartambém,aestruturação eoperacionalizaçãodemecanismoseinstrumentosderegulaçãodeserviçosambulatoriaisehospitalares.

m)ComprovaraCertificaçãodoprocessodedescentralizaçãodasaçõesdeepidemiologiaecontrolededoenças.

n)Comprovarofuncionamentodeserviçodevigilânciasanitárianoestado, organizadosegundoalegislaçãoe capacidadededesenvolvimentodeaçõesdevigilânciasanitária.

o)EstabelecimentodoPactodeIndicadoresdaAtençãoBásica.

p) Apresentar à CIT a formalização do pleito, devidamente aprovado pela CIB e pelo CES, atestando o

cumprimentodosrequisitosrelativosàcondiçãodegestãopleiteada.

Prerrogativas a)Transferênciaregulareautomáticados recursos correspondentes aoPisodeAtençãoBásica(PAB)relativos aos

municípiosnãohabilitados,nostermosdaNOB96.

b) Transferência regular e automática dos recursos correspondentes ao financiamento per capita do M1 em

regiões qualificadas, nos casos em que o município­sede estiver habilitado somente em Gestão Plena daAtenção BásicaAmpliada.

58.Alémdosatributosdacondiçãodegestãoavançadadosistemaestadual,ficamestabelecidososseguintes

atributosespecíficosàGestãoPlenadoSistemaEstadual:

Responsabilidade

a)Cadastro,contratação,controle,avaliaçãoeauditoriaepagamentoaosprestadoresdoconjuntodosserviços

sobgestãoestadual.

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MinistériodaSaúde

Requisito

a) Dispor de 50% do valor do Limite Financeiro daAssistência do estado comprometido com transferências regulareseautomáticasaosmunicípios.

Prerrogativa

a)TransferênciaregulareautomáticadosrecursoscorrespondentesaovalordoLimiteFinanceirodaAssistência,

deduzidasastransferênciasfundoafundorealizadasamunicípioshabilitados.

III.2DADESABILITAÇÃO

III.2.1Dadesabilitaçãodosmunicípios

59. Cabe à Comissão Intergestores Bipartite Estadual a desabilitação dos municípios, que deverá ser homologadapelaComissãoIntergestoresTripartite.

III.2.1.1DacondiçãodeGestãoPlenadaAtençãoBásicaAmpliada

60.Osmunicípioshabilitadosemgestãoplenadaatençãobásicaampliadaestarãopassíveis dedesabilitação quando:

A)descumpriremasresponsabilidadesassumidasnahabilitaçãodomunicípio;

B) apresentarem situação irregular na alimentação dos Bancos de Dados Nacionais, estabelecidos como

obrigatóriospeloMS,por2(dois)mesesconsecutivosou3(três)mesesalternados;

C)nãocumpriremasmetasdecoberturavacinalparaavaliaçãodaAtençãoBásica;

D)nãocumpriremosdemaiscritériosdeavaliaçãodaAtençãoBásica,paramanutençãodacondiçãodegestão,

pactuadosnaComissãoIntergestoresTripartiteepublicadosemregulamentaçãocomplementaraestanorma;

E)nãofirmaremoPactodeIndicadoresdaAtençãoBásica;

F)apresentaremirregularidades quecomprometamagestãomunicipal, identificadas pelocomponenteestadual e/ounacionaldoSNA.

60.1. São motivos de suspensão imediata, pelo Ministério da Saúde, dos repasses financeiros transferidos mensalmente,fundoafundo,paraosmunicípios:

a) não pagamento aos prestadores de serviços sob sua gestão, públicos ou privados, hospitalares e

ambulatoriais,atéoquintodiaútil,apósocumprimentopeloMinistériodaSaúdedasseguintescondições:

­créditonacontabancáriadoFundoEstadual/MunicipaldeSaúde,peloFundoNacionaldeSaúde;

­disponibilizaçãodosarquivosdeprocessamentodoSIH/SUS,noBBS/MSpeloDATASUS.

b)faltadealimentaçãodos Bancos deDados Nacionais, estabelecidos comoobrigatórios, por2(dois)meses

consecutivosou3(três)mesesalternados;

c)indicaçãodesuspensãoporAuditoriarealizadapeloscomponentesestadualounacionaldoSNA,respeitadoo

prazodedefesadomunicípioenvolvido.

III.2.1.2DacondiçãodeGestãoPlenadoSistemaMunicipal

61.OsmunicípioshabilitadosnagestãoPlenadoSistemaMunicipalestarãopassíveisdedesabilitaçãoquando:

A)seenquadraremnasituaçãodedesabilitaçãoprevistanoItem60­CapítuloIIIdestaNorma;ou

B) não cumprirem as responsabilidades definidas para a gestão Plena do Sistema Municipal, particularmente

aquelasquesereferema:

B.1cumprimentodoTermodeCompromissoparaGarantiadoAcesso.

B.2disponibilidadedoconjuntodeserviçosdoM1;

B.3atendimentoàsreferênciasintermunicipaisresultantesdoPDRedaPPI.

B.4comandoúnicodagestãosobreosprestadoresdeserviçoemseuterritório.

61.1.AdesabilitaçãodemunicípiosemGPSMimplicará permanênciaapenasemGPAB­A,desdequeomotivo dadesabilitaçãonãotenhasidoreferenteàsresponsabilidadesatribuídasàgestãoplenadaatençãobásicaampliada.

61.2. São motivos de suspensão imediata, pelo MS, dos repasses financeiros a serem transferidos, mensalmente,fundoafundo,paraosmunicípios:

a) não pagamento aos prestadores de serviços sob sua gestão, públicos ou privados, hospitalares e

ambulatoriais,atéoquintodiaútil,apósocumprimentopeloMinistériodaSaúdedasseguintescondições:

­créditonacontabancáriadoFundoEstadual/MunicipaldeSaúde,peloFundoNacionaldeSaúde;

28/04/2016

MinistériodaSaúde

­disponibilizaçãodosarquivosdeprocessamentodoSIH/SUS,noBBS/MSpeloDATASUS.

b)faltadealimentaçãodosBancosdeDadosNacionais,estabelecidoscomoobrigatóriospeloMS,por2(dois)

mesesconsecutivosou3(três)mesesalternados;

c)indicaçãodesuspensãoporAuditoriarealizadapeloscomponentesestadualounacionaldoSNA,respeitadoo

prazodedefesadomunicípioenvolvido.

III.2.2Dadesabilitaçãodosestadosesuspensãodorepassefinanceiro

62.Osestadosquenãocumpriremasresponsabilidadesdefinidasparaaformadegestãoàqualencontrarem­se

habilitadosestarãopassíveisdedesabilitaçãopelaCIT.

62.1.SãomotivosdesuspensãoimediatapeloMSdosrepassesfinanceirosaseremtransferidos,mensalmente,

fundoafundo,paraosestados:

a) não pagamento aos prestadores de serviços sob sua gestão, públicos ou privados, hospitalares e ambulatoriais,atéoquintodiaútil,apósocumprimentopeloMinistériodaSaúdedasseguintescondições:

­créditonacontabancáriadoFundoEstadual/MunicipaldeSaúde,peloFundoNacionaldeSaúde;

­disponibilizaçãodosarquivosdeprocessamentodoSIH/SUS,noBBS/MSpeloDATASUS.

b)indicaçãodesuspensãoporauditoriarealizadapeloscomponentesnacionaisdoSNA,homologadapelaCIT,

apontandoirregularidadesgraves.

c)nãoalimentaçãodosBancosdeDadosNacionais,estabelecidoscomoobrigatóriospeloMS.

d)nãofirmaroPactodeAtençãoBásica.

CAPÍTULOIV

DISPOSIÇÕESGERAISETRANSITÓRIAS

63.Osrequisitoseosinstrumentosdecomprovaçãoreferentesaoprocessodehabilitaçãoparaosmunicípios

habilitadosemGPSMconformeaNOBSUS01/96,pleiteantesaGPSMdestaNOASestãodefinidosnoAnexoIIda

InstruçãoNormativa01/02.

64. Os instrumentos decomprovação, fluxos eprazos paraoperacionalizaçãodos processos dehabilitaçãoe

desabilitaçãodemunicípioseestadosestãodefinidosnaIN01/02.

65. Os municípios queseconsiderarem em condições depleitearhabilitaçãoem GPSM em estados quenão

tiveremconcluídoseus respectivos PDR, PDI ePPI deverãoapresentarrequerimentoaCIB estadualparaqueessa Comissãooficializeocronogramaparaconclusãodessesprocessos.

65.1. Caso a respectiva CIB não se pronuncie em prazo de 30 (trinta) dias ou apresente encaminhamento consideradoinadequadopelomunicípio,estepoderáapresentarrecursoaCIT,quetomaráasmedidaspertinentes.

66.Osmunicípiosatualmentehabilitadosemgestãoplenadosistemamunicipal,localizadosemestadosemque

agestãoencontra­secompartilhadaentreogestorestadualeomunicipal,deverãoseadequaraocomandoúnico,com

atransferênciadagestãoparaaesferamunicipalouestadual,seforocaso,deacordocomcronogramapreviamente

estabelecidonaCIBestadual.

67. Os impasses com relação ao ajuste do comando único não solucionados na CIB estadual deverão ser

encaminhadosaoCES;persistindooimpasse,oproblemadeveráserencaminhadoaCIT,quedefiniráumacomissão

paraencaminharsuaresolução.

68.Osestadosatualmentehabilitadosnascondiçõesdegestãoplenadosistemaestadualdeverãoadequar­se

aosrequisitosdestaNormaatéodia29/03/2002,emconformidadecomoqueseencontradispostonaPortariaGM/MS

129,de18dejaneirode2002.

69.AsinstânciasderecursoparaquestõesrelativasàimplementaçãodestaNormasãoconsecutivamenteaCIB

estadual,oCES,aCITe,emúltimainstância,oCNS.

70. No que concerne à regulamentação da assistência à saúde, o disposto nesta NOAS­SUS atualiza as

definiçõesconstantesdaPortariaGM/MSnº95,de26dejaneirode2001.

ANEXOI

RESPONSABILIDADESEAÇÕESESTRATÉGICASMÍNIMASDEATENÇÃOBÁSICA

I)ControledaTuberculose

Responsabilidades

Atividades

 

Buscaativadecasos

Identificação

de

Sintomáticos

Respiratórios(SR)

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MinistériodaSaúde

Diagnósticoclínicodecasos

ExameclínicodeSRecomunicantes

 

Acessoaexamesparadiagnósticoe

Realização

ou

referência

para

controle:laboratorialeradiológico

Baciloscopia Realização ou referência para exame radiológico em SR c/ baciloscopiasnegativas(BK­)

Cadastramentodosportadores

Alimentação e análise dos sistemas de informação

Tratamentodoscasos

Tratamento supervisionado dos casos BK+

BK+(supervisionado)e

Tratamentoauto­administradodoscasos

BK­(auto­administrado)

BK­

Fornecimentodemedicamentos

 

Atendimentosàsintercorrências

Buscadefaltosos

 

Medidaspreventivas

VacinaçãocomBCG

 

PesquisadeComunicantes

 

Quimioprofilaxia

 

Açõeseducativas

II)HeliminaçãodaHanseníase

Responsabilidades

 

Atividades

 

Buscaativadecasos

Identificação

de

Sintomáticos

Dermatológicosentreusuários

 

Diagnósticoclínicodecasos

ExamedeSintomáticosDermatológicose comunicantes de casos Classificação clínica dos casos (multibacilares e paucibacilares)

Cadastramentodosportadores

Alimentação e análise dos sistemas de informação

TratamentoSupervisionadodoscasos

Acompanhamento ambulatorial domiciliar

e

Avaliaçãodermato­neurológica

Fornecimentodemedicamentos

Curativos

Atendimentodeintercorrências

 

Controledasincapacidadesfísicas

Avaliação

e

classificação

das

incapacidadesfísicas

 

Aplicação de técnicas simples de prevençãoetratamentodeincapacidades

Atividadeseducativas

 

Medidaspreventivas

Pesquisadecomunicantes

 

28/04/2016

MinistériodaSaúde

Divulgação de sinais e sintomas da hanseníase

Prevençãodeincapacidadesfísicas

Atividadeseducativas

III)ControledaHipertensão

Responsabilidades

Atividades

Diagnósticodecasos

Diagnósticoclínico

Cadastramentodosportadores

Alimentaçãoeanálisedossistemasde

informação

Buscaativadecasos

MediçãodeP.A.deusuários

Visitadomiciliar

Tratamentodoscasos

Acompanhamentoambulatoriale

domiciliar

Fornecimentodemedicamentos

Acompanhamentodomiciliardepacientes

comseqüelasdeAVCeoutras

complicações

Diagnósticoprecocedecomplicações

Realizaçãooureferênciaparaexames

laboratoriaiscomplementares

RealizaçãodeECG

RealizaçãooureferênciaparaRXde

tórax

1ºAtendimentodeurgência

1ºAtendimentoàscriseshipertensivase

outrascomplicações

Acompanhamentodomiciliar

Fornecimentodemedicamentos

Medidaspreventivas

Açõeseducativasparacontrolede

condiçõesderisco(obesidade,vida

sedentária,tabagismo)eprevençãode

complicações

IV)ControledaDiabetesMelittus

Responsabilidades

Atividades

Diagnósticodecasos

Investigaçãoemusuárioscomfatoresderisco

Cadastramento

dos

Alimentaçãoeanálisedesistemasdeinformação

portadores

28/04/2016

MinistériodaSaúde

Buscaativadecasos

Visitadomiciliar

 

Tratamentodoscasos

Acompanhamentoambulatorialedomiciliar

 

EducaçãoterapêuticaemDiabetes

 

Fornecimentodemedicamentos

Curativos

Monitorização dos níveis de glicosedopaciente

Realização de exame dos níveis de glicose (glicemiacapilar)pelasunidadesdesaúde

Diagnóstico precoce complicações

de

Realizaçãooureferêncialaboratorialparaapoio

aodiagnósticodecomplicações

 
 

RealizaçãodeECG

1ºAtendimentodeurgência

1ºAtendimentoàscomplicaçõesagudaseoutras

intercorrências

 

Acompanhamentodomiciliar

Encaminhamento de casos graves para outro nível de complexidade

Agendamentodoatendimento

 

Medidas preventivas e de promoçãodasaúde

Ações educativas sobre condições de risco (obesidade,vidasedentária)

Ações

educativas para

prevenção

de

complicações(cuidadoscomospés,orientação

nutricional,cessaçãodotabagismoealcoolismo;

controledaPAedasdislipidemias)

 

Açõeseducativasparaauto­aplicaçãodeinsulina

V)AçõesdeSaúdeBucal

Responsabilidades

Atividades

PREVENÇÃO dos problemas odontológicos,

Procedimentosindividuaispreventivos

prioritariamente,

na

ProcedimentosColetivos:

populaçãode0a14anose

­Levantamentoepidemiológico

gestantes

­ Escovação supervisionada e evidenciação de placa

­Bochechoscomflúor

­EducaçãoemSaúdeBucal

Cadastramentodeusuários

Alimentaçãoeanálisedesistemasdeinformação

TRATAMENTOdosproblemas odontológicos, priritariamente,napopulação

Consulta e outros procedimentos individuais curativos

de0a14anosegestantes

Atendimento a urgências odontológicas

Consultanãoagendada

VI)AçõesdeSaúdedaCriança

28/04/2016

MinistériodaSaúde

Responsabilidades

Atividades

 

VigilânciaNutricional

 

Acompanhamento do desenvolvimento

crescimento

e

 

Promoçãodoaleitamentomaterno

Realização ou referência para exames laboratoriais

Combateàscarênciasnutricionais

 

ImplantaçãoealimentaçãoregulardoSISVAN

Imunização

RealizaçãodoEsquemaVacinalBásicoderotina

 

Buscadefaltosos

RealizaçãodeCampanhaseintensificações

 

Alimentaçãoeacompanhamentodossistemasde

informação

Assistência

às

doenças

AssistênciaàsIRAemmenoresde5anos

 

prevalentesnainfância

Assistência às doenças diarréicas em crianças

menoresde5anos

Assistênciaaoutrasdoençasprevalentes

 

AtividadesEducativasdepromoçãodasaúdee

prevençãodasdoenças

Garantia de acesso a referência hospitalar e ambulatorial especializada, quando necessário (programadaenegociada,commecanismosde regulação)

Realização ou referência para exames laboratoriais

VII)AçõesdeSaúdedaMulher

Responsabilidades

Atividades

Pré­natal

Diagnósticodegravidez

Cadastramentodegestantesno1ºtrimestre

Classificação de risco gestacional desde a 1ª consulta

Suplementação alimentar para gestantes com baixopeso

AcompanhamentodePré­nataldeBaixoRisco

Vacinaçãoantitetânica

Avaliaçãodopuerpério

Realização ou referência para exames laboratoriaisderotina

Alimentaçãoeanálisedesistemasdeinformação

Atividadeseducativasparapromoçãodasaúde

Prevençãodecâncerdecolo

Rastreamentodecâncerdecolodeútero­Coleta

deútero

dematerialparaexamesdecitopatologia

28/04/2016

MinistériodaSaúde

 

Realização

ou

referência

para

exame

citopatológico

Alimentaçãodossistemasdeinformação

 

PlanejamentoFamiliar

Consultamédicaedeenfermagem

 

Fornecimento de medicamentos e de métodos anticoncepcionais

Realização ou referência para exames laboratoriais.

ANEXO2

ELENCODEPROCEDIMENTOSASEREMACRESCENTADOSAOSDARELAÇÃOATUALDEATENÇÃOBÁSICA

Seq.

NomedoProcedimento

Código

SIA/SUS

Grupo02­AçõesMédicasBásicas

ATENDIMENTOMÉDICODEURGÊNCIACOMOBSERVAÇÃO

­(ATÉ8HORAS)

02.011.04­2

Grupo04­AçõesExecutadasparaOutrosProfissionaisde

NívelSuperior

ASSISTÊNCIA DOMICILIAR EM ATENÇÃO BÁSICA POR PROFISSIONALDENÍVELSUPERIORDOPROGRAMASAÚDE 04.012.04­6 DAFAMÍLIA

Grupo07­Proced.EspecializadosRealizadospor

ProfissionaisMédicos,

OutrosdeNívelSuperioreNívelMédio

131

ATEND. ESPECÍFICO P/ ALTA DO PACIENTE EM TRAT. AUTOADMINISTRADO

07.011.05­9

132

ATEND.ESPECÍFICOPARAALTADOPACIENTEEMTRAT.

SUPERVISIONADO

07.011.06­7

136

TESTEESPECÍFICOPARAD.MELLITUS­GLICEMIACAPILAR 07.031.03­3

137

TESTEESPECÍFICOPARAD.MELLITUS­GLICOSÚRIA

07.031.04­1

138

TESTEESPECÍFICOPARAD.MELLITUS­CETONÚRIA

07.031.05­0

139

COLETADEMATERIALPARAEXAMECITOPATOLÓGICO

07.051.01­8

Grupo08­CirurgiasAmbulatoriaisEspecializadas

DEBRIDAMENTOECURATIVOESCARAOUULCERAÇÃO

08.011.07­9

SUTURADEFERIDADECAVIDADEBUCALEFACE

08.011.31­1

141

EXERESEDECALO

08.011.34­6

28/04/2016

MinistériodaSaúde

142

CURATIVOCOMDEBRIDAMENTOEMPÉDIABÉTICO

08.012.02­4

 

REDUÇÃOMANUALDEPROCIDÊNCIADERETO

08.021.11­2

 

REMOÇÃOMANUALDEFECALOMA

08.021.12­0

149

PRIMEIRO ATENDIMENTO A PACIENTE COM PEQUENA QUEIMADURA

08.151.01­6

 

Grupo10­AçõesEspecializadasemOdontologia

 
 

RESTAURAÇÃOCOMIONÔMERODEVIDRODEDUASOU

 

MAISFACES

10.011.01­3

 

RESTAURAÇÃOCOMIONÔMERODEVIDRODEUMAFACE

10.011.02­1

 

NECROPULPECTOMIAEMDENTEDECÍDUOOU

 

PERMANENTE

10.041.01­0

 

GLOSSORRAFIA

10.051.15­

 

ULECTOMIA

10.051.36­8

 

Grupo11­PatologiaClínica

 
 

GRAVIDEZ,TESTEIMUNOLÓGICO(LÁTEX)

11.061.31­6

 

Grupo17­Diagnose

 

225

ELETROCARDIOGRAMA

17.031.01­0

Nota: Além dos procedimentos relacionados, o nível ampliado deve compreender posto de coleta laboratorial devidamenteequipado,seguindonormastécnicasdoMinistériodaSaúde.

ANEXO3A

ELENCOMÍNIMODEPROCEDIMENTOSDAMÉDIACOMPLEXIDADEAMBULATORIAL,ASEROFERTADONOS

MUNICÍPIOS­SEDEDEMÓDULOSASSISTENCIAIS

   

Código

Seq.

NomedoProcedimento

SIA/SUS

 

Grupo07­ProcedimentosEspecializadosRealizadospor

 

Profissionais

Médicos,OutrosdeNívelSuperioreNívelMédio

 

ATENDIMENTOMÉDICODEURGÊNCIACOMOBSERVAÇÃO

07.011.01­

130

ATÉ24HORAS

6

 

TERAPIASEMGRUPOEXECUTADASPORPROF.DENÍVEL

07.021.05­

134

SUPERIOR

4

 

TERAPIASINDIVIDUAISEXECUTADASPORPROF.DENÍVEL

07.021.06­

135

SUPERIOR

2

 

Grupo08­CirurgiasAmbulatoriaisEspecializadas

 

28/04/2016

MinistériodaSaúde

 

ESTIRPAÇÃOLESÃODEVULVA/PERÍNEO

08.031.07­

143

(ELETROCOAGULAÇÃO/FULGURAÇÃO)

0

   

08.031.08­

144

EXTRAÇÃODECORPOESTRANHONAVAGINA

8

   

08.031.09­

145

HIMENOTOMIA

6

 

INCISÃOEDRENAGEMDEGLÂNDULADEBARTHOLINEOU

08.031.10­

146

SKENE

0

   

08.031.12­

147

RESSUTURADEEPISIORRAFIAPÓS­PARTO

6

 

Grupo09­ProcedimentosTraumato­ortopédicos

 
 

ATENDIMENTOORTOPÉDICOCOMIMOBILIZAÇÃO

09.011.08­

PROVISÓRIA

0

 

Grupo10­AçõesEspecializadasemOdontologia

 
 

RETRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEPERMANENTE

10.041.02­

UNI­RADICULAR

8

 

TRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEDECÍDUOUNI­

10.041.03­

RADICULAR

6

 

RETRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEDECÍDUO

10.041.04­

UNIRADICULAR

4

 

TRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEPERMANENTEUNI­

10.041.05­

RADICULAR

2

   

10.042.01­

RETRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEBI­RADICULAR

6

 

TRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEPERMANENTEBI­

10.042.02­

RADICULAR

4

 

RETRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEPERMANENTE

10.043.01­

TRI­RADICULAR

2

   

10.043.02­

TRATAMENTODEPERFURAÇÃORADICULAR

0

 

TRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEPERMANENTETRI­

10.043.03­

RADICULAR

9

 

TRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEDECÍDUO

10.044.01­

MULTIRADICULAR

9

 

RETRATAMENTOENDODÔNTICOEMDENTEDECÍDUO

10.044.02­

MULTIRADICULAR

7

28/04/2016

MinistériodaSaúde

   

10.101.02­

RADIOGRAFIAPERI­APICAL,INTERPROXIMAL(BITE­WING)

0

 

Grupo11­PatologiaClínica

 
   

11.011.03­

160

ÁCIDOÚRICO(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

3

   

11.011.08­

161

BILIRRUBINATOTALEFRAÇÕES(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

4

   

11.011.12­

162

COLESTEROLTOTAL(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

2

   

11.011.14­

163

CREATININA(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

9

   

11.011.15­

FOSFATASEALCALINA

7

   

11.011.20­

164

GLICOSE(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

3

   

11.011.27­

POTÁSSIO

0

   

11.011.33­

SÓDIO

5

165

TRANSAMINASEOXALACÉTICA­TGO(ASPARTATOAMINO

11.011.36­

TRANSFERASE)

0

166

TRANSAMINASEPIRÚVICA­TGP(ALAMINAAMINO

11.011.37­

TRANSFERASE)

8

   

11.011.38­

167

URÉIA(DOSAGEMSANGÜÍNEA)

6

   

11.012.17­

GAMA­GLUTAMILTRANSFERASE­GAMAGT

0

   

11.012.24­

TRIGLICERÍDEOS

2

   

11.013.09­

168

COLESTEROL(LDL)

5

   

11.013.10­

169

COLESTEROL(HDL)

9

   

11.013.11­

170

COLESTEROL(VLDL)

7

   

11.015.04­

CURVAGLICÊMICA­2DOSAGENS­ORAL

7

28/04/2016

MinistériodaSaúde

 

CURVAGLICÊMICACLÁSSICA5DOSAGENS­ORAL

11.015.05­

5

   

11.031.06­

171

PESQUISADELARVAS(MÉTODODEBAERMANNOURUGAI)

9

   

11.031.09­

172

PESQUISADEOXIURUSCOMCOLETAPORSWABANAL

3

 

PESQUISADEPROTOZOÁRIOSPELOMÉTODODA

11.031.10­

173

HEMATOXILINAFÉRRICA

7

   

11.031.11­

174

PESQUISADESANGUEOCULTONASFEZES

5

 

PARASITOLÓGICODEFEZES(MÉTODOSDE

11.032.07­

175

CONCENTRAÇÃO)

3

 

PARASITOLÓGICODEFEZES­COLETAMÚLTIPLACOM

11.032.08­

176

LÍQUIDOCONSERVANTE

1

 

FATORRh(INCLUIDUFRACO)

11.041.01

 

GRUPOABO­DETERMINAÇÃO

11.041.03

   

11.041.13­

FRAÇÃODOHEMOGRAMA­PLAQUETAS­CONTAGEM

7

 

PROVADOLAÇO

11.041.15

 

RETRAÇÃODOCOÁGULO

11.041.18

 

TEMPODECOAGULAÇÃO(CELITE)

11.041.20

 

TEMPODECOAGULAÇÃO(LEEWHITE)

11.041.21

 

TEMPODESANGRAMENTO(DUKE)

11.041.26

   

11.041.29­

177

TESTEDEFALCIZAÇÃO

3

   

11.041.32­

178

TRIPANOSSOMA­PESQUISA

3

   

11.041.33­

179

VELOCIDADEDEHEMOSSEDIMENTAÇÃO(VHS)

1

   

11.041.34­

180

HEMATÓCRITO

0

 

DOSAGEMDEHEMOGLOBINA

11.041.36

 

ERITROGRAMA(ERITRÓCITOS,HEMOGLOBINA,

 

HEMATÓCRITO)

11.042.04

28/04/2016

MinistériodaSaúde

 

TIPAGEMSANGÜÍNEA­GRUPOABOFATORRH(INCLUIDU

11.042.06­

181

FRACO)

0

 

LEUCOGRAMA

11.042.08

 

TEMPODESANGRAMENTODEIVY

11.042.10

   

11.043.20­

182

HEMOGRAMACOMPLETO

2

 

COAGULOGRAMA(T.Sangue,T.Coagulação,P.Laço,Ret.do

 

Coag.eCont.Plaquetas)

11.044.02

   

11.061.27­

FATORREUMATÓIDE,TESTEDOLATEX

8

   

11.061.51­

183

PROTEÍNACREATIVA(PESQUISA)

0

 

TOXOPLASMOSE,HÁ

11.061.56

   

11.061.58­

TREPONEMAPALLIDUM,REAÇÃODEHEMAGLUTINAÇÃO

8

   

11.061.59­

184

VDRL(INCLUSIVEQUANTITATIVO)

6

   

11.062.24­

CITOMEGALOVIRUS,EIE

0

   

11.062.40­

RUBÉOLA,ANTICORPOSIGG

1

 

RUBÉOLA,HÁ

11.062.41

   

11.063.07­

185

PESQUISASOROLÓGICAPARAANTIHBS(ELISA)

6

   

11.063.08­

186

PESQUISASOROLÓGICAPARAANTIHCV(ELISA)

4

 

TOXOPLASMOSE,IFI­IGG

11.063.36

 

TOXOPLASMOSE,IFI(IGM)

11.063.37

   

11.064.01­

187

ANTICORPOSANTIHIV1+HIV2(ELISA)

3

 

BACILOSCOPIADIRETAPARAPESQUISADEBAAR

11.111.02­

188

(DIAGNÓSTICODATUBERCULOSE)

0

189

BACILOSCOPIADIRETAPARAPESQUISADEBAAR

11.111.03­

(CONTROLEDOTRATAMENTO)

8

 

BACILOSCOPIADIRETAPARAPESQUISADEBAAR

11.111.05­

190

(DIGNÓSTICODAHANSENÍASE)

4

28/04/2016

MinistériodaSaúde

   

11.111.06­

BACTERIOSCOPIA(PORLÂMINA)

2

 

EXAMEAFRESCO

11.111.08

   

11.111.15­

194

SECREÇÃOVAGINAL(BACTERIOSCOPIA)

1

   

11.111.16­

195

SECREÇÃOVAGINAL(EXAMEAFRESCO)

0

   

11.112.01­

196

CULTURAPARAIDENTIFICAÇÃODEBACTÉRIAS

8

   

11.112.05­

198

CULTURADEURINACOMCONTAGEMDECOLÔNIAS

0

 

STREPTOCOCUSBETA­HEMOLÍTICODOGRUPOA

11.112.17­

199

(PESQUISA)

4

   

11.112.19­

200

ANTIBIOGRAMA

0

   

11.142.14­

202

ELEMENTOSANORMAISESEDIMENTODAURINA

6

   

11.161.01­

203

FUNGOS(EXAMEDIRETO)

9

   

11.161.05­

205

MONÍLIA(EXAMEDIRETO)

1

 

Grupo13­Radiodiagnóstico

 
   

13.011.02­

CRÂNIO:PA+LATERAL

2

   

13.011.06­

SEIOSDAFACE:F.N.+M.N.+LATERAL

5

   

13.012.01­

ADENÓIDES:LATERAL

0

   

13.021.01­

COLUNACERVICAL:AP+LATERAL+T.OOUFLEXÃO

0

   

13.021.02­

COLUNADORSAL:AP+LATERAL

8

   

13.022.04­

COLUNALOMBO­SACRA

0

   

13.031.04­

209

BRAÇO(RXSIMPLES)

0

28/04/2016

MinistériodaSaúde

210

ANTEBRAÇO(RXSIMPLES)

13.032.01­

1

   

13.032.02­

211

COTOVELO(RXSIMPLES)

0

   

13.032.03­

212

MÃO:DUASINCIDÊNCIAS(RXSIMPLES)

8

   

13.032.05­

213

PUNHO:AP+LATERAL+OBLÍQUOS

4

   

13.041.04­

214

COXA(RXSIMPLES)

5

   

13.041.06­

215

PERNA(RXSIMPLES)

1

   

13.042.01­

216

ARTICULAÇÃOTÍBIO­TÁRSICA(RXSIMPLES)

7

   

13.042.02­

217

CALCÁNEO(RXSIMPLES)

5

   

13.042.03­

218

JOELHO(RXSIMPLES)

3

   

13.042.06­

219

PÉOUPODODÁCTILOS(RXSIMPLES)

8

   

13.051.03­

220

TÓRAX(PA)

2

   

13.052.03­

221

TÓRAX(PAEPERFIL)

9

   

13.081.01­

222

ABDOMENSIMPLES(AP)

2

 

Grupo14­ExamesUltra­sonográficos

 
   

14.011.01­

223

ECOGRAFIAGINECOLÓGICA

8

   

14.012.01­

224

ECOGRAFIAOBSTÉTRICA

4

 

Grupo18­Fisioterapia(porsessão)

 
 

ATENDIMENTOAALTERAÇÕESMOTORAS(FISIOTERAPIA

18.011.01­

226

PORSESSÃO)

2

   

18.011.02­

227

ALTERAÇÕESSENSITIVAS(FISIOTERAPIAPORSESSÃO)

0

   

18.031.02­

REEDUCAÇÃOVENTILATÓRIAEMDOENÇASPULMONARES

1

28/04/2016

MinistériodaSaúde

28/04/2016 MinistériodaSaúde ANEXO3B SERVIÇOSDEINTERNAÇÃOHOSPITALAROBRIGATORIAMENTEDISPONÍVEISEMMUNICÍPIOS­
28/04/2016 MinistériodaSaúde ANEXO3B SERVIÇOSDEINTERNAÇÃOHOSPITALAROBRIGATORIAMENTEDISPONÍVEISEMMUNICÍPIOS­
28/04/2016 MinistériodaSaúde ANEXO3B SERVIÇOSDEINTERNAÇÃOHOSPITALAROBRIGATORIAMENTEDISPONÍVEISEMMUNICÍPIOS­

ANEXO3B

SERVIÇOSDEINTERNAÇÃOHOSPITALAROBRIGATORIAMENTEDISPONÍVEISEMMUNICÍPIOS­

SEDEDEMÓDULOSASSISTENCIAIS

Os municípios­sede de módulos assistenciais deverão dispor de leitos hospitalares, no mínimo, para o atendimentobásicoem:

­Clínicamédica;

­Clínicapediátrica;

­Obstetrícia(partonormal).

ANEXO4

TERMODECOMPROMISSOPARAGARANTIADEACESSO

(Minuta)

TermodeCompromissoqueentresicelebramaSecretariaEstadualdeSaúdedeXXXeaSecretariaMunicipal da Saúde deYYY, visando a garantia de acesso da população referenciada por outros municípios aos serviços de saúdelocalizadosnoMunicípioYYY.

OGovernodoEstadodeXXX,porintermédiodasuaSecretariaEstadualdeSaúde,comsedenestacidade,na

Rua(Av.)

(estadocivil),portadordacarteiradeidentidaden.o

n.o

MunicipaldaSaúde,nesteatorepresentadaporseuSecretárioMunicipaldaSaúde,inscritanoCNPJsobn.o(nome),

(estadocivil),portadordacarteiradeidentidaden.o

n.o

oseuartigo196eseguintes,asLeisn.o8.080/90en.o8.142/90,aNormaOperacionalBásican.o01/96doSistema

,einscritonoCPF/MFsobo

,einscritonoCPF/MFsobo

,doravantedenominadaapenasSES­XX,eoGovernoMunicipaldeYYY,porintermédiodesuaSecretaria

,inscritanoCNPJsobn.o

,nesteatorepresentadapeloSecretárioEstadualdaSaúde,

,expedidapelo

,expedidapelo

(nome),

,doravantedenominadaapenasSMS­YYY,tendoemvistaoquedispõeaConstituiçãoFederal,emespecial

Único de Saúde (SUS), resolvem de comum acordo celebrar o presente Termo de Compromisso para Garantia de

Acesso,queseregerápelasnormasgeraisdaLein.o8.666,de21dejunhode1993esuasalterações,noquecoube,

[novas portarias de regulamentação] e as demais legislações aplicáveis à espécie,

bem como pelas portarias

medianteasseguintescláusulasecondições:

CLÁUSULAPRIMEIRA­DOOBJETO

O presente Termo de Compromisso tem por finalidade e objetivo o estabelecimento de compromissos de atendimentopelaSMSYYY,habilitadaàcondiçãodeGestãoPlenadoSistemaMunicipalàsreferênciasintermunicipais ambulatoriais,hospitalares edeapoiodiagnósticoeterapêutico,definidas naProgramaçãoPactuadaIntegrada(PPI), visandoagarantiadeatençãoàsnecessidadesdesaúdedoscidadãos,independentedeseumunicípioderesidência, deacordocomosprincípiosdoSistemaÚnicodeSaúdedeuniversalidadedoacessoeintegridadedaatenção.

§ 1º A PPI compreenderá a explicitação dos fluxos de referência acordados entre gestores municipais; os relatórios consolidadosdasaçõeseserviçosdereferênciaaseremprestadospelomunicípioYYY;omontantederecursosfinanceiros correspondentesaessasreferências;olimitefinanceirodomunicípio(discriminandoosrecursosdapopulaçãoprópriaeos relativos às referências intermunicipais); os mecanismos de operacionalização e/ou acompanhamento dos acordos e os critériosderevisãodoscompromissosestabelecidos.

§2º OobjetoprevistonopresenteTermodecorrerádeum processoprévioderealizaçãodaPPI coordenadapelogestor estadualeaprovadapelaCIB­XX,emqueaSMS­YYsecomprometeaatender,emserviçosdisponíveisemseuterritório,à populaçãoresidentenosmunicípioslistados,conformerelatórioespecíficodaPPI,quefazparteintegrantedestetermo.

CLÁUSULASEGUNDA­DAEXECUÇÃO

Opresentetermodecompromissodeveráserexecutadofielmentepelas partes, deacordocom as cláusulas pactuadasealegislaçãopertinente,respondendocadaumapelasconseqüênciasdesuainexecuçãototalouparcial.

CLÁUSULATERCEIRA­DOSCOMPROMISSOSDASPARTES

ISãocompromissosdaSES­XX

a)ApoiaraSMSaimplementarestratégiaseinstrumentos quefacilitemoacessodapopulaçãoreferenciadaaosserviços localizadosnomunicípioYY.

b)Revisarerealizarajustesnaprogramaçãofísico­financeiradasreferências,deformaaasseguraroacessodapopulaçãoa

todososníveisdeatenção,deacordocomaperiodicidadeecritériosestabelecidosnaCláusulaSexta.

c)Acompanharasreferênciasintermunicipais,inclusivepormeiodeauditoriadosistemamunicipal.

d)Noscasosdeconstataçãodeexistênciadebarreirasdeacessooutratamentodiscriminatórioaosresidentesem outros municípios, suprimir a parcela do limite financeiro do município YYY relativa às referências intermunicipais, conforme a CláusulaSétima.

28/04/2016

MinistériodaSaúde

e) Comunicar ao MS o valor do limite financeiro da assistência do município YYY, explicitando o montante relativo à

populaçãoprópriaeàpopulaçãoreferenciada­conformedefinidonaPPI­bemcomoquaisqueralterações,sejanaparcela

dapopulaçãoprópria,quantonaparceladereferênciadecorrentederevisões,ajustesousançõesprevistosnesteTermo.

IISãocompromissosdaSMS­YY

a)Disponibilizarosserviçosconstantes,emrelatórioespecíficodaPPI,àpopulaçãoreferenciadaporoutrosmunicípios,sem

discriminaçãodeacessoedequalidadedoatendimentoprestado(escolhadoprestador, formadepagamentoouvalores diferenciadosdeacordocomaprocedência,etc.).

b)Organizarnomunicípiooacessodosusuáriosàsaçõeseserviçosdereferência.

c)Prevernoscontratosdosprestadoresenaprogramaçãofísico­financeiradosestabelecimentosdesaúdesituadosemseu

território,arealizaçãodosatendimentosàpopulaçãodeoutrosmunicípios.

d) Exercer as ações de controle e avaliação, de auditoria e outras relacionadas à garantia de qualidade dos serviços

ofertadosemseuterritório.

e) Alimentar regularmente o SIA/SUS e o SIH/SUS, bem como organizar internamente as informações relativas aos

atendimentos prestados à população residente em outros municípios, de forma a facilitar as revisões dos acordos de referênciasintermunicipais,previstasnaCláusulaSexta.

f)EncaminhartrimestralmenteàSESrelatóriocontendoinformaçõesmensaissobreosatendimentoprestadoàsreferências

intermunicipais, discriminando natureza e quantidade de procedimentos, origem do paciente, valores pagos, e outras

questõesqueforemestabelecidasnestetermo.

CLÁUSULAQUARTA­DAVIGÊNCIA

AvigênciadopresenteTermodeCompromissoteráinícionadatadesuaassinatura,comduraçãode12(doze)

meses, em coerênciacom arevisãoperiódicadaPPI, podendoserprorrogado, mediantetermoaditivo, porperíodo

igual,atéolimitede48(quarentaeoito)meses,emconformidadecomaLein.o8.666/93esuasalterações,casohaja

anuênciadaspartes.

CLÁUSULAQUINTA­DOSRECURSOSFINANCEIROS

ASESsecomprometeautilizaros recursos financeiros federais oriundos doSistemaÚnicodeSaúde(SUS), dentrodadisponibilidadedoseuLimiteFinanceirodaAssistência,paraodesenvolvimentodestetermoeinformaráao MinistériodaSaúde(MS),omontantemensalasertransferidodoFundoNacionaldeSaúdeparaoFundoMunicipalde SaúdedeYYY,conformeexplicitadonaPPI,podendooperacionalizarasrevisõesestabelecidasnaCláusulaSexta.

CLÁUSULASEXTA­DOACOMPANHAMENTOEDASREVISÕES

I.ASESdeverásistematizarasinformaçõessobreosfluxosintermunicipaisdereferências,coordenararevisãoperiódicada PPI [estabelecer periodicidade], monitorar o cumprimento do presente Termo, realizar ajustes pontuais e prestar contas atravésdeinformesmensaisaCIBacercadoseuandamento,tendoporbaseosrelatóriosreferidosnaCláusulaTerceira, alínea'f'.

II.ASESdeveráalteraraparceladerecursoscorrespondenteàsreferênciasintermunicipaisalocadasatéentãonomunicípio

YYYemdecorrênciadasseguintessituações:

a)Emperíodonãosuperiora12(doze)meses(especificarperiodicidade),emfunçãodarevisãoglobaldaPPI, conduzida pelaSESeaprovadapelaCIB,queconsideremudançasnacapacidadeinstalada,nofluxodepacientesentremunicípios, prioridades assistenciais, constatação de desequilíbrio entre os valores correspondentes às referências e na efetiva prestaçãodeserviçosedisponibilidadefinanceira.

b)Trimestralmente,emdecorrênciadoacompanhamentodaexecuçãodoTermoedofluxodeatendimentodasreferências,

deformaapromoverosajustesnecessários,asereminformadosàCIBemsuareuniãosubseqüente.

c)Pontualmente,seummunicípiopassaraofertaremseuterritórioparaasuaprópriapopulaçãoumserviçoanteriormente

referenciadoparaomunicípioYYY.

§1º OmunicípiodeverásolicitarformalmenteaSES, através deofícioatransferênciados recursos correspondentes ao atendimentodesuapopulaçãodomunicípioYYYparaoseuprópriomunicípio,justificandoaalteração.

§2°ASESpoderá,constatadaapertinência docadastramentoeaprogramaçãoparaonovoserviço,realocarosrecursos domunicípioYYYparaqueapopulação domunicípiosolicitanteem questãopasseaseratendidaem seumunicípiode residência.

§3°OmunicípioYYYdeverásercomunicadoacercadamudançapelaSEScom60diasdeantecedência,atravésdeofício

eenviodeversãomodificadadaPPI.

§4°EssetipoderealocaçãodeveráserinformadapelaSESaCIB,nasuareuniãosubseqüente,noâmbitodaprestação

mensaldecontasacercadoacompanhamentodoscompromissosdereferênciasintermunicipais.

d)Pontualmente, seum municípioconsideraroportunoredirecionarreferências desuapopulaçãodomunicípioYYY para outromunicípioquedisponhadoserviçonecessário.

§1°OmunicípiodeverásolicitarformalmenteàSES, através deofícioatransferênciados recursos correspondentes ao atendimentodesuapopulaçãodomunicípioYYYparaooutromunicípio­pólo,justificandoaalteração.

28/04/2016

MinistériodaSaúde

§2°ASES,constatadaapertinênciadasolicitação, adisponibilidadeparaofertarosserviçossolicitadoseaanuênciado gestordonovomunicípiodereferência, realocarparaesteúltimoos recursos correspondentes anteriormentealocados no municípioYYY.

§3°OmunicípioYYYdeverásercomunicadoacercadamudançacom60(sessenta)diasdeantecedência,atravésdeofício

eenviodeversãomodificadadaPPI.

§4°EssetipoderealocaçãodeveráserinformadapelaSESàCIB,nasuareuniãosubseqüente,noâmbitodaprestação

mensaldecontasacercadoacompanhamentodoscompromissosdereferênciasintermunicipais.

e)Pontualmente, em caso de problemas no atendimento pelo município de referência à população procedente de outros municípiosoudenão­cumprimentodoscompromissosestabelecidosnopresenteTermodetectadospelaSES­XX,SMS­YYY ouporoutrasSMSenvolvidas.

§1ºOproblemadeverásercomunicadoàSES,paraqueestaadotemedidasdeapuraçãodocasoedenegociaçõesentre

as partes envolvidas, tais como: contato direto entre a SES e a SMS­YYY; convocação pela SES de reunião entre os gestoresmunicipaisimplicadosoudereuniãodefórumregionalpré­existente,seforocaso(CIBregional,gruporegionalde PPI,etc.)[especificarainstânciaemcadaTermo],realizaçãodeauditoriasdesistemaetc.

§2ºASESdeveráconduzirosencaminhamentosecorreçõesnaprogramaçãodasreferências,casonecessário.

§ 3° Nas situações em que o encaminhamento da SES implique alterações neste Termo, o município YYY deverá ser comunicadoimediatamenteatravésdeofícioeenviodeversãomodificadadaPPI.

§4°EssetipoderealocaçãodeveráserinformadapelaSESàCIB,nasuareuniãosubseqüente,noâmbitodaprestação

mensaldecontasacercadoacompanhamentodoscompromissosdereferênciasintermunicipais.

III. As alterações efetuadas na parcela do limite financeiro correspondente às referências intermunicipais deverão ser comunicadasaoMSparaasprovidênciasdepublicaçãoemudançanomontantetransferidoaoFMS­YYY.

IV.ACIBéainstânciaderecursocasoalgumadaspartessesintaprejudicadapelasalteraçõesabordadasnoincisoIIdeste

Termo.

V. Em casos extremos de descumprimento deste Termo, poderão ser aplicadas as sanções previstas no item VI desta CláusulaSexta.

VI.CasoaSMS­YYYnãocumpracomoscompromissosassumidosnesteTermoourestrinjaoacessoouaindadiscrimineo

atendimentoàpopulaçãoreferenciada,poderáaSES:

a)suprimiraparceladolimitefinanceirodomunicípioYYYrelativaàsreferênciasintermunicipaisecomunicaraoMSparaas

providênciasrelativasàtransferênciaderecursos;e

b)encaminharàCIBprocessodedesabilitaçãodomunicípiodacondiçãodeGestãoPlenadoSistemaMunicipal.

CLÁUSULASÉTIMA­DOSMECANISMOSDEGARANTIADEACESSO

Cadapartícipeseresponsabilizarápelagarantiadeacesso,deacordocomosmecanismosabaixo:

I. a SES apoiará a SMS­YY na implantação de mecanismos de organização dos fluxos de referência intermunicipais e garantiadeacessodapopulaçãoaos serviços emtodos os níveis deatenção, assimcomoorientaráas demais SMS na organizaçãoeavaliaçãodosencaminhamentosdepacientes.

II.aSMSimplantarámecanismosdeorganizaçãodosfluxosdereferênciaegarantiadeacessodapopulaçãoresidenteem

outrosmunicípiosaosserviçoslocalizadosemseuterritório,conformedefinidonaPPI;

III.aSESacompanharáoatendimentointermunicipaldereferênciaerealizaráajustesperiódicosousemprequenecessário, conforme especificado na Cláusula Sexta, de forma a garantir o volume de recursos adequado para o atendimento da populaçãoem todos os níveis de atenção, independente de seu município de residência, dentro dos limites financeiros estabelecidosnaPPI;

IV. a SMS­YYY não poderá negar atendimento a pessoas residentes em outros municípios em casos de urgência e emergência, sendoque, nocasodademandaporserviços extrapolaraprogramaçãodas referências, caberáàSMS­YYY registrarosatendimentosprestadoseinformaràSES,paraqueseacordemosajustesnecessáriosnaprogramaçãofísico­ financeira,conformeprevistonaCláusulaSexta.

CLÁUSULAOITAVA­DAPUBLICAÇÃO

ASES­XX providenciaráapublicaçãodoextratodopresente TermonoDiárioOficial deconformidadecom o

dispostonoparágrafoúnicodoartigo61daLein.o8.666/93enaformadalegislaçãoestadual.

CLÁUSULANONA­DADENÚNCIA

O presente Termo poderá ser denunciado de pleno direito no caso de descumprimento de qualquer de suas cláusulasecondiçõesaquiestipuladasouaindadenunciadoporqualquerumadaspartes,comantecedênciamínimade

90(noventa)dias,apartirdo6°(sexto)mêsdevigência.

CLÁUSULADÉCIMA­DOSCASOSOMISSOS

Os casos omissos ouexcepcionais nãoprevistos nesteTermoserãoconsultados aos partícipes porescritoe

resolvidosconformedispostonalegislaçãoaplicável,emespecialaLein.o8.666/93esuasalterações.

28/04/2016

MinistériodaSaúde

CLÁUSULADÉCIMAPRIMEIRA­DOFORO

Fica eleito o foro da Comarca de

,

Estado de

,

para dirimir eventuais questões oriundas da

execuçãodesteTermo,bemcomodeseusrespectivosTermosAditivos,quevieremasercelebrados.

E,porestar,assimjustoepactuado,ospartícipesfirmamopresenteinstrumentoem03(três)viasdeigualteor

eforma,paraosdevidosefeitoslegais,tudonapresençadastestemunhasinfra­assinadas.

Localidade

Data,

SecretárioEstadualde

SecretárioMunicipalde

SaúdedeXX

SaúdedeXX

Testemunhas(demaisSMSimplicados)

CIC

ANEXO5

TERMODECOMPROMISSOENTREENTESPÚBLICOS

(Minuta)

Termo de Compromisso (ou Termo de Cooperação) que entre si celebram o Município de

eoEstadode

visandoaformalizaçãodecontrataçõesdeserviçosdesaúdeofertados.

através da

através daSecretariaEstadual de

SecretariaMunicipaldaSaúdedoMunicípiode

Saúdede

Omunicípiode

,

através desuaSecretariaMunicipaldaSaúdedoMunicípiode

,

inscritano

CNPJ sob o n.o

,

,

situada na rua (Av.)

neste ato representado pelo Secretário Municipal da

Saúde, Dr pela

brasileiro,

(profissão),

, e inscrito no CPF/MF sob n.o

portador da carteira de identidade n.o

doravante

expedida

,

, denominado simplesmente SMS e o estado

atravésdesuaSecretariaEstadualdeSaúdede

,nesteatorepresentadapeloSecretárioEstadualdaSaúde,

Dr

,

brasileiro,

(profissão) portador da carteira de identidade n.o n.o

,

expedida

pela

einscritonoCPF/MFsobn.o

,doravantedenominadosimplesmenteSES,tendoemvistaoque

dispõeaConstituiçãoFederal,emespecialoseuartigo196eseguintes,asLeisn.o8.080/90en.o8.142/90,eaNorma

OperacionalBásican.o01/96doSistemaÚnicodeSaúde(SUS),resolvemdecomumacordocelebraropresenteTermo

deCompromissoentreEntesPúblicos,queseregerápelasnormasgeraisdaLein.o8.666,de21dejunhode1993e

suas alterações, no que coube, bem como pelas portarias

legislaçõesaplicáveisàespécie,medianteasseguintescláusulasecondições:

[novas portarias de regulamentação] e as demais

CLÁUSULAPRIMEIRA­DOOBJETO

OpresenteTermotemporobjetoformalizaracontrataçãodosserviçosdesaúdeofertadoserespectivaformade pagamentodas unidades hospitalares estaduais, sob a gerência do estado, localizadas no município de

, definindo o papel do hospital no sistema municipal e supramunicipal de acordo com a abrangência e o perfil dos serviços aseremoferecidos,emfunçãodas necessidades desaúdedapopulação,determinandoas metas físicas a serem cumpridas; o volume de prestação de serviços; o grau de envolvimento do hospital na rede estadual de referência;ahumanizaçãodoatendimento;amelhoriadaqualidadedosserviçosprestadosàpopulaçãoeoutrosfatores quetornemohospitalumefetivoinstrumentonagarantiadeacessoaoSistemaÚnicodeSaúde(SUS).

§1ºAformalizaçãodacontrataçãosedaráatravésdafixaçãodemetasfísicasmensaisdosserviçosofertados,conformea

CláusulaSegundaeaformadepagamentoseráaconstantedaCláusulaQuinta,ambasdesteTermo.

§2ºSãopartesintegrantesdesteTermodeCompromissoosanexos:AnexoIcontendoarelaçãodoshospitaiseoAnexoII

comoPlanoOperativoAnualdecadahospitalrelacionadonoAnexoI.

CLÁUSULASEGUNDA­DAEXECUÇÃODOPLANOOPERATIVOANUAL

FicadevidamenteacordadaaexecuçãodoPlanoOperativoAnual decadahospital constantedoAnexoII do presente Termo, contemplando o papel de cada unidade hospitalar no planejamento municipal e supramunicipal de acordocomaabrangênciadosmunicípiosaserematendidoseoperfildosserviçosaseremoferecidos,previamente definidosnoPlanodeRegionalizaçãoenaProgramaçãoPactuadaIntegradadoestado

§1ºOPlanoOperativoAnualconteráas metas físicas anuídas eassumidas pelaSESrelativas aoperíodode12(doze) meses, apartirdadatadeassinaturadopresentecontrato, sendoessas anualmenterevistas eincorporadas aopresente TermodeCompromisso,medianteacelebraçãodeTermoAditivo.

§2ºAsmetasfísicasacordadaseconseqüentementeovalorglobalmensalpoderãosofrervariaçõesnodecorrerdoperíodo,

observando­se o limite mensal de 10 % (a maior ou a menor), verificados o fluxo da clientela e as características da assistência,tornando­senecessárioqueaSMSeaSESpromovamasalteraçõesrespectivas,deacordocomaCláusula SétimadesteTermo.

CLÁUSULATERCEIRA­DOSCOMPROMISSOSDASPARTES

28/04/2016

MinistériodaSaúde

IDASMS­ASecretariaMunicipaldeSaúdesecomprometea:

a)autorizarorepassemensal, doFundoNacionaldeSaúdeaoFundoEstadualdeSaúde, retiradodolimitefinanceiroda assistênciadoMunicípio,dosrecursosdequetrataaCláusulaQuinta;

b)exercerocontroleeavaliaçãodosserviçosprestados,autorizandoosprocedimentosaseremrealizadosnohospital;

c)monitoraroshospitaisconstantesdoAnexoInaexecuçãodoPlanoOperativoAnual;

d)analisar, com vistas àaprovação, os Relatórios Mensais eAnuais emitidos pelaSES, comparandoas metas com os resultadosalcançadosecomosrecursosfinanceirosrepassados;

e)encaminharos atendimentos hospitalares, excetodeurgênciaeemergência, incluindoas cirurgias eletivas, através da CentraldeRegulação,ondehouver.

IIDASES­ASecretariaEstadualdeSaúdesecomprometea:

a)apresentaràSMSoRelatórioMensalatéo5°(quinto)diaútildomêssubseqüenteàprestaçãodosserviços,asfaturase

osdocumentosreferentesaosserviçosefetivamenteprestados;

b)apresentaràSMSoRelatórioAnualaté20°(vigésimo)diaútildomêssubseqüenteaotérminodoperíodode12(doze)

meses,incluindoinformaçõesrelativasàexecuçãodesteTermodeCompromissocomaapropriaçãoporunidadehospitalar;

c)apresentarasinformaçõesprevistasnoPlanoOperativoAnualreferenteaoshospitaisconstantesdoanexoI;

d)alimentaroSistemadeInformaçõesAmbulatoriais(SIA)eoSistemadeInformaçõesHospitalares(SIH),ououtrosistema de informações que venha a ser implementado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) em substituição ou complementaraestes,ouquesejaacordadoentreoMinistériodaSaúdeeaSES;

e)disponibilizartodososserviçosdoshospitaisconstantesnoAnexoInaCentraldeRegulação,quandohouver;

f)cumprir, através dos hospitais constantes noAnexo I, oPlanoOperativoAnual, conformeestabelecidonoAnexoII do presenteTermo;

g) disponibilizar recursos de consultoria especializada, para programas de desenvolvimento organizacional dos hospitais, dentrodesuasdisponibilidades;

h)garantiroatendimentodosserviçosdeurgênciaeemergência,independentedolimitefixadopelaSMSconstantedoPlano

OperativoAnual.

IIIDASMSESES­ASecretariaMunicipaldeSaúdeeaSecretariaEstadualdeSaúdesecomprometemconjuntamentea:

a)elaboraroPlanoOperativoAnualdeacordocomaProgramaçãoPactuadaIntegradaMunicipaleRegional;

b) promover as alterações necessárias no Plano Operativo Anual, sempre que a variação das metas físicas e conseqüentementeovalorglobalmensalultrapassaroslimitescitadosnoParágrafoSegundodaCláusulaSegunda;

c)informaraoMinistériodaSaúde,quandohouveralteraçãodosrecursosfinanceirosdequetrataaCláusulaQuinta,através

deofícioconjunto,atéodia10domêsseguinteàalteração,ovolumederecursosmensalaserretiradodolimitefinanceiro

daassistênciadoMunicípioerepassadoaoFundoEstadualdeSaúde.

CLÁUSULAQUARTA­DAVIGÊNCIA

OpresenteTermodeCompromissoterávigênciade12(doze)meses,apartirdadatadesuaassinatura,podendo

ser prorrogado por meio de Termo Aditivo, até o limite de 48 (quarenta e oito) meses, mediante acordo entre os