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Unidade Escolar CNPJ: 13.94.1232/0001-96   Razão Social: Centro Federal de Educação Tecnológica da

Unidade Escolar

CNPJ:

13.94.1232/0001-96

 

Razão Social:

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Unidade Metropolitana de Simôes Filho

Nome da Unidade:

Esfera:

Federal

Endereço:

Av. Universitária s/n°°°°- Pitanguinha

 

Cidade:

Simões Filho

Estado: Bahia

CEP: 43 700 000

Telefone/Fax:

071- 3396 8400

R- 9540

Fax: 071 – 3396 7326

e-mail de contato:

sfilho@cefetba.br

Site da unidade:

www.cefetba.br

Área do Plano:

INDÚSTRIAL

Habilitação, qualificações e especializações:

1

Habilitação :

Técnico em Metalurgia

Carga Horária:

1200 horas

Estagio – Horas:

240 horas

Orientação de Está- gio:

30 horas

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Diretora Geral Aurina Oliveira Santana Diretora de Desenvolvimento

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia

Diretora Geral Aurina Oliveira Santana

Diretora de Desenvolvimento de Ensino Albertino Ferreira Nascimento Júnior

Diretor da Unidade Metropolitana de Simões Filho Paulo Cesar Nascimento Andrade

Coordenador do Curso de Metalurgia Elieser Parcero Oliveira

Comissão de Elaboração Elieser Parcero Oliveira Paulo Cesar Nascimento Andrade Jorge Fernando de Sousa Oliveira Geraldo Pereira Issa Moacir Batista Filho

Colaboradores

Ivo Ferreira da Silva Josué Pereira Macedo Ilder Bastos dos Santos

João Dantas Paiva Vieira

SIMÕES FILHO, ABRIL DE 2006 SUMÁRIO CAPÍTULO 01: Justificativa e Objetivos 5 1.1 Justificativa 5

SIMÕES FILHO, ABRIL DE 2006

SUMÁRIO

CAPÍTULO 01: Justificativa e Objetivos

5

1.1 Justificativa

5

1.2 Objetivos gerais

6

1.3 Objetivos específicos

6

CAPÍTULO 02: Requisitos de Acesso ao Curso

6

2.1 Processo de Seleção

6

 

2.2 Vagas

6

CAPÍTULO 03: Perfil Profissional de Conclusão do Curso

8

3.1

Perfil Profissional de Conclusão do Curso

8

CAPÍTULO 04: Organização Curricular do Curso

9

4.1 Organização Curricular do Curso

9

4.2 Estágio Curricular Supervisionado

12

CAPÍTULO 05: Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores

45

CAPÍTULO 06: Critérios de Avaliação da Aprendizagem Aplicados aos Alunos do Curso

47

CAPÍTULO 07: Instalações e Equipamentos Oferecidos aos Alunos e Professores

49

7.1. Sala de Desenho

49

7.2. Laboratórios e Oficinas Administrados pela Unidade de Simões Filho

50

7.2.1. Laboratório de Metrologia

49

 

7.2.2 Laboratório de Metalografia

49

7.2.3 Oficina de Fundição

50

7.2.4 Laboratório de Equipamentos Industriais e Refrigeração

50

7.2.5 Oficina de Soldagem

51

7.2.6 Laboratório de Informática

52

7.2.7 Laboratório de Eletrotécnica

51

7.2.8 Laboratório de Ensaios Destrutivos

52

7.3 Bibliografia do Curso

53

7.4 Referências Bibliográficas Consultadas

58

CAPÍTULO 08: Pessoal Docente e Técnico Envolvido no Curso

59

8.1

Unidade Metropolitana de Simões Filho

59

8.2 Professores Lotados nos diversos Departamentos da Sede em Salvador 60 8.2.1 Departamento III (

8.2 Professores Lotados nos diversos Departamentos da Sede em Salvador

60

8.2.1 Departamento III ( Departamento de Tecnologia Mecânica e Materiais - DTMM)

59

8.2.2 Departamento I (Departamento de Ciências Humanas e Linguagem-DCHL)

61

8.2.3 Departamento II (Departamento de Ciências Aplicadas-DCA)

61

8.2.4 Departamento IV (Dep. de Tecnologia Eletro-Eletrônica-DTEE)

61

8.2.5 Departamento V (Depart. de Administração e Tec. de Proc. Industriais e Químicos-DAPIQ)

61

8.2.6 Técnicos Lotados na Unidade Metropolitana de Simões Filho

61

CAPÍTULO 09. Certificados e Diplomas Expedidos aos Concluintes do Curso

62

9.1 Diploma

61

9.2 Certificado

61

ANEXO – A – 1 a Entrevista 2 a Entrevista 3 a Entrevista ANEXO – B – Ficha Final de Síntese

63

71

CAPÍTULO 01: Justificativa e Objetivos 1.1 Justificativa No Brasil e no mundo a preocupação com

CAPÍTULO 01: Justificativa e Objetivos

1.1 Justificativa

No Brasil e no mundo a preocupação com a formação para o trabalho tomou conta de um número crescente de atores sociais, sindicatos, empresas, organismos públicos, Organizações Não Governa- mentais, Universidades, centros de pesquisa e mesmo movimentos sociais. A atualidade da questão da formação profissional, foi dada pela adoção das inovações tecnológicas e organizacionais no âm- bito da empresa. Tratam-se das mudanças aceleradas no âmbito das organizações produtivas dos anos oitenta: “novos modelos produtivos”, especialização flexível, modelo Japonês, novo conceito de produção. O grande número de denominações aponta para essa emergência de modelos de organi- zação industrial fundamentado no emprego de uma mão-de-obra mais qualificada e melhor prepara- da, pronta a intervir no quadro de atividades e práticas fabris de complexidade crescente, exigindo do trabalhador implicação, envolvimento, reação rápida aos imprevistos cotidianos da produção, desem- penho tendo a qualidade, como objetivo da ação. O Centro Federal de Educação Tecnológica da Ba- hia cumprindo seu papel conforme estabelece a legislação pertinente, tanto a da sua criação constitu- cional (Lei 87/93) quanto à definida pela própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96) e as legislações específicas da Educação Profissional (Decreto nº 5154 de 23/07/2004), tem sido, diante da demanda social, de fundamental importância nas instâncias sociais e produtivas, tanto pelo caráter aglutinador e expansor do conhecimento técnico-científico, quanto educacional colocan- do-se sempre na expectativa de bem servir a comunidade. Antes de buscar soluções externas, o CE- FET-BA vem, cada vez mais preparando o seu pessoal docente, descobrindo novos talentos e os qua- lificando para o desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão. Diante disso, é que através do CE- FET – BA, Unidade Metropolitana de Simões Filho vislumbrou-se a necessidade de oferecer o Curso Técnico em Metalurgia, de acordo com a legislação, bem como, atender às necessidades do Municí- pio de Simões Filho e Região Metropolitana de Salvador no que se refere a oferta de profissionais voltados para indústria Metal-Mecânica e Siderúrgica. De acordo com relatório da Superintendência de Estudos Econômicos do estado da Bahia – SEI, a taxa de produção acumulada no período de junho de 2005 a junho de 2006, teve uma variação positi- va de 5,5% enquanto a industria de transformação apresentou crescimento de 5,7%. Dentre os cinco primeiros gêneros da indústria de transformação em nosso estado encontra-se a Metalurgia com uma taxa positiva de 16,4%, ficando atrás somente da indústria de Celulose e papel que cresceu a uma taxa de 35,0%. No I Work Shop realizado na unidade de Simões Filho, em abril de 2006, sob o titulo de CEFET-BA como Catalisador do desenvolvimento tecnológico na Bahia compareceram diversas empresas da região do Centro Industrial de Aratu, Pólo Petroquímico de Camaçari e municípios próximos, onde, se discutiu entre outros assuntos a continuidade da oferta do curso de Metalurgia para atender a deman- da de grandes empresas do ramo, situadas na região metropolitana de Salvador e municípios próxi- mos como a Rio Doce Manganês – RDM, Ferbasa, Caraíba Metais, Gerdau e a Novelis, que ainda encontram dificuldades para contratar metalúrgicos capacitados tendo muitas vezes que recorrer ao estado de Minas Gerais cuja tradição no ramo metalúrgico é indiscutível. Somado a isto existe uma carência de oferta em toda a região norte e nordeste de cursos técnicos de Metalurgia que possam preparar profissionais para atender a demanda da indústria local, o que vem facilitando a absorção dos egressos do curso de Metalurgia do CEFET-BA Unidade de Simões Filho e a qualificação de ou- tros tantos que já se encontram inseridos nas empresas do ramo.

Desta forma procurando atender as mudanças no mundo do trabalho versus novas exigências edu- cacionais,

Desta forma procurando atender as mudanças no mundo do trabalho versus novas exigências edu- cacionais, faz-se necessário pensar no planejamento do Curso Técnico em Metalurgia, cujo desenvol- vimento de competências e habilidades tecnológicas possibilitará a solução de problemas reais e con- cretos na área Metalúrgica, de forma contextualizada e interdisciplinar, em consonância com as ne- cessidades tendências tecnológicas do mercado de trabalho.

1.2 Objetivos gerais

O curso de Metalurgia da Unidade de Simões Filho está em atividade desde o primeiro semestre de

2001, e tem como objetivo preparar profissionais técnicos em Metalurgia, oferecendo uma base de conhecimentos instrumentais, científicos e tecnológicos, de forma a desenvolver competências gerais

e específicas, necessárias à sua inserção no mercado de trabalho. As competências desenvolvidas

no profissional para esta área de atuação industrial envolvem formação de empreendedorismo, ge- renciamento, conservação ambiental, eficiência energética e a compreensão do sistema produtivo, especificamente a área da Metalurgia e aspectos que envolvem a inserção e as relações no mundo do trabalho.

1.3 Objetivos específicos

Formar técnicos que possam atuar na área da Produção e Manutenção, envolvendo-se na melhoria

contínua da qualidade e da produtividade, utilizando recursos apropriados para aplicação de métodos

e novas tecnologias como também requalificar profissionais de nível técnico que possam atuar na á- rea da Metalurgia, Inspeção de Equipamentos e Soldagem.

CAPÍTULO 02: Requisitos de Acesso ao Curso

2.1 Processo de Seleção

O acesso regular ao curso Técnico em Metalurgia será realizado através de processo de seleção e

obedecerá aos trâmites de todos os cursos técnicos do CEFET-BA, segundo critérios institucionais, que consta de uma prova com caráter interdisciplinar, objetivando avaliar competências e habilidades básicas das áreas de Linguagens, Ciências da Natureza e Matemática, além de uma redação.

A escolaridade requerida para ingresso ao curso é o ensino médio concluído.

2.2 Vagas

As vagas oferecidas para o Curso Técnico em Metalurgia serão limitadas a complementar um total de 40 (quarenta) alunos por turma. Será oferecida 1 (uma) turma por semestre, da seguinte forma:

Turma

Turno

Local

1

Matutino

Unidade Metropolitana de Simões Filho, Ba

1

Vespertino

Unidade Metropolitana de Simões Filho, Ba

Serão ocupadas 80 (oitenta) vagas no primeiro e mais 80 (oitenta) vagas no segundo semestre, totali- zando 160 (cento e sessenta) alunos por ano para o Curso Técnico em Metalurgia, sendo que os ho-

rários de aula ficarão distribuídos durante a semana, de segunda a sábado, de acordo com

rários de aula ficarão distribuídos durante a semana, de segunda a sábado, de acordo com as dispo- nibilidades da Instituição.

De acordo com o perfil de conclusão apontado neste Plano, o curso será oferecido por 3 (três) anos, sendo que, após este período, uma comissão será constituída, por portaria ou ordem de serviço, com

o objetivo de avaliar o perfil de conclusão e a demanda do mercado de trabalho, para reformular, se necessário, este Plano inicial.

2.3 Matrículas

Em conformidade com a Organização Didática do Ensino Profissionalizante de Nível Técnico do

CEFET-BA, capítulo III, Art.4º, Portaria 297 de 31/05/2002, a matrícula é o ato formal pelo qual se dá

a vinculação acadêmica do cidadão à Instituição de Ensino, observados os procedimentos pertinentes

e constantes destas Normas e os prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico. O ingresso no curso será através do Módulo 1. Após conclusão do módulo I, o aluno terá a- cesso aos demais módulos (Módulos 2, 3 e 4), podendo se matricular em apenas um deles. Estes módulos permitirão certificação de competências específicas.

A formalização de ingresso nos cursos realizar-se-á nos prazos estabelecidos no calendário es-

colar, sendo efetivada com a apresentação dos documentos exigidos pela Gerência de Registros A- cadêmicos (Portaria n. º 297 de 31/05/2002, capítulo III, Art. 8º).

A matrícula será renovada periodicamente, e terá validade por um semestre acadêmico, módulo

ou período, em conformidade com o que dispuser o projeto pedagógico (Portaria n.º 297 de 31/05/2002, capítulo III, Art. 10º).

§ 1º A não renovação da matrícula pelo aluno, conforme caput deste artigo, caracteriza aban- dono de curso e conseqüente desvinculação da instituição.

§ 2º A renovação da matrícula do aluno não habilitado (NH) por mais de uma vez no mesmo

módulo fica condicionada a um parecer do Conselho de Curso, considerando os seguintes aspectos:

assiduidade e pontualidade, cumprimento das tarefas, interesse, iniciativa e outros aspectos que o

conselho julgar conveniente, o qual será encaminhado à DDE, na sede, ou ao DEPEN, nas UNED, para análise e parecer final. Para interrupção temporária dos estudos, poderá ser concedido o trancamento de matrícula por um módulo, mediante análise do Conselho de Curso, respeitados os ditames da legislação específica vigente, bem como, os prazos estabelecidos pelo Calendário Acadêmico divulgado pela DDE, na se- de, e pelos DEPEN, nas UNED (Portaria n.º 297 de 31/05/2002, capítulo III, Art. 11º). §1º Em caso do curso deixar de ser oferecido, o estudante com matrícula trancada perderá a vaga automaticamente. §2º Não será permitido trancamento de matrícula para o primeiro módulo dos cursos, salvo em disposição legal em contrário. Serão habilitados Técnicos em Manutenção Eletromecânica os alunos que concluírem os quatro módulos e o estágio supervisionado ou apresentarem as certificações de competências, na forma da lei.

CAPÍTULO 03: Perfil Profissional de Conclusão do Curso 3.1 Perfil Profissional de Conclusão do Curso

CAPÍTULO 03: Perfil Profissional de Conclusão do Curso

3.1 Perfil Profissional de Conclusão do Curso

Este Plano apresenta uma caracterização de um novo modelo de organização curricular de nível téc- nico, a qual privilegia as exigências de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e dinâmico, no sentido de oferecer à sociedade uma formação profissional de bom nível, com duração compatível com os ciclos tecnológicos e, principalmente mais relacionada com a atualidade dos requisitos profis- sionais.

O Técnico em Metalurgia poderá assumir responsabilidades inerentes à execução de atividades relati-

vas à sua área de formação, sob a supervisão de profissional mais experiente, o qual determinará sua autonomia com base no nível de complexidade da tarefa a ser realizada. Vale ressaltar que o aumen-

to de sua responsabilidade e de sua autonomia na execução dessas atividades profissionais está vin-

culado a consolidação de sua formação profissional.

No campo de atuação, o Técnico em Metalurgia poderá exercer atividades na área da produção me- talúrgica, soldagem e inspeção de equipamentos industriais sob a supervisão de um engenheiro meta- lúrgico, podendo assumir a coordenação de grupos de trabalho, nos seguintes ramos da atividade industrial: Indústria Automobilística, Indústria da Construção Civil, Indústria Naval, Indústria Aeronáu- tica, Indústria Aeroespacial, Indústria Eletroeletrônica, Indústria Mecânica, Indústria Química, Indústria Petroquímica, Indústria Siderúrgica, Indústria Petrolífera, Centros de Pesquisa, Laboratórios, de pres- tação de serviços, Empresas de Projetos, Produção, Manutenção, Montagem e demais setores da área Metal-Mecânica .

O

profissional em Metalurgia, estará apto a:

Coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuam na instalação, na produção e na manu- tenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa e de pessoas.

Aplicar normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas na seleção de materi- ais metálicos necessários aos processos de fabricação, instalação de máquinas e equipamentos e na manutenção industrial.

Aplicar normas técnicas de saúde, meio ambiente e segurança do trabalho e de controle de quali- dade no processo industrial.

Elaborar planilha de custos de fabricação e de manutenção de máquinas e equipamentos, consi- derando a relação custo benefício.

Aplicar métodos, processos e logística na produção, instalação e manutenção.

Aplicar técnicas de medição e ensaios visando a melhoria da qualidade de produtos e serviços da planta industrial.

Operar fornos para a produção de metais e ligas metálicas, bem como equipamentos de transpor- te de matérias primas e produtos acabados.

Operar fornos para tratamentos térmicos e termoquímicos de metais e ligas.

Operar equipamentos de beneficiamento de minerais.

Operar e supervisionar equipamentos de conformação de metais.

Projetar melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias.

Identificar os elementos de conversão, transformação, transporte e distribuição de energia, apli- cando-os nos

Identificar os elementos de conversão, transformação, transporte e distribuição de energia, apli- cando-os nos trabalhos de implantação e manutenção do processo produtivo.

Participar de atividades de utilização e conservação de energia, propondo a racionalização de uso de fontes alternativas.

As competências e habilidades específicas desenvolvidas por este técnico o tornarão apto a executar as atividades citadas.

CAPÍTULO 04: Organização Curricular do Curso

4.1 Organização Curricular do Curso

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei Federal N o 9.394/96, de 20/12/96, pre-

vê que os estabelecimentos de ensino de qualquer nível têm a tarefa de elaborar e aplicar a sua pro- posta pedagógica, respeitando, obviamente, as normas comuns e as de seu sistema de ensino.

Em se tratando de uma Educação Profissional e observando as exigências do mercado de trabalho, o Curso Técnico em Metalurgia deverá oportunizar ao aluno, as condições para desenvolver as suas atividades inerentes à profissão e fazer com que as questões aprendidas possam ser usadas em si- tuações reais. É necessário portanto, que o professor possa relacionar o saber com a realidade, a fim de contextualizar seus conteúdos, dando prioridade, no processo de aprendizagem, à reflexão, à observação, à investigação e a construção de uma avaliação formativa, alicerçadas nas competên- cias específicas da área.

A interdisciplinaridade da organização curricular, um dos fatores importantes desta proposta pedagó-

A

gica, nas suas mais variadas formas, partirá do princípio de que todo conhecimento mantém um diá- logo permanente com outros conhecimentos, que podem ser questionamentos de negação, comple- mentação, ampliação e iluminação de aspectos não distinguidos. (Parâmetros Curriculares Nacionais

– Bases Legais ).

Por se tratar de educação profissional e, fazendo referências às exigências atuais do mercado de trabalho, o Curso Técnico na Área de Indústria deve oferecer ao aluno condições de desenvolver ati- vidades que visem a uma melhoria contínua no processo já existente.

A responsabilidade do educador moderno consiste em refazer a educação, criando condições objeti-

vas para que haja lugar para uma educação democrática, onde a participação do aluno é fator pre-

ponderante para se atingir as metas e resultados esperados.

Desta maneira, esta proposta pedagógica concebe o educador como um indivíduo que facilita o a- prendizado, porém, criando situações que darão margem ao efetivo desenvolvimento do educando.

Outros pontos merecem destaque nesta proposta pedagógica como a organização curricular, que pretendemos que seja de base interdisciplinar e a avaliação, que deverá ser de forma processual e contínua, por meio de instrumentos que contemplem os aspectos qualitativo e quantitativo.

Em resumo esta proposta pedagógica apresenta as seguintes características:

O enfoque globalizante centrado na resolução de problemas reais e conquista de resultados;

O conhecimento é instrumento para compreensão e possível intervenção na realidade;

O professor intervém no processo de aprendizagem dos alunos, criando situações problematiza- doras, introduzindo novas

O professor intervém no processo de aprendizagem dos alunos, criando situações problematiza- doras, introduzindo novas informações, dando condições para que eles avancem em seus es- quemas de compreensão da realidade;

O aluno é um sujeito ativo que usa sua experiência/conhecimento para resolver proble- mas/situações;

Propõe atividades abertas, dando possibilidade para os alunos estabelecerem suas próprias es- tratégias;

A avaliação será processual e contínua;

O desenho curricular do Curso Técnico em Metalurgia, organizado de forma modular, agregará fun-

ções, segmentos e ocupações, correspondendo a um agrupamento de competências e habilidades.

As competências poderão ser trabalhadas por um único docente ou por profissionais das diversas especialidades ou formação, em bloco ou linear, possibilitando o intercâmbio entre os professores das diversas unidades do CEFET-BA e o mercado industrial.

A participação dos alunos na construção desta matriz de competência dará ao Curso Técnico em Me-

talurgia um caráter participativo, através da execução de atividades específicas ligadas a cada compe-

tência desejada, processo que garantirá um “aprender a aprender” e “um aprender a ser, estar e fa- zer”, essencial para a formação de profissionais que possam acompanhar o dinamismo do mundo do trabalho na atualidade.

O planejamento modular ensejará uma relação dialógica permanente entre as competências das di-

versas funções e diversos segmentos e ocupações, podendo ser de questionamento, de negação, de

complementação, de ampliação e iluminação de aspectos não evidenciados.

Os módulos de ensino deverão articular fundamentos teóricos que embasem a relação entre o conhe- cimento e sua aplicabilidade na vida profissional, devendo reconhecer as aprendizagens múltiplas construídas ao longo do contexto da escola e das experiências trazidas pelos alunos, que serão traba- lhadas metodologicamente em competências e habilidades e não em forma de disciplinas ou matérias com conteúdos isolados.

Neste projeto, a metodologia será desenvolvida em quatro módulos, além do estágio supervisionado, detalhado no item 4.2. O primeiro módulo visa construir as competências introdutórias. Os dois módu- los seguintes visam trabalhar as competências chaves e o quarto módulo busca consolidar as compe- tências específicas. Com a realização dos quatros módulos e do estágio supervisionado, o estudante terá completado o grupo de competências para exercer as atividades como Técnico em Metalurgia e receberá diploma, conforme detalhado no quadro 2.

O acompanhamento aos alunos se dará de forma contínua e processual e aquele que não for habilita-

do em uma ou mais competências específicas de um determinado módulo, deverá repetir o mesmo fazendo a recomposição somente das competências que não foi habilitado obtendo a dispensa das

demais.

No Quadro 1 abaixo apresentamos o desenho curricular que contempla a distribuição geral de compe- tências pelos módulos.

QUADRO 1

MÓDULO 1

MÓDULO 2

MÓDULO 3

MÓDULO 4

Competências Competências Competências Competências lar (240 h + 30 Introdutórias Chaves Chaves

Competências

Competências

Competências

Competências

lar (240 h + 30

Introdutórias

Chaves

Chaves

Específicas

h)

(285 h)

(345 h)

(285 h)

(285 h)

No Quadro 2, apresentado a seguir, são mostrados os grupos de competências para cada módulo. O grupo de competências é representado como uma sigla (exemplo: GC12) com respectiva carga horá- ria. Da página 14 a 34 cada Grupo de Competências é detalhado.

 

QUADRO 2

 

MÓDULO 1

MÓDULO 2

MÓDULO 3

MÓDULO 4

ESTÁGIO CURRICULAR

GC

CH

GC

CH

GC

CH

GC

CH

GC

CH

GC01

30

GC10

30

GC18

30

GC25

90

ESTÁGIO

240

GC02

30

GC11

30

GC19

45

GC26

30

ORIENTAÇÃO

30

GC03

30

GC12

45

GC20

60

GC27

30

   

GC04

30

GC13

60

GC21

30

GC28

60

   

GC05

30

GC14

30

GC22

30

GC29

45

   

GC06

30

GC15

30

GC23

60

GC30

30

   

GC07

30

GC16

60

GC24

30

       

GC08

45

GC17

60

           

GC09

30

               

TOTAL

285

TOTAL

345

TOTAL

285

TOTAL

285

TOTAL

270

 

CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO

1470

LEGENDA: GC = GRUPO DE COMPETÊNCIAS / CH = CARGA HORÁRIA

No diagrama a seguir é mostrado o itinerário percorrido pelo aluno durante a sua formação.

FLUXOGRAMA DA ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM METALURGIA

Entrada Exame de Seleção

DO CURSO TÉCNICO EM METALURGIA Entrada Exame de Seleção Página – 11 - PC_13941232000196_07 Unidade: Unidade

Página – 11 -

PC_13941232000196_07

Unidade: Unidade Metropolitana de Simões Filho Rua : Av. Universitária s/n°- Pitanguinha CEP 43.700 – 000 Telefone 071 – 33968400 R-9540/8920 Fax 071-33967326

1º MÓDULO 285 horas 2º MÓDULO 345 horas 3º MÓDULO 285 horas 4º MÓDULO 285

1º MÓDULO

285 horas

1º MÓDULO 285 horas 2º MÓDULO 345 horas 3º MÓDULO 285 horas 4º MÓDULO 285 horas

2º MÓDULO

345 horas

1º MÓDULO 285 horas 2º MÓDULO 345 horas 3º MÓDULO 285 horas 4º MÓDULO 285 horas

3º MÓDULO

285 horas

4º MÓDULO

285 horas

Estágio Curricular Supervisionado

240 horas

Orientação de Estágio 30 horas

Habilitação Técnica em Metalurgia

Diploma de

Técnico em

Metalurgia

Técnica em Metalurgia Diploma de Técnico em Metalurgia 4.2 Estágio Curricular Supervisionado A formação do aluno

4.2 Estágio Curricular Supervisionado

A formação do aluno será complementada com sua integração à indústria, através de Estágio Curricu- lar Supervisionado, o qual se realizará em caráter obrigatório devendo ocorrer após a conclusão dos três primeiros módulos de ensino e contemplar comprovadamente atividades relacionadas ao Curso Técnico em Metalurgia. A carga horária mínima de Estágio Curricular Supervisionado é de 240 horas,

sendo permitido ao aluno realizar estágio em mais de uma empresa, desde que sua realização

sendo permitido ao aluno realizar estágio em mais de uma empresa, desde que sua realização ocorra no período letivo dentro do semestre imediatamente seguinte ao terceiro módulo de ensino concluído pelo aluno e respeite a carga horária mínima para cada estágio. Estão previstas 30 horas-aulas para orientação profissional e acompanhamento do estágio. Tal orientação profissional será realizada pelo professor Orientador de Estágio indicado pelo Coordenador do Curso.

O aluno será avaliado pelo profissional representante da empresa conveniada, através de ficha pró-

pria fornecida pelo CEFET-BA, conforme modelo, ver ANEXO A.

Ao final do estágio curricular, o aluno deverá apresentar ao professor orientador do estágio um relató- rio com a descrição de todas as atividades realizadas durante o estágio, o qual deverá estar devida- mente assinado pelo seu supervisor do na empresa conveniada. Somente após a avaliação e aceita- ção do relatório por parte do professor orientador de estágio e a habilitação em todos os módulos di- dáticos, é que será concedido ao aluno o diploma referente a conclusão do curso.

O aluno poderá realizar estágio extracurricular em qualquer período do curso desde que tal estágio

não venha interferir no andamento do curso, sendo vetada a transferência de turma para viabilizar realização de estágio extracurricular.

Conforme capítulo IX da Organização Didática do Ensino Profissionalizante de Nível Técnico:

DO ESTÁGIO

Art. 86. A obrigatoriedade do estágio, destinado a propiciar a experiência prática na linha da

habilitação profissional escolhida, será estabelecida no Plano de Curso, conforme o Art. 9 o da Resolu- ção CNE/CEB n o 04/99 e a legislação específica da respectiva habilitação profissional.

§ 1º Mesmo quando o estágio for de livre escolha do aluno deverá constar no plano de curso

com as informações referidas no § 3º do artigo 85 desta Norma.

§ 2º Os cursos que optarem pelo estágio supervisionado obrigatório deverão incluir o Plano

de Estágio no Plano de Curso, explicitando a carga horária mínima para realização do estágio

Art. 87. O estágio deverá ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformi- dade com os Planos de Cursos, as normas da Instituição e a legislação vigente.

Art. 88. O estudante será orientado e avaliado em seu estágio curricular por um professor- orientador de estágio.

Art. 89. O estágio não estabelece vínculo empregatício, podendo o estagiário receber bolsa de estágio, estar assegurado contra acidentes e ter a cobertura previdenciária prevista na legislação específica, conforme parágrafo único do art. 82 das Disposições Gerais da Lei n o 9.394/96.

Art. 90. Para efeito de estágio, o conhecimento adquirido na prática profissional realizada em concomitância com o curso, poderá ser objeto de avaliação e reconhecimento.

Art. 91. Para os cursos que tiverem definido, em seu Plano de Curso, o estágio curricular como obrigatório, o diploma só poderá ser expedido após a conclusão e aprovação no estágio.

PC_13941232000196_07 Unidade: Unidade Metropolitana de Simões Filho Rua : Av. Universitária s/n°- Pitanguinha CEP
GRUPO DE C0MPETÊNCIAS EQUIVALENTES AO QUADRO 2 1º MÓDULO GC01 – LINGUA PORTUGUESA COMPETÊNCIAS  

GRUPO DE C0MPETÊNCIAS EQUIVALENTES AO QUADRO 2 1º MÓDULO

GC01 – LINGUA PORTUGUESA

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as técnicas de elabo- ração de relatórios, cartas, memorandos, resumos, mono- grafias, dissertações e traba- lhos científicos em língua por- tuguesa.

Conhecer as técnicas de como se portar num seminário e falar em público com entonação

Redigir textos em língua portugue- sa.

Técnicas de comunicação.

Regras gramati-

Anaci Carneiro

30

de Santana

Aplicar corretamente os métodos de pesquisa.

Utilizar adequadamente as normas de comunicação e linguagem escri- ta.

Interpretar os impactos das tecnolo- gias de comunicação, em especial nos processos de produção e de- senvolvimento do conhecimento

Técnicas de interpretação de normas.

Técnicas de elaboração de relatórios.

cais da língua portuguesa.

GC02 – INFORMÁTICA BÁSICA 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC02 – INFORMÁTICA BÁSICA

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer meios informatizados (hardware e software) de infor- mação e comunicação.

Utilizar sistemas operacionais.

Técnicas de digitação.

Matemática

Maria Terezi-

30

nha Tamanini

Manusear processador de texto.

Princípios de informática.

Língua inglesa

Andrade

 

Manusear planilha eletrônica.

Língua portugue-

Manusear aplicativo de apresenta- ção.

sa

Fazer pesquisa individual e em equipe através de programa para navegação na Internet.

Utilizar correio eletrônico.

GC03 – INGLÊS 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S CIENTÍFICAS

GC03 – INGLÊS

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as técnicas de inter- pretação de textos técnicos escritos na língua inglesa liga- dos à área da Metalurgia.

Utilizar corretamente dicionário de termos técnicos em língua inglesa para traduzir textos técnicos ligados

à área da Metalurgia para a língua portuguesa.

Aplicar corretamente termos técni- cos em língua inglesa pertinentes à área da Metalurgia.

Técnicas de leitura e interpre- tação de textos em inglês.

Princípios estruturais da língua inglesa.

Linguagem

Comunicação

Luzia Helena S. Fernandes

30

GC04 – FÍSICA 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC04 – FÍSICA

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Compreender os princípios da física para solucionar proble- mas práticos relacionados com o desenvolvimento de ativida- des de metalurgia.

Utilizar corretamente as grandezas, quantificar e identificar parâmetros físicos.

Fundamentos para análise de estruturas estáticas.

Matemática

Marcus Cinci-

30

nato Brzeski

 

Física

Andrade

Relacionar conhecimentos físicos com os conhecimentos tecnológi- cos.

Fundamentos para análise cinemática de mecanismos.

 

Aplicar leis e teorias da física a problemas reais.

Interpretar resultados obtidos.

GC05 – MATEMÁTICA 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC05 – MATEMÁTICA

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as bases matemáti- cas para resolver problemas práticos relacionados com o desenvolvimento de atividades de metalurgia.

Equacionar matematicamente pro- blemas reais.

Técnicas de resolução de pro- blemas.

Matemática

Juanice Helena

30

de Andrade

Executar cálculos de perímetros, áreas e volumes.

Princípio da geometria plana e espacial.

 

Utilizar símbolos e convenções matemáticas.

Trigonometria.

Utilizar relações trigonométricas para realização de cálculos técni- cos.

Obter medidas indiretas através de cálculos matemáticos.

GC06 – ELETROTÉCN ICA 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S

GC06 – ELETROTÉCN ICA

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os princípios de funcionamento dos dispositivos de proteção e dos acionadores elétricos.

Medir valores de tensão, corrente e

resistência elétrica através de ins- trumentos apropriados.

Identificar falhas em equipamentos mecânicos ocasionadas por siste- mas elétricos de comando ou acio- namento.

Eletromagnetismo

Lei de Ohm

Matemática

Física

Carlos Magnani de Sá Cardoso

30

GC07 – DESENHO TÉCNICO 1º MÓDULO   COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC07 – DESENHO TÉCNICO

1º MÓDULO

 

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as técnicas de leitura

Converter medidas entre diferentes

Técnicas de elaboração de croquis.

Desenho geomé-

José Geraldo

30

e

interpretação de fluxogramas

valores de escalas.

trico

Ribeiro

e

desenhos técnicos.

Utilizar técnicas de desenho geomé- trico.

Identificar elementos omissos no corte.

Métodos de representação em desenho técnico.

Matemática

Compreender a função dos cortes no desenho técnico.

Elaborar croquis à mão-livre.

 

Desenhar peças em perspectiva.

Aplicar corretamente a hachura conforme o material.

GC08 – QUÍMICA 1º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC08 – QUÍMICA

1º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os princípios da química para prever e prevenir agressão ao meio ambiente e

proteger a integridade física de pessoas.

Fazer a inter-relação elemento químico e a tabela periódica.

Classificação química dos ele- mentos

Química

Marcos Paulo

45

da Silva

Caracterizar a espontaneidade de uma reação.

Princípio da eletroquímica

Conhecer os princípios básicos de química para prever e pre- venir deterioração de materiais e equipamentos por corrosão.

Conhecer estrutura atômica.

Distinguir os processos de corrosão e aplicar os métodos de proteção contra corrosão.

Utilizar corretamente os métodos medição de PH.

Conhecer os principais tipos de reações químicas.

1º MÓDULO GC09 – METROLOGIA COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S CIENTÍFICAS

1º MÓDULO

GC09 – METROLOGIA

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os sistemas métrico e inglês de medidas, estabele- cendo-se a relação entre os mesmos e efetuar os cálculos de conversão de unidades.

Conhecer os instrumentos de de medição mais utilizados na industria bem como as suas técnicas de manuseio e leitura.

Fazer os cálculos de conversão entre medidas no sistema métrico e o sistema inglês.

Manusear e ler réguas, paquíme- tros, micrômetros, goniômetro e relógio comparador.

Técnicas de medição e manu- seio dos instrumentos conven- cionais.

Matemática

Física

Frank Werley Xavier da Silva

30

GC10 – GESTÃO DA QUALIDADE 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC10 – GESTÃO DA QUALIDADE

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer e aplicar ferramen- tas de gestão pela qualidade na manutenção;

Conhecer normas nacionais e internacionais aplicadas a programa de gestão da manu- tenção;

Executar ferramentas da qualidade.

Normas ISSO 9000

História

Geraldo Pereira

30

Elaborar relatórios.

Normas ISO 14000

Geografia

Issa

Acompanhar o processo produtivo.

Princípios de qualidade total e produtividade.

Legislação ambiental.

Aplicar métodos avaliativos da qua- lidade na manutenção.

Normas ABNT

Compreender a questão dos impactos ambientais na gestão da manutenção.

2º MÓDULO GC11 – SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGI- CAS

2º MÓDULO

GC11 – SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS)

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGI- CAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os programas de prevenção em segurança do trabalho e higiene ocupacio- nal.

Interpretar o conceito de limite de tolerância para a exposição a agentes físicos e químicos; Identificar os diversos tipos de incêndios e respectivos agentes extintores utiliza- dos no seu combate;

Informática aplicada Normas regulamentado- ras (NR) referentes a segurança Ecologia Industrial Produção limpa

Matemática

Ilder Bastos dos Santos

30

Física

Química

 

Conhecer os dispositivos e equipamentos de segurança de acordo com as normas vigentes.

Identificar os sinais vitais em um trabalhador acidentado. Identificar os tipos de equipamentos de proteção individual e suas utilizações. Conscientizar-se das ações de cada trabalhador que impacta o meio ambiente;

Estimar e controlar efeitos ambientais das operações efetuadas.

Portugês

Propriedades físicas dos fluidos.

Reconhecer os benefícios de ações ambientais de preven- ção na fonte. Reconhecer o porte dos desafios que a humanidade enfrentará na questão ambi- ental;

Diferenciar as atividades preventivas das “fim de tubo”. Interpretar os padrões de lançamento impostos pelos Órgãos de Controle Interpretar a qualidade do efluente gerado frente aos padrões determinados pelos Órgãos de Controle. Interpretar os procedimentos e Normas Ambientais brasileiras. Elaborar um balanço hídrico, energético, inventário de emissões atmosféricas e resíduos sólidos; Identificar os tipos de tratamentos físicos, químicos e biológicos de efluentes industriais e suas variáveis de controle Participar da gestão ambiental do seu processo produtivo

Tecnologia de matreriais

Reconhecer os Impactos dos efluentes de processo nas estações de tratamento com base nas suas característi- cas.

GC12 – METALOGRAFIA 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES      

GC12 – METALOGRAFIA

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   
 

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer e selecionar estrutu- ras macrográficas dos produtos metalúrgicos.

Conhecer e selecionar estrutu- ras micrográficas dos produtos metalúrgicos.

Realizar análises metalográficos e micrográficos em amostras de ma- teriais metálicos, produzidos através dos processos metalúrgicos desde

Ciência dos Materiais Metáli- cos.

Física

Dilcian Gomes Ribeiro de Oli- veira

45

Química

Físico-Química.

a

preparação da amostra até a sua

 

observação em microscópico para identificação da estrutura.

 

Emitir laudos técnicos conclusivos a respeito das análises macrográficos

e

micrográficos realizados em a-

mostras de materiais metálicos obtidos pelos processos metalúrgi- cos .

GC13 – EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC13 – EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Correlacionar as propriedades características dos equipamen- tos com suas aplicações.

Localizar e identificar defeitos e falhas dos equipamentos industriais.

Meio ambiente

Termodinâmica

Josué Pereira

60

Normas técnicas

aplicada.

Macedo

Manusear equipamentos, máquinas e ferramentas utilizados na opera- ção e manutenção dos equipamen- tos industriais.

Testar equipamentos e instrumen- tos.

Selecionar procedimentos de ma- nutenção.

Gestão da qualidade

Termofísica.

Conhecer os tipos de tanques existentes, seus principais

componentes, inspeção e ope- ração.

Conhecer os componentes dos equipamentos industriais e seus princípios de funciona- mento.

Elementos de máquinas ins- trumentação e medição.

Conhecer os diferentes tipos de equipamentos industriais e sua utilização nos processos.

Aplicar procedimentos referentes a operação e manutenção de equi- pamentos e legislação ambiental.

Correlacionar as técnicas de manutenção em função das características dos equipamen- tos.

2º MÓDULO GC14 – ORGANIZAÇÃO, NORMAS E QUALIDADE (ONQ)   COMPETÊNCIAS   BASES TEC- BASES

2º MÓDULO

GC14 – ORGANIZAÇÃO, NORMAS E QUALIDADE (ONQ)

 

COMPETÊNCIAS

 

BASES TEC-

BASES

   

HABILIDADES

NOLÓGICAS

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os procedimentos de elaboração de Tabelas e Gráficos Estatísticos.

Interpretar Tabelas e Gráficos Estatísticos. Interpretar as características de adequação das diversas espécies de Tabelas e Grá- ficos Estatísticos a um fenômeno (situação problema). Selecionar a Tabela e o Gráfico Estatístico mais adequado à representação do fenô- meno. Elaborar a Tabela e o Gráfico estatístico selecionado.

Legislação

História

Ana Maria Tei- xeira

30

Trabalhista;

Legislação

Geografia

 

Conhecer as formas de execução e controle do Trabalho Profissional. Conhecer a Legislação Trabalhista

Previdenciá-

ria. Código Civil e. Comercial;

 

e

Previdenciária determinando o

Interpretar a Legislação Trabalhista e Previdenciária. Determinar o essencial na Legislação Trabalhista e Previdenciária para a formação de um profissional politicamente competente. Aplicar a Legislação para o cálculo das indenizações trabalhistas. Relacionar a importância das funções básicas da Administração com as suas carac- terísticas processuais principais. Caracterizar os tipos de estruturas e processos Organizacionais. Elaborar Gráficos de Organização do Trabalho segundo requisitos estabelecidos em um planejamento (situação problema). Determinar as características qualitativas e quantitativas do produto e/ ou serviço em função das demandas do mercado real e potencial. Determinar a cadeia produtiva com foco no ciclo da produção , os serviços requeridos e os recursos para o empreendimento. Estimar o custo total mínimo do projeto. Interpretar a Legislação Civil e Comercial. Determinar na Legislação Civil e Comercial as características principais das espécies de sociedade. Caracterizar o Registro das Espécies de Sociedade.

essencial para se tornar um profis- sional politicamente competente para exercer a cidadania. Conhecer as funções básicas da Administração e suas característi- cas principais. Saber planejar um empreendimento na Área Profissional estimando o

custo total mínimo do projeto, a sua rentabilidade e as possibilidades de financiamento. Conhecer a Legislação Cível abstra- indo as características principais das espécies de sociedade e a documentação necessária para o seu registro. Conhecer adequadamente Métodos

Técnicas de

gestão.

Empreende-

dorismo.

e

Técnicas de Qualidade aplicados

Ordenar por critérios Lógicos e/ou cronológicos os procedimentos e a documentação necessária para o registro com vistas ao funcionamento das espécies de sociedade. Interpretar os princípios da gestão pela qualidade total. Aplicar as ferramentas da qualidade aos processos. Utilizar o ciclo PDCA na gerência das rotinas e das melhorias dos processos. Abstrair os princípios básicos, as características e os benefícios da padronização dos

no Sistema de Gestão de uma micro e pequena empresa da Área Profissional.

Conhecer o sistema de Normas de Qualidade ISO 9.000 - Revisão

2.000.

processos. Interpretar procedimentos operacionais e manuais de treinamento. Aplicar o Método de Análise e Melhoria de Processo (MAMP).

Aplicar o programa dos “5S”.

GC15 – FISICOQUÍMICA 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC15 – FISICOQUÍMICA

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer a representação e comunicação das fórmulas químicas dos compostos.

Conhecer os métodos de Inves- tigação e compreensão de dados experimentais.

Descrever as transformações quí- micas em linguagem discursiva.

Termoquímica

Matemática

Marcos Paulo

30

Cinética

Física

da Silva

 

Eletroquímica

Interpretar códigos e símbolos pró- prios da química.

Ler e interpretar gráficos, tabelas e relações matemáticas.

 

Identificar fontes e formas de obter informações relevantes para o co- nhecimento químico.

Propor investigação de problemas relacionados à química, selecionan- do procedimentos experimentais pertinentes.

Identificar tendências e relações a partir de dados experimentais.

GC16 – MATERIAIS 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC16 – MATERIAIS

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer propriedades, carac- terísticas e formas comerciais de materiais de construção mecânica.

Identificar, selecionar e classificar materiais adequados para aplicação em construção mecânica.

Propriedades e características dos materiais de construção mecânica.

Química

Ilder Bastos dos Santos

60

Físico-Química

Matemática

 

Conhecer os tipos de tratamen- tos térmicos e termoquímicos aplicados a materiais de cons- trução mecânica.

Conhecer os ensaios mecâni- cos aplicados a materiais de construção mecânica.

Identificar a necessidade de trata- mento térmico ou termoquímico em materiais de construção mecânica.

Utilizar catálogos e tabelas para seleção de materiais de construção mecânica.

Classificação dos materiais de construção mecânica.

Aplicações dos materiais de construção mecânica.

Formas comerciais dos materi- ais de construção mecânica

Ensaios mecânicos.

GC17 – ELEMENTOS DE METALURGIA 2º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC17 – ELEMENTOS DE METALURGIA

2º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os minerais utiliza- das na obtenção dos metais e suas propriedades.

Executar os ensaios visuais que permita a identificação dos mine- rais, com base em propriedades macroscópicas.

Combustão

Química

Moacir Batista

60

Leitura de catálogos

Física

Filho

Normas técnicas

Matemática

Conhecer os processos de extração, elaboração e adapta- ção metalúrgica.

Executar as operações necessárias a transformar minério em produto acabado.

Executar a seleção de redutor oxi- dante e combustíveis necessários a obtenção de metal.

Conhecer os materiais refratá- rios e sua importância nos aparelhos metalúrgicos.

Executar a seleção do refratário de acordo com o tipo de aparelho e processo empregado.

Conhecer os produtos siderúr- gicos

.Fazer a seleção entre os diversos produtos siderúrgicos.

GC18 – COMBUSTÃO 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC18 – COMBUSTÃO

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer tipos de combustão

Diagnosticar problemas que pos- sam afetar a combustão.

Termodinâmica aplicada

Fisico-Química

Josué Pereira

30

Correlacionar as características e tipos de combustão.

Eficiência energética

Macedo

Localizar, identificar e corrigir falhas nos processos da combustão.

Manusear equipamentos, instru- mentos, máquinas e ferramentas destinados aos processos da com- bustão.

Meio ambiente

Definir temperaturas para com- bustão.

Instrumentação e controle

Normas técnicas

GC19 – TRATAMENTOS TÉRMICOS 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S

GC19 – TRATAMENTOS TÉRMICOS

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os procedimentos específicos para cada tipo de tratamento térmico em particu- lar.

Realizar normalização, Recozimen- to, Têmpera e Revenimento dos aços comerciais.

Utilizar catálogos, tabelas e normas técnicas para a realização dos pro- cedimentos dos tratamentos térmi- cos.

Emitir relatório sobre os resultados obtidos nos tratamentos térmicos.

Recomendar o tratamento térmico adequado a cada tipo de material.

Ciência dos Materiais metáli- cos.

Físico-Química.

Normas Técnicas.

Física

Química

Dilcian Gomes Ribeiro de Oli- veira

45

GC20 – CORROSÃO 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC20 – CORROSÃO

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os tipos de corrosão

Identificar os tipos de corrosão e suas possíveis ocorrências.

Ciência dos materiais

Química

Josué Pereira

60

Eletroquímica

Físico-química

Macedo

existentes e os meios corrosi- vos.

Conhecer os diferentes tipos de proteção anti-corrosão para metais

 

Metalurgia

Identificar e aplicar os tipos de pro- teção corrosiva.

Calcular as taxas dos diversos tipos de corrosão.

Conhecer os métodos para calcular a taxa de corrosão em metais.

Identificar as causas dos processos corrosivos, bem como os métodos e materiais para tratamento.

Conhecer os tipos de metais e seus potenciais de corrosão.

Avaliar os pontos de vista técnico – econômico das melhores soluções no controle dos processos corrosi- vos.

Identificar e solucionar problemas relativos à corrosão dos metais.

GC21 – CONFORMAÇÃO 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC21 – CONFORMAÇÃO

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os processos de conformação mecânica de acordo com os esforços aplica- dos, com a temperatura de

trabalho e com as propriedades desejadas.

Conhecer os equipamentos e

Interpretar diagramas de forças dos equipamentos de conformação mecânica.

Utilizar adequadamente os equipa- mentos de medição e controle dos processos de conformação mecâni- ca.

Tecnologia dos materiais (Pro- priedades ; diagrama Fe – C; curvas CCTC CCC; aços fer- ramentas; tratamentos térmi- cos)

Física (diagrama de forças estáti- cas)

Desenho técnico

mecânico.

Geraldo Pereira

30

Issa

Eletrônica / Automação (contro- ladores, termopares)

 

seus elementos principais usa- dos para a conformação mecâ- nica.

 

Metalografia (macrografia)

Reconhecer a textura dos pro- dutos conformados e defeitos de fabricação.

GC22 – BENEFICIAMENTO 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC22 – BENEFICIAMENTO

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os métodos de frag- mentação de minérios.

Executar operações em equipamen- tos de fragmentação de minérios.

Equipamentos de processos

Física

Moacir Batista

30

Técnicas de medição das vari- áveis industriais.

Matemática

Filho

Conhecer os métodos de ba-

Executar as operações de balanço de massa determinando as diversas

lanço de massa em instalações

 

de beneficiamento

de minério.

 

Conhecer os métodos de con- centração gravimétricas de minério.

Conhecer os métodos de con- centração por flotação.

frações existentes em um equipa- mento de beneficiamento.

Executar operações dos equipa- mentos de concentração gravimétri- cas.

Princípios de controle automá- tico de processos industriais

Executar operações dos equipa- mentos de concentração por flota- ção

Elaborar relatórios de produção

3º MÓDULO GC23 – SIDERURGIA I COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S

3º MÓDULO

GC23 – SIDERURGIA I

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer e aplicar métodos de produção de redutores sólidos e gasosos, visando a obtenção de metal bruto.

Conhecer e aplicar métodos de aglomeração do minério de ferro.

Conhecer a aplicar métodos de redução de minério de ferro.

Executar operações em baterias de coquerias, fornos de produção a carvão vegetal e de craqueamento de gás.

Executar as operações das máqui- nas de sinterização e pelotização.

Executar operações dos fornos de redução direta e alto forno para obter ferro esponja e gusa.

Elaborar relatórios de produção.

Elaborar relatórios de controle esta- tístico de processo.

Combustão

Equipamentos de processo

Estatística

Técnicas de medição das vari- áveis industriais.

Princípios de controle automá- tico de processos industriais

Físico Química

Matemática

Moacir Batista

Filho

60

GC24 – INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 3º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC24 – INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL

3º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as técnicas e proce- dimentos para reparos e diag- nostico de falhas em equipa-

Ler e interpretar fluxogramas de instrumentação.

Técnicas de leitura e interpre- tação de fluxogramas de ins- trumentação.

Matemática

Paulo Cesar

30

Nascimento

 

Física

Andrade

 

Diferenciar os sensores, seus prin-

Eletrotécnica.

mentos mecânicos ocasiona- das por instrumentos de medi- ção e controle.

Conhecer os fundamentos de controle de processo.

cípios de funcionamento e aplica- ções.

Identificar os instrumentos para medição das variáveis industriais.

Entender processos de medição de variáveis.

Interpretar controles automáticos de processo.

Princípios da instrumentação industrial

Técnicas de identificação dos instrumentos.

Técnicas de medição das vari- áveis industriais.

Princípios de controle automá- tico de processos industriais.

GC25 – INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES    

GC25 – INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer métodos e técnicas para inspeção de materiais e equipamentos através de en- saios destrutivos e não destru- tivos

Saber identificar a necessidade e recomendar a inspeção em materiais e equipamentos me- cânicos.

Identificar defeitos em juntas solda- das.

Materiais de construção mecâ- nica.

Matemática

Roberto Carlos Ramos de Lima

90

Física

Recomendar métodos para inspe- ção de equipamentos e materiais.

Técnicas de leitura e interpre- tação de desenho mecânico.

João Dantas

Química

Paiva Vieira

Identificar falhas em materiais de construção mecânica, equipamen- tos e juntas soldadas.

Técnicas de soldagem.

Processos de fabricação me- cânica.

Recomendar reparos necessários em equipamentos e ou juntas sol- dadas.

 

Interpretar e fiscalizar ensaios me- cânicos e tecnológicos.

GC26 – EMPREENDEDORISMO 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC26 – EMPREENDEDORISMO

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as formas de se

Identificar oportunidades de negó- cio.

Administração

Sociologia do

Roberto José

30

Economia

trabalho

Trípodi Marchi

exercer liderança dentro de um grupo de trabalho.

Conhecer o negócio suas parti- cularidades e os riscos ineren- tes ao mesmo.

Interpretar as transformações do Mundo do trabalho.

Elaborar um plano de negócios.

Legislação pertinente a políti- cas públicas para a implanta- ção e gestão de negócios.

Ter iniciativa e autonomia para tomadas de decisão.

Ter comprometimento, auto- confiança e imaginação aliados à capacidade gerencial

GC27 – NORMAS TÉCNICAS 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS HABILIDADES BASES TECNOLÓGICAS B A S E S

GC27 – NORMAS TÉCNICAS

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

HABILIDADES

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer, a legislação perti- nente aos processos metalúrgi- cos em geral e siderúrgicos em particular.

Conhecer a legislação vigente relativa à metalurgia no Brasil.

Interpretar a legislação e normas técnicas referentes à saúde, segu- rança no trabalho, qualidade e meio ambiente.

Legislação do trabalho

Legislação ambiental

Normas técnicas

Sociologia

Biologia

Geraldo Pereira

Issa

30

GC28 – SIDERURGIA II 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC28 – SIDERURGIA II

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os métodos de trans-

Executar operações dos fornos de aciaria elétrica e a oxigênio.

Equipamentos Industriais

Físico-Química

Moacir Batista

60

Eletrotécnica

Matemática

Filho

formação de ferro esponja e gusa em aço.

Conhecer os métodos de refino secundário de aços.

Conhecer processos de solidifi- cação dos aços.

Executar operações em fornos de refino secundário.

Executar operações das máquinas de lingotamento convencional e contínuo dos aços.

Informática

Técnicas de medição das vari- áveis industriais.

Princípios de controle automá- tico de processos industriais

Conhecer os métodos de ob- tenção de ferro liga.

Executar operações de fornos elé- tricos a arco submerso.

GC29 – FUNDIÇÃO 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC29 – FUNDIÇÃO

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer os métodos e pro- cessos de moldagem na produ- ção metalúrgica.

Utilizar as técnicas dos processos de moldagem.

Executar os processos de fundição dos produtos metalúrgicos.

Conceitos, classificações, re- conhecimento dos processos de moldagem.

Termofísica

Jorge Fernando de Sousa Oli- veira

45

Termometria

Conhecer os métodos e pro-

Conceitos, classificações e

Gases

 

cessos de fundição na produ- ção metalúrgica.

Aplicar técnicas de inspeção e con- trole de qualidade em produtos fundidos

reconhecimento dos processos de fundição.

Termoquímica

Conhecer os métodos e pro- cessos de inspeção e controle de qualidade em produtos fun- didos.

GC30 – SOLDAGEM 4º MÓDULO COMPETÊNCIAS   BASES TECNOLÓGICAS BASES     HABILIDADES

GC30 – SOLDAGEM

4º MÓDULO

COMPETÊNCIAS

 

BASES TECNOLÓGICAS

BASES

   

HABILIDADES

CIENTÍFICAS

PROFESSOR

C/H

Conhecer as bases fundamen- tais da soldagem com eletrodo revestido

Identificar os vários tipos de des- continuidade.

Técnicas de soldagem conven- cional para equipamentos me- tálicos

Matemática

Ilder Bastos dos Santos

30

Física

Executar as diversas posições de soldagem com eletrodo revestido.

Efetuar exame visual e dimensional nos consumíveis.

Química

 

Conhecer os vários tipos de juntas.

Propriedades dos materiais metálicos

Desenho geomé-

Conhecer os vários tipos de chanfros.

Tratamentos térmicos de mate- riais ferrosos.

trico

Conhecer as várias zonas de uma junta soldada.

 

Conhecer os principais proces- sos de soldagem.

CAPÍTULO 05: Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores Os critérios de aproveitamento de

CAPÍTULO 05: Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores

Os critérios de aproveitamento de competências e experiências anteriores seguirão as determinações da Organização Didática do Ensino Profissionalizante de Nível Técnico do CEFET-BA, aprovada atra- vés da Portaria No 297, de 31/05/2002, conforme transcrito abaixo:

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDO Art. 51. Entende-se por aproveitamento de estudos o processo de reconhecimento de discipli- nas, competências ou etapas cursadas com aprovação em cursos da EPTNM ou no Ensino Médio, no CEFET-BA ou em outras Instituições de Ensino, credenciadas pelo Ministério da Educação, bem como Instituições Estrangeiras, para a obtenção da habilitação, conforme estabelece o art. 11 da Resolução CNE/CEB n o 04/99.

Art.52. O aluno solicitará o aproveitamento de estudos no prazo fixado no Calendário Acadê-

mico.

Art.53. A solicitação para aproveitamento de estudos será encaminhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes passos:

I – Quando se tratar de disciplina(s) ou competência(s):

a) Preencher, no protocolo, formulário próprio, especificando a(s) disciplina(s) ou competên-

cia(s) pretendida(s);

b) Anexar os seguintes documentos devidamente autenticados e assinados pela instituição de

origem: 1. Histórico Escolar

2. Plano de Curso da EPTNM, no qual está inserida a qualificação, aprovado pelos órgãos

competentes do sistema de ensino conforme estabelecido pelo artigo 13 da Resolução CNE/CEB nº 04/99 ou programa das disciplinas cursadas com aprovação, com registro de carga horária total das

aulas teóricas e práticas.

II - Quando se tratar de etapa(s) do curso:

a) preencher no protocolo formulário próprio, especificando a(s) etapa(s) pretendida(s);

b) anexar os seguintes documentos, devidamente autenticados e assinados pela Institui-

ção de origem:

1. Certificado de Qualificação Profissional Técnica de Nível Médio com o histórico escolar con-

forme estabelece o art. 14 da Resolução CNE/CEB n o 04/99, ou documento comprobatório de habilita-

ção na(s) etapa(s) cursada(s);

2. Plano de curso da EPTNM, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de ensino con-

forme o que estabelece o art. 13 da Resolução CNE/CEB n o 04/99, onde está inserida a qualificação ou as etapas cursadas com aprovação.

§ 1 o Quando se tratar de documentos oriundos de instituições estrangeiras, os mesmos deve-

rão ter traduções oficiais, e o curso deverá ter sua equivalência, com os inseridos no Cadastro Nacional de Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, aprovada por instituição autorizada pelo Ministério da Educação para tal fim.

§ 2 o Tratando-se de aproveitamento de estudos realizados no próprio CEFET-BA o requerente ficará dispensado do cumprimento da exigência referida na alínea b dos incisos I e II deste artigo.

Art. 54. O estudo da equivalência da(s) disciplina(s), competência(s) ou etapa(s), realizadas em outro curso, será feito pelo Conselho de Curso observando a compatibilidade de carga horária, con- teúdo programático ou competências e habilidades, e o tempo decorrido da conclusão da(s) discipli- na(s), competência(s) ou etapa(s) e a solicitação pretendida.

Art. 55. Após emissão do parecer do Conselho de Curso os processos, serão encaminhados à DDE, na Sede, ou ao DEPEN, nas UNED, para análise e deliberação final.

§ 1º A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UNED, encaminhará o resultado da

§ 1º A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UNED, encaminhará o resultado da deliberação à Co-

ordenação de Curso.

§ 2º A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a dispensa do aluno, quando hou- ver, face ao aproveitamento.

DO APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

Art. 56. Entende-se por aproveitamento de experiências anteriores o processo de reconheci- mento de competências adquiridas pelo aluno, no trabalho ou por outros meios informais, mediante um sistema avaliativo.

Art. 57. O aluno matriculado solicitará, em prazo estabelecido no Calendário Acadêmico, a dis- pensa de disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) tendo como base o aproveitamento de experiências anteriores, de acordo com o que estabelece o art. 11 da Resolução CNE/CEB n o 04/99.

Art. 58. A solicitação do aluno para o aproveitamento de experiências anteriores será encami- nhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes passos:

I - preencher, no protocolo, formulário próprio especificando a(s) disciplina(s), competência(s) ou módulo(s) em que deseja a dispensa; II - anexar justificativa para a pretensão; III - anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior(es).

Art. 59. O Conselho de Curso analisando a justificativa e o(s) documento(s) comprobatório(s), quando houver e julgando procedente, designará uma comissão para realizar o processo avaliativo.

§ 1 o A comissão de avaliação, referida no caput deste artigo, será composta por, no mínimo,

três professores, abrangendo as áreas de conhecimento da(s) disciplina(s), competência(s) ou módu-

lo(s) que o aluno solicita dispensa.

§ 2 o A comissão de avaliação emitirá parecer contendo contexto de realização, critérios de ava- liação da(s) competência(s) e o resultado da avaliação.

§ 3º O Conselho de Curso informará ao aluno a data, local e o horário do processo avaliativo.

§ 4º O Conselho de Curso emitirá parecer objetivo sobre o processo avaliativo.

Art. 60. O processo de solicitação com o parecer do Conselho de Curso referente à avaliação do desempenho das competências requeridas será encaminhado à DDE, na Sede, ou ao DEPEN, nas UNED, para análise e deliberação final.

§ 1º A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UNED, encaminhará o resultado da deliberação à Co-

ordenação de Curso.

§ 2 o A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a dispensa do aluno, quando hou- ver, face ao aproveitamento.

CAPÍTULO 06: Critérios de Avaliação da Aprendizagem Aplicados aos Alunos do Curso A avaliação, durante

CAPÍTULO 06: Critérios de Avaliação da Aprendizagem Aplicados aos Alunos do Curso

A avaliação, durante o desenvolvimento do curso, deverá ser processual e contínua, extrapolando o

caráter individual de cada base tecnológica e científica, possibilitando aos alunos demonstrarem com e

ações concretas as competências e habilidades expressas em cada módulo de ensino.

A

avaliação será subsidiada pela retroalimentação contínua do processo ensino–aprendizagem median-

te

diagnóstico da realidade e fundamentada nos dados oriundos de resultados obtidos e metas alcança-

das de modo que se possa assegurar o desenvolvimento das competências mapeadas.

Assim, por entender que existem determinadas habilidades que o aluno traz consigo ao ingressar no Curso Técnico de Metalurgia, e que elas devem ser identificadas, desenvolvidas e avaliadas, também entende-se que determinadas habilidades estão intimamente relacionadas com o perfil de cada pessoa, com sua história de vida, suas características pessoais e culturais. A escolha profissional/ocupacional tem que levar em consideração estas habilidades. É mais coerente portanto, identificar as habilidades pessoais de cada pessoa e orientá-la no desenvolvimento de outras, compondo competências essenci- ais para determinados segmentos e/ou ocupações. A formação deve ser capaz de aliar dois fatores:

dados pessoais e ocupacionais.

Assim, buscou-se a flexibilidade no percurso de formação e avaliação, que deverá respeitar estes dois fatores. Tanto a escola com seus elevados níveis de evasão escolar, na maioria das vezes ocasionados pela falta de motivação do aluno, como o mercado de trabalho, com o gasto em treinamentos, muitas vezes ineficazes, precisam entender que a adaptação ao mundo do trabalho depende da harmonia en- tre aptidões e características do indivíduo, por um lado, e as exigências da ocupação, por outro.

Neste sentido, os alunos serão avaliados no perfil profissional/ocupacional, através de instrumentos que contemplem os aspectos qualitativos e quantitativos, sendo que esse processo será cumulativo e no transcorrer de cada bloco haverá avaliações parciais e uma global ao final de cada módulo.

A avaliação de aprendizagem acima referida deverá seguir, ainda, às determinações da Organização

Didática para os Cursos de Ensino Profissionalizante de Nível Técnico do CEFET-BA, aprovada através

da portaria N o 297, de 31/05/02, cujos artigos são transcritos a seguir:

DA AVALIAÇÃO

Art. 42. O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumula- tivo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme prescreve a Lei n o 9.394/96.

Art. 43. A avaliação compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das difi- culdades e retro-alimentação, se destina a verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. Parágrafo Único O professor, no decorrer do processo educativo, promoverá meios para a re- composição das competências não desenvolvidas pelos alunos. Art. 44. A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, contendo entre outros:

I - atividades individuais e em grupo, como: pesquisa bibliográfica, demonstração prática e se-

minários;

II - pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos;

III - provas escritas e/ou orais: individual ou em equipe;

IV - produção científica, artística ou cultural.

Art. 45. A freqüência às aulas e às demais atividades acadêmicas, permitida apenas aos matri- culados, é obrigatória e é vedado o abono de faltas.

Art. 46. Ao aluno que faltar a qualquer das verificações de aprendizagem ou deixar de

Art. 46. Ao aluno que faltar a qualquer das verificações de aprendizagem ou deixar de executar

trabalho escolar, será facultado o direito à segunda chamada se esse aluno a requerer, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas úteis após o término do prazo de afastamento, desde que comprove através de documentos uma das seguintes situações:

problema de saúde;

II - obrigações com o Serviço Militar;

III - pelo exercício do voto (um dia anterior e um dia posterior à data da eleição se coincidentes

com a realização da prova);

IV - convocação pelo Poder Judiciário ou pela Justiça Eleitoral;

V - cumprimento extraordinário de horário de trabalho devidamente comprovado através de do-

cumento oficial da empresa;

VI

- viagem, autorizada pela Instituição, para representá-la em atividades desportivas, culturais,

de

ensino ou pesquisa;

VII

- acompanhamento de parentes (cônjuge, pai, mãe e filho) em caso de defesa da saúde;

VIII - falecimento de parente (cônjuge, pai, mãe e filho), desde que a avaliação se realize num

período de até oito dias corridos após a ocorrência.

§ 1° Em se tratando dos impedimentos apresentados nos incisos I e VII deste artigo, o(s) ates-

tado(s) e/ou relatório(s) médico(s) deverão ser encaminhados ao Serviço Médico-Odontológico do CE-

FET-BA para homologação.

§ 2° Caberá à Coordenação do Curso, emitir parecer conclusivo acerca do direito do aluno à

segunda chamada.

§ 3°No caso do pedido ser deferido, caberá à Coordenação do Curso comunicar o(s) professo-

re(s) do direito do aluno em realizar a segunda chamada das verificações de aprendizagem.

§ 4° Após emissão do parecer, a Coordenação do Curso deverá encaminhar o processo à GRA, na Sede, ou a CORES, nas UNED, para dar ciência ao requerente.

a)

Art. 47. Terá direito à requerer exercício domiciliar:

I-

a aluna gestante;

II-

o aluno com incapacidade física relativa incompatível com a freqüência aos trabalhos es- colares.

§ 1 o Entende-se por exercício domiciliar a equivalência de estudos, por ausência às aulas, con- cedida ao aluno amparado pelo Decreto Lei n o 1.044/69 e pela Lei n o 6.202/75.

§ 2 o O exercício domiciliar será requerido à DDE, na Sede, ou ao DEPEN, nas UNED, sendo

instruído com laudo médico que comprove uma das situações estabelecidas no Decreto Lei n o 1.044/69 e na Lei n o 6.202/75.

§ 3 o A aluna gestante poderá pleitear o exercício domiciliar por um período de três meses, con- tado a partir do oitavo mês de gestação.

§ 4º Em casos excepcionais, devidamente comprovados mediante atestado médico, o período

de repouso para a aluna gestante poderá ser aumentado.

§ 5º O exercício domiciliar deverá resguardar a qualidade do trabalho acadêmico e será conce-

dido dentro das possibilidades da Instituição.

§ 6 o Não será concedido o regime de exercício domiciliar para estágios, disciplinas, competên-

cias e/ou atividades curriculares de modalidade prática que necessite acompanhamento individual do professor e presença física do aluno em ambiente próprio para execução das atividades.

Art. 48. O desempenho acadêmico do aluno será expresso no Memorial de Desempenho Aca- dêmico constante no Diário de Classe.

§ 1 o O Memorial de Desempenho Acadêmico é um instrumento que compreende a compilação de todos os trabalhos realizados pelo aluno, em cada disciplina ou competência, durante a etapa do curso, tomando-se como referência os indicadores de composição de competências, aqui entendidas

como um conjunto de habilidades, atitudes e outros atributos humanos necessários ao desempenho e produtividade

como um conjunto de habilidades, atitudes e outros atributos humanos necessários ao desempenho e produtividade requeridos pelo mundo do trabalho.

§ 2 o Os indicadores de composição de competências a serem considerados no Memorial de

Desempenho Acadêmico são: assiduidade e pontualidade, domínio cognitivo, cumprimento e qualidade das tarefas, capacidade de produzir em equipe e autonomia, assim definidos:

a) Assiduidade e pontualidade – comparecimento em todas as aulas e chegada no horário

pré-estabelecido nos locais onde as aulas serão ministradas; b)Domínio cognitivo – capacidade de relacionar o novo conhecimento com o conhecimento já

adquirido;

c) Cumprimento e qualidade das tarefas – execução de tarefas com requisitos previamente

estabelecidos no prazo determinado com propriedade, empenho, iniciativa, disposição e interesse;

d) Capacidade de produzir em equipe – aporte pessoal com disposição, organização, liderança,

cooperação e interação na atividade grupal no desenvolvimento de habilidades, hábitos, conhecimentos

e

valores.

e)

Autonomia – capacidade de tomar decisões e propor alternativas para solução de proble-

mas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvimento.

§ 3 o Para cada indicador de composição de competências, contido no Memorial de Desempe-

nho Acadêmico, será registrado um dos conceitos assim estabelecidos e relacionados com uma escala

quantitativa de rendimento (Os procedimentos para a atribuição dos conceitos, seguirão conforme as Normas Acadêmicas vigentes na Instituição).

§ 4º Ao aluno que não realizar a(s) atividade(s) de verificação da aprendizagem será registrado

o código NA – Não Avaliado.

§ 5 o O conceito do aluno na disciplina ou competência será determinado pela incidência dos conceitos dos indicadores de composição de competências.

É preciso ressaltar que por ser diagnóstica, a avaliação possibilitará ao aluno conhecer o nível de de- sempenho alcançado em cada etapa do processo de construção das competências e habilidades, pre- vistas para cada bloco, em separado e no conjunto do módulo.

Serão utilizadas diversas técnicas de avaliação tais como observação estruturada, exercícios e partici- pações espontâneas e ou direcionadas, testes, relatórios, projetos, atividades em laboratórios, visitas técnicas, estudo de casos, simulações, auto-avaliação. Como instrumentos, serão utilizados testes, pro- vas, relatórios, entrevistas, aula expositiva, debate, defesa de trabalho, experimentos, fichas de obser- vação, síntese de pesquisa, projetos, formulários de auto-avaliação, etc.

Estas mesmas estratégias estarão sendo utilizadas para a recomposição de competências, sendo que o aluno deverá ser orientado pelos professores sobre quais as estratégias estarão sendo adotadas espe- cificamente para a recomposição das competências que o aluno não conseguiu construir.

Os critérios que serão utilizados são: capacidade de trabalho em grupo e individual, compromisso, inte-

resse, iniciativa, responsabilidade, cumprimento de prazos, contribuição pessoal as atividades docentes

e discentes do curso, organização do tempo e espaço, identificação das tarefas, planejamento de ativi- dades, cumprimento de cronograma e prazos, qualidade das atividades, capacidade cognitiva (ver em ANEXO B, modelo de memorial de desempenho,).

CAPÍTULO 07: Instalações e Equipamentos Oferecidos aos Alunos e Professores

7.1. Sala de Desenho

Os estudantes do Curso de Metalurgia terão uma sala de desenho disponível para o desenvolvimento de atividades relativas á disciplina desenho técnico

Essa sala está equipada com 22 (vinte e duas) pranchetas específicas para desenho, cada qual possui duas banquetas e uma régua T.

7.2. Lab. e Oficinas Administrados pela Unidade de Simões Filho 7.2.1 Laboratório de Metrologia Além

7.2. Lab. e Oficinas Administrados pela Unidade de Simões Filho

7.2.1 Laboratório de Metrologia Além de mesas, cadeiras e armários, o Laboratório Metrologia possui os seguintes equipamentos:

Item

Qte.

Equipamento

OBS.

01 01

 

Projetor óptico de perfil com acessórios

 

02 01

 

Desempeno de granito 1000 X 630 mm

 

03 01

 

Base para relógio comparador com coluna inclinável e ajuste fino

 

04 05

 

Bases magnéticas

 

05 05

 

Relógios comparadores

 

06 02

 

Torquímetro 20 kgf.m

 

07 01

 

Tacômetro Mecânico

 

08 20

 

Escalas em aço inoxidável

 

09 01

 

Calibrador de folga

 

10 20

 

Paquímetros universais, leitura 0,02 mm / 0.001”

 

11 09

 

Paquímetros universais, leitura 0,05 mm / 1/128”

 

12 02

 

Goniômetros

 

13 08

 

Transferidores simples

 

14 20

 

Micrômetros externos, leitura 0,01mm, 0 – 25 mm

 

7.2.2 Laboratório de Metalografia Além de mesas, cadeiras e armários, o Laboratório de Metalografia possui os seguintes equipamentos:

Item

Qte.

Equipamento

01 02

 

Microscópios Metalográficos

02 01

 

Mesotom

03 01

 

Prensa – tempopress

04 02

 

Politriz

05 02

 

Fornos de 1200ºC

06 09

 

Lixadeiras manuais

07 01

 

Filtro de luz

7.2.3 Oficina de Fundição A Oficina de Fundição possui os seguintes equipamentos: Item Qte. Equipamento

7.2.3 Oficina de Fundição

A Oficina de Fundição possui os seguintes equipamentos:

Item

Qte.

Equipamento

01 01

 

Forno de cadinho móvel

02 01

 

Peneira vibratória

03 02

 

Bancadas

04 01

 

Mesa em madeira para moldagem

05 01

 

Mesa em aço para moldagem

06 01

 

Mesa em madeira com morsas

07 01

 

Balcão para modelos

08 11

 

Caixas Combinadas

09 01

 

01 Compressor de ar

10 04

 

Cadinhos

11 05

 

Lingoteiras

7.2.4 Laboratório de Equipamentos Industriais e Refrigeração

Além de material didático, mesas, o Laboratório equipamentos industriais possui os seguintes equipa- mentos:

Item

Qte.

Equipamento

01 02

 

Turbinas a Vapor

02 01

 

Permutador de Calor

03 02

 

Bomba Centrífuga

04 02

 

Compressor de Ar

05 01

 

Central de Refrigeração

06 03

 

Bomba Rotativa em Bancada

07 05

 

Válvulas Globo

08 05

 

Válvulas Gaveta

09 01

 

Válvula de Controle

 

10 Div.

Acessórios de Tubulação

11 05

 

Aparelhos de Ar Condicionado12

12 01

 

Painel Didático de Refrigeração

7.2.5 Oficina de Soldagem O Laboratório de Soldagem possui os seguintes equipamentos: Item Qte. Equipamento

7.2.5 Oficina de Soldagem O Laboratório de Soldagem possui os seguintes equipamentos:

Item

Qte.

Equipamento

01

02

Retificadores

02

09

Transformadores para soldagem

03

02

Máquina processo MIG-MAG

04

01

Máquina de corte MC-46

05

02

Armários de aço

06

01

Morsa

07

01

Estufa

08

02

Lixadeiras manuais

09

01

Furadeira manual

7.2.6 Laboratório de Informática

Item

Qte.

Equipamento

01

12

Microcomputador com visor, teclado, almofada e mouse

02

05

Estabilizador

03

01

Impressora Epson FX 1170

7.2.7 Laboratório de Eletrotécnica

Item

Qte.

Equipamento

01 03

 

Motores Elétricos

 

02 Div.

Diversos instrumentos de medidas

03 02

 

Fonte de alimentação variável de C.A. e C.C.

04 01

 

Painel de demonstração

05 01

 

Grupo Gerador

06 03

 

Transformadores

7.2.8 Laboratório de Ensaios Destrutivos

Item

Qte.

Equipamento

01

02

Máquina universal de ensaio destrutivo